Os Fundamentos: Lógica de Predicados
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- Thais Candal
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1 Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG Introdução à Lógica Computacional 2019/01 Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 1 / 52
2 Introdução Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 2 / 52
3 Lógica de predicados: Introdução A lógica proposicional, que estudamos até agora, cobre a análise de proposições compostas, i.e., proposições simples ligadas por conectivos,,,,,... Entretanto, a lógica proposicional não é expressiva o suficiente para capturar todas as afirmações matemáticas. Por exemplo, suponha que saibamos que 1 Todos os matriculados em Introdução à Lógica Computacional são estudantes dedicados, e que 2 Felipe está matriculado em Introdução à Lógica Computacional. Intuitivamente, podemos, então, concluir que 3 Felipe é um estudante dedicado. Este tipo de inferência só é possível após introduzirmos o conceito de predicados e quantificadores, que é o que faremos aqui. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 3 / 52
4 Predicados Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 4 / 52
5 Predicados: Introdução Afirmações como as seguintes são comuns em matemática: 1 x 12, 2 x + y = z, 3 O aluno x tirou a maior nota da sala na prova. Tais afirmações são escritas em termos de variáveis. A menos que os valores das variáveis sejam especificados, as afirmações não são verdadeiras nem falsas. Como não possuem valor de verdade, elas não são proposições. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 5 / 52
6 Predicados: Introdução Exemplo 1 A afirmação pode ser dividida em duas partes: x é um número real 1 a primeira parte, a variável x, é o sujeito da afirmação, 2 a segunda parte é um número real é um predicado, ou seja, uma propriedade que o sujeito da afirmação pode ou não satisfazer. A afirmação x é um número real pode ter valores de verdade diferentes dependendo do valor que a variável x assumir. Quando x = π, a afirmação x é um número real é verdadeira. Quando x = 2, a afirmação x é um número real é falsa. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 6 / 52
7 Predicados: Introdução Exemplo 1 (Continuação) Podemos ver esta afirmação como uma função proposicional P(x): x é um número real que mapeia valores de x para valores de verdade (verdadeiro ou falso): P(π) = T. P( 2) = F. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 7 / 52
8 Predicados Um predicado é uma sentença que contém um número finito de variáveis e que se torna uma proposição quando as variáveis são substituídas por valores específicos. Intuitivamente, predicados: dão qualidades a sujeitos, relacionam sujeitos entre si, ou relacionam sujeitos a objetos. Os predicados são classificados de acordo com o número de suas variáveis. Um predicado P(x 1, x 2,..., x n ) de n variáveis é chamado de um predicado n-ário. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 8 / 52
9 Predicados Exemplo 2 Seja P(x) o predicado unário (de 1 variável) x 10. P(15) = T, pois substituindo x por 15 em x 10, obtemos uma afirmação verdadeira. P(π) = F, pois substituindo x por π em x 10, obtemos uma afirmação falsa. Exemplo 3 Seja C(x, y) o predicado binário x é capital de y. C(Brasília, Brasil) = T, pios substituindo x por Brasília e y por Brasil em x é capital de y, obtemos uma afirmação verdadeira. C(Paris, Inglaterra) = F, pois substituindo x por Paris e y por Inglaterra em x é capital de y, obtemos uma afirmação falsa. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 9 / 52
10 Predicados Exemplo 4 Seja S(x, y, z) o predicado ternário x + y = z. S(1, 4, 5) = T, pios substituindo x por 1, y por 4 e z por 5 em x + y = z, obtemos uma afirmação verdadeira. S(4, 5, 1) = F, pois substituindo x por 4, y por 5 e z por 1 em x + y = z, obtemos uma afirmação falsa. S(0, 0, 0) = T, pois substituindo x por 0, y por 0 e z por 0 em x + y = z, obtemos uma afirmação verdadeira. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 10 / 52
