Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros

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1 Gado de Leite 1/54 Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho Doutor em Reprodução Animal (UFV/MG)

2 2/54 Eficiência reprodutiva IP e PS MN e IA Taxa de concepção Detecção de estro (cio) Mão-de-obra Baixo nº de animais inseminados Sincronização do estro IATF

3 3/54 Objetivos do capítulo Descrever os requisitos básicos para se implantar um programa de IATF em propriedades leiteiras; Discutir a importância da mão-de-obra especializada nos resultados da IATF; Descrever os métodos de seleção/avaliação dos animais a serem introduzidos no programa de IATF; Discutir os principais protocolos de IATF em rebanhos leiteiros.

4 4/54 Vantagens da IATF Elimina a necessidade de observação de estros, evitando erros de detecção; Evita inseminações de vacas fora do momento certo, diminuindo o desperdício de sêmen, material e mão-de-obra; Induz a ciclicidade em vacas em anestro no pós-parto, permitindo a inseminação destas fêmeas; Diminui o intervalo de partos, aumentando o número de bezerras nascidas; Aumenta a produção de leite; Possibilita a programação das inseminações em um curto período;

5 5/54 Vantagens da IATF Concentra o retorno do estro das fêmeas falhadas na primeira inseminação, facilitando o diagnóstico de estro no repasse destas; Concentra a mão-de-obra e diminui o número de horas extras com inseminadores; Diminui o descarte e o custo de reposição de matrizes no rebanho. Diminui o investimento com touros;»» Melhora o manejo das pastagens, evitando a degradação dos piquetes próximos ao curral (utilizados intensamente em programas de IA convencional).

6 6/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência sanitária Vacinações Controle parasitário Controle de doenças e enfermidades Influência nutricional BEN: IP e 1a ovulação Lipidose hepática Animais obesos Animais magros

7 7/54 Escore de condição corporal

8 8/54 Balanço energético negativo FASE IV FASE I FASE II FASE III B - Alimentação pré-parto D - Necessidades nutritivas par a produção de leite e para manteça C - Deficiência em elementos nutritivos no início da lactação. Esse déficit é compensado pelas reservas corporais. Durante esta fase a vaca perde peso. E - Elementos nutritivos fornecidos pelos alimentos F - Parte dos elementos nutritivos excedentes as necessidades de produção afim de obter boa condição corporal. Durante esta fase a vaca deve recuperar o peso perdido na fase I A - Necessidades nutritivas de mantença mês

9 9/54 FERREIRA (1993): OI - Ovário Inativo AOLC - Atividade Ovariana Luteal Cíclica 420 AOLC 400 Peso corporal (kg) OT Meses Efeito da perda e recuperação do peso corporal na manifestação de estro em vacas leiteiras

10 10/54 INRA (1978) Variação de peso vivo da vaca leiteira no início da lactação em função de sua produção máxima. PRODUÇÃO DE LEITE NO PICO (kg/dia) PERDA DE PESO VIVO (kg)

11 11/54 FERGUSSON et al. (1994) Relação do estádio da produção com o escore de condição corporal em vacas leiteiras. ESTÁDIO ECC ideal INTERVALO SUGERIDO Período seco 3,5 3,25 3,75 Parto 3,5 3,25 3,75 Início da lactação 3 2,5 3,25 Meio da lactação 3,25 2,75 3,25 Final da lactação 3,5 3 3,5 Novilhas em crescimento 3 2,75 3,25 Novilhas ao parto 3,5 3,25 3,75

12 12/54 STAPLES et al. (1990) Relação entre perda de condição corporal nas primeiras semanas pós-parto e a performance reprodutiva em vacas leiteiras. Perda < 0,5 Perda 0,5 1,0 Perda > 1,0 Média dias 1ª ovulação 27 a 31 a 42 b Média dias 1º estro 48 a 41 a 62 b Média dias 1º serviço 68 a 67 a 79 b Taxa de concepção 1º serviço (%) 65 a 53 a 17 b Média serviços/concepção 1,8 2,3 2,3 Média dias Período de Serviço 73 a 90 b 116 c Taxa de prenhez (%) 94 a 95 a 100 a a,b,c (P<0,05)

13 13/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência ambiental Bem-estar animal é o estado de harmonia entre o animal e seu ambiente, caracterizado por condições físicas e fisiológicas ótimas e de alta qualidade de vida do animal (HURNIK, 1992).

14 14/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência ambiental Os animais devem estar livres de: Fome Sede Desnutrição Desconforto Doença Medo Estresse Restrição de comportamento Dor Injúria Conselho de Bem-Estar dos Animais de Produção (1979)

15 15/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência ambiental Fatores ambientais que afetam o conforto e o bem-estar dos animais: Ambiente social: dominância, liderança, tamanho do lote, espaço individual e interação com os humanos; Ambiente físico: instalações (dimensões de cochos de alimentação, dos bebedouros e das baias, o tipo de piso etc.); Condições climáticas: frio, calor, umidade, vento etc.

