Regulamento específico Assistência Técnica FEDER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento específico Assistência Técnica FEDER"

Transcrição

1 Regulamento específico Assistência Técnica FEDER Capítulo I Âmbito Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define o regime de acesso aos apoios concedidos pelo Programa Operacional de Assistência Técnica FEDER (POAT FEDER) no âmbito da tipologia de intervenção Assistência Técnica, relativamente às operações financiadas pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Artigo 2.º Aplicação territorial O âmbito territorial de aplicação do presente regulamento corresponde a todo o território nacional. Artigo 3.º Objectivos A tipologia de intervenção abrangida pelo presente regulamento tem como objectivo propiciar as condições necessárias para a concretização da estratégia definida no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), assegurando a coordenação e monitorização estratégica do QREN, a coordenação e monitorização financeira, a auditoria e o controlo do FEDER e do Fundo de Coesão, bem como a realização de acções transversais aos programas operacionais (PO). Artigo 4.º Tipologia de operações 1. São elegíveis as seguintes tipologias de operações: a) Actividades necessárias ao funcionamento dos sistemas e estruturas de monitorização estratégica do QREN; b) Actividades necessárias ao exercício das funções de coordenação, gestão, monitorização operacional, física e financeira, certificação e pagamento do FEDER e do Fundo de Coesão; c) Actividades necessárias ao funcionamento dos sistemas e estruturas respeitantes à auditoria e controlo do FEDER e do Fundo de Coesão; d) Actividades necessárias à criação e desenvolvimento de um sistema de avaliação do QREN, do FEDER e do Fundo de Coesão e dos PO; e) Actividades necessárias à criação e implementação da estratégia global de comunicação do QREN, do FEDER e do Fundo de Coesão e dos PO, incluindo estudos, projectos e acções 1

2 de promoção, publicidade e divulgação do QREN, do FEDER e do Fundo de Coesão e do POAT FEDER; f) Criação e organização das infra-estruturas físicas, funcionais e técnicas de suporte à coordenação, gestão, monitorização operacional, física e financeira e ao exercício das funções de certificação, pagamento, controlo e auditoria do FEDER e do Fundo de Coesão e dos PO; g) Instalação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação necessários às tarefas de gestão, controlo, acompanhamento, monitorização e avaliação do QREN, do FEDER e do Fundo de Coesão e dos PO; h) Acções respeitantes à gestão, acompanhamento e controlo do POAT FEDER; i) Acções de natureza transversal, com impacto ao nível dos PO e que visem, entre outros, o bom desempenho da aplicação dos fundos estruturais, incluindo a articulação com outros instrumentos financeiros comunitários; j) Estudos, projectos e acções destinadas a assegurar a concepção, preparação, gestão, acompanhamento, controlo, monitorização e avaliação do QREN e dos fundos estruturais; k) Estudos, projectos e acções de suporte à tomada de decisão no âmbito dos fundos estruturais e que visem a criação de instrumentos de apoio ao planeamento e à gestão estratégica; l) Estudos, projectos e acções necessários à implementação das diversas tipologias de operações, dinamização de centros de observação das dinâmicas regionais e de racionalidade temática; m) Dinamização de acções inovadoras, de identificação e disseminação de boas práticas e de aperfeiçoamento técnico; n) Apoio a eventos relacionadas com a acção e o papel desempenhado pelo QREN e pelos fundos estruturais; o) Actividades necessárias ao encerramento dos anteriores períodos de programação; p) Acções preparatórias do próximo período de programação. Artigo 5.º Beneficiários São beneficiários: a) Os órgãos de governação do QREN e dos PO e as estruturas da Administração Pública que assegurem o seu funcionamento jurídico-administrativo, que sejam responsáveis pelo apoio técnico, logístico e financeiro b) O Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, IP (IFDR); c) A Inspecção-Geral de Finanças (IGF); d) Os organismos de direito público, indicados por qualquer um dos beneficiários previstos nas alíneas anteriores para a realização de projectos enquadrados nas tipologias previstas no artigo 4º. 2

