Ano I, nº 01, 22 de Setembro de UEDA Unidade Estratégica de Desenvolvimento Associativo Assessoria Legislativa

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ano I, nº 01, 22 de Setembro de 2010. UEDA Unidade Estratégica de Desenvolvimento Associativo Assessoria Legislativa"

Transcrição

1 PORTARIA N 145/2014-SEFAZ - Dispõe sobre a utilização do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e e do Documento Auxiliar do MDF-e DAMDFE, e dá outras providências. NOTA EXPLICATIVA: A Portaria nº 145/2014 dispõe sobre a obrigatoriedade da utilização do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e. O MDF-e substituirá o Manifesto de Carga, assim como os controles eletrônicos processados por meio da Guia de Trânsito de Mercadorias GTM, do Sistema de Controle de Notas Fiscais EDI-Fiscal e do Sistema de Controle de Operações de Entrada COE. A partir de 1º de fevereiro de 2014 tornou-se obrigatória à emissão do MDF-e pelo contribuinte emitente de CT-e de que tratam os artigos 198-A e seguintes do RICMS, no transporte de carga fracionada, assim entendida aquela carga que corresponda a mais de um conhecimento de transporte ou por mais de uma NF-e, ainda que ela acoberte operações com bens ou com mercadorias realizadas em veículos próprios ou arrendados, ou ainda, mediante a contratação de transportador autônomo de cargas. Além destas duas situações, o MDF-e também deverá ser emitido, sempre que houver transbordo, redespacho, subcontratação ou substituição do veículo, do motorista, do contêiner ou a inclusão de novas mercadorias ou de documentos fiscais, bem como na hipótese de retenção imprevista de parte da carga transportada e/ou quando a carga transportada seja destinada para mais de uma unidade federada, deverão ser emitidos tantos MDF-e distintos quantos forem os destinos de descarregamento, agregando, por MDF-e, os documentos destinados a cada uma delas. O MDF-e será emitido na subcontratação, exclusivamente pelo transportador responsável pelo gerenciamento deste serviço, assim entendido aquele que detenha as informações do veículo, da carga e da documentação, do motorista e da logística do transporte. O MDF-e deverá ser encerrado no final do percurso descrito no documento sempre que carga transportada for transbordada, redespachada, subcontratada ou houver a substituição do veículo, do motorista, de contêiner, ou a retenção imprevista de parte da carga transportada, através do registro deste evento, conforme disposto no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. O artigo 21 da Portaria veda a autorização para emissão relativamente ao mesmo emitente de um novo MDF-e enquanto houver pendência de encerramento de outro MDF-e para as mesmas unidades federadas de carregamento e de descarregamento, bem como, para o mesmo veículo em diferentes datas de emissão. Com a edição da Portaria 142/2014 fica vedada a emissão do Manifesto de Carga, ou seja, o Manifesto de Carga não poderá mais ser utilizado, ele foi substituído pelo MDF-e.

2 A Portaria 142/2014 trata ainda do leiaute, das especificações técnicas, das convenções pertinentes, do credenciamento do contribuinte para emissão, dos requisitos para emissão, da guarda e da conservação, da contingência e do cancelamento do MDF-e. PORTARIA N 145/2014-SEFAZ Dispõe sobre a utilização do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e e do Documento Auxiliar do MDF-e DAMDFE, e dá outras providências. O SECRETÁRIO ADJUNTO DA RECEITA PÚBLICA, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso I do artigo 137 combinado com o inciso XIV do artigo 136 do Regimento Interno da Secretaria de Estado de Fazenda, aprovado pelo Decreto n 2.191, de 13 de março de 2014, combinado, ainda, com o estatuído no inciso II do artigo 2 do Decreto n 2.315, de 17 de abril de 2014, que dispõe sobre a estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Fazenda; CONSIDERANDO o disposto no Ajuste SINIEF 21/2010, que instituiu o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e, observadas as alterações conferidas pelos Ajustes SINIEF 3/2011, 15/2012, 23/2012, 5/2013, 10/2013, 12/2013, 24/2013, 32/2013 e 6/2014; CONSIDERANDO, ainda, o estatuído na Seção XIII-C do Capítulo I do Título IV do Livro I do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989; R E S O L V E: Art. 1 Para a utilização do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e e do Documento Auxiliar do MDF-e DAMDFE, deverão ser atendidas as disposições desta portaria. Parágrafo único Para garantir a validade jurídica e a regularidade das operações e prestações de serviços de transporte, em relação às quais a emissão do MDF-e é

3 obrigatória, os contribuintes do ICMS deverão observar as condições, regras e procedimentos previstos neste ato. CAPÍTULO I DO MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS MDF-e E DA OBRIGATORIEDADE DE USO DO MDF-e Seção I Do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e Art. 2º Considera-se Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e, modelo 58, o documento fiscal eletrônico, de existência apenas digital, emitido em substituição ao Manifesto de Carga, modelo 25, mencionado no inciso XXIII do artigo 90 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso referida no inciso II do caput do artigo 14. (cf. cláusulas primeira e segunda do Ajuste SINIEF 21/2010) Parágrafo único Ressalvado o disposto no artigo 19, considera-se emitido o MDF-e no momento em que for concedida a respectiva Autorização de Uso do MDF-e, conforme inciso II do caput do artigo 14. (cf. cláusula décima do Ajuste SINIEF 21/2010) Seção II Dos Contribuintes Obrigados ao Uso do MDF-e Art. 3 O MDF-e, modelo 58, será utilizado pelos contribuintes do ICMS em substituição ao Manifesto de Carga, modelo 25. (cf. caput da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 21/2010) 1 O MDF-e substituirá, também, os controles eletrônicos processados por meio: I da Guia de Trânsito de Mercadorias GTM; II do Sistema de Controle de Notas Fiscais EDI-Fiscal;

4 III do Sistema de Controle de Operações de Entrada COE. 2 Ao estabelecimento emissor de MDF-e fica vedada a emissão do Manifesto de Carga, modelo 25, arrolado no inciso XXIII do artigo 90 do RICMS/89. (cf. inciso I do 3 da cláusula terceira do Ajuste SINIEF 21/2010, redação dada pelo Ajuste SINIEF 23/2012) 3 Enquanto não houver disponibilidade técnica no Sistema de Tratamento de Fiscalização de Trânsito, mantido no âmbito da Superintendência de Controle e Fiscalização de Trânsito SUCIT, fica suspensa a aplicação do disposto no 1 deste artigo. Art. 4 O MDF-e deverá ser emitido: (cf. cláusula terceira do Ajuste SINIEF 21/2010, com as alterações decorrentes dos Ajustes SINIEF 15/2012 e 6/2014) I pelo contribuinte emitente de CT-e de que trata o artigo 198-C do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, no transporte de carga fracionada, assim entendida a que corresponda a mais de um conhecimento de transporte; II pelo contribuinte emitente de NF-e de que tratam os artigos 198-A e seguintes do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, no transporte de bens ou mercadorias acobertadas por mais de uma NF-e, realizado em veículos próprios ou arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas. 1 O MDF-e deverá ser emitido nas situações descritas nos incisos do caput deste artigo e sempre que haja transbordo, redespacho, subcontratação ou substituição do veículo, do motorista, de contêiner ou inclusão de novas mercadorias ou documentos fiscais, bem como na hipótese de retenção imprevista de parte da carga transportada. 2 Caso a carga transportada seja destinada a mais de uma unidade federada, o transportador deverá emitir tantos MDF-e distintos quantas forem as unidades federadas de descarregamento, agregando, por MDF-e, os documentos destinados a cada uma delas.

