Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde"

Transcrição

1 Termos de Referência Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Título: Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde Data limite para concorrer: 24 de Julho 2015 Data provável de início da consultoria: 7 de Setembro 2015 Duração da consultoria: 30 dias úteis Local da consultoria: Praia, Cabo Verde Língua exigida: Português 1. Enquadramento A presente consultoria insere-se no quadro do Programa de Apoio à Estratégia Nacional de Criação de Emprego em Cabo Verde PAENCE/CV, implementado através da parceria Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Organização Internacional de Trabalho (OIT) e Ministério da Juventude, Emprego e Desenvolvimento de Recursos Humanos em Cabo Verde. Este programa, iniciado em 2014 e com duração prevista de três anos, tem como objectivos i) disponibilizar análises para definir uma estratégia nacional de criação de emprego, ii) reforçar as capacidades técnicas e funcionais das instituições públicas centrais responsáveis pela formulação, implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação das políticas e dos programas de emprego, iii) fortalecer a prestação de serviços de apoio ao emprego e à inserção profissional pelas instituições públicas descentralizadas, iv) aumentar a capacidade de empregabilidade, tanto do lado da oferta como do lado da procura no mercado de trabalho. Para o ano 2015 o Programa PAENCE/CV estabeleceu com os seus parceiros sociais e Governo de Cabo Verde o compromisso de contribuir para a definição de um Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego. O objectivo último é proporcionar a criação de um sistema eficiente e integrado de informação sobre o emprego, optimizando a utilização estatística de fontes de dados administrativos. Com isto espera-se melhorar a compreensão sobre o mercado de trabalho e facilitar o acesso a informação, com base nos dados reais recolhidos e administrados pelos serviços públicos de emprego nacionais. Espera-se igualmente contribuir para a disponibilização de informações rigorosas em matéria de emprego que apoiem os decisores políticos na orientação e tomada de decisões informadas. Com a coordenação do Instituto Nacional de Estatística, Cabo Verde tem vindo a assegurar de forma regular a produção de estatísticas sobre o emprego, nomeadamente através da administração do Inquérito Multi-Objectivo Contínuo Estatísticas do Emprego e Mercado de Trabalho. No entanto, o país carece ainda de um sistema estruturado e integrado que assegure a gestão contínua dos dados administrativos que são recolhidos por diferentes instituições no sector 1

2 do emprego, tais como a Direcção Geral de Trabalho e Emprego (DGTE), a Inspecção Geral de Trabalho (IGT) e o Instituto Nacional de Providência Social (INPS). A intervenção de cada uma destas diferentes instituições no mercado de trabalho, em execução da respectiva competência, precisa ser (e poderia ser) melhorada em termos de coordenação e partilha de informação, optimizando a sua eficiência e eficácia. Alguns dos indicadores que merecem ser considerados neste trabalho são o número de profissionais declarados por área e sector de actividade, por localização geográfica, sexo e nacionalidade, o número de acidentes de trabalho e a sua distribuição, os salários declarados por área de actividade, sexo e geografia, entre outros. A lei já prevê um serviço produtor de estatística no sector do emprego como parte integrante do Sistema Estatístico Nacional, o qual realiza essa sua competência sob a coordenação especial do INE que deve colaborar com ele na recolha, na compilação e na publicação da informação estatística. 2. Objectivos da consultoria O objectivo geral desta consultoria é elaborar um diagnóstico e recomendações para a implementação de um Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego em Cabo Verde (SITE). Os objectivos específicos são: a. Identificar Sistemas de Informação de Trabalho e Emprego utilizados em contextos congéneres, assim como os principais standards internacionais sobre estes sistemas; b. Proceder ao diagnóstico do SITE em termos de coordenação, produção estatística e análise de dados; c. Sistematizar os indicadores, procedimentos e instrumentos de recolha de informação sobre Trabalho e Emprego actualmente utilizados pelos diferentes organismos nacionais; d. Identificar os principais constrangimentos, desafios e oportunidades para a criação do SITE; e. Propor uma estratégia de melhoria, incluindo instrumentos de recolha de dados e mecanismo de produção de indicadores em adequação com as normas internacionais; f. Propor melhorias nos mecanismos de articulação entre os diferentes organismos para consolidação de informação seguindo uma lógica de harmonização e complementaridade destas intervenções; g. Apresentar um relatório final com propostas concretas e possíveis cenários para a implementação da base de dados do SITE. 3. Descrição sumária das tarefas a desenvolver Tarefa 1. Recolha de dados e análise de informações para o diagnóstico do SITE em termos de coordenação, produção estatística e análise de dados. Inclui a sistematização de informação sobre outros Sistemas de Informação sobre o Trabalho e Emprego, instrumentos de recolha de 2

