Plano Anual de Atividades 2014/2015

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1 Plano Anual de Atividades 2014/2015 O plano anual de atividades para o ano letivo de 2014/2015 pretende dar continuidade ao modelo de organização adotado nos últimos anos letivos, que valoriza a transversalidade das atividades, a promoção da identidade própria da escola e a responsabilização dos órgãos pedagógicos pela transposição correta das linhas orientadoras definidas pelo conselho geral e pela programação das opções culturais e educativas. Na linha ideológica do projeto educativo, reforça-se o sentido do plano anual de atividades como um documento matricial de largo espectro, que agrega todas as atividades da escola entendida no sentido lato do termo, condensando a informação dos diferentes quadrantes organizacionais e disponibilizando-a à comunidade escolar e educativa. Historicamente, no seguimento da discussão e da aprovação dos objetivos e metas do plano anual de atividades, primeiro na assembleia de escola, e mais tarde no conselho geral, considerando a importância da criação de orientações coesas e claras foram identificados dois eixos fundamentais em torno dos quais têm girado os planos anuais de atividades: O primeiro está alinhado segundo a perspetiva do apoio escolar, isto é, do conjunto das atividades mais próximas das atividades letivas: a) as aulas de apoio ou reforço nas disciplinas em que está prevista a realização de um exame nacional no fim do ano letivo Português e Matemática, no 9.º ano de escolaridade, com 90 minutos semanais; Físico-Química, Biologia e Geologia, Geografia, MACS, Literatura Portuguesa e Economia, no 11.º ano de escolaridade, também com 90 minutos semanais; Português, no 12.º ano, com o reforço de 1 tempo no currículo da disciplina; Matemática, História e Desenho, ainda no 12.º ano de escolaridade, com 90 minutos de apoio semanais. Beneficiando das novas disposições do despacho normativo orientador do lançamento do ano letivo, salvo casos excecionais, estas atividades de apoio são da responsabilidade do professor da disciplina; b) as aulas de apoio ou tutorias em todas as turmas do ensino básico e nas turmas do 10.º ano de escolaridade, registadas nos horários dos professores, com caráter semanal, desde o 1.º dia de aulas, e que atingem, previsivelmente, 87 alunos, as tutorias, e 30 turmas, as aulas de apoio; c) as atividades de acompanhamento aos alunos integrados no regime educativo especial que, no início do ano letivo, mobilizavam 12 professores e decorriam em 23 tempos de aulas; d) as atividades lançadas no espaço de autonomia aberto pelo legislador no diploma do lançamento do ano letivo, designadamente, o aproveitamento do diferencial de tempo devido à opção definida para a duração de uma aula, que vai servir para a criação de uma bolsa eficiente de substituição de professores e de bolsas específicas de aulas de apoio a marcar ao longo do ano e de aulas de preparação para os exames nacionais a marcar no mês de junho; e) finalmente, e de forma mais avulsa, as atividades de acompanhamento diferenciado na sala de aula, o acompanhamento do estudo na biblioteca da escola, a supervisão pedagógica em pequenos grupos, o acompanhamento de alunos no âmbito do projeto EPIS, a frequência das modalidades do desporto escolar e o reforço da articulação entre os docentes e os encarregados de educação. O segundo eixo é polarizado pelas atividades extracurriculares, de caráter formativo. Estas propostas visam estimular o gosto pela escola e contrariar o abandono escolar precoce, promover a integração responsável dos alunos na vida da escola, desenvolver o conhecimento e o apreço por valores sociais, proporcionar experiências inovadoras 1

2 que favorecem a autonomia, a maturidade cívica e sócio-afetiva, estimular as atitudes e os hábitos de relação e de cooperação, facultar atividades e experiências que permitem o conhecimento de manifestações culturais, estéticas, morais e cívicas, contribuir para o desenvolvimento de ações que envolvem sentimentos de liberdade, paz, justiça e solidariedade, e, enfim, prevenir situações de risco para a conservação do ambiente e do património. Seguindo uma estratégia de comunicação intersubjetiva, estabelecem-se as quatro principais metas do plano anual de atividades: a) valorização da comunicação dialógica entre os sujeitos do processo educativo; b) realização dos alunos como cidadãos autónomos e responsáveis, capazes de traçar um projeto de vida e de construir, decidindo, as suas próprias aprendizagens; c) promoção do acompanhamento pedagógico dos alunos, garantindo-lhes as competências necessárias para uma plena integração social; d) integração dos pais no processo educativo, valorizando a sua aproximação à vida escolar. 1. Recursos 1.1 Professores e demais funcionários Trabalham na escola 136 professores, 39 assistentes, 1 psicólogo e uma assistente social colocada na escola ao abrigo do projeto EPIS. Dos 136 professores, 131 pertencem aos quadros do MEC e 5 são contratados a termo. Destes, apenas 2 têm contrato com horário completo. Trabalha ainda, por colocação devida a mobilidade por doença, uma docente do grupo de recrutamento 330. Em números absolutos, estão colocados na escola tantos professores como no ano letivo passado. Os assistentes dividem-se em assistentes técnicos, com funções administrativas, e assistentes operacionais, com funções auxiliares educativas. Estes são 29, contando o encarregado operacional; aqueles são 10, contando o chefe dos serviços de administração escolar. Do total dos 178 trabalhadores, estão de baixa médica prolongada 6 docentes e 3 não docentes. Quadro dos professores da escola: a) professores do quadro; b) professores contratados com horário completo; c) professores contratados com horário incompleto. GR a) b) 1 1 c) Quadro dos trabalhadores não docentes da escola Serviços de Psicologia e Orientação Serviços de Administração Escolar Serviços Operacionais 1 Psicólogo 1 Mediador EPIS [projeto autónomo] 1 Chefe dos Serviços de Administração Escolar 9 Assistentes Técnicos 1 Encarregado Operacional 28 Assistentes Operacionais 2