5 3 Nos casos de subcontratação, o MDF-e deverá ser emitido exclusivamente pelo transportador responsável pelo gerenciamento deste serviço, assim entendido aquele que detenha as informações do veículo, da carga e sua documentação, do motorista e da logística do transporte. Art. 5 Fica, também, autorizada a emissão do MDF-e nas seguintes hipóteses: (cf. 4 da cláusula terceira do Ajuste SINIEF 21/2010, acrescentado pelo Ajuste SINIEF 5/2013) I pelo contribuinte emitente de CT-e, no transporte de carga lotação, assim entendida a que corresponda a único conhecimento de transporte; II pelo contribuinte emitente de NF-e, no transporte de bens ou mercadorias acobertadas por única NF-e, realizado em veículos próprios do emitente ou arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas. Art. 6 Nas prestações de serviço de transporte de cargas realizadas no modal aéreo, ficam permitidas a emissão do MDF-e e a impressão do DAMDF-e após a decolagem da aeronave, desde que ocorram antes da primeira aterrissagem. (cf. 4 da cláusula décima primeira do Ajuste SINIEF 21/2010, acrescentado pelo Ajuste SINIEF 24/2013) Art. 7º Em relação às operações em que houver trânsito pelo território mato-grossense para a entrega da mercadoria, no momento da solicitação de Autorização de Uso do MDF-e, é obrigatório informar Mato Grosso como unidade da Federação de percurso do veículo, conforme padrão estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. (v. cláusula segunda do Ajuste SINIEF 15/2012) Parágrafo único Ainda que a passagem pelo território mato-grossense seja apenas provável, é obrigatório o arrolamento de Mato Grosso como unidade da Federação de Percurso, nos termos do caput deste artigo, devendo, também, ser inseridas as possíveis rotas no campo Observação do MDF-e. Art. 8 A obrigatoriedade de emissão do MDF-e será imposta aos contribuintes de acordo com o seguinte cronograma: (cf. cláusula décima sétima do Ajuste SINIEF 21/2010, com as alterações decorrentes do Ajustes SINIEF 15/2012 e 10/2013)

6 I na hipótese de contribuinte emitente do CT-e de que trata o Ajuste SINIEF 9/2007, no transporte interestadual de carga fracionada, a partir das seguintes datas: a) 2 de janeiro de 2014, para os contribuintes que prestam serviço no modal rodoviário relacionados no Anexo Único do Ajuste SINIEF 9/07 e para os contribuintes que prestam serviço no modal aéreo; b) 2 de janeiro de 2014, para os contribuintes que prestam serviço no modal ferroviário; c) 1 de julho de 2014, para os contribuintes que prestam serviço no modal rodoviário, não optantes pelo regime do Simples Nacional e para os contribuintes que prestam serviço no modal aquaviário; d) 1º de outubro de 2014, para os contribuintes que prestam serviço no modal rodoviário optantes pelo regime do Simples Nacional; II na hipótese de contribuinte emitente de NF-e de que trata o Ajuste SINIEF 7/2005, no transporte interestadual de bens ou mercadorias acobertadas por mais de uma NF-e, realizado em veículos próprios ou arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas, a partir das seguintes datas: a) 3 de fevereiro de 2014, para os contribuintes não optantes pelo regime do Simples Nacional; b) 1º de outubro de 2014, para os contribuintes optantes pelo regime do Simples Nacional. Seção III Do Leiaute, das Especificações Técnicas e das Convenções Pertinentes ao MDF-e Art. 9 O Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e, divulgado por Ato COTEPE, disciplinará a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações

7 das empresas emissoras de MDF-e. (cf. cláusula quarta do Ajuste SINIEF 21/2010, c/c a cláusula segunda do Ajuste SINIEF 15/2012) Parágrafo único Nota técnica publicada no Portal Nacional do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e poderá esclarecer questões referentes ao Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. Art. 10 O MDF-e deverá ser emitido com base em leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte MOC, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda, mediante integração com as Secretarias de Fazenda das demais unidades federadas. (cf. caput das cláusulas quarta e quinta do Ajuste SINIEF 21/2010, c/c a cláusula segunda do Ajuste SINIEF 15/2012) 1 Para os fins do disposto no caput deste artigo, serão disponibilizadas no sítio da Secretaria de Estado de Fazenda na internet, as orientações necessárias para obtenção do software, nas hipóteses em que houver a respectiva disponibilização. 2 O arquivo digital do MDF-e deverá atender, no mínimo, às seguintes exigências: I conter a identificação dos documentos fiscais relativos à carga transportada; II ser identificado por chave de acesso composta por código numérico gerado pelo emitente, pelo CNPJ do emitente e pelo número e série do MDF-e; III ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language); IV possuir numeração sequencial de 1 a , por estabelecimento e por série, devendo ser reiniciada quando atingido esse limite; V ser assinado digitalmente pelo emitente, com certificação digital realizada dentro da cadeia de certificação da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.

8 3 Observado o disposto no MOC, o contribuinte poderá adotar séries distintas para a emissão do MDF-e, designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização de subsérie. 4 O fisco poderá restringir a quantidade ou o uso de séries. CAPÍTULO II DO CREDENCIAMENTO DO CONTRIBUINTE PARA EMISSÃO DO MDF-e Art. 11 Para emissão do MDF-e, o contribuinte mato-grossense, regularmente inscrito no Cadastro de Contribuintes deste Estado, deverá estar credenciado junto à unidade competente da Secretaria de Estado de Fazenda como emissor de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). 1 Não se exigirá credenciamento exclusivo como emissor do MDF-e. 2º O credenciamento para emissão de NF-e ou de CT-e, conforme o caso, em uma unidade da Federação, não credencia a empresa junto às demais, implicando a obrigatoriedade de obtenção do credenciamento em todas as unidades federadas onde houver estabelecimento e nas quais estiver obrigado à emissão do MDF-e. 3 Serão registrados, de ofício, no Sistema de Informações Cadastrais, mantido no âmbito da Gerência de Informações Cadastrais da Superintendência de Informações sobre Outras Receitas, os contribuintes obrigados à emissão do MDF-e, conforme cronograma fixado no artigo 8 desta portaria. 4 O contribuinte obrigado à emissão de MDF-e deverá observar, no que couberem, as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados, constantes dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95 e legislação superveniente. CAPÍTULO III DOS REQUISITOS FORMAIS PARA EMISSÃO DO MDF-e