11 Quantificadores: Introdução Como um predicado não tem valor de verdade em si, é preciso instanciar os valores de suas variáveis para transformá-lo em uma proposição. Para transformar um predicado em uma proposição, podemos 1. atribuir valores específicos para todas variáveis (como fizemos até agora), ou 2. quantificar em qual faixa de valores de x a proposição pode ser considerada verdadeira. Em português, usamos palavras como nenhum, todos e algum para quantificar predicados. Por exemplo, o predicado O computador x do laboratório está ligado não tem valor de verdade em si, mas as seguintes proposições têm: 1 Nenhum computador do laboratório está ligado. 2 Todos os computadores do laboratório estão ligados. 3 Algum computador do laboratório está ligado. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 11 / 52
12 Quantificadores: Domínio ou universo de discurso Dado um predicado de várias variáveis, o domínio de discurso, ou universo de discurso, ou simplesmente domínio é o conjunto de valores que as variáveis podem, em princípio, assumir. 1 No predicado x 2, o domínio de discurso pode ser o conjunto dos reais R ou o dos inteiros Z. 2 No predicado A pessoa x nasceu no país y, o domínio de x pode ser o conjunto de todas as pessoas, e o domínio de y pode ser o conjunto de países no mundo. O domínio de um predicado é essencial para sua quantificação. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 12 / 52
13 Quantificador universal Dado um predicado P(x), sua quantificação universal é x : P(x) significando Para todos os valores x no domínio, P(x) é verdadeiro ou simplesmente Para todo x no domínio, P(x) O símbolo é o símbolo de quantificador universal. A proposição x : P(x) é verdadeira se P(x) é verdadeiro para todo x no domínio, falsa se há algum x no domínio tal que P(x) seja falso. Um elemento x tal que P(x) = F é um contra-exemplo para x : P(x). Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 13 / 52
14 Quantificação universal Exemplo 5 proposição é verdadeira ou falsa? Solução. Temos que Considere o universo de discurso D = {1, 2, 3, 4, 5}. A x : x 2 x 1 2 1, 2 2 2, 3 2 3, 4 2 4, e Portanto temos que P(1), P(2), P(3), P(4) e P(5) são todos verdadeiros, e a proposição universal é, consequentemente, também verdadeira. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 14 / 52
15 Quantificação universal É possível definir o universo de discurso já na proposição quantificada: 1 x R : x + 1 > x estabelece como universo de discurso os números reais. 2 y Z + : y 5 estabelece como universo de discurso os inteiros positivos. Exemplo 6 A proposição x R : x 2 x é verdadeira ou falsa? Solução. Temos o contra-exemplo (1/2) 2 = 1/4 1/2, logo P( 1 /2) é falso e, consequentemente, a proposição universal é falsa. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 15 / 52
16 Quantificação existencial Dado um predicado P(x), sua quantificação existencial é x : P(x) significando Existe um valor de x no domínio tal que P(x) é verdadeiro ou simplesmente Existe x no domínio tal que P(x) O símbolo é o símbolo de quantificador existencial. A proposição x : P(x) é verdadeira se P(x) é verdadeiro para ao menos um x no domínio, falsa se para todo x no domínio P(x) é falso. Um elemento x tal que P(x) = T é uma testemunha de x : P(x). Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 16 / 52
17 Quantificação existencial Exemplo 7 Seja E = {5, 6, 7, 8, 9, 10} o universo de discurso. A proposição m : m 2 = m é verdadeira ou falsa? Solução. Analisando todos os casos, obtemos 5 2 = 25 5, 6 2 = 36 6, 7 2 = 49 7, 8 2 = 64 8, 9 2 = 81 9, e 10 2 = Portanto a proposição existencial é falsa. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 17 / 52
18 Quantificação existencial Exemplo 8 A proposição m Z : m 2 = m é verdadeira ou falsa? Solução. Temos que 1 2 = 1, logo 1 é uma testemunha de que m 2 = m para pelo menos um inteiro m. Portanto a proposição existencial é verdadeira. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 18 / 52
19 Quantificação sobre domínios finitos Quando o domínio de um quantificador é finito, podemos expressar os quantificadores universal e existencial em termos da lógica proposicional. A proposição universal em um domínio finito D = {x 1, x 2,..., x n } é verdadeira sse P(x) é verdadeiro para todo x D: x : P(x) P(x 1 ) P(x 2 ) P(x n ). A proposição existencial em um domínio finito D = {x 1, x 2,..., x n } é verdadeira sse P(x) é verdadeiro para pelo menos um x D: x : P(x) P(x 1 ) P(x 2 ) P(x n ). Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 19 / 52
