Psicogênese da língua escrita: proposta construtivista de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky
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- David Azenha
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1 Psicogênese da língua escrita: proposta construtivista de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky Disciplina: Alfabetização e Letramento Angélica Merli Abril/2018 1
2 Objetivo Conhecer as pesquisas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky sobre a aquisição da leitura e da escrita para a compreensão do modo de representação da linguagem que corresponde a um sistema alfabético de escrita, seus usos e a construção e compreensão de textos coerentes e coesos. 2
3 Alguns pressupostos O Leitura e escrita: objeto de uma construção sistemática, algo a ser ensinado e que, portanto supõe o exercício de uma série de habilidades específicas. O As autoras abandonam essa ideia a partir de suas pesquisas sobre os processos de compreensão da linguagem escrita. As atividades de interpretação e de produção da escrita começam ANTES DA ESCOLARIZAÇÃO, a aprendizagem se insere em um sistema de CONCEPÇÕES PREVIAMENTE ELABORADAS, não podendo ser resumido a um conjunto de técnicas perceptivo-motoras. 3
4 Alguns pressupostos O A escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural: cumpre funções sociais e tem meios concretos de existência. O Imersa em um mundo onde há a presença de sistemas simbólicos socialmente elaborados, a criança procura compreender a natureza dessas marcas especiais. 4
5 Caminhos da pesquisa O Situações experimentais e utilização do método clínico, ou de exploração crítica, próprios dos estudos de Piaget. O Dados colhidos em diferentes lugares com crianças de diferentes meios sociais: constatouse que há uma progressão regular nos problemas que elas enfrentam e nas soluções que ensaiam para descobrir a natureza da escrita. O Essa ordem não impõe um ritmo determinado na evolução. há grandes diferenças individuais. 5
6 Construções originais das crianças O O O O O Crianças elaboram ideias próprias a respeito dos sinais escritos; Desde os 4 anos possuem critérios sólidos para admitir que uma marca gráfica possa ou não ser lida; 1º critério: aquilo que é uma figura pode ser interpretado, mas não é para ser lido figurativo X não-figurativo; para se ler são necessários outros tipos de marcas (letras ou números); 2º critério: quantidade mínima de caracteres, perdura por muito tempo; geralmente a quantidade oscila em torno de 3 letras; 3º critério: variedade interna de caracteres, as grafias não podem ser sempre as mesmas para que se possa ler. Essas ideias não vem dos adultos... 6
7 Construções originais das crianças O Ao invés de confusão, trata-se de convicção; O Não se trata de um problema perceptivo, mas de um problema conceitual, pois as crianças operam com base em seu próprio raciocínio; O A prática escolar se afasta das ideias infantis ao considerar que as escritas o e a ou ovo e asa são fáceis. Fáceis para quem? 7
8 Construções originais das crianças O A criança faz distinções entre o que está escrito e o que se pode ler. Por volta dos 5 anos, elas consideram que se pode escrever apenas os substantivos; O EX: A menina comprou um caramelo. A criança poderá apontar/assinalar onde está escrito menina e caramelo, mas não lhe ocorrerá que os verbos e os artigos estejam escritos. Para a criança existem muitas partes escritas e bastaria as palavras menina e caramelo para ser possível ler. 8
9 Construções originais das crianças O Não falta memória imediata, pois a criança repete a frase, mas há um contraste de concepções; O A criança teria que partir de suposições básicas do nosso sistema de escrita: todas as palavras ditas estão escritas; a ordem da escrita corresponde à ordem da enunciação. Assim, mesmo sem conseguir decifrar o texto a criança conseguiria encontrar as palavras. Leitura com ajustes. 9
10 Exemplos... 10
11 11
12 Então... O Interpretar letras sem outro apoio simbólico. O Respostas mais primitivas. O Pode-se ler somente nas letras, as figuras são apenas para se ver e não podem ser lidas porque não têm letras ; O Mas não se pode ler um texto sem imagens, porque não tem o que deveria ter para se poder interpretar as letras. 12
13 A tão famosa correspondência fonemagrafema deixa de ser simples quando se passa a analisar a complexidade do sistema alfabético. Não é surpreendente, portanto, que sua aprendizagem suponha um grande esforço cognitivo por parte das crianças, além de um grande período de tempo e muitas dificuldades. 13
14 Informações específicas O Verificaram uma série de concepções que não têm influência direta do meio, ou seja, as reflexões que as crianças fazem sobre o sistema de escrita comportam uma construção interna, cuja progressão não é aleatória. O Nos momentos iniciais da progressão na aprendizagem da leitura e da escrita, a atividade de escrita é privilegiada, escrever deixa marcas na superfície (resultado), já a leitura não produz resultados observáveis em relação ao objeto. Na escrita, o papel não será o mesmo antes e depois, na leitura este não se modifica. 14
15 Informações específicas O O sistema de escrita tem um modo social de existência, é necessário que a informação seja socialmente transmitida. O Crianças que crescem em um MEIO LETRADO estão expostas à influência de uma série de ações (intervenções); conhecem a função social da escrita, crianças como agente observador do mundo letrado. O O FATO DE PODER SE COMPORTAR COMO LEITOR ANTES DE SÊ-LO, FAZ COM QUE SE APRENDA PRECOCEMENTE O ESSENCIAL DAS PRÁTICAS SOCIAIS LIGADAS À ESCRITA. 15
16 Algumas implicações pedagógicas O Qual o papel dos adultos/professores no que se refere à aprendizagem da escrita? O Escola tem papel imprescindível, mas este não é fornecer todas as chaves secretas do sistema alfabético, e sim criar condições para que a criança as descubra por si mesma. O Escola e professor: papel fundamental na diminuição das carências. O É preciso adaptar seu ponto de vista ao da criança. 16
17 Referências FERREIRO, Emilia. A compreensão do sistema de escrita: construções originais da criança e informação específica dos adultos. In: FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 26ª ed. São Paulo: Cortez, p
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