Epidemiologia Geral e Principais doenças transmissíveis no Brasil

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1 Universidade Federal de Rondônia UNIR Departamento de Engenharia Ambiental DEA Campus Ji-Paraná Epidemiologia Geral e Principais doenças transmissíveis no Brasil Disciplina: Saúde Ambiental Prof a : Elisabete L. Nascimento 21/09/15 Programação encerramento da disciplina Resolução questionário atividade complementar: 24/09 (quinta-feira). Capítulo Livro na xerox e questionário no Prof. Interativo (site DEA) a partir de 23/09 Prova II: 29/09 (terça-feira) Conteúdo: todos os seminários (exceto seminário 2), Poluição atmosférica, doenças e programa VIGIAR, Busca de Indicadores de saúde e de aspectos ambientais, Epidemiologia Geral e Principais doenças transmissíveis (disponível no Professor Interativo) Entrega questionário atividade complementar: 29/09 (terça-feira) Divulgação NF: 01/10 (quinta-feira) Prova Repositiva: 06/10 (terça-feira) Conteúdo: todo o conteúdo da disciplina 1

2 Epidemiologia O que é epidemiologia? É a ciência que estuda os padrões da ocorrência e distribuição geográfica de doenças e agravos a saúde em populações humanas, e busca identificar quais fatores estão relacionados com estes padrões. Epidemiologia Saúde pública O vocabulário da epidemiologia 1) Endemia: uma doença é considerada endêmica quando está sempre presente em uma população, com alta ou baixa incidência Em doenças endêmicas, o patógeno geralmente não é agressivo; ou os tratamentos são eficientes; ou a maioria da população seja imune em decorrência principalmente da vacinação 2

3 Exemplo de endemia de baixa incidência - doença de Chagas Endêmica com baixa incidência Fonte: OMS (1996) Distribuição da Malária nos continentes Endêmica com alta incidência Fonte: OMS 3

4 O vocabulário da epidemiologia 2) Epidemia: uma doença é considerada epidêmica quando ocorre em um número elevado de indivíduos da população de uma região e em uma mesma época Ex: gripe (meses de inverno), dengue (meses de chuva) 3) Pandemia: corresponde a uma epidemia amplamente distribuída, geralmente a nível mundial Ex: gripe H1N1, AIDS 4) Surto de uma doença Ocorre quando são observados vários casos de uma doença em um período de tempo curto (geralmente maior que o período de incubação), em uma área onde ocorriam casos esporádicos da doença Exemplo de surto registrados no Brasil em 2012: Abaetetuba (Pará): surto de Doença de Chagas (13 infectados em outubro 2012) Doença de Chagas: descoberta em 1909 por Carlos Chagas Vetor: triatomíneos (insetos hematófagos)/ Barbeiro Agente etiológico: 4

5 Incidência de uma doença Representa o número de pessoas em uma população que desenvolve uma doença em um tempo específico (número de casos) Prevalência de uma doença Representa o número de pessoas em uma população que desenvolve uma doença em um tempo (série temporal maior), levando em consideração casos antigos e novos. É um indicador da gravidade e do tempo que uma doença afeta uma população Incidência da AIDS EUA em 2007 foi de (casos novos), enquanto que a prevalência foi de (casos novos + antigos) Reservatórios de Doenças Reservatórios de doenças São locais (físicos ou biológicos) onde os agentes etiológicos (causadores da doença) permanecem vivos e a partir dos quais pode ocorrer infecção de indivíduos Exemplos de reservatórios: Tétano: solo é o reservatório natural do Clostridium tetani Malária: Insetos (Anopheles), animais silvestres, seres humanos infectados agem como reservatório para o plasmodium Doença de Chagas: Insetos (triatomíneos), animais silvestres, seres humanos agem como reservatórios do Tripanosoma cruzy 5

