notícias Editorial Instituto implementa o serviço GEA INEGI recebe financiamento para construção do Novo Edifício

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1 14 Editorial boletim informativo Outubro.2004 Fevereiro.2005 É com enorme satisfação que a Direcção do INEGI anuncia a aprovação do financiamento para a construção do novo edifício INEGI/IDMEC, no âmbito do Programa PRIME, Medida 5.1, Acção B, com um incentivo de Euros, não reembolsáveis. O referido projecto foi homologado em 22 de Novembro de 2004, por Sua Excelência o Senhor Secretário de Estado do Desenvolvimento Económico, Engenheiro Manuel Correa de Lancastre, tendo a Agência de Inovação comunicado ao INEGI a sua aprovação em 11 de Janeiro de Na sequência desta decisão, o Senhor Secretário de Estado visitou o INEGI no dia 25 de Janeiro de 2005, numa comitiva composta pelo Presidente da Agência de Inovação, pelo Gestor do Programa PRIME e pelo Reitor da Universidade do Porto, formalizando assim a aprovação desta candidatura. Nesta visita, o Senhor Secretário de Estado elogiou a actividade do INEGI, referindo que a aprovação do projecto se deveu à qualidade e mérito da candidatura apresentada e ao reconhecimento pela comunidade empresarial da relevância da actividade do Instituto. INEGI recebe financiamento para construção do Novo Edifício As verbas disponibilizadas pelo Programa Prime ascendem aos 3 milhões de Euros. As obras iniciam-se no final de 2005 e devem terminar em Estão assim reunidas as condições financeiras que viabilizam a construção das novas instalações do INEGI/IDMEC no Campus da FEUP. 2 Apesar de termos percorrido um longo e difícil percurso para atingir este objectivo, julgamos que valeu a pena e que este momento é histórico para a vida do DEMEGI, do IDMEC e do INEGI. A concretização deste velho sonho do INEGI permitirá um novo impulso na actividade do Instituto, criando as condições para uma maior motivação dos seus quadros, que actualmente trabalham em condições inadequadas para as funções que desenvolvem. Instituto implementa o serviço GEA Por outro lado a proximidade ao DEMEGI e IDMEC, terá reflexos óbvios na qualidade do ensino no DEMEGI e será um factor facilitador para um maior envolvimento de docentes e alunos nas actividades de Investigação, Inovação e Desenvolvimento. Daqui para a frente ainda temos um longo e difícil caminho a percorrer, que passa pela resolução definitiva da posse do terreno pela Universidade do Porto, pela finalização do projecto de execução, pela abertura do concurso público para adjudicação da obra, e pela fase de construção. A Direcção do INEGI tudo fará para que o início da construção do novo edifício possa ainda ocorrer durante o corrente ano. A todos quantos contribuíram para o sucesso desta iniciativa, o nosso agradecimento. Outras dimensões estratégicas para o INEGI tiveram também um progresso significativo em 2004, como a evolução no trabalho com vista à implementação do Sistema de Gestão da Qualidade e o trabalho de especificação e selecção de um novo Sistema de Informação e Gestão da Instituição. Apesar de uma ligeira diminuição do volume de negócios em relação a 2003 mantivemos uma situação económica e financeira equilibrada. Estamos assim perante um quadro estimulante para continuarmos o nosso trabalho ao serviço do desenvolvimento do País. Professor Augusto Barata da Rocha Professor Jorge Lino Alves 3 5 INOVAR PARA UM FUTURO MELHOR ATRAVÉS DE UMA GESTÃO EQUILIBRADA NAS ÁREAS DA ENERGIA E DO AMBIENTE É O OBJECTIVO DESTE NOVO SERVIÇO DO INEGI. Artigo de Opinião por Engº José António Almacinha A IMPORTÂNCIA DA NORMALIZAÇÃO Docente do DEMEGI e colaborador do ONS-INEGI

