DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO"

Transcrição

1 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO

2 PROPRIEDADES DOS MATERIAIS 1. Introdução Todas as obras de engenharia civil são realizadas com recurso a materiais de construção. O uso racional dos materiais, do ponto de vista técnico e económico, exige o conhecimento adequado das suas propriedades e dos processos de fabrico ou de transformação. Só assim será possível seleccionar, entre várias opções viáveis, aquela que permita melhores desempenhos. Torna-se, pois, necessário conhecer as propriedades básicas dos materiais, a sua origem e natureza, assim como o seu processo de fabrico. 2. Classificação dos materiais de construção Os materiais de construção podem ser classificados segundo diversos critérios. Seguidamente apresentam-se alguns critérios de classificação. Critério de Designação Descrição Exemplos classificação Relativamente à aplicação Materiais que constituem os Betão elementos resistentes de uma Aço Materiais estruturais construção. Pedra Madeira Materiais que ocupam o Tijolo cerâmico Materiais de espaço entre os elementos enchimento estruturais. Materiais que revestem os Argamassa Materiais de materiais estruturais e os Tinta revestimento materiais de enchimento Materiais utilizados para Poliestireno Materiais de isolamento melhorar o desempenho Cortiça térmico térmico dos edifícios Materiais utilizados para Cortiça Materiais de isolamento melhorar o desempenho acústico acústico dos edifícios Materiais utilizados para Betumes Materiais impermeabilizar elementos impermeabilizantes de construção Propriedades dos Materiais 1/43

3 Relativamente à origem Naturais Artificiais De origem vegetal De origem mineral Provenientes de compostos químicos Provenientes de metais Madeira Borracha Pedras naturais Areia Plástico Tintas Colas Ligas metálicas Provenientes de produtos Gesso naturais Materiais cerâmicos Ferrosos: Aço Ferro Fundido Relativamente à natureza Materiais metálicos Materiais Cerâmicos ou Inorgânicos não Materiais extraídos de minérios e depois transformados por complexos processos metalúrgicos São substâncias inorgânicas formadas por ligações Não ferrosos de elevada densidade: Níquel Cobalto Chumbo Não ferrosos de baixa densidade: Alumínio Tijolo Azulejo Metálicos iónicas e/ou covalentes. São substâncias orgânicas de PVC estrutura complexa Polipropileno Materiais Poliméricos 1 parcialmente cristalina e parcialmente amorfa, predominando a ligação covalente 1 Há materiais poliméricos naturais como por exemplo a madeira, a borracha e fibras vegetais e materiais poliméricos sintéticos dos quais o grupo mais importante é o dos plásticos. Propriedades dos Materiais 2/43

4 Por cozedura Com formação de fase vítrea - Cerâmicos não refractários tradicionais (tijolos, faianças, grés e porcelanas) enfornados - Cerâmicos refractários não enfornados cais - Ligantes hidráulicos cimentos Sem formação de fase vítrea - Óxidos cerâmicos puros - Refractários de carbono e grafite - Boretos,nitretos, silicietos, sulfuretos, carbonetos Por fusão Vidros Vitrocerâmica Esmaltes Refractários electrofundidos Fibras cerâmicas 3. Os materiais usados em engenharia Como foi dito no ponto anterior, podem-se considerar vários critérios para a classificação dos materiais. No entanto, em engenharia, e por razões de conveniência, é habitual admitir-se a classificação dos materiais em função da sua natureza. Dada a sua crescente importância em engenharia, devem considerar-se, nesta classificação os materiais compósitos e os materiais electrónicos [8]: 1. Metálicos 2. Poliméricos 3. Cerâmicos 4. Compósitos 5. Electrónicos 3.1 Materiais metálicos Os materiais metálicos são substâncias de origem inorgânica que contêm elementos metálicos (tais como ferro, cobre, alumínio, níquel ou titânio) e não metálicos (por exemplo, Propriedades dos Materiais 3/43

5 azoto, carbono e oxigénio). Microscopicamente, os metais têm uma estrutura cristalina, na qual os átomos se dispõem de forma ordenada. Estes materiais são, na generalidade, dúcteis e resistentes à temperatura ambiente e apresentam boa condutibilidade térmica e eléctrica. Em função da quantidade de ferro que contêm, dividem-se em materiais ferrosos (com elevada percentagem de ferro) e não ferrosos (quando o ferro não entra na sua composição ou surge em quantidades muito reduzidas). O ferro fundido e o aço são materiais ferrosos, enquanto que o alumínio, o cobre, o zinco, o titânio e o níquel são materiais não ferrosos. Nas figuras 1 a), b) e c) apresentam-se algumas obras que utilizam estes materiais na sua construção. a) b) c) Figura 1 - Utilização de materiais metálicos na construção: a) Ponte 25 de Abril, em Lisboa; b) Elevador de Santa Justa, em Lisboa; c) Ponte D. Maria Pia, no Porto. 3.2 Materiais poliméricos Os materiais poliméricos são constituídos por longas cadeias de moléculas orgânicas. Tratam-se de meterias cuja estrutura é não cristalina ou mista (com regiões cristalinas e regiões não cristalinas). A maioria destes materiais é mau condutor térmico e eléctrico, possuindo baixa densidade e decompõem-se a baixas temperaturas. Na figura 2 apresentam-se algumas aplicações de materiais poliméricos, na construção. Propriedades dos Materiais 4/43

6 a) b) c) Figura 2 - Utilização de materiais poliméricos na construção: a) Tubos para a condução de água; b) Caixilharias de janelas; c) Abobadilhas para Lajes aligeiradas. 3.3 Materiais cerâmicos Os materiais cerâmicos são constituídos por elementos metálicos e elementos não metálicos, podendo ser, do ponto de vista estrutural, cristalinos ou mistos. São inorgânicos de elevadas dureza e resistência mecânica à compressão, mesmo quando submetidos a temperaturas elevadas. Estes materiais apresentam baixa condutibilidade térmica e eléctrica e elevada resistência ao calor e ao desgaste. No domínio da construção, os materiais cerâmicos são utilizados desde tempos imemoriais. Na figura 3 apresentam-se dois exemplos de aplicação deste tipo de materiais. a) b) Figura 3 - Utilização de materiais cerâmicos na construção: a) Painel de azulejos no Convento de Cristo, em Tomar; b) Elementos cerâmicos na fachada do edifício da Escola Superior de Tecnologia, em Tomar. Propriedades dos Materiais 5/43

7 3.4 Materiais compósitos Os materiais compósitos resultam da mistura de pelo menos dois materiais, de modo a obter um material com determinadas características e propriedades. Os materiais que constituem um compósito não se dissolvem entre si, podendo ser facilmente identificáveis. O betão (figura 4a)) e a madeira (figura 4b)) são materiais compósitos. Existem outros tipos de materiais compósitos, como por exemplo, os que resultam da associação de fibras de vidro e poliéster ou de fibras de carbono e resina epoxídica. As figuras 5 a) e b) ilustram a utilização de materiais compósitos na construção: o edifício da Torre do Tombo em betão branco e o pavilhão temporário da Serpentine Galery, em Londres, cuja estrutura foi edificada em madeira e policarbonato. a) b) Figura 4 - Materiais compósitos: a) Betão; b) Madeira. a) b) Figura 5 - Utilização de materiais compósitos na construção: a) Torre do Tombo, em Lisboa; b) Serpentine galery, Londres (2005). Propriedades dos Materiais 6/43

