Freguesia de Arcozelo RELATÓRIO DE GESTÃO
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- Mario Olivares Chaves
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1 RELATÓRIO DE GESTÃO I Introdução 1.1 Nota Prévia Conforme se encontra preceituado no POCAL, apresenta-se o relatório de Gestão relativo ao ano de 2009 para que, dentro dos prazos previstos na Lei nº 98/97, de 26 de Agosto, seja apreciada pela Assembleia de Freguesia a conta anual desta Freguesia. Este relatório apresenta como objectivos: a) Explicitar os níveis de execução obtidos, nomeadamente nos aspectos das receitas e das despesas; b) Comparar a evolução da situação económico-financeira, considerando os exercícios de 2005, 2006, 2007, 2008 e Síntese da conta anual da Freguesia A- Processo Orçamental A1 Execução Orçamental da Receita: 1. O orçamento inicial da receita para 2008 foi aprovado com uma previsão de receitas no valor de ,20 euros, que sofreu duas revisões ao longo do ano, alterando o seu valor para ,20 euros. 2. A receita liquidada e cobrada totalizou ,82 euros e uma receita por cobrar de ,38 euros. A diferença verificada entre receita prevista e receita cobrada deve-se, a execuções inferiores às previstas, quer ao nível das receitas correntes, quer ao nível das receitas de capital. De salientar que, as transferências de capital apresentaram, apenas, uma taxa de execução de cerca de 2,8%, em virtude dos projectos do Proder não se terem realizado. Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 1
2 3. As principais fontes de receita cobrada foram: Unidade: Euros Tipos de Receita Valor % Venda de Bens e Serviços 1 725,52 0,4 Fundo de Financiamento das Freguesias ,00 19,20 Transferências da Administração Local ,00 6,5 Rendimentos de Propriedade ,73 46,6 4. A evolução das receitas correntes e receitas de capital nos últimos quatro anos, que o gráfico ilustra, mostra que as receitas correntes foram sempre superiores às receitas de capital, tendo no ano presente apresentado um valor semelhante ao do ano anterior. Figura1 5. Analisando os diferentes tipos de receitas existentes verifica-se que, ao longo destes cinco anos, as transferências e os rendimentos de propriedade constituem as principais fontes de financiamento desta freguesia. De referir que a venda de bens e serviços correntes apresentou um aumento, assim como os rendimentos de propriedade apresentaram uma variação positiva de cerca de 14%, relativamente ao ano anterior (Figura 2). Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 2
3 Figura2 A2 Execução Orçamental da Despesa 1. O orçamento da despesa foi aprovado com o valor de previsão de despesas no valor de ,20 euros, que sofreu duas revisões ao longo do ano, passando a apresentar um valor final de ,20 euros. De referir que o investimento directo na Autarquia, ou seja, a aquisição de bens de investimento, representou cerca de 63% do valor global das despesas efectuadas ao longo deste ano de Os principais agregados da despesa foram: Unidade: Euros Tipos de Despesa Valor % Pessoal ,70 13,5 Investimentos Directos ,88 62,8 Transferências ,51 7,5 Aquisição de bens e serviços correntes ,74 14,8 Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 3
4 3. Saldo da gerência de 2009 para 2010: Unidade: Euros Tipo de Saldo Valor Execução Orçamental 1 669,00 Operações de Tesouraria 2 797,65 4. Poupança Corrente Unidade: Euros Poupança Valor Poupança Corrente Prevista ,00 Poupança Corrente Executada ,94 5. A evolução das despesas ao longo dos últimos anos, sofreu oscilações, caracterizadas por aumentos e diminuições alternadas. O ano de 2005, foi o ano em que se verificou uma maior taxa de investimento directo da Autarquia (77,6%), apresentando os anos de 2006 a 2009, taxas de execução muito semelhantes. No que respeita às despesas com pessoal observa-se que, ao longo do tempo, estas despesas evoluíram de forma distinta. Os anos de 2004 e 2005 apresentam valores similares, enquanto que em 2006, se verificou um aumento. Este aumento relaciona-se com a alteração do estatuto remuneratório dos autarcas do executivo. Em 2007 este valor apresenta um aumento em relação a 2006, atendendo às admissões de pessoal, em regime de contrato a termo certo. No ano de 2009 o valor de despesas com esta rubrica apresenta um ligeiro decréscimo dado não ter existido despesas com estágios profissionais (PEPAL). Na aquisição de bens e serviços apresenta também oscilações ao longo do período em análise, sendo 2006, o ano em que apresentou o valor mais elevado. No entanto, este tipo de despesas, no presente ano, apresenta um valor semelhante ao de Quanto às transferências correntes, verifica-se que o ano de 2006, apresenta valores superiores aos exercícios anteriores, devido aos valores atribuídos à Associações da Freguesia. Durante o período em análise observa-se uma tendência de crescimento deste tipo de despesa, mas de forma muito ténue. Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 4
