Câmara Municipal de Alenquer

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Câmara Municipal de Alenquer"

Transcrição

1 Código das Contas POCAL Imobilizado Câmara Municipal de Alenquer BALANÇO ANO : 2008 Exercícios ACTIVO AB AP AL AL Bens de domínio público Terrenos e recursos naturais , ,4 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas , , , ,2 455 Bens do património histórico, artístico e cultural 8.484, , , Outros bens de domínio público , , , ,6 445 Imobilizações em curso , , , Adiantamentos por conta de bens de domínio público , , , ,93 Imobilizações incorpóreas 43 Despesas de instalação 432 Despesas de investigação e desenvolvimento , , 04.24,5 94.6, Propriedade industrial e outros direitos Imobilizações em curso , , ,2 449 Adiantamentos por conta de imobilizações incorpóreas , , ,8.0,56 Imobilizações Corpóreas 42 Terrenos e recursos naturais , , , Edifícios e outras construções , , , Equipamento básico , , , Equipamento de transporte , , , Ferramentas e utensílios 6.28, , , Equipamento administrativo , , , , , ,4 23.4,8 55.9,92 42 Taras e vasilhame 04,6 04,6 429 Outras imobilizações corpóreas 5.3, , , 5.955,6 442 Imobilizações em curso.43.92, , ,8 448 Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas , , , , , , ,80 Investimentos Financeiros Partes de capital , ,90 Obrigações e títulos de participação Investimentos em imóveis Outras aplicações financeiras Imobilizações em curso ,90 44 Adiantamentos por conta de investimentos financeiros ,90 0, , ,90 Circulante Existências Matérias-primas, subsidiárias e de consumo , ,23 Produtos e trabalhos em curso Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Produto acabados e intermédios ,32 Pag. de 4

2 Código das Contas POCAL 32 Mercadorias Câmara Municipal de Alenquer BALANÇO ANO : 2008 AB Exercícios AP AL AL 3 Adiantamentos por conta de compras ,23 0, , ,32 Dívidas de terceiros - Médio e longo prazo (a) Dívidas de terceiros - Curto prazo 28 Empréstimos concedidos 2 Clientes, c/c Contribuintes, c/c 94.93, ,22 Utentes, c/c , , , ,06 28 Clientes, contribuintes e utentes de cobrança duvidosa , , Devedores pela execução do orçamento Adiantamentos a fornecedores Adiantamentos a fornecedores de imobilizado Estado e outros entes públicos 0,90 0,90 Administração autárquica Outros devedores 3.432, ,2 0, ,2 2 Clientes e utentes c/ cauções 24 terceiros-operações de tesouraria 3,5 400., , , ,3 Titulos negociáveis 5 Acções 52 Obrigações e títulos de participação 53 Títulos de dívida pública 59 Outros títulos 24,94 24,94 24,94 8 Outras aplicações de tesouraria 24,94 24,94 24,94 Depósitos em instituições financeiras e caixa 2 Depósitos em instituições financeiras , , ,3 Caixa 2.629, , , , , ,93 Acréscimos e diferimentos 2 Acréscimos de proveitos 22 Custos diferidos , , , , , ,4 Total de amortizações ,4 Total de provisões ,69 Total do activo , , , ,52 Pag. 2 de 4

3 Câmara Municipal de Alenquer Código das Contas POCAL BALANÇO ANO : 2008 Exercícios FUNDOS PRÓPRIOS E PASSIVO Fundos próprios Património ,3 Ajustamento de partes de capital em empresas Reservas de reavaliação Reservas Reservas legais ,24 Reservas estatutárias Reservas contratuais Reservas livres Subsídios Doações ,06 Reservas decorrentes de transferência de activos Resultado transitados.42.96,33 Resultado líquido do exercício 32.2, ,6 Passivo , , , , , , , Provisões para riscos e encargos 0,00 0,00 Dívidas a terceiros - Médio e longo prazo (a) 232 Dívidas a instituições de crédito 0.6.8, , , , Dívidas a terceiros - Curto prazo Empréstimos de curto prazo Adiantamentos por conta de vendas Fornecedores, c/c ,55 Fornecedores - Facturas em recepção e conferência ,26 Credores pela execução do orçamento Clientes e utentes c/ cauções ,59 Adiantamentos de clientes, contribuintes e utentes Fornecedores de imobilizado, c/c ,9 Estado e outros entes públicos 9.060,96 Administração autárquica Outros credores ,36 Fornecdores-vendas dinheiro 2.6,8 Fornecedores de Imobilizado - fact em conferência 84.95, , , , ,2 92.2, , ,9 463, , ,38 23 Acréscimos e diferimentos Acréscimos de custos , ,65 Pag. 3 de 4

4 Câmara Municipal de Alenquer Código das Contas POCAL BALANÇO ANO : 2008 Exercícios FUNDOS PRÓPRIOS E PASSIVO Proveitos diferidos , , , ,98 Total dos fundos próprios e do passivo , ,52 ORGÃO EXECUTIVO Em... de... de ORGÃO DELIBERATIVO Em... de... de Pag. 4 de 4

5 Código das Contas POCAL Câmara Municipal de Alenquer Demonstração de resultados ANO : 2008 Exercícios Custos e Perdas 6 Custos das mercadorias vendidas e das matérias consumidas: Mercadorias Matérias 62 Fornecimentos e serviços externos 0,00 0, , , , , ,6 Custos com o pessoal: Remunerações 643 a 648 Encargos sociais 63 Transf. e subsídios correntes concedidos e prestações sociais 66 Amortizações do exercício 6 Provisões do exercício Outros custos e perdas operacionais Custos e perdas financeiras Custos e perdas extraordinárias Resultado líquido do exercício (A) (C) (E) , , , , , , , , , , , ,09 0, , 0, , , , , , , , , , , , , ,0 0, ,82 0,00 0, , , , , , , , ,84 0, ,68 Proveitos e Ganhos Vendas e prestações de serviços: Vendas de mercadorias 2+3 Vendas de produtos 2 Prestações de serviços 3 Rendas 4 Reembolsos 6 Anulações 2 Impostos e taxas Variação da produção 5 Trabalhos para a própria entidade 3 Proveitos suplementares 0,00 0,00.069,48.98, , ,20 500,0 48,89 0,00 0,00 0, ,56 0, , , ,28 0,00 0, ,0.3, , ,8 4 Transferências e subsídios obtidos Outros proveitos e ganhos operacionais (B)... Proveitos e ganhos financeiros (D)... Proveitos e ganhos extraordinários... (F) , ,03 0, ,94 0, , , , , , , , , , , , , , , ,68 Resumo: Resultados operacionais: (B)-(A)... Resultados financeiros: (D-B)-(C-A)... Resultados correntes: (D)-(C)... Resultados líquido do exercício: (F)-(E) , ,9.49, , , , , ,84 Orgão executivo Orgão deliberativo Em... de... de Em... de... de Pag. de

6 %&$' $!!"#!" #"! " #"! #" " #" "$ #"% $$% " %%" & ' $!!" #" " #" %%" " %%" #! %"# #!"$ ##" %%"# ()**)+ " $" " $" $" " $"!"!" " %%"%! #,&-.* $%% " $!$"$ " $!$"$ $!$"$ " $!$"$ ##!"! ##!"! " %%"%%, #%# " #%$" " #%$" #%$" " #%$"!"$!"$ " %%"#$#,-/ %% #" %!"$# " %!"$# % $ " " % $ " "! #!#"# " %"$, #!$" #!#" " #!#" #!#" " #!#" "%$ "%$ " %%"$ %,! " %%"# " %%"# %%"# " %%"#!%"!%" " %#" & #$" ##"$ " ##"$ ##"$ " ##"$ "% "% " %%" 0!!" " " " " " "!!"!!" " " # 0*- $!!%%" $$$ "! " $$$ "! $$$ "! " $$$ "! $#"$ $#"$ " %" #, #%!" #!"# " #!"# #!"# " #!"# % %" $ % %" $ " %%"$ #, $ "!%" "!%"!%" "!%"!!"$!!"$ " %" ## 2*+ #%" ##%"$ " ##%"$ ##%"$ " ##%"$ " " " %"$#% #$,( $$$" #!" " #!" #!" " #!" #!!"$ #!!"$ " %"% #! " %$ " " %$ " %$ " " %$ " #%" #%" " $"$ $ 0*3-4 $" " " " %$!"! " %$!"! #$"# $ "$ $"#! %"%$ $, $#!" % %"# " % %"# % %"# " % %"# #!" #!" " %%"!! $,!"!"! "!"!!"! "!"! #$%"! #$%"! "!"$% $#,(!#" "%% " "%%!!" $ "!!" $!%" "# $"#! % "!! & ' 5 #!"!%" "!%"!%" "!%"!"$!"$ " #!"# 6*/+// #%#" # #" " # #" # #" " # #"!#"#!#"# " %!" 8+ # " #"# " #"# #"# " #"# " # " # " %"$! # 6 9 #!" " " " " " " #!" #!" " " $ 69 #" ##%!" " ##%!" ##%!" " ##%!" #%"% #%"% " %"! 6*-: %" "$ " "$ "$ " "$ %" %" " %"!! * #$" " " " " " " "$ "$ " %$" % 0*3*: " " " " " " " " " " " 0*3 " " " " " " " " " " " #! "!!%" "!!%"!!%" "!!%" "## "## " %" $ *+ %#!"!" "!"!" "!" $%" $%" " % "$ # 0 #!%!" $"! " $"! " " "!"$ %%$" $#" %"# #. $!" #%" " #%" #%" " #%" "% "% " %!"# ## 0*3-9/!" %" " %" %" " %" %!"#% %!"#% " %"$ #$ '- " $#"% " $#"% $#"% " $#"% ##" ##" " "# #! * ' $! %" $!"% " $!"% #!"% " #!"%!!#"!"% $#" %%" #! 6 -+.*!" " " " " " "!"!" " " #! 0 -+.* %$$!" %"! " %"! %!"# " %!"#! "$$ %#" $ #" %%"$ #!# 0 &!#$" $% "# " $% "# $##"# " $##"# #% $"!" $"! % " # ' $" #%%"# " #%%"# #%%"# " #%%"# " " " "$# #% 0!!"! #"% "! #"%! #"% "! #"% $"$ $"$ " %"$## #% 06*:,-!!"! #"% "! #"%! #"% "! #"% $"$ $"$ " %"$## 6 */ " $ #" #$"! %$!"!#!%"!%!!"! %" $#"% #%##" $ $"% "! 6 * $$$" #%"! " #%"! %!"!!"#! %%" %"! #"$ $$ "#% "$ 2*+!"!! "! "!! "! %%#" # " %" #"! #!" #$$" "% *3/*- $%!" #% %!$" " #% %!$" %$% "!# %!! " #!#"% #%$"# #$" %%"$ %$"% = " %$#"$ " %$#"$ %"! $ "# $!"%!! "!% "! #!$"$!",+

7 %&$' $!!"# =) #!!" #!!"# " #!!"# #%#!"$ $$"%% #!!"# #%" #%" " %%" # %% #%!" %#" " %#" #"$ #$%!"$ $" # #"$ $%"%!$ "%!!#" $ :!! " " " "!#%"# $" "! $"% #"$ %%!#"!# $"!! 6 &- '-!%!"!$# " "!$# " $$!"# ##"$ $!%% " $ "## %%"# $#%"%!$"% 6 =- $" %"$! " %"$! $"!$"!% %"$! $$"!! $$"!! " #" %?+ %!!" #" " #" $$"$# #%#" "$$ $"% %"! #"#!" 2) % #!"!" % "!" % #! "# % "#!!"#!%"# " $!"# "%!,/-+!" #!"# " #!"# " " " %" %!" #!"# " 23 " " " " " " " " " " " 2, % "!"$$ "!"$$! $!" " $$#" #!$"! %" $" "% $, $" #$"# " #$"# %"%!%"$ #$#"$$ $#" #!!"! #!!"%# "%#%!," '-!#%" $%"$ " $%"$ $$"! #"! "!!%" $ #"! $ "% %" "!#%%" #!"!!" $ %"%$!" %$!" %" #"%! / $" %$!"# " %$!"# "! $" "! %$" "$# #" " % 6:3- %" " " " " " " %" %" " " 2 "! "!"! "!"!!%#" $"$ %" % %"#!!#"# #"% #%" * %%%" " " " % #" #%%"$ $%"!% %"$! "$ ##!"! #" 6 -"*"& #" $"$# " $"$# "%! " "%! %!"! "!!"$ "%$# 6 *"@ " $ %"$! " $ %"$!!!"#% %%"# "!#"!! #"$ %" % "! # 6 ""!!" $##"%! " $##"%! %#!"#$ $!%"% $#"# $ "! " $!"! %$"! $ 6 2+!" #" # " #" # %!"! " %!"! "# #$"! #" " 6 2&*5* '!!" $$"$ " $$"$ #"!# $$ "%$ $$"$ "!# "!# " " $ %% / $$$!%" # %"# " # %"# #" #"!!"# # " $ " $ ##" "! 6 /!! %" $!! $"$ #$"!!!$!"% $!#"! #%##"# $! "% $ #" $" "! "$ A ' #$ " #$" " #$" ###$!"! % "# #$$"$! %%"!"! " %"#$ : " " " " " " " " " " " # / * #%! " # #!"% #$"! $$$!#"$ %$" ##"! #!"!#"$ $#!"!#"!"!! # 2A $" " " " $$" #%" $!#" #"#!$$ " $%"! " $ #?3 " % "# " % "# %"# #" % %"% " $" #%" " ## 6*!" " " " " " "!"!" " " #$ " #" " #" $!" "!$ #" "# "# " "% # #! 2 / A? #" ##%"$ #$"! %"$ %!#"! #"$% # "%% ##" %#"!"! " # B* $" $"# " $"# $%#" %"!%" " % #"%# #"$ #"% #%% / $%%$" $!!" " $!!" #$"!## " # $!" #%"#% #!##" % $"# "%! $ -3 $"!" "!"!" "!" $" $" " %"!%# $ C* #" #!" " #!" #!" " #!" #$" #$" " %" $$ 6(D!" " " " " " "!"!" " " $! A 6/A8 %%" %%!#" " %%!#" %%!#" " %%!#" " " " %%"%$# * " #"$% " #"$% " " " %"! " #"$% " % '!"! $"% "! $"%! $"% "! $"%!#!"%!#!"% " % "%%# ( %! " %!$%!"$ " %!$%!"$ %#%$!"!$ $#" %$##"$ $!"% #"!#" %#"#% & /!" "% " "% "% " "% #" $" %" % "## 0 "!!" "!!" %#"$ "!!!"% $!!"% %!" #%" % " # ' $" %##"% " %##"% %##"% " %##"% #! " #! " " "## $ A""9!" " " " " " "!"!" " $$$" " " " #%"!"!%" " #" " " 0+"8 '!# " $ $" " $ $" $ $" " $ $" %"%% %"%% " "!,+

8 %&$' $!!"# /!# " $ $" " $ $" $ $" " $ $" %"%% %"%% " "!,* "!$%"% "!$%"% ##" "! #!% "!# #"%!"$ #%!"! $"!!?E " " " " " " " " " " " % 6 #!" ##" " ##" #!%" %"%$ #" %" ##"% %" %"! *: %"!"% "!"% #"! " $"# "% ###!"!" "$ $ A* %" " " " " " " %#"# %#"# " %!"%! / # #" $ #$% "! " #$% "!! " ##$##"% #$" #" #"# $$%"%!"$$$! A(* ##$" ### " " ### " ### " " ### " #%" #%" " %%"#!,* 6.! " #%$" " #%$" "$! %$"!"$!!"$ $$$$"!! " #"!# &:("&0"2/ %%#$" %%##%"# " %%##%"# # #$"%$ " $$ #"$ " $$ " $$!"!!"#%!$ )8 #" $ #"! " #"! $%" #$!#"% # " "!%#%"!%#%"!!!"#$!! AAF! "!!%"$ "!!%"$!!%"$ "!!%"$ $" $" " '!" " " " " " "!"!" " "! &:(&3 "!%"% "!%"% #" #$" #$#$"# " #!" $!" $"#!, 0/0 "0. ##!!!" # #" " # #" %"! " %"! %$" $$!$"!!#"# "!% 0,C*?+ "!!"$ "!!"$!$%"# "$!!"$ $"!# $"!# " %"$!, 0/ " % "! " % "! #$"#$ " $%$"! #"$!!"$ #$" "#!%% / $#" # "! " # "! $ "!!"! % $" $%"%! "$ $$"$! $" # G %"! %"% "! %"% %$%"# "$ %"$ $%"$ %$"! %"!$ %%" # # G3/.*!!!"!$$"# "!$$"#!$# " % "$!$ $"#!" #!" " %%"! ## 0-C-!!!"!$$"# "!$$"#!$# " % "$!$ $"#!" #!" " %%"! ## A!!!"!$$"# "!$$"#!$# " % "$!$ $"#!" #!" " %%"! # 3/.* %" %" " %" %" " %" " " " " # / %" %" " %" %" " %" " " " " # - " "# " "#!$%#" % "!$%#" % #" "# "!$ %%" # - " "# " "#!$%#" % "!$%#" % #" "# "!$ %%" $ (- %$" % " " % " %$"#% " %$"#%!" $% " #$ $#"# %"$% $ 0-!" # "! " # "! $$ "#$ " $$ "#$ "$ %" %" %" $,/!" # "! " # "! $$ "#$ " $$ "#$ "$ %" %" %" $ 6 $ " $ #"! " $ #"! $ #"! " $ #"! %"! %"! " %%" $ 6@6 " % "$$ " % "$$ " " " #"! %###"$ %" %"!! $$ 6@F- $" #$#" " #$#" #$#" " #$#"! "! " " %!"# $! 6A:&-F!!" $# " " $# " $# " " $# " " " " $"#$ $# 6 %%" %" " %" %" " %" %"%# %"%# " %" $# A %%" %" " %" %" " %" %"%# %"%# " %" $# 60A!$%"!#!!%" "!#!!%"!#!!%" "!#!!%" %" %" " %%"# $#!" " " " " " "!"!" " " $## A2+!" $%"% " $%"% $%"% " $%"% " " " %%"%% $#$ :0. " " " " " " " " " " " $#! 0.6 #%" " " " " " " #%" #%" " " $! 6 %$$$#" %$$# " " %$$# " % #" " % #"!"# # " #!#"! %"$# $! %$$$#" %$$# " " %$$# " % #" " % #"!"# # " #!#"! %"$# $!$" $ $$" " $ $$" %%" " %%" %"# # " #!#"! %"%$ $! G@ $!$" $ $$" " $ $$" %%" " %%" %"# # " #!#"! %"%$ $!$ 6 '3 % " % $" " % $" % $" " % $" " " " %%"%%$ $!$ 62 % " % $" " % $" % $" " % $" " " " %%"%%$ $! 6*!"!" "!"!" "!" " " " ",+#

9 %&$' $!!"# $! 6**!"!" "!"!" "!" " " " " $ F '-/!$"!$!" "!$!"!#!" "!#!" "$!"$!" %%"$ $ F '-/!$"!$!" "!$!"!#!" "!#!" "$!"$!" %%"$ $ 6 /!"!" "!"!" "!" " " " " $ 06C-!"!" "!"!" "!" " " " %%"%% $# 0B26!"!" "!"!" "!" " " " " $$ 0@B,6*!"!" "!"!" "!" " " " " $! 0@B:/!"!" "!"!" "!" " " " " $ 0,23 " " " " " " " " " " " $%?:,,) " " " " " " " " " " " $ 6 'C*?+ " " " " " " " " " " " $ / "!" "!"!" "!" "$!"$!" %%" $ #" #" " #" #" " #" " " " " $ (/ $# " $#!" " $#!" $!" " $!" "$!"$!" %"%!# $# F/ " " " " " " " " " " %%"% %##" %" " %" %" " %" " ##" " % "$ # $ %##" %" " %" %" " %" " ##" " % "$ # $ 6 0A %##" %" " %" %" " %" " ##" " % "$ #! 0*3 $!" #! " " #! " #! " " #! " %%$" %%$" " "! 0-!" " " " " " "!"!" " "!,.*!" " " " " " "!"!" " "!!" " " " " " "!"!" " "! 6//&!" " " " " " "!"!" " "!#,/ " " " " " " " " " " "!# 66/63 " " " " " " " " " " $!" #! " " #! " #! " " #! " $%#" $%#" " "!# $!" #! " " #! " #! " " #! " $%#" $%#" " " " % "## ##" $ $#%$"% #$$" # #"! $ $" $!#!" $!#"#$ #" %"%!# / " % "## ##" $ $#%$"% #$$" # #"! $ $" $!#!" $!#"#$ #" %"%!# F8!" " " " " " " ##"# ##"# "!"#$ # " %#%"$ ##" $ $ " ##!"%$ # #"! $ "% $ "!$ $$" #" %"% # ' % $" %!#%"$ " %!#%"$ %! "! " %! "! %"! %#"$ "% %%"% # F?6 " $"# " $"# $"# " $"#!"!" " %%"%% #! #%" % #!" ##" $ % $"# %"$ # #"!!#$"% $! "#$ #!!" %$"!" #!,* '2 ##" #" " #" #" " #" " $ " $!" $"!!$ #! (*:A-, #" " " " " " " #" #" " " #!# 6,96A % " %!%" " %!%" %!%" " %!%" #"#$ #"#$ " %%"%! #!! 6 (3 $#$" $#$ " " $#$ " % $" $$% "#$ $#%"$ " " "$ %"!! #! 2- '!!"!%%##" "!%%##" $!"% #"% $%%"! $" #!"! #$"# "% #! 2- '/!!"!! " "!! "!"% #!#%"#%!"# "% $!$" % $!$"! "%$ #! A F $#" $"# " $"# $"# " $"# $" $ $" $ " %%" #!$ 6//E*F-E5G/ " " " " " " " " " " " #!! )",96/ #$$" ##%"! " #!%"! #%" "# $ "# #!"!!#"!$% " #"! #! 2- '0* 6* %" %"# " %"#!% "# #%"! #!"! "!"$!"# %" #! 6/@/ %" %" " %"!%%" %%!"!" %"# $"# #" $" #!% &A/ $ " $$" " $$" %#"% " %#"% "#!"%!"# "%$ #! 6H(F!" $" " $" $" " $" " " " % ",+$

10 %&$' $!!"# #! 6IIF %" %" " %"!" "!" " %!" %!" " #!,* 'F- G/ " " " " " " " " " " " #!# 2-26 " "# %" $ #!%!%" $"# " "# #" ##" #" %"$! #!$ 0G/ % " %#"!# " #" %%!" " %%!" #"% " $"! % "!! #!! 66/!!"!$#%!"! "!$#%!"! $# "! " $# "! $"#! # #"#! #"!"$ #! - " " " " " " " " " " " #!, ( #% " $%"! " $%"! #"$ $%" %"$% $#$"$ #$"! $"#!!"%$% #! 6 '/,J6 $" $ "! " $ "! #%$" %"# #%#" #"$$ % "$ ##"$ "! #!% G6 " $%$" " $%$" %$" % " #!"!"#% $"%% %" $!" #!#,96 #" ##!!" " $#!!" $#" $" %" $$$"$!%"%!$$"#!!"## #!# &- '56 #%"!"%# "!"%#!"%# "!"%# #%%" #%%" " $"# #!%% / ###$" #%%"%! " #%%"%! #%$!"% "! #!!!#"# #!"! %$"% $# "% % " 6 * # "!$#!" $!!"$ $%$%$"! $$ $"! %#$"!%!%$"$ $"## $! %#!" $$!%#"%#!!"% F/ #! " $ "%% $!!"$ $% "# $ %!#"# %#$"!%!%"%!!%" $!!!"! $$!%!%"$!!"% (!%"! "## "! "## " " " "!%"! "## " * '!" " " " " " "!"!" " " # & *-!" " " " " " "!"!" " " # A-3 # #" # " $ %%" "$ %"$ $#!"%% %$%!"$!!"# #$$"!! %$" "#! # F '/ $# #!" $#!%$"! %%#%"!!%#"# %"!%%"! %"$ "%! %$!"!$ %$"!%!"!$ # A-3, : " %!" # " %!" # #"# " #"# $"# % " %"! " # F '0/ *2!#!"!#" "!#" #%!"!! "!!%" $%"!"%$ " %"%% #$ A-36G " " " " " " " " " " " #! 0.6 ##" ##"% %%#%"! "!"%# #% " #" % "$ %%"# %%"!"%$ # 0.6A86* " " " " " " " " " " " # 6* " " " " " " " " " " " #%% A-3 $!" $ $!"! " $ $!"! $!"! #%"%# $ $!"! $"$ $"$ " %%"%! # F '// %!" %$"# %" %#"# # "# "# $"## " %$ %" %$ "! " # # C* " " " " " " " " " " " # 6)= ##%" ##"# " ##"# # "# "# $"## "!!"!!"! "! ## 22= %" %" %" %" " " " " %" %" " #! A # " #"$ # "!!#% " $%!%"% $! " " $!"!%#$"#$!%#" #"! #! A=,6 $" $" " $" " " " "% $" $" " #! 8A, $% " $%!" " $%!" %%"!" % $%!%"$% "$ %## "! %##!" %%" $ #!# AK #%####" #%%" $ "! %!" %!#"## #%" % "!# $$"% %! "$ %!$"$%!"$ #!$ 69A//LA, #$" ###" %"!#$"# #" " #" "%% #"# #"$ #"#$ #!! A,,+2! "!!%"$ "!!%"$ %#" $!"!!%"$ "!# "!# " %%"%%% # $!" $" #%#"#! # "#! " " "!" $!" $" " # 0"/C+ " " " " " " " " " " " # A-3& " " " " " " " " " " " #$,( " " " " " " " " " " " #%% / $" $" #%#"#! # "#! " " " " $" $" " $ '/ "!%! "% $$ %"! ### "!!!#$$"!!%"% $!!$" %%!" # $!"$ #!#"$ $" $?"* ##$" #!$"$$ $$ %"!!"% %" $$%#"!%"#!"! %$#" $ %!" #"#% $ 2 %% " %"! " %"! $"%# " $#" #"$% %"!%!"! " $ 6* $" $" " $" #" " #" " %" " "#! $#, #" #!"! " #!"! $!" #!"#$ %%#"!"! %"% #%"$!#"# $! &- A865 #$" #$ " " #$ " " " " " #$" #$ " ",+!

11 %&$' $!!"# $? #"!#"$ $$ %"! %%" % $%"! #" # "!!#"% "## $ "# #$"! $ &* 6! # "!!!!%"$# "!!!!%"$# # " $ %! " $ $%" $$"! $"! #"! #"! $% &- L)6 " %"! " %"! " %"! %"! "! "! " %%"%% $ &/ B*?6!! "!!!" "!!!" #!$"%$ %%$ " ## " "# $" $"! "# $ &! "! " "! " "% " "% " #$$!%"# #$$!"! #$"! $# C- A4$ #!%# " #!%#!"!% " #!%#!"!% " " " "$ #!%# " #!%#!"!% " $! &,/ #!!#" #!$ " " #!$ " $%" %# $" %!$"!#"$!%%!!"#!%%"! "$%$ $%% / " $" % " $" % %%"! $" $#"# "# $%#" $ $%"##!#"% $ 0+!!"!!"! "!!"!!%"!#!!" #$$"% "$ $%!!" $%##"# #"%$ $ */!!"!!"! "!!"!!%"!#!!" #$$"% "$ $%!!" $%##"# #"%$ $$ F.* $!" $$"!$ " $$"!$ $$"!$ " $$"!$ "$ "$ " %%"%%! $!,9 $" " " "!"$ $"%!"# " % " % "!! "# $! G ##" #" " #"!"$ $"%!"# " " "!!"% $!$,,029 " " " " " " " " " " " $ F '// $! " $!!"% " $!!"% #!%" %!"!% #"! #"! "!! $"#!$" $,/:/2 %! " %! " " %! " %%"$ %!"! #"! "%% # "$% # "!!%"$% $,6!! "!! " "!! " " " " "!! "!! " " $ %% / % $#%" % $#"% " % $#"% # "$ " # "$ "# $#" $#"# #" $?!$" #"$ " #"$ $ %$"# # #" $ %$"!! #" "$! %%%"% $" $ &* &/ &?+2! %%" "$ " "$ $ %$"# # #" $ %$"!! #"! $"$!!!%!"% $!"## $ &* A2 FHA4#!%$$#"!%$$" "!%$$" " " " "%!%$$#"!%$$" " $% 0 E $!$" ##!" " ##!" #"# # "#!$" $"% $%#" # " $!" $ #$" $"!# " $"!# %$"%# $% "# "% $%"$ #$ " %"$ "$ $ 6 #!!" #!$" " #!$" #!$" " #!$" "$ "$ " %%"%# $$ %" $%"%# " $%"%#!"## $% "#!!#" % $%" #$ "# %"$ #"$ $# $#" $#" " $#" $"$ "!%"$ %"% #"! "# $"%$% $#,A! $"! #%$"% "! #%$"% #!"$ " #!"$!"$! $"!$! %"! "! $# (3 $" $%"! " $%"! ## %"! " ## %"! "! $$"! $$" "!% $## :M!" $"!# " $"!#!!$" "!!$" "$!" $%"# "#% $#%% / $$" $$#" " $$#" "# " %"# $"#!" # "! %" 2 $$%" # %"$% " # %"$%!"$ #$"$! #!#!"$% "! $#"! #$! " $"%$ $$%" # %"$% " # %"$%!"$ #$"$! #!#!"$% "! $#"! #$! " $"%$ 6 2(!"!" "!"!" "!" " " " %%"%%! =& '(- ' " $"$% " $"$%!"$ #$"$!!!"$% "! $"! #$! " "!$ A-+ ##%" #"! " #"!!"% $ " # "! "$!"#!!!" "# 0-N-+ $% $" $%$" " $%$" #$#"!#" $ #!!" "# %"# " %$"% % A/ %! #%" %! $" " %! $" $$" # #"$ $" $"# #$"% " " A*+ #" #"! " #"! #"! " #"! "$ "$ " %%"% A:3 " " " " " " " " " " " # " #"! " #"! #"! " #"!!"$!"$ " $!" $!!" " $!!"!"$ $" %#"$ "%% %$$" %$"!%"% 6*9/ " " " " " " " " " " "! / "!!%" $!%"! $$" # "% ##"#! #"$ " $" $!$%" #"%!!,() $%#"!$#%" $!%"! % #%"#!#" "!#" #"$!$%"% #!"$! #"! %!%% / $" $"$ " $"$ #%" ##"#! #! "$#!"%!"! $ #" $"! - %#" % " " % " %#"% " %#"% $"# #" ##$"% %!"%$! 2 %#" % " " % " %#"% " %#"% $"# #" ##$"% %!"%$,+

12 %&$' $!!"# # C3.* " " " " " " " " " " " #! C):)"3 " " " " " " " " " " " (- #" " " " " " " " " " %%"% F '-/ #" " " " " " " " " " %%"% F '-/ #" " " " " " " " " " %%"% 2) " " " " " " " " " " " F ' " " " " " " " " " " %%"%! # / " " " " " " " " " " ",/-!!!"!! "$ "!! "$!$%" "!$%" $" #"#!" %%"$!# A!!!"!! "$ "!! "$!$%" "!$%" $" #"#!" %%"$!# # 0-C-!!!"!! "$ "!! "$!$%" "!$%" $" #"#!" %%"$!# # F/MA "!#" "!#" $" " $" $ "#!" "% %%"%# # F/M " %" " %" %" " %" "#$ %" "# %" ## F/M(/ %!" %!%"! " %!%"! %$ " " %$ " #!"!!"#% "$ %%" # #$ F/M0C+!" %!%#"% " %!%#"% %!#"! " %!#"! % " % "$$!$" # %" #! F/M? & $#" $#!" " $#!" $#!" " $#!" $" $" " %%"%# # F/M2@ # " #"% " #"% # "$ " # "$!"%!#"! "$% #"% # F/M*B* "!$"# "!$"# %%#" " %%#"!" % % "% $"# %%"$% $" " " " " " " $" $" " " / $" " " " " " " $" $" " " & ' " " " " " " " " " " " %% " " " " " " " " " " " 0)/-02,-. 02)*((),-* +0.-, )+, 0-2/-002,.* -02)0(,++ 0.(+/*/,)2 (*)+2,/0 0-.(0+-,-- 0*-20)2,-+ %"# 0/)(--+,// 0/2/)0, /+2,2. (+.+2)-,(+ +(-0(22,/( 0/)*.,+) -*+.-+, ,+).+0))),*)..+*0+0,2/!"! ()))*)+(,-. ()-/00.,/. 0./(2/.,)2..*/*)+(,/( ((/-./-,.+ 00(*)/,0. (*))-,+) *)(2/+,-/ -(0.0+-,/+ +2(0*+/,.+ %" &=OAIAB(F? A &=OAFCA&6(F? A,+

13 # % $!!!! & & & & &# &# &$ & & & &# & % % %# %# %# %# %# %## %#% %## %#$ %#$ %#$ %#! %# %# %## %#% %#$ %#& %#! %# %# ()! " '() * ' () + ' ', ' -. /' / ' *'0 )' 2' / ) +) 62,. 8" /' / ' 8*'0 8 )' " *2: /8 8"/ 3 4 2' : ) +) 62,. / : )= 4:,) +)2'"9, 3 # & ' $% # $%" "!!"# "!!"# "!!"# " #"$& # $%" "!!"# "!!"# "!!"# " #"$& % $ #" " % %!" " % %!" " % %!" " &"$!$ $#& " " $$ #$"$ " $$ #$"$ " $$ #$"$ " "% $$!" " $&% &"#% " $&% &"#% " $&% &"#% " "$&$ & $!" "! &"% "! &"% "! &"% " "$$! $ $#" " & %"%$ " & %"%$ " & %"%$ " &"! $#$ $%!" " $"$# " $"$# " $"$# " #"$ %!&" " $" " $" " $" " "%&$ " " #" " #" " #" " "#!!%" " % #!"$ " % #!"$ %"! % $" " "%&!!%" " % #!"$ " % #!"$ %"! % $" " "%&!!%" " % #!"$ " % #!"$ %"! % $" " "%&! &#" " &$ "%% " &$ "%% " &$ "%% " #%"!%" " $ $&"$! " $ $&"$! " $ $&"$! " "#! $" " & %" " & %" " & %" " &"!$!&!" " $ $&"!$ " $ $&"!$ " $ $&"!$ " "#$# & &" "! %!$"& "! %!$"& "! %!$"& " "%%! %" " "$$ " "$$ " "$$ " &"#$ $ &&" " &&" " &&" %"! $"# "!"% #!" " %%"! " %%"! " %%"! " " %%" " $ $&"! " $ $&"! %"! $ #&" " &"&% % %" "!"$ "!"$ "!"$ " &"$ $" " " " " " " " "! &!"!# "!$ # " " $&# &"# %"&% $& $#"& $"%!"!! & "!# "!$ && %$"&# " %% ##!"& %"&% %% $"# $"%!#"% & "!# "!$ && %$"&# " %% ##!"& %"&% %% $"# $"%!#"% $%&" "!"& "!"& "!"& " %"!% %%#!%"! %"!"$ " ## "% %"&% ## &!&"% " "!! #" " & %$" " & %$" " & %$" "!$"&# %&"! %" #!%!"! " & &&"& "&% & $" " "$ #& &%" "!&"#& "!&"#& %%" #"#& " &&"! &!$#" " " " " " " " " % " " "! " "! " "! " $$"!% &" " $$&" " $$&" " $$&" " #%"$# %!" " $$&" " $$&" " $$&" " #!"&# #%" " " " " " " " " " "$# " " #!"%% " #!"%% $#" "# %!&!" %"## # $" " # $" " # $" %"## "!% &#" " &!"& " &!"& " &!"& " "!% %#" %"## %%"$ " %%"$ " %%"$ %"## %"&$$!" " &$"& " &$"& " &$"& " "#!# $" " " " " " " " " $ &%!" " #"& " #"& " #"& " &"! #&$" " &"%# " &"%# " &"%# "!"%! " " " " " " " " " %" " #!" " #!" " #!" " &!"! 2, %

14 %# % % % %% % $ $ $ $ $! $!# $ $ $ $ $% $$ & & & & & & &# &# &# &# &## &# &# &# &## &#% &# &#& &#& &#& &#! &#! &#! &$ &$ &$ & & & ()! " / :() 2 9)?4. +( +). 3).2 4) B +* : C 4. 2) 33+2D2 3 23( +) : 3 63' /:' 23 +D:/3 +3/2 E +3/3 +) 32 F ).( : ') ' ) ) # & ' $% " " #"#% " #"#% " #"#% " #$"!$! &" "!$"#& "!$"#& "!$"#& " "# #!!#" " $ " " $ " " $ " " %" $&%" " %% "## " %% "## " %% "## " #"!! && $" " & &$"! " & &$"! " & &$"! " %"! %" " &"# " &"# " &"# " $!"$ $ %" " #"& " #"& " #"& " "&#! &" " %%"% " %%"% " %%"% " $"! &" " %%"% " %%"% " %%"% " $"! &" " %%"% " %%"% " %%"% " $" #% " " $ #&"$ " $ #&"$ " $ #&"$ " $"!$$ #% " " $ #&"$ " $ #&"$ " $ #&"$ " $"!$$!# %%" " $%!!"#$ " $%!!"#$ " $%!!"#$ "!"$&!# %%" " $%!!"#$ " $%!!"#$ " $%!!"#$ "!"$& " " "# " "# " "# " #" &$" "! $" "! $" "! $" " $"!" " &"$ " &"$ " &"$ " &$"% %# " " #& #&"%% " #& #&"%% " #& #&"%% " "# & $ $" " & ##$ $$"% " & ##$ $$"% " & ##$ $$"% " %"& #& " " # &$" " # &$" " # &$" " &"&# #& " " # &$" " # &$" " # &$" " &"&# $$ " " &# %#$"# " &# %#$"# " &# %#$"# " #"# " " %!" " %!" " %!" " "% # " " &!" " &!" " &!" " $"!$ $ &!!" " $ $!#"! " $ $!#"! " $ $!#"! " %" $ &!" " $!# #%"# " $!# #%"# " $!# #%"# " %"$& # # $&!" " # # $&!" " # # $&!" " # # $&!" " " &# &$" " &# &$" " &# &$" " &# &$" " " " " " " " " " " "! " " $! "# " $! "# " $! "# " #&"!% $ $&" " ## $!"% " ## $!"% " ## $!"% " $!"!# %$ " " &!" " &!" " &!" " #$"& $&" " % $"# " % $"# " % $"# " %!"! #%! #" " #! "% " #! "% " #! "% " " $ " " #%!!"$$ " #%!!"$$ " #%!!"$$ " &&&"$& #% $%" " & &#"$ " & &#"$ " & &#"$ "!!"% #" " # &"% " # &"% " # &"% " "#! # ##&" " # ##$"& " # ##$"& " # ##$"& " " %% $" " $!#" " $!#" " $!#" " $"%# # " " # "!! " # "!! " # "!! " &" $" " "% " "% " "% " #"&! # &" " # $$"% " # $$"% " # $$"% "!"&%& # &" " # $$"% " # $$"% " # $$"% "!"&%& # &" " # $$"% " # $$"% " # $$"% "!"&%& & " " % %%&"# " % %%&"# " % %%&"# " " & " " % %%&"# " % %%&"# " % %%&"# " " $ " " # #"## " # #"## " # #"## " "!& 2, %

15 &!!!!!!#!!!!!#!!!!!#!!!!%!$!&!!!!!!!!!!#!#!# # % # # # % ()! " 5') 5' 9 B 9G G"/)@ +) 52 A 4) : H4) B :.3 :*' 4) ( 'G : ) +) 0 "'8)' ) ) 5:' 2 36, +) 5') ') # & ' $% " " $%" " $%" " $%" " $"% %& " #$ %!"$ %$ %&"& "!$!$"& "!$!$"& $ #"% #"$&! $#"!$ &"!"& " " " "!$ &&"! "%#!& #"!$ &" #!"$ " #!" " #!"!$ &&"! "%$!$ $"!$ &" " " "% " "%!$ &&"! " " " #" " #" " #" " #" $" " " " " " " " "!&" " #%!"! " #%!"! " #%!"! " %%"#!!" "!#&"#& "!#&"#& "!#&"#& " %#"#$ $" " $" " $" " $" " &"$$ %" " #%"#& " #%"#& " #%"#& " $$"!" " " " " " " " "!& %" $ $"%# %#!"&% "!% &"# "!% &"#!&"% #$"& &!$" $% #$"!% %"!! " % #"#& " % #"#& # #!"$ $" &" &" " " "$ " "$ %"# "! #" " "$ " "$ " "$ " %"&&! % &&" % &#"!% #"$ " % #!"& " % #!"& &" &" %& $" % $"#% &!!" " &!!" " &!!" % $"#% #"%$ &$" " " " " " " " "! " " % %"& " % %"& " % %"& " %"&$ " % $$%"! " " " " " % $$%"! " & &" " #"& " #"& " #"& " "% "!"$& ##"! " ##"! " ##"!!"$& #"&& $ $" "!&"%$ "!&"%$ "!&"%$ " "%% % " " % %$"$! " % %$"$! " % %$"$! " #"! # " " $"! " $"! " $"! " $"# %%!" " #!$" " #!$" " #!$" " &$"#% " " " " " " " " " $$" " #!$" " #!$" " #!$" " &$"%$ $" " $ %"%! " $ %"%! " $ %"%! " $%"&$ & &$$" " #!"$ " #!"$ " #!"$ " &!"%& %" %"$ $" " $" " $" %"$ "! %" %"$ $" " $" " $" %"$ "#$& " " " " " " " " " & $" # %#"! $ &$&" " $ &$&" " $ &$&" # %#"! "!# & $" # %#"! $ &$&" " $ &$&" " $ &$&" # %#"! "!# & $" # %#"! $ &$&" " $ &$&" " $ &$&" # %#"! "!# " "!" "!" "!" "!"!$" " " " " " " " &#"!& " " " " " " " " " $" " " " " " " " %#"% $ " # %#"! # #!"! " # #!"! " # #!"! # %#"! "%! " " " " " " " " "! " " " " " " " " " #! " " " " " " " " " $ " " " " " " " " " " " " " " " " " " 2, #%