3 Capítulo II Despesas Artigo 6.º Despesas elegíveis 1. São elegíveis as despesas pagas entre 1 de Janeiro de 2007 e 31 de Dezembro de 2015, conferidas pelas datas dos respectivos recibos ou documentos probatórios equivalentes inerentes às tipologias de operações indicadas no artigo 4.º, que concorram para o regular exercício das competências dos beneficiários previstos no artigo 5.º. 2. As despesas referidas no número anterior devem ser justificadas pelos custos reais incorridos, podendo ser imputadas à operação numa base pró-rata assente em critérios aprovados pela Autoridade de Gestão. Artigo 7.º Despesas não elegíveis 1. São despesas não elegíveis, para além das previstas no anexo ao despacho n.º 10/2009, de 24 de Setembro, do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, as realizadas sem o respeito pelas regras e princípios aplicáveis, em particular os relativos à contratação pública, acesso e utilização de fundos comunitários, concorrência e igualdade de oportunidades. 2. O IVA das despesas sujeitas ao regime pró-rata não é considerado elegível para efeitos de cofinanciamento pelo POAT FEDER. Artigo 8.º Taxa de financiamento 1. O financiamento FEDER reveste a forma de ajuda não reembolsável. 2. A taxa média de financiamento FEDER é de 85%. 3. Excepcionalmente, durante os anos de 2011 e 2012, a taxa máxima de financiamento FEDER poderá ser de 100%, caso as entidades beneficiárias identifiquem esta necessidade de financiamento para a concretização das operações. 4. São abrangidas pelo disposto no número anterior as operações: a) Que tenham sido aprovadas antes do ano de 2011 e que ainda não estejam física e financeiramente encerradas, desde que seja apresentado pelo beneficiário pedido fundamentado à Autoridade de Gestão; b) Aprovadas em 2011 e O disposto no n.º 3 vigora desde a data de aprovação da operação até ao seu encerramento. 3

4 6. Por solicitação dos beneficiários a taxa de financiamento das despesas elegíveis pode ser igual ou inferior à taxa média prevista no n.º 2, em função das necessidades de financiamento prevista para a concretização das operações. 7. As taxas de financiamento serão ajustadas em função da necessidade de convergência para a taxa de financiamento média programada nos Eixos do PO. Capítulo III Descrição dos processos Secção I Candidatura Artigo 9.º Apresentação das candidaturas 1. As candidaturas são apresentadas de forma contínua e por via electrónica. 2. A Autoridade de Gestão deve assegurar o recurso a mecanismos e procedimentos alternativos para fazer face a circunstâncias que impossibilitem a apresentação das candidaturas por via electrónica. Artigo 10.º Verificação das condições de admissibilidade e de aceitabilidade 1. A verificação das condições de admissibilidade e de aceitabilidade dos beneficiários e das operações é documentada através de listas de verificação específicas, das quais constam as condições gerais estabelecidas nos artigos 12.º e 13.º do Regulamento Geral do FEDER e do Fundo de Coesão. 2. As formas de aferição das condições de admissibilidade e de aceitabilidade dos beneficiários e das operações constam de orientações técnicas gerais e específicas difundidas pela Autoridade de Gestão. Artigo 11.º Critérios de selecção Os critérios de selecção das operações constam do anexo ao presente regulamento, do qual faz parte integrante. Artigo 12.º Apreciação e hierarquização As operações são apreciadas e hierarquizadas em função dos critérios de selecção referidos no artigo 11.º e com base em metodologia específica definida em orientações técnicas gerais e específicas do POAT FEDER. 4

5 Secção II Decisão de financiamento Artigo 13.º Decisão de financiamento 1. A Autoridade de Gestão apresenta o plano anual de assistência técnica a ser apreciado em sede de Comissão de Acompanhamento e que é tido em conta nas decisões de financiamento da Autoridade de Gestão. 2. As candidaturas das operações admitidas são analisadas pelo Secretariado Técnico da Autoridade de Gestão, de acordo com a metodologia prevista em orientações técnicas gerais e específicas e tendo em conta os critérios de selecção referidos no artigo 11.º e as elegibilidades previstas nos artigos 6.º e 7.º, sendo elaborado um parecer conclusivo a submeter a decisão da Autoridade de Gestão. 3. Com a comunicação da decisão de financiamento ao beneficiário, a Autoridade de Gestão inicia o processo de celebração do contrato de financiamento com o beneficiário. Capítulo IV Pagamentos Artigo 14.º Pagamentos 1. Para além das modalidades de adiantamento previstas no Regulamento Geral do FEDER e do Fundo de Coesão, podem ser efectuados pagamentos a título de adiantamento específico numa base regular de acordo com as necessidades demonstradas, não ultrapassando, em cada momento, 30% do financiamento aprovado. 2. As modalidades de adiantamento contra factura e para organismos da Administração Central são acumuláveis com o adiantamento específico referido no número anterior, não podendo no conjunto ultrapassar 35% do financiamento aprovado 3. O adiantamento previsto no número 1 deve ser regularizado até à apresentação do pedido de saldo, ou em momento anterior fixado no contrato de financiamento. 4. A Autoridade de Gestão pode suspender a concessão de adiantamentos em caso de incumprimento injustificado das condições estabelecidas nos números anteriores. Capítulo V Publicidade Artigo 15.º Publicidade A Autoridade de Gestão publica, por via electrónica, a lista de beneficiários e respectivos apoios do POAT FEDER, com uma periodicidade, no mínimo, anual. 5

