Investiree nel nostro futuro

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Investiree nel nostro futuro"

Transcrição

1 Investir no nosso futuro O quadro financeiro da União Europeia para Да инвестираме в бъдещето Investice do naší budoucnosti ucnost osti Investering ering i fremtiden en In unsere zukunft investieren Επενδυοντας ντας στο μελλον λον μας Invirtamos en nuestr uestro Tulevikku investeerimineerimine Investointi nti tulevaisuuteen Investir dans notre avenir Befektetés ektet etés a jövőnkbe Investiree nel nostro futuro Investicija į mūsų ateitį tį Ieguldījumi mūsu nākotnē Investiment nt fil-futur futur tagħna Investeren in onze toekomst Inwestujemy w przyszłość Investir no nosso so futuro uro Investind în viitorul nostru Investovanie do našej budúcnosti Naložba v našo prihodnost En investering i framtiden Invirtamos en nuestro futuro COMISSÃO EUROPEIA Terceira edição revista, Junho de 21

2 Planificar um futuro mais seguro O orçamento da União Europeia (UE) corresponde actualmente a cerca de 1% rendimento nacional bruto (RNB) da UE. No entanto, mediante a concentração dos recursos num certo número de prioridades políticas, o orçamento tem um impacto concreto, tanto sobre a qualidade de vida na Europa como sobre os países em desenvolvimento. O financiamento destas prioridades para o período foi estabelecido com base num quadro financeiro, que garante a estabilidade financeira da União e permite aplicar políticas comuns durante um período suficientemente longo para assegurar a sua eficácia. O quadro actual apresenta, em muitos aspectos, características únicas. Pela primeira vez, os fundos destinados a dinamizar o crescimento e o emprego excedem os montantes afectados à agricultura. As novas regras financeiras simplificam o acesso aos fundos da UE e proporcionam uma maior transparência relativamente a todos os beneficiários. No entanto, o quadro financeiro foi severamente posto à prova por um certo número de acontecimentos imprevistos, nomeadamente a escalada dos preços dos produtos alimentares nos países em desenvolvimento e a crise económica e financeira. A UE conseguiu obter o financiamento necessário para fazer face a estes desafios: a Facilidade Alimentar, com uma dotação de mil milhões de euros, está a prestar um apoio rápido e concreto aos pequenos agricultores nos países em desenvolvimento, e uma dotação de cinco mil milhões de euros irá contribuir para relançar a economia europeia através de investimentos na inovação no domínio da energia e na Internet de banda larga, no âmbito do plano de relançamento da economia europeia. O quadro revelou-se um êxito, mas a sua resistência foi rudemente posta à prova. Os bons resultados e as limitações do quadro actual servirão de ponto de partida para a configuração do próximo quadro financeiro para 214 e exercícios subsequentes. Este novo quadro deverá proporcionar a flexibilidade necessária para poder enfrentar os diferentes desafios mundiais que se colocam, bem como para assegurar a nossa segurança e a das futuras gerações de europeus. Janusz Lewandowski Comissário europeu para a Programação Financeira e Orçamento

3 Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização Apoio adicional aos trabalhadores directamente afectados pelas mudanças dos padrões do comércio mundial, ajudando-os na sua reciclagem e na busca de emprego. Até 3 5 milhões EUR Crescimento sustentável: Competitividade e Coesão até milhões EUR Recursos naturais até milhões EUR Até 976 milhões EUR para sete anos (consultar o quadro para a repartição) Fundo de Solidariedade Para um rápido apoio financeiro na eventualidade de grandes catástrofes num Estado-Membro ou num país candidato à adesão. Até 1 milhões EUR anuais Liberdade, segurança e justiça até milhões EUR Cidadania até milhões EUR Banco Europeu de Investimento Apoio adicional à economia da competitividade e do conhecimento, sob a forma de empréstimos e garantias à investigação e desenvolvimento, às redes transeuropeias e às pequenas e médias empresas. A UE enquanto actor mundial até milhões EUR Instrumento de flexibilidade Até 1 4 milhões EUR Projectos específicos relativos a uma ou mais categorias de despesa.

