RISCOS BIOLÓGICOS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE

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1 I Simpósio de Biossegurança ESTES/UFU RISCOS BIOLÓGICOS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE Tanyse Galon

2 Contextualizando a Temática

3 RISCO BIOLÓGICO O conceito tem um fim em si mesmo?

4 CONCEITOS DA RELAÇÃO SAÚDE E TRABALHO Medicina do Trabalho Saúde Ocupacional Saúde do Trabalhador Os três conceitos não são sinônimos!

5 MEDICINA DO TRABALHO As relações entre saúde e trabalho eram tratadas apenas por um campo de conhecimento, o da medicina; Atuação médica com enfoque apenas na disfunção biológica, ameaçadora da capacidade de produção do trabalhador.

6 SAÚDE OCUPACIONAL Expansão industrial ocorrida com a eclosão da Segunda Guerra Mundial ( ); Mudanças no mundo do trabalho e ampliação do conhecimento sobre as doenças relacionadas à atividade laboral; Mudança no viés eminentemente clínico de atuação na área; Na análise do tema incluem-se agora aspectos do ambiente de trabalho ambiente torna-se campo de intervenção; Ergonomia, Higiene do Trabalho e Toxicologia, por exemplo, somam-se à abordagem clínica individual da Medicina; Apesar dos avanços, mantém o trabalhador como objeto de intervenção; Mantém preceitos como o de que o ser humano pode ser exposto a condições insalubres desde que respeitados limites considerados aceitáveis, e que existem níveis seguros de exposição a substâncias nocivas amianto.

7 SAÚDE DO TRABALHADOR 1970 a área ganha maior enfoque movimentos de redemocratização do país; Visão atenta à estrutura social e do trabalho; Considera o ser humano enquanto inserido no processo produtivo como um todo, na organização e na divisão do trabalho; Caráter interdisciplinar e intersetorial; O trabalhador deve ser também sujeito das ações de transformação dos fatores determinantes de seu processo de adoecimento; Década de 80/90 avanços na políticas públicas de saúde com o Sistema Único de Saúde SUS.

8 Risco biológico Trabalhador Visão positivista Medicina do trabalho e Saúde Ocupacional E A SAÚDE DO TRABALHADOR?

9 Contexto político Contexto social Contexto histórico Trabalhador Subjetividade s Contexto econômico Contexto cultural

10 SAÚDE Não é apenas a ausência de doença... Determinantes Sociais de Saúde São as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham ou "as características sociais dentro das quais a vida transcorre (Tarlov,1996)

11 DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE

12 Determinantes sociais da saúde Processo de trabalho Instrumentos de trabalho Ambiente de trabalho Relações de trabalho Hierarquia no trabalho Condição do trabalhador Vida fora trabalho Acidente de trabalho com exposição a material biológico Ocorre apenas por falta de atenção do trabalhador ou fatalidade?

13 Riscos Físicos Riscos Biológicos Violência no Trabalho Riscos Químicos Trabalho dos profissionais da área da saúde Acidentes de trabalho Riscos Ergonômicos Riscos Psicossociais Adoecimento no trabalho

14 SOBRE O RISCO BIOLÓGICO

15 HISTÓRICO Até 1970, não havia uma preocupação sistemática com os riscos no trabalho dos trabalhadores da saúde; Em 1984: surgimento dos primeiros casos de transmissão ocupacional do HIV; CDC Precauções Universais (PU) Voltadas somente aos fluidos corporais que pudessem transmitir o HIV e outros patógenos de transmissão sanguínea; 1996 Precauções Padrão Fluidos corpóreos / outros agentes biológicos além do HIV por exemplo; Hoje Precauções Padrão são importantes, mas não são suficientes. ANTUNES et al., 2010

16 [O adoecimento do trabalhador frente ao risco biológico ainda é visto como algo inerente aos profissionais da saúde, prevalecendo concepções mais curativas do que preventivas. É necessário promover o acesso dos serviços de saúde a novas tecnologias e novas propostas que priorizem mais a prevenção do que somente a notificação e a assistência do trabalhador quando a exposição e a contaminação já ocorreram] MAENO; CARMO, 2005

17 MATERIAL BIOLÓGICO Sangue; Fluidos orgânicos potencialmente infectantes: sêmen, secreção vaginal, liquor, líquido sinovial, líquido pleural, peritoneal, pericárdico e amniótico; Fluidos orgânicos potencialmente nãoinfectantes: suor, lágrima, fezes, urina e saliva.

