Hiperparatiroidismo primário Diagnóstico e Tratamento
|
|
|
- Aurélio Martim Neves Quintanilha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 VI CURSO Pós-GRADUADO NEDO A Endocrinologia Revisitada Hiperparatiroidismo primário Diagnóstico e Tratamento A. Galvão-Teles Lisboa, Abril de 2009
2 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) Definição O HPTp caracteriza-se por hipercalcémia motivada por produção autónoma da PTH
3 Hiperparatiroidismo Primário O aumento de PTH provoca - aumento da reabsorção renal de cálcio - aumento da fosfaturia - aumento da síntese de 1,25 (OH) 2 D 3 Hipercalcemia Hipofosfatemia Hipercalciuria Litiase Renal Aumento da reabsorção óssea
4 Hiperparatiroidismo Primário Prevalência : 0,1% Epidemiologia Incidência anual : novos casos / 1000 habitantes 2-3 vezes mais frequente no sexo femenino
5 Hiperparatiroidismo Primário Patogenia 75-80% adenoma da paratiroidea 20% hiperplasia difusa das paratiroideas (50% S. Familiares) < 1-2% carcinoma das paratiroideas
6 Hiperparatiroidismo primário clássico Osteite Fibrosa Quística (25%) devido ao aumento generalizado da reabsorção óssea: -Quistos ósseos -Tumores castanhos dos ossos longos -Reabsorção subperióstica das falanges distais e clavículas -Imagens em sal e pimenta na calote craneana Envolvimento renal: -Litiase renal (60-80%) -Nefrocalcinose -Insuficiência renal Síntomas e sinais gastrointestinais e neuropsiquiátricos
7 Hiperparatiroidismo Primário Diagnóstico Cálcio sérico corrigido para albumina (acrescentar 0,8 mg/dl ao valor do cálcio total por cada g/dl de albumina sérica < 4g/dl) PTHi ( VN:10-65 pg/ml) Cálcio urinario (urina 24h) Clearance Creatinina 25 HidroxiVitD
8 Hiperparatiroidismo Primário Diagnóstico DEXA (1/3 distal do radio, coluna lombar, colo do femur) Ecografia Renal Se indicação cirúrgica: Ecografia cervical (técnico com experiência) Sestamibi
9 Hiperparatiroidismo Primário- Diagnóstico Diferencial (Calcio ; PTH ) Fármacos: diuréticos tiazidicos, lítio (suspender o fármaco 3 meses e reavaliar) Hipercalcémia Hipocalciúrica Familiar (História familiar de hipercalcémia ligeira, diagnóstico em jovens, ratio calcio U/creatinina U<0,01) Hiperparatiroidismo terciário (história de insuficiência renal) A hipercalcemia das neoplasias não se acompanha de PTHi aumentada
10 Hiperparatiroidismo Primário não clássico 1970: A introdução do screening bioquimico múltiplo, provocou uma alteração dramática no espectro clínico do hiperparatiroidismo Actualmente 80% dos casos são assintomáticos Apenas 20% dos doentes apresentam síntomas como: Litiase renal Envolvimento ósseo Flacidez muscular proximal
11 Hiperparatiroidismo Primário Assintomático Cálcio sérico aumentado ( 1 mg/dl) PTH aumentada o inadequadamente normal Fósforo normal Calciúria (24 h) no límite superior do normal Radiografias: geralmente sem alterações DEXA: diminuição da densidade mineral óssea, mais acentuada no 1/3 distal do rádio (osso cortical)
12 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) HPTp sintomático HPTp assintomático Ca pl (< 1mg limite sup. N) PTH pl (1,5 2x limite sup. N) P pl N Cl pl N Ca U N (60%) (40%) Cr pl N F Al pl N
13 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) HPTp Formas bioquímicas de apresentação HPTp Ca PTH Sintomático (clássico) ou inapropriadamente suprimida Normacalcémico N Intermitente N ou Assintomático (não clássico) ou N pouco elevado; elevado/ muito elevado; N normal ou inapropriadamente suprimida
14 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) HPTp sintomático (clássico) Quadro Clínico Doença óssea Doença renal Alterações cardiovasculares Alterações gastrentestinais Doença neuromuscular Manifestações neuropsíquicas