8 3.5 Materiais electrónicos Os materiais electrónicos assumem importância extrema no domínio das tecnologias avançadas, já que são utilizados em sistemas de microelectrónica. É graças a esta tecnologia que são possíveis os computadores, os satélites de comunicação ou os relógios digitais. O silício é um dos materiais mais importantes neste domínio, pois um simples cristal de silício permite condensar num chip, um elevado número de circuitos electrónicos. 4. Normas e organismos relacionados com os materiais de construção Para aferir todas as intervenções no domínio dos materiais de construção existem as Normas. As Normas são documentos do domínio público com funções diversas, mas que relativamente aos materiais de construção visam a satisfação de alguns dos seguintes objectivos: - estabelecer regras para cálculos ou métodos para a execução dos trabalhos; - especificar características de materiais e meios de as controlar; - descrever pormenorizadamente procedimentos de ensaios; - estabelecer dimensões e tolerâncias de materiais e produtos; - criar terminologia técnica específica e atribuir convenções simbólicas em desenhos; - definir classes de produtos ou materiais. Em todos os países existem organismos responsáveis pela realização de normas: NP Normas Portuguesas Instituto Português da Qualidade ATIC / ONS Associação Técnica da Indústria do Cimento / Organismo de Normalização Sectorial. ASTM American Society for Testing Material ACI American Concrete Institute PCA Portland Cement Association BS British Standards Institution AFNOR Associação Francesa de Normalização DIN Deutsche Normenausschuss UNE União das Normas Espanholas ISO Organização Internacional de Normalização CEN Comissão Europeia de Normalização Propriedades dos Materiais 7/43

9 Outros organismos e centros de ensaios reconhecidos internacionalmente: LNEC Laboratório Nacional de Engenharia Civil IETCC Instituto Eduardo Torroja de la Construcción y del Cemento CEB Comissão Europeia de Betão RILEM Reunião Internacional de Laboratórios de Ensaios de Materiais CSTB Centro Científico e Tecnológico de Edifícios (França) LCPC Laboratório Central de Pontes e Estradas (França) CEMBUREAU Associação Europeia de Cimento 5. Selecção e controlo de qualidade dos materiais A selecção de um material deve basear-se em critérios científicos que atendam à estrutura interna e às propriedades desse material de modo a assegurar-se uma escolha é adequada para um determinado fim. Quando se selecciona um material para um determinado fim há que garantir a qualidade técnica e um custo aceitável. A qualidade técnica deve ser uma garantia da fiabilidade e durabilidade do material seleccionado. - Fiabilidade (reability) - é a aptidão de um material para realizar uma função pretendida em condições definidas, durante um certo tempo. - Durabilidade (durability) é a avaliação da resistência do material ao desgaste e às alterações físicas e químicas sob determinadas condições de uso. Para avaliar as propriedades dos materiais de construção recorre-se a ensaios que podem ser de dois tipos: - Ensaios de Investigação são ensaios em que se procede à pesquisa de todas as propriedades físicas, químicas, mecânicas, etc., dos materiais. - Ensaios de Recepção são ensaios mais simples que pretendem apenas determinar certas propriedades. Os ensaios de recepção dos materiais podem ser classificados como destrutivos e não destrutivos. Os ensaios de recepção destrutivos inviabilizam o material para o uso (o ensaio de resistência à tracção de um provete de aço e o ensaio de resistência à compressão do betão inutilizam os respectivos materiais para o uso). Quando se realizam estes ensaios, não se determina a verdadeira resistência do material, mas os valores comparativos dos esforços Propriedades dos Materiais 8/43

10 exercidos pelo equipamento de ensaio no material, dado que os resultados dos ensaios dependem de vários factores, tais como: - forma e dimensões do provete; - velocidade de realização do ensaio; - modo de aplicação das cargas; - tipo de máquina; - condições de realização do ensaio Os ensaios de recepção não destrutivos utilizam métodos em que não há destruição das peças a ensaiar. Estes ensaios têm a vantagem de se poderem realizar na própria peça e portanto sem necessidade de recorrer a provetes, permitindo também acompanhar a resistência da peça ao longo do tempo. Seguidamente apresentam-se alguns ensaios de recepção não destrutivos: Esclerómetro de Schmidt os métodos esclerométricos aferir a resistência do betão à compressão, com base no recuo de um pistão depois deste colidir com a superfície da peça a ensaiar, estimando, desta forma, a resistência a partir da dureza superficial do betão. O esclerómetro de Schmidt (figura 6) é constituído por um pequeno cilindro maciço de aço junto ao qual existe uma mola que recua ao fazê-lo chocar com a superfície da peça. Este recuo é tanto maior quanto maior for a resistência à compressão da peça. Este método é útil para determinar a evolução do endurecimento do betão ou comparar a sua qualidade em diferentes zonas da mesma obra, mas não para controlar a resistência do betão já que a dispersão dos diferentes valores obtidos é bastante grande e além disso a parte ensaiada é apenas a camada superficial do betão. Os valores obtidos dependem de alguns factores como por exemplo, a posição do esclerómetro, o estado da superfície, a humidade do betão, a rigidez da peça e a concentração de grãos à superfície. Figura 6 - Esclerómetro de Schmidt. Propriedades dos Materiais 9/43

11 Martelo de Einbeck trata-se também de um ensaio de dureza, conseguido à custa de uma mossa provocada na superfície da peça de betão com um martelo. Mede-se o diâmetro da mossa e quanto maior ele for menos duro é o material. Métodos de auscultação dinâmica estes métodos consistem em imprimir vibrações às peças em observação com vista a determinar a resistência mecânica. Método de Propagação de Ondas este método consiste na emissão de um pulso sonoro (através de uma sonda de emissão) ao material a estudar e a partir da trajectória das ondas no interior do material, aferir a integridade das propriedades desse material. A partir da velocidade de propagação pode-se determinar o módulo de elasticidade e, a partir deste obter a resistência da peça. Há tendência para usar a velocidade de propagação como elemento aferidor da resistência da peça, em vez do módulo de elasticidade. Apresentam-se os valores médios da velocidade de propagação em alguns materiais: Granito 4000 a 6000 m/s Betão 4400 a 5000 m/s Aço 5600 m/s a 5900 m/s Alumínio 6200 m/s Terra vegetal 300 a 600 m/s Para a aplicação deste método pode-se usar um aparelho designado por PUNDIT Portable Ultrasonic Non-Destructive Digital Indicating Tester (figura 7). Este equipamento produz ondas ultra sónicas que são transmitidas ao material através de uma sonda que é colocada numa das faces do material. No extremo oposto é posicionada outra sonda que recebe o sinal propagado através do material. Desta forma é possível detectar defeitos no interior da peça, tais como cavidades, fendas e fissuras. Propriedades dos Materiais 10/43

12 a) b) Figura 7 Pundit. Consultando o ábaco da figura 2b) pode-se determinar a resistência à rotura por compressão. A velocidade de propagação das ondas no betão depende de vários factores: distância percorrida através do betão, dimensões transversais da peça testada, presença de armaduras e composição do betão. Método das Radiações estes métodos recorrem à aplicação de Raios X e Raios γ para detecção de defeitos em metais e peças de betão. 6. Propriedades gerais dos materiais A relação entre a massa e o volume dos materiais permite caracterizar objectivamente alguns materiais. A massa corresponde à quantidade de matéria encerrada num corpo e a unidade utilizada para a quantificar é quilograma (kg). A massa é proporcional ao peso do mesmo corpo quando estas duas grandezas são aferidas no mesmo local, isto porque o peso de um corpo corresponde à força com que a sua matéria é atraída para o centro da Terra. A unidade utilizada para quantificar o peso de um corpo é quilograma força (kgf). A partir destas duas propriedades podem ser definidas outras grandezas tais como: Volume aparente, V (ou volume total): na quantificação do volume aparente de um corpo consideram-se o volume de matéria e o volume dos vazios nele encerrados: V=V r +V v (1) Em que: V Volume aparente (m 3 ) V r Volume absoluto (m 3 ) V v Volume de vazios (m 3 ) Propriedades dos Materiais 11/43

