AVALIAÇÃO DA TAXA DE PRENHEZ DE VACAS TRATADAS COM DISPOSITIVOS DE PROGESTERONA REUTILIZADOS

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1 1 AVALIAÇÃO DA TAXA DE PRENHEZ DE VACAS TRATADAS COM DISPOSITIVOS DE PROGESTERONA REUTILIZADOS RESUMO O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito dos protocolos de IATF Crestar com dois implantes auriculares de segunda utilização e do DIB (dispositivo intravaginal) de terceira utilização sobre a taxa de prenhez de fêmeas das raças Nelore e Canchin. Para isto foram utilizados 125 animais (69 vacas e 56 novilhas) das raças Nelore e Canchin, entre os meses de janeiro e fevereiro de 2006, divididas em três grupos, no primeiro utilizou-se um implante de Crestar de segundo uso (n = 62), no segundo 2 implantes Crestar de 2º uso (n = 17) seguindo o mesmo protocolo do primeiro. No terceiro utilizou-se o protocolo DIB de terceira utilização. Os resultados foram analisados através do programa computacional Statistical Analysis System (SAS Institute Inc., 1985) submetidos à análise de variância (PROC GLM), onde se avaliou o efeito do tipo de protocolo de sincronização utilizado, da idade e da raça sobre a taxa de prenhez, sendo, em seguida, utilizado o teste de comparação de médias TUKEY. Foi adotado o nível de significância de 5% para todas as análises realizadas. As taxas de prenhez observadas foram 72,55%, 64,55% e 75% para um Crestar, dois Crestar e DIB respectivamente, não sendo observado efeito significativo do tipo de protocolo utilizado (um ou dois implantes de Crestar de 2ª utilização ou DIB de 3ª utilização), da idade e da raça testada sobre a taxa de prenhez dos animais. Não houve também interação entre as variáveis independentes testadas. Desta forma pode-se concluir que a reutilização do implante auricular de progesterona no protocolo Crestar e a terceira utilização no protocolo DIB não diminuem a taxa de prenhez de fêmeas de corte. 1 INTRODUÇÃO O Brasil se tornou o maior produtor mundial e maior exportador de carne bovina através da aplicação das novas técnicas de biotecnologia como a fertilização in vitro (FIV), transferência de embriões, sexagem de sêmen, inseminação artificial em tempo fixo (IATF), clonagem entre outros. No entanto, a detecção de cio vem dificultando a aplicação desses métodos, pois cada fêmea cicla em um período diferente ao longo do dia, favorecendo erros na detecção visual e inviabilizando o uso das biotécnicas.

2 2 Utilizando a sincronização de cio, baseado em protocolos hormonais (Crestar, DIB, CIDR, Sincro Mate B e Ovsynch ), pode se estimar o momento em que todas as fêmeas tratadas irão ciclar. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito dos protocolos de IATF Crestar com dois implantes auriculares de segunda utilização e do DIB (dispositivo intravaginal) de terceira utilização sobre a taxa de prenhez de fêmeas das raças Nelore e Canchin. 2 REVISÃO DE LITERATURA O controle do ciclo estral se dá pelo eixo hipotólamo-hipofisário, através da liberação de GnRH, LH e FSH, e por hormônios produzidos nos ovários (estrógeno e progesterona). A secreção destes hormônios produz o ciclo estral que dura, em média, 21 dias, no qual ocorre a ovulação. O ciclo pode ser dividido em pró-estro, estro, metaestro e diestro (HAFEZ; HAFEZ, 2004). 2.1 DETECÇÃO DO CIO Algumas técnicas foram criadas para tentar facilitar o problema da detecção visual do cio como, por exemplo, o uso de rufiões e as fêmeas androgenizadas, (GONSALVES et al, 2001). Mesmo com essas técnicas, a variabilidade dos períodos de estro entre as vacas é muito grande, dificultando a utilização de inseminação artificial (IA) e outras biotécnicas de reprodução. A sincronização consegue concentrar o máximo de novilhas e/ou vacas com ciclos em períodos semelhantes de desenvolvimento para que não haja desperdício de material (pipetas, bainhas, sêmen), recursos econômicos e tempo (GONSALVES et al, 2001). 2.2 SINCRONIZAÇÃO DE ESTROS As maiores vantagens da sincronização dos estros é a indução da ciclicidade no período de anestro pós-parto, aumentando a eficiência reprodutiva do rebanho e concentrando os nascimentos em épocas do ano com fartura de alimento de boa qualidade (CASAGRANDE, 2006). Os protocolos somente antecipam o estro que ocorreria normalmente em 21 dias (18 á 24 dias). A extensão desse período inviabilizaria qualquer biotécnica utilizada (GONSALVES et al, 2001).