15 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) HPTp assintomático (não clássico) Quadro clínico Lesões ósseas pouco marcadas DMO - diminuída ⅓ inf. rádio (osso cortical) - igeiramente diminuída no fémur (osso cortical + esponjoso) - normal na coluna (osso esponjoso) Ausência lesões renais cálculos renais pouco frequentes (15-20%) Alterações neuromusculares muito raras parestesias, caimbras (½ doentes) Manifestações neuropsíquicas raras astenia, fadiga Alterações cardiovasculares pouco importantes Alterações metabolismo da glicose diabetes, insulinorresistência
16 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) Doentes com HPTp Com critérios para cirurgia: HPTp sintomático + HPTp assintomático com pelo menos um critério para cirurgia (Adaptado de Silverberg, Bilezikian, 1996)
17 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) Indicações para tratamento cirúrgico do HPTp (consenso 2008) HPTp Sintomático (com sintomas e complicações) Doença óssea e/ou litíase renal, e/ou doença psiconeurológica, e/ou doença cardíaca HPTp assintomático - quando na presença de pelo menos um dos seguintes critérios: 1. Calcemia* elevada de 1mg/dL o limite superior do normal 2. Depuração da creatinina < 60 ml/min 3. Densidade mineral óssea (DMO) T-score <- 2,5 em qualquer dos 3 locais e/ou prévia fractura por fragilidade 4. Idade inferior a 50 anos Doentes que não conseguem ou não querem colaborar num seguimento conveniente durante anos * o cálcio deve ser corrigido para a concentração da albumina do doente.
18 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) Complicações das 1ª cirurgias e das re-intervenções (revisão da literatura médica em língua inglesa e francesa de ) Complicações Taxas e Probabilidades (%) 1ª cirurgia re- intervenções Morte 0,21 0,29 Disfonia permanente 0,00 0,47 Hipocalcemia permanente 1,75 5,61 HPTp persistente 5,28 10,17 HPTp recorrente 0,06/ ano 0,70/ ano
19 Hiperparatiroidismo Primário Abordagem do Doente Ingesta adequada de líquidos Ingesta moderada de cálcio (± 800 mg/dia) Suplementos de Vit D ( UI Vit D/dia se 25 hidroxivit D<20ng/ml)
20 Hiperparatiroidismo Primário Estrógeneos Tratamento médico Iniben a reabsorção óssea mediada pela PTH Diminuiem moderadamente a calcémia (0,5-1mg/dl) cuidado com as contraindicações! Raloxifeno modulador selectivo dos receptores de estrógeneos Diminuien moderadamente a calcémia (0,5-1mg/dl)
21 Hiperparatiroidismo Primário Tratamento médico Bifosfonatos Aumentam a densidade óssea vertebral NãoalteramocálcionemaPTH Calcimiméticos Aumentam a afinidade dos receptores do cálcio nas células paratiroideas, elevam o cálcio intracelular inibindo assim a secreção de PTH Provocam a normalização prolongada da calcémia Não alteram a mineralização óssea
22 Hiperparatiroidismo Primário Considerando que: Indicação cirúrgica A cirurgia é o único tratamento definitivo do hiperparatiroidismo primário Em 37% dos doentes com HPP assintomático a doença evolui Não existem marcadores predictivos (excepto a idade) Monitorizar os doentes não cirúrgicos
23 Hiperparatiroidismo Primário (HPTp) Consenso para seguimento dos doentes com HPTp assintomático não submetidos a paratiroidectomia Avaliação 2008 Calcémia Anualmente Calciúria 24 h Não recomendado Depuração creatinina Não recomendado Creatinina soro Anualmente Densidade óssea Cada 1 a 2 anos (3 locais) Rx abdominal Não recomendado Bilezikian, 2009
24
Hiperparatireoidismo Primário. ário(hptp) Apresentador: Paula de Aragão Prazeres Coordenador: Francisco Bandeira Setembro/ 2011
Hiperparatireoidismo Primário ário(hptp) Apresentador: Paula de Aragão Prazeres Coordenador: Francisco Bandeira Setembro/ 2011 Introdução Distúrbio que resulta da hipersecreção do hormônio da paratireóide(pth)
21ª Imagem da Semana: Cintilografia cervical e torácica com 99 mtc-sestamib
21ª Imagem da Semana: Cintilografia cervical e torácica com 99 mtc-sestamib Enunciado Paciente do sexo feminino, 58 anos, há 4 anos com fraqueza e dores inespecíficas na coluna lombar e membros inferiores.
