Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. Lorena-SP

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1 Diretoria Francisco Chaves, Presidente Ibolyka Elizabeth, Diretora Executiva. Lorena-SP

2 O Terceiro Setor no Brasil Sumário: Histórico e Legislação

3 Bandeira: a figura da Filantropia (do grego humanitarismo). Ações Sociais Diversas: saúde, sanitária, habitacional, educação, conscientização, meio ambiente, sustentabilidade, etc. Movimentos Sociais da Sociedade Civil: associações, centros, fundações, institutos, etc.

4 Conceito: São ações sociais paralelas às do Estado e caracterizadas pela ausência de finalidade de lucro. Lei Nº 4.657/42 (Código Civil Brasileiro): Organizações destinadas a fins de interesse da sociedade, como as sociedades e fundações e obedecem à lei do Estado em que se constituem.

5 Terceiro Setor Foco no Balanço Social Valor Caridade Ensinar a Pescar Transformar o Indivíduo Tranformar a Sociedade Questionar o Modelo Econômico Social 0 Tempo

6 Ministério Público controla as ações das ONGs: Atividade fiscalizadora contínua para verificar o alcance de seus propósitos no Estatuto. Fortalecimento das ONGs: final do regime militar no Brasil. Ênfase às ações dirigidas à população: Questões de exclusão social, meio ambiente, etc.

7 Garantia da Execução da Ações Sociais correlacionadas às ONGs Internacionais (fundos) ações sociais no chamado terceiro mundo. A prestação de contas dentro das regras institucionais dos doadores de fundos sem preocupação com questões contábeis.

8 Década de 80: avanço considerável no papel das ONGs na sociedade brasileira - Questões específicas: racismo, pobreza, índios; - Questões especiais (meio ambiente): preservação de espécies, despoluição do ar, biodiversidade, áreas degradadas, etc.

9 Década de 90: surgem os fundos governamentais para apoio aos projetos sociais das ONGs. Marco (ECO-92): 92): o termo ONG se prolifera no Brasil. Auditoria contábil: as ONGs internacionais passam a exigir a auditoria como instrumento de certificação da aplicação dos recursos doados.

10 Crise financeira: as questões de miséria na África e no Leste Europeu as ONGs internacionais mudam o foco em termos de doações. Linha de Auto-sustentabilidade: capacitar os dirigentes de ONGs para a gestão institucional capitação de fundos e continuidade da missão.

11 Os recursos se diversificam: - fundos públicos; - investimentos de empresas; - doações voluntárias. Questões ainda não levantadas na época: - aspectos legais institucionais internos; - exigências governamentais legais; - imunidade ou isenção de tributos; - contabilidade e relatórios financeiros

12 Nova postura: a Parceria a Parceria democratizar o acesso dos cidadãos em políticas públicas (nova realidade social canais de inclusão). Marco legal: - Lei Nº 9.608/98 - regulamenta o trabalho voluntário no Brasil (especial para ONGs). Conflitos com a legislação trabalhista; - Lei Nº 9.790/99 a Lei das OSCIPs.

13 Conceito de OSCIPs: a qualidade de interesse público a qualidade de interesse público este conceito altera o de utilidade Pública: Dois tipos: as declaradas de interesse público e, as de qualidade social não-declaradas de interesse público. Foco das OSCIPs: direção orçamentária controlada no âmbito do Poder Público

14 A figura do Termo de Parceria em substituição ao contrato. Nº ONGs: > 200 mil (Relatório Anual de Informação Sociais do Ministério do Trabalho (RAIS)) Nº de Empregos: > no Brasil.

