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1 (*) ESTE TEXTO NÃO SUBSTITUI O ORIGINAL PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO. Subanexo 12 ao Anexo 015 (Versão Atual) DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) E O DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (DANFE) Redação dada pelo Decreto nº , de , Publicado no DOE n , de Ver a Resolução/SEFAZ nº 2.116/2008, que credencia estabelecimentos que especifica ou define para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ver a Resolução/SEFAZ nº 2.117/2008, que disciplina complementarmente as condições, as regras e os procedimentos para utilização da NF-e e do DANFE e dá outras providências. Nota: A expressão Manual de Integração - Contribuinte ficou substituída pela expressão Manual de Orientação do Contribuinte pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ANEXO XV DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS SUBANEXO XII DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-e) E O DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (DANFE) CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. 1º Este Subanexo dispõe sobre a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da NF-e (DANFE), instituídos pelo Ajuste SINIEF 07/05, de 30 de setembro de 2005, estabelecendo os procedimentos relativos à sua utilização. CAPÍTULO II DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA Art. 2º A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) pode ser utilizada pelos contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) em substituição: (Nova redação dada pelo Decreto nº /11. Efeitos a partir de ) I - à Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A; II - à Nota Fiscal de Produtor modelo 4, excetuadas as operações de saída de gado bovino ou bubalino. 1º Considera-se Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar operações e prestações, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda, antes da ocorrência do fato gerador. 2º A NF-e pode ser utilizada em substituição à Nota Fiscal de Produtor modelo 4, com a exceção mencionada no inciso II do caput deste artigo, somente pelos contribuintes que: I - possuam Inscrição no Cadastro de Contribuintes Estaduais (CCE) e estejam inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; II que realizem a Escrituração Fiscal bem como a entrega da Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) ou de outro documento que a substitua. Redação original vigente até Art. 2º A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) pode ser utilizada em substituição a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, pelos contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à 1 de :25

2 Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Parágrafo único. Considera-se Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar operações e prestações, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda, antes da ocorrência do fato gerador. Art. 3º Para emissão da NF-e, o contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes deste Estado deve solicitar, previamente, seu credenciamento junto à Secretaria de Estado de Fazenda. 1º O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deve observar, no que couber, as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados, constantes dos Convênios ICMS 57/95, de 28 de junho de 1995, 96/09, de 11 de dezembro de 2009, e legislação superveniente. (Nova redação dada pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) 1º É vedado o credenciamento para a emissão de NF-e de contribuinte que não utilize sistema eletrônico de processamento de dados nos termos dos Convênios ICMS 57/95 e 58/95, ambos de 28 de junho de 1995, ressalvado o disposto no 2º. Redação anterior dada pelodecreto nº /08. Efeitos de a O contribuinte credenciado para emissão de NF-e deve observar, no que couber, as disposições relativas à emissão de documentos fiscais por sistema eletrônico de processamento de dados, constantes dos Convênios 57/95 e 58/95, ambos de 28 de junho de 1995 e legislação superveniente. 2º Revogado. (REVOGADO pelo Decreto nº /08. Efeitos desde ) 2º O contribuinte que for obrigado à emissão de NF-e deve ser credenciado pela Secretaria de Estado de Fazenda, ainda que não atenda ao disposto no Convênio ICMS 57/95. 3º É vedada a emissão de nota fiscal modelo 1 ou 1-A por contribuinte credenciado à emissão de NF-e, exceto quando a legislação estadual assim o permitir. 4º Na hipótese de operações em que sejam obrigatórios o acompanhamento da Guia de Trânsito Animal (GTA) e o recolhimento do ICMS ou da contribuição ao Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDERSUL), devem ser informados, em campos específicos da NF-e e do DANFE, o número da GTA e do Documento de Arrecadação Estadual (DAEMS), conforme procedimento a ser determinado pela Secretaria de Estado de Fazenda. (Nova redação dada pelo Decreto nº /11. Efeitos a partir de ) Redação original vigente até º É inidônea a nota fiscal modelo 1 ou 1-A emitida para a operação ou prestação em que é obrigatória a utilização de NF-e. 5º É inidônea: (Acrescentado pelo Decreto nº /11. Efeitos a partir de ) I - a NF-e vinculada à GTA já utilizada, cancelada ou que contenha data de validade vencida ou numeração inexistente ou inválida; II - a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A utilizada para a operação ou prestação em que é obrigatória a utilização de NF-e; 2 de :25

3 III - a NF-e utilizada para acobertar operação de saída de gado bovino ou bubalino. 6º Nas hipóteses previstas no 5º deste artigo, o emitente e o destinatário ficam sujeitos à aplicação da multa relativa à falta de documento fiscal e à exigência do imposto incidente sobre a respectiva operação na forma prevista na Lei nº 1.810, de 22 de dezembro de (Acrescentado pelo Decreto nº /11. Efeitos a partir de ) Art. 4º A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda, observadas as seguintes formalidades: (Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original do caput vigente até Art. 4º A NF-e deve ser emitida com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda, observadas as seguintes formalidades: I - o arquivo digital da NF-e deve ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language); II - a numeração da NF-e deve ser seqüencial de 1 a , por estabelecimento e por série, devendo ser reiniciada quando atingido esse limite; III - a NF-e deve conter um "código numérico", gerado pelo emitente, que deve compor a "chave de acesso" de identificação da NF-e, juntamente com o CNPJ do emitente, número e série da NF-e; IV - a NF-e deve ser assinada pelo emitente, com assinatura digital, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. (Nova redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos desde ) IV - a NF-e deve ser assinada pelo emitente, com assinatura digital, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital. V - a identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter, também, o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), nas operações: (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado, nos termos da legislação federal; b) de comércio exterior. 1º As séries serão designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie. (Nova redação dada pelo Decreto nº /09. Efeitos desde ) Redação original vigente até Parágrafo único. As séries devem ser designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, a partir de 1, vedada a utilização de subsérie. 2º O Fisco poderá restringir a quantidade de séries de que trata o 1. (Acrescentado pelo Decreto nº /09. Efeitos desde ) 3 Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III, na hipótese de a NF-e não possuir série, o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros. (Acrescentado pelo Decreto nº /09. Efeitos desde ) 4º Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do caput, será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) 5º A partir de 1º de outubro de 2010, deverão ser indicados na NF-e o Código de Regime Tributário (CRT) e, quando for o caso, o Código de Situação da Operação no Simples Nacional (CSOSN), conforme definidos no Subanexo XII-A - Dos Códigos de Detalhamento do Regime e da Situação para 3 de :25