O que fazer perante:nódulo da tiroideia
10º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Endocrinologia Clínica ASPECTOS PRÁTICOS EM ENDOCRINOLOGIA O que fazer perante:nódulo da tiroideia Zulmira Jorge Serviço Endocrinologia Diabetes e Metabolismo. H. Santa
OSTEOPOROSE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Bruno Ferraz de Souza Abril de 2018
OSTEOPOROSE: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Bruno Ferraz de Souza Abril de 2018 1. BREVE INTRODUÇÃO A osteoporose (OP) é uma doença osteometabólica sistêmica caracterizada por alterações da quantidade e/ou qualidade
99% nos ossos, 1% distribuido intra e extra celular Função: reações químicas no citoplasma, contração muscular Circula ligado à albumina (40-50%)
99% nos ossos, 1% distribuido intra e extra celular Função: reações químicas no citoplasma, contração muscular Circula ligado à albumina (40-50%) Livre ionizada (50-60%) Anion inorgânico (5-10%) Valor
Osteoporose secundária. Raquel G. Martins Serviço de Endocrinologia, IPO de Coimbra
Osteoporose secundária Raquel G. Martins Serviço de Endocrinologia, IPO de Coimbra Definição Osteoporose causada por um distúrbio subjacente (doenças, fármacos ) Epidemiologia Provavelmente subdiagnosticada.
V Jornadas do Internato Médico PANCREATITE AGUDA
PANCREATITE AGUDA Sandra Alves Interna Ano Comum Orientadora: Dr.ª Paula Sanchez Serviço de Cirurgia C: Dr. Nuno Pinheiro Amadora, 16 Novembro de 2011 JCSP,, 68 anos Antecedentes pessoais: Etanolismo
Discussão de caso clínico
Discussão de caso clínico Sociedade Paulista de Reumatologia 04/08/2010 Rosa Maria Rodrigues Pereira FMUSP (Reumatologia) Vanda Jorgetti FMUSP (Nefrologia) Homem, 48 anos Resumo caso clínico 8 anos S.
Doença com grande impacto no sistema de saúde
Por quê abordar a Doença Renal Crônica Cô? PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA Doença com grande impacto no sistema de saúde Acomete muitas pessoas Vem aumentando nos últimos anos Provavelmente continuará a aumentar
Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina. Jônatas Catunda de Freitas
Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Jônatas Catunda de Freitas Fortaleza 2009 Derivam da terceira e quarta bolsa faríngea Terceira bolsa dá origem as PT inferiores e o timo Quarta bolsa
SUPLEMENTOS DE CÁLCIO
VI JORNADAS DE ENDOCRINOLOGIA, DIABETES E NUTRIÇÃO DE AVEIRO SUPLEMENTOS DE CÁLCIO BENEFÍCIOS OU RISCO SOFIA TEIXEIRA Assistente Hospitalar de Endocrinologia Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo
Glândulas Paratireóides. Apresentador: Dr. Sérgio de Barros
Glândulas Paratireóides Apresentador: Dr. Sérgio de Barros Embriologia Derivam da terceira e quarta bolsa faríngea Reconhecível no embrião entre 5-6 semanas Terceira bolsa dá origem as PT inferiores e
osteoporose Resumo Sbot
Osteoporose Conceito doença metabólica do tecido ósseo,caracterizada por perda gradual de massa óssea,que enfraquece os ossos,deteriorando sua microarquitetura e tornando-o susceptível a fratura.sua definição
Homeostase do potássio, cálcio e fosfato
Homeostase do potássio, cálcio e fosfato Regulação dos eletrólitos Homeostase do potássio Intracellular ADP ATP P Extracellular Hipocalemia: baixo Repolarização mais lenta do potencial de membrana. - Fraqueza
ANÁLISE DA SUFICIÊNCIA DE CÁLCIO E VITAMINA D EM PACIENTES PÓS CIRURGIA BARIÁTRICA
ANÁLISE DA SUFICIÊNCIA DE CÁLCIO E VITAMINA D EM PACIENTES PÓS CIRURGIA BARIÁTRICA Luciana Valadares Ferreira Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Comissão de Residência Médica do Hospital do Servidor
Bisfosfonatos podem minimizar a fome óssea após paratireoidectomia em pacientes com hiperparatireoidismo primário e osteíte fibrosa cística
Artigo original Bisfosfonatos podem minimizar a fome óssea após paratireoidectomia em pacientes com hiperparatireoidismo primário e osteíte fibrosa cística Tatiana Clementino Pinto Toscano de França 1,
Mário Sérgio Rocha Macêdo Médico do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do HUWC, CRIO E HGCC
HIPERARATIREOIDISMO Mário Sérgio Rocha Macêdo Médico do Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do HUWC, CRIO E HGCC 14.12.11 Ambulatório do Distúrbio Mineral e Ósseo do Doente Renal Crônico Hospital Universitário
Introdução. A hipocalcemia clínica é um dos principais transtornos metabólicos do período de transição.
