RECLAMAÇÃO TRABALHISTA

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1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA ª VARA DO TRABALHO RECLAMAÇÃO TRABALHISTA XXXXXXXXXXXXXXXXXXX, brasileiro, casado, administrador, residente e domiciliado na Rua XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, nesta capital, vem, por intermédio de seus procuradores (instrumento procuratório incluso) com endereço de intimações na Rua Eliseu Martins nº 1294, sala 104, Edifício Oeiras, perante V. Exa. interpor: RECLAMAÇÃO TRABALHISTA, Contra XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, filial Teresina (PI), com sede na avenida XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, passando a expor fatos e fundamentos abaixo aduzidos: I PRELIMINARMENTE 01. É a presente reclamação trabalhista promovida em face de XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, cuja denominação se deu em virtude da fusão realizada entre duas empresas, XXXXXXXXXXXXXXXX e XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, através do Ato de concentração n /99-12, junto ao CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE, Órgão do Ministério da Justiça.

2 II DA SINOPSE FÁTICA 02. O reclamante foi admitido pela reclamada em fevereiro de 1997, contratado, inicialmente, para exercer o cargo de Gerente de Distribuidores, permanecendo nessa função até junho de 1999, quando foi promovido para exercer o cargo de Gerente de Logística nas fábricas Antártica de Teresina e São Luís. Desempenhou esta função até março de 2001, período esse em que foi abruptamente demitido sem justa causa. 03. A jornada de trabalho para o qual fora contratado era de 44 horas semanais, isto é, das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas de segunda a sexta-feira e aos sábados das 8:00 às 12:00 horas. Todavia, esses períodos não eram obedecidos. 04. Durante o 1 período (02/97 a 06/99), em que laborou na função de Gerente de Distribuidores, era submetido a uma jornada de trabalho das 7:00 às 22:00 horas, com intervalo de 30 (trinta) minutos para almoço na própria fábrica (às vezes, almoçava em casa). Exercendo, em média, 07 (sete) horas extras diárias. Ocorre que, freqüentemente, de quinta-feira a domingo, durante duas semanas no mês, a jornada estendia-se até as 02: Nesse interstício, é prudente externar, que o expediente na fábrica encerrava-se às 18:00 horas; porém, desse horário até as 22:00 horas, realizava atividades externas com recepção da equipe de vendas nas revendas (18 20 horas), retornando à pdv (ponto de vendas) a rota diária e as visitas de rotina (20 22 horas). 06. Em relação ao 2 período (06/99 a 03/01), quando o reclamante passou a desempenhar a função de Gerente de Logística, igualmente era submetido a uma jornada excessiva. Obedecia ao seguinte horário de trabalho: 7:00 às 22:00 horas, com intervalo de 30 minutos para almoço na própria fábrica. Essa jornada era idêntica para os sábados, domingos e feriados, perfazendo, em média, 07 (sete) horas extras diárias. 07. O reclamante, quando exercia a função de Gerente de Distribuidores, conjuntamente com os gerentes de negócios, realizavam planos para manter e melhorar a forma e estrutura das revendas no mercado. Para isso, tinha que, em determinados períodos, viajar periodicamente para diversas regiões do Piauí e Maranhão. Frise-se, ainda, que o reclamante desempenhava suas funções basicamente na cidade de Teresina. 08. Assim, a jornada de trabalho do reclamante, costumeiramente, se desenvolvia em finais de semana e em horário noturno, posto que fiscalizava as vendas dos produtos comercializados pela reclamada (bares, clubes, restaurantes e outras atividades correlatas). 09. No exercício da função de Gerente de Logística, o reclamante desempenhava atividades relacionadas a toda movimentação da fábrica, tais como: compra de insumo, programação de produção, estoque,