16 % %# % %# # # # #% #% #% ()! " C : 3 63'6 6 2 :' # & ' $% $" " " " " " " " " $" " " " " " " " " $" " " " " " " " " $" " " " " " " " "! % #" " %!% &$"& " %!% &$"& " %!% &$"& " &#"%! % #" " %!% &$"& " %!% &$"& " %!% &$"& " &#"% % #$ #" " %!"$ " %!"$ " %!"$ " &&"$!!% " "!% " "!% " "!% " " " &#!!$$" " $&"$ " $&"$ " $&"$ " %%"!$& %& &$#" " %% %$!"! " %% %$!"! " %% %$!"! " #"%%!!" " # &!"$ " # &!"$ " # &!"$ " "#% #% +) # #" " # %!$"## " # %!$"## " # %!$"## " %"$# #! #! #! & & & # # # # # # $ $ $ & & & 32,F D: 2) '+, @' 4C 4 =) #!& %" " $% #&"%$ " $% #&"%$ " $% #&"%$ " &" # $& $" " $% #&"%$ " $% #&"%$ " $% #&"%$ " &"& " " " " " " " " " #%!!" " #%!!" " #%!!" " #%!!" " " #%!!" " #%!!" " #%!!" " #%!!" " " #%!!" " #%!!" " #%!!" " #%!!" " " #%!!" " #%!!" " #%!!" " #%!!" " " # #" # %#"& $!%"&$ " $!%"&$ " $!%"&$ # %#"& %"$ # #" # %#"& $!%"&$ " $!%"&$ " $!%"&$ # %#"& %"$ # #" # %#"& $!%"&$ " $!%"&$ " $!%"&$ # %#"& %"$ # " # %#"& " " " " " # %#"& " %" " " " " " " " " $" " $!%"&$ " $!%"&$ " $!%"&$ " %"## " " #"&! " #"&! " #"&! " #&!" " " #"&! " #"&! " #"&! " #&!" " " #"&! " #"&! " #"&! " #&!"!% "&% "!% "&% "!% "&% "!% "&% " "!% "&% "!% "&% "!% "&% "!% "&% " "!% "&% "!% "&% "!% "&% "!% "&% " " * +,-.+/02,,.3+, ,2,, 304/.-+-2/ / / * 00/4-/,2,, 3.,240 53,+/.2+5,2,, 53,+/.2+5,2,, 53,+/ ,240 5/2./- *6 3/ ,2,, 3-4/23,2,, 3-4/23,2,, 3-4/23,2,, 33+2/,0 *$ /+2, ,2,, +-/ /+.-2/3.,, /-2-+/ DJ3K3*5 3 DJ+3/A3:5 3 2, %%

17 &'((((%) (*( +,,- "0, 234&5/&%5, #%%5.36"/&, +,,8-- %5.34&5"55&9%3"5&":5 #2%%%5, +,,- A##2%%! " #$ % #) #'( (.. ) &'( ( ) &'( /0,=,=,,,, ,?=????@, +,,- B:!&!C D,,+,=,,,, ",+,,- ++,,- +,,,,,,, +,,,,,,, + + == ==, +,,- + B:!"( &!,,+ ",+,,- ++,,- 8@,,,,,, 8@,,,,,, 88@@- 88@@-???,???,, +,,- + / BE 9(,=,,,??,,+ ",+,,- ++,,- +=-,,,,,, +=-,,,,,,,,,,,,,,,,,,, +,,-,=,,,+,+,,+,=,+,@ ",+,,- ++,?,,,?=,,, 8+-,,,,,, -?+=? -?+=??@?@?,, +,,- 8 *( &*(B%!F,,+,=,,= ",+,,- ++,,-?,,,,,,?,,,,,, =@8?+ =@8?+ -+-= -+-=, *( 5!G%!F,,+,=,,- ",+,,- ++,,- +-+,,,,, +-+,,,,,,,,,,,,,,,,,, +,,- *( &*(B ),,+,=,,? ",+,,- ++,,- +8,,,,,, +8,,,,,, +?@ +?@?=8-?=8-, +,,- = *( "( &*(B,,+,=,@?? 8@?-, 8@?-,????, +,,-+ 5&9%3"5#%%5..%9"5%&%"5& %5%H36", +,,-+ / BE :!E 9(,+,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, +,,-+ + *( &*(B%!F,+,=,,= , +,,-+ *( 5!G%!F,+,=,,- ",+,,- ++,,- 8,,,,,,, 8,,,,,,, 8,,=- 8,,=-??+??+, +,,-+ 8 *( &*(B ),+,=,,? ",+,,- ++,,- =,+=,,,,, =,+=,,,,, +@+@ +@+@ 8 8, *( "( &*(B,+,=,@?? + ".&36"%9%&2.".%J%"5. I +8,,,?=,,,?8,,, +-+,, +,,?-+ +-+?@-+?,- -@, + +,,- + *( ",+,,- ++,,- +,,,,, +,,,,,,,,,,,,,,,,,, + +,,- *( ",+,,- ++,,-?@,,,,,?@,,,,,?8,-,?8,-,?-8?-8, + +,,- 8 *( "( ",+,,- ++,,- ==,,,,, ==,,,,, =-, =-,???=???=. +I 8=,,,,, 8=,,,,, 8@=, 8@=,??=+??=+. "0),I -?,,?=,,, =@?,,, +-+,, +@=8+ +-??8+?, -@8, + +,,- 5&9%3"5#%%5..%9"5".&36" %9%, + +,,- / BE )E ",+,,- ++,,- 8-8,,,,, 8-8,,,,, 8-8,,, 8-8,,,???-???- F-

18 &'((((%) (*( +,,- "0,+ 234&55"%%5,+ + &5%"6"52&%"! " #$ % #) #'( (..,+ + +,,@ &5"#%6"&/"&5&J"&&K2&,?,=,,,@, &,,,+,,,=+,,- + +,, ++,, +8-?,,,,,,,, +@8-?,, ++,, + +,,+, &5"MN%#O%&#&,?,=,,,@,@ +==?-=8=,,,,,,,,,+ + +,,= &36"&&%%%"5&5"&5,+ + +,,= &,?,=,,,@, &,+,,= ++,,??,, + +,,= "#&L"5&5"&5,+ + +,,= ' B'&,=,=,,,@,8 &,+,,= ++,,?,8,,, +,+= H B),+ + +,,= + B'&,?,=,,,=?? ",+,,= ==?,,, ==?@,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-- 5&9%3"5#%%5..%9"5&236",+ + +,,-- *( &*(B%!F,?,=,,= ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,, 8,?@ 8,?@????????,+ + +,,-- + *( 5!G%!F,?,=,,- ",+,,- ++,,- +-+,,,,, +-+,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-- *( &*(B ),?,=,,? ",+,,- ++,,- =,,,,, =,,,,, =+,, =+,,?-?-,+ + +,,-- 8 *( &*(B),?,=,@?? ",+,,- ++,,- -8-,,,,, -8-,,,,, -8=- -8=-,,,,,,,,,+ + / :!E ) % E,?,=,,,=?? ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-= &236"M&5",+ + +,,-= BD5!G&(),?,=,,- ",+,,- ++,,-?+,,,,,,?+,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-= + *( &*(B%!F,?,=,,= ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-= *( &*(B ),?,=,,? ",+,,- ++,,? -+,?,, +?,,,,,,,,,,,@8=8@,@8=8@ =@?,+ + +,,-= = *( "( &*(B,?,=,@?? ",+,,- ++,,- +=,,,,, +=,,,,,?,-?,- =++ =++,+ + +,,-- &5%":O5%"N%",+ + +,,-- *( &*(B ),?,=,,? =?-,+ + +,,-- + *( &*(B%!F,?,=,,= ",+,,- ++,,- -@?,,,,, -@?,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ + +,,-- 8 *( "( &*(B,?,=,@?? ",+,,- ++,,- +=?+,,,,, +=?+,,,,, ++ 5&9%3"52L%%&5&&5%",+ ++ +,,-? #.&%&.5".& ) &'( ( ) &'( /0. ==?,, +-=8-,, 88---,,, +-?8=-- =,8- -,- 8@-,+ ++ +,,-? )B9(,?,=,,,+,+ ",+,,- ++,,- 8,8+,,,,, 8,8+,,,,, 8,8?, 8,8?,,,,,,,,,,+ ++ +,,-,.&&"5,+ ++ +,,-, *(.,?,=,, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ ++ 5&9%3"5%%9%2%5&5P&. ++I 8,8,,,,, 8,8,,,,, 8,8?, 8,8?,???=???=,+ ++ +,,+, &."&5P&&&K2&,=,,,,@ &,,,+,, ++,,- ==-+,,,,, =-?,+ ++ +,,++ &."&5P&&&K2&N&L. :%/,=,,,,= &,+,, ++,,-,,,,,,, +8,=8,,,,, +8,=8,,,,,,,,,. ++I ==-,,,,, ==-,, ==@? F+-

19 &'((((%) (*( "0,+ 234&55"%%5, "5"%,+ ++ +,,-8 &."&%! " #$ % #) #'( (..,+ ++ +,,-8 % Q 5QN0 +,=,,,,- ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ ++ +,,- 5&9%3"5&36"5"%,+ ++ +,,- *( &*(B%!F +,=,,= ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ ++ +,,- + *( 5!G%!F +,=,,- ",+,,- ++,,- +-+,,,,, +-+,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ ++ +,,- *( &*(B ) +,=,,? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ ++ +,,- 8 *( "( &*(B +,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,, +== +==??-??-,+ +8 R:%.36",+ +8 +,,-++ R:%.34&5#O%5 ) &'( ( ) &'( /0. ++I 88=,,,,, 88=,,,,, +== +== +@ +@,+ +8 +,,-++ / :!E R0E,,+,=,,+, ,,=? &K2%%36"H"R%5.S%& &K2&,=,=,,8,,? &,+,, ++,,? -,,,?,,,,,,,,, =@,, -,?@ =?=,@?????-+?, ,,-, &9%.%H36"2:9%&&K2&,=,=,,8,, +@,8=,, =+8?, ,,8 "5""&#&."".&%.S%",=,@, ",+,, ++,,- =8?,,,,,, =8?,,, =--@,, =@=?8--= +@= +=, ,,-+- %2#%36"P:%, ,,-+- B 0(&&TB ( D, ,,-+? 5&9%3"5&"%""#,=,,8,8 ",+,,- ++,,- -8+@,,,,, -8+@,,,,, -8+8@8-8+8@8????????, ,,-+? *( &*(B%!F,=,,= ",+,,- ++,,- -+?,,,,, -+?,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,-+? *( &*(B ),=,,? ",+,,- ++,,- 88,,,,, 88,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,-+? 8 *( "( &*(B,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,- 5&9%3"5&":5.%2&5, ,,- *( &*(B%!F,=,,= ",+,,- ++,,-,+,,,,,,+,,,,, +=-@ +=-@ =-@ =-@, ,,- + *( 5!G,=,,- ",+,,- ++,, ,,- *( &*(B ),=,,? ",+,,- ++,,- -?@,,,,, -?@,,,,, -=,,, -=,,, , ,,- 8 *( "( &*(B,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,-- &K2%%36"2:"&%L" &K2&&/", ,,-- B&'("0,=,=,,8,,@ ",+,,- ++,, 8=,, +8 5&#&.",+ +8 +,,== 5%5.&#5&&/&#&O/25&5%2%5. +8+I,?-@,, 8-+8,, =,?++-,, 8,,8@=,, =+@88+? +8 +,,== "0 ),=,,8,+, ",+,,= +88+? +88+? +?= ++88,+ +8 +,,-, 5&9%3"5&5&#&." +,,- F-

20 &'((((%) (*( +,,- "0,+ 234&55"%%5,+ +8 5&#&."! " #$ % #) #'( (..,+ +8 +,,-, / BE 9(,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-, + *( &*(B:F,=,,,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-, *(,=, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-, 8 *( "( &*(B,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +88 :5.&%#&."&O/2 ) &'( ( ) &'( / ? +88+? +?= ++88, ,,?? ),=,,8?? ",+,, ++,,- 8==,,,,,, 8==,,, +8,@,, 8==?@ +--=+?@???????, ,,- 5&9%3"5&:5.&%#&."&O/2, ,,- / BE 9(,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,- + *( &*(B:F,=,,,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ,,- *( "( &*(B,=,@??,+,,- ++,,- =,,,,,, =,,,,,, =,@? =,@?????????, ,,-+.&&"5, ,,-+ *(.,=,, ",+,,- ++,,- +@+=,,,,, +@+=,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8@ &5U2"55S%"5,+ +8@ +,,-8 5&9%3"5&R%/%&&&%#&H. +88I -,,@,,,,, -,,@,, +?@=-? --?++,+ +8@ +,,-8 / BE 9(,8,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8@ +,,-8 + *( &*(BD (,8,=,,, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8@ +,,-8 *( &*(B:F,8,=,,,+ +8@ +,,-8 8 *( "( &*(B,8,=,@?? ",+,,- ++,,- 8+,,,,, 8+,,,,, 88, 88,??-@??-@,+ +8@ ):!) (E,8,=,,8?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 ".&36"#&%"#:%&.&&"5&936".2&H,+ +8 +,,-@ +8 +,,-@ (E V,-,=,,8,@, ",+,,- ++,,- =-,,,,, =-,,,,, +8 +,,-@ + ):!&! B,-,=,,,,8 ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, V,+ +8 +,,-@ :!B9(,-,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-@ 8 *( "( &*(B,-,=,@?? ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,, 8,,, 8,,,??+???+?,+ +8 +,,- ".&36""#&%"#:%&.&,+ +8 +,,- + 5#( 8,=,,8,@,8 ",+,,- ++,,- +--,,,,, +--,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,- B D O( 8,=,,8, ",+,,- ++,,- =,? =,?,+ +8 +,,- 8 "0 ) 8,=,,8?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 *( &*(B%!F 8,=,,= ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,- *( 5!G%!F 8,=,,- ",+,,- ++,,- +-+,,,,, +-+,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 *(,-,=, ",+,,- ++,,- 8=,,,,, 8=,,,,, =+@ =+@ 8?- 8?- F8-

21 &'((((%) (*( +,,- "0,+ 234&55"%%5! ",+ +8 ".&36"#&%"#:%&.&&"5&936".2&H #$ % #) #'( (..,+ +8 +,,- = *( &*(B ) 8,=,,? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,- - *( "( &*(B 8,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-= R%/%&&P:%,+ +8 +,,-= 5 )( :F,8,=,,,=, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +8 +,,-= + :"( &! BWR,8,=,,,=?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, X0,+ +8 +,,-? &#%.M%"5,+ +8 +,,-? T N*(,@,=,,8+, ",+,,- ++,,- +@@,,,,, +@@,,,,, +@8, +@8,???-???-,+ +8 +,,-? + "( T,@,=,,8+,8 ",+,,- ++,,- =@ =@,+ +8 +,,-? *( "( &*(B,@,=,@?? ",+,,- ++,,- +?,,,,, +?,,,,, +?@,, +?@,,????,+ +8 +,,-8, 5%&&2O%,+ +8 +,,-8, *( "( &*(,,=,@?? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ 2.2 ) &'( ( ) &'( /0. +8I,@=+,,,,,,@=+,,,,, =+?, =+?, =8 =8,+ +@ +,,,? ),,=,,8,?? 8@=,? =,+,? -8@ =,=,+ +@ +,,-8@ "#"36"&%#36"2.2,+ +@ +,,-8@ + *( "0 9,,=,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ +,,-8= K2%5%36"&#":%%O%"&&K2%#&.",+ +@ +,,-8= *( &*(B%!F,,=,,= ",+,,- ++,,- =,,,,, =,,,,,?8-,?8-,?+,?+,,+ +@ +,,-8= + *( 5!G%!F,,=,,- ",+,,- ++,,- +-+,,,,, +-+,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ +,,-8= *( &*(B ),,=,,? ",+,,- ++,,- +8,,,,, +8,,,,, +@? +@???????,+ +@ +,,-8= 8 *( "( &*(B,=,,? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ +,,-8- &%%%"5,+ +@ +,,-8- :!E :0,,=,,,+, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ +,,-8- + :!E ( /,,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,?,,,,,,?,,,,, @ -@,+ +@ +,,-8- #( ( # Q/ Q,,=,,,+, ",+,,- ++,,- -?,,,,, -?,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@ +,,-8-8 : R ((,,=,,@ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,+ +@+ &5"."&&%"&H&. +@I 8=??=,,,,, 8=??=,,?,,?@- =+@- +@+ +,,@= -=?,+ +@+ +,,8-, %5%5&&K2&,,=,,8,,+ -+,?,,,,, -+,?,,,,, -8,+ +@+ +,,-@8 "2."5&%%%"5,+ +@+ +,,-@8 "0 ),,=,,8,??,+,,- ++,,- 8?,,,,, 8?,,,,, +@8@ +@8@ 8,?+ 8,?+,+ +@+ +,,-@8 + )E :!E ),,=,,8??,+,,- ++,,-?8=,,,,,?8=,,,,, ? -?,+ +@+ +,,-= "0 ),,=,,8,?? &,+,,- ++,,- ++?8,,,,, ++?8,,,,,?+-,,8?+-,,8 8@ 8@. +@+I +?+,, 8=?,, 8?8=,,, -8,- F@-

22 &'((((%) (*( "0,+ 234&55"%%5,+ "2.5.%9%&5%9%5&&%/%"55,+ V29&.2&! " #$ % #) #'( (..,+ +@ *( &*(B =,=,@?? ",+,,- ++,,-?-,,,,,?-,,,,,?-@,,?-@,,???,???, ) &'( ( ) &'( /0. +@I?-,,,,,?-,,,,,?-@,,?-@,,???,???,. "0),+I +8?,, =-=,@=-,, 8@,,=8,, -,+8,, 8-?+?-+ +,,- F-

23 &'((((%) (*( +,,- "0, 234&5&"S#%5,.5".&5""9%O%"5! " #$ % #) #'( (.., +,,=+ 9%.&5,=,=,,8,,= &,+,, ++,, 8@,, -8?,, 8+@,,,, +@88,,, =-= +=+=?,8-?-+=, +,,= &:%%.36"&2#&."5,=,=,,8,, ,, 8?= =-8?++- =+@, +,,=8 ".25,=,=,,8, =@,+,, =-,+?= ==,-8?= 8,?@=+, +,,= :&&%%36"&N8,=,=,,8, -?+?, +,,-+ &:&&"9&&9%O%#2%%,=,=,,8,-, &,+,, ++,,?,+@??,,,,,,+,,,,, +,=,--,, 8+?+8@@ +@+@@ 8@ --+, +,,-8 K2&5&&5.%"#&.",=,=,,8, &,+,, +,,,, +=,,,,,, -,-,,, =+@8-8-,@8 +8, +,,8@- @?88,, +=8@8,,,,, +=8@8,,,,, -++,, +,,= &&529%%5,=,=,,8,@ +=8? -, +,,-8 9%&%.2&&K2&, +,,-8 B&'(9(*(,=,=,,8,,= ",+,,- ++,, -@,,,8-88,,,@@@,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, +,,-8+ ":5"#&#&.&5, +,,-8+ (:!#(,=,=,,8,, ",+,,- ++,,-??,,,,,??,,,,, 8-=,, 8-=,, += +=, +,,-8+ + ):!,=,=,,8,, &,+,,- ++,,- +,,-8+ &0,=,=,,8,?? ",+,,- ++,,- 8-@+,,,,, 8-@+,,,,, 8-@? 8-@?,,,,,,,,, +,,-8 5%%H36"&.A5%.", +,,-8 *( 55F!,=,=,,8,? ",+,,- ++,,- 8@8-,,,,,, 8@8-,,,,,, +,@8-+, +,@8-+, 8@- 8@-, +,,-8 + 0,=,=,,8,,+ ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,, +++,, +++,, =-- =--, +,,-88 5&9%3"5&"#&5&92:"5, +,,-88 *( &*(B%!F,=,=,,= ",+,,- ++,,- -,, -,,, +,,-88 + / BE 9(,=,=,,,+,+ ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,, ==,@? ==,@??,?,, +,,-88 8 *( &*(B ),=,=,,? ",+,,- ++,,- ==+,,,,, ==+,,,,, === ===????????, *( &(B:F,=,=,,,+ ",+,,- ++,,- +=,,,,, +=,,,,, +=@,, +=@,,,,,,,,,,, +,,-88 *(,=,=, ",+,,- ++,,- +8+?,,,,, +8+?,,,,, +,,-88 - *( 9(,=,=,,,+, ",+,,- ++,,- -@,,,,, -@,,,,, -@,,, -@,,,????????, 8, "#M%"&.2%5#", 8, +,,-@@ &%%%"5 ) &'( ( ) &'( /0. 8+?,?,,, =+?=,-,, +-+== 8, +,,-@@ :!E Q&&%"&Q,,=,,,=,+,+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 8, +,,-@ "#M%", 8, +,,-@ + *( &*(B%!F,,=,,= ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 8, +,,-@ *( &*(B ),,=,,? ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,@,,@??????, 8, +,,-@ 8 *(,,=, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 8, *( "( &*(B,,=,@?? ",+,,- ++,,- 8,,,,, 8,,,,, ??-8??-8. 8,I,=,,,,,,=,,,,,,+--,+--??@???@?, +,,-88 = *( "( &*(B,=,=,@?? 8+@@ 8+@@ -+=- -+=- F=-

24 &'((((%) (*( "0, 234&5&"S#%5, 8 #&"5&&%5, 8 +,,-.&&"5! " #$ % #) #'( (.., 8 +,,- *(.,,=,, ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 8+.2%5#", 8+ +,,-@- "%"&%#%H36"".2%5#" ) &'( ( ) &'( /0. 8I,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, 8+ +,,-@- *( &*(B,,=,,8,+ ",+,,- ++,,- 8-,,,,,, 8-,,,,,,?-@?-@ =,, =,,, 8+ +,,-@? "5."&.2%5#", 8+ +,,-@? ):!.(,,=,,,=,8 ",+,,- ++,,-,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,. 8+I 8-,,,,, 8-,,,,,?-@?-@ =,,8 =,,8. 8+?=?,, =+?=,-,, +-=88@, 8-+, "/6"&L&2.%9" & "/6"&%:&.%9" & +,,- F--

25 3 - Notas Explicativas ao Balanço e Demonstração de Resultados De acordo com o ponto 8.2 do POCAL, seguem-se as notas e mapas que procuram explicitar resultados do exercício de Ponto Definido Pelo POCAL Designação DISPOSIÇÕES DO POCAL DERROGADAS Não Houve CONTAS NÃO COMPARÁVEIS COM EXERCICIOS ANTERIORES DO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE Não Houve RESULTADOS CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS NAS REBRICAS DO BALANÇO Ver Comentário COTAÇÕES UTILIZADAS PARA CONVERSÃO EM MOEDA PORTUGUESA Não Houve SITUAÇÕES EM QUE O RESULTADO DO EXERCÍCIO FOI AFECTADO Não Houve COMENTÁRIO ÀS CONTAS 43 E 432 Ver Comentário MAPA DO ACTIVO BRUTO E MAPA DE AMORTIZAÇÕES E PROVISÕES Anexo DESCRIÇÃO DO ACTIVO IMOBILIZADO Anexo INDICAÇÃO DOS CUSTOS INCORRIDOS NO EXERCICIO RELATIVO A EMPRÉSTIMOS PARA FINANCIAR Anexo IMOBILIZAÇÕES INDICAÇÃO DOS DIPLOMAS LEGAIS DE SUPORTE À REAVALIAÇÃO DOS BENS DO IMOBILIZADO Não Houve QUADRO DISCRIMINATIVO DAS REAVALIAÇÕES Não Houve IMOBILIZAÇÕES IMPLANTADAS EM PROPRIEDADE ALHEIA Anexo RELAÇÃO DOS BENS UTILIZADOS EM REGIME DE LOCAÇÃO FINANCEIRA Anexo INDICAÇÃO DOS BENS QUE NÃO FOI POSSIVEL VALORIZAR Anexo INDICAÇÃO DOS BENS DO DOMINIO PÚBLICO QUE NÃO SÃO OBJECTO DE AMORTIZAÇÃO Anexo MAPA DE PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS Anexo INDICAÇÃO DE ELEMENTOS NAS CONTAS Títulos Negociáveis e Outras Aplicações de Tesouraria Anexo DISCRIMINAÇÃO DA CONTA OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS Não Houve DIFERENÇAS MATERIALMENTE RELEVANTES ACTIVO CIRCULANTE Não Houve FUNDAMENTAÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS DE ATRIBUIÇÃO A ELEMENTOS DO ACTIVO CIRCULANTE DE UM Não Houve VALOR INFERIOR AO PREÇO DE MERCADO JUSTIFICAÇÃO DE PROVISÕES EXTRAORDINÁRIAS Não Houve VALOR GLOBAL DIVIDAS DE COBRANÇA DUVIDOSA Ver Comentário VALOR GLOBAL DIVIDAS ACTIVAS E PASSIVAS DO PESSOAL DA AUTARQUIA Não Houve TÍTULOS EMITIDOS PELA ENTIDADE OBRIGAÇÕES Não Houve DIVIDAS EM MORA ESTADO E OUTRAS ENTIDADES PUBLICAS Não Houve MAPA DE CONTAS DE ORDEM Anexo MAPA DE PROVISÕES ACUMULADAS Anexo FUNDO PATRIMONIAL - EXPLICITAÇÃO E JUSTIFICAÇÃO MOVIMENTOS Anexo MAPA DO CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E MATÉRIAS PRIMAS CONSUMIDAS Anexo MAPA DA VARIAÇÃO DA PRODUÇÃO Anexo DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS FINANCEIROS Anexo DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS Anexo

26 Comentário às Notas Explicativas ao Balanço e Demonstração de Resultados CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS NAS RUBRICAS DO BALANÇO Em todas as Contas do Balanço e da Demonstração de Resultados o critério valorimétrico utilizado está de acordo com os critérios de valorimetria do ponto 4 do POCAL, que dão clara relevância para a utilização do custo de aquisição ou de produção. A classificação adoptada para o cálculo das amortizações é a que se encontra estabelecida no POCAL e no CIBE Comentário as Contas 43. e 43.2 Foram inseridos bens na conta 432 Despesas de investigação e desenvolvimento, referentes a projectos que se encontravam concluídos e que devido à sua especificidade ou devido ao tipo de obra subjacente não iriam resultar em obra/investimento em anos posteriores. Desta forma estes projectos valem por si próprios e constituem um bem autónomo, inventariável e sujeito a depreciações anuais pelo período de cinco anos CLIENTES DE COBRANÇA DUVIDOSA O valor global das dívidas de Clientes de Cobrança Duvidosa totaliza a quantia de ,69 e estão distribuídas pelas seguintes contas: Clientes Cobrança Duvidosa Valor Contribuintes 3.502, Utentes 0.99, ,69 2

27 CONTA 5905 RESULTADOS TRANSITADOS / REGULARIZAÇÕES PATRIMONIAIS No ano de 2008 foram inseridos diversos bens que concluíram os seus processos de registo/valorização e outros que resultam de regularizações de exercícios anteriores, de acordo com o seguinte mapa (valor em euros) BENS QUE CONCLUÍRAM OS SEUS PROCESSOS DE REGULARIZAÇÃO.6,55 BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO VIAS RODOVIÁRIAS MUNICIPAIS ,90 BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO OUTRAS CONSTRUÇÕES E INFRAEST ,99 CONTA 56 DOAÇÕES O valor de ,90 que se encontra nesta conta resulta do valor das doações efectuadas ao longo do ano pelos estabelecimentos de ensino e da inventariação de bens no âmbito do Programa Oeste Digital. Alenquer, 03 de Abril de 2009 ORGÃO EXECUTIVO Em...de...de ORGÃO DELIBERATIVO Em...de...de

28 BENS COM VALOR ATRIBUÍDO PELO VALOR DE MERCADO MUNICIPIO DE ALENQUER ANO Nº BEM DESCRIÇÃO VALOR 2094 Ligeiro de passageiros 4.000, Ligeiro de passageiros 3.000, Pesado de passageiros ,00 TOTAL ,00 PÁGINA de

29 Câmara Municipal de Alenquer Ano: 2008 Amortizações e Provisões Unidade: Euros Rubricas De Bens de domínio público 485 Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final Terrenos e recursos naturais 485 0,00 0,00 0,00 0,00 Edifícios ,00 0,00 0,00 0,00 Outras construções e infra-estruturas , ,26 0, ,0 Bens do património histórico, artístico e cultural ,00 0,00 0,00 0,00 Outros bens de domínio público , ,20 0, ,20 De Imobilizações incorpóreas , ,46 0, ,2 Despesas de instalação 483 0,00 0,00 0,00 0,00 Despesas de investigação e desenvolvimento , ,9 0, , Propriedade industrial e outros direitos ,00 0,00 0,00 0, , ,9 0, , De Imobilizações Corpóreas 482 Terrenos e recursos naturais 482 0,00 0,00 0,00 0,00 Edifícios e outras construções 4822 Edifícios , ,35 0, ,55 Outras construções , ,62 0, ,0 Equipamento básico , , , ,59 Equipamento de transporte , ,5 00, ,96 Ferramentas e utensílios ,56 2.4,95 43, ,52 Equipamento administrativo , , , ,69 Taras e vasilhame ,6 0,00 0,00 04,6 Outras imobilizações corpóreas ,03.523,29 59, , , , , ,0 De Investimentos em imóveis 48 Terrenos e recursos naturais 48 0,00 0,00 0,00 0,00 Edifícios e outras construções: 482 Edifícios 482 0,00 0,00 0,00 0,00 Outras construções ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 De Investimentos Financeiros 49 Partes de capital 49 0,00 0,00 0,00 0,00 Obrigações e títulos de participação 492 0,00 0,00 0,00 0,00 Outras aplicações financeiras: 495 Depósitos em instituições financeiras 495 0,00 0,00 0,00 0,00 Títulos de dívida pública ,00 0,00 0,00 0,00 Outros títulos ,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Pag. de

30 MUNICIPIO DE ALENQUER MAPA DO ACTIVO BRUTO Ano:.2008 MAPA DO ACTIVO BRUTO - IMOBILIZADO BRUTO RUBRICAS SALDO INICIAL REAVALIAÇÃO AJUSTAMENTOS AUMENTOS ALIENAÇÕES SINISTROS ABATES TRANSFERÊNCIAS SALDO FINAL DE BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO TERRENOS E RECURSOS NATURAIS 0,00 0, ,4 0,00 0,00 0,00 0, ,4 EDIFÍCIOS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 OUTRAS CONSTRUÇÕES E INFRAESTRUTURAS ,08 0, ,3 0,00 0,00 0, , ,99 BENS DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E CULTURAL 8.484,94 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,94 OUTROS BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO 09.44,6 0, ,8 0,00 0,00 0, , ,45 IMOBILIZAÇÕES EM CURSO ,05 0,00 663,22 0,00 0,00 0, , ,0 ADIANTAMENTOS POR CONTA DE BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 SOMA ,4 0, ,8 0,00 0,00 0, , ,3 DE IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS DESPESAS DE INSTALAÇÃO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DESPESAS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO 5.860,55 0,00 0,00 0,00 0,00 0, , ,32 PROPRIEDADE INDUSTRIAL E OUTROS DIREITOS IMOBILIZAÇÕES EM CURSO 6.994,2 0,00.032,5 0,00 0,00 0,00 0, ,2 ADIANTAMENTOS POR CONTA DE IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS SOMA ,6 0,00.032,5 0,00 0,00 0, , ,04 DE IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS TERRENOS E RECURSOS NATURAIS ,99 0, ,8 0,00 0,00 0,00 0, ,80 EDIFÍCIOS E OUTRAS CONSTRUÇÕES ,8 0, ,32 0,00 0,00 0, , ,64 EQUIPAMENTO BÁSICO ,80 0, ,6 0,00.94, ,9 4.89, ,55 EQUIPAMENTO DE TRANSPORTE.53.,86 0,00 8.8,95 0,00 0,00.500,00 0, ,8 FERRAMENTAS E UTENSÍLIOS ,3 0, ,3 0,00 0,00 43,99 0, ,5 EQUIPAMENTO ADMINISTRATIVO.9.855,86 0, ,56 0,00 50, , , ,3 TARAS E VASILHAME 04,6 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 04,6 OUTRAS IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS ,0 0, ,45 0,00 0,00 862, ,5 5.3,0 IMOBILIZAÇÕES EM CURSO ,8 0, ,60 0,00 0,00 0, , ,45 ADIANTAMENTOS POR CONTA DE IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS ,0 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,0 SOMA ,00 0, ,98 0,00.344, , , ,54 DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS PARTES DE CAPITAL ,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,90 OBRIGAÇÕES E TÍTULOS DE PARTICIPAÇÃO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 INVESTIMENTOS EM IMÓVEIS TERRENOS E RECURSOS NATURAIS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 EDIFÍCIOS E OUTRAS CONSTRUÇÕES 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS DEPÓSITOS EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 TÍTULOS DE DÍVIDA PÚBLICA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 OUTROS TÍTULOS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 IMOBILIZAÇÕES EM CURSO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 ADIANTAMENTOS POR CONTA DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 SOMA ,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,90

31 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# 5..= :*.= (% ? (= (? ? = =(% =(% =(% *(% ? *? *? = * %* % **%% *9%% **%% ?9?*(%% * *?%% *9: *:* %* ** (% = : BC * [email protected]

32 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# *% % % * * * ** (% * *% = % = %(% *(% =(% * =**%(%(% *==(% D%C '!)E 4%F G"%*).% G"%*).% E$* BC * !@5

33 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# E* E* E* $.G '* *!(%HC !=*G%* I*@ #*"(%=* %-$#** #I* "%'(%** "-%'(%# #C(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #C+%%+(% *(% % ) #C*%* % #C9+(%(% %'+* *'#.5%+ # 9%% 9+% %:' =# 9+*%) % 9+:' * 000 I *J 9+:'* 9+(% = %K*@ * * :'000% 4 BC * !@55

34 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# 5.0..!* %%*(%* ! (% !** * !** * &*%% !*(%* %=.? !*%% %? ! ! ! !** *% *%* *(% !%% (%* * **..23. % !*(%* *%% * *% *%% *%%5(*: *%%% *%% *% *%* *%% *(%* % *% AB * !.3

35 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# *%**? *% *%* *(%* *% *% *(%* (% **(% *%* *(%* *(% * *%% * (% *%% * % 44.. ** 44.. % *? *(* *(%* * *%% *(%* % (%%9* *%% *(% *%% (% *(%* %9* *(%* *(%* * *(%*? *(%* %9*% %=? * %=? %=?( %=?( %=?( %=*( %=% AB * !3

36 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# *(%* (%(%: *%%% *%(% *% *%? *(%* *(%* *(%*? *% *%%%* *%*% *% !*(%* ***(% %= * %= %= * *% *%* *% !*(%* ** ! %=.* *%%*%%* &*%%.=%% &* &*%% &*%%4*= &*%% &*%% AB * !53

37 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# *(%* (% *(%* (%%(% %= *:* 0543 %* ** (% *%%(*: *%% *(%*? *.? & &*% * & (%? &*%% 5.0. &*%% !*% !*% ! % : *% !? *% % % !% ! AB * !43

38 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# * * ** (% ! *(% * *% !*C% ? % % ! ! &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% AB * !23

39 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &*%% &* * *:* ? % %?? %? *%?*?% %*(% &*%%%?: &* *!?*D%* &*%%& &*%%& &E *F8B? &*%%G%B %='G%B &? = &!I:%I? &*F8B? AB * !03

40 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# ?D%* H* #*"(%?* %-$F#** #H* "%'(%** "-%'(%# #B(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #B+%%+(% *(% % ) #B*%* % #B9+(%(% %'+* *'#.5%+ # (% %* 9%% 9+% %:'?# 9+*%) % 9+:' * 000 H *E 9+F:'* 9+(%? %J* * * :'000% AB * !33

41 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02#.! ! = !:% % ! !:% %%%(% * ! 9%(%353.04?*%=(% !%**'= ! =$ #*"(%=* %-$#** #@* "%'(%** "-%'(%# #B(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #B+%%+(% *(% % ) #B*%* % #B9+(%(% %'+* *'#.5%+ # (% A%* 9%% 9+% %:' =# 9+*%) % 9+:' * *D 9+:'* 9+(% = %E*A * * :'00C0% 4 F A! GB * !A..

42 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &(*(,8,---,8,---,8,---,8,--- &(* (& (& (& (& (& (& &(*( -8--& (8.00 (8.00 &&8&* ( & &&8&* (8.00 &&&& 8,-0 &8.. 8,-0 &8,*&.&&(.&&( &8--&&* ).&&( &&& **8,-, -(8,00 -,8.0(, -(80,,-0 0*8(,*- -8*.(,.(8(0*, &8.,0 (8(-&& -&8(&.., -8-,,- -8(.* &&8,(- &&&. *8(&*. &8*((,8(** &8&&0 &8*((.8-&.- &8*(( *8*&0 *8*&0 &8-((& (80-,( &&&- &(8( &.8&((0 &(8(*.0 ).( *8-..,( 8-( 8*..8-0,, )8.-*( &&&* **-&,(,( (-&(& (-&(&,(,(,( &&&( 80(-0 80(-0 80(-0 &&&, -(8.& *8*- (8((*0* -&8-0& -08*,-.8*-,( (8-0*-- &8(*,-&.8&&(0 8&0&, &&8.&.0 8. &8*00- :39 := :".&).)0&&.(-* 9& &

43 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &&&.,-0.,-0.,-0 &&&0 &8(-0 &8(-0 &8(-0 &&&&. ((8.-*,. &(80-0 &(80-0,8*(.,,,08,, &.8-*, 80 8((0 8(,& 80**0. &8,. )&8(,.( &&&&( (8.&,( &8,-, &8,-, (8,*-, 8(-- &8,-,,* &8.,.& &8.,.& &8.&-& -.00& &&&& &8.((( &8.((( &8.((( &&&&0 *8*-* (*- -8&,&- ).*.&.,&..&& 0& &8-&. &&,- )(&0, &&& *8-0( -80(&- *8-0(,-&& ).&,(-.&,(- -.-(.&,(- &&&. 8..(- -8,,0,& -8,,0,& 08.(*-& &.8..* -8,,0,& ((.& &8. &8..8,&,0-.8-*&(. &&&*,8,(,8,( &8,(,*,,8,(,8,( &8,(,*, &8,(,*, *8.(0 *8.(0 &&&, &..& &..& &..& &..& &..& &..& &..& :39 := :".&).)0&&.(-* 9 &

44 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &&&00 &*8(,.., 8(.,- 8(.,-.(80,. 0,8&.&,* &8-*. &80.,0 &8&,0-( -8,&-, *80.*. (&8- *08&.. && (& (& (& &&. &&8,-.- &80( &80( &&&8.0 &&8(-0( &80,*(,--,(.,,0(& &8.&, &8.&, &&- &8,.& 0& 0& &&8--0 &&8(*(& 0&.*0,.*0, (&. (&. &&( (8&000-8&0 (8&000-8&.*. 8(-( 8(-( 8,, )8(-( &&, 80( 80( (0, 80( 80( (0, (0, &8.0-, &8.0-, &&00.80*.80*.80* ).- &&& &080.,, -8( -8( -8&(-0 08*0. )&8&.- (80* &-8..- &&8,--&& (80* *8(-0* ).((. &&0 (8,0*. -.* -.*.80,00& (8,&-*. -.*.8.,..,.. 8,.-( )0 &&&& 8.0,. 8.0,. 8.0,. :39 := :".&).)0&&.(-* 9. &

45 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &&&.8(-*.8&.,.8(-* &,( )0-. &&&..8&,0-80,.(0-80,.(0 (8*,*,8.,&& -8&0 -., *8&*0* *800( ((-(& ((-(& &&&( &8.(.- &8.(.- &8.(.- &&&,.8((..8((..8((. &&&0 8-(- 8-(- 8-(- && &8*0,( &8-(.- &8*0,( -0,-,-.*- ),- &&00.8,(*0.8*0.- )&,.(-.8*0.- &,.(- &,.(-.-, &.&& (.80( *(8.00* (.8*-,- ) &8*--.8.&,*0.8*00&,8&-&* ).8&*0 &.& &.&- &8,-(-.8,.-&.8,.-& &8(&.& *8**.8,.-& &8(* &8.-0( &8.-0(.80-0* 8(-* :39 := :".&).)0&&.(-* 9- &

46 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &.&* *8*-*.8&.8.., (&8(&(. (&8.0*.8,0, 0- (&* **-&, -8,(,0( *8.&. *-. ).,00 &.&( &.&, &8&(**, &8,*0&, &8&(**, 8&, &8-(-, &8-(-, &8-(- )&8-(-, &.& -8-0(&( 8**,0 8**,0 8,*( (8**&0* 8**,0 8(.0- (8,.*- 8(.0- (8*-.0 )&* &.&0 8,&- &80-, 8,&- -0, &-(* &-(* &-( )&-(* &.&& &(80(,,*&,,*& &*80.-* &,8(,--,,*& 00(0* &.- (-.&- &8&00 (-.&- &.&&& *.& *.& *.& &.&& *-80&, -8,(0-8,( *8,0,, -8,(0 8&*0(.8.*,(.8.*,( 08*- &8.-0 &.&&. &.&00 8*(( 8*(( 8*(( :39 := :".&).)0&&.(-* 9* &

47 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &.&,,, & &.- *8(., &- &- -8,0* -8,0* )(* ((-.( *0-, &.( --**. --**. --**. &.0 &,,&-( &,.-&, &&(0& &&(0& &&,( )&&(0& &.&.(.(.( &.&& (- (- (- &.00 *(*, *(*, *(*, &..& &-8*-, 8-8- &.&80(,, &-,8&. (8*(. &&80*&. &8.0,,8-* 8 &*8&-..8&0& &...,8-&.&,8-&.&,8-&.& :39 := :".&).)0&&.(-* 9( &

48 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &..* &80**,0*,0* )-00, -00, -00, 00,0- &..00.-(..-(..-(. &-(. -(-0 -(-0 -(-0 0.(0 0.(0 0.(0 )0.(0 &-(&* * * * &-(& &8-,(& &8-,(& &8-,(& &-(&0 8*(-.-*-.-*- 8&- 8-- ) (0--( -(*( 0.0( &8..* 0(.- ).0& &-((,&.,&.,&. &*(.* &*(.* &*(.* )&*(.* &-(, &(00. &(00. &(00. &-(00.,...(.(.(.( -&&0 -&&0.(.( **.0 0&,* 0&,* )**.0 &-,. &((( &((( &((( :39 := :".&).)0&&.(-* 9, &

49 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &-,& &-,&( &80.( &8,( &80.(,& (,*, (,*, (- )(,*, &-,&,.8..,( 8*0( 8*0( )-,0&( -,0&( -,0&( 0*. &-,& &.-. &.-. &.-. &-, &8-,( &8-,( &8-,( &-,. &-,00 &8&*& &8.0&.& &8.0&.& &-. ( ( ( &-(,&,&,&,&,&,&,& &-0& :39 := :".&).)0&&.(-* 9 &