Universidade Federal De Pelotas Faculdade De Veterinária Departamento De Clínicas Veterinária Núcleo De Pesquisa, Ensino E Extensão Em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec Camila Pizoni FI: 2,550 Introdução
Bonviva ibandronato de sódio. Roche. Drogas para tratamento de doenças ósseas
Bonviva ibandronato de sódio Roche Drogas para tratamento de doenças ósseas IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome do produto: Bonviva Nome genérico: ibandronato de sódio APRESENTAÇÕES Solução injetável de
Nefropatia Diabética. Caso clínico com estudo dirigido. Coordenadores: Márcio Dantas e Gustavo Frezza
Nefropatia Diabética Caso clínico com estudo dirigido Coordenadores: Márcio Dantas e Gustavo Frezza Neste texto está descrita a apresentação clínica e a evolução ao longo de 3 décadas de caso clínico de
JOÃO ANTÔNIO MARTINI HIPERPARATIREOIDISMO PRIMÁRIO: ANÁLISE DE 17 CASOS
JOÃO ANTÔNIO MARTINI HIPERPARATIREOIDISMO PRIMÁRIO: ANÁLISE DE 17 CASOS Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito para a conclusão do Curso de Graduação em Medicina.
TERAPÊUTICA E VIGILÂNCIA DA OSTEOPOROSE EM MGF
TERAPÊUTICA E VIGILÂNCIA DA OSTEOPOROSE EM MGF Ana Catarina Duarte Ana Cordeiro Serviço Reumatologia Hospital Garcia de Orta 28/29.Abril.2016 TERAPÊUTICA E VIGILÂNCIA DA OSTEOPOROSE EM MGF ÍNDICE Definição
Uso de agentes anti reabsortivos no manejo da osteporose. Reflexões. Dra. Fabiana Gonzalez Dra. Priscila Faggiano
Uso de agentes anti reabsortivos no manejo da osteporose Reflexões Dra. Fabiana Gonzalez Dra. Priscila Faggiano A principal classe de drogas anti reabsortivas usadas na atualidade para o tratamento da
Síndrome de Cushing. Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo CHLN-Hospital Santa Maria, EPE
Síndrome de Cushing Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo CHLN-Hospital Santa Maria, EPE Síndrome de Cushing Exposição prolongada e inadequada a quantidades excessivas de glucocorticóides
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO HIPONATREMIA Dosagem de sódio ( Na ) sérico < 130mEq/L Oferta hídrica aumentada; Baixa oferta de sódio; Redistribuição osmótica de água ( p.ex. hiperglicemia); Excreção
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Calcigenol 9 mg/ml Suspensão oral Fosfato tricálcico APROVADO EM Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. Este medicamento
Métodos de avaliação da função renal
Métodos de avaliação da função renal Fernando Domingos Instituto de Fisiologia Faculdade de Medicina de Lisboa 2014 1 Avaliação clínica Medição da pressão arterial (pode estar elevada na doença renal)
Interpretação de Exames Laboratoriais nas Deficiências de Minerais
Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica Interpretação de Exames Laboratoriais nas Deficiências de Minerais Prof. Marina Prigol Minerais São elementos com funções orgânicas essenciais
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS
PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA PORTADORES DE DIABETES MELLITUS Acadêmica de medicina: Jéssica Stacciarini Liga de diabetes 15/04/2015 Benefícios do exercício físico em relação ao diabetes mellitus:
OSTEOPOROSE O Tratamento na Visão do Ginecologista. Prof. Sabino Pinho Ginecologia UFPE.
