Relatório de Gestão
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- Orlando Wagner Damásio
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1 Relatório de Gestão Introdução O Exercício Económico de 2006 caracteriza-se por um ano de contenção. Apesar disso efectuouse um investimento no valor de ,28. Apesar de continuar a existir um deficit financeiro entre o preço de aquisição de água e tratamento de esgoto à EAZC e o preço de venda ao utilizador final, o exercício de 2006 apresenta uma melhoria no Resultado Líquido de , , , ,81 É nossa intenção para 2007 continuar com um Programa e um Modelo de Gestão rigoroso que permita a médio prazo um equilíbrio das contas dos SMAS.
2 Grau de Execução Orçamental PPI Anual Global Anual Global Anual Global Anual Global Da análise do Grau de Execução do Plano Plurianual de Investimentos verifica-se que mantém níveis idênticos aos do ano anterior, mantendo-se no entanto a tendência para níveis de execução anual significativamente superiores ao registado no ano de Tal deve-se à manutenção do esforço em diminuir o endividamento a fornecedores Análise Económica e Financeira Como se tem vindo a afirmar a situação económica e financeira dos SMAS continua a ser fortemente influenciada pela entrega da actividade de produção de água e tratamento de esgotos à EAZC. Tal reflectiu-se negativamente na estrutura financeira dos SMAS dado os elevados preços praticados pela Empresa. Para além do referido não se deverá esquecer que no período de 1995 a 2002, não existiu qualquer actualização do tarifário de água, a última actualização remonta a 2003, continuando no entanto a aumentarem progressivamente os custos de exploração. No mesmo período realizaram-se fortes investimentos, com uma diminuta comparticipação da Câmara Municipal da Guarda, o que levou à diminuição dos fundos libertos pela actividade dos SMAS e consequentemente o aumento do endividamento. A agravar a situação deve referir-se que até Outubro de 2002 não existiu qualquer tarifário de saneamento. No período de 2002 a 2006, verifica-se uma melhoria significativa que passa pela correcção dos aspectos negativos mencionados anteriormente, nomeadamente a actualização dos tarifários,
3 ainda que insuficientes e diminuição dos investimentos realizados, até porque o elevado grau de cobertura do Concelho já não exige o mesmo ritmo de investimento. À Semelhança de 2005 verifica-se no ano de 2006 os seguintes factores positivos: Diminuição do resultado liquida negativo; Diminuição do Cash-Flow negativo; Redução significativa das Despesa de Pessoal, não só devido à diminuição do n.º de funcionários, assim como à preocupação sempre constante em conter despesas; Aumento das Vendas que se deve não só à actualização do tarifário referido, mas também a uma maior fiscalização, assim como a um forte investimento na renovação do parque de contadores. Apesar de todos estes aspectos positivos a variação do resultado liquido do ano de 2006, poderia ser superior, sendo no entanto a referida melhoria absorvida pelo forte peso dos encargos financeiros, para além de neste ano se ter corrigido os procedimentos contabilísticos seguidos em anos anteriores constituindo-se uma estimativa para pagamento do subsidio de férias em 2007, tendo como base a Regra da Especialização do Exercício. Análise do Endividamento (Valores em Euros) Rubrica/ Ano Fornecedores c/c Fornecedores de Imobilizado Subtotal EAZC Total
4 Tal como se mencionou anteriormente e como se pode observar nos gráficos seguintes o endividamento global concentra-se na EAZC. Verificou-se também que se tem assistido a uma diminuição sucessiva da divida fornecedores, assim como uma diminuição de antiguidade das mesmas dividas (ver mapa repartição da divida a fornecedores). O aumento de endividamento à EAZC deve-se ao Tarifário praticado pela mesma ao utilizador não coincide com a realidade/necessidades. Repartição da Divida EAZC / Fornecedores c/c e Imobilizado Valor Anos Sub-Total Fornecedores EAZC Repartição da Divida em % 11% EAZC Fornecedores c/c Fornecedores de Imobilizado 88%
5 2003 0, , ,57 1º Semestre ,45 2º Semestre ,75 Repartição da Divida por Antiguidade 20% 1% º Semestre de º Semestre de % Para a análise da evolução das Receitas, Despesas, Custos e Proveitos, elaboraram-se os quadros que a seguiram se indicam: Despesa Corrente Código Rubrica Acréscimo % 01 Despesas com o Pessoal , ,48-6,3 02 Aquisição de Bens e Serviços , , ,4 (1) 03 Juros e Outros Encargos , , ,9 (1) 04 Transferências Correntes , ,0 06 Outras Despesas Correntes , ,09-23,3 Total , , ,1 (1) Regularização de Divida e Encargos Financeiros à EAZC / Factoring.
