ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS: UM MAPEAMENTO HISTÓRICO NO BRASIL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS: UM MAPEAMENTO HISTÓRICO NO BRASIL"

Transcrição

1 ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS: UM MAPEAMENTO HISTÓRICO NO BRASIL Jociane Martins Pedroso Bolsista CNPq/PIBIC Vilma Braga Maschio PIBIC Edaguimar Orquizas Viriato Orientadora Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) O trabalho que apresentamos articula-se ao projeto de pesquisa intitulado Políticas educacionais no contexto público não-estatal, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Gestão Escolar (GPGE). Especificamente esta pesquisa de iniciação cientifica tem por objetivo resgatar na história do Brasil, particularmente no regime militar, na nova república (pós-ditadura militar) e nos anos noventa, as organizações não governamentais (ONGs) cadastradas na Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG) vinculadas à educação. Temos evidenciado que estas organizações possuíam um caráter reivindicatório junto ao Estado e a partir dos anos noventa estas passam a ter diferentes ações, distanciando-se dos movimentos sociais, estabelecendo parcerias com o governo e assumindo um caráter assistencialista. Isto de certa forma distancia-se das pressões iniciais das ONGs, além de esbarrar na própria definição de ONG. De modo geral, qualquer instituição de direito privado, sem fins lucrativos, com finalidades sociais, podem se autodenominar de ONG, pois, desta forma se desresponsabiliza de alguns deveres legais previstos no Código Civil das Fundações e Sociedade Civil, além de possuir privilégios na obtenção de recursos estatal. Palavras-chave: ONGs, Estado, Público, Privado O trabalho que ora apresentamos articula-se ao projeto de pesquisa intitulado Políticas educacionais no contexto público não-estatal que está sendo desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Gestão Escolar (Gpge), na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus de Cascavel. Especificamente o presente trabalho de iniciação científica tem por objetivo resgatar na história do Brasil,

2 particularmente no regime militar, na nova república (pós-ditadura militar) e nos anos noventa, as Organizações Não Governamentais (ONGs) cadastradas na Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG) vinculadas à educação. Para cumprir com este objetivo, realizamos um mapeamento histórico do amparo legal das ONGs, de seu financiamento e de suas ações, caracterizando, assim, a identidade destas organizações. O referencial teórico que tem fundamentado o trabalho gira em torno do conceito do terceiro setor, do público, do privado e do público não-estatal. Na ABONG estão cadastradas 106 ONGs na área de Educação. Estas ONGs têm como objetivo integrar as chamadas minorias à sociedade, através de projetos educativos, como alfabetização, esporte, artes, assistência jurídica, capacitação profissional, prevenção e assistência médica. Quanto aos recursos destes projetos, em sua maioria provém dos governos federal, estadual e municipal, de agencias internacionais, empresas privadas e vendas de produtos próprios. As Organizações Não Governamentais fazem parte do chamado Terceiro Setor e no Brasil o crescimento quantitativo e propagandístico nos setores de telecomunicações sobre as ações, funções e compromissos sociais que este setor assume, inclusive na educação, carece de estudos, principalmente frente ao processo de redefinição do papel do Estado. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Superior de Estudos da Religião (ISER) em parceria com a Johns Hopkins University, existem no país cerca de 220 mil instituições beneficentes sem fins lucrativos, que congregam 10 milhões de voluntários e prestam atendimento a aproximadamente 40 milhões de pessoas, ou seja, ¼ da população brasileira. Entretanto, embora o Terceiro Setor vem assumindo a prestação de serviços sociais outrora emanados do Estado, há, ainda, diversidade quanto à sua definição conceitual. Segundo Gohn, 2001, nos Estados Unidos este termo refere-se às associações voluntárias, assim como sem fins lucrativos e na Inglaterra o Terceiro setor vem da tradição chríties, a caridade, referindo-se à memória religiosa ou o termo filantropia noção um pouco mais moderna (p.74).