3 expedição (processar os pedidos e emitir notas fiscais) e carregamento de caminhões. As atividades de expedição e carregamento de caminhões sempre extrapolavam os horários nos finais do mês, vésperas de feriados, finais de semana e grandes eventos. 10. Percebia o reclamante, à época da rescisão contratual SEM JUSTA CAUSA, o salário de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), sem qualquer gratificação de função, conforme contra-cheques anexos. III DA DESCARACTERIZAÇÃO DO CARGO DE GERÊNCIA 11. Antes de adentrar nas razões propulsoras da presente reclamatória, convêm, de início, evidenciar que, embora a denominação da função seja precedida do termo gerente, o reclamante nunca foi investido nos poderes inerentes. Não tinha poderes para admitir, demitir, nem representava a empresa. Melhor explicando, não tinha poderes de gestão. Ademais, é prudente externar que somente detém tais poderes, na filial de Teresina, o Gerente Comercial e o Diretor da Unidade, a quem era subordinado o reclamante. 12. O título gerente anteposto nos cargos ocupados pelo reclamante era uma denominação apenas graciosa e ficta, jamais tendo recebido (conforme prova pelos contracheques anexos) nenhuma gratificação que pudesse caracterizar gerência nos moldes admitidos pelo art. 62, inciso II, da CLT. 13. Assim resta evidenciado que o reclamante era um funcionário comum que exercia suas funções em jornada superior a constitucionalmente fixada pelo art. 7, inciso XIII. 14. Comungando do mesmo entendimento, abaixo contem alguns arrestos jurisprudenciais. Gerente requisitos Gerente. A excludente contida na alínea b do art. 62 da CLT exige que o empregado exerça a função de gerente, investido de mandato, com poderes para gerir os negócios da empresa (TRT/SP Ac. 5ª T 17503/90 Rel João Carlos de Araújo. DJSP ). Horas extras devidas. Cargo de confiança. Horas extra. A denominação de gerente não caracteriza o exercício de cargo de confiança, se de fato o empregado não tem poderes para admitir ou demitir empregados. Devidas como horas extras as trabalhadas além da jornada normal. (TRT 2ª Reg. RO Ac. 6 T Rel Juiz Sérgio Prado de Mello. DJSP , p. 162).

4 IV DAS HORAS EXTRAS E DO ADICIONAL NOTURNO a) Quando exercia a função de Gerente de Distribuidores 02/97 a 06/ Consoante disposto na sinopse fática, a carga de trabalho excessiva se dava por conta de o reclamante desenvolver atividades diurnas e noturnas, coordenando as equipes de Gerentes de Distribuidores, quando da comercialização dos produtos da reclamada. 16. Dentre as funções exercidas pelo reclamante, como GERENTE DE DISTRIBUIDORES, basicamente atuava no CONTROLE DE VENDAS DAS ÁREAS COMERCIAIS, cujas tarefas encontram-se adiante discriminadas: i. Supervisionava o estudo e pesquisa, fundamentais à comercialização dos produtos, indicando à reclamada quais os possíveis e melhores compradores; ii. Promoção e comercialização dos produtos industrializados pela reclamada; iii. Realizava, também, o supervisionamento a todos os supermercados que adquiriam os produtos da reclamada, verificando os níveis de aceitação dos mesmos. Essa tarefa implicava em visitas pessoais periódicas; iv. Fiscalizava as visitas a bares, restaurantes, trailes, churrascarias, lanchonetes, enfim, a qualquer tipo de comércio que pudesse adquirir os produtos da reclamada, fazendo nessa oportunidade publicidade e fechamento de contratos de exclusividade; v. Participava de campanhas promocionais da própria indústria e de seus distribuidores, além de clubes particulares, formandos, etc. Essas campanhas, em geral, eram organizadas para intensificar a divulgação e conseqüentemente as vendas; vi. Também fazia parte do trabalho do reclamante a fiscalização da parte de publicidade, fiscalização de contratos em eventos fora de Teresina, a exemplo de vaquejadas, festejos, carnavais fora de época, feiras agropecuárias, etc. Nesses eventos, o reclamante realizava todas as tarefas sozinho, ou acompanhado dos Gerentes de Negócios desde a visita do cliente, fechamento de contrato de exclusividade e fiscalização deste, bem como, atividades de afixação de cartazes, bandeiras, entrega de brindes, etc; vii. Na cidade de Teresina, juntamente com os gerentes de negócios, o reclamante participava de todos os eventos festivos da cidade, realizando visitas prévias, concretizado contratos de fornecimento de produtos com exclusividade em órgãos oficiais (Prefeitura de Teresina, Pientur, etc.) e fiscalizando se tais contratos, durante os eventos, eram cumpridos. Isso importava numa verdadeira maratona, sem hora para iniciar e terminar, o reclamante ficava a disposição da empresa, em determinados dias, em quase 20 horas de trabalho, com tempo mínimo para um curto repouso. Durante o carnaval, por exemplo, o reclamante fiscalizava os bares e clubes antes das atividades e durante as festividades, da mesma forma se dava com o parque de exposição, micarina, vaquejada, reveilon, prévias carnavalescas, carreatas no aniversário de Teresina, etc. viii. Participação ativa no acompanhamento e fechamento de evento Piauí Amor de Verão, no período de 97 e Apesar das atividades listadas serem desenvolvidas (o que demonstra com clareza pela

