A PERCEPÇÃO SOBRE O CONCEITO DE DESMONTAGEM DAS EDIFICAÇÕES E O EMPREGO DE MATERIAIS DE DEMOLIÇÃO

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1 A PERCEPÇÃO SOBRE O CONCEITO DE DESMONTAGEM DAS EDIFICAÇÕES E O EMPREGO DE MATERIAIS DE DEMOLIÇÃO Cecília G. da Rocha (1) (1) Arq., mestranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Civil Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil RESUMO Proposta: O reuso de componentes de edificações, assim como a reciclagem dos materiais, são estratégias que contribuem para a sustentabilidade das construções pois reduzem a geração de resíduos e a etração de recursos naturais. Apesar do consenso na literatura acerca da importância da implementação das mesmas, há diversos aspectos associados ao tema ainda pouco eplorados, como por eemplo a percepção das pessoas sobre essas estratégias. Assim, o objetivo do trabalho é verificar a percepção das pessoas em relação a desmontagem de suas residências ao final da vida das ultimas, o uso de materiais e componentes reciclados na sua construção e a possível influência dessas duas práticas na relação afetiva das pessoas com seus lares. Método de pesquisa/abordagens: Os dados foram coletados a partir de questionários enviados por para indivíduos sem vínculos com a industria da construção civil. Resultados: Os resultados mostraram uma percepção positiva em relação as duas práticas, sendo a principal razão apontada pelos entrevistados, a preservação e conservação do meio ambiente. Observou-se também pouca influência dessas práticas na relação afetiva das pessoas com o seu lar e uma grande intersecção no entendimento dos conceitos e atributos de lar e casa por parte dos respondentes. Por fim, os atributos de lar e casa foram analisados e relacionados com os resultados obtidos a partir dos questionários. Contribuições/Originalidade: Avaliação da aceitação/percepção das pessoas em relação a estratégias (desmontagem e reuso) que contribuem para a sustentabilidade das edificações. Palavras-chave: desmontagem, percepção, reuso, componentes, lar, casa ABSTRACT Propose: The reuse of building components, as so materials recycling, are strategies that contribute for the sustainability of constructions once they reduce the waste generation and the etraction of natural resources. Despite the consensus in the literature regarding the relevance of this subject, there are several aspects related to the topic that haven t been eplored yet. One of these is people s perception related to these strategies. Therefore, the objective of these article is to verify people s perception regarding the disassembly of their dwellings after their life cycle, the use of recycled materials and building components and the eventual influence of these strategies in the affective relation between people and their dwellings. Methods: The data was collected trough questionnaires sent via to people not related to the civil construction or architecture fields. Findings: The results have shown a positive perception of both ideas. It was also found a great intersection on the understanding of home and house concepts. Finally, home and house attributes were analyzed and related to the questionnaire answers. Originality/value: Evaluation of people s acceptance/perception of strategies (disassembly and reuse) that contribute to the building s sustainability. Keywords: disassembly, perception, reuse, components, home, house

2 1 INTRODUÇÃO A construção civil é uma das industria que mais consome os recursos do planeta e é também uma das maiores geradoras de resíduos. A preocupação com questões ambientais e o consumo dos recursos naturais, são cada vez mais prementes, eigindo uma nova postura das industrias frente a esses problemas. No Brasil, diversos estudos vem sendo desenvolvidos buscando quantificar o volume de resíduo de construção e demolição (RCD) produzido diariamente nas grandes cidades (AGOPYAN; JOHN, 2005). Há também um grande número de pesquisas buscando alternativas de reaproveitamento e incorporação desses resíduos na produção de agregados para concretos e argamassas. Uma outra forma de abordar