3 De modo geral, considera-se que o Terceiro Setor reúne as instituições que representam as sociedades civis, voltadas para atender o interesse público, entre estas, estão as associações, fundações, entidades religiosas ou não, centros, empresas cidadãs, filantrópicas, institutos, e as Organizações Não Governamentais (ONGs). Se tomarmos como referência a afirmação de Coutinho, 2003, ao colocar que as ONGs criadas na década de noventa entraram na lógica da colaboração com o governo e cada vez mais se aproximam do terceiro setor (p.02), compreenderemos a razão dos movimentos reivindicatórios não serem considerados integrantes do Terceiro Setor, ou seja, estes não atendem a função que tem sido atribuída ao terceiro setor : encobrir a desresponsabilização do Estado com relação ao público, e de despolitização da sociedade civil, tendo em vista que estes movimentos lutam para que o Estado se responsabilize com o que é seu dever. Como o Estado (primeiro setor) esta sendo redefinido, e não é papel e interesse do mercado (segundo setor) a não ser que lhe seja lucrativo, pela isenção de impostos ou como estratégia de marketing, põe-se para esta sociedade civil uma via alternativa não-estatal e não mercantil, ou seja, o Terceiro Setor, para que este atue no social. No entanto, não é pela ineficiência do Estado em ser promotor de justiça social, mas pelo modelo político e econômico que este assumiu de não priorizar o social. Isso faz com que se busque alternativa para amenizar as conseqüências da pobreza, e esta alternativa seria o Terceiro Setor. O estudo tem evidenciado que as ações das ONGs nos períodos das décadas de setenta e oitenta estavam voltadas as lutas e reivindicações sociais. A partir dos anos noventa, estas passam a ter diferentes ações, distanciando-se dos movimentos sociais, estabelecendo parcerias com o governo e assumindo um caráter substitutivo às políticas do Estado. Isto de certa forma distancia-se das pressões iniciais das ONGs, esbarra na própria definição de ONG bem como contribui com a redefinição do papel do Estado. O termo Organização Não Governamental (ONG) foi criado em 1940 e inicialmente estava fortemente associado às Organizações das Nações Unidas (ONU), que designava entidades que não eram do governo e com atuação no público. A expressão ONG teria surgido na literatura acadêmica brasileira, pela primeira vez, em

4 meados da década de 80, denominada então organizações não-governamentais sem fins lucrativos, visando a definir as organizações privadas que desenvolviam projetos de promoção social em comunidades carentes. Temos constatado que hoje há distorções quanto ao conceito de ONG. De modo geral, qualquer instituição de direito privado, sem fins lucrativos, com finalidades sociais, podem autodenominar-se de ONG. Ao constituir-se enquanto ONG a instituição obtém alguns privilégios, tais como isenção de alguns deveres legais previstos no Código Civil das Fundações e Sociedade Civil, tais como adoção de prática de gestão administrativa para tentar coibir, individual ou coletivamente vantagens de benefícios nos processos decisórios, constituição de conselho fiscal, em caso de dissolução da entidade os bens devem ser repassados para uma outra entidade com os mesmos objetivos, entre outros. Normas estas que uma ONG ao se qualificar como OCIP Organização Civil de Interesse Público precisa cumprir. Sem a qualificação no Novo Código a ONG também tem a possibilidade de obter recursos estatais, porém não são obrigadas a prestar contas. Como OCIP as entidades devem estar enquadrados nos princípios de contabilidade e das normas brasileiras de contabilidade, os relatórios das atividades e demonstrativos financeiros devem ser publicado e estarem ao acesso de qualquer cidadão, devem ser realizadas, se necessário, auditorias por auditores internos e externos, todos os bens e recursos de origem pública devem passar por prestação de contas. Podemos observar que as ONGs que tem sua origem na Ditadura Militar, em sua maioria, lutam por direitos, assim como os movimentos sociais. Constatamos nos relatórios destas, as expressões, lutar pela democracia, cidadania, pelos excluídos, denotando que estas organizações acreditavam que atuando na educação, poderiam contribuir para a diminuição da pobreza, e das desigualdades sociais, época esta que obtinham mais recursos internacionais e podiam ter maior autonomia de decisão quanto a área de atuação dos seus projetos, podendo entrar em debate com o Estado exigindo deste maior empenho nas políticas sociais. No período da Nova República, este caráter continua, mas aparecem ONGs com características diferentes. Devido à dificuldade de financiamento exterior, algumas destas ONGs adaptam-se ao perfil das agencias financiadoras estatais, fazem parcerias

5 com o Estado, deixando assim de cobrar deste, para que assuma a manutenção do social, passando elas próprias a atuar no social de forma assistencialista. Em decorrência da mobilização pela democratização do país na Nova República, um grande número de pessoas, percebiam na ONGs a possibilidade de participação nas políticas sociais, acreditando que as Organizações não Governamentais seriam um espaço de luta pela democracia e diminuição das desigualdades. O Centro de Atividades Comunitárias de São João de Meriti (CAC), uma das ONGs cadastradas na ABONG, por exemplo, tem sua fundação no ano de Ao descrever sua missão afirma que embora nascida no bojo do movimento social, suas ações não se limitam ao plano das reivindicações, pois desde sua origem, diferentemente de outras instituições, esta vem desenvolvendo experiências concretas, numa perspectiva para a melhoria da qualidade dos serviços públicos, entre estes a educação. Mas as ONGs não são as únicas a mudarem sua forma de atuação. No âmbito educacional, por exemplo, na década de oitenta, os conselhos escolares, os Grêmios estudantis, os sindicatos, tinham características de lutar por direitos, hoje o que se percebe são os sindicatos fazendo convênios com empresas privadas, em vez de lutarem por melhores condições de trabalho, desprovidos de qualquer viés políticos, resultaram às APMs cobrar taxas dos pais, fazer festas, em vez de lutarem para manter a escola pública com qualidade. Entendemos que a dificuldade de financiamento contribui para que estas instituições mudem a maneira de atuação, adequando-se à lógica do mercado. Nos anos noventa, as ONGs que surgem têm características ainda mais distintas, da dos outros períodos, passam elas mesmas a buscarem alternativas para resolver determinado problema (muitas vezes de determinado local). Como foi dito, com a dificuldade de se obter financiamento, estas organizações precisam se adaptar às agencias financiadoras, fazem parcerias com os governos e suas ações passam a ser mais assistencialistas, o que beneficia o Estado, mas distanciam-se das características iniciais das Organizações Não Governamentais, pois a partir do momento que subsistem com financiamentos estatais deveriam ser redefinidas e renomeadas,