5 Quanto às despesas de capital verifica-se que o ano de 2009, apresenta valores superiores não só em relação ao ano anterior mas a todos os outros do período em análise, com excepção do ano de Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 5
6 Evolução das despesas pagas no período de 2005 a Código Valor % Valor % Valor % Valor % Valor % 01 - Despesas com Pessoal 25165,41 6,1% ,7% 71963,18 21,7% 60656,61 15,0% 57268,7 13,5% 02 - Aquisição de Bens e Serviços 36224,26 8,8% 69911,88 27,1% 63170,34 19,1% 46542,44 11,5% 63037,74 14,8% 04 - Transferências Correntes 31138,31 7,5% 22071,99 8,5% 26031,22 7,9% 29748,27 7,4% 31883,51 7,5% 05 - Subsídios 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 06 - Outras Despesas Correntes 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 6140,12 1,4% Despesas Correntes 92527,98 22,4% ,87 48,4% ,74 48,6% ,32 33,9% ,07 37,2% 07 - Aquisição Bens de Investimento ,22 77,6% ,33 51,6% ,55 51,4% ,53 66,1% ,88 62,8% Despesas de Capital ,22 77,6% ,33 51,6% ,55 51,4% ,53 66,1% ,88 62,8% Total ,2 100,0% ,2 100,0% ,29 100,0% ,85 100,0% ,95 100,0% Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 6
7 II Execução Global do Orçamento 2.1 Comparação entre o orçamento final e o orçamento executado O orçamento das receitas e das despesas apresentam taxas de execução semelhantes. Os orçamentos da receita e da despesa apresentam taxas de execução similares (15%), relativamente ao orçamento final. De referir que as taxas de execução se reportam, em ambas as situações, a valores efectivamente recebidos e pagos durante o ano de Alterações e Revisões Orçamentais Ao longo do exercício efectuaram-se alterações às dotações orçamentais, com o objectivo de ajustar as previsões às realizações efectivadas, no que concerne ao orçamento da despesa e grandes opções do plano. Relativamente ao orçamento da receita e da despesa verificaram-se duas revisões, que se destinaram à incorporação do saldo da gerência anterior, no orçamento do exercício presente e á correcção da forma de financiamento e entidade executora da obra do Pólo Industrial do granito. 2.3 Equilíbrio Orçamental Poupança Corrente O POCAL consagra o princípio do equilíbrio orçamental como modelo orçamental e contabilístico das Autarquias Locais. No entanto determina que as receitas correntes sejam, pelo menos, iguais às despesas correntes. Em termos de execução orçamental obteve-se uma poupança corrente bruta de ,94 Euros. 2.4 Movimentos da Conta de Gerência Os movimentos financeiros efectuados durante o ano de 2009, correspondem aos valores apresentados no quadro abaixo. Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 7
8 Unidade: Euros Designação Operações Orçamentais Operações de Tesouraria TOTAL (1) Saldo Transitado de , , ,41 (2) Receitas arrecadadas , , ,61 (3) Despesas pagas , , ,31 Saldo a transitar para 2010 (1+2-3) 1 669, , ,65 A discriminação dos valores apresentados neste mapa encontra-se no mapa de fluxos de caixa, constante nos documentos de prestação de contas. III Processo Orçamental 3.1 Execução Orçamental da Receita A análise da receita far-se-á ao nível da previsão e da cobrança das receitas. Para tal irá realizar-se uma análise à estrutura orçamental, aos níveis de execução e evolução da receita nos últimos cinco anos Estrutura da Receita Total A estrutura da receita total mostra-nos que as receitas correntes representam 78% do valor total das receitas cobradas (Figura 3). Figura 3 Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 8
9 3.1.2 Estrutura das Receitas Correntes As receitas correntes são constituídas essencialmente por transferências correntes e rendimentos de propriedade. No ano presente verificou-se uma diminuição na venda de bens e serviços correntes e um aumento nos rendimentos de propriedade e taxas, multas e outras penalidades. Daqui ressalta a importância relevante inerente aos rendimentos obtidos derivados de imobilizados pertença da Freguesia (Figura 4). Figura Estrutura das Receitas de Capital As receitas de capital são constituídas, essencialmente, por transferências de capital. Este tipo de receita é a principal fonte de financiamento do investimento directo desta Autarquia. Figura 5 Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 9