OSTEOPOROSE O Tratamento na Visão do Ginecologista Prof. Sabino Pinho Ginecologia UFPE. Tratamento da osteoporose Visão do ginecologista Quais fármacos usar? 1. TRH 2. Bisfosfonatos 3. SERMs 4. Cálcio
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - ALENDRONATO SÓDIO
ALENDRONATO SÓDIO FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - ALENDRONATO SÓDIO Alendronato sódico 10 mg é apresentado em embalagens contendo 30 comprimidos para administração oral. Uso Adulto -COMPOSIÇÃO: Cada
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. DENOMINAÇÃO DA ESPECIALIDADE FARMACÊUTICA SANDOCAL 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada saqueta contém: Glucono-lactato de cálcio Carbonato de cálcio...
Caso Clínico nº 1 3 XIII CURSO BÁSICO DE DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO METABOLISMO
Caso Clínico nº 1 3 XIII CURSO BÁSICO DE DOENÇAS HEREDITÁRIAS DO METABOLISMO Hospital Pediátrico CHUC-EPE 21 a 23 de Setembro de 2015 Inês de Melo IFE 1º ano de Pediatria HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL António
Hipertensão arterial. Casos clínicos. A. Galvão-Teles 22º CURSO NEDO PÓS-GRADUADO DE ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGIA EM CASOS CLÍNICOS
22º CURSO NEDO PÓS-GRADUADO DE ENDOCRINOLOGIA ENDOCRINOLOGIA EM CASOS CLÍNICOS Casos clínicos Hipertensão arterial A. Galvão-Teles Viseu, Outubro de 2012 Caso Clínico 1 Motivo consulta: Bócio Mulher de
PROVA ESPECÍFICA Cargo 53
11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 53 QUESTÃO 26 Jovem de 18 anos, atleta, em partida de futebol foi atingido pelo joelho do adversário em hemitórax direito. Desde então, apresenta dor intensa, que piora com os
RAQUITISMO E OSTEOMALÁCIA. Raquitismo e osteomalácia são distúrbios em que há alteração da mineralização óssea.
RAQUITISMO E OSTEOMALÁCIA CONCEITO Raquitismo e osteomalácia são distúrbios em que há alteração da mineralização óssea. SUSPEITA CLÍNICA Exame Físico - Crânio: Atraso no fechamento das fontanelas, fronte
APARELHO URINÁRIO (III)
APARELHO URINÁRIO (III) (Reabsorção e secreção tubulares) Mário Gomes Marques Instituto de Fisiologia da FML (Director: Prof. Luis Silva-Carvalho) 1 RIM (reabsorção e secreção tubulares) Qualquer substância
Papel do laboratório clínico na pesquisa, controle e tratamento da DRC. Dr. Carlos Zúñiga San Martín
Papel do laboratório clínico na pesquisa, controle e tratamento da DRC. Dr. Carlos Zúñiga San Martín Faculdade de Medicina Universidade de Concepción Chile Objetivos da Apresentação 1.Revisar o papel dos
Atualizacão em Litíase Renal. aspectos práticos
Atualizacão em Litíase Renal aspectos práticos Elizabete Campos Pinheiro setembro/2017 Ao longo da vida 7% das mulheres e 11% dos homens americanos serão afetados por cálculos renais. Scales CD Jr, Eur
Nefropatia Diabética. Caso clínico com estudo dirigido. Coordenadores: Márcio Dantas e Gustavo Frezza RESPOSTAS DAS QUESTÕES:
Nefropatia Diabética Caso clínico com estudo dirigido Coordenadores: Márcio Dantas e Gustavo Frezza RESPOSTAS DAS QUESTÕES: QUESTÃO 1 Qual é o motivo da glicosúria positiva? a) Resultado falso-positivo
ALENDIL CÁLCIO D. Farmoquímica S/A Comprimido / Comprimido Revestido 70 mg / 1250 mg + 200 UI. Alendil Cálcio D_AR040614_Bula Paciente
ALENDIL CÁLCIO D Farmoquímica S/A Comprimido / Comprimido Revestido 70 mg / 1250 mg + 200 UI BULA PACIENTE ALENDIL CÁLCIO D alendronato de sódio carbonato de cálcio de ostra + vitamina D APRESENTAÇÕES:
Litíase Renal. Introdução. Tipos de Cálculo
