Relatório de Resultados 4T11

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1 Relatório de Resultados 4T11 LLX - Resultado Anual 2011 Rio de Janeiro, 22 de março de A LLX LOGÍSTICA S.A. ( Companhia ou LLX ) (Bovespa: LLXL3), empresa privada brasileira responsável pela implantação do Complexo Industrial do Superporto do Açu, o maior empreendimento porto-indústria da América Latina, divulga hoje o resultado anual de 2011 e atualiza seus acionistas e o mercado em relação ao desenvolvimento de seu empreendimento. As informações financeiras e operacionais, em bases consolidadas e em milhares de Reais, são apresentadas de acordo com os padrões internacionais de demonstrações contábeis (IFRS). Mensagem da Administração O ano de 2011 foi repleto de eventos de grande relevância para o desenvolvimento do Superporto do Açu. A obtenção de licenças que permitiram o início das obras do terminal onshore TX2, resultou em um extraordinário avanço na área comercial, com a assinatura de contratos de aluguel de área com as empresas de apoio a indústria offshore de petróleo e gás NKT Flexibles, Technip e Intermoor. A celebração desses contratos e a localização privilegiada do Superporto - em frente à Bacia de Campos e próximo às Bacias de Santos e Espírito Santo reafirmam sua vocação para o negócio de petróleo e gás. No terminal offshore TX1, foi concluída a construção do píer de minério de ferro. O projeto de execução de 530 km do projeto de construção do mineroduto evoluiu bastante e já se encontra 62% concluído, ou seja, aproximadamente 329 km de dutos já aterrados. Outro fato relevante foi a obtenção, pela Ternium, da Licença Prévia para a instalação de uma usina siderúrgica com capacidade para até 8,4 milhões de toneladas, o que fará do Complexo Industrial do Açu o maior site siderúrgico do país. Além disso, a conclusão dos estudos de viabilidade com a FCA para recapacitação da linha litorânea, permitirá a ligação do Superporto do Açu à malha ferroviária nacional, possibilitando cada vez mais a atração de empresas de diversos setores que desejam uma logística integrada e eficiente. Todos estes eventos representam importantes marcos no desenvolvimento do Superporto do Açu, que se caracteriza como um grande centro de convergência, atraindo empresas líderes setoriais que lá terão à sua disposição uma solução logística completa e amplo acesso a matérias-primas. destacou Otavio Lazcano, Diretor Presidente e de Relações com Investidores da LLX. 1

2 Destaques do ano de 2011: Licença Prévia para o Canal Onshore do Superporto do Açu Após a autorização da Marinha do Brasil concedida em dezembro de 2010 para o desenvolvimento do canal onshore, a Comissão Estadual de Controle Ambiental ( CECA ) do Estado do Rio de Janeiro, aprovou, em 28 de fevereiro, a Licença Prévia para a Unidade de Construção Naval da OSX, incluindo o canal interno de navegação, o que viabiliza a implementação do TX2. As obras para construção do canal encontram-se rigorosamente dentro do cronograma e do orçamento comunicados ao mercado. Em março de 2012, o canal já se encontrava com 1,5 km de extensão, 300 metros de largura e 8,5 metros de profundidade. Contratação de Empréstimo para a LLX Açu Em 4 de maio de 2011, a LLX Açu assinou contrato de empréstimo com o Banco Bradesco tendo sido liberado cerca de R$470 milhões, com prazo de 2 anos, que servirão de ponte até a contratação do financiamento de longo prazo em negociação com o BNDES e outras instituições multilaterais. Estes recursos serão utilizados nas obras da infraestrutura portuária dos seus terminais. Autorização da ANP para construção da UTP no Superporto do Açu Em junho de 2011, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concedeu autorização para construção de uma unidade de tancagem e tratamento de petróleo ( UTP ) no Superporto do Açu, com uma capacidade de armazenamento de 14 milhões de barris e de processamento de 1,2 milhão de barris por dia. A UTP, que já tinha obtido a Licença de Instalação do INEA (Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro) em setembro de 2010, contará com 28 tanques de armazenamento e será o maior terminal marítimo dedicado ao petróleo do Brasil. Os tanques de armazenamento possibilitam que seja realizada a consolidação de carga, o que viabiliza o transporte de petróleo nos maiores navios atualmente em operação (VLCC - Very Large Crude Carriers e Chinamax), reduzindo os custos de frete. Adicionalmente, a UTP realizará atividades de desaguamento, dessalgamento e blending com o objetivo de melhorar a qualidade do petróleo cru e reduzir o desconto no preço relativamente ao padrão internacional. Para a construção do aterro hidráulico na área na qual a UTP será instalada, foi contratada a maior draga do mundo, a Cristobal Colón. A draga foi construída pela empresa belga Jan de Nul e possui 223 metros de comprimento, 41 metros de largura e pesa mais de 70 mil toneladas. A draga tem capacidade de armazenamento de até 46 mil metros cúbicos, o que equivale a caminhões de areia. Os serviços de dragagem executados pela Cristobal Colon foram 100% concluídos em