18 MODO DE TRANSMISSÃO OCUPACIONAL DOS AGENTES BIOLÓGICOS Oral-fecal; Via respiratória (gotículas ou aerossóis); Por contato; Via sanguínea. SEPKOWITZ, 1996

19 VIA SANGUÍNEA Inúmeros agentes infecciosos podem ser transmitidos pelo sangue; Principal problema: HIV Hepatite B Hepatite C

20 O risco ocupacional após exposição a materiais biológicos depende: - Tipo de acidente; - Gravidade; - Tamanho da lesão; - Presença e volume de sangue envolvido; - Condições clínicas do paciente-fonte; - Uso correto da profilaxia pós-exposição. CARDO et al., 1997

21 DADOS DOS ACIDENTES 3 milhões de acidentes percutâneos/ano com agulhas contaminadas; exposições HBV, HCV, HIV WHO, injúrias percutâneas ocorrem anualmente nos hospitais americanos; são resultantes de acidentes com material pérfuro-cortante. International Health Care Worker Safety Center, 2001 Mundo casos comprovados e 238 prováveis HIV ocupacional EUA 8700 casos / ano de Hepatite B ocupacional Hepatite C 1000 casos / ano EUA CDC, 1999/2005

22 RISCO DE INFECÇÃO APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL HIV percutânea (sangue) 0,3% Mucosa 0,09% 3 : 1000 HBV percutânea (sangue) 6 a 30%, podendo chegar a 60% 3 :10 HCV percutânea (sangue) 1,8% (0 a 7%) 3 : 100

23 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO Tipo de exposição. Tipo e quantidade de fluido e tecido. Status sorológico da fonte. Status sorológico do acidentado. Susceptibilidade do profissional exposto.

24 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL Tipo de exposição BIOLÓGICO Exposições percutâneas: lesões provocadas por instrumentos perfurantes e/ou cortantes (p.ex. agulhas, bisturi, vidrarias). Exposições em mucosas: respingos em olhos, nariz, boca e genitália. Exposições em pele não-íntegra: por exemplo: contato com pele com dermatite, feridas abertas, mordeduras humanas consideradas como exposição de risco, quando envolverem a presença de sangue. Nesses casos, tanto o indivíduo que provocou a lesão, quanto aquele que foi lesado, devem ser avaliados.

25 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL Tipo de fluido e tecido BIOLÓGICO Hepatites B e C: sangue é o principal veículo de transmissão; HBV ambém encontrado no sêmen, secreção vaginal, leite materno, líquido cefalorraquidiano, líquido sinovial, lavados nasofaríngeos, saliva e suor. HIV: sangue, líquido orgânico contendo sangue visível e líquidos orgânicos potencialmente infectantes (sêmen, secreção vaginal, liquor e líquidos peritoneal, pleural, sinovial, pericárdico e aminiótico). Potencialmente não-infectantes Hepatite B e C: escarro, suor, lágrima, urina e vômitos, exceto se tiver sangue. HIV: fezes, secreção nasal, saliva, escarro, suor, lágrima, urina e vômitos, exceto se tiver sangue.

26 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO Quanto maior o volume de material biológico, maior a gravidade: Lesões profundas provocadas por material cortante; Presença de sangue visível no instrumento; Acidentes com agulhas previamente utilizadas em veia ou artéria de paciente-fonte; Acidentes com agulhas de grosso calibre; Agulhas com lúmen. Maior a inoculação viral, maior a gravidade Paciente-fonte com HIV/aids em estágio avançado; Infecção aguda pelo HIV; Situações com viremia elevada; Ainda há possibilidade de transmissão mesmo se a carga viral for baixa.