3 informação e indicadores, utilizados em contextos similares ao Cabo-Verdiano e a sua comparabilidade com a realidade económica e social de Cabo Verde. Deverão considerar-se as orientações e standards internacionais, designadamente os estabelecidos pela Organização Internacional de Trabalho em matéria de Sistemas de Informação de Emprego e indicadores de emprego digno. Deve ser feito ainda o levantamento dos indicadores, procedimentos e instrumentos de recolha de informação sobre Trabalho e Emprego actualmente utilizados pelos diferentes organismos nacionais. Tarefa 2. Consulta de diversos actores-chave em organismos públicos e privados nacionais e dos seus procedimentos e instrumentos de gestão de informação sobre emprego, nomeadamente a Direcção Geral de Trabalho e Emprego (DGTE), a Inspecção Geral de Trabalho (IGT), o Instituto Nacional de Estatística (INE), o IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional), o Instituto Nacional de Providência Social (INPS) e a Direcção Geral da Administração Pública. Serão realizados encontros individuais, sectoriais e colectivos para recolha de informação e apresentação de propostas. Tarefa 3. Elaboração de um relatório final com o diagnóstico para a criação do SITE e recomendações para a sua implementação. O relatório deve incluir considerações e propostas ao nível de: a. Indicadores administrativos do trabalho e emprego a recolher pelos respectivos organismos; b. Proposta de desenvolvimento e/ou reformulação dos instrumentos de recolha dos organismos-chave; c. Recomendações ao nível das responsabilidades de cada organismo em matéria de recolha e produção de informação sobre emprego, considerando a lei do Sistema Estatístico Nacional, o seu mandato, competências e capacidades; d. Mecanismos de comunicação e articulação entre os diferentes organismos para consolidação de informação; e. Orientações concretas, com eventuais cenários alternativos, para a base de dados do SITE, seguindo uma lógica de criação de sinergias e sustentabilidade das soluções. Tarefa 4. Apresentação e discussão dos resultados e propostas da consultoria junto das principais instituições intervenientes e parceiros do projecto PAENCE. 4. Resultados esperados e cronograma a. Entrega e discussão da primeira versão do relatório (até ao 15º dia da consultoria); b. Entrega da versão finalizada do relatório (até 25º dia da consultoria); c. Apresentação dos resultados e propostas da consultoria junto das principais instituições intervenientes e parceiros do projecto PAENCE (até 27º dia da consultoria); d. Retificação e entrega da última versão do relatório, em formato eletrónico (Word) (até 30º dia da consultoria). 3

4 5. Aspectos institucionais e logísticos a. O/a consultor/a irá reportar os desenvolvimentos do trabalho de consultoria, resultados preliminares e finais à Chefe da Unidade de População e Redução da Pobreza do Escritório Comum das Nações Unidas de Cabo Verde. b. É esperado que o/a consultor/a estabeleça contactos institucionais com dirigentes e pessoal técnico do Ministério da Juventude, Emprego e Desenvolvimento de Recursos Humanos de Cabo Verde, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Organização Internacional de Trabalho, Direcção Geral de Trabalho e Emprego, Inspecção Geral de Trabalho, Instituto Nacional de Estatística, Instituto Nacional de Providência Social, Direcção Geral da Administração Pública, Representantes do Sector Privado (Câmaras de Comércio e Associações Comerciais), Representantes dos Trabalhadores (Sindicatos ou Centrais Sindicais), Programa CVE077 da Cooperação Luxemburguesa, entre outras; c. O PNUD irá facultar os contactos e articulação com as instituições que serão consultadas no âmbito desta consultoria, assim como, assegurará o apoio logístico para a organização da sessão de socialização dos resultados finais. 6. Duração do trabalho Este trabalho será executado em 30 dias úteis, com início a 7 de Setembro de 2015 e conclusão a 16 de Outubro de Local de realização A consultoria será desenvolvida em autonomia pelo/a consultor/a, com reuniões regulares com a equipa do projecto e parceiros, na cidade da Praia, Santiago. 8. Competências e experiência requeridas a. Formação de nível equivalente a licenciatura ou superior, na área de Gestão de Sistemas e Informação, Estatística ou outra área relevante; b. Pelo menos 5 anos de experiência de planeamento para a implementação de sistemas de informação, preferencialmente junto de serviços da administração pública, nas áreas do trabalho e emprego; c. Experiência na elaboração e implementação de sistemas de informação, preferencialmente no sector do trabalho e emprego; d. Boas competências interpessoais e capacidade para mediar grupos de discussão; e. Excelente conhecimento de Português falado e escrito. f. Preferência por consultores nacionais, embora consultores internacionais serão igualmente considerados caso não existam candidaturas nacionais que preencham os requisitos. 4

5 9. Candidaturas As candidaturas deverão ser enviadas até ao dia 24 de Julho de 2015, 16H00 (hora de Cabo Verde) para com referência Consultoria para o planeamento do Sistema de Informação sobre Trabalho e Emprego de Cabo Verde e incluindo os seguintes elementos: Carta de confirmação de interesse e disponibilidade (anexo); Currículo pessoal e formulário P11 (anexo), indicando experiência profissional prévia em funções similares, qualificações académicas, contactos pessoais e três referências profissionais; Proposta técnica, incluindo metodologia e cronograma; Proposta financeira, incluindo todos os custos para a realização do trabalho. 10. Critérios de avaliação: Qualificação académica (5 pontos); Experiência no domínio do planeamento para a implementação de sistemas de informação (15 pontos); Experiência na elaboração de trabalhos semelhantes no sector do trabalho e emprego (10 pontos). Qualidade da proposta técnica (40 pontos), sendo: Adequação da proposta com os Termos de Referência (10 pontos); Abordagem metodológica, incluindo o plano de trabalho (30 pontos). Proposta Financeira - 30 pontos Propostas não identificadas correctamente e os dossiers incompletos serão excluídos. Serão contactados apenas os(as) candidatos(as) pré-seleccionados(as). 11. Modalidades de pagamento O pagamento será efectuado da seguinte forma: 20% com a assinatura do contrato, até dia 7 de Setembro de 2015; 30% após a entrega da primeira versão do relatório, até dia 28 de Setembro de 2015; 30% após a entrega da versão finalizada do relatório, até dia 5 Outubro de 2015; 20% após eventuais reformulações e aprovação do relatório, até dia 19 de Outubro de Esclarecimentos adicionais poderão ser colocados junto da coordenadora do projecto, Sofia Maia, (+238)

