EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EMPRENHAR A VACA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL APÓS O PARTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EMPRENHAR A VACA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL APÓS O PARTO"

Transcrição

1 TIAGO LEIVA

2 EFICIÊNCIA REPRODUTIVA EMPRENHAR A VACA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL APÓS O PARTO

3 Cria em gado de corte: o bezerro é o produto comercializado. Gado de leite (alta produção): a vaca precisa parir para haver lactação. + lactações + leite Gado de leite (baixa produção): baixa persistência de lactação. o período de maior lucratividade dura menos

4 Sistema nervoso central Metabolismo basal Atividades (contrações musculares voluntárias) Crescimento Reserva energética básica Gestação Lactação Reserva energética adicional Ciclo estral e início de gestação Reserva energética em excesso

5

6 Estrógeno (E 2 ): estimula a manifestação do cio e a liberação de LH. Hormônio folículo estimulante (FSH): estimula o desenvolvimento folicular e a secreção de estrógenos. Hormônio luteinizante (LH): estimula a ovulação, formação e manutenção do corpo lúteo.

7 Hormônio liberador das gonadotrofinas (GnRH): promove a liberação do FSH e LH. Progesterona (P 4 ): manutenção da gestação. Prostaglandina F2 α (PGF2 α ): responsável pela regressão do corpo lúteo.

8

9

10 Novilhas: maior facilidade para emprenhar (atrasar entrada na estação de monta). Primíparas: categoria mais difícil de emprenhar (reflexo da estação de monta quando era novilha). Multíparas: diminuição da exigência nutricional em relação às primíparas. O sucesso da estação de monta depende grandemente do estado corporal dos animais.

11 ECC 2,0 ECC 2,5 ECC 3,0 ECC 3,5 ECC 4,0

12 A vaca perderá ECC de qualquer forma, mas se parir em boas condições o impacto será minimizado (Perry et al., 1991). Alto ECC ao parto ciclicidade mais cedo Baixo ECC ao parto ciclicidade tardia

13

14 Dietas diferenciadas Problemas pós-parto Dieta de pré-parto parto é mais importante que a do pós-parto.

15 Vacas de leite (alta produção) Alta densidade energética na dieta (crônico) Elevação no fluxo sanguíneo hepático Elevação na metabolização Estradiol Duração do estro Intensidade do estro Progesterona Taxa de concepção Taxa de detecção de estro

16 Reduzir a densidade energética em vacas de alta produção implica em redução na produção de leite e injúrias à vaca. Portanto, é uma opção praticamente impossível. Estratégias (mantendo a densidade nutricional): Ingredientes que não aumentam excreção de esteróides Menor velocidade de fermentação ruminal do amido Utilizar gordura como fonte de energia na dieta

17 Maiores concentrações de P4 antes da fase luteal (Folman et al., 1973; Carstairs et al., 1980; Fonseca et al., 1983) e após a inseminação (Ekb et al., 1976; Bulman and Lamming et al., 1978) têm sido associadas com melhoras na fertilidade.

18 A ovulação de um folículo maior pode resultar em um CL maior, com maior produção de progesterona (Vasconcelos et al., 2001).

19 Vacas alimentadas com gordura tiveram aumento nas concentrações de colesterol, HDL e P4 (Grummer & Carrol, 1991; Hawkins et al., 1995; Staples et al., 1998; Garcia-Bojalil et al., 1998).

20 O efeito positivo da suplementação de gordura em vacas leiteiras pode ocorrer pelo estímulo do crescimento folicular ovariano e melhoria da função do corpo lúteo (CL) (Lucy et al., 1991; Staples et al., 1998; Mattos et al., 2000; 2002).

21 Vacas alimentadas com Megalac apresentaram melhor fertilidade do que as suplementadas com outras fontes de energia (Staples e Thatcher, 1997; McNamara et al., 2003).

22 A adição de ácido linoléico não alterou a metabolização hepática de P4, porém em novilhas aumentou a produção pelo corpo lúteo (Cappellozza et al., dados não publicados).

23 Hipótese: Menor % de FDN (maior qualidade da forragem), maior IMS, maior produção de AGCC, maior clearance de P4 pelo fígado, menor [ ] de P4 circulante. Não houve diferença na concentração de P4 quando FDN foi alterado (Aboin, dados preliminares).

24 Progesterona - 6h 2,50000 [ ] de progesterona (ηg/ml) 2, , , ,50000 BN BP 0,00000 Progesterona - 0H d-7 d1 d3 d5 d7 d9 d11 d13 d15 d17 d19 d21 d23 d25 d27 d29 2,50000 [ ] de progesterona (ηg/ml) 2, , , ,50000 BN BP 0,00000 d-7 d1 d3 d5 d7 d9 d11d13 d15d17 d19d21 d23d25 d27d29 Fonte: Rodrigues e Trevisanuto, dados preliminares.