3 Licença de Instalação para o Canal Onshore do Superporto do Açu No mês de junho de 2011, o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro ( INEA ) concedeu a Licença de Instalação para o canal do TX2 e para a Unidade de Construção Naval do Açu ( UCN Açu ). A Licença de Instalação permitiu que a LLX e a OSX mobilizassem o canteiro de obras do canal em julho de Em paralelo, a OSX iniciou a construção da UCN Açu, que será o maior estaleiro das Américas. O canal entorno do qual se desenvolve a UCN Açu e o TX2 contempla uma área de cerca de 8 milhões de m 2 e oferece mais de m de cais, com condições operacionais ideais para atividades de apoio à indústria offshore. O terminal onshore TX2 atende às demandas de carga e descarga das diversas indústrias do Complexo Industrial Portuário do Açu para a movimentação de granéis sólidos e líquidos, com destaque para produtos siderúrgicos, carvão, ferro-gusa, escória, granito e petróleo. Assinatura de Memorando de Entendimentos com a FCA Em 23 de agosto de 2011, a LLX celebrou com a Ferrovia Centro-Atlântica S.A. ( FCA ) um memorando de entendimentos não vinculante com o objetivo de, em conjunto, desenvolverem estudos técnicos de viabilidade para a recapacitação de uma ferrovia que ligará o Superporto do Açu à região de Ambaí, no município de Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro. Com a implantação deste trecho da ferrovia, o Superporto do Açu estará integrado com a malha ferroviária nacional, beneficiando empresas da região Sudeste, que concentra 75% do PIB brasileiro. Adicionalmente, o Complexo Petroquímico do estado do Rio de Janeiro (COMPERJ), que está sendo desenvolvido pela Petrobras, localiza-se neste trecho da ferrovia e também poderá fazer uso deste meio de transporte para escoar sua produção de produtos básicos e petroquímicos. Outras cargas, como produtos siderúrgicos das plantas existentes na região, produtos agrícolas e fertilizantes produzidos no Centro-Oeste e no Sudeste, além de carga geral e todo o tipo de granéis sólidos e líquidos, também poderão se beneficiar deste eficiente modal logístico. Licença Prévia para a Construção da Siderúrgica da Ternium Em 27 de setembro de 2011, a Comissão Estadual de Controle Ambiental, concedeu Licença Prévia ( LP ) à Ternium Brasil S.A. ( Ternium ) para a construção de usina siderúrgica no Complexo Industrial do Superporto do Açu. A LP concedida autoriza a produção de até 8,4 milhões de toneladas de aço bruto por ano. O projeto aprovado contempla uma pelotizadora e uma planta siderúrgica integrada para produção de aço em placas e laminados. Em 15 de setembro de 2010, a LLX Açu Operações Portuárias S.A., subsidiária da LLX, e a Ternium celebraram 2 (dois) contratos take or pay de longo prazo para serviços portuários, sendo um deles para embarque de produtos siderúrgicos e outro para desembarque de carvão, ambos com tarifas 3