5 própria natureza do trabalho), muitas vezes, em horário noturno, o reclamante nunca recebeu da reclamada adicional noturno, nem horas extraordinárias. 18. Ora, não obstante a maior parte do trabalho do reclamante ser desenvolvido externamente, este poderia portar ficha de controle de trabalho externo, a fim de capacitar a reclamada das horas extras trabalhadas, notadamente nos serviços que desenvolvia habitualmente nos finais de semana nas campanhas promocionais. 19. Enfim, o reclamante era submetido a um regime de sobrejornada de trabalho, perfazendo uma média de 07 (sete) horas extras diárias. Laborava de segunda a sábado das 7:00 às 22:00 horas. É curial ressaltar que, durante duas semanas do mês, essa jornada era de quinta a domingo das 7:00 às 2:00 do dia seguinte, perfazendo, nesse período, 11 (onze) horas extras, sendo dessas 04 (quatro) horas noturnas. 20. Assim, requer, na forma prevista nas ACT's, o pagamento das horas extras laboradas e não pagas, à base, em média de 07 (sete) horas extras diárias durante o lapso temporal de fevereiro de 1997 a maio de 1999, na forma do art. 7, inciso XVI da CF e En. 347 do TST. É de ressaltar-se, também, que durante duas semanas no mês, a média de horas extras, de quinta a domingo, passará para uma média de 11 (onze) horas, sendo dessas 04 (quatro) horas noturnas. b) Quando exercia a função de Gerente de Logística 06/99 a 03/ Quando passou a exercer o cargo de Gerente de Logística, em junho de 1999 a março de 2001, segundo disposto na sinopse fática, o reclamante possuía a seguinte jornada: i. Segunda a sábado jornada das 07:00 às 22:00 horas, com intervalo de 30 (trinta) minutos para almoço na própria fábrica; ii. Domingos e feriados jornada das 8:00 às 18:00, com intervalo de duas horas para almoço, sempre utilizados para as seguintes atividades: preencher requisitos da unidade de implantação do modelo de gestão Brahma e da busca de alternativas para ganhar o Programa de Excelência (PEF 2000); dias de limpeza; descarte de produtos; adequação ao programa 5 S (programa de qualidade da empresa); inventário de produtos; treinamentos, fabricação de produtos; manutenção de máquina, carregamento de veículos para abastecer as revendas em períodos de festas, etc. 22. É fato que, graças ao trabalho da área de logística coordenado pelo reclamante, a empresa que figura no pólo passivo da demanda atingiu 03 das 5 metas anuais da fábrica, obtendo o 2 lugar no PEF 2000, tendo o Setor de Logística de Teresina alcançado o troféu de logística n 1 do Brasil. 23. Nesse período, apesar de laborar em jornada superior à prevista legalmente, o reclamante

