PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA
|
|
|
- Ângelo Godoi Pinho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 - SOLUÇÕES - 1
2 PARTE I ESCOLHA MÚLTIPLA 1. Considere os seguintes elementos A empresa XPTO adquiriu 80% da empresa Beta em por 300k. A empresa mãe manteve as suas reservas estáveis nos últimos 2 anos. A empresa Beta realizou ainda durante 2004 um aumento de capital de 100k financiado em 50% por reservas e 50% por entrada de dinheiro. XPTO participou neste aumento de capital contribuindo com 80% do dinheiro. Dada a sazonalidade do negócio da empresa Beta o seu resultado líquido é realizado 75% no primeiro semestre e 25% no segundo. E o RL de 2003 da empresa Beta foi 90% do RL de A empresa Beta não distribui dividendos. A empresa XPTO amortiza as Diferenças de Consolidação em 5 anos O capital próprio da empresa XPTO e empresa Beta em era o seguinte (valores em k ) XPTO Beta Capital Social Reservas Resultado Transitado RL Indique qual o valor da Diferença de Consolidação em : a) 120k b) 123,6k c) 109,2k d) 220,5k Beta (2004) Beta (2003) Beta (2003 1S) Capital Social Reservas Resultado Transitado RL , aumento de capital de metade do aumento de capital de % RL RL % RL 2003 Total do Capital Próprio de Beta no momento da aquisição: 220,5 Dif. Consolidação: % 220,5 = 123,6 2
3 2. Ainda a respeito da situação descrita na alínea anterior, e assumindo que o valor da diferença de consolidação é 120k 1 indique o capital próprio consolidado em (em k ) a) Capital Social = 1.200; Reservas = 350; Resultado Transitado = 45 e RL = 80 b) Capital Social = 1.160; Reservas = 340; Resultado Transitado = 40 e RL = 76 c) Capital Social = 1.000; Reservas = 300; Resultado Transitado =11,6 e RL = 52 d) Capital Social = 1.000; Reservas = 300; Resultado Transitado = 23.6 e RL = 76 Amort. Goodwill XPTO Beta Capital Social Reservas R.Transit % (25 (7+13,5)) ,6 RL % A empresa A detém 90% da empresa B e vendeu à empresa B um equipamento durante o mês de Julho de 2004 por euros. A empresa tinha adquirido o equipamento em 1 de Janeiro de 2003 por euros e amortizava o imobilizado pelo método dos duodécimos com uma taxa de 20% anual. A empresa B irá utilizar o mesmo método amortizando pelo restante período de vida útil do bem. Indique qual o impacto no resultado Líquido Consolidado de 2005: a) O impacto no resultado consolidado de 2005 é de b) O impacto no resultado consolidado de 2005 é de c) O impacto no resultado consolidado de 2005 é de d) O impacto no resultado consolidado de 2005 é de Só afecta as amortizações do exercício de 2005: Neste momento as amortizações do exercício são: / 42 = Deviam ser, com anulação da venda interna: / 60 = Logo tem um impacto no resultado consolidado de 2005 de A 31 de Dezembro de 2005, a empresa Alfa comprou 60% das acções da empresa Beta pagando 2,5 /acção. A empresa Beta tinha um capital social de 1 milhão de acções com um valor nominal de 1. O capital próprio de Beta ascendia nessa data a 3 milhões de euros. A empresa Beta não detém quaisquer acções próprias. As diferenças de consolidação em Alfa referentes a esta operação representarão: a) um goodwill negativo de 500k b) um goodwill negativo de 300k c) um goodwill negativo de 1.500k d) não existe informação suficiente para determinar o valor do goodwill. Alfa comprou acções a 2,5 cada, logo pagou 1,5M por 60% de Beta. 60% de Beta valem 1,8M (60% 3M ), ou seja um goodwill negativo de 300k. 1 Note bem: Esta não é necessariamente a resposta à alínea 1.! 3
4 5. Um goodwill negativo significa que a empresa adquirente: a) fez necessariamente um mau negócio b) espera que a empresa adquirida registe resultados negativos no futuro c) espera que a empresa adquirida registe resultados menores que os resultados passados d) todas as anteriores e) Nenhumas das anteriores Um goodwill negativo significa que a empresa adquirente espera que o valor actual dos resultados futuros da adquirida seja inferior ao valor contabilístico dos activos adquiridos, líquidos do passivo. Logo espera que o futuro venha a destruir algum do valor passado, ou seja, venha a ter resultados negativos. 