6 Capítulo VI Disposições finais e transitórias Artigo 16.º Legislação subsidiária 1. Em tudo o que não se encontrar expressamente regulado no presente regulamento, aplica-se o disposto no Regulamento Geral do FEDER e do Fundo de Coesão, bem como as demais regras nacionais e comunitárias aplicáveis à presente tipologia de intervenção e aos financiamentos do FEDER. 2. Em tudo o que não se encontrar expressamente regulado no presente regulamento em matéria de procedimento administrativo aplica-se o disposto no Código do Procedimento Administrativo. Artigo 18.º Norma revogatória O presente regulamento revoga o regulamento específico Assistência Técnica FEDER aprovado em 28 de Maio de 2008 pelo Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional. Artigo 19.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor no dia imediato ao da sua aprovação. 6

7 ANEXO As candidaturas são objecto de apreciação quanto ao mérito das respectivas operações, sendo considerados os seguintes critérios: a) Relevância das candidaturas face aos objectivos definidos para o Programa; b) Contributo para o desenvolvimento de acções e instrumentos que se considerem relevantes, designadamente para a concretização das prioridades do QREN, para a eficácia de aplicação do FEDER e Fundo de Coesão ou para a melhoria dos instrumentos de apoio à decisão; c) Contributo para o desenvolvimento de actividades de natureza transversal aos Programas Operacionais; d) Coerência das candidaturas com a fundamentação da sua necessidade e oportunidade; e) Qualidade técnica das candidaturas, designadamente no que respeita à coerência entre o perfil dos beneficiários, os conteúdos, os objectivos e resultados a atingir. 7

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO REQUALIFICAÇÃO DA REDE DE ESCOLAS COM ENSINO SECUNDÁRIO

PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO REQUALIFICAÇÃO DA REDE DE ESCOLAS COM ENSINO SECUNDÁRIO PROGRAMA OPERACIONAL VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Deliberações CMC POVT: 12/08/2010 e 6/02/2012 REQUALIFICAÇÃO DA REDE DE ESCOLAS COM ENTRADA EM VIGOR EM 7/02/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO CMC POVT

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E RESPETIVA METODOLOGIA DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA aprovados através de processo de consulta escrita concluído a 13 de Maio de 2015 METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário 4 Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL Centro-VQA-2009-13-BM-13 1 Nos termos do Regulamento Específico Acções

Leia mais

Convite Público Apresentação de candidaturas

Convite Público Apresentação de candidaturas Convite Público Apresentação de candidaturas Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL Aviso n.º: Centro-PCI-2010-07 As informações que constam do presente

Leia mais

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 14/10/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012

PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE. Deliberações CMC POR: 14/10/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE Deliberações CMC POR: 14/10/2010, 4/04/2011, 30/01/2012, 20/03/2012 e 8/08/2012 AÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL ENTRADA EM VIGOR EM 9/08/2012

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO EIXO 4 Protecção e Valorização Ambiental PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS Acções Materiais Aviso nº: Centro-PRM-2011-04 Nos termos do Regulamento Específico

Leia mais

RESUMO PARA OS CIDADÃOS

RESUMO PARA OS CIDADÃOS RESUMO PARA OS CIDADÃOS Relatório Anual de Execução 2015 INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA Para o Programa Operacional de Assistência Técnica 2014-2020 (POAT2020) foi determinante a aprovação do Acordo

Leia mais

Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais. Aviso - ALG

Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais. Aviso - ALG Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos Acções Materiais Aviso - ALG-36-2010-01 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Prevenção e Gestão

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

Área Metropolitana do. Porto Programa Territorial de Desenvolvimento

Área Metropolitana do. Porto Programa Territorial de Desenvolvimento Área Metropolitana do Porto 2007-2013 Programa Territorial de Desenvolvimento Promoção da Mobilidade Urbana: Variantes a centros urbanos; Planos de Mobilidade Urbana Sustentável Aviso de Abertura de Concurso

Leia mais

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 32 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PROJECTOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS Nos termos do Regulamento do

Leia mais

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO Através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 52-A/2015, de 23 de julho, o Governo criou a estrutura de missão designada por Estrutura de Gestão do Instrumento Financeiro

Leia mais

Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional. Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA)

Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional. Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA) Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional Sistema de Apoios à Modernização Administrativa (SAMA) CONVITE PÚBLICO PRÉVIO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA DE PROGRAMA DE ACÇÃO SAMA/1/2008

Leia mais

PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS

PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS 21 de maio de 2015 PORTUGAL 2020: A IMPORTÂNCIA DA ELEGIBILIDADE DAS DESPESAS Ao abrigo do Acordo de Parceria estabelecido entre Portugal e a Comissão Europeia, denominado Portugal 2020, as empresas portuguesas

Leia mais

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO PLANOS ESTRATÉGICOS DE DESENVOLVIMENTO URBANO AVISO DE CONCURSO Nº ALT20 06 2016 18 ALT20 16 2016 19 ALT20 43 2016 20 DOMÍNIO DA SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA

Leia mais

EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3

EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3 EIXO 4 QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO ESPAÇO RURAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO DO LITORAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 3 Nos termos do regulamento específico Acções de Valorização

Leia mais

Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011

Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011 Programas Operacionais Regionais do Continente Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011 Requalificação da Rede Escolar do 1.º Ciclo do Entrada

Leia mais

Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar

Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação 1. O presente regulamento estabelece o regime específico de aplicação dos apoios a conceder no âmbito do PO Regional XX para o desenvolvimento

Leia mais

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa

CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa CONCURSOS DE 2013: Acesso das ONG aos apoios do Programa FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Nuno Venade* Lisboa, 22 de março de 2013 Índice 1 2 3 4 5 6 Introdução Concursos Candidaturas Admissibilidade Seleção

Leia mais

Sistemas de Incentivos do QREN

Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN 1. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME 2. Sistema de Incentivos à Inovação 3. Sistema de Incentivos à Investigação

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS REDE DE EQUIPAMENTOS CULTURAIS Programação Cultural em Rede Nos termos do regulamento específico Rede de Equipamentos Culturais, a apresentação de candidaturas processa-se

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO REGULAMENTO DE ACESSO À MEDIDA PROJECTOS INTEGRADOS: DAS CIDADES DIGITAIS AO PORTUGAL DIGITAL

PROGRAMA OPERACIONAL SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO REGULAMENTO DE ACESSO À MEDIDA PROJECTOS INTEGRADOS: DAS CIDADES DIGITAIS AO PORTUGAL DIGITAL PROGRAMA OPERACIONAL SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO REGULAMENTO DE ACESSO À MEDIDA 2.3 - PROJECTOS INTEGRADOS: DAS CIDADES DIGITAIS AO PORTUGAL DIGITAL Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Diário da República, 1.ª série N.º 3 4 de Janeiro de 2008 143 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Decreto-Lei n.º 2/2008 de 4 de Janeiro O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do

Leia mais

Convite Público. Convite nº: Centro-EDU Eixo 3 Coesão Local e Urbana

Convite Público. Convite nº: Centro-EDU Eixo 3 Coesão Local e Urbana Convite Público Eixo 3 Coesão Local e Urbana Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-escolar Convite nº: Centro-EDU-2014-20 1 Nos termos do

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS ASSISTÊNCIA TÉCNICA 2015-2016 ORGANISMOS INTERMÉDIOS DOS SISTEMAS DE INCENTIVOS www.norte2020.pt norte2020@ccdr-n.pt ÍNDICE Preâmbulo... 3 1. Objetivos específicos...

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 2/AT/2015 EIXO VI - ASSISTÊNCIA TÉCNICA (FEDER)

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 2/AT/2015 EIXO VI - ASSISTÊNCIA TÉCNICA (FEDER) CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 2/AT/2015 EIXO VI - ASSISTÊNCIA TÉCNICA (FEDER) PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO - COMPETE 2020 Página 1 de 16 Preâmbulo O presente

Leia mais

Eixo Prioritário III. Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial

Eixo Prioritário III. Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Abertura de Convite Público para Apresentação de Candidaturas Título Abertura de Convite Público para Apresentação de Candidaturas

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC)

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 01/SIAC/2009 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS DESPESAS COM O PESSOAL TÉCNICO DO PROMOTOR E LIMITES À ELEGIBILIDADE DE DESPESAS Nos termos estabelecidos

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DA OPERAÇÃO AVISO Nº ALT20 62 2015 10 Sistema de apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública (SAMA2020) DOMÍNIO DA COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 40/XIII Exposição de Motivos A aprovação de uma Lei de programação de infraestruturas e equipamentos para as Forças e Serviços de Segurança do Ministério da Administração Interna (Lei

Leia mais

Define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos fundos comunitários para o período de

Define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos fundos comunitários para o período de QREN: Uma oportunidade para potenciar a inovação nas empresas O que é o QREN? Define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos fundos comunitários para o período de 2007-2013. As suas

Leia mais

Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar

Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar de 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-Escolar CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação 1. O presente regulamento estabelece o regime específico de aplicação dos apoios a conceder no âmbito do PO Regional XX para o desenvolvimento

Leia mais

Portugal 2020 Inovar na Administração Pública

Portugal 2020 Inovar na Administração Pública Portugal 2020 Inovar na Administração Pública Jaime S. Andrez Vogal da Comissão Diretiva Lisboa 29 de abril de 2015 1 Driver da Competitividade Ambiente favorável aos negócios Emprego e Valor económico

Leia mais

ASSSSUNTTO Cria Agência Nacional para a gestão das 2ªs fases dos programas de acção comunitária: Leonardo da Vinci e Socrates