Litíase Renal Introdução Litíase renal é uma doença frequente que acomete mais homens que mulheres (atualmente em proporção inferior a 2:1) e pode estar localizada nos rins, ureter, bexiga e uretra. A
Epidemiologia. Stamaleou et al. Kidney Int 2003 Campbell-Walsh Urology 9th edition
UROLITÍASE Epidemiologia 3ª doença mais freqüente do trato urinário Prevalência de 5 a 15% na população Aumento de cerca de 37% da prevalência nos EUA entre 1976 e 1994 Recorrência entre 30 e 50% em 5
Magnésio. Magnésio Funções. Magnésio Sódio Potássio. HNT 130 Nutrição normal. Organismo humano adulto
HNT 130 Nutrição normal Funções, metabolismo, necessidades e recomendações dietéticas Organismo humano adulto 20 a 28g 60% 26% 14% Vísceras e fluidos corpóreos Funções Cofator em diversas reações enzimáticas
HEMOGRAMA TATIANA MATIAS MAFRA EDUARDO MIGUEL SCHMIDT
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,48 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 12,70 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 38,00 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 84,82 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
2010 ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA ASPECTOS PRÁTICOS EM ENDOCRINOLOGIA O
11º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA ASPECTOS PRÁTICOS EM ENDOCRINOLOGIA O que fazer perante: Hipoglicemia TERESA DIAS Serviço de Endocrinologia do HSM. Lisboa Luso, Junho de 2010 Hipoglicemia
Doença nodular da tiroideia
11º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Endocrinologia Clínica Diabetes Doença nodular da tiroideia Zulmira Jorge Serviço Endocrinologia Diabetes e Metabolismo. H. Santa Maria NEDO - Núcleo Endocrinologia Diabetes
Hiperparatiroidismo primário: caso clínico e revisão da literatura
Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Hiperparatiroidismo primário: caso clínico e revisão da literatura Clínica Universitária de Medicina II Ana Filipa Santos Antunes Rodrigues Orientadora -
VITAMINA D QUANDO DOSEAR E
VITAMINA D QUANDO DOSEAR E SUPLEMENTAR Ana Gonçalves Ferreira Hospital Garcia de Orta Serviço de Endocrinologia e Diabetes 28/29.Abril.2016 RESUMO Introdução Causas de défice de vitamina D Consequências
Regulação Endócrina do metabolismo do cálcio e do fosfato
Regulação Endócrina do metabolismo do cálcio e do fosfato Profa. Letícia Lotufo Distribuição de cálcio Intracelular: 10-7 M Livre: 0,2 mg Pode aumentar de 10 a 100x Potencial de ação Contração Motilidade
RESIDENCIA MÉDICA UFRJ
1. Homem 54 anos, em uso regular de diclofenaco sódico por dor lombar. Há 24h com náuseas, vômitos e soluços. Normocorado, hálito urêmico, pressão arterial (PA) = 140x72mmHg, frequência cardíaca (FC)=
Tetania da. Lactação e das. Pastagens
Tetania da Lactação e das Pastagens Tetania da Lactação e das Pastagens Hipomagnesemia Conjunto de fatores: Desequilíbrio da ingestão e excreção de Mg Estresse - esteróides endógenos Cátions com ação neuromuscular
Glândulas. Paratireóides
Glândulas Paratireóides Paratôrmonio (PTH) Essencial para a vida Regulação da [Ca +2 ] plasmática. Baixa [Ca 2+ ] no plasma Células da Paratireóide Retroalimentação Negativa Hormônio da Paratireóide Controle
Osteoporose. Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07
FBC0417 - Fisiopatologia III Osteoporose Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07 Prof. Mario H. Hirata FCF-USP
No. do Exame 001/ Data Entrada..: 20/01/2017
HEMOGRAMA SÉRIE VERMELHA VALORES OBTIDOS VALORES DE REFERÊNCIA UNIDADES ERITRÓCITOS 6,48 5,00-8,00 milhões/mm3 HEMOGLOBINA 15,00 12,00-18,00 g/dl HEMATÓCRITO 43,60 37,00-54,00 % V.C.M. 67,28 60,00-77,00
