Resultados Anuais _ 2005

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1 Resultados Anuais _ 2005 Facto Relevante Portugal Telecom

2 Índice 01 Destaques financeiros 4 02 Destaques operacionais 7 03 Demonstração de resultados consolidados Capex Cash flow Balanço consolidado Recursos humanos Rede fixa Móvel Portugal Móvel Brasil Multimédia Outros investimentos internacionais Eventos do 4º trimestre e desenvolvimentos recentes Maiores participações Bases de apresentação 47 Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

3 Resultados Anuais_2005 Facto Relevante Lisboa, 6 de Março de 2006 Portugal Telecom, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Avenida Fontes Pereira de Melo, 40, Lisboa Capital Social: Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o nº 03602/ Pessoa Colectiva nº A Portugal Telecom divulgou hoje os resultados relativos ao exercício findo em 31 de Dezembro de O resultado líquido ascendeu a 293 milhões de euros no quarto trimestre de 2005, equivalente a um aumento de 448,4% face a igual período do ano anterior. O EBITDA menos Capex totalizou 349 milhões de euros no quarto trimestre de 2005, um aumento de 72,4% face a igual período do ano anterior. Em 2005, os proveitos operacionais totalizaram milhões de euros. O resultado operacional antes de amortizações (EBITDA) foi de milhões de euros, equivalente a uma margem de 39,1%. O EBITDA menos Capex totalizou milhões de euros. O resultado líquido do ano foi de 654 milhões de euros. A dívida líquida atingiu milhões de euros no final de Dezembro de 2005, sendo que este valor inclui 300 milhões de euros relativos a uma contribuição extraordinária para financiar responsabilidades com cuidados de saúde após a idade da reforma. O Conselho de Administração deliberou a submissão à próxima Assembleia Geral Anual de Accionistas de uma proposta de distribuição de dividendos relativos ao exercício de 2005, no valor de 0,475 euros por acção, sujeita às condições de mercado e à situação financeira da empresa nessa data. O dividendo de 0,475 euros por acção, relativo ao exercício de 2005, representa um aumento de 35,7% face ao dividendo distribuído no ano anterior. Os resultados da PT foram preparados de acordo com os International Financial Reporting Standards (IFRS) desde 1 de Janeiro de A informação financeira de períodos anteriores foi reajustada de acordo com os IFRS de forma a permitir uma correcta comparação. Tabela 1 _ Destaques Financeiros Consolidados milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 Proveitos operacionais 1.715, ,0 10,2% 4,5% 6.385, ,4 7,0% Custos operacionais, excluindo amortizações 1.005,1 999,7 0,5% (2,7%) 3.889, ,4 7,9% EBITDA (1) 710,3 557,3 27,4% 16,8% 2.495, ,9 5,6% Resultado operacional 409,6 317,6 29,0% 19,4% 1.436, ,0 0,6% Resultado líquido 293,4 53,5 448,4% 280,7% 654,0 623,2 4,9% Capex 361,1 354,8 1,8% 68,9% 943,1 761,2 23,9% Capex em % dos proveitos operacionais (%) 21,1 22,8 (1,7pp) 8,0pp 14,8 12,8 2,0pp EBITDA menos Capex 349,1 202,5 72,4% (11,4%) 1.552, ,8 (3,1%) Dívida líquida 3.672, ,2 2,8% (6,4%) 3.672, ,2 2,8% Margem EBITDA (2) (%) 41,4 35,8 5,6pp 4,4pp 39,1 39,6 (0,5pp) Dívida líquida / EBITDA (x) 1,3 1,6 (0,3x) (0,3x) 1,5 1,5 (0,0x) EBITDA / juros líquidos (x) 10,2 9,5 0,7x 1,7x 9,7 11,5 (1,8x) (1) EBITDA = Resultado operacional + amortizações. (2) Margem EBITDA = EBITDA / proveitos operacionais. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

4 01 Destaques Financeiros Os proveitos operacionais aumentaram 7,0% em 2005 face ao ano anterior para milhões de euros, impulsionados pela Vivo e PTM. Os proveitos operacionais dos negócios em Portugal (rede fixa, TMN e PT Multimédia) diminuíram 1,7% em 2005, face ao ano anterior, com o crescimento de receitas de 30 milhões de euros na PTM a compensar o decréscimo de receitas na TMN e na rede fixa de 101 milhões de euros. As receitas de retalho em Portugal (rede fixa, TV por subscrição e banda larga) diminuíram 1,8% para milhões de euros em 2005, com o crescimento das receitas de banda larga e de TV por subscrição a ser compensado pela diminuição das receitas de tráfego na rede fixa, as quais foram influenciadas negativamente pela redução do volume de tráfego e das tarifas de interligação. As receitas de retalho em Portugal, ajustadas pelo decréscimo das tarifas de interligação fixo-móvel, teriam diminuído apenas 0,6% em As receitas de retalho líquidas da rede fixa, ou seja, as receitas de retalho da rede fixa deduzidas dos correspondentes custos de telecomunicações, mantiveram-se estáveis em milhões de euros em 2005, em resultado do forte crescimento do ADSL e dos novos planos de preços, o qual foi compensado pelo decréscimo das receitas de tráfego. O EBITDA foi de milhões de euros em 2005, um aumento de 5,6%, face a 2004, e equivalente a uma margem de 39,1%, em resultado do aumento do EBITDA na rede fixa e na PTM. O EBITDA dos negócios em Portugal aumentou 5,5% em 2005, face a 2004, devido ao crescimento na rede fixa e na PTM, que compensou a redução do EBITDA na TMN. O desempenho do EBITDA da rede fixa, para além do controlo dos custos operacionais, beneficiou também de uma redução significativa dos custos com benefícios de reforma. Os custos com benefícios de reforma são negativos em Euro 22 milhões, em resultado do reconhecimento de ganhos com serviços passados ( prior years service gains ), no montante de Euro 137 milhões, incluindo Euro 110 milhões referentes à alteração da idade da reforma em Portugal, ratificada em Dezembro de Adicionalmente, no âmbito da adopção dos IFRS e de acordo com a adenda ao IAS 19 aprovada em Novembro de 2005, a PT decidiu proceder à alteração da política contabilística de reconhecimento dos ganhos e perdas actuariais, que passaram a ser registados directamente em Capitais Próprios. Anteriormente, os ganhos e perdas actuariais eram diferidos e amortizados em resultados, na rubrica de custos com benefícios de reforma, durante o período médio de vida laboral dos empregados no activo. Em resultado desta alteração, a rubrica de custos com benefícios de reforma, na demonstração de resultados, passou a excluir a amortização das perdas actuariais líquidas, a qual tinha sido estimada para 2005 em aproximadamente Euro 55 milhões. O resultado operacional registou uma subida de 0,6% em 2005 para milhões de euros, equivalente a uma margem operacional de 22,5%, apesar do aumento das amortizações de imobilizado incorpóreo, resultante da alocação de goodwill nas recentes ofertas públicas de aquisição das subsidiárias da Vivo em Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

