O JORNALISMO CIENTÍFICO E A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA INTERLOCUÇÃO POSSÍVEL NA SALA DE AULA

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1 Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai - IDEAU Vol. 9 Nº 19 - Janeiro - Junho 2014 Semestral ISSN: Artigo: O JORNALISMO CIENTÍFICO E A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA INTERLOCUÇÃO POSSÍVEL NA SALA DE AULA Autora: Zeneida Alves de Assumpção 1 1 Filiação: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Paraná; Lotação: Departamento de Jornalismo (DEJOR); Titulação: Doutorado. Rua Padre Dehon, 1.119, Ap. 206-A Bairro Hauer, Cep: Curitiba-Paraná.

2 O JORNALISMO CIENTÍFICO E A EDUCAÇÃO ESCOLAR: UMA INTERLOCUÇÃO POSSÍVEL NA SALA DE AULA Resumo: O tema é o jornalismo científico e a educação escolar e o objeto de estudo são as peças jornalísticas sobre saúde, ciência&tecnologia publicadas em Carta na Escola. Buscou-se investigar como essa revista agendou essas peças e de que forma o jornalismo científico poderá contribuir com a educação escolarizada. A pesquisa respaldou-se no mapeamento de 132 edições. Dessas, somente 32 foram analisadas no período entre 2007 e 2013, priorizando-se os anos ímpares de publicação, à luz do método análise de conteúdo. Com a análise dos dados foi possível verificar a relevância que a revista dá ao jornalismo científico. Percebe-se na análise das matérias que há uma preocupação com a clareza e compreensão do conteúdo científico. Nos textos há presença de recursos visuais e os que mais predominam são imagens e gráficos, assim como o formato mais utilizado é o artigo. Através deles, as matérias tornam-se mais compreensíveis ao público da revista. Palavras-Chave: Jornalismo científico; Mídias-educação; Revista; Teorias do jornalismo. Abstract: The theme of scientific journalism and education and the object of study are the news stories about health, science & technology published in "Charter School". We sought to investigate how this magazine has scheduled these pieces and how science journalism can contribute to school education. The search backed up issues in mapping 132. Of these, only 32 were analyzed between 2007 and 2013, is prioritizing only the odd years of publication, in the light of the method of content analysis. With the analysis of the data was possible to verify the relevance of the magazine gives to scientific journalism. It is noticed in the analysis of materials there is a concern with clarity and understanding of the scientific content. Is present in the texts and visuals which are more predominant images and graphics, as well as the most widely used format is the article. Through them scientific matters become more understandable to the public magazine. Keywords: Scientific journalism; Media-education; Magazine; Theories of journalism 1 Preâmbulo A presença de peças jornalísticas relacionadas à saúde e ciência&tecnologia é de capital relevância para os leitores (estudantes e professores) do Ensino Médio. Sendo assim, o presente artigo busca analisar a contribuição do jornalismo científico na educação escolar. Para tanto, o objeto deste estudo são as referidas peças jornalísticas publicadas em Carta na Escola, revista mensal dedicada às áreas e subáreas de conhecimento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), entre o período 2007 e Foram mapeadas 132 edições nesse período. Dessas, somente 32 contemplam essa temática. O estudo delas perpassa pela análise de conteúdo, abordagem quantitativa. A Carta na Escola, por ser uma mídia especializada em Educação do Ensino Médio, é distribuída gratuitamente em todas as escolas públicas brasileiras, através do Ministério da Educação e Ministério da Cultura. Faz sentido, então, pesquisar a contribuição do jornalismo