ASSSSUNTTO Cria Agência Nacional para a gestão das 2ªs fases dos programas de acção comunitária: Leonardo da Vinci e Socrates DIÁRIOS DA REPUBLLI ICA DEESSI IGNAÇÇÃO: : PPrrooggrraamaass EEMI ITTI IDO PPOR: : Ministério do Emprego e da Segurança Social ASSSSUNTTO Aprova o regime de apoio técnico e financeiro a programas de reabilitação

Leia mais

Os Projectos Urbanos a apoiar ao abrigo da Iniciativa JESSICA devem, genericamente, reunir as condições de elegibilidade que se enunciam:

Os Projectos Urbanos a apoiar ao abrigo da Iniciativa JESSICA devem, genericamente, reunir as condições de elegibilidade que se enunciam: Iniciativa JESSICA Despesas elegíveis 1. Enquadramento Nos termos do n.º 4 do artigo 56.º - Elegibilidade das despesas, do Regulamento (CE) n.º 1083/2006, do Conselho, de 11 de Julho, alterado pelo Regulamento

Leia mais

Convite Público. Convite nº: Centro-COE Eixo Prioritário 3 Coesão Local e Urbana. Regulamento Específico Equipamentos para a Coesão Local - 1

Convite Público. Convite nº: Centro-COE Eixo Prioritário 3 Coesão Local e Urbana. Regulamento Específico Equipamentos para a Coesão Local - 1 Convite Público Eixo Prioritário 3 Coesão Local e Urbana Regulamento Específico Equipamentos para a Coesão Local Convite nº: Centro-COE-2013-23 - 1 Nos termos do nº 2 do artigo 11º, do Regulamento Específico

Leia mais

CUSTOS SIMPLIFICADOS Modalidade Montantes Fixos Workshop 1. Lisboa, 6 de novembro de 2015

CUSTOS SIMPLIFICADOS Modalidade Montantes Fixos Workshop 1. Lisboa, 6 de novembro de 2015 CUSTOS SIMPLIFICADOS Modalidade Montantes Fixos Workshop 1 Lisboa, 6 de novembro de 2015 2 Custos Simplificados - Montantes Fixos Modalidade de Montantes Fixos Os custos elegíveis de uma operação são calculados

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março Considerando que as novas tecnologias, ao garantirem uma melhor qualidade de produtos e serviços, potenciam o aumento da competitividade

Leia mais

Agenda Factores de Competitividade

Agenda Factores de Competitividade QREN Agenda Factores de Competitividade 12 Novembro 07 1 Objectivos desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação; incremento da produção transaccionável e de uma maior orientação

Leia mais

Regulamento para atribuição do Fundo de Reestruturação

Regulamento para atribuição do Fundo de Reestruturação Regulamento para atribuição do Fundo de Reestruturação Nos termos das alíneas c), d) e e) do n.º 2 do artigo 3.º do Decreto- lei n.º 55/2013, de 17 de Abril, que aprova a lei orgânica da Fundação para

Leia mais

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1 NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 1 [Operações públicas FEDER] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas e a operações cofinanciadas pelo FSE. CONTROLO DO DOCUMENTO

Leia mais

INTEGRA Regulamento. Artigo1º. Âmbito e objecto

INTEGRA Regulamento. Artigo1º. Âmbito e objecto INTEGRA Regulamento Artigo1º Âmbito e objecto 1. A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica lança o Programa Inclusão pela Ciência, doravante designado por INTEGRA. 2. As iniciativas

Leia mais

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PARTE II - CRITÉRIOS DE

Leia mais

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º CENTRO

CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º CENTRO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º CENTRO-77-2016-02 ASSISTÊNCIA TÉCNICA 2015/ 2016 5 DE JANEIRO DE 2016 Página 1 de 12 Preâmbulo Nos termos do disposto no Programa Operacional Regional do Centro,

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 03/2016

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 03/2016 ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 03/2016 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO DOMÍNIO DA COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO (RECI) Sistema de Incentivos às Empresas Inovação Produtiva Majoração «Execução do Investimento»

Leia mais

Regulamento Específico Optimização da Gestão de Resíduos

Regulamento Específico Optimização da Gestão de Resíduos Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Programas Operacionais Regionais REGULAMENTO ESPECÍFICO Optimização da Gestão de Capitulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito 1. O presente regulamento

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO N.º CENTRO

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO N.º CENTRO REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS POR CONVITE PI 6.3 PROMOÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL UNESCO AVISO N.º CENTRO-14-2016-14 O Mérito do Projeto (MP) é determinado

Leia mais

Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos

Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos SECÇÃO 4 Apoio à eficiência energética, à gestão inteligente da energia e à utilização das energias renováveis nas infraestruturas públicas da Administração Local Objetivos Específicos: Os apoios têm como

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO 2015 Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL Relatório Anual 2015 RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PO MAR 2020 ANO DE 2015 CCI: 2014PT14MFOP001 PROGRAMA OPERACIONAL: PROGRAMA OPERACIONAL

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Programas Operacionais Regionais REGULAMENTO ESPECÍFICO. Equipamentos para a coesão local.

Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Programas Operacionais Regionais REGULAMENTO ESPECÍFICO. Equipamentos para a coesão local. Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Programas Operacionais Regionais REGULAMENTO ESPECÍFICO Equipamentos para a coesão local Capitulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito 1. O presente regulamento

Leia mais

ALTERAÇÃO AO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONVITE Nº ALT Assistência Técnica

ALTERAÇÃO AO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONVITE Nº ALT Assistência Técnica ALTERAÇÃO AO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONVITE Nº ALT20 77 2016 05 Assistência Técnica DOMÍNIO ASSISTÊNCIA TÉCNICA ALTERAÇÃO AO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONVITE Nº ALT

Leia mais

Regulamento de Execução Do Sistema de Apoios à Modernização Administrativa

Regulamento de Execução Do Sistema de Apoios à Modernização Administrativa PO FACTORES DE COMPETITIVIDADE PO REGIONAL DO NORTE PO REGIONAL DO CENTRO PO REGIONAL DO ALENTEJO PO REGIONAL DE LISBOA PO REGIONAL DO ALGARVE Regulamento de Execução Do Sistema de Apoios à Modernização

Leia mais

Comissão Ministerial de Coordenação dos Programas Operacionais Regionais do Continente

Comissão Ministerial de Coordenação dos Programas Operacionais Regionais do Continente Comissão Ministerial de Coordenação dos Programas Operacionais Regionais do Continente Aprovação do Regulamento Específico Requalificação da Rede Escolar do Ensino Básico e da Educação Pré-escolar Deliberação

Leia mais

Medida de apoio à inovação

Medida de apoio à inovação Medida de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Crescimento Valor Acrescentado Rentabilidade Económica Inovação Capacitação

Leia mais

circular ifdr Efeito da recusa do visto pelo Tribunal de Contas na elegibilidade da despesa SÍNTESE ÍNDICE

circular ifdr Efeito da recusa do visto pelo Tribunal de Contas na elegibilidade da despesa SÍNTESE ÍNDICE N.º 01/2012 Versão n.º 01.0 Data de aprovação: 2012/07/04 Efeito da recusa do visto pelo Tribunal de Contas na elegibilidade Elaborada por: Núcleo de Apoio Jurídico e Contencioso SÍNTESE A presente circular

Leia mais

Regulamento Especifico Economia Digital e Sociedade do Conhecimento

Regulamento Especifico Economia Digital e Sociedade do Conhecimento ECONOMIA DIGITAL E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO (EDSC) DOS PROGRAMAS OPERACIONAIS REGIONAIS DO CONTINENTE CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito 1. O presente Regulamento define as condições de atribuição

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Rede de Equipamentos Culturais - Bibliotecas Públicas e Arquivos Públicos

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Rede de Equipamentos Culturais - Bibliotecas Públicas e Arquivos Públicos Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Rede de Equipamentos Culturais - Bibliotecas Públicas e Arquivos Públicos Aviso Apresentação de Candidaturas Rede de Equipamentos

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO INFRA ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS

REGULAMENTO ESPECÍFICO INFRA ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Programa Operacional Temático Valorização do Território REGULAMENTO ESPECÍFICO INFRA ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS Revisto e aprovado pela Comissão

Leia mais

QUE MEIOS FINANCEIROS?

QUE MEIOS FINANCEIROS? QUE MEIOS FINANCEIROS? PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA ATRAVÉS DO PO SEUR? HELENA PINHEIRO DE AZEVEDO MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E BIODIVERSIDADE 22 JUN 2015 TAPADA DE MAFRA Organização:

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) MOBI-E

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) MOBI-E AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 11 / SI / 2011 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) INOVAÇÃO PRODUTIVA MOBI-E PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA DAS INDÚSTRIAS DA MOBILIDADE Nos

Leia mais

Inovação Produtiva Não PME

Inovação Produtiva Não PME Inovação Produtiva Não PME Objetivos 1. Reforçar o investimento empresarial em atividades inovadores, promovendo o aumento da produção transacionável e internacionalizável e a alteração do perfil produtivo

Leia mais

AVISO - CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

AVISO - CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO I REDES E EQUIPAMENTOS ESTRUTURANTES NACIONAIS DE TRANSPORTES E MOBILIDADE SUSTENTÁVEL (FUNDO COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO REDES E EQUIPAMENTOS

Leia mais

O Instituto da Segurança Social, I.P. (ISS) enquanto Organismo Intermédio do PO APMC na Tipologia de Operação 1.2

O Instituto da Segurança Social, I.P. (ISS) enquanto Organismo Intermédio do PO APMC na Tipologia de Operação 1.2 Agenda 1 2 3 4 5 6 Breve apresentação do Fundo Europeu de Auxílio Europeu às Pessoas Mais Carenciadas (FEAC) e do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (PO APMC) O Instituto da Segurança