o problema da geração de resíduos, sobretudo, aqueles provenientes da demolição é através da recuperação e reuso dos componentes e elementos construtivos antes que esses se tornem resíduos, ou seja, materiais amorfos sem função definida (BLACHERE, 1977). Para isso, torna-se necessário já na etapa de projeto a consideração de estratégias visando facilitar e promover a recuperação de elementos e componentes da construção após a vida útil do edifício. Alguns pesquisadores (CROWTHER, 2002; GUY, 2002; DURMISEVIC, 2006) no âmbito internacional vem tratando da elaboração de estratégias e conceitos que devem ser considerados no processo de projeto de forma a alcançar esses objetivo. Essa nova abordagem é denominada de design for disassembly (DfD) ou seja design para a desmontagem. Os benefícios ambientais dessa abordagem, vem sendo evidenciado nas pesquisas desenvolvidas. Entretanto, um aspecto ainda pouco eplorado é a questão social e cultural associada a idéia de desmontagem da casa (ou lar) e reuso de materiais, elementos e componentes anteriormente já utilizados. Ou seja, como é a percepção das pessoas em relação a essas práticas considerando a inter-relação afetiva desenvolvida entre os residentes e o espaço em que habitam. 2 OBJETIVO O objetivo do presente trabalho é portanto verificar a percepção das pessoas em relação a duas estratégias: (i) desmontagem de sua residência ao final da sua vida, reaproveitamento e reuso das partes em novos edifícios; (ii) o uso de materiais e componentes que já foram previamente utilizados, na construção de sua residência. 3 MÉTODO O método empregado foi o envio de questionários, com perguntas abertas e fechadas, via . Para seleção dos respondentes, foi solicitado a pessoas com contato com a pesquisadora que enviassem o questionário a terceiros, que não tivessem vínculos com a mesma. Com relação a escolha dos respondentes apenas dois critérios foram definidos: que a pessoa tivesse nível superior (completo ou em curso) e que não possuísse vínculo profissional com a área da construção civil ou arquitetura. Foram entrevistadas 11 pessoas (6 do seo masculino e 5 do seo feminino, com idades entre 21 e 58 anos). O número de entrevistas foi reduzido devido ao caráter do trabalho: um estudo piloto, qualitativo, a etensão da ferramenta (questionário) e o predomínio de questões abertas. A partir da análise e tabulação dos dados, verificou-se a necessidade de aplicação de um novo questionário de forma a responder dúvidas e questionamentos, decorrentes das primeiras análises. As razões para isso serão apresentadas na seção seguinte. O segundo questionário, foi também enviado por seguindo os mesmos critérios do primeiro, sendo entretanto remetido para pessoas que não responderam ao primeiro questionário. Foram entrevistadas 16 pessoas (6 do seo masculino e 10 do seo feminino, com idades entre 19 e 46 anos). O questionário buscou identificar os seguintes aspectos: (i) grau de consciência ambiental e responsabilidade pela preservação do meio ambiente; (ii) idéias associadas a palavra casa ; (iii) eperiência com reformas na residência; (iv) benefícios e/ou prejuízos relacionada a idéia de uma casa fleível; (v) grau de importância de diferentes aspectos referentes a uma casa; (vi) percepção da idéia de desmontagem da residência após a vida útil e (vii) percepção sobre o uso de materiais reciclados na construção da residência

3 A escolha por avaliar esses aspectos baseia-se em algumas hipóteses discriminadas abaio: (a) Indivíduos com maior consciência ambiental tenderiam a ter uma e maior aceitação do uso materiais reciclados na sua residência; (b) Indivíduos que têm eperiências com reformas na casa tenderiam a desejar que essa fosse fleível (que pudesse ser facilmente alterada); (c) Indivíduos que têm eperiência com reformas tenderiam a ter uma maior aceitação do uso materiais reciclados na sua residência. 