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1 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL - NR - 7 Unimed Anápolis Cooperativa de Trabalho Médico. (Filial) Elaborado pela Strategy Segurança e Medicina do Trabalho

2 Índice Características da Empresa... 3 Introdução... 4 Organograma... 5 Objetivo do PCMSO... 6 Política da Empresa UNIMED ANÁPOLIS com Relação a Medicina Ocupacional 7 Metodologia de Aplicação do PCMSO... 8 Responsabilidades... 9 Responsabilidades dos Empregados Responsabilidades da Médica do Trabalho Coordenadora do PCMSO Procedimentos em caso de Acidentes com Material Biológico Os acidentes em que profissionais de saúde se expõem a sangue e outros fluidos biológicos devem ser considerados emergência médica, havendo, portanto, necessidade de se priorizar o atendimento no mais curto espaço de tempo possível Fluxograma de Conduta Após Acidente Setores da Empresa / Riscos Identificação das Funções dos Profissionais em Trabalho Formação de Grupos de Risco Homogêneos Desenvolvimento do PCMSO Sobre os EXAMES Médicos Clínicos Obrigatórios Exames Obrigatórios Observações: Documentação Ações Preventivas Recomendadas Identificação da Coordenadora do PCMSO Relação Nominal dos Trabalhadores e Riscos que Estão Expostos

3 Características da Empresa RAZÃO SOCIAL: Unimed Anápolis Cooperativa de Trabalho Médico ENDEREÇO: Rua Coronel Batista, Nº 16 Centro. Cidade: Anápolis ESTADO: Goiás CEP: INSCRIÇÃO NO CNPJ: / CLASSIFICAÇÃO DA EMPRESA PERANTE O CNAE: Atividade Médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos. CNAE: CLASSE: C - 34 GRAU DE RISCO: 3 QUANTIDADE DE COLABORADORES: 17 Colaboradores. PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PCMSO 2012: Drª Katharina da Câmara Pinto Cremonesi Médica do Trabalho _ CRM-GO 6694 ACOMPANHANTE DOS TRABALHOS DE ELABORAÇÃO DO PCMSO: Sheila Alves de Sousa DATA DE ELABORAÇÃO: Agosto 2012 Nota: Os exames médicos do trabalho serão realizados mediante programação, nas instalações do Unimed Anápolis, ou no consultório da médica do trabalho contratada. Se executados por outros profissionais médicos que não a Autora, deverão seguir rigorosamente os procedimentos, especificações e prazos citados no presente PCMSO. 3

4 Introdução As Normas Regulamentadoras NR 07 e NR 09 da Portaria do Ministério do Trabalho 3.214/78 e Lei Federal 6.514/77, deram destaque à Saúde Ocupacional, em grandes ou pequenas empresas, qualquer que seja o ramo de atividades. A NR 07, Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional, que trata especificamente da saúde do trabalhador, obriga as empresas a contarem com um médico, especialista em Medicina do Trabalho, que se torna responsável pela emissão do PCMSO Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional e uma equipe de especialistas que envolvem engenheiro de segurança do trabalho, técnicos de segurança do trabalho, enfermeiras e auxiliares. O dimensionamento desse grupo deve atender o Quadro II Dimensionamento dos SESMT, constante da Norma Regulamentadora NR 4. Na Unimed, Grau de Risco 3 a empresa não necessita instalar o SESMT, porém deve contar com médico especialista para elaborar o PCMSO e para a realização dos exames médicos obrigatórios deste documento. O profissional médico pode ser empregado da empresa ou contratado para serviços definidos. A elaboração e a posterior execução (implantação) do PCMSO exige da empresa, diretores, gerentes dos colaboradores, e dos médicos responsáveis toda colaboração para se obter o sucesso desejado. É importante que o serviço médico, contratado ou próprio tome conhecimento do Programa de Prevenção dos Riscos Ocupacionais, o PPRA, que é a base científica de engenharia para a elaboração do PCMSO, e que o precede. O PCMSO visa à prática de uma medicina preventiva, relacionada com os riscos e agentes agressivos encontrados nos locais de trabalho, e sua aplicação rígida trará os seguintes benefícios: Mantém o colaborador com saúde, melhora de seu desempenho e qualidade de vida. Melhora o relacionamento entre os trabalhadores e a própria empresa Cria espírito de colaboração entre trabalhador e empresa. Reduz abstinência Reduz despesas médicas Gera condições diversas para a melhoria das condições ambientais nos locais de trabalho. Detecta antecipadamente outros sintomas não relacionados com o trabalho. 4