6 nunca percebeu nenhum adicional de horas extraordinárias; aviltando o preceituado no inciso XII, art. 7, da Constituição Federal. 24. Corroborando o asseverado, anexa-se a presente peça exordial as seguintes provas: i. enviado ao reclamante em , comunicando que não haverá feriado no dia (Feriado de Corpus Cristi); ii. enviado ao reclamante em , comunicando que a partir daquela data não há marcação no livro de ponto. Afirmava que o horário do reclamante será controlado por sua chefia imediata. iii. enviado ao reclamante em , comunicando que, impreterivelmente, a avaliação de desempenho será realizada no dia (próximo domingo). Nesse mesmo documento há resposta do reclamante, em , às 15:58 horas, (feriado), informando que já concluiu o serviço que estava pendente. iv. enviado ao reclamante, em (sexta), às 19:46 horas, informando mudanças nas atividades da filial. Repasse de informações do reclamante, em (domingo), às 10:39. v. enviado ao reclamante, em (domingo), às 14:20 horas, incentivando o reclamante no trabalho para ganhar o PEF. vi. solicitando do reclamante todos os telefones possíveis para sua localização a qualquer hora com maior rapidez. 25. Ainda em sede de matéria de prova, junta-se, também, a presente exordial cópias de autos de infrações lavrados pela DRT na empresa que figura no pólo passivo da demanda, demonstrando que é rotineira a infração aos dispositivos legais que tratam da jornada normal de trabalho, labor em feriados, intervalo intrajornada e interjornada, etc. i. Auto lavrado em art. 70 (trabalho em feriados) pago pela empresa; ii. Auto lavrado em art. 444 pago pela empresa; iii. Auto lavrado em art. 58 (jornada normal) pago pela empresa; iv. Auto lavrado em art. 41 (livro de registro de empregados); v. Auto lavrado em art. 58 (jornada normal); vi. Auto lavrado em art. 71 (repouso intrajornada); vii. Auto lavrado em art. 71 (horas extras); viii. Auto lavrado em art. 67 (descanso semanal). 26. Nesse diapasão, é necessário frisar que as horas extraordinárias e o adicional noturno, de acordo com convenções coletivas de trabalho, possuem os seguintes percentuais:

7 i. ACT 97/98 de segunda a sábado o adicional é de 100%, nos domingos e feriados, é 120%. O adicional noturno, por sua vez, ficou estipulado em 50%; ii. ACT 98/99 de segunda a sábado o adicional é de 100%, nos domingos e feriados, é 120%. O adicional noturno, por sua vez, ficou estipulado em 50%; iii. ACT 99/00 de segunda a sábado o adicional é de 100%, nos domingos e feriados, é de 120%. O adicional noturno, por sua vez, ficou estipulado em 50%; iv. ACT 00/01 de segunda a sábado o adicional é de 80%, nos domingos e feriados, é de 100%. O adicional noturno, por sua vez, ficou estipulado em 40%. 27. Assim, requer, na forma prevista nas ACT's, o pagamento das horas extras laboradas e não pagas, à base, em média de 07 (sete) horas extras diárias durante o lapso temporal de junho de 1999 a março de 2001, na forma do art. 7, inciso XVI da CF e Em. 347 do TST. VI DO REPOUSO SEMANAL 28. Consoante já declinado, o reclamante, tanto na função de Gerente de Distribuidores, como na função de Gerente de Logística, até sua saída da empresa, em março de 2001, laborava aos domingos e feriados (recorde-se que, na função de Gerente de Distribuidores, havia labor aos domingos e feriados duas vezes ao mês; na função de Gerente de Logística, havia labor todos os domingos e feriados). No entanto, jamais recebeu pelos dias de repouso assegurados. 29. Assim, requer, na base de 04 (quatro) repouso por mês, durante a vigência de todo o contrato de trabalho, o pagamento em dobro na forma do art. 9 da Lei n 605/49 e Enunciado n 146 do TST, com horas extras integralizadas. VII DO SALÁRIO IN NATURA 30. O reclamante, no período de fevereiro de 1997 a maio de 1999, tinha a sua disposição (consoante memorando em anexo no qual solicitava a padronização do veículo com a caracterização da frota da empresa), 24 horas por dia (sendo utilizado, inclusive em finais de semana e férias do reclamante), um veículo da empresa. Essa utilidade concedida pela empresa ao empregado pela prestação dos serviços constituía, juntamente com a remuneração ofertada, um elemento de grande destaque no pacote de atração dos cargos da empresa. 31. Ou seja, constituía salário, considerando que: i. O veículo não estava vinculado a qualquer atividade externa a ser praticada pelo reclamante; ii. Permanecia com o reclamante em sua residência, utilizado não só para conduzir o mesmo ao trabalho, mas para o uso geral da família, notadamente, para passeios em finais