4 ANÁLISE DE RESULTADOS 4.1 Consciência ambiental Seis pessoas responderam que reciclam seu lio e cinco afirmaram que não. Entretanto, esses últimos eplicaram que sua cidade não possui coleta seletiva de lio, justificando por quê não fazem a separação. Com relação a outras contribuições para preservação da natureza, nove pessoas afirmaram que tem alguma atitude nesse sentido e outras duas afirmaram que não. Não colocar lio na rua e economizar água foram os itens mais citados (3 citações), seguidos do item economizar luz (1 citação). 4.2 Significado de casa Com relação as idéias associadas a palavra casa as palavras mais citadas foram: confortável (5 citações), lar (4 citações), tranqüilidade (3 citações), segurança (3 citações), abrigo e refúgio (3 citações), bem estar (2 citações) e aconchego (2 citações); Outras palavras mencionadas foram: praticidade, funcional, família, qualidade de vida, moradia, saudável e paz. A citação recorrente de confortável e lar, instigou o envio de um novo questionário, buscando captar o significado dessas palavras para as pessoas (item 4.8 e 4.9 respectivamente). 4.3 Eperiências com reformas em casa Nove das onze pessoa tinham eperiência com reformas em casa e duas afirmaram não possuir nenhum tipo de eperiência. 4.4 Percepção de benefícios/prejuízos de casa fleível Todos os respondentes afirmaram que gostariam de morar numa casa fleível (i.e. onde se pudesse facilmente alterar o tamanho dos espaços, adicionar novos espaços, trocar facilmente os revestimentos, etc). As razões eplicitadas pelos mesmos foram organizadas em dois grupos temáticos: (i) aspectos funcionais (e.g. adicionar um novo dormitório ; novas necessidades ao longo dos anos ; busca de posições ideais dos espaços ) e (ii) aspectos estéticos (e.g. gosto de mudança, novidade ; sairia da rotina ; mudanças estéticas ; tornar moderna ). Os aspectos mais apontados pelos respondentes foram aspectos funcionais (5 citações) e aspectos estéticos (3 citações). 4.5 Grau de importância de diferentes aspectos da casa Para verificar o grau de importância de diferentes aspectos relacionadas a uma casa, foi solicitado aos respondentes que atribuíssem uma nota (numa escala de zero a cinco) a itens, sendo a nota 0 para nenhuma importância e a nota 5 para grande importância. Os aspectos facilidade de reformar e facilidade de fazer a manutenção foram eemplificados nos questionários (respectivamente, reformas com pouca sujeira e barulho e ser fácil de trocar o carpete, as tubulações ) de forma a

4 facilitar o entendimento. As tabelas 01 e 02 mostram as médias das notas do primeiro e segundo questionário respectivamente. Observa-se variações no grau de importância dos diferentes itens nos dois questionários. Entretanto, verifica-se que em ambos os casos o aspecto confortável, aparece como item de maior importância. A partir da verificação do elevado grau de importância associado ao item confortável buscou se verificar, a partir do segundo questionário o que significa uma casa confortável (item 3.8). Tabela 01 - Avaliação do grau de importância de aspectos referentes a casa (Questionário 01) Fácil manutenção Fácil reformar Confortável Bonita Durável Média das notas Classificação 2 o 4 o 1 o 5 o 3 o Tabela 02 - Avaliação do grau de importância de aspectos referentes a casa (Questionário 02) Fácil manutenção Fácil reformar Confortável Bonita Durável Média das notas Classificação 4 o 5 o 1 o 2 o 1 o 4.6 Percepção do uso de materiais reciclados na casa Os respondentes, na sua maioria, se mostraram receptivos ao uso de materiais reciclados ou usados, na construção da sua própria casa. Sete pessoas afirmaram que gostariam que a sua casa fosse feita de materiais reciclados pois isso ajudaria a preservar o meio ambiente (4 citações) e pela estética dos materiais usados (1 citação). Duas pessoas fizeram uma ressalva, dizendo que gostavam da idéia de utilizar materiais usados contanto que esses possuíssem boa qualidade. Quatro pessoas responderam que não gostariam de usar materiais reciclados na sua casa, por desconhecer a qualidade do material a ser empregado. Uma pessoa também citou a estética desses materiais como uma razão para não empregá-los. 4.7 Percepção da idéia de desmontagem da casa após a vida útil Dos onze respondentes, apenas um respondeu que não gostaria que sua casa fosse desmontada ao final da sua vida útil, justificando sua escolha pelo seu desconhecimento das técnicas para tal. As pessoas que gostaram da idéia, argumentaram que esse procedimento promoveria a preservação do meio ambiente (5 citações) e também benefícios sociais e econômico (2 citações): podemos aproveitar material usado para outras pessoas com menos condições financeiras e o reaproveitamento de materiais pode ser uma solução economicamente viável. Também cabe salientar que uma pessoa citou a possibilidade de desmontar a casa num local e montar em outro, como uma razão para empregar esse conceito. 