NF-ELETRÔNICA & NF DE SERVIÇOS ELETRÔNICA. Julio Hermes Pregiliscio

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2 NOTA FISCAL ELETRÔNICA & NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA

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4 JULIO HERMES PREGILISCIO Consultor tributário com mais de 20 anos de consultoria; Consultor tributário da COAD; Instrutor de inúmeras palestras e eventos; Autor de apostilas tributárias; Redator de Revista Tributária. INTRODUÇÃO Desde o final dos anos 90, o empresário brasileiro vem sendo, pouco a pouco, cercado por meio de Controles Informatizados, mais e mais sofisticados Visando uma melhor arrecadação e fiscalização, o Poder Público tem investido muito nas últimas décadas, no rápido processo de informatização da estrutura de arrecadação de impostos. Considerando, que o próprio desenvolvimento tecnológico, promoveu uma transformação nas relações interpessoais, da mesma forma, as relações comerciais, contábeis e fiscais passaram pelo mesmo avanço e foram criadas estruturas que nos obrigam a abraçar outros ramos do Saber. Um grande desafio que o empresário enfrenta hoje é adequar a sua estrutura empresarial, o seu modo de comercializar e registrar as operações, pois o tempo entre a emissão/recepção de documentos e a apuração e controle dos impostos apurados, fica cada vez menor. Sendo assim se trona crucial a necessidade do: Aprender para Poder Agir Identificar para Corrigir Planejar + Gerir + Executar Entender Ação e Efeito

5 A ESTRUTURA DO SPED SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL ECD - Escrituração Contábil Digital FCONT Controle Fiscal Contábil de Transição LALUR e Livro de Apuração do Lucro Real EFD Escrituração Fiscal Digital EFD- Contribuições NF-e Nota Fiscal Eletrônica NFS-e Nota Fiscal de Serviços Eletrônica CT- e Conhecimento de Transporte Eletrônico CF-e Cupom Fiscal Eletrônico DA LEGISLAÇÃO

6 A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é desenvolvida de forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados e Secretaria da Receita Federal do Brasil, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2005 (27/08/2005), que atribui ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto NF-e. Para sua implantação ele passou e passa por todo o rito da legialação tributária, para que sua exigibilidade seja legal e sua validade seja inquestionável. Passamos a ver agora o aspecto da legislação tributária que norteia esta matéria AJUSTE SINIEF 07/05 Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário Geral da Receita Federal do Brasil, na 119ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em Manaus, AM, no dia 30 de setembro de 2005, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte A J U S T E CRIAÇÃO SUBSTITUI NF MODELO 1-1-A Cláusula primeira Fica instituída a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, que poderá ser utilizada pelos contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI ou Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS em substituição: I - à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A; II - à Nota Fiscal de Produtor, modelo 4. DIGITAL COM ASSINATURA 1º Considera-se Nota Fiscal Eletrônica - NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar operações e prestações, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte, antes da ocorrência do fato gerador. OS ESTADOS 2º Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e, a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS, o qual será dispensado: I - na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada; II - a partir de 1º de dezembro de 2010.

7 3º Para fixação da obrigatoriedade de que trata o protocolo previsto no 2º, as unidades federadas poderão utilizar critérios relacionados à receita de vendas e serviços dos contribuintes, atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida. NF DE PRODUTOR 4º A NF-e poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, somente pelos contribuintes que possuem Inscrição Estadual CREDENCIAMENTO OBRIGATÓRIO Cláusula segunda Para emissão da NF-e, o contribuinte deverá solicitar, previamente, seu credenciamento na unidade federada em cujo cadastro de contribuinte do ICMS estiver inscrito. INTEGRAÇÃO COM SPD 1º O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deverá observar, no que couber, as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados, constantes dos Convênios 57/95 e 58/95, ambos de 28 de junho de 1995 e legislação superveniente VEDAÇÃO DE USO DE NF MODELO 01-01A 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A ou da Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, por contribuinte credenciado à emissão de NF-e, exceto quando a legislação estadual assim permitir DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA. Cláusula segunda-a Ato COTEPE publicará o Manual de Orientação do Contribuinte da NF-e, disciplinando a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e. 1º Nota técnica publicada no Portal Nacional da NF-e poderá esclarecer questões referentes ao Manual de Orientação do Contribuinte. 2º As referências feitas nas demais cláusulas deste Ajuste ao Manual de Integração - Contribuinte consideram-se feitas ao Manual de Orientação do Contribuinte. LEIAUTE Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária, observadas as seguintes formalidades: I - o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language); II - a numeração da NF-e será seqüencial de 1 a , por estabelecimento e por série, devendo ser reiniciada quando atingido esse limite; III - a NF-e deverá conter um código numérico, gerado pelo emitente, que comporá a chave de acesso de identificação da NF-e, juntamente com o CNPJ do emitente, número e série da NF-e; IV - a NF-e deverá ser assinada pelo emitente, com assinatura digital, certificada por entidade

8 credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. NCM V - A identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter, também, o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, nas operações: a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado, nos termos da legislação federal; b) de comércio exterior. 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie. 2º O Fisco poderá restringir a quantidade de séries. 3º Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III, na hipótese de a NF-e não possuir série, o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros. 4º Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do caput, será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM. CSOSN 5º A partir da utilização do leiaute definido na versão 4.01 do Manual de Integração - Contribuinte deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário - CRT e, quando for o caso, o Código de Situação da Operação no Simples Nacional - CSOSN, conforme definidos no Anexo. CÓDIGO DE BARRAS 6º A partir de 1º de julho de 2011, fica obrigatório o preenchimento dos campos cean e ceantrib da NF-e, quando o produto comercializado possuir código de barras com GTIN (Numeração Global de Item Comercial). AUTORIZAÇÃO Cláusula quarta O arquivo digital da NF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal, após: I - ser transmitido eletronicamente à administração tributária, nos termos da cláusula quinta; II - ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e, nos termos da cláusula sexta. FRAUDE OU DOLO 1º Ainda que formalmente regular, não será considerado documento fiscal idôneo a NF-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.

9 2º Para os efeitos fiscais, os vícios de que trata o 1º atingem também o respectivo DANFE, impresso nos termos da cláusula nona ou décima primeira, que também não será considerado documento fiscal idôneo. AUTORIZAÇÃO SEGUE MANUAL DE INTEGRAÇÃO 3º A concessão da Autorização de Uso: I - é resultado da aplicação de regras formais especificadas no Manual de Integração - Contribuinte e não implica a convalidação das informações tributárias contidas na NF-e; II - identifica de forma única uma NF-e através do conjunto de informações formado por CNPJ do emitente, número, série e ambiente de autorização. PROTOCOLO DE TRANSMISSÃO = SOLICITAÇÃO Cláusula quinta A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Parágrafo único. A transmissão referida no caput implica solicitação de concessão de Autorização de Uso da NF-e. CHECAGEM PARA AUTORIZAÇÃO Cláusula sexta Previamente à concessão da Autorização de Uso da NF-e, a administração tributária da unidade federada do contribuinte analisará, no mínimo, os seguintes elementos: I - a regularidade fiscal do emitente; II - o credenciamento do emitente, para emissão de NF-e; III - a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-e; IV - a integridade do arquivo digital da NF-e; V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte ; VI - a numeração do documento. AUTORIZAÇÃO COMPARTILHADA 1º A autorização de uso poderá ser concedida pela administração tributária da unidade federada emitente através da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada, na condição de contingência prevista no inciso I da cláusula décima primeira. 2º A unidade federada que tiver interesse poderá, por protocolo, estabelecer que a autorização de uso será concedida mediante a utilização de ambiente de autorização disponibilizado através de infraestrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. 3º Nas situações constante dos 1º e 2º, a administração tributária que autorizar o uso da NF-e deverá observar as disposições constantes deste Ajuste estabelecidas para a administração tributária

10 da unidade federada do contribuinte emitente. REJEIÇÃO, DENEGAÇÃO OU AUTORIZAÇÃO Cláusula sétima Do resultado da análise referida na cláusula sexta, a administração tributária cientificará o emitente: I - da rejeição do arquivo da NF-e, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) falha na leitura do número da NF-e; f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e; II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude de: a) irregularidade fiscal do emitente; b) irregularidade fiscal do destinatário, a critério de cada unidade federada; III - da concessão da Autorização de Uso da NF-e;. IMPOSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO POSTERIOR 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, a NF-e não poderá ser alterada. REJEIÇÃO NAO ARQUIVADA 2º Em caso de rejeição do arquivo digital, o mesmo não será arquivado na administração tributária para consulta, sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas a, b e e do inciso I do caput. DENEGAÇÃO ARQUIVADA 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e, o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta, nos termos da cláusula décima quinta, identificado como Denegada a Autorização de Uso. 4º No caso do 3º, não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente, via internet, contendo, conforme o caso, a chave

11 de acesso, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput, o protocolo de que trata o 5º conterá informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida. REMESSA OBRIGATORIA DO ARQUIVO 7º Deverá, obrigatoriamente, ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso: I - ao destinatário da mercadoria, pelo emitente da NF-e imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e; II - ao transportador contratado, pelo tomador do serviço antes do início da prestação correspondente. 8º As empresas destinatárias podem informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e, conforme padrões técnicos a serem estabelecidos no Manual de Integração - Contribuinte. ESTADOS E RECEITA FEDERAL Cláusula oitava Concedida a Autorização de Uso da NF-e, a administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil. 1º A administração tributária da unidade federada do emitente também deverá transmitir a NF-e para: I - a unidade federada de destino das mercadorias, no caso de operação interestadual; II - a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior; III - a unidade federada de desembaraço aduaneiro, tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior; IV - a Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA, quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas. 2º A administração tributária da unidade federada do emitente ou a Receita Federal do Brasil também poderão transmitir a NF-e ou fornecer informações parciais para: I - administrações tributárias municipais, nos casos em que a NF-e envolva serviços sujeitos ao ISSQN, mediante prévio convênio ou protocolo; II - outros órgãos da administração direta, indireta, fundações e autarquias, que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades, mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação, respeitado o sigilo fiscal.

12 3º Na hipótese da administração tributária da unidade federada do emitente realizar a transmissão prevista no caput por intermédio de WebService, ficará a Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento de que trata o 1º ou pela disponibilização do acesso a NF-e para as administrações tributárias que adotarem esta tecnologia; DANFE Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, conforme leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, para acompanhar o trânsito das mercadorias acobertado por NF-e ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista na cláusula décima quinta. UTILIZAÇÃO APÓS TRANSMISSÃO 1º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III da cláusula sétima, ou na hipótese prevista na cláusula décima primeira. 1º-A A concessão da Autorização de Uso será formalizada através do fornecimento do correspondente número de Protocolo, o qual deverá ser impresso no DANFE, conforme definido no Manual de Integração - Contribuinte, ressalvadas as hipóteses previstas na cláusula décima primeira. DANFE PARA DESTIONATARIOS NÃO CREDENCIADOS 2º No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e, a escrituração da NF-e poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE, observado o disposto na cláusula décima. IMPRESSÃO UMA VIA 3º O DANFE utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias acobertado por NF-e será impresso em uma única via. PAPEL 4º O DANFE deverá ser impresso em papel, exceto papel jornal, no tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm), podendo ser utilizadas folhas soltas, formulário de segurança, Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), formulário contínuo ou formulário pré-impresso. CÓDIGO DE BARRAS 5º O DANFE deverá conter código de barras, conforme padrão estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. 6º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos, desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. ALTERAÇÕES DE LEIAUTE 7º As alterações de leiaute do DANFE permitidas são as previstas no Manual de Integração - Contribuinte. 8º Os títulos e informações dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que

13 seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. CARIMBOS 9º A aposição de carimbos no DANFE, quando do trânsito da mercadoria, deve ser feita em seu verso. IMPRESSÃO NO VERSO 10. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente, impressas no verso do DANFE, hipótese em que sempre será reservado espaço, com a dimensão mínima de 10x15 cm, em qualquer sentido, para atendimento ao disposto no 9º. PRAZO DE GUARDA Cláusula décima O emitente e o destinatário deverão manter a NF-e em arquivo digital, sob sua guarda e responsabilidade, pelo prazo estabelecido na legislação tributária, mesmo que fora da empresa, devendo ser disponibilizado para a Administração Tributária quando solicitado. VERIFICAÇÃO PELO DESTINATARIO 1º O destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e. GUARDA DA DANFE 2º Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e, alternativamente ao disposto no caput, o destinatário deverá manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação, devendo ser apresentado à administração tributária, quando solicitado. MERCADORIA NÃO ENTREGUE 3º O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não entregue ao destinatário e que contenha o motivo do fato em seu verso. CONTINGÊNCIA Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte poderá operar em contingência, gerando arquivos indicando este tipo de emissão, conforme definições constantes no Manual de Integração - Contribuinte, mediante a adoção de uma das seguintes alternativas: SCAN I - transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) ou para o Sistema de Sefaz Virtual de Contingência (SVC), nos termos das cláusulas quarta, quinta e sexta deste Ajuste; DPEC - RFB II - transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e), para a Receita Federal do Brasil, nos termos da cláusula décima sétima-d; FS III - imprimir o DANFE em Formulário de Segurança (FS), observado o disposto na Cláusula

14 décima sétima-a; FSDA IV - imprimir o DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), observado o disposto em Convênio ICMS. OPÇÕES RESUMO OPERACIONAL DA CONTINGÊNCIA 1) AGUARDAR O RETORNO DO SISTEMA ( NÃO OPERAR) 2) Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) ou Sistema de Sefaz Virtual de Contingência (SVC) - Usa infra-estrutura tecnológica da RFB ou de outra unidade federada. - Receita Federal do Brasil transmite a NF-e para a UF do emitente - Contribuinte não deverá transmitir à sua jurisdição as NF-e geradas em contingência 3) Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC RFB - DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias, - Imediatamente após a cessação dos problemas técnicos o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. - Informar : a) o motivo da entrada em contingência; b) a data, hora com minutos e segundos do seu início. 4) DANFE em Formulário de Segurança (FS) - Impressão de no mínimo duas vias do DANFE - Se necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE

15 dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança - Imediatamente após a cessação dos problemas técnicos o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. - Informar : a) o motivo da entrada em contingência; b) a data, hora com minutos e segundos do seu início. 5) Formulário de Segurança para Impressão de Doc Aux de Doc Fiscal Eletrônico (FS-DA) - impressão de no mínimo duas vias do DANFE - Na necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança -Imediatamente após a cessação dos problemas técnicos o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. - Informar : a) o motivo da entrada em contingência; b) a data, hora com minutos e segundos do seu início. 1º Na hipótese prevista no inciso I, a administração tributária da unidade federada emitente poderá autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, conforme disposto no 1º, a Receita Federal do Brasil deverá transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente, sem prejuízo do disposto no 3º da cláusula sexta. 3º Na hipótese do inciso II do caput, o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias, constando no corpo a expressão DANFE impresso em contingência - DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil, tendo as vias à seguinte destinação:

16 I - uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II - outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 4º Presume-se inábil o DANFE impresso nos termos do 3º, quando não houver a regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil, nos termos da Cláusula Décima sétima-d. 5º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput, o Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá ser utilizado para impressão de no mínimo duas vias do DANFE, constando no corpo a expressão DANFE em Contingência - impresso em decorrência de problemas técnicos, tendo as vias a seguinte destinação: I - uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II - outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 6º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput, existindo a necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE previstas no 3º da cláusula nona, dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). 7º Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, e até o prazo limite definido no Manual de Integração - Contribuinte, contado a partir da emissão da NF-e de que trata o 12, o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. 8º Se a NF-e transmitida nos termos do 7º vier a ser rejeitada pela administração tributária, o contribuinte deverá: I - gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; c) a data de emissão ou de saída; II - solicitar Autorização de Uso da NF-e; III - imprimir o DANFE correspondente à NF-e autorizada, no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFE original; IV - providenciar, junto ao destinatário, a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III, caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha

17 promovido alguma alteração no DANFE. 9º O destinatário deverá manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária junto à via mencionada no inciso I do 3º ou no inciso I do 5º, a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do 8º. ADQUIRENTE DENUNCIA 10. Se após decorrido o prazo limite previsto no 7º, o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e correspondente, deverá comunicar imediatamente o fato à unidade fazendária do seu domicílio. MOTIVO DA CONTINGÊNCIA 11. Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e, devendo ser impressas no DANFE: I - o motivo da entrada em contingência; II - a data, hora com minutos e segundos do seu início. 12. Considera-se emitida a NF-e em contingência, tendo como condição resolutória a sua autorização de uso: I - na hipótese do inciso II do caput, no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil, conforme previsto na cláusula décima sétima - D; II - na hipótese dos incisos III e IV do caput, no momento da impressão do respectivo DANFE em contingência. 13 Na hipótese do 5º-A da cláusula nona, havendo problemas técnicos de que trata o caput, o contribuinte deverá emitir, em no mínimo duas vias, o DANFE Simplificado em contingência, com a expressão DANFE Simplificado em Contingência, ficando os Estados do Amazonas e Mato Grosso autorizados a dispensar a utilização de formulário de segurança, devendo ser observadas as destinações da cada via conforme o disposto nos incisos I e II do 5º. NUMERANÇÃO NA CONTIGÊNCIA 14. É vedada a reutilização, em contingência, de número de NF-e transmitida com tipo de emissão Normal. PEDIDOS PENDENTES Cláusula décima primeira-a Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno, o emitente deverá, após a cessação das falhas: I - solicitar o cancelamento, nos termos da cláusula décima segunda, das NF-e que retornaram com Autorização de Uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em contingência; II - solicitar a inutilização, nos termos da cláusula décima quarta, da numeração das NF-e que não

18 foram autorizadas nem denegadas. Acrescida a cláusula décima primeira-b pelo Ajuste SINIEF 12/12, efeitos a partir de Cláusula décima primeira-b Na emissão de NF-e em contingência, excetuada a hipótese da utilização do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional - SCAN, o emitente, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos e até o prazo limite de cento e sessenta e oito horas da emissão da NF-e, deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência, observada a disciplina deste ajuste. CANCELAMENTOS Cláusula décima segunda Em prazo não superior a vinte e quatro horas, contado do momento em que foi concedida a Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III da cláusula sétima, o emitente poderá solicitar o cancelamento da respectiva NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes na cláusula décima terceira. Parágrafo único. A critério de cada unidade federada, em casos excepcionais, poderá ser recepcionado o pedido de cancelamento de forma extemporânea. Cláusula décima terceira O cancelamento de que trata a cláusula décima segunda será efetuado por meio do registro de evento correspondente. PEDIDO DE CANCELAMENTO 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. 2º A transmissão do Pedido de Cancelamento de NF-e será efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo de que trata o 2º disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a "chave de acesso", o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.