6 Despesa Capital Código Rubrica Acréscimo % Construções Diversas , ,94-42, Equipamento de Transporte , , , Equipamento Informático 9 171, ,55-3, Equipamento Administrativo 182, ,50 > 100, Equipamento Básico , ,18 +86,8 (2) Ferramentas e utensílios 4 358, ,0 Total , ,28-29,0 Total das Despesas Correntes e Capital , ,79 + 9,2 (2) Aumento de pagamento a Empreiteiros e Aquisição de Contadores Receita Corrente Código Rubrica Acréscimo % 04 Taxas Multas e Outras 7 207, , ,6 Penalidades 05 Rendimentos da 190,52 6,00-96,8 Propriedade 06 Transferências Correntes , ,84-41,1 (3) 07 Venda de Bens e Serviços ,52 +27,6 Correntes 08 Outras Receitas Correntes , ,9 Total , ,59 +6,6 (3) Redução dos Subsídios à Exploração proveniente da CMG. Receita Capital Código Rubrica Acréscimo % 09 Venda de Bens de 62,44-100,0 Investimento 10 Transferências de Capital , ,70-1,5 Total , ,70-1,6 Total das Receitas Corrente e Capital , ,29 +6,4
7 Dos quadros apresentados na óptica da despesa e da receita evidencia-se o decréscimo verificado na rubrica despesa com o pessoal, assim como os aumentos verificados na rubrica aquisição de bens e serviços e juros e outros encargos que traduzem o esforço financeiro efectuado para pagamento à EAZC e Fornecedores. É também evidente a diminuição do investimento, exceptuando o aumento verificado na rubrica equipamento básico, devido a uma maior aquisição de contadores não só para a substituição de avariados dadas as baixas temperaturas verificadas no ano anterior, como também para iniciar a política de renovação do parque de contadores já referida. Por último destaca-se o aumento verificado na arrecadação da receita proveniente da Actividade dos SMAS em 27,6%. Proveitos Rubrica Acréscimo % Volume de Negócios , ,02 +21,0 Impostos e Taxas 148,06-0,53 Trabalhos p/ Própria Entidade , ,59-15,9 Proveitos Suplementares 113,52 937,27 Transferências e Subsídios Obtidos , ,29-52,6 Outros Proveitos e Ganhos Operacionais , ,60 +6,0 Proveitos e Ganhos Financeiros 7 178, ,06 +69,9 (4) Proveitos e Ganhos Extraordinários , ,61-53,2 Total de Proveitos , ,91 +3,8 (4) Encontro de contas efectuado em 2005 com a CMG de valores provenientes do arranque de actividade em 1995.
8 Custos Rubrica Acréscimo % Custo das Mercadorias Vendidas e Materiais Consumidos , ,23 +3,7 Fornecimentos e Serviços Externos , ,60 +5,6 Transf. e Subs.Corr.Conc. e Prest. Sociais ,00-100,0 Custos com o pessoal , ,98-7,6 Amortizações do Exercício , ,53-4,4 Provisões do Exercício , ,10 +32,7 Outros Custos Operacionais 6 658, ,24-19,6 Custos e Perdas Financeiras , , ,3 (5) Custos e Perdas Extraordinárias , ,01 +19,5 (6) Sub Total , ,72 +1,6 Resultado Líquido do Exercício ( ,18) ( ,81) +3,4 Total ,91 +3,8 (5) Regularização de encargos financeiros à EAZC/Factoring. (6) Correcção ao lançamento relativo ao subsídio de férias que foi considerado custo do exercício de 2006 sendo custo Como base em métodos normalizados de análise indicam-se de seguida um conjunto de rácios que permitem traçar um perfil da evolução financeira dos SMAS. Indicadores de Gestão Volume de negócios Resultados Líquidos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Cash-Flow ( ) ( ) ( ) ( ) Custos c/ o Pessoal N. Trabalhadores Volume de Negócios/ Trabalhador Activo Total Liquido Situação (7) Liquida - Agravamento de alguns indicadores de Gestão com a concessão da actividade em alta à EAZC comparativamente ao período anterior. (7) A diminuição da Situação Liquida deve-se à soma algébrica das correcções efectuadas na rubrica subsídios por entrega dos bens à EAZC ( ), à contabilização de Juros de António José Baraças relativos a anos anteriores ( ,86) e à variação dos Resultados Líquidos de 2005 e 2006 (50 039,37).