25 Hipótese: Aumento da TºC corporal, Vasodilatação periférica, Menor quantidade de sangue passa pelo fígado, Menor clearance de P4 no fígado, Maior [ ] de P4 circulante. Necessário maior tempo de avaliação para obter resultados consistentes. (Vieira, dados preliminares)

26

27 Obrigado

Inseminação Artificial em Tempo Fixo em Vacas Leiteiras

Inseminação Artificial em Tempo Fixo em Vacas Leiteiras Inseminação Artificial em Tempo Fixo em Vacas Leiteiras Serviços em Pecuária de Leite Avaliação Ginecológica e Diagnóstico de Gestação com Aparelho de Ultrassonografia Exames Laboratoriais IATF Inseminação

Leia mais

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Gado de Leite 1/54 Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho Doutor em Reprodução Animal (UFV/MG) efcmv@yahoo.com.br 2/54 Eficiência reprodutiva IP e PS MN e IA Taxa de concepção Detecção de estro

Leia mais

Precocidade Sexual e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo

Precocidade Sexual e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo 4º Workshop Precocidade Sexual. Precocidade Sexual e a Inseminação Artificial em Tempo Fixo José Luiz Moraes Vasconcelos DPA FMVZ UNESP Botucatu, SP vasconcelos@fca.unesp.br Precocidade em novilhas Nelore

Leia mais

Manual de Inseminação. Artificial em Tempo Fixo. (IATF) em gado leiteiro.

Manual de Inseminação. Artificial em Tempo Fixo. (IATF) em gado leiteiro. Manual de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) em gado leiteiro. Introdução: As vacas leiteiras, durante a lactação, apresentam características fisiológicas particulares que diferenciam o comportamento

Leia mais

PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS

PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS ANEXO TÉCNICO DO MANUAL DE SINCRONIZAÇÃO E INSEMINAÇÃO EM TEMPO FIXO EM BOVINOS PROGRAMAS DE IATF EM NOVILHAS ZEBUÍNAS Os protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) são utilizados de forma

Leia mais

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO Universidade Federal do Ceará INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO Doutorando: MV Msc Rodrigo Vasconcelos de Oliveira Introdução Bovinocultura=> + eficiência reprodutiva Limitações: Anestro pós-parto longo

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS

UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO PÓS-GRADUAÇÃO EM REPRODUÇÃO E PRODUÇÃO EM BOVINOS UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS MATHEUS GUAPO PAVARINA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP

Leia mais

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Gado de Leite 1/35 Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho Doutor em Reprodução Animal (UFV/MG) efcmv@yahoo.com.br 2/35 Introdução Cronologia dos conceitos

Leia mais

SINCRONIZAÇÃO DE OVULAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE FÊMEAS BOVINAS, EM LARGA ESCALA

SINCRONIZAÇÃO DE OVULAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE FÊMEAS BOVINAS, EM LARGA ESCALA SINCRONIZAÇÃO DE OVULAÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA AUMENTAR A EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE FÊMEAS BOVINAS, EM LARGA ESCALA José Luiz Moraes Vasconcelos e Mauro Meneghetti DPA FMVZ UNESP, Botucatu, SP vasconcelos@fca.unesp.br

Leia mais

INTER-RELAÇÕES ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM FÊMEAS BOVINAS DE CORTE

INTER-RELAÇÕES ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM FÊMEAS BOVINAS DE CORTE INTER-RELAÇÕES ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM FÊMEAS BOVINAS DE CORTE Professor Álan Maia Boges Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias Escola de Veterinária da UFMG O desempenho reprodutivo compromete

Leia mais

Introdução. estacionalidade reprodutiva é o fotoperíodo, caso a nutrição esteja adequada.

Introdução. estacionalidade reprodutiva é o fotoperíodo, caso a nutrição esteja adequada. !"#"! $"%!! Introdução Durante sua evolução, os ovinos e os caprinos desenvolveram alternativas reprodutivas para assegurar o nascimento de suas crias nos períodos de maior fartura de água e alimentos.

Leia mais

ÔMEGAS PARA O QUE SERVEM?

ÔMEGAS PARA O QUE SERVEM? TM ÔMEGAS PARA O QUE SERVEM? Permitem as células do corpo a sintetizar hormônios reprodutivos Aumentam a resposta inflamatória e anti-inflamatória em células e tecidos Participam do processo de contrações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA BOVINOS LEITEIROS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA BOVINOS LEITEIROS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA BOVINOS LEITEIROS Prof. Ricardo Alexandre Silva Pessoa MANEJO DE VACAS SECAS E PERÍODO DE TRANSIÇÃO ponto de vista tecnológico = alimentar

Leia mais

Manejo reprodutivo de vacas de leite criadas a pasto. José Luiz Moraes Vasconcelos

Manejo reprodutivo de vacas de leite criadas a pasto. José Luiz Moraes Vasconcelos Manejo reprodutivo de vacas de leite criadas a pasto José Luiz Moraes Vasconcelos De que vaca e de que pasto estamos falando? Cenários? Holandesa ou mestiça? Pasto bom ou ruim? Verão ou inverno? Produção

Leia mais

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas.

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Fisiologia Animal Excreção Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas. Sistema urinario Reabsorção de açucar, Glicose, sais, água. Regula volume sangue ADH: produzido pela

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO

MELHORAMENTO GENÉTICO MELHORAMENTO GENÉTICO Mudança do material hereditário do rebanho de forma a capacitá-lo para produzir leite, mais economicamente em um determinado ambiente. Genética é a ciência que estuda a variação e

Leia mais

Quais hormônios regulam a ovogênese?