3 científico em Carta na Escola, respondendo as seguintes questões: a) De que forma essa revista, presente nas bibliotecas escolares e salas de aula, poderá desenvolver e construir o saber científico nos estudantes-leitores de Carta na Escola, quando publica temas sobre saúde, ciência&tecnologia? Como Carta na Escola retrata a saúde, ciência&tecnologia na sua agenda midiática? As peças jornalísticas que reportam esses temas (saúde, ciência& tecnologia) possuem linguagem adequada e recursos gráficos (imagens, tabelas gráficos, boxes) para facilitar a compreensão e visibilidade de leitura pelos professores e alunos? 2 Jornalismo Científico: um aliado da educação escolar Warren Burkett (1990) aponta que os primeiros textos científicos surgiram na Europa, no século XVI, quando os cientistas foram censurados e perseguidos pela Igreja Católica e pelo Estado. Para escaparem dos censores e continuarem com as investigações científicas, os pesquisadores deslocavam-se para diversas localidades geográficas ou escreviam e trocavam cartas, com o intuito de promover debates e informar aos seus pares os achados científicos. Esses encontros científicos sigilosos permitiram o surgimento da comunicação científica, tal como todos a conhecem, nos dias atuais. Diante de tal situação, o Secretário da Royal Society, Henry Oldenburg teve a iniciativa de traduzir textos de várias fontes para publicação em inglês e latim (BURKETT, 1990, p. 28). Assim, em março de 1665, criou o periódico Philosophical Transactions, publicando nele as descobertas científicas, priorizando linguagem acessível ao leitor com conhecimento propedêutico. Oldenberg tornou-se, portanto, o precursor do jornalismo científico, segundo BURKETT (1990, p. 28). No Brasil, a primeira aparição dessa especialidade ocorreu nas páginas do Correio Braziliense, considerado o primeiro jornal brasileiro, o qual era de propriedade do jornalista Hipólito da Costa, com circulação entre 1808 a Após 24 anos, surgiu a revista O Progresso com seções dedicadas também à publicação da ciência. Esse periódico foi editado nos anos de 1846 e 1847, por Antônio Pedro de Figueiredo. Embora de circulação efêmera, a repercussão sobre essa temática foi significativa à época (CAMILO DE MELO, 2008). De lá para cá, o jornalismo científico vem marcando presença em diversos periódicos nacionais e internacionais. Mas, como orienta o professor e pesquisador Wilson da Costa Bueno, os jornalistas que escrevem sobre saúde, ciência&tecnologia devem construir suas matérias com olhar crítico e sem deslumbramentos sobre doenças, medicamentos, etc. Para isso é necessário que o jornalista busque a pluralidade de fontes de informação e perceba os interesses econômicos, muitas vezes embutidos imperceptivelmente em algumas dessas fontes,

4 lembrando sempre, de que a ciência e a tecnologia não são neutras. De acordo, com Bueno (2009 p. 122), o jornalismo científico brasileiro ainda mantém sua posição de dependência em relação as fontes externas, repercutindo, prioritariamente, a ciência e a tecnologia [...]. O autor complementa: Não é raro, nos veículos da grande imprensa, vermos reproduzidos os releases de empresas, institutos de pesquisa e países que se apropriam dos meios de comunicação para fazer valer os seus interesses de nítida vinculação comercial. É isso exatamente que ocorre, neste momento, com a divulgação acrítica e nociva da indústria agroquímica, de bioctenologia e da saúde de maneira geral. Travestidas de informação tecnológica, as matérias publicadas pela imprensa brasileira expõem as pressões de empresas e governos que se digladiam para influenciar autoridades e parlamentares para seus produtos e processos, nesse caso de custo bastante elevado (BUENO, p. 2009, p. 122). Por isso, é importante que o jornalista procure sempre examinar criticamente as fontes de informação referentes à ciência, saúde&tecnologia. Essa recomendação deve ser extensiva também para o professor, em sala de aula. Ao trabalhar com a ciência, saúde&tecnologia nos suportes midiáticos, como a revista Carta na Escola, o docente deverá orientar os alunos a lerem as matérias científicas criticamente. Mostrar a eles, através da análise crítica, quem são os autores, as fontes de informação dessas matérias. O que está escrito nas interlinhas das peças jornalísticas científicas. Os profissionais da imprensa e da educação devem ter olhos e ouvidos críticos para com essa especialidade (ciência, saúde& tecnologia), da mesma forma com as demais especialidades: política e economia, por exemplo. Os professores que utilizam as mídias como mediação pedagógica precisam perceber que jornalismo científico segue obrigatoriamente os cânones do jornalismo, mesmo sendo considerado jornalismo especializado. O que seria, então, jornalismo especializado? Para Juarez Bahia (1990, p. 214), o jornalismo especializado é uma necessidade social porque resulta do próprio desenvolvimento das relações e sociedade. A especialização acrescenta a essa concepção o caráter seletivo, que restringe o âmbito, mas amplia a sua compreensão na medida em que se esgota nele. Rego Torquato (1987, p. 39) comenta que o jornalismo especializado se manifestou no fazer jornalístico, a partir da década de 1960, do século passado (XX), quando ocorreu a proliferação de veículos midiáticos e, juntamente com eles foi desencadeada a especialização de seus conteúdos. A adoção de novos métodos de impressão, editoração e distribuição contribuiu para a ampliação das áreas do jornalismo e para o fortalecimento do jornalismo especializado [...]. O autor conclui: Toda uma variada e complexa informação especializada

