ANO XXVI ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2015

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1 ANO XXVI ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2015 CSLL PAGAMENTO DA CSLL PELO LUCRO PRESUMIDO - CONSIDERAÇÕES GERAIS A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE Pág. 105 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA LUCRO PRESUMIDO - APURAÇÃO E CÁLCULO DO IRPJ - CONSIDERAÇÕES GERAIS A PARTIR DE JANEIRO DE Pág. 113

2 CSLL PAGAMENTO DA CSLL PELO LUCRO PRESUMIDO Considerações Gerais a Partir de 01 de Janeiro de 2015 Sumário 1. Introdução 2. Forma de Apuração da Base de Cálculo da CSLL Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Bruta Conceito de Industrialização Para Fins da Base de Cálculo do IRPJ e da CSLL Atividade Gráfica - Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Operações Com Veículos Usados 2.2 Determinação da Base de Cálculo da CSLL Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Forma da Apuração do Ganho de Capital de Ativos Não Circulantes Ganho de Capital - Reavaliação Ganho de Capital na Alienação do Ativo Intangível Concessionária de Serviços Públicos Receitas Financeiras Relativas às Variações Monetárias Dos Direitos de Crédito e Das Obrigações do Contribuinte Ajuste a Valor Presente Ganho Decorrente de Avaliação de Ativo ou Passivo Com Base no Valor Justo Avaliação a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real Omissão de Receitas Rendimentos de Aplicacões de Renda Fixa e Variável Incorporação, Fusão, Cisão de Empresas 3. Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real no Ano-Calendário Anterior 4. Alíquota Alíquota Das Instituições Financeiras e Equiparadas Bônus de Adimplência Fiscal 5. Exemplo 6. Prazo e Forma de Recolhimento Contribuição Social de Valor Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) Deduções da CSLL a Pagar Código Para Preenchimento do DARF 7. Compensação de Saldo Negativo da CSLL 8. Sociedade em Conta de Participação 9. Apuração Com Base no Regime de Caixa - Regras a Observar Empresa Que Escriturar Somente o Livro Caixa Empresa Que Mantiver Escrituração Contábil Tratamento Aplicável Aos Valores Recebidos Cômputo da Receita em Período de Apuração Posterior ao Recebimento 1. INTRODUÇÃO As pessoas jurídicas que optarem pela apuração e pagamento do Imposto sobre a Renda com base no lucro presumido, determinarão a base de cálculo da CSLL conforme esse regime de incidência (Arts. 28 e 29 da Lei nº 9.430/1996, art. 17 da Lei nº /2008, Instrução Normativa RFB nº 810/2008, IN RFB nº 1.515/2014, e Instrução Normativa SRF nº 390/2004). Os períodos de apuração serão encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. O contribuinte que apure a CSLL com base no resultado presumido poderá optar por reconhecer a receita bruta pelo regime de caixa ou de competência, ressalvadas as hipóteses em que a Legislação Tributária impõe o regime de reconhecimento. Nos casos de incorporação, fusão ou cisão da pessoa jurídica, ou no caso de extinção pelo encerramento da liquidação, a base de cálculo da CSLL será apurada na data desses eventos. A pessoa jurídica que, em qualquer trimestre do ano-calendário, tiver seu resultado arbitrado poderá optar pela incidência da CSLL com base no resultado presumido relativamente aos demais trimestres desse ano-calendário, desde que não obrigada à apuração pelo lucro real ou que não tenha optado pelo lucro real nesse ano-calendário Ressaltamos que para fins da apuração da base de cálculo da CSLL deverão ser observadas além das normas gerais comentadas neste trabalho, as demais disposições legais previstas na Lei nº /2014. Nos itens a seguir trataremos sobre todos os procedimentos gerais de apuração e cálculo da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido das empresas optantes pelo Lucro Presumido. 2. FORMA DE APURAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DA CSLL IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

3 2.1 - Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Bruta A base de cálculo da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido em cada trimestre, devida pelas pessoas jurídicas que optarem pelo recolhimento com base no lucro presumido, será determinada mediante aplicação sobre a receita bruta auferida na(s) atividade(s) explorada(s) pela empresa dos percentuais constantes da tabela abaixo (Arts. 28 e 29 da Lei nº 9.430/1996 com a redação dada pelo o art. 6º da Lei nº /2014, art. 20 da Lei nº 9.249/1995 com a redação dada pelo o art. 9º da Lei nº /2014, e art. 88 da Instrução Normativa SRF nº 390/2004): Notas: ATIVIDADES Percentuais Vendas de mercadorias e produtos 12% Prestação de Serviços de transporte de cargas 12% Prestação de serviços hospitalares e de auxílio diagnóstico e terapia, patologia clínica, imagenologia, anatomia patológica e citopatologia, medicina nuclear e análises e patologias clínicas, exames por métodos gráficos, procedimentos endoscópicos, 12% radioterapia, quimioterapia, diálise e oxigenoterapia hiperbárica, desde que a prestadora destes serviços seja organizada sob a forma de sociedade empresária e atenda às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Atividade de construção por empreitada com emprego de todos os materiais 12% indispensáveis à sua execução, sendo tais materiais incorporados à obra Atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos 12% ou adquiridos para revenda Prestação dos demais serviços de transporte 12% Receita bruta auferida na revenda, para consumo, de combustível derivado de 12% petróleo, álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada 32% Intermediação de negócios 32% Administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de qualquer 32% natureza Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão de obra ou com 32% emprego parcial de materiais Construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento de infraestrutura, no caso de contratos de concessão de serviços públicos, independentemente do emprego 32% parcial ou total de materiais Prestação de qualquer outra espécie de serviço não mencionada neste quadro 32% 1) A pessoa jurídica que explorar atividades diversificadas deverá aplicar o percentual correspondente sobre a receita bruta de cada atividade Conceito de Industrialização Para Fins da Base de Cálculo do IRPJ e da CSLL O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 26, de (DOU de ), esclareceu que para fins de apuração das bases de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), consideram-se industrialização as operações definidas no art. 4º do Decreto nº 4.544, de 26 de dezembro de 2002, observadas as disposições do art. 5º c/c o art. 7º do referido Decreto. Nota: O Decreto nº 4.544/2002 foi revogado pelo Decreto nº 7.212/ Atividade Gráfica - Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita A atividade gráfica pode configurar-se como industrial, comercial ou de prestação de serviços. Consideram-se como prestação de serviços as operações realizadas por encomenda, nos termos do art. 5º, V, c/c art. 7º, II, do Decreto nº 7.212/2010. Assim, a alíquota aplicável, na apuração da base de cálculo da CSLL, será de 12% (oito por cento), quando atuar nas áreas comercial e industrial, sendo aplicada a de 32% (trinta e dois por cento) na hipótese de prestação de serviços com ou sem fornecimento de material Operações Com Veículos Usados As pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores, poderão equiparar, para efeitos tributários, como operação de consignação, as operações IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