13 Volume absoluto, V r (ou volume real): corresponde ao volume ocupado pela matéria, não se considerando o volume de vazios desse corpo; V r =V - V v (2) Massa volúmica aparente: corresponde à massa de um corpo por unidade de volume aparente desse corpo (kg/m 3 ); Massa volúmica absoluta: é a relação entre a massa de um corpo e o volume absoluto (real) desse corpo (kg/m 3 ); Peso volúmico: é o peso de um corpo por unidade de volume aparente desse corpo (kgf/m 3 ); Densidade: relaciona a massa de um corpo com a massa de igual volume de água a uma temperatura de 4ºC; Porosidade: corresponde ao quociente entre o volume de vazios e o volume aparente (expresso em %). 7. Características mecânicas dos materiais O dimensionamento estrutural de uma edificação só é possível quando se conhecem perfeitamente as propriedades mecânicas dos materiais que vão ser utilizados na sua construção. De uma forma muito simples, pode-se afirmar que o cálculo estrutural de um edifício consiste na definição de áreas capazes de resistir a uma determinada solicitação (por exemplo a uma carga, à acção do vento ou à acção de um sismo). Qualquer corpo quando é submetido à acção de uma solicitação exterior (força ou momento) sofre uma deformação (figura 8). As deformações podem ter carácter reversível ou irreversível. No primeiro caso, quando a força externa deixa de ser aplicada, o corpo retoma a sua forma inicial. Propriedades dos Materiais 12/43

14 a) Barra b) Tracção Compressão c) Esforço transverso d) Momento de flexão e) Momento de torção Figura 8 Deformações causadas por várias acções exercidas sobre uma barra. Em cada secção o esforço distribui-se pela área. Se a área da secção transversal é pequena, o esforço será grande; se a área aumentar, o esforço diminuirá. A relação entre as forças aplicadas numa determinada secção e a sua área designa-se por tensão, σ. Força σ = (3) Superfície O conceito de tensão é essencial em engenharia. A tensão máxima que um material suporta em determinadas condições de carregamento é uma característica muito importante desse material. Cada material reage de forma diferente às tensões instaladas, isto é, para uma mesma tensão poderá haver uma deformação diferente, em diferentes materiais. No entanto, a uma acção aplicada num determinado elemento corresponde sempre uma variação das suas dimensões (deformação). As variações dimensionais para além de serem proporcionais às tensões instaladas, também variam em função das dimensões lineares dos elementos onde os esforços estão a ser exercidos, pelo que devem ser expressas em função do comprimento unitário. É desta forma que se definem as deformações unitárias ou extensões. A extensão, ε, é expressa através da relação entre a variação dimensional provocada pelo carregamento relativamente ao comprimento inicial, medido antes da aplicação da força (figura 9). Propriedades dos Materiais 13/43

15 l o comprimento inicial do corpo (antes da aplicação da carga) l f comprimento do corpo medido durante a aplicação da carga Figura 9 Deformação de um corpo devido à acção de uma força de compressão. A Lei de Hooke estabelece a seguinte relação entre a tensão e a deformação sofrida por um determinado material: Tensão Deformação = Constante (4) A maioria das propriedades mecânicas dos materiais é obtida a partir de ensaios de tracção ou de compressão. Nesses ensaios submete-se um provete do material a uma carga axial, continuamente crescente até se dar a rotura (figura 10), registando-se os valores das cargas aplicadas (F) e das correspondentes deformações. Figura 10 Ensaio de tracção num provete. Os valores das tensões aplicadas e das respectivas deformações podem ser relacionados através do designado diagrama de tensão-deformação (figura 11). Propriedades dos Materiais 14/43

16 Figura 11 - Diagrama tensões normais - deformações de um aço macio. A partir da análise do diagrama da figura 11, podem-se quantificar alguns parâmetros, tais como limite de resistência à rotura, limite elástico ou módulo de elasticidade. No mesmo diagrama, as tensões nominais, σ, são dadas por : F σ = (5) A 0 em que F é a força de tracção e A 0 é a área da secção inicial do provete. A deformação nominal, ε, isto é, a extensão, é calculada por L - L 0 ε = = (6) L 0 L L em que L é o aumento de comprimento e L 0 é o comprimento inicial do provete. 0 Ainda da análise do diagrama da figura 11, é possível identificar as seguintes fases de comportamento do material (até este atingir a rotura): Regime elástico Ocorre durante a fase inicial do ensaio, em que a tensão nominal, σ, é proporcional à deformação nominal, ε. A tensão limite de proporcionalidade, σ p, corresponde ao ponto em que deixa de haver proporcionalidade entre as tensões e as deformações. A tensão limite de elasticidade, σ e, isto é, a tensão para além da qual o material apresenta, após a descarga, deformações permanentes, é ligeiramente superior a σ p. Usualmente considera-se σ e σ p. A área triangular situada abaixo do diagrama, desde zero até σ p, Propriedades dos Materiais 15/43

17 chama-se módulo de resiliência e representa a capacidade física do material em absorver energia sem adquirir deformações permanentes. Cedência plástica A cedência plástica é atingida quando a força aplicada, F, passa a manter-se estacionária. A tensão correspondente designa-se por tensão de cedência, σ c. O trecho do diagrama que corresponde à cedência é sensivelmente horizontal e designa-se por patamar de cedência. A partir desta fase e até à rotura, o material apresenta sempre deformações permanentes após a descarga, o que caracteriza o comportamento plástico. Endurecimento Na fase de endurecimento, a tensão nominal atinge o valor máximo, σ r, a que se dá o nome de tensão de rotura do material, ainda que a rotura do provete não ocorra nesta fase. No entanto, esta designação justifica-se pelo facto do valor máximo da tensão nominal coincidir com a rotura no caso dos materiais frágeis. Observa-se que até ao final da fase de endurecimento, a deformação é sensivelmente uniforme ao longo do provete. Estricção A estricção ocorre após o endurecimento e caracteriza-se por a deformação deixar de ser uniforme ao longo do provete, concentrando-se numa determinada zona zona de estricção - facilmente identificável por um acentuado estrangulamento da secção transversal do provete. O provete rompe finalmente pela secção mais reduzida na zona de estricção. Durante esta fase, ao decréscimo da tensão nominal corresponde um acréscimo da deformação nominal. Um aspecto importante a referir no ensaio de tracção é a diferença do comportamento observado entre materiais dúcteis e materiais frágeis: um material dúctil sofre uma deformação plástica significativa antes da rotura, enquanto que um material frágil exibe um comportamento praticamente elástico até à rotura. Os materiais também se podem deformar devido a outras causas, tais como o acréscimo de temperatura: se um material sofrer um aumento de temperatura dilatar-se-á. Para um estudo mais pormenorizado, pode-se classificar essa dilatação em três tipos: dilatação linear (que Propriedades dos Materiais 16/43

