INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS"

Transcrição

1 INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS PROBLEMAS AMBIENTAIS BRASILEIROS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL : UMA RELAÇÃO POSSÍVEL? EXPERIMENTO (Experimento): Simulação de chuva ácida e suas consequências - Aula 1

2 1. Resumo O experimento visa avaliar o efeito de soluções ácidas sobre a germinação de sementes de feijão (Phaseolus vulgaris), como modelo da ação da chuva ácida sobre a germinação das plantas em geral. Nesta aula, serão preparadas as soluções ácidas e será iniciado o processo de germinação do feijão. 2. O experimento 2.1 Materiais 1 frasco de boca larga com tampa (tipo frasco de maionese); 1 frasco Kitasato de 500mL; 3 pipetas de Pasteur; 3 frascos borrifadores; 3 placas de Petri; Algodão ou papel filtro; 1 fio de cobre de 20 cm (nº18); 1 caneta ou lápis; 1 isqueiro; Enxofre em pó; Água destilada; Papel indicador de ph; Fermento biológico; Açúcar; 1 colher de sopa; Rolha; Mangueira de borracha; Feijões. Figura 1: Materiais necessários Dicas de obtenção de materiais As placas de Petri podem ser substituídas por vasilhas plásticas com tampa transparente. As pipetas de Pasteur podem ser substituídas por conta-gotas. O isqueiro pode ser substituído por fósforos. O kitasato pode ser substituído por uma garrafa pet com a tampa furada e transpassada por um tubinho (uma caneta sem a carga, por exemplo) que possa ser conectado à mangueira. O algodão pode ser substituído por papel de filtro. 2.2 Procedimento A emissão de poluentes industriais, queima de carvão e combustíveis fósseis lançam gases que se combinam com o oxigênio e o vapor de água, formando as chamadas chuvas ácidas por serem carregadas de ácido sulfúrico, ácido nítrico e ácido carbônico. Essas águas com ph ácido acidificam o solo e interferem no desenvolvimento das plantas. Nesse experimento, verificaremos a influência de solução de ácido sulfúrico (ph = 2) e ácido carbônico (ph = 4) na germinação e no desenvolvimento de feijão. Numa aula anterior, divida a classe em grupos, explique o experimento e peça para que os grupos tragam os materiais necessários. Discuta o que é chuva ácida e pergunte quais seriam as consequências de sua ocorrência para o desenvolvimento 2

3 das plantas. Esse experimento pretende ajudar na resposta a essa questão. Propomos, primeiramente, o preparo das soluções de ácido sulfúrico e ácido carbônico. O preparo do ácido sulfúrico deverá ser feito com muito cuidado. Você pode fazer as etapas junto com os grupos, explicando-as e monitorando cada passo Protocolo Experimental Germinação dos feijões 1. Colocar algumas sementes de feijão em água para determinar a viabilidade das mesmas. As viáveis serão as que permanecerem no fundo. As que boiarem possuem ar no seu interior, podendo indicar provável perfuração por parasita; 2. Montar 3 placas de petri (Figura 2): Colocar algodão (ou papel de filtro) no fundo das placas de Petri e rotulá-las de acordo com o tratamento que será realizado (água, ácido carbônico e ácido sulfúrico). Também anote a data em que o procedimento foi iniciado; Figura 2: Feijões nas placas para germinação. 3. Colocar cinco sementes de feijão em cada placa; 4. Preparar as soluções de ácido sulfúrico e ácido carbônico, conforme instruções abaixo; Preparo da solução de ácido sulfúrico: 1. Com um pedaço de fio de cobre, construir um cone com cerca de 1 cm de altura, usando como molde a ponta de uma caneta esferográfica, dando voltas bem apertadas. Figura 3: Modo de enrolar o fio de cobre na caneta. 3

4 2. Colocar um pouco de água destilada dentro do frasco de boca larga. Prender o fio do cone na borda do frasco, conforme a figura 4. Figura 4: Posição do fio dentro do frasco. 3. Remover o cone e enchê-lo com enxofre em pó. 4. Acender o isqueiro embaixo do cone, iniciando a queima do enxofre. 5. Rapidamente, colocar o cone dentro do frasco e tampar. Observar o que ocorre. 6. Após a queima do enxofre, retirar o cone e agitar o frasco para diluir a fumaça produzida na água do frasco. 7. Medir o ph, que deverá estar na faixa entre 2 e 3, com o papel indicador de ph (figura 5) e armazenar em um frasco borrifador rotulado com o nome do ácido, ph e data. Figura 5: Medida do ph da solução. Preparo da solução de ácido carbônico: 1. Em um frasco kitasato, adicionar 200 ml de uma solução contendo água morna (37 o C), 4 colheres de sopa de açúcar e um tablete de fermento biológico fresco. 4

5 Figura 6: Material para o preparo da solução de fermentação para produção de H 2 CO Fechar a boca do frasco com rolha e ligar uma mangueira à saída lateral do frasco kitasato. Inserir a outra extremidade em um frasco com água, de modo que o gás produzido borbulhe na água (figura 7). Figura 7: Montagem do Kitasato com a mangueira. 3. Após o término do borbulhamento, determinar o ph (que deverá estar por volta de 4), da mesma forma que foi feito com a solução de ácido sulfúrico, rotular o frasco e armazenar. O ácido carbônico é um ácido fraco, podendo haver perda de CO 2 para o ambiente e consequente alteração do ph, sendo necessário o armazenamento num recipiente com tampa em que o ácido ocupe quase todo o volume. Por isso, é importante aferir o ph da solução diariamente, em cada tratamento das sementes, para verificar se não houve alteração no ph. 4. Molhar diariamente o algodão com 2 ml das respectivas soluções (água, ácido carbônico e ácido sulfúrico) e colocar as sementes para germinar de 2 a 7 dias à temperatura ambiente. 3. Sugestão de roteiro de trabalho A seguir, sugerimos um roteiro de trabalho para ser utilizado na íntegra ou adaptado, e que poderá ser entregue aos alunos. Ele contém todas as orientações necessárias para o desenvolvimento da aula prática e também algumas questões que auxiliarão no fechamento da atividade. 5