9 Art. 12 O contribuinte obrigado à emissão do MDF-e deverá solicitar a concessão de Autorização de Uso do MDF-e, mediante transmissão do arquivo digital do MDF-e, via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software por ele desenvolvido ou adquirido ou disponibilizado na forma do caput e do 1 do artigo 10. (cf. cláusula sexta do Ajuste SINIEF 21/2010) Parágrafo único Quando o emitente não estiver credenciado para emissão de NF-e ou de CT-e na unidade federada em que ocorrer o carregamento do veículo ou outra situação que exigir a emissão do MDF-e, a transmissão e a autorização deverá ser feita por administração tributária em que estiver credenciado. Art. 13 Previamente à concessão da Autorização de Uso do MDF-e, a administração tributária analisará, no mínimo, os seguintes elementos: (cf. cláusula sétima pelo Ajuste SINIEF 21/2010) I a regularidade fiscal do emitente; II a autoria da assinatura do arquivo digital; III a integridade do arquivo digital; IV a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no MOC; V a numeração e série do documento. Art. 14 Do resultado da análise referida no artigo 13, a administração tributária cientificará o emitente: (cf. cláusula oitava do Ajuste SINIEF 21/2010, com as alterações decorrentes do Ajuste SINIEF 3/2011) I da rejeição do arquivo do MDF-e, em virtude de:

10 a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) duplicidade de número do MDF-e; d) erro no número do CNPJ, do CPF ou da inscrição estadual; e) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo do MDF-e; f) irregularidade fiscal do emitente do MDF-e; II da concessão da Autorização de Uso do MDF-e. 1 Após a concessão da Autorização de Uso do MDF-e, o arquivo do MDF-e não poderá ser alterado. 2 A cientificação de que trata o caput deste artigo será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao transmissor, via internet, contendo a chave de acesso, o número do MDFe, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária e o número do protocolo. 3 Não sendo concedida a Autorização de Uso de MDF-e, o protocolo de que trata o 2 deste artigo conterá, de forma clara e precisa, as informações que justifiquem o motivo da rejeição. 4 Rejeitado o arquivo digital, este não será arquivado na administração tributária. 5 A concessão de Autorização de Uso de MDF-e:

11 I não implica validação da regularidade fiscal de pessoas, valores e informações constantes no documento autorizado; II identifica, de forma única, um MDF-e por meio do conjunto de informações composto pelo CNPJ do emitente, número, série e ambiente de autorização. Art. 15 Concedida a Autorização de Uso do MDF-e, a administração tributária da unidade federada autorizadora deverá disponibilizar o arquivo correspondente para: (cf. cláusula nona do Ajuste SINIEF 21/2010, com as alterações decorrentes do Ajuste SINIEF 15/2012) I a unidade federada onde será feito o carregamento ou o descarregamento, conforme o caso, quando diversa da unidade federada autorizadora; II a unidade federada que esteja indicada como percurso; III a Superintendência da Zona Franca de Manaus SUFRAMA, se o descarregamento for localizado nas áreas incentivadas. Parágrafo único Quando o MDF-e for autorizado pela administração tributária deste Estado, mediante prévio convênio ou protocolo, o documento eletrônico ou informações parciais nele contidas poderão, também, ser transmitidos para: I outras administrações tributárias estaduais e ou para administrações tributárias municipais; II outros órgãos da administração direta, indireta, fundações e autarquias, que necessitem de informações do MDF-e para desempenho de suas atividades, respeitado o sigilo fiscal. Art. 16 O arquivo digital do MDF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal após ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso do MDF-e, nos termos do inciso II do caput do artigo 14. (cf. cláusula décima do Ajuste SINIEF 21/2010)

12 1 Ainda que formalmente regular, será considerado documento fiscal inidôneo o MDFe que tiver sido emitido ou utilizado com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o não pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida. 2 Para os efeitos fiscais, os vícios de que trata o 1 deste artigo atingem também o respectivo DAMDFE, impresso nos termos desta portaria, que também será considerado documento inidôneo. CAPÍTULO IV DO DOCUMENTO AUXILIAR DO MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS DAMDFE Art. 17 O Documento Auxiliar do MDF-e DAMDFE, previsto no artigo 198-F do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, obedecerá o leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e e será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte e possibilitar às unidades federadas o controle dos documentos fiscais vinculados ao MDF-e. (cf. caput da cláusula décima primeira do Ajuste SINIEF 21/2010, redação dada pelo Ajuste SINIEF 3/2011) 1 Nos termos deste artigo, o DAMDFE somente será utilizado para acompanhar a carga durante o transporte nas seguintes hipóteses: (cf. 1 da cláusula décima primeira do Ajuste SINIEF 21/2010, alterado pelo Ajuste SINIEF 10/2013, c/c o inciso II do caput da cláusula oitava e com a cláusula décima segunda também do Ajuste SINIEF 21/2010, alterada pelo Ajuste SINIEF 12/2013) I após a concessão da Autorização de Uso do MDF-e, nos termos do inciso II do caput do artigo 14; II quando, em decorrência de problemas técnicos, não for possível transmitir o arquivo do MDF-e para a unidade federada do emitente ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso do MDF-e, nos termos do artigo O DAMDFE: (cf. 2 da cláusula décima primeira do Ajuste SINIEF 21/2010)

13 I deverá ter formato mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo A3 (420 x 297 mm), impresso em papel, exceto papel jornal, de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis; II conterá código de barras, conforme padrão estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e; III poderá conter outros elementos gráficos, desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. 3 As alterações de leiaute do DAMDFE permitidas são as previstas no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. (cf. 3 da cláusula décima primeira do Ajuste SINIEF 21/2010, redação dada pelo Ajuste SINIEF 12/2013) 4 A apresentação do DAMDFE: I é condição necessária para averiguação da validade do MDF-e a que se referir; II é obrigatória, para fins do registro eletrônico nos sistemas fazendários da passagem da mercadoria pelo Posto Fiscal ou do desembaraço pela Aduana, nas hipóteses em que os controles forem desenvolvidos em ambiente físico da empresa responsável pela execução do respectivo transporte. CAPÍTULO V DA GUARDA E CONSERVAÇÃO DOS ARQUIVOS DIGITAIS PERTINENTES AO MDF-e E DA PRESTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ÀS ADMINISTRAÇÕES TRIBUTÁRIAS Art. 18 O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter, em arquivo digital, os MDF-e pelo prazo decadencial previsto no artigo 210 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, para apresentação à administração tributária, quando solicitados. Parágrafo único Quando não for contribuinte credenciado para emissão de NF-e ou de CT-e, o tomador do serviço poderá, alternativamente ao disposto no caput deste artigo,