3 1.2 Recursos Financeiros Ignorando-se o financiamento da escola para o ano económico de 2015, devem considerar-se, no quadro seguinte, os efeitos do orçamento do ano de 2014, por duodécimos, discriminados por classificação económica. Quadro da dotação orçamental previsional para Classificador económico Outros Valor em euros Alunos Estudam na escola, à data da apresentação do plano, 1814 alunos, distribuídos por 31 turmas do terceiro ciclo do ensino básico número que integra as 4 turmas do curso básico de Música e a turma do curso básico de Dança também 31 turmas do ensino secundário e 6 turmas do ensino profissional. Quadro da frequência dos alunos organizada por anos de escolaridade e tipo de ensino. 7.º Ano 8.º Ano 9.º Ano 10.º Ano 11.º Ano 12.º Ano CP N.º de Alunos N.º de Turmas Rácio A/T 29,3 26,7 25,3 27,5 26, ,5 Os rácios do número de alunos por turma, organizado por anos de escolaridade, aumentaram, relativamente ao ano passado, nos 7.º, 8.º e 11.ºs anos, mantiveram-se constantes no 10.º ano, e baixaram ligeiramente nos anos de fim de ciclo, quer no 9.º ano quer no 12.º ano. Nos cursos profissionais, o número médio de alunos por turma aumentou bruscamente, do ano anterior para este, passando de 19,1 para 23,5. Em relação ao rácio do número de alunos por docente, a tendência de subida dos anos anteriores é confirmada este ano: 12,98 em 2013/2014 e 13,33 este ano letivo. Dos 1814 alunos matriculados na escola, 134 não moram no concelho de Paredes: 59 do ensino básico (20,24,15 7.º,8.º,9.º) e 75 do ensino secundário (21,26,20,8 10.º,11.º,12.º,CP). Dos 1680 alunos recenseados no concelho, a freguesia mais representada é Paredes, com 1143 alunos (601 no básico e 542 no secundário). Com um peso significativo na população escolar resistam-se ainda as freguesias de Beire (90), Cête (45), Cristelo (49), Duas Igrejas (63), Louredo (67), Rebordosa (38), Recarei (45) e Sobreira (42). Sobram, fazendo os somatórios, 98 alunos oriundos de outras freguesias do concelho e que se distribuem pelo ensino básico (33) e ensino secundário (65). 2. Atividades Escolares As atividades escolares, nas suas diferentes vertentes, organizam-se num quadro complexo, balizado pelo calendário escolar, com referentes próprios, como a constituição das turmas, a construção dos horários letivos e dos 3

4 horários das aulas de apoio, as orientações oficiais do Ministério da Educação e Ciência, a gestão de recursos humanos e materiais da escola, além de um conjunto de decisões de caráter educativo e pedagógico tomadas pelos órgãos escolares. As atividades extracurriculares e de complemento curricular desenvolvidas na escola funcionando na periferia das atividades letivas proporcionam aos alunos a oportunidade de reforçarem a sua participação na vida escolar. Com a promoção dessas atividades, a escola assume também as suas funções de apoio e acompanhamento dos alunos com dificuldades em cumprir o percurso escolar, à luz dos objetivos específicos do projeto educativo, nomeadamente os referidos nas alíneas: a) [Afirmar a escola como espaço de inclusão social onde todos possam ter oportunidades iguais de acesso à formação]; b) [Promover o sucesso escolar dos alunos no quadro do currículo nacional, dentro de parâmetros de qualidade que permitam a sua plena integração na sociedade]; c) [Desenvolver condições de apoio efetivo e contextualizado aos alunos com dificuldades em cumprir o seu percurso escolar ou em risco de abandono, de forma a garantir a manutenção de taxas residuais de abandono real]; e g) [Promover e enfatizar as temáticas da cidadania, da formação cívica e da educação para a saúde] do ponto 3.1. Com as novas orientações do governo sobre a organização do ano letivo, as atividades de complemento curricular e as atividades extracurriculares são garantidas quer pela aplicação da componente letiva quer pela aplicação da componente não letiva de escola. Dentro da organização interna da escola, existem estruturas e serviços, como é o caso dos departamentos curriculares, da biblioteca escolar ou do gabinete de saúde, que possuem planos de atividades internos e que, no uso da sua autonomia, desenvolvem projetos com uma identidade e com objetivos próprios, no respeito pelas prioridades definidas no projeto educativo. Optou-se, para proporcionar uma perspetiva geral da metodologia aplicada no processo de organização das atividades escolares, por desenvolver, em anexo, os pontos relacionados com a organização do ano letivo, os horários escolares e as atividades extracurriculares. 3. Calendários 3.1 Atividades letivas Os períodos letivos e as interrupções das atividades letivas são os que se apresentam de seguida: Quadro do calendário escolar Períodos Letivos Início Fim 1.º 15 de setembro 16 de dezembro 2.º 5 de janeiro 22 de março 3.º 7 de abril 5/6: 9.º, 11.º e 12.º 12/6: 7.º, 8.º e 10.º Interrupções Letivas 17/12 a 2/1, 16/2 a 18/2 e 23/3 a 6/4 As atividades letivas, em regra, têm início às 8:30 e terminam às 17:45, exceto para 4 turmas do décimo ano de Línguas e Humanidades que têm horário no turno da tarde com início às 13:40 e fim às 18:30. As disciplinas de 4

5 Educação Visual e Educação Física, do ensino básico, quando estão marcadas no fim do turno, funcionam até às 18:30; as atividades de desporto escolar equiparadas a atividades letivas funcionam até às 19:30 horas. Os períodos de aulas e os intervalos distribuem-se de acordo com o quadro seguinte, excetuando-se, como ficou referido antes, as 4 turmas do 10.º ano de Línguas e Humanidades que compreendem aulas em duas manhãs, com início às 10:15 horas, e em todas as tardes com início às 13:40, 15:20 e 16:50. Quadro dos horários da escola Manhã 1.º Bloco Intervalo 2.º Bloco Intervalo 3.º Bloco 8:30 10:00 15 min. 10:15 11:45 10 min. 11:55 13:25 Tarde 1.º Bloco Intervalo 2.º Bloco 13:45 14:30 16:00 15 min. 16:15 17:45 18: Reuniões pedagógicas e administrativas O seguinte quadro sintetiza a programação provável das principais reuniões de supervisão pedagógica que se realizarão na escola ao longo do ano letivo: Quadro das reuniões previstas para o ano letivo Reunião Data Conselho Pedagógico 8 SET 12 SET 22 OUT 19 NOV 10 DEZ 15 JAN Conselho Pedagógico (continuação) Departamentos Curriculares Grupos Disciplinares Cursos Profissionais Conselho Diretores de Turma Diretores de Turma e E. E. Conselhos de Turma de Avaliação Conselhos de Turma Intercalares Conselhos de Turma EB 1.º Semestre Preparação de Exames 25 FEV 11 MAR 6 MAI 25 JUN 8 JUL 9 SET 9 JUL 9 SET 11 SET 26 NOV 11 MAR 9 JUL 10 SET 30 JUN 11 SET 9 DEZ 18 MAR 27 MAI 29 SET a 3 OUT 5 a 10 JAN 7 a 10 ABR 17 a 19 DEZ 23 a 25 MAR 3 a 13 JUN 6 a 17 OUT 26 a 30 JAN 11 JUN 4. Projeto EPIS Empresários para a Inclusão Social No seguimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido desde o ano letivo de 2007/2008, a parceria entre a Paredes e o EPIS continua a ser uma das apostas estratégicas da escola na área do apoio 5