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA 2. OS APOIOS. Relatório Anual de Execução 2016 Resumo para os Cidadãos. Eixo 4 Qualidade e Inovação 176 Milhões

1. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA 2. OS APOIOS. Relatório Anual de Execução 2016 Resumo para os Cidadãos. Eixo 4 Qualidade e Inovação 176 Milhões 1. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA O Programa Operacional Capital Humano (PO CH), aprovado pela Comissão Europeia a 12 de Dezembro de 2014, constitui o principal instrumento de financiamento do Portugal 2020

Leia mais

FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO DECRETO DO PARLAMENTO NACIONAL N.º 71/II FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento, coordenação,

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO AVISO-CONCURSO

APRESENTAÇÃO DO AVISO-CONCURSO APRESENTAÇÃO DO AVISO-CONCURSO HELENA PINHEIRO DE AZEVEDO Projeto U-Bike Portugal Promoção de Bicicletas Elétricas e Convencionais nas Comunidades Académicas 23 NOVEMBRO 2015 AUDITÓRIO DA ANTIGA CAPITANIA

Leia mais

ALTERAÇÃO AO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO. Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Energia. Aviso - ALG

ALTERAÇÃO AO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO. Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Energia. Aviso - ALG ALTERAÇÃO AO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental Energia Aviso - ALG-65-2011-02 A Autoridade de Gestão do POAlgarve 21, comunica as seguintes alterações

Leia mais

Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados. Toulouse, 2 de Abril 2009

Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados. Toulouse, 2 de Abril 2009 Primeiros elementos para a implementação dos projectos aprovados Toulouse, 2 de Abril 2009 1 Recordatória de prazos Os pontos principais do Acordo de Concessão FEDER 2 27 MARÇO 2009 ABRIL MAIO JUNHO 27

Leia mais

Comissão Ministerial de Coordenação do QREN. Regulamento Geral FEDER e Fundo de Coesão

Comissão Ministerial de Coordenação do QREN. Regulamento Geral FEDER e Fundo de Coesão Comissão Ministerial de Coordenação do QREN Regulamento Geral FEDER e Fundo de Coesão 04 de Outubro de 2007 As opções estratégicas assumidas por Portugal no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional

Leia mais

PROGRAMA DE CONCURSO OUTUBRO 2010

PROGRAMA DE CONCURSO OUTUBRO 2010 PROGRAMA DE CONCURSO OUTUBRO 2010 Artigo 1º Objecto O presente Programa estabelece as normas específicas de acesso ao concurso para a atribuição de apoios financeiros pela Direcção-Geral da Saúde a pessoas

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.11.2015 C(2015) 8642 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 30.11.2015 que aprova o programa operacional «Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas Programa Operacional

Leia mais

Comissão Ministerial de Coordenação do QREN. Regulamento Geral do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo de Coesão

Comissão Ministerial de Coordenação do QREN. Regulamento Geral do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo de Coesão Comissão Ministerial de Coordenação do QREN Regulamento Geral do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo de Coesão Deliberação aprovada por consulta escrita em 18 de Setembro de 2009

Leia mais

Regulamento Específico Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana

Regulamento Específico Política de Cidades Parcerias para a Regeneração Urbana Regulamento Específico Política de Cidades Parcerias para a Capítulo I Âmbito Artigo 1º (Objecto) O presente regulamento estabelece as condições de acesso ao Instrumento de Política Parcerias para a inscrito

Leia mais

Medidas de apoio ao I&D nas Empresas. Investigação em Co-Promoção SIFIDE. Aveiro, 7 de Fevereiro 2011

Medidas de apoio ao I&D nas Empresas. Investigação em Co-Promoção SIFIDE. Aveiro, 7 de Fevereiro 2011 Medidas de apoio ao I&D nas Empresas Investigação em Co-Promoção SIFIDE Aveiro, 7 de Fevereiro 2011 Investigação em Consórcio I&D em Consórcio: Instrumento do Alargamento do Número de Empresas com Actividades

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE APOIO A INFRA-ESTRUTURAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM CONTÍNUO N.