19 6º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava, os Cancelamentos de NF-e. DATA E HORA DE SAÍDA E REGISTRO DE SAIDA Cláusula décima terceira-a As informações relativas à data, à hora de saída e ao transporte, caso não constem do arquivo XML da NF-e transmitido nos termos da cláusula quinta e seu respectivo DANFE, deverão ser comunicadas através de Registro de Saída. 1º O Registro de Saída deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte. 2º A transmissão do Registro de Saída será efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º O Registro de Saída deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. 5º O Registro de Saída só será válido após a cientificação de seu resultado mediante o protocolo de que trata o 2º, disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo a chave de acesso da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 6º A administração tributária autorizadora deverá transmitir o Registro de Saída para as administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava. 7º Caso as informações relativas à data e à hora de saída não constem do arquivo XML da NF-e nem seja transmitido o Registro de Saída no prazo estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte será considerada a data de emissão da NF-e como data de saída. PEDIDO DE INUITILIZAÇÃO Cláusula décima quarta O contribuinte deverá solicitar, mediante Pedido de Inutilização de

20 Número da NF-e, até o 10 (décimo) dia do mês subseqüente, a inutilização de números de NF-e não utilizados, na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e. 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP- Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número da NF-e, será efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será feita mediante protocolo de que trata o 2º disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, os números das NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do emitente e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 4º A administração tributária da unidade federada do emitente deverá transmitir para a Receita Federal do Brasil as inutilizações de número de NF-e. CARTA DE CORREÇÃO ELTRÔNICA Cláusula décima quarta-a Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata a cláusula sétima, durante o prazo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, observado o disposto no 1º- A do art. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, transmitida à Administração Tributária da unidade federada do emitente. 1º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão da CC-e será efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a chave de acesso, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação

21 digital da administração tributária ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 4 Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e, o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. 5º A administração tributária que recebeu a CC-e deverá transmití-la às administrações tributárias e entidades previstas na cláusula oitava. 6º O protocolo de que trata o 3º não implica validação das informações contidas na CC-e 7º A partir de 1º de julho de 2012 não poderá ser utilizada carta de correção em papel para sanar erros em campos específicos de NF-e. CONSULTA Cláusula décima quinta Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata a cláusula sétima, a administração tributária da unidade federada do emitente disponibilizará consulta relativa à NF-e. 1º A consulta à NF-e será disponibilizada, em site na internet pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. 2º Após o prazo previsto no 1º, a consulta à NF-e poderá ser substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem a NF-e (número, data de emissão, CNPJ do emitente e do destinatário, valor e sua situação), que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial. 3º A consulta à NF-e, prevista no caput, poderá ser efetuada pelo interessado, mediante informação da chave de acesso da NF-e. 4º A consulta prevista no caput poderá ser efetuada também, subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. EVENTOS Cláusula décima quinta-a A ocorrência relacionada com uma NF-e denomina-se Evento da NF-e. 1º Os eventos relacionados a uma NF-e são: I - Cancelamento, conforme disposto na cláusula décima segunda; II - Carta de Correção Eletrônica, conforme disposto na cláusula décima quarta-a; III - Registro de Passagem Eletrônico, conforme disposto na cláusula décima sétima-c; IV - Ciência da Emissão, recebimento pelo destinatário ou pelo remetente de informações relativas

22 à existência de NF-e em que esteja envolvido, quando ainda não existem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva; V - Confirmação da Operação, manifestação do destinatário confirmando que a operação descrita na NF-e ocorreu; VI - Operação não Realizada, manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada, mas esta operação não se efetivou; VII - Desconhecimento da Operação, manifestação do destinatário declarando que a operação descrita da NF-e não foi por ele solicitada. VIII - Registro de Saída, conforme disposto na cláusula décima terceira-a; IX - Vistoria Suframa, homologação do ingresso da mercadoria na área incentivada mediante a autenticação do Protocolo de Internamento de Mercadoria Nacional - PIN-e; X - Internalização Suframa, confirmação do recebimento da mercadoria pelo destinatário por meio da Declaração de Ingresso - DI. XI - Declaração Prévia de Emissão em contingência, conforme disposto na cláusula décima sétima-d; XII - NF-e Referenciada em outra NF-e, registro que esta NF-e consta como referenciada em outra NF-e; XIII - NF-e Referenciada em CT-e, registro que esta NF-e consta em um Conhecimento Eletrônico de Transporte; XIV - NF-e Referenciada em MDF-e, registro que esta NF-e consta em um Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. REGISTRO DE EVENTO 2º Os eventos serão registrados por: I - qualquer pessoa, física ou jurídica, envolvida ou relacionada com a operação descrita na NF-e, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte; II - órgãos da Administração Pública direta ou indireta, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos na documentação do Sistema da NF-e. 3º A administração tributária responsável pelo recebimento do registro do evento deverá transmitilo para o Ambiente Nacional da NF-e, a partir do qual será distribuído para os destinatários especificados na cláusula oitava. 4º Os eventos serão exibidos na consulta definida na cláusula décima quinta, conjuntamente com a NF-e a que se referem. FACULDADE E OBRIGATORIEDADE DE REG DE EVENTO Cláusula décima quinta-b O registro de eventos é de uso facultativo pelos agentes mencionados no 2º da cláusula décima quinta-a, sendo obrigatório nos seguintes casos: I - registrar uma Carta de Correção Eletrônica de NF-e;

23 II - efetuar o cancelamento de NF-e; III - registrar as situações descritas nos incisos IV, V, VI e VII do 1º da cláusula décima quinta-a, em conformidade com o Anexo II. CONFIRMAÇÃO Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão exigir do destinatário as seguintes informações relativas à confirmação da operação ou prestação descrita na NF-e, utilizando-se do registro dos respectivos eventos definidos na cláusula décima quinta-a: I - confirmação do recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e, utilizando o evento Confirmação da Operação ; II - confirmação de recebimento da NF-e, nos casos em que não houver mercadoria ou prestação documentada utilizando o evento Confirmação da Operação ; III - declaração do não recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e utilizando o evento Operação não Realizada; FORMULÁRIO DE SEGURANÇA Cláusula décima sétima-a Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE previstas neste Ajuste: I - as características do formulário de segurança deverão atender ao disposto da cláusula segunda do Convênio ICMS 58/95; II - deverão ser observados os parágrafos 3º, 4º, 6º, 7º e 8º da cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, para a aquisição do formulário de segurança, dispensando-se a exigência da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais - AIDF e a exigência de Regime Especial. III - não poderá ser impressa a expressão Nota Fiscal, devendo, em seu lugar, constar a expressão DANFE. 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma desta cláusula para outra destinação que não a prevista no caput. 2º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deverá observar as disposições das cláusulas quarta e quinta do Convênio 58/95. 3º Até 30 de junho de 2010 a Administração Tributária das unidades federadas poderá autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança - PAFS - de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, de 30 de junho de 1995, quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE, sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. Cláusula décima sétima-b A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de NFe disponibilizarão, às empresas autorizadas à sua emissão, consulta eletrônica referente à situação

24 cadastral dos contribuintes do ICMS de seu Estado, conforme padrão estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. REGISTRO DE PASSAGEM Cláusula décima sétima-c Toda NF-e que acobertar operação interestadual de mercadoria ou relativa ao comércio exterior estará sujeita ao registro de passagem eletrônico em sistema instituído por meio do Protocolo ICMS 10/03. Parágrafo único Esses registros serão disponibilizados para a unidade federada de origem e destino das mercadorias bem como para a unidade federada de passagem que os requisitarem. DPEC Cláusula décima sétima-d A Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, observadas as seguintes formalidades: I - o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language); II - a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via Internet; III - a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 1º O arquivo da DPEC conterá informações sobre NF-e e conterá, no mínimo: I - A identificação do emitente; II - Informações das NF-e emitidas, contendo, no mínimo, para cada NF-e: a) cave de Acesso; b) CNPJ ou CPF do destinatário; c) unidade Federada de localização do destinatário; d) valor da NF-e; e) valor do ICMS; f) valor do ICMS retido por substituição tributária. 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC, a Receita Federal do Brasil analisará: I - o credenciamento do emitente para emissão de NF-e; II - a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC; III - a integridade do arquivo digital da DPEC;

25 IV - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte ; V - outras validações previstas no Manual de Integração - Contribuinte. 3º Do resultado da análise, a Receita Federal do Brasil cientificará o emitente: I - da rejeição do arquivo da DPEC, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC. f) falha na leitura do número da NF-e; g) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC; II - da regular recepção do arquivo da DPEC. 4º A cientificação de que trata o 3º será efetuada via internet, contendo o motivo da rejeição na hipótese do inciso I do 3º ou o arquivo da DPEC, número do recibo, data, hora e minuto da recepção, bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil, na hipótese do inciso II do 3º. Acrescido o 4º à cláusula décima sétima-d pelo Ajuste SINIEF 11/08, efeitos de a º Presumem-se emitidas as NF-e referidas na DPEC, quando de sua regular recepção pela Receita Federal do Brasil, observado o disposto no 1º da cláusula quarta. 6º A Receita Federal do Brasil disponibilizará acesso às Unidades Federadas e Superintendência da Zona Franca de Manaus aos arquivos da DPEC recebidas. 7º Em caso de rejeição do arquivo digital, o mesmo não será arquivado na Receita Federal do Brasil para consulta. 8º Alternativamente ao disposto nesta cláusula, a DPEC também poderá ser registrada como evento, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte. REGRAS GERAIS DE DOCUMENTAÇÃO FISCAL Cláusula décima oitava Aplicam-se à NF-e, no que couber, as normas do Convênio SINIEF S/Nº, de 15 de dezembro de º As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores

26 monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. DESTINATÁRIO NÃO PODE ACEITAR OUTRO DOC. 2º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e, é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição, exceto nos casos previstos na legislação estadual. 3º As NF-e que, nos termos do inciso II do 3º da cláusula quarta, forem diferenciadas somente pelo ambiente de autorização deverão ser regularmente escrituradas nos termos da legislação vigente, acrescentando-se informação explicando as razões para esta ocorrência. Cláusula décima nona O disposto neste Ajuste aplica-se, a partir de 1º de abril de 2006, aos Estados do Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Roraima e ao Distrito Federal. Parágrafo único. O disposto na cláusula segunda deste Ajuste aplica-se aos Estados do Amapá, Espírito Santo, Paraíba e Pernambuco e ao Distrito Federal a partir de 1º de janeiro de Cláusula vigésima Este Ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Manaus-AM, 30 de setembro de ANEXO I - CÓDIGOS DE DETALHAMENTO DO REGIME E DA SITUAÇÃO TABELA A - Código de Regime Tributário - CRT 1 - Simples Nacional 2 - Simples Nacional - excesso de sublimite da receita bruta 3 - Regime Normal TABELA B - Código de Situação da Operação no Simples Nacional - CSOSN Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito - Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito - Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar

27 nº 123, de Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, e com cobrança do ICMS por substituição tributária Imune - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS Não tributada pelo Simples Nacional - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação - Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações Outros - Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e 500. NOTA EXPLICATIVA: O Código de Situação da Operação no Simples Nacional - CSOSN será usado na Nota Fiscal Eletrônica exclusivamente quando o Código de Regime Tributário - CRT for igual a 1, e substituirá os códigos da Tabela B - Tributação pelo ICMS do Anexo Código de Situação Tributária - CST do Convênio s/nº de 15 de dezembro de ANEXO II OBRIGATORIEDADE DE REGISTRO DE EVENTOS A obrigatoriedade de registro de eventos que trata o inciso III do caput da cláusula décima quinta-b

28 será exigido nas entradas de mercadorias constantes em NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis, conforme disposto no Manual de Orientação do Contribuinte, para: I - estabelecimentos distribuidores, a partir de 1º de março de 2013; II - postos de combustíveis e em transportadores e revendedores PROTOCOLO ICMS 42, DE 3 DE JULHO DE 2009 Estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. OBRIGATORIEDADE PARA OS CONTRIBUINTES Cláusula primeira Acordam os Estados e o Distrito Federal em estabelecer a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF 07/05, de 30 de setembro de 2005, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para os contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE descritos no Anexo Único, a partir da data indicada no referido anexo. PARA TODAS AS OPERAÇÕES 1º A obrigatoriedade aplica-se a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos nesta cláusula que estejam localizados nas unidades da Federação signatárias deste protocolo, ficando vedada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, salvo nas hipóteses previstas neste protocolo. CASOS DE DISPENSA 2º A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e prevista no caput não se aplica: I - nas operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e;

29 II - ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho, enquadrado nos códigos das CNAE /01, /02 ou /00, que tenha auferido receita bruta, no exercício anterior, inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais). III - na entrada de sucata de metal, com peso inferior a 200 kg (duzentos quilogramas), adquirida de particulares, inclusive catadores, desde que, ao fim do dia, seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas. I V - a critério de cada unidade federada, ao estabelecimento do contribuinte que não esteja enquadrado em nenhum dos códigos da CNAE constantes da relação do Anexo Único, observado o disposto no 3º; V - nas operações internas, para acobertar o trânsito de mercadoria, em caso de operação de coleta em que o remetente esteja dispensado da emissão de documento fiscal, desde que o documento fiscal relativo à efetiva entrada seja NF-e e referencie as respectivas notas fiscais modelo 1 ou 1-A. CNAES PRINCIPAL E SEGUNDÁRIO 3º Para fins do disposto neste protocolo, deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte, bem como os secundários, conforme conste ou, por exercer a atividade, deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros, junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no cadastro de contribuinte do ICMS de cada unidade federada. 4º As unidades da Federação poderão utilizar o Código de Atividade Econômica- CAE em substituição ao correspondente código CNAE. VENDA PARA GOVERNO OU OP. INTERESTADUAL Cláusula segunda Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, a partir de 1º de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações: I - destinadas à Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; II - com destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente; III - de comércio exterior. 1º Caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e: III; RESTRITA A SITUAÇÃO I - a obrigatoriedade expressa no caput ficará restrita às hipóteses de seus incisos I, II e DISPENSA POR CFOP

30 II - a hipótese do inciso II do caput não se aplica ao estabelecimento de contribuinte exclusivamente varejista, nas operações com CFOP 6.201, 6.202, 6.208, 6.209, 6.210, 6.410, 6.411, 6.412, 6.413, 6.503, 6.553, 6.555, 6.556, 6.661, 6.903, 6.910, 6.911, 6.912, 6.913, 6.914, 6.915, 6.916, 6.918, 6.920, NF PRODUTOR Cláusula terceira Ficam as unidades da Federação autorizadas a instituir, a partir de 1º de janeiro de 2010, a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A, para os contribuintes enquadrados nos códigos das divisões 01, 02 e 03 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE, relativos a atividades agropecuárias INAPLICABILIDADE Cláusula quarta O disposto neste protocolo não se aplica: I - ao Microempreendedor Individual - MEI, de que trata o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006; II - às operações realizadas por produtor rural não inscrito no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Cláusula quinta Ficam mantidas as obrigatoriedades e prazos estabelecidos no Protocolo ICMS 10/07, de 18 de abril de Cláusula sexta Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. ANEXO ÚNICO Relação de códigos CNAE a que se refere Cláusula Primeira deste Protocolo ICMS, que sujeita o contribuinte à emissão obrigatória de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, com a respectiva data de início da obrigatoriedade. O REGULAMENTO DO ICMS DO PARANÁ No Estado do Paraná as disposições sobre a Nota Fiscal Eletrônica estão em nosso Diploma Legal RICMS/PR Decreto de 28/09/2012 em seu Anexo IX conforme transcrito abaixo:

31 ANEXO IX DOS DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS E AUXILIARES CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NF-e DANFE DO USO PELO CONTRIBUINTE Art. 1º A Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal,modelo 1 ou 1-A, e à Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, pelos contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas àcirculação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS (Ajustes SINIEF 07/2005 e 15/2010). VALIDADE COM ASSINATURA 1º Considera-se Nota Fiscal Eletrônica - NF-e o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar operações e prestações, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pelo fisco, antes da ocorrência do fato gerador. DA FORÇA DE PROTOCOLOO USO PELO CONTRIBUINTE 2º A obrigatoriedade da utilização da NF-e será fixada por intermédio de Protocolo ICMS, que será dispensado: I - na hipótese de contribuinte inscrito unicamente no CAD/ICMS deste Estado; II - a partir de 1º de dezembro de 2010 (Ajuste SINIEF 9/2009). DA NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL 3º Norma de Procedimento Fiscal - NPF fixará a obrigatoriedade de que trata o 2º, determinando os contribuintes,atividade econômica ou natureza da operação por eles exercida. DO USO PELO PRODUTOR RURAL 4º A NF-e poderá ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor, modelo 4, somente pelos contribuintes que possuem inscrição no CAD/PRO e estejam inscritos no CNPJ (Ajuste SINIEF 15/2010 DO CREDENCIAMENTO Art. 2º Para emissão da NF-e, o contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá solicitar, previamente, seu credenciamento, na forma disciplinada em Norma de procedimento. DAS NORMAS DE SPD 1º O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deverá observar, no que couber, as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos da Subseção II da Seção V do Capítulo IV do Título II e do Capítulo XVII do Título III, deste Regulamento. DA PROIBIÇÃO A NF MODELO 1 OU 4 2º É vedada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou de Nota Fiscal do Produtor, modelo 4, por contribuinte obrigado à emissão de NF-e (Ajuste SINIEF 4/2011), exceto quando a legislação estadual assim permitir.

32 3º Considerar-se-á credenciado para emissão de NF-e o contribuinte autorizado para o uso de Sistema de Processamento de Dados, nos termos do art. 443 deste Regulamento DAS CARACTERISTICAS DA NF Art. 3º A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte, publicado em Ato COTEPE, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pelo fisco, observadas as seguintes formalidades (Ajuste SINIEF 12/2009 e 4/2012): XML I - o arquivo digital da NF-e deverá ser elaborado no padrão XML ( Extended Markup Language ); NUMERAÇÃO II - a numeração da NF-e será sequencial de 1 a , por estabelecimento e por série, devendo ser reiniciada quando atingido esse limite; CÓDIGO DE BARRAS III - a NF-e deverá conter um código numérico, gerado pelo emitente, que comporá a chave de acesso de identificação da NF-e, juntamente com o CNPJ do emitente, número e série da NF-e; ASSINATURA IV - a NF-e deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. NCM V - a identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter, também, o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, nas operações (Ajuste SINIEF 12/2009): a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado, nos termos da legislação federal; b) de comércio exterior. SÉRIES 1º As séries serão designadas por números inteiros, em ordem crescente, vedada a utilização de subsérie. 2º O fisco poderá restringir a quantidade de séries. SÉRIE ZERADA 3º Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III do "caput", na hipótese de a NF-e não possuir série, o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros (Ajuste SINIEF 8/2009). NCM POR COMÉRCIO 4º Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do "caput" será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM (Ajuste SINIEF 12/2009). LEIAUTE COM CRT E CSOSN 5º A partir da utilização do leiaute definido na versão 4.01 do Manual de Orientação do Contribuinte deverão serindicados na NF-e o Código de Regime Tributário - CRT e, quando for o caso, o Código de Situação da Operação no Simples Nacional - CSOSN, conforme definidos na Tabela IV do Anexo IV (Ajuste SINIEF 3/2010).