4.8 Casa confortável As respostas relativas ao que as pessoas entendem como uma casa confortável foram agrupadas em três grupos temáticos: características espaciais ou físicas do ambiente (12 citações); mobiliário e equipamentos (6 citações) e bem estar (3 citações). Ou seja verifica-se que a idéia de uma casa confortável está fortemente associada às características do espaço e também aos equipamentos e mobiliário presentes nesse espaço. Com relação aos atributos físicos do espaço, os mais mencionadas foram: ambientes bem iluminados (7 citações), ambientes bem ventilados (5 citações), ambientes

5 amplos (4 citações), facilidade de limpeza (3 citações) e instalações elétricas eficientes /posicionamento adequado de tomadas e interruptores (3 citações). Os itens instalações hidráulicas eficientes, espaços bem planejados, peças bem distribuídas, pátio e bastante vidro também foram mencionados, cada um com uma citação. Como eemplo de respostas referentes a mobiliário e equipamento pode-se apontar: uma sala com móveis aconchegantes e bons aparelhos de áudio e vídeo para quem gosta de filmes ; uma casa que tenha objetos que me identifiquem e me proporcionem momentos de lazer, prazer, estudo, descanso e divertimento ; bons móveis e móveis de acordo com o tamanho das peças. A sensação de bem estar foi identificada nas seguintes respostas: uma casa onde eu me sinta bem ; uma casa que seja agradável ao usuário e acolhedora. 4.9 Significado do lar Com relação ao significado do lar, as respostas foram agrupadas dentro dos seguintes títulos: relações sociais (9 citações), conforto (2 citações), identidade pessoal (2 citações), segurança (2 citações) e harmonia (2 citações). Os aspectos liberdade, controle do espaço, paz, felicidade, aconchego também foram apontados, cada um com uma citação. Observa-se a forte predominância de respostas que entendem o lar como um ambiente de convívio e de relações com a família e pessoas amadas. Além disso, a percepção do lar como um espaço que epressa a identidade da pessoa ( lar significa casa que tem a minha cara, as coisas dispostas na forma que me agrada e me identificam e um lugar onde eu moro e que se constitui de acordo com as minhas características ) e também como um ambiente de segurança e refúgio ( um lugar onde me sinto seguro e o teu refúgio do mundo, o lugar pra onde vamos quando queremos nos isolar do mundo e ficar seguros ). Também verificou-se a percepção do lar como um espaço inteiramente controlado pelo seu dono ( um lugar meu, onde me sinto livre para fazer o que quero ) atribuindo ao mesmo a sensação de segurança e refúgio. 5 CONSIDERAÇÕES De uma forma geral, observou-se, a partir desse estudo, que as pessoas tem uma percepção positiva quanto a: (i) desmontagem da casa ao final da sua vida útil e reuso e reaproveitamento de suas partes em novos edifícios: dez dos onze entrevistados afirmaram gostar da idéia, e (ii) uso de materiais e componentes reciclados na construção da sua casa: oito dos onze respondentes afirmaram gostar da idéia. A principal justificativa para a percepção positivo, apresentada pelos respondentes, foram aspectos ligados a preservação e conservação do meio ambiente. As situações em que essas não foram bem aceitas, estavam associadas a falta de conhecimento do indivíduo sobre como se daria o processo de desmontagem ou sobre a qualidade dos materiais reciclados. Entretanto, essa percepção poderia ser eventualmente alterada a partir de uma maior divulgação de informações a respeito desses temas e práticas. Esses resultados sugerem que