4 Programas principais: 7.º Programa-quadro de investigação Aumento da capacidade de investigação e inovação na UE, apoio aos investigadores e às suas ideias e cooperação transfronteiras milhões EUR Redes transeuropeias Redes de elevado desempenho para a mobilidade sustentável das mercadorias, dos cidadãos e da energia milhões de euros Aprendizagem ao longo da vida Maior mobilidade e melhores ligações entre instituições educativas e de formação milhões EUR, sobretudo através dos programas Comenius, Erasmus, Leonardo da Vinci e Grundtvig. Convergência Programa Energético Europeu para o Relançamento Apoio financeiro a favor de projectos em domínios como a captação e armazenagem de carbono, a energia eólica offshore e as infra-estruturas de gás e electricidade milhões EUR Programa de competitividade e inovação Reforço da produtividade, capacidade de inovação e crescimento sustentável da Europa milhões EUR Galileu Desenvolvimento harmonioso na UE Desenvolvimento das infra-estruturas e apoio às regiões para melhorar os seus investimentos físicos e humanos. Nova tónica na investigação, inovação e prevenção de riscos. Financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, Fundo Social Europeu e Fundo de Coesão milhões EUR Sistema mundial de radionavegação e de determinação da posição por satélite para fins civis. 3 5 milhões EUR Competitividade e emprego nas regiões Segurança nuclear Encerramento de centrais nucleares antigas: V-1 Jaslovske Bohunice na Eslováquia e Ignalina na Lituânia milhões EUR Progresso: emprego e solidariedade social Incentivos ao emprego, luta contra a discriminação, igualdade entre homens e mulheres e inclusão social. 743 milhões EUR Adaptação das economias locais à concorrência global Ênfase na inovação e na economia do conhecimento, ambiente e prevenção de riscos, e melhor ligação aos serviços de informação e transportes. Financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e pelo Fundo Social Europeu milhões EUR Competitividade Coesão Marco Polo Ligação de diferentes meios de transporte de mercadorias. Melhor ambiente e menor congestão nas estradas. 45 milhões de euros Programa «Alfândega 213» Visa a protecção e segurança dos cidadãos da UE, facilitando o comércio lícito e impedindo o comércio desleal e ilegal. 324 milhões EUR Cooperação territorial Crescimento através da cooperação transfronteiras Desenvolvimento de actividades transfronteiras, reforço da cooperação económica e social e construção de redes transnacionais para partilhar experiências e recursos. Financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional milhões EUR Promoção da investigação, educação, inovação e mobilidade Reforço do potencial económico na UE

5 Agricultura Alimentos de grande qualidade que correspondem à procura real do mercado e melhor fiscalização Pagamentos directos aos agricultores, promoção de produtos agrícolas europeus, medidas de intervenção para regular os mercados agrícolas, restituições à exportação de produtos agrícolas para países terceiros, medidas de fiscalização e sistemas de avaliação. Financiado pelo Fundo Europeu de Garantia Agrícola milhões EUR (*) Despesas de mercado e pagamentos directos % % Ambiente e qualidade de vida Protegendo o nosso ambiente e a biodiversidade, a nosso favor e das nossas crianças Life+: Luta contra as alterações climáticas e a diminuição da biodiversidade, melhorando o ambiente, a saúde e a qualidade de vida, promovendo a utilização e a gestão sustentável dos recursos naturais através de políticas inovadoras e da melhoria da sua aplicação milhões EUR Natura 2: Trabalhar em conjunto para proteger os habitats naturais da Europa e prevenir a perda de biodiversidade. Financiada maioritariamente pelo desenvolvimento rural e fundos estruturais Life (mil milhões ) (% orçamento anual UE) Pescas Recursos sustentáveis e maior controlo Desenvolvimento rural Ajuda ao reforço do potencial económico das áreas rurais Reestruturação e diversificação da economia rural, criação de novas fontes de rendimento e protecção do nosso património rural. Financiado pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e por fundos provenientes das despesas agrícolas milhões EUR (*) Desenvolvimento rural Fundo Europeu para as Pescas: Exploração sustentável dos recursos, reforço da competitividade do sector, protecção do ambiente aquático e promoção da igualdade entre homens e mulheres no sector das pescas e nas zonas de pesca costeiras milhões EUR Gestão das pescas e acordos internacionais: Melhoria do controlo das actividades de pesca, avaliação do estado dos recursos haliêuticos e da indústria pesqueira e acordos com países terceiros milhões EUR Fundo Europeu para as Pescas (*) após transferência para o desenvolvimento rural Reforço e diversificação das economias rurais e preservação do ambiente