4 de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, bem assim dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados, observado o seguinte (Art. 96 da Instrução Normativa SRF nº 390/2004): a) os veículos usados serão objeto de Nota Fiscal de Entrada e, quando da venda, de Nota Fiscal de Saída, sujeitando-se ao respectivo regime fiscal aplicável às operações de consignação; b) considera-se receita bruta a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado tiver sido alienado, constante da Nota Fiscal de venda, e o seu custo de aquisição, constante da Nota Fiscal de entrada; c) na determinação da base de cálculo estimada e do resultado presumido ou arbitrado, aplicar-se-á o percentual de 12% (doze por cento) sobre a receita bruta, definida na letra b acima, auferida nos períodos de apuração ocorridos até 30 de agosto de 2003, e o percentual de 32% (trinta e dois por cento) para os períodos ocorridos a partir de 1º de setembro de 2003; d) o custo de aquisição de veículo usado é o preço ajustado entre as partes; e) a pessoa jurídica deverá manter em boa guarda, à disposição da RFB, o demonstrativo de apuração da base de cálculo a que se refere a letra b acima; f) as normas comentadas no subitem aplicam-se exclusivamente para efeitos fiscais. Observação: Todas as normas sobre o tratamento fiscal de veículos usados foram abordadas no Bol. INFORMARE nº 26/2012 deste caderno. 2.2 Determinação da Base de Cálculo da CSLL A base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: a) o valor resultante da aplicação dos percentuais previstos no quadro resumo do subitem 2.1, sobre a receita bruta, relativa a cada atividade, auferida em cada período de apuração trimestral, deduzida das devoluções e vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos; Nota: sobre o conceito de receita bruta vide o subitem 4.1 da matéria publicada no boletim nº 04/2015 do caderno imposto de renda e contabilidade, que trata sobre a apuração e cálculo do IRPJ pelo lucro presumido. b) os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pela letra a acima, auferidos no mesmo período; c) os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e renda variável; d) os juros sobre o capital próprio auferidos; e) os valores recuperados, correspondentes a custos e despesas, inclusive com perdas no recebimento de créditos, salvo se a pessoa jurídica comprovar não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro real ou que se refiram a período no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro presumido ou arbitrado; f) o valor resultante da aplicação dos percentuais de que tratam o quadro resumo do subitem 2.1, sobre a parcela das receitas auferidas em cada atividade, no respectivo período de apuração, nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 28 de dezembro de 2012; g) a diferença de receita financeira calculada conforme disposto no Capítulo V e art. 58 da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 2012; h) as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, observado o seguinte: h.1) o imposto retido na fonte será considerado como antecipação do devido em cada período de apuração; h.2) o disposto no art. 30 da IN RFB nº 1.515/2014 não se aplica às indenizações pagas ou creditadas tendo por finalidade a reparação de danos patrimoniais. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

5 i) a diferença entre o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos recebidos de instituição isenta, a título de devolução de patrimônio, e o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos entregue para a formação do referido patrimônio. Notas: 1) Os valores de que tratam as letras f e g do subitem 2.2 serão apurados anualmente e acrescidos à base de cálculo da CSLL do último trimestre do ano-calendário, para efeitos de se determinar o valor da CSLL devida. 2) Para os efeitos do disposto nas letras f e g do subitem 2.2, pessoa vinculada é a definida pelo art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de ) O valor do Vale-Pedágio obrigatório, pago pelo embarcador ao transportador não integra o frete e não será considerado receita operacional ou rendimento tributável Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, incluem-se nas receitas relativas as letras b a h do subitem 2.2, independentemente da forma como estas receitas tenham sido contabilizadas. Os valores decorrentes do ajuste a valor presente apropriados como receita financeira no mesmo período de apuração do reconhecimento das receitas relativas as letras b a h do subitem 2.2, ou em outro período de apuração, não serão incluídos na base de cálculo do lucro presumido Forma da Apuração do Ganho de Capital de Ativos Não Circulantes O ganho de capital nas alienações de ativos não circulantes investimentos, imobilizados e intangíveis corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o respectivo valor contábil, observado o seguinte: a) poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos valores decorrentes dos efeitos do ajuste a valor presente de que trata o inciso III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404, de 1976; b) para obter a parcela a ser considerada no valor contábil do ativo conforme a letra a acima, a pessoa jurídica terá que calcular inicialmente o quociente entre: (1) o valor contábil do ativo na data da alienação, e (2) o valor do mesmo ativo sem considerar eventuais realizações anteriores, inclusive mediante depreciação, amortização ou exaustão, e a perda estimada por redução ao valor recuperável; c) a parcela a ser considerada no valor contábil do ativo corresponderá ao produto: (1) dos valores decorrentes do ajuste a valor presente com (2) o quociente de que trata a letra b acima; d) para fins do disposto neste subitem, é vedado o cômputo de qualquer parcela a título de encargos associados a empréstimos, registrados como custo nos termos do art. 73 da IN RFB nº 1.515/2014; e) para fins da neutralidade tributária a que se refere o art. 161 da IN RFB nº 1.515/2014, deverá ser considerada no valor contábil eventual diferença entre o valor do ativo na contabilidade societária e o valor do ativo mensurado de acordo com os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007 observada na data da adoção inicial de que trata o art. 160 da IN RFB nº 1.515/ Ganho de Capital Reavaliação Na apuração do ganho de capital, os valores acrescidos em virtude de reavaliação somente poderão ser computados como parte integrante dos custos de aquisição dos bens e direitos se a empresa comprovar que os valores acrescidos foram computados na determinação da base de cálculo do imposto sobre a renda Ganho de Capital na Alienação do Ativo Intangível Concessionária de Serviços Públicos O ganho de capital na alienação do ativo intangível a que se refere o inciso I do 5º do art. 122 da IN RFB nº 1.515/2014 corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o valor dos custos incorridos na sua obtenção, deduzido da correspondente amortização, observado o seguinte: IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

6 a) para calcular o valor a deduzir, a concessionária deverá: a.1) determinar a relação entre a amortização acumulada do ativo intangível e o valor do mesmo ativo intangível sem considerar eventuais amortizações anteriores e perdas estimadas por redução ao valor recuperável; a.2) aplicar a proporção obtida na forma prevista na letra a.1 acima ao valor dos custos incorridos na obtenção do ativo intangível; b) Os custos a que se referem este item são os custos diretos e indiretos incorridos na execução dos serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura Receitas Financeiras Relativas às Variações Monetárias Dos Direitos de Crédito e Das Obrigações do Contribuinte Ajuste a Valor Presente As receitas financeiras relativas às variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, originadas dos saldos de juros a apropriar decorrentes de ajuste a valor presente não integrarão a base de cálculo do lucro presumido Ganho Decorrente de Avaliação de Ativo ou Passivo Com Base no Valor Justo O ganho decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no valor justo não integrará a base de cálculo do lucro presumido no período de apuração: a) relativo à avaliação com base no valor justo, caso seja registrado diretamente em conta de receita; ou b) em que seja reclassificado como receita, caso seja inicialmente registrado em conta de patrimônio líquido. Notas: 1) Na apuração dos ganhos a que se referem as letras b e c do subitem 2.2, o aumento ou redução no valor do ativo registrado em contrapartida a ganho ou perda decorrente de sua avaliação com base no valor justo não será considerado como parte integrante do valor contábil. 2) O disposto na nota nº 1 acima não se aplica caso o ganho relativo ao aumento no valor do ativo tenha sido anteriormente computado na base de cálculo do imposto Avaliação a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real A pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido que, em período de apuração imediatamente posterior, passar a ser tributada pelo lucro real deverá incluir na base de cálculo do imposto apurado pelo lucro presumido os ganhos decorrentes de avaliação com base no valor justo, que façam parte do valor contábil, e na proporção deste, relativos aos ativos constantes em seu patrimônio, observado o seguinte: a) a tributação dos ganhos poderá ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 41 a 43 da IN RFB nº 1.515/2014; b) as perdas verificadas nas condições previstas neste subitem somente poderão ser computadas na determinação do lucro real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 46 e 47 da IN RFB nº 1.515/2014; c) o disposto neste subitem aplica-se, também, na hipótese de avaliação com base no valor justo de passivos relacionados a ativos ainda não totalmente realizados na data de transição para o lucro real; d) a tributação dos ganhos relativos a letra c acima poderá ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 41, 44 e 45 da IN RFB nº 1.515/2014; e) as perdas relativas a letra c acima somente poderão ser computadas na determinação do lucro real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 46 e 48 da IN RFB nº 1.515/ Omissão de Receitas IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