4 Utilização na Nota fiscal Eletrônica (NF-e). (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) 6º Fica definido em 10 (dez) dias o limite de que trata a regra GB09.1 do Manual de Orientação do Contribuinte previsto na cláusula segunda-a do Ajuste SINIEF 07/05. (Acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) 7º O limite previsto no 6º somente pode ser utilizado nas hipóteses que não impliquem a inobservância das demais normas relativas à emissão de notas fiscais, previstas na legislação tributária estadual. (Acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) 8º Nos casos em que o local de retirada e o local de entrega forem distintos dos endereços do remetente e do destinatário, as informações preenchidas no Grupo de Identificação do Local de Retirada ou no Grupo de Identificação do Local de Entrega, conforme previsto no Manual de Orientação do Contribuinte, devem ser repetidas no campo Informações Complementares da NF-e. (Acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Art. 5º O arquivo digital da NF-e só pode ser utilizado como documento fiscal, após: I - ser transmitido eletronicamente à Secretaria de Estado de Fazenda, nos termos do art. 6º; II - ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e, nos termos do art. 7º. 1º Ainda que formalmente regular, não se considera documento fiscal idôneo a NF-e que tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o não pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida. 2º Para os efeitos fiscais, os vícios de que trata o 1º atingem também o respectivo DANFE, impresso nos termos dos arts. 10 ou 12, que nessa hipótese passa também a ser considerado documento fiscal inidôneo. 3º A concessão da autorização de uso: (Nova redação dada pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) I - é resultado da aplicação de regras formais especificadas no Manual de Integração - Contribuinte e não implica a convalidação das informações tributárias contidas na NF-e; II - identifica de forma única uma NF-e por meio do conjunto de informações formado por CNPJ do emitente, número, série e ambiente de autorização. Redação original vigente até º A autorização de uso da NF-e concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda não implica validação das informações nela contidas. Art 6º A transmissão do arquivo digital da NF-e deve ser efetuada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia, com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda. Parágrafo único. A transmissão referida no caput implica solicitação de concessão de Autorização de Uso da NF-e. Art. 7º Compete à Secretaria de Estado de Fazenda a concessão da autorização de uso da NF-e. 1 Previamente à concessão da Autorização de Uso da NF-e, devem ser analisados, no mínimo, os seguintes elementos: I - a regularidade fiscal do emitente; II - o credenciamento do emitente, para emissão de NF-e; III - a autoria da assinatura do arquivo digital da NF-e; IV - a integridade do arquivo digital da NF-e; V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte ; (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original vigente até V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE; 4 de :25

5 VI - a numeração do documento. 2º A autorização de uso pode ser concedida pela Secretaria de Estado de Fazenda mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada, na condição de contingência prevista no inciso I do art º Havendo protocolo, a Secretaria de Estado de Fazenda pode conceder a autorização de uso mediante a utilização de ambiente de autorização disponibilizado por meio de infraestrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. (Nova redação dada pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) Redação original vigente até º Havendo protocolo, a Secretaria de Estado de Fazenda pode conceder a autorização de uso mediante a utilização da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. 4º Nas situações constantes dos 2º e 3º, devem-se observar as disposições constantes no Ajuste Sinief 07/05, de 30 de setembro de 2005, estabelecidas para a administração tributária da unidade federada do contribuinte emitente. Art. 8º Do resultado da análise referida no 1 do art. 7º, a Secretaria de Estado de Fazenda deve cientificar o emitente: I - da rejeição do arquivo da NF-e, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) falha na leitura do número da NF-e; f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e; II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude da irregularidade fiscal do emitente ou do destinatário; (Nova redação dada pelo Decreto nº /12. Efeitos desde ) Redação original vigente até II - da denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude da irregularidade fiscal do emitente; III - da concessão da Autorização de Uso da NF-e. 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, a NF-e não pode ser alterada. 2º Em caso de rejeição do arquivo digital, o mesmo não deve ser arquivado na Secretaria de Estado de Fazenda para consulta, sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas a, b e e do inciso I do caput deste artigo. 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e, o arquivo digital transmitido deve ficar arquivado na Secretaria de Estado de Fazenda para consulta, nos termos do art. 18, identificado como "Denegada a Autorização de Uso". 4º No caso do 3º, não é possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração. 5º A cientificação de que trata o caput deve ser efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a "chave de acesso", o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput, o protocolo de que trata o 5º deste artigo deve conter informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida. 5 de :25