2 actividades Secretário de Estado para o Desenvolvimento Económico visitou o Instituto INEGI recebe financiamento do Programa Prime para a construção do Novo Edifício no Campus da FEUP Depois de mais de uma década de esforços o INEGI vê, finalmente, o projecto de construção de novas instalações tornar-se realidade. As verbas disponibilizadas pelo Programa Prime ascendem aos 3 milhões de Euros. As obras iniciam-se no final de 2005 e devem terminar em A visita do Secretário de Estado para o Desenvolvimento Económico, Engenheiro Manuel Correa de Lancastre, que decorreu a 25 de Janeiro de 2005, teve como pano de fundo a aprovação do financiamento para a construção do novo edifício INEGI/IDMEC, no âmbito do Programa PRIME, Medida 5.1, Acção B, com um incentivo de 3 milhões de Euros, não reembolsáveis. Da comitiva faziam ainda parte o Presidente da Agência de Inovação, o Gestor do Programa PRIME e o Reitor da Universi-dade do Porto. Durante a visita às instalações do INEGI, o Secretário de Estado fez questão de elogiar a actividade do Instituto salientando, ainda, que não foi difícil a aprovação da candidatura ao Programa Prime devido à qualidade e mérito que são reconhecidos ao INEGI, além das boas referências prestadas pela comunidade empresarial. Para o Presidente do INEGI, Professor Augusto Barata da Rocha, conseguiram-se reunir todas as condições financeiras necessárias que viabilizam a construção das novas instalações do INEGI/IDEMEC. Mas para que este sonho já antigo se concretizasse seria necessário percorrer um longo caminho, mas os resultados estão à vista. A Direcção do Instituto acredita que valeram a pena todos os esforços dispendidos e vê este momento como um marco histórico na vida do INEGI, salienta. 2 Com uma área total de 7609 m o novo edifício trará enormes vantagens para a actividade do INEGI, pois permitirá criar condições de trabalho adequadas à realidade tecnológica do Instituto e, inevitavelmente, aumentará os níveis de motivação dos seus colaboradores. Por outro lado, a inclusão no Campus da FEUP aumentará a proximidade entre o INEGI e o Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (DEMEGI) da FEUP, com claros reflexos na qualidade do ensino e uma maior aproximação entre docentes e alunos nas actividades de Investigação, Inovação e Desenvolvimento, refere o Professor Augusto Barata da Rocha adiantando, ainda, que tudo será feito para que as obras do novo edifício arranquem ainda este ano. INEGI desenvolve actividades enquanto ONS O Instituto é um Organismo de Normalização Sectorial para a área do Desenho Técnico (CT1) e Elementos de Ligação (CT9). O INEGI, enquanto Organismo de Normalização Sectorial (ONS), tem vindo a desenvolver actividades em duas vertentes específicas: elaboração de versões portuguesas de normas europeias e internacionais nas áreas do desenho técnico e elementos de ligação e formulação de pareceres sobre normas em processo de criação ou revisão nas mesmas áreas. Desde que iniciou a sua actividade como ONS, decorria o ano de 2000, o INEGI já elaborou cerca de 90 versões portuguesas de normas na área de Desenho Técnico que, entretanto, foram publicadas pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ). Paralelamente, na vertente de apoio aos Organismos Internacionais de Normalização, o INEGI tem respondido a todos os pedidos de pareceres destes organismos no âmbito de projectos ou revisão de normas. É uma actividade classificada pelas entidades competentes como sendo de muita relevância e pretende-se manter o nível de desempenho nesta área. Um dos responsáveis pelos trabalhos que o INEGI tem vindo a desenvolver enquanto ONS, Engº. José Sampaio, salienta que os resultados deste trabalho são importantes para as empresas portuguesas porque permite-lhes estarem permanentemente actualizadas quanto à evolução da normalização aplicável ao seu produto, o que significa que estas têm maiores facilidades em acompanhar as novas exigências que vão sendo introduzidas nas áreas em que actuam, acrescenta. A crescente preocupação das empresas portuguesas relativamente à normalização é uma prova que estas têm consciência da sua importância em termos competitivos, factor fundamental para a sua manutenção, inovação e sobrevivência enquanto pólos tecnológicos e produtivos, refere o Engº. José Sampaio. 2