5 Organograma Admissional Periódico Entregar segunda via ao empregado PCA Programa de Controle Auditivo ASO Retorno ao trabalho Mudanças de Função Demissional Individual Prontuário Guardar por 20 anos PCMSO RELATÓRIO ANUAL Absenteísmo por doença Planejamento para o próximo ano CAT a Discutir n s reuniões de CIPA Arquivar Eletronicamente Acesso imediato PAE Enviar CAT, disponibilizando cópias á CIPA Equipamentos de Primeiros Socorros Emitir CAT`S para todos os acidentes com dano à integridade física do empregado Ramal de Emergência Treinamento de Primeiros Socorros 5

6 Objetivo do PCMSO O PCMSO tem como objetivo principal a prevenção e antecipação no aparecimento e desenvolvimento ou agravamento de doenças ocupacionais e de outras doenças relacionadas com ao trabalho. Doenças relacionadas ao trabalho são aquelas relacionadas no Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde, emitida pelo Ministério da Saúde do Brasil, que relaciona 200 doenças que podem estar relacionadas com o trabalho. Como objetivos secundários do Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional, existem outras metas a obter: Redução ou eliminação de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho. Fabricação de produtos com a técnica e qualidade reconhecida pelos clientes. Auxiliar na implantação do sistema BPF Boas Práticas de Fabricação, exigido pela ANVISA. Obter ambiente de trabalho sadio, seguro e que possa gerar condições agradáveis, satisfatórias e favoráveis para os trabalhadores. Obter colaboração dos colaboradores com os objetivos técnicos, comerciais e financeiros da empresa. Redução e/ou eliminação do absenteísmo. Motivação para os membros da CIPA para atuar com vigor em suas atividades. Estado de alerta, antecipação e monitoramento dos funcionários com relação a doenças comuns. Capacitar os colaboradores em questões de higiene pessoal e sobre doenças transmissíveis em geral. Evitar contato entre trabalhadores adoentados/contaminados com os colegas de trabalho. Evitar custos para o sistema oficial do Estado e de convênios privados para tratamento de saúde dos colaboradores. Como objetivo terciário obtém-se o cumprimento integral da legislação brasileira oficial, as Normas Regulamentadoras NR 4 e NR 6 da Portaria 3.214/78 do MTBE, e fiscalização da ANVISA. 6

7 Política da Empresa UNIMED ANÁPOLIS com Relação a Medicina Ocupacional 1 o. A empresa exercerá seu papel nas relações com os colaboradores de forma a garantir ambientes seguros e ações do trabalho saudáveis e produtivos. 2 o. Considerando suas características de Atividades de Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos a Unimed Anápolis, deverá expressar em seus serviços a qualidade técnica e a preocupação com a integridade de seus colaboradores e clientes. 3 o. Conduzirá suas ações internas de forma a evitar acidentes ou o desenvolvimento de doenças ocupacionais. 4 o. Respeito às normas de trabalho nos locais onde exercem suas funções devem ser explicadas, detalhadas e exigidas dos colaboradores. 5 o. A Unimed realizará treinamentos e programas de saúde sobre doenças ocupacionais ou não. 6 o. Os empregados admitidos na empresa são considerados como possuidores de saúde plena, exceto os deficientes físicos contratados por força de Lei, e os exames médicos ocupacionais obrigatórios como os admissionais indicam a aptidão física aos cargos que ocuparão. 7 o. Os exames médicos subseqüentes avaliarão a saúde dos colaboradores com relação à exposição aos riscos existentes na Unimed Anápolis. 8 o. Todos os colaboradores que saírem da Unimed Anápolis, por vontade própria ou demitidos serão portadores, no mínimo, das mesmas condições de saúde da época em que foram contratados. 9 o. A Unimed Anápolis providenciará os devidos treinamentos necessários para evitar riscos biológicos porventura existentes. 10 o. A Unimed Anápolis providenciará a seus custos, os exames médicos, os exames complementares e as campanhas de vacinação indicadas. 11 o. A Unimed Anápolis cumprirá integralmente as normas referentes ao tratamento de dejetos e resíduos gerados em sua atividade. 7