6 7º Deve, obrigatoriamente, ser encaminhado ou disponibilizado download do arquivo da NF-e e do seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso: (Nova redação dada pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) I - ao destinatário da mercadoria, pelo emitente da NF-e, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e; II - ao transportador contratado, pelo tomador do serviço antes do início da prestação correspondente. Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos de a º O emitente da NF-e deve, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário, observado leiaute e padrões técnicos definidos em Ato COTEPE. Redação anterior dada pelo Decreto nº /10. Efeitos de 1º a º O emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário e ao transportador contratado, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. 8º As empresas destinatárias podem informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e, conforme padrões técnicos a serem estabelecidos no Manual de Integração - Contribuinte. (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) 9º Para os efeitos do disposto no inciso II do caput considera-se irregular a situação do contribuinte, emitente do documento fiscal ou destinatário das mercadorias, que, nos termos da respectiva legislação estadual, estiver impedido de praticar operações na condição de contribuinte do ICMS. (Acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Art. 9º Concedida a Autorização de Uso da NF-e, a Secretaria de Estado de Fazenda deve transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil. 1º A Secretaria de Estado de Fazenda também deve transmitir a NF-e para: I - a unidade federada de destino das mercadorias, no caso de operação interestadual; II - a unidade federada onde deva se processar o embarque de mercadoria na saída para o exterior; III - a unidade federada de desembaraço aduaneiro, tratando-se de operação de importação de mercadoria ou bem do exterior; IV - a Superintendência da Zona Franca de Manaus SUFRAMA, quando a NF-e tiver como destinatário pessoa localizada nas áreas incentivadas. 2º A Secretaria de Estado de Fazenda também pode transmitir a NF-e ou fornecer informações parciais para: I - administrações tributárias municipais, nos casos em que a NF-e envolva serviços sujeitos ao ISSQN, mediante prévio convênio ou protocolo; II - outros órgãos da administração direta, indireta, fundações e autarquias, que necessitem de informações da NF-e para desempenho de suas atividades, mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação, respeitado o sigilo fiscal. 3º Na hipótese da transmissão de que trata o caput deste artigo ocorrer por intermédio de WebService, fica a Receita Federal do Brasil responsável pelo procedimento de que trata o 1º ou pela disponibilização do acesso a NF-e para as administrações tributárias que adotarem esta tecnologia. (Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos desde ) CAPÍTULO III DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NF-e Art. 10. O Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, a ser emitido em conformidade com leiaute 6 de :25

7 estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, deve ser utilizado no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista no art. 18. (Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original do caput vigente até Art. 10. O Documento Auxiliar da NF-e - DANFE, a ser emitido em conformidade com leiaute estabelecido em Ato COTEPE, deve ser utilizado no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista no art º O DANFE somente pode ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do art. 8º, ou na hipótese prevista no art º-A A concessão da Autorização de Uso será formalizada por meio do fornecimento do correspondente número de Protocolo, o qual deverá ser impresso no DANFE, conforme definido no Manual de Integração -Contribuinte, ressalvadas as hipóteses previstas no art. 12. (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) 2º No caso de destinatário não credenciado para emitir NF-e, a escrituração da NF-e pode ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE, observado o disposto no art º O DANFE utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias acobertado por NF-e será impresso em uma única via. (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original vigente até º Quando a legislação tributária exigir a utilização específica de vias adicionais para as notas fiscais, o contribuinte que utilizar NF-e deve imprimir o DANFE com o número de cópias necessárias para cumprir a respectiva norma. 4º O DANFE deve ser impresso em papel, exceto papel jornal, no tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm), podendo ser utilizadas folhas soltas, formulário de segurança, Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), formulário contínuo ou formulário pré-impresso. (Nova redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos desde 1º ) 4º O DANFE deve ser impresso em papel, exceto papel jornal, no tamanho A4 (210 x 297 mm), podendo ser utilizadas folhas soltas, formulário de segurança, formulário contínuo ou formulário pré-impresso. 5º O DANFE deverá conter código de barras, conforme padrão estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original vigente até º O DANFE deve conter código de barras, conforme padrão estabelecido em Ato COTEPE. 5º-A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento, o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel, exceto papel jornal, em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm), caso em que será denominado DANFE Simplificado, devendo ser observadas as definições constantes do Manual de Integração - Contribuinte. (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos de a º-A. No caso de venda ocorrida fora do estabelecimento, o DANFE pode ser impresso em qualquer tipo de papel, exceto papel jornal, em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm), hipótese em que deve ser denominado DANFE Simplificado, devendo ser observado leiaute definido em Ato COTEPE. 6º O DANFE pode conter outros elementos gráficos, desde que não prejudiquem a leitura do seu conteúdo ou do código de barras por leitor óptico. 7º Os contribuintes, mediante autorização de cada unidade da Federação, poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE, previsto no Manual de Integração - Contribuinte, para adequá-lo às suas operações, desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE. (Nova redação 7 de :25

