Português TIPOS DE QUE FLÁVIA RITA COUTINHO SARMENTO (31) FACEBOOK.COM/PROFESSORAFLAVIARITA TWITTER.COM/PROFAFLAVIARITA

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1 TIPOS DE QUE Português FLÁVIA RITA COUTINHO SARMENTO (31) FACEBOOK.COM/PROFESSORAFLAVIARITA TWITTER.COM/PROFAFLAVIARITA Rua Mato Grosso 306/ Sl 101 Barro Preto - Belo Horizonte (31)

2 Tipos de QUE Em geral, no Cespe, o candidato vai encontrar questões deste conteúdo em que ele tenha que relacionar tipos de QUE quanto à classificação. Leia o trecho: As pessoas estão tão presas a certas comunicações do mundo [que as cerca] que se esquecem de coisas importantes. Pensar no que isso representa pode significar um passo importante para o homem. Veja os itens abaixo, formulados a partir do trecho: Você os considera certos ou errados? 1. ( ) O vocábulo que, na sua primeira ocorrência, introduz uma ideia de conclusão. 2. ( ) O vocábulo que, na sua terceira ocorrência, introduz oração de caráter restritivo. Bom, agora, leia as explicações sobre eles. Se não compreendê-las, não se desespere! Assista à aula, que tudo ficará mais claro. Leia O primeiro item está errado. Na frase, como veremos na aula, o vocábulo QUE (em que os cerca) retoma a palavra mundo, sendo, portanto, pronome relativo. Como a oração que ele introduz não está isolada por vírgulas, a ideia observada é de restrição. No segundo item, temos um caso DR, sendo NO equivalente a NAQUILO. Nesse tipo de construção, o vocábulo que, como veremos em aula, é sempre relativo. Como não há pontuação, temos uma oração de natureza restritiva. Logo, a proposição está gramaticalmente correta. Classificação 1) Conjunção Consecutiva Tão, tal, tanto, tamanho + pode ter ou não (outro termo no meio) + que Introduz oração subordinada adverbial consecutiva Ideia de consequência O mundo está tão focado no capital que se esquece do ser humano. Sua admiração por ele era tal que não conseguia esconder. 2) Conjunção Comparativa Mais, menos, maior, menor, pior... + (do) que Você mais perto de ser servidor! 2

3 Introduz oração subordinada adverbial comparativa Ideia de comparação Pode-se usar que ou do que Somos mais capazes que / do que imaginamos. O Brasil está mais organizado que / do que outros países da América Latina. 3) Conjunção explicativa Valor de =pois Vem após imperativos Introduz oração coordenada sindética explicativa / sugere explicação Estudem, que as provas podem estar difíceis. Explique a sua ideia que estamos ouvindo. 4) Conjunção aditiva Valor de =e Vem entre verbos repetidos Introduz oração coordenada sindética aditiva / sugere adição Os políticos brasileiros mentem que mentem. Elas estudam que estudam. 5) Outras locuções conjuntivas Possuem carga semântica variada. Ainda que, mesmo que, desde que, a fim de que... Ela resolveria a questão ainda que fosse muito complexa. (concessão) Desde que começou a estudar, sua vida muda. (causa) Na medida em que estudou, conseguiu resolver a prova. (causa) À medida que estudava, ampliava suas chances de ser aprovado. (proporção) Rua Mato Grosso 306/ Sl 101 Barro Preto - Belo Horizonte (31)

4 6) Preposição acidental (locução verbal) Ocorre nas locuções formadas por ter / haver + infinitivo Pode-se usar que ou de O governo tem que avaliar as metas de crescimento do país. de A população teria, se dependesse da vontade de analistas financeiros, que duplicar as bases de consumo. de 7) Pronome interrogativo Usado em perguntas diretas (?) Admite-se a expressão o que para melhorar a sonoridade da frase. (o - facultativo) O que ele fez ontem? / Que ele fez ontem? O que aconteceria com o mundo se o dinheiro fosse abolido? Expletivo 8) Substantivo (= um pouco) É acentuado (quê) Admite determinante e plural Ela tem um quê de mistério. Todos têm um quê de louco naquele lugar. 9) Advérbio de intensidade Intensifica, em geral, um adjetivo Advérbio não modifica substantivo Que interessante a sua ideia. Adv. Adjetivo Modifica interessante que é um adjetivo, então é um advérbio Que atitude mais interessante. Partícula subst. Adv. Adj. Expletiva 10) Partícula Expletiva / de realce Não tem função sintática nem semântica Serve apenas para melhorar a sonoridade da frase [É] em situações como essa [que] devemos repensar no valor da vida. Adjunto adverbial Você mais perto de ser servidor! 4

