O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia.

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1 SISTEMA ESQUELÉTICO Ossos do corpo humano se juntam por meio das articulações. E são responsáveis por oferecer um apoio para o sistema muscular permitindo ao homem executar vários movimentos. O sistema esquelético ou sistema ósseo é formado por vários ossos, cujo estudo é chamado de osteologia. Num corpo adulto, existe cerca de 208 ossos que geram alavancas para o sistema muscular. 1 2

2 Funções do Sistema Esquelético Sustentar o organismo; Proteger os órgãos vitais; Armazenar os sais; Ajudar no movimento do corpo; Hematopoiética. Conceito: É um distúrbio que causa uma redução da massa óssea tornando os ossos porosos, quebradiços e frágeis. Afecções Do Sistema Esquelético Causas: Envelhecimento Deficiência de vitamina D Supressão de estrogênios durante a menopausa Medicamentos: corticosteróides em excesso, heparina, tetraciclina, antiácidos contendo alumínio, lasix, anticonvulsivantes, hormônios tireoidianos etc. Hipertireoidismo e hiperparatireoidismo Insuficiência renal e hepática Fumo, café e álcool Vida sedentária Dieta pobre em cálcio 3 4

3 Incidência: As mulheres brancas, de estrutura pequena e magra correm maior risco de osteoporose. Após a menopausa, aproximadamente 45% das mulheres mostram evidência desta doença. Até os 35 anos acontece um aumento da massa óssea, a partir daí começam as perdas progressivas. Por ocasião da menopausa ou ooforectomia, acontece uma reabsorção acelerada do osso que continua por toda a vida. Diagnóstico: Densitometria óssea (tomografia) Exames laboratoriais: cálcio, fosfatos etc Rx Sinais e Sintomas: Fraturas por compressão da coluna torácica e lombar, que resultam em deformidades esqueléticas, tipo cifose ( corcunda da viúva ). Isto resulta numa diminuição da estatura que pode chegar até 15 cm. Fraturas do colo de fêmur e do punho Dor nas costas e dor lombar Tratamento e Ações de enfermagem: Dieta: rica em cálcio e vit. D (300 a 500 mg/dia, ideal 800 mg para um adulto); Exercícios físicos moderados e regulares, de preferência ao ar livre e com luz solar (diariamente); Terapia de reposição de estrogênio/progesterona após a menopausa, porque reduzem a reabsorção óssea; Boa mecânica corporal e boa postura; Abolir uso de café, fumo e álcool; 5 6

4 Tratamento e Ações de enfermagem: No domicílio deve orientar quanto ao uso de colchão firme para melhorar a dor nas costas, compressas quentes e massagens leves; Retirar objetos potencialmente perigosos que podem levar à fratura tipo: tapetes espalhados, animais de estimação no caminho etc. Deve criar um ambiente tranquilo e seguro como: escadaria bem iluminada e com corrimão, barras de apoio durante o banho, calçado antiderrapante. Causas: Outros focos de infecção como: amidalite, furúnculos, dentes infectados, infecções do trato respiratório superior. Prolongamento de uma infecção, como: úlceras de decúbito, fratura aberta, feridas por arma de fogo, cirurgia óssea. Conceito: Fatores predisponentes: É uma infecção que atinge o osso. As pessoas desnutridas, obesas, idosas e diabéticas, correm maior risco de adquirir osteomielite. Cirurgias ortopédicas prolongadas e com drenagem de abscesso, também podem contribuir para o aparecimento da doença, que poderá surgir nos 3 primeiros meses ou levar até 2 anos para aparecer. 7 8

5 Sinais e Sintomas: Podem ser agudos: Calafrios, hipertermia, taquicardia e mal-estar geral (sinais e sintomas de septicemia); Dor contínua e pulsátil que intensifica com o movimento devido à pressão do pus acumulado. Os pacientes com osteomielite crônica apresentam uma fístula que drena continuamente. A região fica edemaciada, hiperemiada, dolorosa e sensível ao toque. Tratamento: Antibioticoterapia, principalmente após antibiograma; Cirurgia para drenagem do abscesso ou tecido necrosado, ficando com irrigação contínua com soro fisiológico por aproximadamente 1 semana. Diagnóstico: Cultura de secreção do abscesso e hemocultura Exames de sangue (leucocitose) Rx do osso acometido Cintilografia óssea Cuidados de Enfermagem: Fazer curativo diário nas lesões. Manter o paciente em repouso com o membro afetado elevado e se possível imobilizado (com talas), para reduzir o edema e a dor. Fazer compressas com soro fisiológico morno ajudam a circulação no local e o alívio da dor. Administrar antibióticos conforme prescrição, obedecendo rigorosamente os horários. Manter técnica asséptica com a irrigação óssea com soro fisiológico após debridamento. Administrar dieta rica em proteínas, vit. C e D. 9 10

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