UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS

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1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO PÓS-GRADUAÇÃO EM REPRODUÇÃO E PRODUÇÃO EM BOVINOS UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS MATHEUS GUAPO PAVARINA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP 2007

2 MATHEUS GUAPO PAVARINA UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS Trabalho apresentado ao Instituto Qualittas como requisito para conclusão de curso de pósgraduação em Reprodução e Produção em bovinos do Instituto Qualittas. Orientador: Ms. Cristiano Pereira Barbosa SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP 2007

3 UTILIZAÇÃO DE GnRH COMO EFEITO SOMATÓRIO NA INDUÇÃO DE OVULAÇÃO DE BOVINOS Elaborado por MATHEUS GUAPO PAVARINA Aluno do Curso de especialização lato sensu em Produção e Reprodução em Bovinos Foi analisado e aprovado com grau: Prof. Orientador: SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP 2007

4 RESUMO Estudou-se o efeito do uso de GnRH como indutor de ovulação em vacas nelore paridas e em anestro, aleatoriamente distribuídas em dois tratamentos, um lote utilizando GnRH e o outro não utilizando este hormônio. As vacas foram pesadas início do tratamento e avaliadas por escore corporal, e também foi realizada a avaliação dos ovários (com mensuração do maior folículo de cada ovário) e do trato reprodutivo (mensuração do diâmetro uterino) por ultrassonografia transretal. Após 30 dias da IATF foi feito o diagnóstico de gestação nestas fêmeas por ultra-sonografia transretal, para verificação da taxa de concepção segundo os tratamentos utilizados. Os resultados deste trabalho demonstram que o lote 1 (com GnRH) obteve 55,18% de prenhez (16/29) enquanto que o lote 2 obteve 48,15% (13/27), não sendo diferentes estatisticamente (p>0,05), ou seja, a administração de GnRH não foi capaz de elevar as taxas de prenhez. Palavras-chave: Bovino, Nelore, GnRH.

5 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Tabela 1- Protocolos hormonais utilizados nos 2 lotes Tabela 2. Dados das vacas utilizadas no experimento, quanto a escore corporal, peso, tamanho de ovários e útero

6 LISTA DE ABREVIATURAS ECC - Escore de condição corporal ecg Gonadotrofina Coriônica Humana FSH Hormônio folículo-estimulante GnRH Hormônio liberador de gonadotrofinas IA Inseminação artificial IATF Inseminação artificial em tempo fixo IM - Intramuscular LH Hormônio luteinizante mg - Miligrama mm - Milímetro ml Mililitro PGF2α Prostaglandina F2 α UI Unidades internacionais

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXO... 19

8 1 INTRODUÇÃO O manejo reprodutivo é, sem dúvida, um dos segmentos mais importantes na produção animal. Este repercute diretamente nos índices de produtividade dos rebanhos, sendo um dos principais enfoques na bovinocultura. Ao se observar a ineficiência na maioria dos sistemas de produção, deve-se dar uma atenção diferenciada à identificação do estro e repetição de cio, principalmente das vacas primíparas, visto que isto representa um ponto de estrangulamento no sistema produtivo (SANTOS, 2002). A inseminação artificial é uma ferramenta extremamente importante no processo de melhoramento genético do rebanho. No entanto, uma das grandes limitações à sua expansão tem sido o custo associado ao trabalho de observação de cio por longo período de tempo. Como resultado, a eficiência reprodutiva de rebanhos de corte em que se usa inseminação artificial em geral é baixa, pois as taxas de serviço são insatisfatórias (VALLE, 1991; MACHADO et al., 2006). Com o objetivo de concentrar o período de manifestação de cio e ovulação, possibilitando uma melhor utilização da inseminação artificial, diversos métodos de controle foram desenvolvidos. Estes têm também colaborado na implementação de outras tecnologias avançadas em reprodução, como a transferência de embriões. Todavia, o sucesso de um programa de sincronização de cio e ovulação está na dependência do uso correto dessa metodologia (VALLE, 1991). Nesse sentido, a indução e/ou sincronização de estro como biotécnica reprodutiva surge como uma ferramenta de manejo auxiliar, para o aumento da eficiência produtiva e econômica da atividade pecuária. Através da sincronização, o período de inseminação artificial (IA) pode ser reduzido de 21 dias para o mínimo de algumas horas, no caso da inseminação artificial em tempo fixo (IATF), dependendo do método escolhido. Quando aplicada na primeira estação reprodutiva possibilita incrementar o índice de repetição de cria nas primíparas, principalmente por concentrar as parições no início da temporada (BRAGANÇA, 2007). A sincronização do estro pode ser obtida separadamente ou em combinação através da inibição da ovulação, indução da ovulação ou ainda pela indução ou atraso da regressão do corpo lúteo. Os métodos de sincronização incluem a administração de hormônios naturais ou sintéticos via oral, injeção intramuscular, implante subcutâneo/intravaginal, além do manejo