8 de semana, férias, etc. 32. Ocorreu que, na data acima enunciada (maio de 1999), o veículo foi abruptamente retirado da posse do reclamante sem qualquer compensação em sua remuneração, nem tampouco se considerou a utilidade fornecida pela empresa na época da rescisão do contrato de trabalho, causando, assim, da diminuição da remuneração. 33. Nos contornos delineados na hipótese, tratava-se o veículo de uma utilidade fornecida pela empresa, representando uma forma de remuneração, nos termos do art. 458 da CLT. Veja o teor do dispositivo legal: Art. 458 Além do pagamento em dinheiro, compreende-se no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações in natura que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. 34. No mesmo sentido, a jurisprudência trabalhista vem entendendo, em casos deste naipe, tratar-se de utilidade fornecida pelo trabalho e não para o trabalho. Logo, integra a verba em lume o salário, como salário in natura. Abaixo segue alguns arestos jurisprudenciais: VEÍCULO SALÁRIO UTILIDADE OU IN NATURA Diferentemente do que alega o recorrente, provado restou que o veículo colocado à disposição do empregado o foi não para o trabalho, porém pelo trabalho desempenhado já que permanecia com ele em feriados e fins de semana para seu próprio e o de sua família, portanto deve integrar a remuneração do obreiro como um plus no seu salário mensal, mormente quando ficou provado que as despesas corriam por conta da recorrente. Recurso provido parcialmente. (TRT 6ª Reg. RO 8603/99 1ª T. Relatora: Conceição Sarinho DOE/PE ) (...) SALÁRIO UTILIDADE. USO DO VEÍCULO FORA DO TRABALHO. O uso pelo empregado do veículo fornecido pela empresa, quando fora do serviço, como à noite e em fins de semana, representa salário utilidade, a integrar-se nas demais contraprestações, de acordo com os princípios insculpidos no art. 458 celetado, pois compreende-se no salário, para todos os efeitos legais, alimentação, habitação, vestuário, ou quaisquer outras prestações in natura que a empresa fornecer habitualmente ao empregado. (TRT 4ª Reg. RO /96-8 5ª T. Relator: Alcides Matte DJ )

9 SALÁRIO IN NATURA. COMBUSTÍVEL. O abastecimento indiscriminado do veículo utilizado para fins pessoais revela-se nítida contraprestação salarial, sob a forma de utilidade. Se o combustível fosse fornecido, como meio de utilização do veículo, para o trabalho, não constituiria parcela integrante do salário. Ocorre que o uso do veículo é ilimitado não se prestando, apenas à execução do dever do trabalho. Seu abastecimento deve ser levado na mesma conta, porque não existem dúvidas de que o obreiro poderia abastecê-lo nos postos autorizados da reclamada e não houve provas de que o fizesse somente para os fins laborais. (TRT 3ª Reg. RO 19454/98 Relator: Manuel Cândido Rodrigues DJMG ) 35. Assim, requer a integralização do salário utilidade na remuneração do reclamante, desde 06/99 até a rescisão contratual. Deve-se, no cálculo da mencionada utilidade, levar em consideração o preço de locação de veículo da mesma natureza (R$ 1.500,00 o preço mensal), com as mesmas características. VIII DAS FÉRIAS 36. É direito basilar do trabalhador, insculpidos na Carta Magna em seu art. 7, inciso XVII, o gozo das férias anuais remuneradas, acrescidas do terço constitucional. 37. Ocorre que, durante o contrato de trabalho do reclamante, somente foram gozados 07 (sete) dias, adquiridos no período de 97/98. Restando, desse período adquirido, o crédito de 13 (treze) dias que deverão ser indenizados em dobro, acrescidos do terço constitucional. Levando-se, também, em consideração as horas extras prestadas habitualmente, bem com o adicional noturno prestado à época do período aquisitivo. 38. Quanto ao período de 98/99, não foi gozado nenhum dia, restando, na integralidade, os 20 dias correspondentes a cada período aquisitivo, o qual deve ser indenizado em dobro, acrescido do terço constitucional; considerando-se, também, as horas extras prestadas habitualmente. 39. No que pertine o período de 99/00, também, não foi gozado pelo reclamante. Assim, requer a condenação da empresa no pagamento simples, acrescido do terço constitucional. IX DO PARADIGMA 40. À época da promoção para o cargo de Gerente de Logística na regional do Maranhão e Piauí, segundo disposto na preliminar da presente reclamação, ocorreu uma fusão de empresas (Antártica e Brahma), no qual originou a empresa reclamada. 41. Não obstante a mencionada fusão entre as mencionadas empresas, não havia