6 PRÁTICA LABORATORIAL DE BIOLOGIA Simulação de chuva ácida e suas consequências Aula 1 Nome: N Série: Data: Objetivo da aula prática: Nesta aula, avaliaremos o efeito de soluções ácidas sobre a germinação de sementes de feijão (Phaseolus vulgaris), como modelo da ação da chuva ácida sobre a germinação das plantas em geral. Protocolo Experimental Materiais: 1 frasco de boca larga com tampa (tipo frasco de maionese); 1 frasco Kitasato de 500mL; 3 pipetas de Pasteur; 3 frascos borrifadores; 3 placas de Petri; Algodão (ou papel filtro); 1 fio de cobre de 20 cm (nº18); 1 caneta ou lápis; 1 isqueiro; Enxofre em pó; Água destilada; Papel indicador de ph; Fermento biológico; Açúcar; 1 colher de sopa; Mangueira de borracha; Feijões. Procedimento: Germinação dos feijões 1. Colocar algumas sementes de feijão em água para determinar a viabilidade das mesmas. As viáveis serão as que permanecerem no fundo. As que boiarem possuem ar no seu interior, podendo indicar possível perfuração por parasita; 2. Colocar algodão (ou papel de filtro) no fundo das placas de Petri e rotulá-las com o tratamento que será realizado (água, ácido carbônico ou ácido sulfúrico) e data; 3. Colocar cinco sementes de feijão em cada placa; 4. Preparar a soluções de ácido sulfúrico e ácido carbônico, conforme instruções abaixo: 6

7 Preparo da solução de ácido sulfúrico 1. Com um pedaço de fio de cobre, construir um cone com cerca de 1 cm de altura, usando como molde a ponta de uma caneta esferográfica, dando voltas bem apertadas. 2. Colocar um pouco de água destilada dentro do frasco de boca larga. Prender o fio do cone na borda do frasco. 3. Remover o cone e enchê-lo com enxofre em pó. 4. Acender o isqueiro embaixo do cone, iniciando a queima do enxofre. 5. Rapidamente, colocar o cone dentro do frasco e tampar. Observar o que ocorre. 6. Após a queima do enxofre, retirar o cone e agitar o frasco para diluir a fumaça produzida na água do frasco 7. Medir o ph, que deverá estar na faixa entre 2-3, com o papel indicador de ph e armazenar em um frasco borrifador rotulado com o nome do ácido, ph e data. Preparo da solução de ácido carbônico: 1.Em um frasco kitasato, adicionar 200mL de uma solução contendo água morna (37 o C), 4 colheres de sopa de açúcar e um tablete de fermento biológico fresco. 2.Fechar a boca do frasco com rolha e ligar uma mangueira à saída lateral do frasco kitasato, e inserir a outra extremidade em um frasco com água, de modo que o gás produzido borbulhe na água. 3.Após o término do borbulhamento, determinar o ph (que deverá estar por volta de 4), da mesma forma que foi feito com a solução de ácido sulfúrico, rotular o frasco e armazenar. 4.Molhar o algodão das placas com 2 ml das respectivas soluções e colocar as sementes para germinar de 2 a 7 dias, molhando o algodão diariamente. 7

8 4. Referências complementares 1.Chuva ácida. Site contendo informações sobre chuva ácida. Disponível em: Acesso em: 01/03/ Chuvas ácidas. Site contendo informações sobre poluição atmosférica e chuva ácida. Disponível em: Acesso em: 01/03/ Poluição Atmosférica e chuva ácida. Site contendo informações sobre poluição atmosférica e chuva ácida. Disponível em: Acesso em: 01/03/ Efeitos de chuva ácida simulada sobre parâmetros morfológicos, de crescimento, componentes de produção e fenologia da cultura do feijão em Ponta Grossa PR. Artigo da Publicação da UEPG Ciências Exatas e daterra, Ponta Grossa, 14 (2): , ago Disponível em: Acesso em: 05/03/ Produção de um indicador ácido/ base. Experimento de desenvolvimento de um indicador ácido/base com repolho roxo. Disponível em: Acesso em: 11/03/ Neutralización ácido base. Vídeo que mostra uma reação de neutralização de ácido-base, utilizando limão, bicarbonato de sódio, água e líquido indicador. Disponível em: Acesso em: 11/03/ Fertilizantes a base de fósforo em solos. Experimento que ensina o conceito de reação de precipitação através da existência de fosfato nos fertilizantes. Disponível em: Acesso em: 11/03/2010 8