6 deveriam deixar de ser Não Governamentais e passar a ser entidades governamentais, atitudes que deveria partir dos responsáveis pelas ONGs não qualificadas como OCIPs. O caráter de luta contra a desigualdade social, que seriam as primeiras reivindicações das ONGs, hoje praticamente inexiste, em decorrências da falta de recursos internacionais, o que levou as entidades a buscarem financiamentos estatais, e para consegui-los precisaram se adaptar as exigências das agencias financiadoras que dão prioridades para os projetos caritativos. Como foi dito anteriormente, uma das entidades do chamado Terceiro Setor é as Organizações não Governamentais (ONGs). Poder-se-ia concluir que nãogovernamental é tudo o que não é governamental. Ou, de outro ângulo, afirmar: entidade que usa recurso público é governamental ; se o recurso utilizado é privado, então a entidade é não-governamental. Ora, nem sempre as esferas públicas e privadas se acham bem delineadas. No campo da legalidade, existem organizações públicas que atuam na economia como se fossem privadas; e organizações privadas cujo resultado de sua ação é de interesse público. Se antes, muitas delas lutavam contra o Estado para que este financiasse as políticas públicas, nos anos noventa as ONGs fazem parcerias, convênios no sentido de assistência, promovem projetos de alfabetização, trabalhando com artes, esportes, informática, promovendo cursos de capacitação para o mercado de trabalho e também é grande o número de ONGs que dão assistência a outras ONGs, prestando assistência jurídica, cursos de gestão, treinamento de voluntários, apoio técnico e financeiro. Outro tipo de Organizações não Governamentais que vem crescendo nos anos noventa são as chamadas empresas cidadãs em que grupos de empresários e associados de empresários, como a conhecida Fundação Abrinq, o Instituto Ethos, que congrega várias e diversificadas empresas, a Associação Viva o Centro, liderada pelo Bankboston, e varias fundações empresariais empreendem uma vasta discussão e ações que tentam privatizar e filantropizar o que antes era objeto de políticas sociais públicas (Oliveira, 2000, p.38). Além de estas empresas receberem descontos de

7 impostos, pelo fato de atuarem no social, estas organizações também podem ser usadas como estratégias de Marketing para a empresa. Ao longo da década de noventa, com a proliferação de fundações e associações sem fins lucrativos, evidenciando novos perfis e perspectivas de atuação, e, ao mesmo tempo, um considerável arsenal de intervenção e transformação no campo social, mediante um volume crescente de parcerias onerosas com o Poder Público, impôs-se à necessidade de alterar as formas jurídico-associativas clássicas, o que veio materializar-se na edição da Lei nº 9.790/99 mais conhecida como lei do Terceiro Setor, que trata da qualificação de pessoas jurídicas de direito privado como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Estas são ONGs qualificadas e cadastradas pelo Ministério da Justiça, de tal modo que essas ONGs se tornaram aptas a celebrar Termos de Parceria, condição necessária para recepção de dinheiros públicos. Porém, a não obrigatoriedade de se qualificar como OSCIP, levou a grande maioria à não se qualificar, pois se isenta de alguns deveres legais previstos no Código Civil das Fundações e Sociedade Civil, além de possuir privilégios na obtenção de recursos estatais. E também não é exigida a prestação de contas do uso do dinheiro público. O fato é que não há possibilidade de se atribuir um tratamento jurídico homogêneo e específico para esses importantes componentes do chamado Terceiro Setor, entre eles as organizações não-governamentais. Nem toda ONG é OSCIP, por isso, a maioria absoluta das ONGs está fora do tratamento jurídico que é dado as OSCIPs. Veja-se que, segundo dados de 14/11/2002, do Ministério da Justiça, apenas ONGs estão qualificadas como OSCIP. Antes desta lei, existiam dois formatos institucionais para criação de uma organização sem fins lucrativos: fundação privada e associação civil sem fins lucrativos. As fundações têm seu lastro em um patrimônio ou acervo de bens, enquanto uma associação se origina da vontade de um grupo de pessoas unidas em face de um objetivo ou de uma causa comum. Portanto, a tese que deveria prevalecer é que somente as ONGs qualificadas como OSCIPs poderiam receber recursos públicos. Mas tudo leva a crer que a maioria esmagadora das ONGs evita qualificar-se como OSCIP para poder continuar a beneficiar-se do mecanismo, que hoje prevalece, pelo qual o Poder Público distribui recursos a essas organizações por meio de convênios, sem