6. O seguinte excerto é retirado do Relatório e Contas de 2004 da TAP: Prémio de jubilação - PNT O Acordo de Empresa celebrado com o Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) prevê a garantia por parte da TAP de um prémio de jubilação a cada piloto, a ser pago de uma só vez, na data da reforma e até aos 60 anos de idade, cuja garantia financeira advém dos capitais acumulados num seguro de capitalização colectivo constituído pela TAP em nome dos pilotos. Os princípios subjacentes à apólice de reforma colectiva celebrada com a companhia seguradora, que reproduzem este Plano de Benefícios de Reforma dos Pilotos, são como segue: - Condições de admissão: Pilotos que se encontrem em efectividade de serviço, de idades inferiores a 60 anos; - Idade normal de reforma: 60 anos; - Garantias: Cada participante terá direito, na idade normal de reforma a um capital de 16 vezes o último salário mensal declarado. O financiamento do Plano de Benefícios é efectuado através da apólice a qual é reforçada pelas contribuições (prémios) efectuadas pela TAP e pelo rendimento obtido a partir das aplicações financeiras realizadas pela companhia seguradora num Fundo (...) que suporta esta modalidade de seguro. Em 31 de Dezembro de 2004, estas responsabilidades foram quantificadas por um estudo actuarial elaborado por uma entidade independente, pelo método Unit Credit projectado e que considerou uma taxa de rendimento anual de 4,0% e uma taxa de crescimento salarial de 2,5%. Em 31 de Dezembro de 2004, o valor capitalizado daquela apólice do fundo e das responsabilidades quantificadas por este estudo actuarial eram como segue: Responsabilidades por serviços passados Cobertura pelo seguro colectivo em 31 de Dezembro de 2004 ( ) Responsabilidades provisionadas Este plano de jubilação é: a) um plano de contribuição definido b) um plano de benefício definido c) um benefício terminús d) todas as anteriores e) nenhuma das anteriores O próprio texto fala num plano de benefícios e estes estão garantido e definidos para os pilotos que se reformam na idade máxima. ( Note-se que nada é retirado do salário dos pilotos para garantir este benefício, pelo que não é um plano de contribuição definida. Note-se também que os benefícios terminús são concedidos no caso de rescisão de contrato de trabalho e não no caso de reforma.) 4
5 7. Sabendo que os valores referentes a este plano de jubilação dos pilotos aparecem na Demonstração de Resultado e no Balanço da TAP, podemos concluir que, por conta deste plano. a) Os activos da empresa registam b) Os passivos da empresa registam c) Os passivos da empresa registam d) A demonstração de resultados regista um custo de Na questão fica explícito que este não é um plano autónomo, uma vez que se sabe que o plano aparece no Balanço da TAP. Sendo assim, aparecerá apenas pelo valor das responsabilidades líquidas, ou seja cerca de 8,5M. 8. Qual dos seguintes eventos aumenta necessariamente as responsabilidades inerentes a este plano de jubilação dos pilotos, nesta altura no valor de : a) O aumento da idade normal de reforma dos pilotos para 65 anos. b) Um trágico acidente em que desaparecem 4 jovens pilotos da TAP. c) Uma quebra generalizada dos principais índices bolsistas onde o fundo de pensões tinha investido os seus activos. d) Todos os anteriores.. De facto, todos os eventos que aumentem a probabilidade de alguns pilotos não atingirem a idade de reforma reduz as responsabilidades do plano. Assim, um aumento da idade de reforma aumenta a possibilidade de alguns pilotos não atingirem os 65 a trabalhar para a TAP. (Lembre-se que, por exemplo, uma das medidas para atenuar a pressão sobre a Segurança Social em Portugal é aumentar a idade de reforma.) Um acidente também retiraria 4 pilotos do plano, libertando a TAP de lhes pagar o complemento de jubilação. Por outro lado, a forma como a TAP tem investidos os activos do fundo não afectam as responsabilidades da empresa. Afecta sim o valor das responsabilidades LÍQUIDAS (ou seja os 8,5M ), mas não afecta os 18,8M. 9. Como a TAP é detida a 100% pelo Estado Português: a) Não se encontra nenhuma rubrica de interesses minoritários no Balanço da TAP. b) Os valores de interesses minoritários que aparecem