Consultoria para planeamento do processo de regulação das profissões no sector de Hotelaria, Restauração e Turismo

Consultoria para planeamento do processo de regulação das profissões no sector de Hotelaria, Restauração e Turismo Termos de Referência Consultoria para planeamento do processo de regulação das profissões no sector de Hotelaria, Restauração e Turismo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Tipo de

Leia mais

Escritório comum do PNUD, UNFPA e UNICEF em Cabo Verde

Escritório comum do PNUD, UNFPA e UNICEF em Cabo Verde Termos de Referência Consultoria Internacional Recrutamento de uma equipa para a elaboração dos referenciais e instrumentos de operacionalização do Sistema de Reconhecimento, Validação e Certificação de

Leia mais

PROPOSTA. Termos de Referência

PROPOSTA. Termos de Referência lierpw ~Nulo do f ~ioga llamado Pranwenel PROPOSTA Termos de Referência Título: Revisão e Actualização do Manual do Formador da formação Pedagógica de Formadores Data limite para apresentação da proposta

Leia mais

Grupo de Trabalho sobre Estatísticas do Trabalho, Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais alínea b) Relatório de Actividade

Grupo de Trabalho sobre Estatísticas do Trabalho, Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais alínea b) Relatório de Actividade DOCT/1608/CSE/DSFA Grupo de Trabalho sobre Estatísticas do Trabalho, Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais alínea b) Relatório de Actividade 1. Introdução A Secção Permanente de Estatísticas Demográficas

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições ISHST - Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Criado em 2004, pelo Decreto-lei n.º 171, de 17 de Julho, o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), I. P., é o organismo

Leia mais

Qualificador Profissional Comum de Técnicos, Operários e Empregados

Qualificador Profissional Comum de Técnicos, Operários e Empregados Qualificador Profissional Comum de Técnicos, Operários e Empregados Junho de 2015 1 1. Introdução As qualificações profissionais reconhecidas aos trabalhadores são registadas em carteira profissional (artigo

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL 1. CONTEXTO E JUSTIFICAÇÃO A informação sanitária tem uma importância crucial

Leia mais

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo

Leia mais

ANÚNCIO DE CONCURSO. Recrutamento do Candidato de Cabo Verde/ CEDEAO para o Conselho da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI)

ANÚNCIO DE CONCURSO. Recrutamento do Candidato de Cabo Verde/ CEDEAO para o Conselho da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) ANÚNCIO DE CONCURSO Recrutamento do Candidato de Cabo Verde/ CEDEAO para o Conselho da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) O presente anúncio tem por objectivo selecionar um candidato de

Leia mais

Plano de Intervenção Avaliadores

Plano de Intervenção Avaliadores Plano de Intervenção Avaliadores Apresentam-se algumas especificidades do processo SIADAP 2012 visando o esclarecimento da abordagem a prosseguir pelos Avaliadores. Para obter esclarecimentos adicionais

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ENQUADRAMENTO NA ORGANIZAÇÃO/EMPRESA OBJECTIVO

Leia mais

ANEXO IV MAPA DE INICIATIVAS / ACÇÕES

ANEXO IV MAPA DE INICIATIVAS / ACÇÕES MAPA DE S / 01. Dotar os responsáveis pela gestão escolar de formação técnica em Balanced Scorecard; 01.1. Dotar os Orgãos de Gestão de formação em BSC. Acção 1. Sensibilizar os órgãos de gestão para a

Leia mais

Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio

Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio Havendo a necessidade de dar cumprimento ao estatuído no ponto único, artigo 5º do Capítulo V e no nº, artigo.º do Capítulo IV do Decreto- Lei nº 7/97, de 1 de

Leia mais

ESTRUTURA DE TERMOS DE REFERÊNCIA

ESTRUTURA DE TERMOS DE REFERÊNCIA ESTRUTURA DE TERMOS DE REFERÊNCIA 2014 FICHA TÉCNICA Título: Estrutura de Termos de Referência Edição: Gabinete de Avaliação e Auditoria Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. Ministério dos

Leia mais

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5 A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial

Leia mais

BANCO DE CABO VERDE ANÚNCIO DE CONCURSO. 1. Enquadramento

BANCO DE CABO VERDE ANÚNCIO DE CONCURSO. 1. Enquadramento ANÚNCIO DE CONCURSO 1. Enquadramento Pretende o Banco de Cabo Verde (BCV) recrutar Técnico Superior para o Departamento de Supervisão das Instituições Financeiras (DSF). 2. Conteúdo da Função Esta Função

Leia mais

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho.