6 educativo e social. O projeto EPIS tem potenciado a qualidade de intervenção e de resposta da escola ao nível da referenciação e do acompanhamento de alunos em risco de abandono no 3.º ciclo do ensino básico. Com esta parceria, a escola marca posição como espaço de inclusão e dá cumprimento aos objetivos constantes no ponto 3.1 do projeto educativo, nomeadamente os referidos nas alíneas: a) [Afirmar a escola como espaço de inclusão social onde todos possam ter oportunidades iguais de acesso à formação]; b) [Promover o sucesso escolar dos alunos no quadro do currículo nacional, dentro de parâmetros de qualidade que permitam a sua plena integração na sociedade]; e c) [Desenvolver condições de apoio efetivo e contextualizado aos alunos com dificuldades em cumprir o seu percurso escolar ou em risco de abandono, de forma a garantir a manutenção de taxas residuais de abandono real]. O projeto EPIS desenvolve-se na escola com o apoio direto de uma mediadora/assistente social Dra. Tânia Ferreira, e tem o seguinte enquadramento estratégico: a) Objetivo estratégico combater o insucesso e o abandono escolares através da prevenção e da remediação de fatores de risco, da promoção de fatores de proteção sobretudo no âmbito da relação do aluno com a sua família e da indução de fatores externos de sucesso; b) Alvo alunos do 3.º ciclo do ensino básico, uma vez que se enquadram num grupo etário de maior retorno em termos de investimento nesta área e possibilitam um acompanhamento sequencial mais eficiente ao longo dos três anos do ciclo. Estão previstas as seguintes atividades do projeto EPIS, com a respetiva planificação: Quadro resumo das ações do EPIS na escola Ação Objetivos Objeto Calendário Avaliação Capacitação individual e em grupo para o sucesso escolar de alunos da carteira EPIS. Intervenção de cariz cognitivocomportamental objetivando a promoção de fatores protetores e a diminuição de fatores de risco de insucesso escolar. Capacitação familiar Reuniões periódicas de capacitação com as famílias dos alunos sinalizados. Entre a família e a escola Seminário com pais/encarregados de educação da carteira EPIS. Estratégias disciplinares Seminário com pais/encarregados de educação Promoção de Competências Pessoais e Sociais Ação de esclarecimento Combater o insucesso e o abandono escolares dos alunos do 3.º ciclo, através da prevenção e remediação de fatores de risco nos alunos e da promoção de fatores de proteção, trabalhando a motivação, debatendo crenças, treinando a resolução de problemas, hábitos e métodos de estudo, gerindo o tempo, treinando as competências sociais, e gerindo a crítica e o autocontrolo da ansiedade. Acompanhar e treinar competências com as famílias dos alunos da carteira EPIS com vista à promoção do sucesso escolar dos alunos; Espaço de encontro que procura apoiar pais/familiares de alunos do 3.º ciclo. Envolver os pais na promoção do desenvolvimento e sucesso escolar dos filhos; Promover uma relação mais próxima entre a família e a escola. Estimular a aquisição de estratégias disciplinares e de monitorização dos comportamentos dos jovens. Desenvolver as competências pessoais, interpessoais e sociais; Valorizar a dimensão humana no ensino, promovendo uma cultura do saber ser e saber estar. Alunos da carteira EPIS do 3.º ciclo. Ao longo de todo o ano letivo Metas Propostas (MP): 70% de alunos transitados. Indicadores de Medida (IM): n.º de alunos transitados. Pais e familiares dos alunos em capacitação escolar. Ao longo de todo o ano letivo. MP: 70% de presenças. IM: n.º de presenças. Pais/EE da carteira EPIS. setembro de 2014 MP: Participação de mais de 14 pais ou EE IM: n.º de participantes. Pais/EE de alunos sinalizados com problemas de indisciplina da carteira EPIS. Calendário a definir. MP: Participação de mais de 14 pais ou EE. IM: n.º de participantes. Alunos do 8.ºA, J e 9.ºK 1.º Período IM: Nº de alunos. 6

7 5. Parcerias e Protocolos O protocolo que estabelece a parceria entre a Paredes e a Câmara Municipal de Paredes foi renovado e aplica-se às diferentes áreas de interesse nas quais a escola e a autarquia preveem poder trocar recursos, meios e projetos designadamente a área cultural, a área desportiva e a área de lazer. Na área cultural, a parceria incidirá, sobretudo, na promoção de exposições coorganizadas pelas duas instituições, de que constitui um exemplo a exposição sobre Kierkegaard, mas também na renovação da participação direta da escola em programas da autarquia como o Art on Chairs. Também no âmbito da cultura, a escola associou-se à Biblioteca Municipal, através de um protocolo formal, num projeto de partilha de informação da rede municipal de bibliotecas. No que diz respeito às atividades desportivas, estão previstos protocolos de cooperação que têm como objeto a cedência mútua de instalações para a prática desportiva. Neste âmbito, os alunos da escola podem, entre outros, fazer uso da piscina municipal, ficando a autarquia com tempos de utilização do pavilhão desportivo e dos campos de jogos exteriores da escola. Os alunos da escola matriculados nos cursos básicos de música e de dança frequentam as aulas da componente vocacional na Academia de Música de Paredes e na Academia de Dança de Paredes instituições parceiras nestes cursos. A oferta educativa associada ao antigo programa Novas Oportunidades, traduzida agora pelo funcionamento de 6 turmas dos cursos profissionais, tornou imprescindível o desenvolvimento de parcerias com empresas do concelho, para dar resposta à necessidade de colocação, da parte da escola, de alunos em estágios profissionais. Neste sentido, a Associação Empresarial de Paredes [AEP] tem vindo a desempenhar um papel bastante importante, não só pelo apoio logístico que tem prestado em termos dos contactos com as empresas pertencentes à associação, mas também pelo acolhimento, pela própria AEP, de alunos estagiários da escola. A cooperação com a Faculdade de Letras da Universidade do Porto [FLUP] continua a efetivar-se no domínio da formação inicial de professores e mantém como referência dois eixos protocolares. Um, da perspetiva da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que passa pela colocação na Paredes de docentes em formação. Outro, que reconhece a Paredes e os seus professores como parceiros privilegiados, nomeadamente no que diz respeito ao acesso a espaços da FLUP como, por exemplo, a Biblioteca, ao direito a descontos nas propinas de Mestrado, Doutoramento e cursos de pós-graduação, e à aquisição, a título gratuito, de publicações editadas ou a editar pela FLUP. O protocolo estabelecido com a Rede de Bibliotecas Escolares do Porto visa sobretudo criar um sistema de cooperação entre as Bibliotecas Escolares/Centros de Recursos do distrito do Porto, com o intuito de fomentar uma política coordenada de aquisições, de troca de informação bibliográfica, de dinamização dos empréstimos entre bibliotecas assente na constituição e na manutenção online de um catálogo coletivo. Para apoio aos alunos no âmbito do ensino especial, designadamente os casos de alunos com currículo específico individual, e atendendo ao enquadramento previsto na Portaria n.º 275-A/2012, de 11 de setembro, foi celebrado um protocolo entre a Paredes e a Emaús Associação de Apoio ao Deficiente Mental, com sede em Paredes. Mantém-se em vigor o protocolo de cooperação entre a escola e o Agrupamento de Escolas Daniel Faria, no âmbito do projeto CQEP. 7