18 ocorre apenas numa dimensão), dilatação superficial (ocorre em duas dimensões) e dilatação volumétrica (ocorre em três dimensões). Todos os materiais são caracterizados por um coeficiente de dilatação térmica linear, α. Este parâmetro permite prever as deformações sofridas pelos materiais devido à acção da temperatura. Uma barra de um determinado material, de comprimento inicial L 0 e temperatura inicial T 0, ao ser aquecida à temperatura T, passa a ter um novo comprimento L (figura 12). Figura 12 Efeito do acréscimo de temperatura no comprimento de uma barra de um determinado material. (7): A variação do comprimento da barra, L, da figura 12, pode ser calculada pela expressão L = α T (7) L 0 O comprimento da barra, L, correspondente ao acréscimo de temperatura t=t-t 0 é dado pela seguinte expressão: ( 1+ α t) L = L0 (8) Nas expressões (7) e (8): L 0 Comprimento inicial (mm) α Coeficiente de dilatação térmica linear (ºC -1 ) t Variação de temperatura (ºC) Quando se pretende estudar a dilatação de uma laje de betão devida ao aumento de temperatura, a ocorrência predominante é o aumento da superfície dessa laje. Uma laje de área inicial A 0 a uma temperatura t 0, ao ser aquecida à temperatura t, passa a ter uma área A (figura 13). Propriedades dos Materiais 17/43

19 Figura 13 Efeito do acréscimo de temperatura na área da secção de um determinado material. A variação da área da secção, A, devido ao acréscimo de temperatura t do material da figura 13 é calculada pela expressão: A = β t (9) A 0 Em que β = 2 α (10) A área da secção, A, correspondente à temperatura T pode ser calculada através da expressão (11). ( 1+ β t) A = A 0 (11) Nas expressões (9), (10) e (11): t - Variação de temperatura, t-t 0 (ºC) A 0 Área da secção inicial (mm 2 ) β - Coeficiente de dilatação superficial (ºC -1 ) Na dilatação de um paralelepípedo devido ao aumento de temperatura, o facto predominante é o acréscimo de volume desse paralelepípedo. Um corpo de volume inicial V 0 à temperatura t 0, ao ser aquecido à temperatura t, passa a ter um volume V (figura 14). Figura 14 Efeito do aumento de temperatura no volume de um corpo de um determinado material. A variação de volume, V, do corpo da figura 14, devido ao acréscimo de temperatura t é: V = γ t (12) V 0 Propriedades dos Materiais 18/43

20 Em que. γ = 3 α (13) O volume final do corpo, V, correspondente à temperatura t é dado pela expressão (14): ( 1+ γ t) V = V0 (14) Nestas três ultimas expressões: V 0 Volume do corpo (mm³), à temperatura t (ºC) γ - Coeficiente de dilatação volumétrica (ºC -1 )) t - variação de temperatura, t-t 0 (ºC) 6. Características térmicas dos materiais 6.1 Comportamento ao fogo A principal característica de um material, em termos de segurança contra incêndio, é a sua maior ou menor contribuição para a deflagração de um incêndio ou para o seu desenvolvimento. Esta característica designa-se por reacção ao fogo e permite classificar os materiais em cinco classes (figura 15). No quadro 1 indicam-se as características mais importantes de cada classe de reacção ao fogo dos materiais. R eacção ao Fogo Incom bustível M 0 Combustível N ão inflam ável M 1 Inflam ável M 2 M 3 M 4 Figura 15 Classes de reacção ao fogo dos materiais. Propriedades dos Materiais 19/43

21 Classes de reacção ao fogo M 0 M 1 M 2 M 3 M 4 Descrição São incombustíveis Submetidos ao calor, decompõem-se sem chama, sem emissão sensível de calor, sem libertação apreciável de gases combustíveis ou nocivos. A sua combustão ou incandescência termina após a supressão da fonte de calor. A sua combustão ou incandescência prossegue mesmo após o afastamento da fonte de calor. A sua combustão ou incandescência prossegue e propaga-se até à destruição total. Exemplos - Pedra - Gesso - Betonilha - Metais - Reboco com pintura - PVC rígido - Espuma de poliestireno ignifugado - Papel reforçado com juta - Reboco ou estuque com pintura espessa - Tacos de madeira - Mosaicos vinílicos - Aglomerado composto de cortiça - Derivados de madeira envernizados - Aglomerado negro de cortiça Quadro 1 Características das classes de reacção ao fogo dos materiais. A classificação apresentada no quadro 1 será substituída pela classificação europeia de desempenho de reacção ao fogo para os materiais de construção. Esta classificação baseia-se em factores diversos, tais como aumento de temperatura, perda de massa, tempo de presença da chama e taxa de propagação do fogo. A classificação europeia estabelece a classificação da seguinte forma: 1. Produtos de construção, excluindo pavimentos CLASSES: A1 F; 2. Produtos de construção de pavimentos, incluindo os seus revestimentos, com classes desde A1 FL a F FL ; 3. Produtos lineares para isolamento térmico de condutas, com classes desde A 1L a F L. Outra característica dependente dos materiais, tem a ver com a manutenção das funções dos elementos estruturais e de compartimentação durante um determinado tempo. Designa-se por resistência ao fogo e avalia o tempo que decorre entre o início do processo térmico a que o Propriedades dos Materiais 20/43

22 elemento é submetido e o momento em que ele deixa de satisfazer determinadas exigências relacionadas com as suas funções. É analisada sob vários aspectos: - Estabilidade ao fogo garantir que não se esgota a capacidade resistente, dos elementos de construção a que apenas se exija a função de suporte, durante um determinado tempo em minutos. O elemento designa-se por estável ao fogo, EF (exemplo: pilar EF 90 estável ao fogo durante pelo menos 90 minutos). - Estanquidade ao fogo assegurar que não há emissão de chamas ou gases inflamáveis, por atravessamento dos elementos, a que se exija função de compartimentação, durante um certo período de tempo. Um elemento com estas características designa-se por pára-chamas, PC. (exemplo: porta PC 30 estanque ao fogo durante pelo menos 30 minutos). - Isolamento Térmico garantir que não se atingem certos limites de temperatura na face do elemento não exposto ao fogo, durante um determinado período de tempo. Um elemento que garanta este isolamento designa-se por corta-fogo, CF. (exemplo: parede CF 60 garante isolamento térmico pelo menos durante 60 minutos). A classificação dos elementos estruturais ou de compartimentação do ponto de vista da sua resistência ao fogo compreende, para cada uma das três qualificações consideradas estável ao fogo, pára-chamas e corta-fogo - nove classes, correspondentes aos seguintes escalões de tempo, indicados em minutos: A Directiva 2000/367/CE, apresenta outra classificação para avaliação do desempenho ao fogo dos produtos de construção, baseada nos parâmetros REI: R Capacidade de suporte de carga E Estanquidade às chamas e gases quentes I Isolamento térmico 6.2 Comportamento térmico dos materiais A transmissão do calor entre dois elementos ocorre sempre que se verifique uma diferença de temperatura entre eles, dando-se o fluxo no sentido das menores temperaturas. O fluxo de calor, φ, é a quantidade de calor que passa através de uma determinada superfície por unidade de tempo. A transmissão de calor pode ocorrer por: Propriedades dos Materiais 21/43