5 01 Destaques Financeiros O resultado líquido totalizou 654 milhões de euros em 2005, um aumento de 4,9%, face ao ano anterior, em resultado do impacto positivo de 174 milhões de euros da mais-valia obtida com a venda de uma participação na UOL, apesar do aumento dos custos com o programa de redução de efectivos para 314 milhões de euros. O investimento em imobilizado corpóreo e incorpóreo (capex) aumentou 23,9% em 2005 para 943 milhões de euros, equivalente a 14,8% dos proveitos operacionais, em resultado do incremento dos investimentos efectuados em banda larga e 3G em Portugal, do investimento em dois transponders no negócio de TV por subscrição, e dos investimentos em 1xRTT e cobertura de CDMA na Vivo. O EBITDA menos Capex decresceu 3,1% para milhões de euros em 2005, equivalente a 24,3% dos proveitos operacionais. Aproximadamente 95% do EBITDA menos Capex foi gerado pelos negócios em Portugal (rede fixa, TMN e PTM). O free cash flow aumentou para milhões de euros em 2005 de 862 milhões de euros no ano anterior, principalmente em resultado do aumento dos fluxos provenientes da alienação de subsidiárias e do decréscimo da saída de fluxos relativos à aquisição de investimentos financeiros (incluindo 231 milhões de euros relativos à Vivo em 2004), que mais do que compensou a redução do free cash flow operacional. O cálculo do free cash flow está efectuado na secção 5. A dívida líquida totalizou milhões de euros no final de 2005, um aumento de 99 milhões de euros face ao final de 2004, em resultado principalmente da contribuição extraordinária de 300 milhões de euros para financiar responsabilidades com cuidados de saúde após a idade da reforma, e do efeito de 126 milhões de euros da conversão cambial da dívida em reais. A PT emitiu 2 mil milhões de euros de Eurobonds em 2005, 1,5 mil milhões de euros em 24 de Março de 2005, com maturidades de 7 anos (mil milhões de euros) e 12 anos (500 milhões de euros), e mais 500 milhões de euros em 16 de Junho de 2005, com maturidade de 20 anos, como parte do refinanciamento do seu balanço. Em Fevereiro de 2005, a PT utilizou dois empréstimos no total de 250 milhões de euros com maturidade de 10 anos, contratados com o Banco Europeu de Investimento. Adicionalmente, a maturidade de determinadas linhas de crédito disponíveis, que totalizam 750 milhões de euros, foi prolongada por mais dois anos. O custo da dívida da PT (excluindo a dívida brasileira) foi de 4,7% e a maturidade da dívida da PT (excluindo a dívida brasileira) aumentou para 10,2 anos. Considerando a dívida brasileira, o custo da dívida consolidada da PT foi de 6,6%, e a maturidade da dívida aumentou para 9,2 anos. O défice das responsabilidades com benefícios de reforma, a 31 de Dezembro de 2005, ascendeu a Euro milhões, um incremento de Euro 314 milhões, em resultado essencialmente do impacto negativo de Euro 693 milhões referente à alteração de pressupostos actuariais, nomeadamente a taxa de desconto, o qual foi parcialmente compensado pela contribuição extraordinária de Euro 300 milhões para financiar as responsabilidades com benefícios de saúde após a idade da reforma. No seguimento da alteração da política contabilística de reconhecimento dos ganhos e pardas actuariais, conforme mencionado anteriormente, o balanço da PT passou a apresentar uma provisão para benefícios de reforma equivalente ao valor do défice. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

6 01 Destaques Financeiros A alienação de investimentos financeiros durante o ano de 2005 gerou um encaixe de 328 milhões de euros, nomeadamente 174 milhões de euros relativos à venda da Lusomundo Serviços (a qual detém 80,91% da Lusomundo Media) à Controlinveste, 261 milhões de reais relativos à venda da PrimeSys à Embratel e 201 milhões de reais relativos à venda de 16% da UOL na OPV realizada em Dezembro. A exposição líquida ao Brasil ascendeu a milhões de reais, ou milhões de euros à taxa de câmbio euro/real de 31 de Dezembro de No final de 2005, os activos denominados em reais no balanço consolidado da PT representavam aproximadamente 32% do total do activo, e a proporção da PT na dívida líquida da Vivo ascendia a 609 milhões de euros. Na sequência do programa de share buyback de 10%, a PT reduziu o seu capital social de para euros em 21 de Dezembro de O número de acções canceladas correspondeu a 3,0% do capital social anterior ao cancelamento de 7,0% em Dezembro de 2004, completando assim o programa de share buyback de 10% anunciado em Setembro de A 6 de Março de 2005, o Conselho de Administração deliberou a submissão à Assembleia Geral Anual de Accionistas de uma proposta de distribuição de dividendos relativos ao exercício de 2005, no valor de 0,475 euros por acção, sujeita às condições de mercado e à situação financeira da empresa nessa data. O dividendo de 0,475 euros por acção, relativo ao exercício de 2005, representa um aumento de 35,7% face ao dividendo distribuído no ano anterior. A 6 de Março de 2006, a PT tinha estabelecido contratos de equity swap para adquirir acções da PT, equivalentes a 1,83% do seu capital social. A PT estabeleceu estes contratos no âmbito da execução do seu programa de share buyback, o qual se encontra suspenso em resultado do lançamento pela Sonaecom de uma oferta pública de aquisição a 6 de Fevereiro de A equipa de gestão considera que a PT deverá continuar a apresentar um perfil de crescimento atractivo para os seus negócios e nível de remuneração elevado para os seus accionistas. A estratégia da PT incluirá: a oferta de serviços tripleplay de âmbito nacional em todas as redes; a introdução de ofertas de tarifários planos de voz na rede fixa e ofertas convergentes fixo-móvel, bem como a monetização do valor da sua rede, com o objectivo de criar sinergias em termos de capex e um acesso mais transparente para todos os concorrentes, em troca de um aval regulatório. Através do crescimento das receitas e da optimização dos custos e do capex, o EBITDA deverá aumentar entre 3% a 5% (CAGR) nos próximos três anos e o cash flow operacional acumulado (definido como EBITDA menos Capex) deverá ascender a 5,0-5,5 mil milhões de euros no período. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

7 02 Destaques Operacionais Tabela 2 _ Indicadores de Desempenho Operacional (Key Performance Indicators KPI) 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 Base de clientes (mil) Rede fixa ,3% 0,2% ,3% Móvel ,1% 3,1% ,1% TV por subscrição (1) ,1% (0,4%) ,1% Banda larga (ADSL retalho + cabo ) ,9% 5,0% ,9% Rede fixa Acessos (mil) ,3% 0,2% ,3% PSTN/RDIS (4,5%) (1,7%) (4,5%) Pré-selecção ,5% 3,0% ,5% ADSL retalho ,4% 6,9% ,4% ADSL wholesale ,3% 8,3% ,3% Lacetes locais desagregados 72 9 n.s. 67,0% 72 9 n.s. Adições líquidas (mil) 7 65 (88,6%) (71,1%) (33,3%) PSTN/RDIS (63) (11) n.s. 64,5% (179) (88) 102,7% Pré-selecção ,8% (10,0%) ,2% ADSL retalho (45,6%) (19,4%) (7,8%) ADSL wholesale 4 4 (1,2%) 108,3% ,3% Lacetes locais desagregados 29 2 n.s. 88,9% 63 7 n.s. Planos de preços (mil) ,4% 27,5% ,4% Tráfego total (milhões de minutos) (8,1%) 1,4% (10,1%) ARPU (euros) 32,5 34,9 (6,9%) (6,6%) 33,8 34,8 (2,9%) Móvel Portugal TMN Clientes (mil) ,1% 1,9% ,1% Adições líquidas (mil) (13,6%) (9,3%) ,2% MOU (minutos) ,3% (1,8%) ,5% ARPU (euros) 22,2 24,4 (8,9%) (5,2%) 22,8 24,5 (6,8%) Dados em % das receitas (%) 13,6 11,3 2,3pp 1,9pp 11,8 10,0 1,9pp CCPU (2) (euros) 11,4 11,9 (4,1%) (5,5%) 11,6 11,4 1,4% ARPU menos CCPU (euros) 10,8 12,5 (13,5%) (4,8%) 11,2 13,1 (14,0%) Móvel Brasil Vivo Clientes (mil) ,3% 3,3% ,3% Adições líquidas (mil) (49,2%) 144,4% (44,6%) MOU (minutos) (14,3%) (2,9%) (12,6%) ARPU (reais) 29,0 31,5 (8,0%) 2,5% 28,7 32,8 (12,6%) Dados em % das receitas (%) 6,2 4,8 1,4pp (0,0pp) 6,0 4,2 1,8pp CCPU (2) (reais) 17,4 18,6 (6,5%) 4,1% 17,3 18,5 (6,2%) ARPU menos CCPU (reais) 11,5 12,8 (10,1%) 0,2% 11,3 14,3 (20,8%) Multimédia PT Multimedia (1) Casas passadas (mil) ,5% 1,5% ,5% Com capacidades interactivas (mil) ,3% 1,7% ,3% Clientes TV por subscrição (mil) ,1% (0,4%) ,1% Adições líquidas TV por subscrição (mil) (6) 10 n.s. n.s (43,8%) Acessos banda larga via cabo (mil) ,1% 2,0% ,1% Adições líquidas banda larga cabo (mil) 7 21 (67,9%) (24,3%) (42,7%) ARPU total TV por subscrição (euros) 27,5 25,9 6,1% (2,9%) 27,6 25,4 8,5% (1) Em resultado de uma limpeza da base de dados no segundo trimestre de 2005, na sequência da migração para novos sistemas de CRM, aprovisionamento e facturação, o número de clientes de TV por subscrição no final de 2T05, 1T05 e 4T04 foi, respectivamente, de mil, mil e mil. O número ajustado de clientes de banda larga via cabo foi no 2T05 de 333 mil, no 1T05 de 319 mil e no 4T04 de 305 mil. (2) CCPU (cash cost per user) = custos operacionais menos provisões, amortizações e vendas de terminais por utilizador. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