7 Verificada a omissão de receita, a autoridade fiscal determinará o valor da CSLL a ser lançado de acordo com o regime de incidência a que estiver submetida a pessoa jurídica no período a que corresponder a omissão, observado o seguinte (Art. 102 da Instrução Normativa SRF nº 390/2004 e art. 24 da Lei nº 9.249/1995): a) o valor da receita omitida será considerado na determinação da base de cálculo para o lançamento da CSLL; b) aplica-se à CSLL as disposições da Legislação do Imposto sobre a Renda acerca das presunções legais e critérios de determinação de omissão de receitas; c) no caso de pessoa jurídica com atividades diversificadas tributadas com base no resultado presumido ou arbitrado, não sendo possível a identificação da atividade a que se refere a receita omitida, esta será adicionada àquela a que corresponder o percentual mais elevado Rendimentos de Aplicacões de Renda Fixa e Variável Excetuam-se da determinação do lucro presumido pelo regime de competência: a) os rendimentos auferidos em aplicações de renda fixa; b) os ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda variável. Notas: 1) Os rendimentos e ganhos líquidos de que tratam as letras a e b do subitem serão acrescidos à base de cálculo da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido por ocasião da alienação, resgate ou cessão do título ou aplicação. 2) Os ganhos líquidos referidos na letra b do subitem 2.2.8, relativos a todo o trimestre de apuração, serão computados na determinação da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido Incorporação, Fusão, Cisão de Empresas A pessoa jurídica que tiver parte ou todo o seu patrimônio absorvido em virtude de incorporação, fusão ou cisão deverá levantar balanço específico na data desse evento, observado o seguinte (Art. 100 da Instrução Normativa SRF nº 390/2004): a) considera-se data do evento a data da deliberação que aprovar a incorporação, fusão ou cisão; b) no balanço específico tratado acima, a pessoa jurídica que tiver parte ou todo o seu patrimônio absorvido em virtude de incorporação, fusão ou cisão, poderá avaliar os bens e direitos pelo valor contábil ou de mercado; c) no caso de pessoa jurídica tributada com base no resultado presumido ou arbitrado, que optar pela avaliação a valor de mercado, a diferença entre este e o custo de aquisição, diminuído dos encargos de depreciação, amortização ou exaustão, será considerada ganho de capital, que deverá ser adicionado à base de cálculo da CSLL; d) para efeito do disposto na letra c acima, os encargos serão considerados incorridos, ainda que não tenham sido registrados contabilmente. 3. PESSOA JURÍDICA TRIBUTADA COM BASE NO LUCRO REAL NO ANO-CALENDÁRIO ANTERIOR A pessoa jurídica que, até o ano-calendário anterior, houver sido tributada com base no lucro real deverá adicionar à base de cálculo do imposto sobre a renda, correspondente ao primeiro período de apuração no qual houver optado pela tributação com base no lucro presumido, os saldos dos valores cuja tributação havia diferido, independentemente da necessidade de controle na parte B do Lalur, observado o seguinte: a) o disposto neste subitem aplica-se inclusive aos valores controlados por meio de subcontas referentes: a.1) às diferenças na adoção inicial dos arts. 1º, 2º, 4º a 71 da Lei nº , de 2014, de que tratam os arts. 163 a 165 da IN RFB nº 1.515/2014; e a.2) à avaliação de ativos ou passivos com base no valor justo de que tratam os arts. 41 a 45 da IN RFB nº 1.515/2014. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

8 Nota: com a obrigatoriedade da entrega da Escrituração Contábil Fiscal de acordo com a IN RFB nº 1.422/2013, as pessoas jurídicas ficam dispensadas, em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014, da escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) e da entrega da Declaração de Informações Econômico- Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). 4. ALÍQUOTA Sobre a base de cálculo, apurada de acordo com as normas mencionadas anteriormente, aplica-se a alíquota de 9% (nove por cento) para as pessoas jurídicas em geral, exceto para as entidades financeiras e equiparadas (Art. 3º, inc. II, da Lei nº 7.689/1988, com a redação dada pelo art. 17 da Lei nº /2008) Alíquota Das Instituições Financeiras e Equiparadas A alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, instituída pela Lei nº 7.689, de 15 de dezembro de 1988, aplicável aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de maio de 2008, será de 15% (quinze por cento), no caso das pessoas jurídicas de seguros privados, as de capitalização e as Instituições Financeiras e Equiparadas referidas nos incisos I a XII do 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001 (Art. 17 da Lei nº /2008) Bônus de Adimplência Fiscal A partir do ano-calendário 2003, as pessoas jurídicas adimplentes com os tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal (SRF) nos últimos 5 (cinco) anos-calendário, submetidas ao regime de tributação com base no lucro presumido, poderão se beneficiar do bônus de adimplência fiscal de que trata o art. 38 da Lei nº /2002, na forma disciplinada na Instrução Normativa SRF nº 390, de (DOU de ). Nota: Sobre o cálculo e aproveitamento do bônus de adimplência fiscal, vide matéria publicada no Bol. INFORMARE nº 22/2008, deste caderno. 5. EXEMPLO Considerando-se que a empresa tenha auferido, no primeiro trimestre de 2015, os seguintes valores, apurados de acordo com os procedimentos mencionados neste texto: Receita de venda de mercadorias R$ ,00 Receita de prestação de serviços de intermediação de negócios R$ ,00 Receita bruta do trimestre R$ ,00 Rendimentos de aplicações financeiras R$ ,00 Receita de aluguéis R$ ,00 a) Apuração da base de cálculo: 12% sobre R$ ,00 R$ ,00 32% sobre R$ ,00 R$ ,00 (=) Base de cálculo receitas da atividade R$ ,00 (+) Rendimentos de aplicações financeiras R$ ,00 (+) Receita de aluguéis R$ ,00 (=) Base de cálculo da contribuição social R$ ,00 b) Determinação do valor da contribuição social: 9% sobre R$ ,00 R$ ,00 6. PRAZO E FORMA DE RECOLHIMENTO A CSLL, apurada trimestralmente, deve ser paga em quota única, até o último dia útil do mês subsequente ao do encerramento do período de apuração. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