10 equiparação salarial entre os empregados que exerciam a mesma função; aviltando o dispositivo celetista contido no art. 461 da CLT. 42. Pois bem. O fato é que o reclamante, proveniente do antigo sistema Antártica, percebia a remuneração de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), atuando no Maranhão e Piauí. Em contrapartida, na unidade do Maranhão, exercendo a mesma função do reclamante e na mesma época, laborava um empregado (Sr. XXXXXXXXXXXXXXXX), percebendo, por remuneração, R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais). 43. Nem se alegue que o paradigma desempenhava função em localidade diversa da desempenhada pelo reclamante. Consoante dantes disposto, o sujeito ativo da presente demanda e o paradigma tinham uma mesma área de atuação: Maranhão e Piauí. Ou seja, exerciam a mesma atividade (Gerência de Logística) na mesma região e no mesmo lapso temporal. 44. Assim, requer que a empresa seja condenada no pagamento, durante todo o período em que o reclamante exercia a função de Gerente de Logística (junho de 1999 a março de 2001), da diferença entre a remuneração percebida pelo paradigma e o reclamante. 45. Ante a impossibilidade de o reclamante apresentar a cópia do contracheque do paradigma, desde já, propugna-se pela determinação, deste juízo, de a empresa que figura no pólo passivo da demanda apresentar o mencionado documento. X DA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS 46. A Carta Magna de 1988, em art. 7, inciso XI, assegurou aos empregados participação nos lucros ou resultados desvinculados da remuneração. O legislador ordinário, através da Lei n /00, tecendo regras gerais para o tema em comento, admitiu que a regulamentação poderá ser efetivada por acordo coletivo de trabalho. 47. No caso da empresa reclamada e o sindicato dos empregados, é de praxe firmar acordo coletivo de participação nos lucros e resultados. O mencionado acordo coletivo foi firmado no ano de 1997 e Quanto ao ano de 1999, a empresa não firmou nenhum acordo coletivo específico. Pelo contrário, em ACT 99/00, mais especificadamente na cláusula 5, foi estatuído, não obstante margem de lucro considerável, que a empresa não pagaria participação nos lucros no exercício de Pois bem. Quanto ao exercício de 97, a empresa adimpliu ao reclamante, a título de participação, 02 (dois) salários mínimos. No exercício de 2000, a empresa pagou, desta vez, 6,2 sobre os lucros do exercício. 49. No exercício de 1998, embora tenha sido pactuado (ACT em anexo) e obtido um lucro de