8 recorrer a edital público para selecionar os melhores projetos. Em função de uma duvidosa concepção doutrinária do Direito Brasileiro, dá-se uma espécie de ação entre amigos entre o Poder Público e algumas ONGs que sequer possuem sede ou endereço certo, e conseguem viabilizar emendas orçamentárias, recebendo abundantes recursos financeiros do erário público e aprovam prestações de contas sumárias junto ao órgão repassador. Nos três períodos apresentados aparecem organizações com caráter assistencialista, entretanto, na década de setenta, sua maioria era reivindicatória. As agências financiadoras a partir dos anos noventa, priorizam os projetos caritativos, fazendo com que as ONGs que lutam por direitos pela falta de financiamento deixem de existir, busquem recursos próprios ou mudem suas ações. Nestes três momentos históricos (com exceção das empresas cidadãs, que buscam o lucro, e de outras ONGs ditas corruptas), tem-se uma visão redentora também das ONGs, como um mecanismo que tem a missão de lutar e promover uma sociedade mais justa e com maior eqüidade social. Entendemos que os objetivos das ONGs é este, mas sem perceber, que estas atividades que promovem, além de serem paliativas não atinge a sociedade como um todo, encobrem a desresponsabilização do Estado com relação ao público e dificultam a mobilização da sociedade civil contra a precarização e o desmonte das políticas sociais.

9 REFERÊNCIAS ABONG-Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais. ONGs Identidade e desafios atuais. In: Cadernos da ABONG n 27, maio /2000.São Paulo: Autores Associados, 2000 OLIVEIRA, F. Brasil: Da Pobreza da Inflação para a Inflação da Pobreza. In Cadernos da ABONG, n 27, maio /2000. São Paulo: Autores Associados, 2000 COUTINHO, J. A. Organizações Não Governamentais:o que se oculta não? Disponível em acesso em 26 de Agosto de 2003 GOHN, M. da G. Educação não-formal e cultura política: impacto sobre o assistencialismo do terceiro setor. São Paulo: Cortez, 1999.Os Sem-terra, ONGs e cidadania. São Paulo: Cortez, 2002 Lei nº de maio de Disponível em _03/Leis/L9790htm.acesso em 17 de abril de MONTAÑO, Carlos. Terceiro Setor e questão social: Crítica ao padrão emergente de intervenção social. São Paulo: Cortez, 2002 PINTO, M. Relatório Final da CPI das ONGs disponível em acesso em 17 de abril de 2003.

10

Escola de Formação Política Miguel Arraes

Escola de Formação Política Miguel Arraes Escola de Formação Política Miguel Arraes Curso de Atualização e Capacitação Sobre Formulação e Gestão de Políticas Públicas Módulo III Gestão das Políticas Públicas Aula 5 Parcerias na gestão e execução

Leia mais

Organizações formadas pela sociedade civil, sem fins lucrativos, constituído formal e autonomamente; Caracterizam-se por ações de solidariedade no

Organizações formadas pela sociedade civil, sem fins lucrativos, constituído formal e autonomamente; Caracterizam-se por ações de solidariedade no Organizações formadas pela sociedade civil, sem fins lucrativos, constituído formal e autonomamente; Caracterizam-se por ações de solidariedade no campo das políticas públicas e pelo legítimo exercício

Leia mais

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP

Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP Diretoria Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. www.iaap.org.br Lorena-SP O Terceiro Setor no Brasil Sumário: Histórico e Legislação Bandeira: a figura da Filantropia (do

Leia mais

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR

SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR SETOR PÚBLICO, SETOR PRIVADO E TERCEIRO SETOR Consiste na forma como as diferentes Pessoas Jurídicas atuam no desenvolvimento de atividades econômicas e sociais no âmbito da sociedade. De acordo com o

Leia mais

LISTA DE CONFERÊNCIA DOS REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP

LISTA DE CONFERÊNCIA DOS REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP LISTA DE CONFERÊNCIA DOS REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP I DOCUMENTAÇÃO: Checar se, de acordo com o artigo 5º, da Lei n.º 9.790/99, o requerimento de qualificação como OSCIP (Modelo II) está acompanhado

Leia mais

AS ENTIDADES NÃO GOVERNAMENTAIS E O ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE: A EXPERIÊNCIA DO GAFAM/AE

AS ENTIDADES NÃO GOVERNAMENTAIS E O ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE: A EXPERIÊNCIA DO GAFAM/AE AS ENTIDADES NÃO GOVERNAMENTAIS E O ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE: A EXPERIÊNCIA DO GAFAM/AE Amália Madureira Paschoal Anna Débora Fritzen Marcante Jaqueline Nadir da Silva Patrícia Ortigosa Chaves

Leia mais

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins)

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) CÂMARA DOS DEPUTADOS *PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) Dispõe sobre o patrimônio público digital institucional inserido na rede mundial de computadores e dá outras providências.