9 À opção da pessoa jurídica, a CSLL pode ser paga em até 3 (três) quotas mensais, iguais e sucessivas, vencíveis no último dia útil dos 3 (três) meses subsequentes ao de encerramento do período de apuração a que corresponder. Nenhuma quota pode ter valor inferior a R$ 1.000,00 (mil reais) e a CSLL de valor inferior a R$ 2.000,00 (dois mil reais) deve ser paga em quota única. As quotas da CSLL são acrescidas de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC), para títulos federais, acumulada mensalmente, a partir do primeiro dia do segundo mês subsequente ao do encerramento do período de apuração até o último dia do mês anterior ao do pagamento e de 1% (um por cento) no mês do pagamento. A primeira quota ou quota única, quando paga até o vencimento, não sofre acréscimos Contribuição Social de Valor Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) Se o valor da Contribuição Social trimestral a pagar resultar em valor inferior a R$ 10,00 (dez reais), deverá ser adicionado ao valor da Contribuição Social devida em trimestre subsequente, até que o total seja igual ou superior a R$ 10,00 (dez reais), quando, então, será pago no prazo previsto para o pagamento da contribuição devida no trimestre em que esse limite for atingido (Art. 68 da Lei nº 9.430/1996) Deduções da CSLL a Pagar Da CSSL trimestral, resultante da aplicação da alíquota sobre o lucro presumido do trimestre, poderá ser deduzido o valor: a) da CSLL retida na fonte por órgãos públicos por outras pessoas jurídicas sobre receitas computadas na apuração da base de cálculo; b) dos créditos, inclusive os judiciais com trânsito em julgado, relativos aos tributos e contribuições administrados pela Receita Federal, objeto de declaração de compensação relativos à CSLL; c) do saldo negativo de CSLL de períodos de apuração anteriores Código Para Preenchimento do DARF Para pagamento da Contribuição Social, deve ser utilizado o código 2372, no campo 04 do DARF. 7. COMPENSAÇÃO DE SALDO NEGATIVO DA CSLL O saldo da CSLL, se negativo, pode ser restituído ou compensado com a CSLL devida a partir do encerramento do trimestre, acrescido de juros equivalentes à taxa SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do mês subsequente ao do encerramento do período de apuração até o mês anterior ao da restituição ou compensação e de 1% (um por cento) relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada a restituição ou compensação (Ato Declaratório Normativo COSIT nº 31, de 27 de outubro de 1999). 8. SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 31, de (DOU de ), e o art. 101 da Instrução Normativa SRF nº 390/2004, a partir de 1º de janeiro de 2001, observadas as hipóteses de obrigatoriedade do regime de tributação com base no lucro real e o disposto na nota 6 do item 2, as SCP podem optar pela apuração da CSLL com base no resultado presumido, desde que também optem por apurar o Imposto sobre a Renda com base no lucro presumido, observado o seguinte: a) a opção da SCP pelo regime de incidência com base no resultado presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo, nem a opção efetuada por este implica a opção daquela; b) o recolhimento da CSLL devida pela SCP será efetuado mediante a utilização de DARF específico, em nome do sócio ostensivo; c) o disposto acima não prejudica a observância das demais normas relativas ao regime de incidência com base no resultado presumido previstas na Legislação, inclusive quanto à adoção do regime de caixa. 9. APURAÇÃO COM BASE NO REGIME DE CAIXA - REGRAS A OBSERVAR IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

10 9.1 - Empresa Que Escriturar Somente o Livro Caixa A pessoa jurídica, optante pelo regime de tributação com base no lucro presumido, que adotar o critério de reconhecimento de suas receitas de venda de bens ou direitos ou de prestação de serviços com pagamento a prazo ou em parcelas na medida do recebimento e mantiver a escrituração do livro Caixa, deverá: a) emitir a nota fiscal quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço; b) indicar, no livro Caixa, em registro individual, a nota fiscal a que corresponder cada recebimento Empresa Que Mantiver Escrituração Contábil A pessoa jurídica que mantiver escrituração contábil, na forma da legislação comercial, deverá controlar os recebimentos de suas receitas em conta específica, na qual, em cada lançamento, será indicada a nota fiscal a que corresponder o recebimento Tratamento Aplicável Aos Valores Recebidos Os valores recebidos adiantadamente, por conta de venda de bens ou direitos ou da prestação de serviços, serão computados como receita do mês em que se der o faturamento, a entrega do bem ou do direito ou a conclusão dos serviços, o que primeiro ocorrer. Os valores recebidos, a qualquer título, do adquirente do bem ou direito ou do contratante dos serviços serão considerados como recebimento do preço ou de parte deste, até o seu limite Cômputo da Receita em Período de Apuração Posterior ao Recebimento O cômputo da receita em período de apuração posterior ao do recebimento sujeitará a pessoa jurídica ao pagamento do imposto com o acréscimo de juros de mora e de multa, de mora ou de ofício, conforme o caso, calculados na forma da legislação vigente. Fundamentos Legais: Os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA Sumário LUCRO PRESUMIDO - APURAÇÃO E CÁLCULO DO IRPJ Considerações Gerais a Partir de Janeiro de Introdução 2. Pessoas Jurídicas Que Não Podem Optar Pelo Lucro Presumido Sociedade em Conta de Participação 3. Opção Pelo Lucro Presumido Proibição de REDARF Para Mudança de Forma de Tributação 4. Forma de Apuração da Base de Cálculo do Imposto 4.1 Conceito de Receita Bruta Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Contratos de Concessão de Serviços Públicos Receitas Financeiras Das Atividades Imobiliárias Arrendamento Mercantil - Arrendadora Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Bruta Conceito de Industrialização Para Fins da Base de Cálculo do IRPJ e da CSLL Atividade Gráfica - Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Veículos Usados 4.3 Determinação do Lucro Presumido Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Forma da Apuração do Ganho de Capital de Ativos Não Circulantes Ganho de Capital - Reavaliação Ganho de Capital na Alienação do Ativo Intangível Concessionária de Serviços Públicos Receitas Financeiras Relativas às Variações Monetárias Dos Direitos de Crédito e Das Obrigações do Contribuinte Ajuste a Valor Presente Ganho Decorrente de Avaliação de Ativo ou Passivo Com Base no Valor Justo Avaliação a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real Omissão de Receitas Rendimentos de Aplicações de Renda Fixa e Variável Emissoras de Rádio e Televisão - Dedução do Valor Relativo ao Espaço de Propaganda Partidária IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

11 5. Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real no Ano-Calendário Anterior 6. Tratamento do Imposto de Renda Retido na Fonte 7. Determinação do Imposto Alíquotas Adicional Deduções do Imposto de Renda Devido Vedação da Dedução de Incentivos Fiscais 8. Exemplo 9. Pagamento do Imposto Local de Pagamento Documento a Utilizar Prazo Para Pagamento Impossibilidade de Recolhimento em DARF de Valor Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) 10. Obrigações Acessórias 11. Apuração Com Base no Regime de Caixa - Regras a Observar Empresa Que Escriturar Somente o Livro Caixa Empresa Que Mantiver Escrituração Contábil Tratamento Aplicável Aos Valores Recebidos Cômputo da Receita em Período de Apuração Posterior ao Recebimento 12. Lucros Distribuídos 12.1 Parcela da Distribuição de Lucros Que Exceder ao Valor Apurado Com Base na Escrituração Proibição de Distribuir Lucros ou Dividendos 1. INTRODUÇÃO O lucro presumido é uma forma de tributação simplificada para determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL das pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas, no ano-calendário, à apuração do lucro real. As pessoas jurídicas optantes pela tributação com base no Lucro Presumido deverão apurar o Imposto de Renda nos períodos trimestrais encerrados nos dias 31.03, 30.06, e O lucro presumido será determinado pelo regime de competência ou de caixa. Ressaltamos que para fins da apuração da base de cálculo do IRPJ deverão ser observadas além das normas gerais comentadas neste trabalho, as demais disposições legais previstas na Lei nº /2014. Nos itens a seguir trataremos sobre as normas gerais de tributação com base no lucro presumido, a partir de 01 de janeiro de 2015, com base na IN RFB nº 1.515/2014 e outras fontes citadas no texto. 2. PESSOAS JURÍDICAS QUE NÃO PODEM OPTAR PELO LUCRO PRESUMIDO Estão obrigadas ao regime de tributação com base no lucro real as pessoas jurídicas mencionadas abaixo (arts.13 e 14 da Lei nº 9.718/1998 com a redação dada pelo art. 7º da Lei nº /2013, art. 246 do RIR/1999, e arts. 121 a 129 da IN RFB nº 1.515/2014) e, portanto, não podem optar pela tributação com base no Lucro Presumido: a) cuja receita total, no ano-calendário anterior, tenha excedido o limite de R$ ,00 (setenta e oito milhões de reais) ou de R$ ,00 (seis milhões e quinhentos mil reais) multiplicado pelo número de meses do período, quando inferior a 12 (doze) meses, considerando-se como receita total o somatório dos seguintes valores: a.1) da receita bruta mensal; a.2) das demais receitas e ganhos de capital; a.3) dos ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável; a.4) dos rendimentos nominais produzidos por aplicações financeiras de renda fixa; a.5) da parcela das receitas auferidas nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 28 de dezembro de b) cujas atividades sejam de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, agências de fomento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