9 FICHA TÉCNICA Universidade Estadual de Campinas Reitor: Fernando Ferreira Costa. Vice-reitor: Edgar Salvadori de Decca. Pró-reitor de pós-graduação: Euclides de Mesquita Neto. Instituto de Biologia Diretora: Shirlei Maria Recco Pimentel. Diretor Associado: Flavio Antonio Maës dos Santos. EXECUÇÃO Projeto EMBRIAO Coordenação geral: Eduardo Galembeck. Coordenação de Mídia - Audiovisuais: Eduardo Paiva. Coordenação de Mídia - Software: Eduardo Galembeck. Coordenação de Mídia - Experimentos: Helika A. Chikuchi, Marcelo J. de Moraes e Bayardo B. Torres. Apoio Logístico/Administrativo: Eduardo K. Kimura, Gabriel G. Hornink, Juliana M. G. Geraldi. OBJETO DE APRENDIZAGEM Simulação de chuva ácida e suas consequências - Aula 1 Coordenação do Experimento: Bianca Caroline Rossi Rodrigues. Redação: Bianca Caroline Rossi Rodrigues, Maurício Aurélio Gomes Heleno, Helika A. Chikuchi e Eduardo Galembeck. Pesquisa: Bianca Caroline Rossi Rodrigues, Maurício Aurélio Gomes Heleno Revisão de Conteúdo: Daniela Kiyoko Yokaichiya, Marcelo J. de Moraes e Cristiane Zaniratto. Testes de Bancada e Captura de Imagens: Maurício Aurélio Gomes Heleno, Gislaine Lima Marchini, Roney Vander dos Santos, Eric Dias da Silva e Ana Luiza de Araujo. Edição de Imagem: Florencia María Piñón Pereira Dias. Adequação Linguística: Lígia Francisco Arantes de Souza. Diagramação: Thais Goes. A Universidade Estadual de Campinas autoriza, sob licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil - cópia, distribuição, exibição e execução do material desenvolvido de sua titularidade, sem fins comerciais, assim como a criação de obras derivadas, desde que se atribua o crédito ao autor original da forma especificada por ele ou pelo licenciante. Toda obra derivada deverá ter uma Licença idêntica a esta. Estas condições podem ser renunciadas, desde que se obtenha permissão do autor. O não cumprimento desta licença acarretará nas penas previstas pela Lei nº 9.610/98. Laboratório de Tecnologia Educacional Departamento de Bioquímica Instituto de Biologia - Universidade Estadual de Campinas UNICAMP Rua Monteiro Lobato, 255 CEP , Campinas, SP, Brasil 9

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS IDENTIDADE DOS SERES VIVOS AS FUNÇÕES VITAIS BÁSICAS EXPERIMENTO Ação das proteases bromelina e papaína na digestão do colágeno - Aula 3 1. Resumo Nessa atividade prática, os alunos investigarão se sucos

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS

QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS QUALIDADE DE VIDA DAS POPULAÇÕES HUMANAS SAÚDE AMBIENTAL EXPERIMENTO Tratamento de água 1. Resumo Neste experimento, será realizado um procedimento simples de tratamento de água, no qual, a partir de uma

Leia mais

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS IDENTIDADE DOS SERES VIVOS AS FUNÇÕES VITAIS BÁSICAS EXPERIMENTO Construção de modelos tridimensionais de células Aula 3 1. Resumo Esta aula tem como finalidade o estudo da célula, mais especificamente

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS PROBLEMAS AMBIENTAIS BRASILEIROS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA RELAÇÃO POSSÍVEL? EXPERIMENTO (Experimento): Reciclando: Confecção de papel reciclado e sabão - Aula 1

Leia mais

DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO. Atividade enzimática de extratos vegetais na degradação de gelatina

DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO. Atividade enzimática de extratos vegetais na degradação de gelatina DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO Atividade enzimática de extratos vegetais na degradação de gelatina 1. Resumo Esta atividade prática tem por objetivo discutir

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS PROBLEMAS AMBIENTAIS BRASILEIROS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA RELAÇÃO POSSÍVEL? EXPERIMENTO (Experimento): Reciclando: Confecção de papel reciclado e sabão - Aula 2

Leia mais

TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA OS FUNDAMENTOS DA HEREDITARIEDADE EXPERIMENTO Teste de paternidade 1. Resumo Essa aula propõe a simulação de um teste de paternidade por meio da análise de

Leia mais

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS A ORGANIZAÇÃO CELULAR DA VIDA

IDENTIDADE DOS SERES VIVOS A ORGANIZAÇÃO CELULAR DA VIDA IDENTIDDE DOS SERES VIVOS ORGNIZÇÃO CELULR D VID EXPERIMENTO Preparação e observação de lâminas coradas com violeta genciana para Preparação e observação de lâminas coradas com violeta genciana para 1.

Leia mais

ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA

ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA A ORIGEM DO SER HUMANO E A EVOLUÇÃO CULTURAL EXPERIMENTO A redução de cobertura vegetal registrada em fotografias de satélite Aula 1 1. Resumo Esta aula tem o objetivo de identificar

Leia mais

identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas

identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas EXPERIMENTO Osmose em célula vegetal observada ao microscópio óptico 1. Resumo Experimento para visualização de osmose em célula vegetal (Elodea) ao

Leia mais

transmissão os fundamentos da hereditariedade da vida ética e EXPERIMENTO manipulação gênica Montagem de cariótipo Aula 2

transmissão os fundamentos da hereditariedade da vida ética e EXPERIMENTO manipulação gênica Montagem de cariótipo Aula 2 transmissão da vida ética e manipulação gênica os fundamentos da hereditariedade EXPERIMENTO Montagem de cariótipo Aula 2 Versão: novembro 11, 2010 4:06 PM 1. Resumo A atividade aqui proposta poderá ser

Leia mais

identidade dos Seres Vivos A organização celular da vida

identidade dos Seres Vivos A organização celular da vida identidade dos Seres Vivos organização celular da vida EXPERIMENTO Preparação e observação de lâminas coradas com violeta genciana para observação de células 1. Resumo Este experimento possibilita a visualização

Leia mais

identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas

identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas identidade dos Seres Vivos as funções vitais básicas EXPERIMENTO Preparo de lâmina para observação de mitose de célula vegetal ao microscópio óptico 1. Resumo Este experimento proporciona a visualização

Leia mais

DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO. Chave taxonômica de identificação para ordens de insetos

DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO. Chave taxonômica de identificação para ordens de insetos DIVERSIDADE DA VIDA OS SERES VIVOS DIVERSIFICAM OS PROCESSOS VITAIS EXPERIMENTO Chave taxonômica de identificação para ordens de insetos Versão: agosto 18, 2011 4:42 PM 1. Resumo Esta aula tem o objetivo