50 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &-000 &(& 8(, 8(, 8(, &(&- &8&*- &8-,- 8&-*&- 8&-*&- 8&-*&-.80*& (,-, (,-, &8-,-- &8-,-- &(&* *(- *(- *(- &(&0 &* &* &* &(&&.-&(.-&(.-&( &(&&-.0(,.-(,&.0(, 000-0*. -0*. -0*( )-0*. &(&&* -&8&00, (&8.&*- (&8.&*- (&8.&*- -&8,*&& &8*&,& &*800- &*8,&( &*8,&( (8,(( -*8*.(( &(&& 8,.& (8.*,,* (8.*,,* -80&,( 08(( (8.*,,* &8*0-* &8*0-* -8,(. -8,(. &(&& &8*,-( &8*,-( &8*,-( :39 := :".&).)0&&.(-* 90 &

51 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &(&00 *8*(. &(8- &(8-08&-,8--(. &(8-.8&0,.(8,*-.(8,*- & &*8&(.-( &(. -**0.00 -**0 &&.0 *, *, *(0 )*, &(& &*8,.,, &(8(--* &(8(--* -8-*,.8*&- &(8(--* &8,-,. &8**. &8**. 80(* (8.*-0 &(&* 8&*. &8* &8* &8*-- &8*-- &8.0 &0, &8(0, &8,&0-- &(&(.8.&0( &8,-0.8.&0( &8,0(- *(*, *(*, &8*.0-, )*(*, &(& &(00 (8.(0, ( -8-( -&8(. -,8*.0(.8-.--,8,0..-,* (8.(,- &-&8(0*0( &-8,8(. &(.& (8*-., *, *, -8*0,.,8,-., *, 80-*, 00,* 00,* 8-,,, )-,* &(. &8-( &8-( &8-( *. *. *. )*. &(.. *8((-* -8.,(. -8.,(. 08(.- &8*- -8.,(. &8,,. -80,&, -80,&, (.(( )*-, :39 := :".&).)0&&.(-* 9& &

52 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &(.* &8..( &8..( &8..( &(., 08*.(,8.( 08*.( 8-0&.,,&,,& &8,&0 ),,& &(.& &((. &((. &((. &(.&&,,-,,-,,- &(.& (8&,-- *8*- (8&,-- &8&,- ** ** ** )** &(.&- 8.&,,, &,8-*& 8.&,,, (8*0*, 80(.& 80(.& -8-..( )80(.& &(.&* 8(, &(- &(- 8-(, 8-(, &(- &(- &(- &(.&( -8-&- -8-&- -8-&- *-0 *-0 *-0 )*-0 &(.&, *80--& * * *8(.* *8(.* ),&*( 0.&*( -*&*,,.-& )0 &(.& &(8&.*, (-0,.*-,.*- &(8*.-* &(8,.,&& 0&&*,-*- &8-... &8-... ( ),,0 :39 := :".&).)0&&.(-* 9&& &

53 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &(.00.*8**(- 08&-* ,0-,. 08-0,8,.*(,*0-8*0. -8*0. &8-*(.* *8&,0 &(-00 (0 (0 (0 &((( &((& &8,-*,0 &8,-*,0 &8,-*,0 &8,-*,0 &((*,8,&,,0,8,&,,0,8,&,,0,8,&,,0 &((, &.8&.( &.8&.( &.8&.( &.8&.( &((00 &,& &8.( (8.*,( (8.*,( &8*-,, -8(0&0 (8.*,( 0- &8&(. &8&(. (8&-0& *8-0. &,&. *8&(&& 08.(* 08.(* 08.&0 &-8*&,0 08.(* &8-00 *8-, *8-, *8&-*.80* &,&( -8.0,, -..(( -..(( -8,(.-. -8,( (( -..(( -..(( :39 := :".&).)0&&.(-* 9& &

54 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,&, 08-,,. &(8--, &(8*-, &,8&,. &80 &(8*-,.,0 - &*8((( &*8((( &8,** &8-*-& &,&&..8&-&0-.*,0..*,0..8-**.8-**.& &0 --*0& &,&&( &*-8--&* 8& 8& &.8.**,- &*(8&--&* 8&.8& ** 8-.** *8,-& )(8..** &,&&,.8&.0- &.80&* &.80&* -8(,.( &,8-- &.80&* &8,.(- &8,.(- &8&** &8&** &,&&0 8*((0 8-(. 8*((0 & &-- &-- &-( )&-- &,& &(8&0& &8&, (8&* 0800 &80&(-0 &80&(-0,80&.-.,80&.-. &,&& -*0 -*0 -*0 &,& 8,0 &80&,,, 8,0 &-* )0-0- 0& 0- &,&. (80,,, (8-&00&,800,, (,(( (( (( (,&( -.- &,&- 8,,* (- (- 8,&&,* 8,&&,* (- (- (- :39 := :".&).)0&&.(-* 9&. &

55 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,&( &,&00-8(.- &8.(, &8.(,.-80,* *800&,( &8.(, &&80,0-8&*0* -8&*0* &800& (80 &,- &8*,& &8*,& &8*,& &,&& && && && &,&*.8.&(0( 8.&.*.8.&(0( &8-,,0,0 &8.0& ),0 &,&( *8,0&*( *8,0&*( *8,0&*( &, *( *( *( &,00.80(,, 8*&*&& -8&(,, 8-,- *00 *00 &8(-,(( ).00 &,.& (,-(.,(-,(- 0(, 0(,,(-,(-,(- &,.. &(0( &(0( &(0( :39 := :".&).)0&&.(-* 9&- &

56 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,.(.,8.,*,(.,8.,*,( *8(&-.,8.,*,(.,8.,*,( *8(&- *8(&-.8.-0(.8.-0( &,.00-80& -8--(, -8--(, 8.(, * -8--(, 8&-,( *8*&** *8*&**.(8,&-&.-8*0- &,-& &&08&,&&.8-&*.8-&* 08.&&-& & &(0-80* 8-( &08,,,00 8(*0 *(8,((. &*8&. &,- &.8*& &-08,&, &-08,&,.8-(-( &(8((&., &-08(.* (, &08.0 8&*& &.8*-0& &.8*-0& &,-- &8(&- &-( &-( &8**-&. &8,((,- &-(.0(.(...(.. &(& )&,, &,-( &8.-0., -8(.&& &8.-0., 08(. &8*-.(, &8*-.(,,8,&.( )&8*-.(, &,-&& 8&(-, &8-*(. &8-*(..8.,--.8(** &8-*(. -.,( &8*0... &8*0.....( )&,, &,-&-,8-&(,8-&(.8-,(0,8-&(,8-&(.8-,(0.8-,(0.800.*,.800.*, &,-&* **. **. **. &, *(0.8*,.-.-80*(0 8,.0& -8.(0( -8.(0( -8.(0*( )-8.(0( :39 := :".&).)0&&.(-* 9&* &

57 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,*,8(. (80(,8(. &0(* -0&* -0&* &-,-. )-0&* &,*. &8.*, &8.*, &80(. &8.*, &8.*, &80(. &80( &,*0 &8*- &8(& &8*- -(-.&(.&(.& ).&( &,*00 &*8.,0& &(8(0 &(8(0 08.-&-,8,( &&80(0.* -8(.,-.8,(,.-,8..(.0 &&80(0&. &,8((*, &.80-- &,( &*8.0-0 (&-,, &&8*( &*8(-,0 * (&-,,.(&,, &8(**- 8&,&0-8&-,. ),* &,(. &8,. ** 0-0 &8. &08,,0 0-0 &8&*0.0*-0 &8.&-00 &8.&-00 &,*0 )..-* &,(- &-80(-&(.* ( &&8,&, &*8*-&( ( -8*,*, &8*,0(( &8*,0((.8((0 )0*0(( &,(* &.8&, &&8&,- &.8&, 80&- )&8-,0- &8-,0- &8(-- &8-,0- &,(( 8-.-,( 8-.-,( 8-.-,( &,(00 &-80*&,. ((,.(-, &-8(0 &*8.&(-..(-, &8*.&* 0 (*& (*& &80.- )--&& :39 := :".&).)0&&.(-* 9&( &

58 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,,&,,, &,,- *&0&(.(-- *&0&( *( ),--,-- &*-.,-- &,& &8.*& &80( &&8(*,0 -,&0 &0 &0 (0, (-*& &,. &,.. &,.. &,.. &0&00 &80.. (-.*& & &-80&(& &80.. *8*,& &8.. 8(0&( 8(0&( *8-0&. )(. &0 -*-0 -*-0 -*-0 &0, 8-.( --(( 8-*& 8*& --((.&-& --((.0&(.0&(.(0(& **( & ,.*, 8,.*, (80*( (80*( 8,.*, 8,.*, 8,.*, &&-- *8-( &8-* &8-* 08(&0 (8-,.( &8-* 8*0,8(..&,8(..&.8--*&, 8-.0&0 &&-&& &8&(0 &8&(0 &8&(0 :39 := :".&).)0&&.(-* 9&, &

59 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &&&&00,-&,-&,-& &&&&.800(. &8(-0-0 &8,-.*.8.(, -8.0 &8,-.* 8(.&& *-( 80& 80& &8-&,( )&8** &&&.8(&&. (*-.8.*..8(&, (*- -8(0.- (* (.0 )&8,(* &&&. --8&..8*-0(.8.,.* -,8(&,.8*-0( 08*.-*.8*-0(.8-0&,.8-0&, 08.&&.* *,0 &&&00-8,..& -8&0-&& -8,..&,0 (0(0 (0(0,0 )(0(0 &&&., &.8.*, *8 *8* * 008-*&* *8*0-..8-*, *&-. &-8-,. &-8-,.,*8*,,&8.&&. &&&.00 8.(*., &8*-(. 8.(*., &8&*(...,,..,, &0* )..,, &&& (,00- -8(,00- &8-(.* &8-(.* -8,-- (*-( *8*- *80( &&&00 &&8*.. 8-&( 8-&( &-8&&(( 8..**& 8-&( &8-,-& -8,*0(-.8,- (8..*.8,- &&.& :39 := :".&).)0&&.(-* 9& &

60 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &&.. &.,8,*,8(.*(,8(.*( &-8-.(( &(-8((-,8(.*(..80*-* &8.(.0 &8.(.0-8( (8,&., &&.00-8,*.80-*& -8(*( -8&0*, (-80*--. -8(*( 8-(. &(,,8*-&-*,8*-&-* -8,(-( &(8*-. &&,&.,80*..(8&&0-.(8&&0-8(,(* --8(0,.(8&&0- *8(*.0 (8.,&- (8.,&-.*8.0.(* 08,-&( &&,*& 0(8*-0& 08,.0* 08,.0* -&8,*(&, &,8( 08,.0*,.8**0 &8,..- &8,..- &-*8*.(0,&80,.(& && &.& &.& &.& &&. 8-.( 8-.( 8-.( &( &( &( )&( &&-& *&.(-- *& * *& *& &*(. )*& &&*- (8,0. *8** (8,0. &80*- (0.0( (0.0( &8(-* )(0.0( &&, & &(- (&(( (&((.(00 )(&(( &&* &-,( &-,( &-,( :39 := :".&).)0&&.(-* 9&0 &

61 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &,* * * * &,00 (*, -&. -&.,& &8, -&. -0( -( -( &00 )-0,( &-&00-8,(&*.8.,& -8,(&* &8.* (-&( (-&(,(.- )(-&( &-.& 0*,- 0*,- 0*,- & &0* -...* *-,* *-,*.* )*-,* &-*&* *8* *8* *8* ) &-*00 &&8*.- -( -( 08--*-* &&8(& -( 8,&&. *,0& *,0& 8-(* )(* &*-( &*-00 :39 := :".&).)0&&.(-* 9 &

62 !" 2#" $" # "# 6 234# 5 4# %&+ %-+ %*+ %(+ %+ %0'(/+ %&+ %&&+ %&+ %&.+ %&-'&/&&/&+ %&*'-/0)&)&&+ %&('&*)&.+ %&,'&*)-+ %&'&()*+ &*-00 &(&, &(&, &(&, &(&, &(&, &(&, &(&,.8&8&,0( &8.8&-& &8-,8*(- 80*8&0- -8.,-8-&, &8.(-8(& (.08*,* *8-&- -.8*. (-(8*(.- (.8(- &8-,08&.&.08,-.( "93? +: %:A+"" "6 3" 3 "% = # " + 8B&.8B #%" +8 +=333##"! =6 6"3"6 +=3 34# #""36+ B&.8B #8 +?36 69 "34 3 6)3 4# 4#"!3 4# 5"3 ((C( 3 "3D4# A5" 4# E 6" 9"3" 3 5((C(-8 :39 := :".&).)0&&.(-* 9& &

63 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# ,(% , , %%* ! * =%*%5 * =%*% *(% !(% ! * !(%%(% ! (% =% *(% !9%?&@*'A !(%&9! !(%@*! !(%BC %8!(%BC , *8 *!!(%BC !(% )(% D, %! %% D D A (% A G! HC * 5.5..!G.

64 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# !CA &2 A & =&% %% "* I*G #*"(%* %-$@#** #I* "%'(%** "-%'(%# #C(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #C+%%+(% *(% % ) #C*%* % #C9+(%(% %'+* *'#.5%+ # (% G%* 9%% 9+% %:' # 9+*%) % 9+:' * 00J0 I *F 9+@:'* 9+(% %K*G * * :'00J0% 4 A G! HC * 5.5..!G

65 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# %*..3 % % *% % % = %*254 9 ** % * %% % * * % %* %* %* % (%* %*... %* %* %* %*.. %** % %** ?% %.4 %*% *.3 % %** % * %% % * % % * %*% % * % % * %% %* %** % *%%*% %* %*..53%* %* %* %* B? * [email protected]

66 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# %* % % %* % %* %*25 = %* %* %*: %* %* %* %* %* %* %* %* %* %* %* %* %* % % % %* B? * !@4

67 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# %*( % % % % %* %* %* %* %*= %* %* %* %* %* *%(%C* ?%!, $* ! (% ?%A%DE ) ?%?* ?%(% ?%F 5. ) ?%* % "A?(% G%* $% $ G%*? B? * !@54

68 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# G%* %,,DH%!A % $ C$.$ G%* G%* &?% %,9G %?%A,% H% E*@ #*"(%* %-$#** #E* "%'(%** "-%'(%# #?(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #?+%%+(% *(% % ) #?*%* % #?9+(%(% %'+* *'#.5%+ # 9%% 9+% %:' # 9+*%) % 9+:' * 00I0 E *C 9+:'* 9+(% %J*@ * * :'00I0% 4 B? * !@44

69 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02#. 5 &* &* &* &* &* &* &* &* & & & & & & &* !* !* 44 54!* ! ! -%* %# ! ! ! !**=: !* * !** *9% ,% AB * !?.2

70 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# ! C *= C *= % * % * % * % * % * % * B(% %$B(% B(% B(% B(% B(% D % =:.. 53 %"* AB * !?2

71 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# &* &* &* B(%% *: 5: B(%% *: 5: C *D52D &* &* &* * % * % * % * % * ! ! B AB * !?52

72 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02#..54 8' &* !* B(% &* !* *EC! & ?(% &* " & & &! &* AB * !?42

73 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# 44.0!* F*? #*"(%=* %-$C#** #F* "%'(%** "-%'(%# #B(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #B+%%+(% *(% % ) #B*%* % #B9+(%(% %'+* *'#.5%+ # (%?%* 9%% 9+% %:' =# 9+*%) % 9+:' * 000 F *G 9+C:'* 9+(% = %H*? * * :'000% AB * !?22

74 #! "# $% &'(% ) * # # # (%+ * %% %+* 9+ :' # % % -.# -# -5# -4# -2# -0# -# -/06# -.# -..# -.# -.5#! " 8 $% &'(% -.4/.6..6.# -.2/46...# -.0/.2.5#,* $% &'(% -.3/.24# -./.02# =% % *? #*"(%@* %-$A#** #* "%'(%** "-%'(%# #(%+%%" (%(% *'#.5%+-*(%# #+%%+(% *(% % ) #*%* % #9+(%(% %'+* *'#.5%+ # (%?%* 9%% 9+% 9+*%) % 9+:' * 00B0 *C 9+A:'* %D*? * * :'00B0% 4 E?! F * !?..

75 Mapa com Indicação de Custos Incorridos no Exercício respeitantes a Empréstimos Obtidos para Financiar Imobilizações MUNICÍPIO DE ALENQUER Ano de Caracterização do Empréstimo Nº. do Empréstimo Finalidade Contratado Capital Utilizado Taxa de Juro Inicial Actual Amortização Encargos do ano Juros Total Juros de Mora Encargos do ano vencidos e não pagos Dívida em de Janeiro de 2008 Dívida em 3 de Dezembro de 2008 Curto prazo -,00 0,00 - -,00,00,00,00,00,00,00 Total...,00 0,00,00,00,00,00,00,00,00 Médio e longo prazos 0039/000030/98/009 Abastecimento de Água (BEI) a) I , ,39,32500% 4,6850% 3 200,2 53,96 3 4,08,00,00 84,5 8 64, /000032/58/009 Desporto e Tempos livres (BEI) a) I 4 89, ,68,32500% 4,6850% 6 099,35 99,59 08,94,00, , , /000033/38/009 Escolas Ens. Básico e Secundário(BEI) a) I 86 39, ,80,32500% 4,6850% 042,2 3,0 8 3,82,00, , , /000034/8/009 Cultura,Desporto e T.Livres (BEI) a) I 82 30, ,65,32500% 4,6850% 6 09,28 0,55 86,83,00, , , 0039/000036/88/009 Reparação Prejuízos causados , ,86 4,2500% 3,98395% , , ,46,00, , ,3 I p/intempéries de 95/96 b) 0039/000036/88/ , ,95 4,5000% 5,2000% 23 56, , ,6,00, , 0 99,9 0039/00003/8/009 Viação Rural (BEI) a) I 6 868, ,35,32500% 4,2440% 9 408,05 663,8 0,23,00, , , /000035/98/009 Águas Residuais (BEI) a) I , ,6,32500% 4,2440% 33 94, , ,98,00, ,49, /000039/28/009 Mercados e Feiras (BEI) a) I 42 64, ,23,500% 4,6850% 3 06,42 095,5 4,5,00, , , /00003/68/009 Águas Residuais (BEI) a) I 2 6,64 2 6,64,500% 4,6850% 5 359,3 5 56, ,29,00, , , /000038/48/009 Viação Rural (BEI) a) I 40 3, ,85,500% 4,6850% 9 924, ,0 3 52,30,00, , ,3 905/00006/98/009 Reparação Prejuízos causados , ,98 3,6600% 2,68% ,59 583, ,56,00, , ,3 I p/intempéries de Novembro/2000 c) 905/00006/98/ , ,40 5,02500% 4,8200% 83 45,96 5, ,38,00, , , /8329 Aquisição da Qtª. do Rolim e Soisos N , ,00 3,400% 4,9800% 4 04, , 8 98,20,00, , , /8889/283/000 Saneamento Básico - Despoluição das Bacias Hidrográficas da Ribeira de Alenquer e dos Rios de Ota e Grande da N 2 4,00 2 4,00 2,89900% 5,40900% 2 03, , ,4,00, , ,4 Pipa 0095/8889/283/0002 Construção de um Pavilhão Desportivo N Municipal 6 50, ,00 2,59000% 5,43200% , , ,2,00, , ,3 905/00204/38/009 Construção da Via de Ligação da Rotunda Norte de Alenquer à Carapinha N 86 9, ,00 3,6333% 5,0300% 3 3,44 4 6, 2 280,55,00, , , Construção da Via de Acesso da Zona do Brandão ao CM 523, no C.Juncal Construção da EB de Meca Parque N 64 89, ,00 3,54000% 4,28600%, , ,59,00, , ,00 Urbano da Romeira Construção do Complexo Escolar de Paredes d) I 43 65, ,00 3,54000% 4,28600%,00 66,03 66,03,00, , , Parque Urbano da Romeira Pavilhão Desportivo Municipal Vias Municipais N , ,4 4,65500% 4,85800% 42 22, 35 58, ,85,00, ,4 2 28,64 Total , , , , ,56,00, , ,45 Limite de endividamento ,03 I - Isento do limite de endividamento N - Não isento do limite de endividame O Responsável pelos Serviços, a) Lei nº.42/98, de 6 de Agosto - artº. 32º., na redacção dada p/artº.28º. da LOE/2000 b) Lei nº.0-b/96, de 26 de Março - nº.2 do artº. 22º. c) Lei nº.2-a/200, de 8 de Fevereiro - artº. 4º. d) Lei nº.60-a/2005, de 30 de Dezembro (OE) - nº. do artº. 33º.

76 IMOBILIZAÇÕES IMPLANTADAS EM PROPRIEDADE ALHEIA MUNICIPIO DE ALENQUER ETAR S ETAR de Atouguia ETAR de de Fiandal ETAR de Carregado ANO EE da Rede de Saneamento EE de Guizanderia EE de Cheganças Reservatórios e EE da Rede de Abastecimento de água Reservatório de Albarróis Reservatório de Canados EE/Reservatório de Casais Pedreira do Lima EE/Reservatório de Cossoaria EE do Fiandal Reservatório da Gataria EE/Reservatório do Olhalvo EE/Reservatório de Penafirme da Mata EE/Reservatório de Santana Reservatório de Surraipas EE/Reservatório de Vale Figueiras EE/Reservatório de Venda Nova EE/Reservatório de Casal Pinheiro Reservatório de Ota EE/Reservatório da Casais Galegos EE de Freixial de Cima Reservatório da Merceana EE/Reservatório de Vale Benfeito (novo) EE/Reservatório de Vale Benfeito EE/Reservatório de Vila Chã EE/Reservatório de Alconchel Reservatório do Camarnal EE/Reservatório de Cheganças EE/Reservatório da Quinta dos Arcos Reservatório da Quinta de São Clemente EE/Reservatório da Quinta de Santa Teresa EE/Reservatório de Casais Brancos EE/Reservatório de Fonte Pipa Reservatório da Labrugeira EE/Reservatório de Quentes EE/Reservatório de Quinta da Vassala Reservatório do Chorão PÁGINA de

77 BENS EM REGIME DE LOCAÇÃO FINANCEIRA MUNICIPIO DE ALENQUER Ano.: 2008 OR. Nº Ficha Bem Designação do Bem Conta do Imobilizado Entidade Locatária Nº do Contrato Valor do Contrato Movimento Financeiro no Exercício Obs. 828 Veículo ligeiro de passageiros a gasóleo c/mais de 500 até 200 ci 424 Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, CRL , ,9

78 PÁGINA de 4 RELAÇÃO DE BENS DE IMOBILIZADO NÃO VALORIZADOS/ARROLADOS MUNICIPIO DE ALENQUER ANO EDIFÍCIOS Escola de Estribeiros Escola de Cabanas do chão Escola de Atouguia Escola de Abrigada ABRIGADA ALDEIA GALEGA DA MERCEANA EDIFÍCIOS Escola de Aldeia Galega Escola de Merceana Escola de Paiol Escola do Casais Brancos Escola de Arneiro TERRENOS Terreno Quinta do Anjo - Reservatório de Paiol Terreno Captação de águas Terreno Captação de águas Terreno Aldeia Galega EDIFÍCIOS Escola de Montegil TERRENOS Terreno Povoação da Mata Terreno Rústico ALDEIA GAVINHA CABANAS DE TORRES EDIFÍCIOS Escola de Cabanas de Torres Pré-Primário de Cabanas de Torres EDIFÍCIOS Escola de Cadafais Lavadouro público - Cadafais Escola dos Casais Marmeleira CADAFAIS TERRENOS CARREGADO Terreno p/ equipamento na Guizanderia

79 PÁGINA 2 de 4 RELAÇÃO DE BENS DE IMOBILIZADO NÃO VALORIZADOS/ARROLADOS MUNICIPIO DE ALENQUER MECA EDIFÍCIOS Escola de Meca TERRENOS Terreno limites de Canados Terreno rústico - Fiandal Terreno rústico - Baldio da Cassoaria Terreno rústico - Rio Terreno rústico - Cova da Égua Terreno rústico - Fiandal ANO EDIFÍCIOS Escola de Olhalvo TERRENOS Terreno p/ lavadouro público Terreno rústico - Surraipas EDIFÍCIOS Edifício Balneário e Lavadouro TERRENOS Terreno rústico - Vale Cortiço OLHALVO OTA PEREIRO PALHACANA EDIFÍCIOS Escola de Pereiro Palhacana Escola de Ribafria Escola de Ribafria Pré - Primária de Pereiro Palhacana TERRENOS Terreno rústico - Baldio Terreno rústico - Cabeço da Fonte Terreno rústico - Baldio Terreno rústico - Baldio Terreno Lavadouros Públicos de Bonvizinho

80 PÁGINA 3 de 4 RELAÇÃO DE BENS DE IMOBILIZADO NÃO VALORIZADOS/ARROLADOS MUNICIPIO DE ALENQUER SANTANA CARNOTA EDIFÍCIOS Escola de Santana Escola de Eiras Escola de Pipa Pré - Primária de Santana TERRENOS Terreno rústico - Baldio Terreno rústico - Baldio Terreno rústico - Baldio Terreno rústico - Casinhola Terreno rústico - Olhais Terreno rústico - Olhais Terreno rústico - Orzido Terreno rústico - Baldio Serra da Isabel Terreno p/ fins sociais SANTO ESTEVÃO EDIFÍCIOS Edifício Paços de Concelho Edifício destinado a prisão - GNR Edifício - Museu Edifício - Rádio + Junta Freguesia Sentinas Púb. e Balneário - R.Pero Alenquer Edifício Habitação - R. Mª Milne Carmo Escola Primária Torre - Passinha Casa Habitação Esq. - B.Angra Heroísmo Casa Habitação Dtº - B.Angra Heroísmo Prédio Urbano nº25 - R.Mª Milne Carmo TERRENOS Terreno Qtª Provença - Casais Novos Terreno p/ depósito de água - Paredes Terreno p/ depósitos Vila Alta Alenquer Terreno p/ caminho acesso - Costa Terreno - Paredes Terreno - Cadoiço Terreno - Castelo ANO

81 PÁGINA 4 de 4 RELAÇÃO DE BENS DE IMOBILIZADO NÃO VALORIZADOS/ARROLADOS MUNICIPIO DE ALENQUER TRIANA EDIFÍCIOS Edifício - Mercado Municipal Escola Primária do Camarnal Escola Primária de Pancas Casa de Chá - Jardim Municipal Sentinas Públicas - Santa Catarina Complexo Piscinas Municipais Escola Albarróis Edifício - Lg. Dr. Teófilo Barga TERRENOS Terreno "Vale Banho Velho" ou "Balneário" Terreno - Serra de Ota Terreno - Fontaínhas Terreno - Forca Terreno p/ depósitos Vila Alta Alenquer Terreno - Mata VENTOSA EDIFÍCIOS Escola de Cortegana Escola de Labrugeira Escola de Vila Chã Escola de Penafirme da Mata Escola de Cortegana TERRENOS Terreno sito Labrugeira Terreno sito Labrugeira Terreno denominado "Horta" Terreno sito Labrugeira p/ edifício escolar ANO VILA VERDE FRANCOS EDIFÍCIOS Escola de Vila Verde Francos TERRENOS Terreno rústico - Algarves Terreno rústico - Pinhal Terreno rústico - Carriça Terreno rústico - Casal do Prior Terreno rústico - Fonte Terreno rústico - Coxos Terreno rústico - Fonte Sato Terreno rústico - Sesmarias Terreno rústico - Baldio

82 PÁGINA de RELAÇÃO DE BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO NÃO AMORTIZÁVEIS MUNICIPIO DE ALENQUER ANO Nº BEM CLS PAT DESCRIÇÃO DATA AQUIS. VALOR AQUI ,00 TOTAL 0,00

83 MAPA DAS PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS MUNICIPIO DE ALENQUER OR DESIGNAÇÃO Resioeste-Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S. A 2 Águas do Oeste, S. A ENTIDADE PARTICIPADA PARCELA DE CAPITAIS PRÓPRIOS RESULTADO DO SEDE CAPITAL DETIDA DA ENTIDADE ÚLTIMO EXERCICIO Av. dos Bombeiros, n.º3 - º Cadaval , , ,00 Convento de S. Miguel das Gaeiras Gaeiras.02.60, , ,00 Ano de 2008 OBSERVAÇÕES

84 Titulos Negociáveis e Outras Aplicações de Tesouraria 8.2. MUNICIPIO DE ALENQUER Ano.: 2008 Descrição do activo Entidade devedora Valor em de Janeiro Valor em 3 de Dezembro Valor nominal Valor de mercado Valor nominal Valor de Mercado Rendimento Vencido e cobrado Vencido por cobrar Observações A médio e longo prazos Caixa Crédito Agrícola Mutuo Alenquer 24,94 24,94 Total 24,94 24,94

85 Câmara Municipal de Alenquer Ano: 2008 Unidade: Euros Contas Contas de Ordem SALDO GERÊNCIA ANTERIOR MOVIMENTO ANUAL SALDO GERÊNCIA SEGUINTE Código Designacão Devedor Credor Devedor Credor Devedor Credor Garantias e Cauções 093 Garantias e Cauções de Terceiros 0932 Garantias e Cauções de Terceiros, Prestadas , ,55.348, Prestadas por Fornecedores de c/c Prestadas por Fornecedores de Imobilizado 50.68, , , Prestadas por Outros Credores 55.6,2 55.6, Garantias e Cauções de Terceiros, Devolvidas 3.989, , Devolvidas a Fornecedores de c/c Devolvidas a Fornecedores de Imobilizado 3.94, 3.94, Devolvidas a Outros Credores 4,68 4, Garantias e Cauções de Terceiros, Accionadas Accionadas a Fornecedores de c/c Accionadas a Fornecedores de Imobilizado Accionadas a Outros Credores Total de Garantias e Cauções , , , ,92 Recibos para Cobrança 092 Recibos para Cobrança (Receita virtual) 092 À responsabilidade do Tesoureiro ,36 448,92 25, , À responsabilidade de Outros Agentes Total de Recibos para Cobrança ,36 448,92 25, ,0 Total ,8 5.4,4 4.04, ,02

86 Câmara Municipal de Alenquer Ano: 2008 Desdobramento das Contas de Provisões Acumuladas Unidade: Euros Contas Saldo Inicial Aumento Reducao Saldo Final 9 Provisões para Aplicações de Tesouraria 0,00 0,00 0,00 0,00 29 Provisões para Cobranças Duvidosas ,8 0,00 25, , Provisões para Riscos e Encargos 0,00 0,00 0,00 0,00 39 Provisões para Depreciação de Existências 0,00 0,00 0,00 0,00 49 Provisões para Investimentos Financeiros 0,00 0,00 0,00 0,00

87 CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER MOVIMENTOS OCORRIDOS NO EXERCÍCIO DE 2008 NAS CONTAS DA CLASSE 5 - FUNDO PATRIMONIAL ( / POCAL) Ano de 2008 CONTA MOVIMENTO DATA VALOR JUSTIFICAÇÃO/EXPLICITAÇÃO 5 L ,92 Aplicação de resultados do exercício de L ,92 Aplicação de resultados do exercício de L ,25 Correcções ao exercício anterior 55 L ,3 Correcções ao exercício anterior 56 L ,99 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,00 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,44 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,39 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,00 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,00 Bens doados pelos estabelecimentos de ensino 56 L ,08 Bens do projecto Oeste Digital - Associação de Municípios do Oeste L ,92 Aplicação de resultados do exercício de L ,92 Aplicação de resultados do exercício de L ,55 Bens imóveis que concluiram os seus processos de regularização em L ,45 Valorização de imobilizado de anos anteriores - Cemitério Alenquer/Carregado L ,54 Amortizações acumuladas de imobilizado de anos anteriores L ,90 Valorização de imobilizado de anos anteriores - Vias rodoviárias Municipais L ,54 Valorização de imobilizado de anos anteriores - Largo da sãozinha L ,42 Amortizações acumuladas de imobilizado de anos anteriores L ,20 Correcções ao exercício anterior L ,0 Correcções ao exercício anterior L ,00 Correcções ao exercício anterior L ,66 Correcções ao exercício anterior L ,00 Correcções ao exercício anterior L , Correcções ao exercício anterior L ,9 Correcções ao exercício anterior L ,24 Correcções ao exercício anterior L ,00 Correcções ao exercício anterior L ,4 Correcções ao exercício anterior L ,22 Correcções ao exercício anterior L ,08 Correcções ao exercício anterior L ,94 Correcções ao exercício anterior L ,96 Correcções ao exercício anterior L ,88 Correcções ao exercício anterior Página de

88 Demonstração do custo das Mercarias Vendidas e das Matérias Consumidas Câmara Municipal de Alenquer (designação da autarquia local) Movimentos Mercadorias Existências Iniciais 0,00 Compras 0,00 Regularizações de existências 0,00 Existências finais 0,00 Custos no Exercício Ano: 2008 (unidade:eur) Matérias-primas subsidiárias e de consumo , ,29 0, , ,38

89 Câmara Municipal de Alenquer Ano: 2008 Demonstração da Variação da Produção Unidade: Euros Movimentos Produtos acabados e intermédios Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos Produtos e trabalhos em curso Existências Finais 33 0, , ,00 Regularizações de Existências 383 0, ,00 Existências Iniciais 33 0, , ,00 Aumento/Redução no Exercício 0,00 0,00 0,00 Pag. de

90 Câmara Municipal de Alenquer Demonstração de resultados financeiros Ano: 2008 Código das Contas Custos e Perdas 2008 Exercícios Código Proveitos e Ganhos Exercícios das 200 Contas Juros suportados , ,2 8 Juros obtidos , , Perdas em entidades participadas 0,00 0,00 82 Ganhos em entidades participadas 0,00 0, Amortizações de investimentos em imóveis 0,00 0,00 83 Rendimentos de imóveis ,00 0, Provisões para aplicações financeiras 0,00 0,00 84 Rendimentos de participações de capital 5.936,85 0, Diferenças de câmbio desfavoráveis 0,00 0,00 85 Diferenças de câmbio favoráveis 0,00 0,00 68 Perdas na alienação de aplicações de tesouraria 0,00 0,00 86 Descontos de pronto pagamento obtidos 0,00 0, Outros custos e perdas financeiros 43,06 29,98 8 Ganhos na alienação de aplicações de tesouraria 0,00 0,00 Resultados Financeiros , ,8 88 Outros proveitos e ganhos financeiros 0,00 0, , , , ,23 Pag. de

91 Câmara Municipal de Alenquer Demonstração dos Resultados Extraordinários Ano: 2008 Código das Contas Custos e Perdas 2008 Exercícios Código Proveitos e Ganhos Exercícios das 200 Contas Transferências de capital concedidas , ,02 9 Restituições de impostos 0, , Dívidas incobráveis 0,00 0,00 92 Recuperação de dívidas 0,00 0, Perdas em existências 0,00 0,00 93 Ganhos em existências 0,00 0, Perdas em imobilizações 4.6,64 906,29 94 Ganhos em imobilizações.863, , Multas e Penalidades.08,9 249,40 95 Benefícios de penalidades contratuais 2.58,36 89.,5 696 Aumentos de amortizações e de provisões 0,00 0,00 96 Reduções de amortizações e de provisões 25,8 3,0 69 Correcções relativas a exercícios anteriores 9.8, ,8 9 Correcções relativas a exercícios anteriores , , Outros custos e perdas extraordinárias 26.3, ,4 98 Outros proveitos e ganhos extraordinários , ,49 Resultados extraordinários , , , , , ,98 Pag. de

92 RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO ECONÓMICO DE 2008 Administração Municipal Obras Municipais Desenvolvimento Económico e Abastecimento Publico Educação Cultura, Desporto e Tempos Livres Acção Social Saúde Ambiente Protecção Civil Agricultura e Actividades Cinegéticas Juventude

93 Administração Municipal O presente documento é o último, do estilo, que o signatário apresenta à apreciação dos senhores vereadores e deputados municipais, enquanto primeiro responsável pelos destinos do Município de Alenquer. É por isso um instrumento que deixa no espírito alguma nostalgia mas ao mesmo tempo cimenta a convicção de que se cumpre o devir que gere as vivências humanas, isto é, outros virão, já no ano de 200, satisfazer esta obrigação legal e moral de quem deve prestar contas à comunidade que serve. Aos vindouros, deixa-se desde já um voto de inquestionáveis êxitos porque a serem alcançados estarão a manter o nosso concelho na senda do progresso e do desenvolvimento foi mais um ano marcado pela quebra significativa das receitas de capital provenientes dos fundos comunitários, com consequentes reflexos na execução do Plano Plurianual de Investimentos, especialmente devido ao final do QCA III, que ocorreu no final de 200, e ainda devido ao facto de o QREN não se ter iniciado, contrariamente ao que era suposto. Este atraso no inicio do QREN teve óbvias e directas implicações na execução de diversos projectos que foram obrigatoriamente retardados por falta de financiamento comunitário. Criteriosamente, num contexto de atenuação do investimento público, a Autarquia orientou a sua intervenção para a preparação de projectos que vão ser enquadrados no quadro comunitário, sob a sigla QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional. Os projectos estrategicamente relevantes para o Município de Alenquer têm vindo a ser criteriosamente elaborados para que, numa primeira linha, venham a ser candidatados ao QREN. Pela análise das Contas do Exercício de 2008, poder-se-à concluir que, apesar das dificuldades que assolam as finanças das Autarquias Locais e da Administração Pública, o Executivo Municipal soube garantir a estabilidade financeira da Câmara Municipal, conforme se demonstrará. Pesem as extrapolações que se configuram nas páginas seguintes, abordar-se-ão alguns aspectos que, pela sua pertinência merecem relevo. É o caso da conclusão do Centro Escolar das Paredes, uma obra que orgulha os alenquerenses o mesmo sucedendo, aliás, com o Pavilhão Desportivo Municipal inaugurado a 25 de Abril de 2008, com os arranjos introduzidos na antiga Horta d el Rei Romeira e 2

94 espaço fronteiro às piscinas municipais que se traduziram numa significativa melhoria visual, ambiental entre outros. Nota-se como positivo o avanço verificado ao nível das novas tecnologias, quer se analise pelo prisma da modernização administrativa quer ainda no que concerne ao site do Município. Também se anota a abertura das novas instalações municipais sitas na Quinta do Rolim/Barnabé o que viabilizou a concentração dos seguintes serviços: pessoal, gabinetes técnicos encarregues da elaboração/execução de projectos de obras a efectuar por administração directa e fiscalização, das empreitadas adjudicadas a empresas exteriores e Protecção Civil Municipal. Outro registo que importa avocar é o que se prende com as medidas compensatórias pela deslocalização do NAL Novo Aeroporto de Lisboa, de Ota para Alcochete, anunciada em 0 de Janeiro. Foram desenvolvidas múltiplas reuniões de trabalho, com membros do Governo, Institutos, Direcções Gerais e outros, cujas matrizes apontaram para a concretização de investimentos no concelho em áreas tão variadas segurança, desenvolvimento económico, acessibilidades, competitividade territorial, educação, património, ambiente, ruralidade e outros. Trata-se de um conjunto de mais valias cuja evolução depende da aprovação de projectos e de negociações com a tutela, com a Comunidade Intermunicipal do Oeste e com terceiros. A actividade que se manteve nesta área irá dar frutos a curto/médio prazo. Ainda no item anterior quer deixar-se o registo de que: foram desenvolvidas diligências que culminaram com a assinatura de contratos (firmados pela administração central) cuja finalidade é a de criar condições para retirar o trânsito automóvel ocasional de dentro do Carregado foi encetado o processo de análise do terreno para a instalação do destacamento da GNR nas antigas instalações do IVV sitas entre Alenquer e o Carregado desenvolveu-se o projecto para a construção da variante Paredes/Carregado, visando aliviar o tráfego rodoviário que entope literalmente o IC no troço que liga as duas vilas do concelho em horas de ponta. Também no que concerne à EN 9 via que liga Alenquer à Merceana - se desenvolveram contactos com a administração central no intuito se de encontrar uma alternativa capaz de servir as populações do interior do concelho. Regista-se o salto significativo que se operou nos mapas do pessoal com a passagem dos trabalhadores dos estabelecimentos de ensino para a Câmara um aumento de activos na ordem dos 2% fazendo notar que este facto alterou dramaticamente os sistemas de controlo e gestão, todavia sem incidências de maior já que os serviços se mostraram à altura dos desafios colocados. 3

95 Não se pode deixar de referenciar a franca evolução no que tange às obras de saneamento básico. Cerca de 85% da população beneficia deste bem de primeira necessidade ambiental e de qualidade de vida. No contexto do QREN foram elaboradas candidaturas pela ADA Aguas de Alenquer AS para a construção de 20 quilómetros de colectores o que se traduzirá num serviço que contemplará 90% dos habitantes e empresas concelhios. Freguesias O relacionamento com as juntas de freguesia pautou-se pela normalidade e respeito institucional. Manteve-se o nível de financiamento que provinha dos anos anteriores e procurou-se fazer interagir as autarquias no âmbito das suas competências e atribuições de modo a optimizar-se as finanças e objectivos comuns, numa perspectiva de rentabilização económica. As Juntas de Freguesia vêm enfrentando, ano-após-ano, novos desafios no que respeita à sua actividade administrativa pelo que se manteve o apoio de técnicos municipais nas áreas de contabilidade e jurídica. Assembleia Municipal Relativamente ao órgão Assembleia Municipal a disponibilidade encontrada foi absolutamente irrepreensível pelo que é jus deixar-se uma nota a relevar o facto. Registou-se os seus contributos em defesa da causa pública e procurou-se da parte da Câmara corresponder de igual modo, já que move a convicção de tal facto redundaria em prol dos munícipes. ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Acompanhamento do Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e do Vale do Tejo O Acompanhamento do PROTOVT foi efectuado através da apreciação dos diversos documentos que foram sendo colocados à Comissão de Acompanhamento, tendo sido efectuado um conjunto de pareceres sobre o assunto. O PROTOVT foi aprovado pela CA e sujeito a discussão pública, aguardando se a sua publicação, encontrando se agora em fase de concertação de normas transitórias entre Governo e Câmaras Municipais, tendo também o Gabinete elaborado uma nota técnica sobre esta matéria. 4

96 Apreciação da Revisão do Regime da Reserva Agrícola Nacional A convite expresso da Associação Nacional de Municípios, a CM de Alenquer participou através do signatário na apreciação do novo Regime da RAN, entretanto publicado já no decurso do ano de Estudos de Impacte Ambiental Linha de Alta Velocidade de Lisboa Porto Troços C e D/C Emissão de pareceres diversos com posição da CM DIA proferida ao troço C, aguarda se DIA ao troço D/C. Alteração da Rede Nacional de Transporte das Linhas Eléctricas de Muito Alta e Alta Tensão Efectuadas reuniões com a REN, S.A. aguarda se proposta de EIA. Itinerário Complementar 2 e Acessos à Rede Local Efectuadas diversas reuniões de concertação de viabilidade de traçados com EP, CM da Azambuja e CM de Vila Franca de Xira. Planos Municipais de Ordenamento do Território Plano Director Municipal (Revisão) Concluída Reformulação dos Estudos Concluído Documento de Estratégia, Recepcionados pareceres aos Estudos e Estratégica Concluída e aprovada ª fase da Avaliação Ambiental Estratégica. Planos de Pormenor Iniciados dois Planos de Pormenor de promoção camarária (Plano de Pormenor do Núcleo Central do Carregado e Plano de Pormenor do Carregado Este), e um de iniciativa privada, objecto de contrato para Planeamento (Plano de Pormenor da Quinta da Puceteira) Programa de Acção Territorial da Porta Norte de Lisboa Concluída pela equipa Estudos de Caracterização e Diagnóstico, os quais foram objecto de parecer. 5

97 Fundos Comunitários Obrrass Municipai iss QREN (Plano de Acção ) No âmbito do novo Quadro Comunitário, o ano de 2008, caracterizou-se pelo início ao acesso dos tão esperados fundos comunitários. No decurso do ano de 2008, efectuaram-se várias candidaturas ao Mais Centro (Programa Operacional Regional do Centro), no intuito de enquadrar os projectos em carteira do Município, com as tipologias abrangentes nos sucessivos avisos de concurso. Os projectos objecto de candidatura submetidos ao Mais Centro e aprovados são: Eixo 3 Requalificação da Rede Escolar do.º Ciclo do Ensino Básico e Pré-Escolar: Centro Escolar do Carregado, com um investimento total previsto de ,80, dos quais são comparticipados pelos fundos comunitários ,90 Centro Escolar de Vila Verde dos Francos, com um investimento total previsto de ,50, dos quais são comparticipados pelos fundos comunitários ,4 Centro Escolar de Cabanas de Torres, com um investimento total previsto de ,00, dos quais são comparticipados pelos fundos comunitários ,20 Centro Escolar de Santana da Carnota, com um investimento total previsto de.9.930,5, dos quais são comparticipados pelos fundos comunitários ,65 6

98 Os projectos objecto de candidatura submetidos ao Mais Centro e que aguardam decisão de aprovação são os seguintes: Eixo 2 Parcerias para a Regeneração Urbana: Programa de Valorização Urbana do Pólo Educativo e Desportivo de Paredes, com um investimento previsto de ,00, dos quais são financiados em 0% pelos fundos comunitários. De todas as candidaturas efectuadas no ano de 2008, houve duas candidaturas submetidas ao Mais Centro que foram objecto de não aprovação, por parte da entidade gestora operacional do Centro, nomeadamente, o Centro Escolar de Ota e o projecto da Agenda XXI local. Outra iniciativa desenvolvida no âmbito na preservação e conservação de recursos naturais existentes na área territorial envolvente à Serra de Montejunto, teve como objectivo a realização de uma candidatura ao programa LIFE+ ( ), em parceria com várias entidades (Câmara Municipal do Cadaval, Ambiodiv Valor Natural, Lda., Autoridade Florestal Nacional, Parque Eólico do Planalto, S.A., Forest Trends Business and Biodiversity Offset Program (BBOP), Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade e Silvicaima Sociedade Silvícola do Caima, S.A.), sendo a Câmara Municipal de Alenquer o elemento coordenador do projecto em causa. Em termos globais, financeiramente o projecto terá um investimento elegível de ,00, dos quais 49,6% serão financiados a fundo perdido, no valor de ,00. Deste valor caberá ao Município de Alenquer a contribuição financeira de ,52. O projecto encontra-se em fase de aprovação pela Comissão Europeia.