Quais hormônios regulam a ovogênese? Controle Endócrino da Ovogênese Ciclo Sexual Feminino Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia 1 Quais hormônios regulam a ovogênese? 2 1 CONTROLE HORMONAL DA OVOGÊNESE A ovogênese

Leia mais

FAZENDA EXEMPLO / PROPRIETÁRIO EXEMPLO Estação: ESTACAO 2014/2015

FAZENDA EXEMPLO / PROPRIETÁRIO EXEMPLO Estação: ESTACAO 2014/2015 Tabela 01 - Taxa de Gestação ao final da estação de monta Lote Qtd. Animais Diag. Prenhas (%) Gestação Sem DG LOTE 01 J MULTIPARAS 09 100 100 89 89.00 0 LOTE 02 J MULTIPARAS 09 132 130 116 89.23 2 LOTE

Leia mais

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu

Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Controle Hormonal da Gametogênese Feminina Ciclo Sexual ou Estral dos Animais Domésticos Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Departamento de Morfologia Instituto de Biociências de Botucatu Ovários Formato

Leia mais

Ciclo Menstrual e Métodos Contraceptivos

Ciclo Menstrual e Métodos Contraceptivos Ciclo Menstrual e Métodos Contraceptivos Hormônios sexuais Controlados pelo FSH e LH: FSH: estimula o desenvolvimento dos folículos ovarianos; LH: responsável pelo rompimento do folículo maduro (ovulação)

Leia mais

PRIMEIRO CIO PÓS-PARTO DAS CABRAS E OVELHAS NO NORDESTE

PRIMEIRO CIO PÓS-PARTO DAS CABRAS E OVELHAS NO NORDESTE PRIMEIRO CIO PÓS-PARTO DAS CABRAS E OVELHAS NO NORDESTE Prof. Adelmo Ferreira de Santana Caprinocultura e Ovinocultura E-mail afs@ufba.br Departamento de Produção Animal Escola de Medicina Veterinária

Leia mais

MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO

MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO AZ042 Bovinocultura de Leite Aula 09 MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO Prof. Rodrigo de Almeida Ciclo de Produção - Curva de Lactação - Consumo de Matéria Seca - Escore de Condição Corporal - Desenvolvimento

Leia mais

MANUAL TÉCNICO SOBRE SINCRONIZAÇÃO E INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

MANUAL TÉCNICO SOBRE SINCRONIZAÇÃO E INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL MANUAL TÉCNICO SOBRE SINCRONIZAÇÃO E INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF) EM BOVINOS Introdução A IATF é uma realidade na pecuária brasileira. Sua utilização proporciona tantas vantagens que se

Leia mais

OVÁRIOS. Fonte de gametas e hormônios

OVÁRIOS. Fonte de gametas e hormônios OVÁRIOS Fonte de gametas e hormônios OVOGÊNESE No feto células germinativas multiplicamse ovogônias Cresce meiose I para na prófase I ovócito I nascimento milhares de ovócitos primários. Ovócito primário

Leia mais

Acasalamento 3,0 3,5. Terço final da gestação 2,5 4,0. Parição (parto simples) 3,0 4,0. Parição (parto gemelar) 3,5 4,0

Acasalamento 3,0 3,5. Terço final da gestação 2,5 4,0. Parição (parto simples) 3,0 4,0. Parição (parto gemelar) 3,5 4,0 Manejo reprodutivo de ovinos Fêmeas Estacionalidade reprodutiva Fertilidade aumenta com os dias curtos Temperatura Calor acentuado: inibe cio, diminui a fertilidade e aumenta a mortalidade embrionária

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes

ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Curso Inicial & Integração Novos Representantes ANATOMIA E FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Curso Inicial & Integração Novos Representantes 1 SISTEMA REPRODUTOR FEMININO O conjunto de órgãos do sistema reprodutor feminino tem como função principal

Leia mais

Profª Drª Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Caprinocultura 2013

Profª Drª Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Caprinocultura 2013 Profª Drª Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Caprinocultura 2013 Manejo reprodutivo de caprinos Qual a importância de um bom manejo reprodutivo? Determina a eficiência do sistema de produção Estacionalidade

Leia mais

Mas por que só pode entrar um espermatozóide no óvulo???

Mas por que só pode entrar um espermatozóide no óvulo??? Mas por que só pode entrar um espermatozóide no óvulo??? Lembre-se que os seres humanos só podem ter 46 cromossomos, sendo um par sexual, por exemplo: se dois espermatozóides com cromossomo sexual X e

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: .