8 6. Plano de Formação O plano de formação da escola contempla duas vertentes. Uma, que associa a Paredes ao Centro de Formação da Associação de Escolas de Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel [CFAEPPP] e que se consubstancia no plano de formação do Centro. O plano, constrangido, é certo, por fortes restrições financeiras, é o resultado das necessidades diagnosticadas pelo pessoal docente e não docente das escolas ligadas ao Centro de Formação. As conclusões do debate interno que o Centro promoveu sobre as diversas possibilidades de concretização de um plano de formação das escolas sem o recurso ao financiamento comunitário, como seja o recurso a uma bolsa de formadores internos das escolas, a formação paga pelas escolas ou a formação paga pelos formandos, apontaram no sentido de que em 2014/2015 o investimento ao nível do plano de formação vai continuar a ser o recurso a uma bolsa de formadores internos constituída por docentes que possuam perfil específico para serem formadores, e o desejem ser, sem contrapartida financeira. Outra vertente é a que comporta a oferta interna de formação impulsionada exclusivamente pela escola e orientada preferencialmente para o pessoal não docente, mas, também, em casos particulares, para o pessoal docente. Neste caso, constituem áreas preferenciais os recursos tecnológicos, como o quadro interativo, o aprofundamento da oralidade, quer em língua portuguesa quer em língua inglesa, e o domínio de técnicas de escrita. 7. Disciplina Os indicadores de comportamento disciplinar disponibilizados anualmente no relatório de execução do plano de atividades permitem aferir de forma positiva a estratégia delineada pela escola na prevenção da indisciplina, designadamente o regime de funcionamento do gabinete pedagógico renovando-se a indicação, este ano letivo, de que funciona na biblioteca, e recebe prioritariamente os alunos a quem tenha sido dada ordem de saída da sala de aula. Algumas das ocorrências menos graves que tenham lugar fora da sala de aula podem também suscitar o encaminhamento de alunos para este serviço de apoio. O gabinete pedagógico não pretende apenas cumprir a função de ponto de receção. Os alunos ficam ocupados com tarefas definidas pelo professor responsável pela ordem de saída da sala de aula ou, optando o professor por não determinar qualquer tarefa, com a leitura de livros selecionados em função da idade e da maturidade dos alunos. Assim, os professores responsáveis pelo gabinete cumprem essencialmente três funções: mantêm um registo dos alunos a quem foi dada ordem de saída da sala de aula ou que se tenham envolvido em outras ocorrências disciplinares, para que possa ser feita uma avaliação em tempo real das situações passíveis de serem objeto de ação disciplinar; orientam pedagogicamente os alunos, distribuindo tarefas; e, indiretamente, por ação da professora coordenadora do gabinete, mantêm a direção da escola informada das ações disciplinares. As questões disciplinares, em sentido lato, compreendendo conceitos como a prevenção e a dissuasão de comportamentos de risco e a ressocialização escolar estão na alçada das competências da equipa multidisciplinar, que prossegue essencialmente os objetivos definidos no ponto 5 do artigo 35.º do EAEE, designadamente os seguintes: 1) inventariar as situações problemáticas com origem na comunidade envolvente, alertando e motivando os agentes locais para a sua intervenção, designadamente preventiva; 2) promover medidas de integração e inclusão do aluno na escola tendo em conta a sua envolvência familiar e social; 3) acompanhar em permanência os alunos que 8

9 revelem maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar, comportamentos de risco ou gravemente violadores dos deveres do aluno; 4) acompanhar os alunos nos planos de integração na escola e na aquisição de e desenvolvimento de métodos de estudo, de trabalho escolar e medidas de recuperação da aprendizagem; 5) supervisionar a aplicação de medidas disciplinares corretivas e sancionatórias, sempre que essa missão lhe seja atribuída; 6) aconselhar e propor percursos alternativos aos alunos em risco, em articulação com outras equipas ou serviços com atribuições nessa área; 7) estabelecer ligação com as comissões de proteção de crianças e jovens em risco, designadamente, para os efeitos e medidas previstas no EAEE, relativas ao aluno e ou à sua família; i) promover sessões de capacitação parental, conforme previsto nos n.ºs 4 e 5 do artigo 44.º do EAEE; 8) promover a formação em gestão comportamental constante do n.º 4 do artigo 46.º do EAEE; k) assegurar a mediação social, procurando, supletivamente, outros agentes para a mediação na comunidade educativa e no meio envolvente, nomeadamente pais e encarregados de educação. Quadro do horário e atendimento no gabinete pedagógico Horas 2.ª feira 3.ª feira 4.ª feira 5.ª feira 6.ª feira 08:30 09:15 09:15 10:00 Alexandra Chatillon Jorge Boaventura Mário Cruz Laura Silva Olímpia Pinto Isabel Machado 10:15 11:00 11:00 11:45 Daniela Sousa Manuela Pacheco Joaquim Brandão Conceição Pereira Teresa Carrapa 11:55 12:40 12:40 13:25 Serafina Moreira António Aresta Ana Garrido Manuela Pacheco Dalila Duarte Fátima Correia 13:45 14:30 Paulo Costa Gracinda Ramos João Capote Dalila Duarte [Direção] 14:30 15:15 15:15 16:00 Carla Ferreira Marta Monteiro Célia Cavaleiro Lídia Matos M.ª José Ferreira [Direção] 16:15 17:00 17:00 17:45 Sílvia Martins José Carlos Frutuoso Mário Cruz Virgínia Lopes Daniela Sousa Gracinda Ramos 17:45 18:30 [Direção] [Direção] João Capote [Direção] [Direção] 8. Revisão do Plano O esforço despendido na regulamentação da configuração do plano anual de atividades tem sido suportado, também, pela aplicação de procedimentos compreensíveis e rigorosos quanto ao tempo e à forma como a revisão do plano pode ocorrer. A escola deve ter, de facto, tempos próprios para a apresentação, discussão, aprovação e reformulação de propostas de atividades, mas estes devem estar claramente definidos, sendo essa uma condição essencial à estabilidade e à coerência do plano. Neste quadro de estabilização de procedimentos e de consolidação metodológica, determina-se que o plano anual de atividades possa ser revisto sempre que ocorram alterações que justifiquem a redefinição de atividades, estratégias, planos, diretrizes ou linhas orientadoras que tenham sido aprovadas em sede própria, embora preferencialmente essas revisões devam ocorrer no espaço de tempo entre o final de um período letivo e a primeira 9

10 semana do período letivo seguinte. As sugestões de revisão do plano deverão ser submetidas à apreciação do diretor que posteriormente as validará junto dos órgãos competentes para o efeito, de acordo com a tipologia das propostas e as suas implicações na organização da atividade interna e externa da escola, à luz dos princípios orientadores e dos objetivos consignados no projeto educativo. 10