5 começou a abocanhar as faixas mais importantes do mercado (REGO TORQUATO, 1987, p. 40). Enquanto, o jornalismo tem a incumbência da generalidade e dirige-se a um público eclético, o jornalismo especializado goza de prerrogativas de um público seleto e com aprofundamento de conteúdos. Essa modalidade se faz presente com mais assiduidade nas revistas. Alinhavando jornalismo, revista e especialização, Marília Scalzo (2003, p ) explica: É na revista segmentada, geralmente mensal, que de fato se conhece cada leitor, sabe-se exatamente com quem se está falando. [...] A segmentação por assunto e tipo de público faz parte da própria essência do veículo. Pode-se considerar, então, que Carta na Escola ancorada na revista-mãe Carta Capital, engaja-se nessa modalidade (jornalismo especializado), quando sua linha editorial busca atingir professores e alunos do Ensino Médio. As peças jornalísticas publicadas nesta revista comprovam a opção dela por esta fatia de mercado (professores e alunos do Ensino Médio). No bojo de sua linha editorial estão presentes temáticas que permeiam o campo da Educação. A discussão sobre ciência, saúde&tecnologia é pautada tanto nas interlocuções interpessoais, quanto na agenda e rotinas produtivas dessa revista, por fazer parte do cotidiano dos estudantes e professores. Sem dúvida, esses leitores se interessam por informações especializadas que digam respeito à cura e prevenção de doenças ou inovação tecnológica científica. Por isso, as matérias científicas publicadas em Carta na Escola devem ser analisadas e debatidas criticamente na sala de aula. O aluno deverá compreender de que elas não são neutras e estão sujeitas aos interesses comerciais. Ao trabalhar com as áreas de conhecimento do Enem, a Carta na Escola poderá possibilitar o debate de textos científicos na sala de aula. Esse debate deverá envolver criticamente alunos e professores, visando o desenvolvimentio do exercício de cidadania e construção da crítica social, a respeito das matérias que envolvam saúde, ciência&tecnologia, conforme o corpus desse trabalho. 3 Carta na Escola e os cânones jornalísticos A Carta na Escola é recente no mercado editorial brasileiro. Ancorada à Carta Capital, o surgimento dela ocorreu em caráter experimental, em outubro de 2005, conforme destaca o primeiro redator chefe, Ricardo Prado.