8 02 Destaques Operacionais Clientes > Os acessos de rede fixa aumentaram 2,3% no quarto trimestre de 2005 para mil, face a igual período de 2004, em resultado do forte crescimento do ADSL e das desagregações de lacete local. > Os clientes móveis aumentaram mil no quarto trimestre de 2005 para mil. > O número total de clientes de TV por subscrição totalizou mil no final de 2005, representando aproximadamente 42% dos lares com televisão em Portugal. > A PT detinha 933 mil clientes de banda larga de retalho no final do quarto trimestre de 2005, equivalente a uma taxa de penetração de 21,8% dos acessos (PSTN/RDIS, excluindo os acessos em pré-selecção, e cabo). As adições líquidas de banda larga de retalho foram 45 mil no quarto trimestre de Rede Fixa > O número total de acessos aumentou 2,3% no quarto trimestre de 2005, face ao período homólogo, para mil, incluindo mil acessos PSTN/RDIS, 585 mil acessos ADSL de retalho, 51 mil acessos ADSL de wholesale e 72 mil desagregações de lacete local. > O número de planos de preços aumentou em 387 mil no quarto trimestre de 2005 para mil. No quarto trimestre de 2005, a PT lançou novos planos de preços baseados em flat rates de tráfego ilimitado para vários períodos do dia, incluindo um pacote mensal de tráfego fixo-fixo ilimitado dentro da própria rede. > No quarto trimestre de 2005, o tráfego total diminuiu 8,1% face a igual período do ano anterior. O tráfego de retalho decresceu 12,8%, principalmente em resultado da continuação do efeito de substituição de fixo por móvel e do aumento da concorrência, enquanto o tráfego de wholesale diminuiu 4,2% face a igual período do ano anterior, sobretudo devido ao efeito de migração de Internet de banda estreita para banda larga. > O ARPU total diminuiu 6,9% no quarto trimestre de 2005, face ao período homólogo, para 32,5 euros. O ARPU de assinatura e de voz decresceu 9,9% para 27,9 euros, reflectindo a diminuição das receitas de tráfego, enquanto que o ARPU de dados aumentou 16,4% para 4,6 euros, representando já 14,0% do ARPU total no quarto trimestre de Móvel Portugal > No quarto trimestre de 2005 foram adicionados 97 mil clientes, reflectindo o sucesso da expansão do 3G e o lançamento de uma marca de baixo custo. No final de Dezembro de 2005, a TMN detinha mil clientes, um aumento de 5,1% face a igual período do ano anterior. Os clientes pós-pagos representaram aproximadamente 51% das adições líquidas no quarto trimestre de 2005, o que compara com 18% no terceiro trimestre de > No quarto trimestre de 2005, as receitas de serviços de dados representaram 13,6% das receitas de serviços, uma melhoria de 2,3pp face a igual período do ano anterior, em resultado do crescimento de 74,2% das receitas de serviços de dados que não os SMS, que já representaram 21,0% do total das receitas de serviços de dados. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

9 02 Destaques Operacionais > O MOU aumentou 2,4% no quarto trimestre de 2005, face a igual período do ano anterior, totalizando 123 minutos, em resultado de campanhas que tiveram como objectivo estimular a utilização. > O ARPU no quarto trimestre de 2005 registou um decréscimo de 8,7% para 22,2 euros, em resultado da descida de 10,8% do ARPM, reflectindo a redução das tarifas de interligação ao longo do ano. Excluindo o efeito da redução das tarifas de interligação, o ARPU teria decrescido 2,2% no quarto trimestre de 2005 face a igual período do ano anterior. Móvel Brasil > As adições líquidas totalizaram 964 mil clientes no quarto trimestre de No final de Dezembro de 2005, a Vivo detinha mil clientes, um aumento de 12,3% face a igual período do ano anterior. No final de Dezembro de 2005, a quota de mercado da Vivo era de 44,4% nas áreas de operação e de 34,5% em todo o Brasil. > No quarto trimestre de 2005, as receitas de dados representaram 6,2% das receitas de serviços, sendo já cerca de 41% geradas por receitas de serviços de dados que não os SMS. > O MOU da Vivo diminuiu 14,3% no quarto trimestre de 2005 para 74 minutos, em resultado da evolução negativa do tráfego de entrada, com o respectivo MOU a decrescer aproximadamente 16% face ao quarto trimestre de O MOU do segmento pós-pago aumentou 2,7% no quarto trimestre de 2005, face a igual período do ano anterior, reflectindo o forte crescimento do tráfego originado. > No quarto trimestre de 2005, o ARPU diminuiu 8,0%, face a igual período do ano anterior, para 29,0 reais, em resultado principalmente da redução do tráfego de entrada. O ARPU do segmento pós-pago cresceu 6,7% no quarto trimestre de 2005, face a igual período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento do tráfego originado. Multimédia > O número total de clientes de TV por subscrição atingiu os mil no final de 2005, com 6 mil desligamentos líquidos no quarto trimestre de 2005, reflectindo disconecções de clientes relacionadas com a limpeza da base de dados realizada no final do ano, na sequência da migração para um novo sistema, ao fim de mais de dez anos de actividade. No final de 2005, o número de clientes por cabo situou-se em mil e por satélite em 389 mil. > O ARPU total de TV por subscrição no quarto trimestre de 2005 aumentou 6,1%, face a igual período do ano anterior, para 27,5 euros, em resultado de uma maior penetração da Internet de banda larga e do pacote digital. > O número de clientes de banda larga via cabo ascendeu a 348 mil no final de Dezembro 2005, um aumento de 14,1% face ao ano anterior, com 7 mil adições líquidas no quarto trimestre de A taxa de penetração do serviço Internet entre os clientes por cabo atingiu 32,0%, registando um aumento de 3,3pp no quarto trimestre de 2005, face ao mesmo período do ano anterior. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