20 Quantificadores com domínio restrito Frequentemente usamos abreviações para restringir o domínio de um quantificador. Por exemplo, considere o universo de discurso como sendo os números reais. 1 A proposição quantificada x < 0 : x 2 > 0 significa x : (x < 0 x 2 > 0). Note que a proposição não significa x : (x < 0 x 2 > 0). 2 A proposição quantificada y > 0 : y 2 = 2 significa y : (y > 0 y 2 = 2). Note que a proposição não significa y : (y > 0 y 2 = 2). Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 20 / 52
21 Ordem de precedência dos quantificadores Os quantificadores e têm precedência sobre todos os operadores da lógica proposicional (,,,,,...). Por exemplo: 1 A proposição significa Note que a proposição não significa x : P(x) Q(x) ( x : P(x) ) Q(x). x : ( P(x) Q(x) ). Use parênteses com cuidado para expressar o que realmente você quer! Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 21 / 52
22 Quantificadores: Variáveis ligadas e escopo Quando um quantificador é utilizado em uma variável x, dizemos que x é uma variável ligada. Uma variável que não é ligada a nenhum quantificador é chamada de variável livre. 1 Em x : x + y = 2, x é uma variável ligada, e y é uma variável livre. Os nomes das variáveis ligadas de uma expressão quantificada são irrelevantes. 1 A expressão x : x + 1 x equivale a y : y + 1 y e a num : num + 1 num. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 22 / 52
23 Quantificadores: Variáveis ligadas e escopo Cada quantificador tem um escopo sobre o qual ele vale. 1 Em x : ( P(x) Q(x) ) x : R(x) todas as variáveis são ligadas, mas o escopo de cada x é diferente. O primeiro quantificador, x, tem como escopo apenas ( P(x) Q(x) ). O segundo quantificador, x, tem como escopo apenas R(x). Podemos renomear variáveis ligadas em escopos diferentes sem alterar a expressão lógica (o que muitas vezes torna a expressão mais fácil de ser lida): x : ( P(x) Q(x) ) y : R(y) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 23 / 52
24 Equivalências lógicas envolvendo quantificadores Afirmações envolvendo predicados são logicamente equivalentes se, e somente se, elas têm o mesmo valor de verdade independentemente de quais predicados e domínios de discurso são utilizados. Usamos S T para denotar que S e T são equivalentes. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 24 / 52
25 Negando expressões quantificadas A negação de expressões quantificadas é dada por equivalências conhecidas como leis de De Morgan: Leis de De Morgan para negação x : P(x) x : P(x) x : P(x) x : P(x) Equivalências consequentes das leis de De Morgan são: Outras equivalências de negação x : P(x) x : P(x) x : P(x) x : P(x) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 25 / 52
26 Negando expressões quantificadas universais Exemplo 9 P : x R : x 2 0 P : x R : x 2 0 x R : (x 2 0) x R : x 2 < 0 Exemplo 10 P : Todos os programas de computador são finitos. P : Nem todos os programas de computador que são finitos. Existe um programa de computador que não é finito. Exemplo 11 P : Todo mundo gosta de sorvete ou de bolo. P : Nem todo mundo gosta de sorvete ou de bolo. Existe uma pessoa que não gosta de sorvete nem de bolo. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 26 / 52
27 Negando expressões quantificadas existenciais Exemplo 12 P : x N : x 2 = x P : x N : x 2 = x x N : (x 2 = x) x N : x 2 x Exemplo 13 P : Alguns peixes respiram ar. P : Nenhum peixe respira ar. Exemplo 14 P : Alguns esportistas são brasileiros e jovens. P : Nenhum esportista é brasileiro e jovem. Todo esportista não é brasileiro ou não é jovem. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 27 / 52
28 Traduzindo de linguagem natural para expressões lógicas Exemplo 15 Expresse como expressões quantificadas as seguintes afirmações em linguagem natural: Nenhuma arara é pequena. Araras são coloridas e grandes. Existe uma arara que não é colorida, nem pequena. Solução. Primeiro tomamos como universo de discurso o conjunto de todos os animais, então definimos os seguintes predicados: A(x) : C(x) : P(x) : x é uma arara x é colorido x é pequeno Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 28 / 52