3 Instituto implementa novo serviço GEA O GEA - Gestão de Energia e Ambiente foi lançado, comercialmente, durante o passado mês de Dezembro. Sob o lema Inovar para um futuro responsável, o GEA apresenta-se como um serviço inovador. gea O GEA é um serviço de consultoria da Unidade de Ambiente e Energia (CETERM) do Inegi que, segundo os responsáveis, pretende dar resposta aos mais diversos interesses das empresas industriais, desde o apoio ao cumprimento da legislação vigente até ao desenvolvimento de soluções tecnológicas. Com este novo serviço o INEGI procurará cobrir as áreas de apoio ao cumprimento da legislação, serviços de laboratório, consultoria de sistemas de gestão ambiental, apoio na instalação de sistemas tecnológicos e estudos para eventuais parcerias empresa/inegi a candidaturas a programas de financiamento para projectos tecnológicos ligados à área do ambiente e energia. Até ao momento têm sido efectuados, com êxito, contactos na indústria. O interesse gestão de energia e ambiente INOVAR PARA UM FUTURO RESPONSÁVEL demonstrado pelas empresas revela que o GEA é um serviço inovador e que vai de encontro às necessidades das empresas. Esperemos que a sua implementação seja eficaz e os resultados se coadunem com as nossas expectativas nunca esquecendo, como é óbvio, que em primeiro lugar estão as empresas e a obrigação de oferecermos um serviço eficiente, inovador e com claros resultados positivos para os nossos clientes, garantem os responsáveis pelo GEA. Para além dos quadros do CETERM, o GEA conta ainda com o apoio incondicional de Consultores da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Mais informações através do seguinte contacto de actividades A Mercatura, spin-off do INEGI, desenvolveu novo site e extranet do IVDP. Durante o ano de 2004 o Instituto do Vinho do Porto (IVP) fundiu-se com a Comissão Interprofissional da Região Demarcada do Douro (CIRDD) dando origem ao Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) que, actualmente, é a entidade responsável pela supervisão da viticultura duriense baseada na figura de um instituto público de natureza inter-profissional, cabendo-lhe enquanto IP, a certificação dos vinhos da RDD e a disciplina do sector na função fiscalizadora e sancionatória e, enquanto inter-profissional, as responsabilidades de gestão e coordenação da vitivinicultura duriense, como se pode ler na Missão do IVDP. As mudanças efectuadas, acrescidas de novas responsabilidades anteriormente exercidas pela Casa do Douro, tornaram necessária uma reformulação do site que permitisse incluir todos os conteúdos referentes aos vinhos do Douro. As limitações existentes foram mais que suficientes para que os responsáveis pelo IVDP optassem pela ovo medida acertada, ou seja, a criação de um novo site, adianta Nuno Ramos, um dos responsáveis pela criação do novo site do IVDP. No entanto, essa não foi o único aspecto a ter em consideração. Miguel Fernandes, da equipa da Mercatura, refere o aspecto um pouco clássico do anterior site. Com o novo conseguimos ir de encontro às expectativas da Direcção do IVDP, que passa pela transmissão de uma imagem mais jovem e dinâmica. A proposta da Mercatura acabaria por ser aquela que mais se aproximava das necessidades do IVDP. Os resultados e o trabalho da equipa da Mercatura podem ser consultados em Relativamente às principais particularidades do site, os responsáveis pela sua concepção apontam o design, com uma imagem mais moderna e dinâmica, a facilidade de navegação, mais rápida e acessível, e a interface de gestão do site que permite a qualquer colaborador do IVDP editar, com facilidade, a informação que achar necessária. Mas uma das novidades é a extranet do IVDP, ou seja, a disponibilização para o exterior, via Internet, dos serviços existentes. Isto permite, por exemplo, que os agentes económicos possam preencher electronicamente declarações de consumo e existências que, anteriormente, só existiam em papel. Entretanto, serão disponibilizados mais serviços. 3