10 03 Demonstração de Resultados Consolidados Tabela 3 _ Demonstração de Resultados Consolidados (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 Proveitos operacionais 1.715, ,0 10,2% 4,5% 6.385, ,4 7,0% Rede fixa 500,6 534,9 (6,4%) (2,8%) 2.050, ,8 (4,4%) Móvel Portugal TMN 374,3 382,1 (2,0%) (3,1%) 1.455, ,4 (0,5%) Móvel Brasil Vivo (1) 620,0 436,8 41,9% 19,1% 2.036, ,1 27,4% Multimédia PT Multimedia 157,5 161,2 (2,3%) (1,7%) 627,4 597,9 4,9% Outros 62,9 42,1 49,4% 5,7% 215,2 163,2 31,9% Custos operacionais, excluindo amortizações 1.005,1 999,7 0,5% (2,7%) 3.889, ,4 7,9% Custos com pessoal 169,4 161,8 4,7% 5,3% 667,3 631,8 5,6% Custos com benefícios de reforma (PRBs) (88,6) (25,7) 244,6% n.s. (21,6) 58,8 n.s. Custos directos dos serviços prestados 233,3 217,8 7,1% 6,0% 881,2 852,0 3,4% Custos de telecomunicações 150,3 142,2 5,7% 7,8% 561,6 553,3 1,5% Custos de programação 35,9 32,9 9,2% 2,8% 139,6 126,9 10,0% Listas telefónicas 19,9 21,4 (6,7%) (1,0%) 81,7 86,9 (6,0%) Outros 27,1 21,3 27,3% 6,5% 98,3 85,0 15,7% Custos das mercadorias vendidas 185,1 200,8 (7,8%) 8,8% 652,3 595,8 9,5% Marketing e publicidade 62,0 45,1 37,6% 44,0% 184,4 159,8 15,4% Serviços de suporte 71,6 63,5 12,8% 18,0% 230,2 203,8 12,9% Manutenção e conservação 38,9 35,4 9,9% (3,2%) 157,2 141,7 10,9% Fornecimentos e serviços externos 212,9 179,4 18,6% 11,7% 760,4 643,5 18,2% Provisões 76,4 77,9 (1,9%) 39,0% 171,5 168,8 1,6% Impostos, excluindo impostos sobre rendimento 46,2 27,4 68,3% 6,3% 166,0 123,2 34,7% Outros custos operacionais (2,2) 16,2 n.s. n.s. 40,9 25,2 62,4% Result. operacionais antes de amort. (EBITDA) 710,3 557,3 27,4% 16,8% 2.495, ,9 5,6% Amortizações 300,6 239,7 25,4% 13,5% 1.059,6 934,9 13,3% Resultado operacional 409,6 317,6 29,0% 19,4% 1.436, ,0 0,6% Outros custos (proveitos) 83,6 210,3 (60,2%) (44,4%) 333,1 286,4 16,3% Imparidade do Goodwill 0,0 28,0 n.s. n.s. 0,0 28,0 n.s. Custos do programa de redução efectivos 76,9 118,9 (35,3%) (47,6%) 314,3 165,6 89,8% Menos (mais) valias na alienação de imobilizado 1,1 7,2 (84,8%) n.s. 1,2 9,2 (87,2%) Outros custos não recorrentes 5,6 56,2 (90,0%) 47,4% 17,7 83,6 (78,9%) Resultado antes result. financeiros e impostos 326,0 107,3 203,9% 69,2% 1.102, ,6 (3,4%) Custos (ganhos) financeiros (118,5) 102,5 n.s. n.s. 51,3 232,5 (77,9%) Juros suportados líquidos 69,6 58,6 18,6% (3,1%) 257,6 204,9 25,7% Diferenças de câmbio desfavoráveis (favoráveis) líq. 5,9 17,6 (66,5%) n.s. (41,3) 4,5 n.s. Perdas (ganhos) em activos financeiros líquidos (26,4) 20,1 n.s. n.s. 8,8 (11,6) n.s. Perdas (ganhos) em empresas associadas (188,1) (11,4) n.s. n.s. (238,2) (20,9) n.s. Outros custos financeiros 20,4 17,6 16,4% 57,9% 64,5 55,6 15,9% Resultado antes de impostos 444,5 4,8 n.s. 248,0% 1.051,6 909,1 15,7% Imposto sobre o rendimento (139,3) 79,9 n.s. 134,6% (384,3) (210,0) 83,0% Resultado das operações continuadas 305,2 84,7 260,3% n.s. 667,2 699,1 (4,6%) Resultado das operações descontinuadas (15,7) (0,1) n.s. n.s. 21,7 26,1 (16,6%) Interesses minoritários 4,0 (31,1) n.s. n.s. (35,0) (102,0) (65,7%) Resultado consolidado líquido 293,4 53,5 448,4% 280,7% 654,0 623,2 4,9% (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

11 03 Demonstração de Resultados Consolidados Proveitos Operacionais Consolidados Tabela 4 _ Proveitos Operacionais Consolidados Contribuição por Segmento de Negócio (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 Rede fixa 500,6 534,9 (6,4%) (2,8%) 2.050, ,8 (4,4%) Móvel Portugal TMN 374,3 382,1 (2,0%) (3,1%) 1.455, ,4 (0,5%) Móvel Brasil Vivo (1) 620,0 436,8 41,9% 19,1% 2.036, ,1 27,4% Multimédia PT Multimedia 157,5 161,2 (2,3%) (1,7%) 627,4 597,9 4,9% Outros 62,9 42,1 49,4% 5,7% 215,2 163,2 31,9% Proveitos operacionais consolidados 1.715, ,0 10,2% 4,5% 6.385, ,4 7,0% Total receitas de retalho (Portugal) 427,7 468,3 (8,7%) (7,1%) 1.807, ,7 (1,8%) Rede fixa 314,9 344,8 (8,7%) (5,1%) 1.315, ,0 (4,2%) TV por subscrição e Internet por cabo 112,8 123,5 (8,7%) (12,3%) 492,1 467,8 5,2% Receita média por casa (ARPH) 39,1 42,8 (8,7%) (7,1%) 41,3 42,0 (1,8%) (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em Os proveitos operacionais consolidados aumentaram 7,0% em 2005, face ao ano anterior, para milhões de euros, reflectindo uma maior contribuição da Vivo, principalmente devido à apreciação do real no período, da PTM e dos outros negócios. Considerando uma taxa de câmbio constante, os proveitos operacionais consolidados teriam aumentado 1,2% em 2005, face ao ano anterior. Em 2005, as receitas de retalho das operações em Portugal (rede fixa e TV por subscrição) decresceram 1,8%, face ao ano anterior, para milhões de euros, com a receita média mensal por casa (ARPH) a totalizar 41,3 euros. Excluindo o efeito da queda das tarifas de interligação, as receitas de retalho das operações em Portugal teriam decrescido 0,6% em 2005 face a igual período do ano anterior. O forte crescimento dos serviços de banda larga e dos produtos de vídeo continua a alterar progressivamente a composição do ARPH. As receitas de dados e de vídeo representaram respectivamente 13,6% e 22,0% do ARPH em 2005, aumentando a sua contribuição para o ARPH em 4,8pp face a igual período do ano anterior. Na rede fixa, as receitas de retalho líquidas, calculadas como as receitas de retalho da rede fixa menos os correspondentes custos de telecomunicações, mantiveram-se estáveis em 2005, reflectindo o forte crescimento do ADSL e dos novos planos de preços, o qual foi compensado pelo decréscimo das receitas de tráfego. A contribuição dos negócios móveis para os proveitos operacionais consolidados aumentou 3,4pp para 54,7%, em 2005, apesar do impacto negativo do forte ajustamento das tarifas de interligação em Portugal. As tarifas de interligação fixo-móvel e móvel-móvel registaram uma redução média anual de 26% e 23%, respectivamente, fixando-se ambas em 0,13 euros por minuto desde Outubro de As tarifas de interligação vão continuar a cair 0,5 cêntimos em cada trimestre, até atingir os 0,11 euros em Outubro de O impacto da descida das tarifas de interligação nas receitas da TMN foi de 26 milhões de euros e 82 milhões de euros no quarto trimestre de 2005 e no total do ano, respectivamente. A Vivo representou 31,9% dos proveitos operacionais consolidados em 2005, um aumento de 5,1pp face ao ano anterior, essencialmente em resultado da apreciação do real face ao euro de 19,6% no período. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

