CONTROLE QUÍMICO DO BICUDO DO ALGODOEIRO

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1 CONTROLE QUÍMICO DO BICUDO DO ALGODOEIRO Leandro Anderlin Garcia (FMC Química do Brasil Ltda / Ricardo Camara Werlang (FMC Química do Brasil Ltda), José Geraldo Martins dos Santos (FMC Química do Brasil Ltda) RESUMO - Avaliou-se a eficiência do inseticida BF 314 no controle de Anthonomus grandis no algodoeiro, utilizando a cultivar DeltaOpal. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso com oito tratamentos e quatro repetições. O algodoeiro possuía 120 dias de emergido no momento da primeira aplicação, ocorrendo a segunda aplicação dos tratamentos 14 dias após a primeira. Além da prévia foram realizadas avaliações aos 07 e 12 dias após a aplicação dos tratamentos (D1A) e 2 e 7 dias após a segunda aplicação (D2A). Todos os tratamentos apresentaram baixa eficácia de controle de bicudo aos 12 D1A e 2 D2A, isto porque o intervalo de 14 dias possibilitou o escape de controle dos tratamentos, sendo ideal um intervalo de 5 dias. Os tratamentos BF 314 nas doses de e ml ha -1 de PC; Talstar 100 CE nas doses de 300 e 400 ml ha -1 de PC; e Fury 200 EW (250 ml ha -1 de PC) foram eficazes no controle de bicudo aos 7 D2A, proporcionando eficiência de controle próximo de 80% o que possibilitou a manutenção da infestação de botões atacados por bicudo entre 9 e 11%. Assim, BF 314 constitui-se em uma nova alternativa no manejo integrado de pragas na cultura do algodoeiro. Palavras-chave: Anthonomus grandis, BF 314, bifentrina CHEMICAL CONTROL ON COTTON BOLL WEEVIL ABSTRACT - The efficiency of the insecticide BF 314 in the control of Anthonomus grandis, in cotton planting, was evaluated with the use of the DeltaOpal cultivar. The experimental design was of randomized plots with eight treatments and four replications. The cotton planting was with 120 days of emergence at the time of the first application. The second application of the treatments was fulfilled 14 days after the first one. Evaluations were carried out at 7 and 12 days after the application of the treatments (D1A), besides the previous one, and 2 and 7 days after the second application (D2A). All treatments showed low efficiency of the boll weevil control at 12 D1A and 2 D2A, because the 14-day interval made possible the escape of the treatment control. The ideal is an interval of 5 days. The treatments BF 314 at the dosages of 1000 and 1200ml ha -1 of CP; Talstar 100 CE at the dosages of 300 and 400ml ha -1 of CP; and Fury 200 EW (250ml ha -1 of CP) were efficient for the control of boll weevil at 7 D2A, giving an efficient control, near 80%, which allowed the maintenance of the attack to the flowerbuds by the boll weevil, between 9 and 11%. So, BF 314 is a new alternative for the integrated pest management in the cotton crop. Key words: Anthonomus grandis, BF 314, biphenthrin.