4 que garantem uma taxa de retorno de 15% ao ano, em dólares, moeda constante e sem alavancagem financeira sobre o CAPEX e o OPEX referente aos berços do terminal portuário da LLX Açu que atenderão a demanda da Ternium. NKTF, Technip e Intermoor assinam contratos de aluguel de área no Superporto do Açu Entre os meses de outubro e dezembro de 2011, a LLX celebrou três contratos de aluguel para área do TX2 no Superporto do Açu. Os contratos foram assinados com: NKT Flexibles Indústria e Serviços de Tubos Flexíveis Ltda ( NKTF ) - terceira maior fabricante de tubos flexíveis no mundo. Fabrica tubos flexíveis para a indústria offshore de petróleo e gás, assim como para a indústria química. No Brasil, a subsidiária assinou em maio de 2011 um contrato com a Petrobras com valor potencial de US$1,86 bilhão para o fornecimento de até 694 km de tubos flexíveis. A NKTF estima um investimento de US$200 milhões com a geração de 400 empregos diretos; Technip Brasil Engenharia, Instalações e Apoio Marítimo S/A ( Technip Brasil ) - é líder mundial em gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de óleo e gás. Projeta, fabrica e instala dutos submarinos e equipamentos offshore, constrói refinarias, plantas petroquímicas e atua também em segmentos não petroleiros, tais como produtos químicos, fertilizantes, cimento e mineração, entre outros. No Brasil, a Technip obteve um importante contrato com a Petrobras no valor de US$2,1 bilhões com duração de cinco anos que envolve a construção de km de condutos flexíveis para transportar o petróleo extraído em águas profundas na costa brasileira. Estima-se que sejam investidos R$650 milhões, com geração de 600 empregos diretos; InterMoor do Brasil Serviços Offshore de Instalação Ltda. ( InterMoor ) - é uma subsidiária da InterMoor Inc., líder global no fornecimento de serviços de ancoragem, fundações e serviços subaquáticos, que oferece soluções inovadoras para plataformas móveis e serviços de instalação offshore. A InterMoor do Brasil irá fornecer um conjunto seleto de serviços para atender às necessidades específicas de seus clientes, entre eles Petrobras, Shell e OGX, assim como demais empresas do setor de óleo e gás que operam no Brasil; Em conjunto, estes contratos representam uma receita anual de mais de R$33 milhões com tarifas portuárias e aluguel de área. OSX e LLX celebram Acordo relativo à instalação da UCN Açu Em 31 de outubro de 2011, a OSX Construção Naval S.A. ( OSX Construção Naval ), controlada da OSX, e a LLX Açu Operações Portuárias S.A., controlada da LLX, celebraram um acordo para a instalação da Unidade de Construção Naval do Açu da OSX. 4

5 O acordo consolida entendimentos quanto à cessão onerosa, pela LLX à OSX, da área de implantação da UCN Açu, além de fixar parâmetros quanto à realização de benfeitorias e obras de customização no local, incluindo a implantação de um canal de acesso marítimo em área situada no entorno do local onde será instalada a UCN Açu. Nesse contexto, a LLX estima uma receita anual aproximada de R$28 milhões, relativa à cessão onerosa de direito de uso da área da UCN, pelo prazo de 40 anos, renováveis por mais 40 anos. Em adição a receita anual pelo direito de uso da área, a OSX Construção Naval irá contribuir com 51% dos investimentos comuns relativos à obra do canal, incluindo a construção do quebra-mar e dragagem, além de participar nas despesas de infraestrutura do Complexo, calculadas de acordo com o seu aproveitamento e no rateio das despesas de manutenção da infraestrutura do Complexo Industrial do Açu. A implantação da UCN Açu gerará cerca de empregos diretos, sendo cerca de na fase de operação e os demais durante a fase de implantação. 5