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS

INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS INTERAÇÃO ENTRE OS SERES VIVOS INTERDEPENDÊNCIA DA VIDA EXPERIMENTO Construção e acompanhamento de terrário Aula 1 1. Resumo Este projeto visa a construção e acompanhamento de dois terrários, um fechado

Leia mais

DA VIDA DIVERSIDADE ORGANIZANDO A DIVERSIDADE DOS SERES VIVOS EXPERIMENTO. Observação de bicos e patas de aves: a ave e o ambiente Aula 2

DA VIDA DIVERSIDADE ORGANIZANDO A DIVERSIDADE DOS SERES VIVOS EXPERIMENTO. Observação de bicos e patas de aves: a ave e o ambiente Aula 2 DIVERSIDADE DA VIDA ORGANIZANDO A DIVERSIDADE DOS SERES VIVOS EXPERIMENTO Observação de bicos e patas de aves: a ave e o ambiente Aula 2 1. Resumo Nesta aula, utilizando as aves como modelo de observação,

Leia mais

BIOGRAFIAS. Programa: Oswaldo Cruz, uma vida dedicada à saúde pública ROTEIRO DO PROGRAMA DE ÁUDIO. com ele toda a sua família. (SOM INSTRUMENTAL)

BIOGRAFIAS. Programa: Oswaldo Cruz, uma vida dedicada à saúde pública ROTEIRO DO PROGRAMA DE ÁUDIO. com ele toda a sua família. (SOM INSTRUMENTAL) DESCRIÇÃO Esta biografia do médico sanitarista Oswaldo Cruz tem o objetivo de promover a reflexão dos alunos a respeito dos fatores que influenciam na saúde e na qualidade de vida em áreas urbanas e sensibilizá-los

Leia mais

identidade dos Seres Vivos vida e o seu código

identidade dos Seres Vivos vida e o seu código identidade dos Seres Vivos DNA: a receita da vida e o seu código EXPERIMENTO Extração de DNA 1. Resumo Esta atividade prática possibilita a extração de DNA de morango, que também pode ser substituído por

Leia mais

Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio

Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio Nesta oficina, abordaremos as reações químicas, com foco nas evidências de uma transformação.

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida

Leia mais

Gasolina ou Álcool. Série Matemática na Escola

Gasolina ou Álcool. Série Matemática na Escola Gasolina ou Álcool Série Matemática na Escola Objetivos 1. Apresentar aplicações de Sistemas de Equações Lineares no balanceamento de reações químicas. Gasolina ou Álcool Série Matemática na Escola Conteúdos

Leia mais

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO 1 SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO Diego Oliveira Cordeiro 1 diegoocordeiro@gmail.com Janduir Egito da Silva 1 jaduires@yahoo.com Cláudia Laís Araújo

Leia mais

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução O equilíbrio químico do íon bicarbonato faz parte de uma série de sistemas como formação das cavernas, equilíbrio no sangue e no oceano. Como a concentração de CO 2 pode afetar o equilíbrio

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 32 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 24 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º ANO DO ENSINO MÉDIO OBJETIVO Diversos experimentos, usando principalmente água e materiais de fácil obtenção, são

Leia mais

Treinamento Conservas de frutas 382

Treinamento Conservas de frutas 382 Para que haja boa conservação dos alimentos é importante que os produtos conservados mantenham suas qualidades nutritivas, seu aroma, sabor e que se eliminem as causas das alterações. As várias maneiras

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR. João e o pé de feijão. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor

GUIÃO DO PROFESSOR. João e o pé de feijão. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor GUIÃO DO PROFESSOR João e o pé de feijão Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Era uma vez João e o Pé de Feijão Enquadramento Curricular Preparação da visita 1ºCiclo Estudo

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO

NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO NORMAS DE SEGURANÇA E APARELHAGEM UTILIZADA EM LABORATÓRIO Objetivo: Explicação das normas básicas de segurança no laboratório. Aula teórica com retroprojetor, transparências e demonstração de algumas

Leia mais

Experimento. O experimento. Engenharia de grego. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. O experimento. Engenharia de grego. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação Geometria e medidas O experimento Experimento Engenharia de grego Objetivos da unidade 1. Aplicar conceitos básicos de geometria plana na solução de um problema de construção civil; 2. Planejar, construir

Leia mais

Escola Secundária de Casquilhos. Licenciatura em Ensino das Ciências da Natureza (Biologia e Geologia) * Realizado por: Mónica Alexandra Marto Pereira

Escola Secundária de Casquilhos. Licenciatura em Ensino das Ciências da Natureza (Biologia e Geologia) * Realizado por: Mónica Alexandra Marto Pereira Licenciatura em Ensino das Ciências da Natureza (Biologia e Geologia) * Realizado por: Mónica Alexandra Marto Pereira ÍNDICE Trabalho Laboratorial no Ensino e Aprendizagem das Ciências Regras de Segurança

Leia mais

Sequência Didática: Poluição Atmosférica

Sequência Didática: Poluição Atmosférica UFS Mestrado em Ensino de Ciências e matemática Disciplina: O Ensino Experimental em Ciências Naturais Autores: Thisciane Ismerim Silva Santos e Leiliane Docente: Luiz Adolfo de Mello Sequência Didática:

Leia mais

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa QUESTÃO 01 Num laboratório químico, havia três frascos que continham, respectivamente, um alcano, um álcool e um alqueno. Foram realizados experimentos que envolviam