27 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO Status sorológico da fonte informações de prontuário, resultados de exames laboratoriais, história clínica prévia. Quando a fonte é conhecida: Se não há as informações acima, realizar os exames HBsAg, Anti-HBc, Anti-HCV e Anti-HIV; Teste rápido para HIV; Recusa do teste ou impossibilidade: diagnóstico médico, sintomas e história de situação de risco para aquisição de HIV, HBC e HCV Fonte desconhecida: Levar em conta a probabilidade clínica e epidemiológica de infecção pelo HIV, HCV, HBV prevalência de infecção naquela população; Local onde o material perfurante foi encontrado (emergência, bloco cirúrgico, diálise); Procedimento ao qual ele esteve associado, presença ou não de sangue, etc.

28 AVALIAÇÃO DO ACIDENTE COM MATERIAL Status sorológico do acidentado BIOLÓGICO Verificar realização de vacinação para hepatite B; Comprovação de imunidade através do Anti-HBs; Realizar sorologia do acidentado para HIV, HBV e HCV.

29 CONDUTAS APÓS ACIDENTE (MS) Cuidados com a área exposta: Lavagem do local exposto com água e sabão nos casos de exposição percutânea ou cutânea. Nas exposições de mucosas, deve-se lavar exaustivamente com água ou solução salina fisiológica. Não há evidência de que o uso de antissépticos ou a expressão do local do ferimento reduzam o risco de transmissão, entretanto, o uso de antisséptico não é contra-indicado. Não devem ser realizados procedimentos que aumentem a área exposta, tais como cortes e injeções locais. A utilização de soluções irritantes (éter, glutaraldeído, hipoclorito de sódio) também está contra-indicada.

30 CONDUTAS APÓS ACIDENTE (MS) Avaliação do acidente: Estabelecer o material biológico envolvido; Tipo de acidente (pérfuro-cortante, contato com mucosa, contato com pele, contato com solução de continuidade); Conhecimento da fonte (contaminada, possibilidade ou desconhecido);

31 CONDUTAS APÓS ACIDENTE (MS) Orientações e aconselhamento ao acidentado: Com relação ao risco do acidente; Possível uso de quimioprofilaxia; Consentimento para realização de exames sorológicos; Comprometer o acidentado com seu acompanhamento durante seis meses; Prevenção da transmissão secundária; Suporte emocional devido estresse pós-acidente; Orientar o acidentado a relatar de imediato os seguintes sintomas: linfoadenopatia, rash, dor de garganta, sintomas de gripe (sugestivos de soroconversão aguda); Reforçar a prática de biossegurança e precauções básicas em serviço.

32 CONDUTAS APÓS ACIDENTE (MS) Notificação do acidente: Registro do acidente em CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) notificação a INSS Preenchimento da ficha de notificação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN (Portaria n.º 777) notificação ao Ministério da Saúde Registro interno do acidente (SESMT) SEM DADOS SEM PROBLEMAS

33 CONDUTAS APÓS ACIDENTE Medicamentos anti-retrovirais Básico ZIDOVUDINA (AZT) + LAMIVUDINA (3TC) Preferencialmente combinados em um mesmo comprimido. Expandido AZT + 3TC + INDINAVIR OU NELFINAVIR. Iniciar o mais rápido possível (ideal até 2hs após exposição) Período máximo até 72 horas Manter o tratamento por até 4 semanas

34 IMPLICAÇÕES DO ACIDENTE COM MATERIAL BIOLÓGICO Risco de infecção; Custos médicos; Custos pessoais; Aspectos legais/burocráticos; Impactos emocionais (até suicídio)

35 ATENDIMENTO AOS PROFISSIONAIS QUE SOFRAM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO COM RISCO DE SOROCONVERSÃO (HIV, HBV E HCV) 1) Avaliar a capacidade de atendimento (ex.: pessoal treinado, exames laboratoriais) da Unidade Básica de Saúde, em cada região, e a retaguarda de atendimento das unidades de atenção secundária (ex.: especialistas em infectologia e/ou hepatites). 2) Estabelecer medidas de avaliação e orientação ao acidentado, orientar as ações imediatas de investigação da fonte (se conhecida) e do próprio acidentado. 3) Oferecer condições de atendimento imediato na profilaxia para vírus da hepatite B e quimioprofilaxia para o vírus da imunodeficiência humana. 4) Manter o seguimento dos acidentados com risco de soroconversão por, no mínimo, seis meses. 5) Organizar um modelo de atendimento, privilegiando o acolhimento do paciente e a responsabilidade de orientação junto à comunidade e ao ambiente de trabalho. 6) Manter o Sistema de Notificação e Registro permanentemente atualizado no Ministério da Saúde com vistas a permitir ações de vigilância em saúde do trabalhador.

