Especificidade de Estudos Não-Clínicos de Fitoterápicos para uso tópico

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1 Especificidade de Estudos Não-Clínicos de Fitoterápicos para uso tópico ANVISA, INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS E MINISTÉRIO DA SAÚDE ESTUDOS NÃO CLÍNICOS PARA DESENVOLVIMENTO DE FITOTERÁPICOS João Ernesto de Carvalho Faculdade de Ciências Farmacêuticas Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas Universidade Estadual de Campinas

2 Fitoterápicos de uso tópico Estudos não clínicos de toxicidade Toxicidade aguda cutânea Toxicidade de doses repetidas por via tópica Genotoxicidade Tolerância local Estudos complementares Carcinogenicidade Fertilidade e performance reprodutiva Teratogenicidade Estudos devem ser realizados com o produto formulado

3 Toxicidade aguda: objetivos Relação quantitativa entre doses administradas e sinais de toxicidade, avaliando: alteraçõesdepesoeconsumoderação sinais clínicos(aspecto geral e comportamento) alterações anatomopatológicas, bioquímicas (sangue, urina), hematológicas e histopatológicas índicedeletalidadeemododeinduçãodamorte determinação de doses para estudos de longa duração

4 Toxicidade aguda Acute Dermal Toxicity- OECD 402 (Fev, 1987) Objetivos Adultos jovens Ratos (Rattus norvegicus): g Coelhos (Oryctolagus cuniculus): 2-3 kg Cobaias (Cavia porcellus): g Dose limite 2000 mg/kg 5 machos e 5 fêmeas* Se houver morte 3 níveis de dose; mesmo sexo (preferencialmente fêmeas) Superfície para aplicação: 10% superfície corporal Observação por 14 dias Avaliação clínica diária, necropsia, anatomopatologia, histopatologia *nulíparas e não grávidas

5 Toxicidade de doses repetidas Subchronic Dermal Toxicity: 90-day study- OECD 411 (Maio, 1981) Adultos jovens Ratos: g Coelhos: 2-3 kg Cobaias: g Grupos: 10 machos e 10 fêmeas Doses em três níveis, espaçadas geometricamente menor dose = efeito terapêutico maior dose = efeito adverso detectável dose intermediária = média geométrica grupo controle com veículo grupo sentinela grupo satélite com dose máxima reversibilidade (acompanhamento por, pelo menos, 28 dias após tratamento)

6 Toxicidade de doses repetidas Subchronic Dermal Toxicity: 90-day study- OECD 411 (Maio, 1981) Esquema de tratamento: Exposição por 6h/dia; 7dias/semana (aceitável 5d/sem) Parâmetros avaliados Sinais clínicos (aspecto geral e comportamento) alterações de peso e consumo de ração perfil bioquímico (sangue, urina) alterações hematológicas alterações anatomopatológicas e histopatológicas reversibilidade de efeitos (grupo satélite )

7 Genotoxicidade In vitro: com e sem ativação metabólica Ames (linhagens de Salmonella typhimurium ) Aberrações cromossômicas em células hematopoiéticas Micronúcleo in vitro OECD 487 In vivo: micronúcleo (células de mamíferos) OECD 474 GUIA PARA A CONDUÇÃO DE ESTUDOS NÃO CLÍNICOS DE TOXICOLOGIA E SEGURANÇA FARMACOLÓGICA NECESSÁRIOS AO DESENVOLVIMENTO DE MEDICAMENTOS Gerência de Avaliação de Segurança e Eficácia GESEF ANVISA

8 Estudos complementares Carcinogenicidade Fertilidade e performance reprodutiva Teratogenicidade

9 Tolerância local Irritação cutânea primária coelhos (OECD 404) Irritação cutânea cumulativa coelhos (OECD 410) Fototoxicidade- coelhos Sensibilização cutânea cobaias (OECD 406) Irritação ocular coelhos (OECD 405)

10 Conselho nacional de controle de experimentação animal (Concea) Parecer 195/ 21/08/2014 Para avaliação do potencial de irritação e corrosão da pele OECD TG 430 Corrosão dérmica in vitro: Teste de Resistência Elétrica Transcutânea. OECD TG 431 Corrosão dérmica in vitro: teste da Epiderme Humana Reconstituída. OECD TG 435 Teste de Barreira de Membrana in vitro OECD TG 439 Teste de irritação Cutânea in vitro Para avaliação do potencial de irritação e corrosão ocular OECD TG 437 Teste de Permeabilidade e Opacidade de Córnea Bovina OECD TG 438 teste de Olho Isolado de Galinha OECD TG 460 teste de Permeação de Fluoresceína Para avaliação do potencial de fototoxicidade OECD TG 432 teste de Fototoxicidadein vitro 3T3 NRU Para avaliação da absorção cutânea OECD TG 428-Absorção Cutânea método in vitro