33 DO USO DE CAD/ UNICO 6º No caso de emissão de NF-e onde o emitente, destinatário ou remetente, localizado neste Estado, for optante de inscrição única ou centralizada, no arquivo digital da NF-e deverão ser informados: I - o CNPJ e demais dados do estabelecimento detentor da inscrição única ou centralizada no grupo Identificação do emitente da NF-e, no caso de ser o emitente do documento, ou no grupo Identificação do Destinatário da NF-e, no caso de ser apenas o destinatário ou remetente; II - o CNPJ e demais dados do estabelecimento a que se destina a mercadoria ou do qual será retirada, no grupo Identificação do Local de Entrega ou Identificação do Local de Retirada, conforme o caso; III - nas hipóteses do inciso II, os dados deverão ser impressos no DANFE, no campo Informações Complementares". DO USO DE PRODUTO COM CÓDIGO DE BARRAS 7º É obrigatório o preenchimento dos campos cean e ceantrib da NF-e, quando o produto comercializado possuir código de barras com Numeração Global de Item Comercial - GTIN (Ajuste SINIEF 16/2010). (Art. 4º do Decreto n de 1º ); 8º As referências feitas na legislação ao Manual de Integração - Contribuinte consideram-se feitas ao Manual de Orientação do Contribuinte (Ajuste SINIEF 4/2012). DO USO SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO Art. 4º O arquivo digital da NF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal após: I - ser transmitido eletronicamente ao fisco, nos termos do art. 5º deste Anexo; II - ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e, nos termos do art. 6º deste Anexo. DA FRAUDE OU DOLO 1º Ainda que formalmente regular, não será considerado documento fiscal idôneo a NF-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o não-pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida. DA FRAUDE NO DANFE 2º Para os efeitos fiscais, os vícios de que trata o 1º atingem também o respectivo Documento Auxiliar da NF-e -DANFE, impresso nos termos dos artigos 8º ou 10 deste Anexo, que também não será considerado documento fiscal idôneo. A AUTORIZAÇÃO NAO CONVALIDA AS INFORMAÇÕES 3º A concessão da Autorização de Uso (Ajuste SINIEF 10/2011): I - é resultado da aplicação de regras formais especificadas no Manual de Orientação do Contribuinte e não implica convalidação das informações tributárias contidas na NF-e; II - identifica de forma única uma NF-e por meio do conjunto de informações formado por CNPJ do

34 emitente, número,série e ambiente de autorização. DO USO DA INTERNET Art. 5º A transmissão do arquivo digital da NF-e deverá ser efetuada via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pelo fisco. Parágrafo único. A transmissão referida no caput implica solicitação de concessão de Autorização de Uso da NF-e. REQUISITOS PARA AUTORIZAÇÃO Art. 6º Previamente à concessão da Autorização de Uso da NF-e, o fisco analisará, no mínimo, os seguintes elementos: I - a regularidade fiscal do emitente; II - o credenciamento do emitente para emissão de NF-e; III - a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-e; IV - a integridade do arquivo digital da NF-e; V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte (Ajuste SINIEF 12/2009); VI - a numeração do documento. 1º A autorização de uso poderá ser concedida pelo fisco por meio da infraestrutura tecnológica da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, na condição de contingência prevista no inciso I do "caput" do art. 10deste Anexo. DO CONCEITO DE CONTRIBUINTE REGULAR 2º Considerar-se-á regular o emitente, nos termos do inciso I do "caput", aquele cuja inscrição no CAD/ICMS esteja ativa. DA REJEIÇÃO, DENEGAÇÃO OU AUTORIZAÇÃO Art. 7º Do resultado da análise referida no art. 6º deste Anexo, o fisco cientificará o emitente: I - da rejeição do arquivo da NF-e, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) falha na leitura do número da NF-e; f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e; II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude de irregularidade fiscal do emitente, remetente ou destinatário; III - da concessão da Autorização de Uso da NF-e. A NF-e NÃO PODERÁ SER ALTERADA 1º A NF-e não poderá ser alterada após a concessão da autorização de uso.

35 DO ARQUIVO REJEITADO NAO REGISTRADO 2º O arquivo digital rejeitado não será armazenado pelo fisco para consulta, sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas a, b e e do inciso I do caput. DO ARQUIVO DENEGADO 3º O arquivo digital transmitido, em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e, ficará armazenado pelo fisco para consulta, nos termos do art. 15 deste Anexo, identificado como Denegada a Autorização de Uso. DA REGULARIZAÇÃO DO REJEIRTADO 4º No caso do 3º, não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. DO ARQUIVO VÁLIDO 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro por ele autorizado, via internet, contendo, conforme o caso, a chave de acesso, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pelo fisco e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital do fisco ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput, o protocolo de que trata o 5º conterá informações que justifiquem, de forma clara e precisa, o motivo pelo qual a autorização de uso não foi concedida. DO DOWNLOAD OU REMESSA DO XML 7º Deverá, obrigatoriamente, ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso (Ajustes SINIEF 12/2009 e 17/2010): I - ao destinatário da mercadoria, pelo emitente, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e; II - ao transportador contratado, pelo tomador do serviço, antes do início da prestação correspondente. DA LISTAGEM DE S 8º As empresas destinatárias poderão informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e,conforme padrões técnicos estabelecidos no Manual de Integração - Contribuinte (Ajuste SINIEF 12/2009). 9º A cientificação de que trata o caput submeter-se-á às validações constantes do Manual de Orientação do Contribuinte e àquelas previstas em NORma de procedimento. DO DANFE Art. 8º Fica instituído o Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, conforme leiaute estabelecido no

36 Manual de Orientação do Contribuinte, para acompanhar o trânsito das mercadorias acompanhadas por NF-e ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista no art. 15 deste Anexo (Ajuste SINIEF 12/2009 e 8/2010). 1º O DANFE somente poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do "caput" do art. 7º, ou na hipótese prevista no art. 10, todos deste Anexo. DA ESCRITURAÇÃO PELO DESTINATARIO 2º No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e, a escrituração desta poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE, observado o disposto no art. 9º deste Anexo. DANFE 01 VIA 3º O DANFE utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias será impresso em uma única via (Ajuste SINIEF 8/2010). DO P-ÁPEL PARA IM PRESSÃO 4º O DANFE deverá ser impresso em papel, exceto papel jornal, no tamanho mínimo A4 (210 mm x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 mm x 330 mm), podendo ser utilizadas folhas soltas, formulário de segurança, Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), formulário contínuo ou formulário pré-impresso. DO DANFE SIMPLIFICADO 5º Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento, o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel,exceto papel jornal, em tamanho inferior ao A4 (210 mm x 297 mm), caso em que será denominado DANFE Simplificado, devendo ser observadas as definições constantes do Manual de Orientação do Contribuinte (Ajuste SINIEF 12/2009). DO CODIGO DE BARRAS 6º O DANFE deverá conter código de barras, conforme padrão estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte (Ajuste SINIEF 12/2009). 7º O DANFE poderá conter outros elementos gráficos, desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou docódigo de barras por leitor óptico. 8º As alterações de leiaute do DANFE permitidas são as previstas no Manualde Orientação do Contribuinte (AjustesSINIEF 12/2009 e 22/2010): 9º Os títulos e informações dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. DO USO DE CARIMBOS 10. A aposição de carimbos no DANFE, quando do trânsito da mercadoria, deve ser feita em seu verso. DO USO DE INFORMAÇÕE NO VERSO 11. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente, impressas no verso no DANFE,hipótese em que será reservado espaço, com a dimensão mínima de 10 cm x

37 15 cm em qualquer sentido, paraatendimento ao disposto no A concessão da Autorização de Uso referida no 1º será formalizada por meio do fornecimento docorrespondente número de Protocolo, o qual deverá ser impresso no DANFE, conforme definido no Manual de Orientação do Contribuinte, ressalvadas as hipóteses previstas no art. 10 deste Anexo (Ajuste SINIEF 12/2009). DO PRAZO DE GUARDA Art. 9º O emitente e o destinatário deverão manter a NF-e em arquivo digital, sob sua guarda e responsabilidade, pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento, mesmo que fora da empresa, disponibilizando-o ao fisco quando solicitado (Ajuste SINIEF 8/2010). DA VFERIFICAÇÃO PELO DESTINATÁRIO 1º O destinatário deverá verificar a existência de autorização de uso da NF-e e sua integridade, condições que lhe conferem validade e autenticidade. DO DESTINATÁRIO NOA USUARIO 2º Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e, alternativamente ao disposto no caput, deverá manter em arquivo o DANFE relativo à NF-e da operação, devendo ser apresentado ao fisco, quando solicitado. DO RETORNO DE MERCADORIA NÃO ENTREGUE 3º O emitente de NF-e deverá guardar, pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento, o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não entregue ao destinatário e que contenha o motivo do fato em seu verso. (Ajustes SINIEF 12/2009 e 19/2010): ]DA CONTIGÊNCIA Art. 10. Quando, em decorrência de problemas técnicos, não for possível transmitir a NF-e para o fisco ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte poderá operar em contingência,gerando arquivos indicando esse tipo de emissão, conforme definições constantes no Manual de Orientação do Contribuinte, mediante a adoção de uma das seguintes alternativas (Ajustes SINIEF 12/2009 e 8/2010): I - transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional - SCAN, ou para o SVC - Sistema de Sefaz Virtual de Contingência, nos termos dos artigos 4º, 5º e 6º deste Anexo (Ajuste SINIEF 10/2011) II transmitir a Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e), para a Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, nos termos do art. 20 deste Anexo; III - imprimir o DANFE em Formulário de Segurança (FS), observado o disposto no art. 18 deste Anexo; IV - imprimir o DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), observado o disposto no Capítulo II deste Anexo. 1º Na hipótese prevista no inciso I do caput, o fisco poderá autorizar a NF-e utilizando-se da

38 infraestrutura tecnológica da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB. 2º Na hipótese do inciso II do caput, o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias, constando no corpo a expressão DANFE impresso em contingência - DPEC regularmente recebida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, tendo as vias a seguinte destinação: I - uma das vias acompanhará o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário, pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento; II - outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente, pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento. 3º Presume-se inábil o DANFE impresso nos termos do 2º, quando não houver a regular recepção da DPEC pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, nos termos do art. 20 deste Anexo. 4º Nas hipóteses dos incisos III ou IV do caput, o Formulário de Segurança (FS) ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deverá ser utilizado para impressão de no mínimo duas vias do DANFE, constando no corpo a expressão DANFE em Contingência - impresso em decorrência de problemas técnicos, tendo as vias a mesma destinação prevista nos incisos I e II do 2º. 5º Nas hipóteses dos incisos III ou IV do caput, existindo a necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE,previstas no 3º do art. 8º deste Anexo, dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança (FS) ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). 6º Na hipótese dos incisos II, III e IV do "caput", imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, o emitente deverá transmitir ao fisco as NF-e geradas em contingência. 7º Se a NF-e transmitida nos termos do 6º vier a ser rejeitada pelo fisco, o contribuinte deverá: I - gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, sanando a irregularidade, desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto, tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço,quantidade, valor da operação ou da prestação; b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; c) a data de emissão ou de saída; II - solicitar Autorização de Uso da NF-e; III - imprimir o DANFE correspondente à NF-e autorizada, no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFEoriginal; IV - providenciar, perante o destinatário, a entrega da NF-e autorizada, bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III, caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE.

39 8º O destinatário deverá manter em arquivo, pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento, junto à via mencionada no inciso I do 2º, a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do 7º. 9º. Se, após decorrido o prazo limite previsto no 6º, o destinatário não puder confirmar a existência da Autorizaçãode Uso da NF-e correspondente deverá comunicar imediatamente o fato ao fisco. 10. Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, as seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e, devendo ser impressas no DANFE (Ajustes SINIEF 12/2009 e 18/2010): I - o motivo da entrada em contingência; II - a data e a hora com minutos e segundos do seu início. 11. Considera-se emitida a NF-e em contingência, tendo como condição resolutória a sua autorização de uso (Ajuste SINIEF 10/2011): I - na hipótese do inciso II do caput, no momento da regular recepção da DPEC pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, conforme previsto no art. 20 deste Anexo; II - nas hipóteses dos incisos III e IV do caput, no momento da impressão do respectivo DANFE em contingência. 12. Na hipótese do 5º do art. 8º deste Anexo, havendo problemas técnicos de que trata o caput, o contribuinte deverá emitir, em no mínimo duas vias, o DANFE simplificado em contingência, com a expressão DANFE Simplificado em Contingência, sendo dispensada a utilização de formulário de segurança, devendo ser observadas as destinações de cada via conforme o disposto no 4º. 13. Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno, o emitente deverá, após a cessação das falhas: I - solicitar o cancelamento, nos termos do art. 11 deste Anexo, das NF-e que retornaram com autorização de uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acompanhadas por NF-e emitidas em contingência; II - solicitar a inutilização, nos termos do art. 13 deste Anexo, da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas. 14. É vedada a reutilização, em contingência, de número de NF-e transmitida com tipo de emissão Normal (Ajuste SINIEF 8/2010). DO CANCELAMENTO Art. 11. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do "caput" do art. 7º deste Anexo, o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior a 168 (cento e sessenta e oito) horas contadas do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes no art. 12 deste Anexo (Ajuste SINIEF 12/2009). DO PEDIDO DE USO Art. 12. O cancelamento de que trata o art. 11 deste Anexo somente poderá ser efetuado mediante

40 Pedido de Cancelamento de NF-e, transmitido pelo emitente ao fisco. 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte (Ajuste SINIEF 12/2009). 2º A transmissão do Pedido de Cancelamento de NF-e será efetivada, via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 4º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pelo fisco. 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante o protocolo de que trata o 2º, disponibilizado ao emitente, via internet, contendo, conforme o caso, a chave de acesso, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pelo fisco e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital do fisco ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. DO PEDIDO DE INUTILIZAÇÃO Art. 13. O contribuinte deverá solicitar, mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e, até o décimo dia do mês subsequente, a inutilização de números de NF-e não utilizados, na eventualidade de quebra de sequência da numeração da NF-e. 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será efetivada, via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será feita mediante o protocolo de que trata o 2º, disponibilizado ao emitente, via internet, contendo, conforme o caso, os números das NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pelo fisco e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital do fisco ou outro mecanismo de confirmação de recebimento DA CARTA DE OCRREÇÃO Art. 14. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o art. 7º, durante o prazo estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, observado o disposto no art. 217 deste Regulamento, por meio de CC-e - Carta de Correção Eletrônica, transmitida ao fisco (Ajustes SINIEF 7/2005, 8/2007 e 12/2009).

41 1º A CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira -ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão da CC-e será efetivada via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente, via internet,contendo, conforme o caso, a chave de acesso, o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pelo fisco e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital do fisco ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 4 Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e, o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. 5º O protocolo de que trata o 3º não implica validação das informações contidas na CC-e. 6º A partir de 1º de julho de 2012 não poderá ser utilizada carta de correção em papel para sanar erros em campos específicos da NF-e (Ajuste SINIEF 10/2011). DA CONSULTA Art. 15. Após a concessão de autorização de uso, de que trata o art. 7º deste Anexo, o fisco disponibilizará consulta relativa à NF-e na página da internet, no endereço pelo prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. 1º Após o prazo previsto no caput, a consulta poderá ser substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem a NF-e (número, data de emissão, CNPJ do emitente e do destinatário, valor e sua situação), que ficarão disponíveis pelo prazo estabelecido no parágrafo único do art. 123 deste Regulamento. 2º A consulta poderá ser efetuada pelo interessado, mediante informação da chave de acesso da NF-e. 3º A consulta poderá ser efetuada, subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB. DO EVENTO DE NF-e Art. 16. A ocorrência relacionada com uma NF-e superveniente à sua respectiva autorização de uso denomina-se Evento da NF-e (Ajuste SINIEF 5/2012). 1º Os eventos relacionados a uma NF-e são: I - Cancelamento, conforme disposto no art. 11; II - Carta de Correção Eletrônica, conforme disposto no art. 14; III - Registro de Passagem Eletrônico, conforme disposto no art. 19; IV - Ciência da Operação: recebimento pelo destinatário de informações relativas à existência de

42 NF-e em que ele é destinatário, mas ainda não existem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva; V - Confirmação da Operação: manifestação do destinatário confirmando que a operação descrita na NF-e ocorreu; VI - Operação não Realizada: manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada, mas não se efetivou; VII - Desconhecimento da Operação: manifestação do destinatário declarando que a operação descrita da NF-e não foi por ele solicitada. 2º Os eventos serão registrados por: I - qualquer pessoa, física ou jurídica, envolvida ou relacionada com a operação descrita na NF-e, conforme leiaute,prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte ; II - órgãos da Administração Pública direta ou indireta, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos na documentação do Sistema da NF-e. 3º Os eventos serão exibidos na consulta definida no art. 15, conjuntamente com a NF-e a que se referem. DA CONFIRMAÇÃO Art. 17. O destinatário, relativamente à confirmação da operação ou prestação descrita na NF-e, deverá apresentar as seguintes informações, utilizando-se do registro dos respectivos eventos definidos no art. 16: I - confirmação do recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e, utilizando o evento Confirmação da Operação ; II - confirmação de recebimento da NF-e, nos casos em que não houver mercadoria ou prestação documentada, utilizando o evento Confirmação da Operação ; III - declaração do não recebimento da mercadoria ou prestação documentada por NF-e, utilizando o evento Operação não Realizada". DO FS Art. 18. Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança, para a impressão de DANFE, previstas neste Anexo: I - as características do formulário de segurança deverão atender ao disposto no Capítulo II deste Anexo; II - deverão ser observados os 3º, 5º, 6º e 7º do art. 251 deste Regulamento, para a aquisição do formulário de segurança, dispensando-se as exigências da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais - AIDF e de Regime Especial; III - não poderá ser impressa a expressão Nota Fiscal, devendo, em seu lugar, constar a expressão DANFE. 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma deste artigo para outra destinação que não a prevista no caput. 2º fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deverá observar as disposições do Capítulo II deste Anexo. DO REGISTRO DE PASSAGEM Art. 19. Toda NF-e que documentar operação interestadual de mercadoria, ou relativa ao comércio

43 exterior, estará sujeita ao registro de passagem eletrônico, no Sistema de Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito - SCIMT, de que trata o art. 651 deste Regulamento, que será disponibilizado para as unidades federadas de origem e de destino das mercadorias, bem como para a unidade federada de passagem que o requisitar. DEPEC Art. 20. A Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte, observadas as seguintes formalidades (Ajuste SINIEF 12/2009): I - o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML ( Extended Markup Language ); II - a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via internet; III - a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 1º O arquivo da DPEC conterá, no mínimo, as seguintes informações sobre a NF-e: a) identificação do emitente; b) informações das NF-e emitidas, contendo, no mínimo, para cada NF-e: 1. chave de acesso; 2. CNPJ ou CPF do destinatário; 3. unidade federada de localização do destinatário; 4. valor da NF-e; 5. valor do ICMS, se for o caso; 6. valor do ICMS retido por substituição tributária, se for o caso. 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC, a Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB analisará (Ajuste SINIEF 12/2009): a) o credenciamento do emitente para emissão de NF-e; b) a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC; c) a integridade do arquivo digital da DPEC; d) a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte ; e) outras validações previstas no Manual de Orientação do Contribuinte. 3º Do resultado da análise, a Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB cientificará o emitente: a) da rejeição do arquivo da DPEC, em virtude de: 1. falha na recepção ou no processamento do arquivo; 2. falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; 3. remetente não credenciado para emissão da NF-e; 4. duplicidade de número da NF-e; 5. outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC; b) da regular recepção do arquivo da DPEC. 4º A cientificação de que trata o 3º será efetuada via internet, contendo o motivo da rejeição na hipótese da sua alínea a ou o arquivo da DPEC, número do recibo, data, hora e minuto da recepção, bem como assinatura digital da Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, na hipótese da sua alínea b (Ajuste SINIEF 12/2009).

