Aula de março O cinema como representação visual e sonora

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1 Aula de março O cinema como representação visual e sonora Bibliografia requisitada: AUMONT, Jacques. O filme como representação visual e sonora. In: AUMONT, Jacques et al. A estética do filme. Campinas: Papirus, p Filmografia para exercício prático: O dia em que Dorival encarou a guarda; Jorge Furtado e José Pedro Goulart; roteiro de Giba Assis Brasil, José Pedro Goulart, Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo; 35 mm, 14 min, cor, 1986 (Brasil).

2 1. Características materiais: imagem plana e delimitada por um quadro; entre dois universos diferentes. Esses universos seriam o 2. Vemos essa imagem como bidimensional mas a percebemos como tridimensional, análoga à imagem do mundo real em que vivemos; ilusão de movimento e na ilusão de profundidade; mundo fílmico; qual damos o nome de campo; fora de tridimensionalidade e profundidade, ou seja, a perspectiva e a profundidade de campo; 5. O espaço a que chamamos campo está relacionado a um o janela aberta para o mundo ; 10. Ao reproduzir o movimento do mundo, o filme cria a ilusão de 4. Tudo isso cria um espaço imaginário dentro do quadro ao espaço, mundo (incluindo o mundo técnico que escreve o filme) e o 9. O teórico francês André Bazin definiu o quadro como uma 3. Forte impressão de realidade típica do cinema por conta da outro 8. Diz Eisenstein que o enquadramento representa o limite campo, vinculado a 11. O plano é a unidade fílmica por excelência. Na fase de ele produção do filme, seu conceito pode ser equivalente de imaginariamente pelo espectador. O fora de campo só existe campo, quadro e tomada, o que significa que o plano, aqui, é em relação ao campo, e forma com este o espaço fílmico; um enquadramento, um ponto de vista e também diz 6. O quadro, comumente confundido enquanto conceito com o respeito a uma duração. Com relação à montagem, é uma campo, é o espaço onde o filme é forjado, um espaço técnico unidade técnica e narrativa que conduz à construção do (diferente do campo, que diz respeito à ilusão fílmica), e tem filme; em seu contraponto o fora de quadro, o espaço onde está 12. A sonoridade do filme tem relação direta com dois aspectos escondida toda a parafernália responsável pela feitura do determinantes: a) a história do desenvolvimento técnico do filme; cinema 7. O quadro é uma escolha; e questões ideológicas e estéticas. econômicas; e b) as questões

3 Uma questão de profundidade A perspectiva - trata da representação de objetos em superfície plana de forma que isso seja semelhante à percepção visual desses objetos no mundo real, o que é baseado no princípio de ilusão parcial que permite a aceitação da diferença entre visão do real e representação. A profundidade de campo - ou a nitidez da imagem, contribui de forma importante para a ilusão fílmica e tem papel estético e expressivo no filme. Figura 1: A última ceia, por Leonardo da Vinci ( ): PERSPECTIVA MONOCULAR e PONTO DE VISTA

4 Figura 2: A Mona Lisa (Da Vinci, ) e a PERSPECTIVA ATMOSFÉRICA

5 Figura 3: Psicose (Alfred Hitchcock, 1960): SEM PROFUNDIDADE DE CAMPO

6 Figura 4: Os Pássaros (Alfred Hitchcock, 1963): MÉDIA PROFUNDIDADE DE CAMPO Figura 5: Os Pássaros: efeito de PROFUNDIDADE DE CAMPO

7 Figura 6: Cidadão Kane (Orson Welles, 1941): PROFUNDIDADE DE CAMPO e PERSPECTIVA ATMOSFÉRICA (3 campos): redescoberta da profundidade de campo nos anos 40 depois de um período BORRADO da história do cinema

8 Figura 7: Cidadão Kane: 3 campos e PROFUNDIDADE DE CAMPO: emprego muito consciente da profundidade e o discurso sobre a estética do realismo em Bazin

9 Figura 8: Cidadão Kane: truque com PROFUNDIDADE EM DOIS CAMPOS: montagem dentro de um plano único: a transparência de Bazin?