no Balanço da TAP dizem respeito a participações minoritárias da empresa, como por exemplo os 20% que a TAP detém na Air Macau. c) Os valores de interesses minoritários que aparecem no Balanço da TAP dizem respeito a outras participações minoritárias que o accionista da TAP (o Estado) detém noutras empresas afiliadas. d) Os valores de interesses minoritários que aparecem no Balanço da TAP referem-se a participações de terceiros em empresas que a TAP controla.. A resposta correcta é a definição de interesses minoritários. O facto da empresa ser detida a 100% pelo Estado, não exclui que a TAP não detenha participações noutras empresas. Essas participações, quando superiores a 50% e inferiores a 100% dão lugar a interesses minoritários de empresas terceiras. 5
6 10. O valor contabilístico líquido antes do teste de imparidade é de Indique a opção correcta que visa preencher os valores (i), (ii) e (iii) no seguinte quadro, de acordo com a IAS36. Preço de Venda Valor em Valor Imparidade Líquido Uso recuperável (i) Não há ?????? (ii) (iii) 9.900??? 100 a) (i) (ii) Não há (iii) b) (i) (ii) Não existe informação (iii) Não existe informação c) (i) (ii) Não há (iii) Não existe informação d) (i) (ii) Não há (iii) (i) Valor recuperável = Max(10.100, ) = (ii) Não há imparidade, porque o valor recuperável vai ser no mínimo o que é o suficiente para garantir que estamos acima do VCL. (iii) Consegue-se dizer que o valor recuperável são 9.900, o que permite dizer que o preço de venda líquido é igual ou menor que esse valor. Mas não existe informação suficiente para assegurar qual o valor exacto. 6
7 PARTE II EXERCÍCIO PRÁTICO A empresa Sports,SA foi constituída e iniciou a sua actividade em Dessa empresa conhecem-se ainda os seguintes dados (valores em k ): Nota 41 - Custo das Mercadorias Vendidas Existências Iniciais 0 +Compras Transferências para imobilizações (2.541) -Existências Finais (22.500) = CMV Demonstração de Resultados CMV FSE Custos com Pessoal Outros Custos Operacionais Amortizações Provisões 656 Custos Financeiros Custos Extraordinários (perdas em existências) IRC Total Custos Informação Adicional: Prazo médio de pagamentos a fornecedores é de 92 dias Considere que o ano comercial tem 360 dias A rentabilidade do capital próprio em 2005 foi de 4,64839% No final do ano de 2005 o rácio de endividamento era de 30% As rubricas de Custos diferidos com o valor de euros e de Acréscimos de Custos com euros resultam de relações com fornecedores. A taxa média de IRC da empresa em 2005 foi de 25% A empresa não apresenta provisões para riscos e encargos nem proveitos diferidos. Note bem: a empresa iniciou a sua actividade em 2005 logo o seu Capital Próprio é apenas constituído por Capital Social e o RL de 2005.E o Passivo da empresa é apenas dividas de fornecedores, acréscimos de custos e empréstimos. Pretende-se que calcule, justificadamente os seguintes elementos: a) o valor dos resultados líquidos de 2005 b) o valor do capital próprio em final de 2005 c) o valor dos activos totais em final de 2005 d) o valor de recebimentos de empréstimos e) o valor de pagamentos a fornecedores. 7
8 Resolução da questão 2: RCP = RL / CP = 4,64839% IRC = 25% RAI RL = RAI IRC CP = 4,64839 RL = 25% RAI RAI = CP = RL = Logo se o rácio de endividamento é de 30% sabemos que o Activo será: P / A = 30% => CP / A = 70% => A = ,3 Para encontrar o valor dos empréstimos precisamos de saber o valor do passivo de exploração Compras ( ) FSE Despesas Fornecedores (Despesas*92)/ Acréscimos de Custos Custos Diferidos TOTAL_PAGAMENTOS Pagamentos a Fornecedores: Dividas de exploração: Empréstimos = A CP Acréscimos de Custos Dívidas de Exploração Empréstimos = , = ,7 8
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II EXAME FINAL
CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Cristina Neto de Carvalho Gioconda Magalhães Data: 30 de Junho de 2007 Sílvia Cortês Duração: 2 horas e 30 minutos Joana Peralta Sofia Pereira Luiz Ribeiro EXAME
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta
SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadora Capital Social: 169.764.398 Euros sob o número único de matrícula e de pessoa colectiva 503 219 886 COMUNICADO
