Risco psicossocial, psicopatologia e recursos protectores em menores abrangidos pela LTE

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1 Risco psicossocial, psicopatologia e recursos protectores em menores abrangidos pela LTE Workshop Internacional sobre Boas Práticas na Intervenção Tutelar Educativa, D.G.R.S. Faro, 29 de Maio de 2009 Ida Lemos Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Universidade do Algarve 1

2 CONCEPTUALIZAÇÃO Factores de risco psicossociais na adolescência RISCO PSICOSSOCIAL Desenvolvimento de problemas de saúde mental e especificamente, de comportamento anti-social destruição da propriedade, roubo ou fraude agressão a outros; violação grave das regras. (DSM-IV) 2

3 CONCEPTUALIZAÇÃO Factores protectores ou de resiliência para CAS Factores individuais e ambientais sexo feminino e > idade ; competências sociais e cognitivas; mais recursos económicos; relações pais-filho pautadas por proximidade emocional e supervisão parental. efeito protector face ao risco psicossocial promotores de bem-estar emocional e de resultados desenvolvimentais positivos nos adolescentes a existência de uma relação inversa entre os factores protectores e os problemas de saúde mental 3

4 CONCEPTUALIZAÇÃO Factores de risco, resiliência e psicopatologia Indicadores de risco psicossocial Baixos recursos económicos Baixa escolaridade dos pais Estrutura familiar monoparental Família numerosa Psicopatologia parental criminalidade familiar Acontecimentos negativos na infância Factores de resiliência: (-) Recursos externos (família, escola e comunidade) e (-) Recursos internos (+) problemas psicopatológicos; Percurso delinquencial 4

5 OBJECTIVOS GERAIS o Analisar eventuais indicadores de factores de risco psicossocial e de factores protectores de um percurso delinquente em adolescentes que cometeram actos considerados crime à luz da Lei (Sistema de Justiça); o Analisar eventuais relações entre factores individuais, familiares / contextuais, psicopatologia e resiliência. 5

6 Instrumentos o APS-SF: Adolescent Psychopathology Scale Short Form (Reynolds, 2000; Lemos, 2007); o HKRA: California Healthy Kids Survey Resilience Assessment Module (Versão 6.0) (Constantine, Benard & Diaz, 1999; Martins, 2005); o Questionário sobre as características familiares, acontecimentos de vida e comportamento delinquente de jovens abrangidos pela LTE. 6

7 Amostra de adolescentes abrangidos pela LTE N = 63 (M = 50, F = 13) Zona de residência (Rural 12.7%; Urbana 87.3%) Idade (13-18 anos; M = 15.70, DP = 1.08) N = 21 (33.3 %) Internos em Centros Educativos N = 42 (66.7 %) Equipas F.M. IRS-Sul NSE Baixo 85.7 % Médio 9.5 % Elevado 3.2 % Nível de escolaridade 1º ciclo: 14.3 % 2º ciclo: 38.1 % 3º ciclo: 46.0 % Secundário: : 1.6% 7

8 PRINCIPAIS RESULTADOS Tipologia do comportamento delinquente 46% - (anteriormente já sinalizados ao IRS) persistência do comportamento delinquente; 30% - aumento da gravidade dos delitos; tipo de delitos praticados: 60% -contra o património ou contra a sociedade; 33.3% - agressões contra pessoas. cometimento do primeiro delito aos 14 anos (38%); amplitude de idades entre os 5 e os 16 anos; actos delinquentes em contexto de grupo de pares (79.4%). 8

9 Indicadores de risco psicossocial: relações familiares Factores familiares n % Envolvimento parental (n= 50) Não Só mãe Só pai Ambos os pais Outro adulto Disciplina parental (n= 50) Não Sim Conflitos conjugais (n= 41) Não Sim

10 Indicadores de risco psicossocial: factores académicos Factores académicos (n= 62) n % Número de retenções escolares 0 Retenções a 2 Retenções a 6 Retenções Motivado para a escola (n= 59) Não Sim Dificuldades de aprendizagem (n= 59) Não Sim Abstenção escolar (n= 59) Não Sim Abandono da escola (n= 62) Não Sim

11 PRINCIPAIS RESULTADOS Relações entre a medida de avaliação da resiliência (HKRA) e a medida de psicopatologia (APS-SF) Problemas do comportamento (r = ; p 0.05) (-) Envolvimento em casa (r = ; p 0.05) Adolescentes que apresentam problemas de comportamento parecem percepcionar menos recursos na família e escola. (-) Envolvimento na escola (+) Envolvimento na comunidade Problemas académicos O contexto comunitário dos adolescentes com percurso delinquente parece não ser protector ao nível do envolvimento escolar e do desempenho académico. (r = 0.263; p 0.05) Prevalência dos adolescentes oriundos de meios urbanos e suburbanos degradados (Relatório do Observatório de Justiça, 2004). Vulnerabilidade psicossocial. 11

12 Tendência para suicídio (r = ; p 0.05) (-) Resiliência total Adolescentes com ideação suicida parecem apresentar uma percepção global mais baixa dos seus recursos resilientes. Baixo auto-conceito (r = ; p 0.05) (-) Envolvimento com os pares (r = ; p 0.05) (r = ; p 0.05) (r = ; p 0.05) (-) Recursos internos (competências) (-) Recursos externos (-) Resiliência total Uma auto-percepção negativa do adolescente parece relacionar-se com baixos recursos de resiliência. 12

13 CONCLUSÕES GERAIS Factores de risco e factores protectores para o percurso delinquente na adolescência Factores académicos como indicadores para o despiste de problemas emocionais de tipo interiorizado nos adolescentes; Envolvimento escolar como variável protectora de um futuro percurso delinquente: Acumulação de riscos (vulnerabilidade socio-económica + disfuncionamento familiar em adolescentes com percursos delinquenciais; Contexto familiar deve ser perspectivado como factor de resiliência ou protector tutores de resiliência. 13

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