8 Metodologia de Aplicação do PCMSO A metodologia de elaboração do PCMSO será baseada nas necessidades específicas da Unimed Anápolis, nas Normas Regulamentadoras do MTE, e nas inspeções pessoais realizadas nos locais de trabalho. É fundamental o conhecimento e a análise prévia do PPRA da Unimed, que é considerado como documento base para elaboração do PCMSO. O PCMSO tem caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde, relacionados com o trabalho, além da constatação de existência de casos de doenças ocupacionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores, desenvolvidas nesta empresa ou em anteriores. Pretende também impor procedimentos emergenciais em caso de contaminação biológica dos colaboradores. O diagnóstico das ocorrências será feito pelo médico do trabalho responsável pelos exames médicos e/ou pelos exames médicos complementares, quando necessários, de acordo com os termos da NR 7 da Portaria 3.214/78. O médico examinador deverá relatar anualmente a estatística das ocorrências para a Unimed Anápolis e para a médica autora do presente PCMSO A Unimed Anápolis participa ativamente com relatórios e estatísticas de ocorrências. Compete à médica coordenadora do PCMSO, Autora deste documento, tomar conhecimento do PPRA da empresa, este elaborado por engenheiros especialistas, onde constam os agentes eventualmente presentes nos locais de trabalho, e do relatório anual do médico examinador. A médica coordenadora deve familiarizar-se com os colaboradores e com os riscos existentes, bem como com as técnicas empregadas para reduzir ou eliminar os riscos e as funções desenvolvidas. Compete também tomar conhecimento dos EPIs e EPCs em uso, suas características para avaliar suas reais utilidades, ou fazer outras recomendações. 8

9 Responsabilidades RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR Definir e implantar a política de saúde da empresa Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre a Medicina do Trabalho. Elaborar, implantar e garantir a continuidade das ações e eficácia do PCMSO. Elaborar ordens de serviço sobre medicina do trabalho, dando ciência aos colaboradores, com os objetivos: Prevenir os atos inseguros no desempenho das funções. Divulgar as obrigações e proibições que os colaboradores devem conhecer e atender. Dar conhecimento aos colaboradores sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho. Dar conhecimento aos colaboradores que são passiveis de punição pelo descumprimento das ordens estabelecidas. Adotar medidas de controle de doenças Encaminhar os colaboradores para a realização dos exames clínicos, ou dos exames complementares em conformidade com o estabelecido neste PCMSO. Emitir a CAT Comunicação de Acidente do Trabalho, quando solicitada por quem de direito. Observar e respeitar as restrições de caráter médico contidas nos ASO s ou por informes específicos e relatórios do medico do trabalho. Divulgar o PCMSO e o PPRA a todos os colaboradores. 9

10 Informar os trabalhadores sobre: Os riscos profissionais que possam ter origem nos locais de trabalho, nos ambientes de trabalho, nas matérias primas, insumos e nos procedimentos dos colaboradores. Informar sobre os meios disponíveis sobre como elidir os riscos presentes. Divulgar apenas ao colaborador os resultados de seus exames médicos ou complementares Divulgar aos colaboradores os valores obtidos nas medições constantes do PPRA. Promover treinamentos e capacitações dos colaboradores como instrumento de garantia de saúde e segurança Custear, sem ônus para os colaboradores todos os valores resultantes da aplicação do PPRA e PCMSO. Permitir que representantes da CIPA acompanhem e tomem conhecimento das condições ambientais, dos preceitos legais e regulamentares, os limites de tolerância a exposição a riscos e as conclusões da engenharia de segurança e medicina do trabalho. Exigir cópia do PCMSO e PPRA de eventuais empresas terceirizadas. Exigir dos fornecedores o documento Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ. Desenvolver atividades externas à empresa (reuniões, esporte) para que o ambiente se torne agradável, atenuando agentes psicológicos e possibilitando a criação de espírito cooperativo entre os colaboradores. 10