8 dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original vigente até º Os contribuintes, mediante autorização da Secretaria de Estado de Fazenda, podem solicitar alteração do leiaute do DANFE, previsto em Ato COTEPE, para adequá-lo às suas operações, desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE. 8º Os títulos e informações dos campos constantes no DANFE devem ser grafados de modo que seus dizeres e indicações estejam bem legíveis. 9º A aposição de carimbos no DANFE, quando do trânsito da mercadoria, deve ser feita em seu verso. 10. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente, impressas no verso do DANFE, hipótese em que sempre deve ser reservado espaço, com a dimensão mínima de 10x15 cm, em qualquer sentido, para atendimento ao disposto no 9º. 11. No caso de operações ou prestações destinadas a órgãos ou entidades integrantes da administração pública deste Estado, os contribuintes devem indicar no campo Informações Complementares do DANFE os seguintes dados, que os referidos órgãos ou entidades estão obrigados, nos termos do art. 2º do Decreto nº , de 2 de dezembro de 2009, a lhes informar: (Acrescentado pelo Decreto nº /09. Efeitos a partir de ) I o número da nota de empenho correspondente, nos casos em que seja obrigatória a sua emissão; II o número do convênio ou do termo similar a que se refere o Decreto nº , de 16 de junho de 2003, nos casos em que o fornecimento de materiais ou a prestação dos serviços decorram de sua execução. 12. A indicação de que trata o 11 deve ser feita também nos casos de operações ou prestações destinadas a Municípios deste Estado ou a entidades não integrantes da administração pública estadual, nos casos em que o fornecimento de materiais e as prestações de serviços a eles destinados estejam vinculados à execução de convênio ou termo similar, celebrado com o Estado. (Acrescentado pelo Decreto nº /09. Efeitos a partir de ) CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES GERAIS Seção I Do Prazo de Manutenção dos Documentos Art. 11. O emitente e o destinatário deverão manter a NF-e em arquivo digital, sob sua guarda e responsabilidade, pelo prazo previsto no art. 105 do Regulamento do ICMS (aprovado pelo Decreto nº 9.203, de 18 de setembro de 1998), mesmo que fora da empresa, devendo ser apresentadas para a Administração Tributária quando solicitado. (Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original do caput vigente até Art. 11. O emitente e o destinatário devem manter em arquivo digital as NF-e pelo prazo previsto no art. 105 do Regulamento do ICMS (aprovado pelo Decreto n , de 18 de setembro de 1998), devendo ser apresentadas à administração tributária, quando solicitado. 1º O destinatário deve verificar a validade e autenticidade da NF-e e a existência de Autorização de Uso da NF-e. 2º Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e, alternativamente ao disposto no caput, o destinatário deve manter em arquivo o DANFE relativo a NF-e da operação, devendo ser apresentado à administração tributária, quando solicitado. 3º O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo previsto no art. 105 do Regulamento do ICMS (aprovado pelo Decreto nº 9.203, de 18 de setembro de 1998) o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não recebida pelo destinatário e que contenha o motivo da recusa em seu verso. (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Seção II 8 de :25

9 Da Contingência Art. 12. Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte poderá operar em contingência, gerando arquivos indicando este tipo de emissão, conforme definições constantes no Manual de Integração Contribuinte, mediante a adoção de uma das seguintes alternativas: (Redação do caput, incisos e parágrafos dada pelo Decreto nº /08. Efeitos desde Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) I - transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) ou para o Sistema de Sefaz Virtual de Contingência (SVC), nos termos dos arts. 5º, 6º e 7º; (Nova redação dada pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) II transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência DPEC (NF-e), para a Receita Federal do Brasil, nos termos do art. 21-A; III - imprimir o DANFE em Formulário de Segurança (FS), observado o disposto no art. 19; IV imprimir o DANFE em Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), observado o disposto em Convênio ICMS. Art. 12. Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a Secretaria de Estado de Fazenda, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte deve gerar novo arquivo, conforme definido em Ato COTEPE, informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: I transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil nos termos das cláusulas quarta, quinta e sexta do Ajuste Sinief 07/05; II - imprimir o DANFE em formulário de segurança, observado o disposto no art. 19. Redação do caput dada pelo Decreto nº /08. Efeitos de 1º a Art. 12. Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte deve gerar novo arquivo, conforme definido em Ato COTEPE, informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: Redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos de 1º a I - transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) - Receita Federal do Brasil, nos termos dos arts. 5º, 6º e 7º; 1º Na hipótese prevista no inciso I, a Secretaria de Estado de Fazenda pode autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. 1º Na hipótese prevista no inciso I do caput, a Secretaria de Estado de Fazenda pode autorizar a NF-e utilizando-se da infra-estrutura tecnológica da Receita Federal do Brasil ou de outra unidade federada. 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, conforme disposto no 1º, a Receita Federal do Brasil deve transmitir a NF-e para a Secretaria de Estado de Fazenda, sem prejuízo do disposto no 4º do art. 7º. 2º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, conforme disposto no parágrafo anterior, a Receita Federal do Brasil deve, em atendimento ao disposto no 2o da cláusula décima primeira do Ajuste Sinief n. 07/05, transmitir a NF-e para Secretaria de Estado de Fazenda, 9 de :25

10 sem prejuízo do disposto no 4º do art. 7º. 3º Na hipótese do inciso II do caput, o DANFE deve ser impresso em no mínimo duas vias, constando no corpo a expressão DANFE impresso em contingência DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil, tendo as vias à seguinte destinação: I - uma das vias deve permitir o trânsito das mercadorias e deve ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II - outra via deve ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 3º Na hipótese do inciso II do caput, o DANFE deve ser impresso em no mínimo duas vias, constando no corpo a expressão "DANFE em Contingência. Impresso em decorrência de problemas técnicos", tendo as vias a seguinte destinação: I - uma das vias permitirá o trânsito das mercadorias e deve ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II outra via deve ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 4º Presume-se inábil o DANFE impresso nos termos do 3º, quando não houver a regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil, nos termos do art. 21-A. 4º Dispensa-se a exigência de formulário de segurança para a impressão das vias adicionais previstas no 3º do art º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput, o Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) deve ser utilizado para impressão de no mínimo duas vias do DANFE, constando no corpo a expressão DANFE em Contingência - impresso em decorrência de problemas técnicos, tendo as vias a seguinte destinação: I - uma das vias permitir o trânsito das mercadorias e deve ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II - outra via deve ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 5º Na hipótese do inciso II do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, o emitente deve transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. 6º Na hipótese dos incisos III ou IV do caput, existindo a necessidade de impressão de vias adicionais do DANFE previstas no 3º do art. 10, dispensa-se a exigência do uso do Formulário de Segurança ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). 6º Se a NF-e transmitida nos termos do 5º vier a ser rejeitada pela Secretaria de Estado de Fazenda, o contribuinte deve: I - gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, sanando a irregularidade; II - solicitar nova Autorização de Uso da NF-e; III - imprimir em formulário de segurança o DANFE correspondente à NF-e autorizada; IV - providenciar, junto ao destinatário, a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III, caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE. 10 de :25