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade

Universidade Livre para a Eficiência Humana. Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade Universidade Livre para a Eficiência Humana Desenvolver e valorizar o ser humano nas empresas e sociedade MISSÃO Realizar ações inovadoras de inclusão social no mundo do trabalho, por meio do desenvolvimento

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS OBJETIVO 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registro dos componentes e variações

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior Administração Pública Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 A seguir veremos: Novas Modalidades de Administração no Brasil; Organização da Administração Pública; Desafios da Administração Pública.

Leia mais

ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL. Um novo setor/ator da sociedade

ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL. Um novo setor/ator da sociedade ORGANIZAÇÕES DA SOCIDEDADE CIVIL NO BRASIL Um novo setor/ator da sociedade Emergência da Sociedade Civil Organizada I fase Séculos XVIII e XIX Entidades Assistenciais tradicionais Confessionais Mandato

Leia mais

ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA. Como criar ou adequar a sua

ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA. Como criar ou adequar a sua ENTIDADES DE UTILIDADE PÚBLICA Como criar ou adequar a sua A presente publicação é dirigida às pessoas que desejam ir além de suas obrigações e deveres individuais, para trabalharem por questões de interesse

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 1. Patrocínios 1.1 Patrocínio a Eventos e Publicações Data limite: 60 dias de antecedência da data de início do evento

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

GESTÃO SOCIAL NA LÓGICA DA SOCIEDADE CIVIL. Profa. Sandra Silveira

GESTÃO SOCIAL NA LÓGICA DA SOCIEDADE CIVIL. Profa. Sandra Silveira GESTÃO SOCIAL NA LÓGICA DA SOCIEDADE CIVIL Profa. Sandra Silveira Conceitos - chaves Sociedade Civil Para Gramsc (1978), é constituída pelo conjunto de organizações responsáveis pela elaboração/difusão

Leia mais

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL

INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL INCENTIVOS FISCAIS, UMA VISÃO GERAL Danilo Brandani Tiisel danilo@socialprofit.com.br MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS Características da Atividade Atividade planejada e complexa: envolve marketing, comunicação,

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

SISTEMA PARA GESTÃO DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS

SISTEMA PARA GESTÃO DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS SISTEMA PARA GESTÃO DE ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS Sachia F. Ghignatti 1 Tereza E. Steffen 1 Fabiano Turchetto 2 Abstract. This article approaches the study of carried through case to identify the necessities

Leia mais

Guia para Boas Práticas

Guia para Boas Práticas Responsabilidade Social Guia para Boas Práticas O destino certo para seu imposto Leis de Incentivo Fiscal As Leis de Incentivo Fiscal são fruto da renúncia fiscal das autoridades públicas federais, estaduais

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello No dia 30 de novembro de 2009 foi publicado no Diário Oficial

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS Artigo 1º O Centro de Referência em Informação Ambiental com sede e foro na cidade de Campinas na Avenida Romeu Tortima 388, Cidade Universitária, é uma sociedade

Leia mais

EDITAL 08/2015-DF DE CONVOCAÇÃO DAS ENTIDADES RESOLVE:

EDITAL 08/2015-DF DE CONVOCAÇÃO DAS ENTIDADES RESOLVE: EDITAL 08/2015-DF DE CONVOCAÇÃO DAS ENTIDADES O Doutor Rhamice Ibrahim Ali Ahmad Abdallah - MM. Juiz de Direito e Diretor do Foro da Comarca de Rondonópolis, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições

Leia mais

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Luís Madureira Pires Lisboa, 22 de março de 2013 Enquadramento > O Mecanismo Financeiro EEE (MF/EEE) Desde a assinatura do acordo do Espaço

Leia mais

ORGANIZAÇÕES DO 3º SETOR

ORGANIZAÇÕES DO 3º SETOR CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES ASSOCIADAS DE ENSINO São João da Boa Vista Mestrado Acadêmico em Desenvolvimento Sustentável ORGANIZAÇÕES DO 3º SETOR ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (O.S.) Titulação de ORGANIZAÇÃO

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

Breve análise acerca das Instituições Comunitárias de Educação Superior

Breve análise acerca das Instituições Comunitárias de Educação Superior Breve análise acerca das Instituições Comunitárias de Educação Superior Kildare Araújo Meira Advogado sócio da Covac Sociedade de Advogados, Pós Graduado em Direito Processual Civil pelo Instituto Brasiliense

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização

O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização O desenvolvimento do Terceiro Setor e a profissionalização Cristiane dos Santos Schleiniger * Lise Mari Nitsche Ortiz * O Terceiro Setor é o setor da sociedade que emprega aproximadamente 1 milhão de pessoas.