23 Radiação os corpos emitem energia sob a forma de ondas electromagnéticas. Quanto mais quente estiver um corpo mais energia liberta. Convecção corresponde à passagem do calor de uma zona para a outra de um fluído, por efeito do movimento relativo das suas partículas, provocado por uma diferença de pressão devida a um diferencial de temperatura com a consequente diferença de densidade da massa fluida considerada. Condução a condução de calor ocorre sempre que há diferença de temperatura, do ponto de maior para o ponto de menor temperatura, sendo esta a forma típica de propagação de calor nos sólidos. As partículas que constituem o corpo, no ponto de maior temperatura vibram intensamente, transmitindo a sua energia cinética às partículas vizinhas. O calor é transmitido do ponto de maior para o ponto de menor temperatura, sem que a posição relativa das partículas varie. Alguns materiais conduzem melhor o calor que outros. Esta propriedade é expressa pela condutibilidade térmica, λ, que é uma propriedade térmica do material. A condutibilidade térmica de um material corresponde ao fluxo de calor que percorre 1 m 2 de uma parede com 1 m de espessura desse material, quando a diferença de temperatura entre as duas faces da parede é de 1ºC (figura 16) e exprime-se em W/m ºC. Figura 16 Condutibilidade térmica de um material. A espessura de um material é um factor muito importante a considerar já que a espessura é directamente proporcional ao seu isolamento térmico. No entanto, há outros factores a considerar no estudo do comportamento térmico dos materiais, para além da espessura. A resistência que um determinado material oferece à passagem de calor, é a relação entre a sua espessura, expressa em metro, e a sua condutibilidade térmica, λ (figura 17). A resistência térmica, R, de um elemento de construção pode ser determinada através da expressão (15) e expressa-se em [(m 2 ºC)/W]. Propriedades dos Materiais 22/43

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente

Fonte: Ruído e a Cidade Instituto do Ambiente Ruído Como se define Define-se ruído, como sendo um som sem interesse ou desagradável para o auditor. O ruído (som) pode ser mais ou menos intenso, composto por uma só tonalidade ou composto por várias

Leia mais

Acústica em Reabilitação de Edifícios

Acústica em Reabilitação de Edifícios Reabilitação 09- Parte 8 - Desempenho Acústico de - Soluções Construtivas e Problemas típicos na Execução Reabilitação 09- Conteúdo da apresentação: Problemas típicos de soluções construtivas correntes

Leia mais

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora.

TRANSMISSÃO. Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. TRANSMISSÃO Ao ser atingido por uma onda sonora, o obstáculo vibra, funcionando como uma nova fonte sonora. PAREDES HOMOGÊNEAS obedecem à LEI DA MASSA : o isolamento sonoro aumenta de db a cada vez que

Leia mais

Introdução ao Ruído. Vibrações e Ruído (10375) 2014 Pedro V. Gamboa. Departamento de Ciências Aeroespaciais

Introdução ao Ruído. Vibrações e Ruído (10375) 2014 Pedro V. Gamboa. Departamento de Ciências Aeroespaciais Introdução ao Ruído Vibrações e Ruído (10375) 2014 Tópicos Som. Pressão Sonora e Potência Sonora. Níveis Sonoros. 2 1. Som O som pode ser definido como uma manifestação positiva resultante da variação

Leia mais

Ruído. 1) Introdução. 2) Principais grandezas e parâmetros definidores do som

Ruído. 1) Introdução. 2) Principais grandezas e parâmetros definidores do som 1) Introdução A movimentação mecânica de cargas pode ser definida como o conjunto de ações, de materiais e de meios que permitem, de um modo planeado e seguro, movimentar cargas de um determinado local

Leia mais

REINVENTANDO O ISOLAMENTO ACÚSTICO E SUSTENTÁVEL

REINVENTANDO O ISOLAMENTO ACÚSTICO E SUSTENTÁVEL REINVENTANDO O ISOLAMENTO ACÚSTICO E SUSTENTÁVEL Reinventing how cork engages the world. A REINVENÇÃO DO CONFORTO E DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Maximizando o conforto e a eficiência energética com ACOUSTICORK.

Leia mais

Baixa densidade Produto económico

Baixa densidade Produto económico R PN 0 PK 0 PA 0 EFINIÇÃO: Paineis semi-rígidos (0 kg/m ) de espessura uniforme, constituídos de fibras de lã de rocha aglutinadas com resina sintética termo-endurecida, - PN 0 sem revestimento. - PK 0

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE

NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE NOTA TÉCNICA nº 10 Complementar do Regime Jurídico de SCIE OBJECTIVO Definir as características e condições técnicas a que devem obedecer as portas resistentes ao fogo (portas corta-fogo), não só para

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) Aula Teórica 6 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) 1 ENSAIO DE TRACÇÃO A partir dos valores da força (F) e do alongamento ( I) do provete obtêm-se

Leia mais

1. Análise do fenómeno físico das condensações [1]

1. Análise do fenómeno físico das condensações [1] 1. Análise do fenómeno físico das condensações [1] A ocorrência de condensações internas dá origem ao aparecimento não programado de água nos elementos construtivos, podendo resultar no desenvolvimento

Leia mais

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho CONCEITOS Materiais e Processos de Produção ESTRUTURA DA MATÉRIA ÁTOMOS PRÓTONS NÊUTRONS ELÉTRONS MOLÉCULAS ESTADOS DA MATÉRIA TIPO DE LIGAÇÃO ESTRUTURA (ARRANJO) IÔNICA COVALENTE METÁLICA CRISTALINO AMORFO

Leia mais

Descobertas do electromagnetismo e a comunicação

Descobertas do electromagnetismo e a comunicação Descobertas do electromagnetismo e a comunicação Porque é importante comunicar? - Desde o «início dos tempos» que o progresso e o bem estar das sociedades depende da sua capacidade de comunicar e aceder

Leia mais

O SOM. 2. Um fenómeno vibratório que produz essa sensação;

O SOM. 2. Um fenómeno vibratório que produz essa sensação; O SOM Segundo a Diciopédia, o som pode ser: 1. Física: sensação auditiva produzida por vibrações mecânicas de frequência compreendida entre determinados valores (20 e 20 000 vibrações por segundo, em média);

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura intro isolantes cálculos exemplos e testes 2 introdução

Leia mais

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I SISTEMAS DE VEDAÇÃO VERTICAL SISTEMA DE VEDAÇÃO Um subsistema

Leia mais

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG

Artigo. Condensações em Edifícios. Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74. Maio 2005 AC05103LIS/ENG Artigo Publicado na revista Arquitectura & Vida, nº 63, Set. 2005, pp. 71-74 Maio 2005 AC05103LIS/ENG Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça Condensações em Edifícios Luís Viegas Mendonça* Sumário

Leia mais

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%).

Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%). ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos. 31 de março, 2003. AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA Aço é uma liga metálica composta principalmente

Leia mais

CONSTRUÇÃO MODULAR. Rev A 1-7-2011

CONSTRUÇÃO MODULAR. Rev A 1-7-2011 CONSTRUÇÃO MODULAR SM Rev A 1-7-2011 1 A U.E.M. Unidade de Estruturas Metálicas, SA com 15 anos de actividade, inicialmente direccionada para a fabricação e comercialização dos módulos pré-fabricados que,

Leia mais

Aquecimento / Arrefecimento forma de climatização pela qual é possível controlar a temperatura mínima num local.