12 c) que tiverem lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior (vide nota nº 1 abaixo); d) que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto; e) que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa (lucro real anual); f) que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring) (vide a nota nº 3 abaixo); g) que explorem as atividades de securitização de créditos imobiliários, financeiros e do agronegócio. Notas: 1) A obrigatoriedade a que se refere a letra c do item 2 não se aplica à pessoa jurídica que auferir receita de exportação de mercadorias e da prestação direta de serviços no exterior. 2) Para fins da nota nº 1 acima, não se considera direta a prestação de serviços realizada no exterior por intermédio de filiais, sucursais, agências, representações, coligadas, controladas e outras unidades descentralizadas da pessoa jurídica que lhes sejam assemelhadas. 3) Estão obrigadas ao regime de tributação do lucro real as pessoas jurídicas que explorem a atividade de compras de direitos creditórios, ainda que se destinem à formação de lastro de valores mobiliários (securitização) Sociedade em Conta de Participação De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 31, de (DOU de ), a partir de 1º de janeiro de 2001, observadas as hipóteses de obrigatoriedade de observância do regime de tributação com base no lucro real previstas no art. 14 da Lei nº 9.718/1998, as Sociedades em Conta de Participação podem optar pelo regime de tributação com base no Lucro Presumido, observado o seguinte: a) a opção da Sociedade em Conta de Participação pelo regime de tributação com base no Lucro Presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo, nem a opção efetuada por este implica a opção daquela; b) o recolhimento dos tributos e contribuições devidos pela Sociedade em Conta de Participação será efetuado mediante a utilização de DARF específico, em nome do sócio ostensivo; c) as Sociedades em Conta de Participação que exerçam as atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis não poderão optar pelo Lucro Presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado; d) deverão ser observadas as demais normas relativas ao regime de tributação com base no Lucro Presumido previstas na Legislação Tributária, inclusive quanto à adoção do regime de caixa. 3. OPÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO O exercício da opção pelo pagamento trimestral pelo Lucro Presumido será manifestado com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido correspondente ao primeiro período de apuração de cada anocalendário e será definitivo para todo o ano-calendário ( 1º do art. 13 da Lei nº 9.718/1998). A pessoa jurídica que houver iniciado atividade a partir do segundo trimestre manifestará a opção pelo Lucro Presumido com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido relativa ao período de apuração do início de atividade Proibição de REDARF Para Mudança de Forma de Tributação De acordo com o art. 11 da Instrução Normativa SRF nº 672/2006, serão indeferidos os pedidos de retificação de DARF que versem sobre alteração de código de receita que corresponda à mudança no regime de tributação do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, quando contrariar o disposto na Legislação específica. 4. FORMA DE APURAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

13 4.1 Conceito de Receita Bruta A receita bruta compreende: a) o produto da venda de bens nas operações de conta própria; b) o preço da prestação de serviços em geral; c) o resultado auferido nas operações de conta alheia; e d) as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nas letras a, b e c acima. Notas: 1) A receita líquida será a receita bruta diminuída de: a) devoluções e vendas canceladas; b) descontos concedidos incondicionalmente; c) tributos sobre ela incidentes; e d) valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, das operações vinculadas à receita bruta. 2) Na receita bruta não se incluem os tributos não cumulativos cobrados, destacadamente, do comprador ou contratante pelo vendedor dos bens ou pelo prestador dos serviços na condição de mero depositário. 3) Na receita bruta incluem-se os tributos sobre ela incidentes e os valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, das operações previstas no subitem 4.1, observado o disposto na nota nº 2 acima Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Conforme disposto no subitem 4.1, os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, incluem-se na receita bruta a que se refere à letra a do subitem 4.3. Os valores decorrentes do ajuste a valor presente, apropriados como receita financeira no mesmo período de apuração do reconhecimento da receita bruta, ou em outro período de apuração, não serão incluídos na base de cálculo do lucro presumido Contratos de Concessão de Serviços Públicos No caso de contratos de concessão de serviços públicos: a) exclui-se da receita bruta a que se refere à letra a do subitem 4.3 a receita reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração; e b) integram a receita bruta a que se refere à letra a do subitem 4.3, em conformidade com o disposto no subitem 4.1, os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, vinculados aos ativos financeiros a receber pela prestação dos serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura Receitas Financeiras Das Atividades Imobiliárias As receitas financeiras, desde que advindas de índice ou coeficiente pactuado em contrato das pessoas jurídicas com a atividade loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para a revenda, deverão ser consideradas como receitas da atividade operacional para efeito de aplicação da alíquota da base de cálculo do IRPJ do Lucro Presumido ( 4º do art. 15 da Lei nº 9.249/1995, incluído pelo art. 34 da Lei nº /2005, e 25 do art. 122 da IN RFB nº 1.515/2014). IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