14 manter em arquivo o DAMDFE relativo ao MDF-e pertinente à prestação, para exibição ao fisco, quando solicitado. CAPÍTULO VI DA CONTINGÊNCIA Art. 19 Quando, em decorrência de problemas técnicos, não for possível transmitir o arquivo do MDF-e para a unidade federada do emitente, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso do MDF-e, o contribuinte poderá operar em contingência, gerando novo arquivo e indicando o tipo de emissão como contingência, conforme definições constantes no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e, e adotar as seguintes medidas: (cf. cláusula décima segunda do Ajuste SINIEF 21/2010 com as alterações decorrentes do Ajuste SINIEF 12/2013) I imprimir o DAMDFE em papel comum, constando, no respectivo corpo, a expressão: Contingência ; II transmitir o MDF-e imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a respectiva transmissão ou recepção da Autorização de Uso do MDF-e, respeitado o prazo máximo de 168 (cento e sessenta e oito) horas, contadas a partir da emissão do MDF-e; III se o MDF-e transmitido nos termos do inciso II deste artigo vier a ser rejeitado pela administração tributária, o contribuinte deverá: a) sanar a irregularidade que motivou a rejeição e gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, mantendo o mesmo tipo de emissão do documento original; b) solicitar nova Autorização de Uso do MDF-e. 1 Considera-se emitido o MDF-e em contingência no momento da impressão do respectivo DAMDFE em contingência, tendo como condição resolutória a respectiva autorização de uso.

15 2º É vedada a reutilização, em contingência, de número do MDF-e transmitido com tipo de emissão normal. 3º Para os fins deste artigo, autorizam a geração do documento em contigência: I a ausência de retorno da consulta de Status; II o tempo de retorno da referida consulta superior a 3 (três) minutos. 4 Para os fins de identificação das hipóteses arroladas nos incisos do 3 deste artigo, deverá ser observado o que segue: I para identificar o status operacional do Ambiente Autorizador, deverá ser utilizado o Web Service mdfestatusservico ; II para fins do disposto neste artigo, no recibo de recepção do MDF-e, será informado o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 (cinco) minutos; III na hipótese de tempo de resposta informado pela SEFAZ, no retorno da consulta de status, superior a 3 (três) minutos ou na ausência de retorno, caberá à empresa decidir pela utilização do processo de contingência ou aguardar pelo retorno do serviço. 5º Antes de entrar em contingência, a empresa deverá, também, verificar o status operacional de sua rede interna. 6º As disposições dos 3 a 5 deste artigo deverão, ainda, ser observadas pela empresa para identificar a saída do estado de contingência. CAPÍTULO VII DO CANCELAMENTO DO MDF-e

16 Art. 20 Após a concessão de Autorização de Uso do MDF-e referida no inciso II do caput do artigo 14, o emitente poderá solicitar o cancelamento do MDF-e, em prazo não superior a 24 (vinte e quatro) horas, contadas do momento em que foi concedida a Autorização de Uso do MDF-e, desde que, conforme o caso, não tenha iniciado o transporte ou promovido a saída da mercadoria, observadas as demais normas da legislação pertinente. (cf. cláusula décima terceira do Ajuste SINIEF 21/2010, com as alterações decorrentes dos Ajustes SINIEF 15/2012 e 12/2013) 1º O cancelamento somente poderá ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de MDF-e, transmitido pelo emitente à administração tributária que autorizou o MDF-e. 2º Para cada MDF-e a ser cancelado deverá ser solicitado um Pedido de Cancelamento de MDF-e distinto, atendido o leiaute estabelecido no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. 3º O Pedido de Cancelamento de MDF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital. 4º A transmissão do Pedido de Cancelamento de MDF-e será efetivada, via internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, podendo ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. 5 A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de MDF-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao transmissor, via internet, contendo, conforme o caso, a chave de acesso, o número do MDF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada autorizadora do MDF-e e o número do protocolo. 6º Cancelado o MDF-e, a administração tributária que o cancelou deverá disponibilizar os respectivos eventos de Cancelamento de MDF-e às unidades federadas envolvidas. CAPÍTULO VIII DO ENCERRAMENTO DO MDF-e

17 Art. 21 O MDF-e deverá ser encerrado após o final do percurso descrito no documento e sempre que haja transbordo, redespacho, subcontratação ou substituição do veículo, do motorista, de contêiner, bem como na hipótese de retenção imprevista de parte da carga transportada, através do registro deste evento, conforme disposto no Manual de Orientação do Contribuinte MDF-e. (cf. cláusula décima quarta do Ajuste SINIEF 21/2010, redação dada pelo Ajuste SINIEF 15/2012) 1 Encerrado o MDF-e, a administração tributária que autorizou o evento de encerramento deverá disponibilizá-lo às unidades federadas envolvidas. 2º Enquanto houver MDF-e pendente de encerramento para o emitente, não será autorizado novo MDF-e, relativamente ao mesmo emitente, para as mesmas unidades federadas de carregamento e de descarregamento, bem como para o mesmo veículo em diferentes datas de emissão. 3º Se no decorrer do transporte houver qualquer alteração nas informações do MDF-e, este deverá ser encerrado e deverá ser emitido um novo MDF-e com a nova configuração. 4º Entende-se como encerramento do MDF-e o ato de informar ao fisco, através de Web Service de registro de eventos, o fim de sua vigência, que poderá ocorrer pelo término do trajeto acobertado ou pela alteração das respectivas informações, mediante emissão de novo MDF-e. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 22 Aplicam-se ao MDF-e, no que couberem, as normas do Convênio SINIEF 6/1989 e demais disposições tributárias que regulam cada modal. (cf. cláusula décima sexta do Ajuste SINIEF 21/2010) Art. 23 Esta portaria entra em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1 de julho de Art. 24 Revogam-se as disposições em contrário.

18 Gabinete do Secretário Adjunto da Receita Pública da Secretaria de Estado de Fazenda, em Cuiabá MT, 20 de junho de 2014.

Portaria CAT 102, de 10-10-2013

Portaria CAT 102, de 10-10-2013 Publicado no D.O.E. (SP) de 11/10/2013 Portaria CAT 102, de 10-10-2013 Dispõe sobre a emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e, do Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos

Leia mais

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Reunião SINDMAT 04/2013

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Reunião SINDMAT 04/2013 Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Reunião SINDMAT 04/2013 Agenda 1. Requisitos gerais MDF-e 2. Contribuintes obrigados a emissão MDF-e 3. Encerramento MDF-e 4. DAMDF-e 5. Descrição Simplificada

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 7.261

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 7.261 Publicado no Diário Oficial Nº 8891 de 04 /02 / 2013 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, e considerando os Ajustes SINIEF

Leia mais

119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05

119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05 119ª CONFAZ Manaus, AM, 30.09.05 P. AJ. 07/05 AJUSTE SINIEF /05 Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária CONFAZ e o

Leia mais

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 02/2014

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 02/2014 Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 02/2014 Agenda 1. Requisitos gerais MDF-e 2. Contribuintes obrigados a emissão MDF-e 3. Encerramento MDF-e 4. DAMDF-e 5. Descrição Simplificada Modelo Operacional

Leia mais

AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007. Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009.

AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007. Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009. AJUSTE SINIEF 9, DE 25 DE OUTUBRO DE 2007 Data D.O.U.: 30.10.2007 republicado no D.O.U. de 31.10.2007 Nota: vide alterações desta norma pelos Ajuste SINIEF 10/2008 e Ajuste SINIEF 04/2009. Institui o Conhecimento

Leia mais

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E AJUSTE SINIEF 07/05 Publicado no DOU de 05.10.05. Republicado no DOU de 07.12.05. Alterado pelos Ajustes 11/05, 02/06, 04/06. Ato Cotepe 72/05 dispõe sobre as especificações técnicas da NF-e e do DANFE.

Leia mais

1 de 6 12-04-2013 11:27

1 de 6 12-04-2013 11:27 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Decreto Nº 13.537, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2012. Altera, acrescenta e revoga dispositivos do Subanexo XIII - Do Conhecimento

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR DECRETO Nº 4.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2008. ALTERA O REGULAMENTO DO ICMS, APROVADO PELO DECRETO Nº 35.245, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1991, IMPLEMENTANDO AS DISPOSIÇÕES

Leia mais

SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE

SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE SUBSEÇÃO IV Da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da NF-e - DANFE Art. 182-A. A Nota Fiscal Eletrônica - NF-e que poderá ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A,

Leia mais

1 de 28 12-04-2013 11:26

1 de 28 12-04-2013 11:26 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Subanexo 13 ao Anexo 015 (Versão Atual) DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO (CT-e) E DO DOCUMENTO AUXILIAR DO CONHECIMENTO

Leia mais

AJUSTE SINIEF Nº 09, 25 DE OUTUBRO DE 2007 Publicado no DOU de 30.10.07, pelo Despacho 91/07. Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e: Atos COTEPE/ICMS 08/08

Leia mais

COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015

COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015 COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA Portaria CAT 12, de 04-02-2015 Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e (NF-e, modelo 65) e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal

Leia mais

Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral

Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral Documentos Fiscais Eletrônicos na Prestação de Serviço de Transporte de Cargas AFR Newton Oller de Mello Delegacia Regional Tributária do Litoral Palestra SINDISAN Sindicato das Empresas de Transporte

Leia mais

ESTADO DO ACRE DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012

ESTADO DO ACRE DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012 DECRETO N.º 3.497 DE 7 DE MARÇO DE 2012. Publicado no DOE nº 10.752, de 8-3-2012.. Retificação da data publicada no DOE nº 10753, de 12-3-2012 Acrescenta dispositivos ao Regulamento do ICMS, aprovado pelo

Leia mais

MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS (MDF-e) NO TRC

MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS (MDF-e) NO TRC MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS (MDF-e) NO TRC 1 Conceito do MDF-e: MDF-e é o documento emitido e armazenado eletronicamente por contribuinte credenciado pela Secretaria da Fazenda como emitente

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL FAQ Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Pré-requisitos para ser emissor de MDF-e 02 FAQ - 02 { Obrigatoriedade do MDF-e: Para mais informações

Leia mais

Altera o Livro VI do Regulamento do ICMS (RICMS/00), aprovado pelo Decreto n.º 27.427, de 17 de novembro de 2000, e dá outras providências.

Altera o Livro VI do Regulamento do ICMS (RICMS/00), aprovado pelo Decreto n.º 27.427, de 17 de novembro de 2000, e dá outras providências. Decreto Publicado no D.O.E. de 13.05.2014, pág. 01 Este texto não substitui o publicado no D.O.E Índice Remissivo: Letra R - RICMS DECRETO N.º 44.785 DE 12 DE MAIO DE 2014 Altera o Livro VI do Regulamento

Leia mais

M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS

M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS M D F -e CONSIDERAÇÕES INICIAIS Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, para vincular os documentos fiscais

Leia mais

Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014

Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014 Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014 Apresentador: José Alves F. Neto Transporte - conceito ICMS X ISS Como determinar a competência Fato gerador RICMS/SP Artigo 2º - Ocorre

Leia mais

Atenção: Em Destaque, os artigos relacionados ao CT-e DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010

Atenção: Em Destaque, os artigos relacionados ao CT-e DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010 DOE Nº 12.176 Data: 24/03/2010 Atenção: Em Destaque, os artigos relacionados ao CT-e DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010 Altera o Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 13.640, de 13 de novembro

Leia mais

DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007

DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007 DECRETO Nº 29.041, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007 * Publicado no DOE em 31/10/2007. Acresce dispositivos ao Decreto nº 24.569, de 31 de julho de 1997, que regulamenta e consolida a legislação do Imposto sobre

Leia mais

ANEXO IX - DOS DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS E AUXILIARES

ANEXO IX - DOS DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS E AUXILIARES ANEXO IX - DOS DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS E AUXILIARES CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NF-e DANFE Art. 1º A Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, poderá ser

Leia mais

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III

Capítulo II. Da Adesão. Capítulo III Decreto do Estado do Amazonas nº 33.405 de 16.04.2013 DOE-AM: 16.04.2013 Disciplina a emissão da Nota Fiscal Eletrônica a Consumidor Final, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,

Leia mais

1 de 22 12-04-2013 11:25

1 de 22 12-04-2013 11:25 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Subanexo 12 ao Anexo 015 (Versão Atual) DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) E O DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Leia mais

CAPÍTULO III-A DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA. Seção I Da Nota Fiscal Eletrônica

CAPÍTULO III-A DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA. Seção I Da Nota Fiscal Eletrônica CAPÍTULO III-A DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA Seção I Da Nota Fiscal Eletrônica Vê Portaria n. 027/2010-SEFAZ, que dispõe sobre as especificações técnicas da

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 66, inciso III, da Constituição Estadual, e

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 66, inciso III, da Constituição Estadual, e DECRETO N 2.475, DE 31 DE JULHO DE 2014 - Introduz alterações no Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n 1.944, de 6 de outubro de 1989, e dá outras providências. NOTA EXPLICATIVA O Fisco estabeleceu,

Leia mais

Página 1 de 14 ICMS - Sped - Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) 16 de Outubro de 2012 Em face da publicação do Despacho SE/Confaz nº 190/2012 - DOU 1 de 04.10.2012, este procedimento foi atualizado

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 78, inciso IV da Constituição Estadual, e

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 78, inciso IV da Constituição Estadual, e DECRETO Nº 5.257, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2013. Publicado no DOE nº 10.993, de 22-02-2013. Institui a Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final - NFC-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica

Leia mais

CONFAZ - ICMS - Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - Instituição - Disposições

CONFAZ - ICMS - Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - Instituição - Disposições CONFAZ - ICMS - Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - Instituição - Disposições Por meio do Ajuste SINIEF nº 21/2010, foi instituído o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais MDF-e, a ser utilizado

Leia mais

NFe Nota Fiscal Eletrônica. Helder da Silva Andrade

NFe Nota Fiscal Eletrônica. Helder da Silva Andrade Nota Fiscal Eletrônica Helder da Silva Andrade 23/08/2010 SPED SUBSISTEMAS Escrituração Contábil Digital EFD ECD Escrituração Fiscal Digital Nota Fiscal Eletrônica CTe Conhecimento Transporte Eletrônico

Leia mais

DECRETO Nº 2.535-R DE 14/06/2010 DOE-ES de 15/06/2010

DECRETO Nº 2.535-R DE 14/06/2010 DOE-ES de 15/06/2010 GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº 2.535-R DE 14/06/2010 DOE-ES de 15/06/2010 Introduz alterações no RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º 1.090- R, de 25 de outubro de 2002. O GOVERNADOR

Leia mais

Referência: Decreto Estadual-RJ nº 44.785/14 - ICMS - NFC-e - Emissão, autorização, contingência e outros Alterações.