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=576>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Inseminação artificial em horário fixo de fêmeas bovinas de corte com cio sincronizado

Leia mais

3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS

3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS 3. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE FÊMEAS BOVINAS 3.1. Introdução Simone Cristina Méo Niciura I A aplicação de biotécnicas da reprodução animal, como a IA, requer o conhecimento da anatomia e da

Leia mais

GERANDO RESULTADOS COM VOCÊ

GERANDO RESULTADOS COM VOCÊ GERANDO RESULTADOS COM VOCÊ Manejo Reprodutivo de Fazendas Leiteiras Robson Vilela Sá Fortes Veterinário Equipe Leite - ReHagro Roteiro Introdução Patologias Reprodutivas O que podemos fazer para melhorar

Leia mais

DESENVOLVIMENTO FOLICULAR, ONDAS FOLICULARES E MANIPULAÇÃO *

DESENVOLVIMENTO FOLICULAR, ONDAS FOLICULARES E MANIPULAÇÃO * DESENVOLVIMENTO FOLICULAR, ONDAS FOLICULARES E MANIPULAÇÃO * Introdução A função ovariana nos bovinos tem início ainda no período fetal e estende-se após a puberdade, até idades que podem atingir aos 15

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ALIMENTAÇÃO DE VACAS LEITEIRAS DE ALTA PRODUÇÃO NO PERÍODO DE TRANSIÇÃO

ESTRATÉGIAS DE ALIMENTAÇÃO DE VACAS LEITEIRAS DE ALTA PRODUÇÃO NO PERÍODO DE TRANSIÇÃO ESTRATÉGIAS DE ALIMENTAÇÃO DE VACAS LEITEIRAS DE ALTA PRODUÇÃO NO PERÍODO DE TRANSIÇÃO PERÍODO DE TRANSIÇÃO (3 semanas pré-parto a 3 semanas pós-parto) aperíodo de tempo onde a vaca passa por grandes alterações

Leia mais

EMPREGO DE IATF (INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO) COMO ALTERNATIVA NA REPRODUÇÃO DA PECUÁRIA DE CORTE

EMPREGO DE IATF (INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO) COMO ALTERNATIVA NA REPRODUÇÃO DA PECUÁRIA DE CORTE EMPREGO DE IATF (INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO) COMO ALTERNATIVA NA REPRODUÇÃO DA PECUÁRIA DE CORTE INFORZATO, Guilherme Repas SANTOS, William Ribeiro Martins dos CLIMENI, Bruno Santi Orsi DELLALIBERA,

Leia mais

Sistema endócrino I. As células produtoras de hormônios estão geralmente reunidas em órgãos denominados glândulas endócrinas.

Sistema endócrino I. As células produtoras de hormônios estão geralmente reunidas em órgãos denominados glândulas endócrinas. RESUMO DE AULA Sistema endócrino I O funcionamento e equilíbrio fisiológico do corpo humano dependem em parte da comunicação entre as células por meio de mensageiros químicos denominados de hormônios.

Leia mais

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Gado de Leite Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho C A P Í T U L O 3 3. IATF como ferramenta no melhoramento genético de bovinos de leite 3.1 Introdução

Leia mais

Fisiologia Endócrina do Sistema Reprodutivo

Fisiologia Endócrina do Sistema Reprodutivo Fisiologia Endócrina do Sistema Reprodutivo Profa. Letícia Lotufo Função Reprodutiva: Diferenciação sexual Função Testicular Função Ovariana Antes e durante a gravidez 1 Diferenciação sexual Sexo Genético

Leia mais

COMO OBTER UM BEZERRO POR VACA/ANO. Prof. Dr. José Abdo A. Hellu

COMO OBTER UM BEZERRO POR VACA/ANO. Prof. Dr. José Abdo A. Hellu COMO OBTER UM BEZERRO POR VACA/ANO Prof. Dr. José Abdo A. Hellu OBJETIVOS DO PROTOCOLO: Obter meia (½) fêmeapor ano para reposição. Atingir um pico de lactação por vaca/ano. LIMITAÇÕES Clima e estações

Leia mais

NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM BOVINOS

NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM BOVINOS 30 NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM BOVINOS José Eduardo P. Santos 1 e Manoel F. Sá Filho 1 1 INTRODUÇÃO A ingestão adequada de nutrientes é fundamental para um bom desempenho reprodutivo em bovinos. Tanto o estado

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino. Profa. Valdirene Zabot Unochapecó

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino. Profa. Valdirene Zabot Unochapecó Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino Profa. Valdirene Zabot Unochapecó Sistema de Comunicação Corpórea: Endócrino Nervoso Produtos = Hormônios: ajudam a enviar informações para outras células

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas INFLUÊNCIA DA CONDIÇÃO CORPORAL E CATEGORIA REPRODUTIVA NAS TAXAS DE GESTAÇÃO DE VACAS NELORE SUBMETIDAS À PROTOCOLO DE IATF, NA REGIÃO DA AMAZÔNIA LEGAL. TOLEDO, G.A. ¹ ; RIBEIRO, A.P.C.²; RIBEIRO, G.M.³

Leia mais

PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS

PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS 1 PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS www.kerabrasil.com.br Fone:(54)2521-3124 Fax:(54)2521-3100 2 INTRODUÇÃO PROGRAMA KERA PARA BOVINOS DE LEITE E CORTE Com o acelerado melhoramento genético dos

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 SISTEMA ANTILUTEOLÍTICO E MORTE EMBRIONÁRIA EM FÊMEAS BOVINAS JEAN CAIO FIGUEIREDO DE ALMEIDA¹, ANA KELLY MENDES DA SILVA¹, GESSIANE PEREIRA DA SILVA¹, BRENDA JULIANE SILVA DOS SANTOS¹, CAMILA DE ALMEIDA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO 1 Ricardo Dias Signoretti A atual situação econômica da cadeia produtiva do leite exige que os produtores realizem todas as atividades

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 42 APARELHO REPRODUTOR FEMININO

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 42 APARELHO REPRODUTOR FEMININO BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 42 APARELHO REPRODUTOR FEMININO Fixação 1) (UERJ) O gráfico abaixo ilustra um padrão de níveis plasmáticos de vários hormônios durante o ciclo menstrual da mulher. a) Estabeleça

Leia mais

EFEITOS DA CONDIÇÃO CORPORAL NAS TAXAS DE CONCEPÇÃO EM VACAS NELORE E SEU IMPACTO FINANCEIRO.