criação de um mercado de componentes e materiais da construção usados seja viável em termos da aceitação por parte das pessoas. As hipóteses sugeridas propostas no início do estudo não foram verificadas. (i) Indivíduos com maior consciência ambiental tenderiam a ter uma e maior aceitação do uso materiais reciclados na sua residência. Dos quatros entrevistados que não gostariam de ter materiais reciclados na sua casa, três tem atitudes para preservar a natureza; (ii) Indivíduos que têm eperiência com reformas na casa tenderiam a desejar que essa fosse fleível (que pudesse ser facilmente alterada). Verificou-se que todos respondentes gostariam que a casa fosse fleível; (iii) Indivíduos que têm eperiência com reformas tenderiam a ter uma maior aceitação do uso materiais reciclados na sua residência. Das duas pessoas sem eperiência de reformas, uma aceita o reuso de materiais reciclados e uma não aceita. Das nove pessoas com eperiência de reforma, três não aceitam o reuso de materiais reciclados

6 A questão central, proposta para esse estudo, parece respondida sugerindo que as pessoas tem uma boa aceitação da idéia desmontagem da casa e uso de materiais reciclados. Entretanto, a tabulação, a análise dos dados e a verificação de respostas (que diferem das hipóteses consideradas inicialmente) levaram a um novo desdobramento da pesquisa. Por eemplo, um aspecto interessante observado foi a forte associação entre o conceito de casa e o conceito de lar (ítem 4.2). Além disso, quando solicitado aos respondentes que apontassem as palavras que associavam a idéia de casa, a maioria formulou respostas que referiam-se mais as características afetivas, sociais e de relações desenvolvidas no espaço da casa do que às características físicas e espaciais (resposta esperada). Assim, foi feita uma nova investigação, através de um segundo questionário e também de revisão de literatura, para buscar compreender o significado dos conceitos casa e lar, que tangem aspectos além da materialidade e estrutura física do edifício. A partir disso, também buscou se verificar quais seriam os vínculos desenvolvidos pelas pessoas com o espaço, que tornam uma casa um lar, e se efetivamente as estratégias sugeridas (desmontagem da casa ou lar) não teriam alguma influência nesses. Buscou-se relacionar também os conceitos apresentados na literatura com as respostas dos questionários. A temática das relações emocionais dos indivíduos com o espaço e a criação de vínculos com esses são questões que já vem sendo abordado há algumas décadas na área de psicologia ambiental. Manzo (2003) afirma que a relação afetiva das pessoas com os lugares engloba uma grande gama de características físicas e de emoções. Essas relações são um fenômeno dinâmico, em constante mudança e dessa forma, podem ser um processo consciente através do qual as pessoas moldam ativamente suas vida. A discussão sobre o que diferencia lar e casa e quais as características e atributos de cada um, é uma questão bastante abordada dentro dessa temática. A casa é entendida como a estrutura física, que não necessariamente é um lar. Manzo (2003) cita (Saegert, 1985, p. 287): A noção de habitação enfatiza o contraste entre casa e lar. Ela não assume o que a unidade física habitacional define a eperiência do lar. Habitação conota uma relação mais ativa e móvel dos indivíduos com o espaço físico, social e psicológico ao seu redor. Moore (2000) eamina o conceito de lar na sociedade ocidental contemporânea. A referida autora cita o trabalho de Tognoli, (1987) que propõem cinco atributos de um lar e que o diferenciam de uma casa: centralidade, continuidade, privacidade, epressão própria e identidade pessoal e relações sociais. Esses itens são analisados e comentados por Smith (1994). Centralidade é definido por Smith (1994) como um sentimento de enraizamento, controle do espaço, sentido de pertencer. Lar é um território primário, e portanto, os donos do espaço esperam um controle permanente e eclusivo desse. Territórios primários constituem uma parte profunda e significativa da vida dos seus donos. Logo, é razoável encontrar evidências da centralidade