12 03 Demonstração de Resultados Consolidados Em 2005, os proveitos operacionais dos outros negócios aumentaram 52 milhões de euros para 215 milhões de euros, em resultado do aumento dos proveitos para fora do grupo da actividade da Mobitel (call centers no Brasil), da PT Inovação (consultoria em I&D) e da PT Contact (call centers em Portugal). A apreciação do real face ao euro no período teve igualmente um impacto positivo nos proveitos operacionais da Mobitel. Considerando uma taxa de câmbio constante, os proveitos operacionais dos outros negócios teriam aumentado 25,7% em 2005, face ao ano anterior, para 204 milhões de euros. Tabela 5 _ Proveitos Operacionais Consolidados Proveitos por Segmento de Negócio (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 Rede fixa 540,0 575,1 (6,1%) (3,2%) 2.213, ,2 (4,0%) Móvel Portugal TMN 397,5 415,2 (4,3%) (3,4%) 1.557, ,3 (3,1%) Móvel Brasil Vivo (1) 620,0 436,8 41,9% 19,1% 2.036, ,1 27,4% Multimédia PT Multimedia 157,8 161,6 (2,3%) (1,7%) 628,5 598,8 5,0% Outros e eliminações 0,1 (31,6) n.s. n.s. (50,6) (142,0) (64,4%) Proveitos operacionais consolidados 1.715, ,0 10,2% 4,5% 6.385, ,4 7,0% (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em A diferença na taxa de crescimento dos proveitos operacionais do segmento de negócio TMN e a contribuição desse negócio para os proveitos operacionais consolidados está relacionada com a redução das tarifas de interligação fixo-móvel ocorrida durante o período em análise. EBITDA Tabela 6 _ EBITDA por Segmento de Negócio (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 Margem /04 Margem Rede fixa 360,0 234,7 53,4% 66, ,3 969,0 16,5% 51,0 Móvel Portugal TMN 166,5 183,0 (9,0%) 41,9 673,5 746,9 (9,8%) 43,3 Móvel Brasil Vivo (1) 124,1 114,4 8,5% 20,0 507,4 499,0 1,7% 24,9 Multimédia PT Multimedia 51,5 47,1 9,4% 32,6 195,3 178,8 9,2% 31,1 Outros 8,1 (21,8) n.s. n.s. (9,9) (30,8) (67,8%) n.s. EBITDA total 710,3 557,3 27,4% 41, , ,9 5,6% 39,1 Margem EBITDA (%) 41,4 35,8 5,6pp 39,1 39,6 (0,5pp) (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em O EBITDA aumentou 5,6% em 2005, face ao ano anterior, para milhões de euros, equivalente a uma margem EBITDA de 39,1%, devido essencialmente ao acréscimo da contribuição da rede fixa e da PTM, que foi parcialmente compensado pela redução do EBITDA da TMN, em resultado da redução das tarifas de interligação e da expansão agressiva do 3G. O aumento do EBITDA da rede fixa resultou essencialmente do aumento dos ganhos com serviços passados relativos a custos com benefícios de reforma (137 milhões de euros em 2005 o que compara com 67 milhões de euros em 2004), e à reversão de uma provisão de 23 milhões de euros sobre uma conta a receber da Angola Telecom, que tinha sido totalmente provisionada em anos anteriores. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

13 03 Demonstração de Resultados Consolidados Em 2005, a contribuição do negócio de rede fixa para o EBITDA consolidado aumentou 4,2pp para 45,3%. A contribuição para o EBITDA consolidado da PTM aumentou 0,3pp para 7,8% em 2005, impulsionado pelo crescimento das receitas e pela melhoria da margem no período. A contribuição dos negócios móveis para o EBITDA consolidado decresceu 5,4pp, para 47,3% em 2005, principalmente em resultado do decréscimo no EBITDA da TMN. O impacto da descida das tarifas de interligação no EBITDA da TMN foi de 14 milhões de euros e 48 milhões de euros no quarto trimestre e no ano de 2005, respectivamente. Excluindo o impacto negativo da descida das tarifas fixo-móvel, o EBITDA da TMN teria decrescido 3,4% em 2005, em resultado do investimento realizado na expansão agressiva do 3G. A redução do EBITDA da Vivo em 2005, considerando uma taxa de câmbio constante, foi impulsionada maioritariamente pelo aumento da pressão competitiva e pelo acréscimo das provisões relativas a tráfego não atribuível a clientes. Custos Operacionais Consolidados Tabela 7 _ Custos Operacionais Consolidados (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 % Prov. Custos com pessoal 169,4 161,8 4,7% 5,3% 667,3 631,8 5,6% 10,5 Custos com benefícios de reforma (88,6) (25,7) 244,6% n.s. (21,6) 58,8 n.s. n.s. Custos directos dos serv. prestados 233,3 217,8 7,1% 6,0% 881,2 852,0 3,4% 13,8 Custos de telecomunicações 150,3 142,2 5,7% 7,8% 561,6 553,3 1,5% 8,8 Custos de programação 35,9 32,9 9,2% 2,8% 139,6 126,9 10,0% 2,2 Listas telefónicas 19,9 21,4 (6,7%) (1,0%) 81,7 86,9 (6,0%) 1,3 Outros 27,1 21,3 27,3% 6,5% 98,3 85,0 15,7% 1,5 Custo das mercadorias vendidas 185,1 200,8 (7,8%) 8,8% 652,3 595,8 9,5% 10,2 Marketing e publicidade 62,0 45,1 37,6% 44,0% 184,4 159,8 15,4% 2,9 Serviços de suporte 71,6 63,5 12,8% 18,0% 230,2 203,8 12,9% 3,6 Fornecimentos e serviços externos 212,9 179,4 18,6% 11,7% 760,4 643,5 18,2% 11,9 Provisões 76,4 77,9 (1,9%) 39,0% 171,5 168,8 1,6% 2,7 Impostos, excl. imp. s/ rendimento 46,2 27,4 68,3% 6,3% 166,0 123,2 34,7% 2,6 Outros custos operacionais diversos 36,7 51,6 (28,9%) (45,5%) 198,1 166,9 18,7% 3,1 Custos opercinais, excl. amortiz ,1 999,7 0,5% (2,7%) 3.889, ,4 7,9% 60,9 Amortizações 300,6 239,7 25,4% 13,5% 1.059,6 934,9 13,3% 16,6 Custos operacionais 1.305, ,5 5,3% 0,6% 4.949, ,4 9,0% 77,5 (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em Os custos operacionais consolidados totalizaram milhões de euros em 2005, um aumento de 9,0% face ao ano anterior, devido em parte à apreciação do real face ao euro e ao aumento da actividade comercial em todos os negócios. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos operacionais consolidados recorrentes teriam registado um aumento de 1,8% no período. Os custos com pessoal aumentaram 5,6% em 2005 para 667 milhões de euros, equivalentes a 10,5% dos proveitos operacionais consolidados. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos com o pessoal teriam registado um aumento de 1,1% no período, com o decréscimo de 3,3% registado no negócio da rede fixa a ser compensado pelo crescimento na Mobitel. Nesta operação de call centers no Brasil, os custos com Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