44 5º Presumem-se emitidas as NF-e referidas na DPEC, quando de sua regular recepção pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB, observado o disposto no 1º do art. 4º deste Anexo. 6º Em caso de rejeição, o arquivo digital não será armazenado na Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB para consulta. DA LEGISLAÇÃO COMUM Art. 21. Aplicam-se à NF-e, no que couber, as normas previstas no Capítulo IV do Título II deste Regulamento. DO REGISTRO DAS OP CANCELADAS, DENEGADAS E INUTILIZADAS 1º As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados sem valores monetários. DESTINATÁRIO NAO PODE ACEITAR DOC DIFERENTE DO PREVISTO 2º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e, é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição, exceto nos casos previstos em NORma de procedimento. 3º As NF-e que, nos termos do inciso II do 3º do art. 4º, forem diferenciadas somente pelo ambiente de autorização deverão ser regularmente escrituradas, acrescentando-se informação explicando as razões para esta ocorrência (Ajuste SINIEF 10/2011). CAPÍTULO II DISPÕE SOBRE FABRICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E AQUISIÇÃO DE PAPÉIS COM DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA PARA A IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. 22. A fabricação, distribuição e aquisição de papéis com dispositivos de segurança para a impressão de documentos fiscais, denominados formulários de segurança, deverão seguir as disposições deste Capítulo (Convênio ICMS 96/2009). Art. 23. Os formulários de segurança deverão ser fabricados em papel dotado de estampa fiscal com recursos de segurança impressos ou em papel de segurança com filigrana, com especificações a serem detalhadas em Ato COTEPE. 1º A estampa fiscal suprirá os efeitos do selo fiscal de autenticidade, quando adotado pelo fisco. 2º É vedada a fabricação de formulário de segurança para a finalidade descrita no inciso I do caput do art. 25 deste Anexo antes da autorização do pedido de aquisição descrito no art. 29 deste Anexo. Art. 24. O formulário de segurança terá: I - numeração tipográfica sequencial de a , vedada a sua reinicialização; II - seriação de AA a ZZ, em caráter tipo leibinger, corpo 12, exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança, definida no ato do credenciamento de que trata a cláusula sexta do Convênio ICMS 96/ º A numeração e a seriação deverão ser impressas na área reservada ao fisco, prevista na alínea b do inciso VII do art. 150 deste Regulamento, conforme especificado em Ato COTEPE.

45 2º No caso de formulário utilizado para a finalidade descrita no inciso I do caput do art. 25 deste Anexo, a numeração e seriação do formulário de segurança substituirão o número de controle do formulário previsto na alínea c do inciso VII do art. 150 deste Regulamento. 3º A seriação do formulário de segurança utilizado para uma das finalidades descritas no art. 25 deste Anexo deverá ser distinta da seriação daquele utilizado para a outra finalidade. Art. 25. Os formulários de segurança somente serão utilizados para as seguintes finalidades: (Fabricantes: Art. 2º do Dec. n de ) I - impressão e emissão simultânea de documentos fiscais, nos termos da Subseção II da Seção V do Capítulo IV do Título II deste Regulamento, sendo denominados Formulário de Segurança - Impressor Autônomo (FS-IA); II - impressão dos documentos auxiliares de documentos fiscais eletrônicos, sendo denominados Formulário de Segurança - Documento Auxiliar (FS-DA). Parágrafo único. Os formulários de segurança, quando inutilizados antes de se transformarem em documentos fiscais,deverão ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos jogos, em ordem numérica sequencial, permanecendo em poder do estabelecimento emitente pelo prazo de cinco anos, contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. Art. 26. Estabelecimento gráfico interessado em se credenciar como fabricante de formulário de segurança deverá apresentar requerimento à Secretaria Executiva do CONFAZ, com os seguintes documentos: I - contrato social ou ata de constituição, com respectivas alterações, registradas na Junta Comercial, podendo ser apresentada a Certidão Simplificada fornecida pela Junta Comercial; II - certidões negativas ou de regularidade expedidas pelos fiscos federal, estadual e municipal, das localidades onde possuir estabelecimento; III - balanço patrimonial e demais demonstrações financeiras; IV - memorial descritivo das condições de segurança quanto a produto, pessoal, processo de fabricação e patrimônio; V - memorial descritivo, contendo fotografias, das máquinas e equipamentos a serem utilizados no processo produtivo, bem como cópias das notas fiscais referentes à aquisição destes equipamentos; VI - quinhentos exemplares do formulário com a expressão amostra ; VII - laudo atestando a conformidade do formulário com as especificações técnicas deste Capítulo, emitido por instituição pública que possua, a critério da Comissão Técnica Permanente do ICMS (COTEPE/ICMS), notória especialização, decorrente de seu desempenho institucional, científico ou tecnológico anterior e detenha inquestionável reputação ético-profissional. 1º Caso os equipamentos tenham sido produzidos pelo próprio estabelecimento interessado, em substituição às cópias das notas fiscais referidas no inciso V do "caput" deverá ser apresentado o registro de patentes ou a documentação relativa ao projeto desses equipamentos. 2º Na hipótese de o estabelecimento desejar ser credenciado para fabricar mais do que um dos tipos de papel relacionados no art. 23, deste Anexo a amostra especificada no inciso VI do "caput" e o laudo citado no inciso VII do "caput" devem referir-se a cada tipo de papel. Art. 27. O fabricante credenciado deverá comunicar imediatamente à COTEPE/ICMS e ao fisco

46 quaisquer anormalidades verificadas no processo de fabricação e distribuição do formulário de segurança. Art. 28. O credenciamento terá validade de dois anos, sendo automaticamente renovado mediante a reapresentação da documentação solicitada no art. 26 deste Anexo. Art. 29. Estabelecimento gráfico interessado em se credenciar como distribuidor de FS-DA deverá apresentar requerimento ao fisco, observado o disposto em Ato COTEPE. 1º O FS-DA adquirido por estabelecimento gráfico distribuidor credenciado somente poderá ser revendido a contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos, mediante novo pedido de aquisição. 2º Estabelecimento distribuidor credenciado poderá destinar para seu próprio uso FS-DA previamente adquiridos, mediante novo pedido de aquisição onde conste como fornecedor e como adquirente. 3º Ato COTEPE disciplinará o descredenciamento em caso de descumprimento das normas deste Capítulo, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Art. 30. O contribuinte que desejar adquirir formulários de segurança deverá solicitar a competente autorização de aquisição, mediante a apresentação do Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança (PAFS). 1º A autorização de aquisição será concedida pelo fisco, devendo o pedido ser impresso no mesmo tipo de formulário de segurança a que se referir, em três vias com a seguinte destinação: I - 1ª via, fisco; II - 2ª via, adquirente do formulário; III - 3ª via, fornecedor do formulário. 2º A autorização de aquisição poderá ser concedida via sistema informatizado, hipótese em que poderá ser dispensado o uso do formulário impresso. 3º O pedido para aquisição conterá no mínimo: I - denominação Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança (PAFS) ; II - tipo de formulário solicitado: FS-IA ou FS-DA; III - identificação do estabelecimento adquirente; IV - identificação do fabricante credenciado; V - identificação do órgão do fisco que autorizou; VI - número do pedido de aquisição, com nove dígitos; VII - a quantidade, a seriação e a numeração inicial e final de formulários de segurança a serem fornecidos. 4º A critério do fisco, antes da concessão da autorização de aquisição, poderá ser solicitado que o estabelecimento adquirente do formulário de segurança apresente relatório de utilização dos formulários anteriormente adquiridos. Art. 31. Os fabricantes de formulário de segurança e os estabelecimentos distribuidores de FS-DA informarão ao fisco todos os fornecimentos realizados, na forma disposta em Ato COTEPE. Art. 32. Aplicam-se ainda as seguintes disposições aos formulários de segurança: I - podem ser utilizados por mais de um estabelecimento da mesma empresa, situados neste território; II - o controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e do usuário do formulário, conforme disposto em Ato COTEPE; III - o seu uso poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente

47 autorização, desde que haja aprovação prévia pelo fisco. 1º Na hipótese do inciso I será solicitada autorização única, indicando-se: I - a quantidade dos formulários a serem impressos e utilizados em comum; II - os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários; III - os números de ordem dos formulários destinados aos estabelecimentos a que se refere o inciso II, devendo ser comunicado ao fisco eventuais alterações. 2º As Autorizações de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos - AAFS-DA, concedidas segundo as regras do Convênio ICMS 110/2008, continuam válidas desde que obedecidas as finalidades para as quais foram concedidas (Convênio ICMS 96/2009). 3º Os formulários de segurança adquiridos segundo as regras do Convênio ICMS 110/2008 poderão ser utilizados até o final de seus estoques, desde que obedecidas as finalidades para as quais tiveram o seu fornecimento autorizado (Convênio ICMS 96/2009). 4º Os Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança - PAFS, autorizados segundo as regras do Convênio ICMS 58/1995, continuam válidos desde que obedecidas as finalidades para as quais foram concedidos (Convênio ICMS 96/2009). 5º Os formulários de segurança adquiridos segundo as regras do Convênio ICMS 58/1995 poderão ser utilizados até o final de seus estoques, desde que obedecidas as finalidades para as quais tiveram o seu fornecimento autorizado (Convênio ICMS 96/2009). Art. 33. Na hipótese do disposto nos incisos I e III do caput do art. 32 deste Anexo poderá ser exigida nova autorização de aquisição. NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 009/2012 SÚMULA: Dispõe sobre o processo de credenciamento para emissão de DF-e - Documentos Fiscais Eletrônicos. DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS 1. Para os efeitos desta NPF - Norma de Procedimento Fiscal, a definição de DF-e - Documentos Fiscais Eletrônicos se aplica a dois diferentes tipos de documento fiscal: a NF-e - Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55, e o CT-e - Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57. DO CREDENCIAMENTO OBRIGATÓRIO 2. Estão sujeitos ao credenciamento para a emissão de DF-e: 2.1. os estabelecimentos obrigados ao uso de NF-e ou CT-e por atuarem em ramos econômicos sujeitos à obrigatoriedade; 2.2. os estabelecimentos obrigados ao uso de NF-e ou CT-e por praticarem operações sujeitas à obrigatoriedade; 2.3. os estabelecimentos que possuam interesse em voluntariamente aderir à emissão de NF-e ou CT-e.

48 DO CREDENCIAMENTO 3. O processo de credenciamento para emissão de DF-e deve seguir o que determina a NPF n. 020/2011, que disciplina o uso de sistemas para escrituração fiscal, emissão de documentos 3.1. Para o credenciamento à emissão de NF-e, deverá ser requerida autorização de uso para o sistema emissor de documento fiscal modelo 55; 3.2. Para o credenciamento à emissão de CT-e, deverá ser requerida autorização de uso para o sistema emissor de documento fiscal modelo 57. DO MOMENTO DA AUTORIZAÇÃO 4. Cumpridas as formalidades e exigências previstas na NPF n. 020/2011, o estabelecimento emitente estará autorizado ao uso, ficando credenciado à emissão do documento fiscal para o qual requereu autorização. DA EMISSÃO OBRIGATORIA 4.1. O estabelecimento que se tornar autorizado a emitir NF-e ficará impedido de utilizar a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ressalvadas as hipóteses previstas na legislação, e obrigado ao uso de NF-e para acobertar todas as operações; 4.2. Ao estabelecimento que se tornar autorizado a emitir CT-e será vedada a emissão dos documentos discriminados nos incisos do artigo 33 do Anexo IX do RICMS/PR. 5. A obrigatoriedade de uso de DF-e vigora a partir: 5.1. da data definida em NPF específica, para os estabelecimentos indicados nos subitens 2.1 e 2.2 desta NPF; 5.2. da data da autorização do pedido de uso de sistema, para os estabelecimentos indicados no subitem 2.3 desta NPF. DESCREDECIAMENTO 6. O descredenciamento à emissão de DF-e, em caráter temporário ou definitivo, também deve seguir o que determina a NPF n. 020/2011. DOS AMBIENTES DE HOMOLOGAÇÃO E DE PRODUÇÃO 7. Serão disponibilizados, para a emissão de DF-e: 7.1. ambientes de homologação, com a finalidade exclusiva de realização de testes de implementação e adequação dos sistemas emissores utilizados pelo estabelecimento, cujos documentos por eles autorizados não possuem validade jurídica; 7.2. ambientes de produção, cujos documentos por eles autorizados se revestem de validade jurídica. 8. A disponibilidade efetiva dos sistemas autorizadores será feita: 8.1. para a NF-e, pela infraestrutura tecnológica fornecida pela Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná; 8.2. para o CT-e, pela infraestrutura tecnológica fornecida pela Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul, no sistema denominado SEFAZ VIRTUAL/RS, nos termos do Protocolo ICMS n. 55/2007. DA PERMISSÃO DE ACESSO 9. Poderão acessar os ambientes de homologação, independente de prévia autorização de uso de sistema emissor de documento fiscal: 9.1. para a NF-e, todos os estabelecimentos ativos, inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS CAD/ICMS, com código de regime tributário que contemple emissão de documento fiscal;

49 9.2. para o CT-e, todos os estabelecimentos ativos, inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS CAD/ICMS, com código de regime tributário que contemple emissão de documento fiscal e que estejam enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE específicos para as atividades de transporte de carga 10. O acesso aos ambientes de produção, pelo estabelecimento, somente será feito após a obtenção do credenciamento de que trata esta NPF. 11. Os casos omissos serão submetidos à apreciação da Inspetoria Geral de Fiscalização, com competência decisória do Diretor da Coordenação da Receita do Estado. 12. Ficam revogadas as Normas de Procedimento Fiscal n. 050/2008 e n. 037/ Esta Norma de Procedimento Fiscal entrará em vigor na data de sua publicação, surtindo efeitos a partir de 13 de fevereiro de COORDENAÇÃO DA RECEITA DO ESTADO, Curitiba, em 1º de fevereiro de 2012 NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 063 / 2012 SÚMULA: Estabelece procedimentos para disciplinar o uso de sistemas de processamento de dados para escrituração fiscal, emissão de documentos fiscais e a sua gestão, e normatizar o controle sobre usuários e fornecedores. 014/ DOS SISTEMAS INFORMATIZADOS DE NATUREZA FISCAL 1.1. Para efeitos desta Norma, considera-se sistema informatizado de natureza fiscal, doravante denominado simplesmente SISTEMA, o sistema de processamento de dados desenvolvido para efetuar a escrituração fiscal, a emissão de documentos fiscais e a sua gestão. DO FORNECIMENTO 1.2. O fornecimento e o uso de SISTEMAS, de acordo com o disposto no subitem 1.1, serão disciplinados e controlados pela CRE - Coordenação da Receita do Estado, e somente serão considerados habilitados para uso pelos contribuintes do ICMS após submetidos a procedimento de credenciamento nos termos desta Norma O SISTEMA poderá ser credenciado para as finalidades fiscais previstas no Anexo VI do Regulamento do ICMS do Paraná - RICMS/PR, cumpridos os requisitos nele estabelecidos para cada finalidade fiscal. 1. DOS REQUISITOS 1.4. Para obtenção e manutenção da credencial do SISTEMA é obrigatório o atendimento pleno e cumulativo das seguintes exigências:

50 estar em conformidade com a legislação tributária vigente, em especial com os Convênios ICMS, os Ajustes SINIEF, os Atos COTEPE, os Manuais de Integração e Contingência, as NPF - Normas de Procedimento Fiscal e com o Capítulo de Processamento de Dados do RICMS/PR; gerar os registros fiscais em meio eletrônico exigido pela legislação tributária vigente, observando-se, inclusive, os tipos de registros relativos às modalidades fiscais realizadas, definidos no Anexo VI do RICMS/PR; não possuir qualquer artifício, função ou recurso, ocultos ou não, que possam comprometer a segurança fiscal, ou que permitam o gerenciamento dissimulado ou oculto de informações e registros paralelos, diversos ou complementares aos declarados ao fisco, e nem permitir a supressão da impressão de qualquer documento fiscal; corresponder integralmente às informações prestadas em todos os documentos apresentados; quando se destinar à emissão de um dos livros Registro de Entradas, Registro de Saídas, ou Registro de Apuração do ICMS, emitir obrigatoriamente os outros do 2. DO FORNECEDOR DO SISTEMA INFORMATIZADO DE NATUREZA FISCAL 2.1.Para efeitos desta Norma, considera-se fornecedor de SISTEMAS, doravante denominado simplesmente FORNECEDOR: a empresa que desenvolve SISTEMAS para uso de terceiros, com atividade econômica correlata para este fim São consideradas correlatas com a atividade de desenvolvedor de SISTEMAS, quaisquer das seguintes atividades econômicas: Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis; Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador nãocustomizáveis; Consultoria em tecnologia da informação; Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação A empresa que desenvolve SISTEMAS para uso próprio O FORNECEDOR deverá efetuar o seu cadastro, alteração e cessação, no endereço eletrônico ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, mediante preenchimento de formulário específico, utilizando-se do código de acesso da área restrita e da senha de representante legal previamente cadastrado O CADASTRO DE FORNECEDOR DE SISTEMAS deverá ser efetuado para habilitar a empresa perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: FORNECEDOR INSCRITO NO CAD/ICMS - Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado do Paraná: requerer o cadastro, nos termos do subitem 2.2, ocasião em que será gerado um processo após confirmação eletrônica por representante legal da empresa FORNECEDOR NÃO INSCRITO NO CAD/ICMS: efetuar os procedimentos descritos no subitem ; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, os seguintes documentos: o pedido emitido nos termos do subitem , assinado pelo representante legal da empresa, com reconhecimento de firma do signatário; cópia autenticada do Contrato Social ou sua consolidação, ou do Requerimento de

51 Empresário, ou do Estatuto ou Ata, devidamente arquivados na Junta Comercial (art da Lei n /2002); Certidão Simplificada da Junta Comercial do Estado de origem, se empresa constituída ou consolidada há mais de três meses, com data de emissão inferior a noventa dias da data do pedido A ALTERAÇÃO DE DADOS DO CADASTRO deverá ser efetuada sempre que ocorrer qualquer modificação nas informações prestadas, mediante os seguintes procedimentos: FORNECEDOR INSCRITO NO CAD/ICMS : alterar os dados por meio do Formulário do Cadastro Eletrônico, no endereço eletrônico nos termos da NPF nº 099/2011 (Cadastro de Contribuintes) ou de outra que venha a substituí-la FORNECEDOR NÃO INSCRITO NO CAD/ICMS : para alteração de dados relativos a nome empresarial, sócios ou CNAE principal, emitir requerimento assinado por representante legal da empresa, com reconhecimento de firma do signatário; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, os seguintes documentos: o requerimento a que se refere o subitem ; cópia autenticada do Contrato Social ou sua consolidação, ou do Requerimento de Empresário, ou do Estatuto ou Ata, devidamente arquivados na Junta Comercial (art da Lei n /2002); Certidão Simplificada da Junta Comercial do Estado de origem, se empresa constituída ou consolidada há mais de três meses, com data de emissão inferior a noventa dias contaddos da data do pedido; para alteração de dados relativos a endereço, números de telefone e de fax, e URL do FORNECEDOR, proceder a manutenção do cadastro, nos termos do subitem 2.2, dispensada a apresentação de documentos A CESSAÇÃO DO CADASTRO deverá ser efetuada para desabilitar a empresa perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: requerer a cessação do cadastro, nos termos do subitem 2.2, ocasião em que será gerado um processo após confirmação eletrônica por representante legal da empresa; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, o pedido emitido nos termos do subitem 2.5.1, assinado por representante legal da empresa; o Pedido de Cessação do Cadastro de Fornecedor de Sistema somente poderá ser requerido quando não houver nenhum pedido de uso ativo para qualquer sistema É obrigação do FORNECEDOR cadastrado nos termos desta Norma: proceder, no endereço eletrônico ambiente RECEITA/PR, serviço UPD: o credenciamento de seus SISTEMAS; o reconhecimento dos USUÁRIOS destes SISTEMAS, sediados no Estado do Paraná Nos casos de erro de preenchimento de pedido pelo USUÁRIO, o FORNECEDOR deverá efetuar, nos termos do subitem 2.6.1, o não reconhecimento; disponibilizar, quando notificado pelo fisco estadual, um técnico credenciado com conhecimentos suficientes para prestar todos os esclarecimentos necessários sobre o funcionamento,

52 operação e manipulação de dados de seus SISTEMAS O reconhecimento pelo FORNECEDOR implica vinculação formal do seu SISTEMA ao USUÁRIO reconhecido, podendo ser responsabilizado civil e criminalmente por eventuais prejuízos causados ao erário, que venham a ser praticados com o auxílio do software de sua autoria 3. DA CREDENCIAL DE SISTEMA INFORMATIZADO DE NATUREZA FISCAL 3.1. O FORNECEDOR deverá efetuar os procedimentos relativos ao pedido da credencial, de alteração da credencial e de cessação da credencial do SISTEMA, bem como à transferência de propriedade do SISTEMA, no endereço eletrônico ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, mediante preenchimento de formulário específico, utilizando-se do código de acesso da área restrita e da senha de representante legal previamente cadastrado O PEDIDO DE CREDENCIAL DO SISTEMA deverá ser efetuado para habilitar o SISTEMA perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: requerer o Pedido de Credencial do Sistema, nos termos do subitem 3.1, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, os seguintes documentos: o pedido emitido nos termos do subitem 3.2.1, assinado por representante legal da empresa; Listagem de Conferência de Registros e Documentos; Relatório Resumo de Validação de Arquivo do programa validador disponibilizado pela CRE, contendo os tipos de registros relacionados no documento constante no subitem , de forma a indicar que um arquivo-teste gerado pelo sistema a ser credenciado foi, de fato, gerado de acordo com a legislação tributária vigente; cópia do Laudo de Análise Funcional de PAF-ECF emitido em conformidade com o disposto no inciso II da cláusula nona do Convênio 15/2008, ressalvado o disposto nos parágrafos 2º e 4º dessa cláusula, nos casos a que se refere o subitem a partir de 1º de julho de 2012, para o credenciamento de SISTEMAS relativos a Programas Aplicativos Fiscais para Emissor de Cupom Fiscal PAF-ECF, deverá, ainda, obter e manter sob sua guarda, disponibilizando ao Fisco, sempre que solicitada, a seguinte documentação: Termo de Autenticação de Arquivos Fontes e Executáveis, conforme modelo constante do Anexo III do Convênio ICMS 15/2008, contendo o Código de Autenticidade gerado pelo algoritmo MD-5 correspondente ao arquivo texto que contém a relação dos arquivos-fontes e executáveis autenticados conforme disposto na alínea b do inciso I da cláusula nona do mesmo Convênio; Termo de Depósito de Arquivos Fontes e Executáveis, conforme modelo constante do Anexo IV do Convênio ICMS 15/2008, contendo o número do envelope de segurança a que se refere a alínea d do inciso I da cláusula nona do mesmo Convênio; arquivos eletrônicos gravados em mídia óptica não regravável, que deve ser única e conter etiqueta que identifique os arquivos e programas nela gravados, rubricada por representante legal da empresa, contendo: relação dos arquivos fontes e executáveis autenticados, gerada conforme o disposto na alínea a do inciso I da cláusula nona do Convênio 15/2008, gravada em arquivo eletrônico do tipo texto; manual de operação do PAF-ECF, em idioma português, contendo a descrição do programa com informações de configuração, parametrização e operação e as instruções detalhadas de suas funções, telas e possibilidades; cópia-demonstração do PAF-ECF e respectivos arquivos de instalação, com

53 possibilidade de ser instalada e de demonstrar o seu funcionamento, acompanhada das instruções para instalação e das senhas de acesso irrestrito a todas as telas, funções e comandos; cópia do principal arquivo executável do PAF-ECF fica dispensada a apresentação do documento de que trata o subitem , por ocasião do pedido de credenciamento, para as seguintes modalidades: NF-e Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55, a que se refere o Ajuste SINIEF 7/2005; Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica, modelo 6; Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, modelo 21; Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, modelo 22; ou qualquer outro documento fiscal relativo a prestação de serviço de comunicação ou a fornecimento de energia elétrica, emitido em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Convênio ICMS 115/2003; EFD Escrituração Fiscal Digital, a que se referem o Convênio ICMS 143/2006 e o Ajuste SINIEF 2/2009; CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57, a que se refere o Ajuste SINIEF 9/2007; PAF-ECF, a que se refere o Convênio 15/ Ficam credenciados de ofício o Software Emissor de NF-e e o Software Emissor de CT-e, desenvolvidos e distribuídos pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo - SEFAZ/SP A Inspetoria Geral de Fiscalização, IGF/CRE, fica autorizada a credenciar os softwares de que trata este subitem, no ambiente UPD, disponibilizando, inclusive, os seus números de identificação da credencial que deverão ser informados nos pedidos de autorização de uso dos contribuintes paranaenses É vedada a concessão de mais de uma credencial para o mesmo SISTEMA O PEDIDO DE ALTERAÇÃO DA CREDENCIAL DO SISTEMA deverá ser efetuado sempre que ocorrer qualquer modificação nas características do SISTEMA ou no conjunto de finalidades fiscais realizadas, mediante os seguintes procedimentos: requerer, nos termos do subitem 3.1, o Pedido de Alteração da Credencial do Sistema, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, os seguintes documentos: o pedido emitido nos termos do subitem 3.3.1, assinado por representante legal da empresa; Listagem de Conferência de Registros e Documentos; Relatório Resumo de Validação de Arquivo do programa validador disponibilizado pela CRE, contendo os tipos de registros relacionados no documento constante no subitem , de forma a indicar que um arquivo-teste gerado pelo sistema a ser credenciado foi, de fato, gerado de acordo com a legislação tributária vigente, somente nos casos em que o SISTEMA acrescentar novas finalidades fiscais, ressalvado o contido no subitem 3.2.4; Laudo de Análise Funcional de PAF-ECF emitido em conformidade com o disposto no inciso II da cláusula nona do Convênio 15/2008, ressalvado o disposto nos parágrafos 2º e 4º dessa cláusula, nos casos a que se refere o subitem até 31 de dezembro de 2012, os FORNECEDORES deverão adequar para PAF-ECF todos os seus SISTEMAS emissores de cupom fiscal, conforme Convênio 15/2008, mediante os procedimentos dos subitens e e obedecendo ao disposto no subitem os FORNECEDORES que possuem SISTEMAS PAF-ECF credenciados antes da vigência desta Norma deverão atualizar as informações de seus SISTEMAS nos termos do subitem 3.3, no prazo constante do subitem

54 fica dispensada a obtenção do documento de que trata o subitem quando o último apresentado tenha sido emitido até o dia 31 de dezembro do exercício anterior ao corrente; decorrido o prazo a que se refere o subitem 3.3.4, tendo ocorrido alteração no respectivo SISTEMA, o FORNECEDOR de SISTEMAS relativos a PAF-ECF deverá submeter a última versão à análise funcional, nos termos da cláusula terceira do Convênio 15/2008, sob pena de cassação da credencial do SISTEMA; no Pedido de Alteração da Credencial do Sistema, não será permitida a retirada de finalidades fiscais para as quais existam autorizações de uso ativas; no Pedido de Alteração da Credencial do Sistema, deverão ser mantidas todas as informações que permanecerem inalteradas, sendo marcadas aquelas que serão incluídas e desmarcadas as que serão excluídas O PEDIDO DE CESSAÇÃO DA CREDENCIAL DO SISTEMA deverá ser efetuado para desabilitar o SISTEMA perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: requerer, nos termos do subitem 3.1, Pedido de Cessação de Credencial do Sistema, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, o pedido emitido nos termos do subitem 3.4.1, assinado por representante legal da empresa; o Pedido de Cessação da Credencial do Sistema somente poderá ser requerido quando não houver nenhum USUÁRIO ativo para o SISTEMA; a partir da data do requerimento, nos termos do subitem 3.4.1, o SISTEMA não poderá mais ser fornecido a qualquer USUÁRIO. DEMAIS ASPECTOS 3.5. O PEDIDO DE TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DO SISTEMA deverá ser efetuado quando ocorrer a transferência de titularidade do SISTEMA, por motivo de venda ou de cessão de direitos autorais do aplicativo ou, ainda da incorporação, da fusão ou da dissolução da sociedade do FORNECEDOR ATUAL, mediante os seguintes procedimentos: o FORNECEDOR ATUAL deverá requerer, nos termos do subitem 3.1, o Pedido de Transferência de Propriedade de Sistema informando o motivo da transferência e o número do CNPJ/MF da empresa que estará recebendo a propriedade do SISTEMA, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; o NOVO FORNECEDOR, cadastrado conforme disposto no subitem 2.3 desta Norma, deverá acessar, no endereço eletrônico o ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, mediante código de acesso da área restrita e senha de representante legal previamente cadastrado, e informar o aceite ou a rejeição da transferência de propriedade do sistema; a partir do aceite da transferência de propriedade do sistema pelo NOVO FORNECEDOR, este deverá apresentar, na forma e no prazo constantes dos subitens 11.1 e 11.2, o Pedido de Credencial e Termo de Responsabilidade do Sistema, referente à aceitação da transferência de propriedade de sistema, emitido e assinado por representante legal do NOVO FORNECEDOR; caso o NOVO FORNECEDOR rejeite a transferência, o pedido será automaticamente

55 indeferido; a transferência da propriedade de sistema produz efeitos retroativos em relação à responsabilidade do NOVO FORNECEDOR, iniciando-se na data de credenciamento do SISTEMA transferido A utilização, por contribuinte paranaense, de SISTEMA não credenciado pela CRE acarretará a aplicação de sanções administrativas e penais cabíveis. 4. DO USUÁRIO DE SISTEMA INFORMATIZADO DE NATUREZA FISCAL 4.1. Para efeitos desta Norma, considera-se usuário de sistemas informatizados de natureza fiscal, doravante simplesmente denominado USUÁRIO: o contribuinte inscrito no CAD/ICMS que utiliza o SISTEMA a que se refere o subitem 1.1 para efetuar a escrituração fiscal e/ou a emissão de documentos fiscais; o contabilista que utiliza o sistema informatizado de natureza fiscal a que se refere o subitem 1.1 para efetuar a escrituração fiscal, desde que esteja vinculado à empresa contribuinte inscrita no CAD/ICMS A utilização de SISTEMA sem o prévio cadastro de uso sujeitará o USUÁRIO à aplicação de sanções administrativas e penais cabíveis. 5. DO USO DE SISTEMA INFORMATIZADO DE NATUREZA FISCAL 5.1. O USUÁRIO deverá efetuar os procedimentos relativos ao cadastro, alteração e cessação de uso de SISTEMA, no endereço eletrônico ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, mediante preenchimento de formulário específico, utilizando-se do código de acesso da área restrita e da senha de representante legal previamente cadastrado O CADASTRO DE USO DE SISTEMA deverá ser efetuado para habilitar o USUÁRIO perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: informar, nos termos do subitem 5.1, Cadastro de Uso de SISTEMA, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; solicitar o reconhecimento pelo FORNECEDOR para utilização do SISTEMA O reconhecimento a que se refere o subitem será realizado pelo FORNECEDOR no endereço eletrônico ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, utilizando-se do código de acesso da área restrita e da senha de representante legal previamente cadastrado, e produzirá os efeitos legais e fiscais de declaração formal junto à CRE; o FORNECEDOR deverá proceder o reconhecimento do usuário no prazo máximo de trinta dias contados da data da confirmação eletrônica do pedido caso o FORNECEDOR não reconheça o USUÁRIO ou exceda este prazo, o cadastro será automaticamente indeferido; o reconhecimento pelo FORNECEDOR, na forma e no prazo constantes dos subitens e , gera deferimento automático do cadastro de uso do SISTEMA, exceto para o subitem 5.2.3, sendo dispensada a apresentação de documentos; o reconhecimento a que se refere o subitem fica dispensado quando se tratar dos sistemas mencionados no subitem 3.2.5; Para emissão de Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, modelo 21, e Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, modelo 22, em via única, nos termos do art. 412 do RICMS/PR, para os contribuintes que exerçam as modalidades de serviços de comunicações relacionadas nas alíneas a a i do 1º do art. 320 do mesmo Regulamento, deverá apresentar, na ARE - Agência da Receita

56 Estadual do domicílio tributário do estabelecimento, cópia do Ato de Concessão ou da Autorização emitida pela Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, que autoriza a requerente a explorar o serviço de comunicação para uma das modalidades mencionadas neste subitem A ALTERAÇÃO DE CADASTRO DE USO DE SISTEMA deverá ser efetuada sempre que ocorrer qualquer modificação nas características do SISTEMA ou no conjunto de finalidades fiscais realizadas, mediante os seguintes procedimentos: informar, nos termos do subitem 5.1, Alteração de Cadastro de Uso de SISTEMA, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa; solicitar o reconhecimento pelo FORNECEDOR, nos termos do subitem 5.2.2; no Pedido de Alteração de Uso do Sistema, deverão ser mantidas todas as informações quepermanecerem inalteradas, sendo marcadas aquelas que serão incluídas e desmarcadas as que serão excluídas A CESSAÇÃO DE CADASTRO DE USO DO SISTEMA deverá ser efetuada para desabilitar o USUÁRIO perante a CRE, mediante os seguintes procedimentos: informar, nos termos do subitem 5.1, Cessação de Cadastro de Uso de SISTEMA, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica por representante legal da empresa A confirmação eletrônica pelo USUÁRIO cessa automaticamente o cadastro de uso do SISTEMA, sendo dispensada a apresentação de documentos. 6. DOS PROCESSOS DE CASSAÇÃO 6.1. A CASSAÇÃO DO CADASTRO DO FORNECEDOR, DA CREDENCIAL DO SISTEMA e DO CADASTRO DE USO DE SISTEMA deverá ser efetuada de ofício pela CRE, sem prejuízo das demais sanções e penalidades cabíveis, quando: houver o descumprimento de quaisquer das obrigações ou exigências por: FORNECEDOR ou seu SISTEMA, do contido nos itens 1 a 3 desta Norma; USUÁRIO, do contido nos itens 4 e 5 desta Norma; forem falsas, inexatas ou incompletas as informações prestadas por: FORNECEDOR, para a concessão do seu cadastro ou da credencial de seu SISTEMA; USUÁRIO, para o cadastro de uso de SISTEMA; o FORNECEDOR negar ao fisco, ou dificultar, a prestação de informações técnicas e esclarecimentos relativos ao funcionamento do SISTEMA, chaves e senhas de acesso, localização, identificação, layout e função dos arquivos de uso do SISTEMA; for constatada no SISTEMA qualquer situação em desacordo com a legislação tributária; o USUÁRIO utilizar o SISTEMA para infringir a legislação do ICMS ou deixar de cumprir quaisquer obrigações acessórias relativas a processamento de dados previstas na legislação tributária em relação ao FORNECEDOR ou ao USUÁRIO: o endereço informado for insuficiente ou não localizado; for constatada a cessação de suas atividades; houver outro motivo devidamente fundamentado em protocolo SID - Sistema Integrado de Documentos Os processos a que se refere o subitem 6.1 serão efetuados por Auditor Fiscal autorizado, mediante os seguintes procedimentos: iniciar o procedimento de cassação no endereço eletrônico