11 R$ 31 milhões - em um universo de 496 (quatrocentos e noventa e seis) empregados -, a empresa nada pagou ao reclamante. 50. Em relação ao exercício de 1999, também, nada foi repassado, a título de participação nos lucros, ao reclamante. Ainda que tenha obtido um lucro de R$ 21,9 milhões em um universo de 816 (oitocentos e dezesseis) funcionários, a empresa não cumpriu o preceituado no art. 7, inciso XI, da Constituição Federal. 51. Portanto, requer que a empresa que figura no pólo passivo da demanda realize pagamento dos valores correspondentes a participação dos lucros nos exercícios de 1998 e Na apuração do quantum devido, deve-se levar em consideração que o reclamante, nos Acordos Coletivos de Participação nos Lucros, enquadra-se na cláusula terceira, área comercial. XI DO SALÁRIO COMPLESSIVO 52. Antes de concluir a presente demanda, faz-se necessário, também, elucidar que a empresa apôs, no Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, sob a descrição de Serviços Especiais Prestados, o valor de R$ 5.133,33 (cinco mil, cento e trinta e três reais e trinta e três centavos). 53. Ocorre que, reconhecendo a veracidade das assertivas lançadas à presente Reclamação Trabalhista (horas extras, adicionais noturnos, férias vencidas e vincendas, equiparação salarial), a forma de pagamento contida no TRCT faz concluir que se trata de salário complessivo. Ou seja, a empresa maquiou vários direitos do reclamante, fazendo aparecer, como forma de ludibriá-lo, uma quantia significativa. 54. A doutrina e jurisprudência pátria, aqui representada pelo Enunciado 91 do TST, condenam veementemente essa forma de pagamento, decretando a nulidade do mesmo, eis que há fraude aos preceitos concedidos aos trabalhadores na Carta Magna de Enunciado n 91 Nula é a cláusula contratual que fixa determinada importância ou percentagem para atender englobadamente vários direitos legais ou contratuais do trabalhador. 55. Assim, propugna-se pela procedência da reclamação trabalhista, reconhecendo os direitos nela contidos a favor do reclamante. XII DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS 56. O Enunciado n 219 do TST, confirmado pelo Enunciado n 329, reconhece devido o pagamento de honorários advocatícios quando presentes os pressupostos que caracterizam a hipossuficiência

12 do reclamante, qual seja, a impossibilidade de demandar em Juízo sem prejuízo do próprio sustento. 57. Assim, presentes os requisitos da concessão, requer o pagamento de honorários advocatícios à base de 15%. XIV DO PEDIDO 58. Ante o exposto, requer a procedência da presente Reclamação Trabalhista, deferindo os seguintes pleitos: 1 PONTO - HORAS EXTRAS (Gerente de Distribuidores): Seja condenada a empresa/reclamada, na forma prevista nas ACT's, o pagamento das horas extras laboradas e não pagas, à base, em média de 07 (sete) horas extras diárias durante o lapso temporal de fevereiro de 1997 a maio de 1999, na forma do art. 7, inciso XVI da CF e En. 347 do TST. É de ressaltara-se, também, que durante duas semanas no mês, essas horas extras, de quinta a domingo, passarão para uma média de 11 (onze) horas. a. 1. Reflexo das horas extras diárias nas férias correspondente ao período aquisitivo de 97/98 e 98/99; a. 2. Reflexos das horas extras diárias nos décimos terceiros de 97/99; a. 3. Reflexos da horas extras diárias nas parcelas de FGTS durante o lapso temporal em que exerceu a função de Gerente de Distribuidores, como também sobre a multa de 40%; a. 4. Reflexos das horas extras nas parcelas do Repouso Semanal Remunerado e Adicional Noturno. 2 PONTO - PERÍODO ESPECIAL Seja, também, condenada a reclamada no pagamento de horas extras prestadas nas seguintes oportunidades e da seguinte forma: b. 1. Os quatro dias de carnaval de 97 a 99 em média o reclamante laborava 12 horas por dia, dias estes que por lei não é destinado ao trabalho. Assim, requer o pagamento em dobro de 48 horas;