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho. A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de olhar criticamente para si mesma com a finalidade de melhorar o seu desempenho. Finalidades Identificar pontos fortes e fracos e oportunidades de

Leia mais

Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas

Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas Normas Internas de Gestão das Avaliações Externas Maio de 2006 Índice 1 Enquadramento Institucional da Avaliação... 2 2 Gestão da Avaliação... 3 2.1 Introdução... 3 2.2 O Processo de Gestão de Avaliações...

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais. Preâmbulo. Artigo 1º - Objeto. Artigo 2º - Competências Gerais do Serviço de Relações Externas

Capítulo I Disposições Gerais. Preâmbulo. Artigo 1º - Objeto. Artigo 2º - Competências Gerais do Serviço de Relações Externas Capítulo I Disposições Gerais Preâmbulo De acordo com os estatutos do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e tal como referenciado no nº5 do Artigo 82º, os Serviços de Relações Externas, doravante designados

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. A Inspeção-Geral da Defesa Nacional prossegue as seguintes atribuições:

CARTA DE MISSÃO. A Inspeção-Geral da Defesa Nacional prossegue as seguintes atribuições: CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Inspetor-Geral da Inspeção-Geral da Defesa Nacional Cargo: Inspetor-Geral da Inspeção-Geral da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições e competências

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde MISSÃO DO Definir, organizar, coordenar, participar e avaliar as atividades e o funcionamento de um Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença

Leia mais

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade

Leia mais

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio)

Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DE QUALIDADE E AMBIENTE DE ACORDO COM OS REFERENCIAIS NORMATIVOS

Leia mais

INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS

INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS INSTITUTO DE FORMAÇÃO PARA O COMÉRCIO, TURISMO E SERVIÇOS ACTO FUNDACIONAL Acordo entre a: Associação Comercial de Braga Comércio, Turismo e Serviços; Casa Santos de Vila Verde; Instituto de Negociação

Leia mais

LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA A AUDITORIA INTERNA

LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA A AUDITORIA INTERNA LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA A AUDITORIA INTERNA Ficha técnica Título: Linhas de Orientação para a Auditoria Interna Edição: Gabinete de Avaliação e Auditoria Camões, Instituto da Cooperação e da Língua,

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais

Capítulo I Disposições Gerais Preâmbulo Competindo ao Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV), conforme art. 21º do Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, a promoção, coordenação e qualificação do voluntariado,

Leia mais

REGULAMENTO DA PLATAFORMA SUPRACONCELHIA DA BEIRA INTERIOR NORTE

REGULAMENTO DA PLATAFORMA SUPRACONCELHIA DA BEIRA INTERIOR NORTE REGULAMENTO DA PLATAFORMA SUPRACONCELHIA DA BEIRA INTERIOR NORTE O presente regulamento destina-se a dar a conhecer os princípios a que obedecem a organização e a articulação da Rede Social ao nível supraconcelhio,

Leia mais

Programa CVE/077 Programa de Assistência Técnica à Governação da Política Integrada de Educação- Formação-Emprego (PAGPI-EFE)

Programa CVE/077 Programa de Assistência Técnica à Governação da Política Integrada de Educação- Formação-Emprego (PAGPI-EFE) Programa CVE/077 Programa de Assistência Técnica à Governação da Política Integrada de Educação- Formação-Emprego (PAGPI-EFE) Termos de Referência para a contratação de um Assistente Administrativo Assistência

Leia mais

O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário

O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário -Sumário O Fluxo dos Óleos Usados enquadramento nacional e comunitário 1.ª Convenção SOGILUB Porque o Óleo tem mais Vidas Enquadramento legal Comunitário nacional Mário Grácio 9 de Novembro de 2010 O sector

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada Correio(s) electrónico(s) Maria Neves Rua do Passal, Nº 46, 1º D, 9500-096 Ponta Delgada Telemóvel 936602762 / 926592751

Leia mais

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal

PROTOCOLO. Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal PROTOCOLO Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Setúbal Preâmbulo A criação da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo (ENIPSA) 2009-2015 decorreu fundamentalmente da necessidade

Leia mais

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Visão: Objectivos Estratégicos (OE): OE 1. Fomentar o desenvolvimento da competência científica e tecnológica

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro Comissão Executiva da Especialização em Engenharia de Segurança ORDEM DO 16 de Dezembro, 2015 ESTRATÉGIA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 2015-2020 - Por um trabalho seguro, saudável e produtivo

Leia mais

TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO: MATRIZ REFERENCIAL DE ANÁLISE

TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO: MATRIZ REFERENCIAL DE ANÁLISE .2 - CURSOS PROFISSIONAIS Qualidade e nível de sucesso escolar e profissional das formações realizadas na escola... Níveis de sucesso escolar e de empregabilidade do Curso... Taxa de Conclusão Elevada

Leia mais

Programa BIP/ZIP de Lisboa

Programa BIP/ZIP de Lisboa Programa BIP/ZIP de Lisboa Objectivos e âmbito O Programa BIP-ZIP Bairros e Zonas de Intervenção prioritária de Lisboa é criado pela Câmara Municipal de Lisboa, no quadro do Programa Local de Habitação

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO, ACÇÃO SOCIAL E DEFESA DO AMBIENTE. Ofertas de Emprego