9 adequado dos animais, o qual inclui um correto manejo nutricional e um desmame no período mais apropriado (SANTOS, 2002). Segundo Machado et al. (2006) aumentar a taxa de serviço é uma meta imperativa quando se objetiva elevar a eficiência reprodutiva, uma vez que a taxa de prenhez é o produto da taxa de serviço e da taxa de concepção. Neste cenário, a indução da ovulação apresenta grande importância, a qual permite efetuar a inseminação artificial em tempo fixo e aumentar a taxa de serviço para 100%. Uma vez obtidas altas taxas de serviço, é importante assegurar a fecundação do ovócito. Caso a inseminação ocorra em perfeita sincronização com a ovulação, verificam-se elevadas taxas de concepção. A hormonioterapia é um excelente coadjuvante para que se obtenha maior quantidade de crias de uma mesma fêmea e maior pressão de seleção dentro de uma mesma propriedade, visando um melhor e mais controlado desempenho das progenitoras e, conseqüentemente, uma prole de maior potencial zootécnico. O controle hormonal exógeno da ovulação objetiva sincronizá-la, de modo a permitir a realização da inseminação artificial em tempo fixo (IATF). Entretanto, os protocolos de indução nem sempre provocam ovulações sincronizadas o suficiente para lograr fertilização bem sucedida após a IATF. Além disso, a função luteínica subseqüente à ovulação induzida pode ser subnormal e comprometer o reconhecimento materno da prenhez e a taxa de fertilidade após a IATF (MACHADO et al., 2006; SANTOS, 2002). O hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) é um peptídeo chave que controla a secreção de gonadotrofinas, principalmente do LH e, portanto, a função gonadal. Esse hormônio hipotalâmico é liberado de modo pulsátil e, na fêmea, a sua freqüência e amplitude variam durante os estágios reprodutivos nas diferentes espécies. Há ainda alguma dúvida sobre se o GnRH controla LH e FSH, porque a síntese e liberação do LH são muito mais responsivas ao GnRH do que a síntese e liberação do FSH (SANTOS, 2002; SWENSON; REECE, 1996; VALLE, 1991). Protocolos de sincronização de estro que utilizam o GnRH a iniciar uma nova onda de crescimento folicular ou, principalmente, promover a ovulação de um folículo dominante no momento da IA ou antes dela, têm sido desenvolvidos para gado de corte e de leite. Quando administrado em estágios aleatórios do ciclo estral, o GnRH determina a ovulação do folículo dominante com mais de 9 mm ou a sua atresia, e induz a emergência de uma nova onda de crescimento folicular dentro de 2 a 3 dias em vacas e 1 a 2 dias em novilhas após o tratamento (BRAGANÇA, 2007).