36 PROGRAMAS DE PREVENÇÃO Medidas preventivas e gerenciais Treinamentos e Educação Controle Médico e Registro Vigilância

37 LEGISLAÇÃO Norma Regulamentadora (NR) 4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) NR 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CIPA) NR 6 Equipamentos de Proteção Individual- EPI NR 7 Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO) NR 9 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) NR 26 Sinalização de Segurança. CCIH Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho Dispõe sobre a estruturação da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador no Sistema Único de Saúde (SUS) - RENAST Dispõe sobre os procedimentos técnicos para a notificação compulsória de agravos à saúde do trabalhador em rede de serviços sentinela específica, no SUS Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde 2005

38 LEGISLAÇÃO Função dos empregadores: adaptação do ambiente de trabalho, mudança das práticas e comportamento dos trabalhadores, fornecimento gratuito de materiais e equipamentos seguros, assistência médica, capacitação e vigilância.. Função dos trabalhadores: uso de EPIs, o correto descarte dos materiais pérfurocortantes, o não re-encape de agulhas, a redução e o correto manejo dos resíduos biológicos, a lavagem das mãos antes e depois de qualquer procedimento, a notificação e tratamento médico após acidente de trabalho e a imunização Medidas ambientais e materiais: ambiente adaptado para lavagem das mãos, descarte de érfuro-cortantes, EPIs, dispositivos de segurança. Vigilância/Fiscalização notificação e registro dos acidentes e doenças ocupacionais, observação periódica do ambiente de trabalho Educação continuada em saúde do trabalhador GALON; MARZIALE; SOUZA, 2011

39 LEGISLAÇÃO Portaria nº 939, de 18 de novembro de 2008 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA!! As agulhas e seringas com dispositivos de segurança devem: possuir uma capa rígida que não permita o contato direto das mãos com a agulha; garantir segurança durante todo o processo de manuseio; ter uma operação simples e óbvia; ter um custo o mais reduzido possível; Não comprometer a integridade do trabalhador e a do paciente

40 Risco biológico nos serviços de saúde brasileiros

41 ESTRATÉGIAS DE INVESTIGAÇÃO DA REALIDADE BRASILEIRA -Projeto criado em 2003

42 ESTRATÉGIAS DE INVESTIGAÇÃO DA REALIDADE BRASILEIRA Desde São objetivos do projeto: -criar uma base eletrônica de dados relativos ao controle e prevenção de acidentes de trabalho com material biológico em hospitais de diferentes regiões do Brasil; -diagnosticar a ocorrência dos acidentes ocupacionais com exposição a material biológico transmissores de infecções; -identificar as estratégias preventivas empregadas nos hospitais; -elaborar, implementar e avaliar estratégias preventivas baseadas em evidências científicas e adaptadas a realidade de cada hospital. REPAT, 2011

43 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO CATEGORIA PROFISSIONAL. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Categoria profissional 2009 Nº % Auxiliar de Enfermagem Enfermeiro Auxiliar de Limpeza Técnico de Enfermagem Outro Auxiliar de Manutenção Técnico de Laboratório Médico Instrumentador Cirúrgico Fisioterapeuta Serviço Administrativo Técnico de Radiologia Total ,6 21,4 4,3 2,9 4,3 0,0 2,9 4,3 0,0 1,4 0,0 0,0 100

44 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO TIPO DE EXPOSIÇÃO. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Tipo de exposição 2009 Nº % Percutânea Mucosa Pele íntegra Total ,1 22,