Leia mais

atividade 2 Como ocorre o transporte de água no corpo das plantas Construir explicações a partir de observações

atividade 2 Como ocorre o transporte de água no corpo das plantas Construir explicações a partir de observações atividade 2 Como ocorre o transporte de água no corpo das plantas Construir explicações a partir de observações Nathália Helena Azevedo, Adriana Maria Zanforlin Martini e Daniela Lopes Scarpa Como citar:

Leia mais

EXPERIÊNCIA 06: DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS

EXPERIÊNCIA 06: DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS 1 UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química EXPERIÊNCIA 06: DETERMINAÇÃO DA MASSA MOLAR DE UM GÁS 1. Comportamento dos gases Ao se examinar o comportamento experimental

Leia mais

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O PROF. AGAMENON ROBERTO < 2007 > Prof. Agamenon Roberto 1º ANO EXPERIÊNCIAS 2 1ª e 2ª EXPERIÊNCIAS DESTILAÇÃO SIMPLES E DESTILAÇÃO FRACIONADA OBJETIVO: Mostrar como

Leia mais

Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave

Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave Intro 01 Introdução A autoclave A autoclave é um aparelho muito utilizado em laboratórios de pesquisas e hospitais para a esterilização de materiais. O processo de autoclavagem consiste em manter o material

Leia mais

63 Química na cozinha: observando a chama

63 Química na cozinha: observando a chama A U A UL LA Atenção Mãos à obra Química na cozinha: observando a chama Vamos dar continuidade ao estudo que iniciamos na Aula 62, sobre reações químicas, aprofundando nossa compreensão sobre a reação de

Leia mais

Quadra Poliesportiva. Série Matemática na Escola

Quadra Poliesportiva. Série Matemática na Escola Quadra Poliesportiva. Série Matemática na Escola Objetivos 1. Usar a semelhança de figuras e conceitos de geometria plana para construir uma maquete de uma quadra poliesportiva. Quadra poliesportiva Série

Leia mais

Principal material de laboratório e a sua função Balão de Erlenmeyer/matrás Gobelé/copo Balão de fundo plano Proveta Balão volumétrico Caixa de Petri Kitasato Balão de destilação Vidro de relógio Tubos

Leia mais

Os microrganismos e suas funções

Os microrganismos e suas funções ós na ala de Aula - Ciências 6º ao 9º ano - unidade 3 essa unidade, as atividades propostas visam colaborar para desenvolver novas perspectivas sobre a fermentação, processo realizado por fungos e bactérias.

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii)

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii) UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 09 Síntese do cloreto

Leia mais

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO PL 3.4 Identificação e síntese de substâncias com aromas e sabores especiais Síntese do acetato de

Leia mais

FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS

FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS FICHA DE TRABALHO LABORATORIAL DO ALUNO - EXPERIÊNCIA A: NANOMATERIAIS NATURAIS Nome do aluno: Data:.. OBJECTIVO: - Conhecer a existência de nanomateriais naturais - Interacção da luz com os colóides -

Leia mais

M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto

M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O. Prof. Agamenon Roberto M A T E R I A I S D E L A B O R A T Ó R I O Prof. Agamenon Roberto Prof. Agamenon Roberto MATERIAS DE LABORATÓRIO 2 TUBO DE ENSAIO: Tubo de vidro fechado em uma das extremidades, empregado para fazer reações

Leia mais

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001

REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001 CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE QUÍMICA - LICENCIATURA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA SÉRIE: EXPERIÊNCIAS DEMONSTRATIVAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães

Leia mais

Experimento. Guia do professor. Qual é o cone com maior volume? Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia

Experimento. Guia do professor. Qual é o cone com maior volume? Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia geometria e medidas Guia do professor Experimento Qual é o cone com maior volume? Objetivos da unidade 1. Dado um círculo de cartolina, investigar qual seria o cone com maior volume que se poderia montar;

Leia mais

"Kit para Análise de Vinho" Ref. No. 814 500

Kit para Análise de Vinho Ref. No. 814 500 "Kit para Análise de Vinho" Ref. No. 814 500 Rev.02.03 TESTE RÁPIDO CROMATOGRÁFICO PARA AVALIAÇÃO DA CONVERSÃO DO ÁCIDO MÁLICO PARA ÁCIDO LÁTICO NO VINHO (Degradação ácida biológica durante a segunda fermentação)

Leia mais

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas)

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas) A localização do nível do lençol freático e o conhecimento da sua variação devido às precipitações e outros agentes naturais é de extrema importância para entender a distribuição e abundancia de espécies.

Leia mais

Atividade prática: Chuva ácida Parte 1

Atividade prática: Chuva ácida Parte 1 Atividade prática: Chuva ácida Parte 1 Sugestão de atividade para 1º ano do Ensino Médio Objetivo Vivenciar a reação de queima do enxofre em pó, bem como realizar alguns testes simples para a determinação

Leia mais

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. análise de dados e probabilidade

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. análise de dados e probabilidade análise de dados e probabilidade Guia do professor Objetivos da unidade 1. Apresentar aos alunos o Princípio da Casa dos Pombos na versão simples e generalizada; 2. Apresentar uma variedade não trivial

Leia mais

Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama

Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama Roteiro de aulas práticas Disciplina de Fruticultura Tropical 2014 Prof. Wilson Itamar Maruyama Aula 1- Organização e limpeza das casas de vegetação - divisão dos grupos. ATENÇÃO: OS ALUNOS DEVERÃO ESTAR

Leia mais

Ana Paula R. Gonçalves (E. E. Médio Macário Borba-Unesc-Bolsista PIBID) Jucimara Generoso Magenis (Escola de Ensino Médio Macário Borba)