Aquecimento / Arrefecimento forma de climatização pela qual é possível controlar a temperatura mínima num local. ANEXO I CONCEITOS E DEFINIÇÕES (A) Águas quentes sanitárias (AQS) é a água potável a temperatura superior a 35ºC utilizada para banhos, limpezas, cozinha e outros fins específicos, preparada em dispositivo

Leia mais

Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO. www.rehau.pt. Construção Automóvel Indústria

Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO. www.rehau.pt. Construção Automóvel Indústria Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO Uma APLICAÇÃO PARA CADA NECESSIDADE www.rehau.pt Construção Automóvel Indústria A REABILITAÇÃO, UMA SOLUÇÃO COM SISTEMAS PARA O AQUECIMENTO E O ARREFECIMENTO POR SUPERFÍCIES

Leia mais

Ensaio de fadiga. Em condições normais de uso, os produtos. Nossa aula. Quando começa a fadiga

Ensaio de fadiga. Em condições normais de uso, os produtos. Nossa aula. Quando começa a fadiga A U A UL LA Ensaio de fadiga Introdução Nossa aula Em condições normais de uso, os produtos devem sofrer esforços abaixo do limite de proporcionalidade, ou limite elástico, que corresponde à tensão máxima

Leia mais

Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais

Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais 3.1 O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa

Leia mais

Isolamento Térmico Protecção Solar Ventilação Natural QUALIDADE TÉRMICA DOS EDIFÍCIOS...E QUALIDADE DE VIDA

Isolamento Térmico Protecção Solar Ventilação Natural QUALIDADE TÉRMICA DOS EDIFÍCIOS...E QUALIDADE DE VIDA Isolamento Térmico Protecção Solar Ventilação Natural QUALIDADE TÉRMICA DOS EDIFÍCIOS...E QUALIDADE DE VIDA Qualidade térmica dos edifícios... e qualidade de vida O quadro legislativo sobre o comportamento

Leia mais

INTRODUÇÃO À ACÚSTICA

INTRODUÇÃO À ACÚSTICA INTRODUÇÃO À ACÚSTICA 1. Introdução As sociedades industriais com o seu desenvolvimento tecnológico têm contribuído para o aumento dos níveis de ruído, sendo um dos principais factores de risco para a

Leia mais

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DE UM FLUIDO REAL: água

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DE UM FLUIDO REAL: água UFF Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Química e de Petróleo Integração I Prof.: Rogério Fernandes Lacerda Curso: Engenharia de Petróleo Alunos: Bárbara Vieira

Leia mais

Unidade 1 Energia no quotidiano

Unidade 1 Energia no quotidiano Escola Secundária/3 do Morgado de Mateus Vila Real Componente da Física Energia Do Sol para a Terra Física e Química A 10º Ano Turma C Ano Lectivo 2008/09 Unidade 1 Energia no quotidiano 1.1 A energia

Leia mais

ISOLAMENTOS ACÚSTICOS

ISOLAMENTOS ACÚSTICOS ISOLAMENTOS ACÚSTICOS Ruídos de impacto (intra inquilinos): Aplicação em pisos Außer ia02 Außer ia0 Außer ia1 Außer ia Ruídos aéreos: Aplicação em divisórias verticais Außer ia1 Außer ia Außer ia60 Außer

Leia mais

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Produto: Parabond 700 é um adesivo de alta qualidade, cura rápida, permanentemente elástico, à base de MS polímero, com

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

ESTUDO E ESPECIFICAÇÕES PARA REVESTIMENTO E ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE PENEIRAS DO LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO DO CTU

ESTUDO E ESPECIFICAÇÕES PARA REVESTIMENTO E ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE PENEIRAS DO LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO DO CTU ESTUDO E ESPECIFICAÇÕES PARA REVESTIMENTO E ISOLAMENTO ACÚSTICO DA SALA DE PENEIRAS DO LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO DO CTU Referência PACS: 43.50.Gf Barbosa Miriam Jerônimo; Zeballos Adachi Andrea

Leia mais

Chaminés Cálculos e Normas aplicáveis

Chaminés Cálculos e Normas aplicáveis Chaminés Cálculos e Normas aplicáveis Chaminé de tiragem natural Tem como função permitir a evacuação dos gases, produzidos por uma determinada combustão. Aplicado na extracção de gases de combustão provenientes

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO A madeira é um material excepcional como material de construção além de ter qualidades muito grandes como matéria prima para outros produtos industrializados, e que

Leia mais

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA

Comunicação da informação a curta distância. FQA Unidade 2 - FÍSICA Comunicação da informação a curta distância FQA Unidade 2 - FÍSICA Meios de comunicação É possível imaginar como seria o nosso mundo sem os meios de comunicação de que dispomos? Os * * * * Aparelhos de

Leia mais

PAINEIS SOLARES MEGASUN

PAINEIS SOLARES MEGASUN PAINEIS SOLARES MEGASUN Há mais de uma década a actuar no sector do aquecimento doméstico, a Jaqueciprolar é importador e representante dos Painéis Solares MEGASUN. A MEGASUN é um conceituado fabricante

Leia mais

Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo

Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo Desempenho Acústico de Edifícios Casos de Estudo Diogo Mateus (dm@contraruido.com) Conteúdo da apresentação: Enquadramento e objectivos do trabalho Problemas típicos na execução de soluções construtivas

Leia mais

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5 !""#$!""%&'( Índice Página 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos..... 4 1.3. Andaimes metálicos...... 4 1.4. Bailéus........ 5 EPC 1/6 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA (texto provisório) 1.1

Leia mais

SISTEMAS DE PROTEÇÃO PASSIVA PORTAS RESISTENTES AO FOGO

SISTEMAS DE PROTEÇÃO PASSIVA PORTAS RESISTENTES AO FOGO PORTAS RESISTENTES AO FOGO OBJECTIVO Definir as características e condições técnicas a que devem obedecer as portas resistentes ao fogo (portas corta-fogo), não só para cumprimento do RJ-SCIE mas, também,

Leia mais

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção Fenómenos Ondulatórios Reflexão, refracção, difracção Natureza dualística da radiação electromagnética A radiação electromagnética é um fenómeno ondulatório envolvendo a propagação de um campo magnético

Leia mais

... escute o silêncio...

... escute o silêncio... ...TCHUU Nas suas diferentes funções os edifícios encerram um conjunto de exigência funcionais das quais o comportamento acústico é, ao nível do conforto, um dos aspectos centrais. Quer se trate de edifícios

Leia mais

[ ] Prof. Fernando Simon Westphal, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Deivis Luis Marinoski, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Roberto Lamberts, Eng. Civil, PhD.

[ ] Prof. Fernando Simon Westphal, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Deivis Luis Marinoski, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Roberto Lamberts, Eng. Civil, PhD. [ ] Isolantes Térmicos e Acústicos para Construção Civil Prof. Fernando Simon Westphal, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Deivis Luis Marinoski, Eng. Civil, Dr. Eng. Prof. Roberto Lamberts, Eng. Civil, PhD. Laboratório

Leia mais

Assim, as classes R, E e I substituem o Estável o fogo (EF), Pará-Chamas (PF) e Corta-fogo (CF).