99 QCA III ( ) Findo o III Quadro Comunitário de Apoio, o ano de 2008, reflectiu-se na conclusão física e financeira do único projecto aprovado ainda por concluir no âmbito deste Quadro, o Complexo Escolar das Paredes - Alenquer, o qual foi objecto de uma reprogramação financeira e temporal, no intuito de aumentar o valor de investimento elegível inicial da candidatura, obtendo-se assim um acréscimo de 3%, que em termos absolutos corresponderam a mais (com a introdução de despesas de investimento relativas ao apetrechamento daquela infra-estrutura pública), atingindo-se assim, em termos médios, uma taxa de execução de 00%. Nome do Projecto Investimento Elegível Investimento Total Taxa Execução (%) Complexo Escolar das Paredes - Alenquer 5..52, ,38 00% OBRAS POR ADMINISTRAÇÃO DIRECTA Como anteriormente, já referimos, o Departamento de Fomento e Serviços Urbanos é por excelência, aquele que mais contribui com o fornecimento e prestação de bens e serviços aos mais diversos níveis da estrutura hierárquica funcional da Câmara Municipal de Alenquer. O presente capítulo permite analisar as várias componentes de despesa de investimento, de uma forma orgânica (por divisão e sectores), que compõem o Departamento de Fomento e Serviços Urbanos. Todo o seu investimento reflecte-se, de uma forma directa ao nível interno (com a prestação de serviços para o regular funcionamento orgânico dos serviços), e externo (com a provisão e realização de bens e infra-estruturas de carácter púbico). O Departamento de Fomento e Serviços Urbanos é uma unidade de gestão da actividade da Câmara Municipal, composta por três divisões orgânicas (Obras Municipais Equipamentos e 8

100 Oficinas Serviços Urbanos e do Ambiente), das quais dependem vários sectores com áreas de actividade bem distintas, de acordo com a sua própria orgânica. Quadro de Investimento Ano 2008 DIVISÃO SECTOR VALOR Sector de Rede Viária 82.63,3 DOM Sector de Construção Civil 28.26,9 Sector de Águas e Esgotos 32.3,20 Sub-total ,52 Sector de Equipamentos Eléctricos e Electromecânicos 2.64,6 Sector de Oficinas de Reparação Auto 46.85, Sector de Oficinas de Electricidade 6.9,5 DEO Sector de Oficinas de Pintura 9.30,5 Sector de Parque Auto e Gestão de Viaturas e Máquinas ,96 Sector de Oficinas de Serralharia 5.909,82 Sector de Oficinas de Carpintaria 2.246,96 Sector de Oficinas de Artefactos de Cimento 8.988,4 Sub-total ,29 Sector de Higiene e Limpeza Pública ,45 Sector de Cemitérios.698,09 DSUA Sector de Jardins e Zonas Verdes 4.62,25 Sector de Mercados e Feiras 33.60,36 Sector de Toponímia e Trânsito 36., Sector de Protecção Ambiental.934,30 Sub-total ,6 Total ,9 9

101 Gráficos de Investimento Ano 2008 (Por Sector) Divisão de Obras Municipais 28.26,9 32.3, ,3 Sector de Rede Viária Sector de Construção Civil Sector de Águas e Esgotos Divisão Equipamentos e Oficinas Sector Equipamentos Eléctricos e Electromecânicos Sector de Oficinas de , , , ,4 2.64, , 6.9,5 9.30,5 Reparação Auto Sector de Oficinas de Electricidade Sector de Oficinas de Pintura Sector de Parque Auto e Gestão de Viaturas e Máquinas Sector de Oficinas de Serralharia Sector de Oficinas de Carpintaria Sector de Oficinas de Artefactos de Cimento 0

102 Divisão de Serviços Urbanos e do Ambiente 33.60,36 36.,.934,30 Sector de Higiene e Limpeza Pública Sector de Cemitérios 4.62,25.698, ,45 Sector de Jardins e Zonas Verdes Sector de Mercados e Feiras Sector de Toponímia e Trânsito Sector de Protecção Ambiental

103 Gráfico de Investimento Ano 2008 (Por Divisão) Investimento Por D ivisão Ano , ,6 % 29% D.O.M D.E.O ,29 54% D.S.U.A 2

104 EMPREITADAS Os últimos anos da actividade autárquica, no decurso de um contexto globalizante dos factores de mercados, foram marcados por uma decisiva aposta na criação de uma decisiva rede de infra-estruturas educativas, desportivas e de lazer que possibilitam às crianças, aos jovens e às gerações vindouras um desenvolvimento sustentável equilibrado, assente numa constante melhoria da qualidade de vida, no domínio ambiental, social, cultural, institucional e económico. A actividade institucional assume-se também hoje, como um elemento catalisador no papel da gestão autárquica, constituindo um papel fulcral na cada vez mais relevante função de dinamização das actividades económicas, valorização dos recursos humanos e criação de emprego qualificado. INVESTIMENTO EM OBRAS PÚBLICAS 2008 Nome da Obra Conclusão do Centro de Saúde de Alenquer Envolvente ao Pavilhão Desportivo e Complexo Escolar Acessos e Arranjos Exteriores Execução de Sistema de Detecção de Intrusão e Rampa de Evacuação de Emergência para o Pavilhão Desportivo de Alenquer Construção do Refeitório da E. B. Pocariça Execução de Impermeabilização e Drenagens do Pavilhão Desportivo Municipal de Alenquer Execução de Isolamento e Drenagens no Pavilhão Desportivo Municipal de Alenquer Execução de Rampa Exterior para o Acesso de Veículos do Recinto do Pavilhão Desportivo Municipal de Alenquer limpeza da rede Pluvial do Sarra na Freguesia do Carregado Compatibilização de Acessos Viários à E.N. 3 no Carregado Trabalhos de Acabamento no Sifão da ponte Espiríto Santo Execução de Poços para Implantação de Ecopontos Entidade Adjudicatária Valor da Adjudicação c/iva Facturado em 2008 Prazo de Execução Tipo de Procedimento Status 2008 Sociedade de Construções José Coutinho, S.A ,3 35 dias Concurso Público Lançamento do Concurso Construções Pragosa, S.A , ,8 80 dias Concurso Público Executada em 2008 Sociedade de Construções José Coutinho, S.A P.N.V. Construções e Obras Públicas, Lda. Sociedade de Construções José Coutinho, S.A Sociedade de Construções José Coutinho, S.A Sociedade de Construções José Coutinho, S.A Constroibrilha Soc. De Urbanizações e Construções, Lda , ,00 30 dias Concurso Limitado Executada em , ,55 60 dias Concurso Limitado Executada em ,00.600,00 45 dias Concurso Limitado Executada em , ,00 30 dias Concurso Limitado Executada em , ,00 30 dias Concurso Limitado Executada em , ,45 80 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Paviquer, Lda , ,00 5 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Paviquer, Lda. 93.3, ,25 45 dias Concurso Limitado Executada em 2008 P.N.V. Construções e Obras Públicas, Lda. Complexo Escolar das Paredes Alenquer Lena Construções, S.A , ,43 30 dias Execução de Valetas e Drenagens Pluviais em Estradas e Caminhos Municipais Execução de Valetas e Drenagens em Estradas e Caminhos Municipais Execução de Colector de Esgoto e Ramais de Saneamento em Ota Trabalhos de Beneficiação em Arruamentos na Freguesia de Triana Trabalhos de Beneficiação em Arruamentos na Freguesia de Olhalvo Execução de Muros e Drenagem ao Longo da E.M. do Brandão , ,63 30 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Concurso público Internacional Executada em 2008 Construções Pragosa, S.A , ,0 60 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Construções Pragosa, S.A , ,23 5 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Paviquer, Lda , ,90 30 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Construções Pragosa, S.A , ,8 30 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Construções Pragosa, S.A , ,50 30 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Construções Pragosa, S.A , ,64 60 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Arruamentos nas Paredes Construções Pragosa, S.A , ,95 60 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Arruamentos na Zona Industrial de Obras Novas Construções Pragosa, S.A , ,50 60 dias Concurso Limitado Executada em 2008 Concepção e Execução do Centro Escolar do Carregado TOTAL Sociedade de Construções José Coutinho, S.A , dias Concurso Público Lançamento do Concurso , ,8 3

105 INVESTIMENTO EM PROJECTOS DE OBRA 2008 Nome da Obra Entidade Adjudicatária Adjudicação c/iva Facturado em 2008 Prazo de Execução Revisão Preços Tipo de Procedimento Elaboração do Projecto de Construção da Escola Básica do.º Ciclo e Jardim de Infância de Cabanas de Torres Elaboração do Projecto de Construção da Escola Básica do.º Ciclo e do Jardim de Infância de Vila Verde dos Francos Elaboração do Projecto de Construção da Escola Básica do.º Ciclo de Santana da Carnota Elaboração do Projecto de Construção da Escola Básica do.º Ciclo e Jardim de Infância de Ota Elaboração do Projecto de Reconstrução do Edifício da Antiga Igreja da Várzea Elaboração do projecto de Requalificação do Centro Histórico de Alenquer TOTAL Ambimpacto, Lda , ,00 20 dias Ambimpacto, Lda , ,00 80 dias D.T.C Diamantino Tiago Conceição. Lda ,00.065,00 80 dias Progitape Projectos de Arquitectura, Planeamento e Engenharia, Lda ,83 20 dias D.T.C Diamantino Tiago Conceição. Lda , ,00 80 dias D.T.C Diamantino Tiago Conceição. Lda ,00 80 dias 53.29, ,00 Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado Concurso Limitado CONSUMOS CONTADORES ÁGUA A CARGO DA AUTARQUIA ANO 2008 A disponibilização de serviços de abastecimento de água, saneamento e águas residuais e tratamento e valorização de resíduos, com qualidade em todo o país, é um dos factores básicos para garantir as condições de vida das populações e a sustentabilidade dos recursos ambientais. A missão do Departamento de Fomento e Serviços Urbanos, no que concerne, aos consumos dos contadores de água a cargo da Autarquia, passa também, entre outros, por registar e controlar os consumos de água e os custos com saneamento ao longo dos meses e verificar os níveis de necessidade dos munícipes no que diz respeito à disponibilização pública dos equipamentos, por forma a melhorar ou aumentar se necessário, as infra-estruturas e os recursos existentes. Deste modo, ao longo do ano de 2008 verificou-se que os contadores a cargo da Autarquia registaram um consumo de água de m3, observando-se um maior pico de consumo nos meses de Agosto e Setembro, com consumos de m3 e m3, respectivamente. Também foi nestes meses que ocorreram os maiores custos para a Autarquia, ,00 em Agosto e 2.858,48 em Setembro. 4

106 Na globalidade o serviço prestado incorreu num custo para a Autarquia de 2.055,39 euros, ao qual estão inerentes os custos com água, quota de serviço, tarifa de controlo da qualidade da água, saneamento fixo, saneamento variável, taxa de recursos hídricos da água e taxa de recursos hídricos de saneamento. Por esta ordem de ideias, verificou-se os seguintes custos no ano 2008: Água ,2 Quota de Serviço ,49 Tarifa C. Q. Água 26,26 Saneamento Fixo.25,5 Saneamento Variável 30.36,0 Taxa R. H. Água.2,26 Taxa R. H. Saneamento 25,8 Por equipamento, verificaram-se os seguintes Custos no ano 2008: Balneários 9.,5 Sanitários.358,48 Cemitérios 3.585,36 Edifícios Municipais 3.849,85 Escolas , JI's 2.998,94 Fontes e Fontenários 6.804,45 Regas e Jardins 8.428,08 Lavadouros 9.556,3 5

107 FACTURAÇÃO MENSAL "CONTADORES DA AUTARQUIA" ANO 2008 POR TIPO DE EQUIPAMENTO (EM EUROS C/ IVA INCLUÍDO) Equipamento Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro TOTAL Balneários 82,0 52,2 435,08 399,6 4,9 50,39 56,54.240,3 855,32.008,33 98,28.028,59 9.,5 Sanitários 5,9 46,3 4,50 55,5 2,34 82,20 4,5 86,25 63,53,52 384,38 234,82.358,48 Cemitérios 233,93 0, 0,36 2,09 524,03 262,69 225,46 682,35 459,56 39,9 332,8 224, ,36 Edifícios Municipais.445,3.484, ,02.988, ,5.825,3.905, , ,85 4., , , ,85 Escolas.850,65 2.6,8 2.3, ,.595,80.539,49.324,46.88, ,2.6, , , , JI's 45,35 228,03 4,63 85,45 82,58 22,6 254,35 26,85 434,58 304,2 344,03 265, ,94 Fontes e Fontenários 54,96 503,08 452,48.24,3 696,48.326,02.550,5 3.02,0 2.39,9 2.2,25.842,46 984, ,45 Regas e Jardins 2.803,89.38,60.460,6 2.38, , ,3 6.0, , , , , , ,08 Lavadouros 48,62 585,3 686,28 48,26 63,90 645,33 685,4.55,.63,65.008,6 5,5 628, ,3 SUB TOTAL 8.36,44.66,8 8.0, , , , , , , , , ,9 TOTAL 2.055, , , , , , , ,00 0,00 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Balneários Sanitários Cemitérios Edifícios Municipais Escolas JI's Fontes e Fontenários Regas e Jardins Lavadouros LIMPEZA URBANA, RECOLHA E TRATAMENTO DE RSU A limpeza urbana, a recolha e o tratamento de resíduos são uma prioridade no prosseguimento da política de preservação e defesa do ambiente e qualidade de vida levada a cabo pela Câmara Municipal de Alenquer. Deste modo, ao longo do ano de 2008, tal como em anos anteriores, foram tomadas medidas que permitiram não só assegurar e gerir estes serviços continuamente, mas também proporcionar aos munícipes um Concelho cada vez mais limpo e saudável. Ao nível da recolha de resíduos, a área territorial do Concelho de Alenquer está abrangida diariamente pelo serviço de recolha e transporte de resíduos sólidos urbanos (RSU) e quinzenalmente pelo serviço de lavagem, desinfecção e desodorização de contentores. Este serviço é realizado, desde o ano 2000 em regime de prestação de serviços pela empresa RECOLTE, S.A.. Contudo, pontualmente também a Câmara Municipal colaborou, recolhendo resíduos em algumas zonas específicas do Concelho, nomeadamente em locais de difícil acesso 6

108 pelos veículos da concessionária e junto de algumas entidades particulares e transportando-os posteriormente para a Estação de Transferência da concessionária situada na Quinta do Archino em Ota. Durante o ano de 2008 foram recolhidas em conjunto pela empresa concessionária e pelos serviços da Autarquia 8.9,94 toneladas de resíduos, correspondendo a um custo para a Autarquia de ,68 euros. Maioritariamente a recolha foi constituída por RSU com 8.36,88 toneladas, seguindo-se os resíduos especiais (monstros) com 368,64 toneladas, varredura com 46,98 toneladas, resíduos verdes com 3,44 toneladas e embalagens com,00 tonelada. Forma ainda recolhidas pela Autarquia durante o ano de 2008, 6,36 toneladas de papel/cartão, 2,8 toneladas de vidro, 0,04 toneladas de REEE (lâmpadas) e 0,02 toneladas de tampinhas. Correspondeu ainda ao serviço de recolha de resíduos o transporte suplementar dos mesmos para a estação de tratamento. Foram transportados suplementarmente no ano de ,30 toneladas de resíduos, correspondendo a custo para a Autarquia de 5.290,86 euros. Quanto ao tratamento, valorização (reciclagem, compostagem ou valorização energética) e eliminação de resíduos, o mesmo foi no ano de 2008 realizado pela Empresa RESIOSTE, S.A. Neste sentido foram tratados 8.36,88 toneladas de resíduos, aos quais correspondeu um custo para a Autarquia de 88.09,88 euros. Durante o ano de 2008 procedeu-se, uma vez mais à limpeza urbana de arruamentos (varredura de arruamentos, passeios e bermas dos arruamentos, erradicação de espécies vegetais infestantes dos passeios, desobstrução de sarjetas e sumidouros e limpeza e colocação de papeleiras), serviço este realizado a nível da área do Concelho por funcionários e recursos mecânicos afectos à Autarquia, mas também em locais específicos de densidade populacional mais elevada, tais como, a Vila do Carregado e lugares limítrofes à Vila do Carregado (Guizanderia, Casais da Marmeleira e Lugar da Torre). Nestes locais específicos o serviço foi efectuado por prestação de serviços pela empresa RECOLTE, S.A., e incorreu num custo para a Autarquia de ,4 euros. O centro de recolha oficial de Alenquer (Canil Municipal de Alenquer) encontra-se em fase de licenciamento no âmbito do Decreto-Lei nº 35/2003 de de Dezembro, junto da Direcção Geral de Veterinária. No entanto o mesmo funciona dentro dos parâmetros legais.

109 LIMPEZA URBANA DE ARRUAMENTOS NA VILA DO CARREGADO ANO 2008 Mês Valor (Em Euros c/ IVA íncluido) Janeiro 2.232,50 Fevereiro 2.232,50 Março 2.232,50 Abril 2.232,50 Maio 2.232,50 Junho 2.038,4 Julho 2.232,50 Agosto 2.232,50 Setembro 2.232,50 Outubro 2.232,50 Novembro 2.232,50 Dezembro 2.232,50 TOTAL ,24 LIMPEZA URBANA DE ARRUAMENTOS NO LUGAR DA TORRE ANO 2008 Mês Valor (Em Euros c/ IVA íncluido).º Trimestre 5.3,65 LIMPEZA URBANA DE ARRUAMENTOS NA GUIZANDERIA ANO 2008 Mês Valor (Em Euros c/ IVA íncluido) Setembro 5.844,00 LIMPEZA URBANA DE ARRUAMENTOS NOS CASAIS DA MARMELEIRA ANO 2008 Mês Valor (Em Euros c/ IVA íncluido) Setembro 5.080,25 TRANSPORTE SUPLEMENTAR DE RSU's PARA O CADAVAL ANO 2008 Mês Quantidade (Em Toneladas) Km's Percorridos Valor (Em Euros c/ IVA íncluido) Janeiro 308,36 283, ,0 Fevereiro 308,36 283, ,0 Março 2,4 322, ,60 Abril 324,98 268, ,9 Maio 33,02 263, ,8 Junho 320,52 2, ,42 Julho 353,50 2, ,42 Agosto 305,56 285, ,0 Setembro 320,62 22, ,6 Outubro 303,84 28, ,03 Novembro 25,2 346, ,24 Dezembro 368,68 235, ,8 TOTAL 3.68, , ,86 8

110 CRO DE ALENQUER/CANIL MUNICIPAL RECOLHA E TRANSPORTE DE SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL PARA TRATAMENTO E DEPOSIÇÃO ANO 2008 Mês Quantidade (Kg) Valor (Em Euros c/ IVA íncluido) Janeiro.00,00 88,6 Fevereiro 360,00,44 Março 840,00 6,40 Abril.240,00 260,40 Maio 00,00 4,00 Junho 240,00 88,20 Julho.200,00 252,00 Agosto.060,00 222,60 Setembro 440,00 92,40 Outubro 300,00 63,00 Novembro 620,00 30,20 Dezembro 680,00 42,80 TOTAL 8.80,00.84,20 ECOLUB RECOLHA E TRANSPORTE DE ÓLEOS USADOS PARA TRATAMENTO E DESTINO FINAL ANO 2008 Mês Quantidade (em Litros) Junho 900,00 TOTAL 900,00 CRO DE ALENQUER/CANIL MUNICIPAL PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE FORNECIMENTO DE CONTENTORES DE ACONDICIONAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES PERIGOSOS GRUPOS III E IV, RECOLHA, TRANSPORTE, TRATAMENTO E DESTINO FINAL Mês Contentor de Resíduos Grupo III (5 Litros) Contentor de Resíduos Grupo IV ( Litro) Valor do Serviço Entregues (Vazias) Recolhidas (Cheias) Entregues (Vazias) Recolhidas (Cheias) (Em Euros c/ IVA íncluido) Janeiro ,49 Fevereiro ,49 Março ,49 Abril ,49 Maio 25,49 Junho 25,49 Julho ,28 Agosto ,28 Setembro ,28 Outubro 25,28 Novembro 2 25,28 Dezembro 25,28 TOTAL ,62 Resíduos Hosp. Perigosos Ano 2008 Tipo de Resíduos Quantidade (Litros) Grupo III 30 Grupo IV 6 9

111 MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ESPAÇOS VERDES No Município de Alenquer os espaços verdes afiguram-se cada vez mais como um sector em franca expansão, não apenas, devido a uma maior exigência em relação a espaços de lazer por parte dos munícipes, mas também devido aos equipamentos já existentes, tais como, o parque urbano, os jardins públicos municipais, as praças ajardinadas, os espaços desportivos ao ar livre, as urbanizações, os espaços de enquadramento, a manutenção da vegetação dos taludes de protecção das vias municipais e alguns cemitérios. Os espaços verdes assumem cada vez mais uma importância vital para o bem-estar da população urbana interligando o tecido urbano com o espaço rural envolvente. Neste sentido, e no seguimento dos anos anteriores, a autarquia, e nomeadamente o Departamento de Fomento e Serviços Urbanos procedeu ao acompanhamento não só contratual, mas também operacional das actividades de manutenção e conservação de espaços verdes. Neste enquadramento, foi da competência deste Departamento no ano de 2008, na área dos espaços verdes, assegurar as actividades de gestão das equipas de jardineiros municipais em conjunto com o encarregado do sector, bem como, o acompanhamento das prestações do serviço efectuadas por empresas externas nos espaços municipais, promoção da construção, remodelação e manutenção dos espaços verdes, parques e jardins municipais tanto por administração directa, como por empresas externas e assegurar a conservação dos espaços verdes, nomeadamente plantações, podas e limpezas, tratamentos fitossanitários e regas. Assim, durante o ano de 2008, no que concerne à manutenção e conservação de espaços verdes a Autarquia recorreu a empresas especializadas na área para prestação deste serviço em diversos locais do Concelho, tais como, Abrigada, Carregado, Casais da Marmeleira, Quinta do Bravo Paredes, Casais Novos e Urbanização da Quinta da Barnabé. Na sua globalidade este serviço representou um custo para a Autarquia de ,00 euros. MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ESPAÇOS VERDES ANO 2008 LOCAL PRESTADOR DO SERVIÇO Valor (em Euros c/ IVA íncluido) Abrigada VENTOJARDINS, LDA..02,00 Carregado E.B. JARDINS, LDA ,00 Casais da Marmeleira VENTOJARDINS, LDA ,00 Quinta do Bravo Paredes E.B. JARDINS, LDA ,00 Casais Novos VENTOJARDINS, LDA..230,00 Urbanização Qta. Da Barnabé VENTOJARDINS, LDA ,00 TOTAL ,00 20

112 Dessenvollviimentto Económico e Abasstteci imentto Publico Implementado à luz das novas atribuições e competências das Autarquias Locais na Defesa e Protecção do consumidor, O Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Alenquer, propõe-se promover e proteger os interesses dos cidadãos consumidores desenvolvendo nos mesmos, uma maior consciência do exercício de cidadania. Este serviço, insere-se, ainda, nos objectivos dos serviços de descentralização aos cidadãos, assentando numa filosofia de solidariedade institucional, numa postura de abertura, transparência e receptividade aos problemas dos cidadãos consumidores, estabelecendo com eles uma nova relação, por forma a reforçar a eficácia do seu agir e, garantir a informação e a participação dos mesmos. A institucionalização dos CIAC(S), reforçada através da lei n.º 24/96, de 3 de Julho, que estabelece o regime aplicável à defesa dos consumidores, competindo ao Estado, às Regiões Autónomas e às Autarquias Locais a Protecção dos Consumidores, bem como a criação de serviços municipais de informação ao Consumidor, veio permitir o desenvolvimento e a afirmação dos CIAC como uma das formas mais privilegiadas, dos mecanismos de acesso à justiça, por parte doas cidadãos consumidores, existente em Portugal. De acordo com a Lei n.º 59/99, de 4 de Setembro, que estabelece o quadro de transferência de atribuições e competências para as Autarquias Locais, no capitulo II Delimitação das atribuições e competências em geral, art.º 3, alínea m), destaca-se a Defesa do Consumidor como atribuição dos Municípios, e no art.º. 2, constituindo como competência dos órgãos municipais no domínio da defesa do consumidor as seguintes atribuições: 2

113 a) Promover acções de informação e defesa dos direitos dos consumidores b) Instruir mecanismos de mediação de litígios de consumo c) Criar e participar em sistemas de arbitragem de conflitos de consumo de âmbito local d) Apoiar as associações de consumidores. De acordo ainda com o disposto nos termos da alínea d) do n.º do artigo n.º 64 da Lei 69/99 de 8 de Setembro, com a redacção introduzida pela Lei n.º 5-A/2002 de de Janeiro, compete à Câmara Municipal exercer as competências legalmente conferidas, tendo em vista o prosseguimento normal das atribuições do município. A este propósito, salienta-se, que esta atribuição dos municípios, já é pratica no Município de Alenquer, com a existência do Centro de Informação Autárquico ao Consumidor, desde 993, o qual, apesar das escassez de meios e graves carências de recursos humanos afectos ao CIAC, desenvolve, na actual conjuntura autárquica, as seguintes funções: Atendimento, esclarecimento e encaminhamento dos consumidores sobre questões relacionadas com os direitos dos consumidores e sobre o seu exercício Recepção, registo das reclamações dos consumidores Mediação extrajudicial de conflitos de consumo Preparação dos processos de reclamações não resolvidos através da mediação para encaminhamento para os sistemas de arbitragem de conflitos 22

114 Promoção e apoio acções socio-educativas na área da Protecção do Consumidor, junto da comunidade docente e escolar Prestação de informações sobre consumo aos agentes económicos que o solicitem Encaminhamento para as entidades competentes de assunto que extravasem o âmbito de actuação do CIAC, quer em razão da matéria, quer em razão da competência Encaminhar para as entidades competentes as situações em que seja eventualmente necessário accionar os mecanismos necessários à retirada do mercado de bens e serviços que possam pôr em risco a segurança dos consumidores Organização de Acções Informativas/Formativas dirigidas aos Consumidores Apoio à organização de Associações de Consumidores. Neste contexto, à luz do conhecimento actual, as problemáticas do consumo se assumem como determinantes na vida moderna, exigindo um tratamento diferenciado e específico onde a componente técnica especializada e a componente jurídica são cada vez mais importantes. Assim, e por último, o presente relatório tem por objectivo dar conhecimento, de forma sucinta, o trabalho desenvolvido pelo Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Alenquer, durante o ano de

115 - ACTIVIDADES REALIZADAS PELO CIAC. Encontro Com Sumo subordinado ao tema Crédito ao Consumo Sobreendividamento Esta acção realizou-se em parceria com a DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, no dia de Março de 2008, no Auditório de Biblioteca Municipal, tendo como destinatários os Funcionários da Autarquia, Comunidade Docente e População em Geral..2 - Comemorações do 5 de Março - Dia Mundial dos Direitos dos Consumidores Mailing com documentação alusiva à data e dirigido às seguintes Entidades e Personalidades: - Presidentes das Juntas de Freguesia. - Agrupamento de Escolas da Abrigada - Agrupamento de Escolas de Pêro de Alenquer - Agrupamento de Escolas do Carregado - Agrupamento de Escolas de Aldeia Gavinha/Merceana - Escola Secundária Damião de Goes Coordenadores dos Estabelecimentos de Ensino Particular Distribuição de materiais alusivos à data nos diversos serviços camarários. 24

116 .3 Encontro Com Sumo subordinado ao tema Como Reclamar os Meus Direitos Esta acção realizou-se em parceria com a DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, no dia 25 de Março de 2008, no Auditório de Biblioteca Municipal, tendo como destinatários os Funcionários da Autarquia, Comunidade Docente e População em Geral..4 Palestra subordinado ao tema Os Direitos do Consumidor Esta Palestra realizou-se, no dia 20 de Junho de 2008, no Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, tendo como destinatários os Alunos do º e 2º ano do Curso de Formação de Sargentos..5 Comemoração do 5 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação Mailing com documentação alusiva à data e dirigido às seguintes Entidades e Personalidades: - Presidentes das Juntas de Freguesia. - Agrupamento de Escolas da Abrigada - Agrupamento de Escolas de Pêro de Alenquer - Agrupamento de Escolas do Carregado - Agrupamento de Escolas de Aldeia Gavinha/Merceana - Escola Secundária Damião de Goes - Coordenadores dos Estabelecimentos de Ensino Particular Distribuição de materiais alusivos à data nos diversos serviços camarários. 25

117 .4- Distribuição de Folhetos, Desdobráveis e outro tipo de Publicações Foram distribuídos no decurso do ano de 2008 durante a realização de várias acções de informação e sensibilização (Comemorações, do Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, entre outras) exemplares, entre desdobráveis, brochuras e outro tipo de publicações..5 Protocolos, Acordos de Colaboração e Parcerias. O Centro de Informação Autárquico ao Consumidor de Alenquer mantém ainda, um estreito intercâmbio de actividades, com as entidade com as quais foram estabelecidos, através de canais privilegiados, Protocolos, Acordos de Colaboração e Parcerias, a saber: - Direcção Geral do Consumidor - Banco de Portugal - Centro de Arbitragem do Sector Automóvel - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Porto - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Coimbra - DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor - União Geral de Consumidores - ACOP- Associação de Consumidores de Portugal - FENACOOP - Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores - Centro Europeu do Consumidor - ASFAC- Associação de Sociedades Financeiras para Aquisições a Crédito - APDC- Associação Portuguesa de Direito de consumo - ATPIC Associação de Técnicos profissionais de Informação e Consumo - APSI Associação para a Promoção da Segurança Infantil - ANF Associação Nacional de Farmácias - Portugal Telecom - Campera Outlet Shopping do Carregado - LIDL & Companhia, S.A. - Observatório do Sobreendividamento dos Consumidores - Programa Educativo para as Escolas dos Hipermercado Modelo e Continente - Instituto de Seguros de Portugal - Associação Portuguesa de Seguradores - CIAC(S) dos diversos Municípios - Estabelecimentos de Ensino do Concelho - Coordenação Concelhia do Ensino Recorrente e Extra- Escolar de Alenquer - Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea 26

118 2 - ATENDIMENTO DE PEDIDOS DE INFORMAÇÃO Movimento de pedidos de informação. Durante o ano de 2008 o CIAC registou 84 pedidos de informação, informação que foi essencialmente técnica, sendo veiculada através de contacto directo com Munícipe/Consumidor. A sua distribuição e classificação foi a seguinte: Bens alimentares Bens não alimentares Serviços Serviço Público de Abastecimento de Água 5 Pedidos de Informação 349 Pedidos de Informação 44 Pedidos de Informação 2 Pedidos de Informação 2

119 3 - MEDIAÇÃO DE CONFLITOS DE CONSUMO.. - Movimento de processos de reclamação. Durante o ano de 2008 o CIAC registou 4 processos de reclamação. A sua distribuição e classificação foi a seguinte: Bens alimentares Bens não alimentares Serviços 0 reclamações reclamações 30 reclamações A sua distribuição e classificação por semestre foi a seguinte: RECLAMAÇÕES DO ANO 2008 Bens Não Alimentares Serviços Refira-se ainda que, de 200, tinham transitado 4 processos. Foram resolvidos 4 processos. Para 2009 transitaram 4 processos 28

120 4 - REUNIÕES DE TRABALHO. 4.. Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea Foram realizadas diversas reuniões com a Professora Silvia Meleiro do Centro de Formação Militar e Técnica da Força Aérea, tendo como objectivo a realização em parceria de uma Palestra subordinado ao tema Os Direitos do Consumidor destinada aos Alunos do º e 2º ano do Curso de Formação de Sargentos. 4.2 Associação de Técnicos Profissionais de Informação e Consumo. Foram realizadas diversas reuniões, tendo como objectivos a realização em parceria de um conjunto de acções no âmbito da temática da Protecção dos Direitos do Consumidor DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor Foram realizadas diversas reuniões tendo como objectivos a realização em parceria de um conjunto de acções no âmbito da temática da Protecção dos Direitos do Consumidor. 5 - ACÇÕES DE FORMAÇÃO. 5. Acção de Formação para Conselheiros de Consumo. Esta iniciativa, organizada pela Direcção Geral do Consumidor, teve lugar nos dias 23 e 24 de Outubro de 2008, em Lisboa. 29

121 5.2 II Encontro Nacional do Movimento do Consumidor Esta iniciativa, organizada em parceria conjunta da Câmara Municipal do Palmela e da Associação de Técnicos Profissionais de Informação e Consumo, teve lugar no dia 2 de Novembro de 2008, no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela. PORTAL DA ROTA DA VINHA E DO VINHO DO OESTE O Portal da Rota da Vinha e do Vinho do Oeste registou, em 2008, um total de.82 visitantes, com uma média de 99 visitantes por mês. Os picos de maior afluência registaram-se em Março, Junho e Setembro. Nos meses de Março, Maio e Dezembro verificou-se uma maior afluência de visitantes individuais. Os meses de Janeiro, Fevereiro e Novembro foram, pelo contrário, aqueles em que houve menor número de visitas, pelo que, mais uma vez, se conclui que o número de visitantes não está relacionado com qualquer época do ano. Ao contrário do que se verificou nos anos anteriores, em 2008 não foram as visitas em grupo que mais visitantes trouxeram a este Portal, mas sim as visitas individuais. Tal facto dever-se-á à realização de exposições temporárias. Cumpre salientar que foram recebidos 4 grupos organizados, como é possível constatar através da respectiva tabela de estatística de visitantes. Este local continua a ser procurado sobretudo por portugueses, mas em 2008 recebeu também, embora em menor quantidade, pessoas de nacionalidade norte-americana, brasileira, francesa e espanhola. De acordo com os dados registados, prevaleceram como faixas etárias predominantes a dos 26 aos 65 anos (44 visitas) e a dos maiores de 65 anos (89 visitas). De ressalvar que o número de visitantes com idade inferior aos 0 anos aumentou (30 visitantes) devido às visitas de alunos do Agrupamento de Escolas Pêro de Alenquer. 30

122 Apesar de não se verificar uma grande discrepância entre o número de visitantes do sexo feminino (486) e do sexo masculino (696), este último continua a ser aquele que mais procura o referido Portal. A venda de vinho dos produtores de Alenquer, que integram a Rota da Vinha e do Vinho do Oeste (RVVO) e que marcam presença no espaço em causa, perfez 5.325,52 num total de.22 garrafas, tendo sido o mês de Dezembro o de maior procura e o de Fevereiro o de menor. Quanto ao volume de vendas, o vinho tinto alcançou novamente os maiores valores com 4.544,46 (85%), seguido do vinho branco com 6, (3%) e do rosé com 09,95% (2%). No que diz respeito à preferência dos consumidores, tal como já se constatou, o vinho tinto é o mais procurado, tendo sido vendidas 993 garrafas (8%), seguido do vinho branco com 249 (20%) e do rosé com 30 (2%). Os produtores mais procurados foram a Casa Santos Lima, seguida das quintas dos Plátanos e Margem d Arada. Em relação aos anos anteriores verificou-se uma quebra no volume de vendas, facto justificável por estar a viver-se um período menos próspero na economia nacional e, não sendo o vinho um bem de primeira necessidade, é compreensível que haja uma diminuição da sua procura. No âmbito da promoção e divulgação da RVVO e do respectivo Portal enquanto ponto de actividade turística, procedeu-se, uma vez mais, ao envio de informação acerca dos mesmos para entidades da comunicação social e ligadas ao sector turístico. De referir que, com o mesmo objectivo, marcou-se presença na Feira da Ascensão. Tal como no ano anterior, foram organizadas, em conjunto com a Região de Turismo do Oeste, visitas a este local e a quintas aderentes da Rota dirigidas a órgãos da comunicação social, tendo sido, posteriormente, publicados artigos acerca dos mesmos. Na perspectiva de atrair novos visitantes, foi elaborado um projecto de promoção e de dinamização para o Portal da RVVO, com uma estratégia tanto de promoção fora de portas para dar maior visibilidade ao espaço em causa, como de dinamização do mesmo organizando uma série de iniciativas in loco, desde exposições a cursos ou colóquios. 3

123 Como material de apoio à divulgação deste espaço, foi concebido um folheto promocional. Com o mesmo intuito, foi ainda realizada uma série de exposições temporárias, algumas relacionadas com a temática do vinho, das quais podem destacar-se uma de fotografia Alenquer, Tons de Vinha (o) e uma de cartoons Rir c o Vinho, bem como exposições de arqueologia e coleccionismo. Fazendo cumprir o papel didáctico deste Portal, foram ainda organizadas visitas guiadas ao respectivo núcleo museológico. Para tal foi estabelecido contacto com agrupamentos escolares. DADOS COMPARATIVOS DE VISITANTES 2006 / MAIO JAN MAIO JAN MAIO DEZ ABRIL DEZ ABRIL DEZ TOTAL VISITANTES VISITANTES SEXO MASCULINO VISITANTES SEXO FEMININO VISITANTES INDIVIDUAIS VISITANTES EM GRUPO ESTATÍSTICA DE VISITANTES Nº Visitantes Sexo Faixa Etária Nacionalidade Mês TOTAL Grupo Individual M F 0 0 aos 8 9 aos aos Janeiro Portuguesa Fevereiro 40 5* 25 Portuguesa Março 6 5* 86 Portuguesa Abril 20 60* 60 Portuguesa Maio Port./Americana Junho 58 90* 68 Portuguesa Julho 68 5* 53 Port./Brasileira Agosto Portuguesa Setembro 49 24* 25 Portuguesa Outubro 32 09* 23 Port./Francesa Novembro Port./Francesa Dezembro 35 40* 95 Port./Espanhola Total LEGENDA: GRUPO Fev-08 Jul-08 5* Grupo de jornalistas organizado por empresa de animação turística (Reventur) 5* Grupo organizado pela Acção Social da C.M de Faro Mar-08 Set-08 30* Inauguração da exposição de fotografia "Alenquer Tons de Vinha (o)" 0* Encontro de técnicos oficiais de contas 45* Grupo de aposentados organizado por empresa de animação turística (Transserrano) 54* Grupo de crianças do infantário de Alenquer Abr-08 Out-08 30* Inauguração da exposição de cartoons Rir c o Vinho 54* Grupo de crianças do infantário de Alenquer 30* Actuação do grupo de teatro da biblioteca Flor de Maio - Peça "O Diabo do João de Deus" 25* Grupo de crianças do infantário de Alenquer 30* Comissão de reformados, pensionistas e idosos de Alenquer Jun-08 0* Associação de reformados da Buraca Dez-08 20* Grupo de jornalistas organizado pela Região de Turismo do Oeste 40* Grupo Coral Luísa Todi 32