29 Traduzindo de linguagem natural para expressões lógicas Exemplo 15 (Continuação) Assim podemos traduzir as sentenças para linguagem formal como abaixo. (Neste problema, assumimos que tudo que não é pequeno é grande, sem meio termo.) Nenhuma arara é pequena : x : ( A(x) P(x) ) Forma equivalente: x : ( A(x) P(x) ) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 29 / 52
30 Traduzindo de linguagem natural para expressões lógicas Exemplo 15 (Continuação) Araras são coloridas e grandes : x : ( A(x) ( C(x) P(x) ) ) Existe uma arara que não é colorida, nem pequena : x : ( A(x) C(x) P(x) ) Exemplo 16 Encontre uma forma equivalente para as duas últimas expressões quantificadas do exemplo anterior, trocando o quantificador existencial pelo universal e vice-versa. (Note que você pode usar a negação de quantificadores sempre que necessário.) Solução. Exercício para o(a) estudante! Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 30 / 52
31 Quantificadores aninhados Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 31 / 52
32 Quantificadores aninhados: Introdução Muitas expressões usam múltiplos quantificadores aninhados. Por exemplo, no universo de discurso dos números reais, temos o seguinte. 1 A expressão significa x : y : ( (x > 0) (y < 0) (xy < 0) ) O produto de quaisquer dois reais de sinais opostos é um real negativo. 2 A expressão significa x : y : (x + y = 0) Todo número real tem um número real oposto (isto é, que somado ao original resulta em zero). Nesta seção estudaremos quantificadores aninhados. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 32 / 52
33 Entendendo quantificadores aninhados Exemplo 17 Seja o seguinte predicado sobre o domínio de todas as pessoas: A(x, y) : A pessoa x ama a pessoa y x : y : A(x, y) significa Todo mundo ama alguém. y : x : A(x, y) significa Existe alguém que é amado por todo mundo. y : x : A(x, y) significa Todo mundo é amado por alguém. x : y : A(x, y) significa Existe alguém que ama todo mundo. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 33 / 52
34 A ordem dos quantificadores Exemplo 18 Seja o universo de discurso o conjunto dos números reais. Para cada sentença, diga o que ela significa em linguagem natural e se ela é verdadeira ou falsa. x : y : x < y significa Para todo número real x, existe outro real maior que x. Esta sentença é verdadeira. y : x : x < y significa Existe um número real que é maior que todos os demais números reais. Esta sentença é falsa. As sentenças do exemplo anterior não são equivalentes logicamente. Em geral, ao se trocar a ordem de quantificadores de tipo diferente, o sentido da proposição se altera. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 34 / 52
35 Quantificação sobre duas variáveis Quantificadores podem ser aninhados em vários níveis. Em particular, é comum encontrar quantificadores aninhados em dois níveis. Afirmação Quando é verdadeira? Quando é falsa? x : y : P(x, y) P(x, y) é verdadeiro Existe um par x, y tal y : x : P(x, y) para todo par x, y. que P(x, y) é falso. Para todo x existe Existe um x tal que x : y : P(x, y) um y tal que P(x, y) P(x, y) é falso é verdadeiro. para todo y. Existe um x tal que Para todo x existe x : y : P(x, y) P(x, y) é verdadeiro um y tal que para todo y. P(x, y) é falso. x : y : P(x, y) Exite um par x, y tal P(x, y) é falso para y : x : P(x, y) que P(x, y) é verdadeiro. todo par x, y. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 35 / 52
36 Traduzindo de sentenças quantificadas para linguagem natural Exemplo 19 Sejam os seguintes predicados sobre o domínio de estudantes: C(x) : F (x, y) : x tem um computador x e y são amigos x : ( C(x) y : ( C(y) F (x, y) ) ) significa Todo estudante tem um computador, ou tem um amigo que tenha um computador. x : y : z : ( F (x, y) F (x, z) (y z) F (y, z) ) significa Existe um estudante cujos amigos não são amigos entre si. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 36 / 52