6 Doença transmissível ou infecciosa É qualquer doença causada por um agente infeccioso específico (bactérias, vírus, protozoários, vermes, fungos, príons/proteínas com poder infectante), que se manifesta pela transmissão desse agente ou de seus produtos tóxicos, de uma pessoa, ou animal, ou do ambiente inanimado (Org. Pan-Americana de Saúde, 1983) Doença transmitida por picada de insetos (malária, dengue, febre amarela...) Doença transmitida por contato entre indivíduos infectados (gripe, Aids...) Doença transmitida por consumo de água e alimento contaminado por agente infeccioso (cólera, febre tifóide, doença diarréica...) Doença transmissível ou infecciosa Infecção: é a entrada e o desenvolvimento de um agente infeccioso específico no corpo do ser humano ou outro animal, resultando em uma doença (enfermidade que representa significativo dano a saúde) infecciosa Quando após a infecção surgem nítidos sintomas e sinais clínicos da doença (febre alta, dor de cabeça, vômitos, etc) e o agente é detectado no organismo humano, diz-se que a enfermidade encontra-se na sua fase aguda. A partir dessa fase o paciente pode evoluir para a cura, fase crônica (agravamento do quadro) ou óbito 6

7 Vetores de doenças São animais que transportam patógenos de um hospedeiro a outro. Os artrópodes formam o mais importante grupo de vetores de doenças. Podem transmitir patógenos de duas formas: 1) Transmissão mecânica: transporte passivo de patógenos nas patas ou outras partes do corpo do inseto Ex: transferência de patógenos para o alimento de um futuro hospedeiro (Moscas domésticas podem transferir a S. thiphy) Vetores de doenças Transmissão biológica: processo em que um atrópode já infectado pica uma pessoa ou animal e ao ingerir sangue acaba transmitindo o patógeno Grande parte dos patógenos se reproduzem no sistema digestivo do vetor : a) podendo ser transferidos ao hospedeiro se o vetor defeca durante a picada a) Outros parasitas migram do tubo digestivo do artrópode até as glândulas salivares, podendo ser diretamente injetados em um novo hospedeiro durante a picada 7

8 Classificação das epidemias 1) Epidemia de fonte comum (condições sanitárias precárias) 2) Epidemia de hospedeiro à hospedeiro Detectada e tratada mais rapidamente Doenças com período de incubação maior Epidemiologia Ambiental Por muito tempo prevaleceu a idéia de que a epidemiologia restringia-se ao estudo de epidemias de doenças transmissíveis Atualmente a epidemiologia já possui outras vertentes, à exemplo da epidemiologia ambiental Epidemiologia ambiental: estuda os fatores ambientais relacionados a ocorrência e a distribuição das doenças e agravos a saúde, principalmente em ambientes degradados. É foco da epidemiologia ambiental doenças transmissíveis e não transmissíveis 8

9 Indicadores em Epidemiologia Ambiental A epidemiologia ambiental também necessita formular seus próprios indicadores de saúde, usando àqueles que melhor refletem um tipo de degradação ambiental Gerando uma informação quantitativa a respeito das consequências dos danos ambientais à saúde humana, que auxiliem as políticas públicas do meio ambiente Os indicadores devem ser: Confiáveis Fáceis de adquirir e de interpretar Exemplos de indicadores Epidemiologia ambiental: Poluição atmosférica: número de pessoas que apresentam doenças no aparelho respiratório Saneamento básico inadequado: número de pessoas com problemas gastrointestinais (amplamente utilizado sintomas claros) Poluição química do solo, água, ar e alimentos: aumento da incidência de certos tipos de neoplasias 9

10 Exemplo: Indicadores utilizados para avaliar os efeitos da poluição atmosférica na saúde humana (indicadores de saúde ambiental) Aspecto ambiental: concentração de MP <2,5um Indicador de saúde: n de atendimentos de emergência por problemas respiratório 10

11 Correlação de Pearson entre a concentração de PM 2,5 e o n de atendimentos por asma Não levou em consideração: Sexo Idade Variável dependente Doenças pré-existentes Variável independente Análise da situação das doenças transmissíveis no Brasil no período de 2000 a 2010 Doenças transmissíveis por vetores Dengue Malária Leishmaniose tegumentar americana-lta Febre amarela Doenças transmissíveis por veiculação hídrica e alimentar Doença Diarréica Aguda por rotavirus humano Cólera Hepatite A Fonte: Relatório Saúde Brasil 2011/Ministério da Saúde 11

