MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS

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1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 MACEIÓ/AL MAIO/2014

2 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2013 do exercício de 2013, apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas ordinária anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, com a Decisão Normativa-TCU nº 127/2013 e com a Portaria-TCU nº 175/ Maceió, 30/05/2014

3 SUMÁRIO LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS... 6 LISTA DE TABELAS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC INTRODUÇÃO... 9 A CONTEÚDO GERAL IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UJ Identificação da Unidade Jurisdicionada Finalidade e competências institucionais da unidade jurisdicionada Organograma funcional Macroprocessos finalísticos Principais macroprocessos de suporte/apoio MACROPROCESSO DE SUPORTE: QUALIDADE DE MATERIAIS E FORNECEDORES MACROPROCESSO DE SUPORTE: LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO MACROPROCESSO DE SUPORTE: PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO MACROPROCESSO DE SUPORTE: PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO MACROPROCESSO DE SUPORTE: CONTÁBIL, TRIBUTÁRIO E PATRIMONIAL MACROPROCESSO DE SUPORTE: GESTAO DE PESSOAS MACROPROCESSO DE SUPORTE: EDUCAÇÃO CORPORATIVA MACROPROCESSO DE SUPORTE: INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA MACROPROCESSO DE SUPORTE: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES MACROPROCESSO DE SUPORTE: RELAÇÕES TRABALHISTAS E SINDICAIS Principais parceiros relacionados aos macroprocessos finalísticos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada Informações Sobre Objetivos Vinculados a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Informações Sobre Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado de Responsabilidade da UJ Informações Sobre Ações Vinculadas a Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO Estrutura orgânica de controle Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno Informações Sobre a Remuneração Paga aos Administradores, Membros da Diretoria Estatutária, do Conselho De Administração e do Conselho Fiscal Política de Remuneração dos Membros da Dir. Estatutária e dos Conselhos de Administração e Fiscal Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos Demonstrativo Sintético da Remuneração de Membros de Diretoria e de Conselhos Demonstrativo da Remuneração Variável dos Administradores Informações sobre a estrutura e as atividades do sistema de correição Demonstração do cumprimento, pela instância de correição da unidade, das disposições dos arts. 4º e 5º da Portaria nº 1.043, de 24 de julho de 2007, da Controladoria-Geral da União CGU, no que tange aos fatos originados em unidade jurisdicionada cuja gestão esteja contemplada no relatório de gestão

4 3.6. Indicadores utilizados para monitorar e avaliar o desempenho da entidade no que se refere à governança e controles internos TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Execução das despesas Reconhecimento de Passivos por insuficiência de créditos ou de recursos Movimentação de saldos e restos a pagar de exercícios anteriores Transferências de recursos mediante convênio, contrato de repasse, termo de parceria, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congêneres Suprimento de fundos, contas bancárias tipo B e cartões de pagamento do governo federal Renúncia de Receitas GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS Estrutura de pessoal da unidade Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada Lotação Situações que reduzem a força de trabalho da Unidade Jurisdicionada Qualificação da Força de Trabalho Estrutura de Cargos e de Funções Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Idade Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Escolaridade Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Classificação do Quadro de Servidores Inativos da Unidade Jurisdicionada Segundo o Regime de Proventos e de Aposentadoria Demonstração das Origens das Pensões Pagas pela Unidade Jurisdicionada Cadastramento no Sisac Atos Sujeitos à Comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC Atos Sujeitos à comunicação ao TCU Regularidade do cadastro dos atos no Sisac Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em meio físico Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos Terceirização de Mão de Obra e Contratação de Estagiários Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Informações sobre Locação de Mão de Obra para Atividades não Abrangidas pelo Plano de Cargos Análise Crítica dos itens e Composição do Quadro de Estagiários GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros Gestão do Patrimônio Imobiliário da União que esteja sob responsabilidade da unidade, contemplando:

5 6.2. Gestão do Patrimônio Imobiliário GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Gestão da Tecnologia da Informação (TI) GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e na contratação de serviços ou obras Política de separação de resíduos recicláveis descartados Medidas para redução de consumo próprio de papel, energia elétrica e água, contemplando: CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS Tratamento de deliberações exaradas em acórdãos do TCU Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Tratamento de Recomendações do OCI Recomendações do OCI Atendidas no Exercício Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Informações Sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/ Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei 8.730/ Situação do Cumprimento das Obrigações Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário Alimentação SIASG E SICONV RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE Descrição dos canais de acesso do cidadão ao órgão ou entidade para fins de solicitações, reclamações, denúncias, sugestões, etc., contemplando informações gerenciais e estatísticas sobre o atendimento às demandas Mecanismos para medir a satisfação dos cidadãos-usuários ou clientes dos produtos e serviços resultantes da atuação da unidade Demonstração dos resultados de eventuais pesquisas de opinião feitas nos últimos três últimos anos com cidadãos em geral, segmentos organizados da sociedade ou usuários dos produtos e serviços resultantes da atuação do órgão ou entidade INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Demonstração das medidas para adoção de critérios e procedimentos estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBC T 16.9 e NBC T 16.10, publicadas pelas Resoluções CFC nº 1.136/2008 e 1.137/2008, respectivamente, para tratamento contábil da depreciação, da amortização e da exaustão de itens do patrimônio e avaliação e mensuração de ativos e passivos da unidade Declaração do contador responsável por unidade jurisdicionada que tenha executado sua contabilidade no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Demonstrações Contábeis previstas pela Lei nº 4.320/64 e pela NBC T 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/2008, incluindo as notas explicativas, no caso das unidades que não executaram sua contabilidade no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6404/ Demonstração da composição acionária Parecer da Auditoria Independente sobre as demonstrações contábeis OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO INFORMAÇÕES SOBRE AS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ANEXOS

6 Anexo I Anexo II Anexo III Anexo IV Anexo V Anexo VI Anexo VII Anexo VIII

7 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS AFAC Adiantamento para Futuro Aumento de Capital ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica BIRD Banco Mundial CDE Conta de Desenvolvimento Energético CMDE Contrato de Metas e Desempenho Empresarial CNAE Cadastro Nacional de Atividade Econômica DEC Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora DIC Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora ou por Ponto de Conexão DN Decisão Normativa EDE Empresas de Distribuição da Eletrobras FEC Frequência equivalente por unidade consumidora LOA Lei Orçamentária Anual LT s Linhas de Transmissão MME Ministério de Minas e Energia PCH s Pequenas Centrais Hidrelétricas PDG Programa de Dispêndios Globais PEE Programa de Eficiência Energética P&D Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico PMD Plano de Melhoria de Desempenho PMSO Pessoal, Material, Serviços e Outras Despesas PROCEL Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica PTSE Plano de Transformação do Sistema Eletrobras RGR Reserva Global de Reversão SE Subestações SGD Sistema de Gestão de Desempenho SIASG Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIAGE Sistema de Acompanhamento Gerencial SIEST Sistema de Informação das Estatais SIGPLAN Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIORG Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal TAC Termo de Ajuste de Conduta TAF Taxa de Arrecadação Financeira TCU Tribunal de Contas da União TMA Tempo Médio de Atendimento UG Unidades Gestoras UJ Unidade Jurisdicionada UO Unidade Orçamentária 6