11 Anexo 1: A Organização do Ano Letivo 1.1 Orientações gerais O propósito destas orientações é organizar, para comodidade de leitura e de análise, as orientações estruturais da OAL para 2014/2015, que resultaram de um trabalho conjunto da direção da escola e do conselho pedagógico, e que seguem as diretrizes assinaladas pelo conselho geral conforme constam do regulamento interno da escola. 1. Extratos do Regulamento Interno (cf. anexo 8 Funcionamento das Atividades Escolares) 1.1. Conjunto de regras a observar durante as atividades letivas: a) A guarda dos alunos durante o período das aulas é da responsabilidade do respetivo professor; b) Todas as aulas previstas no calendário escolar devem ser lecionadas na íntegra, não existindo a possibilidade de serem interrompidas, exceto por indicação da direção da escola; c) O professor é o primeiro a entrar na sala de aula e é o último a sair da sala, certificando-se de que o espaço está em condições para receber a aula seguinte; d) Não é permitido comer nem beber durante as aulas; e) Conforme prevê o EAEE, os telemóveis devem estar desligados durante a aula; f) Os alunos devem comportar-se com urbanidade e devem contribuir para uma boa relação de ensino e aprendizagem. Em caso algum, podem comportarse ignorando a aula, prejudicando a aprendizagem dos colegas de turma ou perturbando o funcionamento de outras aulas; g) Sem prejuízo das atividades normais de limpeza, a cargo dos assistentes operacionais, aos alunos compete garantir a arrumação e o asseio da sua sala de aula A matriz curricular para o ensino básico está organizada em tempos de 45 minutos e é a seguinte: Disciplinas ou Áreas disciplinares 7.º Ano 8.º Ano 9.º Ano CB Música / Dança Português LE 1 Inglês LE 2 F E História Geografia Matemática Físico-Química Ciências Naturais EV TIC ET EF (Música Dança) EMRC Oficina TIC Total As aulas de todos os anos e cursos iniciaram-se no dia 15 de setembro, 2.ª feira. Na 6.ª feira anterior, dia 12 de setembro, foi feita, pelos diretores de turma, como habitualmente, a receção aos alunos do 7.º ano de escolaridade. 3. À data da apresentação do plano estavam matriculados na escola 1814 alunos, organizados em 68 turmas, de acordo com a seguinte rede escolar: 11

12 Ano Curso Alunos (n.º) Turmas (n.º e tipo de ensino) 7.º Ano Turmas: 8 Ensino Regular; 1 CB de Música (7I); 1 CB Dança (7J) 8.º Ano Turmas: 8 E. Regular; 1 CB Música (8F); 1 CB Dança mista (8H) 9.º Ano Turmas: 9 Ensino Regular; 2 CB Música (9C e 9D) 10.º Ano Turmas (7 CT + 4 LH + 1 CSE) 11.º Ano Turmas (6 CT + 4 LH + 1 CSE) 12.º Ano Turmas (4 CT + 2 LH + 1 CSE + 1 AV) C. Profissionais Turmas (3 CPC + 1 CPGEI + 2 CPAI) 4. A formação das turmas obedeceu, sempre que possível, ao critério da continuidade do grupo-turma do ano letivo anterior. As exceções a esta regra deveram-se aos constrangimentos legais definidos no Despacho Normativo n.º 6/2014, de 26 de maio, a opções dos alunos e encarregados de educação ou a recomendações dos conselhos de turma de avaliação. À semelhança do ano letivo anterior, e com a mesma sustentação pedagógica, foi constituída uma turma formada exclusivamente por alunos retidos o 9.º K. 5. Os horários das aulas estão marcados predominantemente no turno da manhã; contudo, por necessidade devida à escassez do número de salas da escola, optou-se, com os mesmos fundamentos apresentados no ano letivo passado, por alojar as 4 turmas do curso de Línguas e Humanidades do 10.º ano no turno da tarde. Os horários seguem a disposição prevista na tabela seguinte, com as seguintes exceções: a) as 4 turmas do 10.º ano de LH, do turno da tarde, iniciam os blocos de aulas às 13:40, 15:20 e 17:00, e terminam o turno às 18:30 horas; b) as aulas de 135 minutos, dos desdobramentos nos cursos de Ciências e Tecnologias, de Educação Visual do 9.º ano e de Educação Física no ensino básico são contínuas, ajustando-se os intervalos às horas de início da aula seguinte; c) em alguns horários do ensino básico, as aulas de 135 minutos de Educação Física e de Educação Visual podem iniciar-se às 13:45 ou podem terminar às 18:30; d) as aulas de desporto escolar têm início às 14:30 e terminam às 19:15; estão previstos 15 minutos de descanso entre as 16:45 e as 17:00 horas. Horário Normal Turno da manhã Turno da tarde 1.º Bloco 8: : º Bloco :45 3.º Bloco 11: 55 13:25 6. As limitações impostas pela dimensão dos balneários do pavilhão gimnodesportivo, a importância de fixar horários totalmente sobrepostos ou tangenciais, e a necessidade de poupança de energia e água determinaram que as aulas de Educação Física das turmas do ensino básico tenha, ficado concentradas num único bloco de 135 minutos adjudicado ao turno da tarde, conseguindo-se, assim, quase sempre, não ultrapassar o número de 5 turmas a praticar Educação Física em simultâneo. 7. A disciplina de Educação Tecnológica constitui-se como disciplina de Oferta de Escola: tem um programa próprio aprovado pelo conselho pedagógico, e funciona em articulação semestral com a disciplina de TIC, em blocos de 90 minutos. 12

13 8. A disciplina de Oficina TIC constitui-se como disciplina de Oferta Complementar de Escola: tem um programa próprio, aprovado pelo conselho pedagógico, e funciona em todas as turmas do 9.º ano, ocupando um tempo semanal de 45 minutos. 9. Sempre que possível, e sem prejuízo da especificidade de disciplinas que requeiram espaços próprios, os alunos de cada turma assistem às aulas numa sala fixa. Este critério aplicou-se progressivamente, por ordem de escolaridade, dos anos mais baixos para os anos mais altos. 10. Em relação ao desdobramento das disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais, do ensino básico, os horários estão organizados com uma aula semanal de 90 minutos para cada uma das disciplinas, com a turma não desdobrada, e com uma aula semanal de 45 minutos para cada disciplina, com a turma desdobrada. 11. Foram autorizadas pelo MEC duas turmas de iniciação dos cursos profissionais Técnico de Contabilidade e Técnico de Apoio à Infância. 12. O plano de ocupação dos tempos livres dos alunos devidos a ausências dos professores prevê 4 modalidades que facultativamente podem ser escolhidas pelos alunos: a opção pela Biblioteca, com a possibilidade de os alunos recorrerem ao professor residente de apoio ao estudo; a opção pelo anfiteatro, onde, no quadro das atividades da biblioteca, são visionados documentários ou filmes ligados aos currículos das disciplinas da escola; a opção pela sala multimédia, que funciona como uma extensão da biblioteca; e, finalmente, a opção pela sala de convívio, com o acompanhamento de assistentes operacionais. 13. Ainda no âmbito da ocupação dos tempos livres dos alunos, as modalidades referidas no número anterior estão disponíveis durante as aulas de EMRC para os alunos que tenham optado por não frequentar aquela disciplina confessional, exceto se decidirem não permanecer na escola e sempre que a sua guarda seja assegurada, fora do estabelecimento de ensino, pelos respetivos pais ou encarregados de educação. 14. A distribuição do serviço docente aos professores dos quadros do MEC que exerceram funções docentes nesta escola no ano letivo anterior obedeceu ao critério da continuidade pedagógica, exceto quando se entendeu ser vantajoso alterar a relação pedagógica entre professores e alunos ou por cumprimento das determinações de formação dos horários constantes no Despacho Normativo n.º 6/ A constituição das equipas pedagógicas a que alude a alínea j) do n.º 3 do art.º 3.º do Despacho Normativo n.º 6/2014 foi garantida pela aplicação da regra geral da continuidade pedagógica de lecionação. 16. Foram distribuídos 2 tempos de 45 minutos para a componente não letiva de estabelecimento a todos os professores da escola com horário completo. 17. No contexto do n.º 5 do artigo 4.º do Despacho Normativo n.º 6/2014, foi criada uma bolsa de substituição de professores a partir da soma das frações de tempo sobrantes dos horários docentes devidas à organização dos 13