12 Doenças transmitidas por vetores - DENGUE Considerada a mais importante doença viral transmitida por mosquito no mundo, predomina em regiões tropicais. Doença de evolução benigna na forma clássica, e grave quando se apresenta na forma hemorrágica Dengue clássica: caracterizada por febre alta (39º-40º), dor de cabeça, prostração, dores musculares, vermelhidão no corpo e coceira. De 3 a 6 dias os sintomas regridem (ação de anticorpos) Dengue hemorrágica: sintomas semelhantes a forma clássica, mas que após o 3 dia passam a surgir sinais de hemorragia (sangramento nasal e gengival, e rompimento dos vasos superficiais da pele), visto que o vírus compromete na coagulação sanguínea A forma clássica pode progredir para forma hemorrágica Doenças transmitidas por vetores - DENGUE Vetor: mosquitos do gênero Aedes. Nas Américas, a espécie Aedes aegypti é a responsável pela transmissão da dengue. Mosquito de habito diurno Agente etiológico: o vírus da dengue é um arbovírus (vírus transmitidos por artrópodes) pertence ao gênero Flavivirus, são conhecidos 5 sorotipos distintos Modo de transmissão: picada do mosquito infectado com o vírus A transmissão ocorre enquanto houver presença de vírus no sangue do homem (período de viremia). Este período começa um dia antes do aparecimento da febre e vai em média até o 6º dia da doença, quando é combatido pelo sistema imunológico através da ação dos anticorpos 12

13 Doenças transmitidas por vetores - DENGUE A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal e a imunidade a um tipo de vírus é permanente Tratamento: não há tratamento específico. A medicação é apenas sintomática, com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona), recomenda-se repouso O mosquito tem habito diurno e tem maior desenvolvimento em locais com acúmulo de água e matéria orgânica Larvas do mosquito da dengue Ao longos dos anos observa-se um aumento do número de casos notificados e de hospitalizações, tendência do aumento de casos graves da doença, refletindo no registro de óbitos Brasil registra um total de óbitos, sendo, entre 2006 a

14 A partir de 2004 observa-se que RO está acima da média nacional Ações de vigilância em Saúde Ambiental - DENGUE Principais causas: acúmulo de água limpa contendo matéria orgânica (desenvolvimento da larva) Ações de Vigilância em saúde ambiental: Busca e eliminação de criadouros do mosquito Conscientização da população (manutenção do quintal e calhas limpas, caixas d água, fechadas, etc) Utilização, com cautela de inseticidas, recomendado apenas para situações críticas, de modo a evitar o estabelecimento de linhagens de mosquitos resistentes Ações de saneamento básico (coleta e disposição adequadas de lixo, coleta de águas pluviais) 14

15 Doenças transmitidas por vetores - MALÁRIA No Brasil, 99,7% dos casos de malária são notificados na Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) Malária doença causada por protozoários do gênero Plasmodium Humanos podem ser infectados por 4 espécies: Plasmodium vivax: mais frequente em termos mundiais Plasmodium falciparum: maior responsável por casos letais (infecta hemácias novas e resistente a parte dos remédios), predominante na África morte de 1 milhão de crianças/ano Plasmodium malariae: menos frequente e menor gravidade Plasmodium ovale: ocorrência apenas na África Doenças transmitidas por vetores - MALÁRIA Transmissão da malária: transmitida por algumas espécies de mosquito do gênero Anopheles Brasil o mais como é o A. darlingi. Período incubação: 7 a 28 dias Atividade do A. darlingi: amanhecer, entardecer e a noite. Picada é realizada pela fêmea (sangue para maturação dos ovos) Ocorrência da malária: países de clima tropica e subtropical (Brasil/Amazônia, América central, África e sudeste da Ásia) 15

16 Ciclo da malária no homem Tratamento: medicamento/quinino, cloquina e mefloquina (age nos merozoítos presentes nas hemácias) Tendência a diminuição dos casos Tendência ao crescimento Redução média de 56 mil casos/ano Redução do n de óbitos por malária registrados no SIM: 2000: 243 óbitos 2010: 76 óbitos - redução de 70% 16