14 4.1.4 Arrendamento Mercantil Arrendadora A pessoa jurídica arrendadora que realize operações em que haja transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes à propriedade do ativo e que não esteja sujeita ao tratamento tributário disciplinado pela Lei nº 6.099, de 1974, deverá computar o valor da contraprestação na determinação da base de cálculo do lucro presumido. O disposto acima também se aplica aos contratos não tipificados como arrendamento mercantil que contenham elementos contabilizados como arrendamento mercantil por força de normas contábeis e da legislação comercial Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita Bruta A base de cálculo do imposto de renda devido trimestralmente será determinada mediante aplicação, sobre a receita bruta auferida na(s) atividade(s) explorada(s) pela empresa dos percentuais constantes da tabela abaixo (Art. 15 da Lei nº 9.249/1995 com as alterações do art. 29 da Lei nº /2008, e art. 122 da IN RFB nº 1.515/2014): ATIVIDADES Percentuais % Reduzido para empresa com Receita Bruta Anual até R$ ,00 Vendas de mercadorias e produtos 8% Não se aplica Prestação de Serviços de transporte de cargas 8% Não se aplica Prestação de serviços hospitalares e de auxílio diagnóstico e terapia, patologia clínica, imagenologia, anatomia patológica e citopatologia, medicina nuclear e análises e patologias clínicas, exames por métodos gráficos, procedimentos endoscópicos, radioterapia, quimioterapia, diálise e 8% Não se aplica oxigenoterapia hiperbárica, desde que a prestadora destes serviços seja organizada sob a forma de sociedade empresária e atenda às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Atividade de construção por empreitada com emprego de todos os materiais 8% indispensáveis à sua execução, sendo tais materiais incorporados à obra Não se aplica Atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de 8% Não se aplica imóveis construídos ou adquiridos para revenda Prestação dos demais serviços de transporte 16% Não se aplica Receita bruta auferida na revenda, para consumo, de combustível derivado 1,6% de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural Não se aplica Atividade não Prestação de serviços relativos ao exercício de profissão legalmente beneficiada com 32% regulamentada a redução do percentual Intermediação de negócios 32% 16% Administração, locação ou cessão de bens imóveis, móveis e direitos de 32% qualquer natureza 16% Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão de obra 32% ou com emprego parcial de materiais 16% Construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento de infraestrutura, no caso de contratos de concessão de serviços públicos, 32% Não se aplica independentemente do emprego parcial ou total de materiais Prestação de qualquer outra espécie de serviço não mencionada neste 32% quadro 16% Notas: 1) A pessoa jurídica que explorar atividades diversificadas deverá aplicar o percentual correspondente sobre a receita bruta de cada atividade. 2) As pessoas jurídicas exclusivamente prestadoras de serviços mencionadas nos itens com redução do percentual da base de cálculo poderão fazê-lo enquanto a sua receita bruta acumulada do ano em curso não ultrapassar a R$ ,00 (cento e vinte mil reais), devendo-se observar o seguinte (Lei nº 9.250/1995, art. 40, e Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 122, 7º a 10º): a) a pessoa jurídica que houver utilizado o percentual reduzido (16%) para o pagamento trimestral do imposto, cuja receita bruta acumulada até determinado trimestre do ano-calendário exceder o limite de R$ ,00 (cento e vinte mil reais), ficará sujeita ao pagamento da diferença do imposto postergado, apurada em relação a cada trimestre transcorrido; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

15 b) para efeito do disposto na letra a acima, a diferença deverá ser paga em quota única até o último dia útil do mês subsequente ao trimestre em que ocorrer o excesso; c) quando paga até o prazo previsto na letra b, a diferença apurada será recolhida sem acréscimos. d) de acordo com o art. 40 da Lei nº 9.250/1995, o percentual reduzido não se aplica às pessoas jurídicas que prestam serviços hospitalares e de transporte, bem como às sociedades prestadoras de serviços de profissões legalmente regulamentadas Conceito de Industrialização Para Fins da Base de Cálculo do IRPJ e da CSLL O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 26, de (DOU de ), esclareceu que para fins de apuração das bases de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), consideram-se industrialização as operações definidas no art. 4º do Decreto nº 4.544, de 26 de dezembro de 2002, observadas as disposições do art. 5º c/c o art. 7º do referido Decreto. Nota: O Decreto nº 4.544/2002 foi revogado pelo Decreto nº 7.212/ Atividade Gráfica - Percentuais Aplicáveis Sobre a Receita A atividade gráfica pode configurar-se como industrial, comercial ou de prestação de serviços. Consideram-se como prestação de serviços as operações realizadas por encomenda, nos termos do art. 5º, V, c/c art. 7º, II, do Decreto nº 7.212/2010. Assim, a alíquota aplicável, na apuração do Lucro Presumido, será de 8% (oito por cento), quando atuar nas áreas comercial e industrial, sendo aplicada a de 32% (trinta e dois por cento) na hipótese de prestação de serviços com ou sem fornecimento de material Veículos Usados De acordo com o art. 5º da Lei nº 9.716/1998, equipara-se à operação de consignação, para efeitos tributários, a venda de veículos usados, adquiridos para revenda ou recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados, realizada por pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e a venda de veículos automotores. Importa lembrar que o referido dispositivo legal determina que os veículos usados deverão ser objeto de Nota Fiscal de entrada e, por ocasião da sua revenda, de Nota Fiscal de saída, sujeitando-se ao respectivo regime fiscal aplicável às operações de consignação. Conforme dispõe a Instrução Normativa SRF nº 152/1998, o valor a ser computado como receita é a diferença entre o valor pelo qual o veículo usado houver sido alienado, constante da Nota Fiscal de venda, e o seu custo de aquisição, constante da Nota Fiscal de entrada, o qual deve corresponder ao preço ajustado entre as partes. Portanto, no tocante à determinação da base de cálculo do IRPJ, a receita a computar, proveniente da revenda de veículos usados, é a diferença entre os preços de revenda e de compra do bem. A Legislação foi omissa sobre qual o percentual a aplicar sobre essa receita, para fins de determinação da base de cálculo do Imposto de Renda do lucro presumido. Entendemos que a consignação mercantil equipara-se à prestação de serviços e, como tal, fica sujeita ao percentual de 32% (trinta e dois por cento), para a determinação da base cálculo do IRPJ calculado com base no lucro presumido ou real estimado. Transcrevemos abaixo algumas decisões das Superintendências Regionais da Receita Federal: a) Superintendência Regional da Receita Federal da 6ª Região Fiscal (Minas Gerais) SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 30, de 21 de fevereiro de 2005 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ. EMENTA: COMPRA E VENDA DE VEÍCULOS USADOS. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES DE CONSIGNAÇÃO. EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Na determinação das bases de cálculo estimada, presumida ou arbitrada do Imposto de Renda, devido pelas pessoas jurídicas que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores, a receita bruta das operações de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, bem assim dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados, será a diferença entre o valor de alienação e o custo de aquisição do citado veículo. Na determinação das bases de IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