HiperCALCEMIAS NÃO PARATIREOIDIANAS
HiperCALCEMIAS NÃO PARATIREOIDIANAS Marcos Almeida MR2 Endocrinologia HAM Luiz Griz Preceptor Hipercalcemia Definida quando os níveis séricos de cálcio total são >10,4mg/dL. Pose ser classificada em: -Leve:
Classificação. Diuréticos Tiazídicos Hidroclorotiazida Diuréticos de Alça Furosemida Diuréticos Poupadores de Potássio Espironolactona e Amilorida
Diuréticos Classificação Diuréticos Tiazídicos Hidroclorotiazida Diuréticos de Alça Furosemida Diuréticos Poupadores de Potássio Espironolactona e Amilorida Diuréticos Tiazídicos Hidroclorotiazida Hidroclorotiazida:
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. ETALPHA, 2µg/ml, solução para perfusão. Alfacalcidol
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR ETALPHA, 2µg/ml, solução para perfusão Alfacalcidol APROVADO EM Leia atentamente este folheto antes de utilizar o medicamento. Conserve este folheto. Pode
Aula 05 DIABETES MELLITUS (DM) Definição CLASSIFICAÇÃO DA DIABETES. Diabetes Mellitus Tipo I
Aula 05 DIABETES MELLITUS (DM) Definição O diabetes surge de um distúrbio na produção ou na utilização da insulina por isso é considerado um distúrbio endócrino provocado pela falta de produção ou de ação
transversais nos ossos longos). BIOQUÍMICA: 1-Ca: nl ou diminuído, 2-P: dimiuido (exceto na renal),
www.traumatologiaeortopedia.com Raquitismo Diagnóstico: mineralização deficiente do tecido ósseo, há interrupção da mineralização da placa de crescimento, a atividade e produção de matriz óssea ocorre
1. O QUE É NATECAL D COMPRIMIDOS ORODISPERSÍVEIS E PARA QUE É UTILIZADO
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Natecal D 1500 mg + 400 UI Comprimidos orodispersíveis Carbonato de cálcio + vitamina D3 Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento.
AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO
C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A
Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal
Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal Prof. Marina Prigol Investigação da função renal Funções do rim: Regulação do
17/10/2010. Você tem certeza que isso é suficiente? Mirtallo et al., 2004; Sriram & Lonchyna, 2009; Visser, ANVISA, 2005; DRI Otten et al.
ESTRATÉGIAS PARA OTIMIZAR OS BENEFÍCIOS E MINIMIZAR OS RISCOS EM TN Aporte de vitaminas e minerais e Minerais: O Excesso e a Falta na Recuperação do Paciente Helena Sampaio Você tem certeza que isso é
COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA
COMISSÃO COORDENADORA DO TRATAMENTO DAS DOENÇAS LISOSSOMAIS DE SOBRECARGA REGISTO DE MONITORIZAÇÃO Défice de Lipase Ácida Lisossomal (todos os doentes, excepto doença de Wolman ) (Preencher com letra legível)
SISTEMA ÓSSEO - COMPLICAÇÕES
SISTEMA ÓSSEO - COMPLICAÇÕES NÃO UNIÃO Não é observada a formação do calo ósseo Bordas: lisas, arredondadas e escleróticas Imagens: domínio público PROFA. DRA. JULIANA PELOI VIDES ocorre quando há falha
ossos 99% membrana celular ions mensageiro ou regulatório (processos intracelulares) estrutura óssea
Cálcio funções estrutura óssea ions mensageiro ou regulatório (processos intracelulares) contração muscular coagulação sanguinea atividade enzimática excitação nervosa liberação de hormônios permeabilidade
EXAMES BIOQUÍMICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun Aula 3
EXAMES BIOQUÍMICOS Profa Dra Sandra Zeitoun Aula 3 Íons/Eletrólitos do plasma No plasma existem diversos eletrólitos positivos: Na+, K+, Ca², Mg² E eletrólitos negativos: Cl-, HCO3-, fosfatos e proteínas.