10 3.1.5 Evolução da Receita Global nos anos de 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009 Analisando os dados constantes no quadro abaixo, verifica-se uma oscilação nas receitas ao longo do período em apreço, quer ao nível das receitas correntes, quer ao nível das receitas de capital. Tipo de Receita % Capital , , , , ,8 28% Corrente , , , , ,01 71% Saldo Gerência Anterior 0,00 0,00 0, , ,13 2% Total , , , , ,94 100% 3.2 Execução Orçamental da Despesa A análise da despesa far-se-á ao nível da despesa global, da estrutura das despesas correntes e de capital. Por último, será feita uma análise à evolução da despesa total nos anos de 2005, 2006, 2007, 2008 e Estrutura da Despesa Total A estrutura da despesa total, mostra-nos que as despesas correntes ao longo do período em apreço tem apresentado comportamentos distintos. De 2006 para 2007 apresentaram um aumento do seu valor relativo em relação às despesas totais e em 2008, perdeu preponderância, dado que as despesas com o investimento directo desta Autarquia aumentou substancialmente. No ano presente o investimento directo apresentou um ligeiro decréscimo (3%), comparativamente com o ano anterior. Figura 6 Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 10
11 3.2.2 Estrutura das Despesas Correntes A estrutura das despesas correntes nos anos de 2007 a 2009 é composta por despesas com pessoal, aquisição de bens e serviços e transferências correntes. As despesas com o pessoal diminuíram relativamente aos dois anos anteriores, tendo as aquisições de bens e serviços sofrido um aumento (Figura 7). Figura Estrutura das Despesas de Capital As despesas de capital são constituídas na íntegra por aquisição de bens de capital, o que se traduz, no investimento directo realizado pela Freguesia Evolução da Despesa Global nos anos de 2005, 2006, 2007, 2008 e 2009 Analisando os dados abaixo apresentados verifica-se que as despesas de capital apresentam oscilações ao longo deste período, tendo apresentado crescimentos desde o ano de Tipo de Despesa % Capital , , , , ,88 63% Corrente , , , , ,07 37% Total , , , , ,95 100% Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 11
12 IV Execução Global do PPI 2.1 Comparação entre o plano previsto e o plano executado A análise do PPI far-se-á através da comparação entre os valores previstos e executados, para cada um dos objectivos propostos Objectivos: Previsto Realizado Previsto Realizado Funções gerais Funções Sociais: Educação Segurança e Acção Sociais Habitação e Serviços Colectivos Serviços culturais recreativos e religiosos Funções Económicas: Industria e Energia Transportes e Comunicações Total Dos valores apresentados verifica-se que as funções económicas representam cerca de 86% do investimento directo total efectuado por esta Autarquia, tendo as funções socais uma representação de cerca de 14% (Figura 8) Figura 8 As funções económicas são as que apresentam um maior valor relativo ao nível do investimento directo. Assim, o valor dispendido nesta função foi aplicado, integralmente, na indústria e energia e transportes e comunicações. Esta engloba, essencialmente, despesas com a viação rural (Figura 9). Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 12
13 Figura 9 Ao nível das funções sociais pode observar-se que o montante dispendido, corresponde a investimentos em abastecimento de água e instalações desportivas (Figura 10). Figura 10 Ao nível das funções sociais merece especial destaque o apoio concedido por esta Autarquia às escolas e respectivas cantinas, bem como às associações desta Freguesia. Este tipo de apoio reveste-se de grande importância, dado que a preservação da cultura e a promoção de educação de crianças e jovens contribuirá para a construção de um futuro melhor. Figura 11 Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 13
14 Considerações finais: Em conclusão pode afirmar-se que esta Freguesia continua dependente dos rendimentos resultantes da concessão a terceiros dos seus activos imobilizados e das transferências oriundas da Administração Central. Relatório de Gestão Ano de 2009 Página 14
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