16 cálculo estimada ou presumida, aplica-se, sobre a receita bruta definida nos termos acima, auferida no período de apuração, o percentual de 32% (trinta e dois por cento); na determinação do lucro arbitrado aplica-se, quando conhecida a receita bruta definida nos termos acima, o percentual de 32% (trinta e dois por cento), acrescido de 20% (vinte por cento). As pessoas jurídicas, objeto da equiparação, cuja receita bruta anual, calculada nos termos acima, seja de até R$ ,00 (cento e vinte mil reais), determinarão as bases de cálculo estimada ou presumida do Imposto de Renda mediante a aplicação do percentual de 16% (dezesseis por cento) sobre a receita bruta, auferida no período de apuração. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 322 de 07 de Novembro de 2005 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: COMPRA E VENDA DE VEÍCULOS USADOS. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES DE CONSIGNAÇÃO. EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Na determinação das bases de cálculo estimada, presumida, ou arbitrada do Imposto de Renda, devido pelas pessoas jurídica s que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores, a receita bruta das operações de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, bem assim dos recebidos como parte do preço da venda de v eículos novos ou usados, será a diferença entre o valor de alienação e o custo d e aquisição do citado veículo. Na determinação das bases de cálculo estimada ou presumida, aplica-se, sobre a receita bruta definida nos termos acima, auferida no períod o de apuração, o percentual de 32% (trinta e dois por cento); na determinação do lucro arbitrado aplica-se, quando conhecida à receita bruta definida nos termos acima, o percentual de 32% (trinta e dois por cento), acrescido de 20% (vinte por cento). As pessoas jurídicas, objeto da equiparação, cuja receita bruta anual, calculada nos termos acima, seja de até R$ ,00 (cento e vinte mil reais), determinarão as bases de cálculo estimada ou presumida do Imposto de Renda mediante a aplicação do p ercentual de 16% (dezesseis por cento) sobre a receita bruta, auferida no período de apuração. b) Superintendência Regional da Receita Federal 10ª Região Fiscal (Rio Grande do Sul) SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 344, de 15 de outubro de 2004 ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ. LUCRO PRESUMIDO. COMPRA E VENDA DE VEÍCULOS USADOS. EQUIPARAÇÃO A OPERAÇÕES DE CONSIGNAÇÃO. Para efeito de determinação da base de cálculo do imposto de renda, devido pelas pessoas jurídicas optantes pelo lucro presumido que tenham como objeto social, declarado em seus atos constitutivos, a compra e venda de veículos automotores, considera-se receita bruta das operações de venda de veículos usados, adquiridos para revenda, inclusive quando recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados, a diferença entre o valor de alienação e o custo de aquisição do veículo. Sobre essa receita bruta, auferida no período de apuração, aplica-se o percentual de trinta e dois por cento (32%), previsto para as atividades de prestação de serviços em geral. 4.3 Determinação do Lucro Presumido O lucro presumido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: a) o valor resultante da aplicação dos percentuais previstos no quadro resumo do subitem 4.2, sobre a receita bruta definida no subitem 4.1, relativa a cada atividade, auferida em cada período de apuração trimestral, deduzida das devoluções e vendas canceladas e dos descontos incondicionais concedidos; b) os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas pela letra a acima, auferidos no mesmo período; c) os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e renda variável; d) os juros sobre o capital próprio auferidos; e) os valores recuperados, correspondentes a custos e despesas, inclusive com perdas no recebimento de créditos, salvo se a pessoa jurídica comprovar não os ter deduzido em período anterior no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro real ou que se refiram a período no qual tenha se submetido ao regime de tributação com base no lucro presumido ou arbitrado; f) o valor resultante da aplicação dos percentuais de que tratam o quadro resumo do subitem 4.2, sobre a parcela das receitas auferidas em cada atividade, no respectivo período de apuração, nas exportações às pessoas IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

17 vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma prevista na Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 28 de dezembro de 2012; g) a diferença de receita financeira calculada conforme disposto no Capítulo V e art. 58 da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de 2012; h) as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica, ainda que a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato, observado o seguinte: h.1) o imposto retido na fonte será considerado como antecipação do devido em cada período de apuração; h.2) o disposto no art. 30 da IN RFB nº 1.515/2014 não se aplica às indenizações pagas ou creditadas tendo por finalidade a reparação de danos patrimoniais. Notas: 1) Os valores de que tratam as letras f e g do subitem 4.3 serão apurados anualmente e acrescidos à base de cálculo do último trimestre do ano-calendário, para efeitos de se determinar o imposto devido. 2) Para os efeitos do disposto nas letras f e g do subitem 4.3, pessoa vinculada é a definida pelo art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.312, de Valores Decorrentes do Ajuste a Valor Presente Os valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, incluem-se nas receitas relativas às letras b a h do subitem 4.3, independentemente da forma como estas receitas tenham sido contabilizadas. Os valores decorrentes do ajuste a valor presente apropriados como receita financeira no mesmo período de apuração do reconhecimento das receitas relativas às letras b a h do subitem 4.3, ou em outro período de apuração, não serão incluídos na base de cálculo do lucro presumido Forma da Apuração do Ganho de Capital de Ativos Não Circulantes O ganho de capital nas alienações de ativos não circulantes investimentos, imobilizados e intangíveis corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o respectivo valor contábil, observado o seguinte: a) poderão ser considerados no valor contábil, e na proporção deste, os respectivos valores decorrentes dos efeitos do ajuste a valor presente de que trata o inciso III do caput do art. 184 da Lei nº 6.404, de 1976; b) para obter a parcela a ser considerada no valor contábil do ativo conforme a letra a acima, a pessoa jurídica terá que calcular inicialmente o quociente entre: (1) o valor contábil do ativo na data da alienação, e (2) o valor do mesmo ativo sem considerar eventuais realizações anteriores, inclusive mediante depreciação, amortização ou exaustão, e a perda estimada por redução ao valor recuperável; c) a parcela a ser considerada no valor contábil do ativo corresponderá ao produto: (1) dos valores decorrentes do ajuste a valor presente com (2) o quociente de que trata a letra b acima; d) para fins do disposto neste subitem, é vedado o cômputo de qualquer parcela a título de encargos associados a empréstimos, registrados como custo nos termos do art. 73 da IN RFB nº 1.515/2014; e) para fins da neutralidade tributária a que se refere o art. 161 da IN RFB nº 1.515/2014, deverá ser considerada no valor contábil eventual diferença entre o valor do ativo na contabilidade societária e o valor do ativo mensurado de acordo com os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007 observada na data da adoção inicial de que trata o art. 160 da IN RFB nº 1.515/ Ganho de Capital Reavaliação Na apuração do ganho de capital, os valores acrescidos em virtude de reavaliação somente poderão ser computados como parte integrante dos custos de aquisição dos bens e direitos se a empresa comprovar que os valores acrescidos foram computados na determinação da base de cálculo do imposto sobre a renda. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

18 4.3.5 Ganho de Capital na Alienação do Ativo Intangível Concessionária de Serviços Públicos O ganho de capital na alienação do ativo intangível a que se refere à letra a do subitem corresponderá à diferença positiva entre o valor da alienação e o valor dos custos incorridos na sua obtenção, deduzido da correspondente amortização, observado o seguinte: a) para calcular o valor a deduzir, a concessionária deverá: a.1) determinar a relação entre a amortização acumulada do ativo intangível e o valor do mesmo ativo intangível sem considerar eventuais amortizações anteriores e perdas estimadas por redução ao valor recuperável; a.2) aplicar a proporção obtida na forma prevista na letra a.1 acima ao valor dos custos incorridos na obtenção do ativo intangível; b) os custos a que se referem este item são os custos diretos e indiretos incorridos na execução dos serviços de construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura Receitas Financeiras Relativas às Variações Monetárias Dos Direitos de Crédito e Das Obrigações do Contribuinte Ajuste a Valor Presente As receitas financeiras relativas às variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte, em função da taxa de câmbio, originadas dos saldos de juros a apropriar decorrentes de ajuste a valor presente não integrarão a base de cálculo do lucro presumido Ganho Decorrente de Avaliação de Ativo ou Passivo Com Base no Valor Justo O ganho decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no valor justo não integrará a base de cálculo do lucro presumido no período de apuração: a) relativo à avaliação com base no valor justo, caso seja registrado diretamente em conta de receita; ou b) em que seja reclassificado como receita, caso seja inicialmente registrado em conta de patrimônio líquido. Notas: 1) Na apuração dos ganhos a que se referem as letras b e c do subitem 4.3, o aumento ou redução no valor do ativo registrado em contrapartida a ganho ou perda decorrente de sua avaliação com base no valor justo não será considerado como parte integrante do valor contábil. 2) O disposto na nota nº 1 acima não se aplica caso o ganho relativo ao aumento no valor do ativo tenha sido anteriormente computado na base de cálculo do imposto Avaliação a Valor Justo - Lucro Presumido para Lucro Real A pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido que, em período de apuração imediatamente posterior, passar a ser tributada pelo lucro real deverá incluir na base de cálculo do imposto apurado pelo lucro presumido os ganhos decorrentes de avaliação com base no valor justo, que façam parte do valor contábil, e na proporção deste, relativos aos ativos constantes em seu patrimônio, observado o seguinte: a) a tributação dos ganhos poderá ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 41 a 43 da IN RFB nº 1.515/2014; b) as perdas verificadas nas condições previstas neste subitem somente poderão ser computadas na determinação do lucro real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 46 e 47 da IN RFB nº 1.515/2014; c) o disposto neste subitem aplica-se, também, na hipótese de avaliação com base no valor justo de passivos relacionados a ativos ainda não totalmente realizados na data de transição para o lucro real; d) a tributação dos ganhos relativos à letra c acima poderá ser diferida para os períodos de apuração em que a pessoa jurídica for tributada pelo lucro real, desde que observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 41, 44 e 45 da IN RFB nº 1.515/2014; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