57 ambiente RECEITA/PR, serviço UPD, mediante preenchimento de formulário específico, utilizando-se do código de acesso da área restrita e da senha, ocasião em que será gerado um processo após a confirmação eletrônica pelo Auditor Fiscal autorizado; notificar o FORNECEDOR ou o USUÁRIO para apresentar a sua defesa por escrito, em até dez dias a contar da data da ciência, nos termos do subitem Será considerado revel o FORNECEDOR ou o USUÁRIO que, devidamente cientificado, não se manifestar no prazo constante do subitem 6.2.2, dando-se prosseguimento ao processo Fica dispensada a ciência de que trata o subitem 6.2.2, mediante justificativa do Auditor Fiscal autorizado, na impossibilidade de encontrar de forma pessoal ou via AR - Aviso de Recebimento dos Correios, quaisquer dos responsáveis por FORNECEDOR ou por USUÁRIO Protocolizar o processo no SID, instruindo-o com os seguintes documentos: pedido emitido nos termos do subitem 6.2.1, assinado pelo Auditor Fiscal autorizado, documentos comprobatórios que motivaram o pedido, defesa apresentada pelo FORNECEDOR ou pelo USUÁRIO e parecer conclusivo Os processos referentes à cassação de cadastro de FORNECEDOR e de credencial de SISTEMA serão enviados para análise da IGF/CRE, que efetuará o deferimento, ou o indeferimento, no ambiente RECEITA/PR, serviço UPD A cassação do cadastro de FORNECEDOR implicará cassação automática da credencial de todos os seus SISTEMAS enquanto que a cassação da credencial de SISTEMA implicará cassação automática das autorizações de uso de todos os seus USUÁRIOS Os processos referentes a pedido de cadastramento de FORNECEDOR, que possua sócio com histórico de cassação de cadastro de FORNECEDOR ou de credencial de SISTEMAS, deverão ser encaminhados à IGF/CRE para análise e avaliação de risco à segurança fiscal dos referidos pedidos Manual de Orientação do Contribuinte Padrões Técnicos de Comunicação VERSÃO 5.0 Este documento possui 216 páginas, tem por objetivo a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e - Nota Fiscal Eletrônica, e esclarecer alguns casos especiais de emissão exemplo de informação de uso técnico operacional Padrão de Certificado Digital O certificado digital utilizado no Sistema Nota Fiscal eletrônica será emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP-Brasil, tipo A1 ou

58 A3, devendo conter o CNPJ da pessoa jurídica titular do certificado digital no campo othername OID = Os certificados digitais serão exigidos em 2 (dois) momentos distintos: a) Assinatura de Mensagens: O certificado digital utilizado para essa função deverá conter o CNPJ de um dos estabelecimentos da empresa emissora da NF-e. Por mensagens, entenda-se: o Pedido de Autorização de Uso (Arquivo NF-e), o Pedido de Cancelamento de NF-e, o Pedido de Inutilização de Numeração de NF-e, o Registro de Evento e demais arquivos XML que necessitem de assinatura. O certificado digital deverá ter o uso da chave previsto para a função de assinatura digital, respeitando a Política do Certificado. b) Transmissão (durante a transmissão das mensagens entre o servidor do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual): O certificado digital utilizado para identificação do aplicativo do contribuinte deverá conter o CNPJ do responsável pela transmissão das mensagens, que não será necessariamente o CNPJ da empresa emissora da NF-e, devendo ter a extensão Extended Key Usage com permissão de "Autenticação Cliente". Padrão de Assinatura Digital As mensagens enviadas ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual são documentos eletrônicos elaborados no padrão XML e devem ser assinados digitalmente com um certificado digital que contenha o CNPJ de um dos estabelecimentos da empresa emissora da NF-e objeto do pedido. INDICE DO MANUAL Índice 1. Introdução Considerações Iniciais Objetivos do Projeto Conceito da NF-e Descrição Simplificada do Modelo Operacional Arquitetura de Comunicação com Contribuinte Modelo Conceitual Padrões Técnicos Padrão de Documento XML Padrão de Comunicação Padrão de Certificado Digital Padrão de Assinatura Digital Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual Resumo dos Padrões Técnicos Modelo Operacional Serviços Síncronos Serviços Assíncronos Filas e Mensagens Padrão de Mensagens dos Web Services Informação de Controle e Área de Dados das Mensagens Validação da Estrutura XML das Mensagens dos Web Services Schemas XML das Mensagens dos Web Services... 22

59 3.5 Versão dos Schemas Liberação das Versões dos Schemas para o Sistema da NF Eletrônica Controle de Versão SEFAZ Virtual Web Services Web Service NfeRecepcao Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Recepção de Lotes de NF-e Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Geração da Resposta com o Recibo Descrição do Processamento do Lote de NF-e Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento do Lote Web Service NfeRetRecepcao Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Canal de Comunicação com Contribuinte Web Service NfeCancelamento Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Web Service NfeInutilizacao Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Web Service NfeConsulta2 Protocolo Leiaute Mensagem de Entrada... 61

60 4.5.2 Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Web Service NfeStatusServico Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Web Service CadConsultaCadastro Leiaute da Mensagem de Entrada Leiaute da Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Web Service Verificação do Certificado de Transmissão Verificação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da Área de Dados Final do Processamento Web Service RecepcaoEvento Carta de Correção Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Recepção de Evento Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de Dados Regras de validação específica do evento Carta de Correção Final do Processamento do Lote Armazenamento e Disponibilização da Carta de Correção Web Services Informações Adicionais Regras de validação Tabela de Códigos de Erros e Descrições de Mensagens de Erros Padrão de Nomes para os Arquivos Tratamento de Caracteres Especiais no Texto de XML Chave de Acesso da NF-e Cálculo do Dígito Verificador da Chave de Acesso da NF-e Número do Recibo de Lote Número do Protocolo Tempo Médio de Resposta... 94

61 6. Código de Barra Cálculo do Dígito Verificador do CODE-128C Representação Simbólica do Código DANFE Campos do DANFE Chave de Acesso Dados da NF-e Dados do Emitente Quadro Fatura/Duplicatas Quadro Dados dos Produtos / Serviços Informações Complementares Reservado ao Fisco Quadro do Transportador Possibilidade de Uso de Uma Mesma Coluna Com Mais de Um Campo no Quadro Dados dos Produtos/Serviços Supressões e Modificações Permitidas Bloco de Canhoto Quadro Fatura/Duplicatas Quadro Cálculo do ISSQN Verso do DANFE Folhas Adicionais Formulário Tamanho do Papel Margem Lateral no Formulário Modelos de DANFE Permitidos Padrões de Caracteres (Tipos de Fontes) Descritivo dos Blocos de Campos Descritivo dos Campos do Quadro Dados dos Produtos/Serviços Descritivo dos Demais Campos Conteúdo do Bloco de Campos de Identificação do Documento Conteúdo do Campo Chave de Acesso Conteúdo do Quadro Dados do Emitente Conteúdo dos Campos do Quadro Dados dos Produtos/Serviços Conteúdo do Campo Informações Complementares Conteúdo dos Demais Campos Tamanho dos Campos Formulário A-4 em Modo Retrato Formulário A-4 em Modo Paisagem Campos de Conteúdo Variável Emissão Normal da NF-e e SCAN Emissão da NF-e em Contingência com Impressão do DANFE em Formulário de Segurança Emissão da NF-e com Prévio Registro da DPEC no Ambiente Nacional Outros Marca d Água Impressão do Número da Folha

62 Limitações da Impressora Código de Barras DANFE Simplificado Tipo e tamanho do Papel Chave de acesso Padrões de Caracteres (Tipos de Fontes) Campos obrigatórios Contingência Modalidades de Emissão de NF-e Emissão Normal Contingência em Formulário de Segurança para impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico FS-DA Contingência SCAN Contingência Eletrônica com o uso da Declaração Prévia de Emissão em Contingência SCE/DPEC Quadro Resumo das modalidades de emissão da NF-e Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE Formulários de Segurança para Impressão do DANFE localização da Estampa Fiscal no FS -DA Impressão do DANFE em Contingência com Formulário de Segurança Ações que devem ser tomadas após a recuperação da falha Transmissão das NF-e emitidas em Contingência Rejeição de NF-e emitidas em Contingência NF-e Pendentes de Retorno Arquitetura do Sistema Eletrônico de Contingência Modelo Conceitual do SCE Padrões Técnicos Padrão de mensagens dos Web Services Versão dos Schemas Web Services Serviço de Recepção de DPEC Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno Descrição do Processo de Geração da Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC Descrição do Processo de Recepção da Declaração Prévia de Emissão em Contingência Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de Dados Final do Processamento do Lote Serviço de Consulta de DPEC Web Service SCEConsultaRFB Leiaute Mensagem de Entrada Leiaute Mensagem de Retorno

63 8.6.4 Descrição do Processo de Consulta de DPEC Descrição do Processo de Consulta DPEC Validação do Certificado de Transmissão Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de Dados Processamento da consulta Consumo dos Web Services através de páginas WEB Envio de DPEC via página WEB Consulta de DPEC por página WEB Ambientes de Homologação e de Produção Distribuição da NF-e para o Destinatário Processo de Distribuição Leiaute da Distribuição: NF-e Leiaute de Distribuição: Cancelamento de NF-e Anexo I Leiaute da NF-e Anexo II DANFE Tamanho A-4 em Modo Retrato, Folhas Soltas Anexo III DANFE Tamanho A-4 em Modo Retrato, Formulário Contínuo Anexo IV DANFE Tamanho A-4 em Modo Paisagem, Folhas Soltas Anexo V DANFE Tamanho A-4 em Modo Paisagem, Formulário Contínuo Anexo VI WS Disponíveis Anexo VII Conjunto de Caracteres Código de Barras CODE-128C Anexo VIII Projeto Piloto da NF-e Anexo IX Tabelas de UF, Município e País Nota Técnica As Nota Técnicas são Ajustes periódicos na arquitetura de gerção da NF-e. Visam adequar a biblioteca técnica,harmoinizando com as novas demandas da legislação, de acordo com o aperfeiçoamento da fiscalização sobre a movimentação das informações e para corrigir falhas dos processos em permanente monitoramento. Desde 2007 já tivemos 41 alterações de emisão do esquema. Exemplo: Nota Técnica 2012/002 Manifestação do Destinatário Função: Serviço destinado à recepção de mensagem de Evento da NF-e. Este serviço permite que o destinatário da Nota Fiscal eletrônica confirme a sua participação na operação acobertada pela Nota Fiscal eletrônica emitida para o seu CNPJ, através do envio da mensagem de:

64 Confirmação da operação confirmando a ocorrência da operação e o recebimento da mercadoria (para as operações com circulação de mercadoria); Desconhecimento da operação declarando o Desconhecimento da Operação; Operação não Realizada declarando que a Operação não foi Realizada (com Recusa do Recebimento da mercadoria e outros) e a justificativa porque a operação não se realizou; Ciência da operação declarando ter ciência da operação destinada ao CNPJ, mas ainda não possui elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva, como as acima citadas. O autor do evento é o destinatário da NF-e. A mensagem XML do evento será assinada com o certificado digital que tenha o CNPJ-Base (8 primeiras posições do CNPJ) do Destinatário da NFe. A ciência da operação é um evento opcional que pode ser utilizado pelo destinatário para declarar que tem ciência da existência da operação, mas ainda não tem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva. O destinatário deve apresentar uma manifestação conclusiva dentro de um prazo máximo definido, contados a partir da data de autorização da NF-e. Este prazo é parametrizável e atualmente está definido em 180 dias. As Perguntas Mais Frequentes Com o passar da implantação da NF eletrônica a maioria dos usuários já tiveram um grau suficiente de familiarização com o esquema de geração, e para este aprendizado, chegaram aos mesmos desafios e questionamentos. Desde aprendizado podemos destacar algumas perguntas das mais frequentes, que destacamos abaixo: 1) Com a NF-e continua necessário gerar o, SINTEGRA, GIA, livros fiscais, etc? Haverá integração dos sistemas de NF-e com os softwares destas declarações? Neste momento, ficam mantidas todas as obrigações acessórias às quais os contribuintes estão sujeitos atualmente, com exceção da AIDF para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica.

65 Com a implantação progressiva da NF-e, bem como os demais subprojetos do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) - Escrituração fiscal e Escrituração Contábil digital - a tendência é que, futuramente, diversas obrigações acessórias, como as citadas, sejam paulatinamente substituídas ou dispensadas. 2)O que é um evento da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e? É qualquer fato relacionado com uma NF-e, normalmente ocorrido após a sua respectiva autorização de uso. A Carta de Correção Eletrônica e o Cancelamento são exemplos de eventos da NF-e. Os eventos aparecem na consulta da NF-e na Internet e funcionam como se fossem um extrato dos fatos vinculados a este documento. Conforme sua natureza, podem ser visualizados por todos os envolvidos na operação ou somente pelas Administrações Tributárias. 3) Quantos são e como serão implantados os novos eventos da NF-e? Os eventos serão implantados paulatinamente. Durante o ano de 2012 as Administrações Tributárias se concentrarão na implantação do conjunto de eventos vinculados ao processo de "Manifestação do Destinatário", primeiramente de maneira exclusiva, utilizando-se Webservices, posteriormente será disponibilizado um Programa Registrador de Eventos Público, que poderá ser baixado gratuitamente no Portal Nacional da NF-e, no endereço 4) O que é a Manifestação do Destinatário? Este conjunto de eventos, como o próprio nome já sugere, permite que o destinatário da NF-e possa se manifestar sobre a sua participação comercial descrita na NF-e, confirmando as informações prestadas pelo seu fornecedor e emissor do respectivo documento fiscal. Este processo é composto de quatro eventos: 1. Ciência da Emissão 2. Confirmação da Operação 3. Registro de Operação não Realizada 4. Desconhecimento da Operação 5) O processo de Manifestação do Destinatário é obrigatório? Mantendo a mesma filosofia de implementação da NF-e, o processo de Manifestação do Destinatário será inicialmente apenas voluntário. Está previsto o início de obrigatoriedade de utilização deste processo ao longo do ano de 2013, para alguns tipos selecionados de movimentação de mercadorias. 6) Como posso ficar sabendo das NF-e destinadas para a minha empresa? Várias empresas relataram a dificuldade de obter informações (Chaves de Acesso) de todas as operações destinadas a sua empresa. Para resolver esta questão, dentro do processo de Manifestação do Destinatário, foi disponibilizado também um serviço que informa as Chaves de Acesso destinadas a uma empresa. Portanto, este serviço permite que o destinatário obtenha informações reduzidas sobre todas as notas

66 emitidas para o seu CNPJ, em todo país, num determinado período (do dia anterior ao da solicitação até o prazo máximo de 30 dias), possibilitando também que este tenha condições de identificar o uso indevido de sua inscrição estadual por contribuintes emissores. A resposta a esta consulta retorna as seguintes informações sobre as NF-e emitidas para o destinatário: Chave de Acesso da NF-e Inscrição Estadual, CNPJ e Razão Social do Emitente Data de Emissão e Data da Autorização da NF-e Tipo de Operação da NF-e (Entrada/Saída) Valor Total da Operação Situação da NF-e no Momento da Consulta (autorizada/cancelada/denegada) Situação da Manifestação do Destinatário (ciência, confirmada operação, operação não realizada, desconhecida e sem manifestação do destinatário). 7) Como a empresa optante pelo Simples Nacional deve preencher a NF-e? Preencher os campos abaixo (PIS/COFINS) da forma indicada, sem preencher as informações sobre o IPI: "campo CST - Situação Tributária" preencher - "99" (99- outras operações) " "tipo de cálculo " em valor", mais: Alíquota (em reais) - 0 (zero); Quantidade vendida - 0 (zero); e Valor (PIS ou COFINS) - 0 (zero) 8) As empresas de varejo (venda direta ao consumidor) também estão obrigadas a emitir NFe? Em regra, as operações de venda a varejo não estão alcançadas pela obrigatoriedade de emissão de NF-e, exceto nas operações destinadas à órgãos públicos, de comércio exterior e para destinatários localizados em unidade da Federação diferente daquela do emitente (conforme cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/2009). Caso a empresa de varejo também atue como fabricante e/ou atacadista de atividade enquadrada na obrigatoriedade, deverá emitir NF-e nas situações em que emitia a nota fiscal modelo 1 ou 1-A. No caso de efetuar a venda no varejo por meio de cupom fiscal ou de nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2), estas continuarão sendo normalmente emitidas em papel. 9) Como emitir a nota conjugada com ISS no caso da utilização da NF-e? A utilização de NF-e como sendo nota fiscal conjugada depende de prévio convênio ou protocolo de cooperação entre a Sefaz e cada prefeitura municipal. Na maior parte dos estados, esses convênios ou protocolos ainda não foram firmados, de modo que o contribuinte que venda mercadorias e preste serviços deverá atualmente, em utilizando a NF-e, emitir dois documentos distintos. 10) O e-cpf pode ser usado como certificado digital para a NF-e? E o e-cnpj?