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM CONTÍNUO N. EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: REQUALIFCAÇÃO DA REDE ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO

Leia mais

Concursos de Principais alterações face a João Carreira

Concursos de Principais alterações face a João Carreira Concursos de 2014 Principais alterações face a 2013 João Carreira Que novos concursos são lançados hoje? São lançados 6 concursos: 2 Concursos de 2014: Principais alterações face a 2013 TIPOLOGIAS DE PROJETO:

Leia mais

Promover o reforço das capacidades técnica e tecnológica das PME e a modernização das estruturas, através da sua participação na economia digital;

Promover o reforço das capacidades técnica e tecnológica das PME e a modernização das estruturas, através da sua participação na economia digital; SIED SISTEMA DE INCENTIVOS À ECONOMIA DIGITAL FICHA DE MEDIDA Apoia projectos que visem dinamizar a participação das pequenas e médias empresas na economia digital, actuando ao nível do reforço das capacidades

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016 Considerando que o Regime Jurídico de Apoio ao Movimento Associativo Desportivo, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2009/A,

Leia mais

ANÚNCIO DE ABERTURA DE PERÍODO DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 001 / ADIRN / / 2016 DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES NA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA

ANÚNCIO DE ABERTURA DE PERÍODO DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 001 / ADIRN / / 2016 DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES NA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA ANÚNCIO DE ABERTURA DE PERÍODO DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 001 / ADIRN / 10213 / 2016 DIVERSIFICAÇÃO DE ATIVIDADES NA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA (Portaria n.º 152/2016, de 25 de maio) A submissão de candidaturas

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO)

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 22 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO PROVERE PROGRAMAS DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS

Leia mais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais Cargo/Carreira/categoria Atribuições / Competências/Actividades Nº de postos Planeados Nº de postos de trabalho providos Observações (Universo

Leia mais

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos 2 Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos Índice 1 Custos de peritos e serviços

Leia mais

Quadro Estratégico Comum

Quadro Estratégico Comum Quadro Estratégico Comum 2014-2020 Objetivos Prioridades Estrutura Orgânica Sociedade de Geografia de Lisboa, 8 de Julho de 2013 Piedade Valente Vogal da Comissão Diretiva do COMPETE Quadro Estratégico

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONDICIONADO N.

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONDICIONADO N. EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: Aviso n.º 1/REB/AC REQUALIFICAÇÃO DA REDE ESCOLAR DE 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ- ESCOLAR AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Leia mais

Programa BIP/ZIP de Lisboa

Programa BIP/ZIP de Lisboa Programa BIP/ZIP de Lisboa Objectivos e âmbito O Programa BIP-ZIP Bairros e Zonas de Intervenção prioritária de Lisboa é criado pela Câmara Municipal de Lisboa, no quadro do Programa Local de Habitação

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 3/2013 Por alteração da Orientação de Gestão da Orientação de Gestão n. º 1/2012 (06-01-2012), n.º 1/2010 (29-03-2010) e da Orientação de Gestão n.º 7/2008 (21-01-2009) REGRAS

Leia mais

Programas Operacionais Regionais do Norte, Centro e Alentejo. Deliberações CMC POR: 19/03/2008, 14/08/2009, 20/04/2010, 23/09/2010 e 4/04/2011.

Programas Operacionais Regionais do Norte, Centro e Alentejo. Deliberações CMC POR: 19/03/2008, 14/08/2009, 20/04/2010, 23/09/2010 e 4/04/2011. Programas Operacionais Regionais do Norte, Centro e Alentejo Deliberações CMC POR: 19/03/2008, 14/08/2009, 20/04/2010, 23/09/2010 e 4/04/2011 Ciclo Urbano da Água Vertente em Entrada em vigor DA ÚLTIMA

Leia mais

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de

DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO. de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 18.12.2014 C(2014) 10188 final DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 18.12.2014 que aprova determinados elementos do «Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020» do apoio

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

Projeto de Portaria. Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho

Projeto de Portaria. Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho Projeto de Portaria Alteração à Portaria n.º 172-A/2015, de 5 de junho O Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo (EEPC), aprovado pelo Decreto- Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro, prevê, no n.º 1 do

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO)

SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 11 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) INOVAÇÃO PRODUTIVA Nos termos do Regulamento do SI inovação, a apresentação de candidaturas processa-se

Leia mais

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social EMISSÃO DE PARECERES TÉCNICOS Aprovado em Reunião do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Maio de 6 Critérios de avaliação para emissão de pareceres Para que se conheça em CLAS, o posicionamento dos

Leia mais

Desempregado ou Inactivo? Empreende!

Desempregado ou Inactivo? Empreende! Desempregado ou Inactivo? Empreende! Apoios à criação do próprio emprego ou empresa António Realinho Vice-Presidente da ADRACES ENQUADRAMENTO A ADRACES é a Entidade Gestora do Grupo de Acção Local - GAL

Leia mais

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS Critérios de Selecção A fim de assegurar um nível mínimo de qualidade das candidaturas, os candidatos seleccionados têm de pontuar pelo menos 30 pontos nos critérios qualitativos, sob pena de exclusão.

Leia mais

Eixo Prioritário 5: Reforçar a capacidade institucional e a eficiência na Administração Pública

Eixo Prioritário 5: Reforçar a capacidade institucional e a eficiência na Administração Pública Eixo Prioritário 5: Reforçar a capacidade institucional e a eficiência na Administração Pública Identificação 5 Título Reforçar a capacidade institucional e a eficiência na administração pública A totalidade

Leia mais