9 Do quadro e indicadores evidencia-se mais uma vez, como aspectos positivos o descriminado na rubrica custos com o pessoal - 7,6%, o acréscimo de 21% no volume de negócios. Como aspectos negativos que não permitiram um maior acréscimo de resultado liquido do exercício, evidencia-se o aumento de 250,3% de encargos financeiros, resultante do pagamento da divida à EAZC. Nos indicadores destacam-se: Diminuição do resultado liquido negativo do exercício; Aumento do Cash-Flow; Redução do número de trabalhadores com o consequente aumento do rácio volume de negócios por trabalhador. Rácios Económico - Orçamentais Peso do Investimento na Despesa Total Relação entre Despesas c/ Pessoal e Despesa Corrente Relação entre Despesas c/ Pessoal e Despesa Total Cobertura das Despesas pelas Receitas Peso das Vendas de Bens e Serviços Correntes na Receita Corrente Peso das Vendas de Bens e Serviços Correntes na Receita Total Peso das Transferências Correntes na Receita Total Da análise do quadro anterior evidencia-se o aumento do Grau de Cobertura das Despesas pelas Receitas. À semelhança do ano de 2005 e corolário das análises anteriores verificou-se uma diminuição das despesas do pessoal no total das despesas correntes e nas despesas totais. Por outro lado, também positivo, aumenta o volume do negócio por trabalhador, e uma melhoria nos rácios da liquidez e da rentabilidade.
10 Outros Indicadores Neste ponto apresentam-se alguns gráficos que permitem de uma forma bastante simples visualizar a evolução de alguns indicadores ao decorrer dos últimos anos. Assim, de forma sequencial pode-se visualizar: Evolução da facturação do ano de 1993 a 2006 e previsão para 2007; Evolução do Número de Consumidores de 1999 a Evolução do Cash-Flow de 1996 a 2006 e previsão para 2007; Evolução Anual da Facturação Anos Valores em - Valor previsível para 2007
11 Evolução do Número de Consumidores A no s ( D esd e ) Evolução do Cash-Flow de 1996 a 2007 Valores em Anos Valor Previsível
12 Breve Caracterização da Estrutura de Pessoal Neste ponto pretende-se fazer uma breve caracterização da estrutura do pessoal dos SMAS em termos: Evolução do número de funcionários; Contagem do número de funcionários por: Sexo; Escalão Etário; Antiguidade na Função Pública; Habilitações Literárias; Categoria Profissional. Há simplesmente a salientar uma redução no número de trabalhadores. Evolução do Número de Funcionários N. Funcionários Anos Contagem de Funcionários por Sexo Feminino; 13 Masculino; 58
13 Contagem de Funcionários por Escalão Etário Escalão Etário N.º Funcionários Contagem de Funcionários por Antiguidade na Função Pública N.º Anos na Função Pública Até 5 anos N.º Funcionários
14 Contagem de Funcionários por Habilitações Literárias Doutoramento Habilitações Literárias Mestrado Licenciatura Bacharelato 12º Ano 11.º Ano 9º Ano Ciclo Prep. 4ª Classe N.º Funcionários Contagem de Funcionários por Categoria Profissional Dirigente Categoria Profissional Tec.Superior Informática Tecnico Tec.Profissional Administrativo Operário Auxiliar N.º Funcionários Motivo da saída Motivo da Saída Requisições Mútuo acordo Aposentações N.º Funcionários
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