Assim, as classes R, E e I substituem o Estável o fogo (EF), Pará-Chamas (PF) e Corta-fogo (CF). Edifício S Alto da Granja - Estrada 237 Parque Industrial Manuel da Mota 3100-899 Pombal - PORTUGAL T: +351 236 216 025 F: +351 236 216 186 E: sercevolucao@serc-europe.com W: www.sercevolucao.com EUROCLASSES

Leia mais

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços Tipos Ensaios Destrutivos provocam a inutilização do material ensaiado Ensaios Não Destrutivos Ensaio

Leia mais

COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO

COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO Capítulo 2 do livro Manual de Conforto Térmico NESTA AULA: Trocas de calor através de paredes opacas Trocas de calor através de paredes translúcidas Elementos de proteção

Leia mais

Aglomerado de cortiça expandida - ICB

Aglomerado de cortiça expandida - ICB Aglomerado de cortiça expandida - ICB Características Técnicas Características essenciais Massa Volúmica / Densidade Coeficiente de Condutibilidade Térmica Tensão de Ruptura à Flexão Tensão de Compressão

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-013 Folha: 1 / 09 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO S.A. IPT CENTRO TECNOLÓGICO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO - CETAC

Leia mais

O Ouvido Humano e a Audição

O Ouvido Humano e a Audição 36 Capítulo 4 O Ouvido Humano e a Audição Neste capítulo faremos um estudo sobre o ouvido humano, a fisiologia da audição e a sensibilidade do nosso sistema auditivo. 1. Conceitos básicos sobre a anatomia

Leia mais

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES Nestes tipos de fechamento podem ocorrer três tipos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. O vidro comum é muito

Leia mais

BLOCOS, ARGAMASSAS E IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1

BLOCOS, ARGAMASSAS E IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco 1 Escola Politécnica da USP PCC 2515 Alvenaria Estrutural BLOCOS, ARGAMASSAS E GRAUTES Prof. Dr. Luiz Sérgio Franco IMPORTÂNCIA DOS BLOCOS! DETERMINA CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES DA PRODUÇÃO! peso e dimensões

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

FOLHAS DE PROBLEMAS. Termodinâmica e teoria cinética. Física dos Estados da Matéria 2002/03

FOLHAS DE PROBLEMAS. Termodinâmica e teoria cinética. Física dos Estados da Matéria 2002/03 FOLHAS DE PROBLEMAS Termodinâmica e teoria cinética Física dos Estados da Matéria 00/03 Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto ª FOLHA

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal 24/11/2015 Sumário UNIDADE TEMÁTICA 2. 1.2 - O som uma onda mecânica longitudinal. - Produção e propagação de um sinal sonoro. - Som como onda mecânica. - Propagação de um som harmónico. - Propriedades

Leia mais

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas

Tipos de linhas. Sumário Linhas Elétricas Dimensionamento. Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Tipos de linhas Sumário Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Instalação dos condutores Aspectos Gerais Características Tipos de Linhas Os cabos multipolares só deve conter os condutores de um

Leia mais

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação SCE84144829 PROVISÓRIO

Pré-Certificado Energético Edifício de Habitação SCE84144829 PROVISÓRIO Válido até IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada RUA DOS ESCUTEIROS,, Localidade RIBAMAR Freguesia RIBAMAR Concelho LOURINHÃ GPS 39.197874, -9.330633 IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial

Leia mais

Ensaios Não Destrutivos

Ensaios Não Destrutivos Ensaios Não Destrutivos DEFINIÇÃO: Realizados sobre peças semi-acabadas ou acabadas, não prejudicam nem interferem a futura utilização das mesmas (no todo ou em parte). Em outras palavras, seriam aqueles

Leia mais

1.3. Na figura 2 estão representados três excertos, de três situações distintas, de linhas de campo magnético. Seleccione a opção correcta.

1.3. Na figura 2 estão representados três excertos, de três situações distintas, de linhas de campo magnético. Seleccione a opção correcta. Escola Secundária Vitorino Nemésio Terceiro teste de avaliação de conhecimentos de Física e Química A Componente de Física 11º Ano de Escolaridade Turma C 13 de Fevereiro de 2008 Nome: Nº Classificação:

Leia mais

Ruído. Acção de Formação. Associação de Municípios do Oeste. Outubro de 2008

Ruído. Acção de Formação. Associação de Municípios do Oeste. Outubro de 2008 Ruído Acção de Formação Associação de Municípios do Oeste Outubro de 2008 Objectivos Impacte do Ruído no Ser Humano; Introdução à Acústica; Quantificação do Ruído; Legislação Aplicável (D.L. n.º 9/2007

Leia mais

Mantas de PVC. Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais

Mantas de PVC. Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais Sistemas especiais para impermeabilização de estruturas e coberturas industriais Sistemas de Manta de PVC Soluções completas para impermeabilização A MC-BAUCHEMIE apresenta ao mercado da construção um

Leia mais

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE

Departamento de Engenharia Civil, Materiais de Construção I 3º Ano 1º Relatório INDÍCE INDÍCE 1- Introdução/ Objectivos... 2- Análise Granulométrica... 2.1- Introdução e descrição dos ensaios... 2.2- Cálculos efectuados, resultados encontrados e observações... 2.3- Conclusão... 3- Ensaio

Leia mais

Janine Coutinho Canuto

Janine Coutinho Canuto Janine Coutinho Canuto Termologia é a parte da física que estuda o calor. Muitas vezes o calor é confundido com a temperatura, vamos ver alguns conceitos que irão facilitar o entendimento do calor. É a

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

PLACA GYPCORK. Reabilitação Sustentável

PLACA GYPCORK. Reabilitação Sustentável PLACA GYPCORK Reabilitação Sustentável PLACA GYPCORK A nova placa GYPCORK reúne dois produtos portugueses de excelência: as placas de gesso Gyptec produzidas na Figueira da Foz, utilizando matérias primas

Leia mais

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO COM PAINÉIS DE MADEIRA CLT UMA NOVA GERAÇÃO DE EDIFÍCIOS LISBOA, JULHO 2015 SISTEMA CONSTRUTIVO CLT - CONCEITO CARACTERÍSTICAS GERAIS ESTRATOS ORTOGONAIS

Leia mais

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo.

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo. N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO Estudo Comparativo Mafalda Ramalho EDIÇÃO: Construlink, SA Tagus Park, - Edifício Eastecníca 2780-920 Porto

Leia mais

Análise de soluções construtivas com recurso à Metodologia de Avaliação Relativa da Sustentabilidade

Análise de soluções construtivas com recurso à Metodologia de Avaliação Relativa da Sustentabilidade DESAFIO CINCOS 10 Análise de soluções construtivas com recurso à Metodologia de Avaliação Relativa da Sustentabilidade Outubro de 2010 Fábio Ribas Fernandes» fabio.ribas@ua.pt « ÍNDICE I. APRESENTAÇÃO...

Leia mais

Outras Soluções Fichas de Aplicação

Outras Soluções Fichas de Aplicação Outras Soluções Fichas de Aplicação Cofragem Perdida Painel Perfurado Painel Sandwich Consulte o Dossier Técnico Viroc disponível em www.viroc.pt, na página de Downloads. Outros Suplementos de Soluções

Leia mais

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMOGRECA

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMOGRECA O policarbonato é um material que apresenta características ímpares no campo das coberturas e paramentos translúcidos e transparentes. Com uma experiência de mais de 20 anos no fabrico de policarbonato

Leia mais

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO TESTE INTERMÉDIO - 2014 (VERSÃO 1) GRUPO I 1. H vap (H 2O) = 420 4 H vap (H 2O) = 1,69 10 3 H vap (H 2O) = 1,7 10 3 kj kg 1 Tendo em consideração a informação dada no texto o calor

Leia mais

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS Pavimento x outras obras civis Edifícios: Área de terreno pequena, investimento por m 2 grande FS à ruptura grande Clima interfere muito pouco no comportamento estrutural

Leia mais

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMONDA

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMONDA O policarbonato é um material que apresenta características ímpares no campo das coberturas e paramentos translúcidos e transparentes. Com uma experiência de mais de 20 anos no fabrico de policarbonato

Leia mais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia

Leia mais

F i c h a T é c n i c a. S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e. PremiDoor