10 No entanto, associações hormonais que utilizam GnRH e prostaglandina, quando empregadas em animais que estão ciclando, resultam em percentagem de prenhez superior à de fêmeas em anestro e novilhas. Estudos revelam que 85% de vacas respondem a primeira injeção de GnRH e unicamente 54% das novilhas. Resultados confirmam que o emprego do GnRH nem sempre resulta em ovulação do folículo presente e, consequentemente, na emergência de uma nova onda de crescimento folicular. Este fato se traduz em índices de prenhez para novilhas que não superam os 20% (BRAGANÇA, 2007).

11 2 OBJETIVO O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da aplicação do GnRH como indutor de ovulação em protocolo de IATF em vacas nelore em anestro.

12 3 MATERIAL E MÉTODOS A pesquisa foi realizada no mês de fevereiro de 2007, utilizando-se 56 vacas nelore paridas e em anestro, mantidas em pastagem de Brachiaria brizantha e suplementadas com sal mineral específico para a reprodução, no município de Uberaba, Minas Gerais. Os animais foram submetidos a dois protocolos hormonais quase idênticos, mas que se diferenciavam na aplicação de GnRH, para efeito de comparação quanto à sua eficiência na reprodução. Tanto o lote 1 quanto o lote 2 receberam no Dia 0 (D0) um pessário vaginal de progesterona (CIDR, Pfizer) e 2 mg de Benzoato de estradiol (Estrogin, Farmavet) por via intramuscular (I.M.) às 8:00h. No Dia 8 foi retirado o pessário de progesterona e aplicado por via I.M. 400 UI de ecg (Folligon - Gonadotrofina Coriônica eqüina, Intervet), 2 ml de Prostaglandina F 2 (Sincrocio, Ouro Fino) e 0,5 ml de Cipionato de Estradiol (ECP, Pfizer) às 8:00h. No Dia 10 foi feita a inseminação artificial em tempo fixo (IATF) às 17:00h. em todas as vacas. A diferença entre os protocolos foi que no Dia 9 apenas as vacas do lote 1 receberam 2,5 ml (IM) de GnRH (Conceptal, Intervet) às 17:00 h, 24 horas antes da inseminação artificial, conforme Tabela 1. As vacas utilizadas foram pesadas no início do tratamento e avaliadas por escore corporal. Também foi realizada a avaliação dos ovários (com mensuração do maior folículo de cada ovário) e do trato reprodutivo (mensuração do diâmetro uterino) por ultrassonografia transretal. Os animais foram divididos em cada lote, aleatoriamente. Tabela 1. Protocolos hormonais utilizados nos 2 lotes. DIAS LOTE 1 D0 CIDR + 2 ml Estrogin (8:00h.) D8 Retira CIDR UI Folligon + 2 ml Sincrocio + 0,5 ml ECP (8:00h.) D9 2,5 ml Conceptal (17:00 h) D10 IATF (17:00 h) LOTE 2 D0 CIDR + 2 ml Estrogin (8:00h.) D8 Retira CIDR UI Folligon + 2 ml Sincrocio + 0,5 ml ECP (8:00h.) D9 Vacas manejadas sem aplicação de nenhum produto (17:00h.) D10 IATF (17:00 h)

13 Após 30 dias da IATF foi feito o diagnóstico de gestação nestas fêmeas por ultrasonografia transretal, para verificação da taxa de concepção segundo os tratamentos utilizados. As análises estatísticas foram feitas pela análise de variâncias para estudar os fatores relacionados às medidas de útero e suas relações com o peso, a prenhez e o escore de condição corporal (ECC), entre os lotes com e sem GnRH. Também foi feita comparação entre as médias de todos os animais para medida de útero e ovários entre os dois lotes.