EFEITOS DA CONDIÇÃO CORPORAL NAS TAXAS DE CONCEPÇÃO EM VACAS NELORE E SEU IMPACTO FINANCEIRO. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde Departamento de Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária em Betim Amilto Ribeiro da Silva EFEITOS

Leia mais

Efeito da Adição de Castanha de Caju na Dieta sobre a Atividade Reprodutiva no Pós-parto de Vacas Leiteiras Criadas no Semi-Árido

Efeito da Adição de Castanha de Caju na Dieta sobre a Atividade Reprodutiva no Pós-parto de Vacas Leiteiras Criadas no Semi-Árido 1 Universidade Estadual do Ceará Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Faculdade de Veterinária Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias Efeito da Adição de Castanha de Caju na Dieta sobre

Leia mais

PEDRO ANDRÉ DE SENE BIERNASKI ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM REPRODUÇÃO ANIMAL

PEDRO ANDRÉ DE SENE BIERNASKI ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM REPRODUÇÃO ANIMAL PEDRO ANDRÉ DE SENE BIERNASKI ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM REPRODUÇÃO ANIMAL CURITIBA 2011 PEDRO ANDRÉ DE SENE BIERNASKI ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM REPRODUÇÃO ANIMAL Trabalho apresentado

Leia mais

REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária

REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária REPRODUÇÃO GERAL NOS MAMÍFEROS DOMÉSTICOS Ismar Araújo de Moraes Fisiologia Veterinária INTRODUÇÃO REVISÃO DOS ASPECTOS ANATÔMICOS http://www.fao.org/wairdocs/ilri/x5442e/x5442e05.gif 1- corno uterino

Leia mais

12. FISIOLOGIA DO TRATO REPRODUTIVO DA FÊMEA BOVINA

12. FISIOLOGIA DO TRATO REPRODUTIVO DA FÊMEA BOVINA 12. FISIOLOGIA DO TRATO REPRODUTIVO DA FÊMEA BOVINA 12.1. PUBERDADE Tem seu início quando os órgãos reprodutivos iniciam sua função, sendo representada para a fêmea pelo 1º cio com ovulação. Isto ocorre,

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn

SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn Bernardo Baldisserotto Departamento de Fisiologia e Farmacologia Universidade Federal de Santa Maria, Brasil Sistema nervoso: usualmente

Leia mais

INTERAÇÃO ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM VACAS DE CORTES

INTERAÇÃO ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM VACAS DE CORTES INTERAÇÃO ENTRE NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM VACAS DE CORTES PARRA, Bruno César E-mail: brunocesarparra@hotmail.com Acadêmico da Associação Cultural e Educacional de Garça FAMED BELTRAN, Maria Paula Docente

Leia mais

- CAPÍTULO 12 - RESUMO CICLO MENSTRUAL E GRAVIDEZ

- CAPÍTULO 12 - RESUMO CICLO MENSTRUAL E GRAVIDEZ - CAPÍTULO 12 - RESUMO CICLO MENSTRUAL E GRAVIDEZ No início de cada ciclo menstrual (primeiro dia do fluxo menstrual), a hipófise anterior lança no sangue feminino o FSH (hormônio folículo-estimulante),

Leia mais

EFEITO DO TAMANHO DO FOLÍCULO DOMINANTE NO MOMENTO DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO NA TAXA DE GESTAÇÃO EM VACAS NELORE

EFEITO DO TAMANHO DO FOLÍCULO DOMINANTE NO MOMENTO DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO NA TAXA DE GESTAÇÃO EM VACAS NELORE EFEITO DO TAMANHO DO FOLÍCULO DOMINANTE NO MOMENTO DA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO NA TAXA DE GESTAÇÃO EM VACAS NELORE Éder Augusto Gonçalves 1 ; Fábio Luiz Bim Cavalieri 2 ; José Mauricio Gonçalves

Leia mais

VI CONGRESSO CAPIXABA DE PECUÁRIA BOVINA

VI CONGRESSO CAPIXABA DE PECUÁRIA BOVINA VI CONGRESSO CAPIXABA DE PECUÁRIA BOVINA ADEMIR DE MORAES FERREIRA PESQUISADOR APOSENTADO DA EMBRAPA GADO DE LEITE E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO TELEFONE: (32) 3217-3349 E (32) 3217-3349 E-mail: ademirferreira9@yahoo.com.br

Leia mais

Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino

Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino Universidade Federal do Pampa Campus Uruguaiana - Curso de Medicina Veterinária Disciplina de Histologia e Embriologia Animal II Histologia e Embriologia do Sistema Genital Feminino Daniela dos Santos