11 Responsabilidades dos Empregados 1. Participar na elaboração do PPRA e PCMSO dando sugestões e na sua implantação. 2. Comunicar a seu superior hierárquico sobre fatos ou ocorrências que possam indicar riscos, inclusive os geradores de doenças ou de acidentes contrários à saúde dos empregados. 3. Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho, inclusive as ordens de serviço de segurança. 4. Usar os EPIs fornecidos pelo empregador, com a devida técnica ministrada em treinamentos, zelar pela higiene pessoal, solicitar a troca do EPI em caso de quebra, perda ou desgaste natural. 5. Submeter-se aos exames clínicos e complementares definidos neste PCMSO, ou por indicação por parte da médica do trabalho. 6. Colaborar com a empresa na divulgação do PPRA e do PCMSO 11

12 Responsabilidades da Médica do Trabalho Coordenadora do PCMSO 1. Realizar os exames clínicos previstos neste PCMSO e em outros que julgar conveniente e necessários. 2. Certificar-se da qualidade dos exames complementares ou de avaliações clinicas feitas por outros profissionais. 3. Orientar o colaborador quanto a seu estado de saúde e sobre os resultados dos exames complementares realizados. 4. Cumprir e fazer cumprir as determinações previstas na NR 07, quanto a exposição excessiva aos riscos identificados ou sobre o agravamento de doenças profissionais detectados ou ainda em disfunções de órgãos ou sistemas. 5. Solicitar da empresa a emissão da CAT referente a acidentes, doenças ocupacionais, seu agravamento ou ainda quando da necessidade de retorno ao INSS. 6. Indicar de forma clara a necessidade de afastamento do colaborador de seu posto de trabalho, o motivo e o tempo de resguardo. 7. Encaminhar o colaborador ao INSS para estabelecimento do nexo causal, avaliação da incapacidade para o trabalho e da definição da conduta previdenciária. 8. Orientar o colaborador sobre seus procedimentos e adoção de medidas preventivas para evitar o agravamento de doenças. 12

13 Procedimentos em caso de Acidentes com Material Biológico Os acidentes em que profissionais de saúde se expõem a sangue e outros fluidos biológicos devem ser considerados emergência médica, havendo, portanto, necessidade de se priorizar o atendimento no mais curto espaço de tempo possível. O mais importante é ressaltar sempre as medidas de preocupação padrão que deverão ser adotadas quando houver a possibilidade de contato com sangue, secreções, excreções, fluídos corporais, pele não - integra e mucosas. Na eventualidade de exposição acidental a material biológico, o profissional de saúde deve seguir as instruções abaixo: 1.1. Cuidados locais: Lesões decorrentes de acidentes com materiais perfuro-cortantes como agulhas bisturis e tesouras potencialmente contaminados, devem ser imediatamente, lavadas com água e sabão ou solução anti séptica detergente. As membranas mucosas e a pele devem ser lavadas com água corrente em abundância, soro fisiológico 0,9% repetindo a operação várias vezes. Deve-se evitar o uso de substâncias cáusticas (como hipoclorito e sódio), pois estas aumentam a área lesada e, conseqüentemente, a exposição ao material infectante Notificação No momento do acidente, deverá ser feita a notificação à chefia imediata, a qual por sua vez, notificará o serviço de Controle de Infecção Hospitalar e/ou o setor responsável para avaliar o acidente e determinar a conduta, o mais precocemente possível, idealmente nas primeiras duas horas e no máximo, até 72 horas após o acidente. Os Recursos Humanos devem emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), cujo o verso será preenchido pela médico que atender o acidentado, a fim de documentar o acidente para efeitos legais. 13

14 2. Avaliação do Acidente O acidente deverá ser analisado pela CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidente e/ou Recursos Humanos Material Biológico Envolvido Devem ser considerados fluídos biológicos de risco, os seguintes materiais: sangue, líquido orgânico contendo sangue e líquidos orgânicos potencialmente infectantes (sêmen, secreção vaginal, líquor e líquidos sinovial, peritoneal, pericárdico e amniótico). Suor, lágrima, fezes, urina e saliva são líquidos biológicos sem risco de transmissão ocupacional do HIV Tipo de Acidente Perfuro Cortante: compreende a penetração através da pele de agulha ou material médico cirúrgico contaminado com sangue ou outros líquidos orgânicos e potencialmente infectantes Contato com Mucosa Ocular, Oral ou Pele com Solução de Continuidade: compreende o contato direto da mucosa ou pele com solução de continuidade (dermatite ou feridas abertas) com sangue, líquido orgânico contendo sangue visível ou outros líquidos orgânicos potencialmente infectantes Contato com Pele Íntegra: compreende o contato da pele íntegra com sangue, líquido orgânico contendo sangue visível ou outros líquidos orgânicos potencialmente infectantes. O contato de material biológico com a pele íntegra não constitui situação de risco para infecção pelo HIV e, portanto, dispensa o uso de quimioprofilaxia. Porém, se a exposição envolve grande volume de sangue com alta carga viral em extensa área de pele por um período prolongado, a quimioprofilaxia pode ser considerada. 3. Situação Sorológica do Paciente Fonte Em Relação ao HIV Paciente-fonte comprovadamente HIV negativo: envolve a existência de documentação laboratorial disponível recente para o HIV (até 3 meses antes da data do acidente) ou no momento do acidente; não esta indicado a quimioprofilaxia anti-retroviral. 14