67 O certificado digital a ser utilizado deverá ser de pessoa jurídica, do tipo A1 ou A3. O e-cpf não pode ser utilizado para a NF-e; já o e-cnpj pode, no entanto não é o mais indicado. 11) O certificado digital de um estabelecimento situado em uma UF é válido para outras UFs ou é preciso que cada estabelecimento tenha um certificado digital próprio? O certificado digital é válido para toda a empresa, possua ela um ou mais estabelecimentos. Assim, o certificado digital do estabelecimento de qualquer UF, seja ele matriz ou filial, pode ser utilizado para os demais estabelecimentos da empresa localizados em unidades federadas. 12) Em que etapas da geração da NF-e é necessária a utilização de certificado digital? O certificado digital no padrão ICP-Brasil será necessário em dois momentos: a) o primeiro é na assinatura digital do documento eletrônico. O certificado digital deverá conter o CNPJ de um dos estabelecimentos da empresa ; b) o segundo é na transmissão do documento eletrônico. Qualquer certificado digital no padrão ICP- Brasil que identifique uma empresa credenciada a emitir NF-e na unidade federada onde estiver sendo emitida a nota poderá ser utilizado para transmitir o documento eletrônico para a Secretaria da Fazenda e recuperar a resposta com a autorização de uso, rejeição ou denegação da NF-e, mesmo que não seja de um dos estabelecimentos da empresa emitente. Importante: apenas o certificado digital que efetuou a transmissão do arquivo eletrônico poderá resgatar a resposta de Autorização de uso, rejeição ou denegação. 13) Se houver o extravio do DANFE durante o transporte da mercadoria pela transportadora, como o contribuinte emitente deve proceder? O emitente deverá realizar a reimpressão do DANFE e encaminhá-lo ao transportador. O trânsito da mercadoria documentado por uma NF-e sempre deverá estar acompanhado do DANFE correspondente. A reimpressão é desnecessária se o extravio ocorrer depois que a mercadoria chegar a seu destino. 14 ) A NF-e gerada pelo Emissor de NF-e deve ser enviada ao meu cliente? Sim. o emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, disponibilizar download ou encaminhar o arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário. A forma como este envio será feito ao destinatário não está regulamentada, e pode ser ajustada entre o emitente e seu cliente. 15) Em que estabelecimento deve ser emitida a NF-e? A legislação do ICMS considera cada estabelecimento do contribuinte um estabelecimento autônomo para efeito de cumprimento de obrigação acessória. Assim, cada estabelecimento do contribuinte deverá estar inscrito no cadastro de contribuintes do ICMS e emitir os documentos fiscais previstos na legislação.

68 A emissão da NF-e depende de prévio credenciamento do contribuinte junto à SEFAZ de circunscrição do estabelecimento interessado. O processo de geração e transmissão da NF-e é um processo eletrônico e pode ser realizado em qualquer local, desde que a NF-e seja emitida por um emissor e assinada digitalmente com o certificado digital contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. 16) Qual o procedimento para a carta de correção, no caso de utilizar NF-e? Para os estabelecimentos emitentes de NF-e foi criado o serviço da Carta de Correção Eletrônica (CC-e) e já está implantado em algumas Secretarias de Fazenda e nas duas SEFAZ Virtuais da NF-e (SVAN e SVRS), o contribuinte deve se informar em seu estado sobre esta disponibilização. As especificações técnicas da Carta de Correção Eletrônica (CC-e) estão definidas na Nota Técnica disponível neste Portal. Nos estados em que a CC-e ainda não foi implantada, a empresa emitente de NF-e poderá emitir Carta de Correção, em papel, conforme definido através do Ajuste Sinief 01/07. O emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, devidamente autorizada mediante transmissão à Secretaria da Fazenda ou de Carta de Correção, em papel, desde que o erro não esteja relacionado com: 1 - as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação (para estes casos deverá ser utilizada NF-e Complementar); 2 - a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; 3 - a data de emissão da NF-e ou a data de saída da mercadoria. 17 ) Quais são as condições e prazos para o cancelamento de uma NF-e? Somente poderá ser cancelada uma NF-e cujo uso tenha sido previamente autorizado pelo Fisco (protocolo "Autorização de Uso") e desde que não tenha ainda ocorrido o fato gerador, ou seja, ainda não tenha ocorrido a saída da mercadoria do estabelecimento. Atualmente o prazo máximo para cancelamento de uma NF-e é de 168 horas (7 dias), contado a partir da autorização de uso. Conforme Ato COTEPE 35/10, este prazo será reduzido para 24 horas a partir de 1º/01/2012. O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o nº do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias, o pedido de cancelamento também deverá ser autorizado pela Sefaz. O leiaute do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte. O status de uma NF-e (autorizada, cancelada, etc.) sempre poderá ser consultado no site da Sefaz autorizadora (Sefaz da unidade federada do emitente ou Sefaz-Virtual) ou no Portal Nacional da NF-e (

69 As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. 18 ) É possível alterar uma Nota Fiscal Eletrônica emitida? Após ter o seu uso autorizado pela SEFAZ, uma NF-e não poderá sofrer qualquer alteração, pois qualquer modificação no seu conteúdo invalida a sua assinatura digital. O emitente poderá: cancelar a NF-e, por meio da geração de um arquivo XML específico para isso. Da mesma forma que a emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias, o pedido de cancelamento de NF-e também deverá ser autorizado pela SEFAZ. O leiaute do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no Manual de Integração do Contribuinte. Antes deve-se observar se o cancelamento atende a legislação tributária vigente. emitir nota fiscal eletrônica complementar, ou uma nota fiscal eletrônica de ajuste, conforme o caso. Antes deve observar se está de acordo com a legislação tributária vigente. sanar erros em campos específicos da NF-e, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e transmitida à Secretaria da Fazenda. Este serviço foi implantado em algumas Secretarias de Fazenda e nas duas SEFAZ Virtuais da NF-e (SVAN e SVRS), o contribuinte deve se informar em seu estado sobre esta disponibilização. Nos estados em que a CC-e ainda não foi implantada a empresa emitente de NF-e poderá emitir Carta de Correção, em papel, conforme definido através do Ajuste Sinief 01/ ) Como enviar a Nota Fiscal Eletrônica para o destinatário (comprador) que não tenha acesso à internet? E no caso de exportação de mercadorias? A legislação não estabeleceu uma forma específica de envio da NF-e para o destinatário. Cabe ao vendedor (emissor da NF-e) encontrar a melhor forma de encaminhar ao seu cliente a NF-e. No caso do exportador, vale a mesma regra. 20 ) Como proceder nos casos de recusa do recebimento da mercadoria em operação documentada por NF-e? A recusa da mercadoria pode ocorrer de duas formas: ou o destinatário emite uma nota fiscal de devolução de compras, ou o destinatário recusa a mercadoria no verso do próprio DANFE, destacando os motivos que o levaram a isso. Na segunda hipótese, o emitente da NF-e irá emitir uma NF-e de entrada para receber a mercadoria devolvida. Importante: Como houve a circulação da mercadoria, a NF-e original não poderá ser cancelada. Caso a nota fiscal de devolução emitida pelo comprador também seja eletrônica, esta deverá, como todas as NF-e, ser previamente autorizada pelo Fisco e enviada para o destinatário da NF-e que deu origem a NF-e de devolução.

70 21 ) Existe alguma forma de se consultar no sistema da Secretaria da Fazenda o status de várias notas fiscais eletrônicas de uma única vez? As Secretarias de Fazenda disponibilizam Web Services para consultar o status de uma nota eletrônica por vez. Nos portais, a consulta às NF-e também deve ser realizada uma a uma, embora existam unidades da Federação que disponibilizam a consulta das notas destinadas para ou emitidas por um determinado contribuinte. 22) Como os contabilistas poderão escriturar uma NF-e recebida por uma empresa? Os procedimentos e obrigatoriedade de escrituração fiscal não foram alterados com a NF-e. A NF-e permite, no entanto, uma simplificação dos procedimentos. Os sistemas internos de escrituração das empresas podem ser adaptados para uma recuperação automática de informações de arquivos de NF-e. 23) O que é a inutilização de número de NF-e? Durante a emissão de NF-e é possível que ocorra, eventualmente, por problemas técnicos ou de sistemas do contribuinte, uma quebra da sequência da numeração. Exemplo: a NF-e nº 100 e a nº 110 foram emitidas, mas a faixa 101 a 109, por motivo de ordem técnica, não foi utilizada antes da emissão da nº 110. A inutilização de número de NF-e tem a finalidade de permitir que o emissor comunique à SEFAZ, até o décimo dia do mês subsequente, os números de NF-e que não serão utilizados em razão de ter ocorrido uma quebra de sequência da numeração da NF-e. A inutilização de número só é possível caso a numeração ainda não tenha sido utilizada em nenhuma NF-e (autorizada, cancelada ou denegada). A inutilização do número tem caráter de denúncia espontânea do contribuinte de irregularidades de quebra de sequência de numeração, podendo o fisco não reconhecer o pedido nos casos de dolo, fraude ou simulação apurados. As NF-e canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. 24 ) A NF-e pode ser preenchida com mais de um CFOP? Sim, pois para cada item de mercadoria da NF-e há um CFOP próprio, o que permite a emissão de uma NF-e com mais de um CFOP. Para maiores esclarecimentos, ver o Manual de Integração - Contribuinte. 25 ) A empresa é obrigada a guardar a NF-e pelo período previsto na legislação. Ela pode armazenar esses arquivos em banco de dados? A NF-e é o arquivo XML assinado digitalmente agregado com a sua respectiva autorização de uso. Esses elementos é que devem ser armazenados, no mesmo formato que foram transmitidos e autorizados.

71 A manutenção das informações em banco de dados é decisão do contribuinte. Esses bancos de dados são importantes para as questões operacionais da empresa, mas não substituem a obrigação da guarda do XML da NF-e. Em caso de sinistro ou perda do arquivo eletrônico das NF-e, seriam estas disponibilizadas para recuperação por parte da SEFAZ ou SRF? Não. Da mesma forma que a guarda das Notas Fiscais em papel fica a cargo dos contribuintes, também a cargo destes ficará a guarda dos documentos eletrônicos. Ressalte-se que os recursos necessários para a guarda do documento digital, incluindo backup, têm um custo muito inferior do que a guarda dos documentos físicos, permitindo ainda a rápida recuperação do arquivo e suas informações.

72 NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica no Município de Curitiba foi instituída em 2009 pela Lei Complementar 73 de 10 dezembro de 2009, visando modernizar a geração da NF de ISS, controlar a gestão do ISS e incentivar ao contratante da prestação de serviços a solicitar a emissão da NF na prestação contratada, mediante a criação de incentivos no abatimento do IPTU. Vamos ver a legislação base da NF de Serviços Eletrônica de Curitiba. LEI COMPLEMENTAR N 73 de 10 de dezembro de 2009 "Institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica, dispõe sobre a geração e utilização de créditos tributários para tomadores de serviços e dá outras providências." Da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e Art. 1º. Fica instituída a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e, que deverá ser emitida por ocasião da prestação de serviços. Da Definição da NFS-e Art. 2º. Considera-se Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e o documento gerado eletronicamente em sistema próprio da Prefeitura Municipal de Curitiba, com o objetivo de registrar as operações relativas à prestação de serviços, conforme especificações definidas em regulamento. Da Emissão da NFS-e Art. 3º. Ficam obrigados à emissão da NFS-e: I - os prestadores de serviço cuja receita bruta anual de serviços do exercício anterior seja igual ou superior a R$ ,00 (duzentos e quarenta mil reais), considerando-se todos os estabelecimentos da pessoa jurídica; II - outros prestadores de serviços definidos em regulamento.

73 INICIO DE ATIVIDADE 1º. No caso de início de atividade durante o ano calendário anterior, o limite a que se refere o caput deste artigo será proporcional ao número de meses em que a empresa houver exercido atividade, inclusive as frações de meses. ANO SUBSEQUENTE 2º. Para os prestadores de serviços que iniciarem suas atividades após a regulamentação desta Lei a obrigatoriedade da emissão da NFS-e só se dará no exercício subseqüente à sua constituição. QUEDA DE RECEITA Art. 4º. A obrigatoriedade de emissão da NFS-e não cessa caso o prestador venha a auferir, em determinado exercício, receita bruta de serviços inferior ao limite estabelecido no art. 3º desta lei. PROIBIÇÃO NA EMISSÃO DE NFS-e Art. 5º. Ficam proibidos de emitir NFS-e: I - os profissionais autônomos; II - as sociedades de profissionais que recolherem o ISS na forma da tributação fixa, de acordo com o art. 10 da Lei Complementar nº 40, de 18 de dezembro de 2001; III - os concessionários de serviço público de telefonia, energia elétrica, água e esgoto; IV - as empresas de transporte coletivo de passageiros, referente aos serviços cujo imposto seja retido pela URBS Urbanização de Curitiba S/A; V - os estabelecimentos bancários oficiais e privados; VI - as caixas econômicas; VII - as cooperativas de crédito; VIII - as distribuidoras de valores e títulos mobiliários; IX - as casas lotéricas cujas apostas sejam comprovadamente controladas pela Caixa Econômica Federal - CEF. VOLUNTÁRIOS Art. 6º. Os contribuintes, não obrigados, que optarem espontaneamente pela emissão da NFS-e ficarão sujeitos aos dispositivos desta lei e à sua regulamentação em caráter definitivo e irretratável. RECOLHIMENTO SOBRE RECEITA Art. 7º. Todos os contribuintes que optarem ou forem obrigados à emissão de NFS-e passarão a recolher o ISS com base na receita efetiva dos serviços prestados. REGIMES ESPECIAS Art. 8º. Os regimes especiais de emissão de documentos fiscais existentes deixam de ser aplicados aos contribuintes que optarem ou forem obrigados à emissão da NFS-e. CONFISSÃO DE DIVIDA Art. 9º. A emissão de NFS-e constitui confissão de dívida do Imposto Sobre Serviços - ISS incidente na operação, ficando a falta ou insuficiência do recolhimento do imposto sujeita à cobrança administrativa ou judicial. Da Geração de Crédito Art. 10. Os tomadores de serviços poderão utilizar como crédito para fins de abatimento de IPTU, conforme o disposto no art. 11,parcela do Imposto Sobre Serviços - ISS efetivamente recolhido, relativo às NFS-e passíveis de geração de crédito. GERAM CRÉDITOS SERVIÇOS PRESTADOS EM CURITIBA 1º. São passíveis de geração de crédito os serviços executados cujo ISS seja devido ao município de Curitiba.

74 NÃO GERAM CRÉDITO 2º. Não gerarão créditos os serviços prestados por contribuintes: I - imunes ou isentos; II - cuja exigibilidade do imposto esteja suspensa por Processo Judicial. DO CRÉDITO 3º. Os tomadores de serviços farão jus ao crédito de que trata o caput deste artigo nos seguintes percentuais, aplicados sobre o valor do ISS recolhido: I - 15% (quinze por cento) para as pessoas físicas; II - 5% (cinco por cento) para as pessoas jurídicas; III - 5% (cinco por cento) para os condomínios edilícios residenciais ou comerciais localizados no Município de Curitiba; CREDÍTOS ORIUNDOS DE SIMPLES NACIONAL 4º. No caso de prestadores de serviços enquadrados como microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições - Simples Nacional - instituído pela Lei Complementar nº 123, de 2006 e que recolham o ISS na forma desse Regime, será considerado, para efeitos de crédito do referido imposto, o equivalente a 0,2% (dois décimos por cento) do valor da base de cálculo, condicionado ao efetivo recolhimento em conformidade com a citada lei. NÃO TEM DIREITO AO CRÉDITO 5º. Não farão jus ao crédito de que trata o caput deste artigo: I - os órgãos da administração pública da União, dos Estados e do Município de Curitiba, bem como suas autarquias, fundações,empresas públicas e sociedades de economia mista; II - as pessoas jurídicas domiciliadas ou estabelecidas fora do território do Município de Curitiba; III - as pessoas jurídicas que gozem de imunidade ou isenção do IPTU; IV - os tomadores de serviços quando o CPF ou o CNPJ não estiver identificado na NFS-e. Da Utilização do Crédito UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO Art. 11. O crédito a que se refere o art. 10 desta lei poderá ser utilizado exclusivamente para abatimento de até 30% (trinta por cento) do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU a pagar, referente a imóveis indicados pelo tomador, na conformidade do que dispuser o regulamento. CRÉDITOS ACUMULAM ATÉ OUTUBRO 1º. Os créditos previstos no art. 10 desta lei serão totalizados em 31 de outubro de cada exercício para abatimento do IPTU dos exercícios subseqüentes de imóvel que não possua débito em atraso. PESSOA JURIDICA 2º. Os créditos a que fazem jus as pessoas jurídicas poderão ser utilizados para um único imóvel de sua propriedade ou, na falta deste, para o imóvel onde comprovadamente estiver estabelecida. VALIDADE DE 2 ANOS 3º. A validade dos créditos previstos no art. 8º desta lei será de 2 (dois) anos contados do 1º (primeiro) dia do exercício seguinte ao da emissão das respectivas NFS-e. TOMADOR EM CONDIÇÃO REGULAR 4º. A autoridade administrativa exigirá a regularidade cadastral e ou tributária dos tomadores de serviços, conforme disposto em regulamento.