6 Desde outubro de 2005, quando fizemos o primeiro número de Carta na Escola, perseguimos um modelo de publicação da tão necessária tarefa de tornar as aulas mais interessantes e motivadoras. Por trás do projeto havia uma percepção que seria, posteriormente, confirmada: a escola brasileira, especialmente a pública, carece de maiores atrativos para a maioria dos frequentadores, alunos e professores [...] (PRADO, 2007, p. 4). Com o lançamento oficial, em 2006 e tiragem mensal de 151 mil exemplares, a revista é distribuída para assinanates e escolas públicas. Ela adentra essas escolas com a autorização do Ministério da Educação (MEC) e anuência das Secretarias Estaduais de Educação. Após a aquisição de exemplares pelo (mailing) MEC, as edições são encaminhadas às devidas Secretarias e com destino final às escolas públicas de Ensino Médio, visando à pesquisa escolar dos estudantes e o fazer pedagógico do docente. Enquadra-se, portanto, em duas vertentes significativas para a escola da contemporaneidade: Mídia-Educação ou Educação para os Media (Literacia Midiática) e Educomunicação. A primeira contempla a leitura e compreensão crítica dos conteúdos e discursos das matérias jornalísticas nos diversos suportes midiáticos (jornal, rádio, revista, televisão e suas plataformas: internet, web). A segunda colabora com a formação de professor no fazer pedagógico, exemplificado nas páginas da revista com o título: Da sala do professor à sala de aula: professor saiba como a Carta na Escola pode ajudar em seu trabalho docente (CARTA NA ESCOLA, p. 8, grifo da revista). Esse periódico dedica duas das 66 páginas para orientar o docente de como utilizar as matérias jornalísticas em sala de aula, conforme explicita Marielle Brust (2011), numa entrevista respondida por A Carta na Escola reproduz reportagens publicadas originalmente em Carta Capital. Isso ocorre justamente porque a proposta do projeto editorial é discutir temas da atualidade na sala de aula, abordando-os de acordo com as habilidades e competências do Ensino Médio. E afirma: ao reproduzir reportagens publicadas em Carta Capital, oferecemos ao leitor um recorte das primeiras notícias do mundo (BRUST, 2011). Por ser um veículo midiático, a Carta na Escola publica peças jornalísticas direcionadas aos estudantes e professores do Ensino Médio. A temática analisada nas edições dessa revista contempla o jornalismo científico/especializado. Ao comentar sobre os temas pautados pela Carta na Escola, Marielle Brust segue a linha magistral do jornalismo especializado: [...] reproduzimos os principais temas da atualidade publicados em reportagens da revista Carta Capital e convidamos um especialista no assunto para fazer uma contextualização abrangente sobre o mesmo [...] (BRUST, 2011). Os textos científicos (informativos e opinativos) publicados em Carta na Escola compreendem os formatos: reportagem, notícia, entrevista, editorial e artigo contextualizado

7 (por especialistas selecionados pela equipe editorial). Esses textos são também subordinados às teorias jornalísticas: agendamento e gatekeeping. Para Mawell McCombs (2009, p ): o papel do agendamento desempenhado pelos veículos noticiosos influencia na saliência de um assunto. Essa influência é sobre algum número significante de pessoas que realmente considera que vale a pena sustentar certa opinião sobre algum assunto [...]. Essa teoria apresenta-se na sala de aula, através da reportagem, entrevista, editorial e artigo de opinião. A teoria do gatekeeping adentra também a sala de aula, conforme o depoimento de Brust (2011): os assuntos dessa revista são escolhidos pela equipe editorial e por uma consultora pedagógica, de acordo com a pertinência que tem com competências e habilidades relativas ao Ensino Médio. É imprescindível neste caso que professor e alunos compreendam e decodifiquem essa teoria. Ela é considerada como um filtro, uma forma de selecionar, impedir ou censurar temas que não interessam ou não agradam à equipe editorial. Nesta teoria o processo de produção de informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, portões, afirma Nelson Traquina (2005, p. 150). Para esse autor: [...] os gates são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista é o gatekeeping, e tem de decidir se vai escolher essa notícia ou não [...] (grifos do autor). Sobre esse assunto, a pesquisadora norte-americana, Pâmela Shoemaker destaca: A premissa básica da escolha do gatekeeping é que as mensagens são geradas a partir de uma informação sobre eventos que tenha atravessado uma série de portões e tenha sofrido modificações ao longo do processo. Algumas dessas informações acabam indo parar na capa dos jornais, outras no meio de algum telejornal ou em uma página eletrônica da internet, e há outras que nunca se transformam em notícia. Semelhantemente, um evento pode aparecer em algum veículo jornalístico, mas não em outro. Ou então determinada informação pode receber um grande destaque em um veículo e ser encerrada em outro [...] (SHOEMAKER, 2011, p. 37, grifos da autora). O Agendamento e o Gatekeeping estão presentes nos conteúdos da Carta na Escola. Por isso, as matérias científicas deverão ser examinadas e re-examinadas criticamente por professores e estudantes. Ou seja: [...] fazer do discurso da mídia um ponto de partida para a reflexão e a crítica sobre os fatos do mundo é fazer da sua leitura uma atividade criativa e crítica (GHILARDI, 1999, p, 111). Agindo assim, o docente compreenderá que educar para a comunicação pressupõe esforçar-se para compreender orgânica e vivencialmente as interrelações da comunicação com o social e ter uma visão política e ética da sociedade que queremos [...] (MORAN, 1993, p. 17).