nas pesquisas sobre o significado do lar. Já continuidade significa ter um lugar para onde voltar; faz com que a pessoa tenha um sentimento de pertencer, gerando também um sentimento de continuidade, estabilidade e permanência (SMITH, 1994). Por sua vez, o atributo privacidade e refúgio permite à pessoa relaar e fazer aquilo que tem vontade, sendo o lar um lugar de regeneração, de descanso e renovação da energia física e espiritual (SMITH, 1994). Um sentimento de conforto e liberdade torna-se possível quando a pessoa tem controle do espaço e a necessidade de privacidade é suprida. De acordo com o referido autor, o lar deve ser um lugar de privacidade para os seus usuários, permitindo que esses tenham um nível ótimo de interação com outras pessoas, gerando a sensação de bem estar e relaamento. O aspecto epressão e identidade pessoal refere-se à liberdade do lar, que permite uma etensa e significativa gama de epressões da identidade (SMITH, 1994). O lar está muito relacionada com a identidade das pessoas, e serve como um símbolo de como as pessoas se vêem e como gostariam que os outros as vissem. O funcionamento do lar e os objetos presentes formam uma representação do indivíduo. Por fim, o atributo relações sociais é uma característica importante do ambiente do lar e está associada as relações da pessoa com os outros dentro da casa (SMITH, 1994). O lar pode ser caracterizado pela relação próima do indivíduo com a família e pessoas amadas

7 Além dos atributos propostos por Tognoli, (1987), Smith (1994) aponta outras duas qualidades do lar warmth (calor) e ambiente físico. O primeiro constitui uma importante característica do lar e está relacionada a uma atmosfera amigável e de apoio para o individuo. Já o ambiente físico descreve a casa como uma entidade que define um espaço para uso assim como para abrigo e proteção (LAWRENCE, 1987). Sismith (1986) classificou diversos aspectos como arquitetura, característica físicas e redes de infraestrutura (eletricidade, aquecimento, telefone) como partes da dimensão física do lar. Esses aspectos são importantes pois contribuem para o sentimento de conforto e satisfação. O autor também afirma que o lar pode ser tripartido em três modos de eperiências: o lar pessoal, o lar social e o lar físico. Outra pesquisa (LEGER, 1985; PAULUS et al., 1991) sugere que enquanto os critérios de conforto básico e de segurança são atendidos, é possível que qualquer tipo de casa se torne um lar. Edelstein (1986) concluiu que na mente dos usuários, a casa é um conceito multi-dimensional, eperienciado simultaneamente como um ambiente físico, um ambiente social e um lugar para satisfação das necessidades pessoais. Os resultados, obtidos a partir dos questionários, sobre o significado de casa e lar (itens 4.2 e 4.9 respectivamente) evidenciam uma forte associação entre os dois conceitos. Na primeira coluna da tabela 03 estão descriminados os diversos aspectos associados pelos respondentes aos conceitos de lar e casa. A segunda e terceira coluna mostram o numero de citações referente a cada item para os dois conceitos. Por fim, a ultima parte da tabela elenca os atributos do lar, propostos por Tognoli (1987) relacionando os mesmos, em termos de significado, com os aspectos apontados pelos respondentes. Verifica-se que os diversos itens ou aspectos citados pelos respondentes (relativos aos conceitos de casa e/ou lar ) podem ser classificados dentro dos atributos propostos por Tognoli (1987). Os itens que referem-se a ambos os conceitos são referentes às relações sociais e segurança (respectivamente, relações sociais e centralidade). Confortável também é uma característica compartilhada pelos dois conceitos. Conforme já eposto (item 4.8) o entendimento do atributo confortável refere-se sobretudo às características físicas e espaciais dos ambientes (12 citações), mostrando que o aspecto físico está presente tanto na idéia de casa como de lar. Isso vai de encontro ao que é proposto por Tognoli (1987) que não inclui ao aspecto físico nos atributos de lar, mas que já é evidenciado no trabalho de Smith (1994). Entretanto, algumas respostas sobre