Referência: Decreto Estadual-RJ nº 44.785/14 - ICMS - NFC-e - Emissão, autorização, contingência e outros Alterações. Rio de Janeiro, 13 de maio de 2014. Of. Circ. Nº 137/14 Referência: Decreto Estadual-RJ nº 44.785/14 - ICMS - NFC-e - Emissão, autorização, contingência e outros Alterações. Senhor Presidente, Fazendo

Leia mais

CONSIDERANDO ser necessário o aperfeiçoamento das normas que dispõem sobre a relação de atividades obrigadas ao uso da Nota Fiscal Eletrônica NF-e;

CONSIDERANDO ser necessário o aperfeiçoamento das normas que dispõem sobre a relação de atividades obrigadas ao uso da Nota Fiscal Eletrônica NF-e; PORTARIA N 018/2015-SEFAZ Altera a Portaria n 014/2008-SEFAZ, publicada em 1 /02/2008, que divulga relações de atividades econômicas por CNAE, em que se enquadram os contribuintes mato-grossenses obrigados

Leia mais

DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013.

DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013. DOE Nº 12.927 Data: 11/04/2013 PORTARIA Nº 036/2013-GS/SET, DE 10 DE ABRIL DE 2013. Institui o Projeto Piloto da Nota Fiscal Eletrônica para Consumidor Final (NFC-e), que possibilita a emissão da Nota

Leia mais

ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE JULHO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 28/2015

ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE JULHO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 28/2015 ANO XXVI - 2015 2ª SEMANA DE JULHO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 28/2015 IPI SUSPENSÃO DO IPI NAS SAÍDAS DE INSUMOS PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DIVERSOS... Pág. 168 ICMS PA MANIFESTO ELETRÔNICO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA DECRETO Nº 13450, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2008 PUBLICADO NO DOE Nº 0936, DE 15.02.2008 Incorpora alterações oriundas da 127ª reunião ordinária, da 108ª, 112ª e 113ª reuniões extraordinárias do CONFAZ, e

Leia mais

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 2014 Apresentação O Projeto do () tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico que venha substituir a sistemática atual de emissão do documento em papel, com validade

Leia mais

DECRETO Nº 5.067 DE 2 DE JANEIRO DE 2013

DECRETO Nº 5.067 DE 2 DE JANEIRO DE 2013 DECRETO Nº 5.067 DE 2 DE JANEIRO DE 2013. Publicado no DOE nº 10.969, de 16-01-2013.. Republicado por Incorreção no DOE nº 10.973 de 22-01-2013 Altera e acrescenta dispositivos ao Regulamento do ICMS,

Leia mais

: Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e

: Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e Produto : RM NUCLEUS - 11.52.61 Processo Subprocesso : Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e : Integração com o TSS / TopConnect / CT-e Data

Leia mais

DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010

DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010 Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais DECRETO Nº 21.584, DE 23 DE MARÇO DE 2010 Altera o Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº

Leia mais

Denegação de NF-e por. Irregularidade Fiscal do Destinatário

Denegação de NF-e por. Irregularidade Fiscal do Destinatário Denegação de NF-e por Irregularidade Fiscal do Destinatário Denegação da Autorização de Uso da NF-e em Razão da Irregularidade Fiscal do Destinatário Junho de 2015 Vs 1.3 1 DO QUE SE TRATA? Trata-se da

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL 2014 SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA DE MATO GROSSO DO SUL Cidadão Contribuinte! Nos últimos anos, a SEFAZ/MS e seus servidores têm trabalhado para

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Base de Cálculo e ICMS no DACTE - MG

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Base de Cálculo e ICMS no DACTE - MG Base de 08/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão... 4 5. Informações Complementares... 7 6. Referências...

Leia mais

Guia Prático. MDF-e. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica

Guia Prático. MDF-e. Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica Guia Prático MDF-e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais 2014 JL Assessoria Contábil e Jurídica Entenda o que é: O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado

Leia mais

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE, o credenciamento de contribuintes e dá outras providências.

Leia mais

Emissão e autorização da NF-e 2. Quais são as validações realizadas pela Secretaria de Fazenda na autorização de uma NF-e?

Emissão e autorização da NF-e 2. Quais são as validações realizadas pela Secretaria de Fazenda na autorização de uma NF-e? O QUE MUDA COM A NF-e 1. Como funciona o modelo operacional da NF-e? De maneira simplificada, a empresa emissora de NF-e, previamente credenciada segundo as normas ditadas pela Secretaria de Fazenda de

Leia mais

Palestra. SPED - NF Eletrônica - Escrituração Fiscal Digital - Atualização. Março 2010. Elaborado por:

Palestra. SPED - NF Eletrônica - Escrituração Fiscal Digital - Atualização. Março 2010. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E

AJUSTE SINIEF 07/05 A J U S T E AJUSTE SINIEF 07/05 1 Publicado no DOU de 05.10.05. Republicado no DOU de 07.12.05. Alterado pelo Ajuste 11/05. Ato Cotepe 72/05 dispõe sobre as especificações técnicas da NF-e e do DANFE. AJUSTE SINIEF

Leia mais

Estado do Paraná Secretaria de Estado da Fazenda Coordenação da Receita do Estado

Estado do Paraná Secretaria de Estado da Fazenda Coordenação da Receita do Estado NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL Nº 100/2014 Publicado no DOE 9334 de 17.11.2014 SÚMULA: Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica - NFC-e, modelo 65. O DIRETOR DA CRE - COORDENAÇÃO DA

Leia mais

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 (DOE 30-12-2008) Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE, o credenciamento de contribuintes e

Leia mais

Evento Especial da Área Fiscal 21 de maio de 2014. Samyr Qbar

Evento Especial da Área Fiscal 21 de maio de 2014. Samyr Qbar Evento Especial da Área Fiscal 21 de maio de 2014 Apresentadores: Helen Mattenhauer Samyr Qbar NF-e Legislação Ajuste Sinief 07/05 Institui a NF-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica; Ato

Leia mais

Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Projeto Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) (Ajuste SINIEF 07/05) Estado de Santa Catarina 7º Congresso de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais Florianópolis SC 15/04/2011

Leia mais

CIRCULAR Nº 11/2016 São Paulo, 16 de Março de 2016. MDF-e

CIRCULAR Nº 11/2016 São Paulo, 16 de Março de 2016. MDF-e CIRCULAR Nº 11/2016 São Paulo, 16 de Março de 2016. MDF-e MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS Prezado Cliente, A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo publicou no dia 09 de Março de 2016