11 Conselho nacional de controle de experimentação animal (Concea) Parecer 195/ 21/08/2014 Para avaliação do potencial de sensibilização cutânea OECD TG 429 Sensibilização Cutânea: Ensaio do Linfonodo Local OECD TG 442A e 442B Versões não radioativas do Ensaio do Linfonodo Local Para avaliação de toxicidade aguda OECD TG 420 Toxicidade Aguda Oral Procedimento de Doses Fixas OECD TG 423 Toxicidade Aguda Oral Classe Tóxica Aguda OECD TG 425 Toxicidade Aguda Oral procedimento UpandDown OECD TG 129 estimativa da dose inicial para teste de toxicidade aguda oral sistêmica Para avaliação de genotoxicidade OECD TG 487 Teste do Micronúcleo em Célula de Mamífero in vitro.

12 Irritação cutânea primária Acute Dermal Irritation/Corrosion OECD 404 (2002) Espécie: coelho Dose: 0,5 mlou 0,5 g em 6 cm² tricotomizados Estudo sequencial: Aplicação em um animal Aplicação em outros dois Avaliação após 4, 24, 48 e 72 h Acompanhamento por 14 dias: reversibilidade

13 Irritação cutânea in vitro OECD 439, 431: In Vitro Skin Irritation/corrosion: Reconstructed Human Epidermis Test Method Queratinócitoshumanos não transformados em matriz de colágeno Representa somente o processo inflamatório inicial desencadeado por um irritante Triagem para o estudo in vivo EpiSkin, EpiDerm SIT, SkinEthic, LabCyte Dificuldades Falso positivos Reversibilidade (evolução)

14 Fototoxicidadee Sensibilização cutânea Fototoxicidade In vivo: coelhos In vitro: OECD TG 432 teste de Fototoxicidadein vitro 3T3 NRU Sensibilização cutânea In vivo: Cobaias OECD TG 406 OECD TG 429 Sensibilização Cutânea: Ensaio do Linfonodo Local (fêmeas CBA/J) OECD TG 442A e 442B Versões não radioativas do Ensaio do Linfonodo Local (fêmeas CBA/J)

15 Irritação Ocular Acute Eye Irritation/Corrosion OECD 405 (Out, 2012) Espécie: coelho Avaliação inicial do potencial irritante do produto Tratamento prévio com opióide e anestésico local Dose: 0,1 ml(líquidos) 100 mg/0,1 ml(sólidos, pastas, géis) Incialmente em um animal Confirmação em um segundo (caso positivo) Confirmação em outros dois (caso negativo) Avaliações: 1, 24, 48 e 72 h após aplicação Acompanhamento com avaliações após 7, 14 e 21 dias reversibilidade (evolução)

16 Irritação ocular: olho bovino (ex-vivo) Bovine Corneal Opacity and Permeability Test Method OECD 437 Córneas isoladas de bovinos com menos de 5 anos Utilização no mesmo dia da coleta Seleção das córneas saudáveis Uso de controles negativos e positivos Três córneas para cada concentração da substância-teste Três córneas sem tratamento Incubação por 3 horas: Opacidade: opacímetro Permeabilidade: fluoresceína (espectrofotômetro UV/VIS)

17 Irritação ocular: olho bovino (ex-vivo) Bovine Corneal Opacity and Permeability Test Method OECD 437 Limitações: Avaliação somente da córnea Irritantes severos 25% falso positivos e 14 % falso negativos Irritantes leves ou moderados 69% falso positivos e 0% falso negativos Reversibilidade Praticidade

18 Olho isolado de frango OCDE 438 Isolated Chicken Eye Test Method for Identifying I) Chemicals Inducing Serious Eye Damage and II) Chemicals Not Requiring Classification for Eye Irritation or Serious Eye Damage Uso de córneas também Irritantes severos: 6% de falsos positivos e 48% de falso negativos Irritantes leves ou moderados: 33% falso positivos e 1% de falso negativos Reversibilidade Praticidade

19 It is currently generally accepted that, in the foreseeable future, no single in vitro eye irritation test will be able to replace theinvivodraizeeyetesttopredictacross the full range of irritation for different chemical classes. (OECD 438) Substituição? João Ernesto de Carvalho Faculdade de Ciências Farmacêuticas Unicamp

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