8 Direcionar o fazer pedagógico crítico em consonância com os suportes midiáticos ( Carta na Escola, por exemplo) contribuirá com o desenvolvimento da crítica social e exercício de cidadania dos alunos a respeito da prevenção de doenças, da não neutralidade da ciência&tecnologia e dos interesses comerciais que as rondam. Essa poderá ser uma das funções exigidas pelas mídias-educação e que precisam estar presentes quando o professor adota a mídia como mediação pedagógica. 4 Apresentação metodológica e discussão de resultados Buscou-se investigar como a revista Carta na Escola agendou a saúde, ciência& tecnologia nas 32 edições analisadas entre 2007 e Priorizaram-se, para esta análise, apenas os anos ímpares de publicação porque o lançamento dessa revista ocorreu em outubro de 2005, em fase experimental, consolidando-se somente em Conforme a análise percebeu-se que o referido periódico possui editorias direcionadas às subáreas de conhecimento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em seguida, foi realizada a análise de conteúdo (abordagem quantitativa). Este método compreende, segundo Bardin (1977, p.42), um conjunto de técnicas de análise das comunicações visando obter, por procedimentos, sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, indicadores (quantitativos ou não) [...]. Para a autora: estas técnicas permitem a inferência de conhecimentos relativos às condições de produção/recepção (variáveis inferidas) das mensagens (p. 42). O método permeia três fases de desenvolvimento: 1) pré-análise; 2) exploração do material; 3) tratamento dos resultados e interpretação. Atendendo a este método, verificou-se 46 matérias publicadas nas edições analisadas. Sendo, 11 reportagens; 32 artigos; 01 entrevista; 01 editorial e 01 notícia.

9 Tabela 1 Quantidade de peças jornalísticas por ano analisado Ano Quantidade de peças em número relativo Quantidade de peças em porcentagem (%) TOTAL Fonte: Autora Observa-se que a quantidade de peças jornalísticas de cunho científico (informativa e opinativa) é semelhante entre 2007, 2011 e 2013, reduzindo-se significamente em Gráfico 1 Variação de formatos jornalísticos nas peças (informativa e opinativa) analisados nos anos 2007, 2009, 2011 e 2013 Fonte: Autora As peças jornalísticas analisadas compreendem os seguintes formatos: artigo (contextualizado por especialistas), entrevista, notícia, reportagem e editorial, conforme

10 explicita o gráfico acima. Os artigos contextualizados superam em quantidade os demais formatos. Tabela 2 Recursos visuais na Revista Carta na Escola por ano analisados Ano Imagens Gráficos Tabelas Boxes Total _ _ TOTAL Fonte: Autora Percebe-se na tabela 2 que nem todos os recursos visuais são contemplados e numericamente significativos. As imagens aparecem com maior frequência, totalizando 120 aparições no período analisado. Por serem ilustrativas, elas contribuem com a explicação dos temas sobre saúde, ciência&tecnologia. Em segundo lugar destacam-se os gráficos com 22 aparições nas peças jornalísticas analisadas. Eles também colaboram com a compreensão dos textos científicos. As tabelas e boxes também são recursos visuais de grande valia para o entendimento do jornalismo científico. Os boxes são mais representativos que as tabelas nas peças jornalísticas aqui elencados. Os quadros sinópticos a seguir, elencam as peças jornalísticas publicadas na revista, conforme o período analisado.