Leia mais

HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA

HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA HORMÔNIOS SEXUAIS SISTEMA ENDÓCRINO FISIOLOGIA HUMANA GLÂNDULAS SEXUAIS GÔNADAS MASCULINAS = TESTÍCULOS GÔNADAS FEMININAS = OVÁRIOS PRODUZEM GAMETAS E HORMÔNIOS SEXUAIS CONTROLE HORMONAL DO SISTEMA TESTÍCULOS

Leia mais

FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO

FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO 1 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ Atividade Presencial: estudo através de Textos e Questionários realizado em sala de aula SOBRE A FISIOLOGIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO CADA ESTUDANTE DEVERÁ IMPRIMIR E LEVAR

Leia mais

DIFERENTES MECANISMOS PELOS QUAIS A NUTRIÇÃO INTERFERE NA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE LEITE E DE CORTE

DIFERENTES MECANISMOS PELOS QUAIS A NUTRIÇÃO INTERFERE NA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE LEITE E DE CORTE DIFERENTES MECANISMOS PELOS QUAIS A NUTRIÇÃO INTERFERE NA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA DE VACAS DE LEITE E DE CORTE JOSÉ LUIZ MORAES VASCONCELOS TIAGO LEIVA ROGÉRIO FONSECA GUIMARÃES PERES Faculdade de Medicina

Leia mais

Ciclo Menstrual. Ciclo Menstrual. Ciclo ovariano. Ciclo ovariano 17/08/2014. (primeira menstruação) (ausência de menstruação por 1 ano)

Ciclo Menstrual. Ciclo Menstrual. Ciclo ovariano. Ciclo ovariano 17/08/2014. (primeira menstruação) (ausência de menstruação por 1 ano) CICLO MENSTRUAL Ciclo Menstrual A maioria das mulheres passará por 300 a 400 ciclos menstruais durante sua vida Os ciclos variam entre 21 a 36 dias, em média 28 dias O sangramento dura de 3 a 8 dias A

Leia mais

ANESTRO PÓS-PARTO EM VACAS DE CORTE *

ANESTRO PÓS-PARTO EM VACAS DE CORTE * ANESTRO PÓS-PARTO EM VACAS DE CORTE * Atividade ovariana pós-parto. O desempenho reprodutivo é o principal fator limitante na produção de bovinos de corte. O longo período de anestro pós-parto é um dos

Leia mais

Nutrição e Manejo de Vacas de leite no pré-parto

Nutrição e Manejo de Vacas de leite no pré-parto FCA-UNESP-FMVZ Empresa Júnior de Nutrição de Ruminantes NUTRIR Departamento de Melhoramento e Nutrição Animal-DMNA Site: www.gruponutrir.com.br diretorianutrir@gmail.com Nutrição e Manejo de Vacas de leite

Leia mais

Utilização de gordura inerte na dieta de ruminantes

Utilização de gordura inerte na dieta de ruminantes II Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2009. Utilização de gordura inerte na dieta de ruminantes Cátia Borges FERREIRA 1 ; Leonardo Almeida

Leia mais

ALINE CARVALHO MARTINS DINÂMICA FOLICULAR EM BOVINOS

ALINE CARVALHO MARTINS DINÂMICA FOLICULAR EM BOVINOS ALINE CARVALHO MARTINS DINÂMICA FOLICULAR EM BOVINOS Docentes responsáveis: Prof a.adj. Dra. Maria Denise Lopes Prof.Ass.Dr. Sony Dimas Bicudo BOTUCATU SP 2005 ii ALINE CARVALHO MARTINS DINÂMICA FOLICULAR

Leia mais

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: SISTEMA ENDOCRINO Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Regulação do organismo (homeostase) Hormônios: Substâncias químicas que são produzidas

Leia mais

Alimentação da vaca leiteira

Alimentação da vaca leiteira Alimentação da vaca leiteira A exploração leiteira consiste em atividade de converter recursos alimentares em leite, cujo valor agregado é superior a matéria-prima original. Recursos alimentares: Volumosos

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Miguel José dos Santos Júnior RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Miguel José dos Santos Júnior RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Miguel José dos Santos Júnior RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR CURITIBA 2008 RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR CURITIBA 2008 Miguel José dos Santos Júnior RELATÓRIO DE ESTÁGIO

Leia mais

Sistema Endócrino: controle hormonal

Sistema Endócrino: controle hormonal Sistema Endócrino: controle hormonal Todos os processos fisiológicos estudados até agora, como digestão, respiração, circulação e excreção, estão na dependência do sistema que fabrica os hormônios. O sistema

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MANEJO NO PERÍODO SECO

A IMPORTÂNCIA DO MANEJO NO PERÍODO SECO A IMPORTÂNCIA DO MANEJO NO PERÍODO SECO Ricardo Dias Signoretti 1 Na prática, o período seco e transição (pré-parto) constituem-se num desafio aos técnicos e produtores de leite, que devem ficar atentos

Leia mais

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Gado de Leite Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho C A P Í T U L O 4 4. Relação custo/benefício da IATF em rebanhos leiteiros 4.1 Introdução A bovinocultura

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Relações entre nutrição e reprodução em bovinos de corte 1. Resumo