124 TURISMO É amplamente reconhecido que o turismo se oferece como um importante instrumento no desenvolvimento da economia contemporânea, proporcionando benefícios a longo prazo, quando implementado de forma sustentada. De todas as áreas de gestão autarquica o turismo é a mais transversal, pois este conceito não pode ser abordado de forma isolada, mas sim como o resultado da criação de condições que permitam a quem nos visita alcançá-lo, nomeadamente a existência de infrasestruturas, bons acessos rodoviários e um urbanismo de qualidade. Para um turismo de excelência são necessários uma série de alicerces, sem os quais não se consegue sobressair numa panóplia de ofertas que nos chegam diariamente através de várias formas. Se é verdade que o nosso municipio é detentor de inúmeras potecialidades nesta área, não é menos verdade que a aposta da autarquia, enquanto entidade promotora, deve incidir na vila de Alenquer. A mesma, que por si só emana uma beleza natural singular, pela forma como o casario emerge da encosta principal até ao leito do rio que percorre toda a vila, deve ser cartão de visita para todo um Concelho rico em património natural e histórico. Contudo, apesar do trabalho desenvolvido nos últimos anos, consideramos que este tem que ser continuado, designadamente no que respeita à reestruturação urbanistica da vila. Ao longo do ano 2008 participamos em vários eventos de cariz municipal, nacional e internacional, como por exemplo na Bolsa de Turismo de Lisboa e na Feira Internacional de Artesanato, e no º Salão de Vinhos que decorreu no Campera Outlet Shopping, com o intuito de nos darmos a conhecer e estabelecer contactos com outras entidades, que possam vir a ser uma mais valia em prol do desenvolvimento das inúmeras potencialidades turísticas que este concelho tem para oferecer. 33

125 Posto de Turismo: Nº de Visitantes: 63 Dias da Semana: 503 Fins-de-Semana: 0 Nacionalidades: Portuguesa: 53 Brasileira: Francesa: 39 Inglesa: 30 Alemã: 3 Espanhola: 2 Italiana: 5 Holandesa: 4 Ucraniana: 3 Suíça: 2 Chinesa: 2 Vendas efectuadas no Posto de Turismo: Total de Vendas: 244 artigos Artesanato: 23 Livros: 38 Postais: Vinhos: 3 T-shirt: 3 34

126 Educação Realização de reuniões mensais com os executivos dos Agrupamentos de Escolas, destinadas a tratar de assuntos no âmbito da actividade escolar do concelho Acompanhamento do processo de transferência de competências para os Municípios em matéria de Educação Elaboração da candidatura ao programa de requalificação da rede do.º CEB e da Educação Pré-Escolar ao Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) do Ministério da Educação, dos projectos técnicos do Centro Escolar de Santana da Carnota e do Centro Escolar de Paredes Elaboração do relatório sobre a população escolar do concelho Apoio aos projectos Eco-Escolas Apoio à realização do Fórum Estudante na Escola Secundária de Alenquer Participação nos Conselhos Gerais Transitórios dos Agrupamentos de Escolas de Abrigada, Carregado, Pêro de Alenquer e Visconde Chanceleiros e na Escola Secundária Damião de Goes Implementação e acompanhamento do serviço de refeições aos alunos do.º ciclo do ensino básico e às crianças que frequentam os jardins-de-infância da rede pública Apoio aos alunos carenciados, Escalão A e B, - do.º ciclo, através do pagamento das refeições Realização, no âmbito dos ATL s da Câmara, para além das actividades mensais, de várias acções visando o desenvolvimento da criança, tais como: visitas de estudo, ida ao teatro e ao circo, e celebração de datas festivas ou de referência: Chegada do Outono, 35

127 São Martinho, Natal, Carnaval, Dia do Pai, Páscoa, Dia da Mãe, Dia da Criança, Dia Mundial do Ambiente e Festa de Final de Ano Organização e dinamização do projecto Férias em Movimento, a decorrerem nas interrupções lectivas, nas EB de Merceana, Penafirme de Ventosa e Pancas Projecto Férias em Movimento Promoção e apoio às Festas de Natal das crianças que frequentam os jardins-deinfância do Município de Alenquer Participação na organização e dinamização da Feira Infantil Feira Infantil Tema Alimentação Assegurados os prolongamentos de horários e os transportes das crianças que frequentam os jardins-de-infância, no âmbito da componente de Apoio à Família Implementação do Programa de Actividades de enriquecimento curricular no.º ciclo do Ensino Básico, ao abrigo do Despacho n.º 4 460/2008 (2.ª série), de 26 de Maio Acompanhamento da obra de construção e respectivo apetrechamento do complexo escolar das Paredes/Alenquer, destinado ao ensino pré-escolar,.º ciclo do ensino 36

128 básico, com um total de 29 salas, para além do espaço necessário a todos os serviços de direcção, administrativos, de apoio e outros Centro Escolar de Alenquer Acompanhamento do processo de transição do.º ciclo de Paredes e da Passinha e do Jardim-de-infância de Paredes para o novo espaço do Centro Escolar. Fornecimento de equipamento, mobiliário e material didáctico aos mesmos estabelecimentos de ensino e aos ATL s Comparticipação aos Agrupamentos de escolas para fornecimento de material didáctico aos jardins-de-infância e às escolas do.º ciclo do ensino básico Comparticipação aos Agrupamentos de Escolas para reposição de Consumíveis nos Jardins-de-infância e.º CEB Levantamento das necessidades a nível de obras de reparações e melhoramentos, colocação de equipamentos e pessoal auxiliar, nos jardins-de-infância e escolas básicas do.º ciclo Insistência continuada junto da DREL e do Ministério da Educação no sentido da construção da nova Escola Básica Integrada, no Carregado Futuro Centro Escolar do Carregado 3

129 Elaboração e implementação do Plano de Transportes Escolares abrangendo todos os alunos de todos os graus de ensino, dentro do estipulado pelo Decreto-lei 299/84, de 5 de Setembro Elaboração do Regulamento da Organização e Gestão dos Transportes Escolares do Município de Alenquer Concessão de transportes escolares gratuitos para os alunos do ensino secundário oriundos de famílias desfavorecidas Apoio a crianças e jovens com deficiência, através do transporte para escolas especiais, designadamente situadas fora da área do Município Apoio às visitas de estudo promovidas pelas escolas de todos os graus de ensino Monitorização da Carta Educativa Acompanhamento, de acordo com a Carta Educativa, das obras de ampliação na EB de Pocariça, através da construção de 2 novas salas destinadas a refeitório e sala de actividades Apoio ao Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil PETI, através das vertentes educativa e formativa, visando a escolaridade ou a dupla certificação dos menores no concelho de Alenquer. Apoio terapêutico a crianças com problemas da fala que frequentam os jardins-deinfância e as escolas do.º ciclo do ensino básico e de outras instituições sedeadas no concelho, fazendo a prevenção, avaliação e tratamento de todos os processos associados à compreensão e à produção da linguagem oral, não oral e escrita Apoio psicológico e psicopedagógico aos alunos que, frequentando os estabelecimentos de ensino da educação pré-escolar e do.º ciclo do ensino básico da rede pública e de instituições particulares de solidariedade social, apresentavam dificuldades de aprendizagem, alterações afectivo-emocionais e de comportamento ou ao nível do desenvolvimento global 38

130 Apoio a turmas de percursos alternativos de educação e formação Desenvolvimento pessoal e social dos alunos do.º ciclo da Freguesia de Vila Verde dos Francos, através do projecto Vida com Cor, integrado nas Actividades de Enriquecimento Curricular Encaminhamento de casos de crianças, situação de risco pessoal/social, para a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer, entidade à qual se prestou colaboração sempre que solicitada, nomeadamente disponibilizando relatórios de observação psicológica ou outras informações pertinentes Colaboração com o Centro de Saúde de Alenquer na filtragem de pedidos de intervenção em psicologia, discussão e encaminhamento de casos, quando necessário Colaboração com serviços da Administração Central, designadamente no que se refere a encaminhamentos e pedidos de intervenção junto do Centro Regional de Segurança Social de Vila Franca de Xira Assegurada a orientação vocacional e profissional aos alunos do 9.º ano, carenciados com escalão A e B (universo de 5 alunos), em todos os Agrupamentos de Escolas do concelho Promoção do projecto de desenvolvimento linguístico e aprendizagem da leitura e da escrita, no sentido de promover o desenvolvimento das competências linguísticas das crianças do Pré-escolar dos Agrupamentos de Escolas de Abrigada, Pêro de Alenquer, Carregado e Visconde Chanceleiros Implementação do projecto Português para Todos. Implica promover a aquisição e desenvolvimento de competências ao nível do Português Europeu falado e escrito. O público-alvo é toda a população residente no concelho, de origem estrangeira Coordenação da Rede Municipal das Bibliotecas Escolares Centro de Recursos Educativos.º, 2.º e 3.º Ciclo e Secundário 39

131 Promoção, através do Gabinete de Apoio às Bibliotecas Escolares/Centro de Recursos Educativos, da IV edição do concurso escolar Se eu fosse Autarca Projecto Se eu fosse Autarca Promoção, através do seu Gabinete de Apoio às Bibliotecas escolares, dos Projectos Meninos, vamos para a mesa, Hora do Conto e Encontros com cujo público-alvo foram os alunos do.º ciclo do ensino básico 40

132 Promoção da abertura do pólo de Bibliotecas Escolares de Ventosa. Localizado na sede da JF de Ventosa, abrange a população escolar de JI e.º CEB do Agrupamento de Escolas Visconde de Chanceleiros Pólo de Bibliotecas Escolares de Ventosa Apoio, através do Gabinete de Apoio às Bibliotecas Escolares, à 2.ª Semana Cultural Pêro de Alenquer em Movimento. Colaboração e dinamização em diversas iniciativas levadas a cabo pelos Agrupamentos de escolas: Dia Mundial da Saúde Dia Mundial da Terra Dia da Diversidade Biológica Dia Mundial da Música Dia Internacional do Idoso Ano Europeu para o Diálogo Intercultural 4

133 Culltturra,, Dessporrtto e Temposs Livrress Cuul ltuurraa Cabe às autarquias locais promover o livre acesso à Cultura, nas suas mais diversas géneses. Do popular ao erudito, todos os apontamentos culturais são dinamizadores. O trabalho desenvolvido e descentralizado nos anos transactos, permite-nos a convicção que este conceito e trajecto é o mais indicado e capaz de tornar o município de Alenquer, uma referência na área cultural. A necessidade de criar o hábito pela leitura apela à criação de novos espaços, assim sendo, em Abril de 2008 foi inaugurado o pólo de Canados, a juntar aos 6 já existentes, Alenquer, Carregado, Abrigada, Olhalvo, Merceana e Labrugeira. A realização da 5ª edição da Feira do Livro, é outro estímulo para os munícipes, ao terem acesso às ultimas novidades editoriais com valores mais económicos. As exposições patentes ao público na Biblioteca de Alenquer, Juntas de Freguesia de Carregado e Carnota, são cada vez mais visitadas, nesse intuito procurámos diversificar ao máximo as temáticas expostas. A Cultura aprende-se a cada dia. Estimula-se. Nesse sentido colocamos ao dispôr dos munícipes acções de formação, organizadas em parceria com a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas. A iniciativa Março, Mês do Teatro contou uma vez com a dedicação e esforço dos nossos grupos de teatro amador do concelho, entre outros, permitindo a realização de 3 actuações pelos palcos do município. Após o sucesso das Festas do Espírito Santo no ano anterior, em 2008 promovemos inúmeras celebrações de cariz religioso e cultural, nos meses de Abril e Maio, da qual destacamos a Festa da Solidariedade, que contou com a participação das freguesias. A Feira Medieval passou a ser um ponto de encontro de muitos alenquerenses e visitantes, pela maravilhosa viagem que a todos propicia, através do encontro com a realidade da época. A rubrica Sons no Parque anima a vila de Alenquer nos sábados de Julho, continuam ano após ano, a ser um agradável convívio, no Parque Vaz Monteiro, onde os diversos géneros musicais proliferam. Os espaços religiosos do município foram palco da rubrica Dezembro Coral, a actuação de 5 grupos corais encantou todos aqueles que assistiram. 42

134 A exposição Presépios do Mundo foi uma vez mais um sucesso, cerca de 000 presépios expostos, assinados por cerca 00 artesãos, puderam ser apreciados no mês de Dezembro. Outras iniciativas foram assinaladas no decorrer do ano, o V Encontro de Folclore do Concelho, o Dia Mundial da Dança, com a exibição de grupos, o Dia Mundial da Música com actuação de 5 géneros musicais e o Encontro de Bandas Concelhias. Podemos constatar que 2008 proporcionou a todos os munícipes excelentes manifestações em prol da cultura, na medida em que ninguém pode gostar do que não lhe é dado conhecer! É dever da autarquia promover o acesso a manifestações culturais de índole variada, na medida em que é uma incontornável mais valia na formação pessoal do indivíduo e um factor de progresso social, bem como de desenvolvimento municipal. Pensamos que este objectivo mau uma vez foi conseguido. Destacam-se as seguintes actividades realizadas ao longo do ano 2008 Exposições Pintura Cristina R. Nuño Pintura & Escultura Exposição colectiva Pintura Exposição colectiva Pintura Exposição colectiva Pintura Serrão de Faria Pintura Manuela Maria Temática Exposição de Bonés Militares Pintura Pais Garcia Temática A República Pintura António Almas Pintura & Artesanato Carla Marcelino Temática Palhaços Virgílio Morais Artesanato Isilda Aires Artesanato Presépios do Mundo (000 presépios /00 artesãos) Local da Realização da Actividade BMA BMA BMA BMA BMA BMA BMA BMA JFCarnota BMA BMA BMA JFC BMA Colóquios / Debates Memórias Paroquiais - Alenquer 58 BMA Local da Realização da Actividade Espectáculos Musicais Local da Realização da Actividade Grupo Coral do Cadaval (música coral) Olhalvo Coro Audite Nova (música coral) Bairro Coro do Município de Benavente (música coral) V.V. Francos Coral Alentejano Lírio Roxo (música coral) Refugidos ArdeCoro (música coral) Refugidos Coral ARS Música (música coral) Carregado Coral Luísa Todi (música coral) Alenquer Educantare (música coral) Santana Coro Carpe Diem (música coral) Merceana Coral da SF º Dezembro (música coral) Aldeia Galega Coro Musicarte (música coral) Labrugeira Coral da Portela (música coral) Alenquer Coro Polifónico de Cascais (música coral) Alenquer Coral Cristo Rei de Algés (música coral) Meca Coro Polifónico Jubilare (música coral) Carregado Cantonosso (música tradicional) Alenquer Pedrinhas de Arronches (música popular) Alenquer Cantadores da Rusga (música tradicional) Alenquer Catarina Brilha (música popular) Alenquer Os Vindimeiros (música tradicional portuguesa) Alenquer Quarteto Intermezzo (música coral) Alenquer Quarteto Intermezzo (música coral) Alenquer Coro Notas Soltas (música coral) Alenquer Grupo Coral Vozes Maduras (música coral) Alenquer Grupo Coral Cantapiano (música coral) Alenquer Os Vindimeiros (música tradicional portuguesa) Alenquer João Chora (fado) Alenquer Groove Big Band (música ligeira) Alenquer Teresa & Rodrigo Maurício (música popular) Alenquer 43

135 Espectáculos Teatrais Companhia de Teatro do Ribatejo Grupo de Teatro Amigos de Bem Fazer Grupo de Teatro Amigos de Bem Fazer Grupo de Teatro da Biblioteca Grupo de Teatro da Biblioteca Grupo de Teatro da Biblioteca Grupo de Teatro da Biblioteca S.C.A. & Trupe Teatro 4 e o Burro S.C.A. & Trupe Teatro 4 e o Burro S.C.A. & Trupe Teatro 4 e o Burro S.C.A. & Trupe Teatro 4 e o Burro Vicenteatro Vicenteatro Local da Realização da Actividade Bairro Carregado Pocariça Pereiro de Palhacana Bogarréus Portela Alenquer Ota Refugidos Camarnal Atalaia Labrugeira Porto da Luz Acções de Formação As Histórias e os Livros - Mafalda Milhões A Lição de Joana Paulo Lages BMA BMA Local da Realização da Actividade Workshop Encontro de Arte nas margens do Rio Local da Realização da Actividade Ao longo das Margens do Rio Lançamento de Monografias A Invenção do Só para uso próprio - Fernando Lobo Pedro Pinheiro : actor de mil palcos Luciano Reis Por Amor a Luís XIV Tânia Xavier Senhores da Guerra não gostam de Fado António Passão Memórias Paroquiais - Alenquer 58 - Padre José Eduardo Martins Não brinques com o teu Destino Joaquim Duarte Iniciativas Estruturadas V Feira do Livro (BMA) 280 Titulos expostos / 435 obras vendidas Março Mês do Teatro (Itinerância pelo Concelho) Actuação de 2 grupos Festas do Espírito Santo Festa da Solidariedade Dia Mundial da Dança ( Fórum Romeira ) Actuação de grupos Feira Medieval (Parque Vaz Monteiro) Santos Populares (Carregado) V Encontro de Folclore (Ota) Actuação de 9 ranchos Sons no Parque (Parque Vaz Monteiro) Actuação de 4 grupos Dia Mundial da Música ( Auditório Damião de Goes ) Actuação de 5 grupos Encontro de Bandas Concelhias ( Fórum Romeira) Dezembro Coral ( Itinerância pelo Concelho) Actuação de 5 grupos BMA MJM BMA MJM BMA BMA Local da Realização da Actividade Local da Realização da Actividade 44

136 As Bibliotecas apresentaram os seguintes resultados da sua actividade: Biblioteca Municipal de Alenquer Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº UTILIZADORES INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO Nº total de inscrições Nº total de emp. dom. de monografias I Trim II Trim. III Trim. IV Trim I Trim II Trim. III Trim. IV Trim. Nº de leitores / emp. domiciliário Nº de utilizadores I Trim II Trim. III Trim. IV Trim. 400 I Trim II Trim. III Trim. IV Trim. 45

137 PÓLO DE ABRIGADA Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições Nº total de emp. dom. de monografias I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. Nº leitores / Emp. domiciliário Nº utilizadores I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. - PÓLO DE CANADOS - INAUGURADA A 25 DE ABRIL DE 2008 Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições Nº total de emp. dom. de monografias II Trim. III Trim. IV Trim II Trim. III Trim. IV Trim. Nº leitores / Emp. domiciliário Nº Utilizadores II Trim. III Trim. IV Trim. 0 II Trim. III Trim. IV Trim. 46

138 - PÓLO DA LABRUGE IRA Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições Nº total de emp. dom. de monografias I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. Nº leitores / Emp. domiciliário Nº utilizadores I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. PÓLO MERCEANA Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições Nº total de emp. dom. de monografias I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. 0 I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. Nº leitores / Emp. domiciliário Nº utilizadores I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. 0 I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. 4

139 PÓLO DE OLHALVO Nº TOTAL DE Nº TOTAL EMP. DOMICILIÁRIO Nº LEITORES/ EMP. Nº INSCRIÇÕES MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições Nº total de emp. dom. de monografias I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. Nº leitores / Emp. domiciliário Nº utilizadores I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. BIBLIOTECA DO CARREGADO N.º TOTAL DE INSCRIÇÕES 40 N.º TOTAL EMP. DOMICILÁRIO N.º DE LEITORES/EMP. N.º MONOGRAFIAS DOMICILIÁRIO UTILIZADORES Inscrições N.º total de emp. dom. de monografias 250 I Trim. 236 I Trim. 458 II Trim. 63 II Trim III Trim III Trim IV Trim. 38 Iv Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim. I Trim. II Trim. III Trim. Iv Trim. N.º de leitores / Emp. domiciliário N.º de utilizadores I Trim I Trim II Trim II 4400 Trim III Trim. 686 III Trin IV 600 Trim IV 4200 Trim I Trim. II Trim. III Trim. IV Trim I Trim. II Trim. III Trin. IV Trim. 48

140 Museu Hipólito Cabaço Estatística / 2008 Número total de visitantes: 348 Número de visitantes por meses do ano: Janeiro: 9 Fevereiro: 24 Março: 05 Abril: 3 Maio: 20 Junho: 5 Julho: 50 Agosto: -- Setembro: 5 Outubro: 33 Novembro: 3 Dezembro: Número de visitantes por grupos etários: Crianças / jovens (até 8 anos): 06 Adultos (+ de 8 anos): 242 Número de visitantes em excursões e visitas de estudo: 4 Excursão sénior Transserrano : 40 Excursão sénior Junta de Freguesia da Ameixoeira: 40 ATL da Misericórdia de Alenquer: 34 Número de visitantes para trabalhos de investigação (incluindo os alunos do projecto Vamos ligar a Escola ao Mundo ) : 4 49

141 ESPAÇO INTERNET ALENQUER No ano de 2008 o Espaço Internet de Alenquer foi procurado por 8484 Utilizadores. Quanto a novos utilizadores contabilizaram-se 56 novas inscrições, das quais 255 do sexo feminino e 32 do sexo masculino. No total o Espaço Internet Alenquer contava no dia 3 de Dezembro de 200 com 4434 inscritos, dos quais 238 do sexo feminino e 204 do sexo masculino. A idade média dos utilizadores encontra-se nos 2anos, verificando-se um afluxo cada vez maior de utilizadores com mais de 26 anos, com cerca de 293 utilizações, no entanto a faixa com maior número de utilizadores continua a ser a faixa dos 0 aos 8 com Já a faixa etária 9-25 representa 086 utilizações, a faixa mais de 65, 4 e a das crianças com menos de 0 anos 5. No que diz respeito aos horários de utilização, embora se verifique uma cada vez maior miscigenação entre idades a todas as horas, continua a verificar-se uma maior procura por parte dos jovens estudantes, em períodos de férias escolares a qualquer hora do dia, e em período escolar nas tardes de Quarta-feira e Sexta-feira. Resta ainda referir que devido ao alargamento do horário deste espaço verificou-se um aumento de utilizadores em relação ao mesmo período do ano passado. Ao nível do conhecimento demonstrado pelos utilizadores verificou-se uma cada vez maior autonomia dos mesmos com 5606 utilizadores a não carecerem de qualquer tipo de ajuda, 2326 a necessitarem de ajuda pontual. No tocante ao tipo de utilizações verificamos uma utilização generalizada cada vez uma com uma representação de 283 utilizações. Onde se verifca não só por parte dos adultos, como pelas crianças e adolescentes a importância crescente e imprescindível desta ferramenta na sociedade. A pesquisa genérica, representa uma importante fatia de utilizadores, sendo contudo a utilização genérica, ou seja, consulta de , chat, blogues. Já na interacção com serviços públicos o site do Sef para a comunidade imigrante e o portal das Finanças, quer na altura da apresentação das declarações de Irs com a iniciativa Net fiscal, quer ao longo do ano com as entregas periódicas de IVA e consultas diversas, representam 5 utilizações. 50

142 Não havendo alteração nomeada e principalmente em períodos de férias, a utilização para jogos com 828 não apenas pela faixa etária mais jovem Verifica-se assim não só por parte dos adultos, como pelas crianças e adolescentes a importância crescente e imprescindível a todos os níveis desta ferramenta na sociedade. A utilização pela população imigrante situa-se actualmente nos 200, verificando-se ao longo de todo o dia, mas essencialmente a procura incide nas manhãs, e nos períodos pós laborais. Este ano houve notamos uma descida no número de utilizadores, devendo-se este na nossa opinião aos programas públicos de acesso ás novas tecnologias para estudantes. Nomeadamente o programa e- escola. DADOS ESTATISTICOS REFERENTES AO ANO 2008 NÍVEL PARÂMETROS IDADE CONHECIMENTO TIPO UTILIZAÇÃO DAS TICs MÊS Nº util. TMU Ut.Multip. M F Idade NNAM AMCT ºCT Nac. Janeiro 959 0: Fevereiro 88 0: Março 922 0: Abril 96 0: Maio 626 0: Junho 6 0: Julho 69 0: Agosto 502 0: Setembro 609 0: Outubro 0 0: Novembro 55 0: Dezembro 542 0: TOTAL : LEGENDA NNAM - Não necessita apoio monitor AMCT - Apoio monitor para certas tarefas º CT - º Contacto com TICs - Pesquisa na Net para trabalhos escolares 2- Pesquisa na Net informação diversa 3- Primeiros passos nas TICs 4 - Interacção com Serviços Públicos 5 - Jogos 6 - Outros ( Mail, Chat, Download ) 5

143 ESPAÇO INTERNET CARREGADO No ano de 200 o Espaço Internet do Carregado foi procurado por 04 utilizadores, tendo diminuído o número de utilizadores do ano de 200 para o ano de 2008 em cerca de 022 utilizadores no geral. Quanto a novos utilizadores contabilizaram-se 2 novas inscrições, das quais 6 do sexo feminino e 96 do sexo masculino. A idade média dos utilizadores encontra-se nos 6 anos, verificando-se um afluxo cada vez maior de utilizadores na faixa etária entre os 0/8, uma vez que este espaço se encontra muito perto de uma escola de ensino com o º ciclo e 2º ciclo. A segunda faixa etária a ser mais procurada é a dos 9/25, logo de seguida pela faixa dos 26/65. De realçar que se continua a notar uma grande utilização pelas crianças ou seja aqueles que têm menos de 0 anos, tanto na utilização dos sites de jogos como nos de pesquisa para a escola. Resumindo, menores que 0 anos = 54, 0/8 = 6666, 9/25 = 63, 26/65 = 546, continuando a verificar-se que continua a não haver afluência na faixa superior a 65 anos. No que diz respeito aos horários de utilização, verifica-se que a qualquer hora as idades estão misturadas, mas sendo maior a procura por parte dos jovens no período da tarde. Durante o período escolar as tardes mais movimentadas pela parte dos jovens é à quarta-feira e sexta-feira, sendo no período das férias repartida ao longo da tarde e noite. As pessoas mais velhas procuram mais o período da tarde à segunda-feira e quinta-feira, não sendo tão utilizado nesses períodos pelos jovens, embora tanto o façam durante a tarde como à noite. Ao nível do conhecimento demonstrado pelos utilizadores verificou-se uma cada vez maior autonomia dos mesmos com 0223 utilizadores a não carecerem de qualquer tipo de ajuda e 83 a necessitarem de ajuda pontual, e 52

144 verificou-se utilizadores que tiveram contacto pela primeira com a utilização de pcs e internet. No tocante ao tipo de utilizações a pesquisa escolar vem sendo cada vez uma vertente mais importante do mesmo com. Onde se verifica não só por parte dos adultos, como pelas crianças e adolescentes a importância crescente e imprescindível desta ferramenta na sociedade, num total de 950 utilizações. Verifica-se assim não só por parte dos adultos, como pelas crianças e adolescentes a importância crescente e imprescindível a todos os níveis desta ferramenta na sociedade. A utilização pela população imigrante situa-se actualmente nos 59 verificando-se uma diminuição de utilizadores, devido a ter aberto um espaço particular perto da localidade do nosso espaço público dirigido por imigrantes brasileiros. Continua a haver a procura pelo espaço público incidindo essencialmente a procura nas tardes, e nos períodos pós laborais. 53

145 DOS ESTATÍSTICOS REFERENTES AO ANO DE 2008 CARREGADO PARÂMETROS IDADE DAS TICs MÊS Nº util. TMU Ut.Multip. M F Idade NNAM AMCT ºCT Jan : Fev : Mar : Abr : Mai : Jun : Jul : Ago : Set : Out : Nov : Dez : TOTAL 0.4 0: NÍVEL CONHECIMENTO TIPO UTILIZAÇÃO LEGENDA NNAM - Não necessita apoio monitor AMCT - Apoio monitor para certas tarefas º CT - º Contacto com TICs - Pesquisa na Net para trabalhos escolares 2- Pesquisa na Net informação diversa 3- Primeiros passos nas TICs 4 - Interacção com Serviços Públicos 5 - Jogos 6 - Outros ( Mail, Chat, Download ) Lucia Patrício e Luis Filipe Apolinário OUTROS DADOS REGULARIDADE DA FREQUÊNCIA DOS UTILIZADORES Número Médio Mensal (NMM) de Utilizadores 868 (De a 4 classifique por ordem decrescente) NMM de Utilizações Múltiplas 3 NMM de Utilizadores Sexo Masculino 525 Diária = 3 NMM de Utilizadores Sexo Feminino 343 Semanal = NMM de Utilizadores com 0 48 Ocasional = 2 NMM de Utilizadores Uma única vez = 4 NMM de Utilizadores NMM de Utilizadores NMM de Utilizadores 65 0 NMM de Utilizadores NNAM 852 NMM de Utilizadores AMCT 5 º CT NMM de Utilizações Estrangeiros 4 ESTATÍSTICA (Março 2002 a Dezembro 2004) ESTATÍSTICA (Março 2002 a Dezembro 2005) Nº Total de utentes inscritos Espaço Internet = 2429 Nº Total de utentes inscritos Espaço Internet = 3066 Nº Total de utentes sexo feminino = 942 Nº Total de utentes sexo feminino = 233 Nº Total de utentes sexo masculino = 48 Nº Total de utentes sexo masculino = 833 Nº Total de utentes Estrangeiros = 553 Nº Total de utentes Estrangeiros = 09 EVOLUÇÃO ESTATÍSTICA ( Dezembro 2004 a Dezembro 2005) Nº de utentes inscritos Espaço Internet = 63 ( 26%) Nº de utentes sexo feminino = 29 ( 3%) Nº de utentes sexo masculino = 346 ( 23%) Nº de utentes Estrangeiros = 56 ( 28%) 54

146 Desportto e Tempos Liivres Durante o ano 2008 o Pelouro do Desporto da Câmara Municipal de Alenquer organizou e apoio diversas actividades desportivas, realizadas pelas colectividades do concelho, e por outras entidades desportivas. ACTIVIDADES DESPORTIVAS CUJA ORGANIZAÇÃO FOI DA RESPONSABILIDADE DO PELOURO DO DESPORTO GALA DOS CAMPEÕES DO CONCELHO DE ALENQUER Foi no dia 9 de Janeiro de 2008 que o Fórum Romeira foi palco de mais uma edição da Gala dos Campeões do Concelho de Alenquer. As homenagens aos atletas e colectividades do concelho de Alenquer, que no ano 200 conquistaram títulos individuais e colectivos, a nível regional, distrital, nacional, europeu, mundial e olímpico, foram um momento de grande entusiasmo, não só para os homenageados bem como para toda a plateia. Foram também homenageados personalidades desportivas que ao longo do ano de 2008 tenha tido um papel relevante na sua colectividade para a promoção do desporto. Estas personalidades foram indicadas pelas colectividades. Os convidados de honra da cerimónia foram Carlos Lopes e Fernando Mamede, dois grandes atletas do atletismo nacional e mundial. Gala dos Campeões 55

147 INAUGURAÇÃO DO PAVILHÃO DESPORTIVO MUNICIPAL Contou com a realização de diversas actividades desportivas organizadas pelo Pelouro do Desporto: Futsal, Basquetebol e Hóquei em Patins juvenil e sénior. Inauguração do Pavilhão Municipal de Alenquer 56

148 DESPORTO NA FEIRA DE ASCENSÃO No programa da Feira de Ascensão foram incluídas as seguintes actividades desportivas: Campeonato de Futsal Pré-Escolas e Futsal Feminino Sénior 9º Grande Prémio da Feira de Ascensão º Torneio da Feira de Ascensão de Basquetebol e Demonstração de Ginástica das diferentes colectividades do concelho. Actividades Desportivas no âmbito da Feira da Ascensão 5

149 ACTIVIDADES DESPORTIVAS REALIZADAS POR COLECTIVIDADES DO CONCELHO DE ALENQUER COM O APOIO DO PELOURO DO DESPORTO 26.ª GRANDE PROVA DE ATLETÍSMO, organizada pela Sociedade Recreativa do Camarnal e realizada nas ruas da freguesia de Triana na localidade do Camarnal. FUTEBOL TORNEIO CARNAVAL 2008 ESCOLAS, organizado pela Associação Desportiva do Carregado e realizado no próprio campo: Campo José Lacerda Pinto Barreiros. FUTEBOL TORNEIO DA PÁSCOA 2008, organizado pelo Futebol Clube de Ota e realizado no campo dos Linhais, em Ota. PROVA DE B.T.T. ROTA DA ESPIGA FEIRA DE ASCENSÃO, organizada pela Sociedade Recreativa de Cheganças. 58

150 PASSEIO TODO TERRENO FEIRA DE ASCENSÃO, organizado pelo T.T.SA. O passeio decorreu por diverso locais do concelho. TROFEU NACIONAL DE PERÍCIAS, organizada pelo Sporting Clube de Alenquer em conjunto com o Slalom Clube de Portugal. A prova decorreu no Largo Rainha Santa Isabel, em Alenquer. TROFÉU REGIONAL RALIS DE ALENQUER 2008, organizado pela Sociedade Recreativa de Cheganças. Realizaram-se 6 provas ao longo do ano de 2008 em diversas localidades do concelho e fora do concelho. No final do ano realizou-se a Gala de Encerramento com a entrega dos respectivos prémios. 59

151 Acção Sociiall O Sector de Acção Social assenta a sua actividade em objectivos estratégicos que consistem em: Promover a inserção social e a melhoria da qualidade de vida da população em situação de fragilidade social. Impulsionar e participar em programas de intervenção social e comunitária. Desenvolver acções de informação e sensibilização na área da intervenção social. Tendo por base os seus objectivos, actua em diversas áreas de intervenção como Infância e Juventude, Idosos, População Portadora de Deficiência e Comunidade. Para tal, integra uma equipa multidisciplinar composta por dois Técnicos Superiores de Serviço Social, um Técnico Superior de Reabilitação e Inserção Social, um Técnico Superior de Sociologia, um Técnico Superior de Psicologia Clínica e de Aconselhamento, Técnico Superior de Educação Física e por um Técnico de Acção Social. Assim, pretende-se com o presente Relatório de Actividades sintetizar o trabalho efectuado pela referida equipa no ano civil de

152 ÁREAS DE ACTUAÇÃO. INFÂNCIA/JUVENTUDE.. - Atribuição de Manuais Escolares a Alunos do º Ciclo do Ensino Básico No início de Janeiro foram enviados para todos os Agrupamentos de Escolas, os Boletins de Candidaturas aos Apoios de Acção Social Escolar do º Ciclo, tendo o processo decorrido até ao mês de Junho. No mês de Julho foi efectuada a análise de 359 processos e atribuídos 295 Escalões A e 64 Escalões B. Na.ª fase do processo, aos alunos contemplados pelo Escalão A foram atribuídos os Manuais de Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio, e aos alunos contemplados pelo Escalão B foram atribuídos os Manuais de Língua Portuguesa e Matemática. Após o inicio do Ano Lectivo, por motivos de transferência e/ou alteração económica do agregado familiar, foram analisadas mais 62 candidaturas, tendo sido atribuídos 58 escalões A e 4 escalões B..2. -Atribuição de Bolsas de Estudo a Alunos do Ensino Superior O processo de candidatura para atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior decorreu de de Outubro a 5 de Novembro, tendo sido entregues no Gabinete de Acção Social 4 processos: 22 referentes a alunos que ingressaram pela primeira vez no ensino superior e 25 referentes a alunos em continuação de estudos. 6

153 Alunos Candidatos Ingresso pela.ª Vez no Ensino Superior Continuação de Estudos no Ensino Superior Freguesia N.º de Candidatos Freguesia N.º de Candidatos Aldeia Galega Abrigada Cabanas de Torres Carnota 2 Cadafais Cadafais Carnota 2 Carregado Carregado 4 Meca 3 Meca Olhalvo Olhalvo 4 Ribafria Ribafria St.º Estevão 5 St.º Estevão 4 Triana 3 Ventosa 3 Ventosa De acordo com o respectivo Regulamento foram atribuídas 6 Bolsas de Estudo a alunos carenciados que ingressaram pela primeira vez no Ensino Superior e 2 Bolsas de Estudo a alunos carenciados que já se encontram a frequentar o Ensino Superior. Alunos Contemplados Ingresso pela.ª Vez no Ensino Superior Continuação de Estudos Freguesia N.º de Candidatos Freguesia N.º de Candidatos Aldeia Galega Abrigada 6 Cabanas de Torres Carregado Carnota Meca 2 Olhalvo Ota St.º Estevão St.º Estevão Ventosa Ventosa.3. -Realização da Feira Infantil de Alenquer Alimentação foi o tema desta 3ª Edição da Feira Infantil de Alenquer, que decorreu entre os dias 2 de Maio e 05 de Junho, no Fórum Romeira. O evento teve como objectivos sensibilizar a população escolar para a prática de uma alimentação saudável, informar as crianças sobre as 62

154 origens e benefícios dos alimentos e contribuir para transmitir de forma simples, orientações para uma alimentação completa, equilibrada e variada. Durante o decorrer da Feira, cerca de 2900 alunos e professores dos Jardins de Infância de Rede Pública, Instituições Particulares de Solidariedade Social e Escolas do º Ciclo do Ensino Básico, participaram em diversas actividades lúdico pedagógicas relacionadas com a aquisição de hábitos para uma alimentação saudável. No dia de Junho, tivemos a oportunidade de abrir as portas ao público em geral, com o objectivo de se comemorar o Dia Mundial da Criança e, no dia 05 de Junho, de encerrar o certame com ateliers relacionados com o Dia Mundial do Ambiente. A realização desta iniciativa contou, com o envolvimento e colaboração dos Agrupamentos de Escolas, Escola Secundária Damião de Goes, através do Curso Profissional de Animador Sócio Cultural e do Departamento Físico/Química e Biologia, da Empresa Cerealis Moagens, S.A., Moagem de Alenquer, Centro de Saúde de Alenquer, através da Equipa de Saúde escolar, e Centro Infantil da Santa Casa da Misericórdia de Alenquer. XIII Feira Infantil de Alenquer Fórum Romeira 63

155 .4. Colaboração no Programa O.T.L. - Ocupação de Tempos Livres para Jovens O Programa O.T.L. ocupação de tempos livres, promovido pela Delegação Regional de Lisboa do Instituto Português da Juventude, teve como objectivo ocupar de forma saudável os tempos livres dos jovens com idades compreendidas entre os 5 e 25 anos de idade. O acompanhamento do Projecto foi efectuado pelo Serviço de Acção Social, tendo sido realizado, nos diversos serviços da Câmara Municipal, entre os meses de Julho e Agosto, em turnos quinzenais. Participaram neste Programa quinze jovens residentes no concelho de Alenquer TERCEIRA IDADE XX Encontro Concelhio de Reformados e Idosos Como forma de homenagear os munícipes reformados e idosos residentes no concelho de Alenquer, no passado dia 25 de Outubro, realizou-se a 20ª edição do Encontro Concelhio de Reformados e Idosos, no Fórum Romeira em Alenquer. O dia começou com o já habitual beberete, seguindo-se as actuações do Grupo de Cantares e de Danças do Programa Vida Activa tendo terminado a manhã com uma demonstração de ginástica em que todos os visitantes foram convidados a participar. O almoço foi oferecido pela Câmara Municipal e servido no edifício da Romeira a cerca de 900 participantes. A tarde foi animada pelo o Baile, com o conjunto musical Quim Botas, e o dia encerrou com o tradicional corte do bolo comemorativo do Encontro. Durante o decorrer do evento esteve aberta ao público uma exposição de trabalhos elaborados pelos idosos institucionalizados, numa loja ao Parque Urbano da Romeira gentilmente cedida pelo Sr. João Mimoso. 64

156 A realização deste evento contou com a colaboração de todas as Juntas de Freguesia do concelho, da Rodoviária Boa Viagem, do Programa Vida Activa, da Comissão de Reformados, Pensionistas e Idosos de Alenquer e das Instituições Particulares de Solidariedade Social com a valência de idosos. XX Encontro Concelhio de Reformados e Idosos 2.2. Participação no Núcleo Dinamizador de Técnicos na Área da Terceira Idade No âmbito da elaboração do Diagnóstico Social do Programa Rede Social de Alenquer, sentiu-se a necessidade de criar uma estrutura que permitisse agilizar o planeamento de actividades, troca de experiência e conhecimentos entre as instituições particulares de solidariedade social com a valência de idosos. Neste sentido, no ano de 2006 foi criado um grupo de trabalho coordenado pelo serviço de Acção Social desta Edilidade, ao qual se deu o nome de Núcleo Dinamizador de Técnicos na Área da Terceira Idade, constituído pelas seguintes instituições: - Câmara Municipal de Alenquer 65

157 - Centro Social Paroquial N.ª Sr.ª das Virtudes de Ventosa - Centro Social Paroquial do Carregado - Instituto Sãozinha, - Santa Casa da Misericórdia de Alenquer - Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana - Segurança Social de Vila Franca de Xira. No ano de 2008, para além das reuniões periódicas que serviram para a planificação de actividades, troca de informações e partilha de experiências, foram também realizadas várias acções conjuntas ao longo do ano: - Cinema no Auditório Damião de Goes No dia 2 de Janeiro de 2008, cerca de 00 idosos das Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho assistiram no auditório Damião de Goes ao filme Fados. Visionamento do Filme FADOS Auditório Damião de Goes 66

158 - Exposição de Trabalhos dos idosos institucionalizados na Feira da Ascensão Entre os dias e 4 de Maio estiveram em exposição na Feira da Ascensão alguns trabalhos executados pelos idosos das instituições do concelho. - Arraial dos Santos Populares no Fórum Romeira No dia 30 de Junho, idosos e profissionais das instituições de Terceira Idade realizaram, no Fórum Romeira, um desfile de Marchas Populares. O convívio entre as instituições seguiu durante o almoço que incluiu uma sardinhada oferecida pela Câmara Municipal. O evento terminou com um bailarico ao ritmo das cantigas dos Santos Populares. Arraial dos Santos Populares Fórum Romeira 6

159 - 2.º Seminário Saúde e Envelhecimento Saudável O 2.º Seminário foi promovido pelo Pelouro de Acção Social em colaboração com o Núcleo Dinamizador de Técnicos na Área da Terceira Idade e a Rede Social, tendo-se realizado no dia 5 de Novembro, no Auditório Damião de Goes. Esta iniciativa contou com a presença de cerca de 50 participantes entre profissionais, particulares e alunos do Curso de Animação Sócio Cultural da Escola Secundária Damião de Goes. Neste Seminário foram abordados temas relacionados com os cuidados paliativos, acidentes vasculares cerebrais, diabetes, hipertensão arterial e com a importância da animação social. No final do Seminário os participantes foram presenteados com uma actuação do Grupo de Cantares do Programa Vida Activa. II Seminário Saúde e Envelhecimento Saudável A Lojinha dos Avós Exposição e Venda de trabalhos elaborados pelos utentes das Instituições de Terceira Idade O Núcleo Dinamizador de Técnicos na Área da Terceira Idade, coordenado pelo Gabinete de Acção Social, realizou entre os dias 2 e 4 de Dezembro uma exposição e venda de produtos elaborados pelos idosos A Lojinha dos Avós em duas lojas da Albergaria do Espírito Santo gentilmente cedidas pela Santa Casa da Misericórdia de Alenquer. 68

160 Esta iniciativa teve como objectivos contribuir para inserção social dos idosos institucionalizados na comunidade local, divulgar o trabalho das Instituições e angariar fundos para as mesmas. Participaram neste evento o Centro Social Paroquial do Carregado, o Centro Social Paroquial N.ª Sr.ª das Virtudes de Ventosa, a Santa Casa da Misericórdia de Alenquer, a Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana, o Instituto da Sãozinha com a valência de Apoio Domiciliário, a Comissão de Reformados, Pensionistas e Idosos de Alenquer e o Centro de Actividades Ocupacionais de Olhalvo Projecto Oficina da Memória O Projecto Oficina da Memória iniciou a sua.ª Edição no Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Alenquer. Foi no dia 26 de Novembro que 2 utentes da instituição participaram na.ª sessão da Oficina da Memória, projecto que se estendeu por 2 sessões de 90 minutos cada e com periodicidade semanal. Visando o desenvolvimento e a estimulação das funções cognitivas junto da população sénior, permitindo desenvolver hábitos e comportamentos que facilitem a sua conservação e operando como medida preventiva de isolamento e exclusão, este projecto pretende ser ampliado a outras entidades concelhias, nomeadamente as restantes Instituições Particulares de Solidariedade Social (com a valência de idosos), Programa Vida Activa, Comissão de Reformados, Pensionistas e Idosos de Alenquer e Juntas de Freguesia, contando futuramente com mais edições. De acordo com o Diagnóstico Social do Concelho de Alenquer Programa da Rede Social, as respostas de apoio à 3.ª idade são insuficientes o que, aliado ao fenómeno de envelhecimento populacional que tem vindo a manifestar-se com intensidade nas últimas décadas no concelho de Alenquer, evidencia o problema de idosos em situação de isolamento. 69

161 No seguimento da análise do Diagnóstico, surge a oportunidade de colocar à disposição da população idosa, não só actividades que exijam atenção, concentração e pensamento lógico, contribuindo para o aumento da densidade cerebral, mas também actividades de grupo, nas quais a relação interpessoal e a entreajuda são parte integrante nas sessões. A perda das funções cognitivas está relacionada com as alterações fisiológicas, assim como com a falta de exercício que coincide com a reforma ou com a diminuição de actividade. A memória e a idade mantêm uma estreita relação biológica, mas também ambiental, social, emocional e comportamental. Maioritariamente são estes últimos os verdadeiros responsáveis da maior parte dos deficits cognitivos dos idosos. Participantes do Projecto Oficina da Memória Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Alenquer 0

162 2.4 Programa Vida Activa O Programa Vida Activa nasceu da necessidade de se criar um programa de exercício físico orientado, vocacionado para a terceira idade, composto por um conjunto de iniciativas de carácter desportivo, recreativo e cultural, com o objectivo de proporcionar uma vida mais saudável e integrada na comunidade. O Programa destina-se a todos os munícipes acima dos 55 anos, de ambos os sexos, residentes no concelho de Alenquer. Actividades de carácter regular: Aulas de Ginástica de Manutenção - realizaram-se duas vezes por semana nas freguesias de St.º Estêvão, Carregado, Ota, Olhalvo, e desde o mês de Novembro estenderam-se a Cadafais e Ventosa. Aulas de Ginástica Aquática - realizaram-se três vezes por semana nas Piscinas Municipais. Actividades de carácter não regular: Ao longo do ano realizaram-se diversas iniciativas de carácter recreativo e cultural, tais como: Caminhadas travessia da Ponte 25 de Abril, Montejunto e São Martinho do Porto. Idas ao Teatro Teatro Politeama (Jesus Cristo Super Star) e Parque Mayer ( Revista à Portuguesa). Festas de Convívio Festa de Carnaval no Fórum Romeira.