6 Solidariedade e gestão dos fluxos migratórios Trabalho conjunto para melhorar a gestão dos fluxos migratórios na UE. Fundo das fronteiras externas: Controlo e vigilância das fronteiras e política de vistos milhões EUR Fundo Europeu de Regresso: Regresso dos nacionais de países terceiros a residir ilegalmente na UE. 676 milhões EUR (28-213) Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros: integração dos residentes legais no país de acolhimento na UE. 825 milhões EUR Fundo Europeu para os Refugiados: apoio aos países da UE no acolhimento de refugiados e pessoas deslocadas; estabelecimento de procedimentos de asilo comuns. 628 milhões EUR (28-213) Liberdade, segurança e justiça Reforço dos direitos fundamentais, luta contra o terrorismo e o crime organizado e cooperação judiciária e em questões de imigração Direitos fundamentais e justiça Cooperação judiciária alargada em matéria penal e civil e comercial, respeito dos direitos fundamentais, combate à violência e prevenção do consumo de drogas. Luta contra a violência (Daphne): 117 milhões EUR Prevenção e informação em matéria de droga: 21 milhões EUR* Direitos fundamentais e cidadania: 97 milhões EUR Justiça criminal: 199 milhões EUR Justiça civil: 19 milhões EUR Segurança e protecção das liberdades Cooperação eficaz na luta contra o terrorismo, o crime, organizado ou não, e serviços de informações à escala europeia, a fim de promover sociedades seguras baseadas no Estado de direito. Prevenção, preparação e gestão das consequências do terrorismo: 139 milhões EUR e prevenção e luta contra o crime: 66 milhões EUR * Na pendência de aprovação da proposta da Comissão aquando da publicação. Partilha e promoção da cultura europeia, construção da solidariedade Juventude em acção: Promoção da participação activa dos jovens na sociedade civil, promoção da solidariedade e do diálogo intercultural. 885 milhões EUR Programa Media 27: Promoção do conhecimento e da compreensão mútuas, com o objectivo de preservar e aumentar a diversidade cultural europeia e o património audiovisual. 756 milhões EUR Cultura 27: Aumento da cooperação cultural entre artistas europeus, operadores e instituições culturais 4 milhões EUR Saúde pública: Protecção dos cidadãos contra os riscos e ameaças que se encontrem para além do controlo dos indivíduos 322 milhões EUR (28-213) Europa para os cidadãos: Defesa do consumidor: Aumento da sua capacidade de tomar decisões acertadas enquanto consumidores e a nível de saúde e melhorar a aplicação das regras de defesa dos consumidores 157 milhões EUR Protecção civil: Melhor preparação para dar uma resposta rápida a situações de emergência grave. 134 milhões EUR Apoio à sociedade civil e às organizações que promovem o interesse europeu, comunicação com os cidadãos da UE e promoção da participação cívica 215 milhões EUR

7 Contribuir para a prosperidade, estabilidade e segurança além das nossas fronteiras Rumo à União Europeia Pré-adesão: Prestar assistência aos países candidatos e a potenciais candidatos no reforço das instituições e na cooperação regional e transfronteiras e no desenvolvimento regional, rural e dos recursos humanos milhões EUR Na nossa vizinhança Vizinhança e parceria europeia: Possibilitar a estabilidade, segurança e prosperidade na nossa vizinhança, através de uma maior cooperação entre a UE e os seus vizinhos ao Leste e ao Sul. Boa governação, desenvolvimento económico e social, melhoria das condições ambientais milhões EUR Em todo o mundo Cooperação para o desenvolvimento: Ajuda a favor da coesão social e do desenvolvimento económico dos países em vias de desenvolvimento, reforço institucional e democrático, modernização do Estado e direitos do Homem, assistência técnica comercial e integração regional milhões EUR Também disponível: Fundo Europeu de Desenvolvimento Cooperação para o desenvolvimento económico, cultural e social dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico, financiados directamente pelos países da UE milhões EUR para Embora administrado pela Comissão Europeia, o Fundo Europeu de Desenvolvimento é directamente financiado pelos Estados-Membros e não está incluído no quadro financeiro nem nos orçamentos anuais. Também disponível: Reserva para ajudas de emergência Dar resposta a necessidades imprevistas de ajuda aos países terceiros, tais como operações humanitárias, de gestão de crises e de protecção civil. até milhões EUR Para situações especiais, respostas especiais Instrumento de estabilidade: Dar resposta adequada a crises e a desafios a longo prazo, dando atenção aos aspectos relativos à estabilidade e segurança, incluindo questões como a segurança e não proliferação nuclear, a luta contra o tráfico, o crime organizado e o terrorismo milhões EUR Ajuda humanitária: Ajuda alimentar, ajuda às pessoas deslocadas, apoio à reabilitação a fim de ajudar as vítimas das catástrofes naturais 5 91 milhões EUR Democracia e direitos humanos: Promover o respeito dos direitos humanos e das reformas democráticas nos países terceiros, fundamentalmente através do apoio às organizações da sociedade civil milhões EUR Política Externa e de Segurança Comum: Maior ênfase na aplicação da estratégia relativa às armas de destruição massiva e aumento das actividades de resolução e estabilização de conflitos milhões EUR Outras acções: Facilidade Alimentar (1 milhões de EUR), instrumento de cooperação em matéria de segurança nuclear (519 milhões EUR), Assistência macrofinanceira (633 milhões EUR), Reserva para garantia de empréstimos (743 milhões EUR), Cooperação com países em vias de desenvolvimento (181 milhões EUR), Instrumento financeiro para a protecção civil (32 milhões EUR) e ad hoc (1 29 milhões EUR).