10 O plano 1 Um plano é captado em meio a outros planos e disso depende horizontal, para cima, para baixo, ótico (zoom) e etc.; sua determinação e significação; 2 A Panorâmica (câmera se move em seu eixo, não existindo 2 Um plano é também uma imagem em sua duração e comumente deslocamento): vertical, horizontal, para cima, para baixo, e etc. é definido como momento entre o ligar e o desligar da câmera; 3 Um plano também sofre interferência dos movimentos de A noção de plano deve ser abordada teoricamente com muito câmera ou dos que são internos ao campo. cuidado. Tradicionalmente o plano pode abranger três coisas Os aspectos que se deve considerar quando se pensa em plano: 1 Dimensões 2 Quadro 3 Ponto de vista 4 Movimento 5 Duração 6 Ritmo 7 Relação com outras imagens diversas: 1 O conteúdo do enquadramento, que define o tamanho do plano (plano de conjunto, plano americano, primeiro plano, close-up, etc.) e especifica um ponto de vista; 2 O movimento ou não interno ou externo ao campo; 3 A duração da tomada, ou seja, o plano enquanto unidade de montagem (importante analisar, sob esse aspecto, a questão do plano-seqüência). Quanto ao movimento de câmera (externo ao campo), existem variações dentro de dois grandes tipos: 1 O Travelling/Carrinho (câmera/eixo se deslocam): vertical, A utilização do termo, portanto, dirá respeito ao uso que deverá ser feito dele em uma análise. Sua significação no contexto do filme também depende muito de dados internos e externos a ele.

11 Figura 9: Contre-plongée em Cidadão Kane

12 Figura 10: Plano de conjunto em Cidadão Kane

13 Figura 11: Contre-plongée em Cidadão Kane

14 Figura 12: mais um contre-plongée em Cidadão Kane

15 Figura 13: plongée em Cidadão Kane

16 O que dizem os movimentos, a profundidade, a organização interna ao plano?

17 A questão do som Aspectos históricos e econômicos em tese, o cinema poderia Chaplin foi um dos que rejeitaram o som, pois via no filme mudo a ser sonoro a partir de 1912, quando entraves técnicos à completa arte silenciosa da pantomima. Sergei Eisenstein (em sincronização e captação do som estariam resolvidos. Ocorre que manifesto que assina, em 1928, com Pudovkin e Alexandrov) só o cinema foi posto a público em 1895 pelos irmãos Lumiére sem admitia o som se com ele a força das imagens e principalmente da som porque eles queriam passar na frente de Thomas Edison, que montagem não se perdesse. Para todos, a reclamação uníssona preferia que seu cinetoscópio fosse lançado perfeito e completo, dizia respeito à capacidade que as palavras teriam de substituir ou seja, sonoro. Depois de terem sido resolvidos os problemas do aquilo que o cinema tinha de mais essencial: a imagem. som, o interesse em investir no cinema sonoro esbarrou no interesse em utilizar os mesmos aparelhos e condições de produção, fazendo com que o lucro do cinema fosse maior (sem investimentos novos, sem diminuição do lucro). Quando surgiu o filme sonoro, também foi a economia que determinou o impulso. Com a crise causada pela I Guerra, o cinema pôde ser relançado, uma vez que o som era a grande novidade. Aspectos ideológicos e estéticos o som era apenas mais um dos aspectos do filme que contribuiriam para a representação da realidade, ou seja, para o maior realismo possível do filme. Bazin Há vantagem em um filme ser sonoro? Pelo menos sete, segundo Marcel Martin: 1 a criação da impressão de realidade 2 efeito de continuidade 3 a palavra falada acaba com intertítulos e com o excesso de explicação que as imagens deveriam carregar 4 somente sendo sonoro o filme pode usar como valor estético e expressivo o silêncio 5 o som pode servir como elipse quando à imagem cabe outro papel, igualmente significativo naquela seqüência (quebra-pau no escuro) 6 o som também permite metáforas e vários tipos de significação que a imagem jamais seria capaz de dar conta (efeito Cavalgada das Valquírias) 7 a música modula e constrói atmosferas e, com elas, sentidos que a imagem não consegue defendeu o som por causa disso. Mas outros não admitiam ou Por fim, a sonoridade de um filme abrange três elementos: a fala, os faziam apenas algumas concessões ao filme sonoro, justamente ruídos e a trilha sonora musical. Todos eles são importantes para a por verem o cinema como expressão das imagens. Charles significação no filme.

18 Quais são os efeitos que o som no filme podem provocar?

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