6 Atualização dos empreendimentos Superporto do Açu O Superporto do Açu está localizado em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. O empreendimento terá capacidade de movimentar até 350 milhões de toneladas de carga por ano, posicionando-se entre os três maiores portos do mundo. O Superporto terá um terminal offshore (TX1) e um terminal onshore (TX2), que juntos poderão abrigar até 40 berços e 17 km de píer. O TX1 é dedicado principalmente à movimentação de minério de ferro, enquanto o TX2 atende às demandas de carga e descarga das diversas indústrias do Complexo Industrial Portuário do Açu através de contratos take or pay, com destaque para produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, ferro-gusa, escória e granito. O TX2 possui ainda uma área de 2 milhões de m 2 para a instalação de indústrias de apoio offshore e já está qualificado para tornar-se o mais importante polo de apoio para a indústria de petróleo e gás. Na retroárea do Superporto, está sendo implementado um Complexo Industrial com 90 km 2, tornando-se o maior empreendimento porto-indústria da América Latina. O Complexo Industrial do Superporto do Açu irá receber usinas siderúrgicas, polo metalmecânico, unidade de armazenamento e tratamento de petróleo, o maior estaleiro das Américas - em implantação pela OSX, o maior complexo de geração termoelétrica do Brasil - com 5.400MW da MPX, indústrias offshore, plantas de pelotização, cimenteiras, entre outros, que poderão instalar suas plantas de motores, turbinas, dutos submarinos, acessórios para tubos flexíveis, módulos elétricos, geradores, telas flexíveis, etc. As indústrias instaladas no Complexo Industrial também se beneficiarão de uma alíquota de ICMS reduzida, no regime não cumulativo (2% ao invés de 18%) e de uma economia de 30% no custo da energia quando comparado com outras localidades. O Superporto do Açu está sendo desenvolvido pela LLX, por meio de suas subsidiárias, LLX Minas- Rio e LLX Açu. A LLX Minas-Rio, joint-venture composta pela LLX Logística S.A. (51%) e Anglo American Participações em Mineração LTDA. (49%), conta com uma estrutura onshore de 300 ha para processar, movimentar, armazenar e pelotizar minério de ferro, além de parte da estrutura offshore TX1, formada por ponte de acesso, canal de acesso, quebra-mar e berços para carregamento de minério de ferro. A LLX Açu incorpora parte do TX1 dedicada ao petróleo, o TX2 e todo o Complexo Industrial. O TX2 terá um canal com 300 metros de largura e 6,5 km de extensão que poderá abrigar mais de metros de cais. Em função da localização próxima às bacias de Campos, Santos e Espírito Santo, o Superporto do Açu utilizará a extensa retroárea de cerca de 8 milhões de m 2 do TX2 como base para consolidação e tratamento de petróleo e apoio às operações offshore de E&P. 6

7 TX1: obras civis avançadas e início da montagem de equipamentos Ao longo de 2011, foram executadas, no TX1, as obras do píer de minério de ferro, a dragagem do canal de acesso e da bacia de evolução, o aterro hidráulico da área destinada às instalações da LLX Minas-Rio e as obras do quebra-mar. A dragagem já foi concluída, tendo sido retirados 17,8 milhões de m 3 de materiais. Com 2,8 milhões de m 3 de areia depositada, 95% das obras do aterro hidráulico já estão concluídas. Durante o ano também foi concluída a fase de obras civis dos componentes da planta de filtragem: tanques, espessador e clarificador. Já foi iniciada a fase de montagem de alguns equipamentos, entre os quais destaca-se a correia transportadora, que levará o minério de ferro dos pátios de estocagem até os navios. Ainda próximo ao TX1, na área do Complexo Industrial, também foram concluídas as obras do aterro hidráulico para Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP). Obras no TX2 seguem em ritmo acelerado Em 2011, o grupo espanhol Acciona foi contratado para projetar e construir o quebra-mar do TX2, que terá um comprimento total de mais de 3,8 km, dos quais 2,8 km serão estruturados em blocos de concreto. O equipamento que está sendo utilizado na construção deste quebra-mar, Kugira, é o maior dique flutuante do mundo e foi transportado da Espanha até o Estado do Rio de Janeiro. Este sistema de construção inovador reduz consideravelmente a necessidade de materiais utilizados nos métodos de construção tradicionais de quebra-mar, bem como a redução da superfície marinha afetada, minimizando o impacto ambiental. Além disso, graças à pré-fabricação dos blocos, o sistema reduz consideravelmente o tempo de execução da obra e garante maior qualidade de execução. Para a construção do quebra-mar do TX2 serão construídos 42 blocos de concreto e utilizados m 3 de pedras. As obras para construção dos blocos já apresentam um avanço físico de 14%. Seis blocos já estão concluídos e serão transportados para o Superporto do Açu. As atividades de dragagem, terraplenagem, serviços marítimos e infraestrutura marítima para o TX2 estão sendo executadas pela Royal Boskalis Westminster. O escopo do trabalho inclui: dragagem do canal de acesso e do canal interior, bacia de evolução e trabalhos de aterramento. A Boskalis também efetuará trabalhos de revestimento e enrocamento na entrada do porto. Do total planejado para a dragagem, 16% já foram concluídos, o que equivale a aproximadamente 10,6 milhões de m 3. A draga Cyrus II avança cerca de 25 metros por dia, dragando um volume diário de aproximadamente m 3. Estas atividades estão sendo executadas rigorosamente em linha com o seu cronograma original. Mais de pessoas, cerca de 50% oriundos das comunidades de São João da Barra e Campos, trabalham atualmente nas obras do Superporto do Açu. 7