11 7º Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, e até o prazo limite de cento e sessenta e oito horas da emissão da NF-e, contado a partir da emissão da NF-e de que trata o 12, o emitente deverá transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. ( 7º: nova redação dada pelo Decreto nº /13. Efeitos desde 1º ) 7º O destinatário deve manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária, junto à via mencionada no inciso I do 3º, a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do 6º. Redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos de 1º a º Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, e até o prazo limite definido em Ato COTEPE, contado a partir da emissão da NF-e de que trata o 12, o emitente deve transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. Redação anterior dada pelo Decreto nº /10. Efeitos de 1º até º Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, e até o prazo limite definido no Manual de Integração - Contribuinte, contado a partir da emissão da NF-e de que trata o 12, o emitente deverá transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. 8º Se a NF-e transmitida nos termos do 7º vier a ser rejeitada pela Secretaria de Estado de Fazenda, o contribuinte deve: I - gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série, sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; c) a data de emissão ou de saída; II - solicitar Autorização de Uso da NF-e; III - imprimir o DANFE correspondente à NF-e autorizada, no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DANFE original; IV - providenciar, junto ao destinatário, a entrega da NF-e autorizada bem como do novo DANFE impresso nos termos do inciso III, caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE. 8º Se após decorrido o prazo de trinta dias do recebimento de mercadoria acompanhada de DANFE impresso nos termos do inciso II do caput, o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e, deve comunicar o fato à Secretaria de Estado de Fazenda. 9º O destinatário deve manter em arquivo pelo prazo decadencial estabelecido pela legislação tributária junto à via mencionada no inciso I do 3º ou no inciso I do 5º, a via do DANFE recebida nos termos do inciso IV do 8º. 9º O contribuinte deve, na hipótese do inciso II do caput, lavrar termo no livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, informando o motivo da entrada em contingência, número dos 11 de :25

12 formulários de segurança utilizados, a data e hora do seu início e seu término, bem como a numeração e série das NF-e geradas neste período. 10. Se após decorrido o prazo limite previsto no 7º, o destinatário não puder confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e correspondente, deve comunicar imediatamente o fato à unidade fazendária do seu domicílio. 10. Na hipótese do inciso II do caput, em se tratando de operação interestadual, a Secretaria de Estado de Fazenda pode estabelecer a exigência de uma via adicional para acompanhar as mercadorias, a ser retida pelo último Posto Fiscal no itinerário pelo qual ocorrer a saída do território do Estado ou por unidade de apoio à fiscalização no trânsito de mercadorias, se por esta interceptado; nesta via, acaso exigida, deve constar no corpo a expressão "DANFE em Contingência. Impresso em decorrência de problemas técnicos", não necessitando estar impressa em formulário de segurança, consoante o 4º do caput. 11. As seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e, devendo ser impressas no DANFE: (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) I - o motivo da entrada em contingência; II - a data, hora com minutos e segundos do seu início. Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos de 1º a O contribuinte deve lavrar termo no livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, informando: I - o motivo da entrada em contingência; II - a data, hora com minutos e segundos do seu início e seu término; III - a numeração e série da primeira e da última NF-e geradas neste período; IV identificar, dentre as alternativas do caput, qual foi a utilizada. 12. Considera-se emitida a NF-e em contingência, tendo como condição resolutória a sua autorização de uso: (Acrescentado pelo Decreto /08. Efeitos desde 1º Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) Redação anterior do caput vigente até Considera-se emitida a NF-e: I na hipótese do inciso II do caput, no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil, conforme previsto no art. 21-A; II na hipótese dos incisos III e IV do caput, no momento da impressão do respectivo DANFE em contingência. 13. Na hipótese do 5º-A do art. 10, havendo problemas técnicos de que trata o caput, o contribuinte deve emitir, em no mínimo duas vias, o DANFE Simplificado em contingência, com a expressão DANFE Simplificado em Contingência, sendo dispensada a utilização de formulário de segurança, devendo ser observadas as destinações da cada via conforme o disposto nos incisos I e II do 5º. (Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos desde 1º ) 14. É vedada a reutilização, em contingência, de número de NF-e transmitida com tipo de emissão Normal. (Acrescentado pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Art. 13. Em relação às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e ficaram pendentes de retorno, o emitente deve, após a cessação das falhas: I - solicitar o cancelamento, nos termos do art. 14, das NF-e que retornaram com Autorização de Uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em contingência; 12 de :25

13 II - solicitar a inutilização, nos termos do art. 16, da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas. Art. 13-A. Revogado. (REVOGADO pelo Decreto nº /13. Efeitos desde 1º ) Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos de 1º até Art. 13-A. Na emissão de NF-e em contingência, excetuada a hipótese da utilização do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN), o emitente, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos e até o prazo limite de cento e sessenta e oito horas da emissão da NF-e, deve transmitir à SEFAZ as NF-e geradas em contingência, observadas as normas constantes no Ajuste SINIEF 07/05. Seção III Do Cancelamento da NF-e Art. 14. Em prazo não superior a vinte e quatro horas, contado do momento em que foi concedida a Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do art. 8º, o emitente pode solicitar o cancelamento da respectiva NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço, observadas as normas constantes no art. 15. (Nova redação dada pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Art. 14. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do art. 8º, o emitente pode solicitar o cancelamento da NF-e, desde que não tenha havido a circulação da respectiva mercadoria e prestação de serviço, observadas as demais normas da legislação pertinente. Redação dada pelo Decreto nº /2008. Efeitos de a Art. 14. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do art. 8º, o emitente pode solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior ao máximo definido em Ato COTEPE, contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes no art. 15. Redação anterior dada pelo Decreto nº /10. Efeitos de 1º a Art. 14. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III do art. 8º, o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior ao máximo definido no Manual de Integração - Contribuinte, contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes no art. 15. Art. 15. O cancelamento de que trata o art. 14 pode ser efetuado, mediante Pedido de Cancelamento de NF-e, transmitido, pelo emitente, à SEFAZ, até 31 de março de 2013, devendo após esta data, ser efetuado somente por meio do registro de evento correspondente, conforme os arts. 18-A e 18-B. (Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Redação original do caput do art. 15 vigente até Art. 15. O cancelamento de que trata o art. 14 somente pode ser efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NF-e, transmitido, pelo emitente, à Secretaria de Estado de Fazenda. 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original vigente até de :25