11 Quadro sinóptico 2007: peças jornalísticas publicadas por ano, editoria e subárea de conhecimento do Enem Editoria e subárea do Enem Alimentação Biologia Cidadania Psicologia Saúde Fonte: Autora Peças jornalísticas 1. Vitaminados? As pessoas que consomem suplementos vitamínicos são as que menos precisam delas. 2. Só para quem precisa: excesso de vitamina faz mal? Desfaça estes e outros mitos sobre as vitaminas que a escola ajuda a propagar, mesmo sem querer. 1. O coração mata menos: ao lado dos avanços da medicina, as mudanças de hábitos têm igual poder de prevenir mortes por infarto. 2. Fator de vida: saber como funciona o coração humano é o primeiro passo para tratá-lo bem. 3. Tecnologia contra o Aedes: biólogo da UFMG cria armadilha para capturar mosquito da dengue. 4. A multiplicação do Aedes: em países tropicais, o mosquito da dengue se reproduz com facilidade e as epidemias da doença tornam-se um problema de saúde pública. 1. Ciência como deve ser: propaganda sem controle na internet alardeia falsas informações sobre produtos e engana o público leigo. 2. Gato por lebre: como avaliar as propriedades de alimentos e remédios propagadas sob o rótulo, muitas vezes enganosos, do cientificamente testado. 1. Felicidade na dose certa? Lançado há 20 anos, o Prozac tornou populares os antidepressivos e virou símbolo de debate sobre se a alegria é fruto de um estado de espírito ou efeito químico no cérebro. 2. Prazer a qualquer preço: proposta de felicidade para um consumidor que busca satisfação, a droga passou a ser o nome do paliativo ao sofrimento do sujeito. 1. Jeca Tatu: saúde negligenciada pelo governo e pela indústria farmacêutica, as velhas doenças infecciosas e parasitárias voltam a preocupar. 2. Tristes trópicos: as condições climáticas do Brasil somadas à pobreza e à falta de investimentos em prevenção geram epidemias de doenças parasitárias.

12 Quadro sinóptico 2009: peças jornalísticas publicadas por ano, editoria e subárea de conhecimento do Enem Editoria e subárea do Enem Biologia Consumo Psicologia Saúde Fonte: Autora Peças jornalísticas 1. Células-tronco, primeiros passos: depois da decisão do STF a favor das pesquisas, os geneticistas anunciam avanços e o País começa a estruturar uma rede nacional de terapia celular. 2. Sociedade da ciência: as tecnologias biológicas passaram a fazer parte do cotidiano de uma sociedade que interfere cada vez mais na construção do conhecimento científico. 3. Como funciona a nossa memória: o cérebro trabalha com diversos tipos de memória, todas formadas pela associação entre um grupo de estímulos (um livro) e outro (material lido). 4. A Gripe Suína (H1N1), epidemia de despreparo: com exceção da Europa, a mídia e os governos orientaram mal a população. 5. A Gripe do Ano: o vírus influenza é um velho conhecido da humanidade, que, graças à sua capacidade mutante, ressurge a cada temporada sob um novo disfarce. 1. A nova dieta publicitária: a OMS propõe restrições à propaganda de alimentos dirigida a crianças, uma velha briga da Anvisa. 2. O peso de um vigilante: a restrição de propaganda de alimentos dirigida a crianças levanta a questão, a quem compete educar as novas gerações? 1. Álcool feminino: com o efeito perverso da emancipação, as mulheres começam a se igualar aos homens na hora de beber. No Brasil, quanto mais jovens, mais se aproximam da média masculina. 2. Sociedade Unissex: o aumento do consumo de bebidas alcoólicas por parte de mulheres tem a ver com a idealização dos tipos sexuais masculino e feminino. 1. O cigarro e vida curta 2. Tragando o inimigo: além das doenças associadas ao tabagismo, estudos mostram que os fumantes sofrem na velhice. Mostre aos jovens o quanto o cigarro é nocivo.