8 Vista Geral do TX1 Detalhe Píer de Minério de Ferro, TX1 8

9 Vista Geral da Construção do Canal Onshore, TX2 Molhe Norte Norte Molhe Sul Início da Construção do Quebra-Mar, TX2 9

10 Detalhe Início da Construção do Quebra-Mar, TX2 Detalhe Draga, TX2 10

11 Detalhe Draga, TX2 Detalhe UCN Açu, TX2 11

12 CAPEX LLX Minas-Rio A LLX Minas-Rio, no 4T11, investiu cerca de R$66,4 milhões principalmente na montagem da correia transportadora, empilhadeira e recuperadora. De acordo com o Asset Allocation Agreement, firmado entre LLX Minas-Rio e Anglo Ferrous Minas-Rio (AFMR), foram transferidos cerca de R$59,5 milhões em ativos para a AFMR. De 2007 até o presente momento, já foram investidos aproximadamente R$1,6 bilhão no projeto de minério de ferro. Em dezembro de 2010, as condições comerciais e operacionais dos contratos firmados entre LLX Minas-Rio e Anglo American Participações em Mineração LTDA foram revistas. Foi criada a estrutura de condomínio para o projeto de minério de ferro, onde ativos como ponte de acesso e quebra-mar, por exemplo, serão compartilhados entre LLX Minas-Rio (51,8%) e AFMR (48,2%) ao final da construção. Ainda conforme o novo acordo estabelecido, a LLX Minas-Rio limitou sua contribuição financeira para o Capex em R$974 milhões de um total de R$2,27 bilhões; o excedente está sendo investido integralmente pela AFMR. Todo o investimento excedente a R$974 milhões já realizado pela LLX Minas-Rio, já foi reembolsado pela Anglo Ferrous Minas-Rio. LLX Açu Durante o 4T11, a LLX Açu investiu um total de R$82,5 milhões para dar continuidade ao desenvolvimento do Complexo Industrial do Superporto do Açu. Deste total, R$28 milhões foram investidos na construção de blocos de concreto para o Quebra-Mar e R$17,3 milhões utilizados para a implantação da Linha de Transmissão. Cerca de R$19,2 milhões foram utilizados para dar continuidade às obras do Complexo Industrial, R$3,7 milhões para realização de estudos e projetos de engenharia. Na dragagem do canal onshore, TX2, foram investidos neste trimestre R$76,5 milhões, sendo que R$59 milhões foram pagos no trimestre anterior como adiantamentos a fornecedores por serviços realizados no 4T11. Em detrimento do acordo celebrado entre LLX e OSX, que estabelece que a OSX irá contribuir com 51% dos investimentos comuns relativos à obra do Canal, além de participar nas despesas de infraestrutura do Complexo, em outubro de 2011 a LLX realizou uma transferência de R$117,6 milhões do seu ativo com contrapartida em caixa para a OSX. Adicionalmente, foram utilizados R$10,5 milhões para a aquisição de terrenos e R$5,8 milhões no projeto de Gestão Integrada de Território, que visa o desenvolvimento sustentável do empreendimento e a integração da comunidade com a empresa. Além disso, foram utilizados R$8,6 milhões na realocação de famílias para a Vila da Terra (assentamento rural construído com novas moradias para as famílias). Em 2011 foram investidos R$439 milhões e desde o início de 2007 até dezembro de 2011, já foram investidos na LLX Açu R$835 milhões. 12