5 [Que] problema mais complexo para o dia de hoje. Substantivo adv. Adj. As crianças [é que] sabem das coisas. P. Expletiva 11) Pronome relativo Retoma um termo antecedente Exerce função sintática na oração de que faz parte Introduz oração subordinada adjetiva Une orações a partir de uma palavra comum entre elas Não se esqueça do caso Demonstrativo Relativo Não queria aceitar [o que foi proposto pelo governo]. Aquilo or. S. adj. adv. Escolhia os livros [a que teria acesso] ao longo do trabalho. or. S. adj. adv. 12) Conjunção integrante Apenas une orações, sem estabelecer entre elas relação de sentido Introduz oração subordinada substantiva (exerce função sintática na principal) Nome+ preposição A ideia [de que o mundo evolui] é bastante paradoxal nos dias de hoje. C. int. (o mundo é que evolui) Nome + preposição = oração subordinada adverbial completiva nominal Temos consciência [de que (nós) precisamos achar soluções sustentáveis de desenvolvimento]. C. int. Nome + preposição = oração adjetiva adverbial completiva nominal Rua Mato Grosso 306/ Sl 101 Barro Preto - Belo Horizonte (31)

6 PROVA COMENTADA DO CESPE Se a perspectiva do político é a perspectiva de como o poder se constitui e se exerce em uma sociedade, como se distribui, se difunde, se dissemina, mas também se oculta, se dissimula em seus diferentes modos de operar, então é fundamental uma análise do discurso que nos permita rastreá-lo. A necessidade de discussão da questão política e do exercício do poder está em que, em última análise, todos os grupos, classes, etnias visam, de uma forma ou de outra, o controle do poder político. Porém, costumamos ver o poder como algo negativo, perverso, no sentido da dominação, da submissão. Não há, entretanto, sociedade organizada sem formas de exercício de poder. A questão, portanto, deve ser: como e em nome de quem este poder se exerce? Danilo Marcondes. Filosofia, linguagem e comunicação. São Paulo: Cortez, 2000, p (com adaptações). Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir. 1. Segundo o texto, é inútil discutir o poder, pois seu aspecto negativo, de submissão, é inevitável e aparece em todas as relações de dominação, seja de classe, seja de etnia. E Como se verifica na linha 7, há necessidade de se discutir o poder, portanto o item está errado. 2. A vírgula logo depois de operar (l.4) indica que a relação entre as ideias expressas no período iniciado por então é fundamental (l.4-5) e as ideias expressas no período anterior seria mantida se a palavra então fosse substituída por posto que. E O conector então é conclusivo e o conector posto que é concessivo, logo o item está errado. 3. Na linha 7, para evitar as duas ocorrências da preposição em e tornar o estilo do texto mais elegante, mantendo-se a correção gramatical, deve-se deixar subentendida a primeira delas, reescrevendo-se o respectivo trecho da seguinte forma: está que, em última análise. E O verbo estar exige a preposição em. A outra ocorrência da preposição em se justifica em função do conjunto adverbial. Nesse sentido, nenhuma delas pode ser suprimida, portanto o item está errado. 4. O vocábulo que, na linha 5, foi usado como termo coesivo, pois retoma um termo antecedente e introduz oração de valor explicativo. E Na frase, o vocábulo que classifica-se como pronome relativo, pois retoma o termo antecedente. No entanto, não há vírgulas isolando a oração introduzida pelo que, logo a oração é restritiva, não explicativa. Assim, o item está errado. 5. Para que o texto atenda às exigências de redação de um documento oficial, como um relatório, por exemplo, é obrigatória a substituição da forma verbal costumamos (l.9) por costuma-se. E Os textos oficiais podem ser escritos em primeira pessoa do plural, desde que mantenham a impessoalidade discursiva. Nesse sentido, o item está errado. Você mais perto de ser servidor! 6