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Relações entre nutrição e reprodução em bovinos de corte 1. Resumo PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Relações entre nutrição e reprodução em bovinos de corte 1 Rodrigo Scheren Della-Flora 2, Marco Antônio de Oliveira Viu 3, Dyomar Toledo Lopes 3,

Leia mais

(www.gineco.com.br) Com relação às alterações hormonais que ocorrem no ciclo menstrual, é correto afirmar que

(www.gineco.com.br) Com relação às alterações hormonais que ocorrem no ciclo menstrual, é correto afirmar que 01 - (Unicastelo SP) O gráfico representa os níveis de concentração dos diferentes hormônios femininos, no organismo, durante o ciclo menstrual. (www.gineco.com.br) Com relação às alterações hormonais

Leia mais

Nestlé EM CAMPO. Período de transição. Eficiência e qualidade na produção leiteira

Nestlé EM CAMPO. Período de transição. Eficiência e qualidade na produção leiteira Nestlé EM CAMPO Eficiência e qualidade na produção leiteira Período de transição Cuidados no pré e pós-parto garantem a boa condição reprodutiva e produtiva Ano 2 Número 12 Nov./Dez. 2015 Nestlé EM CAMPO

Leia mais

Ilustração Olaff Behrend

Ilustração Olaff Behrend Autora José Luiz Jivago de Paula Rôlo Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade de Brasília (2009). Atualmente é médico veterinário da Universidade de Brasília. Tem experiência na área

Leia mais

O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção

O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção Leite relatório de inteligência JANEIRO 2014 O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção Na busca da eficiência nos processos produtivos na atividade leiteira este

Leia mais

Biotecnologias da Reprodução em Bubalinos

Biotecnologias da Reprodução em Bubalinos Biotecnologias da Reprodução em Bubalinos Prof. Dr. André Mendes Jorge Depto. Produção e Exploração Animal Unesp-FMVZ-Botucatu SP jorgeam@fca.unesp.br Pesquisador do CNPq INTRODUÇÃO Das espécies animais

Leia mais

Expressão de estro aumenta a fertilidade e reduz perdas de gestação em protocolos de IATF e TETF. Marcos Henrique Colombo Pereira

Expressão de estro aumenta a fertilidade e reduz perdas de gestação em protocolos de IATF e TETF. Marcos Henrique Colombo Pereira Marcos Henrique Colombo Pereira possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade de Passo Fundo (2009) e Mestrado em Produção Animal pela UNESP Botucatu (2012). Tem experiência na área de Produção

Leia mais

ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL E SUA RELAÇÃO COM A PRODUTIVIDADE, SAÚDE E BEM ESTAR DE VACAS EM LACTAÇÃO

ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL E SUA RELAÇÃO COM A PRODUTIVIDADE, SAÚDE E BEM ESTAR DE VACAS EM LACTAÇÃO ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL E SUA RELAÇÃO COM A PRODUTIVIDADE, SAÚDE E BEM ESTAR DE VACAS EM LACTAÇÃO Francisco Palma Rennó; Rafael Villela Barletta; José Esler de Freitas Júnior; Jefferson Rodrigues Gandra;

Leia mais

FISIOLOGIA DO EIXO HIPOTÁLAMO - HIPÓFISE OVÁRIO. Rosy Ane de Jesus Pereira Araujo Barros

FISIOLOGIA DO EIXO HIPOTÁLAMO - HIPÓFISE OVÁRIO. Rosy Ane de Jesus Pereira Araujo Barros FISIOLOGIA DO EIXO HIPOTÁLAMO - HIPÓFISE OVÁRIO Rosy Ane de Jesus Pereira Araujo Barros CICLO MENSTRUAL A menstruação é um sangramento genital periódico e temporário na mulher. É um importantes marcador

Leia mais

FERTILIDADE, PERFIL METABÓLICO E ASPECTOS CLIMÁTICOS E NUTRICIONAIS DE NOVILHAS E VACAS EM LACTAÇÃO TRATADAS COM ACETATO DE BUSERELINA

FERTILIDADE, PERFIL METABÓLICO E ASPECTOS CLIMÁTICOS E NUTRICIONAIS DE NOVILHAS E VACAS EM LACTAÇÃO TRATADAS COM ACETATO DE BUSERELINA BRENO DALLA MAESTRI FERTILIDADE, PERFIL METABÓLICO E ASPECTOS CLIMÁTICOS E NUTRICIONAIS DE NOVILHAS E VACAS EM LACTAÇÃO TRATADAS COM ACETATO DE BUSERELINA Tese apresentada à Universidade Federal de Viçosa,

Leia mais

PRINCIPAIS LIMITAÇÕES REPRODUTIVAS NO PERÍODO PÓS PARTO EM VACAS DE CORTE

PRINCIPAIS LIMITAÇÕES REPRODUTIVAS NO PERÍODO PÓS PARTO EM VACAS DE CORTE PRINCIPAIS LIMITAÇÕES REPRODUTIVAS NO PERÍODO PÓS PARTO EM VACAS DE CORTE SOARES, João Felipe B. 1 ; ARALDI, Daniele F. 2 Palavras-chave: Pecuária de corte. Índices de Produtividade. Fertilidade. Introdução

Leia mais

Manejo reprodutivo. Gustavo M. Chilitti Coordenador Técnico MT Intervet do Brasil Vet. Ltda.