Leia mais

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil MICROFINANÇAS Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

Leia mais

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO

NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Maio 2005 NOVA ATITUDE SOCIAL PARA A SUSTENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO Uma empresa cidadã tem direitos e deveres, assim como qualquer indivíduo. Trata-se de uma consciência crítica que nasce a partir do respeito

Leia mais

As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos:

As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos: As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos: Inconstitucionalidade e afronta aos Direitos Sociais Maria Valéria Costa Correia Profa. Drª da Faculdade de Serviço Social/UFAL

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES

DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DE ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES FERNANDES, Cristoferson Allison 1 REZENDE, Isabelle Carlos Campos 2 SAEGER, Márcia

Leia mais

Metodologia. Quais são as informações disponíveis?

Metodologia. Quais são as informações disponíveis? Metodologia O que é o Mapa das OSCs? Este portal é resultado de parceria entre a Secretaria Geral da Presidência da República, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02. adm.patricio@yahoo.com.br. Material 1-1º Bimestre

PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02. adm.patricio@yahoo.com.br. Material 1-1º Bimestre CURSO: Administração TURMA: 7 Período DISCIPLINA: Gestão do 3º Setor CARGA HORÁRIA: 36 HORAS PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02 adm.patricio@yahoo.com.br Material 1-1º Bimestre As

Leia mais

ÍNDICE INSTITUIÇÃO TÍPICA DO TERCEIRO SETOR DE BELO HORIZONTE...1. 1. A Instituição Típica do Terceiro Setor por Principal Área de Atividade...

ÍNDICE INSTITUIÇÃO TÍPICA DO TERCEIRO SETOR DE BELO HORIZONTE...1. 1. A Instituição Típica do Terceiro Setor por Principal Área de Atividade... ÍNDICE INSTITUIÇÃO TÍPICA DO TERCEIRO SETOR DE BELO HORIZONTE...1 1. A Instituição Típica do Terceiro Setor por Principal Área de Atividade...5 A Instituição Típica da Área de Cultura...5 A Instituição

Leia mais

"Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq

Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento. Maria da Glória Gohn UNICAMP/CNPq "Movimentos Sociais e Políticas Públicas na Interface com o Campo de Conhecimento UNICAMP/CNPq AGENDA Redes- Conceitos e Tipos Pressupostos Formas de Organização da Ação Coletiva na Sociedade Brasileira

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

InfoReggae - Edição 33 Panorama das ONGs no Brasil 25 de abril de 2014. Coordenador Executivo José Júnior. Coordenador Editorial Marcelo Reis Garcia

InfoReggae - Edição 33 Panorama das ONGs no Brasil 25 de abril de 2014. Coordenador Executivo José Júnior. Coordenador Editorial Marcelo Reis Garcia O Grupo Cultural AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens das camadas populares.

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau

PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau XII CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE PROTEÇÃO DOS BENS AMBIENTAIS: PELA CRIAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE (OME). Brasília, 20/04/2012 Sandra Cureau FUNDAMENTOS

Leia mais

Introdução ao Terceiro Setor - Características e desafios das organizações. Rafael Vargas Lara Gestor de Projetos Sociais Empreendedor Social

Introdução ao Terceiro Setor - Características e desafios das organizações. Rafael Vargas Lara Gestor de Projetos Sociais Empreendedor Social Introdução ao Terceiro Setor - Características e desafios das organizações Rafael Vargas Lara Gestor de Projetos Sociais Empreendedor Social Terceiro Setor É uma terminologia sociológica que dá significado

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 70 A ONG brasileira está em crise? 06 de fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

Bye Bye Brasil. Olá Brasil? Cenários Articulação D3 Pesquisa de conjuntura

Bye Bye Brasil. Olá Brasil? Cenários Articulação D3 Pesquisa de conjuntura Bye Bye Brasil ou Olá Brasil? Cenários Articulação D3 Pesquisa de conjuntura Cenário Anunciado das agências internacionais - 3R Redução investimento Estrutura Equipe Reorientação Estratégia Prioridades

Leia mais

Relatório Anual. Instituto Voluntários em Ação. Instituto Voluntários em Ação

Relatório Anual. Instituto Voluntários em Ação. Instituto Voluntários em Ação Resumo da ONG O é uma organização não governamental sem fins lucrativos que objetiva a difusão da cultura do voluntariado. Realiza suas atividades através do Portal Voluntários OnLine onde oportuniza o

Leia mais

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente.

ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. ITG 2002: Os principais desafios na implementação das novas práticas na visão da Auditoria Independente. Evelyse Amorim Lourival Amorim Florianópolis, 11 de novembro de 2014 ITG 2002 Introdução e Principais

Leia mais

Terceiro Setor, ONGs e Institutos

Terceiro Setor, ONGs e Institutos Terceiro Setor, ONGs e Institutos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais. Usualmente é chamado de

Leia mais

Apresentações Técnicas. ciclo de seminários NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS

Apresentações Técnicas. ciclo de seminários NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS Apresentações Técnicas ciclo de seminários NOVOS MODELOS ORGANIZACIONAIS Seminário IV Novos Modelos Organizacionais de Ciência e Tecnologia Apresentações Técnicas São Paulo, 2007 APRESENTAÇÃO A área de

Leia mais

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC QUEM SOMOS? INSTITUTO GESC - IGESC Fundação da AMBA, pelos alunos do primeiro curso de MBA. Serviços

Leia mais

Nova Lei de Filantropia

Nova Lei de Filantropia Nova Lei de Filantropia A nova Lei da Filantropia e seus aspectos preponderantes para a Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social Títulos Públicos Existentes (Federal) TÍTULOS Nº

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS

ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS ORIENTAÇÃO PARA CONSTITUIÇÃO DE COOPERATIVAS 1. BREVE HISTÓRICO O cooperativismo objetiva difundir os ideais em que se baseia, para atingir o pleno desenvolvimento financeiro, econômico e social de todas

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Convenção para a Salvaguarda do patrimônio Cultural Imaterial Assunto: Proteção do Patrimônio Cultural Imaterial Decreto: 5208 Entrada

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

Panorama da avaliação de programas e projetos sociais no Brasil. Martina Rillo Otero

Panorama da avaliação de programas e projetos sociais no Brasil. Martina Rillo Otero Panorama da avaliação de programas e projetos sociais no Brasil Martina Rillo Otero 1 Sumário Objetivos da pesquisa Metodologia Quem foram as organizações que responderam à pesquisa? O que elas pensam

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação.

No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Gestão e Sustentabilidade para o 3 Setor Orientações Técnicas CONCEITOS No Brasil as entidades de interesse social só podem se constituir juridicamente na forma de associação ou fundação. Pessoa Jurídica:

Leia mais

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal 1. Onde localizar os procedimentos para inscrição

Leia mais

- Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada -

- Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada - - Terceiro Setor e Sociedade Civil Organizada - 1 Terceiro Setor Denominação de um setor além governo e do privado/empresas. Define a atuação de organizações não estatais e sem fins lucrativos. Divisão

Leia mais

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 81 O Ajuste Fiscal e as ONGs 08 de maio de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Contabilidade das Entidades Sem Fins Lucrativos

Contabilidade das Entidades Sem Fins Lucrativos -Curso de Graduação em Ciências Contábeis - Disciplina: Contabilidade das Entidades Sem Fins Lucrativos Prof.. Clovis Grimaldo Couto Jr. clovis@grimaldo.com Cronograma Nº 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

Leia mais

Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000

Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000 Terceiro Setor - fator de confluência na ação social do ano 2000 Alceu Terra Nascimento O terceiro setor no Brasil, como categoria social, é uma "invenção" recente. Ele surge para identificar um conjunto

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP

ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP ESCLARECIMENTO SOBRE INCENTIVO FISCAL VIA LEI DA OSCIP O que é uma OSCIP Uma OSCIP está situada no Terceiro Setor (considerando-se que o Primeiro Setor é formado pelo Estado e o Segundo Setor pelo Mercado,

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

arlete.moraes@grupomarista.org.br Assessoria de Relações Institucionais 041-9685-2725

arlete.moraes@grupomarista.org.br Assessoria de Relações Institucionais 041-9685-2725 arlete.moraes@grupomarista.org.br Assessoria de Relações Institucionais 041-9685-2725 Sumário 1 Quantas e Quem são as entidades sem fins econômicos? 2 As doações internacionais; 3 Cenário sobre doações

Leia mais

CENTRO ARTÍSTICO CULTURAL BELÉM AMAZÔNIA

CENTRO ARTÍSTICO CULTURAL BELÉM AMAZÔNIA CENTRO ARTÍSTICO CULTURAL BELÉM AMAZÔNIA Entenda o significado do chamado Terceiro Setor Compreender a definição entre o primeiro, segundo e o chamado terceiro setor tem sido alvo de constantes discussões

Leia mais

PROGRAMA CRIANÇA ESPERANÇA PROCESSO SELETIVO 2011

PROGRAMA CRIANÇA ESPERANÇA PROCESSO SELETIVO 2011 PROGRAMA CRIANÇA ESPERANÇA PROCESSO SELETIVO 2011 Junho/2011 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. QUEM PODERÁ CONCORRER... 3 3. QUE TIPOS DE PROJETO PODERÃO SER APOIADOS... 4 4. QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO...