14 4 RESULTADOS Foi feita a análise de variâncias para estudar os fatores relacionados às medidas de útero. Nessa análise constatou-se que houve relação dessas medidas com o peso e com a interação dos fatores prenhez x ECC. Constatou-se ainda que houve diferenças entre os grupos com e sem GnRH. Todos os efeitos apresentaram nível de significância estatística (p<0,05). As medidas dos ovários não apresentaram qualquer diferença entre os grupos com ou sem GnRH. A prenhez e o ECC também não apresentaram relação. Apenas os pesos influenciaram as medidas de ovários. Comparando-se as médias de todos os animais, conclui-se que houve diferença significativa (p<0,05) entre os tratamentos para medida de útero, mas não para medidas de ovários. Observou-se que a média das medidas de útero foi menor para os animais com GnRH. Comparando-se apenas os animais do tratamento com GnRH, não houve diferença estatística entre vazias e cheias, tanto para útero quanto para ovários. Comparando-se apenas os animais do tratamento sem GnRH, também não houve diferença estatística entre vazias e cheias, tanto para útero quanto para ovários. Comparando-se separadamente, apenas as cheias ou apenas as vazias, não houve diferenças significativas entre os grupos com ou sem GnRH. A Tabela 2 em anexo mostra detalhadamente as avaliações de cada animal, no dia da colocação do implante (D0). Quanto ao índice de prenhez, no lote 1 (com GnRH) 16 vacas (55,18%) ficaram prenhes e no lote 2 (sem GnRH) 13 vacas (48,15%) emprenharam. Permaneceram vazias portanto 13 vacas (44,82%) do lote 1 e 14 vacas (51,85%) do lote 2.

15 5 DISCUSSÃO Os resultados deste trabalho demonstram que o lote 1 (com GnRH) obteve 55,18% de prenhez (16/29) enquanto que o lote 2 obteve 48,15% (13/27), não sendo diferentes estatisticamente (p>0,05). Borges (2003) avaliando a aplicação de GnRH no momento da IATF, observou 48% de prenhez nas vacas que receberam GnRH e 54% nas que não receberam, em protocolos de progestágenos, não detectando também diferença estatística entre os grupos. Este resultado também está de acordo com Pratt et al. (1982) e Lewis et al. (1990, apud Fonseca et al., 2001). Ayres e Souza (2007), em experimentos utilizando GnRH em protocolos para IA, obtiveram resultados que indicaram não haver efeito em gado de corte sincronizados com este hormônio. Contudo, para eles, alguns pontos são importantes para se atingir altas taxas de concepção após o uso de protocolos de sincronização de ovulação: qualidade do sêmen a ser utilizado, estado nutricional e sanitário do rebanho, qualidade dos técnicos e do manejo a ser empregado durante a estação de monta. Resultados de outros estudos confirmaram que o GnRH nem sempre resulta em ovulação ou luteinização do folículo dominante em novilhas. Vale ressaltar que a emergência folicular será efetiva somente quando o tratamento causar ovulação (PFEIFER; CORRÊA; PINESCHI, 2002). De acordo com Mann et al. (1995, apud SANTOS, 2002), deve-se considerar que o estabelecimento da gestação nas fêmeas bovinas envolve uma complexa integração entre o embrião, o ambiente uterino e o corpo lúteo. Segundo Williams et al. (2002, apud MACHADO, 2006), com protocolos em que se utilizam GnRH associado à PGF 2α, podem ser obtidas taxas de gestação em vacas zebuínas, semelhantes às observadas em vacas em atividade estral das raças européias (de 42% a 48%). Porém, a taxa de gestação em vacas em anestro é significativamente menor do que nas vacas em atividade estral. De fato, MacMillan et al. (2003, apud MACHADO, 2006) relataram que o uso do GnRH em programas de IATF induziu a ovulação de folículos pequenos e esteve associado à formação de corpos lúteos com capacidade esteroidogênica reduzida. A conseqüência foi a ocorrência de ciclos estrais de curta duração e a redução na taxa de concepção. Moreira et al. (2007) obteve resultados em que o grupo das vacas solteiras que receberam GnRH como sincronizador da ovulação mostrou numericamente a maior