163 Actividades Complementares: Neste ano foi ainda constituído um Grupo de Cantares, um Grupo de Danças, um Grupo de Música com cavaquinhos e viloa e um Grupo Cénico que efectuaram os seus ensaios uma vez por semana, no período da noite. O Grupo Cénico ensaiou uma peça intitulada Festa na Aldeia e realizou 0 actuações para o público em geral no Auditório Damião de Goes e actuação na localidade de Bogarréus. Participação na Feira Infantil de Alenquer Feira da Reciclagem e no Encontro concelhio de Reformados e Idosos POPULAÇÃO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA 3.. Apoio a Crianças e Jovens Deficientes em Instituição Cabe ao Serviço de Acção Social, fazer o acompanhamento e apoio dos utentes em instituições fora do nosso Concelho, bem como solicitar o respectivo transporte. Assim, no presente ano lectivo foram concedidos transportes e apoio às seguintes instituições: Cerci Flôr da Vida Azambuja Freguesias Nº de Utentes Abrigada 3 Aldeia Galega Carregado 9 Cabanas de Torres 2 Meca Olhalvo Pereiro de Palhacana Santo Estêvão 2

164 Associação Para a Educação de Crianças Inadaptadas - A.P.E.C.I. Torres Vedras Freguesias Nº de Utentes Aldeia Gavinha 2 Aldeia Galega Cabanas de Torres 2 Ribafria Santana da Carnota Santo Estevão 3 Triana 3 Ventosa Vila Verde dos Francos 2 Cerci Póvoa Póvoa de Santa Iria Freguesias Nº de Utentes Ribafria Santo Estêvâo 3 Cerci Tejo - Alverca Freguesias Nº de Utentes Triana 2 3

165 3.2. Avaliação, Encaminhamento e Acompanhamento Este tipo de atendimento faz parte da rotina diária do Gabinete de Acção Social e visa dar resposta às necessidades das pessoas portadoras de deficiência do Concelho de Alenquer. Neste atendimento é feita a sinalização das situações e a avaliação das mesmas. Posteriormente e após análise das mesmas foi realizado um encaminhamento (que poderia ser para instituição ou para inserção em Mercado Aberto de Trabalho ou em situação de Emprego Protegido), e um consequente acompanhamento da situação. Em sequência do trabalho iniciado em 2003 nas Juntas de Freguesia, continuou-se a fazer sinalizações de situações de deficiência que até então eram estranhas ao serviço. 3.3 Actividades Complementares Campeonato Nacional de Boccia Classe BC, BC2 e BC4 Zonas Centro, Sul e Ilhas. Realizou-se nos dias 9 e 0 de Fevereiro do corrente ano, no Pavilhão Municipal da Chemina, em Alenquer, o Campeonato Nacional de Boccia Classe BC, BC2 e BC4 Zonas Centro, Sul e Ilhas. Participaram no evento cerca de 60 atletas portadores de deficiência das seguintes instituições: AFID Lisboa Associação Académica de Coimbra OAF Centro João Paulo II Fátima Centro Nuno Belmar da Costa Oeiras Centro de Paralisia Cerebral de Beja Liga Portuguesa dos Deficientes Motores Lisboa Núcleo Regional do Centro da APPC Coimbra Núcleo Regional de Faro da APPC 4

166 Núcleo Regional do Sul da APPC Lisboa Núcleo Regional de Viseu da APPC Os Especiais - Funchal Esta actividade contou com a participação de 5 alunos dos nossos Estabelecimentos de Ensino, que participaram na condição de juízes/cronometristas, depois de terem recebido uma formação prévia ministrada pela Paralisia Cerebral Associação Nacional de Desporto. Esta prova foi uma prova de observação aos atletas que representaram Portugal nos Jogos Paralimpicos de Pequim. Campeonato Nacional de Boccia Iniciou-se no mês de Março, o projecto Ajude-nos a Encontrar Estes Sorrisos, que tem por objectivo fazer um levantamento da população portadora de deficiência residente no concelho de Alenquer. Este registo contribuirá para dar uma resposta mais adequada às necessidades da população portadora de deficiência e promover a sua autonomia e inserção social. Quando se conhecem os casos de deficiência, o auxílio prestado pelas entidades que desenvolvem a sua intervenção nesta área específica é mais adequado. Assim sendo, todas as pessoas que queiram contribuir para o bem-estar dos portadores de deficiência devem contactar o Programa Rede Social ou a Junta de Freguesia da sua área de residência, informando sobre os casos de que tenham conhecimento, de modo a que se proceda ao seu registo. 5

167 Realizou-se no dia 5 de Maio o I Encontro do Pirilampo Mágico. Esta actividade foi inserida na Campanha do Pirilampo Mágico, e nela participaram os utentes do Centro de Actividades Ocupacionais de Olhalvo Cerci Flor da Vida e alunos da EB de Alenquer. O evento teve como principal objectivo promover um encontro desportivo e recreativo que envolvesse alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho de Alenquer e os utentes da instituição, promovendo consequentemente a campanha do Pirilampo Mágico. A acção decorreu de forma animada e bastante participada pelos diferentes intervenientes. Esta actividade foi organizada pela Cerci Flor da Vida e contou com o apoio da Câmara Municipal de Alenquer. I Encontro do Pirilampo Mágico No dia de Julho realizou-se no Parque Urbano da Romeira o III Corta-Mato do C.A.O (Centro de Actividades Ocupacionais) de Olhalvo, que contou com a participação de cerca de 50 pessoas, entre utentes portadores de deficiência, técnicos e auxiliares. Participaram na prova a Cerci Flor da Vida de Azambuja e a APECI de Torres Vedras. Depois da prova houve lugar para um almoço e convívio entre todos os participantes na iniciativa. Esta prova foi organizada pelo C.A.O. de Olhalvo com a colaboração da Câmara Municipal de Alenquer. 6

168 4. INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA 4.. Serviço de Atendimento de Acção Social Nesta área de actuação foi desenvolvido um trabalho de informação, sinalização de situações, entrevista com utentes, estudo e análise da problemas, visita domiciliária, triagem, resolução ou encaminhamento da situação para instituições especificas. Os problemas apresentados foram: - Falta de informação - Insuficiência económica - Desemprego - Falta de habitação - Habitação degradada - Idosos em situação de risco - Acompanhamento de situações Colaboração no Peditório Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro O Peditório de Luta Contra o Cancro, foi uma iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro realizada a nível nacional nos dias 3 de Outubro,, 2 e 3 de Novembro. A nível concelhio foi apoiado pelo Gabinete de Acção Social e efectuado por onze senhoras voluntárias do Programa Vida Activa, tendo sido apurados 2 34,50 ( dois mil trezentos e quarenta e sete euros e cinquenta cêntimos ).

169 Colaboração no Programa Diz Não a Uma Seringa em Segunda Mão O Programa Diz Não a Uma Seringa em Segunda Mão é uma iniciativa da Associação Nacional de Farmácias, que a nível concelhio é efectuado em colaboração com a Câmara Municipal, através do Gabinete de Acção Social, cabendo a este o contacto com as Farmácias sedeadas no concelho e mensalmente proceder à recolha de contentores com seringas para serem armazenadas em instalações da Câmara, e posteriormente entregues à Cannon Higiene, para incineração. Recolha Mensal de contentores com seringas Farmácia/Localidade Ja Fe. Ma. Ab. M. Jun. Jul. Ag. Se. Ou. No. D. Abrigada / Abrigada Catarino / Alenquer X Higiene / Carregado X X Moderna /Carregado X X X X Moderna / Carnota Morais / Merceana Mat.Coelho/Alenquer X X X Nobre Rito/ Alenquer X X Nª Srª Piedade/Ota Perdigão / Olhalvo Soveral / Labrugeira X X Serviço de Apoio Psicológico e de Aconselhamento De Janeiro a Dezembro de 2008, foi dada continuidade ao serviço de Apoio Psicológico e de Aconselhamento, pela Técnica Superior de Psicologia Clínica, intitulado Programa A Falar é que a Gente se Entende, que consistiu na prestação gratuita do mesmo à população adulta do Concelho de Alenquer. 8

170 O Apoio Psicológico e de Aconselhamento teve lugar nas Juntas de Freguesia que demonstraram oficiosamente interesse e condições físicas ambientais que permitissem o bom funcionamento do serviço, nomeadamente, as Juntas de Freguesia de Carregado, Olhalvo, Aldeia Gavinha, Ota e Abrigada, os atendimentos resultantes de inscrições das demais Juntas de Freguesia tiveram lugar na Casa da Torre. Este tipo de serviço visou, o atendimento de indivíduos adultos que recorreram ao técnico, mediante motivação expressa de tentativa de resolução dos seus sintomas e problemas. O atendimento actuou de forma a prevenir e modificar mecanismos envolvidos em determinados comportamentos, procurando restabelecer o equilíbrio psicológico do indivíduo, obter a máxima melhoria sintomática, reforçar os mecanismos de defesa adaptativos, melhorar a adaptação ao meio, proporcionar a aquisição de maturidade emocional mediante a promoção de autonomia, estimular a consolidação de uma identidade própria, estabelecer uma auto-imagem estável e melhorar a capacidade de julgamento da realidade. O Programa a Falar é que a Gente se Entende contou, em 2008, com 46 pessoas acompanhadas, das quais duas ficaram pendentes por falta de comparência do utente na data e hora agendadas para o efeito. A Junta de Freguesia de Triana verificou o maior número de solicitação ao Apoio Psicológico, ao contrário das Juntas de Freguesia de Aldeia Gavinha, Aldeia Galega da Merceana, Cabanas de Torres, Cadafais, Carnota, Meca, Pereiro, Ribafria e Vila Verde dos Francos que não contaram com nenhuma inscrição. 9

171 Nº. Casos atendidos por Junta de Freguesia Nº. Casos Juntas de Freguesia Atendidos Abrigada Aldeia Galega da Merceana - Aldeia Gavinha - Cabanas de Torres - Cadafais - Carnota - Carregado 0 Meca - Olhalvo 6 Ota Pereiro - Ribafria - Santo Estevão - Triana - Ventosa 3 Vila Verde dos Francos - Total 44 Pendentes Participação na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer A Câmara Municipal de Alenquer é um parceiro obrigatório da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer, tal como o Ministério da Saúde, o Ministério da Educação e a Segurança Social. Foi nomeado como representante da autarquia na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer o Sr. Vereador Jorge Riso, sendo técnico cooptado a Técnica Superior de Reabilitação e Inserção Social. Está estabelecido no protocolo celebrado com a autarquia a cedência um técnico com uma afectação à Comissão de cerca de 30% do seu tempo efectivo de trabalho. 80

172 No dia 30 de Abril de 200 foi proposto em reunião ordinária da Câmara Municipal de Alenquer que esta edilidade passasse a ser representada na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer pela Técnica Superior de Reabilitação e Inserção Social, proposta que foi aceite por unanimidade. A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer neste momento está a funcionar em regime de permanência (das 9 horas às horas), assegurado por um técnico, sendo que cabe ao técnico da Câmara Municipal de Alenquer assegurar um dia e meio semanalmente. Foram acompanhados pela Técnica Superior de Reabilitação e Inserção Social cerca de 5 processos, que representaram 6 crianças em acompanhamento sendo que alguns destes, depois de trabalhadas as situações, acabaram por ser: - Arquivados liminarmente - Arquivados - Transferidos - Remetidos ao Ministério Público. No final de 2008 a técnica supra citada tem em acompanhamento 3 processos no activo, representando estes 53 crianças em acompanhamento Actividades Complementares Dia 0 de Março a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer participou, no Auditório do Metropolitano de Lisboa, no Encontro das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco do Distrito de Lisboa, com a presença da Sr.ª Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Dr.ª Idália Moniz. 8

173 Durante o mês de Abril decorreu uma formação para todos os técnicos da CPCJ de Alenquer sobre Intervenção das CPCJ: Gestão da Qualidade da Intervenção e Informatização do Processo de Promoção e Protecção. Nos dias 3 e 4 de Maio realizou-se, em Portimão, o Encontro Nacional de Avaliação do Trabalho das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco. A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Alenquer fez-se representar pela Presidente (Filipa Costa Santos) e pela Secretária (Inês Lopes). Durante o mês de Agosto processou-se a preparação da articulação a ser feita com as escolas para o ano lectivo que se inicia. No dia 8 de Agosto realizou-se uma reunião com o Sr. Procurador do Tribunal de Família e Menores de Vila Franca de Xira, Dr. Edgar de Jesus, tendo em vista a uniformização de procedimentos entre todas as Comissões de Protecção do circulo de Vila Franca de Xira Banco Local de Voluntariado de Alenquer O Banco Local de Voluntariado de Alenquer, enquadrado pela Câmara Municipal de Alenquer, iniciou o seu processo de constituição em Julho de A implementação de um Banco Local de Voluntariado em Alenquer, surgiu devido ao facto do voluntariado estar integrado num contexto internacional, ao qual cada vez mais se dá o reconhecimento do valor social, assim como, pela necessária criação de estruturas locais que, actuando em subsidiariedade e usufruindo da proximidade e do conhecimento das diversidades regionais, contribuam para um melhor aproveitamento e eficácia do Voluntário. Em Alenquer, tal como noutros concelhos, o voluntariado é reconhecido como um importante contributo para o desenvolvimento social, tendo sido identificado no Plano de Desenvolvimento Social da Rede Social de Alenquer como uma forma de combater o isolamento dos idosos e ocupar os tempos livres de quem se encontra desocupado, quer permanentemente, quer pontualmente. 82

174 Neste contexto e à semelhança do que tem vindo a acontecer com outras autarquias, considerou-se ser de grande pertinência a implementação de um Banco Local de Voluntariado, permitindo a esta edilidade ser a Entidade Enquadradora, através do Sector de Acção Social, como estrutura vocacionada para a promoção do encontro entre a oferta do voluntário e a entidade promotora. Neste contexto, o Banco Local de Voluntariado, irá funcionar na Casa da Torre, como estrutura vocacionada para a promoção do encontro entre a oferta do voluntário e a entidade promotora. 4.. Participação no Programa do Rendimento Social de Inserção O Rendimento Social de Inserção (RSI) é instituído pela Lei n.º 3/2003, de 2 de Maio, que revoga o rendimento mínimo garantido. Consiste numa prestação incluída no subsistema de solidariedade e um programa de inserção social por forma assegurar às pessoas e seus agregados familiares recursos que contribuam para a satisfação das suas necessidades mínimas e para o favorecimento de uma progressiva inserção social, laboral e comunitária. De acordo com a nova lei, a Câmara Municipal passa a ser parceiro obrigatório nos Núcleos Locais de Inserção (NLI), sendo o representante o Vereador do Pelouro de Acção Social, e na sua ausência é substituído pela Técnica Superior de Serviço Social. A Câmara Municipal disponibiliza recursos humanos e apoio logístico que se traduzem numa técnica superior de serviço social, sala de reuniões e material de expediente. Os NLI s têm base concelhia, que constitui o âmbito territorial da sua actuação. Integram representantes dos organismos públicos, responsáveis na respectiva área de actuação, pelos sectores da segurança social, do emprego e formação profissional, da educação, da saúde e das autarquias locais. 83

175 Reúne quinzenalmente para aprovação dos programas de inserção, para a organização dos meios inerentes à sua prossecução e para o acompanhamento e avaliação da respectiva execução dos mesmos. Neste ano realizaram-se 8 reuniões de NLI. É da responsabilidade da Técnica Superior de Serviço Social efectuar o acompanhamento técnico dos processos das famílias beneficiárias do Programa de Rendimento Social de Inserção, das freguesias de Triana, Santo Estêvão e Cadafais, bem como do apoio logístico e administrativo ao Núcleo Local de Inserção de Alenquer. Integra o NLI, participando nas reuniões quinzenais. Em 2008, foram analisados 64 requerimentos de RSI, referentes às freguesias atrás mencionadas. Dos 64 requerimentos, 24 foram cessados ou indeferidos. Foram também realizados 8 acordos de inserção Guia de Recursos Sociais O Guia de Recursos Sociais do Concelho de Alenquer surgiu da necessidade de dar a conhecer os diversos recursos sociais existentes no concelho de Alenquer. Tem a particularidade de ser um instrumento orientador capaz de facilitar a articulação entre as várias entidades, serviços e equipamentos sociais com as necessidades dos diferentes agentes locais. Este guia foi concebido com a colaboração do Programa Rede Social O Guia de Recursos Sociais teve o seu lançamento na Feira de Ascensão e é de distribuição gratuita. Encontra-se nos diferentes serviços da Autarquia e nas Juntas de Freguesia Cartão Municipal do Idoso O Cartão Municipal do Idoso surge com o intuito de conceder benefícios na utilização de bens e serviços públicos e privados existentes no concelho. 84

176 Sendo da competência das autarquias locais promover a resolução dos problemas que afecta as populações, principalmente aquelas que se encontram desprotegidas, a Câmara Municipal lançou o Cartão Municipal do Idoso, com o objectivo de promover e favorecer a qualidade de vida das pessoas idosas economicamente mais desfavorecidas, residentes no concelho de Alenquer. A adesão ao Cartão Municipal do Idoso, concede um conjunto de benefícios nomeadamente, pequenas reparações no domicílio e descontos de bens e serviços nas empresas aderentes a este projecto. Foi feita divulgação do referido Cartão através de panfletos e cartazes, colocados nas juntas de freguesias, e no site da Câmara, onde os candidatos podem aceder ao regulamento e respectiva ficha de candidatura. O projecto de Regulamento do Cartão Municipal do Idoso foi publicado em Diário da República no dia 8 de Setembro, tendo sido aprovado em reunião extraordinária da Assembleia Municipal no dia 4 de Novembro. O processo e a análise da candidatura serão efectuados no Gabinete de Acção Social Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante de Alenquer Este serviço de atendimento registou uma elevada procura por parte da população imigrante, tendo-se registado, entre Janeiro e Dezembro de 2008, 48 atendimentos a imigrantes, na sua maioria de nacionalidade brasileira (56,6%), sendo que 45,3 % dos imigrantes que procuram o CLAII se encontram em situação irregular, pretendendo saber o processo necessário para a sua regularização em território nacional. A Nacionalidade tem vindo igualmente a ser um dos assuntos muito abordados no CLAII. A freguesia de proveniência da maioria dos imigrantes que recorreram a este serviço no ano de 2008 é Carregado. Durante o ano de 2008 foram desenvolvidas algumas actividades que visaram promover uma maior integração da comunidade imigrante em Portugal, donde se destaca uma acção de informação sobre Acolhimento e Serviços Sociais para a população imigrante, direccionada 85

177 para técnicos das diversas entidades concelhias que de alguma forma se encontram ligados ao processo de integração dos imigrantes na comunidade local. No final deste evento, que se destinava a assinalar o segundo aniversário do CLAII no dia 2 de Junho, actuou um Grupo de Danças de crianças africanas, as Rebentolas. Acção de informação Acolhimento e Serviços Sociais Actuação do Grupo de Danças As Rebentolas Considerando-se que um dos factores determinantes para a integração da população imigrante na sociedade de acolhimento passa por ultrapassar as barreiras linguísticas, foi realizado um curso de Português para Estrangeiros na semana de 3 a de Outubro, resultante de uma parceria realizada entre o Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante de Alenquer, o Centro Europe Direct Oeste e a Escola Secundária Damião de Goes, como forma de assinalar a Semana Europeia das Línguas, que contou com a participação de imigrantes de diversas nacionalidades. Dado o sucesso deste curso, procedeu-se à realização de uma segunda edição do mesmo, que decorreu de 5 a 9 de Dezembro, assinalando-se desta forma o dia 8 de Dezembro, Dia Internacional das Migrações. Nesta segunda edição do curso de Português participaram 5 imigrantes. 86

178 .ª Edição do Curso de Português para Estrangeiros 2.ª Edição do Curso de Português para Estrangeiros Ao nível da nova lei da nacionalidade, constituindo uma oportunidade para a legalização de uma elevada percentagem de jovens que se encontram inseridos no sistema de ensino português, foi solicitada a colaboração dos Agrupamentos de Escolas e da Escola Secundária neste processo de divulgação aos alunos sobre como poderão adquirir a nacionalidade portuguesa através da distribuição de brochuras disponibilizadas pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural. Refira-se ainda que tem-se apostado na consolidação do trabalho desenvolvido no Centro Local de Apoio à Integração do Imigrante de Alenquer, que se apresenta como um importante recurso a nível concelhio na área do apoio à população imigrante, mediante um conjunto de actividades que compreendem a distribuição de cartazes e panfletos relativamente ao serviço em locais considerados apropriados, a constante articulação com os meios de comunicação social locais no sentido da divulgação do serviço e das actividades que desenvolve, a frequente dinamização do espaço on-line do CLAII inserido no site da autarquia e a participação em encontros periódicos com os CLAII s da região Oeste no sentido da troca de experiências e da programação do desenvolvimento de actividades conjuntas. 8

179 Os elementos do CLAII promoveram uma articulação durante o ano com alguns serviços mais direccionados com algumas questões específicas no âmbito da imigração, como sejam o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Santarém, no caso de pedidos e renovações de títulos de residência e reagrupamento familiar, e com a Conservatória do Registo Civil no âmbito dos processos de pedido de Nacionalidade Portuguesa. Outra das competências deste serviço é a emissão de Certificados de Registo de Cidadão da União Europeia, tendo sido emitidos durante o ano de 2008 cerca de 60 certificados, maioritariamente para cidadãos da Roménia e da Bulgária que, recentemente passando a integrar a União Europeia, necessitam deste documento de identificação em substituição dos títulos de residência Rede Social de Alenquer No âmbito do trabalho desenvolvido na Rede Social de Alenquer durante o ano de 2008, várias foram as actividades desenvolvidas no sentido do cumprimento do Plano de Acção de Este Plano de Acção compreende várias áreas temáticas, a saber: Deficiência, Famílias em Risco, Formação e Emprego, Infância e Juventude, Idosos, Multiculturalidade, Saúde e Informação. Estes 8 Grupos de Trabalho, constituídos para analisar temáticas específicas identificadas no âmbito do Diagnóstico Social de Alenquer, reuniram periodicamente durante o ano no sentido da execução das actividades planeadas, assim como para definir as actividades a realizar no Plano de Acção de 2009, para tentar de alguma forma dar resposta às necessidades apontadas pelos parceiros locais. Realizou-se uma reunião de plenário do Conselho Local de Acção Social de Alenquer no dia 3 de Março destinada a fazer um ponto da situação das actividades realizadas. 88

180 Uma das principais dificuldades com que os parceiros da Rede Social se depararam no sentido da realização de um trabalho integrado e eficaz nas áreas temáticas identificadas foi a falta de informação que possa servir de base à intervenção. Como tal, durante o ano de 2008 foram levados a cabo alguns levantamentos de dados, como sendo o caso da população portadora de deficiência existente no concelho, no âmbito do Grupo de Trabalho Deficiência dos interesses ao nível da ocupação de tempos livres das crianças e jovens que se encontram a frequentar os agrupamentos de escolas bem como das suas expectativas em relação ao seu futuro escolar e profissional, no caso do Grupo de Trabalho Infância e Juventude a identificação das necessidades de formação profissional nas empresas do concelho, no que concerne ao Grupo de Trabalho Formação e Emprego, e no seio do Grupo de Trabalho Famílias em Risco sentiu-se a necessidade de realizar um levantamento inter-institucional de famílias existentes no concelho em situação de pobreza. Paralelamente a estas actividades, a Rede Social de Alenquer tem colaborado no desenvolvimento de alguns serviços e actividades de apoio à população concelhia, como sendo o Cartão Municipal do Idoso, o Banco Local de Voluntariado e o Seminário Saúde e Envelhecimento Saudável no âmbito do Grupo de Trabalho Idosos a sensibilização para os malefícios do consumo de drogas lícitas e ilícitas à população do concelho através da distribuição de um cartaz vencedor de um concurso realizado com a colaboração dos Agrupamentos de Escolas, promovido pelo Grupo de Trabalho Saúde, e a colaboração na elaboração de um Guia de Recursos Sociais a disponibilizar à população do concelho com informações relevantes sobre diversos serviços, resultante da constatação das dificuldades de acesso à informação da população no Grupo de Trabalho Informação. 89

181 Saúde Este Pelouro idealizou algumas metas e objectivos, com vista à resolução dos problemas existentes nomeadamente no Centro de Saúde e suas Extensões no Concelho de Alenquer, na qual mereceu as nossas preocupações e apreensões, perante as situações que se prendem nomeadamente com a falta de médicos e os espaços físicos adaptados e outros a carecer urgentemente de obras e que alguns dos nossos objectivos não foram concretizados, por estar dependente de decisões da tutela. Da nossa parte foram envidados todos os esforços junto do Ministério da Saúde com o objectivo de minimizar os transtornos e danos com que os utentes se deparam diariamente, tais como: dificuldade de ter acesso a uma consulta ou ter médico de família, falta de recursos humanos a diversos níveis e espaços físicos inadequados, sobretudo para pessoas mais idosas. Centro de Saúde Alenquer Apoio nos projectos dos serviços de cuidados primários e continuados. Aquisição de equipamentos de ajudas técnicas. Apoio nos cursos de formação na área da diabetes/cuidados continuados. Extensão de Saúde de Santana da Carnota Continuamos com o problema na Extensão de Saúde em Santana da Carnota, com a falta de um médico a tempo inteiro, face a esta situação este Pelouro em conjunto com a Comissão de Utentes envidaram esforços perante o Ministério da tutela no sentido de resolver esta situação. 90

182 Avaliação do Risco Cardiovascular Este Pelouro, conjuntamente com a Associação dos Hipertensos de Portugal, levou a cabo nos dias 5 e 6 de Fevereiro uma acção de sensibilização em que a mesma foi composta por um debate na Biblioteca Municipal de Alenquer e rastreio do Risco Cardiovascular, que teve uma afluência de mais de duas dezenas de pessoas interessadas na verificação da sua tensão. Caminhada por uma vida mais saudável Realizou-se no dia 3 de Maio, integrado na Feira da Ascensão, uma caminhada Por uma vida mais saudável, a organização foi do Centro de saúde de Alenquer e contou com o apoio deste Pelouro e da Associação de Diabetes do Concelho de Alenquer. A caminhada teve como objectivo principal, explicar e avaliar as actividades físicas e os hábitos alimentares. 9

183 Acções de Formação Realizaram-se cursos de formação na área da diabetes e cuidados continuados, na Junta de Freguesia de Santana da Carnota e Olhalvo e Bombeiros Voluntários da Merceana, com a finalidade de contribuir para uma melhor eficiência e qualidade na prestação de cuidados, promovendo a participação e co-responsabilização da família e cuidados informais nos cuidados, os formandos do curso eram familiares/ cuidadores informais de pessoas dependentes pertencentes à Extensões de saúde de Santana da Carnota, Olhalvo e Merceana. Estas acções de formação tiveram a cargo da equipa de enfermagem do Centro de Saúde de Alenquer, numa parceria com este Pelouro. Protocolo de parceria Realizou-se no dia 22 de Setembro um protocolo de parceria com a Associação de Diabéticos do Concelho de Alenquer, cujo objectivo é dar apoio logístico e financeiro para a execução das iniciativas promovidas entre as duas partes, e promover junto das populações deste Concelho actividades, acções de formação e mobilizar outras entidades potencialmente interessadas nas iniciativas, através da parceria estabelecida. 92

184 Comissões de Utentes de Saúde do Concelho de Alenquer No dia de Outubro realizou-se no Auditório da Biblioteca Municipal, uma reunião com todas as Comissões de Utentes de Saúde, cujo objectivo foi analisar o estado dos serviços de saúde prestados no nosso Concelho, e concluiu-se a elaboração de um documento informativo, que foi distribuído nos serviços de saúde do Concelho, e a marcação de uma reunião com a ARSLVT, com a finalidade de explicar o ponto de situação em que se encontra cada extensão de saúde e quais as melhores medidas a tomar. 93

185 Ambiente Considerando que Ambiente é um conceito multidisciplinar e abrangente, e cientes do papel influente do desenvolvimento sustentável e da educação ambiental, a câmara decidiu enveredar por estas áreas com o objectivo de rentabilização e optimização das infra-estruturas existentes, e o de proporcionar a todos os munícipes um Bom Ambiente. Com o intuito de proteger os recursos naturais existentes e minimizar as agressões ao meio ambiente, caminhando para obter um desenvolvimento sustentável, desenvolvem-se várias actividades de divulgação, informação, fiscalização. Neste âmbito, foram concretizadas várias acções, desde Sensibilização Ambiental população em geral, Educação Ambiental nas Escolas, Elaboração de Percursos pedestres, Recolha de produtos recicláveis nas instalações do produtor, Elaboração da Agenda 2 Local. Mantêm-se os projectos até então existentes, e procede-se á implementação de projectos novos. Numa vertente mais delineada de trabalho, e de um modo mais restrito e interno, efectua-se: Monitorização da qualidade da água para consumo humano, dos efluentes residuais, e das vibrações provocadas pelos rebentamentos nas pedreiras. Realização de várias fiscalizações provenientes de denúncias de Munícipes Emissão de pareceres/informações acerca de várias temáticas ambientais Análise de processos (vertente ambiental) Atendimentos/Esclarecimentos 94

186 Numa vertente mais dinâmica e de fácil transmissão para o exterior, efectuaram-se várias acções, que se enumeram a seguir, discriminadas por áreas de actuação: Agenda 2 Local Elaboração do Plano de Acção referente ao vector Equipamentos de apoio social, culturais, de saúde e educação. Início do vector Ambiente e Recursos Naturais/Poluições, com a elaboração de um documento técnico acerca das principais fontes poluidoras do Concelho, nomeadamente indústrias, através de fichas de caracterização individual com informação acerca do grau de agressividade da actividade e grau de sensibilidade ao meio receptor, de modo a obtermos o grau de risco ou impacte ambiental existente associado á laboração da actividade. Realização do 4º Fórum participativo da Agenda 2 dedicado ao tema Ambiente e Recursos Naturais/Poluições. A particularidade desta acção participativa é que esta foi integrada no passeio pedestre. Implementação de algumas acções da Agenda 2 de Alenquer, tais como: o concurso interescolar reciclar ao kilo (ficha nº B4, do plano acção do vector educação cívica e ambiental de todos) e divulgação de ideias e/ou dicas ambientais no boletim municipal (ficha nº A6 do plano de acção do vector educação cívica e ambiental de todos), elaboração do Plano de Educação Ambiental (ficha nº B2 do plano de acção do vector educação cívica e ambiental de todos), Elaborar e Distribuir o Guia de Boas Práticas Ambientais (ficha nº A4 do vector educação cívica e ambiental de todos). 95

187 Resíduos/Recolha Selectiva Ilhas Ecológicas: Campanha de sensibilização, com elaboração e distribuição de panfletos esclarecedores, com variada informação, nomeadamente: definição ilhas ecológicas, vantagens e desvantagens, resíduos a colocar em cada contentor, benefícios reciclagem, conselhos práticos. Recolha Selectiva: Foi efectuado o reforço anual de locais de deposição selectiva (Ecopontos). Disponibilização de mais 4 ecopontos novos. Com a instalação de ecopontos subterrâneos nas margens do Rio de Alenquer, procedeu-se á reorganização dos ecopontos de superfície aí existentes noutros locais, o que perfaz um total de 24 Ecopontos disponibilizados durante o ano de Actualização da base de dados dos ecopontos, e elaboração de documento acerca da localização dos ecopontos, identificação dos mesmos. Projecto Compostar, outra forma de reciclar : O projecto consiste na disponibilização de compostores para a realização da prática de compostagem doméstica. Parceria entre Resioeste e Câmara Municipal. Realização de uma acção de formação destinada ao público em geral, em parceria com Resioeste, no dia 02 Abril. Campanha de divulgação através de panfletos e cartazes. Distribuição de 54 compostores durante o ano de Elaboração da base de dados do projecto. 96

188 Projecto Recolha de óleos Alimentares Usados : Implementação do projecto de recolha de óleos usados. O projecto funciona através de pontos de recepção aderentes, onde os munícipes podem colocar os seus óleos, sendo á posteriori recolhidos por empresa licenciada e encaminhados para destino final adequado. Regulamento Municipal de Resíduos do Concelho de Alenquer: Elaboração do Regulamento de Resíduos, em parceria com o Gabinete Jurídico da Câmara Municipal. Aterro de Resíduos Industriais Banais No âmbito da comissão de acompanhamento do aterro de RIB, foi elaborada uma visita ao referido aterro, ainda na fase de construção, de modo a verificar a evolução do mesmo. Foi efectuada a primeira visita da fase de funcionamento do referido aterro, de modo a verificar a sua actividade, as melhorias a efectuar e as dificuldades existentes. Foi efectuada uma reunião para análise do processo de licenciamento na Câmara Municipal com a Comissão de Acompanhamento e com a DLOP. 9

189 Feira da Reciclagem No âmbito de uma parceria com a resioeste, foi promovida a Feira da Reciclagem, que decorreu entre o dia 3 e 9 Outubro. Pretendeu-se divulgar produtos feitos a partir da reciclagem e reutilização de resíduos, reunindo para o efeito empresas, eco-designers e artesãos com actividade na área. Promoveram-se ainda actividades de carácter lúdico, nomeadamente conferências: Resíduos no oeste e Compostagem doméstica demonstração de falcoaria, animação para crianças, oficina lixoluxopoético. O Gabinete do ambiente além da participação activa na coordenação e elaboração da dinâmica da feira, esteve representado com um stand com exposição acerca de projectos na área dos resíduos, evolução da Recolha Selectiva no Concelho, exemplo de aplicação de materiais reciclados no Concelho (mata do areal e mata do castelo), exemplos de objectos elaborados através da reutilização de materiais. Feira Infantil Participação na Feira Infantil, através de um espaço intitulado Da Água aos Alimentos. Neste espaço, com três vertentes, pretendeu-se recriar um mini-ciclo da água com ligação a uma horta e obtenção de produto final (sumo de laranja). De modo a verificar a absorção dos conhecimentos, seguia-se no final um jogo alusivo á temática, nomeadamente um mini-puzzle do ciclo da água. 98

190 Comemoração do Dia Mundial do Ambiente Criação de um espaço extra na feira infantil, dedicado apenas ao ambiente, designado Oficinas do Ambiente : - Oficina da Reutilização - onde os alunos davam largas á imaginação, através de materiais utilizados (garrafas plástico, caixas de ovos, paletes de cartão, etc ) davam-lhes nova utilização, nova vida (reutilização). Era uma oficina para entender o conceito de reutilização. - Oficina da Reciclagem de papel Oficina que descrevia o processo manual da reciclagem do papel, com vários passos, jornal inteiro, jornal ás tiras, pasta de papel, moldagem da pasta á estrutura, e folha final. Os alunos podiam realizar a reciclagem do papel, nomeadamente, pasta de papel e moldagem da mesma á estrutura para obter folha de papel reciclado. - Oficina da moldagem das folhas oficina que pretendia ligar a Natureza a actividades lúdicas. Os alunos tinham várias espécies de folhas, e tinham de obter o seu molde, através de pintura. - Oficina do Forno Solar Oficina onde os alunos faziam um pequeno forno solar para levar para a escola, de modo a apelar e focar as energias alternativas. - Oficina do Relógio Solar espaço em que os alunos decoravam e elaboravam o seu relógio solar, de modo a sublinhar as propriedades do sol. 99

191 - Oficina dos Moinhos de Vento espaço em que os alunos faziam o seu moinho de vento, de modo a sublinhar as propriedades do vento. Usufruíram deste dia os alunos que visitaram a feira infantil, totalizando cerca de 365 alunos. Educação Ambiental Elaboração do Plano de Educação Ambiental para o ano lectivo de 2008/2009. Este plano é direccionado para a população escolar e compreende várias actividades de educação ambiental, que se encontram distribuídas por grupos: - Acções de Sensibilização - Datas Comemorativas /Efémerides - Visitas de Estudo - Feiras - Concursos - Projectos - Apoios Núcleos/Clubes Ambiente Concurso Inter-escolar Reciclar ao Kilo : Elaboração de um concurso inter-escolar denominado Reciclar ao Kilo, com os seguintes objectivos: - Incentivar e promover a política da reciclagem de papel - Sensibilizar para poupança de recursos naturais e preservação do ambiente As escolas concorrentes separaram e acondicionaram o papel e cartão, permitindo a recolha camarária no dia estipulado, procedendo-se simultaneamente á pesagem dos materiais, de 00

192 modo a elaborar quadros e gráficos disponíveis no site da Internet que permitiram a visualização dos lugares e aumento da disputa. Encontraram-se envolvidos neste projecto 3 Estabelecimentos de Ensino, num total de Alunos concorrentes, permitindo a recolha de Kilos de papel e cartão. Comemoração do Dia Mundial do Ambiente com a entrega dos prémios, consistindo em materiais informáticos e materiais pedagógicos para as escolas, resultantes de patrocínios de várias entidades, nomeadamente: Recolte, Sociedade Ponto Verde, Agência Portuguesa do Ambiente, Plátano Editora. Parceria com Rede Bibliotecas Escolares: Participação na Comemoração do dia da Saúde, Vida Saudável, Ambiente e Natureza, na escola EBI da Abrigada (biblioteca escolar), no dia 04 Abril. A participação consistiu numa apresentação acerca da história da gotinha de água e diversos jogos alusivos á temática. Foram efectuadas 6 sessões, com duração individual de cerca de 50 minutos. Participação na Semana Cultural Pêro de Alenquer, no dia e 8 Abril, contendo várias abordagens e/ou vertentes: - Bancada de reutilização - Jogo da Reciclagem - Joga da Glória, mas abordando temáticas ambientais Comemoração do Dia Mundial da Terra, dia 22 Abril, na escola EB (P3) do Carregado. Abordagem temática Ajudar o Ambiente, na Escola Básica º Ciclo Alenquer, no dia 0 Maio. 0

193 A participação consistiu numa apresentação acerca de como salvar o ambiente, seguida depois de parte prática e dinâmica, através da reutilização de materiais. Comemoração do Dia Mundial do Combate da Desertificação e Seca, na escola EBI do Carregado. Apresentação acerca de sensibilização para o combate da seca, assim como uma actividade prática acerca da poupança da água. Acções de Sensibilização com escolas: Acção de sensibilização A Sementinha Escola dos Casais Marmeleira 2 turmas 3 alunos Visita de Estudo á Serra de Montejunto Elaboração da actividade e acompanhamento da mesma Escola Casais Marmeleira, Escola Guizanderia, Escola Torre, Escola Cadafais total de 54 alunos Guia de Boas Práticas Ambientais: Elaboração e distribuição do guia de boas práticas ambientais com uma série de informações úteis acerca das mais variadas temáticas, nomeadamente: água, energia, poluição do ar, espaços naturais e verdes, resíduos e responsabilidade social, pretendendo sensibilizar os munícipes para as implicações que as atitudes diárias têm no meio ambiente. O lançamento do guia e sua distribuição foi efectuado na Feira da Reciclagem. 02