13 O investimento total estimado para o Superporto do Açu, considerando o acordo para a instalação da Unidade de Construção Naval da OSX, totaliza R$3,8 bilhões, dos quais R$974 milhões para a LLX Minas-Rio e R$2,8 bilhões para a LLX Açu. CAPEX de Desenvolvimento 100% do projeto (em R$ Milhões) Realizado Estimado 13

14 Análise Simplificada da Demonstração de Resultados O Superporto do Açu é um empreendimento em fase pré-operacional. Entretanto, o ano de 2011 apresentou uma receita líquida de R$15,6 milhões ou um crescimento de 40,9% em relação a 2010, que atingiu R$11,1 milhões. Este aumento refletiu a assinatura de diversos contratos comerciais de aluguel de área com as empresas NKTF, Intermoor, OSX e MPX na área destinada para base de apoio offshore localizada no TX2. Em 2011, o resultado consolidado da LLX em IFRS apresentou um prejuízo de R$52,9 milhões. Este resultado, característico de uma empresa pré-operacional, está associado principalmente às despesas gerais e administrativas que, em 2011, acumularam R$149,8 milhões em comparação com R$96,5 milhões do ano anterior. É importante ressaltar que em 2010, tivemos um efeito positivo nas despesas gerais e administrativas de R$14 milhões que com a venda do Superporto Sudeste para a empresa MMX, o rateio das despesas corporativas foi deduzido do montante apresentado na linha de despesas daquele ano. Considerando este efeito na variação das despesas, o aumento na comparação de 2011 com 2010 foi de R$39,3 milhões. Este incremento é justificado principalmente pelo aumento no quadro de funcionários, que passou de 113 em 2010 para 185 em 2011 refletidos nas despesas com salários e encargos de R$21,3 milhões e aumento de R$8,3 milhões no plano pagamento de ações concedidas empregados e executivos-chave para o grupo LLX. Além disso, o aumento na conta de impostos e taxas se refere principalmente ao pagamento à União da taxa de utilização do espelho d água (SPU Superintendência do Patrimônio da União), que incrementou as despesas em R$6,2 milhões. O resultado financeiro líquido consolidado em 2011 foi de R$53,9 milhões, em comparação a R$75,5 milhões em 2010, reflexo de i) receita financeira no valor de R$133,3 milhões, sendo principalmente R$ 14

15 79,1 milhões de juros sobre mútuo e R$46,3 milhões de juros sobre aplicações financeiras e ii) despesas financeiras de R$79,4 milhões, sendo R$78,3 milhões de juros sobre empréstimos. Análise Simplificada do Balanço Patrimonial A Companhia encerrou o ano de 2011 com R$407,6 milhões em caixa e equivalentes, em comparação com R$114,7 milhões ao ano anterior, um aumento de 355%. O aumento de caixa se refere principalmente a contratação do empréstimo-ponte com o Banco Bradesco no montante de aproximadamente R$470 milhões pelo prazo de 2 anos para utilização nas obras de construção da infraestrutura portuária no Superporto do Açu, até a contratação de financiamento de longo prazo. O total de empréstimos e financiamentos ao final de 2011 somava R$919,3 milhões. O ativo imobilizado da LLX cresceu de R$791,9 milhões, em dezembro de 2010, para R$1,25 bilhão, no final de 2011 (considerando R$1,16 bilhão no ativo imobilizado, R$95,2 milhões com propriedades para investimento, incluindo terrenos que são arrendados para terceiros). Esta variação é explicada principalmente por: Implantação da Linha de Transmissão, execução de obras civis, projetos de engenharia no Complexo Industrial em curso na LLX Açu no valor de R$56,8 milhões; Compra de terrenos e ações de sustentabilidade (integração da comunidade com a empresa Gestão Integrada de Território) no valor de R$108,3 milhões; 15