8 Em números Quadro financeiro Limite das despesas por rubrica (em milhões de euros, a preços correntes)( 1 ) Dotações de autorização ( 2 ) Total 1. Crescimento sustentável a. Competitividade a favor do crescimento e do emprego b. Coesão a favor do crescimento e do emprego Preservação e gestão dos recursos naturais Cidadania, liberdade, segurança e justiça a. Liberdade, segurança e justiça b. Cidadania A UE enquanto actor mundial Administração ( 4 ) Compensações para a Bulgária e Roménia Total Dotações de autorização ( 2 ) em % do RNB ( 3 ) 1,2 % 1,8 % 1,16 % 1,18 % 1,16 % 1,15 % 1,14 % 1,13 % Dotações de pagamento ( 2 ) em % do RNB ( 3 ) 1, % 1,5 % 1,4 % 1,12 % 1,9 % 1,1 % 1,7 % 1,7 % Quando necessário, o quadro financeiro pode ser alterado por um acordo comum das instituições. ( 1 ) Todos os montantes nesta publicação são expressos em preços correntes. Para reflectir as expectativas inflacionistas durante o período de 27 a 213, os países da UE concordaram ajustar os limites máximos do quadro financeiro (expressos a preços de 24) mediante a aplicação de um deflator de preços anual de 2% entre 24 e 213. ( 2 ) Os orçamentos da UE prevêem tanto autorizações (compromissos legais de financiamento) como pagamentos (transferências de tesouraria ou bancárias a favor dos beneficiários). As dotações de autorização e de pagamento diferem frequentemente devido à natureza plurianual dos programas e projectos da UE. O montante total é geralmente autorizado no primeiro ano mas o pagamento é feito em diversas prestações ao longo dos anos à medida da evolução da execução do programa e do projecto. ( 3 ) Estimativas baseadas nas previsões do rendimento nacional bruto (RNB) do Outono de 29. ( 4 ) Excluindo as contribuições do pessoal para a reforma.

9 Mais fundos, contribuições estáveis Evolução a longo prazo do quadro financeiro: ,4 % 1,2 % 1, %,8 %,6 %,4 %,2 % (% RNB) Total do quadro financeiro (valores absolutos) Limites máximos Quadro financeiro (% RNB), % Receitas De onde vem o dinheiro? Direitos aduaneiros, direitos agrícolas e quotizações sobre o açúcar 12% (Com base nas estimativas para 21). Recurso RNB 76% Recurso IVA 11% Dotações transitadas de exercícios anteriores, contribuições dos funcionários, etc. 1% O orçamento da União Europeia é financiado principalmente através dos recursos próprios da União. Estes são compostos por: direitos aduaneiros, direitos agrícolas e quotizações sobre o açúcar, o recurso baseado no imposto sobre o valor acrescentado (IVA) e o recurso baseado no rendimento nacional bruto (RNB). Os países da UE contribuem mais ou menos, em proporção com a sua prosperidade. Contudo, o Reino Unido, os Países Baixos, a Alemanha, a Áustria e a Suécia beneficiam de alguns ajustamentos no cálculo das suas contribuições.