4 entrevista Entrevista com Engº José Sampaio A importância da normalização, enquanto factor decisivo na actualização e competitividade das empresas, tem vindo a ser reconhecida pelos empresários portugueses. O INEGI, enquanto Organismo de Normalização Sectorial desenvolve actividades nas áreas do Desenho Técnico e dos Elementos de Ligação Mecânicos. Em conversa com o Engenheiro Sampaio ficamos a saber qual o papel do INEGI enquanto ONS e as vantagens que a normalização traz às empresas. O INEGI desenvolve funções enquanto Organismo de Normalização Sectorial (ONS) em duas áreas diferentes: Desenho Técnico e Elementos de Ligação Mecânicos. Que tipo de actividades isso implica? A actividade do INEGI enquanto Organismo de Normalização Sectorial nas referidas áreas desenvolve-se em duas vertentes principais: (1) elaboração de versões portuguesas de Normas Europeias (EN) e Internacionais (ISO), tendo sido realizadas até à data cerca de 90 versões portuguesas, e (2) acompanhamento da actividade Normativa da Organização Internacional de Normalização (ISO) e do Comité Europeu de Normalização (CEN) através da elaboração de pareceres técnicos, enviados ao IPQ, sobre os novos projectos de normas ISO/DIS e pren. O que levou o INEGI a desenvolver funções nestes domínios? Para dar cumprimento à sua missão de contribuir para o desenvolvimento da indústria nacional colocando, ao serviço do desenvolvimento do país, uma equipa de trabalho com competência reconhecida a nível nacional e internacional. Como resultado do trabalho desta equipa a indústria nacional passa a ter acesso à normalização nestas áreas em língua portuguesa o que facilita imenso a sua adopção e utilização pelos agentes interessados. Por outro lado é uma forma de prestigiar Portugal nas instâncias internacionais através da elaboração dos pareceres técnicos. Finalmente porque através desta actividade o INEGI mantém-se permanentemente actualizado em relação à evolução da normalização nestas áreas. Quais são as grandes vantagens da actividade normativa numa óptica empresarial? As empresas, através da participação activa nas Comissões Técnicas que trabalham os temas que lhes interessam, podem contribuir para a defesa dos seus interesses enquanto agentes que actuam no mercado e por isso têm o seu produto sujeito à normalização aplicável. Por outro lado é uma forma de estarem permanentemente actualizadas quanto à evolução da normalização aplicável ao seu produto podendo assim actuar com alguma antecipação no sentido de acompanhar as novas exigências que vão sendo introduzidas. As empresas portuguesas têm noção da importância da normalização? Concerteza que muitas têm clara noção das vantagens da normalização e a prova disso é a grande adesão por parte das empresas às Comissões Técnicas (CT1 Desenho Técnico e CT9 Elementos de Ligação) dinamizadas pelo INEGI. Outras com reduzido grau de desenvolvimento tecnológico estarão menos conscientes das vantagens da normalização. 4