14 tempos letivos em períodos de 45 minutos. Os blocos de tempo apurados por este processo destinam-se agora, exclusivamente, a atividades letivas, que podem configurar 3 modalidades: a lecionação de aulas para colmatar as ausências de curta duração dos docentes, a lecionação de aulas de apoio extraordinárias ou a lecionação de aulas de preparação para os exames nacionais, a marcar no fim do ano letivo As substituições de aulas por ausência imprevista do professor titular da turma são definidas pelo diretor da escola que, para o efeito, convocará por correio eletrónico o professor substituto, com 3 dias de antecedência. Este prazo pode ser reduzido sempre que haja acordo entre o diretor e o professor que vai realizar a substituição. 18. O atraso nas colocações por mobilidade interna e na publicação de instruções sobre a renovação de professores em regime de contrato a termo que foram colocados no concurso externo extraordinário, atingiu os seguintes horários: GR do Horário Código do Professor Número de Tempos Português P20 Completo Espanhol E2 16 Filosofia F7 12 Matemática M15, M16 e M17 24, 24 e 10 Física e Química FQ 13 e FQ e 16 Biologia B15 12 Ensino Especial Completo 19. Foram colocados na escola duas professoras ao abrigo do mecanismo da Mobilidade por Doença, do GR 620 e do GR 330. Sem prejuízo de algum professor dos quadros de escola ou de zona pedagógica a lecionar neste estabelecimento de ensino, ou de qualquer professor do quadro desta escola a lecionar noutro estabelecimento de ensino, à docente de Educação Física foi atribuído um horário completo exclusivamente preenchido com atividades letivas e à docente de Inglês um horário com 4 turmas de Inglês do 7.º ano em regime de coadjuvação feita por divisão da turma, completando-se o horário com serviço na biblioteca. 20. Ao abrigo do disposto na alínea c) do n.º 1 do art.º 1.º do DN 6/2014, a carga curricular da disciplina de Português, do 12.º ano, foi reforçada com 1 tempo letivo semanal. 21. Foram fixadas nos horários dos professores e nos horários dos alunos aulas de apoio que visam a promoção do sucesso escolar. Assim: Todos os alunos que frequentam disciplinas com exame nacional no fim do ano letivo têm a possibilidade de frequentar aulas de reforço, semanais, com a duração de 90 minutos, ministradas sempre que possível pelo professor da disciplina. A organização destas aulas, ou seja, os meios e os fins propostos, está na esfera de autonomia do respetivo professor, a quem coube apresentar ao respetivo delegado de grupo disciplinar um resumo das opções feitas para futura avaliação desta medida. As aulas de apoio começaram no dia 22 de setembro, sendo da responsabilidade dos professores que as ministram entregar aos diretores de turma a listagem dos alunos selecionados para assistir às aulas, permitindo, assim, que estes avisem, em tempo útil, os pais e encarregados de 14

15 educação. No conjunto dos apoios disponibilizados aos alunos, as aulas de apoio às disciplinas com exame nacional são as únicas que estão marcadas simultaneamente nos horários dos professores e nos horários das turmas Para todas as turmas dos 7.º, 8.º, 9.º e 10.º anos de escolaridade estão indicados professores para a aplicação de medidas educativas de apoio ao aluno, de acordo com as tabelas que se seguem: Mantém-se em funcionamento na escola o projeto EPIS, dinamizado pela Câmara Municipal de Paredes. A escola foi informada de que haveria uma alteração na designação da técnica mediadora, deixando de exercer funções neste estabelecimento de ensino a Sra. Dra. Patrícia Pinto, substituída, entretanto, pela Sra. Dra. Tânia Ferreira Todos os alunos do regime educativo especial com programa educativo individual usufruem de aulas de apoio em conformidade com as medidas definidas nos respetivos programas: Em função das necessidades dos alunos e dos recursos humanos da escola, podem ainda ser asseguradas outras aulas de apoio ou tutorias As atividades de apoio iniciam-se nas seguintes datas: 15 de setembro Atividades de apoio indicadas no ponto 21.2 com a indicação de Aulas na coluna Regime ; 22 de setembro Aulas de apoio às disciplinas com exames nacionais; As restantes atividades de apoio, incluindo as aulas de apoio do ensino especial, iniciam-se após os conselhos de turma intercalares previstos para o início do mês de outubro. 22. Compete aos diretores de turma notificar os encarregados de educação de todos os alunos com aulas de apoio, ou a quem foram aplicadas medidas de apoio, dando conhecimento das decisões tomadas e do horário de funcionamento das atividades. 23. Mantém-se em funcionamento um Gabinete Pedagógico, GP, com as seguintes características: o GP acolhe os alunos que receberam a ordem de saída da sala de aula por comportamento incorreto; os alunos são obrigatoriamente encaminhados para o GP por um assistente operacional; o GP funciona na biblioteca, é coordenado por professores especialmente destacados para esse efeito e prossegue o objetivo principal de integração do aluno e de promoção do sucesso escolar. Entende-se, em suma, que a sanção do aluno é essencialmente a perda da aula marcada no horário e que no GP são indicadas ao aluno tarefas pedagógicas que visam a sua reintegração escolar; estas tarefas podem ser definidas pelo professor da turma, podem ser propostas pelos professores que coordenam o gabinete pedagógico ou podem emanar da Equipa Multidisciplinar. 24. Estabelecem-se 3 modalidades de substituição de professores que antecipadamente saibam da impossibilidade de cumprir o serviço que lhes está distribuído: a) a possibilidade de permutar a atividade letiva entre docentes do mesmo conselho de turma, com os mesmos grupos de alunos; b) a possibilidade de permutar a atividade letiva entre docentes do mesmo grupo de recrutamento ou equiparado; c) a possibilidade de alterar o horário previsto para a aula. As permutas previstas nas alíneas anteriores têm de obedecer aos seguintes requisitos: a) é obrigatório o preenchimento de um modelo de permuta, assinado pelos professores permutantes, a entregar até ao último dia útil anterior à permuta no gabinete dos serviços administrativos que funciona na sala E29; b) se a permuta envolver disciplinas diferentes, o prazo previsto no ponto anterior é reduzido ao penúltimo dia útil anterior à permuta, ficando os professores envolvidos obrigados a avisar os alunos com a mesma antecedência; c) das permutas devem resultar aulas dedicadas exclusivamente ao cumprimento do currículo e dos programas de cada disciplina; d) o número de aulas [de uma disciplina] lecionadas por professores não titulares da turma não pode ultrapassar 20% do 15