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO, ACÇÃO SOCIAL E DEFESA DO AMBIENTE. Ofertas de Emprego Ofertas de Emprego Director do Controlo de Qualidade (M/F) Campo Maior Freguesia de S. João Baptista Habilitações: Licenciatura Horário: Diurno (8H 17H) Função: Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade,

Leia mais

Câmara Municipal de Palmela. O Município de Palmela e a Cooperação com Cabo Verde

Câmara Municipal de Palmela. O Município de Palmela e a Cooperação com Cabo Verde Câmara Municipal de Palmela O Município de Palmela e a Cooperação com Cabo Verde IV Xornadas Anuais de Cooperação Galiza 29 Novembro 2007 Palmela e a Cooperação Internacional ACORDOS COOPERAÇÃO ACORDOS

Leia mais

Regulamento. Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII)

Regulamento. Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII) Regulamento Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII) Regulamento Modelo de Intervenção Integrada Nota justificativa O Modelo de Intervenção Integrada surge no âmbito da Rede Social,

Leia mais

Enquadramento institucional da actividade do Governo em matéria de Sociedade da Informação

Enquadramento institucional da actividade do Governo em matéria de Sociedade da Informação Enquadramento institucional da actividade do Governo em matéria de Sociedade da Informação Pela Resolução do Conselho de Ministros nº 16/96 (2ª série), de 21 de Março foi criada a Equipa de Missão para

Leia mais

PEDIDOS DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO

PEDIDOS DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO PEDIDOS DE PARECER PRÉVIO VINCULATIVO 1 1. Obrigatoriedade de Parecer Prévio Vinculativo Em conformidade com o previsto na alínea f, do ponto 2, do art.º 3.º, do Decreto-Lei n.º 21/2012, de 30 de janeiro,

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE ------ MINISTÉRIO DA TERRA, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO RURAL DIRECÇÃO NACIONAL DO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A REALIZAÇÃO DO INVENTÁRIO

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA

PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA PLANO DE ACÇÃO EFICÁCIA DA AJUDA (DE PARIS A ACRA) SUMÁRIO SUMÁRIO DO PLANO DE ACÇÃO Serve o presente Sumário para destacar as principais acções a empreender pela Cooperação Portuguesa até 2011 (IV Fórum

Leia mais

Termos de Referência Tutoria em gestão técnica e financeira, monitoria e avaliação dos projetos de soberania alimentar

Termos de Referência Tutoria em gestão técnica e financeira, monitoria e avaliação dos projetos de soberania alimentar Termos de Referência Tutoria em gestão técnica e financeira, monitoria e avaliação dos projetos de soberania alimentar PROJETO: UE - ACTIVA Eixo de Governação Territorial: REGIÕES: Bafatá, Quinara e Tombali

Leia mais

Instituto Politécnico da Guarda Escola Superior de Turismo e Hotelaria. Regulamento de Estágios CURSO DE GESTÃO HOTELEIRA REGULAMENTO

Instituto Politécnico da Guarda Escola Superior de Turismo e Hotelaria. Regulamento de Estágios CURSO DE GESTÃO HOTELEIRA REGULAMENTO Instituto Politécnico da Guarda Escola Superior de Turismo e Hotelaria Regulamento de Estágios CURSO DE GESTÃO HOTELEIRA REGULAMENTO OBJECTIVOS DO ESTÁGIO CURRICULAR Os Estágios do Plano Curricular da

Leia mais

Exmos Senhores Ministros Exmos Senhores Secretários de Estado Minhas Senhoras e meus Senhores

Exmos Senhores Ministros Exmos Senhores Secretários de Estado Minhas Senhoras e meus Senhores Intervenção do Governador do Banco de Portugal na apresentação pública do projecto de Informação Empresarial Simplificada Lisboa, 30 de Abril de 2007 Exmos Senhores Ministros Exmos Senhores Secretários

Leia mais

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 ÍNDICE Introdução Enquadramento 1 Estrutura e Organização Interna 2

Leia mais

Orientações para a preparação de propostas: partilha de boas práticas e casos de sucesso da participação nacional

Orientações para a preparação de propostas: partilha de boas práticas e casos de sucesso da participação nacional Orientações para a preparação de propostas: partilha de boas práticas e casos de sucesso da participação nacional Grupo Vivapower Self Energy Neuza Rosa 10 Setembro 2015 Laboratório Nacional de Engenharia

Leia mais

(../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público. Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx)

(../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público. Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx) Ana Sofia dos Santos Pimenta Pereira (../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P. Sair Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx)

Leia mais

(../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público. Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx)

(../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público. Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx) Ana Sofia dos Santos Pimenta Pereira (../../Default.aspx) Bolsa de Emprego Público Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P. Sair Área do Organismo(https://www.bep.gov.pt/Pages/Areas/AreaOrganismo.aspx)

Leia mais

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma

Leia mais

CONSULTORIA PARA AUSCULTAÇÃO SOBRE A FORMALIZAÇÃO DO ROSC E ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO ROSC PARA O PERÍODO 2012-2015 TERMOS DE REFERÊNCIA