75 Das Disposições Finais MULTA Art. 12. A não observância do estabelecido no art. 3º, bem como de qualquer dever instrumental imposto por esta lei e regulamento sujeitará os prestadores de serviços ao pagamento de multa correspondente a R$ 500,00 (quinhentos reais), na persistência aplicar-se-á em dobro e no triplo a penalidade estipulada. Parágrafo único. O valor previsto no caput deste artigo, expresso em moeda corrente oficial, poderá ser atualizado por decreto do Poder Executivo, até o limite do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ou outro índice aprovado por legislação nacional.... Art. 18. Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO 29 DE MARÇO, em 10 de dezembro de Carlos Alberto Richa PREFEITO MUNICIPAL DECRETO N.º 1.575/2009 REGULAMENTO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA - NFS-e DA DEFINIÇÃO DA NFS-e CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA - NFS-e Art. 1.º Considera-se Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e o documento gerado eletronicamente em sistema próprio da Prefeitura Municipal de Curitiba, com o objetivo de registrar as operações relativas à prestação de serviços. DA EMISSÃO DA NFS-e OBRIGADOS Art. 2.º Estão obrigados à emissão da NFS-e os prestadores de serviços, cuja receita bruta anual de serviços no exercício anterior seja igual ou superior a R$ ,00 (duzentos e quarenta mil reais), considerando-se todos os estabelecimentos da pessoa jurídica. CONCEITO DE RECEITA 1.º Para efeito de apuração da receita bruta que trata o caput, deste artigo, considerar-se-ão, apenas, os valores auferidos pelos estabelecimentos localizados no Município de Curitiba. INICIO DE ATIVIDADE 2.º No caso de início de atividade durante o ano calendário anterior, o limite a que se refere o caput deste artigo, será proporcional ao número de meses em que a empresa houver exercido atividade, inclusive as frações de meses. NOVOS CONTRIBUINTES

76 3.º Para os prestadores de serviços que iniciarem suas atividades após a regulamentação da Lei Complementar n.º 73/2009 a obrigatoriedade da emissão da NFS-e só se dará no exercício subsequente à sua constituição. QUEDA NA RECEITA 4.º A obrigatoriedade de emissão da NFS-e não cessa caso o prestador venha a auferir, em determinado exercício, receita bruta de serviços inferior ao limite estabelecido no caput, deste artigo. CRONOGRAMA 5.º A emissão obrigatória da NFS-e obedecerá ao cronograma de implantação definido em portaria. 6.º Na hipótese do contribuinte exercer mais de uma atividade, a obrigação da emissão da NFS-e dar-se-á para todas as atividades, a partir da data prevista para a atividade com início mais próximo, conforme definido no cronograma de implantação. INICIO DOS VOLUNTARIOS 7.º A emissão da NFS-e dar-se-á de forma facultativa a partir de 11 de janeiro de PROIBIDOS DE USO Art. 3.º Ficam proibidos de emitir NFS-e: I - os profissionais autônomos; II - as sociedades de profissionais que recolherem o ISS na forma da tributação fixa, de acordo com o artigo 10, da Lei Complementar n.º 40/2001; III - os concessionários de serviço público de telefonia, energia elétrica, água e esgoto; IV - as empresas de transporte coletivo de passageiros, referente aos serviços cujo imposto seja retido pela URBS Urbanização de Curitiba S/A; V - os estabelecimentos bancários oficiais e privados; VI - as caixas econômicas; VII - as cooperativas de crédito; VIII - as distribuidoras de valores e títulos mobiliários; IX - as casas lotéricas cujas apostas sejam comprovadamente controladas pela Caixa Econômica Federal - CEF. OPÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS Art. 4.º Os prestadores de serviços inscritos no Cadastro Tributário do Município, desobrigados da emissão de NFS-e, poderão optar por sua emissão a partir de 11 de janeiro de 2010, exceto os previstos no artigo 3.º, deste regulamento. Parágrafo único. A opção tratada no caput deste artigo, uma vez deferida, é irretratável. AUTORIZAÇÃO Art. 5.º A emissão da NFS-e depende de autorização da Secretaria Municipal de Finanças. AIDF

77 1.º A solicitação da Autorização para Impressão de Documento Fiscal Eletrônico - AIDF-e deverá ser efetuada por meio do Sistema ISS Curitiba no endereço eletrônico conforme definido em portaria. SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO

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79 2.º A Secretaria Municipal de Finanças comunicará aos interessados, por , a deliberação sobre o pedido da autorização. INICIO DO USO Art. 6.º Os prestadores de serviços que optarem ou forem obrigados a emitir a NFS-e iniciarão sua emissão até o 1.º dia útil do mês subsequente ao do deferimento da autorização, conforme dispõe este regulamento. EMISSÃO ON LINE COM ASSINATURA Art. 7.º A NFS-e deverá ser emitida on-line por meio da Internet, no endereço eletrônico somente pelos prestadores de serviços estabelecidos no Município de Curitiba, mediante a utilização do Sistema ISS Curitiba e Assinatura Eletrônica. TODOS OS SERVIÇOS PRESTADOS 1.º O contribuinte que emitir NFS-e deverá fazê-lo para todos os serviços prestados. UM TIPO DE SERVIÇO POR NF 2.º O contribuinte deverá emitir uma NFS-e para cada serviço prestado, sendo vedada a emissão de uma mesma NFS-e que englobe serviços enquadrados em mais de um código de atividade. IMPRESSÃO 3.º A NFS-e emitida deverá ser impressa e entregue ao tomador de serviços, salvo se enviada por ao tomador de serviços por sua solicitação.

80 RECIBO PROVISÓRIO Art. 8.º No caso de eventual impedimento da emissão on-line da NFS-e, o prestador de serviços emitirá Recibo Provisório de Serviços - RPS, que deverá ser substituído por NFS-e na forma deste regulamento.

81 RECIBO PARA TODAS AS PRESTAÇÕES Art. 9.º Alternativamente o prestador de serviços poderá emitir RPS para cada prestação de serviços, devendo, nesse caso, efetuar a sua substituição por NFS-e, mediante a transmissão de arquivo dos RPS emitidos por meio do Sistema ISS Curitiba ou via Web Services conforme layout definido pela Prefeitura e disponibilizado no endereço eletrônico Portal da NFS-e. IMPRESSÃO DE RPS Art. 10 O RPS poderá ser confeccionado ou impresso em sistema próprio do contribuinte, sem a necessidade de solicitação da Autorização de Impressão de Documento Fiscal - AIDF, devendo conter todos os dados que permitam a sua substituição por NFS-e. VIAS 1.º O RPS deverá ser emitido em 2 (duas) vias, sendo a 1.ª (primeira) entregue ao tomador de serviços, ficando a 2.ª (segunda) em poder do emitente. EMISSÃO INIDÔNIA 2.º Havendo indício, suspeita ou prova fundada de que a emissão do RPS esteja impossibilitando a perfeita apuração dos serviços prestados, da receita auferida e do imposto devido, a Secretaria Municipal de Finanças poderá obrigar o contribuinte a emitir o RPS mediante Autorização de Impressão de Documento Fiscal - AIDF. NUMERAÇÃO DE RPS E USO DE BLOCO DAS NFS

82 Art. 11 O RPS será numerado obrigatoriamente em ordem crescente sequencial a partir do número 1 (um). Parágrafo único. A critério do contribuinte as notas fiscais convencionais já confeccionadas poderão ser utilizadas como RPS seguindo a numeração existente até o término dos blocos impressos, mediante aposição de carimbo contendo a expressão RPS. SUBSTITUIÇÃO DE RPS POR NFS-e Art. 12 O RPS, tratado nos artigos 8.º e 9.º, deste regulamento, deverá ser substituído por NFS-e até dia 20 (vinte) do mês subseqüente ao de sua emissão. MULTA único A não substituição do RPS pela NFS-e ou a substituição fora do prazo, sujeitará o prestador de serviços à penalidade prevista na Lei Complementar nº 73/ º A não substituição do RPS pela NFS-e equipara-se à não-emissão de nota fiscal convencional. DAS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS À NFS-e Art. 13 A NFS-e, conforme modelo constante do Anexo II, deste regulamento, conterá as seguintes informações: I - número sequencial; II - data e hora da emissão; III - código de verificação de autenticidade; IV - número do RPS a que se refere,caso seja utilizado; V - data de emissão do RPS; VI - série do RPS, quando houver; VII - identificação do prestador de serviços: a) nome ou razão social, b) inscrição no CNPJ, c) inscrição municipal, d) endereço, e) , f) número do telefone; III - identificação do tomador de serviços: a) nome ou razão social, b) inscrição no CPF ou CNPJ, c) inscrição municipal, para pessoas jurídicas no município de Curitiba, d) outro documento, quando não possuir CPF ou CNPJ, e) endereço, f) , se houver;

83 IX - discriminação dos serviços: a) preencher com a descrição clara dos serviços prestados, b) no caso de serviços de construção civil, deverá conter informação referente a dedução de material aplicado quando for o caso, c) no caso de fornecimento de mão de obra deverá conter informações referente a folha de salários e encargos sociais, d) poderá conter outras informações não obrigatórias pela legislação municipal a critério do emitente; X - valor total da NFS-e: a) o valor total dos serviços inclusive com as deduções, se houver; XI - código da atividade: a) Item e subitem da Lista de Serviços CNAE que melhor se enquadre na atividade b) caso não se enquadre em nenhum dos códigos selecionada a que mais se aproxime do serviço prestado; XII - valor da dedução, quando houver, deverá registrar: a) as deduções previstas na legislação municipal, desde que comprovadas documentalmente, b) os descontos ou abatimentos concedidos independente de qualquer condição; XIII - valor da base de cálculo; XIV - alíquota; XV - valor do ISS devido; XVI - valor do crédito gerado para abatimento do IPTU, quando for o caso; XVII - indicação do Regime de Tributação;

84 XVIII - indicação de serviço não tributável pelo Município do Curitiba,quando for o caso; XIX - indicação de isenção relativa ao ISS, quando for o caso; XX - indicação de imunidade relativa ao ISS, quando for o caso; XXI - indicação de exigibilidade suspensa relativa ao ISS, quando for ocaso; XXII - indicação de retenção de ISS na fonte, quando for o caso. CABEÇALHO 1.º A NFS-e conterá, no cabeçalho, as expressões "Prefeitura Municipal de Curitiba", Secretaria Municipal de Finanças e "Nota Fiscal de Serviços Eletrônica- NFS-e". NUMERAÇÃO POR ESTABELECIMENTO 2.º O número da NFS-e será gerado pelo sistema, em ordem crescente

85 sequencial, sendo específico para cada estabelecimento do prestador de serviços. IDENTIFICAÇÃO OPCIONAL 3.º A identificação do tomador de serviços de que trata o inciso VIII deste artigo é opcional para as pessoas físicas. IMPOSTOS FEDERAIS Art. 14 Os tributos federais deverão ser informados nos campos específicos IR, CSLL, INSS, COFINS, PIS, quando for o caso. Parágrafo único. O destaque dos tributos federais é considerado mera indicação de controle e não gera redução no valor total da NFS-e e na base de cálculo do ISS. DO DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO Art. 15 O recolhimento do Imposto, referente às NFS-e, deverá ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação Municipal - DAM específico para a modalidade de nota fiscal de serviço eletrônica - NFS-e. NÃO SE APLICA DAM-E 1.º Não se aplica o disposto no "caput", deste artigo: I - aos responsáveis tributários, tratados no artigo 8.º, da Lei Complementar n.º 40/2001, com as alterações promovidas pela Lei Complementar n.º 48/2003, devendo proceder ao recolhimento por meio de Documento de Arrecadação Municipal - DAM convencional; II - aos responsáveis tributários, tratados no artigo 8.ºA, da Lei Complementar n.º 40/2001, com as alterações promovidas pela Lei Complementar n.º 48/2003 e Lei Complementar n.º 65/2007, devendo proceder ao recolhimento por meio de Documento de Arrecadação Municipal - DAM convencional; III - aos órgãos da administração pública da União, dos Estados e do Município de Curitiba, bem como suas autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou

86 indiretamente pela União, pelos Estados ou pelo Município, que recolherem o ISS retido na fonte por meio dos sistemas orçamentário e financeiro dos governos federal, estadual e municipal; IV - às microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional. DA ST DO RESPONSÁVEL 2.º O recolhimento do imposto de que tratam os incisos I, II e III do 1.º, deste artigo deverá ocorrer independentemente da conversão de RPS em NFS-e. 3.º A não observância pelo sujeito passivo do prazo fixado em lei ou regulamento sujeitará o mesmo ao pagamento de atualização monetária do imposto devido, conforme o artigo 84, da Lei Complementar nº 40/2001, acrescido de multa e juros de mora previstos nos artigos 4.º, 5.º e 6.º, da Lei Complementar nº 31/2000 e artigo 79, parágrafo único, da Lei Complementar nº. 40/2001. DO CANCELAMENTO DA NFS-e Art. 16 A NFS-e poderá ser cancelada pelo emitente, por meio do sistema de nota fiscal de serviços eletrônica, antes do pagamento do Imposto e até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir do 1.º (primeiro) dia do mês subseqüente ao de sua emissão, limitado ao dia 31 (trinta e um) de janeiro do exercício seguinte. Parágrafo único. Após o pagamento do Imposto, a NFS-e somente poderá ser cancelada por meio de processo administrativo. DA GERAÇÃO DE CRÉDITO Art. 17 Os tomadores de serviços farão jus a crédito proveniente de parcela do ISS incidente sobre os serviços definidos na lista de serviços anexa à Lei Complementar n.º 40/2001, nos seguintes percentuais, aplicados sobre o valor do ISS constante da NFS-e: I - 15% (quinze por cento) para as pessoas físicas; II - 5% (cinco por cento) para as pessoas jurídicas; III - 5% (cinco por cento) para os condomínios edifícios residenciais e comerciais localizados no Município de Curitiba. SIMPLES NACIONAL Parágrafo único. No caso de prestadores de serviços enquadrados como microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições - Simples Nacional - instituído pela Lei Complementar n.º 123/2006 e que recolham o ISS na forma desse Regime, será considerado, para efeitos de crédito do referido imposto, o equivalente a 0,2% (dois décimos por cento) do valor da base de cálculo, condicionado ao efetivo recolhimento em conformidade com a citada lei.

87 CONSULTA DOS CRÉDITOS Art. 18 Os tomadores de serviços poderão consultar, no endereço eletrônico o valor dos créditos a que fazem jus, mediante a utilização de senha, conforme definido em portaria. GERAÇÃO EFETIVA = IMPOSTO PAGO Art. 19 O crédito a que se refere o artigo 17, deste regulamento, somente será gerado, tornando-se efetivo, após o recolhimento total do ISS, desde que o tomador de serviços esteja devidamente identificado, de acordo com o artigo 13, inciso VIII, deste regulamento. Parágrafo único. As empresas públicas e as sociedades de economia mista que exerçam atividade econômica e recolham o ISS pelos sistemas orçamentários e financeiros dos governos federal, estadual e municipal, o crédito torna-se efetivo com o recolhimento total do ISS. NÃO TEM DIREITO AO CRÉDITO Art. 20 Não farão jus ao crédito de que trata o artigo 17, deste regulamento: I - os órgãos da administração pública da União, dos Estados e do Município de Curitiba, bem como suas autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista; II - as pessoas jurídicas estabelecidas fora do território do Município de Curitiba; III - as pessoas jurídicas que gozem de imunidade ou isenção do IPTU; IV - os tomadores de serviços quando o CPF ou o CNPJ não estiverem identificados na NFS-e, conforme disposto no artigo 13, inciso VIII, deste regulamento. Parágrafo único. Considera-se pessoa jurídica estabelecida no território do Município de Curitiba aquela que possuir inscrição no Cadastro Tributário do Município.

88 DA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO Art. 21 O crédito a que se refere o artigo 17, deste regulamento, poderá ser utilizado exclusivamente para abatimento do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU. TOTALIZAÇÃO EM OUTUBRO 1.º Os créditos gerados serão totalizados em 31 de outubro de cada exercício para abatimento no IPTU do exercício seguinte, relativo aos imóveis indicados. INDICAÇÃO DO IMOVEL EM NOVEMBRO 2.º No período de 1.º a 30 de novembro de cada exercício, o tomador de serviços deverá indicar os imóveis beneficiados e o valor do crédito a ser utilizado no endereço eletrônico conforme disposto abaixo: I - os créditos a que fazem jus as pessoas físicas e os condomínios edifícios residenciais e comerciais poderão ser utilizados em mais de um imóvel, não sendo exigido neste caso nenhum vínculo legal do tomador do serviço com os imóveis por ele indicados; II - os créditos a que fazem jus as pessoas jurídicas poderão ser utilizados para um único imóvel de sua propriedade ou, na falta deste, para o imóvel onde comprovadamente estiver estabelecida. LIMITE DO CRÉDITO 3.º O crédito de que trata o parágrafo anterior será limitado a 30% (trinta por cento) do valor do IPTU lançado no exercício corrente no momento da indicação. IPTU IRREGULAR 4.º Não poderá ser indicado o imóvel que tenha débito em atraso na data da indicação de que trata o 2.º, deste artigo. VALIDADE DOS CRÉDITOS DE 2 ANOS 5.º A validade dos créditos será de até 2 (dois) exercícios subsequentes ao da emissão da respectiva NFS-e, observado o estabelecido 1.º, deste artigo. ACUMULO PERIODO POSTERIOR 6.º Os créditos mencionados no artigo 17, deste regulamento, eventualmente não utilizados, poderão ser acumulados para o abatimento no valor do IPTU referente a exercícios futuros, observadas as demais condições estabelecidas neste capítulo, em especial, o prazo estabelecido no 5.º, deste artigo. VALOR NOMINAL 7.º O abatimento no valor do IPTU dar-se-á em valor nominal e unidade de Real. SITUAÇÃO IRREGULAR NAO UTILIZA CRÉDITO Art. 22 As pessoas jurídicas, tomadoras de serviços, com pendências cadastrais e/ou tributárias com o Município de Curitiba não poderão utilizar os créditos de que trata o artigo 17, deste regulamento. Parágrafo único. Uma vez regularizadas as pendências existentes, os

89 créditos poderão ser utilizados, obedecidos os prazos e demais condições deste regulamento. RECOLHIMENTO DOS 70% DO IPTU Art. 23 O valor do crédito indicado pelo tomador de serviços será utilizado para abatimento do valor do IPTU lançado para o exercício seguinte, devendo o valor restante ser recolhido na forma da legislação vigente. 1.º Uma vez feito o abatimento, o respectivo crédito não será objeto de cobrança, ainda que não ocorra a quitação do saldo remanescente do IPTU. 2.º A não-quitação integral do saldo remanescente do IPTU implicará a sua inscrição na dívida ativa do Município. Art. 24 Caso a Autoridade Administrativa venha a constatar a impossibilidade de utilização parcial ou total de créditos já indicados, tais créditos retornarão ao tomador de serviços para utilização posterior na conformidade deste regulamento. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITORIAS RECOLHIMENTO SOBRE RECEITA Art. 25 Todos os contribuintes que optarem ou forem obrigados à emissão de NFS-e passarão a recolher o ISS com base na receita de serviços. Parágrafo único. O regime especial de estimativa deixa de ser aplicado aos contribuintes que optarem ou forem obrigados à emissão da NFS-e. CONSULTA DAS NFS-e Art. 26 As NFS-e emitidas poderão ser consultadas em sistema próprio da Prefeitura do Município de Curitiba até que tenha transcorrido o prazo decadencial, na forma da lei. Parágrafo único. Após transcorrido o prazo previsto no caput, deste artigo, a informação ficará disponível pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias para solicitação e será fornecida em arquivo magnético.

90 DES Art. 27 Os prestadores de serviços ficam dispensados de informar as NFS-e emitidas na Declaração Eletrônica de Serviços - Sistema ISS Curitiba, conforme dispõe o Decreto n.º 1.442/2007. RECOLHIMENTO EM DAM Art. 28 A Secretaria Municipal de Finanças, excepcionalmente, poderá autorizar o recolhimento por meio de DAM convencional. NOTAS EM PAPEL PERDEM VALIDADE Art. 29 As notas fiscais de prestação de serviços convencionais perderão a validade a partir do 1.º dia útil do mês subsequente ao do deferimento da autorização da NFS-e. Parágrafo único. As notas fiscais de prestação de serviços convencionais sem uso e não utilizadas como RPS deverão ser canceladas no Sistema ISS Curitiba, ficando o sujeito passivo responsável pelo cancelamento, inutilização e guarda destes documentos. PLACA Art. 30 O prestador de serviços autorizado a utilizar a NFS-e deverá afixar uma placa de no mínimo 30 x 30 cm, em local visível aos clientes, identificando ser estabelecimento emissor da NFS-e, conforme modelo definido pela PMC, disponibilizado no endereço eletrônico Portal da NFS-e. MEI Art. 31 Fica vedada a utilização da Nota Fiscal Eletrônica NFS-e pelo Microempreendedor Individual MEI. Art. 32 A autoridade administrativa poderá instituir regime especial de emissão de NFS-e

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