Ana Paula R. Gonçalves (E. E. Médio Macário Borba-Unesc-Bolsista PIBID) Jucimara Generoso Magenis (Escola de Ensino Médio Macário Borba) O USO DE MÉTODOS ALTERNATIVOS NA CONSTRUÇÃO DE UM DESTILADOR NAS DISCIPLINAS DE BIOLOGIA, QUÍMICA E FÍSICA, USANDO A INTERDICIPLINARIDADE COM OS ALUNOS Ana Paula R. Gonçalves (E. E. Médio Macário Borba-Unesc-Bolsista

Leia mais

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio. Bloco da INDÚSTRIA QUÍMICA

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio. Bloco da INDÚSTRIA QUÍMICA Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV Ciências da Natureza/Ensino Médio Bloco da INDÚSTRIA QUÍMICA Com o conhecimento de átomos e moléculas, passa-se a

Leia mais

DNA VEGETAL NA SALA DE AULA

DNA VEGETAL NA SALA DE AULA Instituto de Biociências VEGETAL NA SALA DE AULA AUTORES Cristiane Del Nero Rodrigues (babetecris@yahoo.com.br) Ana Carolina de Almeida (anacarolusp@yahoo.com.br) Cláudia Maria Furlan (furlancm@yahoo.com.br)

Leia mais

Software. Guia do professor. Geometria do táxi Distâncias. Ministério da Educação. Ministério da Ciência e Tecnologia

Software. Guia do professor. Geometria do táxi Distâncias. Ministério da Educação. Ministério da Ciência e Tecnologia Números e funções Geometria e medidas Guia do professor Software Geometria do táxi Distâncias Objetivos da unidade 1. Consolidar o uso de coordenadas cartesianas no plano e introduzir uma nova noção de

Leia mais

Beja com Ciência Relatório 1. Beja com Ciência

Beja com Ciência Relatório 1. Beja com Ciência Relatório Tema: Iniciação à ciência Atividade Data Horas despendidas 27/0/4 2 28/0/4 3 Regras básicas de comportamento em laboratório. 29/0/4 Saber ler e identificar os rótulos presentes em 30/0/4 5 laboratório

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 10

Química Geral Experimental - Aula 10 Química Geral Experimental - Aula 10 Título da Prática: Reações Químicas (Parte l) Objetivos: Determinar a concentração exata (padronizar) de soluções aquosas diluídas de ácidos e bases fortes utilizando

Leia mais

O CLUBE DE CIENTISTAS. Disciplinas intervenientes Ciências Físico-Químicas, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Matemática.

O CLUBE DE CIENTISTAS. Disciplinas intervenientes Ciências Físico-Químicas, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Matemática. Disciplinas intervenientes Ciências Físico-Químicas, Ciências da Natureza, Educação Visual e Tecnológica, Matemática. 1 Motivação Realização de visita a um dos seguintes locais (ver Lista de Contactos):.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES. Unidade Curricular: Estudo e preparação do etanol a partir da mandioca

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES. Unidade Curricular: Estudo e preparação do etanol a partir da mandioca CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES Unidade Curricular: Estudo e preparação do etanol a partir da mandioca Eniz Conceição Oliveira Miriam Ines Marchi Vanessa Paula Reginatto Maicon Toldi 1 Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Cooperativa de Leite. Série Matemática na Escola

Cooperativa de Leite. Série Matemática na Escola Cooperativa de Leite Série Matemática na Escola Objetivos 1. Introduzir matrizes através da representação tabular de dados numéricos; 2. Mostrar uma aplicação simples desse tipo de representação. Cooperativa

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 03 Síntese do Oxalato

Leia mais

Animais na natureza. Série Estimativas. Objetivos 1. Determinar a quantidade de animais, em diversos ambientes, através de estimativas.

Animais na natureza. Série Estimativas. Objetivos 1. Determinar a quantidade de animais, em diversos ambientes, através de estimativas. Animais na natureza Série Estimativas Objetivos 1. Determinar a quantidade de animais, em diversos ambientes, através de estimativas. Animais na Natureza Série Estimativas Conteúdos Estimativa, proporção,

Leia mais

O sonho dourado. Série Matemática na Escola

O sonho dourado. Série Matemática na Escola O sonho dourado Série Matemática na Escola Objetivos 1. Identificar de modo claro os conceitos de fluxo monetário, tempo e equivalência financeira; 2. Reconhecer e analisar critérios para resolução de

Leia mais

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola Hit dos Bits Série Matemática na Escola Objetivos 1. Apresentar o sistema de numeração binário; 2. Mostrar aplicações de sistemas de numeração diferentes do decimal; Hit dos Bits Série Matemática na Escola

Leia mais

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância.

Guia do professor. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. números e funções Guia do professor Objetivos da unidade 1. Analisar representação gráfica de dados estatísticos; 2. Familiarizar o aluno com gráfico de Box Plot e análise estatística bivariada; 3. Utilizar

Leia mais

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES 2ª SÉRIE Ensino Médio -2015. Roteiro de estudos para recuperação trimestral

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES 2ª SÉRIE Ensino Médio -2015. Roteiro de estudos para recuperação trimestral COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES 2ª SÉRIE Ensino Médio -2015 Disciplina: Professor (a): QUÍMICA LUÍS FERNANDO Roteiro de estudos para recuperação trimestral Conteúdo: Referência para estudo: Sites recomendados:

Leia mais

EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS

EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS EEEP MARLY FERREIRA MARTINS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS I. NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO 1. É aconselhável o uso da bata e de sapatos fechados. 2. Mantenha o laboratório e sua bancada sempre limpa e livre

Leia mais

www.cubos.com.br 2 1) INTRODUÇÃO 3 2) PEÇAS 3 3) INSTRUÇÕES DE USO 3 4) MANUTENÇÃO 5 5) ESPECIFICAÇÕES 6 6) GARANTIA 6 7) CONTATO 6

www.cubos.com.br 2 1) INTRODUÇÃO 3 2) PEÇAS 3 3) INSTRUÇÕES DE USO 3 4) MANUTENÇÃO 5 5) ESPECIFICAÇÕES 6 6) GARANTIA 6 7) CONTATO 6 MANUAL DO USUÁRIO CUBOS UV LIGHT 8W PRO 15W 30W 15W CRISTAL DE QUARTZO 30W CRISTAL DE QUARTZO 55W HO CRISTAL DE QUARTZO 75W HO CRISTAL DE QUARTZO 36W COMPACTO CRISTAL DE QUARTZO 60W COMPACTO CRISTAL DE

Leia mais

Carro Flex. Série Matemática na Escola. Objetivos 1. Recordar conceitos básicos relacionados a funções; 2. Exemplificar o uso de funções no cotidiano.