CONSULTORIA PARA AUSCULTAÇÃO SOBRE A FORMALIZAÇÃO DO ROSC E ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO ROSC PARA O PERÍODO 2012-2015 TERMOS DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA AUSCULTAÇÃO SOBRE A FORMALIZAÇÃO DO ROSC E ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DO ROSC PARA O PERÍODO 2012-2015 TERMOS DE REFERÊNCIA 1. Âmbito da Consultoria No âmbito das actividades realizadas

Leia mais

Modelo de autoavaliação da ESARS

Modelo de autoavaliação da ESARS 2014-2017 Modelo de autoavaliação da ESARS Observatório da Qualidade Índice Introdução 2 Enquadramento 3 Trabalho desenvolvido no ano letivo 2013-2014 e 2014-2015 4 Missão e Finalidades 6 Princípios Orientadores

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

META 2017 Tolerância Valor crítico PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 80% 80% 80% 10% 100% 20% 90% 90% 90% 0% 100% 50%

META 2017 Tolerância Valor crítico PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 80% 80% 80% 10% 100% 20% 90% 90% 90% 0% 100% 50% ANO: 2017 Ministério da Justiça Direção-Geral da Política de Justiça MISSÃO: A DGPJ tem por missão prestar apoio técnico, acompanhar e monitorizar políticas, organizar e fomentar o recurso aos tribunais

Leia mais

Câmara Municipal de Elvas. Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Elvas

Câmara Municipal de Elvas. Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Elvas Câmara Municipal de Elvas Plano de Acção 2007 Julho de 2006 Conselho Local de Acção Social de Elvas PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social PLANO DE ACÇÃO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIA E AVALIAÇÃO

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO PARA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIA E AVALIAÇÃO AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 700 Cables: OAU, ADDIS ABAB TERCEIRA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DA CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO

Leia mais

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde MISSÃO DO ORGANISMO: Definir, organizar, coordenar, participar e avaliar as atividades e o funcionamento de um Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas

Leia mais

DESPACHO. ASSUNTO: Regulamento de Candidatura - Programa Leonardo Da Vinci para diplomados ESTeSL

DESPACHO. ASSUNTO: Regulamento de Candidatura - Programa Leonardo Da Vinci para diplomados ESTeSL DESPACHO N.º 29/2013 Data: 2013/06/21 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e não Docente ASSUNTO: Regulamento de Candidatura - Programa Leonardo Da Vinci para diplomados ESTeSL 2012-2014. No

Leia mais

Caracterização. Serve de base à preparação dos planos, das intervenções e do complemento de programação, nos quais está integrada.

Caracterização. Serve de base à preparação dos planos, das intervenções e do complemento de programação, nos quais está integrada. 6. AVALIAÇÃO Quadro regulamentar da avaliação do QCAIII De acordo com o Regulamento (CE) n.º 1260/1999 do Conselho, de 21 de Junho de 1999, que estabelece disposições gerais sobre os Fundos estruturais,

Leia mais

Anexo II. Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA

Anexo II. Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA Anexo II Contrato de Participação no Projecto RED-GENERA Em XXXXX a de XXXXXX de 2010 Entre (Designação social da empresa/nome e apelidos) (sede, matricula no registo comercial, NIPC/NIF, Capital Social),

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016

AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016 AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016 I - Enquadramento legal Definição do âmbito da Autoavaliação do AEFS Decreto-Lei n.º 137/2012 de 2 de julho (alteração

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Comissões de Controlo de Infecção Nº: 18/DSQC/DSC DATA: 15/10/07 Para: Contacto na DGS: Todas as Unidades de Saúde Direcção de Serviços da Qualidade Clínica, Divisão da Segurança Clínica NORMA

Leia mais

Área de Intervenção. - Região Norte Porto e Vila Real. - Região Centro Coimbra e Castelo Branco. - Região Alentejo Évora e Beja

Área de Intervenção. - Região Norte Porto e Vila Real. - Região Centro Coimbra e Castelo Branco. - Região Alentejo Évora e Beja Área de Intervenção - Região Norte Porto e Vila Real - Região Centro Coimbra e Castelo Branco - Região Alentejo Évora e Beja Pertinência O Contexto -Factores Motivacionais: relacionados com a própria filosofia

Leia mais

República de Angola MINISTÉRIO DO AMBIENTE Gabinete de Alterações Climáticas TERMO DE REFERÊNCIA

República de Angola MINISTÉRIO DO AMBIENTE Gabinete de Alterações Climáticas TERMO DE REFERÊNCIA República de Angola MINISTÉRIO DO AMBIENTE Gabinete de Alterações Climáticas TERMO DE REFERÊNCIA ESPECIALISTA EM GÉNERO PARA CRIAÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA E PLANO DE MONITORIA E AVALIAÇÃO PARA O PROJECTO CARVÃO

Leia mais

Plano de Melhoria 2016/2019

Plano de Melhoria 2016/2019 Plano de Melhoria 20162019 Outubro 2016 20162017 Índice INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVO... 4 ÁREAS DE MELHORIA... 4 IMPLEMENTAÇÃO E MONITORIZAÇÃO... 5 PLANO DE MELHORIA... 6 CONCLUSÃO... 18 ANEXOS... 19 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

COMUNIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA AUSTRAL FUNDO EUROPEU DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL.

COMUNIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA AUSTRAL FUNDO EUROPEU DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL. COMUNIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁFRICA AUSTRAL FUNDO EUROPEU DE DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL Contexto A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral

Leia mais

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto na educação pré-escolar

INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO. Concurso para apoio a iniciativas-piloto na educação pré-escolar INICIATIVAS GULBENKIAN PARA A INOVAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO Concurso para apoio a iniciativas-piloto na educação pré-escolar Nota: Este concurso decorre em duas etapas. ENQUADRAMENTO A Fundação Calouste

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO ESTATAL E FUNÇÃO PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO AUTÁRQUICO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO ESTATAL E FUNÇÃO PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO AUTÁRQUICO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO ESTATAL E FUNÇÃO PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO AUTÁRQUICO TERMOS DE REFERÊNCIA SOBRE A CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PARA A ELABORAÇÃO DO ESTUDO

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO

CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO CRIAÇÃO DO OBSERVATÓRIO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS DA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA E ADOPÇÃO DO RESPECTIVO REGULAMENTO Os Ministros responsáveis pela segurança da Comunidade de Países de Língua

Leia mais

nº de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) em projeto piloto 1-100,0

nº de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTSP) em projeto piloto 1-100,0 QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2014 Ministério da Educação e Ciência Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) MISSÃO: A qualificação de alto nível dos cidadãos, a produção e difusão do

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA SUGERIDO PESQUISA DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - STALLINGS

INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA SUGERIDO PESQUISA DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - STALLINGS INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA SUGERIDO PESQUISA DE OBSERVAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - STALLINGS Objetivos Gerais do Trabalho Contratação de empresa especializada para realizar a Pesquisa

Leia mais

POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A.

POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. Aprovado em 27 de Julho de 2017 1. Enquadramento A EDP Energias

Leia mais

Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017

Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017 Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017 Bolsa asppa+: Suporte financeiro a um Português que, durante um período limitado de tempo, desenvolva um projecto profissional numa empresa ou Instituição alemã,

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA. Apoio à Livre Circulação das Pessoas e Migração na África Ocidental:

TERMOS DE REFERÊNCIA. Apoio à Livre Circulação das Pessoas e Migração na África Ocidental: TERMOS DE REFERÊNCIA Apoio à Livre Circulação das Pessoas e Migração na África Ocidental: Consultoria para a elaboração de um perfil migratório nacional e a facilitação de um seminário sobre sobre a migração

Leia mais

Documento de Referência 2

Documento de Referência 2 Reunião do Grupo de Trabalho sobre o Estabelecimento de um Comité de Conservadores Gerais Africanos 17 29 de Outubro de 2017 Victoria Fall, Zimbabwe EA20873 13/13/22/10 Documento de Referência 2 Estabelecimento

Leia mais

Termos de Referencia para Assessor Sénior da ANAC ASSESSOR SÉNIOR PARA DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

Termos de Referencia para Assessor Sénior da ANAC ASSESSOR SÉNIOR PARA DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Termos de Referencia para Assessor Sénior da ANAC Titulo da Posição: Período de desempenho: ABRIL A SETEMBRO DE 2014 Dias de trabalho: 110 DIAS EQUIVALENTE A 5 MESES RENOVÁVEIS Nome do consultor: PD ASSESSOR

Leia mais

Artigo 1º Do Objecto

Artigo 1º Do Objecto ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI Normas Regulamentares das Unidades Curriculares que integram a Profissional (IPP) da Licenciatura em Educação Básica Preâmbulo As alterações legislativas

Leia mais

Instituições Superiores de Controlo Enquadramento para a Medição do Desempenho

Instituições Superiores de Controlo Enquadramento para a Medição do Desempenho Instituições Superiores de Controlo Enquadramento para a Medição do Desempenho CHECKLIST DA GARANTIA DA QUALIDADE DOS TERMOS DE REFERÊNCIA Versão Preliminar 1.1 Outubro 2014 Secretariado de Doadores INTOSAI

Leia mais

Seleção de Serviços. https://docs.google.com/forms/d/1wimsrs5a6pxvmpspl59vkfx_zkvlcmgibvp_exbv5i4/viewfor m?edit_requested=true

Seleção de Serviços. https://docs.google.com/forms/d/1wimsrs5a6pxvmpspl59vkfx_zkvlcmgibvp_exbv5i4/viewfor m?edit_requested=true Seleção de Serviços Consultoria sobre a verificação dos mecanismos de controle interno e social da atividade de política comunitária nos territórios-alvo do Programa de Oportunidades e Direitos no Estado

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

Avaliação do projecto de cooperação da Faculdade de Direito de Bissau. Sumário de Avaliação ::

Avaliação do projecto de cooperação da Faculdade de Direito de Bissau. Sumário de Avaliação :: Avaliação do projecto de cooperação da Faculdade de Direito Sumário de Avaliação :: Enquadramento > O Projecto da FDB nasceu da vontade expressa pela República da Guiné-Bissau de reactivar a Escola de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079)

TERMO DE REFERÊNCIA. Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079) TERMO DE REFERÊNCIA Título do Projeto Designação: Unidade executora: Tipo de Contrato: Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079) Consultora/Consultor ONU-HABITAT /ROLAC