13 Quadro sinóptico 2011: peças jornalísticas publicadas por ano, editoria e área de conhecimento do Enem Editoria e subárea do Enem Biologia Saúde Fonte: Autora Peças jornalísticas 1. Perto da Aids? Três décadas após a descoberta do HIV, os avanços nas pesquisas animam os cientistas e aumentam a esperança dos doentes. 2. Alvos do HIV: informação não é o suficiente para que adolescentes se previnam em situações de risco. 3. Juventude e Aids. 1. Drogas, conhecer para combater: informar é o melhor instrumento contra o surto de crack, dizem especialistas. 2. Um pouco menos de hipocrisia: é primária a ideia de que o craqueiro pode decidir em sã consciência o melhor caminho para a sua vida. 3. Não foi tão diferente assim: os pontos de conexão entre o atual problema do uso do crack no Brasil e a epidemia norteamericana do fim da década de 80 não são despreziveis. 4. Cigarro, doença política: Congresso na Holanda revela que as medidas antitabagismo adotadas por países europeus reduziram os casos de câncer do pulmão. 5. Cigarro: propaganda indevida e iniciação precoce inflam o uso de tabaco no País. 6. Camisinhas ao alcance: projeto de distribuição gratuita de preservativos na rede pública de ensino gera polêmica.

14 Quadro sinóptico 2013: peças jornalísticas por ano, editoria e área de conhecimento do Enem Editoria e subárea do Enem Alimentação Biologia Saúde Fonte: Autora Peças jornalísticas 1. O sabor do Brasil: por que a população ainda desconhece grande parte das frutas nativas do país, riquíssimas em nutrientes essenciais. 2. Um futuro amargo: saber os caminhos dos carboidratos no nosso organismo ajuda a entender porque o excesso de açúcar na alimentação pode ser prejudicial. 1. O mapa geral do cérebro: o governo dos EUA estuda financiar um projeto para escanear cada canto da mente humana. 2. Os mistérios da mente: entender como o cérebro funciona é importante não só para os alunos, mas para ensinar melhor. 3. O salmão medicado: para combater vírus e bactérias, os produtores chilenos abusam dos antibióticos, denuncia biólogo. 4. Em águas turvas: como o risco de doenças nos animais dos quais nos alimentamos levou a indústria a medicá-los mais. 5. Chuva de saúde no cerrado: as frutas do bioma brasileiro, como a cagaita, o cajuzinho e o ticum, têm bem mais antioxidante do que a maçã. E podem originar novos remédios até mesmo contra o câncer. 6. O influenza da temporada: como são descobertas as linhagens do vírus que compõe as campanhas de vacinação. 1. Inimigo público: os EUA discutem a taxação do refrigerante como um dos principais responsáveis pela obesidade infantil. 2. A vida em 1º lugar: por que sou a favor da internação compulsória de dependentes de crack. 3. Vacina para gripe vale a pena? 4. Aids, caminhos para a cura: a democratização dos medicamentos e novidades na prevenção da epidemia que ainda é um problema de saúde pública. Os quadros mostram a incidência de textos científicos publicados na revista. Embora o projeto editorial de Carta na Escola, no período analisado, proponha-se a publicar temáticas condizentes com as subáreas de conhecimento do Enem, essa realidade não ocorreu com a publicação de saúde, ciência&tecnologia analisada nas 32 edições entre 2007 e A única subárea de conhecimento do Enem contemplada foi a Biologia. Alimentação/Nutrição, Psicologia e Saúde podem ser consideradas subáreas de conhecimento do CNPq. Além