10 Do quadro financeiro às despesas reais Quadro financeiro O quadro financeiro plurianual fixa os limites máximos globais e anuais para as principais categorias de despesas do orçamento da EU, designadas «rubricas». Realização das despesas através de programas Dentro de cada rubrica os fundos são gastos sobretudo através de programas da UE. Os objectivos específicos, duração e recursos de cada programa estão previstos num texto legislativo. Os recursos atribuídos a cada programa são determinados em conformidade com os limites globais do quadro financeiro. KV PT-C Despesa efectiva Em seguida, os montantes aprovados pelo Conselho e Parlamento são gastos em conformidade com as regras fixadas pelo Regulamento Financeiro e pelas normas de execução específicas de cada programa. Tradução para os orçamentos anuais Os orçamentos anuais distribuem os recursos da UE entre diferentes rubricas e domínios de intervenção, respeitando igualmente os limites impostos pelo quadro financeiro. Só após a aprovação formal do orçamento anual pelo Conselho e pelo Parlamento é que as dotações anuais se consideram fixadas e passam a ter força legal. Dê-nos a sua opinião sobre esta brochura: Para mais informações sobre o orçamento e a programação financeira da UE: Orçamento da UE: (disponível em alemão, francês e inglês) Janusz Lewandowski é a comissária responsável pelo Orçamento e Programação Financeira: Europe Direct é um serviço que responde às suas perguntas sobre a União Europeia. Linha telefónica gratuita (*): (*) Alguns operadores de telefonia móvel não permitem o acesso aos números iniciados por 8 ou cobram essas chamadas. Fotografias: Comunidades Europeias; Patrick Shéendell O Carrol/PhotoAlto; Stockbyte Na Internet está disponível uma grande quantidade de informação adicional sobre a União Europeia que pode ser acedida através do servidor Europa ( Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais da União Europeia, 21 União Europeia, 21 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte Printed in Germany IMPRESSO EM PAPEL BRANQUEADO SEM CLORO

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Fundos 2 Objetivos 2 Etapas formais de programação 2 Abordagem estratégica 2 Âmbito Geográfico 3 Concentração Temática 4 Condicionalidades Ex ante 5 Adicionalidade

Leia mais

Proposta da Comissão Europeia de quadro financeiro plurianual para 2014-2020

Proposta da Comissão Europeia de quadro financeiro plurianual para 2014-2020 Proposta da Comissão Europeia de quadro financeiro plurianual para 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA 1 Europe Direct é um serviço que responde às suas perguntas sobre a União Europeia. Linha telefónica gratuita

Leia mais

VERSÕES CONSOLIDADAS

VERSÕES CONSOLIDADAS 9.5.2008 PT Jornal Oficial da União Europeia C 115/1 VERSÕES CONSOLIDADAS DO TRATADO DA UNIÃO EUROPEIA E DO TRATADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DA UNIÃO EUROPEIA (2008/C 115/01) 9.5.2008 PT Jornal Oficial da

Leia mais

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL SEGUNDO PILAR DA PAC: A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO RURAL A última reforma da política agrícola comum (PAC) manteve a estrutura em dois pilares desta política, continuando o desenvolvimento rural a representar

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES)

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) Esquema da apresentação: Objectivos da PAC pós-2013 Orientações propostas

Leia mais

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011 ESPECIAL PMEs Volume III Fundos europeus 2ª parte O Portal de Negócios Rua Campos Júnior, 11 A 1070-138 Lisboa Tel. 213 822 110 Fax.213 822 218 geral@oportaldenegocios.com Copyright O Portal de Negócios,

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude O Governo a apostar nos Cabo-verdianos Incentivos Fiscais Principais Beneficiários: Empresas /Juventude Ganhos do Orçamento Geral do Estado 2010 Incentivos Fiscais A Política de Investimento para 2010

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural: Experiências de Sucesso em Portugal e na Europa Castro Verde - 06 de Março 2013 Joaquim

Leia mais

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Palestra para a divulgação no Dia de Defesa Nacional sobre Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Carlos R. Rodolfo, Calm (Ref.) Presidente da AFCEA Portugal Proferida no MDN em 02 Set 2011 1 AGENDA

Leia mais

Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens

Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens Juventude em Movimento: apoio da Europa aos jovens ESTUDAR FORMAR-SE TRABALHAR PARTICIPAR OS TEUS DIREITOS APRENDER VIAJAR VOLUNTÁRIO CRIAR na EUROPA Nem a Comissão Europeia nem qualquer pessoa que atue

Leia mais

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido MEMO/08/79 Bruxelas, 8 de Fevereiro de 2008 Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido 1. O Programa Operacional de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO

XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO Desenvolvimento Rural, Agricultura, Florestas e Sustentabilidade 17 de outubro de 2014 / GPP Eduardo

Leia mais

EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013. Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011

EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013. Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011 EUROPA 2020 e o QUADRO FINANCEIRO APÓS S 2013 Maria da Graça a Carvalho Ovibeja 6 Maio 2011 Futuro Orçamento da UE A União Europeia toma decisões diárias que têm um impacto directo sobre as vidas de 500

Leia mais

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020 Conselho europeu 7 e 8 fevereiro 2013 Política de Coesão (Sub-rubrica

Leia mais

Queres ir Estudar para outro Estado-Membro da União Europeia? Quais as Oportunidades? Quais os teus Direitos?

Queres ir Estudar para outro Estado-Membro da União Europeia? Quais as Oportunidades? Quais os teus Direitos? Queres ir Estudar para outro Estado-Membro da União Europeia? Quais as Oportunidades? Quais os teus Direitos? ESTUDAR noutro país da UE ESTUDAR noutro país da UE ESTUDAR noutro país da UE I. DIREITO DE

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO 7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais

Leia mais

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu Nuno Teixeira CCDR-LVT 26.Novembro.2010 A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu 1 ÍNDICE I. A coesão no espaço europeu II. O Tratado

Leia mais

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho Workshop sobre Políticas de Investigação no Ensino Superior Universidade da Beira Interior 2 Junho 2011 Índice Estratégia

Leia mais

O que é o Banco Europeu de Investimento?

O que é o Banco Europeu de Investimento? O que é o Banco Europeu de Investimento? O BEI é o banco da União Europeia. Como primeiro mutuário e mutuante multilateral, proporciona financiamento e conhecimentos especializados a projectos de investimento

Leia mais

Quem somos Em que acreditamos Acreditamos nas pessoas

Quem somos Em que acreditamos Acreditamos nas pessoas Prioridades para 2014-2019 Quem somos Somos o maior grupo político da Europa, orientado por uma visão política de centro-direita. Somos o Grupo do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu. Em que

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Francisco Cordovil Director do GPP Conselho Nacional da Água Ponto 4 da ordem de trabalhos Lisboa 3 de Dezembro de 2010 Política agrícola e protecção

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado

Leia mais

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto LISTA E CODIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACTIVIDADES Actividades relacionadas com o património cultural 101/801 Artes plásticas e visuais 102/802 Cinema, audiovisual e multimédia 103/803 Bibliotecas 104/804 Arquivos

Leia mais

Apoios à Internacionalização e à Inovação. António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014

Apoios à Internacionalização e à Inovação. António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014 Apoios à Internacionalização e à Inovação António Costa da Silva Santarém, 26 de setembro de 2014 ALENTEJO PRIORIDADES PARA UMA ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE 1. Alimentar e Floresta 2. Recursos Naturais,

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008)

Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008) Orientações Integradas para o Crescimento e Emprego (2005-2008) ORIENTAÇÕES MACROECONÓMICAS 1. Garantir a estabilidade económica tendo em vista o crescimento sustentável 2. Preservar a sustentabilidade

Leia mais

Fundos Estruturais e de Investimento 2014-2020

Fundos Estruturais e de Investimento 2014-2020 + competitivo + inclusivo + sustentável Fundos Estruturais e de Investimento 2014-2020 Piedade Valente Vogal da Comissão Diretiva do COMPETE Santarém, 26 de setembro de 2014 Estratégia Europa 2020 ESTRATÉGIA

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

PO AÇORES 2020 FEDER FSE

PO AÇORES 2020 FEDER FSE Apresentação pública PO AÇORES 2020 FEDER FSE Anfiteatro C -Universidade dos Açores -Ponta Delgada 04 de marçode 2015 PO AÇORES 2020 UM CAMINHO LONGO, DIVERSAS ETAPAS A definição das grandes linhas de

Leia mais

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações

II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações II Fórum Português da Responsabilidade das Organizações O Futuro é hoje: visões e atitudes para um Portugal sustentável Introdução 1.Sustentabilidade e Responsabilidade Social; 2. O Desenvolvimento Sustentável;

Leia mais

Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa

Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa IP/09/343 Bruxelas, 3 de Março de 2009 Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa A Comissão declarou hoje considerar prioritária

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 DESENVOLVIMENTO LOCAL ORIENTADO PARA A COMUNIDADE POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011 Esta