14 03 Demonstração de Resultados Consolidados pessoal em reais aumentaram 72,9% em 2005, face ao ano anterior, devido sobretudo à incorporação adicional de trabalhadores. Os custos com benefícios de reforma (PRBs) foram em 2005 negativos em 22 milhões de euros, decorrente do registo de ganhos com serviços passados no montante de 137 milhões de euros, em resultado: (1) da alteração da idade de reforma em Portugal (110 milhões de euros), e (2) de alterações adicionais do método de cálculo das pensões, o qual é agora baseado na média dos últimos três anos de salários, em vez do último salário (27 milhões de euros). Em 2004, registou-se igualmente um ganho com serviços passados (67 milhões de euros) relacionado com a alteração do método de cálculo das pensões, de 100% para 90% do último salário ano antes da reforma. Excluindo estes efeitos, os PRBs teriam totalizado 115 milhões de euros em 2005, face a 126 milhões de euros em 2004, em resultado de uma diminuição de 12 milhões de euros no custo financeiro das responsabilidades não financiadas, devido ao efeito combinado das contribuições efectuadas para os fundos e do aumento das responsabilidades projectadas com benefícios de reforma (PBO), resultante das reduções adicionais de efectivos. Os custos directos dos serviços prestados aumentaram 3,4% em 2005, face ao ano anterior, para 881 milhões de euros. Esta rubrica representou 13,8% dos proveitos operacionais consolidados. Em 2005, os custos de telecomunicações, a principal componente dos custos directos dos serviços prestados, aumentaram 1,5% face a 2004, para 562 milhões de euros, com o decréscimo dos volumes de tráfego na rede fixa e a redução das tarifas de interligação móvel-móvel em Portugal a serem compensados pelo acréscimo nos custos de telecomunicações da Vivo, em parte como resultado da apreciação do real face ao euro (37 milhões de euros). Em moeda local, os custos de telecomunicações da Vivo aumentaram 26,5% em resultado do aumento do volume de tráfego, principalmente relacionado com o roaming doméstico. Os custos de telecomunicações representaram 8,8% dos proveitos operacionais consolidados em Os custos de programação aumentaram 10,0% em 2005, face ao ano anterior, para 140 milhões de euros, principalmente devido ao lançamento da oferta digital no negócio de TV por subscrição com o objectivo de aumentar o ARPU através da promoção da migração do sistema analógico para digital. Os custos das mercadorias vendidas registaram um crescimento de 9,5% em 2005, face ao ano anterior, para 652 milhões de euros, em resultado do impacto da apreciação do real face ao euro (70 milhões de euros) e do aumento da actividade comercial na TMN. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos das mercadorias vendidas teriam diminuído 2,2% no período. Os custos de marketing e publicidade aumentaram 15,4% em 2005 para 184 milhões de euros, reflectindo o aumento dos custos com publicidade e com campanhas promocionais na TMN e na Vivo. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos de marketing e publicidade teriam aumentado 6,3% no período. Os custos com serviços de suporte cresceram 12,9% em 2005, para 230 milhões de euros, devido essencialmente ao aumento desta rubrica na rede fixa e na Vivo, em resultado do outsourcing de determinadas funções adicionais e do aumento de custos de call centers, relacionados com o aumento da actividade comercial. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos com serviços de suporte Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

15 03 Demonstração de Resultados Consolidados teriam registado um aumento de 5,1% no período. Esta rubrica de custos representou 3,6 dos proveitos operacionais consolidados. Os custos de fornecimentos e serviços externos registaram um aumento de 18,2% em 2005 para 760 milhões de euros, principalmente em resultado do acréscimo das comissões na TMN e na Vivo, decorrente do aumento da actividade comercial. Considerando uma taxa de câmbio constante, os custos de fornecimentos e serviços externos teriam aumentado 10,8% no período. Esta rubrica representou 11,9% dos proveitos operacionais consolidados. As provisões aumentaram 1,6% em 2005, face ao ano anterior, para 171 milhões de euros. Este acréscimo deveu-se principalmente ao aumento de 93 milhões de euros da contribuição da Vivo para esta rubrica consolidada de custos, em resultado do impacto da apreciação do real face ao euro (24 milhões de euros) e do acréscimo das provisões para dívidas de cobrança duvidosa. Este aumento das provisões da Vivo foi parcialmente compensado por uma redução nas provisões da rede fixa, incluindo o recebimento de uma dívida da Angola Telecom que havia sido totalmente provisionada em anos anteriores (23 milhões de euros) e a redução de uma provisão registada em 2004 para cobrir riscos associados ao cancelamento de determinados contractos onerosos (30 milhões de euros). A redução nesta provisão resulta dos desenvolvimentos positivos nas negociações para resolução destes contratos. Em 2005, esta rubrica de custos representou 2,7% dos proveitos operacionais consolidados. Os impostos, excluindo impostos sobre o rendimento, que incluiem essencialmente impostos indirectos e custos com o espectro (TMN e Vivo), aumentaram de 123 milhões de euros em 2004 para 166 milhões de euros em 2005, dos quais 20 milhões de euros referentes à apreciação do real no período. O acréscimo nesta rubrica resultou principalmente do aumento dos custos de espectro na Vivo no montante de 35 milhões de euros (18 milhões de euros referentes à apreciação do real face ao euro), decorrente do aumento de clientes e de proveitos no período. As amortizações de imobilizado corpóreo e incorpóreo aumentaram 13,3% em 2005, para milhões de euros, devido ao aumento de 104 milhões de euros na contribuição da Vivo para as amortizações consolidadas. O aumento nas amortizações da Vivo ficou a dever-se essencialmente ao impacto da apreciação do real face ao euro (64 milhões de euros), bem como à alocação de goodwill, gerado nas ofertas públicas de aquisição das subsidiárias da Vivo realizadas no final de 2004, a imobilizado incorpóreo (relativo a licenças de telecomunicações pertencentes a estas empresas), o qual está a ser amortizado pelo período remanescente destas licenças. Esta rubrica de custos representou 16,6% dos proveitos operacionais consolidados. Resultado Líquido O resultado líquido situou-se em 654 milhões de euros em 2005, um acréscimo de 4,9% face a 2004, impulsionado pelo impacto positivo da mais-valia de 174 milhões de euros relativa à venda de uma participação na UOL, apesar do aumento dos custos com o programa de redução de efectivos. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