Cotação e tempo esperado de resolução: Grupo 1 Questões de resposta múltipla e verdadeiro ou falso
FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame de 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2009/10 Data: 18 de Junho de 2010 Início: 14:30 Duração: 2h00m Cotação e tempo esperado de
Fundação Denise Lester
Relatório e Contas 2010 Fundação Denise Lester Fundação Denise Lester 1/14 Balanço ACTIVO Notas Exercício findo a 31/12/2010 Exercício findo a 31/12/2009 Activo não corrente Activos fixos tangíveis 2.291.289,31
Marketing e Publicidade 2ºANO 1º SEMESTRE
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E TECNOLOGIA DE SANTARÉM Marketing e Publicidade 2ºANO 1º SEMESTRE FINANÇAS Docente: Professor Coordenador - António Mourão Lourenço Discentes:
Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre. 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos
Contabilidade Financeira Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa Ano Lectivo 2013/2014 1º Semestre 28 de NOVEMBRO de 2013 Duração da prova: 60 minutos 3º TESTE INTERMÉDIO NOME: NÚMERO: Atenção
Análise Financeira. Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão
Análise Financeira Universidade do Porto Faculdade de Engenharia Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Economia e Gestão Introdução Objectivos gerais avaliar e interpretar a
Contabilidade II (LEC110)
Contabilidade II (LEC110) IV. Consolidação de contas III. Consolidação de Contas 1. Perímetro de consolidação 1º ANO ANO LECTIVO 7/8 1. Perímetro de Consolidação A definição do perímetro de consolidação
Finanças Empresariais 1º semestre
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU MESTRADO EM FINANÇAS EMPRESARIAIS Finanças Empresariais 1º semestre Caderno de exercícios Luís Fernandes Rodrigues Manuel F Almeida 5º 6º edição 1 Caso 1.1
MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS
MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS Sistemas de Informação Contabilística e Financeira CASO 5 PARTE 1 e 2 (enunciado e resolução) 2007/2008 CASO 5 Enunciado (PARTE 1) Questão 1 Alínea a) Sabendo que a sociedade
CONTABILIDADE AVANÇADA
1 CASOS PRÁTICOS de EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL e FUSÕES Docente: Carlos António Rosa Lopes I.P.T. - E.S.G. - - Carlos António Rosa Lopes 2 Casos Práticos Equivalência Patrimonial Nota : A resolução dos casos
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montante expressos em euros) As notas que se seguem foram preparadas de acordo com as Normas Contabilísticas de Relato Financeiro
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão
DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento. 9.1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro
Capítulo 9: Análise de Projectos de Investimento Conteúdo Temático 1. A dimensão temporal e o cálculo financeiro 2. Critérios de análise da rendibilidade de projectos de investimento 9.1. A dimensão temporal
Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março
Portaria n.º 106/2011, de 14 de Março O Decreto-Lei n.º 36-A/2011, de 9 de Março, aprovou o regime da normalização contabilística para as entidades do sector não lucrativo, abreviadamente designadas por
NOVA CONTABILIDADE DAS AUTARQUIAS LOCAIS
CONTACTOS DAS ENTIDADES QUE INTEGRAM O Direcção-Geral das Autarquias Locais Morada: Rua José Estêvão,137, 4.º a 7.º 1169-058 LISBOA Fax: 213 528 177; Telefone: 213 133 000 E-mail: [email protected] Centro
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA. 3º Ano 1º Semestre
DEPARTAMENTO DE GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS GESTÃO FINANCEIRA 3º Ano 1º Semestre Caderno de exercícios Planeamento Financeiro de ML/ Prazo Ano letivo 2015/2016 1 Planeamento Financeiro de
Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)
Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Beirafundo RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA EXERCICIOS 2009 2008. Custos e perdas
MAPAS FISCAIS DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANALÍTICA Contas POC Descricao Custos e perdas EXERCICIOS 2009 2008 Custo mercadorias vendidas mater.consu 611+612 Mercadorias 62,08 31,56 616a619 Materias 62,08