o significado de lar ( vai muito além de um simples moradia, envolve as pessoas que habitam ali, sua relação, seu jeito de ser e levar a casa, o lar é a construção não física e para mim o lar está mais ligado a família do que a casa ) evidenciam a distinção entre casa e lar, formulada por Saegert (1985). Essas respostas, por sua vez, reforçam os atributos advogados por Tognoli (1987). Conforme observa-se na tabela, os atributos propostos pelo referido autor geralmente estão mais vinculados aos itens, associadas pelos respondentes, a palavra lar. Entretanto, é interessante observar que a idéia de refúgio e abrigo, proposta como uma atributo de lar por Tognoli (1987), é mais o associados pelos respondentes, a idéia de casa e não de lar. Observa-se que a idéia de materialidade e estrutura física está presente nos conceito de casa e lar, através da associação dos dois conceitos ao item confortável (entendido pela maioria dos respondentes como adequação das características espaciais ou físicas do ambiente ao uso). Entretanto, os atributos ou características citados pelas pessoas para que a casa seja confortável (item 4.8), não parece inviabilizar as estratégias analisadas nesse trabalho: (i) desmontagem da casa ao final da sua vida útil e (ii) uso de materiais e componentes reciclados na construção da sua casa. Além disso, podese sugerir (através desse breve estudo e da sucinta revisão de literatura) que os vínculos afetivos das pessoas com a casa ou lar contemplam uma série de outros fatores além da preservação e da idéia de eternidade e imortalidade associada a dimensão física da casa ou lar

8 Tabela 03 - Aspectos associados a casa e lar e atributo de Tognoli (1987) Aspectos No de citações Atributos do lar (TOGNOLI,1987) Casa Lar Centralidade Continuidade Refugio Identidade R. sociais Relações sociais Segurança Aconchego Confortável* Paz Lar Tranquilidade Praticidade Funcional Qualidade de vida Saudável Abrigo/refúgio Bem estar Identidade pessoal Harmonia Controle do espaço Liberdade Felicidade 6 REFERÊNCIAS BLACHERE, G. Tecnologias de la construccion industrializada. Gustavo Gili: Barcelona, 1977 CROWTHER, P. Design for Buildability and the Deconstruction Consequences.. In: DESIGN FOR DECONSTRUCTION AND MATERIAL REUSE, 2002, Karlsruhe,. Proceedings... Alemanha, Disponível em: < downloads/ _designfordeconstructionpaper.pdf. >. Acesso em: 08 de julho de DURMISEVIC, E. Transformable Bulilding Structures: design for disassembly as a way to introduce sustainable engineering to building design & construction. Delft, f. Tese de doutoramento, Universidade de Delft. Delft, Holanda, EDELSTEIN, M. R. Toic eposure and the inversion of the home. Journal of Architectural and Planning Research, volume 3, p ,

9 GUY, B. E SHELL, S. Design for Deconstruction and Materials Reuse. In: DESIGN FOR DECONSTRUCTION AND MATERIAL REUSE, 2002, Karlsruhe,. Proceedings... Alemanha, Disponível em: < downloads/ _designfordeconstructionpaper.pdf. >. Acesso em: 08 de julho de JOHN, V.; AGOPYAN, J. Reciclagem de resíduos da construção. In: SEMINÁRIO DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES. 2005, São Paulo. Anais... São Paulo, Disponível em : < Acesso em: 26 de abril de LAWRENCE, R. J. What makes a house a home? Environment and Behavior, volume 19 p , LEGER, J.M. (1985). The prefabricated house: is it really a home? Journal of Environmental Psychology, volume 5, p , MANZO, L.C. (2003). Beyond house and haven: toward a revisioning of emotional relationship with places. Journal of Environmental Psychology, volume 23, 47-61, MOORE, J. Placing home in contet. Journal of Environmental Psychology, volume 20, p , PAULUS, P.B.; NAGAR, D.; CAMACHO, L.M. Environmental and psychological factors in reactions to apartments and mobile homes. Journal of Environmental Psychology, volume 11, p , SIXSMITH, J. A. The meaning of home: an eploration study of environmental eperience. Journal of Environmental Psychology, volume 6, p , SMITH, S. The essential qualities of a home (1994). Journal of Environmental Psychology, volume 14, p.31-46,

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