14 1º O Pedido de Cancelamento de NF-e deve atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE. 2º A transmissão do Pedido de Cancelamento de NF-e deve ser efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deve ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. (Nova redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos desde ) 3º O Pedido de Cancelamento de NF-e deve ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital. 4º A transmissão pode ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda. 5º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e deve ser feita mediante protocolo de que trata o 2º disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a "chave de acesso", o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 6º A Secretaria de Estado de Fazenda deve transmitir para as administrações tributárias e entidades previstas no art. 9º, os Cancelamentos de NF-e. Art. 15-A. Na hipótese da perda de prazo de que trata o art. 14, a NF-e somente pode ser cancelada mediante a autorização do Fisco, após a análise do pedido formalizado nos termos do 2º deste artigo. (Nova redação do art. 15-A dada pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) 1º Não será autorizado o cancelamento extemporâneo, nos casos em que: I - for constatada a escrituração ou a circulação da mercadoria ou a prestação do serviço; II - a NF-e tenha sido autorizada pelo Sistema de Sefaz Virtual de Contingência (SVC). 2º Para a obtenção da autorização de que trata o caput, o contribuinte deve apresentar o pedido de cancelamento extemporâneo da NF-e na Agência Fazendária ou no atendimento eletrônico, por meio do Portal ICMS Transparente, no endereço devendo ser paga, antecipadamente, a taxa de serviços estaduais prevista no item da Tabela de Taxas de Serviços Estaduais, anexa à Lei Estadual nº 1.810, de 22 de dezembro de Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /11. Efeitos de a Art. 15-A. Na hipótese da perda de prazo de que trata o art. 14, o cancelamento da NF-e somente poderá ser realizado mediante autorização do Superintendente de Administração Tributária. Parágrafo único. Para a obtenção da autorização de que trata o caput, o contribuinte deverá apresentar requerimento, acompanhado do comprovante de que não houve a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e do documento de arrecadação relativo ao recolhimento da respectiva taxa de serviços estaduais. Seção IV Da Inutilização de Números de NF-e não Utilizados Art. 16. O contribuinte deve solicitar, mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e, até o décimo dia do mês subseqüente, a inutilização de números de NF-e não utilizados, na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e. 14 de :25

15 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deve ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. (Nova redação dada pelo Decreto nº /08. Efeitos desde ) 1º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deve ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão do Pedido de Inutilização de Número da NF-e, deve ser efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e deve ser feita mediante protocolo de que trata o 2º disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, os números das NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 4º A Secretaria de Estado de Fazenda deve transmitir para a Receita Federal do Brasil as inutilizações de número de NF-e. Seção V Da Carta de Correção Eletrônica Art. 17. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o art. 8º, durante o prazo estabelecido no Manual de Integração Contribuinte, o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, observado o disposto no 1º-A do art. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica (CC-e), transmitida à Administração Tributária deste Estado. (Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação original do caput vigente até Art. 17. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, de que trata o art. 8º, o emitente pode sanar erros em campos específicos da NF-e, observado o disposto no 1º-A do art. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970, por meio de Carta de Correção Eletrônica (CC-e), transmitida à Secretaria de Estado de Fazenda. 1º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) 1º A Carta de Correção Eletrônica (CC-e) deve atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz, a fim de garantir a autoria do documento digital. Redação anterior dada pelo Decreto nº /08. Efeitos de a º A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deve atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 2º A transmissão da CC-e deve ser efetivada via Internet, por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 15 de :25

16 3º A cientificação da recepção da CC-e deve ser feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente, via Internet, contendo, conforme o caso, a "chave de acesso", o número da NF-e, a data e a hora do recebimento da solicitação pela administração tributária da unidade federada do contribuinte e o número do protocolo, podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. 4 Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e, o emitente deve consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas. 5º A Secretaria de Estado de Fazenda deve transmitir a CC-e às administrações tributárias e entidades previstas no art. 9º. 6º O protocolo de que trata o 3º não implica validação das informações contidas na CC-e. 7º A partir de 1º de julho de 2012 não poderá ser utilizada carta de correção em papel para sanar erros em campos específicos de NF-e. (Acrescentado pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) Seção VI Da Consulta à NF-e Art. 18. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o art. 8º, a Secretaria de Estado de Fazenda deve disponibilizar consulta relativa à NF-e. 1º A consulta à NF-e deve ser disponibilizada, no site da Secretaria de Estado de Fazenda na Internet (www.nfe.ms.gov.br) pelo prazo mínimo de cento e oitenta dias. 2º Após o prazo previsto no 1º deste artigo, a consulta à NF-e pode ser substituída pela prestação de informações parciais que identifiquem a NF-e (número, data de emissão, CNPJ do emitente e do destinatário, valor e sua situação), que ficarão disponíveis pelo prazo decadencial. 3º A consulta à NF-e, prevista no caput, pode ser efetuada pelo interessado, mediante informação da "chave de acesso" da NF-e. 4º A consulta prevista no caput pode ser efetuada também, subsidiariamente, no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. Seção VI-A Dos Eventos da NF-e (Acrescentada pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Art. 18-A. A ocorrência relacionada com uma NF-e denomina-se Evento da NF-e. (Art. 18-A caput acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) 1º Os eventos relacionados a uma NF-e são: ( 1º caput acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) (Incisos I a X acrescentados pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) I - Cancelamento, conforme disposto no art. 14; II - Carta de Correção Eletrônica, conforme disposto no art. 17; III - Registro de Passagem Eletrônico, conforme disposto no art. 21; IV - Ciência da Emissão, recebimento pelo destinatário ou pelo remetente de informações relativas à existência de NF-e em que esteja envolvido, quando ainda não existem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva; V - Confirmação da Operação, manifestação do destinatário confirmando que a operação descrita na NF-e ocorreu; VI - Operação não Realizada, manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e foi por ele solicitada, mas esta operação não se efetivou; VII - Desconhecimento da Operação, manifestação do destinatário declarando que a operação descrita na NF-e não foi por ele solicitada; 16 de :25