Relatório Tipo Dezembro de 20XX
Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: [email protected] 4250-313 Porto www.alvimrocha.com
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Fundolis RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
RELATÓRIO E CONTAS 2010 6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA
6 ANÁLISE ECONÓMICO - FINANCEIRA 1 ANÁLISE DO BALANÇO O Balanço e o Sistema Contabilístico adequam-se ao previsto no Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais (POCAL), espelhando a situação
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2009
1 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2009 00. Introdução a) A firma Custódio A. Rodrigues, Lda., designada também por CORPOS Corretagem Portuguesa de Seguros, pessoa colectiva
EMPREENDEDORISMO PLANO FINANCEIRO VÍTOR GONÇALVES PROJECTO-EMPREENDEDORISMO ESCS_AULA_4 SLIDE 1
EMPREENDEDORISMO PLANO FINANCEIRO SLIDE 1 Sistemas de Informação na Gestão CONTABILIDADE FINANCEIRA Os sistemas de informação fornecem um conjunto de dados sobre a empresa, que se destina essencialmente
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
Semapa - Sociedade de Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. Fontes Pereira de Melo, 14 10º -1050-121 Lisboa Capital Social: 118.332.445 Euros - NIPC e Mat. na C.R.C. de Lisboa sob
Ficha de Informação Geral
Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemático e rigorosamente possível, antes da formalização de
Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial
Relato Financeiro Intercalar 1º trimestre de 2014 = Contas Consolidadas = (Não Auditadas) Elaboradas nos termos do Regulamento da CMVM nº 5/2008 e de acordo com a IAS34 Relatório de Gestão Enquadramento
GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA
GESTÃO FINANCEIRA UMA ANÁLISE SIMPLIFICADA Pág. 1 Índice 1. BALANCETE... 3 2. BALANÇO... 5 3. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS... 10 4. RESUMO... 12 Pág. 2 1. BALANCETE O balancete é um documento contabilístico
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Conforme preceitua o Decreto Lei n.º 54-A/99 de 22 de Fevereiro, com as devidas alterações, os anexos às Demonstrações Financeiras visam facultar aos órgãos autárquicos
1 Políticas contabilísticas a) Bases de apresentação A F&C Portugal, Gestão de Patrimónios, S.A. ( Sociedade ) é uma sociedade privada constituída a 31 de Outubro de 2001, tendo iniciado a sua actividade
VALE EMPREENDEDORISMO
V A L E E M P R E E N D E D O R I S M O Page 1 VALE EMPREENDEDORISMO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE EMPREENDEDORISMO) Março 2015 V A L E E M P R E E N D E D O R I S M O Pag. 2 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3
CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Impostos Diferidos Ano Lectivo 2010/2011
CONTABILIDADE II Caderno de Exercícios Impostos Diferidos Ano Lectivo 2010/2011 Fevereiro 2011 EXERCÍCIO Nº 1 Ajustamento para Cobr. Duvidosas 1. A entidade Metálica, S.A. procede a ajustamentos por imparidade
PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
EMPRESA DE SEGUROS Santander Totta Seguros, Companhia de Seguros de Vida S.A., com Sede na Rua da Mesquita, nº 6 - Torre A - 2º - 1070 238 Lisboa, Portugal (pertence ao Grupo Santander). A Santander Totta
C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
C N C C o m i s s ã o d e N o r m a l i z a ç ã o C o n t a b i l í s t i c a INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2 Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imorocha RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano
Contabilidade e Controlo de Gestão Ano letivo 2013/2014 Gustavo Dias 5.º Semestre Orçamento anual: instrumento de planeamento a curto prazo que permitirá à empresa quantificar os seus objectivos em termos
PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ACTIVIDADES / INVESTIMENTOS - 2011-2014
PLANO ANUAL E PLURIANUAL DE ACTIVIDADES / INVESTIMENTOS - 2011-2014 ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS 2011 "Edifícios e Outras Construções": Remodelação das instalações afectas ao serviço de manutenção da frota.