37 Traduzindo de linguagem natural para sentenças lógicas Exemplo 20 Expresse como expressões quantificadas as seguintes afirmações em linguagem natural: Todo estudante tem um amigo que não sabe dirigir. Há um estudante que não sabe dirigir e que não tem nenhum amigo que saiba. Cada estudante tem exatamente um amigo que não sabe dirigir. Solução. Primeiro definimos os seguintes predicados sobre o universo de todos os estudantes: D(x) : A(x, y) : x sabe dirigir x e y são amigos Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 37 / 52
38 Traduzindo de linguagem natural para expressões lógicas Exemplo 20 (Continuação) Assim podemos traduzir as sentenças para linguagem formal: 1 Todo estudante tem um amigo que não sabe dirigir : x : y : ( A(x, y) D(y) ) 2 Há um estudante que não sabe dirigir e não tem nenhum amigo que saiba : x : ( D(x) y : ( A(x, y) D(y) ) ) 3 Cada estudante tem exatamente um amigo que não sabe dirigir : x : y : ( A(x, y) D(y) z : ( A(x, z) D(z) y = z ) ) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 38 / 52
39 Negação de quantificadores aninhados A negação de quantificadores aninhados usa as mesmas leis de De Morgan para negação de quantificadores. Leis de De Morgan para negação x : P(x) x : P(x) x : P(x) x : P(x) Notando que P(x) pode ser ela mesma uma expressão quantificada. Exemplo 21 Seja A(x, y) a proposição A pessoa x ama a pessoa y com universo de discurso como sendo todas as pessoas do mundo. P : x : y : A(x, y) Todo mundo ama alguém P : x : y : A(x, y) x : y : A(x, y) x : y : A(x, y) Existe alguém que não ama ninguém. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 39 / 52
40 Negação de quantificadores aninhados Exemplo 22 Sejam os seguintes predicados sobre o domínio de estudantes: D(x) : A(x, y) : x sabe dirigir x e y são amigos Proposição P: P : x : y : ( A(x, y) D(y) ) Afirmativa: Todo estudante tem um amigo que não sabe dirigir. P : x : y : ( A(x, y) D(y) ) Negação: Existe um estudante cujos amigos todos sabem dirigir. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 40 / 52
41 Negação de quantificadores aninhados Exemplo 22 (Continuação) Sejam os seguintes predicados sobre o domínio de estudantes: D(x) : A(x, y) : x sabe dirigir x e y são amigos Proposição Q: Q : x : ( D(x) y : ( A(x, y) D(y) ) ) Afirmativa: Há um estudante que não sabe dirigir e que não tem nenhum amigo que saiba. Q : x : ( D(x) y : ( A(x, y) D(y) ) ) Negação: Todo estudante sabe dirigir, ou tem um amigo que sabe. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 41 / 52
42 Negação de quantificadores aninhados Exemplo 22 (Continuação) Sejam os seguintes predicados sobre o domínio de estudantes: D(x) : A(x, y) : x sabe dirigir x e y são amigos Proposição R: R : Afirmativa: x : y : (A(x, y) D(y) z : (A(x, z) D(z) y = z)) Cada estudante tem exatamente um amigo que não sabe dirigir. Negação: R : x : y : (A(x, y) (D(y) z : (A(x, z) D(z) y z))) Existe um estudante que não possui amigos que não dirijam ou que possui ao menos dois amigos que não dirijam. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 42 / 52
43 Outros tipos de quantificadores Até agora introduzimos os quantificadores existencial e universal. Estes quantificadores são os mais importantes em matemática e em computação. Nada impede, entretanto, que se definam outros quantificadores, como: 1 Existem pelo menos 3 2 Existem no máximo Existe exatamente 1 4 Existem exatamente 35 Neste curso, entretanto, vamos nos ater apenas aos quantificadores existencial e universal, por duas boas razões: 1. os demais podem ser representados usando apenas os quantificadores existencial e universal; e 2. as regras de inferência que veremos mais adiante no curso são muito mais simples se usarmos apenas estes quantificadores. A seguir veremos alguns exemplos de como esses novos quantificadores podem ser escritos em função apenas do existencial e do universal. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 43 / 52
44 Outros tipos de quantificadores Exemplo 23 Dado um predicado P(x), vamos definir o conceito de quantificação de no máximo 1 significando 1 x : P(x) Existe no máximo um valor de x no domínio tal que P(x) é verdadeiro, que é verdadeira se zero ou exatamente um valor de x no domínio torna P(x) verdadeira, e é falsa se dois ou mais valores de x no domínio tornam P(x) verdadeira. Mostre que o quantificador 1 pode ser escrito usando apenas os quantificadores existencial e universal. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 44 / 52