16 3 Estresse calórico 16/54

17 3 Conforto térmico 17/54

18 3 Conforto térmico 18/54

19 3 Conforto térmico 19/54

20 3 Conforto térmico 20/54

21 3 Conforto térmico 21/54

22 22/54 DAMASCENO et al. (1998) Frequência respiratória (FR) dos animais estabulados em sistema free stall, com ou sem proteção solar. ABRIGO FR MANHÃ FR TARDE MÉDIA Sem proteção solar 73,0 b 89,0 a 81,0 ± 20,8 A Com proteção solar 66,3 b 81,9 a 74,1 ± 17,9 B Média 69,7 b 85,4 a Linha: a,b (P<0,05) Coluna: A,B (P<0,05) VIANA (2002) Estresse térmico diminui a duração e intensidade do estro, aumenta morte embrionária e diminui a atividade ovariana.

23 23/54 CURTIS (1983): Qualidade seminal em touros de diferentes espécies submetidos a stress térmico. Parâmetros Espécies 3 sem. antes Tempo em relação ao período de estresse térmico 1 sem. depois 1-3 sem. depois 4-6 sem. depois 7-9 sem. depois Motilidade espermática % sptzs anormais Conc. esperm. (109/mL) Total de sptzs ejaculados (109) Bos taurus Bos taurus x Bos indicus Bos taurus Bos taurus x Bos indicus Bos taurus 1,1 1,3 0,5 0,5 0,5 Bos taurus x Bos indicus 1,2 1,7 1,3 0,9 1,0 Bos taurus 5,7 8,0 3,8 3,9 3,5 Bos taurus x Bos indicus 12,0 19,5 12,4 9,9 10,7 NEBEL et al. (1997): Inverno: 8,6 montas/estro Verão: 4,5 montas/estro

24 24/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência da mão-de-obra Fatores que afetam a taxa de prenhez: Inadequada estocagem e manipulação do sêmen Má identificação do estro Tempo de observação do estro Falhas na execução da técnica de IA

25 25/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência da mão-de-obra Principais fatores que afetam o desempenho do inseminador: Estado Emocional - taxa de retorno ao estro Personalidade - Tranquilas e menos preocupadas: MELHORES RESULTADOS. Comprometimento - Efetivo: 85 % TP / Econômico: 68 % Cansaço Reciclagens Conhecimento e confiança na IA - 40 % Vs. 36 % de TP

26 26/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência da mão-de-obra CAVALHEIRAS (2002) Percentagem do índice de não-retorno (NR) ao estro (90 dias) e a taxa de concepção (TC) à 1ª IA, obtida por diferentes inseminadores da mesma cooperativa. INSEMINADOR NR (%) RANK TC (%) RANK B 76,2 ± 1,7 a 1 56,1 ± 1,8 a 1 C 74,8 ± 1,3 a 2 50,4 ± 1,8 b 4 A 73,6 ± 1,5 a 3 55,3 ± 2,0 a 2 D 69,8 ± 1,3 b 4 48,2 ± 1,7 b 5 E 69,2 ± 1,4 b 5 51,2 ± 1,7 b 3 F 63,0 ± 3,1 c 6 40,0 ± 3,6 c 6 a,b,c (P<0,05)

27 27/54 Requisitos básicos para implantar a IATF Influência da mão-de-obra BÓ (2002) Porcentagem de observação de estros em função do método de detecção. MÉTODO DE DETECÇÃO Observação casual Observação na ordenha Observadores treinados (2x/dia) Observação + Rufiões Observação 24 hs/dia % DE ESTROS DETECTADOS 43 a 50 a 50 a 71 b 89 b a,b,c (P<0,05)

28 da IATF Hormônios de qualidade e bem 3 Sanidade 28/54 armazenados Nutrição Bem-estar e conforto animal Mão de obra especializada Exame ginecológico periódico (matrizes e novilhas) Sanidade Sucesso da IATF Acasalamento direcionado Hormônios de qualidade e bem armazenados

29 29/54 INTERVALO ADMINISTRAÇÃO (PGF 2α ) E OVULAÇÃO INTERVET (2006)

30 10 Inseminação 5 Artificial em Tempo Fixo (IATF) 30/54 0 Dia 1 Dia 2 Dia 3 Dia 4 Dia 5 Dia 6 OCORRÊNCIA DO ESTRO APÓS A PGF2α Dia após a administração de PGF % dos animais Dia 1 Dia 2 Dia 3 Dia 4 Dia 5 Dia 6 Dia após a administração de PGF INTERVET (2006)

31 31/54 SINCRONIZAÇÃO DO ESTRO COM A PGF 2α INTERVET (2006)

32 32/54 SINCRONIZAÇÃO DO ESTRO COM A PGF 2α INTERVET (2006)

33 33/54 SINCRONIZAÇÃO DO ESTRO COM A PGF 2α INTERVET (2006)

34 34/54 OVSYNCH INTERVET (2006)

35 35/54 FOLICULOGÊNESE VS OVSYNCH INTERVET (2006)