16 Realização das obras de dragagem do canal onshore e quebra-mar no TX2 no valor R$258 milhões. No Passivo Não Circulante destaca-se o incremento do saldo de empréstimos e financiamentos que somaram R$506,3 milhões enquanto que em 2010 este saldo era de R$359,6 milhões. Esta variação ocorreu devido ao sucesso na renovação da linha de credito oferecida pelo Banco Bradesco em maio de 2011 por mais 2 anos, ou até que a Companhia termine suas negociações para contratação de estrutura de financiamento de longo prazo. 16

17 Responsabilidade Socioambiental A LLX acredita que possui papel social estratégico e transformador nas áreas onde atua e, por isso, conduz seus projetos de forma sustentável, com respeito às pessoas e ao meio ambiente. Alinhada à Política de Sustentabilidade do Grupo EBX, a empresa adota e dissemina conceitos, práticas e procedimentos com foco em responsabilidade social empresarial. Em outubro, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (CODIN) e a Prefeitura de São João da Barra, a Companhia lançou a Vila da Terra, assentamento rural destinado a famílias de produtores rurais de São João da Barra. No local, 90 áreas estão sendo destinadas a famílias desapropriadas para a criação do Distrito Industrial de São João da Barra, em implantação no município pela CODIN. Para definir quais famílias seriam reassentadas no local, foram estabelecidos alguns critérios como ser residente no local e a propriedade ser menor que 10 hectares. As propriedades da Vila da Terra são entregues com áreas equivalentes às anteriores, sendo que cada família recebe, no mínimo, 2 hectares mesmo para aquelas que tinham áreas menores. Os outros proprietários, com áreas maiores que 10 hectares, já estão recebendo os valores correspondentes à desapropriação. A Vila da Terra foi desenvolvida de acordo com os padrões do Banco Mundial, referência internacional em reassentamento. Ela foi planejada com toda infraestrutura necessária ao pleno funcionamento, como ruas pavimentadas, quadra poliesportiva, centro comunitário, iluminação pública, rede de água e esgoto e centro comercial. Do total de casas previstas, 36 já estão concluídas. Todas são entregues com todos os eletrodomésticos além de móveis de sala, quartos e cozinha. Além disso, em 2011, a LLX investiu cerca de R$3 milhões em iniciativas para o fortalecimento da agricultura familiar. Entre elas está a doação de 5 tratores para as associações de produtores rurais de São João da Barra. A utilização dos tratores auxilia na preparação da terra para o plantio. A Companhia também desenvolveu o Programa Cultivo Protegido, que possibilita a utilização de práticas sustentáveis de cultivo em estufas, agregando valor ao produto e a propriedade rural e possibilitando colheita durante o ano todo. Também foram realizadas doação de ônibus e caminhão para o transporte dos produtos agrícolas e auxílio jurídico para regulamentação das associações de agricultores. A LLX deu início a uma série de iniciativas destinadas à comunidade pesqueira de São João da Barra. Desde 2008, já foram investidos R$6,75 milhões no setor. Entre as ações realizadas em 2011 estão apoio técnico e doação de equipamentos, como kits de navegação e uma lancha. A Companhia também iniciou a reforma de escola em Atafona, ao lado da colônia de pescadores, que será utilizada para cursos de capacitação para as famílias de pescadores, além da construção do Entreposto Pesqueiro de São João da Barra, que vai oferecer infraestrutura e suporte às atividades pesqueiras do município e da região em que o Superporto do Açu está sendo instalado. 17