45 Outros tipos de quantificadores Exemplo 23 (Continuação) Solução. Note que falar que existe no máximo um valor de x que satisfaz P(x) significa dizer que se há dois valores x 1 e x 2 que satisfazem P(x), então x 1 e x 2 são iguais: 1 x : P(x) x 1 : x 2 : ( P(x 1 ) P(x 2 ) x 1 = x 2 ) Alternativamente, podemos tomar a contrapositiva e dizer que se x 1 e x 2 são diferentes, então não podemos ter P(x 1 ) e P(x 2 ) verdadeiros ao mesmo tempo: 1 x : P(x) x 1 : x 2 : ( x 1 x 2 P(x 1 ) P(x 2 ) ) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 45 / 52
46 Outros tipos de quantificadores: O quantificador de unicidade Exemplo 24 Dado um predicado P(x), sua quantificação de unicidade é significando!x : P(x) Existe exatamente um valor de x no domínio tal que P(x) é verdadeiro, que é verdadeira se exatamente um valor de x no domínio torna P(x) verdadeira, e é falsa se zero ou mais de um valor de x no domínio tornam P(x) verdadeira. Mostre que o quantificador! pode ser escrito usando apenas os quantificadores existencial e universal. Solução. Desafio para o(a) estudante! (Relembrando: nas listas nas provas é esperado que você use apenas os quantificadores existencial e universal!) Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 46 / 52
47 Apêndice: Proposições condicionais universais Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 47 / 52
48 Proposição condicional universal Uma proposição condicional universal tem a forma x : ( P(x) Q(x) ) Proposições desta forma são muito comuns. 1 Se um número real é maior que 2 então seu quadrado é maior que 4 : x R : ( (x > 2) (x 2 > 4) ) 2 Todo byte tem oito bits : x : se x é um byte, então x tem oito bits. As duas proposições seguintes são equivalentes. x : ( x D P(x) ) x D : P(x) No geral prefere-se a segunda forma. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 48 / 52
49 Negação de proposições condicionais universais A negação de uma proposição condicional universal é derivada como: x : ( P(x) Q(x) ) x : ( P(x) Q(x) ) (por De Morgan) x : ( P(x) Q(x) ) (por equiv. de impl.) x : ( P(x) Q(x) ) (por De Morgan) Exemplo 25 P : Toda pessoa loira tem olhos azuis. P : Existe uma pessoa loira que não tem olhos azuis. Exemplo 26 P : Se um programa foi escrito em C, ele tem um erro. P : Existe pelo menos um programa escrito em C que não tenha erro. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 49 / 52
50 Verdade por vacuidade de proposições universais Lembre-se de que se a premisa p é falsa, a implicação p q é sempre verdadeira, independente de q. Portanto, se P(x) é falso para cada x no universo de discurso D, então uma proposição da forma x D : ( P(x) Q(x) ) é verdadeira, já que a implicação P(x) Q(x) é verdadeira para todo x. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 50 / 52
51 Verdade por vacuidade de proposições universais Exemplo 27 Sejam cinco bolas azuis, cinco brancas e um prato. Cenário 1: três bolas azuis e uma branca são colocadas no prato. A afirmação Todas as bolas no prato são azuis é verdadeira ou falsa? Para ver que a afirmação é falsa, note que sua negativa é verdadeira: Existe pelo menos uma bola no prato que não é azul. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 51 / 52
52 Verdade por vacuidade de proposições universais Exemplo 27 (Continuação) Sejam cinco bolas azuis, cinco brancas e um prato. Cenário 2: nenhuma bola é colocada no prato. A afirmação é verdadeira ou falsa? Todas as bolas no prato são azuis Para ver que a afirmação é verdadeira, note que sua negativa é falsa: Existe pelo menos uma bola no prato que não é azul. Uma outra maneira para ver que a afirmação é verdadeira é escrevê-la explicitamente como uma proposição universal em que a hipótese da implicação é sempre falsa (e, portanto, a implicação é sempre verdadeira): Para toda bola, temos que se ela está no prato, então ela é azul. Introdução à Lógica Computacional Os Fundamentos: Lógica de Predicados Área de Teoria DCC/UFMG /01 52 / 52
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