F i c h a T é c n i c a. S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e. PremiDoor F i c h a T é c n i c a S i s t e m a d e p e r f i s d e s l i z a n t e PremiDoor C a r a c t e r í s t i c a s d o s i s t e m a 1. Moldura de 168 mm com três câmaras-de-ar e folha corrediça elevadora

Leia mais

As coberturas planas podem ser classificadas, segundo vários aspectos: - acessíveis a veículos (ligeiros ou pesados);

As coberturas planas podem ser classificadas, segundo vários aspectos: - acessíveis a veículos (ligeiros ou pesados); 9. COBERTURAS DE EDIFÍCIOS 9.1. CLASSIFICAÇÃO DAS COBERTURAS EM TERRAÇO As coberturas planas podem ser classificadas, segundo vários aspectos: quanto à acessibilidade - não acessíveis (à excepção de trabalhos

Leia mais

A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos

A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos A Utilização de Argamassas Leves na Minimização da Transmissão de Ruídos de Impacto em Pavimentos Fernando G. Branco CICC, Dep. Eng. Civil, Univ. Coimbra Portugal fjbranco@dec.uc.pt Luís Godinho CICC,

Leia mais

Objectivos. Classificação dos Sons. Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído

Objectivos. Classificação dos Sons. Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído Ruído Objectivos Classificação dos Sons Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído O som como uma Onda O som propaga-se com um movimento ondulatório, no qual as cristas das ondas são substituídas por compressões

Leia mais

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS

TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS Universidade do Algarve Instituto Superior de Engenharia TECNOLOGIA DE EDIFÍCIOS ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS António Morgado André UAlg-EST-ADEC aandre@ualg.pt 1 Exercício 2.1 Considere uma sala de aula de 4,5x

Leia mais

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H PBQP-H INMETRO Programas Setoriais da Qualidade EGT credenciada pelo PBQP-H e acreditada pelo INMETRO Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H Mais de 250 ensaios acreditados pelo INMETRO SINAT

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Ensaios destrutivos que danificam ou comprometem o desempenho estrutural. Inspeção e diagnóstico do desempenho de estruturas existentes de concreto

Leia mais

FORMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE HOMEM E MEIO AMBIENTE

FORMAS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE HOMEM E MEIO AMBIENTE AMBIENTE TÉRMICO O ambiente térmico pode ser definido como o conjunto das variáveis térmicas do posto de trabalho que influenciam o organismo do trabalhador, sendo assim um fator importante que intervém,

Leia mais

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS Este curso se restringirá às discussões dos princípios básicos das ciências térmicas, que são normalmente constituídas pela termodinâmica,

Leia mais

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica.

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. GUILHOTINAS As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. Com um sistema de ferragens de elevado desempenho, a solução de janelas de guilhotina

Leia mais

Universidade Católica de Petrópolis. Materiais de Construção 2011 Prof. Robson Luiz Gaiofatto, D.Sc.

Universidade Católica de Petrópolis. Materiais de Construção 2011 Prof. Robson Luiz Gaiofatto, D.Sc. Universidade Católica de Petrópolis Engenharia Civil Parte VI Materiais de Construção 2011 Prof. Robson Luiz Gaiofatto, D.Sc. UCP Mateco - Civil Programa: 1. Aglomerantes; Asfaltos, cal, gesso e cimentos;

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

Pedra Natural em Fachadas

Pedra Natural em Fachadas Pedra Natural em Fachadas SELEÇÃO, APLICAÇÃO, PATOLOGIAS E MANUTENÇÃO Real Granito, S.A. Índice Características típicas dos diferentes tipos de Rochas Ensaios para a caracterização de produtos em Pedra

Leia mais

Programa de Revisão Paralela 4º Bimestre

Programa de Revisão Paralela 4º Bimestre Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Regular. Rua Cantagalo 313, 325, 337 e 339 Tatuapé Fones: 2293-9393 e 2293-9166 Diretoria de Ensino Região LESTE 5 Programa de Revisão Paralela 4º Bimestre

Leia mais

FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES. Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC

FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES. Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC FAUL 2007 REVESTIMENTOS DE PAREDES DE EDIFÍCIOS RECENTES Maria do Rosário Veiga rveiga@lnec.pt Laboratório Nacional de Engenharia Civil - LNEC FUNÇÕES E EXIGÊNCIAS FUNCIONAIS Como especificar revestimentos

Leia mais

vidro de proteção contra incêndios

vidro de proteção contra incêndios vidro de proteção contra incêndios CONHEÇA-NOS Cada vez mais os edifícios requerem melhores prestações, tanto em serviços como em proteção, e tudo isto da mão da estética e do design. Na arquitetura contemporânea

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527. O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4?

COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527. O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4? COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 171527 O que é preciso fazer para que as fachadas e paredes internas atendam aos requisitos de desempenho da NBR 15.575-4? Luciana Alves de Oliveira Slides da Palestra apresentada

Leia mais

DESEMPENHO ENERGÉTICO DOS EDIFÍCIOS

DESEMPENHO ENERGÉTICO DOS EDIFÍCIOS DESEMPENHO ENERGÉTICO DOS EDIFÍCIOS As soluções para melhorar o desempenho energético dos edifícios têm benefícios para os proprietários e utilizadores dos edifícios. Conforto: o comportamento térmico

Leia mais

FICHA TÉCNICA Isolamento acústico

FICHA TÉCNICA Isolamento acústico Página 1 de 7 O isolamento acústico é caracterizado por três tipos de isolamento distintos, sendo eles: - Correcção acústica - Isolamento de ruídos aéreos - Isolamento de ruídos de percussão CORRECÇÃO

Leia mais

Facear Concreto Estrutural I

Facear Concreto Estrutural I 1. ASSUNTOS DA AULA Durabilidade das estruturas, estádios e domínios. 2. CONCEITOS As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, quando utilizadas conforme as condições ambientais

Leia mais

O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO

O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO O GUIA TERMOS DE REFERÊNCIA: EXEMPLO DE APLICAÇÃO VASCO PEIXOTO DE FREITAS Faculdade Engenharia Universidade do Porto Laboratório de Física das Construções /FEUP - AdePorto SUMÁRIO 1. Introdução 2. Tipificação

Leia mais

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios

Artigo. Desempenho acústico de divisórias para escritórios Artigo Desempenho acústico de divisórias para escritórios Raros escritórios comerciais não possuem divisórias para definir ambientes. Trata-se de um elemento arquitetônico versátil, com boas opções de

Leia mais

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano

Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

Sólidos, líquidos e gases

Sólidos, líquidos e gases Mudanças de fase Sólidos, líquidos e gases Estado sólido Neste estado, os átomos da substâncias se encontram muito próximos uns dos outros e ligados por forças eletromagnéticas relativamente grandes. Eles

Leia mais

8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação

8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação 8.5. Inter-relação entre os requisitos acústicos e as exigências de conforto higrotérmico e ventilação 8.5.1. Introdução O conforto higrotérmico tem motivado o desenvolvimento de tecnologias passivas com

Leia mais

C.(30 20) + 200.1.(30 20) + 125.0,2.(30 130) = + 2000 2500 =

C.(30 20) + 200.1.(30 20) + 125.0,2.(30 130) = + 2000 2500 = PROVA DE FÍSIA 2º ANO - AUMULATIVA - 1º TRIMESTRE TIPO A 1) Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as seguintes afirmativas. (F) Os iglus, embora feitos de gelo, possibilitam aos esquimós neles residirem,

Leia mais