16 03 Demonstração de Resultados Consolidados Os custos com o programa de redução de efectivos situaram-se em 314 milhões de euros em 2005, em resultado da redução de trabalhadores no negócio de rede fixa. Esta rubrica inclui o valor actual dos salários a serem pagos aos empregados em situação de pré-reforma e suspensão de contrato até à idade da reforma e o valor actual dos custos com serviços futuros dos empregados que aderiram ao programa. Os custos não recorrentes situaram-se em 18 milhões de euros em 2005, face a 84 milhões de euros em Este decréscimo ficou a dever-se essencialmente aos seguintes custos não recorrentes registados em 2004: (1) uma provisão de 26 milhões de euros no negócio da TV por Subscrição relativa ao desmantelamento da oferta analógica dos canais premium; (2) uma provisão de 12 milhões de euros para determinadas contingências na PTM, e (3) um custo de 10 milhões de euros incorrido no negócio da rede fixa relativamente a um litígio com a DECO. Os encargos financeiros líquidos situaram-se em 258 milhões de euros em 2005, face a 205 milhões de euros em Em 2005, os encargos financeiros líquidos relativos à dívida líquida da PT, excluindo o Brasil, aumentaram 30,0% para 156 milhões de euros, em resultado de: (1) um aumento da dívida líquida média no período, e (2) um acréscimo das disponibilidades, na sequência do refinanciamento em 2005, parcialmente para pagar o Eurobond de Fevereiro de 2006 (cupão anual de 5,75%). Em 2005, a contribuição da Vivo para os encargos financeiros líquidos da PT aumentou 19,8% para 102 milhões de euros, face ao ano anterior, em resultado da apreciação do real face ao euro no período e do aumento da taxa CDI. Em moeda local, os encargos financeiros da Vivo aumentaram 0,2% no período. Os encargos financeiros líquidos corresponderam a um custo médio da dívida, incluindo o Brasil, de aproximadamente 6,6% em Excluindo o Brasil, o custo médio da dívida foi de 4,7% em Os ganhos cambiais líquidos aumentaram para 41 milhões de euros em 2005, face a perdas de 4 milhões de euros em 2004, em resultado essencialmente da evolução das taxas de câmbio real/dólar e euro/dólar ao longo do período. Os ganhos registados em 2005 são maioritariamente resultado: (1) da depreciação da taxa de câmbio do dólar face ao real, o que permitiu que a Vivo registasse ganhos relativos à sua dívida denominada em dólares e sem cobertura cambial, e (2) da depreciação da taxa de câmbio do euro face ao dólar, o que gerou ganhos relativos a empréstimos intra-empresas de anos anteriores à Vivo (denominados em dólares), que foram totalmente pagos até final de As perdas líquidas em activos financeiros totalizaram 9 milhões de euros em 2005, face a ganhos líquidos de 12 milhões de euros em Esta rubrica inclui ganhos e perdas de determinados contratos derivativos, nomeadamente: (1) contratos de equity swap sobre acções da PTM (ganhos líquidos de 26 milhões de euros em 2005, face a 54 milhões de euros em 2004); (2) derivados cambiais da Vivo, que não cobrem nenhum risco específico (perdas líquidas de 50 milhões de euros em 2005, face a perdas líquidas de 34 milhões de euros em 2004), e (3) derivados cambiais da PT, que não cobrem nenhum risco específico (ganhos líquidos de 14 milhões de euros em 2005, face a perdas líquidas de 12 milhões de euros em 2004). Os ganhos relativos a empresas associadas totalizaram 238 milhões de euros em 2005, face a 21 milhões de euros em A melhoria nesta rubrica de 214 milhões de euros é explicada essencialmente: (1) a mais- Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

17 03 Demonstração de Resultados Consolidados valia de 174 milhões de euros relativa à reestruturação do investimento da PT na UOL e à subsequente venda de 16% da UOL, na sequência da OPV desta empresa associada da PT realizada em Dezembro de 2005 no Brasil, e (2) pelos aumentos nos resultados líquidos da Unitel (de 17 milhões de euros para 51 milhões de euros), da CTM (de 11 milhões de euros para 16 milhões de euros), e da Médi Télécom (de uma perda de 6 milhões de euros para um lucro de 3 milhões de euros). Os outros custos financeiros totalizaram 64 milhões de euros em 2005, face a 56 milhões de euros em 2004, e incluem os serviços bancários, comissões, descontos financeiros e outro custo de financiamento. O custo relativo ao imposto sobre o rendimento aumentou em 2005 para 384 milhões de euros, face a 210 milhões de euros em 2004, principalmente em resultado do reconhecimento, no exercício de 2004, de impostos diferidos activos no montante de 103 milhões de euros, relativos a prejuízos fiscais reportáveis da PTM. Ajustado este efeito extraordinário em 2004, a taxa efectiva de imposto teria aumentado de 34,4% para 36,5%, principalmente em resultado do aumento dos prejuízos de determinadas subsidiárias da Vivo no período, que não originaram o reconhecimento do correspondente imposto diferido activo. Em 2005, esta rubrica incluiu um montante não cash de 249 milhões de euros (238 milhões de euros em 2004), que correspondeu a uma redução dos impostos diferidos activos relativos a prejuízos fiscais registados em anos anteriores. A rubrica de operações descontinuadas inclui o resultado das empresas que foram vendidas nos períodos reportados, e as mais valias líquidas obtidas com a venda desses investimentos. Na sequência do anúncio da venda da Lusomundo Serviços (negócio media da PTM) e da PrimeSys, estes negócios foram apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas de 2004 e de 2005, como operações descontinuadas, de acordo com as normas dos IFRS. Como consequência, os resultados destas empresas foram incluídos nesta rubrica até à data efectiva de venda, que no caso da Lusomundo Serviços ocorreu em 25 de Agosto de 2005 e da PrimeSys em 25 de Novembro de Em 2005, a rubrica de operações descontinuadas incluiu ainda uma mais-valia de 16 milhões de euros proveniente da venda da Lusomundo Serviços (líquida de uma provisão registada no quarto trimestre de 2005 de 19 milhões de euros relacionada com potenciais responsabilidades relativas ao fecho do negócio) e de 4 milhões de euros da venda da PrimeSys. Em 2004, a rubrica de operações descontinuadas incluiu os resultados do exercício completo de 2004 da Lusomundo Serviços e da PrimeSys, bem como os lucros da Mascom até 7 de Setembro (data efectiva de venda) e a mais-valia de 23 milhões de euros relativa à venda da Mascom. Os interesses minoritários diminuíram para 35 milhões de euros em 2005, de 102 milhões de euros em 2004, principalmente em resultado do decréscimo dos resultados atribuíveis a interesses minoritários: (1) das subsidiárias da Vivo, de lucros de 38 milhões de euros em 2004 para perdas de 11 milhões de euros em 2005, e (2) da PTM, de 52 milhões de euros em 2004 para 34 milhões de euros em Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

18 04 Capex Tabela 8 _ Capex por Segmento de Negócio (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 % Prov. Rede fixa 80,4 89,5 (10,2%) 43,2% 233,1 206,8 12,7% 10,5 Móvel Portugal TMN 66,2 92,9 (28,8%) 17,5% 170,2 154,9 9,8% 10,9 Móvel Brasil Vivo (1) 149,3 103,9 43,7% 117,3% 361,0 264,1 36,7% 17,7 Multimédia PT Multimedia 44,5 39,0 14,2% 124,9% 119,9 73,2 63,8% 19,1 Outros 20,7 29,5 (29,6%) 62,3% 59,0 62,2 (5,1%) n.s. Capex total 361,1 354,8 1,8% 68,9% 943,1 761,2 23,9% 14,8 (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em Em 2005, o total do capex aumentou 23,9%, face a 2004, para 943 milhões de euros, devido ao aumento do capex em todos os negócios, bem como à apreciação do real face ao euro no período (60 milhões de euros). Considerando uma taxa de câmbio constante, o capex teria aumentado 16,0% no período. Em 2005, o total do capex foi equivalente a 14,8% dos proveitos operacionais. Em 2005, o capex do negócio de rede fixa ascendeu a 233 milhões de euros, um aumento de 12,7%, face a 2004, e equivalente a um rácio de capex sobre os proveitos operacionais de 10,5%. Este aumento deveu-se essencialmente ao forte investimento na expansão da banda larga, em termos de cobertura e de largura de banda, bem como a contratos de outsourcing no segmento empresarial. O capex da TMN aumentou 9,8% em 2005 para 170 milhões de euros, equivalente a 10,9% dos proveitos operacionais, principalmente em resultado da aceleração do investimento em 3G. O capex relacionado com o investimento em 3G representou 48,5% do capex de rede da TMN. A proporção da PT no capex da Vivo aumentou 36,7% para 361 milhões de euros em 2005, equivalente a 17,7% dos proveitos operacionais, principalmente em resultou da apreciação do real face ao euro no período (59 milhões de euros). O capex da Vivo em reais aumentou 14,3% face a igual período do ano anterior, como resultado do investimento: (1) no aumento da capacidade; (2) na expansão do 1xRTT e EV-DO, (3) da cobertura de CDMA nas regiões onde a CRT e a TCO operam, e (4) dos sistemas de informação, essencialmente relacionados com a facturação, apoio ao cliente e plataformas e sistemas de gestão. Em 2005, o capex da PTM aumentou 63,8% face ao ano anterior, para 120 milhões de euros, equivalente a 19,1% dos proveitos operacionais. Este aumento é maioritariamente explicado: (1) pela capitalização de 33 milhões de euros, correspondente ao valor actual de contratos de transponders adicionais, utilizados nos negócios de TV por subscrição para os seus serviços de satélite e premium, e (2) pelos investimentos realizados nos novos sistemas de informação, nomeadamente ao nível da facturação e apoio ao cliente. Em 2004, a PTM procedeu à capitalização de 19 milhões de euros relativa a transponders. Em 2005, o capex dos outros negócios cresceu 5,1% para 59 milhões de euros. Esta rubrica incluiu maioritariamente o capex relacionado com despesas em tecnologias de informação e a expansão do SAP corporativo transversal a todos os negócios da PT, tendo em vista o aumento de eficiência dos processos de back-office. Esta rubrica inclui também o capex relativo a outras operações do grupo que são consolidadas integralmente, mas que não fazem parte dos segmentos principais de negócio. Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