5 Artigo de opinião do Engº José António Almacinha iniciativas A IMPORTÂNCIA DA NORMALIZAÇÃO NO Engenheiro José António Almacinha, Docente do DEMEGI-FEUP, colaborador do ONS-INEGI e secretário da CT1 e da CT9. PROCESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL No actual processo geral de globalização da economia mundial, a indústria dos países desenvolvidos tem demonstrado uma tendência crescente para concentrar as suas actividades nas fases de concepção e montagem de produtos, contratando no exterior a fabricação dos respectivos componentes. As diferentes actividades produtivas desenvolvem-se num mercado global em que: - as especificações técnicas de produtos, ao nível da concepção, para fins de fabricação e de verificação são de grande importância, em todos os sectores de actividade; - há uma necessidade de compreensão, comunicação e aplicação das Normas, ao nível do mercado global, com vista à eliminação das barreiras técnicas; - a utilização de sistemas CAD, CAM, CAQ, etc. é predominante e as oportunidades de intervenção humana directa nos processos de fabricação são cada vez mais reduzidas; - a utilização de outsourcing, subcontratação e consultoria está em crescimento; - a implementação de Sistemas de gestão da qualidade, em conformidade com as normas da série ISO 9000, é prioritária para todas as indústrias; - a documentação técnica de produtos (nela incluindo os desenhos técnicos) serve de base para a interpretação de contratos; - a intermutabilidade e a qualidade dos elementos de ligação mecânicos são extremamente importantes, numa produção cada vez mais automatizada. Neste contexto, a elaboração de Normas nacionais relativas à definição, especificação e representação gráfica de produtos, baseadas nas correspondentes Normas internacionais (ISO) e europeias (EN) é considerada como um requisito essencial para a obtenção de uma compatibilidade internacional entre as Normas dos diferentes países. No nosso País, sobretudo após a adesão à União Europeia (UE), muitas empresas de sectores diversificados têm vindo a desenvolver esforços significativos para se integrarem neste novo ambiente de intensa concorrência e conquistarem novos mercados. Consciente da importância que a Normalização assume no processo de internacionalização da indústria nacional, o INEGI celebrou, em 1991, um Protocolo de Cooperação no Domínio da Normalização, com o Instituto Português da Qualidade (IPQ), através do qual passou a ser reconhecido como Organismo com funções de Normalização Sectorial (ONS) nos domínios relativos ao Desenho técnico e aos Elementos de ligação mecânicos. Desde então, o ONS-INEGI vem acompanhando a actividade normativa da Organização Internacional de Normalização (ISO) e do Comité Europeu de Normalização (CEN) naqueles domínios, através da elaboração de pareceres, enviados ao IPQ, sobre novos projectos de Normas ISO/DIS e pren e suas implicações com as Normas portuguesas em vigor, nomeadamente, no que respeita às Normas EN que devem ser adoptadas como Normas portuguesas, em resultado da adesão de Portugal à UE. A Comissão técnica CT 1 - Desenho técnico, da qual fazem parte representantes de associações, empresas e organismos diferenciados, foi reactivada pelo ONS-INEGI, em 1998, tendo já analisado e aprovado 89 projectos de versões portuguesas de Normas europeias (NP EN) e de Normas internacionais (NP ISO), elaborados pelo ONS-INEGI. Presentemente, 64 desses documentos normativos foram já editados pelo IPQ como normas portuguesas, estando prevista a elaboração de mais 16 novos projectos de normas NP EN e NP ISO. Por sua vez, a Comissão técnica CT 9 Elementos de ligação mecânicos, constituída também por representantes de diversas entidades, foi reactivada pelo ONS-INEGI, em 2004, estando já prevista a elaboração, pelo ONS-INEGI, de 28 projectos de normas NP EN e NP ISO, que serão posteriormente submetidos, à CT9, para análise e aprovação. Para complementar as actividades descritas, deve assinalar-se que, em Abril de 2004, o ONS-INEGI manifestou, junto do IPQ, disponibilidade para colaborar na elaboração de normas NP EN e NP ISO, no domínio da Especificação geométrica de produtos. Esta manifestação de vontade foi bem acolhida pelo IPQ, que ficou de diligenciar a obtenção da necessária coordenação entre as entidades envolvidas. Com a sua participação na dinamização e difusão da actividade normativa, o INEGI dá mais uma contribuição para o apoio à consolidação do processo de internacionalização da indústria nacional. 5