18 Na área ambiental, a LLX desenvolve programas voltados à recuperação e preservação do meio ambiente onde seus empreendimentos são instalados. No entorno do Superporto do Açu foi criada, como medida socioambiental, em área própria de aproximadamente 40 km², a maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do país. A Companhia também mantém um viveiro específico para espécies nativas de restinga. As mudas são utilizadas para reflorestamento da área de restinga degradada antes do início da construção do Superporto do Açu. Até o momento já foram plantadas cerca de 100 mil mudas e, no total, serão plantadas 2 milhões de mudas de restinga em regiões próximas ao Superporto do Açu. Atualmente o viveiro possui mais de 200 mil embalagens prontas e semeadas. A LLX também desenvolve, em conjunto com o Grupo EBX, o projeto Corredor Ecológico do Muriqui, que abrange uma área de 400 mil hectares. Ele prevê a ampliação da área protegida da Mata Atlântica fluminense e a restauração de 9 mil hectares de floresta no Norte Fluminense. A região abriga o Muriqui, maior primata das Américas. Ameaçado de extinção, o macaco é um dos candidatos a mascote dos Jogos Olímpicos Mercado de Capitais Em dezembro de 2011, a LLX manteve sua participação no Ibovespa, o mais importante indicador de desempenho médio das cotações do mercado brasileiro de ações por retratar o comportamento dos principais papéis negociados na BOVESPA. O peso da LLXL3 no Ibovespa com base na carteira em vigor nesta data é de 0,469%. No terceiro trimestre de 2011, as ações da LLX também foram destaque de liquidez no setor, com volume médio diário de R$12,9 milhões e negócios por dia. No final do mês de dezembro, a capitalização de mercado da LLX atingiu R$2,34 bilhões. Em 29 de Dezembro de 2011, a LLX possuía ações. Desde sua listagem na Bovespa, a LLX também possui Global Depositary Receipts - Nível 1 ( GDRs ). No final do 4º trimestre de 2011, os GDRs representavam ações, ou 0,18% do capital social da LLX. Do total de ações em circulação (excluindo as posições do controlador e dos administradores) e excluindo a posição do Ontario Teachers Pension Plan, 9% são detidas por pessoas físicas e 91% por pessoas jurídicas. Além disso, desse montante, 16% são de investidores nacionais e 84% são de investidores estrangeiros. 18

19 Informações da Teleconferência Sexta-feira, 23 de Março às 12h00 (Brasília); 11am (US-ET). Telefones para conexão dos participantes: Dial-in com conexões no Brasil: Toll-free com conexões nos Estados Unidos: Dial-in com conexões nos Estados Unidos: Senha para os participantes: LLX Dados para o acesso a apresentação: (Inglês) (Português) Os participantes devem se conectar 10 minutos antes do início da teleconferência. Contatos LLX Investidores: Otavio Lazcano Luiz Felipe Jansen de Mello Fábio Lucena Tainah Costa Imprensa: Barbara Bortolin

20 SOBRE A EMPRESA A LLX está implementando, no estado do Rio de Janeiro, o Superporto do Açu, o maior investimento em infraestrutura portuária na América Latina. O Superporto do Açu, localizado no município de São João da Barra, no norte do estado do Rio de Janeiro, poderá ter até 40 berços para atracação de navios e movimentação de produtos como minério de ferro, petróleo, produtos siderúrgicos, carvão e granéis e contará com uma eficiente infraestrutura e profundidade necessárias para receber os mais modernos navios de grande capacidade, como graneleiros do tipo capesize, resultando em menores custos operacionais. O Superporto do Açu abrigará na sua retroárea, um complexo industrial de 90km2, que incluirá usinas siderúrgicas, pólo metal-mecânico, unidade de armazenamento e tratamento de petróleo, estaleiro, indústrias offshore, plantas de pelotização, cimenteiras e usina termoelétrica. Para mais informações visite o site: AVISO LEGAL Este documento contém algumas afirmações e informações relacionadas à Companhia que refletem a atual visão /ou expectativa da Companhia e de sua administração a respeito do seu plano de negócios. Estas afirmações incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como acreditar, prever, esperar, contemplar, provavelmente resultará ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante. Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressas neste documento. Em nenhuma hipótese a Companhia ou seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos indiretos, lucros cessantes ou afins. A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações ou análise das diferenças entre as afirmações e os resultados reais. É recomendado que os investidores analisem detalhadamente o prospecto da LLX, incluindo os fatores de risco identificados no mesmo. Esta apresentação não contém todas as informações necessárias a uma completa avaliação de investimento na Companhia. Cada investidor deve fazer sua própria avaliação, incluindo os riscos associados, pra tomada de decisão de investimento. 20

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