2 INTRODUÇÃO O algodão é um dos produtos de maior importância econômica do grupo das fibras, pelo volume e valor da produção. Seu cultivo é também de grande importância social, pelo número de empregos que gera direta ou indiretamente. Do algodoeiro quase tudo é aproveitado, principalmente a semente e a fibra. A produção de algodão em pluma deverá ser de 1,240 milhões de toneladas em 2004, superando em 46,3% a safra anterior, que ficou em 847,5 mil toneladas (ANUÁRIO BRASILEIRO DO ALGODÃO, 2004). No Brasil e na maioria dos países onde o algodoeiro é cultivado comercialmente, o manejo de pragas que atacam esta cultura representa o seu principal problema. O sistema de produção lança mão dos inseticidas químicos, tornando-se dependente deste método de controle. Entretanto esta ferramenta deve ser utilizada corretamente no manejo de pragas na cultura do algodoeiro. O algodoeiro hospeda e reproduz várias espécies de insetos e ácaros que tornam o manejo de pragas uma das atividades mais importantes na cadeia produtiva. O cultivo sucessivo do algodoeiro pode proporcionar o crescimento populacional de determinadas espécies, sendo que algumas delas podem sincronizar sua biologia no ecossistema onde a cultura se desenvolve, neste caso as espécies são dependentes da presença das plantas do algodão. O bicudo-do-algodoeiro Anthonomus grandis (Coleoptera: Curculionidae), pode provocar grande queda de botões florais, reduzindo drasticamente a produção foi introduzido no país a partir de Scarpellini e Busoli (1999) observaram que a distribuição horizontal do bicudo é uniforme a partir dos 80 dias após a emergência das plantas, participando de forma mais acentuada no shedding total de botões florais, iniciando-se a infestação na borda do talhão mais próxima de matas ou grande quantidade de folhagens. Depois da eclosão as larvas se alimentam do interior dos botões florais e maçãs, ficando protegidas da ação dos inseticidas durante este período.no Brasil, o controle do bicudo é feito através de diferentes métodos de controle inseridos no manejo integrado de pragas, onde o controle químico destáca-se sobre os demais. O objetivo deste experimento foi avaliar a eficiência do inseticida BF-314 no controle de bicudo (A. grandis), na cultura do algodoeiro MATERIAL E MÉTODOS O experimento foi realizado na área experimental da Fundação Mato Grosso em Rondonópolis MT. A semeadura ocorreu no dia 13/12/2004, com a cultivar DeltaOpal, germinando em 21/12/2004. O preparo do solo, a adubação e os tratos culturais foram feitos de acordo com as recomendações técnicas para a cultura do algodão na região dos Cerrados, proporcionando condições adequadas ao desenvolvimento da cultura. O delineamento experimental utilizado foi blocos ao acaso com oito tratamentos e quatro repetições. As parcelas constituíram se de quatro linhas de doze metros de comprimento, espaçadas entre si de 0,90 metros, com densidade de 11 plantas metro -1. Realizou-se a primeira aplicação no algodoeiro possuindo 120 dias de idade, realizada pela manhã, temperatura de 27 C, umidade relativa do ar de 79% e velocidade do ar de 3,2 km hora -1. A

3 segunda aplicação foi realizada 14 dias após a primeira aplicação, também pela manhã, temperatura de 29º C, umidade relativa do ar de 75% e velocidade do vento de 3,0 km hora -1. Para tanto utilizou-se um pulverizador costal com pressão constante (CO 2 ), equipado com seis pontas de cone vazio JA-2, calibrado para o volume de calda de 130 l ha -1. Os tratamentos utilizados foram: BF 314 nas doses de 600, e ml ha -1 de PC, produto comercial; Talstar 100 CE nas doses de 300 e 400 ml ha -1 de PC; Thiodan 350 CE (2.500 ml ha -1 de PC); Fury 200 EW (250 ml ha -1 de PC) e testemunha. Os inseticidas utilizados neste trabalho foram: Talstar 100 CE formulação comercial (CE) contendo 10% de bifentrina; Fury 200 EW formulação comercial (EW) contendo 20 % de zetacypermetrina; Thiodan 350 CE formulação comercial (CE) contendo 35% de endosulfan; e BF 314 formulação de BF 314. As avaliações foram realizadas contando-se os botões florais atacados pelo bicudo em 50 botões por parcela nas duas linhas centrais. As avaliações ocorreram nas seguintes épocas: prévia, 07 e 12 dias após a primeira aplicação (D1A), 02 e 07 dias após a segunda aplicação dos tratamentos (D2A). Os dados referentes ao número de botões atacados pelo bicudo foram transformados em (x + 0,5) e submetidas a análise de variância, conforme delineamento proposto e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. As percentagens de eficiência dos diferentes tratamentos foram calculadas pela fórmula de Abbott (NAKANO et al. 1981). RESULTADOS E DISCUSSÃO No momento da aplicação a área experimental apresentava-se com alta percentagem de botões florais atacados por bicudo, sendo cerca de 19%. A infestação de bicudo na área experimental estava uniforme estatisticamente observado pela não significância do teste de F e baixo coeficiente de variação. Aos 7 dias após a primeira aplicação (D1A) todos os tratamentos avaliados proporcionaram redução da porcentagem de botões atacados em relação a avaliação prévia (cerca de 19%) e a testemunha (24%), mantendo a infestação próxima a 10% de botões atacados. As porcentagens de botões atacados com puncturas de alimentação e/ou postura foram as seguintes: BF 314 nas doses de 600 (15%), (11%) e (6%) ml ha -1 de PC; Talstar 100 CE nas doses de 300 (9%) e 400 (9%) ml ha -1 de PC; Thiodan 350 CE (6%) (2.500 ml ha -1 de PC); Fury 200 EW (5%) (250 ml ha -1 de PC) e testemunha (24%). Na avaliação realizada aos 12 D1A, os tratamentos que proporcionaram infestação de botões florais atacados mais próximo de 10 % foram: BF 314 (14%) (1.000 ml ha -1 de PC); Talstar 100 CE (12%) (400 ml ha -1 de PC); Fury 200 EW (14%) (250 ml ha -1 de PC). O intervalo de 14 dias para a realização da segunda aplicação foi muito grande, o que proporcionou o escape do controle de bicudo observado pela elevada infestação de botões atacados. O ideal seria a aplicação em intervalo de cerca de 5 dias após a primeira aplicação. Aos 2 D2A todos os tratamentos apresentaram baixa eficácia de controle de bicudo, possivelmente pela elevada infestação de botões atacados no momento da segunda aplicação. Os tratamentos BF 314 nas doses de e ml ha -1 de PC; Talstar 100 CE nas doses de 300 e 400 ml ha -1 de PC; e Fury 200 EW (250 ml ha -1 de PC) foram eficazes no controle de bicudo aos 7 D2A, proporcionando eficiência de controle próximo de 80% o que possibilitou a manutenção da