45 MEDIDAS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Gotículas: através do contato próximo com o paciente, no qual essas gotículas podem ser eliminadas durante a fala, respiração e tosse. Atingem até um metro de distância, e rapidamente se depositam no chão, cessando a transmissão. Exemplos de doenças transmitidas por gotículas são caxumba, coqueluche, pneumonia, rubéola, meningite e infecção por influenza A, B, C (CASSETTARI; BALSAMO; SILVEIRA, 2009). Aerossóis: algumas partículas eliminadas durante a respiração, fala ou tosse se ressecam e ficam suspensas no ar, permanecendo durante horas e atingindo ambientes diferentes, inclusive quartos adjacentes, pois são carreadas por correntes de ar. Procedimentos como broncoscopia, a indução de escarro e a necropsia podem expor o trabalhador a essas partículas, e doenças como o sarampo, a varicela, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Severe Acute Respiratory Syndrome - SARS) e a tuberculose podem ser adquiridas (CASSETTARI; BALSAMO; SILVEIRA, 2009). Uso de EPIs Máscara N95 Máscara cirúrgica Isolamento dos pacientes Precauções padrão

46 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO SEGUNDO MATERIAL BIOLÓGICO ENVOLVIDO NO ACIDENTE. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Material biológico envolvido no acidente 2009 Nº % Sangue Material Desconhecido Outro Soluções Intravenosas Tecidos Corporais Líquido Peritoneal Sem Informação Total ,1 0,0 4,3 1,4 1,4 2,9 2,9 100

47 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO AGENTE CAUSADOR DA LESÃO. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Agente causador da lesão 2009 Nº % Agulha Outros Escalpe Lâmina de bisturi Desconhecido Lanceta Sem informação Tesoura Broca Fio Lâmina de vidro Navalha Total ,1 5,7 8,6 11,4 5,7 4,3 4,3 1,4 0,0 0,0 0,0 1,4 100

48 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO PARTE DO CORPO ATINGIDA. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Parte do corpo atingida 2009 Nº % Dedo da mão Olhos Outra área superiores Face Membros Inferiores Total ,4 20,0 7,1 0,0 1,4 100

49 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO LOCAL DO ACIDENTE. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Local do acidente Clínica Médica Centro Cirúrgico Clinica Cirúrgica Central de material Pediatria UETDI Outro Terapia Intensiva Ambulatório Desconhecido Unidade de Terapia Renal Ginecologia / Obstetrícia Necrópsia Centro de recuperação anestésica Unidade Coronariana Medicina Nuclear Laboratórios Dermatologia Transplante de Medula Óssea Hematologia Neurologia Oftalmologia Ortopedia Unidade de Quimioterapia Moléstias Infecciosas Almoxarifado Lavanderia Otorrinolaringologia Psiquiatria Total 2009 Nº % 13 18, ,7 6 8,6 3 4,3 2 2,9 5 7,1 3 4,3 5 7,1 6 8,6 2 2,9 4 5,7 2 2,9 1 1,4 1 1,4 2 2,9 1 1,4 1 1,4 0 0,0 1 1,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 1,4 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,

50 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO ESQUEMA DE VACINAÇÃO CONTRA O VÍRUS DA HEPATITE B. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Esquema vacinal 2009 Nº % Três ou mais doses Nenhuma dose Desconhecido Duas doses Uma dose Total ,7 1,4 0,0 1,4 1,4 100

51 DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO, SEGUNDO UTILIZAÇÃO OU NÃO DE EPI NO MOMENTO DO ACIDENTE. HOSPITAL X, RIBEIRÃO PRETO SP, Uso de EPI no momento do acidente 2009 Nº % Item desconhecido Sim Não Total ,1 14,3 8,6 100

52 HIERARQUIA DE CONTROLE DO RISCO BIOLÓGICO (CDC) Menos efetivo Eliminação ou substituição de materiais pérfuro-cortantes; Engenharia de Controle (agulhas e seringas com dispositivo de segurança); Medidas administrativas (programas de treinamento, políticas internas); Mais efetivo Precauções Padrão (ex. não re-encapar agulhas); EPIs (luvas, máscaras, calçados fechados, óculos).