194 Exploração de massas minerais (pedreiras) De acordo com a legislação em vigor da temática, as explorações existentes não licenciadas poderiam tentar a resolução através de um pedido de regularização de exploração (artigo 5º Decreto lei nº 340/200 de 2 Outubro). Para o efeito, foram efectuadas várias acções: Análise dos pedidos de regularização de exploração Formação de um grupo de trabalho com representantes da Câmara Municipal, Ministério de Economia e CCDR-LVT. Vistorias ás explorações Elaboração de relatório final Exploração de pedreiras/revisão do PDM: Foram elaboradas reuniões com o Gabinete de Revisão do PDM, Ministério de Economia e Inovação, Direcção Geral de Geologia, acerca de situações pontuais de explorações e delinear estratégias de orientação na gestão da temática ordenamento do território. 03

195 Avaliação Ambiental Estratégica do Plano Director Municipal (AAEPDM): Participação nas várias reuniões da equipa com o objectivo de delinear estratégia e distribuir trabalho. Compilação e organização de informação acerca das áreas que a técnica do ambiente ficou responsável, nomeadamente: Pedreiras, Qualidade do ar, Licenças de emissão de CO2. Casa da Serra: Passeios Pedestres e Acções de Formação: Mês Dia Designação Dificuldade Distância Número de Participantes Março 0 Encostas de Montejunto Média 0 Km 50 Março 5 Serra de Ota Média 0 Km 60 Maio 24 Passear pelas cerejeiras Média 0 Km 40 Junho 0 Montes da Rainha Setembro 20 Da Vila aos Montes de Alenquer Outubro 8 Passear por Carnota Novembro 5 Caminhar por montes e vales de Ribafria Média 0 Km 25 Alta 20 Km 50 Média 0 Km 60 Média 0 Km 40 04

196 Protecção Civil O serviço municipal de protecção civil de Alenquer tendo sido reestruturado em finais de Maio, foi instalado na DOM integrando o GTF que complementa a sua actividade. Assim sendo, o serviço municipal de protecção civil tem desenvolvido um trabalho intenso quer na resposta a situações de alerta dadas pela população por via telefónica, quer na presença imediata no que respeita a ocorrências de incêndios florestais e/ou outros acidentes. O SMPC em 2008 realizou as seguintes acções: Revisão do PMDFCI de acordo com as alterações de legislação ocorridas e posterior envio para apreciação da AFN. Em Maio 2008 realizou-se um simulacro Exercício Nacional nº/2008 Prociv III /2008 este exercício teve como finalidade testar a capacidade de resposta via CPX (comunicações rádio, telefone, fax e Internet), bem como a organização dos corpos de bombeiros e protecção civil. Reunião com os caçadores a 25 de Junho, na Merceana para sensibilização em acções de incêndio. A 26 de Junho tomada de posse do Comandante Operacional Municipal, Rodolfo Batista e da Comissão Municipal de Protecção Civil. Acção de formação Vigilância e combate / Regras de segurança com os caçadores a 30 de Junho e a de Julho, incluindo a aprendizagem e o manejo de Kit s de protecção civil ministrada pela protecção civil. Foram distribuídos 5 kit s de ª intervenção (equipamento com 300 litros de água, motor e mangueira de 50m) de protecção civil aos caçadores e bombeiros. Participação a 9 de Julho na acção de formação Workshop Protecção Civil e Bombeiros promovida pela ANPC (Autoridade Nacional de Protecção Civil). 05

197 Reunião a de Julho com os comandos da GNR de Alenquer e Merceana, SEPNA, Bombeiros voluntários da Merceana e Alenquer e Cruz Vermelha do Carregado, tendo por objectivo a análise e coordenação de funcionamento no período crítico (de de Julho a 5 de Outubro). Durante o mês de Julho efectuou-se a abertura e melhoramento de caminhos (cerca de 8 km) em Cabanas de Torres e Abrigada para facilitar a incursão de meios de combate a incêndio, com o acompanhamento do técnico do GTF. Apoio do GTF na execução das FGC (faixas de gestão de combustível) ao longo das estradas nacionais N9, N, EN5-2, EN5-3. Reuniões preparatórias com a EDP para a definição das FGC (faixas de gestão de combustível) a serem executadas no Outono de Levantamento com GPS das áreas ardidas e actualização da base cartográfica de registo de incêndios florestais. Comparência no teatro de operações nos incêndios florestais do COM (comandante operacional municipal) e do técnico do GTF. Participação do técnico do GTF na reunião do CDOS com a Engª Cristina Bastos sobre incêndios em áreas florestais. Participação do COM (comandante operacional municipal), Rodolfo Batista na reunião do CDOS de Lisboa, estando no serviço de comando no dia O serviço municipal de protecção civil recebe diariamente chamadas telefónicas da população solicitando a intervenção em situações de terrenos e casas em zonas com risco de incêndio, devido à falta de limpeza do mato. 06

198 Mês Número Ocorrências Junho 6 Julho Agosto 20 Setembro 0 Outubro 4 Novembro 6 Dezembro 5 Elaboração de um inquérito que faz o levantamento dos meios, recursos e zonas de risco, no âmbito do Plano Municipal de Emergência. Distribuição desses inquéritos às Juntas de Freguesia. Apoio ao preenchimento desse inquérito com deslocação dos membros do serviço municipal de protecção civil às Juntas de Freguesia. Essas deslocações realizaram-se a 4 juntas durante 2 semanas que antecederam o prazo de entrega dos referidos inquéritos. Tratamento dos dados recolhidos dos inquéritos das Juntas de Freguesia. Elaboração de 2 mapas com os dados dos inquéritos para posterior análise e inclusão no plano municipal de emergência. Cartografar no projecto SIG todos os itens assinalados nas cartas enviadas com os inquéritos, nomeadamente estradas intransitáveis em caso de catástrofe, linhas de água que necessitam de limpeza, edifícios em risco, poços, reservatórios de gás. Elaboração do Plano Municipal de emergência constituído por 46 cartas, sendo 9 cartas de risco, bem como os respectivos projectos SIG. O PME esteve em discussão pública de 30 de Dezembro de 2008 a 30 de Janeiro de Acompanhamento das obras de limpeza das margens do rio da Pousoa numa extensão de cerca de 200m. 0

199 A lista de ocorrências diárias que nos é fornecida pelos Bombeiros Voluntários, é disponibilizada à GNR/SEPNA e à Polícia Judiciária, bem como a cartografia dos fogos florestais. De notar que o nº de ocorrências e a respectiva área ardida é inferior à medida dos últimos anos. Acção de esclarecimento na Escola Damião de Góis sobre procedimentos no enquadramento do Plano de Segurança. Realizada visita à escola EB/Infantário das Paredes, tendo como objectivo o Projecto de Segurança contra risco de incêndio. Realizada visita à empresa Interaves para esclarecimento sobre Projecto de Segurança contra risco de incêndio. Está em curso uma revisão dos Planos de Emergência das instalações da Câmara Municipal. Rápida intervenção da protecção civil no processo de limpeza de pavimentos na EN9 e EN5 em derrames de combustível e queda de árvores. Convite para a participação na assinatura do protocolo de segurança elaborado entre a Câmara de Loures e o MAI. Durante o mês de Outubro acções de FGC (faixas de gestão de combustível) da EDP no âmbito do GTF correspondente a 5 ha de terrenos limpos. Em Outubro avaliação dos incêndios registados na época de risco até 5 de Outubro em reunião da CMDFCI. A 29 de Outubro vistoria à Santa Casa da Merceana creche e ATL. A 20 de Novembro entrega à AFN de relatório de incêndios referente ao período de de Junho a 5 de Outubro. 08

200 A 2 de Novembro Simulacro Exercício PROCIV IV em Alenquer. Reunião da CMDFCI para avaliação da época de risco de incêndios a 3 de Dezembro de Em 5 de Dezembro simulacro na Central Eléctrica do Carregado. A 8 Dezembro reunião com responsáveis da Cidadela Abrigada no âmbito do PME. A 29 Dezembro reunião CMPC para aprovação dos conteúdos do Plano Municipal de Emergência a disponibilizar para Discussão Pública. A 30 de Dezembro colocação no site da Câmara Municipal dos conteúdos das partes I, II, III do Plano Municipal de Emergência para discussão pública. Ainda em 2008 efectuaram-se as diligências necessárias para a realização do almoço promovido pelo SMPC, oferecido a 4 de Janeiro de 2009 a todas as entidades intervenientes nos processos de Protecção Civil. De notar que ao longo do ano foram disponibilizados conteúdos no âmbito da prevenção, no site da Câmara Municipal. 09

201 Agricultura e ActividadeCinegéticas Feira do Campo e da Agricultura Biológica No decurso do ano de 2008, este Pelouro realizou cinco Edições deste evento, respectivamente em Maio, (na Vila do Carregado), Junho, Julho, Setembro e Outubro. À excepção do primeiro, todos os certames tiveram lugar no Parque Vaz Monteiro, em Alenquer. Objectivos do certame - divulgação e promoção de produtos de qualidade produzidos no concelho de Alenquer e outros de produção biológica. Incentivar, apoiar e incrementar os produtores deste concelho, permitindo-lhes em cada edição desta Feira, apresentarem os seus produtos Prova de produtos variados, contando para o efeito com a prestimosa colaboração de diversas entidades que disponibilizaram gratuitamente os seus produtos, para que possamos realizar uma prova em cada Edição. 0

202 Protocolos Realizaram-se Protocolos com várias entidades, que passamos a enunciar: Inovinter Centro de Formação e de Inovação Tecnológica A Câmara Municipal de Alenquer Pelouro da Agricultura e o Inovinter Centro de Formação e de Inovação Tecnológica, celebraram um Protocolo, visando a realização de diversas acções de formação, cujos destinatários alvo foram as populações ligadas ao mundo rural. Os conteúdos das referidas acções incidiram na área da informática, nomeadamente no Excel e PowerPoint, em dois módulos distintos, ambos com 50 horas de formação cada. Unicaro União de Cooperativas Agrícolas do Ribatejo e Oeste Foi efectuado um Protocolo de Parceria, entre a Câmara Municipal de Alenquer e a Unicaro União de Cooperativas Agrícolas do Ribatejo e Oeste, UCRL, onde, com a realização do mesmo, surge a Promoção e Desenvolvimento dos Recursos Rurais do Concelho de Alenquer, a Semana da Agricultura, Caça e Pesca em Alenquer Ontem, Hoje e Amanhã, que decorreu de a 23 de Novembro, no Fórum Romeira em Alenquer, onde se assistiu ao lançamento do livro com o mesmo título. Esta publicação foi efectuada pela Coopquer com o apoio do Museu Municipal Hipólito Cabaço.

203 COOPQUER Cooperativa Agrícola de Alenquer, CRL. A celebração deste Protocolo vem no contexto de novos projectos, como sendo: Jornadas Agrícolas, lançamento do livro Agricultura, Caça e Pesca em Alenquer Ontem, Hoje e Amanha, a ser lançado nas referidas Jornadas, bem como o Boletim Saber Rural, com carácter mensal e uma tiragem aproximada de 300 exemplares, apoiado pela Câmara Municipal de Alenquer Pelouro da Agricultura. JORNADAS AGRICOLAS Decorreram no dia 20 de Novembro, no Fórum Romeira as VII Jornadas Agrícolas, envoltas numa forte moldura humana, diversificada, passando pelos agricultores, população ligada directa ou indirectamente ao mundo rural, bem como estudantes de escolas agrícolas, que, atentamente acompanharam o desenrolar dos trabalhos. A abertura oficial da sessão esteve a cargo do Vice-Presidente desta edilidade, Jorge Riso. Na mesa de abertura estiveram presentes o Vereador do Pelouro da Agricultura e das Actividades Cinegéticas, José Manuel Catarino, o Director Regional de Agricultura e Pescas, Eng.º José Canha, o Presidente da Direcção da Coopquer, Joaquim Alberto Rocha Alexandre e João Ramalho Carreira, na qualidade de Presidente da Direcção da Unicaro. 2

204 Compostas por três painéis distintos, estas Jornadas tiveram como temas principais: a Pecuária Biológica, Energias Renováveis, Soluções para a vinha, tendo o último painel sido vocacionado para os apoios à floresta. ACÇÕES DE FORMAÇÃO Na área agrícola: No âmbito da aposta na valorização pessoal e profissional da população do mundo rural deste concelho, foram dadas acções de sensibilização: Licenciamento de explorações bovinas, duas sessões Na área da informática: Excel 50 horas PowerPoint 50 horas De salientar que as Acções de Formação decorreram no âmbito de uma parceria entre esta edilidade, a Unicaro União de Cooperativas do Ribatejo e Oeste e do Inovinter Centro de Formação e de Inovação Tecnológica. 3

205 Actividades Cinegéticas REUNIÕES Este Pelouro efectuou reuniões com Zonas de caça, Associações de Caçadores e Associativas, visando exactamente uma coesão entre todas, com o objectivo de dinamizar a actividade e, por outro lado, preservar espécies e respeitar a fauna e flora. De salientar que estiveram presentes nas várias Edições da Feira do Campo e da Agricultura Biológica, num espaço próprio, inserido no certame, destinado exactamente á participação de Associações de Caçadores, Zonas de Caça e outras, que pertencendo à área geográfica deste concelho, vão dando a conhecer aos visitantes, não só algumas espécies, como também métodos e regras, inerentes à actividade da caça propriamente dita. Também na Semana da Agricultura, Caça e Pesca em Alenquer Ontem, Hoje e Amanha, que decorreu de a 23 de Novembro, no Fórum Romeira, as peças relacionadas com a actividade da caça, foram alvo de grande interesse e curiosidade por parte dos visitantes. 4

206 Juventude 3ª Semana da Juventude Saúde e Desporto Como já vem a ser habitual, o Pelouro da Juventude realiza a Semana da Juventude durante o mês de Março. Sendo uma semana com cerca de 20 iniciativas, a sua produção inicia alguns meses antes. É regra do Pelouro agendar reuniões com a Comissão Municipal de Juventude (CMJ), para numa primeira fase sugerir o tema da Semana e também para receber propostas de actividades, para posteriormente agendar essas mesmas propostas no programa da Semana da Juventude. Uma das frases que sempre foi por nós utilizada para caracterizar a Semana da Juventude é que é uma iniciativa não para os jovens, mas dos jovens. Daí a criação da CMJ. Foram realizadas duas reuniões com a CMJ, nos dias 4 de Janeiro e 20 de Fevereiro, de forma a organizar e calendarizar a Semana da Juventude e todas as suas iniciativas. Entre os dias 3 de Março e 6 de Abril realizou-se a terceira Semana da Juventude, sob o tema Saúde e Desporto. Ao longo da semana foram realizadas diversas iniciativas nas escolas do concelho, no Sporting Clube de Alenquer, Junta de Freguesia da Ventosa, etc O fim de semana ficou guardado para o Fórum Romeira, onde se pôde contar com diversas demonstrações de modalidades desportivas, tais como kickboxing, kempo, ginástica, futebol, atletismo e ténis, bem como formações, sessões de esclarecimento e conferências sobre socorrismo, alimentação saudável e hipertensão preencheram uma semana que espelhou um ideal de vida saudável, indissociável da prática de desporto. 5

207 A par da promoção do desporto e da saúde, houve ainda lugar à música, com Ricardo Soler e a banda Tara Perdida no centro das atracções e que proporcionaram casa cheia no Fórum Romeira. Destaque também, no fim-de-semana de 4 e 5 de Abril, para a actuação dos Cruise Control e para a exibição de um festival de tunas académicas. A Semana da Juventude é uma comemoração dos dias do estudante (24 de Março) e da juventude (28 de Março). Cada uma das edições conta com um tema diferente. No ano transacto a tónica recaiu na sensibilização dos jovens para a importância da prática de desporto. 6

208 Manifestar Mais Alenquer Ao longo do ano de 2008 foram várias as iniciativas apoiadas pelo Pelouro da Juventude, ao abrigo da rubrica Manifestar mais Alenquer. Foi solicitado ao Pelouro da Juventude que desse apoio logístico à realização da 2ª Semana Cultural da E.B.2,3 Pêro de Alenquer. O apoio dado foi em termos de material sonoro, para a dinamização das actividades propostas pelos jovens, e nas tendas (geralmente utilizadas na Feira do Campo e da Agricultura Biológica) para exposição de trabalhos realizados pelos alunos da escola em questão. Ainda no âmbito da mesma rubrica, este Pelouro da Juventude tem dado apoio logístico a vários grupos de jovens e também a Associação de Estudantes de Escolas de Alenquer. Foi atribuído apoio em material sonoro, para a dinamização das actividades propostas pelos jovens, e nas tendas (geralmente utilizadas na Feira do Campo e da Agricultura Biológica) para exposição de trabalhos realizados pelos alunos. O Pelouro da Juventude apoiou ainda diversas iniciativas de grupos de jovens e também a Associação de Estudantes de Escolas de Alenquer. O apoio dado foi em termos de material sonoro, material publicitário, apoio logistico para a dinamização das actividades propostas pelos jovens.

209 Criar Projectos No mês de Junho várias peças de teatro foram realizadas, integrado no Projecto Teatro das Escolas de Abrigada e Alenquer. A apresentação das peças realizou-se no Auditório Damião de Goês, e mais uma vez foi com grande êxito e empenho dos jovens na demonstração dos seus trabalhos realizados ao longo do ano. Inserida na Semana Agricultura, Caça e Pesca, este Pelouro organizou o º Encontro das Escolas de Musica do Concelho de Alenquer, no dia 23 de Novembro no Fórum Romeira. A exemplo do ano anterior, este Pelouro apoiou a III Feirinha Artesanal nos Cadafais, que se realizou nos dias 29 e 30 de Novembro do corrente ano. Realizou-se a assinatura de um protocolo de parceria entre este Pelouro e o Sporting Clube de Alenquer, com o objectivo de promover vários espectáculos baseados na dança, teatro e musica descentralizados pelo concelho de Alenquer. Além deste protocolo, foi ainda realizado um outro, com a secção de paintball do Clube alenquerense, os Cães da Vila, com o intuito de promover actividades de paintball para a juventude, nomeadamente na 4ª Semana da Juventude. 8

210 ENQUADRAMENTO GERAL O presente relatório, elaborado em conformidade com o Ponto 3 das Considerações Técnicas do Decreto-Lei 54-A/99, de 22 de Fevereiro, que aprovou o POCAL e para cumprimento do disposto no artigo 3.º da Lei 2/200, de 5 Janeiro (Lei das Finanças Locais), visa fazer uma análise nas vertentes orçamental e patrimonial das contas do Município de Alenquer relativas ao ano de 2008, bem como caracterizar a sua evolução nos últimos exercícios económicos. Serão objecto de análise a execução orçamental da receita e da despesa, quer na globalidade, quer por sectores de actividade, bem como os investimentos e sua evolução. Numa perspectiva patrimonial, a situação financeira espelhará a análise ao Balanço e Demonstração de Resultados e respectivos indicadores financeiros, embora também com grande focalização na evolução das dívidas a terceiros de curto, médio e longo prazos. No relatório de gestão pretende-se dar a conhecer a todos, de forma clara e detalhada, a situação financeira do Município de Alenquer no ano de 2008 e qual a sua evolução ao longo dos últimos anos, resultante das políticas e opções do executivo. Faz-se apenas breve comentário sobre o facto de em 2008 se ter alcançado uma execução orçamental notável, na ordem dos 9,28% do orçamento da despesa, traduzida em ,59 Euros de pagamentos efectuados. Adiante se pormenoriza e justifica esta execução orçamental. 9

211 2 COMPONENTE ORÇAMENTAL Sua execução e materialização 2 Execução e evolução da politica orçamental desenvolvida pela autarquia 2. Síntese da Execução Orçamental O exercício económico de 2008 foi marcado por uma diminuição das receitas globais em 8,85% relativamente ao ano anterior. No entanto, este efeito não se fez sentir ao nível das receitas correntes que registaram um acréscimo de 9,80%, evidenciando as receitas de capital um decréscimo de 4 %, pelas razões já antes referidas, ou seja, o retardar da entrada em funcionamento do QREN. O IIIº Quadro Comunitário de Apoio (QCA) chegou ao fim, e praticamente todas as medidas de apoio às autarquias estiveram encerradas por esgotamento de verbas. Há todavia, novos projectos aprovados, cuja execução em só se reflectirá em Todos os restantes estão concluídos e financeiramente encerrados. 20

212 A conjuntura não favoreceu a dinâmica empreendedora da Autarquia na tentativa de captação de fontes de financiamento externas, muito embora alguns dos projectos sejam passíveis de enquadramento no QREN. Mapa Execução Orçamental 2008, por classificação Económica ORIGEM DE FUNDOS Receita Corrente Var. % 0 Impostos directos , ,32 9,96% 02 Impostos indirectos 26.46, ,88 6,0% 04 Taxas, multas e outras penalidades , ,68 8,3% 05 Rendimentos da propriedade , ,6 9,52% 06 Transferências correntes , ,84 0,09% 0 Venda de bens e serviços correntes , ,6 9,8% 08 Outras receitas correntes 25.55, ,2-62,9% Total da Receita Corrente , ,5 9,80% Receita Capital Var. % 09 Venda de bens de investimento Transferências de capital , ,60-0,95% 2 Passivos financeiros , ,00-990,26% 3 Outras receitas de capital 9.3,48 5.4,65-23,39% 5 Reposições não abatidas nos pagamentos 26.66, ,6-20,90% 6 Saldo da gerência anterior 5.883, ,64 2,8% Total da Receita de Capital , ,56-4,59% Total da Receita , , -8,85% APLICAÇÃO DE FUNDOS Despesa Corrente Var. % 0 Despesas com o pessoal , ,8 5,20% 02 Aquisição de bens e serviços , ,82-9,6% 03 Juros e outros encargos , ,42 40,2% 04 Transferências correntes , ,39-3,50% 05 Subsídios 3.85, ,88-4,32% 06 Outras despesas correntes , ,66 48,82% Total da Despesa Corrente , ,98 4,93% Despesa de Capital % s/dt 0 Aquisição de bens de capital , ,4-52,80% 08 Transferências de capital , 6.82,00-8,62% 09 Activos financeiros 0,00 0,00 0 Passivos financeiros , ,8 33,% Outras despesas de capital 0,00 0,00 Total da Despesa de Capital , ,6-4,26% Total da Despesa , ,59-9,02% 2

213 No que diz respeito às despesas totais, pode constatar-se que diminuíram cerca de 9,0%. A despesa de capital diminuiu cerca de 4,26% em virtude da redução da captação das receitas do exterior, nomeadamente dos Fundos Comunitários. Contudo, a despesa corrente teve um crescimento de 4,94% resultante do aumento do pessoal, de Juros e encargos e de outras despesas correntes, sendo uma das razões para este aumento o crescimento exponencial das taxas de juro. A Autarquia continuou a apostar fortemente numa política de apoio ao associativismo e às freguesias ao disponibilizar 8 25,86 para apoio a actividades associativas, 68 55,06 para auxilio a pedidos efectuados pelas várias associações e colectividades, e ,4 em apoios ao nível corrente e de capital para as freguesias do concelho. A Autonomia Financeira e a Saúde Financeira da Autarquia sofreram tendência inversa em 200 recuperando 0,93% em 2008, facto que se deve ao ligeiro aumento do peso relativo das Receitas Próprias de Funcionamento face às Despesas Obrigatórias Correntes, pelo motivo exposto em anterior parágrafo. O quadro seguinte ilustra um elevado grau de autonomização orçamental face às receitas provenientes do exterior. O nível de independência da receita própria face ao exterior tem vindo a aumentar, sendo que em 2008 registou 8%. As Receitas Fiscais registaram um crescimento de ,48. As receitas próprias de funcionamento cresceram ,3, evidenciando bem a dependência cada vez menor de fundos externos para manutenção da estrutura de funcionamento. 22

214 Mapa 2 Indicadores de natureza orçamental INDICADORES Receitas Fiscais (Imp.Directos + Impostos Ind. + Taxas Multas e Outras Penalid.) , , ,88 Receitas Próprias de Funcionamento (Rec. Totais - Transf. Capital - Passivos Financeiros) , , , Serviço da Dívida (Encargos Financeiros + Passivo Financeiro) , , ,29 Receitas de Funcionamento / Receitas Totais 62,98% 65,3% 8,4% Autonomia Financeira (Receitas Próprias de Funcion. - Despesas Obrigat. correntes) , , ,88 Saúde Financeira (Auton. Financeira / Rec. Próprias de funcionam.) 6,3% 55,53% 56,46% As receitas correntes passaram a representar % da receita total, quando no ano anterior era de 64,55%. A estrutura da despesa continua a reflectir uma das mais equilibradas situações orçamentais, porquanto, os encargos financeiros (juros da dívida) só representam 2,56 % da despesa total e os custos com pessoal representam 3,99 % da Despesa Total, situando-se abaixo da média apurada no país. Mapa 3 Peso das Receitas (%) por classificação Económica s/ receita total ORIGEM DE FUNDOS Receita Corrente 200 % s/rt 2008 % s/rt 0 Impostos directos ,02 34,4% ,32 4,60% 02 Impostos indirectos 26.46,42,06% ,88,23% 04 Taxas, multas e outras penalidades ,86,98% ,68 2,35% 05 Rendimentos da propriedade ,60 4,22% ,6 5,08% 06 Transferências correntes ,20 2,83% ,84 26,43% 0 Venda de bens e serviços correntes ,55 0,95% 25.95,6,5% 08 Outras receitas correntes 25.55,36 0,0% 5.656,2 0,0% Total da Receita Corrente ,0 64,55% ,5,90% Receita Capital 200 % s/rt 2008 % s/rt 09 Venda de bens de investimento 0 0,00% 0 0,00% 0 Transferências de capital ,0 20,9% ,60 9,8% 2 Passivos financeiros ,94 4,50% 34.00,00,45% 3 Outras receitas de capital 9.3,48 0,0% 5.4,65 0,02% 5 Reposições não abatidas nos pagamentos 26.66,2 0,0% 22.38,6 0,09% 6 Saldo da gerência anterior 5.883,62 0,58% 4.98,64 0,3% Total da Receita de Capital ,4 35,45% ,56 22,0% Total da Receita ,42 00,00% , 00,00% 23

215 Mapa 4 Peso das Despesas (%) por classificação Económica s/ Despesa total APLICAÇÃO DE FUNDOS Despesa Corrente 200 % s/dt 2008 % s/dt 0 Despesas com o pessoal ,93 2,82% ,8 32,00% 02 Aquisição de bens e serviços ,4 23,0% ,82 23,6% 03 Juros e outros encargos ,39,4% 609.8,42 2,56% 04 Transferências correntes ,63,0% ,39 8,% 05 Subsídios 3.85,02 0,0% 3.656,88 0,02% 06 Outras despesas correntes ,4 3,25% ,66 6,92% Total da Despesa Corrente ,85 63,90% ,98 3,28% Despesa de Capital 200 % s/dt 2008 % s/dt 0 Aquisição de bens de capital ,62 34,8% ,4 24,38% 08 Transferências de capital , 0,52% 6.82,00 0,03% 09 Activos financeiros 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0 Passivos financeiros ,49,40% ,8 2,3% Outras despesas de capital 0,00 0,00% 0,00 0,00% Total da Despesa de Capital ,22 36,0% ,6 26,2% Total da Despesa ,0 00,00% ,59 00,00% O equilíbrio gerado mantém um bom indicador da Poupança Corrente (orçamental). Ou seja, o município está a libertar grande parte da receita que poderia ser utilizada na realização de despesa corrente e a transferi-la para a execução de projectos que se traduzem em investimento público. Mapa 5 Poupança Corrente INDICADORES (Receitas Correntes/Despesas Correntes),0,02,0 Assim, % da receita corrente foi aplicada em despesa de capital, tendo crescido 5 % comparativamente a

216 Mapa 6 Desvios orçamentais Orçamentado Executado Grau de Execução Desvios Receita Corrente , ,5 89,% 0,83% Receita de Capital , ,25 5,48% 42,52% Saldo 96.33,3 Total da Receita , , 80,39% 9,6% Despesa Corrente , ,98 95,86% 4,4% Despesa de Capital , ,6 54,58% 45,42% Total da Despesa , ,59 9,5% 20,25% Verifica-se, através da análise do Mapa 6, que a execução orçamental apresentou a percentagem na ordem dos 9,5 % da previsão, facto que levou a um desvio de 20,25 % em relação ao orçamento inicial. 2.2 Execução do Plano Plurianual de Investimentos e Grandes Opções do Plano A taxa de execução das Grandes Opções do Plano atingiu os 65%, em relação à dotação definida para o exercício de 2008, traduzindo-se num bom indicador de eficiência orçamental, tendo em conta os fortes constrangimentos originados pelo significativo atraso na entrada em funcionamento do QREN. Relativamente ao PPI verificou-se uma execução de 56 % que se traduziu num decréscimo em comparação com o ano anterior facto que está ligado à inexistência de candidaturas ao QREN. No mapa da execução das GOP s que a seguir se apresenta, retratam-se os objectivos estratégicos da gestão autárquica nas vertentes da educação, cultura, desporto, acção social, desenvolvimento urbanístico, valorização da qualidade do ambiente, abastecimento público de água, infra-estruturas rodoviárias, etc, constituindo o instrumento de análise dos recursos financeiros que foram directamente aplicados ao serviço da população. De facto, este é um Plano Estratégico que afectou ,38 do orçamento global aos projectos e Programas propostos em sede de orçamento, a título das prioridades definidas pelo Executivo. 25

217 Mapa Execução das GOP s por Objectivos OBJECTIVO/ PROGRAMA Facturada ( A ) Paga Comprom. ( B ) Dotação Definida ( C ) Taxa Exec. D=( B/C ) FUNÇÕES GERAIS , , , ,00 95,6% Administração Geral 50.03, , , ,00 89,% 2 Protecção Civil e Luta contra Incêndios , , , ,00 99,9% 2 FUNÇÕES SOCIAIS , , , ,64 69,8% 2 Ensino não Superior , , , ,00 80,8% 22 Serviços Auxiliares de Ensino , , , ,00 85,2% 22 Serviços Individuais de Saúde , , , ,00 53,2% 232 Acção Social 39.23, , ,28 5.9,00 9,% 24 Habitação 50,00 0,0% 242 Ordenamento do Território 502.5, , , ,00 56,4% 243 Saneamento 45.32, ,29 55., ,00 24,0% 244 Abastecimento de Água 5.43,9 5.43, , ,00 68,4% 245 Resíduos Sólidos , , , ,64 68,% 246 Protecção Meio Ambiente Conserv. Natureza 39.93, , , ,00 56,9% 25 Cultura , , , ,00 69,% 252 Desporto, Recreio e Lazer , , , ,00 59,9% 253 Outras Actividades Cívicas e Religiosas 6.202, , , ,00 90,0% 3 FUNÇÕES ECONÓMICAS , , , ,00 39,0% 30 Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Caça e Pesca 6.609, ,5 8.86, ,00 68,% 33 Transportes Rodoviários , , , ,00 35,% 340 Comércio e Turismo , , , ,00 5,% 34 Mercados e Feiras , , , ,00 9,5% 342 Turismo 30.09, , , ,00,% 4 OUTRAS FUNÇÕES , , , ,00 9,5% 420 Transferências entre Administrações , , , ,00 9,5% 430 Diversas não Especificadas 5.45, , , ,00 98,9% Total , , , ,64 64,8% Resumo: FUNÇÕES GERAIS , , , ,00 95,6% 2 FUNÇÕES SOCIAIS , , , ,64 69,8% 3 FUNÇÕES ECONÓMICAS , , , ,00 39,0% 4 OUTRAS FUNÇÕES , , , ,00 9,5% O Ensino não superior constituiu o principal investimento, com ,45, logo seguida da rede viária com ,94, dos resíduos sólidos com ,26 e do desporto, recreio e lazer com ,09, seguidos pelos serviços auxiliares de ensino. 26

218 3 COMPONENTE PATRIMONIAL Situação económica e financeira 3 Evolução da situação económica e financeira 3. Análise do Balanço Pela análise da estrutura do Balanço em 3/2/2008, verifica-se que os fundos patrimoniais da autarquia, no montante de ,6, registaram uma diminuição de ,08 em relação a 200, por influência do registo antecipado dos subsídios ao investimento. Esta diminuição não compromete a solidez da estrutura dos capitais próprios face ao activo líquido, porquanto a autonomia financeira regista um rácio de 40 %, indicador que, acima dos 20%, é considerado equilibrado. O passivo de curto prazo aumentou em 2 258,0, mas cerca de , são facturas que carecem de conferência. A dívida a fornecedores de imobilizado cresceu em ,20, verificando-se ainda uma diminuição da dívida ao Estado e Outros Entes Públicos em 385,0. O passivo de curto prazo ascendia, assim, a 38 2,48. A expressiva rubrica dos proveitos diferidos de ,5, diz respeito ao diferimento dos apoios financeiros não reembolsáveis provenientes dos fundos comunitários, que vão sendo incorporados nos proveitos de cada exercício económico, em função das taxas de amortização do imobilizado. No activo circulante interessa realçar que as dívidas de terceiros registaram uma redução ,09. 2

219 Mapa 8 Estrutura do Balanço 28

220 29

221 30

222 3

223 3... Indicadores de Gestão Pela leitura dos indicadores de liquidez abaixo referenciados, aparentemente poder-se-ia depreender que a Tesouraria espelha uma situação de desequilíbrio, ou seja, haveria falta de capital circulante para fazer face aos compromissos assumidos de curto prazo. No entanto, deve de ponderar-se a realidade subjacente à contabilização da receita, já que os proveitos provenientes da transferência de impostos e outras transferências correntes e de capital do Orçamento do Estado e outros Entes Públicos só são registados quando obtido o conhecimento do seu crédito em conta bancária. A obtenção da receita (variável) normalmente ocorre com a periodicidade mensal e não figura no balanço como dívida de terceiros em 3/2 de cada ano. São registados na contabilidade através de extracto que evidencia a transferência bancária, ou por meio de ofício remetido pela entidade ordenante da transferência. Tal cadência da receita (com a periodicidade mensal) é praticamente suficiente para suprir eventuais desequilíbrios de tesouraria. No ano em análise, a maior parte do investimento realizado foi assegurado por Receitas Próprias e provenientes das Transferências do O.E. A autonomia financeira apresenta uma situação bastante boa, garantindo a cobertura total das dívidas por activos da Autarquia. Mapa 8 Indicadores de Gestão Capital Circulante Liquidez Geral Existências ,23 Dívidas de terceiros curto prazo 400,5 Títulos negociáveis 24,94 Disponibilidades (Cx.+Dep.) , ,65 Capital Circulante 6.229,65 Exigivel Curto Prazo.38.2,48 9,% Liquidez Imediata Disponibilidades ,48 Exigivel Curto Prazo.38.2,48 5,3% Activo Liquido Bens de Dominio Publico ,98 Autonomia Financeira 40,50% Passivo Total ,08 Dividas de CP e MLP ,93 Autonomia Financeira 28,45% Fundos Próprios e Passivo ,84 32

224 3.2. Análise Da Demonstração de Resultados Mapa 9 Demonstração de Resultados 33

225 Os resultados líquidos foram positivos no montante de 32 2,82 bastante inferior aos resultados apurados anteriormente. Esse apuramento resultou de correcções correspondentes a exercícios anteriores e que afectaram os resultados líquidos do exercício. Mapa 0 Estrutura de Custos e Proveitos CONTAS DESIGNAÇÃO VALORES % 6 CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS ,38,84 62 FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS ,89 26,83 64 CUSTOS COM O PESSOAL.690.2,20 3,0 63 TRANSF. E SUB. CORRENTES CONCEDIDOS E PRESTAÇÕES SOCIAIS ,9 0,43 66 AMORTIZAÇÕES DO EXERCÍCIO , 9,90 65 OUTROS CUSTOS E PERDAS OPERACIONAIS ,82 9,29 6 PROVISÕES DO EXERCICIO 0,00 0,00 68 CUSTOS E PERDAS FINANCEIRAS ,06 2,94 69 CUSTOS E PERDAS EXTRAORDINÁRIAS ,2,0 TOTAL ,0 00,00 CONTAS DESIGNAÇÃO VALORES % 2/3 VENDA DE PRODUTOS.069,48 0,0 2 PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS ,98,29 3 RENDAS 500,0 0,00 2 IMPOSTOS E TAXAS ,4 50,85 5 TRABALHOS PARA A PRÓPRIA ENTIDADE 42.66,0 0,68 3 PROVEIROS SUPLEMENTARES ,40 4,20 4 TRANSFERÊNCIAS E SIBSÍDIOS OBTIDOS ,30 38,30 8 PROVEITOS E GANHOS FINANCEIROS ,8,90 9 PROVEITOS E GANHOS EXTRAORDINÁRIOS ,5 2,9 TOTAL ,52 00,00 Pela análise do quadro acima referenciado, verifica-se que os custos com o pessoal representaram 3% dos custos totais do exercício, constituindo um custo técnico pelo facto de se respeitar o principio da especialização. Os fornecimentos e serviços externos representaram 28% do total da estrutura de custos, seguindo-lhes as transferências correntes, que só atingiram 0% da referida estrutura. As Receitas de impostos e taxas representaram 50,85% da totalidade dos proveitos do exercício, verificando-se um crescimento nominal de ,86, mantendo-se o seu peso relativo em relação a ano transacto, e as transferências e subsídios obtidos assumiram a segunda posição, 34

226 com um registo de 38,30%, registando um pequena diminuição nominal em relação ao ano de Análise do Imobilizado Os valores registados nas contas de imobilizações corpóreas resultam das aquisições efectuadas pela Câmara Municipal de Alenquer no ano de 2008, dos aumentos efectuados ao património através das contas Resultados Transitados / Regularizações Patrimoniais e 56 - Doações, contas para as quais existe nota explicativa, e dos valores transferidos da conta de imobilizações em curso para imobilizações corpóreas. A conta de imobilizações corpóreas inclui ainda valores provenientes da conta de trabalhos para a própria entidade realizados por administração directa no valor de 30.4,8. Foram abatidos bens móveis no valor bruto de ,30, que representaram um custo efectivo de 805,00, uma vez que se tratava de bens maioritariamente amortizados e no final da sua vida útil. Mapa Estrutura do Imobilizado CONTAS DESIGNAÇÃO ESTRUTURA DO IMOBILIZADO VALOR ACTIVO BRUTO 200 BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO % VALOR ACTIVO BRUTO TERRENOS E RECURSOS NATURAIS 0,00 0, ,4 0, OUTRAS CONSTRUÇÕES E INFRAESTRUTURAS ,08 20, ,99 23, BENS DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E CULTUR 8.484,94 0, ,94 0,2 459 OUTROS BENS DE DOMÍNIO PÚBLICO 09.44,6 0, ,45 0, IMOBILIZAÇÕES EM CURSO ,05 3, ,23 2,55 SOMA ,4 24, ,35 26,00 IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS 443 IMOBILIZAÇÕES EM CURSO 6.994,2 0, ,2 0,2 432 DESPESAS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO 5.860,55 0, ,32 0,30 SOMA ,6 0, ,04 0,52 IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS 42 TERRENOS E RECURSOS NATURAIS ,99 3, ,80, EDIFÍCIOS E OUTRAS CONSTRUÇÕES ,8 3, ,64 26, EQUIPAMENTO BÁSICO ,80 2, ,55 3, EQUIPAMENTO DE TRANSPORTE.53.,86 2, ,8 2, FERRAMENTAS E UTENSÍLIOS ,3 0, ,5 0, EQUIPAMENTO ADMINISTRATIVO.9.855,86, ,3,8 42 TARAS E VASILHAME 04,6 0,00 04,6 0, OUTRAS IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS ,0 0,9 5.3,0 0, IMOBILIZAÇÕES EM CURSO ,8 38, ,46 24,4 448 ADIANTAMENTOS P/ CONTA DE IMOBILIZAÇÕES CORPÓRE ,0 0, ,0 0,3 SOMA ,00 2, ,55 0,95 INVESTIMENTOS FINANCEIROS 4 PARTES DE CAPITAL ,90 2, ,90 2,53 SOMA ,90 2, ,90 2,53 TOTAL ,40 00, ,84 00,00 % 35

227 Verifica-se um aumento do imobilizado bruto total de 2006 para 200 na ordem dos 2%, que corresponde ao aumento do valor de ,44 O valor do activo bruto é de ,84, distribuído pelas diversas contas do activo, correspondendo às imobilizações corpóreas 0,95%, aos bens de domínio público 26%, aos investimentos financeiros 2,53% e às imobilizações incorpóreas 0,52%. A estrutura do imobilizado não apresenta grandes alterações ao ano de 200 para o ano de As imobilizações corpóreas, apresentam uma variação negativa de,39% relativamente ao seu peso percentual no total do activo, quando comparado com o valor do ano anterior, esta variação foi absorvida pelo aumento do peso percentual dos bens de domínio público devido à inventariação de bens do domínio público no valor de ,69 ocorrida no ano de A conta que apresentou uma maior variação negativa foi a de imobilizações em curso de imobilizações corpóreas que diminuiu de 38,04% para 24,4%. Esta variação reflecte-se na variação positiva da conta de edifícios e outras construções e corresponde à inventariação de obras que se encontravam em curso e que foram inventariadas este ano, como por exemplo a obra do Pavilhão Desportivo Municipal. As contas de bens de Domínio Público representam 26% do valor total do Activo Bruto de Do conjunto das contas que o constituem o valor que mais se destaca é o das Outras Construções e Infra-estruturas com o valor de ,99, que representa 89% do valor correspondente ao total dos bens de domínio público, e a conta de imobilizações em curso de bens de domínio público corresponde a 0%. De referir que a conta das Outras Construções e Infra-estruturas engloba a rede viária municipal e este ano foi inventariada a obra do Parque Urbano da Romeira. As contas de imobilizações corpóreas representam 0,95% do valor total do activo bruto de Destaca-se a conta de edifícios e outras construções com o valor de ,64 que corresponde a 38% do valor total das contas de imobilizações corpóreas. 36