4 infestação de botões atacados por bicudo entre 9 e 11%. Assim, BF 314 constitui-se em uma nova alternativa no manejo integrado de pragas na cultura do algodoeiro. CONCLUSÔES 1. O inseticida BF 314 (1.000 ml ha 1 de PC), Talstar 100 CE (300 ml ha 1 de PC) e Fury 200 EW (250 ml ha 1 de PC) foram eficientes no controle de Anthonomus grandis; 2. BF 314 constitui-se em uma nova alternativa no manejo integrado de pragas na cultura do algodoeiro; 3. Os inseticidas estudados neste trabalho não ocasionaram efeito tóxico no algodoeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANUÁRIO BRASILEIRO DO ALGODÃO. Anuário Brasileiro do Algodão Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta Santa Cruz, p. NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; ZUCCHI, R. A. Entomologia econômica. São Paulo, Ceres p. SCARPELLINI, J. R.; BUSOLI, A. C. Infestação do bicudo do algodoeiro Anthonomus grandis Boheman (Coleoptera:Curculionidae) correlacionada a queda de botões florais em cultivares de algodoeiro. Arquivos do Instituto Biológico, v. 66, n. 1, p

5 Tabela 1. Número médio de botões e maças atacadas por bicudo (NB)*, percentagem de botões atacados (%NB)e percentagem de eficiência (%E)** dos diferentes tratamentos com inseticida no controle de Anthonomus grandis, na cultura do algodoeiro, em Rondonópolis MT, Dias Após a Aplicação Tratamentos Dose ml ou 7 D1 a A 12 D1 a A 2 D2 a A 7 D2 a A g (pc.ha -1 ) %NB NB* %E %NB NB* %E %NB NB* %E %NB NB* %E BF ,3 ab ,0 abc ,0 b ,1 bc 73 BF ,5 bc ,0 bcd ,3 d ,8 d 81 BF ,0 cd ,8 bcd ,5 bc ,7 d 82 Talstar 100 CE ,8 abc ,0 bcd ,5 bcd ,7 cd 78 Talstar 100 CE ,5 abc ,8 d ,0 b ,5 d 79 Thiodan 350 CE ,0 cd ,3 bcd ,0 bcd ,9 d 70 Fury 200 EW ,3 d ,8 cd ,5 cd ,8 b 81 Testemunha ,8 a ,5 a ,5 a ,0 a 0 CV % 14,21 11,37 6,62 4,46 * Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. ** (%E), percentagem de eficiência calculada pela fórmula de Abbott, na avaliação prévia do número de botões e maças atacadas por bicudo o CV% = 12,51 e F ns.

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