53 Desafios Aprender com o passado, trabalhar o presente, construir o futuro

54 A PARTIR DE Precarização e intensificação do trabalho; Compõem mudanças tecnológicas e organizacionais; Alterações nos processos e relações de trabalho; Contratos precários, temporários, aumento da jornada, exploração do trabalho a domicílio e do trabalho infantil, aviltamento salarial e crise do movimento sindical; Adoção de políticas de cunho neoliberal que mercantilizam serviços essenciais como a saúde e a educação; Enfraquecimento das instituições públicas encarregadas da vigilância dos ambientes de trabalho; Aumento de doenças relacionadas ao trabalho e criou condições Aumento do número de acidentes causadores de incapacidade temporária / permanente ou mesmo mortes de trabalhadores NAVARRO, 2006.

55 DESAFIOS Falta de integração entre os empregadores e os trabalhadores nas ações preventivas. A OIT preconiza que os empregadores têm a obrigação de consultar os trabalhadores e cooperar com eles. Promover um enfoque de sistemas de gestão de segurança e saúde do trabalho, no qual haja a troca de informações entre os países e sejam abordadas as limitações dos empregadores frente às exigências legais visto que o não cumprimento das normas também pode relacionar-se a dificuldades políticas, econômicas e organizacionais desses empregadores. Fornecimento e treinamento para uso de dispositivos de segurança nos serviços de saúde!

56 FUNÇÃO DOS TRABALHADORES Quando há equipamentos e condições ambientais seguras para os trabalhadores, o fator tempo e as pressões da chefia, da equipe e da demanda impedem que o trabalhador preze sua saúde e bem-estar, em detrimento das responsabilidades do cuidado a um grande número de pacientes. GALON;MARZIALE;SOUZA,2011

57 DESAFIOS CDC - equipe adequada à proporção de pacientes; Mudanças organizacionais do trabalho e a necessidade de recursos humanos, e não só da criação de normas e leis. Os meios de participação e voz dos trabalhadores, como os sindicatos e outras organizações, precisam ser ativados com objetivos conjuntos para que mudanças concretas sejam feitas! A única maneira de se conseguir um trabalho decente em condições de liberdade, igualdade e dignidade humana é que os profissionais de saúde tenham a oportunidade de expressar-se sobre o que estes conceitos significam para a sua qualidade de vida Mobilização da enfermagem enquanto classe trabalhadora!

58 DESAFIOS Nas pesquisas que realizamos junto à Rede de Prevenção de Acidentes de Trabalho REPAT/USP: Mesmo após a implantação da NR 32, ainda persiste o manuseio excessivo de material pérfuro-cortante e o não fornecimento e uso de agulhas com dispositivos de segurança; Concepção de que o fornecimento de EPIs é prioridade para a proteção do trabalhador. O adoecimento do trabalhador frente ao risco biológico ainda é visto como algo inerente aos profissionais da saúde, prevalecendo concepções mais curativas do que preventivas. Torna-se necessário promover o acesso dos serviços de saúde a novas tecnologias e novas propostas que priorizem mais a prevenção do que somente a notificação e a assistência do trabalhador quando a exposição e a contaminação já ocorreram.

59 DESAFIOS Recomendação da OIT Sobre o Marco Promocional para a Saúde e Segurança no Trabalho (2006) Promoção de uma cultura nacional de prevenção em segurança e saúde no trabalho, na qual todos os envolvidos, o Estado, os empregadores, os trabalhadores e toda a sociedade estejam informados e tenham interesse pela temática O tema precisa ser abordado na formação profissional dos envolvidos!! Resultados dos estudos precisam ser amplamente divulgados dentro do cotidiano dos serviços de saúde, de uma forma que alcance e produza resultados na saúde dos trabalhadores.

60 DESAFIOS Escassez de diálogo e troca de informações entre os grandes centros de pesquisa no assunto e os serviços de saúde. A evolução do conhecimento fica retida dentro das universidades, sendo objeto de discussão entre uma minoria intelectual, não alcançando os gestores dos serviços de saúde e por conseguinte os trabalhadores e a sociedade. GALON; MARZIALE;SOUZA, 2011

61 Necessário um engajamento efetivo e compromissado na luta em prol da saúde dos trabalhadores, que não deve se limitar apenas à atuação técnica, restrita à fria abordagem clínica. NAVARRO, 2006

62 OBRIGADA!

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