15 Paciente-fonte comprovadamente HIV positivo: um paciente-fonte é considerado infectado pelo HIV quando há documentação de exames anti- HIV positivos ou o diagnóstico clínico de AIDS; conforme a gravidade do acidente deve-se iniciar a quimioprofilaxia anti-retroviral; Paciente-fonte com situação desconhecida ou paciente fonte desconhecido: um paciente-fonte com situação sorológica desconhecida deve, sempre que possível, ser rapidamente testado para o vírus HIV, após obtido o seu consentimento; deve-se colher também sorologias para HBV e HCV. Na impossibilidade de se colher as sorologias do pacientefonte ou de não se conhecer o mesmo (acidente com agulha encontrada no lixo), recomenda-se a avaliação do risco de infecção pelo HIV, levandose em conta o tipo de exposição e dados clínicos e epidemiológicos Em Relação ao Vírus da Hepatite B / C Não existe quimioprofilaxia. Recomenda-se acompanhar a sorologia do profissional acidentado por 6 meses (1ª coleta da sorologia no momento do acidente e 2ª coleta da sorologia 6 meses após o acidente). Se a sorologia do profissional de saúde para HCV for positiva, o mesmo deve ser encaminhado para acompanhamento ambulatorial especializado. Outras Medidas: Não re-encapar as agulhas; Os materiais perfuro-cortantes devem ser desprezados em recipientes próprios; Não utilizar agulhas para fixar papéis; Ao utilizar material perfuro cortante, garantir a imobilização do paciente; Jamais utilizar os próprios dedos como anteparo; Utilizar sempre material de apoio; Não utilizar as lâminas de bisturi desmontadas; Vacinação contra hepatite B (três doses) em todos profissionais de saúde. 15

16 Caracterização do Acidente: Acidente Leve: contato com secreções, urina ou sangue em pele íntegra; Acidente Moderado: contato com secreções ou urina em mucosas; sem sangue visível; Acidente Grave: contato de líquido orgânico contendo sangue visível com mucosas ou exposição percutânea com material perfuro cortante. Os agentes biológicos podem funcionar como fatores desencadeantes concorrentes ou agravantes de dermatites de contato. Os agentes biológicos mais comuns são bactérias, fungos, leveduras e insetos. 16

17 Fluxograma de Conduta Após Acidente. 17

18 Setores da Empresa / Riscos O PPRA 2012 elaborado pela empresa Unimed Anápolis traçou condições e recomendações para a execução de trabalhos seguros, com as condições de higiene necessárias, dividiu as áreas da empresa em vários setores, em conformidade com as atividades realizadas e os riscos presentes. Ao mesmo tempo identificou e mediu a intensidade dos vários agentes de risco possivelmente existentes em cada ambiente de trabalho. Indicou medidas de proteção, uso de EPIs e outras melhorias Com base nas medições do PPRA, o PCMSO 2012 estabelece as condições de trabalho nos diversos setores da empresa, e classifica os colaboradores em Grupos de Riscos Homogêneos a seguir apresentado: 18

19 Identificação das Funções dos Profissionais em Trabalho Formação de Grupos de Risco Homogêneos Grupo Homogêneo de Exposição: corresponde a um grupo de colaboradores, que experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela avaliação da exposição de qualquer colaborador do grupo seja representativo da exposição do restante dos colaboradores do mesmo grupo descrito no PPRA. 19