19 05 Cash Flow Tabela 9 _ EBITDA menos Capex por Segmento de Negócio (1) milhões de euros 4T05 4T04 05/04 4T/3T /04 % Prov. Rede fixa 279,5 145,1 92,6% 46,0% 896,1 762,3 17,6% 40,5 Móvel Portugal TMN 100,4 90,1 11,4% (13,8%) 503,3 592,0 (15,0%) 32,3 Móvel Brasil Vivo (1) (25,1) 10,5 n.s. n.s. 146,5 234,9 (37,6%) 7,2 Multimédia PT Multimedia 7,0 8,1 (13,9%) (75,1%) 75,4 105,6 (28,6%) 12,0 Outros (12,6) (51,3) (75,5%) (17,7%) (68,9) (92,9) (25,9%) n.s. EBITDA menos Capex total 349,1 202,5 72,4% (11,4%) 1.552, ,8 (3,1%) 24,3 (1) Considerando uma taxa de câmbio média euro/real de 3,6359 em 2004 e de 3,0406 em O EBITDA menos Capex aumentou 72,4% no quarto trimestre de 2005, face a igual período do ano anterior. O EBITDA menos Capex totalizou milhões de euros em 2005, uma diminuição de 3,1% em relação ao ano anterior, em resultado do aumento do capex em todos os negócios, que compensou o acréscimo de 5,6% do EBITDA consolidado em O EBITDA menos Capex dos segmentos de negócio em Portugal (rede fixa, TMN e PTM) representou aproximadamente 95% do total do EBITDA menos Capex em Tabela 10 _ Free Cash Flow milhões de euros 4T05 4T04 05/ /04 EBITDA menos Capex 349,1 202,5 72,4% 1.552, ,8 (3,1%) Itens não monetários incluídos no EBITDA: Custos com benefícios de reforma (88,6) (25,7) 244,6% (21,6) 58,8 n.s. Provisões e outras rubricas não monetárias (25,4) 33,6 n.s. 24,8 37,9 (34,7%) Variação do fundo de maneio 121,4 243,7 (50,2%) (249,9) 53,7 n.s. Free cash flow operacional 356,6 454,0 (21,5%) 1.305, ,2 (25,5%) Aquisição de investimentos financeiros (1) 0,0 (237,3) (100,0%) (16,8) (332,8) (95,0%) Alienação de empresas (2) 138,4 9,5 n.s. 328,1 20,8 n.s. Juros pagos (41,7) (51,1) (18,4%) (201,6) (252,6) (20,2%) Pagamentos relativos a benefícios de reforma (3) (158,7) (79,9) 98,6% (399,8) (298,6) 33,9% Impostos sobre o rendimento pagos por subsidiárias (9,0) (20,3) (55,6%) (42,0) (66,0) (36,3%) Outros movimentos 41,1 (45,8) n.s. 50,2 38,9 28,9% Free cash flow 326,7 29,1 n.s ,7 862,0 18,8% (1) Em 2005, esta rubrica incluiu essencialmente 9 milhões de euros relativos à liquidação do remanescente montante em dívida referente à aquisição da TCO em Em 2004, esta rubrica incluiu: (i) 16 milhões de euros relativos à aquisição de mais 17% do capital da Sport TV; (ii) 40 milhões de euros relativos a prestações acessórias concedidas à Sport TV para a aquisição dos direitos de transmissão televisiva da Liga Portuguesa de Futebol; (iii) 7 milhões de euros para a aquisição de 1,93% do capital da Media Capital; (iv) 10 milhões de euros relativos à proporção da PT na aquisição pela Vivo de mais 10,5% do capital da Sudestecel (uma holding intermédia que detém uma posição de controlo na Tele Sudeste Celular Participações); (v) 13 milhões de euros relativos à proporção da PT no pagamento pela TCP de uma prestação adicional referente à aquisição da TCO realizada em 2003; (vi) 86 milhões de euros relativos à proporção da PT na aquisição pela Brasilcel de mais 4,2% da Tele Sudeste Celular Participações, 22,7% da Tele Leste Celular Participações e 15,5% da Celular CRT Participações, e (vii) 127 milhões de euros relativos à proporção da PT na aquisição pela TCP de mais 21,7% da TCO. (2) Em 2005, esta rubrica incluiu os encaixes provenientes da venda da Lusomundo Serviços (174 milhões de euros) e da PrimeSys (102 milhões de euros), bem como 85 milhões de euros relativos à venda de uma parte de 16% da participação na UOL na OPV desta empresa associada. (3) Em 2005, esta rubrica incluiu: (i) 198 milhões de euros referentes a contribuições para o fundo de pensões; (ii) 168 milhões de euros referentes a pagamentos de salários a trabalhadores pré-reformados e empregados suspensos até à idade da reforma, e (iii) 34 milhões de euros referentes a pagamentos à PT-ACS relativos a custos com cuidados de saúde prestados a trabalhadores reformados, pré-reformados e empregados suspensos até à idade da reforma. Em 2005, o free cash flow operacional decresceu 25,5% face ao ano anterior, para milhões de euros, em resultado da redução do EBITDA menos Capex e do aumento do investimento em fundo de maneio, que se alterou em 250 milhões de euros em 2005, incluindo 36 milhões de euros relativos à apreciação do real face ao euro ao longo do ano. Considerando uma taxa de câmbio constante, o investimento em fundo de maneio em 2005 ascendeu a 214 milhões de euros em 2005, devido: (1) ao decréscimo das contas a pagar a fornecedores nos negócios em Portugal (116 milhões de euros); (2) ao aumento das contas a receber e das Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

20 05 Cash Flow existências na TMN (16 milhões de euros), e (3) o aumento das contas a receber na Vivo (73 milhões de euros). O free cash flow diminuiu de 862 milhões de euros em 2004 para milhões de euros em 2005, principalmente em resultado do aumento dos fundos provenientes da alienação de empresas (328 milhões de euros em 2005, face a 21 milhões de euros em 2004), do decréscimo da saída de fluxos relativos à aquisição de investimentos financeiros (17 milhões de euros em 2005, face a 333 milhões de euros em 2004) e da redução dos juros pagos. Estes movimentos positivos no free cash flow em 2005 foram compensados pela redução do free cash flow operacional descrita anteriormente e pelo aumento dos pagamentos relativos a benefícios de reforma, em resultado do aumento dos custos com o programa de redução de efectivos em Portugal Telecom Resultados Anuais / 52

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