7 6. A flexão de plural em formas (l.12) indica que, se em lugar do verbo impessoal, em Não há (l.11), for empregado o verbo existir, serão preservadas a coerência textual e a correção gramatical com a forma existem. E O termo relacionado ao verbo haver é sociedade, portanto a substituição da forma há por existem não é possível. O verbo existir deveria ficar no singular, concordando com sociedade, portanto o item está errado Em um artigo publicado em 2000, e que fez muito sucesso na Internet, Cristovam Buarque desenhava um idílico mundo futuro, liberto das soberanias nacionais, em que tudo seria de todos. Se tudo der certo no planeta (o que é discutível), quem sabe um dia, daqui a mil ou dois mil anos, cheguemos lá. Como nada ainda deu certo no planeta, a internacionalização só será aceitável quando se cumprirem duas premissas. Primeira: que desapareçam os Estados nacionais. Segunda: que os grupos, ou comunidades, ou sociedades que restarem mantenham entre si relações impecavelmente equitativas. Quem sabe um dia... Roberto Pompeu de Toledo. Amazônia: premissas para sua entrega. In: Veja, 28/5/2008 (com adaptações). Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das ideias do texto acima. 7. Mantém-se a correção gramatical do texto e respeitam-se suas relações argumentativas ao se substituir em que (l.3) por onde. C O referente da locução em que é um mundo idílico, como se trata de um lugar físico, é possível substituir tal forma pelo pronome onde. Portanto, o item está correto. 8. O emprego das formas verbais cheguemos (l.6), desapareçam (l.8) e mantenham (l.10) indica a expressão de ações hipotéticas; mas o desenvolvimento do texto permite, coerentemente, considerá-las assertivas, e sem que se prejudique a correção gramatical, em seus lugares, é possível empregar as formas chegamos, desaparecem e mantêm, respectivamente. E Não é possível dar ao trecho conotação de certeza, pois a expressão quem sabe caracteriza o valor hipotético das ações. Portanto, o item está errado. 9. Mantêm-se a coerência de ideias e a correção gramatical do texto ao se empregar o sinal indicativo de crase no a, em a internacionalização (l.6-7), situação em que esse termo seria empregado como objeto direto preposicionado. E O termo a internalização funciona como sujeito sintático de será, logo a colocação do acento grave implicaria erro gramatical. Nesse sentido, o item está incorreto. 10. Preservam-se a correção gramatical e a coerência da argumentação do texto ao se substituir a expressão se cumprirem (l.7) por forem cumpridas. C A expressão se cumprirem é a forma sintética da passiva. Em forem cumpridas, tem-se a forma analítica da mesma oração. Como passiva sintética e passiva analítica são formas equivalentes, o item está correto. Toda mudança começa primeiro em nós, depois nos outros. Não há como obter resultados diferentes se aplicamos as mesmas fórmulas invariavelmente. Se o processo for igual, o resultado o será. Para mudar, necessitamos muito mais que de vontade: precisamos de coragem! Se o relacionamento não é o desejado, faça-o ser! Se o corpo incomoda, coloque-o em movimento. Se a prova parece cada vez mais difícil, estude mais. Se a música do vizinho é um problema, pare de reclamar e vá resolver com ele e, se não surtir o efeito esperado, sobreponha o seu gosto musical ao dele. Aumente o som! Escute a sua voz! Dê voz a si mesmo e pare de fingir que não é capaz de se escutar e fazer diferente. Todos nós somos... A questão é: queremos arcar com os ônus de nossas escolhas de que modo? Conviver com a insatisfação ou pelo menos tentar mudar? Sim, podemos nos Rua Mato Grosso 306/ Sl 101 Barro Preto - Belo Horizonte (31)

8 frustrar, mas podemos também ser bem-sucedidos em nossos desejos e contemplados com a realização de nossos sonhos. Beijos, Flávia Rita. Você mais perto de ser servidor! 8

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