3 3 2.3 PROTOCOLOS DE SINCRONIZAÇÃO Protocolos de sincronização induzem a emergência de uma nova onda de crescimento folicular, controlam sua duração até o estágio pré-ovulatório, sincronizam a inserção e a retirada da fonte de progesterona exógena (implante) e endógena (PGF 2α ), e induzem a ovulação em todos os animais simultaneamente, diminuindo o período de serviço e aumentando a eficácia reprodutiva do rebanho (BARUSELLI et al., 2006) Protocolo com Prostaglandinas Os principais agentes desta categoria luteolítica são os naturais estrógeno e PGF 2α, e o sintético Cloprostenol ou D-Cloprostenol (HAFEZ; HAFEZ, 2004). Gordon (2001) faz uso de duas doses de PGF 2α no corno ipsolateral ao do CL ativo induzindo a regressão e eventos semelhantes aos normais de pós-regressão. Pode-se também aplicar injeções intramusculares de PGF 2α em dose única obtendo-se rápida regressão do CL susceptível. De acordo com Kastelic, Ginther (1991), as taxas de fertilidade em tratamentos de sincronização com PGF 2α exclusivamente para IATF são muito baixas devido a falta de sincronia entre o crescimento folicular nos animais tratados Protocolo com Progesterona A administração de um progestágeno por longo período permite a regressão natural do CL e uma retroalimentação (feedback) negativa na liberação de LH pelo hipotálamo. Com sua remoção, o crescimento folicular, o cio e a ovulação ocorrem dentro de 2 á 8 dias (HAFEZ; HAFEZ, 2004). Segundo Bó et al (2006), muitos protocolos associam a progesterona (P4) com um luteolítico como o estrógeno para sincronizar o aparecimento de uma onda folicular e a ovulação. As taxas de prenhez tornam-se semelhantes às conseguidas com a detecção duas vezes ao dia do cio (48% vs. 50%). Wishart e Younng (1974) afirmam que a associação de um estrógeno e progesterona promove sincronização de uma nova onda folicular cerca de 4 a 5 dias após sua aplicação. O estrógeno age como agente luteolítico, enquanto que a progesterona inibe o desenvolvimento do CL, ou previne a ovulação quando usada próxima do final do ciclo estral.