16 total de aulas previstas nos dois primeiros períodos letivos e 15% do total de aulas previstas para o 3.º período. Cumprindo-se os requisitos enunciados, a permuta considera-se autorizada. A aprovação da direção é obrigatória apenas no caso da alteração dos horários, quer da componente letiva quer da componente não letiva. Quando comprovadamente a ausência do professor for conhecida apenas no próprio dia da aula e o docente consiga garantir a permuta com outro docente da mesma disciplina, e consiga avisar ou fazer avisar, em tempo útil, sempre que possível, a assistente técnica responsável por esta área, é autorizada a alteração do professor, reduzindose, depois, a escrito, o pedido de permuta. 25. Mantém-se em vigor o sistema de funcionamento dos livros de ponto do professor, lançado no ano letivo passado. Com a exceção dos cursos profissionais cursos com características próprias em que os registos de ponto vão continuar a ser feitos em função da turma, no ensino regular é adotado o livro de ponto do professor, com as regras de funcionamento que em seguida se enunciam: Os livros de ponto são recolhidos e entregues no armário que está em frente à sala geral de trabalho dos professores. Os livros de ponto das turmas do ensino profissional estarão num armário no pavilhão das aulas Os livros são recolhidos preferencialmente no início do turno do professor e entregues, sempre que possível, no final do turno. No limite, os livros serão entregues até às 18:30 de cada dia Não existindo na Editorial do MEC um modelo especial de livro do ponto para professores, o modelo de livro de ponto que vai ser utilizado é o tradicional com as devidas adaptações para o registo individual do professor. Assim, o professor preenche os seguintes campos: i) ano letivo e data; ii) ano e turma/disciplina/ n.º da lição [na coluna destinada à disciplina]; iii) hora de início da aula; iv) o sumário da aula; v) faltas dos alunos; vi) rubrica do docente. À exceção dos campos referentes ao ano letivo/data e à disciplina que agora será preenchido com a informação ano/turma/disciplina todos os outros campos já eram preenchidos pelo professor no livro de ponto da turma. No campo referente à disciplina, para além de registar as aulas, o professor deve indicar as atividades que constam no seu horário, anotando a sigla correspondente A abertura diária do livro de ponto é obrigatória. Se o professor faltar, no dia em que regressa ao serviço, procede à abertura do livro nos dias em que esteve ausente preenchendo apenas o campo reservado à disciplina Um assistente operacional recolhe as faltas dos alunos marcadas nos livros de ponto dos professores e procede ao seu lançamento no programa de faltas no prazo máximo de 48 horas após a marcação da falta. 26. De acordo com o artigo 46.º do regulamento interno, os alunos menores de idade não estão autorizados a sair das instalações da escola nos períodos de tempo destinados às aulas e nos intervalos compreendidos entre aulas, exceto com autorização expressa do diretor da escola. 27. Para conhecimento do regime de assiduidade dos alunos, especialmente por parte dos diretores de turma, prevenindo a necessidade de prestar informações aos alunos e encarregados de educação sobre esta matéria, recomenda-se a consulta do anexo 7 do regulamento interno da escola. 28. Nos horários dos professores constam, para além das aulas, uma série de atividades que são indicadas por siglas, aqui explicitadas: 16

17 Atividade Acompanhamento do Estudo na Biblioteca Apoio aos alunos Tutoria Aulas de apoio aos alunos do ensino básico Aulas de apoio aos alunos do ensino secundário Aulas de apoio aos alunos do regime especial Coordenador de Departamento Curricular Coordenador dos Diretores de Turma Delegado de Grupo Disciplinar Coordenador dos Cursos Profissionais Diretor de Curso Profissional Diretor de Turma Formação em Contexto de Trabalho Orientação de Estágio Plano dos tempos livres Auditório Coordenador da Formação Provedor do Aluno Coordenador da Biblioteca Escolar Coordenador do Desporto Escolar Desporto Escolar Grupo de Dança Diretor de Instalações Equipa Multidisciplinar Instrução de Processos Disciplinares aos Alunos Gabinete Pedagógico Plano Tempos Livres Sala multimédia Sigla AEB TUT APB APS AP RE C DEP C DT DEL G C CP D CURSO DT FCT OR EST AUDIT C FRM PROV C BE C DE DE DEI DI EMD IPD GP MMEDIA 29. Foram atribuídos à escola créditos para o desenvolvimento do desporto escolar, que equivalem a 21 tempos letivos, ficando assegurada a continuação das modalidades existentes no ano anterior. Os professores dos gruposequipa desencadearam, com a colaboração do coordenador do departamento escolar (CDE), os mecanismos necessários para o recrutamento dos atletas. Compete ao coordenador do desporto escolar dar conhecimento à direção da escola e à coordenadora dos diretores de turma das listas de inscrição definitivas, bem como a atualização mensal das listas e a sua divulgação junto das estruturas de gestão referidas. 30. Constatando-se que as tardes de quarta-feira não têm sido reservadas pela coordenação local do DE para a realização de torneios que em regra se desenvolvem ao sábado os horários interno do desporto escolar foram alterados ocupando agora as tardes de 2.ª, 3.ª e 4.ª feira, no caso das atividades praticadas no Bloco G, e os tempos mais convenientes aos alunos no caso do Xadrez. 31. Considerando a especificidade de funcionamento das atividades letivas nos cursos profissionais, designadamente a obrigatoriedade da reposição das aulas não lecionadas, os docentes destes cursos estão autorizados a adiar as aulas marcadas nos horários desde que cumpram cumulativamente os seguintes requisitos: a) informem previamente a coordenadora dos cursos profissionais, de modo a ser possível prover a substituição da aula; 17

18 b) não ultrapassem 4 tempos de atraso por disciplina, considerando a planificação feita no início do ano escolar. Em quaisquer outras circunstâncias serão averbadas as devidas faltas de presença. As aulas adiadas serão necessariamente repostas nos tempos de faltas de outros professores da mesma turma ou nos seguintes períodos: 17 a 19 de dezembro; 23 a 25 de março e 15 a 30 de junho. 32. A organização das visitas de estudo segue as seguintes regras: As propostas de visitas de estudo integram o plano anual de atividades da escola No ensino básico regular, o conselho pedagógico aprova um roteiro trienal de visitas de estudo, temático, que se torna operacional, em cada ano letivo, depois de ouvidos os professores dos departamentos No ensino secundário regular, transitoriamente, até à definição de regras semelhantes às adotadas no ensino básico, as visitas de estudo são propostas pelos coordenadores dos departamentos curriculares e integram o plano anual de atividades seguindo os procedimentos comuns: parecer favorável do conselho pedagógico e aprovação do conselho geral. Mantém-se, para cada ano de escolaridade, o limite máximo anual de duas visitas de estudo que intersetem as atividades letivas No ensino profissional, as visitas de estudo são propostas pelos diretores de curso e são apresentados no conselho pedagógico pelo coordenador dos cursos profissionais para integração no plano de atividades As regras de concretização do plano das visitas de estudo são as que estão previstas na lei Não são autorizadas visitas de estudo nas últimas 8 semanas de aulas do ano letivo, sem prejuízo de disposições em contrário, definidas pelo conselho pedagógico e pelo conselho geral, e devidamente fundamentadas. 33. As classificações atribuídas pelos professores da escola nos testes de avaliação e nos trabalhos escritos seguem a seguinte tabela de conversão: Ensino Básico Ensino Secundário 0-19 Fraco 0-7 Fraco Insuficiente 8-9 Insuficiente Suficiente Suficiente Bom Bom Muito Bom Muito Bom 34. Relativamente aos testes escritos de avaliação, são adotados os seguintes procedimentos: a) os alunos não realizam mais do que um teste diário, salvas situações excecionais devidamente concertadas entre os professores e os alunos; b) os testes escritos, depois de corrigidos e avaliados, são devolvidos aos alunos antes do fim de cada período letivo; c) não se realizam testes na última semana de aulas de cada período letivo, salvo em casos especiais devidamente fundamentados pelos professores. 35. Como habitualmente, foi atribuído um número de cópias e impressões a cada professor da escola, destinado a ser utilizado ao longo do ano, sendo o acesso à fotocopiadora feito com os códigos que já estão definidos. Como a fotocopiadora está equipada com uma placa de rede, continua a ser possível usá-la para imprimir a partir de qualquer computador da sala de trabalho, utilizando os referidos códigos. O plafond individual é definido, entre outros critérios, tendo em consideração o número total de alunos das turmas distribuídas a cada professor, assim como os 18

