Boletim Epidemiológico Volume 01, Nº 2, 04 de Julho 2013.

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1 Boletim Epidemiológico Volume 0, Nº 2, 04 de Julho 20. Influenza O controle da Influenza no país continua sendo feito por monitoramento - vigilância de Síndrome Gripal (SG) e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com os dados extraídos deste controle sendo coletados e analisados através de formulários padronizados e inseridos nos sistemas de informação: SIVEP-Gripe e SINAN. O Boletim Epidemiológico mantido nesta fase tem por finalidade precípua oferecer aos gestores dos diferentes Serviços e à população em geral as informações sobre a situação de adoecimento e comprometimento da doença em nosso município. Perfil Epidemiológico Síndrome Gripal (SG), segundo unidade sentinela - UPH Zona Oeste Definição de Síndrome Gripal: Indivíduo que apresente febre de inicio súbito, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta e pelo menos um dos seguintes sintomas: cefaléia, mialgia ou artralgia, na ausência de outro diagnóstico específico. Qualquer pessoa que apresente esta sintomatologia deverá procurar um Serviço Médico para avaliação. Abaixo, proporção de atendimento por SG entre o total de atendimentos realizados na Unidade Sentinela nos anos de 202 e 20 (até SE 26). Observe-se que o perfil epidemiológico se mantém praticamente igual, até o momento, em números percentuais por semana epidemiológica - relação ao total de casos atendidos - respeitadas as variantes de semana a semana.

2 Proporção SG 202/20 segundo unidade Sentinela - UPH Zona Oeste 40,00 5,00 0,00 Percentual 202 Percentual 20 Percentual 25,00 20,00 5,00 0,00 5,00 0, Semana Epidemiológica Foram coletadas 64 amostras de casos de SG até a SE 26 pela Unidade Sentinela. Dessas, 06 (9,4%)] tiveram resultado positivo para influenza ou outros vírus respiratórios. Houve predomínio de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) - 0 casos, seguido de Influenza A, Influenza B e Adenovírus com 0 caso de cada agente. (Fez-se necessária a mudança na informação anteriormente emitida em gráfico do Boletim nº 0) O gráfico abaixo demonstra os vírus respiratórios predominantes de 200 a 20 (até SE 26) coletados e identificados pela Unidade Sentinela - UPH Zona Oeste. Nos anos de 200 e 20 houve evidente maior positividade dos agentes respiratórios nas Síndromes Gripais identificadas, com queda expressiva no ano seguinte 202, mantendo-se um bom número de material coletado para exames. No ano de 20, o número total de coletas está bem abaixo do histórico dos anos anteriores, devendo manter a regularidade para as SE seguintes. Resultados laboratoriais por número total de coletas a 20 (até 26ª SE) Negativ o VSR Ano Adenov írus Flu B Flu A 0% 0% 20% 0% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 00% Número de amostras Fonte: SIVEP-Gripes

3

4 4 Número comparativo de óbito por SRAG não Especificado e por Influenza A (HN) SRAG não Especificado Influenza A (HN) 2 2 Óbitos Semana Epidemiológica Fonte: SIVEP-Gripe A tabela abaixo discorre sobre sexo, faixa etária e comorbidade dos óbitos ocorridos até a SE 26 por Influenza A (HN). Tabela de óbitos por SRAG pelo vírus Influenza A (HN) residentes de Sorocaba Nº Sexo Idade Comorbidade º sintomas Data do óbito 0 feminino 52 Cardiopatia / obesidade / diabetes 24/04/20 25/04/20 02 feminino 8 Pneumopatia 8/05/20 22/05/20 0 masculino 52 Imunodepressão 05/06/20 09/06/20 04 masculino 56 Diabetes /05/20 09/06/20 05 feminino 58 Obesidade 05/06/20 6/06/20 06 masculino 0 Sem comorbidade 2/06/20 8/06/20 07 feminino 0 Anemia Falciforme 5/06/20 6/06/20 08 masculino 55 Cardiopatia 7/06/20 2/06/20 09 masculino 54 Diabetes / renal crônica / hepático 8/06/20 2/06/20 0 masculino 62 > 60 anos 22/06/20 0/06/20 Fonte: SIVEP-Gripe

5 Considerando o aumento do número de casos notificados e confirmados de SRAG por influenza na região sudeste, estado de São Paulo e no município, faz-se necessário: orientar a população sobre a prevenção de transmissão de doenças respiratórias; orientar a população a procurar atendimento oportuno nos casos de SG (febre de inicio súbito, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta e pelo menos um dos seguintes sintomas: cefaleia, mialgia ou artralgia); promover atendimento oportuno de todos os casos de SRAG e SG. Doenças de transmissão respiratória Previna-se As doenças de transmissão respiratórias como a influenza (gripe), a meningite, o sarampo e a rubéola, entre outras, são transmitidas de pessoa para pessoa, especialmente, por meio de tosse ou espirro. Algumas pessoas podem se infectar em contato com objetos contaminados. Os sinais e sintomas destas doenças podem se iniciar de maneira semelhante, com febre, dor de cabeça e no corpo, garganta inflamada, falta de ar, cansaço, e no caso do sarampo e da rubéola com manchas avermelhadas pelo corpo. Todas estas doenças podem evoluir para quadros graves, principalmente a meningite e a influenza. Manter períodos de repouso apropriados, ingerir líquidos e procurar ter alimentação adequada, auxiliam em se manter saudável. Medidas simples e importante que auxiliam na prevenção das doenças de transmissão respiratória: Cobrir o nariz e a boca quando espirrar ou tossir; Lavar as mãos com frequência com água e sabão, ou então utilizar álcool em gel; Não compartilhar copos, talheres e alimentos; Procurar não levar as mãos à boca ou aos olhos; Sempre que possível evitar aglomerações ou locais pouco arejados; Manter os ambientes frequentados sempre limpos e ventilados; Evitar contato próximo com pessoas doentes. Se apresentar os sinais e sintomas, acima mencionados, evite o contato com outras pessoas, até ser avaliado por um profissional da saúde. É importante procurar imediatamente serviço médico para esclarecimento diagnóstico adequado.

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