15 Quadro de Resumo da Legislação Constituição Federal Artigo 150 Código Civil Brasileiro Artigos: 46, 53 e 65 Lei Nº 9.608/98 Trabalho Voluntariado Lei Nº 9.790/99 OSCIPs

16 Quantas ONGs existem no Brasil Nº de ONGs no Brasil 276 mil (IBGE, 2004) Nº de Empregos Gerados 1,5 milhão de pessoas

17 Crescimento:

18 Participação do Setor SFL no total Pessoal Ocupado, segundo Países Exemplos: Holanda = 12,5% Estados Unidos = 7,8% Espanha = 4,5% Argentina = 3,7% Brasil = 2,2% México = 0,4% Obs: Nos EUA as ONGs movimentam 15% do PIB.

19 O Que é ONG: Organização Não Governamental (aquilo que não é governo). Surgimento: na Organização das Nações Unidas (ONU), após a Segunda Guerra Mundial Non Governamental Organizations (NGOs). Organizações Supra nacionais e internacionais sem acordos governamentais.

20 Ponto de Vista Formal: a ONG é constituída pela vontade autônoma de Mulheres e Homens, que se reúnem com finalidade de promover objetivos comuns de forma não lucrativa. Jurídico: toda ONG é uma associação civil ou uma fundação privada mas, nem toda associação civil ou fundação é uma ONG. Ex.: Entre: associação comercial, creches, asilos, associação de bairros, hospitais, institutos empresariais, etc e ONGs pode-se ter objetivos e atuações distintas e até opostas.

21 Há Diferenças Entre Siglas: ONG, instituto, Entidade Filantrópica, OSCIP, OS, Entidade de Utilidade Pública. Todas são Associações Civis e Fundações. São formas diferentes de nos referirmos a ela. Em especial o termo ONG guarda e identifica um campo político de organização com perspectiva comum de transformação social.

22 O Que Significa Terceiro Setor : Estado Mercado Empresarial ONGs O termo leva a idéia de unidade, convergência e consenso mesmo sabendo que a sociedade civil brasileira é diversa, plural e heterogenia.

23 O Termo no Brasil: crítica indireta ao papel do Estado na redução da pobreza, na promoção do desenvolvimento e nos ganhos em sustentabilidade. A iniciativa privada (sociedade brasileira) realizaria os objetivos de forma mais eficiente. ABONG Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (1991) Objetivo principal: articular as ONGs associadas e representa- las coletivamente, junto ao Estado e sociedade civil. Busca ser veículo de expressão de opinião contribuição e propostas

24 Projeto Político Comum das ONGs (ABONG) Universalização das direitas, combate à pobreza, à exclusão e à discriminação; Atuação na formulação e controle social das políticas públicas ampliação da cidadania; Intervenção nas causas sociais; Construção de projeto de desenvolvimento ambientalmente sustentável, socialmente justo e economicamente factível; Articulação com movimentos sociais e participação em redes e fóruns da sociedade civil; Defesa da autonomia da sociedade civil e transparência no uso dos recursos públicos.

25 Sustentabilidade e Autonomia Como as ONGs Mobilizam Recursos? Contam com trabalho voluntariado/militante; Mas, grande parte dos profissionais é remunerada; Buscam criar estrutura mínima: sede, telefone, computador, etc mobiliza recursos (humanos, financeiros, políticos), para garantir o desenvolvimento dos trabalhos

26 Sustentabilidade e Autonomia Fonte de Recursos: Internacionais : empresas, ONGs; Parceria com agência de cooperação; Nacionais: fundos públicos, doações (individuais ou empresas) Mecanismos de auto-sustentabilidade (serviços, camisetas, adesivos, livros, etc) Obs: Abong Associação Brasileira das Organizações Não Governamentais. Disponível em:

27 A Origem da Primeira ONG Proclamação ao Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas. "Naquele tempo, Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com Ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças; Maria, chamada de Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Heródes; Suzana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuiam". Interpretação (Livre): - O primeiro setor era o Governo da época; - O segundo setor, era e sempre será o Comércio e - O terceiro setor, foi criado e oficializado por Jesus. Comentário: Sem esquecer, que o Quarto Setor (Corrupção) já existia - O tal do Judas - Corrupto.

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