228 As imobilizações em curso de imobilizações corpóreas continuam a ter grande peso no total das imobilizações corpóreas embora o seu peso percentual tenha diminuído de 54% em 200, onde era a conta predominante, para 34% em Esta alteração correspondeu à inventariação entre outras das obras do Pavilhão Desportivo Municipal e do Parque Urbano da Romeira, que corresponderam a uma transferência de imobilizações em curso para imobilizações corpóreas no valor de ,09. 4 ENDIVIDAMENTO Limites à luz da nova lei 4 Divida do Municipio 4. Estrutura e Evolução da Divida Em 3 de Dezembro a dívida da autarquia reflectia o valor de ,93. Ora, registou-se uma ligeira redução do endividamento à banca. Como já foi referenciado, a dívida a curto prazo aumentou ligeiramente, sem preocupações para a Tesouraria e sem sacrifício dos prazos médios de pagamento. É gratificante poder-se de dizer que a Câmara Municipal de Alenquer tem honrado os seus compromissos perante os fornecedores e outros credores, dentro de prazos comercialmente aceitáveis 4.2 Evolução da Capacidade de Endividamento De acordo com a Lei do Orçamento do Estado, no ano de 200, os encargos anuais do município, incluindo os que oneraram as respectivas empresas municipais e associações de municípios em que participa, com amortizações e juros dos empréstimos a médio e longo prazos, incluindo os dos empréstimos obrigacionistas, não podiam exceder o maior dos limites do valor correspondente a um oitavo dos Fundos de Base Municipal, Geral Municipal e de Coesão Municipal que cabia ao município ou a 0% das despesas realizadas para investimento pelo município no ano anterior. Excepcionaram-se os empréstimos e amortizações destinados ao financiamento de projectos com comparticipação de fundos comunitários. Com a introdução da 3

229 nova Lei das Finanças Locais, Lei nº 02/200, de 5 de Janeiro, interessa avaliar os efeitos próactivos dos novos limites legais do endividamento municipal. Assim, a LFL vem definir outros níveis de controlo do endividamento autárquico, com maior preponderância para:. Endividamento Líquido, equivalente à diferença entre a soma dos passivos,qualquer que seja a sua forma, incluindo nomeadamente os empréstimos contraídos, os contratos de locação financeira e as dívidas a fornecedores. O montante do endividamento líquido total de cada município, em 3 de Dezembro de cada ano, não pode exceder 25% do montante das receitas provenientes dos impostos municipais, das participações do município no FEF, da participação no IRS, da derrama e da participação nos esultados das entidades do sector empresarial local, relativas ao anoanterior 2. Limites ao Crédito Autárquico, cujo montante da dívida de cada município referente a empréstimos a médio e longo prazos não pode exceder, em 3 de Dezembro de cada ano, a soma do montante das receitas provenientes dos impostos municipais, das participações do município no FEF, da participação no IRS referida na alínea c) do n.o do artigo 9º da LFL, da participação nos resultados das entidades do sector empresarial local e da derrama, relativas ao ano anterior. Quando um município não cumpra os limites acima referenciados, deve reduzir em cada ano subsequente pelo menos 0% do montante que excede o seu limite de endividamento líquido, até que aquele limite seja cumprido e serão retidos os fundos provenientes do FEF. Para avaliar os efeitos da nova Lei, determinou-se o endividamento da autarquia, a 3/2/2008, cujos valores estão reflectidos no quadro seguinte. 38

230 Mapa 2 Determinação da Capacidade de Endividamento A informação enviada vincula a entidade, para todos os efeitos previstos na Lei das Finanças Locais e demais legislação aplicável.. LIMITES DE ENDIVIDAMENTO MUNICIPAL 2008 Receitas cobradas Reembolsos e Receita cobrada RECEITAS MUNICIPAIS brutas restituições pagos líquida Observações () (2) (3)=()-(2) TOTAL DE IMPOSTOS MUNICIPAIS* ,93.060, ,68 Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) ,9 2, ,06 * Valores anuais, os Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) ,68 4, ,68 quais devem Imposto Municipal sobre Veículos (IMV)** , ,38 corresponder aos Contribuição Autárquica 2.5,30 4, ,90 inscritos no formulário Imposto Municipal de Sisa , ,66 Receitas Municipais', DERRAMA*.9.2,4.9.2,4 relativo a 200. TOTAL IMPOSTOS MUNICIPAIS E DERRAMA* ,0.060, ,82 (A) ( ) RECEITAS ARRECADADAS A TÍTULO DE PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS DAS ENTIDADES DO SEL* FEF + IRS (MAPA XIX DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008) TOTAL DE RECEITAS A CONSIDERAR PARA EFEITOS DE CÁLCULO DOS LIMITES DE ENDIVIDAMENTO - - (B) ,00 (C) ,82 (D) = (A) + (B) + (C) LIMITE AO ENDIVIDAMENTO DE CURTO PRAZO ,58 (E) = 0% (D) LIMITE AO ENDIVIDAMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZOS ,82 (F) = 00% (D) LIMITE AO ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO ,8 (G) = 25% (D) ** Inclui o montante de receitas arrecadadas a títuto de Imposto Único Circulação (IUC). A informação enviada vincula a entidade, para todos os efeitos previstos na Lei das Finanças Locais e demais legislação aplicável. Este mapa demonstra o limite do endividamento a 3/2/2008 do Município de Alenquer. Mapa 3 Apuramento da Capacidade de Endividamento a 3/2/ APURAMENTO DA SITUAÇÃO DE ENDIVIDAMENTO NO FINAL DO TRIMESTRE ( ) Designação Montante Observações TOTAL ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO CURTO PRAZO 0,00 (A) = Saldo credor conta 23 EMPRÉSTIMOS DE CURTO PRAZO NÃO AMORTIZADOS ATÉ 3 DE (B) = Saldo credor conta 23 em 3 de Dezembro DEZEMBRO DO ANO EM CAUSA CAPITAL EM DÍVIDA DE MÉDIO E LONGO PRAZOS MUNICÍPIO 0.6.8,43 (C) = Saldo credor conta 232 TOTAL ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO MUNICÍPIO (D) = Passivos - Activos da linha (A) do Quadro 2. Activos e ,93 passivos financeiros CONTRIBUIÇÃO AM, SM E SEL PARA O ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO (E) = Total das contribuições AM, SM e SEL para o DE MÉDIO E LONGO PRAZOS endividamento bancário de médio e longo prazos* CONTRIBUIÇÃO AM, SM E SEL PARA O ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO (F) = Total das contribuições AM, SM e SEL para o endividamento líquido* CAPITAL EM DÍVIDA DE EMPRÉSTIMOS DE MÉDIO E LONGO PRAZOS (G) = Campo A do recapitulativo do Quadro 3. Endividamento de ,85 EXCEPCIONADOS DOS LIMITES DE ENDIVIDAMENTO MUNICIPAL médio e longo prazos DÍVIDAS À EDP 988 (H) = Campo B do recapitulativo do Quadro 3. Endividamento de 0,00 médio e longo prazos CAPITAL EM DÍVIDA DE MÉDIO E LONGO PRAZOS A CONSIDERAR ,58 (I) = (C) + (E) - (G) + (B)** ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO A CONSIDERAR ,08 (J) = (D) + (F) - (G) - (H) Limites endividamento municipal (recapitulativo) ENDIVIDAMENTO DE CURTO PRAZO ,58 (K) = Campo (E) do Quadro ENDIVIDAMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZOS ,82 (L) = Campo (F) do Quadro ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO ,8 (M) = Campo (G) do Quadro Situação face aos limites Excesso ENDIVIDAMENTO DE CURTO PRAZO (N) = Excesso, se (A) (K) (N) = Margem, se (A) (K) Margem ,58 Excesso ENDIVIDAMENTO DE MÉDIO E LONGO PRAZOS (O) = Excesso, se (I) (L) (O) = Margem, se (I) (L) Margem ,24 Excesso ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO (P) = Excesso, se (J) (M) (P) = Margem, se (J) (M) Margem ,0 * O valor deve corresponder ao somatório das contribuições das entidades inscritas no formulário AM, SM e SEL para este tipo de endividamento. ** Apenas no último trimestre do ano em causa. 39

231 Se se considerar a capacidade de endividamento nesta data, ela é superior à verificada em 3/2/0. 40

232 5 Dividas a e de Terceiros 5. Dividas de e a Terceiros nos últimos 3 anos Mapa 4 Divida de Terceiros , , ,5 Mapa 5 Dividas a Terceiros Curto Prazo , , ,48 Longo Prazo , , ,45 4

233 6 RECURSOS HUMANOS Estrutura e limite legal 6 Análise à Estrutura de Recursos Humanos 6. Estrutura e Limite legal As despesas orçamentais com pessoal ascenderam a ,8. O crescimento nominal foi positivo em 2008 no valor de ,88. As maiores variações verificaram-se nas seguintes rubricas: Regime de Tarefa e Avença: decréscimo de 48%, em virtude de os professores da Actividades extra curriculares ter deixado de ser contratados para serem prestadores de serviços de trabalhos especializado Pessoal em qualquer outra situação: decréscimo de 36% em virtude do término dos contratos de provimento. Pessoal com contrato a termo certo: acréscimo de 53 %. Mapa 6 _ Custos com Pessoal (por classificação Económica) Estrutura Var. % (0 08) 00 Remunerações certas e permanentes , ,6 8,6% 4,34% 000 Titulares órgãos soberania e memb. órgãos autárq , ,28,35% 2,2% 0003 Pessoal dos quadros-regime de função pública , ,42 55,05% 3,0% 0006 Pessoal contratado a termo 83.29, ,6 5,4% 53,5% 000 Pessoal em regime de tarefa ou avença 29.65, , 2,58% 48,44% 0008 Pessoal aguardando aposentação 3.669, ,06 0,05% 3,92% 0009 Pessoal em qualquer outra situação 08.82,52 9.9,3,05% 36,5% 00 Representação 30.38, ,04 0,40% 0,59% 002 Suplementos e prémios 0,00 0,00 0,00% 003 Subsidio de refeição , ,58 5,84% 4,22% 0030 Pessoal dos quadros , ,36 5,0% 0,63% Pessoal em qualquer outra situação 6.86, ,60 0,08% 5,49% Membros dos orgãos autárquicos 3.335, ,4 0,05% 3,% Pessoal Contrato a Termo.405, ,26 0,48% 52,% Outras 2.203, ,22 0,2% 28,99% 004 Subsídio de férias e de Natal 3.96,0.945,52 0,5% 5,8% 0040 Pessoal dos quadros , ,38 9,2% 0,49% Pessoal em qualquer outra situação 5.660, ,50 0,0% 0,% Pessoal Contratado a Termo 2.900, ,64 0,86% 66,45% 005 Remunerações por doença e maternidade/paternidade 6.6,85.59,60 0,02% 432,6% 002 Abonos variáveis ou eventuais , , 3,9% 6,03% Horas extraordinárias ,0 0.32,3,45% 4,09% Alimentação e alojamento 0,00 0,00 0,00% Ajudas de custo , ,2 0,45% 5,8% Abono para falhas.43,60.0,4 0,02% 5,52% 0020 Colaboração técnica e especializada 2.366,0 2.2,60 0,03% 6,2% 0020 Subsídio de trabalho nocturno 0,00 0,00 0,00% 002 Subsídio de turno 0,00 0,00 0,00% 0023 Outros suplementos e prémios , ,6 0,33% 8,0% 0024 Outros abonos em numerário ou espécie 3.4,58 5.0,8,5%,42% 003 Segurança social , ,88 4,60% 9,82% Outros encargos com a saúde 0.493, ,02,82% 20,0% Subsídio familiar a criança e jovens 56.45, ,6 0,8% 4,58% Outras prestações familiares 9.292, 8.43,90 0,% 4,% Contribuições para a segurança social 65.95, ,09,02% 8,6% Assistência na doença dos funcionários públicos 0,00 0,00 0,00% Segurança social dos funcionários públicos , ,36 9,08%,55% Segurança social-regime geral 86.00, ,3,95% 4,90% Outras pensões 8.223, ,30 0,04% 49,24% Seguros 5.092, ,96 0,4% 8,93% Seg. Acidentes no trabalho e Doenças Profissionais 5.092, ,96 0,4% 8,93% , ,8,00 42

234 As despesas com o pessoal mantêm-se no limite legal imposto pelos D.L. n.º 6/84 e 44/85. Este limite só foi parcialmente utilizado em 6% para o pessoal do quadro e 46% para o pessoal fora do quadro. Mapa _ Estrutura de Recursos Humanos e afectação de limite legal Pessoal do Quadro Pessoal Fora do Quadro Receitas Correntes de , ,30 Limite Legal 60% ,38 25% ,60 Afectação , ,4 Afectação % 66,98% 45,9% Margem 33,02% 54,09% Acompanhamento Social e Psicológico em Ambiente de Trabalho Ao longo do ano de 2008 mais uma vez a Divisão de Gestão de Recursos Humanos, traçou como objectivo, promover o acompanhamento social e psicológico em ambiente de trabalho (Município e Freguesias), trabalhando em parceria com o Centro Regional de Alcoologia do Sul. Ao nível da prevenção primária, para atingir o objectivo, foi distribuída informação de sensibilização sobre o tema de forma a actuar na prevenção dos problemas ligados ao álcool em meio laboral, sendo uma área de grande aposta interventiva, inserindo-se também nas preocupações no âmbito das politicas de Segurança, Saúde e Higiene no Trabalho, foram também efectuadas diversas reuniões de forma a diagnosticar os casos possíveis de acompanhamento. O Local de trabalho é aquele em que a maioria dos adultos passam o essencial da sua existência quotidiana. Enquanto tal, é um lugar onde se criam hábitos de vida, ritmos e relações humanas. É também um lugar onde se podem realizar aptidões ou um lugar onde igualmente se vive o stress, a insatisfação, até mesmo o sofrimento e a rejeição. 43

235 Concluindo que o abuso de álcool pode gerar custos supérfluos sobre o próprio trabalho, a produtividade e o bom desenvolvimento: absentismo, acidentes de trabalho, diminuição de rendimento, para além de comprometer a própria imagem da autarquia. Nestes casos revelou-se insuficiente uma simples informação sobre os perigos dos consumos excessivos, sendo necessário estratégias preventivas mas profundas: 44

236 Apresentação de uma Politica Clara e Global - Informar os trabalhadores de que a autarquia está empenhada em criar um ambiente de trabalho livre de álcool - Informar os trabalhadores de que o consumo de álcool em horário laboral, será reduzido - Explicar as razões desta política (Saúde do trabalhador, segurança no trabalho, produtividade) - Alertar os trabalhadores das consequências, caso esta politica não seja respeitada - Assegurar que todos os trabalhadores tomem conhecimento desta politica. 45

237 Acompanhamento de Funcionários Em colaboração com o Centro de alcoologia do Sul a Câmara Municipal de Alenquer possibilitou aos seus funcionários um acompanhamento de excelência, disponibilizando ajuda técnica, material e financeira para o acompanhamento dos funcionários ao tratamento ambulatório ou internamento no CRAS, actuando desta forma ao nível da prevenção secundária. FUNCIONÁRIOS ACOMPANHADOS - CRAS Internamentos consultas reuniões funcionários

238 Caracterização do Tratamento Ambulatório (CRAS) Trabalha uma equipa técnica multidisciplinar (médicos, psicólogos), que privilegia uma abordagem sistémica da problemática integrada com uma intervenção individual, satisfazendo as necessidades individuais do paciente Combinam-se várias estratégias terapêuticas, adequadas ao problema e à etapa de recuperação É aconselhado aos pacientes e seus familiares assistirem a grupos de Auto-Ajuda, do tipo "2 Passos", nomeadamente Alcoólicos Anónimos (AA), Narcótico Anónimos (NA) e reuniões para familiares e amigos dos alcoólicos (Al-Anon) O tratamento faz-se em ambulatório em regime de consultas externas, agendadas de acordo com as necessidades do paciente, havendo possibilidade de recorrer ao internamento, sempre que necessário Aconselha-se sempre que possível a existência de um co-responsável Privilegia-se sempre que possível o recurso a medicação eversiva A alta do paciente é acordada entre este e o técnico que o acompanha, mas nunca é inferior a dois anos de abstinência sustentada. Sendo o alcoolismo uma doença crónica, a sua recuperação pode implicar um acompanhamento para toda a vida. 4

239 Caracterização do Internamento (CRAS) Para que seja possível o internamento no CRAS, o paciente deverá ser avaliado em consulta externa. O internamento é gratuito e funciona de acordo com três áreas: 2. Área médico psiquiátrica que se ocupa da desintoxicação física do álcool e de qualquer problema físico que surja durante o internamento 3. Área de enfermagem de cuidados continuados 4. Área de intervenção psicoterapêutica inspirada num programa psicoterapêutico. O internamento tem a duração média de quatro a cinco semanas, com um acompanhamento em grupos terapêuticos de pós-alta durante dois anos. Síntese A estratégia em questão visa especificamente os padrões de consumo de bebidas alcoólicas nocivas e perigosas e não o produto em si mesmo. O objectivo é minimizar os efeitos nocivos decorrentes dos referidos padrões de consumo, quer no plano da saúde, quer ao nível do seu impacto económico e social. 48

240 Formação Profissional Com o Programa de Formação da Comunidade intermunicipal do oeste, mais uma vez a Divisão de Gestão de Recurso Humanos contribuiu, de forma decisiva, para a melhoria das competências pessoais e profissionais dos seus colaboradores, considerando, esta melhoria como uma condição indispensável à modernização desta Autarquia. As áreas de Formação são: Reforço de competências gerais, técnicas e operacionais para optimização da utilização das infra-estruturas e funcionamento de equipamentos e sistemas de natureza municipal e intermunicipal, melhorando a qualidade do serviço prestado - Melhoria da qualidade da gestão pública autárquica e reforço de competências gerais, técnicas e operacionais de planeamento, concepção, racionalização e gestão de infra-estruturas e equipamentos de natureza municipal e intermunicipal, modernizando a Administração - Reforço das competências técnicas nos domínios do Planeamento, Ambiente, Ordenamento do Território, Gestão Urbanística, Transportes, Consumo, Saúde, Educação, Cultura, Acção Social e Segurança para melhor qualidade de vida dos cidadãos - Apoio a processos, incluindo os de informatização, para a modernização administrativa, desburocratização, qualidade, melhoria do serviço e da informação prestada aos cidadãos e às empresas, bem como aumento da qualidade do interface Promoção da formação generalizada em informática, assegurando o nível de conhecimentos básico e necessário ao desempenho eficiente e eficaz de funções 49

241 Levantamento das Necessidades de Formação: Como entidade Formadora, a Comunidade intermunicipal do oeste, inicia o seu trabalho, pelo levantamento de necessidades de formação, funcionando na prática como a fase do Diagnóstico. Toda a política de formação é articulada com a estratégia da Autarquia, funcionando como um dos meios disponíveis para adequar as potencialidades dos colaboradores aos objectivos da Organização. Diagnostico de Necessidades de Formação: Diagnosticadas as necessidades de formação, segue-se a programação das acções de formação assim como a sua divulgação a todos os colaboradores. A execução da formação é, de todo o lado mais visível da formação profissional. 50

242 Formação realizada pela Comunidade Intermunicipal do Oeste em Alenquer Formação realizada pela Comunidade Intermunicipal do Oeste em Alenquer % 3% 23% 8% 3% Regime Juridico da Urbanização e Edificação Excel Iniciação Excel Avançado Relacionamento e Comunicação Interpessoal Contratação Pública 5

243 Grafico Formação promovida pela Autarquia no ano de 2008 Formação promovida pela Autarquia.º Semestre % % % 5% 8% 0% 5% 8% 3% 8% 3% 5% 3% 3% 8% A Gestão de Stocks e o Novo Contrato de Contratação Pública A Gestão Financeira e a nova lei das Finanças Locais Atendim ento e Acolhim ento ao Cidadão Estatuto Disciplinar Estratégias para um a escrita profissional e eficaz Gestão de Conflitos Novo Regim e de Carreiras e Vinculos na Adm inistração Pública O Telefone e a im agem do serviço Organização do Trabalho e gestão do Tem po Regime Juridico do Pessoal Férias,Faltas e Licenças Regulam ento Geral do Ruido Sensibilização á Higiene e Segurança Sistem as de Inform ação geográfica SIG I Sistem as de Inform ação geográfica SIG II Técnicas de documentação 52

244 Grafico Formação promovida pela Autarquia 2.º Semestre 2008 % % % % % % 0% 4% 4% 4% Com petências das Câm aras Municipais de Am biente e Energia Gestão de Resíduos Atendim ento e Acolhim ento ao Cidadão Metodologias de Diagnóstico - Acção Social Novo Regim e de Vinculos e Carreiras Regime Jurídico da Administração Local Regim e Jurídico da Gestão Territorial Regulam ento Geral d o Ruíd o Sistem a de Avaliação de Desem penho na Adm inistração Local Sistem a de Gestão Am biental nas Autarquias 53

245 Avaliação da Formação: Avaliação é a fase final da Formação e permite analisar os resultados que a organização retirou do seu investimento em formação: É determinado qual o grau de sucesso da formação na mudança de comportamentos dos funcionários. É Avaliado o impacto dos resultados da formação no alcance dos objectivos. Proposta de aplicação do Resultado Após a análise do Balanço e da Demonstração de resultados, e em conformidade, com o determinado no n.º do POCAL, O Orgão Executivo propõe que: O resultado liquido seja transferido para a conta 5902 Resultados Transitados (POCAL ) 2 A aplicação do resultado liquido se faça da forma que seguir se apresenta (POCAL /4/5): Resultado Liquido 32.2,82 Reservas Legais ,26 Reforço do Património ,56 Alenquer, 03 de Abril de 2009, O Presidente da Câmara, 54

Município de Mortágua

Município de Mortágua Município de Mortágua Documentos de Prestação de Contas Balanço Demonstração de Resultados Mapas de Execução Orçamental Anexos às Demonstrações Financeiras Relatório de Gestão 2004 Índice Índice: 5. Balanço

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I)

CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR. Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) CÂMARA MUNICIPAL DE GONDOMAR Mapas da Prestação de Contas (Anexo I) Ano de 2007 CC ÂÂMM AARR AA MM UU NN I IICC IIPP I AALL DD EE GG OONN DD OOMM AARR R EE LL AA TT ÓÓ RR II IOO EE C OO NN TT AA SS / 22

Leia mais

C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1

C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1 Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1 CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES... 1 CLASSE 2 - TERCEIROS*... 2 CLASSE 3 - EXISTÊNCIAS*... 4 CLASSE 4 - IMOBILIZAÇÕES*... 5 CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS...

Leia mais

AMADORA - MUNICIPIO DA AMADORA MOEDA EUR DATA 2015/04/10 A DEZEMBRO - 2014/12/01 a 2014/12/31 PAG. 1

AMADORA - MUNICIPIO DA AMADORA MOEDA EUR DATA 2015/04/10 A DEZEMBRO - 2014/12/01 a 2014/12/31 PAG. 1 A DEZEMBRO - 2014/12/01 a 2014/12/31 PAG. 1 Imobilizado: Bens de domínio público 451 Terrenos e recursos naturais 1.437.193,54 1.437.193,54 1.424.390,02 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com

Leia mais

MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA EXERCICIOS 2009 2008. Custos e perdas

MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA EXERCICIOS 2009 2008. Custos e perdas MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA Contas POC Descricao Custos e perdas EXERCICIOS 2009 2008 Custo mercadorias vendidas mater.consu 611+612 Mercadorias 62,08 31,56 616a619 Materias 62,08

Leia mais

8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2. NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço IMOBILIZADO: ACTIVO BALANÇO ANALITICO E X E R C I C I O S ACTIVO BRUTO AMORT / PROV ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO Imobilizações Incorpóreas: 431 Despesas de Instalação

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA

RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação

Leia mais

RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I

RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I RESOLUÇÃO EXAME CONTABILIDADE FINANCEIRA I 1 1 Elaboração da Reconciliação Bancária (Anexo I) Reconciliação Bancária 3112N Saldo da Empresa 4.102,50 Saldo do Banco 4.102,50 2911N Emp. Bancário C/Prazo

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Código das contas POCMS Imobilizado ACTIVO Exercícios AB AP AL AL Bens de domínio público: 451 Terrenos e Recursos naturais 452 Edifícios 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2009

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2009 1 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2009 00. Introdução a) A firma Custódio A. Rodrigues, Lda., designada também por CORPOS Corretagem Portuguesa de Seguros, pessoa colectiva

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 O Órgão Executivo; O Órgão Deliberativo;

PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 O Órgão Executivo; O Órgão Deliberativo; PRESTAÇÃO DE CONTAS 2007 Junto se remetem os Documentos de Prestação de Contas referentes à Gerência de 2007, organizados em conformidade com o POCAL e de acordo com a Resolução n.º 04/2001 2.ª Secção,

Leia mais

Documentos de Prestação de Contas

Documentos de Prestação de Contas Documentos de Prestação de Contas E DOCUMENTOS ANEXOS Segundo a Resolução nº04/2001-2ª Secção APROVAÇÃO Câmara Municipal - Reunião de / / Assembleia Municipal - Sessão de / / ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DE CONTAS

Leia mais

8.2 - Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados. Ponto - 8.2.1 Princípios Contabilísticos. Ponto - 8.2.2 Comparabilidade das Contas

8.2 - Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados. Ponto - 8.2.1 Princípios Contabilísticos. Ponto - 8.2.2 Comparabilidade das Contas 8.2 - Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados Nota Introdutória No âmbito dos anexos às demonstrações financeiras e em conformidade com o ponto 8.2 do Decreto-lei nº 54-A/99 de 22 de Fevereiro,

Leia mais

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012

AB AP AL AL 2013 2013 2013 2012 Balanço - Activo Dados atuais 23.04.2014 13:48:11 Organismo: 1012 ADSE Página: 1 Exercício:2013 Emissão:23.04.2014 13:48:17 Balanço - Activo Activo Imobilizado Bens de domínio público: 451 Terrenos e recursos

Leia mais

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao balanço e à Demonstração de Resultados 8.2 Notas ao balanço e à demonstração de Resultados 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excepcionais devidamente fundamentados

Leia mais

MEMORANDO FASES DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO E ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO MESMO AUTARQUIAS LOCAIS DO REGIME SIMPLIFICADO SÍNTESE

MEMORANDO FASES DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO E ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO MESMO AUTARQUIAS LOCAIS DO REGIME SIMPLIFICADO SÍNTESE MEMORANDO FASES DE ELABORAÇÃO DO INVENTÁRIO E ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO MESMO AUTARQUIAS LOCAIS DO REGIME SIMPLIFICADO SÍNTESE I - ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR DO INVENTÁRIO II - FASES E CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde

Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde Ministério da Saúde IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde ! " # $ % & '(# ) * + (, -& -*.- & - (+ * - ) /////////////////////////////////////////////////////////////////////// 01.")

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE ÁGUA E SANEAMENTO DE VISEU Rua Conselheiro Afonso de Melo 3510-024 VISEU N.º de Identificação Fiscal 680.020.063 NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

8 ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8 ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8 ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais. As notas cuja numeração se encontra ausente

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme preceitua o Decreto Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro, com as devidas alterações, os anexos às Demonstrações Financeiras visam facultar aos órgãos autárquicos

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA

GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico

Leia mais

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS

MUNICÍPIO DE MATOSINHOS 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos tem-se assistido, em Portugal, a uma alteração de paradigma ao nível do desenvolvimento das atribuições e competências dos municípios, que, numa lógica de grupo municipal,

Leia mais

PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 BALANÇO ANALÍTICO. Exercícios ACTIVO AB AA AL AL. Imobilizado:

PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 BALANÇO ANALÍTICO. Exercícios ACTIVO AB AA AL AL. Imobilizado: PLC Corretores Seguros SA Pág. 1 de 4 Imobilizado: ACTIVO AB AA AL AL Imobilizações incorpóreas: Despesas de Instalação... 770,64 770,64 Despesas de investigação e de desenvolvimento... Propriedade industrial

Leia mais

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS

NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: [email protected] Centro

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais, devidamente fundamentados e sem

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados (ponto 8.2 e 8.3 do Dec-Lei 54-A/99 de 22 de fevereiro) 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais e devidamente fundamentados

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Data: 23-ABR-2012 16:26 Ano: 2011 Página: 1 de 5. 5 - Balanço Unidade monetária: em Euros Exercícios Código das contas 7.658.947,00 452 7.658.

Data: 23-ABR-2012 16:26 Ano: 2011 Página: 1 de 5. 5 - Balanço Unidade monetária: em Euros Exercícios Código das contas 7.658.947,00 452 7.658. Ano: 2011 Página: 1 de 5 Imobilizado: Bens de domínio público: 451 Terrenos e recursos naturais 452 Edifícios 20.465.336,28 1.870.256,52 18.595.079,76 17.296.259,99 453 Outras construções e infra-estruturas

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

MANUAL DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS MUNICIPIO DE GUIMARÃES. Índice

MANUAL DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS MUNICIPIO DE GUIMARÃES. Índice Índice 1 Objetivo da Consolidação... 5 2 Definições... 5 2.1. Empresa Mãe ou consolidante... 5 2.2. Subsidiária... 5 2.3. Perímetro de Consolidação... 5 2.4. Diferença de Consolidação... 6 3 Organigrama

Leia mais

8.2.1 Disposições do Plano Oficial de Contabilidade (POCAL) e Derrogações

8.2.1 Disposições do Plano Oficial de Contabilidade (POCAL) e Derrogações NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Introdução: As notas que a seguir se apresentam visam facultar aos órgãos autárquicos a informação necessária ao exercício das suas competências, permitindo

Leia mais

Índice. 02 Relatório de Gestão. 02 Considerações Gerais. 03 Situação Económico-Financeira. 09 Demonstrações Financeiras.

Índice. 02 Relatório de Gestão. 02 Considerações Gerais. 03 Situação Económico-Financeira. 09 Demonstrações Financeiras. 1º Semestre de Relatório e Contas 2008 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 12 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

ATIVO Notas 2009 2008

ATIVO Notas 2009 2008 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2009 2008 CIRCULANTE Caixa e bancos 20.723 188.196 Contas a receber 4 903.098 806.697 Outras contas a receber 5 121.908 115.578 Estoques 11.805 7.673

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DEFIR ANGOLA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2012 1 - Actividade 1.1 Breve descrição das actividades da empresa ÍNDICE 2 - Bases de preparação das demonstrações financeiras e derrogações 2.1 Bases de apresentação

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Consolidação de Contas Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro

Consolidação de Contas Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro Consolidação de s Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro 1 - Introdução De acordo com o n.º 1, do art.º 46º da Lei n.º 2 / 2007 de 15 de Janeiro Lei das

Leia mais

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão

Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PLANO FINANCEIRO VÍTOR GONÇALVES PROJECTO-EMPREENDEDORISMO ESCS_AULA_4 SLIDE 1

EMPREENDEDORISMO PLANO FINANCEIRO VÍTOR GONÇALVES PROJECTO-EMPREENDEDORISMO ESCS_AULA_4 SLIDE 1 EMPREENDEDORISMO PLANO FINANCEIRO SLIDE 1 Sistemas de Informação na Gestão CONTABILIDADE FINANCEIRA Os sistemas de informação fornecem um conjunto de dados sobre a empresa, que se destina essencialmente

Leia mais

ANEXO. Prestação de Contas 2011

ANEXO. Prestação de Contas 2011 1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1. Designação da entidade Fluviário de Mora, E.E.M. NIPC: 507 756 754 1.2. Sede Parque Ecológico do Gameiro - Cabeção 1.3. Natureza da Actividade O Fluviário de Mora, é uma

Leia mais

ÍNDICE. 2.1.1. PROVEITOS 6 2.1.1.1. Estrutura de proveitos 6 2.1.1.2. Evolução dos proveitos 7

ÍNDICE. 2.1.1. PROVEITOS 6 2.1.1.1. Estrutura de proveitos 6 2.1.1.2. Evolução dos proveitos 7 ÍNDICE I. RELATÓRIO GESTÃO CONSOLIDADO 3 1. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL 4 1.1. REGRAS DA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 4 1.2. ELEMENTOS DA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 5 2. ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA 6 2.1. ANÁLISE ECONÓMICA

Leia mais

Informação Financeira

Informação Financeira Informação Financeira Balanço Polis Litoral Ria Aveiro das ACTIVO BALANÇO ANALÍTICO Dezembro 09 Dezembro 08 ACTIVO BRUTO AMORT. E AJUST. ACTIVO LIQUIDO ACTIVO LIQUIDO IMOBILIZADO Imobilizações Incorpóreas

Leia mais

Relatório Trimestral 1º Trimestre 2008 (1/Jan a 31/Mar) 1º Trimestre 2008

Relatório Trimestral 1º Trimestre 2008 (1/Jan a 31/Mar) 1º Trimestre 2008 Relatório Trimestral 1º Trimestre 2008 (1/Jan a 31/Mar) 1º Trimestre 2008 O presente relatório analisa a actividade desenvolvida pelo OPART no primeiro trimestre de 2008 e enquadrada na temporada 2007/08.

Leia mais

5008 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015

5008 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 5008 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 ANEXO 11 BALANÇO (INDIVIDUAL ou CONSOLIDADO) EM XX DE YYYYYYY DE 20NN UNIDADE MONETÁRIA (1) RUBRICAS NOTAS DATAS XX YY N XX YY N-1 ATIVO

Leia mais

12345678797255445677655672542776742526 7!"#7# "$ %7& 7!"#7' "($ % )"(*+77"& " 7 ""$ 7!"#7# "$ %7.!,& 7!"#7' "($ % " "(*+7+7,- "& 1/7,77"07!"77",7%1223&07"," 77',7%1224& 123456787973553676656426747376253743733653762

Leia mais

Fundação Denise Lester

Fundação Denise Lester Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31

Leia mais

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO

MUNICÍPIO DO PORTO SANTO MUNICÍPIO DO PORTO SANTO Ponto 8 do POCAL ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As notas apresenta neste documento correspondem à numeração no POCAL. Aquelas cuja numeração se omite, não são aplicáveis ao

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis

Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as

Leia mais

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO

FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

Leia mais

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela instituição ou por terceiros

Leia mais

Freguesia de Arcozelo RELATÓRIO DE GESTÃO

Freguesia de Arcozelo RELATÓRIO DE GESTÃO RELATÓRIO DE GESTÃO I Introdução 1.1 Nota Prévia Conforme se encontra preceituado no POCAL, apresenta-se o relatório de Gestão relativo ao ano de 2009 para que, dentro dos prazos previstos na Lei nº 98/97,

Leia mais

PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ACTIVIDADES / INVESTIMENTOS - 2011-2014

PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ACTIVIDADES / INVESTIMENTOS - 2011-2014 PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ACTIVIDADES / INVESTIMENTOS - 2011-2014 ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS 2011 "Edifícios e Outras Construções": Remodelação das instalações afectas ao serviço de manutenção da frota.

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DR 2014

ANEXO AO BALANÇO E DR 2014 ANEXO AO BALANÇO E DR 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade PATRIMÓNIO DOS POBRES DA FREGUESIA DE ÍLHAVO 1.2 Sede Av. Manuel da Maia 3830 050 Ílhavo 1.3 NIPC 500876789 1.4 Natureza

Leia mais

FUNDAÇÃO DAS ESCOLAS UNIDAS DO PLANALTO CATARINENSE LAGES - SC BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE. Valores expressos em Reais ATIVO

FUNDAÇÃO DAS ESCOLAS UNIDAS DO PLANALTO CATARINENSE LAGES - SC BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE. Valores expressos em Reais ATIVO BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO CIRCULANTE Notas 6.637.617 7.393.842 Disponibilidades 1.048.777 742.707 Créditos a receber de clientes 4.1 1.832.535 2.646.556 Créditos a receber - outros

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão ([email protected]) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2004 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 03 de fevereiro

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade II CONTABILIDADE. Prof. Jean Cavaleiro Unidade II CONTABILIDADE Prof. Jean Cavaleiro Objetivo Conhecer a estrutura do balanço patrimonial: ativo; passivo. Conhecer a estrutura do DRE. Conhecer a estrutura do DFC: direto; indireto. Balanço patrimonial

Leia mais

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO

ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Imobilizado ACTIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Ano de 2006 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO 31-12-2009 2008 VARIAÇÃO Capital Próprio Imobilizações Incorpóreas 0,00 Capital 49.879,79 49.879,79 0,00 Imobilizações

Leia mais

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas

10. Balanço Patrimonial. 10.1 Plano de Contas 10. Balanço Patrimonial 10.1 Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio plano de contas de acordo com suas

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS MUNICIPIO DE ALMEIDA CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS DO ANO ECONÓMICO DE 2010 APROVAÇÕES CÂMARA ASSEMBLEIA MUNICIPAL Em / / 2011 Em / / 2011 M U N I C Í P I O D E A L M E I DA 6350-130 Almeida Tef: 271570020 /

Leia mais

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados

Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados consolidados ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS NOTA INTRODUTÓRIA A Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiro (Lei das Finanças Locais), dispõe no seu Artigo 46.º o seguinte: «1 - Sem prejuízo dos documentos

Leia mais

Formulário de Candidatura

Formulário de Candidatura (a preencher pela ADRAL) N.º de Processo: Data de Entrada : (a preencher pela entidade receptora) Entidade Receptora : Local e data : Criação de Empresa: SIM NÃO Prazo de Financiamento Ano de Carência

Leia mais

Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março

Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as entidades do sector não lucrativo, abreviadamente designadas por

Leia mais

BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS

BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS BALANÇO ANO 2010 ENTIDADE M. V.N.Cerveira MUNICIPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA PAG. 1 EXERCÍCIOS CÓDIGO DAS N N - 1 CONTAS ACTIVO AB A/P AL AL Imobilizado: Bens de domínio público 451 Terrenos e recursos

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Municipal Preâmbulo Para cumprimento do disposto na alínea c) do nº1 e nas alíneas f), h) e i) do nº 2, todos do artigo 68º da Lei nº 169/99 de 18 de

Leia mais

ANEXO I DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

ANEXO I DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXO I DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS Designação Cod.Pocal Pág. ANEXO I 1 ANEXO II 2 Relatório de Actividades 3 Relatório de gestão 13 14 Balanço 5 21 Demonstração de Resultados 6 30 Notas ao Balanço

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS GLOSSÁRIO DE TERMOS CONTÁBEIS AMORTIZAÇÃO: Representa a conta que registra a diminuição do valor dos bens intangíveis registrados no ativo permanente, é a perda de valor de capital aplicado na aquisição

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. Exercício 2010

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. Exercício 2010 ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Exercício 2010 NOTA INTRODUTÓRIA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos, com sede em Lisboa na Rua Luís Derouet

Leia mais

DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS EXERCÍCIO DE 2013 Câmara Municipal Divisão Administrativa e Financeira ÍNDICE GERAL DESIGNAÇÃO DO DOCUMENTO TC POCAL PG Balanço 1 5 1 Demonstração de Resultados 2 6

Leia mais

PLANO DE CONTAS - GÁS NATURAL

PLANO DE CONTAS - GÁS NATURAL 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponibilidades 1.1.1.1 Caixa e Equivalentes de Caixa 1.1.1.1.01 Caixa 1.1.1.1.02 Depósitos Bancários em Moeda Nacional 1.1.1.1.03 Contas de Poupança 1.1.1.1.04 Numerários

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

PLANO DE CONTAS ATIVO - CONTAS DEVEDORAS PASSIVO - CONTAS CREDORAS DESPESAS - CONTAS DEVEDORAS RECEITAS - CONTAS CREDORAS APURAÇÃO DE RESULTADO

PLANO DE CONTAS ATIVO - CONTAS DEVEDORAS PASSIVO - CONTAS CREDORAS DESPESAS - CONTAS DEVEDORAS RECEITAS - CONTAS CREDORAS APURAÇÃO DE RESULTADO PLANO DE CONTAS O plano de Contas normalmente é composto de cinco grupos. ATIVO - CONTAS DEVEDORAS PASSIVO - CONTAS CREDORAS DESPESAS - CONTAS DEVEDORAS RECEITAS - CONTAS CREDORAS APURAÇÃO DE RESULTADO

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Introdução EXERCÍCIO DE 2009 A Empresa «ANTONIO MARQUES, CORRETOR DE SEGUROS EIRL» tem sede na Rua António José Baptista, n.º 16 2.º Dto., em Setúbal, foi

Leia mais

Entidades intervenientes

Entidades intervenientes Entidades intervenientes As candidaturas deverão ser apresentadas, preferencialmente, no Município de Vizela, ou nas entidades abaixo indicadas. Câmara Municipal de Vizela Rua Dr. Alfredo Pinto, 42 4815-391

Leia mais

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015

RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório de gestão do ano de 2015 1 RELATÓRIO FIM DE ATIVIDADE e CONTAS 2015 Relatório Fim de Atividade e Contas 2015 ÍNDICE Pág. 1. Introdução 3 2. Recursos Humanos 5 3. Análise Económica e Financeira

Leia mais

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo)

ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) Anexo à Instrução nº 15/97 ASSUNTO: Plano de Contas para o Sistema Bancário (Adaptado) (Sociedades Administradoras de Compras em Grupo) 1. São efectuados no PCBS os seguintes ajustamentos: 1.1. São criadas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I

GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I GESTÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I BALANÇO PATRIMONIAL 2 CONCEITO É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, o Patrimônio e o Patrimônio Líquido

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS 4958 Diário da República, 1.ª série N.º 142 23 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 218/2015 de 23 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs

Leia mais

Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005

Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 Contabilidade II II. Demonstração dos Fluxos de Caixa Introdução CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 2004 2005 2004 ACTIVO AB AA AL AL CAP. PRÓPRIO E PASSIVO Imobilizado Capital próprio Imob.

Leia mais

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS

CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS CAPÍTULO II CONCILIAÇÃO DOS MODELOS SECÇÃO I RELAÇÃO ENTRE OS MODELOS Neste capítulo o principal objectivo é ajudar à compreensão global dos modelos e estabelecer a forma como os modelos se relacionam.

Leia mais

NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012

NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012 NOTAS ÀS CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012 Nota Introdutória: A prestação de contas de 2012 é elaborada de acordo com o SNC 1. Não existiram alterações no capital nem perdas ou ganhos por imparidade. As presentes

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP. Tesouro Nacional

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP. Tesouro Nacional Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP Tesouro Nacional 2009 A Estrutura de Plano de Contas no Mundo Plano de Contas do Reino Unido 1 Ativo 1.1 Ativo Fixo Intangível 1.3 Ativo Fixo Tangível 1.4 Equipamento

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXERCÍCIO 2010

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TÉNIS DE MESA ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXERCÍCIO 2010 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXERCÍCIO 2010 Introdução As Notas que se seguem respeitam a numeração definida no Plano Oficial de Contabilidade para as Federações Desportivas, Associações

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841 Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO

Leia mais

Entidades intervenientes As candidaturas podem ser apresentadas em qualquer das entidades abaixo indicadas

Entidades intervenientes As candidaturas podem ser apresentadas em qualquer das entidades abaixo indicadas Entidades intervenientes As candidaturas podem ser apresentadas em qualquer das entidades abaixo indicadas Município de Serpa Praça da República 7830-389 Serpa Telefone: 284 540 100 Fax: 284 540 109 Endereço

Leia mais