Manejo reprodutivo. Gustavo M. Chilitti Coordenador Técnico MT Intervet do Brasil Vet. Ltda. Manejo reprodutivo Gustavo M. Chilitti Coordenador Técnico MT Intervet do Brasil Vet. Ltda. Para produzir é preciso reproduzir!!! Eficiência Reprodutiva Rebanho Bovino Brasileiro Vacas e novilhas > 24

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado do Curso de Pós Graduação em Ciência Animal

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado do Curso de Pós Graduação em Ciência Animal UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE VETERINÁRIA Colegiado do Curso de Pós Graduação em Ciência Animal TAXA DE GESTAÇÃO E MORTALIDADE EMBRIONÁRIA EM RECEPTORAS DE EMBRIÕES PRODUZIDOS IN VITRO,

Leia mais

Hormônios. Receptores. Hormônios, Fatores de Crescimento e Reprodução

Hormônios. Receptores. Hormônios, Fatores de Crescimento e Reprodução ormônios, Fatores de Crescimento e Reprodução Curso Medicina Veterinária Disciplina Fisiopatologia da Reprodução Prof: MSc. Bênner Geraldo Alves ormônios Definição: Substâncias químicas sintetizadas e

Leia mais

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas

CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA. capacitação. Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Ejaculação sptz fêmea aptos a fertilização capacitação Vaca: 6 a 7 horas Porca: 1 a 2 horas CAPACITAÇÃO ESPERMÁTICA Processo mediado por proteínas das glândulas sexuais acessórias

Leia mais

2011 Evialis. Todos os direitos reservados uma marca

2011 Evialis. Todos os direitos reservados uma marca Comprometida com a busca constante por soluções e inovações tecnológicas em nutrição animal que melhorem produção e rentabilidade nas produções rurais, a Socil anuncia uma grande novidade. uma marca A

Leia mais

Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro

Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro 1 Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec Efeitos do estresse calórico sobre a produção e reprodução do gado leiteiro Marcelo Moreira Antunes Graduando em Medicina Veterinária

Leia mais

47 Por que preciso de insulina?

47 Por que preciso de insulina? A U A UL LA Por que preciso de insulina? A Medicina e a Biologia conseguiram decifrar muitos dos processos químicos dos seres vivos. As descobertas que se referem ao corpo humano chamam mais a atenção

Leia mais

DESAFIOS DA INTERAÇÃO ENTRE ASPECTOS NUTRITIVOS E REPRODUTIVOS DO GADO DE CORTE

DESAFIOS DA INTERAÇÃO ENTRE ASPECTOS NUTRITIVOS E REPRODUTIVOS DO GADO DE CORTE DESAFIOS DA INTERAÇÃO ENTRE ASPECTOS NUTRITIVOS E REPRODUTIVOS DO GADO DE CORTE Gumercindo Loriano Franco 1 INTRODUÇÃO A pecuária de corte no Brasil é caracterizada por muitos contrastes. Apesar de possuir

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 15 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Fertagyl, 0,1 mg/ml solução injetável para bovinos e coelhos. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada ml

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Fisiologia reprodutiva de ovinos

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Fisiologia reprodutiva de ovinos PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Fisiologia reprodutiva de ovinos Ernesto Lobato¹, Rafael Alves da Costa Ferro², Klayto José Gonçalves dos Santos³, Miliane Alves da Costa, Diogo

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 16 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Receptal, 0,004 mg/ml solução aquosa injetável destinada a vacas, éguas, porcas e coelhas. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA

Leia mais

Minha filha está ficando uma moça!

Minha filha está ficando uma moça! Minha filha está ficando uma moça! A UU L AL A O que faz as meninas se transformarem em mulheres? O que acontece com seu corpo? Em geral, todos nós, homens e mulheres, somos capazes de lembrar muito bem

Leia mais

Como aumentar a quantidade e a qualidade de bezerros em rebanhos de corte

Como aumentar a quantidade e a qualidade de bezerros em rebanhos de corte Como aumentar a quantidade e a qualidade de bezerros em rebanhos de corte Pietro Sampaio Baruselli 1, Márcio de Oliveira Marques 2, Roberta Machado Ferreira 1, Manoel Francisco de Sá Filho 1, Emiliana

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/pecuaria/inseminacao.ht...

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/pecuaria/inseminacao.ht... Página 1 de 6 Pecuária Inseminação Artificial em Bovinos Nome Inseminação Artificial em Bovinos Produto Informação Tecnológica Data Agosto - 2000 Preço - Linha Pecuária Informações resumidas sobre Resenha

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG

PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG Realização: PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG Parceria: Programa do curso Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG O curso oferece 18

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO TIAGO BOTELHO GOMES

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO TIAGO BOTELHO GOMES UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO TIAGO BOTELHO GOMES EFEITO DA PRÉ-EXPOSIÇÃO DE PROGESTERONA NA TAXA DE CONCEPÇÃO EM VACAS DE CORTE SUBMETIDAS À IATF Campos dos Goytacazes 2013 TIAGO

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: .

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=608>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Efeito da imunização ativa com líquido folicular bovino na prolificidade de ovelhas

Leia mais