Carro Flex. Série Matemática na Escola. Objetivos 1. Recordar conceitos básicos relacionados a funções; 2. Exemplificar o uso de funções no cotidiano. Carro Flex Série Matemática na Escola Objetivos 1. Recordar conceitos básicos relacionados a funções; 2. Exemplificar o uso de funções no cotidiano. Carro flex Série Matemática na Escola Conteúdos Funções,

Leia mais

Experimento. O experimento. Quantos peixes há no lago? Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. O experimento. Quantos peixes há no lago? Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação Análise de dados e probabilidade O experimento Experimento Quantos peixes há no lago? Objetivos da unidade Introduzir um método que permite estimar o tamanho de uma deter minada população. licença Esta

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

Química Fundamental Informações Gerais Data: 29 de Fevereiro de 2012 NORMAS DE SEGURANÇA E BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO

Química Fundamental Informações Gerais Data: 29 de Fevereiro de 2012 NORMAS DE SEGURANÇA E BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Química Fundamental Informações Gerais Data: 29 de Fevereiro de 2012 NORMAS DE SEGURANÇA E BOAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Funcionamento do Laboratório Dependendo da atividade prática, os alunos encontrarão

Leia mais

O NÚMERO DE BACTÉRIAS

O NÚMERO DE BACTÉRIAS O NÚMERO DE BACTÉRIAS A CONTAGEM EM PLACAS A contagem em placas é um dos métodos mais utilizados para determinar qual o número de microrganismos viáveis em um meio líquido. Quando a concentração é baixa,

Leia mais

USO DE TERRÁRIO NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

USO DE TERRÁRIO NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL USO DE TERRÁRIO NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Giovana Pereira dos Santos Lima (PIBIC/Fundação Araucária), Kátya Regina de Freitas (Orientadora), e-mail: giovana_p.lima@hotmail.com, krfreitas@utfpr.edu.br.

Leia mais

Pág. 1. COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO - COPESE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CONCURSO VESTIBULAR 2009 2ª Fase PROVA DE QUÍMICA

Pág. 1. COMISSÃO PERMANENTE DE SELEÇÃO - COPESE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD CONCURSO VESTIBULAR 2009 2ª Fase PROVA DE QUÍMICA Questão 1: As bebidas alcoólicas contêm etanol e podem ser obtidas pela destilação do álcool (ex. whiskey e vodka) ou pela fermentação de uma variedade de produtos como frutas e outros vegetais (ex. vinho

Leia mais

O que é permutação? Série O que é

O que é permutação? Série O que é O que é permutação? Série O que é Objetivos 1. Discutir o significado da palavra permutação no contexto da Matemática; 2. Apresentar os casos clássicos de problemas de análise combinatória; 3. Apresentar

Leia mais

Cal Altamente Expansivo para Demolições. O que é

Cal Altamente Expansivo para Demolições. O que é Cal Altamente Expansivo para Demolições O que é O DEMOX é uma argamassa muito expansiva para demolição, corte de rochas e concreto. O DEMOX age em função da dilatação de seu volume, exercendo nas paredes

Leia mais

MATÉRIA E SEUS FENÔMENOS

MATÉRIA E SEUS FENÔMENOS MATÉRIA E SEUS FENÔMENOS 01- Leia o texto: Quando se acende uma vela, pode-se observar que: I- A parafina derrete e logo depois se consolida. II- Aparece fuligem quando colocamos um prato logo acima da

Leia mais

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação Geometria e medidas O experimento Experimento Curvas de nível 1. 2. 3. Objetivos da unidade Desenvolver experimentalmente a ideia de projeção ortogonal; Aprimorar a capacidade de visualização e associação

Leia mais

DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFRE. Método de ensaio

DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFRE. Método de ensaio CETESB DUTOS E CHAMINÉS DE FONTES ESTACIONÁRIAS DETERMINAÇÃO DE DIÓXIDO DE ENXOFRE Método de ensaio L9.226 MAR/92 SUMÁRIO Pág. 1 Objetivo...1 2 Documentos complementares...1 3 Aparelhagem...1 4 Execução

Leia mais

TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA

TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA TRANSMISSÃO DA VIDA ÉTICA E MANIPULAÇÃO GÊNICA OS FUNDAMENTOS DA HEREDITARIEDADE EXPERIMENTO Montagem de cariótipo Aula 3 Versão: agosto 23, 2011 3:33 PM 1. Resumo A atividade aqui proposta poderá ser

Leia mais

Fig.: Esquema de montagem do experimento.

Fig.: Esquema de montagem do experimento. Título do Experimento: Tratamento de água por Evaporação 5 Conceitos: Mudanças de fases Materiais: Pote de plástico de 500 ml ou 1L; Filme PVC; Pote pequeno de vidro; Atilho (Borracha de dinheiro); Água

Leia mais

SolidWorks Sustainability

SolidWorks Sustainability SolidWorks Sustainability A solução para um projeto sustentável no desenvolvimento de produtos 1. Torne a sustentabilidade parte integrante do seu processo de projeto O SolidWorks Sustainability fornece

Leia mais

O interesse da Química é analisar as...