AVALIAÇÃO METABÓLICA EM PACIENTES COM LITÍASE RENAL
AVALIAÇÃO METABÓLICA EM PACIENTES COM LITÍASE RENAL XVIII Congresso Mineiro de Urologia Hospital Universitário Ciências Médicas Rodrigo Figueiredo Silva PREVALÊNCIA, ETIOLOGIA E RISCO DE RECORRÊNCIA Terceira
Osteoporose 2. Definição de Osteoporose 3. Fisiopatologia da Osteoporose 4. Como se faz o diagnóstico de osteoporose 8 Diagnóstico 9
2011/2012 Módulo V.II Endocrinologia Tema da Aula: Patologia Mineral - Osteoporose Docente: Dr. Mário Rui Mascarenhas Data: 11/01/2012 Número da Aula Previsto: 30 Desgravador: Francisca Costa, Joana Carvalho
Calcioral destina-se a fornecer ao organismo um suplemento mineral de cálcio para a prevenção e tratamento da deficiência de cálcio.
Folheto informativo: Informação para o utilizador Calcioral, 1250 mg, comprimidos para mastigar Carbonato de cálcio Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento, pois contém
Hematúria 1. DEFINIÇÕES 2. ETIOLOGIA. Revisão. Aprovação. Elaboração Joana Campos Dina Cirino Clara Gomes A Jorge Correia Data: Maio 2007
1. DEFINIÇÕES Hematúria presença de glóbulos vermelhos (GV) na urina em quantidade superior ao normal. Hematúria Macroscópica urina de cor vermelha/ acastanhada - > 5 000 GV/mm3 ou > 5 000 GV/min o -Inicial
1. Paciente com síndrome nefrótica que apresenta dor lombar, hematúria e varicocele à esquerda sugere o diagnóstico de:
QUESTÕES PROVA NEFROLOGIA 2 UNIDADE ATENÇÃO! GABARITO EM NEGRITO. 1. Paciente com síndrome nefrótica que apresenta dor lombar, hematúria e varicocele à esquerda sugere o diagnóstico de: Litíase renal Tuberculose
Prof André Montillo
Prof André Montillo www.montillo.com.br Atributos dos fármacos para o tratamento da osteoporose 1. Reduzir o risco de fraturas 2. Eficácia 3. Segurança relativa 4. Preserva a microarquitetura óssea 5.
DOENÇA ÓSSEA NA CIRROSE. Cristiane Alves Villela Nogueira Faculdade de Medicina Universidade Federal do Rio de Janeiro
DOENÇA ÓSSEA NA CIRROSE Cristiane Alves Villela Nogueira Faculdade de Medicina Universidade Federal do Rio de Janeiro Osteodistrofia hepática Consiste na doença óssea associada a hepatopatia crônica Inclui
17-06-2016 1/2 Info Saude
17-06-2016 1/2 Info Saude Cancro do fígado O cancro do fígado, também denominado carcinoma hepatocelular, é um dos tumores mais frequentes no mundo, com aproximadamente 1 milhão de novos casos registados
Avaliação Metabólica da LCIR na População Portuguesa
Avaliação Metabólica da LCIR na População Objectivos Estudo dos factores que contribuem para a litíase cálcica idiopática recorrente (LCIR) na população portuguesa Doentes Estudo de 186 doentes consecutivos
CASO CLÍNICO Síndrome de Plummer-Vinson: uma tríade rara e improvável
Novembro 2015 CASO CLÍNICO Síndrome de Plummer-Vinson: uma tríade rara e improvável Serviço de Gastrenterologia do CHA Faro Gago T., Eusébio M., Antunes A., Vaz A.M., Queirós P., Ramos A., Guerreiro H.
Objetivo. Exame contrastado Urografia Excretora. Indicações 15/04/2011. Anatomia. Contra-indicação. Preparo do paciente
Objetivo Exame contrastado Urografia Excretora É o estudo radiológico contrastado dos rins, ureteres e bexiga e necessita de um ótimopreparo intestinal, na véspera do exame. Indicações Anatomia Cálculo
HEMOGRAMA JAIRO ROSA CHRISTIAN BORNSCHEIN
HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 5,02 3,90 a 5,40 Hemoglobina g/dl...: 15,20 11,00 a 16,10 Hematócrito %...: 45,60 35,00 a 47,00 Vol. Glob. Média em fl...: 90,84 80,00 a 98,00 Hem. Glob.