8 LISTA DE TABELAS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC. Quadro 1 - Identificação da Unidade Jurisdicionada no Individual (Quadro A.1.1) Quadro 2 Indicadores estratégicos Quadro 3 Indicadores corporativos Quadro 4 - Programa Temático (Quadro A.2.2.1) Quadro 5 - Crescimento do consumo por classes Quadro 5 - Evolução do índice de Perdas Anualizadas - % Quadro 6 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.2.2.2) Quadro 7 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.2.2.2) Quadro 8 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Quadro 9 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Quadro 10 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 11 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 12 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 13 - Demonstrativo da Execução Econômica/financeira, no exercício Quadro 14 - Objetivos, metas e iniciativas do PPA Quadro 15 - Programa de governo constante do PPA - De Gestão e manutenção (Quadro A.4.5) Quadro 16 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 17 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 18 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 20 Valor da inadimplência ativa Quadro 21 Percentual de inadimplência histórica Quadro 22 - Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ (Quadro A.3.1) Quadro 23 - Detalhamento de itens da remuneração da Diretoria Estatutária (Quadro A.3.3) Quadro 24 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho de Administração (Quadro A.3.3) Quadro 25 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho Fiscal (Quadro A.3.3) Quadro 26 - Detalhamento de itens da remuneração variável dos administradores (Quadro A.3.4) Quadro 27 - Força de Trabalho da UJ (Quadro A ) Quadro 28 - Situações que Reduzem a Força de Trabalho da UJ (Quadro A ) Quadro 29 - Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ (Quadro A ) Quadro 30 - Quantidade de servidores da UJ por faixa etária (Quadro A ) Quadro 31 - Quantidade de servidores da UJ por nível de escolaridade (Quadro A ) Quadro 32 - Composição do Quadro de Servidores Inativos (Quadro A ) Quadro 33 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) Quadro 34 - Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) Quadro 35 - Regularidade do cadastro dos atos no Sisac (Quadro A ) Quadro 36 - Atos sujeitos à remessa física ao TCU (Art. 14 da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) Quadro 37 - Processos disciplinares instaurados em Quadro 38 - Resumo dos indicadores gerenciais Quadro 39 - Índice Geral de Favorabilidade por Fator Quadro 40 Acidentes de trabalho e doenças ocupacionais Quadro 41 Índice de rotatividade por faixa etária Quadro 42 Educação continuada Quadro 43 Processos disciplinares instaurados em Quadro 44 Processos disciplinares concluídos em Quadro 45 Processos disciplinares pendentes em Quadro 46 Cargos e atividades inerentes a categorias funcionais do plano de cargos da unidade jurisdicionada (Quadro A.5.2.1) Quadro 47 Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva (Quadro A.5.2.3) Quadro 48 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra (Quadro A.5.2.4) Quadro 49 - Composição do quadro de estagiários (Quadro A.5.2.6) Quadro 50 - Gestão Da Tecnologia Da Informação Da Unidade Jurisdicionada (Quadro A.7.1) Quadro 51 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis (Quadro A.8.1) Quadro 52 - Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água (Quadro A.8.2)

9 Quadro 53 - Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR (Quadro A.9.4.1) Quadro 54 - Fornecimento de energia sem interrupção - % Quadro 55 - Rapidez na volta da energia quando falta - % Gráfico 56 - Fornecimento de energia sem variação de voltagem - % Quadro 53 - Composição acionária do capital social (Quadro A ) Quadro 42 - Quadro de custos de pessoal (Quadro A.5.1.3)

10 INTRODUÇÃO O da Companhia Energética de Alagoas CEAL apresenta de forma sucinta as realizações referentes ao exercício O mesmo contém textos, quadros e tabelas sobre as realizações nesse exercício. Todas as informações que foram realizadas podem ser consultadas. Os itens 4.1, 4.2, 4.3, 4.4, 4.5, 4.6, 4.7, , 6.1.1, 6.2, 9.6, 11.1, 11.2 e 11.3 da parte A, constantes da DN TCU Nº 127/2013, não são aplicados à CEAL por esta ser parte da administração indireta. 9