13 b. 2. Micarinas de 97, 98 e 99, em média trabalhou 03 dias deste evento 12 horas por dia, sendo, portanto, 36 horas; b. 3. Trabalhou o reclamante nos eventos: Piauí Amor de Verão ; Circuito Antártica de Vaquejada, nos anos de 97 a 99, nos Estados do Piauí e Maranhão; Feiras Agropecuárias e eventos populares (Folguedos de 97 a 99). 3 PONTO - HORAS EXTRAS (Gerente de Logística): na forma prevista nas ACT's, o pagamento das horas extras laboradas e não pagas, à base, em média de 07 (sete) horas extras diárias durante o lapso temporal de junho de 1999 a março de 2001, na forma do art. 7, inciso XVI da CF e Em. 347 do TST. c. 1. Reflexo das horas extras diárias nas férias correspondente ao período aquisitivo de 99/00; c. 2. Reflexos das horas extras diárias nos décimos terceiros de 99/00; c. 3. Reflexos da horas extras diárias nas parcelas de FGTS durante o lapso temporal em que exerceu a função de Gerente de Logística, como também sobre a multa de 40%; c. 4. Reflexos das horas extras nas parcelas do Repouso Semanal Remunerado. 4 PONTO - REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Seja condenada a empresa/reclamada em 04 Repousos Semanais Remunerados por mês durante o período em que exerceu a função de Gerente de Logística e 02 Repousos Semanais Remunerados por mês durante o período em que exerceu a função de Gerente de Distribuidores. 5 PONTO - ADICIONAL NOTURNO (Cargo de Gerente de Distribuidores): A condenação da empresa, durante duas semanas em cada mês (quinta a domingo), no lapso temporal de fevereiro de 1997 a junho de 1999, em 04 adicionais noturnos diários. 6 PONTO - SALÁRIO IN NATURA: A integralização do salário utilidade na remuneração do reclamante, desde 06/99 até a rescisão contratual. Deve-se, no

14 cálculo da mencionada utilidade, levar em consideração o preço de locação de veículo da mesma natureza (R$ 1.500,00 o preço mensal), com as mesmas características. 7 PONTO - FÉRIAS: A condenação da empresa/reclamada no pagamento de férias em dobro no período de 97/98 (13 dias) e 98/99 (20 dias), acrescidas do terço constitucional. No período aquisitivo de 99/00, a empresa/reclamada deverá se condenada a adimplir férias simples (20 dias) acrescida do terço constitucional. 8 PONTO - SOBRE FGTS: Seja efetuado pagamento do FGTS do salário realmente devido mês a mês, incluindo horas extras, adicionais noturnos, repouso semanal, salário in natura e 13 salário. Quanto aos 40% do FGTS, paga por oportunidade da rescisão, seja condenada a reclamada a pagar o valor equivalente ao FGTS que realmente deveria ser recolhido, incluindo diferenças. 9 PONTO - DO PARADIGMA: Que seja a empresa condenada no pagamento, durante todo o período em que o reclamante exercia a função de Gerente de Logística (junho de 1999 a março de 2001), da diferença entre a remuneração percebida pelo paradigma e o reclamante. 10 PONTO DA PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS: Que a empresa que figura no pólo passivo da demanda seja condenada a realizar o pagamento dos valores correspondentes a participação dos lucros nos exercícios de 1998 e Na apuração do quantum devido, deve-se levar em consideração que o reclamante, nos Acordos Coletivos de Participação nos Lucros, enquadra-se na cláusula terceira, área comercial. 11 PONTO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS: A condenação da empresa em custas e honorários advocatícios, estes na orbe de 15%. 12 PONTO: A condenação da empresa no pagamento da multa do art. 477, 8 da CLT. 59. Requer, ainda, a citação da reclamada para, querendo, responder à presente, sob pena de confissão e revelia. 60. Protesta-se provar o alegado pelos documentos acostados, bem como depoimento

15 pessoal do reclamante, representante da reclamada e testemunhas, bem como pelos demais meios que se fizerem necessários para a elucidação do feito. Dá-se à causa o valor de R$ ,00 (cinqüenta mil reais) para efeitos meramente fiscais. Nestes termos, pede deferimento. Teresina, 15 de julho de Dra. Audrey Martins Magalhães Advogada OAB/PI 1829/88

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