Colégio Marista Diocesano Biologia PC 2º ano EM turmas A e B B18 FISIOLOGIA VEGETAL

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1 Colégio Marista Diocesano Biologia PC 2º ano EM turmas A e B B18 FISIOLOGIA VEGETAL

2 Fisiologia vegetal De forma objetiva, a fisiologia vegetal ou fitofisiologia é o ramo da botânica que trata dos fenômenos vitais que ocorrem nas plantas, ou seja, comofuncionam os vegetais. Mais especificamente, ela estuda os processos e funções do vegetal, bem como as respostas das plantas às variações do meio ambiente (solo, clima e outras espécies vegetais e animais). Para começar: apostila (B18 p. 3). Nutrição vegetal (B18 p. 4): Vegetais seres autotróficos. Macronutrientes e micronutrientes.

3 Condução de seiva 1. ABSORÇÃO DE ÁGUA E SAIS MINERAIS: Plantas aquáticas, água e nutrientes minerais, são absorvidos diretamente pelas células da superfície do corpo. Nas plantas terrestres, no entanto, a absorção de ÁGUA ocorre, principalmente, por OSMOSE, enquanto os SAIS MINERAIS, principalmente, por TRANSPORTE ATIVO. O caminho da água: Epiderme (pelos absorventes) córtex endoderme xilema.

4 Caminho da água na raiz. Biologia: 2ª série, ensino médio. FTD. p. 47

5 Condução de seiva 2. CONDUÇÃO DE SEIVA INORGÂNICA (BRUTA): o transporte pelo xilema pode ser explicado por três processos: Capilaridade. Teoria da tensão-coesão (sucção foliar ou evapotranspiração). Pressão da raiz.

6 Capilaridade Trata-se de processo físico em que moléculas de água ascendem dentro de um tubo capilar caso dos vasos condutores. Tal fenômeno ocorre em função da COESÃO das moléculas de água e a ADESÃO às paredes do capilar. Limitação da capilaridade: Pode elevar uma coluna de água à altura de 0,5 m. vestibulandoweb.com.br

7 Teoria da tensão-coesão A transpiração seria o principal fator desencadeante da condução da seiva inorgânica (bruta). Ela elevaria a pressão osmótica das células foliares promovendo uma tensão de sucção para a subida da seiva bruta. A coesão entre as moléculas de água manteriam a coluna líquida intacta até 160m de altura. O princípio é conhecido como: TEORIA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO ou TEORIA DA SUCÇÃO FOLIAR ou TEORIA DA TENSÃO-COESÃO ou TEORIA DE DIXON.

8 Pressão de raiz Sendo a transpiração baixa ou ausente, as células das raízes podem secretar sais ou outras substâncias osmoticamente ativas, para o interior do xilema. Com isso, a seiva inorgânica é empurrada para cima. Limitações da pressão de raiz: não ocorre em todos os vegetais. Varia de 0 a 3 atm s (1 atm é capaz de elevar uma coluna de água a, aproximadamente, 10 metros de altura). Podendo, assim, elevar uma coluna de água até 30 metros de altura.

9 Condução de seiva orgânica Sentido mais comum da condução: folhas demais partes da planta. Modelo físico aceito: teoria do fluxo em massa ou teoria de Münch ou pressão positiva de seiva. Fluxo sob pressão das folhas em direção às raízes pela diferença de concentração entre ambos

10 Modelo de Münch ou fluxo em massa Floema Folha Raiz Osmômetro A Osmômetro B Xilema Funcionamento: o osmômetro A, mais concentrado, absorve mais água do que o osmômetro B. A água passa a circular de A para B, arrastando o açúcar. Isto ocorre até atingir o equilíbrio final.

11 Comprovando o transporte pelo floema O anel de Malpighi Os insetos Afídeos (pulgões)

12 Transpiração vegetal É a eliminação de água no estado gasoso. Tem como importante função manter o fluxo de água no vegetal. Vias de transpiração: estômatos, cutícula e lenticelas. A transpiração estomática (T E ): está sob o controle do vegetal e corresponde a, aproximadamente, 90% do volume transpirado. A transpiração cuticular (T C ): processo físico que não depende do vegetal, corresponde a 10% do valor transpirado. T total = T E + T c

13 Transpiração estomática Célula túrgida: ostíolo aberto. Célula plasmolisada: ostíolo fechado.

14 Abertura e fechamento dos estômatos: A abertura e fechamento dos estômatos pode ser explicado por três mecanismos: Mecanismo fotoativo. Mecanismo ativo (ou do íon K + ). Mecanismo hidroativo.

15 Mecanismo fotoativo

16 Mecanismo do K + Entrada de K + na célula estomática fica túrgida, ostíolo abre Saída de K + na célula estomática fica túrgida, ostíolo fecha

17 Fatores que influenciam a transpiração Os fatores que afetam a transpiração são: EXTERNOS: temperatura, umidade do solo e do ar, ventilação e intensidade luminosa. INTERNOS: área de evaporação, espessura da cutícula, presença de pelos, atividade estomática e concentração vacuolar. Ver apostila, página 51.

18 Gutação ou sudação É a eliminação de água no estado líquido através dos hidatódios (estômatos modificados). Condições para que ocorra: A planta NÃO está transpirando; Presença de hidatódios; Pressão de raiz; Disponibilidade de água. Cortes e ferimentos no caule ou na raiz permitem o extravasamento de solução aquosa pelo xilema, a este processo chamamos EXSUDAÇÃO. netxplica.com

19 Transpiração em folha destacada Diferença de massa em g Transpiração Cuticular (TC) e Estomatal (TE) TC + TE Fechamento dos estômatos TC Tempo decorrido em minutos

20 Mecanismo hidroativo Ganho de água Perda de água Abertura do ostíolo Fechamento do ostíolo

21 Balanço entre fotossíntese e respiração Fonte: adaptado de

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