17 Doenças transmitidas por vetores - MALÁRIA Esta diminuição é reflexo de ações do Programa Nacional de Controle da Malária, tais como: Maiores investimentos de recursos no programa capacitação de profissionais para prevenção e diagnóstico rápido Descentralização das ações de controle (tripartite) através das secretarias de saúde Ampliação dos serviços de diagnóstico e tratamento Tratamento da malária: medicação logo após diagnóstico (não necessariamente só após o resultado do exame) e após 14 dias. A medicação age sobre o plasmodium presente nas hemácias. Como parte do ciclo desenvolve-se no fígado, é retomada a medicação para atingir os protozoários liberados pelo fígado Doenças transmitidas por vetores Leishmaniose tegumentar americana Leishmaniose tegumentar americana: enfermidade causada por várias esp. de protozoários do gênero Leishmania (principalmente L. amazonensis, L. braziliensis e L. guianensis), acomete a pele e/ou mucosas do homem e de diferentes espécies de animais silvestres e domésticos das regiões tropicais e subtropicais Leishmania sp 17

18 Doenças transmitidas por vetores Leishmaniose tegumentar americana Vetor: diversas espécies de mosquitos dos gêneros Lutzomyia e Psychodopygus (mosquito palha) Transmissão: nos continentes americanos os protozoários são transmitidos aos animais (silvestres e domésticos) e ao homem pela picada das fêmeas das espécies transmissoras A infecção caracteriza-se pelo parasitismo das células do sistema fagocitário da derme e das mucosas do hospedeiro vertebrado (células de defesa) Doenças transmitidas por vetores Leishmaniose tegumentar americana Sintomas: podem ser diferentes dependendo da espécie de Leishmania presente e também devido à capacidade da resposta imunológica de cada indivíduo à infecção As leishmanioses tegumentares causam lesões na pele, mais comumente ulcerações e, em casos mais graves (leishmaniose mucosa), atacam as mucosas do nariz e da boca Tratamento: Para todas as formas de leishmaniose, o tratamento de primeira linha no Brasil se faz por meio do antimoniato de meglumina (Glucantime). 18

19 Doenças transmitidas por vetores Leishmaniose tegumentar americana Leishmaniose tegumentar americna em RO 2009 foram notificados casos de LTA, Vilhena foi o município com maior incidência Após observação dos sintomas 94,7% foram confirmados por critério laboratorial Geralmente homens agricultores, extrativistas, etc 19

20 Doenças transmitidas por vetores FEBRE AMARELA Agente etiológico: vírus do gênero Flavivírus Vetor: Febre amarela urbana Aedes aegypti (Último caso registrado em 1942 no Acre/já existência da vacina) principal reservatório é o homem Febre amarela silvestre Mosquitos dos gêneros Haemogogus e Sabetes principal reservatórios naturais são os macacos silvestres Regiões de ocorrência: America do Sul (com 300 casos/ano) e África (com 5000 casos/ano) Transmissão: os vírus são transmitidos aos macacos silvestres e ao homem pela picada das fêmeas dos mosquitos transmissores Doenças transmitidas por vetores FEBRE AMARELA 20

21 Doenças transmitidas por vetores FEBRE AMARELA Sintomas: surgem de 3 a 6 dias após a picada, dores musculares, febre alta, e nos casos mais graves icterícia (maior presença de substâncias biliares nos tecidos, tornando-os amarelados), podendo evoluir a problemas renais e cardíacos e levar à óbito Tratamento: não existe tratamento específico, realiza-se hidratação, ministra-se antitérmicos no intuito da doença não evoluir para fase crônica. Melhor forma de prevenção é a vacinação Doenças transmitidas por vetores FEBRE AMARELA 21

22 Malária, LTA e Febre amarela Principais causas: destruição do habitat natural dos mosquitos e dos animais considerados reservatórios naturais (ratos silvestres, tamanduás, macacos); crescimento urbano (homem próximo a áreas florestadas) Ações de Vigilância em saúde ambiental: Diagnóstico precoce da doença para evitar a transmissão Orientar a população para evitar a permanência em áreas florestadas ou em áreas desmatadas recentemente, principalmente nos horários de maior atividade dos mosquitos, uso de repelente, telas protetoras nas casas Utilização, com cautela de inseticidas, recomendado apenas para situações críticas, de modo a evitar o estabelecimento de linhagens de mosquitos resistentes Cautela na construção de obras que promovam áreas alagadas que servirão de criadouros para mosquitos (malária) Vacinação (Febre amarela) Doenças transmitidas por veiculação hídrica e alimentar Doença diarréica aguda causada por rotavirus humano O que é o rotavirus humano? São vírus pertencentes ao gênero Rotavirus. Atualmente existem 7 grupos geneticamente diferentes (A-G), destes, 3 infectam o homem Rotavirus (Fonte: MS, 2014) Estima-se que crianças morrem diariamente no mundo devido a diarréias agudas causadas por rotavirus, sendo as crianças menores de 1 ano as mais acometidas Sintomas: diarréia aguda, febre, vômito, desidratação Tratamento: hidratação (líquidos e soro) e repouso 22