Leia mais

GABINETE DE RELAÇÕES EXTERNAS. Preâmbulo

GABINETE DE RELAÇÕES EXTERNAS. Preâmbulo GABINETE DE RELAÇÕES EXTERNAS Preâmbulo A Ordem dos Engenheiros, enquanto associação representativa dos Engenheiros portugueses, deve assumir, de forma proactiva, a projecção institucional da sua missão,

Leia mais

Monitorização e Reporte (M&R) Objectivos, Processo e Metas

Monitorização e Reporte (M&R) Objectivos, Processo e Metas Monitorização e Reporte (M&R) Objectivos, Processo e Metas Alexandra Fonseca, Ana Luisa Gomes, Ana Sofia Santos, Danilo Furtado, Henrique Silva, Rui Reis Instituto Geográfico Português Tópicos Objectivos

Leia mais

REGRAS E ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE SELECÇÃO E RECRUTAMENTO DOS ESTAGIÁRIOS NO ÃMBITO DA 1ª EDIÇÃO DO PEPAL

REGRAS E ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE SELECÇÃO E RECRUTAMENTO DOS ESTAGIÁRIOS NO ÃMBITO DA 1ª EDIÇÃO DO PEPAL REGRAS E ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE SELECÇÃO E RECRUTAMENTO DOS ESTAGIÁRIOS NO ÃMBITO DA 1ª EDIÇÃO DO PEPAL 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Decreto-lei n.º 326/99, de 18 de Agosto Institui o Programa de Estágios

Leia mais

Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica (Microdados) DI - Serviço Difusão

Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica (Microdados) DI - Serviço Difusão Acesso à informação estatística oficial para fins de investigação científica (Microdados) DI - Serviço Difusão A comunidade académica apresenta necessidades especiais de informação estatística, nomeadamente

Leia mais

Protocolo de Parceria

Protocolo de Parceria Protocolo de Parceria O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICAS (INE), órgão executivo central de produção e difusão das estatísticas oficiais no âmbito do Sistema Estatístico Nacional, sedeado Avenida Cidade

Leia mais

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social EMISSÃO DE PARECERES TÉCNICOS Aprovado em Reunião do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Maio de 6 Critérios de avaliação para emissão de pareceres Para que se conheça em CLAS, o posicionamento dos

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE CERVEIRA. Plano de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE CERVEIRA. Plano de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA NOVA DE CERVEIRA Plano de Melhoria Avaliação Externa de Escolas 2012-2013 Índice I. Resumo... 2 Objetivo Introdução Ponto de partida II. Áreas de intervenção... 4 A1 - O

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Soure

Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Soure / Ano 1 ÍNDICE 1 - Introdução 3 Pág. 2- Plano de Acção dos Projectos Estruturantes Transversais do Concelho de 4 2.1. Projecto Estruturante Apoio na Dependência 5 2.2. Projecto Estruturante Criar para

Leia mais

AUDITORIA ESTATÍSTICA: A experiência do Banco de Portugal

AUDITORIA ESTATÍSTICA: A experiência do Banco de Portugal AUDITORIA ESTATÍSTICA: A experiência do Banco de Portugal António Agostinho Departamento de Estatística Núcleo de Auditoria Estatística Início da actividade O Núcleo de Auditoria Estatística (NAE) foi

Leia mais

RECOMENDAÇÕES INTERNACIONAIS SOBRE PRINCÍPIOS DAS ESTATÍSTICAS OFICIAIS

RECOMENDAÇÕES INTERNACIONAIS SOBRE PRINCÍPIOS DAS ESTATÍSTICAS OFICIAIS RECOMENDAÇÕES INTERNACIONAIS SOBRE PRINCÍPIOS DAS ESTATÍSTICAS OFICIAIS Adrião Simões Ferreira da Cunha * Pelo seu interesse como quadro de referência para a engenharia dos Sistemas Estatísticos Nacionais,

Leia mais

Plano Diretor de Estatísticas do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (Moçambique )

Plano Diretor de Estatísticas do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (Moçambique ) Plano Diretor de Estatísticas do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (Moçambique ) ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO 1. O MOPHRH 2. PLANO DIRECTOR DE ESTATÍSTICA (PDE) - Equipa - Definição,

Leia mais

DESCRIÇÃO DE TAREFAS. Posição: Oficial de projecto Localização: Nampula. Departmento: Técnico Contrato: 1 ano Role type: Nacional Grade: 6

DESCRIÇÃO DE TAREFAS. Posição: Oficial de projecto Localização: Nampula. Departmento: Técnico Contrato: 1 ano Role type: Nacional Grade: 6 DESCRIÇÃO DE TAREFAS Posição: Oficial de projecto Localização: Nampula Departmento: Técnico Contrato: 1 ano Role type: Nacional Grade: 6 Viajem: 70% dentro de Moçambique e da província Child safeguarding

Leia mais

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Securitas Portugal O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Agosto de 2016 1 O Sistema de Gestão da Responsabilidade Social A SECURITAS desenvolveu e implementou um Sistema de Gestão de aspetos de

Leia mais

Regulamento do Programa AlumnISA Mentoring

Regulamento do Programa AlumnISA Mentoring Regulamento do Programa AlumnISA Mentoring Capítulo I Definição, âmbito e objectivos Artigo 1º Definição 1. O Programa de Mentoring consiste num programa de interligação do ISA com o mundo profissional

Leia mais