6 iniciativas INEGI coloca à venda no mercado dois pavilhões industriais Em sequência do financiamento para a construção das novas instalações do Instituto, no Campus da FEUP, a Direcção do INEGI colocou de imediato, à venda, dois dos seus pavilhões industriais situados no Complexo do Barroco, local onde estão localizadas as actuais instalações. 2 2 Com áreas que atingem os 360m e 918m, localização privilegiada dentro do complexo industrial, a venda destes dois pavilhões dá início a uma fase de gestão do processo de transferência de instalações definido pela Direcção do INEGI. O Professor Jorge Lino, Vice-presidente da Direcção do Instituto, adianta que a venda do actual património do INEGI será conduzida de forma equilibrada e, sempre, acompanhando a construção das novas instalações. Colocar estes dois pavilhões à venda é o primeiro passo e, dentro em breve, esperamos colocar outros pavilhões no mercado. Os interessados devem contactar a Direcção do INEGI através do ou do Instituto cria área reservada à PUBLICAÇÃO DE LIVROS TÉCNICOS NA INTERNET Edições INEGI podem ser consultadas e adquiridas on-line através da opção Publicações do site do Instituto. Lognorte - Logística nas empresas da Região Norte ou Tecnologia Mecânica Vol. 1 - Corte em Ferramenta são alguns dos livros que podem ser adquiridos. Está a ser programada, para breve, a edição de novos livros. INTERNACIONALIZAÇÃO O Professor Paulo Tavares de Castro deslocou-se aos Estados Unidos da América, Anaheim LA, entre 12 de 18 de Novembro de 2004, para participar no ASME - American Society of Mechanical Engineers, 2004 Mechanical Engineering Congress and RD&D Expo. Os objectivos da deslocação foram o aumento dos contactos e a participação no MEDH Mechanical Engineering Department Heads Forum. O RisØ National Laboratory de Copenhaga, Dinamarca, foi visitado pelo Professor Pedro Camanho, entre 29 de Novembro e 2 de Dezembro de 2004, no âmbito do Workshop on Fracture Mechanics for Composite Materials, onde viria a fazer uma apresentação sobre o trabalho que tem sido desenvolvido no INEGI na área em questão. Os Professores Augusto Barata da Rocha e Jorge Lino participaram na 12th Scientific Conference on Engineering and Architecture, que decorreu em Cuba, entre 25 de Novembro e 3 de Dezembro de 2004, onde apresentaram um artigo e visitaram o Instituto Superior Politécnico José António Echeverria, ao qual ofereceram diversos livros das edições INEGI e de Professores do DEMEGI. A EUROMOLD 2004, uma das maiores feiras de moldes a nível mundial, que decorreu entre 2 e 5 de Dezembro de 2004, em Frankfurt, Alemanha, foi visitada pelo Engenheiro Bártolo Paiva. O objectivo da visita foi entrar em contacto com a indústria dos moldes e acompanhar a evolução de novas tecnologias. O Professor Carlos Tavares de Pinho deslocou-se ao Rio de Janeiro, Brasil, de 24 de Novembro a 9 de Dezembro de 2004, para participar no ENCIT 2004 Encontro Nacional de Ciências Técnicas onde apresentaria duas comunicações. De 6 a 8 de Dezembro, Singapura acolheu mais uma edição da PFAM Thirteenth Internacional Conference on Processing and Fabrication on Advanced Materials. O Professor Jorge Lino marcou presença na PFAM onde viria a apresentar um artigo sobre o projecto FARAF. Também em Singapura, mas de 13 a 21 de Dezembro de 2004, estiveram os colaboradores Pedro Martins e Carla Roque, do CEMACOM, para participar e apresentar um artigo no ICCM