20 Desenvolvimento do PCMSO 2012 A primeira atitude necessária para a elaboração do PCMSO será a de analisar e concluir sobre os riscos avaliados no PPRA 2012, em seguida avaliar os ambientes de trabalho, o uso e as qualificações dos EPI s/epcs colocados à disposição dos trabalhadores. Os trabalhos iniciais consistem em: 1. Verificar as condições de trabalho nas diversas frentes e funções, avaliando a existência de locais com Insalubridade ou Periculosidade já detectados no PPRA. 2. Verificar pessoalmente o uso apropriado dos EPIs nos ambientes de risco. 3. Verificar a eficácia dos EPCs se houverem. 4. Concluir sobre os procedimentos de segurança quanto aos riscos físicos, químicos e biológicos. 5. Verificar a qualidade do mobiliário dos ambientes de trabalho da empresa em geral. 6. Verificar condições da empresa em geral, sanitários e refeitório. 7. Analisar os movimentos repetitivos dos colaboradores com a finalidade de reduzir incidência de LER/DORT. 8. Analisar os trabalhos de movimentação de carga que podem trazer problemas músculo esqueléticos nos colaboradores. 9. Verificar e instruir sobre o controle dos exames médicos e arquivo de documentos, objetivando elaboração LTCAT e PPP. 20

21 Sobre os EXAMES Médicos Clínicos Obrigatórios Os exames médicos obrigatórios serão os definidos na NR 7 da Portaria 3.214/78. Basicamente tratam de anamnese, exame físico, anotações no prontuário, emissão do ASO Atestado de Saúde Ocupacional e os realização dos exames complementares. As normas em vigor consideram a periodicidade de realização dos exames médicos e dos complementares como abaixo: a) Admissionais Exames realizados antes ou durante o processo de admissão dos novos colaboradores, porém sempre antes de serem contratados e iniciar os seus trabalhos. Se necessário e indicados neste PCMSO, os exames complementares serão apresentados ao médico examinador antes da contratação do candidato. O médico examinador deve, obrigatoriamente, ser informado antecipadamente do cargo/função do candidato por ocasião do exame médico admissional. O objetivo é atestar a saúde física e mental do candidato e observar se ele tem plenas condições a ocupar o cargo pretendido. b) Periódicos Os exames médicos periódicos serão aplicados em todos os colaboradores da empresa. Os intervalos mínimos serão definidos com base em: Para todos os colaboradores os exames médicos periódicos serão anuais No caso do desenvolvimento de doenças ocupacionais que podem ser agravadas, ou queixas definidas dos trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que possam desencadear ou para aqueles portadores de doenças crônicas, os exames serão repetidos a intervalos menores, a critério do médico responsável. Na ocorrência de acidentes ou ainda como resultado de negociação coletiva. Em caso de atestados médicos de terceiros, a critério da empresa. 21

22 c) Retorno ao trabalho Serão realizados tão logo o trabalhador volte a assumir o cargo, depois de mais de 30 dias de ausência por afastamento devido a doença ou acidente, de natureza ocupacional ou não, ou ainda após licença maternidade e afastamento do trabalho por outros motivos. d) Mudança de função Entende-se como tal qualquer alteração de atividade ou de local de trabalho ou setor que implique em exposição do trabalhador a outros riscos diferentes daqueles a que estava exposto inicialmente. Se necessário apresentar exames médicos complementares. e) Demissionais Esses exames serão realizados antes do desligamento do trabalhador, e comprovará se está apto para trabalhos em geral ou possui algum agravo a sua saúde. 22

23 Exames Obrigatórios Setor Cargo Exames Periodicidade Atendimento CA e SAM Supervisor de Atendimento Auxiliar Administrativo Segurança Guarda de Segurança Supervisor Fisioterapia Clínico (ASO) Admissional Periódico Mudança de Função Retorno ao Trabalho Demissional Fisioterapia Auxiliar Administrativo Estagiário Obs: De acordo com NR 32_Item: A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B, e os estabelecidos no PCMSO. 23