19 e) as perdas relativas à letra c acima somente poderão ser computadas na determinação do lucro real dos períodos de apuração posteriores se observados os procedimentos e requisitos previstos nos arts. 46 e 48 da IN RFB nº 1.515/ Omissão de Receitas Verificada a omissão de receita, a autoridade tributária determinará o valor do imposto e do adicional a serem lançados de acordo com o regime de tributação a que estiver submetida a pessoa jurídica no período-base a que corresponder a omissão (Art. 24 da Lei nº 9.249/1995). No caso de pessoa jurídica com atividades diversificadas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado, não sendo possível a identificação da atividade a que se refere à receita omitida, esta será adicionada àquela a que corresponder o percentual mais elevado Rendimentos de Aplicações de Renda Fixa e Variável Excetuam-se da determinação do lucro presumido pelo regime de competência: a) os rendimentos auferidos em aplicações de renda fixa; b) os ganhos líquidos auferidos em aplicações de renda variável. Notas: 1) Os rendimentos e ganhos líquidos de que tratam as letras a e b do subitem serão acrescidos à base de cálculo do lucro presumido por ocasião da alienação, resgate ou cessão do título ou aplicação. 2) Relativamente aos ganhos líquidos a que se refere a letra b do subitem 4.3.9, o imposto sobre a renda sobre os resultados positivos mensais apurados em cada um dos 2 (dois) meses imediatamente anteriores ao do encerramento do período de apuração será determinado e pago em separado, nos termos da legislação específica, dispensado o recolhimento em separado relativamente ao terceiro mês do período de apuração. 3) Os ganhos líquidos referidos na letra b do subitem 4.3.9, relativos a todo o trimestre de apuração, serão computados na determinação do lucro presumido, e o montante do imposto pago na forma prevista na nota nº 2 acima será considerado antecipação, compensável com o imposto sobre a renda devido no encerramento do período de apuração Emissoras de Rádio e Televisão - Dedução do Valor Relativo ao Espaço de Propaganda Partidária Para efeito de determinar a base de cálculo mensal estimada do Imposto de Renda, as emissoras de rádio e televisão, obrigadas à divulgação gratuita de propaganda partidária, podem deduzir 0,8 (oito décimos) do resultado da multiplicação do preço do espaço comercializável pelo tempo efetivamente utilizado pela emissora em programação destinada a publicidade comercial, no período de duração daquela propaganda, conforme regulamentação do Poder Executivo. As empresas concessionárias de serviços públicos de telecomunicações, obrigadas ao tráfego gratuito de sinais de televisão e rádio, podem excluir 0,8 (oito décimos) do valor que seria cobrado às emissoras de rádio e televisão pelos tempos destinados à divulgação gratuita de propaganda partidária para efeito da determinação da base de cálculo do lucro presumido, conforme definido em regulamentação do Poder Executivo (art. 99 da Lei nº 9.504/1997, Decreto nº 7.791/2012 e Decreto nº 1.976/1996). 5. PESSOA JURÍDICA TRIBUTADA COM BASE NO LUCRO REAL NO ANO-CALENDÁRIO ANTERIOR A pessoa jurídica que, até o ano-calendário anterior, houver sido tributada com base no lucro real deverá adicionar à base de cálculo do imposto sobre a renda, correspondente ao primeiro período de apuração no qual houver optado pela tributação com base no lucro presumido, os saldos dos valores cuja tributação havia diferido, independentemente da necessidade de controle na parte B do Lalur, observado o seguinte: a) o disposto neste subitem aplica-se inclusive aos valores controlados por meio de subcontas referentes: a.1) às diferenças na adoção inicial dos arts. 1º, 2º, 4º a 71 da Lei nº , de 2014, de que tratam os arts. 163 a 165 da IN RFB nº 1.515/2014; e IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

20 a.2) à avaliação de ativos ou passivos com base no valor justo de que tratam os arts. 41 a 45 da IN RFB nº 1.515/2014. Nota: com a obrigatoriedade da entrega da Escrituração Contábil Fiscal de acordo com a IN RFB nº 1.422/2013, as pessoas jurídicas ficam dispensadas, em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2014, da escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) e da entrega da Declaração de Informações Econômico- Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). 6. TRATAMENTO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE As importâncias pagas ou creditadas à pessoa jurídica, sujeitas à incidência do Imposto de Renda na Fonte, terão o seguinte tratamento: a) quando decorrentes da prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, de comissões, corretagens ou quaisquer outras remunerações pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais e da prestação de serviços de propaganda e publicidade serão incluídas como receitas de prestação de serviços e o Imposto de Renda Retido na Fonte poderá ser deduzido com o devido trimestralmente; b) os rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa, renda variável ou juros sobre o capital próprio serão incluídos na base de cálculo e o imposto pago ou retido incidente sobre esses rendimentos poderá ser deduzido com o imposto devido trimestralmente; c) serão considerados tributados exclusivamente na fonte os rendimentos decorrentes de participações societárias, sempre que tais rendimentos sofrerem tributação na fonte devido à época em que os mesmos forem gerados. 7. DETERMINAÇÃO DO IMPOSTO 7.1 Alíquotas O imposto devido em cada trimestre será calculado mediante a aplicação da alíquota de 15% (quinze por cento) sobre a base de cálculo. 7.2 Adicional A parcela do Lucro Presumido que exceder ao resultado da multiplicação de R$ ,00 (vinte mil reais) pelo número dos meses do respectivo período de apuração sujeitam-se à incidência do adicional à alíquota de 10% (dez por cento) Deduções do Imposto de Renda Devido Para efeito de pagamento do Imposto de Renda, a pessoa jurídica poderá deduzir do imposto apurado em cada trimestre: a) o Imposto de Renda Retido na Fonte incidente sobre as receitas que estão incluídas na base de cálculo do imposto trimestral, tais como: a.1) o Imposto de Renda Retido na Fonte sobre importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a título de: a.1.1) comissões, corretagens ou qualquer outra remuneração pela intermediação de negócios; a.1.2) remuneração de serviços profissionais, serviços de limpeza e conservação de imóveis, segurança e vigilância e locação de mão-de-obra; a.1.3) rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa; a.1.4) multas ou quaisquer vantagens pagas ou creditadas por pessoas jurídicas, inclusive a título de indenização, em virtude de rescisão de contrato; a.2) o imposto recolhido pela própria empresa, incidente sobre: a.2.1) remuneração de serviços de propaganda e publicidade recebida de pessoas jurídicas; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JANEIRO - 04/

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