7 INEGI desenvolve sistema dinâmico de cálculo de necessidades energéticas para aquecimento a ser implementado pelas empresas de distribuição de Gás Natural. Aquecimento O INEGI encontra-se a desenvolver, a pedido da ADENE - Agência para a Energia e da Galp Gás (Distribuição de Gás Natural), um sistema dinâmico de cálculo de necessidades energéticas de aquecimento e Água quente sanitária (AQS). Trata-se de uma ferramenta, baseada em tecnologia WEB, que permite determinar, de forma expedita, as necessidades térmicas de aquecimento, e AQS, de habitações do tipo multi-familiar e/ou uni-familiar. A definição de todo o edifício, ou habitação, assim como o tipo de sistema de aquecimento é intuitivo, e o utilizador tem apenas que optar pelas diferentes soluções alternativas propostas pelo sistema. A ferramenta permite que um utilizador comum, consiga, de forma simples, preencher uma lista de questões com que é confrontado, sempre com opções de múltipla escolha e de fácil identificação. Nesta tarefa, o utilizador é convidado a preencher um conjunto de informação que o leva a uma solução energética final, e provavelmente, mais económica do que a actual. Esta ferramenta pode, no entanto, ser utilizada de forma mais rigorosa, para os casos em que o preenchimento das diferentes questões é efectuado por alguém mais experiente e que consegue identificar os elementos base para uma correcta análise energética. O sistema, para além de fornecer ao utilizador os valores dos consumos energéticos da sua habitação e a estimativa dos custos mensais para aquecimento, permite-lhe ainda comparar o seu actual sistema de aquecimento, com soluções alternativas, em que pode alterar o tipo de caldeira, o tipo de combustível e os níveis de conforto de que pretende usufruir, obtendo como resultado final um conjunto de soluções, que lhe permite identificar qual a mais económica. projectos INEGI E EURISKO AJUDAM A IMPLEMENTAR PLATAFORMA LOGÍSTICA EM CHAVES O estudo de mercado que o INEGI e a EURISKO estão a desenvolver tem como objectivo definir os circuitos de tráfego das mercadorias a movimentar nas plataformas logísticas de Chaves e do Salnés e a inventariação do tipo e características das mercadorias transportadas, assegurando um planeamento eficaz de desenvolvimento regional. Este estudo encontra-se inserido no Programa Comunitário Transfronteiriço INTERREG que prevê para a euroregião Norte de Portugal - Galiza, investimentos na ordem dos 300 milhões de euros e a criação de cerca de 12 mil postos de trabalho. O INEGI, através da Unidade de Mercados e Negócios, participa como parceiro da EURISKO num estudo que tem como finalidade fazer um levantamento das necessidades que a instalação de plataformas logísticas exigem. Com os resultados finais do estudo pretendem-se encontrar as soluções ideais para o bom funcionamento das plataformas logísticas de Chaves e Salnés, rentabilizando ao máximo as suas localizações e criando as condições necessárias que possibilitem a implementação de um mercado conjunto. Para Sílvia Esteves da UMN, o que se pretende com este estudo é torná-lo num projecto inovador, que seja capaz de assegurar um planeamento e desenvolvimento regional e um crescimento económico efectivo. Para que isso seja possível terão que ser desenvolvidas soluções onde a introdução de valor na actividade das empresas deve ser vista como uma prioridade em termos estratégicos, revela esta colaboradora da UMN. Situada perto de um nó do IP3, a sensivelmente oito quilómetros da rede de auto-estradas espanhola, a Plataforma Logística de Chaves terá uma localização geográfica privilegiada, ficando a cerca de duas horas de viagem dos portos de Leixões e Vigo, e cerca de seis horas das cidades de Lisboa, Madrid. Este projecto está integrado no Programa Comunitário Transfronteiriço INTERREG que prevê, para a euroregião Norte de Portugal - Galiza, investimentos na ordem dos 300 milhões de euros. Segundo estudos de âmbito social e económico serão criados cerca de 12 mil postos de trabalho na região. Numa zona em claro desenvolvimento a Plataforma 1 - Parque de actividades 2 - Mercado abastecedor 3 - Plataforma logística Logística de Chaves, a par da sua congénere de Salnés, irá assumir um papel preponderante em termos de distribuição de produtos, com claros benefícios sócioeconómicos, pelo que o seu funcionamento terá que ser o mais eficaz possível. Nesse sentido, o estudo que a EURISKO e o INEGI estão a desenvolver assume real importância, pois permitirá criar as condições necessárias para esse funcionamento eficaz. 7