24 Observações: Os exames laboratoriais complementares à conclusão médica ou para controle e monitoramento, serão indicados neste PCMSO, outros se necessários podem ser solicitados pelo médico examinador, ou por autoridades médicas constituídas. Os exames solicitados pela Médica do Trabalho, Autora deste PCMSO poderão ser realizados em laboratórios desta cidade, a critério da empresa, que será responsável pelos custos gerados. Exames de Audiometria de controle, realizados para os colaboradores dos Grupos acima, com a primeira repetição semestral, e em seguida anual. O resultado deve ser encaminhado ao médico examinador. Aos demais colaboradores da empresa não são previamente indicados exames médicos laboratoriais, no entanto poderão ser solicitados pelo médico examinador, a seu critério e com autorização da Direção. 24

25 Documentação O próprio PCMSO é um documento obrigatório que deve ser mantido pela empresa à disposição dos órgãos fiscalizadores. 1. A cada exame clínico realizado, o médico responsável emitirá o ASO, Atestado de Saúde Ocupacional, em duas vias, sendo a primeira via arquivada no local de trabalho do colaborador e a segunda via entregue ao colaborador. O ASO emitido conterá no mínimo : a) O nome completo do trabalhador, RG, idade, função, cargo, local de trabalho. b) Os riscos ocupacionais existentes ou sua ausência, conforme o PPRA da empresa ou as instruções técnicas da SST/DRT. c) Indicação dos procedimentos médicos aos quais foram submetidos os colaboradores, incluindo os exames complementares realizados ou a realizar, se necessários, e a data. d) Definição se o colaborador está apto, não apto ou ainda apto com restrições a exercer suas funções. e) Nome do médico responsável, assinatura CRM e carimbo. f) Assinatura do colaborador. g) Data de realização do exame. 2. Outros documentos referentes à saúde dos trabalhadores a) Sendo constatada doença, ou agravamento de doenças, ou ainda acidentes ou suas seqüelas, disfunção em qualquer órgão, caberá ao médico examinador: 25

26 Solicitar a empresa a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho CAT, com o devido preenchimento para encaminhamento ao INSS. Indicar a empresa, quando e se necessário, o afastamento do colaborador da exposição ao risco, definindo o período de resguardo, ou ainda solicitando a mudança de função. Encaminhar o trabalhador ao INSS para o estabelecimento do nexo causal, avaliação da incapacidade e definição da conduta do órgão INSS. Orientar o trabalhador para outros cuidados com relação à sua doença ou seqüela, no trabalho ou fora dele. b) Do prontuário médico. Será emitido um prontuário médico para cada colaborador, onde constarão todos os exames médicos realizados e resultados dos complementares. O documento é de posse exclusiva do colaborador, sendo arquivada pelo médico examinador, e do qual não serão fornecidas cópias a empresa por sigilo médico. c) Sobre os primeiros socorros Todo estabelecimento deverá dispor de materiais necessários aos primeiros atendimentos. Todo material deverá estar guardado por responsável na empresa, pessoa treinada para tanto, em caixa fechada. Recomendam-se os seguintes produtos: maca protetor cervical ataduras esparadrapo creme de queimaduras álcool iodado a 2% gases. tesoura 26

27 d) Monitoramento e avaliação Anualmente o PCMSO deverá ser avaliado em sua atualização e aplicação, devendo ser refeito a medida da alteração das leis específicas e mudanças nos locais de trabalho e produtos fabricados. f) Relatório anual Referente às ocorrências no último período de 12 meses. 27

28 Ações Preventivas Recomendadas Realização de campanhas internas objetivando a capacitação e saúde dos colaboradores de Unimed Anápolis constando no mínimo de: Recomendações Responsável Data Prevista Campanha de vacinação contra a gripe para todos os funcionários acima de 60 anos. Empresa ago/12 Data Realizada Status Treinamento Riscos Biológicos de acordo com NR 32 Empresa set/12 Palestra de DST / AIDS Empresa set/12 Manter vacinação dos trabalhadores da área de técnica Empresa Durante todo ano Palestras sobre cuidados de higiene pessoal Empresa nov/12 Exames conforme definido no PCMSO Empresa Durante todo ano 28

29 Identificação da Coordenadora do PCMSO O presente Programa de Controle Médico e de Saúde Ocupacional o PCMSO 2012 foi elaborado especialmente para a empresa Unimed Anápolis, pela Médica do Trabalho, Dra. Katharina da Câmara Pinto Cremonesi, devidamente registrada no CRM GO sob número Anápolis, 09 de Agosto de Dra. Katharina da Câmara Pinto Cremonesi Médica do Trabalho CRM GO

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