4 Protocolo Crestar Os hormônios utilizados no protocolo Crestar (Intervet, Brasil) são estrógeno e progesterona. Este consiste na aplicação intramuscular de 3mg de Norgestomet, sintético da progesterona, associado a 5mg de Valerato de Estradiol (VE) seguido do implante subcutâneo auricular de silicone contendo 3mg de Norgestomet. Este implante mantém os níveis sangüíneos de progestágenos altos para inibir a liberação e pico do LH, suprimindo o estro. O VE estimula o endométrio a produzir prostaglandina natural (PGF 2α ) para lisar o corpo lúteo. Pode ser feita uma aplicação de prostaglandina no momento da retirada do implante, causando uma regressão lútea (BARUSELLI et al, 2006) Protocolo DIB O dispositivo intravaginal DIB (Syntex, Argentina) é um implante impregnado com 0,5 ou 1g de progesterona. Atua provocando a regressão do folículo dominante, por aumentar o nível de progesterona e diminuir o de estrógeno. Esses permitem que uma nova onda de crescimento folicular se inicie, através do aumento da produção de FSH. Na retirada ocorre decréscimo acelerado de progesterona e aumenta de LH, permitindo crescimento do folículo e sua persistência. Quando associado a altos níveis de estrógeno, provocam o cio seguido por ovulação (SYNTEX, 2007). 3 MATERIAL E MÉTODOS 3.1 ANIMAIS O experimento foi conduzido com 125 animais (69 vacas e 56 novilhas) das raças Nelore e Canchin a pasto na Fazenda Casa Branca situada no município de Salto de Pirapora, São Paulo, Brasil entre os meses de janeiro e fevereiro de Estes animais eram alimentados com Brachiaria decumbens, B. brizantha mais suplementação mineral no cocho, receberam vermifugação e vacinação periódicas. No inverno receberam forrageiras artificiais trituradas (napier e cana) além da suplementação.

5 5 3.2 PROTOCOLOS DE SINCRONIZAÇÃO Os animais foram divididos em três grupos, no primeiro utilizou-se um implante de Crestar de segundo uso (n = 62), no segundo 2 implantes Crestar de 2º uso (n = 17) seguindo o mesmo protocolo do primeiro. No terceiro utilizou-se o protocolo DIB (figura 8) de terceira utilização seguindo o seguinte protocolo (n = 56); no dia 0 foi inserido o dispositivo de 1g de P4 com 2mg intramuscular de BE, no dia 8 foi retirado o dispositivo e fez-se a aplicação de 1,5ml de ecg e 2ml de prostaglandina (PGF 2α ), 24 horas depois administrou-se 1ml de BE para que os animais fossem inseminados a tempo fixo na tarde do dia seguinte. No protocolo Crestar (figura 7) os animais recebem no dia 0 implante auricular de P4 associado a 2ml de BE, no dia 6 1,5ml de ecg, 24 horas após a retirou-se o implante e administrou-se 2ml de prostaglandina (PGF 2α ), no dia 9 mais 1ml de BE para que, finalmente, fossem inseminadas a tempo fixo no dia ÍNDICES AVALIADOS O índice reprodutivo avaliado por este experimento foi à taxa de prenhez obtida por palpação retal 45 dias após a inseminação artificial. 3.4 ESTATÍSTICA Os resultados foram analisados através do programa computacional Statistical Analysis System (SAS Institute Inc., 1985), sendo anteriormente verificada a normalidade dos resíduos pelo Teste de SHAPIRO-WILK (PROC UNIVARIATE) e a homogeneidade das variâncias comparadas pelo Teste QUI QUADRADO (Comando SPEC do PROC GLM). Os dados foram submetidos à análise de variância (PROC GLM), onde se avaliou o efeito do tipo de protocolo de sincronização utilizado, da idade e da raça sobre a taxa de prenhez, sendo, em seguida, utilizado o teste de comparação de médias TUKEY. Foi adotado o nível de significância de 5% para todas as análises realizadas. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Como pode ser observado na tabela 1, não foi observado efeito significativo do tipo de protocolo utilizado (um ou dois implantes de Crestar de 2ª utilização ou DIB de 3ª utilização), da idade e da raça testada sobre a taxa de prenhez dos animais. Não havendo também interação entre as variáveis independentes testadas.