17 VIII - Vistoria Suframa, homologação do ingresso da mercadoria na área incentivada mediante a autenticação do Protocolo de Internamento de Mercadoria Nacional (PIN-e); IX - Internalização Suframa, confirmação do recebimento da mercadoria pelo destinatário por meio da Declaração de Ingresso (DI); X - Declaração Prévia de Emissão em contingência, conforme disposto no art. 21-A; (Incisos XI a XIII acrescentados pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) XI - NF-e Referenciada em outra NF-e, registro que esta NF-e consta como referenciada em outra NF-e; XII - NF-e Referenciada em CT-e, registro que esta NF-e consta em um Conhecimento Eletrônico de Transporte; XIII - NF-e Referenciada em MDF-e, registro que esta NF-e consta em um Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais. 2º Os eventos devem ser registrados por: ( 2º acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) I - qualquer pessoa, física ou jurídica, envolvida ou relacionada com a operação descrita na NF-e, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos no Manual de Orientação do Contribuinte; II - órgãos da Administração Pública direta ou indireta, conforme leiaute, prazos e procedimentos estabelecidos na documentação do Sistema da NF-e. 3º A Secretaria de Estado de Fazenda, responsável pelo recebimento do registro do evento, deve transmiti-lo para o Ambiente Nacional da NF-e, a partir do qual deve ser distribuído para os destinatários especificados no art. 9º. ( 3º acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) 4º Os eventos devem ser exibidos na consulta definida no art. 18, conjuntamente com a NF-e a que se referem. ( 4º acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) Art. 18-B. O registro de eventos é de uso facultativo pelos agentes mencionados no 2º do art. 18-A, sendo obrigatório nos seguintes casos, para: (Art. 18-B acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) I - registrar uma Carta de Correção Eletrônica de NF-e; II - efetuar o cancelamento de NF-e; III - registrar as situações descritas nos incisos IV, V, VI e VII do 1º do art. 18-A, em conformidade com os 1º e 2º. (Inciso III: nova redação dada pelo Decreto nº /13. Efeitos desde 1º ) Redação anterior dada pelo Decreto nº /12. Efeitos de 1º até III - registrar as situações descritas nos incisos IV, V, VI e VII do 1º do art. 18-A, em conformidade com o parágrafo único. 1º Além do disposto nos demais incisos do caput deste artigo, é obrigatório o registro, pelo destinatário, nos termos do Manual de Orientação do Contribuinte, das situações de que trata o inciso III, para toda a NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis, nos casos de circulação de mercadoria destinada a: ( 1º: nova redação dada pelo Decreto nº /13. Efeitos desde 1º ) I - estabelecimentos distribuidores, a partir de 1º de março de 2013; II - postos de combustíveis e transportadores e revendedores retalhistas, a partir de 1º de julho de º O registro das situações de que trata o 1º deste artigo deve ser realizado nos prazos constantes no Anexo II do Ajuste SINIEF 07/05, contados da data de autorização de uso da NF-e. ( 2º: nova redação dada pelo Decreto nº /13. Efeitos desde 1º ) Redação anterior dada pelo Decreto nº /12. Efeitos de 1º até Parágrafo único. A obrigatoriedade de registro de eventos, de que trata o inciso III do caput, deve ser 17 de :25