23 Ações do governo brasileiro para vigilância e combate ao rotavirus humano: 2006 foi inserido no calendário de vacinação infantil a vacina oral de rotavírus humano (VORH) (duas doses) Implantou unidades para o diagnóstico do agente etiológico de DDA em crianças até 5 ano em hospitais de referência para o atendimento de DDA 23

24 DDA - Cólera bactéria Vibrio cholerae Nenhum caso registrado Confirmação de 7 casos Surto em PE 2004: 21 casos 2005: 5 casos Resultado positivo das ações de vigilância epidemiológica para as DDAs Doenças transmitidas por veiculação hídrica e alimentar Hepatite A Doença infecciosa causada pelo vírus VHA principal via de contágio ocorre através da ingestão de água ou alimentos contaminados com fezes de indivíduos doentes. Também é transmitida de uma pessoa a outra crianças que ainda não possuam noções adequadas de higiene Sintomas: febre, mal-estar, diarréia, desconforto no abdome (inflamação no fígado). Em cerca de 2 meses o vírus é totalmente eliminado pelo organismo (fezes) adquirindo imunidade Tratamento: não há tratamento específico, repouso e hidratação. Crianças a partir de 1 ano e grupos de risco devem ser vacinadas 24

25 RO próximo a média nacional (exceção ) e abaixo da média da região norte Doenças transmitidas por veiculação hídrica e alimentar Principais causas: saneamento básico inadequado (carência na distribuição de água tratada e tratamento de efluentes domésticos) contribuindo para disseminação de doenças de contaminação feco-oral Ações de Vigilância em saúde ambiental: Melhoria na qualidade do saneamento básico Educação sanitária da população visando noções adequadas de higiene Diagnóstico rápido da doença para controle da fonte de contaminação (água ou alimento contaminado) Vacinação (Rotavírus humano e Hepatite A) Orientação da população sobre prevenção da doença 25

26 26

27 Indicadores de Saúde Para que a saúde seja quantificada permitindo assim comparações entre os indivíduos de uma mesma população são utilizados os indicadores de saúde: Morbidade: número de pessoas com dada doença ou agravo a saúde. Obtido através dos sintomas (análise clínica) e análises laboratoriais que confirmarão a doença Mortalidade: número de óbitos em um grupo de pessoas 27

28 Obtenção dos dados de morbidade e mortalidade Morbidade: podem ser adquiridos diretamente nas unidades de saúde (postos de saúde, hospitais, secretarias de saúde etc) Adquiridos através de levantamento em campo, aplicação de questionários (não muito precisos) Banco de dados de saúde Mortalidade: adquiridos diretamente nas unidades de saúde, ou no Sistema Informação de Mortalidade - SIM Causas mal definidas: são óbitos em que os sintomas e os resultados de exames laboratoriais não foram bem esclarecidos, de forma a não serem correlacionados de forma clara com alguma doença 28

29 Norte e Nordeste principais causas-morte: 1) Causas mal definidas 2) Doenças do aparelho circulatório Análise dos dados de Mortalidade no Brasil em

30 Indicadores de Saúde e as diferentes regiões do país Segundo recomendação do MS o uso de indicadores de saúde (mortalidade e morbidade) na região norte e nordeste do país devem ser usados com cautela! Por quê? Mortalidade: o número de mortes por causas mal definidas ainda é alto, tornando difícil a correlação com doenças transmissíveis e principalmente a correlação com outros fatores, à exemplo dos danos ambientais Morbidade: devido a baixa proporção de especialistas o diagnóstico rápido e preciso de algumas doenças ainda é precário Fonte: MS (2005) 30

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