Leia mais

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE JULHO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 30/2013

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE JULHO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 30/2013 ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE JULHO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 30/2013 IPI LIVRO DE ENTRADA - NORMAS PARA ESCRITURAÇÃO DETERMINADAS PELO RIPI... Pág. 407 ICMS MS/MT/RO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO

Leia mais

D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011

D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011 Publicado em 09/12/2011 no Diário Oficial nº 362. D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011 (Altera e acrescenta dispositivos ao Decreto n 8063, de 15 de outubro de 2007, ampliando funcionalidades

Leia mais

A NOTA FISCAL ELETRÔNICA: um breve histórico

A NOTA FISCAL ELETRÔNICA: um breve histórico 1 A NOTA FISCAL ELETRÔNICA: um breve histórico Nota Fiscal eletrônica - NF-e é um modelo de documento fiscal, de existência apenas digital cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital, que

Leia mais

Respostas - Perguntas Frequentes - versão 02/2009

Respostas - Perguntas Frequentes - versão 02/2009 Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe Respostas Perguntas Frequentes versão 02/2009 I. Conceito, uso e obrigatoriedade da CTe 1. O que é o Conhecimento de Transporte Eletrônico CTe? Podemos conceituar

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011

ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011 ORIENTAÇÃO TÉCNICA/SP - NF-e 01/2011 ORIENTAÇÃO AOS AGENTES PÚBLICOS COM RELAÇÃO ÀS DISPOSIÇÕES PREVISTAS PELA PORTARIA CAT 162/08 A RESPEITO DA OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA. ÍNDICE

Leia mais

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e

Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e O que é O Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) é o novo modelo de documento fiscal eletrônico, instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07, de 25/10/2007, que

Leia mais

ESTADO DO ACRE DECRETO Nº 6.636, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2013

ESTADO DO ACRE DECRETO Nº 6.636, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2013 DECRETO Nº 6.636, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicado no DOE nº 11.178, de 18 de novembro de 2013. Altera o Regulamento do ICMS do Estado do Acre, aprovado pelo Decreto nº 008, de 26 de janeiro de 1998,

Leia mais

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008

Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 Page 1 of 31 Portaria CAT- 162, de 29-12-2008 (DOE 30-12-2008) Dispõe sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE, o credenciamento de contribuintes

Leia mais

DECRETO Nº 74, DE 15 DE ABRIL DE 2011

DECRETO Nº 74, DE 15 DE ABRIL DE 2011 DECRETO Nº 74, DE 15 DE ABRIL DE 2011 Publicado no DOE(Pa) de 19.04.11. Retificação no DOE(Pa) de 27.04.11. Altera dispositivos do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias

Leia mais

MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e Informações Gerais 1. O que é o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e? O Manifesto Eletrônico

Leia mais

ANEXO V. DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS (a que se referem os artigos 130, 131 e 160 deste Regulamento) SUMÁRIO

ANEXO V. DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS (a que se referem os artigos 130, 131 e 160 deste Regulamento) SUMÁRIO RICMS (Decreto nº 43.080/2002) Anexo V ANEXO V DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS (a que se referem os artigos 130, 131 e 160 deste Regulamento) SUMÁRIO ARTIGOS PARTE 1 DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AOS DOCUMENTOS

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

NOTA FISCAL ELETRÔNICA NOTA FISCAL ELETRÔNICA 1. Comprei mercadoria com NF-e denegada. Qual o procedimento para regularizar essa situação? Resposta: Preliminarmente, temos que esclarecer o que é uma NF-e Denegada:, A Denegação

Leia mais

Nota Fiscal eletrônica NF-e

Nota Fiscal eletrônica NF-e Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná Coordenação da Receita do Estado Inspetoria Geral de Fiscalização Nota Fiscal eletrônica NF-e Maringá, 24 de Maio de 2011 Setor de Documentação Fiscal eletrônica

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 5: Certificado Digital e Nota

Leia mais

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Versão 1.0 Outubro/2009 Manaus/AM Sumário Apresentação... 2 Conceitos Básicos... 3 Requisitos... 5 Credenciamento... 6 Fase de Homologação... 7 o Fase de Testes...

Leia mais

Manifesto de Carga Eletrônica (MDF-e) www.oobj.com.br

Manifesto de Carga Eletrônica (MDF-e) www.oobj.com.br Manifesto de Carga Eletrônica (MDF-e) www.oobj.com.br A Empresa A Oobj é uma empresa pioneira no desenvolvimento de soluções para o gerenciamento de Nota Fiscal Eletrônica (NFe) e Conhecimento de Tranporte

Leia mais

Vinicius Pimentel de Freitas. Julho de 2010

Vinicius Pimentel de Freitas. Julho de 2010 Nota Fiscal Eletrônica no Rio Grande do Sul Vinicius Pimentel de Freitas Julho de 2010 SPED ECD EFD NF-e CT-e MC-e NFS-e... Contextualizando: Documentos Fiscais Eletrônicos no Brasil Comunicações e Energia

Leia mais

http://www.econeteditora.com.br/bdi/ats/12/ato_cotepe_icms_009_2012.php

http://www.econeteditora.com.br/bdi/ats/12/ato_cotepe_icms_009_2012.php Página 1 de 6 ATO COTEPE/ICMS Nº 009, DE 13 DE MARÇO DE 2012 (DOU de 22.03.2012) Estabelece a disciplina relativa à utilização pelo contribuinte do Sistema de Autenticação e Transmissão de Cupom Fiscal

Leia mais

Projeto Nota Fiscal Eletrônica

Projeto Nota Fiscal Eletrônica Projeto Nota Fiscal Eletrônica A ABRAFORM agradece a oportunidade de estar divulgando suas ações. www.abraform.org.br abraform@abraform.org.br Fone: (11) 3284-6456 29/09/2009 EMBASAMENTO LEGAL Ajuste SINIEF

Leia mais

TÍTULO III DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS CAPÍTULO I DOS DOCUMENTOS FISCAIS. Seção II-A Da Nota Fiscal Eletrônica

TÍTULO III DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS CAPÍTULO I DOS DOCUMENTOS FISCAIS. Seção II-A Da Nota Fiscal Eletrônica TÍTULO III DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS CAPÍTULO I DOS DOCUMENTOS FISCAIS Seção II-A Da Nota Fiscal Eletrônica Art. 543-C. O contribuinte do imposto poderá utilizar, em substituição a Nota Fiscal, modelo

Leia mais

MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e

MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e Informações Gerais 1. O que é o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais - MDF-e? O Manifesto Eletrônico

Leia mais

A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial.