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal José Luís Albuquerque Subdirector-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) VIII

Leia mais

REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS

REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS REFERENCIAÇÃO E MOBILIDADE DOS DOENTES: DESAFIOS FUTUROS Cláudio Correia Novembro 2012 Contexto Global Globalização e mobilidade dos cidadãos 2010 - cerca de dois biliões de pessoas viajaram em voos internacionais

Leia mais

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós»

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.5.2014 COM(2014) 355 final ANNEXES 1 to 5 ANEXOS à COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» PT PT ANEXO I: ASPETOS PROCESSUAIS DA INICIATIVA

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

Orientações para as políticas de emprego

Orientações para as políticas de emprego C 87 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 1.4.2010 23. Considera que, com a liderança da UE no provimento de apoio financeiro e técnico aos países em desenvolvimento, as probabilidades de sucesso nas

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente os artigos 82. o, n. o 1, 84. o e 87. o, n. o 2,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, nomeadamente os artigos 82. o, n. o 1, 84. o e 87. o, n. o 2, 20.5.2014 Jornal Oficial da União Europeia L 150/93 REGULAMENTO (UE) N. o 513/2014 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 16 de abril de 2014 que cria, no âmbito do Fundo para a Segurança Interna, um instrumento

Leia mais

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia

Comunidade Europeia do Carvão e Aço. Comunidade Económica Europeia Processo de Integração Europeia Comunidade Europeia do Carvão e Aço Comunidade Económica Europeia Mercado Único Europeu União Europeia 60 anos União Económica e Monetária Europa dos 12... Sudoeste Portugal

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 01 / SIAC / 2011 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE Nos termos do Regulamento

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Apresentação ERASMUS+ - Ensino Superior O Erasmus+ é o novo programa da UE dedicado à educação, formação, juventude e desporto. O programa tem início

Leia mais

Instituições europeias

Instituições europeias Envelhecer com Prazer Rua Mariana Coelho, nº 7, 1º E 2900-486 Setúbal Portugal Tel: +351 265 548 128 Tlm: 96 938 3068 E-mail: envelhecimentos@gmail.com www.envelhecer.org Instituições europeias Inês Luz

Leia mais

COMISSÃO. 1. Introdução

COMISSÃO. 1. Introdução COMISSÃO Convite à apresentação de candidaturas para a constituição de uma lista de peritos encarregados de avaliar as propostas recebidas no âmbito do programa eten, projectos de interesse comum no domínio

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÌNDICE Principais orientações e dotação orçamental Programas Operacionais e dotação orçamental específica Órgãos de Governação (Decreto-Lei n.º 137/2014 de 12 de setembro)

Leia mais

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO O PÓS-EURO A B C D E MÓDULO V O Euro face às s principais moedas internacionais Pacto de Estabilidade e Crescimento O Tratado de Amesterdão O Tratado de Nice Reforçar e Reformar as Políticas da União na

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 12.12.2014

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de 12.12.2014 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.2.204 C(204) 9788 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 2.2.204 que aprova determinados elementos do programa operacional "Capital Humano" do apoio do Fundo Social Europeu

Leia mais

O orçamento da União Europeia num relance

O orçamento da União Europeia num relance O orçamento da União Europeia num relance Em que é que se gasta o dinheiro? De onde provém o dinheiro? Como é que se decide o orçamento? Como é que o dinheiro é gasto e controlado? Como é que o dinheiro

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 PORTUGAL 2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÍNDICE PORTUGAL 2020 A. Principais orientações e dotação orçamental B. Programas Operacionais e dotação orçamental específica C. Regras gerais de aplicação

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020 Instrumentos de Financiamento Portugal 2020 27 junho 2015 Portugal 2020 1 Apoios ao setor social A estratégia constante do PO ISE procura dar resposta a um conjunto de compromissos assumidos por Portugal

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003 PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Orçamentos destinado à Comissão da Indústria, do Comércio Externo,

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão do Desenvolvimento 2009 PROVISÓRIO 2004/2168(INI) 22.2.2005 PROJECTO DE PARECER da Comissão do Desenvolvimento destinado à Comissão dos Assuntos Externos sobre

Leia mais

2011 O Ano Europeu do Voluntariado

2011 O Ano Europeu do Voluntariado 2011 O Ano Europeu do Voluntariado Mais de 100 milhões de Europeus e Europeias estão envolvidos(as) em actividades voluntárias, são solidários(as) e, assim fazem a diferença na nossa sociedade. Uma pesquisa