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL.

ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. ENGENHARIA E ARQUITETURA PÚBLICA UMA VISÃO SISTÊMICA DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL. 1- Apresentação A Constituição de 1988, denominada pelo saudoso Deputado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 027/2014 DE 25 DE ABRIL DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 027/2014 DE 25 DE ABRIL DE 2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 027/2014 DE 25

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DCH/ CAMPUS I-SALVADOR MARCELO MASCARENHAS MENEZES

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DCH/ CAMPUS I-SALVADOR MARCELO MASCARENHAS MENEZES UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DCH/ CAMPUS I-SALVADOR MARCELO MASCARENHAS MENEZES ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS: O perfil ideal do gestor de Organizações Não-Governamentais

Leia mais

GUERREIROS DA VILA: CONHECENDO UM POUCO O COTIDIANO DE UMA ONG EM MACEIÓ

GUERREIROS DA VILA: CONHECENDO UM POUCO O COTIDIANO DE UMA ONG EM MACEIÓ ISSN: 1981-3031 GUERREIROS DA VILA: CONHECENDO UM POUCO O COTIDIANO DE UMA ONG EM MACEIÓ Ana Cristina Santos Soares 1 Érika Thaline da Silva 2 Gilvanda de Souza Ferreira 3 RESUMO As reflexões suscitadas

Leia mais

GLOSSÁRIO DO TERCEIRO SETOR

GLOSSÁRIO DO TERCEIRO SETOR GLOSSÁRIO DO TERCEIRO SETOR (Fonte: artigo do Professor Mário Aquino Alves, da Fundação Getúlio Vargas) Quais são e o que significam os termos mais usados no Terceiro Setor A Altruísmo - "Amor ao próximo";

Leia mais

Manual do Padrinho. Projeto Adote um Município. Aperte enter para avançar

Manual do Padrinho. Projeto Adote um Município. Aperte enter para avançar Manual do Padrinho Projeto Adote um Município Aperte enter para avançar Caro Padrinho, Esse manual tem como objetivo passar orientações sobre o seu importante papel no âmbito do Projeto Adote um Município.

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

Gestão e Estrutura Organizacional

Gestão e Estrutura Organizacional Gestão e Estrutura Organizacional I. INTRODUÇÃO Eduardo Marcondes Filinto da Silva Secretário Executivo e Pesquisador FIPE Rafael Martín Delatorre Graduando em Administração pela FEA/USP Um dos fenômenos

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

TERCEIRO SETOR. Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado

TERCEIRO SETOR. Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado TERCEIRO SETOR Financiamento com recursos do orçamento público e ou do setor privado Modalidade de apoio e financiamento por parte do Estado ESPÉCIE Auxílios Contribuições Subvenções PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Leia mais

CONSTITUIÇÃO JURÍDICA DAS ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS

CONSTITUIÇÃO JURÍDICA DAS ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS CONSTITUIÇÃO JURÍDICA DAS ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS Ricardo Vanzin Silveira 1 1 INTRODUÇÃO O presente artigo tem por finalidade identificar de que maneira se dá a existência jurídica das Organizações

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS

CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS CAPTAÇÃO DE RECURSOS POR MEIO DE INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS Comissão de Direito do Terceiro Setor Danilo Brandani Tiisel danilo@socialprofit.com.br INCENTIVOS FISCAIS Contexto MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1

A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 A participação social em programas e projetos governamentais de regularização urbana e ambiental 1 Juliano Varela de Oliveira 2 Cada cidade possui suas peculiaridades referentes às condições de sobrevivência

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CARTILHA DO VOLUNTÁRIO

Leia mais

III PRÊMIO PARAÍBA ABRAÇA ODM

III PRÊMIO PARAÍBA ABRAÇA ODM III PRÊMIO PARAÍBA ABRAÇA ODM Faça parte desse abraço A Fundação Solidariedade ponto focal do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento,braço social do Sistema Correio de Comunicação, é uma Associação

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.312, DE 2003

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.312, DE 2003 COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 2.312, DE 2003 Dispõe sobre a criação do Cadastro Nacional das Organizações Não Governamentais. Autor: Comissão de Legislação

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL

PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL PROAC PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL Permite o apoio financeiro a projetos culturais credenciados pela Secretaria de Cultura de São Paulo, alcançando todo o estado. Segundo a Secretaria, o Proac visa a: Apoiar

Leia mais