15 desssas subáreas de conhecimento, a revista utilizou-se também de duas editorias atípicas: Cidadania e Consumo para a publicação de textos científicos, confirmadas nos três quadros sinópticos acima. 5 Considerações Finais Foi possível constatar neste estudo que a temática analisada contempla os campos do Jornalismo e da Educação. Através da interface saúde, ciência&tecnologia publicada em Carta na Escola, o professor poderá discuti-la criticamente com os alunos na sala de aula, sem esquecer de que Carta na Escola, como as demais mídias, está atrelada às teorias do jornalismo, bem como ser o jornalismo científico uma das modalidades de jornalismo especializado. Por isso, premia os cânones jornalísticos. Ao trabalhar sobre essa temática (saúde, ciência&tecnologia), em Carta na Escola, o docente precisa compreender e levar os estudantes a compreenderem também que a saúde, ciência&tecnologia não são áreas neutras. Mas, sujeitas à manipulação e interesses comerciais e financeiros, preocupação constante de muitos estudiosos e jornalistas dessa especialização. A análise desse trabalho mostra que as peças jornalísticas sobre saúde, ciência& tecnologia permeiam uma única subárea de conhecimento do Enem: a Biologia. Os demais textos atrelam-se às subáreas de conhecimento do CNPq: Alimentação/Nutrição; Psicologia e Saúde e editorias nada convencionais: Cidadania e Consumo. Não se pode negar de que os artigos e reportagens sobre esses temas e publicados nessa revista, apresentam-se com leitura compreensível para os leitores. Isso ocorre porque nos textos científicos são utilizados muitos recursos visuais, principalmente, imagens e gráficos. Esses recursos facilitam a compreensão dos temas, tornando a linguagem científica mais acessível e sem hermetismo tanto para os estudantes do Ensino Médio, quanto aos professores. Conclui-se, que editores e jornalistas de Carta na Escola seguem os cânones jornalísticos valendo-se das teorias do agenda-setting e gatekeeping, quando pautam temas relacionados à saúde, a ciência&tecnologia para a referida revista. REFERÊNCIAS BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica: as técnicas do jornalismop. Rio de Janeiro: Ática, 1990.

16 BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Portugal: Edições 70, Ltda, BUENO, Wilsoin da Costa. Jornalismo científico no Brasil: os desafios de uma longa trajetória. IN: PORTO, Cristiane de Magalhães (org.) Difusão e cultura científica: alguns recortes. Salvador: EDUFBA, BURKETT, Warren. Jornalismo científico: como escrever sobre ciência, medicina e alta tecnologia para os meios de comunicação. Rio de Janeiro: Forense Universitária, BRUST, Marielle. Pesquisa/entrevista sobre a revista Carta na Escola [mensagem pessoal] mensagem recebida por em 22 ago CARTA NA ESCOLA. São Paulo: Editora Confiança Ltda, 53, p. 10. Fev GHILARDI, Maria Inês. Mídia, poder, educação e leitura. IN: BARZOTTO, Valdir Heitor; GHILARDI, Maria Inês (orgs.) Mídia, educação e leitura. São Paulo: Associação de Leitura do Brasil, McCOMBS, Mawell. A teoria da agenda: a mídia e a opinião pública. Petrópolis, MELO, Josemir Camilo de. Antônio Pedro de Figueiredo, um precursor do jornalismo científico no Brasil: Revista O Proresso, IN: SOUSA, Cidoval Morais de. Jornalismo científico & desenvolvimento regional: estudos e experiências. Campina Grande-PB: EUEP, MORAN, José Mannuel da Costa. Leituras dos meios de comunicação. São Paulo: Pancast, PRADO, Ricardo. Fome de aula (editorial). Carta na Escola, São Paulo, 15, p. 4, abril, REGO TORQUATO, Francisco Guadêncio. Jornalismo empresarial: teoria e prática. São Paulo: Summus, SCALZO, Marília. Jornalismo em revista. São Paulo: Contexto, SHOEMAKER, Pâmela J. Teoria dom gatekeeping: seleção e construção da notícia. Porto Alegre: Penso, TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: porque as notícias são como são. 2. ed. Florianópolis: Insular, 2005.

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