8 breves INEGI COMEMOROU 19 ANOS DE IDADE Gabinete de Formação Profissional do INEGI d o Entidade forma r a acred i ta d a inofor A Unidade de Formação do INEGI é uma entidade devidamente acreditada pelo INOFOR. Nos últimos meses, foi alvo de uma profunda reestruturação, dando início a uma nova etapa e aposta do Instituto na área da formação. Actualmente, o INEGI realiza acções de formação à medida das empresas, disponibilizando cursos especializados com uma componente no ramo da Engenharia Mecânica e Gestão Industrial muito marcante e que preenchem algumas das insuficiências do mercado, tais como: No passado dia 20 de Janeiro o Instituto celebrou o seu décimo nono aniversário. A Direcção do INEGI, através do seu Presidente, Professor Augusto Barata da Rocha, aproveitou a ocasião para comunicar aos seus colaboradores a aprovação do financiamento para a construção do novo edifício. Notícia essa que seria recebida por todos com enorme satisfação. Como manda a tradição, a cada aniversário o INEGI oferece aos colaboradores que atingem dez anos de dedicação ao Instituto uma lembrança, cabendo a distinção a António Amador (UICI) e Armanda Marques (CETECOFF). Seguiu-se o já habitual cocktail com todos a aproveitarem o momento para conviverem. CURSO DE TRABALHO DE METAIS Coordenador: Professor A. Barata da Rocha 48 horas CURSO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO Coordenador: Professor José Barros Basto 100 horas CURSO DE FORMAÇÃO EM DESENHO DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA Coordenador: Eng. José António Almacinha 16 ou 50 horas DESTINATÁRIOS: Colaboradores ou intervenientes activos na empresa. CURSO DE FORMAÇÃO EM PROTOTIPAGEM RÁPIDA, TECNOLOGIAS DE CONVERSÃO E FABRICO RÁPIDO DE FERRAMENTAS Coordenador: Professor Jorge Lino CURSO DE FORMAÇÃO EM MATERIAIS Coordenador: Professor Jorge Lino LOCAL DE FORMAÇÃO: Empresa 42 horas 138 horas OBJECTIVO: Concepção e produção de conteúdos específicos, em função das necessidades de determinada organização e da população alvo da acção de formação. Trata-se basicamente de cursos com uma parte escolar que assenta numa abordagem teórica inicial dos vários temas, seguida de uma componente teórico-prática. INEGI volta a participar na Mostra da UP e na Semana Aberta da FEUP incluído nas actividades do DEMEGI Se pretender receber o nosso Boletim Informativo, envie a sua solicitação por para: A III edição da Mostra de Ciência, Ensino e Inovação da Universidade do Porto (UP) decorrerá, de 21 a 24 de Abril, no Pavilhão Rosa Mota, à semelhança do que havia sucedido na edição anterior. O INEGI volta a participar na edição deste ano e uma vez mais como Unidade de Investigação procurando, da melhor forma possível, dar a conhecer a sua actividade. Relativamente à Semana Aberta da Faculdade de Engenharia (FEUP), que irá decorrer entre 28 de Fevereiro e 04 de Março, o INEGI mostrou-se, como sempre, receptivo a receber todos os que demonstrarem interesse em visitar os seus laboratórios. Por outro lado, o INEGI colaborará com o Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (DEMEGI) da FEUP fornecendo vários protótipos desenvolvidos pelo Instituto ou em colaboração com o DEMEGI. FICHA TÉCNICA SEDE: RUA DO BARROCO, Nº174, Leça do Balio Tel.: Fax: Site: PROPRIEDADE: INEGI DIRECTOR: ENG. JORGE LINO COORDENAÇÃO E DIRECÇÃO: ENG. JORGE LINO / JORGE BALDAIA EDIÇÃO: INEGI DESIGN: INEGI COMPOSIÇÃO GRÁFICA: ANGELA ANDRADE GESTÃO EDITORIAL: JORGE BALDAIA DISTRIBUIÇÃO: INEGI PERIODICIDADE: TRIMESTRAL TIRAGEM:

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