A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial. O QUE É A NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-E? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar,

Leia mais

SINDCONT-SP SINDCONT-SP

SINDCONT-SP SINDCONT-SP SPED, ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL EFD E OS DOCUMENTOS ELETRÔNICOS 2007/2008 Programa: - Sistema Público de Escrituração Digital - SPED - Escrituração Fiscal Digital - EFD - Documentos Eletrônicos do SPED:

Leia mais

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Para dar mais agilidade e segurança à administração tributária, os Estados brasileiros, o Distrito

Leia mais

DECRETO N.º 3.937, DE 27 DE MARÇO DE 2012.* (JOM DE 30/03 E 04/04/2012)

DECRETO N.º 3.937, DE 27 DE MARÇO DE 2012.* (JOM DE 30/03 E 04/04/2012) DECRETO N.º 3.937, DE 27 DE MARÇO DE 2012.* (JOM DE 30/03 E 04/04/2012) Institui a Nota Fiscal Eletrônica de Serviços, NFS e e o Recibo Provisório de Serviço RPS e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL

Leia mais

Palestra em 30 de julho de 2014. Custódio Barbosa Diretor do TI RIO e representante da FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática)

Palestra em 30 de julho de 2014. Custódio Barbosa Diretor do TI RIO e representante da FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática) Palestra em 30 de julho de 2014 Custódio Barbosa Diretor do TI RIO e representante da FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática) Decreto Estadual nº 44.785 de 12 de maio de 2014 (publicado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO PREFEITO 1 LEI Nº. 949/2010 INSTITUI A NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS E DISPÕE SOBRE A DECLARAÇÃO MENSAL DO IMPOSTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA - ISSQN. O Prefeito Municipal de São Mateus,

Leia mais

5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ

5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ 5ª Delegacia Regional da Receita Guarapuava PR ALTAIR BATISTA DE SOUZA JOSÉ CLODOALDO MUNHOZ 1. O QUE É NF-e? 2. OBJETIVO DA NF-e 3. LEGISLAÇÃO 4. CONTRIBUINTES OBRIGATÓRIOS 5. ADESÃO VOLUNTÁRIA 6. NECESSIDADES

Leia mais

Artigo 1 - Passam a vigorar com a redação que se segue os dispositivos adiante indicados da Portaria CAT-147, de 05-11-2012:

Artigo 1 - Passam a vigorar com a redação que se segue os dispositivos adiante indicados da Portaria CAT-147, de 05-11-2012: Portaria CAT-59, de 11-06-2015, DOE 12-06-2015 Altera a Portaria CAT-147, de 05-11-2012, que dispõe sobre a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e-SAT por meio do Sistema de Autenticação e Transmissão

Leia mais

Decreto nº 11.336 (DOE de 26/11/08)

Decreto nº 11.336 (DOE de 26/11/08) Decreto nº 11.336 (DOE de 26/11/08) Procede à Alteração nº 110 ao Regulamento do ICMS e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições, considerando o disposto no Ajuste

Leia mais

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Para dar mais agilidade e segurança à administração tributária, os Estados brasileiros, o Distrito Federal e o

Leia mais

Pergunte à CPA NFC-e Mod 65

Pergunte à CPA NFC-e Mod 65 Pergunte à CPA NFC-e Mod 65 http://www.nfce.fazenda.sp.gov.br/nf CePortal/ Informamos que no momento, apenas os contribuintes participantes do piloto da NFC-e no estado de São Paulo estão credenciados

Leia mais

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) Para dar mais agilidade e segurança à administração tributária, os Estados brasileiros, o Distrito

Leia mais

UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00

UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00 UNICOM / SEFAZ-MS / Jan. 2015 - Versão 1.00 Manual para Emissão da Carta de Correção eletrônica (CT-e) Este Manual tem como finalidade a apresentação do procedimento operacional de uma Carta de Correção

Leia mais

LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009.

LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009. LIVRO ÚNICO DO REGULAMENTO DO IMPOSTO ÚLTIMA ALTERAÇÃO DECRETO 26.278 DE 17 DE JULHO DE 2009. ÍNDICE SISTEMÁTICO DO REGULAMENTO DO ICMS DECRETO Nº 21.400, DE 10/12/2002 - QUE APROVOU O NOVO REGULAMENTO

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço;

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço; DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. [Publicado no D.O. Rio de 12.05.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.549, de 20.07.2010, publicado no D.O. Rio de 21.07.2010.] [Alterado pelo Decreto nº 32.601,

Leia mais

WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA

WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA WORKSHOP CARTA CORREÇÃO ELETRONICA Sistema JAD NOTA FISCAL ELETRÔNICA OBJETIVO: O objetivo deste WORKSHOP é apresentar a nova ferramenta do Sistema JAD, conforme o Ajuste Sinief 10 de 30/09/2011, que altera

Leia mais

CIRURGIÕES DENTISTAS: FORMAS DE ESCRITURAÇÃO, TRIBUTAÇÃO E NF-e

CIRURGIÕES DENTISTAS: FORMAS DE ESCRITURAÇÃO, TRIBUTAÇÃO E NF-e CIRURGIÕES DENTISTAS: FORMAS DE ESCRITURAÇÃO, TRIBUTAÇÃO E NF-e Contador: Mardonedes Camelo de Paiva CRC/DF 010925-O-1 Contadora: Ozineide Paiva CRC/DF 024791/P-2 Bacharel: Pedro Henrique Brasília-DF /

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Finanças

Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Finanças INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/2009 GABS/SEFIN Disciplina a emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) e dá outras providências. O Secretário de Finanças do Município de Belém, no uso das atribuições

Leia mais

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Este documento descreve as Conhecimento de Transporte Eletrônicos Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Papeis

Leia mais

Manual Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica

Manual Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica Manual Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica Versão Revisão Data Responsável Revisores 1.0 0 23/10/2007 Fabiano Moreira Ramos Helder da Silva Andrade 1.2 2 28/03/2008 Fabiano Moreira Ramos

Leia mais

VANTAGENS DA NFC-e PARA O CONTRIBUINTE

VANTAGENS DA NFC-e PARA O CONTRIBUINTE Divulgação INTRODUÇÃO A NFC-e é um documento eletrônico (arquivo de computador) que substituirá as notas fiscais de venda a consumidor, modelo 2 e o cupom fiscal emitido por ECF com grandes vantagens para

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL PARECER NORMATIVO Nº 001/2011/GAB/CRE PUBLICADO NO DOE Nº 1687, DE 03.03.11. OBRIGATORIEDADE DO USO DE NOTA FISCAL ELETRONICA NF-e VENDAS PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA -INTERPRETAÇÃO. A Coordenadora-Geral

Leia mais

DECRETO Nº 160/12, DE 15 DE AGOSTO DE 2012

DECRETO Nº 160/12, DE 15 DE AGOSTO DE 2012 DECRETO Nº 160/12, DE 15 DE AGOSTO DE 2012 INSTITUI a nota fiscal de serviços eletrônica - NFS-E, e dá outras providências O PREFEITO MUNICIPAL DE NÃO-ME-TOQUE - RS, Sr. Antônio Vicente Piva, no uso das

Leia mais

Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 DECRETA:

Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 DECRETA: Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 Av. Presidente Vargas, 3.215 Vila Maria INSTITUI O GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO ISSQN, A ESCRITURAÇÃO ECONÔMICO- FISCAL E A EMISSÃO DE GUIA DE RECOLHIMENTO POR MEIOS

Leia mais