36 36/54 Eficácia do protocolo Ovsynch iniciada em dias diferentes do ciclo estral DIA DO CICLO ESTRAL OVULAÇÃO NA 1ª INJEÇÃO DE GnRH OVULAÇÃO NA 2ª INJEÇÃO DE GnRH % 94% % 89% % 85% % 81% Geral 64% 87% VASCONCELOS et al. (1999)

37 37/54 Modificações do OVSYNCH INTERVET (2006)

38 38/54 Modificações do OVSYNCH CAVALIERI (2006)

39 39/54 Progestágeno auricular Categoria animal Dia 0 Dia 6 Dia 9 IATF Novilhas Implante e 2 mg de BE Vacas de leite de baixa produção Vacas de leite de alta produção Implante e 2 mg de BE Implante e 2 mg de BE Análogo de prostaglandina Remoção do implante e 1 mg de BE Remoção do implante e UI de ecg Remoção do implante e UI de ecg horas após a remoção do implante 56 horas após a remoção do implante 56 horas após a remoção do implante

40 Benzoato de Estradiol 3 Valerato de Estradiol 40/54 Cipionato de Estradiol E2 x BE x VE x CE Dias após 17ß estradiol Benzoato de Estradiol Valerato de Estradiol Cipionato de Estradiol Dias após

41 41/54 Viabilidade Espermática x Ovulação IATF 70 h SEMEN VIABILITY SEMEN VIABILITY BE CE IATF 70 h SEMEN VIABILITY

42 42/54 Progestágeno intravaginal Novilhas ou Vacas de alta produção Opção 1 Opção 2 Protocolo hormonal Dia 0 às 6h Dia 0 às 6h Inserir P4 + 3 ml de BE Dia 8 às 6h Dia 8 às 16h Retirar P4 + 1 ml de FSH + 2 ml de PGF2α Dia 10 às 6h Dia 10 às 16h 1 ml de GnRH Dia 10 às 18h Dia 11 às 6h Inseminar todo o lote

43 43/54 Progestágeno intravaginal Novilhas ou Vacas leiteiras mestiças ( 20 kg/dia) Dia e horário Protocolo hormonal Dia 0 às 8h Inserir P4 + 2 ml de BE Dia 8 às 8h Retirar P4 + 1 ml de FSH + 2 ml de PGF2α Dia 9 às 8h 1 ml de BE Dia 10 às 12h Inseminar todo o lote entre 12:00 e 18:00

44 44/54 Indicação dos protocolos citados Animais com ECC médio de 2,5 Animais com intervalo pós-parto 50 dias Animais com CL, o uso do FSH é opcional

45 45/54 Progestágeno intravaginal Uso do sêmen sexado (P1): Novilhas ou Vacas Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 8 às 8h Dia 9 a 10 (até 54 horas) Dia 10 às 14h Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE Retirar P4 + 1 ml de FSH + 2 ml de PGF 2α Observação do estro (inseminar 12 horas após o registro do estro) Nas vacas que não manifestaram o estro, administrar 1 ml de GnRH e inseminar com sêmen convencional.

46 46/54 Progestágeno intravaginal Uso do sêmen sexado (P2): Novilhas ou Vacas Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 7 às 8h A partir do Dia 7 Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE Retirar P4 + 3 ml de PGF2α Observação do estro (inseminar 12 horas após o registro do estro + 1 ml GnRH)

47 47/54 Progestágeno intravaginal Indução da puberdade de novilhas (Etapa 1) Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 8 às 8h Dia 20 ao 30 Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE Retirar P4 + 1 ml de BE Início dos programas reprodutivos

48 48/54 Progestágeno intravaginal Indução da puberdade de novilhas (Etapa 2) Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 9 às 8h Dia 11 às 8-10h Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE Retirar P4 + 1 ml de FSH + 0,5 ml de BE + 1,5 ml de PGF 2α Inseminação + 3,12 mg de LH (Lutropin )

49 49/54 Progestágeno intravaginal Novilhas (Cipionato de estradiol) Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 7 às 8h Dia 9 às 8h Dia 11 às 8-10h Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE 2,5 ml de PGF 2α (Lutalyse ) Retirar P4 + 0,3 ml de CE IATF

50 50/54 Progestágeno intravaginal Novilhas ou Vacas de alta produção (ecg + BE + CE) Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 8 às 6h Dia 10 às 14h Protocolo hormonal Inserir P4 + 2 ml de BE Retirar P UI de ecg + 2 ml de PGF 2α + 2 ml de CE IATF + 2,5 ml de GnRH

51 51/54 Progestágeno intravaginal Novilhas ou Vacas leiteiras mestiças (ecg + CE) Dia e horário Dia 0 às 8h Dia 7 às 8h Dia 9 às 8h Dia 11 às 8h Protocolo hormonal Inserir P4 + 1 ml de CE 2,5 ml de PGF 2α Retirar P UI de ecg + 0,5 ml de CE IATF

52 52/54 Estratégias para incrementar a taxa de concepção à IATF Dicas Importantes

53 53/54 CONSIDERAÇÕES FINAIS

54 54/54 Obrigado pela atenção!

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