16 porcentagem de nascimentos entre todos os tratamentos (aproximadamente 53%). Contudo, o uso estratégico de PGF2α, GnRH, PMSG (gonadotrofina sérica da égua prenhe) ou BE para sincronização da ovulação não afetaram a taxa de prenhez de vacas de corte. Entretanto, os resultados de Nakao et al. (1983, apud FONSECA et al., 2001) mostraram aumento na taxa de gestação em rebanho de fertilidade reduzida. Em seu experimento, Machado et al (2006) obteve que o protocolo à base de GnRH e PGF2α retarda a elevação da concentração circulante de progesterona pós-ovulação, o que é potencialmente prejudicial ao desenvolvimento embrionário e à manutenção da prenhez. De acordo com os autores do presente trabalho, pode-se sugerir que parece haver influência da ação de GnRH sobre o útero, já que as vacas do lote 1 apresentaram uma média estatisticamente menor que as vacas do lote 2, mas obtiveram os mesmos índices estatísticos de prenhez ao final do experimento.

17 6 CONCLUSÃO De acordo com o presente trabalho, pode-se concluir que a utilização do GnRH para fins de indução de ovulação em protocolos de IATF não é tão eficiente em vacas nelore em anestro, visto que não apresenta aumento significativo quanto ao índice de prenhez, quando comparado com animais que não receberam sua administração.

18 REFERÊNCIAS AYRES, H.; SOUZA, A.H. Protocolos de IATF em vacas de corte I: efeito da administração de GnRH na IA e do momento da inseminação (48h vs 54h). Disponível em: <http://www.beefpoint.com.br/?acta=7&areaid=60&secaoid=181&noticiaid=37948>. Acesso em: 08 dez, BORGES, J. B. S. Alternativas para indução da atividade cíclica ovariana em vacas de corte no pós-parto. Acta Scientiae Veterinariae. v. 31, n. 2., p , BRAGANÇA, J.F.M. Estratégias hormonais de indução/sincronização de estro em novilhas de corte entre 12 e 14 meses de idade Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Disponível em: <http://coralx.ufsm.br/ppgmv/jose_francisco_manta.pdf>. Acesso em: 20 nov FONSECA, J.F. et al. Pregnancy rates of recipient heifers submitted to administration of rbst, GnRH or hcg on day five of the estrous cycle. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., Belo Horizonte, v. 53, n. 4, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 18 nov MACHADO, R. et al. Sincronização da ovulação em vacas da raça nelore e seus efeitos na função ovariana. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudeste, Disponível em: <http://www.cppse.embrapa.br/servicos/publicacaogratuita/boletim-de-pesquisadesenvolvimento/boletim07.pdf>. Acesso em: 20 nov MOREIRA, R.J.C. et al. Uso do protocolo Crestar em tratamentos utilizando benzoato de estradiol, PGF2α, PMSG e GnRH para controle do ciclo estral e ovulação em vacas de corte. Braz. J. vet. Res. anim. Sci. São Paulo, v. 44, n. 1, p , Disponível em: <http://www.fumvet.com.br/novo/revista/v44/n1/56-62.pdf >. Acesso em: 08 dez, PFEIFER, L.F.M.; CORRÊA, M.N.; PINESCHI, L.E. Alternativas hormonais para programas de transferência de embriões em bovinos. Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, Disponível em: <http://www.ufpel.edu.br/nupeec/arquivos/modelorevisao.pdf>. Acesso em: 20 nov SANTOS, B.R.C. Hormonioterapia na reprodução. Universidade Federal do rio Grande do Sul. Porto Alegre, Mar Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/bioquimica/posgrad/endocrino/hormonioterapia.pdf>. Acesso em: 20 nov

19 SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p VALLE, E.R. O ciclo estral de bovinos e métodos de controle. Campo Grande: EMBRAPA CNPGC, Disponível em: <http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc48/index.html>. Acesso em: 20 nov