18 exigido nas entradas de mercadorias constantes em NF-e que exija o preenchimento do Grupo Detalhamento Específico de Combustíveis, conforme disposto no Manual de Orientação do Contribuinte, para: I - estabelecimentos distribuidores, a partir de 1º de março de 2013; II - postos de combustíveis e transportadores e revendedores retalhistas, a partir de 1º de julho de Art. 18-C. A Secretaria de Estado de Fazenda e as demais unidades federadas, envolvidas na operação ou na prestação, podem exigir do destinatário as seguintes informações relativas à confirmação da operação ou prestação descrita na NF-e, utilizando-se do registro dos respectivos eventos definidos no art. 18-A: (Art. 18-C acrescentado pelo Decreto nº /12. Efeitos desde 1º ) I - confirmação do recebimento da mercadoria ou da prestação documentada por NF-e, utilizando o evento Confirmação da Operação ; II - confirmação de recebimento da NF-e, nos casos em que não houver mercadoria ou prestação documentada utilizando o evento Confirmação da Operação ; III - declaração do não recebimento da mercadoria ou da prestação documentada por NF-e utilizando o evento Operação não Realizada. Seção VII Do Formulário de Segurança Art. 19. Nas hipóteses de utilização de formulário de segurança para a impressão de DANFE previstas neste Subanexo: I - as características do formulário de segurança devem atender ao disposto nas cláusulas segunda e terceira do Convênio ICMS 96/09; (Nova redação do inciso I dada pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) Redação original do inciso I vigente até I as características do formulário de segurança devem atender ao disposto na cláusula segunda do convênio ICMS 58/95; II - devem ser observadas as cláusulas oitava e décima do Convênio ICMS 96/09 para a aquisição do formulário de segurança, dispensando-se as exigências da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) e de Regime Especial; (Nova redação do inciso II dada pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) Redação original do inciso II vigente até II devem ser observados os parágrafos 3º, 4º, 6º, 7º e 8º da cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, para a aquisição do formulário de segurança, dispensando-se a exigência da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) e a exigência de Regime Especial; III - não pode ser impressa a expressão "Nota Fiscal", devendo, em seu lugar, constar a expressão "DANFE". 1º Fica vedada a utilização de formulário de segurança adquirido na forma deste artigo para outra destinação que não a prevista no caput. 2º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deve observar as disposições da cláusula quinta, do 2º da cláusula sexta, da cláusula nona e do 1º da cláusula décima segunda do Convênio ICMS 96/09. (Nova redação do 2º dada pelo Decreto nº /12. Efeitos a partir de ) Redação original do 2º vigente até º O fabricante do formulário de segurança de que trata o caput deve observar as disposições das cláusulas quarta e quinta do Convênio 58/95. 3º Até 30 de junho de 2010 pode ser deferido o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança - PAFS - de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, de 30 de junho de 1995, quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE, sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. (Nova redação dada pelo Decreto nº /09. Efeitos a partir de ) Redação anterior. Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos de a º A partir de 1º de março de 2009, não será mais 18 de :25

19 deferido o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança PAFS, de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, de 30 de junho de 1995, para a impressão de DANFE, podendo os contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. Redação anterior dada pelo Decreto nº /09. Efeitos de a A partir de 1º de janeiro de 2010 não será mais deferido o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança - PAFS - de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS 58/95, de 30 de junho de 1995, quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE, sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque. Seção VIII Das Entradas Decorrentes de Operações Internas Realizadas por Produtores (Acrescentada pelo Decreto nº /10. Efeitos a partir de ) Art. 19-A. Nas entradas decorrentes de operações internas realizadas por produtores, o emitente da NF-e deve, para efeito de comprovação do recebimento dos respectivos produtos, fornecer ao remetente um dos seguintes documentos: I - o DANFE; II - uma via impressa da NF-e. Parágrafo único. Em substituição aos documentos previstos nos incisos I e II deste artigo, pode ser informada a chave numérica de acesso da NF-e, na Internet. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20. Aplicam-se à NF-e, no que couber, as normas do Convênio SINIEF S/Nº, de 15 de dezembro de º As NF-es canceladas, denegadas e os números inutilizados devem ser escriturados, sem valores monetários, de acordo com a legislação tributária vigente. 2º Nos casos em que o remetente esteja obrigado à emissão da NF-e, é vedada ao destinatário a aceitação de qualquer outro documento em sua substituição, exceto nos casos previstos na legislação estadual. 3º As NF-e que, nos termos do inciso II do 3º do art. 5º, forem diferenciadas somente pelo ambiente de autorização deverão ser regularmente escrituradas nos termos da legislação vigente, acrescentando-se informação explicando as razões para esta ocorrência. (Acrescentado pelo Decreto nº /11. Efeitos desde ) Art. 21. Nas operações interestaduais de mercadoria ou relativas ao comércio exterior, a NF-e fica sujeita ao registro de passagem eletrônico em sistema instituído por meio do Protocolo ICMS 10/03. Parágrafo único. O registro de que trata este artigo deve ficar disponível às unidades federadas de origem e de destino das mercadorias, bem como às unidades federadas de passagem. Art. 21-A. A Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, observadas as seguintes formalidades: (Acrescentado pelo Decreto nº /08. Efeitos desde Nova redação do caput dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) Redação anterior do caput vigente até Art. 21-A. A Declaração Prévia de Emissão em Contingência DPEC (NF-e) deve ser gerada com base em leiaute estabelecido em Ato COTEPE, observadas as seguintes formalidades: I - o arquivo digital da DPEC deve ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language); II - a transmissão do arquivo digital da DPEC deve ser efetuada via Internet; 19 de :25

20 III - a DPEC deve ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. 1º O arquivo da DPEC deve conter informações sobre NF-e e conter, no mínimo: I a identificação do emitente; II informações das NF-e emitidas, contendo, no mínimo, para cada NF-e: a) chave de Acesso; b) CNPJ ou CPF do destinatário; c) unidade federada de localização do destinatário; d) valor da NF-e; e) valor do ICMS; f) valor do ICMS retido por substituição tributária. 2º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC, a Receita Federal do Brasil analisará: (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) I - o credenciamento do emitente para emissão de NF-e; II - a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC; III - a integridade do arquivo digital da DPEC; IV - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte ; V - outras validações previstas no Manual de Integração - Contribuinte. Redação anterior vigente até º Recebida a transmissão do arquivo da DPEC, a Receita Federal do Brasil deve analisar: I - a regularidade fiscal do emitente; II - o credenciamento do emitente, para emissão de NF-e; III - a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC; IV - a integridade do arquivo digital da DPEC; V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido em Ato COTEPE; VI outras validações previstas em Ato COTEPE. 3º Do resultado da análise, a Receita Federal do Brasil deve cientificar o emitente: I - da rejeição do arquivo da DPEC, em virtude de: (Nova redação dada pelo Decreto nº /10. Efeitos desde 1º ) a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC. Redação anterior vigente até I - da rejeição do arquivo da DPEC, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) irregularidade fiscal do emitente; 20 de :25

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