Governança Corporativa Por que as operadoras de saúde devem investir em Controles Internos?

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1 Governança Corporativa Por que as operadoras de saúde devem investir em Controles Internos? Prof. Fábio Coimbra 15 de abril de 2013

2 Apresentação do Palestrante Experiência profissional em governança corporativa, gestão de riscos corporativos, controles internos, compliance, estratégia de negócios e planejamento estratégico, atuando em empresas como Banco Central do Brasil, Accenture, Telefónica e Lojas Americanas. Membro da Comissão de Gestão de Riscos do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), membro convidado do Audit Committee Institute ACI KPMG Brasil, membro da Global Association of Risk Professionals (GARP) e da Professional Risk Managers International Association (PRMIA). Doutor e Mestre em Administração pela FEA - USP, com MBA Economia e Setor Financeiro pela Fipe USP e cursos sobre gestão na Columbia University, Nova Iorque. Atuação docente em disciplinas ligadas à Governança Corporativa, Gestão de Riscos Corporativos, Gestão de Riscos Operacionais, Controles Internos, Compliance, Ética Corporativa e Estratégia de Negócios. Professor convidado em cursos de MBA, pós-graduação e educação executiva na Fundação Instituto de Administração (FIA) e Trevisan Escola de Negócios. Coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance e do MBA Gestão Empresarial da Trevisan Escola de Negócios. Tem sido instrutor em diversos programas de educação executiva, para empresas como Santander, Banco do Brasil, Itau, Porto Seguro, Telefonica, Nielsen, CCR, Eletrobrás, Serasa Experian, Prodam, Riachuelo, Caterpillar, Tokyo Marine, Banco Central do Brasil, entre outros. Parecerista da Revista de Administração e Inovação RAI, da Revista de Finanças Aplicadas RAF, da Revista Brasileira de Gestão de Negócios RBGN, da Revista de Gestão e Projetos Gep e da Revista Ibero-Americana de Estratégia - RIAE. Autor do livro: Riscos Operacionais - Estrutura para Gestão em Bancos, Saint Paul Editora, Organizador e coautor do livro: Estratégias nas Organizações - questões e casos. Editora Plêiade, Autor do livro: Estrutura de Governança Corporativa e Gestão de Riscos, Saint Paul Editora, previsto para Autor e co-autor de diversos artigos publicados em revistas.

3 Governança Corporativa Definição Sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle. As boas práticas de Governança Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso a recursos e contribuindo para sua longevidade. Fonte: IBGC, Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa (2009)

4 Governança Corporativa Fonte: IBGC, Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa (2009)

5 Controles Internos (CMN, Res. 2554/98) Art. 1º - Determinar às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil a implantação e a implementação de controles internos voltados para as atividades por elas desenvolvidas, seus sistemas de informações financeiras, operacionais e gerenciais e o cumprimento das normas legais e regulamentares a elas aplicáveis. Parágrafo 1º Os controles internos, independentemente do porte da instituição, devem ser efetivos e consistentes com a natureza, complexidade e risco das operações por ela realizadas. Fonte:

6 Controles Internos Definição Controle Interno é definido como um processo, desenvolvido pelo conselho de administração, executivos e pessoas de uma organização, para garantir, com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da organização, nas seguintes categorias: efetividade e eficiência das operações, confiabilidade das informações financeiras e conformidade com as leis e regulamentações. Fonte: COSO, Committee of Sponsoring Organizations of the Tradeway Commission. Internal Control Integrated Framework (1992)

7 Controles Internos Objetivos Efetividade e eficiência das operações Confiabilidade das informações financeiras Conformidade com as leis e regulamentações Fonte: COSO, Committee of Sponsoring Organizations of the Tradeway Commission. Internal Control Integrated Framework (1992)

8 Controles Internos Por que adotar Controles Internos? Perenidade do negócio Redução do custo de capital Ganhos de imagem e reputação Segregação de funções, minizando conflitos de interesse Aperfeiçoamento do processo decisório Redução da probabilidade de ocorrências de fraudes Melhor gestão dos riscos

9 Controles Internos Controles Internos Gestão Governança Corporativa

10 Governança Corporativa Por que as operadoras de saúde devem investir em Controles Internos? Prof. Fábio Coimbra 15 de abril de 2013

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