19 diferentes cargos atribuídos. Apenas as cópias impressões destinadas aos alunos dos cursos profissionais não estão contempladas no referido plafond, pelo que devem ser solicitadas junto do serviço de reprografia da escola Os professores que ainda não possuem os códigos de acesso por se encontrarem colocados na escola pela primeira vez deverão levantar na direção um documento com essa informação Por razões de contenção orçamental, não serão admitidos reforços intercalares das quantidades de fotocópias atribuídas. 1.2 Mapas Mapa do Exercício de Cargos na Escola O mapa seguinte descreve todos os cargos desempenhados por professores da escola, e está organizado em 3 colunas principais: cargo, professor e tempos de redução, destacando-se, em fundo cinzento, nesta terceira coluna, a subcoluna dos tempos devidos ao crédito na componente de gestão CG: Tempos de redução Cargos Professores CL CNL CG Outros Escola Artigo 79 Diretor Francisco Queirós Subdiretor João Ribeiro 21 Paula Costa 20 Adjuntos Marília Gomes 20 Prof. Bibliotecário Ana Lourenço 21 2 Luísa Cardoso 8 Coordenador Maurício Queirós Diretor de Curso Ensino Profissional Albina Oliveira 7 Ana Costa 3 Olga Brochado 4 4 Coordenador de Isabel Afonso 2 4 Departamento Helena Sepúlveda Paulo Marcos 4 2 Coordenador dos DT Fernanda Pereira Leite 8 Olga Brochado 2 Fátima Oliveira 2 Alda Ribeiro 2 Ana Paula Marrana 2 João Capote 2 Susana Soares 2 José Carlos Frutuoso 2 Delegado de Grupo Lurdes Marante 2 Helena Valente 2 Elisabete Carvalhais 2 Conceição Pereira 2 Sandra Madeira 2 Célia Duarte 1 Goretti Cruz 2 Diretor de Instalações Cândida Queirós 2 19

20 Sandra Batista 2 Paulo Marcos 2 José Paulo Reis 1 Moisés Santos 1 João Gilberto Fernandes 2 Carlos Maio 2 João Paulo Alves 2 Ana Costa 2 Paulo Costa 1 Isabel Afonso 2 Orientador Cooperante Delminda Gonçalves 1 2 Coordenador do DE Luís Miguel Dias 2 2 Coordenador da Formação João Gilberto Fernandes 2 2 Provedora Margarida Andrade 2 4 João Ribeiro 2 M.ª Manuel Fernandes 2 Lídia Matos 2 Equipa Multidisciplinar Fernanda Pereira Leite 2 Fernanda Paulo 2 Ana Lourenço 2 Presidente do Conselho Geral Alda Ribeiro 2 2 Apoio Estatística Teresa Amaral [Estatística] 8 Apoio Cursos Profissionais Luísa Cardoso [Cursos Profissionais] 2 8 Apoio Informática Sandra Madeira [Informática] 16 Apoio GP Ana Paula Marrana [GP] 2 Apoio Exames Nacionais Conceição Duarte [Exames Nacionais] 2 2 Apoio Cursos Profissionais Maurício Queirós [Cursos Profissionais] 2 2 Diretores de Turma do Ensino Básico 7A Célia Duarte; 7B Ana Paula Marrana; 7C Carla Alberto; 7D Carla Ferreira; 7E Sílvia Martins; 7F Fátima Correia; 7G Maria Campilho; 7H Anita Dias; 7I Paula Correia; 7J Carlos maio; 8AAmérico Neves; 8B Gracinda Ramos; 8C Carlos Flávio Santos; 8D José Paulo Reis; 8E Ana Aguiar; 8F Cândida Queiróz; 8G Iolanda Borges; 8H Ana Ribeiro; 8I Fátima Oliveira; 8J Sofia Silva; 9A Celsa Gonzãlez; 9B Fátima Cardoso; 9C Elsa Carneiro; 9D Alexandra Chatillon; 9E Josefina Ribeiro; 9F Célia Cavaleiro; 9G Ana Costa; 9H Ilídia Ferreira; 9I Sandra Madeira; 9J Célia Duarte; 9K Conceição Pinto. Diretores de Turma do Ensino Secundário 10A Fernanda Pereira Leite; 10BSusana Cunha; 10C Lisa Taveira; 10D José Alberto Pereira; 10E Naír romão; 10F Fátima Miranda; 10G Helena Sepúlveda; 10HPaulo Marcos; 10I Delminda Gonçalves; 10J Dalila Duarte; 10K António Ribeiro; 10L Ana Rita Kramer 10CPC Conceição Pinto;10CPI Albina Oliveira; 11A Mário Cruz; 11B Goreti Cruz Mário Cruz; 11C Sónia Monteiro; 11D Rui Almeida Virgínia Correia; 11E Luís Dias; 11F Manuela Couto; 11G M.ª José Ferreira; 11H Pedro Gonçalves; 11I Serafina Moreira; 11J Fátima Mota; 11K Teresa Amaral; 11CPC Beatriz Domingos; 11CPI Albina Oliveira; 12A Lídia Matos; 12B Mário Vieira; 12C João Paulo Alves; 12D Virgínia Correia; 12E Goreti Cruz; 12F José Carlos Frutuoso; 12G Moisés Santos; 12H José Carlos Frutuoso; 12CPC Luísa Súcia e 12CPGEI Paulo Costa Mapa das Direções de Turma e dos Apoios Pedagógicos Para além dos créditos referido no mapa anterior, a escola utilizou também um conjunto de créditos para aplicação nas direções de turma CG e nas atividades de apoio pedagógico CAP. O mapa seguinte faz a demonstração dos tempos utilizados pelos professores nas direções de turma e no apoio pedagógico, destacando-se, como no mapa anterior, em fundo cinzento, os créditos das fontes CL e CAP: 20

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