20 ANEXO Tabela 2- Avaliação de escore corporal e ginecológica e mensuração de peso dos animais dos dois lotes de tratamento. LOTE 1 VACA ECC PESO (kg) OE (mm) OD (mm) ÚTERO (mm) VACA 1 VACA 2 VACA 3 VACA 4 VACA 5 VACA 6 VACA 7 VACA 8 VACA 9 VACA 10 VACA 11 VACA 12 VACA 13 VACA 14 VACA 15 VACA 16 5,00 2,00 5,00 522,00 556,00 478,00 518, , ,00 548,00 598,00 629,00 539,00 538,00 549,00 658, ,80 6,50 4,80 1,80 4,30 4,30 4,30 8,50 1,10 1,10 0,73 0,53 0,86 0,60 0,50 10,60 9,50 6,30 15,70 10,30 6,50 7,90 8,70 5,50 0,81 0,65 1,30 1,13 0,98 1,35 1,20 4,30 18,50 13,30 20,80 12,50 17,50 21,30 15, ,30 22,30 21,00 18,20 23,40 24,30 19,50 15,50 16 prenhes 3,31 541,19 3,83 5,13 18,61 VACA 17 VACA 18 VACA 19 VACA 20 VACA 21 VACA 22 VACA 23 VACA 24 VACA ,00 552,00 419,00 508,00 511,00 497,00 589,00 530,00 518,00 6,50 10,30 6,80 10,10 8,80 9,50 1,10 0,45 0,60 7,50 6,30 6,30 5,80 6,30 4,30 0,73 1,03 0,80 20,80 17,80 13,50 16,80 14,80 17,30 28,10 25,60 21,40

21 VACA ECC PESO (kg) OE (mm) OD (mm) ÚTERO (mm) VACA 26 VACA 27 VACA 28 VACA 29 5,00 589,00 569,00 528,00 609,00 0,40 0,83 0,85 1,18 0,88 0,56 0,85 0,55 19,10 22,50 20,10 26,00 13 vazias 3,54 534,23 4,42 3,22 20,29 LOTE 2 VACA 30 VACA 31 VACA 32 VACA 33 VACA 34 VACA 35 VACA 36 VACA 37 VACA 38 VACA 39 VACA 40 VACA 41 VACA 42 5,00 5,00 5,00 500,00 550,00 511,00 548,00 480,00 556,00 690,00 579,00 509,00 630,00 550,00 509,00 609,00 4,90 9,80 3,30 1 3,50 7,30 1,08 0,43 1,05 0,41 0,45 0,78 8,00 14,50 4,50 9,50 10,80 15,60 0,50 0,98 0,65 1,30 0,83 0,65 16,80 17,80 18,80 25,60 18,80 22,50 18,00 25,30 21,30 28,30 21,30 24,80 22,00 13 prenhes 3,62 555,46 3,77 5,52 21,64 VACA 43 VACA 44 VACA 45 VACA 46 VACA 47 VACA 48 VACA 49 VACA 50 VACA 51 VACA 52 VACA 53 VACA 54 2,00 461,00 500,00 480,00 465,00 487,00 570,00 561,00 570,00 589,00 579,00 500,00 490,00 8,30 10,50 6,50 6,30 3,30 5,50 0,86 1,53 1,45 0,58 0,55 5,30 10,00 7,00 7,00 7,50 14,80 10,00 1,08 0,43 0,45 1,18 1,53 24,30 25,00 19,30 22,70 13,50 19,50 21,60 20,30 24,50 27,20 22,30 25,90

22 VACA 55 VACA ,00 549,00 0,78 0,95 0,65 0,66 21,00 28,00 14 vazias 3,21 528,57 3,65 4,83 22,51 ECC: escore corporral 1 a 5 OD/OE: ovário direito/ovário esquerdo

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