6 6 As taxas de prenhez observadas foram 72,55%, 64,55% e 75% para um Crestar, dois Crestar e DIB respectivamente. Tabela 1: Efeito do tipo de protocolo de sincronização utilizado, da idade (vaca ou novilha) e da raça (Nelore ou Canchim) sobre a taxa de prenhez. Protocolos Categoria Raça Taxa de 1 Crestar 2 Crestar DIB Vacas Novilhas Nelore Canchim Prenhez (%) 72,55 64, a 70,5 a 72,73 a 74,23 a *Letras iguais significam semelhança estatística (p>0,05) Este experimento encontrou resultados semelhantes ao de Moreira (2002) que utilizando Crestar de primeira utilização associado a Benzoato de Estradiol, em vacas Nelore x Charolês, obteve 70% de prenhez podendo supor que há diferença no uso de implantes novos ou reutilizados em programas de IATF. O mesmo experimento comparou o protocolo Crestar que utilizava BE, ecg e BE associado a PGF 2α, obtendo 78,1%, 75,7% e 67,1% de prenhez confirmando, assim, os resultados positivos para o reuso do implante. Baruselli et al. (2006), reportaram índices de prenhez de 51,7% para fêmeas em anestro e 76% para novilhas, confirmando novamente que a reutilização de implantes não altera significativamente as taxas de prenhez com relação às novilhas (76% x 70,5%),mas no caso de fêmeas em anestro o reuso pode acarretar em menor eficácia (51,7% x 75%). Os resultados deste experimento são superiores aos obtidos por Maluf (2002) nas mesmas condições de protocolos, já que este autor obteve apenas 34,21% de prenhez com a utilização de implante usado, 36,98% para dois implantes reutilizados e 39,72% com implante novo, em vacas Nelore x Charolês. Em estudos comparativos com vacas de carne e leite utilizando protocolo DIB, Pincinato et al. (2006) obtiveram 43,3%, 45%, 48,3% e 20% para os grupos com dispositivo novo de 1g P4, usado com 1g P4, novo com 0,5g P4 e usado com 0,5g P4 respectivamente. As taxas ficam abaixo das conseguidas com a 3ª reutilização do dispositivo de 1g P4 (75%) produzidas por este trabalho. Isto pode ser explicado pela sugestão de Cutaia et al. (2004) que, ao encontrarem 48,9% e 52% de prenhez em animais Hereford tratados com DIB de segunda e terceira

7 7 utilização, concluíram não existir grandes diferenças entre a segunda ou terceira utilização para o dispositivo DIB. Os resultados obtidos neste trabalho superam os encontrados por Chesta et al. (2005) que reportaram taxas de prenhez igual a 37,7% com a reutilização e 53,2% com o novo em fêmeas Hereford. Os mesmos autores não observaram diferença entre prenhezes de animais Hereford com a utilização de dispositivos novos, de 2ª e de 3ª utilização (74% e 75,3% respectivamente). Bó et al. (2004) também reportaram taxas de prenhez inferiores ao obtido neste trabalho ao associarem o protocolo DIB com aplicação de ecg (duas aplicações distintas) ao tamanho do folículo e a presença de CL, e encontrarem taxas de prenhez iguais a 68,3% e 78,8% para fêmeas Angus e zebuínas que apresentavam CL antes do início do protocolo, 67,8% e 57,6% para as que apresentavam folículos maiores de 8mm e 48,1% e 59,4% para as com folículos menores de 8mm, enquanto neste trabalho vacas tratadas com DIB de terceira utilização apresentaram 75% de prenhez. 5 CONCLUSÃO Desta forma pode-se concluir que a reutilização do implante auricular de progesterona no protocolo Crestar e a terceira utilização no protocolo DIB não diminuem a taxa de prenhez de fêmeas de corte, assim os custos da implantação dos programas de melhoramento genético com inseminação artificial tendem a ser menores. REFERÊNCIAS BARUFI, F.B. Sincronização do ciclo estral e da ovulação em bovinos de corte usando tratamentos com Crestar, CIDR ou CIDR reutilizado, seguidos ou não pela administração de ecg. São Paulo, Brasil, 2002, 68p. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, BARUSELLI, P.S.; AYRES, H.;SOUZA, A.H.; MARTINS, C.M.; GIMENES, L.V.; TORRES JR, J.R.S. Impacto da IATF na eficiência reprodutiva em bovino de corte. In: II SIMPOSIO INTERNACIONAL DE REPRODUÇÃO ANIMAL APLICADA

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