Resultados consolidados do Banco BPI entre Janeiro e Setembro de 2010
www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 900 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:
8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA
8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZA As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da ESHTE mantidos em conformidade com
FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO
relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
4984 Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 220/2015 de 24 de julho Na sequência da publicação do Decreto -Lei n.º 98/2015, de 2 de junho, que transpôs
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II
CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 28 de Março de 2007 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas e 30 minutos Gioconda Magalhães Sílvia Cortês Joana Peralta Sofia Pereira Luiz Ribeiro 1ª
Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014
Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado
ANEXO AO BALANÇO E DR 2014
ANEXO AO BALANÇO E DR 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade PATRIMÓNIO DOS POBRES DA FREGUESIA DE ÍLHAVO 1.2 Sede Av. Manuel da Maia 3830 050 Ílhavo 1.3 NIPC 500876789 1.4 Natureza
IVA transmissão de estabelecimento
IVA transmissão de estabelecimento É possível, ao abrigo do artigo 3.º, n.º 4 do CIVA transmitir um estabelecimento (isto é, todo o seu activo) de uma sociedade para um empresário em nome individual no
Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida
Implicações da alteração da Taxa de Juro nas Provisões Matemáticas do Seguro de Vida 1. Algumas reflexões sobre solvência e solidez financeira Para podermos compreender o que se entende por solvência,
Lançamento nº 2 - Eliminação de operações internas (VNDs e CMPs) entre A e B
LEC11 CONTABILIDADE II CAPÍTULO IV CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS COMENTÁRIOS À RESOLUÇÃO DO EXERCÍCIO 1 Lançamento nº 1 - Eliminação de saldos entre empresas do grupo As empresas do Grupo efectuaram operações
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO AUTOMÓVEL
ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO AUTOMÓVEL Índice Finalidade do crédito automóvel Modalidades de crédito automóvel Ficha de Informação Normalizada (FIN) Montante e prazo Modalidade de reembolso
GLOSSÁRIO. Capítulo 5 Informação Financeira
GLOSSÁRIO Capítulo 5 Informação Financeira Este Glossário foi elaborado unicamente para apoiar os slides do Cap.5 da disciplina de Gestão e destina-se a ser utilizado exclusivamente pelos alunos de Gestão
Consolidação de Contas Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro
Consolidação de s Município do Barreiro / Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro 1 - Introdução De acordo com o n.º 1, do art.º 46º da Lei n.º 2 / 2007 de 15 de Janeiro Lei das
Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011
www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 990 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:
Contabilidade II Licenciatura em Economia Ano Lectivo 2007/2008. Contabilidade II. CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005
Contabilidade II II. Demonstração dos Fluxos de Caixa Introdução CIN - Corporação Industrial do Norte, S.A. 2005 2004 2005 2004 ACTIVO AB AA AL AL CAP. PRÓPRIO E PASSIVO Imobilizado Capital próprio Imob.
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar
Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Imomar RELATÓRIO & CONTAS 2007 ÍNDICE ACTIVIDADE DO FUNDO 2 BALANÇO 4 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS MONETÁRIOS 6 ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do exercício de 2014 (não
Comunicado de Resultados
Comunicado de Resultados Resultados Consolidados 30 de Junho de 2007 Sonae Distribuição S.G.P.S., SA Em destaque A Sonae Distribuição apresentou ao longo do primeiro semestre de 2007 um crescimento de
C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1
Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS... 1 CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES... 1 CLASSE 2 - TERCEIROS*... 2 CLASSE 3 - EXISTÊNCIAS*... 4 CLASSE 4 - IMOBILIZAÇÕES*... 5 CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS...
Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012
Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos
Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral
Crédito Habitação BPI - Ficha de Informação Geral Mutuante Banco BPI, S.A. Sede: Rua Tenente Valadim, 284 4100-476 PORTO Sociedade Aberta, Capital Social 1.293.063.324,98, matriculada na CRCP sob o número
Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.
Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las PFC Valorização PSI 20 Entidade Emitente:
EXERCÍCIO Nº 1 RESOLUÇÃO
EXERCÍCIO Nº 1 RESOLUÇÃO 1. Ajustamento de Transição Custo de Aquisição = 70.000 Quantia do Capital Próprio em 31/12/N-1 = 140.000 * 40% = 56.000 (demonstrações financeiras mais recentes) Ajustamento de
Análise Financeira 2º semestre
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página
1. Resultados do Exercício
PARAREDE, SGPS, SA Sociedade Aberta Sede Social: Av. José Malhoa nº 21, 1070157 Lisboa Pessoa Colectiva nº 503.541.320 Capital Social de 125.087.500 Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial
Resumo do relatório de estudo do Regime da Segurança Social
Resumo do de estudo do Regime da Segurança Social Introdução De acordo com o de estudo principal do dia 18 de Abril e os dois anexos respectivamente dos dias 29 de Maio e 27 de Junho (Análises 1 e 2 dos
INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS
LICENCIATURA EM GESTÃO LICENCIATURA EM MAEG LICENCIATURA EM FINANÇAS CONTABILIDADE GERAL I V - CADERNO DE EXERCÍCIOS Imobilizações ANO LECTIVO 2004/2005 1º SEMESTRE Exercício 29 A empresa Sempre a dever,
VALOR GARANTIDO VIVACAPIXXI
VALOR GARANTIDO VIVACAPIXXI CONDIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I GENERALIDADES ARTº 1º - DEFINIÇÕES 1. Para os efeitos do presente contrato, considera-se: a) Companhia - a entidade seguradora,, que subscreve com
7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:
Considere os seguintes limites fixados para os funcionários públicos (P 30-A/2008): Subsídio de Refeição (4,11 ); Transporte em automóvel próprio ( 0,39 por quilómetro). O SP A está sujeito à seguinte
2. Regra geral, o IVA não dedutível deve ser registado na conta 68111 : a) Verdadeira; b) Falsa Justificação:
1. A aplicação do princípio da prudência está exclusivamente relacionada com o registo de perdas de imparidade em activos e provisões : a) Verdadeira; b) Falsa 2. Regra geral, o IVA não dedutível deve
LICENCIATURA EM GESTÃO TESTE 10.01.2006 VERSÃO A
OBSERVAÇÕES: (i) A duração da prova é de 2 horas; (ii) Não é permitida a consulta de quaisquer elementos, nem são prestados quaisquer esclarecimentos; (iii) Responda ao Grupo I na tabela constante desta
Número de acções detidas detidas indirectamente % Total sobre o capital. directamente
Estrutura Capital Salvo se indicação em contrário, as respostas reportam à situação a 31 de Dezembro do ano #### Contacto da sociedade para esclarecimento: Nome Telefone E mail Quesito Identificação da
ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC
ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.
1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações
PPR EMPRESAS Informações Pré-Contratuais
TIPO DE CLIENTE Empresas SEGMENTO-ALVO Este produto destina-se a empresas que pretendam oferecer aos seus colaboradores uma remuneração anual extra, com vantagens fiscais, reflectido num complemento de
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV 1. O Fluxo de Caixa para á Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações da análise tradicional e
Questões de Concursos Tudo para você conquistar o seu cargo público www.qconcursos.com ]
01 - Q223454A contabilidade foi definida no I Congresso Brasileiro de Contabilidade como: a ciência que estuda e pratica as funções de orientação, controle e registro relativo aos atos e fatos da administração
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros Informação financeira do terceiro trimestre
Novo Regime da Reparação da Eventualidade de Desemprego
19 de Junho de 2007 Novo Regime da Reparação da Eventualidade de Desemprego João Santos Advogado DIPLOMA LEGAL Decreto-Lei n.º 220/2006, de 3 de Novembro, complementado pela Portaria n.º 8-B/2007, de 3
Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)
COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta
COFINA, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros INFORMAÇÃO FINANCEIRA 1T 2010 Principais indicadores
D&B Relatório de Negócios
D&B Relatório de Negócios Relatório Visualizado 10 Out 2007 Sua Referência V/ PEDIDO Identificação & Sumário HELDER & PEDRO SOUSA, LDA Avaliação de Risco Indicador de Risco 1 2 3 4 - Capacidade Financeira
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
CIN CORPORAÇÃO INDUSTRIAL DO NORTE, S.A. Sociedade Aberta ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS INFORMAÇÃO SEMESTRAL ANO 2002 Nota: Por lapso não incluímos na publicação das Contas Semestrais
Trabalho nº1 Análise Económico Financeira. BRISA Auto-Estradas de Portugal, S.A.
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 5º Ano, 1º Semestre Economia e Gestão - 2000/2001 Trabalho nº1 Análise Económico Financeira
Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1
Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1 PORQUE RAZÃO A BANCA PRETENDE TRANSFERIR OS FUNDOS DE PENSÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL E OS RISCOS PARA
