AÇÃO DE INSETICIDAS SOBRE O PERCEVEJO CASTANHO Scaptocoris castanea Perty, 1833 (HEMIPTERA: CYDNIDAE) NA CULTURA DO ALGODOEIRO *

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1 AÇÃO DE INSETICIDAS SOBRE O PERCEVEJO CASTANHO Scaptocoris castanea Perty, 833 (HEMIPTERA: CYDNIDAE) NA CULTURA DO ALGODOEIRO * Crébio José Ávila, Sérgio Arce Gómez 2. () Embrapa Agropecuária Oeste, Rodovia BR 63, km 253,6 Caixa Postal 66, , Dourados, MS (2) Embrapa Agropecuária Oeste, Rodovia BR 63, km 253,6 Caixa Postal 66, , Dourados, MS RESUMO Foram instalados dois ensaios visando avaliar a eficiência de inseticidas no controle do percevejo castanho, Scaptocoris castanea. Em um ensaio, os inseticidas foram aplicados nas sementes (imidacloprid-72 g i.a.ha -, thiametoxam-52,5 g i.a.ha - ), em pulverização no sulco de plantio (ethiprole-200 e 300 g i.a.ha -, endossulfam-700 g i.a.ha - ) e nas sementes + pulverização no sulco de plantio (imidacloprid + clorpirifós g i.a.ha -, imidacloprid + imidacloprid g i.a.ha - ). Em outro ensaio, os inseticidas granulados benfuracarb (000, 500, 2000 e 2500 g i.a.ha - ), clorpirifós (2000 e 2500 g i.a.ha - ), thiametoxam (2000 e 2500 g i.a.ha - ), aldicarb (500 e 2250 g i.a.ha - ), ethoprofós (2500 g i.a.ha - ) e terbufós (2500 g i.a.ha - ) foram aplicados no sulco de plantio. Para avaliar o efeito dos tratamentos químicos, determinou-se a densidade populacional do percevejo, no solo, aos 46 dias após a completa emergência do algodoeiro. A densidade populacional do percevejo (adultos + ninfas) foi significativamente influenciada pela aplicação de inseticidas nas sementes e/ou no sulco de plantio. A praga foi significativamente reduzida no solo quando imidacloprid foi aplicado nas sementes e o mesmo pulverizado no sulco de plantio. No ensaio com inseticidas granulados, os maiores níveis de controle foram observadas com ethoprofós e terbufós. INTRODUÇÃO Na área cultivada com algodoeiro no Estado de Mato Grosso do Sul, tem-se observado um aumento expressivo de pragas iniciais de solo, especialmente no sistema de plantio direto, com destaque para os percevejos castanho, Scaptocoris castanea e Scaptocoris carvalhoi (Hemiptera: Cydnidae), os quais podem reduzir o stand e/ou a capacidade produtiva da cultura (Nakano & Telles, 997; Oliveira et al., 2000). Em função do hábito subterrâneo, o controle dessas pragas é normalmente difícil de ser realizado. As aplicações de inseticidas nas sementes ou no solo (na forma de grânulos ou em pulverização), por ocasião da instalação das culturas, têm sido sugeridas como alternativas de controle em áreas infestadas com a praga (Santos, 200). O presente estudo teve como objetivo avaliar a ação de inseticidas, aplicados nas sementes do algodoeiro ou no sulco de plantio, no controle do percevejo castanho, Scaptocoris castanea. MATERIAL E MÉTODOS A pesquisa foi conduzida em condições de campo durante a safra de 200/02, no município de São Gabriel do Oeste, MS. Foram instalados dois ensaios visando avaliar a ação de inseticidas sobre o percevejo castanho, em uma área com alta infestação da praga. Em um ensaio, os inseticidas foram aplicados nas sementes do algodoeiro e/ou em pulverização no sulco de plantio (Tabela ). Em outro, os inseticidas foram aplicados no solo na forma granulada (Tabela 2). Para ambos os ensaios, utilizou- * Trabalho parcialmente financiado pela FUNDECT/SEPROD/PLUMA, MS.

2 se o delineamento de blocos casualizados em quatro repetições, sendo a parcela constituída por cinco fileiras de algodoeiro medindo 7m cada. Para avaliar o efeito dos tratamentos químicos, determinou-se a densidade populacional do percevejo castanho, no solo, aos 46 dias após a completa emergência do algodoeiro. Para isso, foram abertas trincheiras de 0,m de diâmetro por 0,40m de profundidade, centralizadas na fileira, realizando-se quatro amostragens em cada parcela. O solo proveniente das amostragens foi colocado em sacos plásticos e transportado até o laboratório para a contagem de adultos e ninfas do percevejo. Com base na população de percevejos encontrada nas diferentes amostragens, determinou-se a percentagem de controle da praga para os tratamentos químicos empregando-se da fórmula de Abbott. RESULTADOS E DISCUSSÃO A densidade populacional do percevejo castanho (adultos + ninfas) no solo, após a emergência do algodoeiro, foi significativamente influenciada pela aplicação de inseticidas nas sementes e em pulverização no sulco de plantio (Tabela 3). A menor densidade da praga foi constatada quando o inseticida imidacloprid foi aplicado nas sementes e o mesmo pulverizado no sulco de plantio do algodoeiro. Todavia, neste tratamento foi observada uma redução significativa da praga de apenas 50,2% em relação à testemunha. Nos demais tratamentos químicos aplicados na semente e/ou no solo, os valores de amostragens do percevejo não diferiram significativamente do observado na testemunha. No ensaio com inseticidas granulados, as menores densidades populacionais do percevejo, no solo, foram observadas com os inseticidas ethoprofós e terbufós, cujos tratamentos proporcionaram reduções significativas da praga de 60,5 e 5,9%, respectivamente, sem que diferissem entre si (Tabela 4). Nos demais tratamentos químicos aplicados na semente e/ou no solo, os valores de amostragens do percevejo, não diferiram significativamente do observado na testemunha, evidenciando-se a ineficácia dos produtos testados para o controle do percevejo castanho. Embora fosse observado efeitos de tratamentos químicos sobre a população do percevejo castanho no solo, os níveis de controle obtidos estão abaixo daquele considerado eficiente do ponto de vista agronômico (80%). Por ser o percevejo castanho um inseto de solo ainda pouco estudado com relação à sua biologia, comportamento, bem como sua relação com o ambiente em que vive, outras fontes de variação como textura de solo, umidade, método de amostragem do inseto, podem ter influenciado a eficácia dos tratamentos químicos testados. Dessa forma, é necessário que pesquisas básicas, relacionadas à bioecologia e comportamento com este inseto sejam previamente realizadas, visando entender melhor sua dinâmica populacional nos sistemas de cultivo, para, posteriormente, avaliar alternativas práticas de controle. Com isso, os resultados experimentais de controle químico poderão ser mais consistentes e as recomendações de um determinado produto para o controle da praga mais confiáveis.