O interesse da Química é analisar as... O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos

Leia mais

CUBOS FILTRO PRESSURIZADO 5.000 10.000 15.000

CUBOS FILTRO PRESSURIZADO 5.000 10.000 15.000 MANUAL DO USUÁRIO CUBOS FILTRO PRESSURIZADO 5.000 10.000 15.000 M.U. REVISÃO 001 www.cubos.com.br 2 1) INTRODUÇÃO... 3 2) PEÇAS... 3 3) INSTRUÇÕES DE USO... 3 3.1) MONTAGEM... 3 3.1.1) POSICIONAMENTO DO

Leia mais

Advertência Para evitar ferimentos pessoais, leia Informações de Segurança e Regras para Operação Segura cuidadosamente antes de usar o instrumento.

Advertência Para evitar ferimentos pessoais, leia Informações de Segurança e Regras para Operação Segura cuidadosamente antes de usar o instrumento. ÍNDICE VISÃO GERAL...02 ACESSÓRIOS...02 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA...02 REGRAS PARA OPERAÇÃO SEGURA...03 ESTRUTURA DO INSTRUMENTO...04 OPERAÇÃO...05 ESPECIFICAÇÕES GERAIS...06 MANUTENÇÃO...07 A. Serviço

Leia mais

MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO

MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRICOLA MANUAL DE PRÁTICAS EM BIOLOGIA DO SOLO Autores Prof. Dr. Jair Alves Dionísio Eng a. Agr a. Diana Signor

Leia mais

Oficina 10: Flutua ou afunda?

Oficina 10: Flutua ou afunda? Oficina 10: Flutua ou afunda? Introdução O tema água domina este texto. A importância dessa matéria em todas as áreas científicas é evidente. A água é um importante componente do planeta Terra e o ambiente

Leia mais

Colmeia Global. Série Matemática na Escola

Colmeia Global. Série Matemática na Escola Colmeia Global Série Matemática na Escola Objetivos 1. Refletir sobre os fusos horários do planeta; 2. Servir como um exemplo de Progressão Aritmética. Colmeia Global Série Matemática na Escola Conteúdos

Leia mais

ANALISE DAS CONSEQUENCIAS DA LIBERAÇÃO DE ENXOFRE NO MEIO AMBIENTE

ANALISE DAS CONSEQUENCIAS DA LIBERAÇÃO DE ENXOFRE NO MEIO AMBIENTE ANALISE DAS CONSEQUENCIAS DA LIBERAÇÃO DE ENXOFRE NO MEIO AMBIENTE Keile Alves da Silva Gomes Graziano Peregrino Cezário Isabel Cristina Alves Silva Maria Luiza Vitoria Beato Pereira Thais Lorraine Martins

Leia mais

Ubiquidade de microorganismos. Introdução. Materiais Necessários

Ubiquidade de microorganismos. Introdução. Materiais Necessários dução Os microorganismos (fungos, bactérias e vírus) são chamados assim por terem um tamanho bastante reduzido. Eles são tão pequenos que não conseguimos enxergá-los a olho nu, mas apenas utilizando microscópio

Leia mais

Prof.ª Rosana Chagas. Elaboração da Situação de Aprendizagem MGME- CIÊNCIAS

Prof.ª Rosana Chagas. Elaboração da Situação de Aprendizagem MGME- CIÊNCIAS Elaboração da Situação de Aprendizagem MGME- CIÊNCIAS 1 CONHECENDO O CICLO DE VIDA DO Aedes Aegypti Prof.ª Rosana Matias Das Chagas 2 Tempo previsto: Conteúdos e temas: Público Alvo: Competência e habilidades:

Leia mais

Guia do Professor do Objeto Poluição Atmosférica

Guia do Professor do Objeto Poluição Atmosférica 1 Guia do Professor do Objeto Poluição Atmosférica Unidade Curricular: Comportamento dos gases / funções inorgânicas - óxidos Módulo: Poluição atmosférica Atividade: Óxido e poluição atmosférica 1. Introdução

Leia mais

Oficina de Forno Solar

Oficina de Forno Solar Oficina de Forno Solar Desfrutando da vida moderna, cada um de nós é responsável pela emissão de grandes quantidades de carbono e outros gases que contribuem para o aquecimento global e suas conseqüências

Leia mais

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO

Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO Aula 16 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO I Ocorre de maneira natural; Atividade humana; Década de 1970 preocupação com a biodiversidade e poluição; Esforço global... Substituir civilização

Leia mais

PT-700. Manual de Instruções

PT-700. Manual de Instruções PT-700 Manual de Instruções Parabéns!!! Você acaba de adquirir um produto para a sua segurança e conforto com a ótima qualidade Protection. O Alarme para Piscina Protection, PT-700, foi desenvolvido para

Leia mais

A Parte do Leão. Série Matemática na Escola. por partes; afim por partes na resolução de um problema do cotidiano.

A Parte do Leão. Série Matemática na Escola. por partes; afim por partes na resolução de um problema do cotidiano. A Parte do Leão Série Matemática na Escola Objetivos 1. Introduzir o conceito de função por partes; 2. Aplicar o conceito de função afim por partes na resolução de um problema do cotidiano. A Parte do

Leia mais

LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS

LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS Escola Secundária D. Maria II Professora de Física e Química A Responsável pelos Laboratórios de Física e Química A Maria Lucinda Moreira

Leia mais

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução Química QUESTÃO 1 Um recipiente contém 100 ml de uma solução aquosa de H SO 4 de concentração 0,1 mol/l. Duas placas de platina são inseridas na solução e conectadas a um LED (diodo emissor de luz) e a

Leia mais