Leia mais

Investir na ação climática. investir no LIFE PANORÂMICA DO NOVO SUBPROGRAMA LIFE AÇÃO CLIMÁTICA 2014-2020. Ação Climática

Investir na ação climática. investir no LIFE PANORÂMICA DO NOVO SUBPROGRAMA LIFE AÇÃO CLIMÁTICA 2014-2020. Ação Climática Investir na ação climática investir no LIFE PANORÂMICA DO NOVO SUBPROGRAMA LIFE AÇÃO CLIMÁTICA 2014-2020 Ação Climática O que é o novo subprograma LIFE Ação Climática? Em fevereiro de 2013, os Chefes de

Leia mais

O Banco Europeu de Investimento de relance

O Banco Europeu de Investimento de relance O Banco Europeu de Investimento de relance Como banco da UE, o BEI proporciona financiamento e conhecimentos especializados a projetos de investimento sólidos e sustentáveis, na União Europeia e no resto

Leia mais

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

O que é o Portugal 2020?

O que é o Portugal 2020? O que é o Portugal 2020? Portugal 2020 é o novo ciclo de programação dos fundos europeus, que substitui o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional). Foi acordado entre Portugal e a Comissão

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

XI Confer6ncla dos Presidentes das Regiões Ultraperiféricas Reunião - Saint-Denis - 01 a 04 de Setembro de 2005

XI Confer6ncla dos Presidentes das Regiões Ultraperiféricas Reunião - Saint-Denis - 01 a 04 de Setembro de 2005 XI Confer6ncla dos Presidentes das Regiões Ultraperiféricas Reunião - Saint-Denis - 01 a 04 de Setembro de 2005 INSTRUMENTO DE GRANDE VIZINHANÇA: A Conferência congratula-se com o facto da Comissão ter

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

Soluções de Financiamento para a Internacionalização

Soluções de Financiamento para a Internacionalização Soluções de Financiamento para a Internacionalização por João Real Pereira Internacionalização para Moçambique Oportunidades e Financiamento 15 de Março de 2012 Braga Sumário 1. O que é a SOFID? Estrutura

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD FSTR 17 SOC 367 CADREFIN 22 PROPOSTA Origem: Comissão Europeia Data: 16 de Julho

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Janeiro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO

PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO 14.6.2006 C 139/1 I (Comunicações) PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO COMISSÃO ACORDO INTERINSTITUCIONAL Entre o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão, sobre a disciplina orçamental e a boa gestão financeira

Leia mais

Portugal 2020. CCILC, Junho 2014

Portugal 2020. CCILC, Junho 2014 Portugal 2020 CCILC, Junho 2014 Internacionalização: Quando? Para Quem? PME Organizações Onde? Regiões Como valorizar? + RH +Inovação O Quê? Que Investimentos? Quais? Temas Prioridades Objetivos Internacionalização:

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Setembro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

PROJETO DE ORÇAMENTO RETIFICATIVO N.º 2/2012

PROJETO DE ORÇAMENTO RETIFICATIVO N.º 2/2012 Conselho de Administração PROJETO DE ORÇAMENTO RETIFICATIVO N.º 2/ CT/CA-051//01PT ÍNDICE I. INTRODUÇÃO II. MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS - RECAPITULATIVO III. MAPA DE RECEITAS PARA IV. MAPA DE RECEITAS

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

Comissão dos Orçamentos. dirigido à Comissão da Cultura e da Educação

Comissão dos Orçamentos. dirigido à Comissão da Cultura e da Educação PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 17.11.2009 2009/0072(CNS) PARECER da Comissão dos Orçamentos dirigido à Comissão da Cultura e da Educação sobre a proposta de decisão do Conselho relativa

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

Direcção de Serviços das Questões Económicas e Financeiras DGAE / MNE

Direcção de Serviços das Questões Económicas e Financeiras DGAE / MNE INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA UNIÃO EUROPEIA ESTADOS-MEMBROS Direcção de Serviços das Questões Económicas e Financeiras DGAE / MNE Fevereiro de 2011 FICHA TÉCNICA Título Informação Estatística União Europeia/Estados-membros,

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 15.9.2010 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o mandato externo do BEI Comissão dos Orçamentos Relator: Ivailo Kalfin DT\830408.doc PE448.826v01-00 Unida na

Leia mais