3 Tabela - Tratamentos utilizados no experimento de controle do percevejo castanho, Scaptocoris castanea, na cultura do algodoeiro. São Gabriel do Oeste, MS Tratamento Dose Inseticida Concentração (%) Formulação (g i.a.ha - ) Imidacloprid 60 FS 72 Thiametoxam 70 WS 52,5 Ethiprole 2 0 CE 200 Ethiprole CE 300 Endossulfam CE 700 Imidacloprid + Clorpirifós 2 60 FS + 45 CE Imidacloprid + Imidacloptrid 2 60 FS + 70 GRDA Testemunha - - Aplicado nas sementes; 2 Aplicado, em pulverização, no sulco de plantio Tabela 2 - Tratamentos utilizados no experimento de controle do percevejo castanho, Scaptocoris castanea, na cultura do algodoeiro. São Gabriel do Oeste, MS Tratamento Dose Inseticida Concentração(%) Formulação (g i.a.ha - ) Benfuracarb 0 GR 000 Benfuracarb 0 GR 500 Benfuracarb 0 - GR 2000 Benfuracarb 0 GR 2500 Clorpirifós 0 GR 2000 Clorpirifós 0 GR 2500 Thiametoxam 0 GR 2000 Thiametoxam 0 GR 2500 Aldicarb 5 GR 500 Aldicarb 5 GR 2250 Ethoprofós 0 GR 2500 Terbufós 5 GR 2500 Testemunha - - Formulação granulada

4 Tabela 3 - Número médio de percevejos (adultos + ninfas de Scaptocoris castanea) em três unidades de amostragem e porcentagem de controle (C) aos 46 dias após a emergência (DAE) do algodoeiro. São Gabriel do Oeste, MS Tratamentos 46 DAE Inseticida g i.a.ha - Nº de percevejos C (%) Imidacloprid ,5 ab 38,4 Thiametoxam 3 52,5 3,3 ab 40,8 Ethiprole ,5 ab 46,0 Ethiprole ,3 ab 38,9 Endossulfam ,0 ab 20,4 Imidacloprid 3 + Clorpirifós ,8 ab 24,6 Imidacloprid 3 + Imidacloptrid ,3 b 50,2 Testemunha - 52,8 a - Trincheira na fileira de algodão ( cm de diâmetro x 40 cm de profundidade) 3 Aplicado na sementes; 4 Aplicado, em pulverização, no sulco de plantio Médias seguidas de mesma letras não diferem significativamente pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade Tabela 4 - Número médio de percevejos (adultos + ninfas de Scaptocoris castanea) em três unidades de amostragem e porcentagem de controle (C) aos 46 dias após a emergência (DAE) do algodoeiro. São Gabriel do Oeste, MS Tratamentos 46 DAE Inseticida 2 g i.a.ha - Nº de percevejos C (%) Benfuracarb ,5 a 3,8 Benfuracarb ,0 ab 9,2 Benfuracarb ,3 a 0,0 Benfuracarb ,0 a 0,0 Clorpirifós ,5 a,6 Clorpirifós ,8 a 0,0 Thiametoxam ,8 ab 6,2 Thiametoxam ,5 ab 2,4 Aldicarb ,8 ab 6,2 Aldicarb ,3 ab 7,3 Ethoprofós ,3 b 60,5 Terbufós ,3 b 5,9 Testemunha - 46,3 a - Trincheira na fileira de algodão ( cm de diâmetro x 40 cm de profundidade) 2 Aplicado no sulco de plantio na forma granulada Médias seguidas de mesma letras não diferem significativamente pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NAKANO, O.; TELLES, L. H. A. Q. Percevejos do solo: danos, hábitos e controle. In: REUNIÃO SUL- BRASILEIRA SOBRE PRAGAS DE SOLO, 6., 997, Santa Maria. Anais e ata... Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, CCR, 997. p

5 OLIVEIRA, L. J.; MALAGUIDO, A. B.; CORSO, I. C.; NUNES JÚNIOR, J.; SOUZA, C. R.; ANGELIS, S. Manejo do percevejo castanho da raiz: resultados de pesquisa. In: CONGRESSO DE TECNOLOGIA E COMPETITIVIDADE DA SOJA NO MERCADO GLOBAL, 2000, Cuiabá. Anais... Cuiabá: Fundação MT, p SANTOS, W. J. dos. Identificação, biologia, amostragem e controle das pragas do algodoeiro. In: EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. Algodão: tecnologia de produção. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste; Campina Grande: Embrapa Algodão, 200. p

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