11 A CONTEÚDO GERAL 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UJ 1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério de Minas e Energia : Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Companhia Energética de Alagoas Denominação abreviada: CEAL : Não se Aplica Código LOA: Não se Aplica Código SIAFI: Não se Aplica Situação: ativa Natureza Jurídica: Sociedade de Economia Mista Principal Atividade: Concessionária de distribuição de energia elétrica Código CNAE: Telefones/Fax de contato: (082) (082) (082) Página na Internet: Endereço Postal: Av. Fernandes Lima, nº 3349 Gruta de Lourdes, Maceió/AL CEP: Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei nº de 08/04/1959 Autoriza o Poder Estadual a organizar uma sociedade de economia mista, por ações, destinada a realizar o aproveitamento, exploração e distribuição de energia elétrica no Estado de Alagoas. Escritura Pública de constituição da Sociedade Anônima de Economia Mista Companhia de Eletricidade de Alagoas CEAL. Cartório Heitor Martins Tabelião do 4º Ofício Maceió, AL. Livro nº 71 Fls. 111v a 120v lavrada em 17/08/1960. Decreto Presidencial nº de 15/06/1961 Concede autorização para funcionar como empresa de energia elétrica a Companhia de Eletricidade de Alagoas. Lei Estadual nº de 05 de julho de 1983 cria a Companhia Energética de Alagoas CEAL Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada ORGANIZACIONAL DG-DO/RI-001 Regimento de Comitê de Normas e Processos e Aprovação DG-DO-05/N-001 Norma de Padronização para Elaboração, Expedição e Recebimento de Documentos Oficiais MPS-DG-05/N-001 Norma de Padronização das Práticas da Organização SECRETARIA GERAL MPC-PR-08/N-01 Norma do macro processo da secretaria geral MPC-PR-08/P-01 Procedimento secretaria geral COMISSÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR DG-GP-01/N-001 Norma de Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades MPS-DG-01/N-001 Norma de Apuração de Irregularidades RECURSOS HUMANOS 10

12 NOR SSA Procedimentos de Segurança NOR SRH Avaliação de Desempenho NOR SRH Função de Motociclista NOR SRH Brigada de Emergência NOR SRH Assistência aos dependentes Especiais NOR SRH Benefícios Assistenciais aos Aposentados NOR SRH Alcoolismo NOR SRH Adicional de Periculosidade NOR SRH Recrutamento e Seleção MPS-DG-02/P-003 Procedimento de Idioma Estrangeiro. MPS-DG-02/P-002 Procedimento de Pós Graduação - Lato Sensu e Stricto; MPS-DG-02/P-001 Procedimento de Controle e Avaliação das Ações Educacionais; MPS-DG-02/N-002 Norma de Desenvolvimento e Capacitação de Pessoas MPS-DG-02/N-001 Norma do Macroprocesso de Educação Corporativa MPS-DG-01/N-001 Apuração de irregularidades DG-GP-03/N-020 Norma de Incentivo às Atividades Físicas DG-GP-03/N-019 Auxílio Saúde DG-GP-02/N-004 Adicional de periculosidade DG-GP-01/P-032 Procedimento de Requisição, Fornecimento, Uso, Devolução e Substituição de Equipamentos de Segurança DG-GP-01/P-010 Procedimento de Gestão do Auxílio Saúde DG-GP-01/P-009 Procedimento de Controle de Frequência DG-GP-01/N-034 Norma de Exames Ocupacionais DG-GP-01/N-033 Comunicação de Acidente e Quase Acidente DG-GP-01/N-032 Equipamentos de Segurança DG-GP-01/N-031 Norma de Estágio de Estudantes DG-GP-01/N-027 Norma da Comissão Interna de prevenção de Acidentes DG-GP-01/N-026 Adicional de periculosidade DG-GP-01/N-018 Auxílio Educacional Ensino Superior DG-GP-01/N-017 Norma de Auxílio Educacional Escolar Creche, Pré-escola, Babá, Material Escolar DG-GP-01/N-015 Fornecimento de Vales Alimentação/Refeição DG-GP-01/N-013 Norma de Rescisão Contratual de Trabalho Sem Justa Causa DG-GP-01/N-011 Norma de Gratificação de Função DG-GP-01/N-009 Norma de Cessão e Requisição de Empregados DG-GP-01/N-008 Norma de Frequência, Jornada de Trabalho e Horas Extras DG-GP-01/N-006 Norma de Empréstimo em Consignação DG-GP-01/N-005 Norma de Regime de Sobreaviso DG-GP-01/N-004 Norma de Férias DG-GP-01/N-001 Norma de Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades DG-GP-01/P-008 Procedimento para concurso de remanejamento ou transferência SUSTENTABILIDADE PR-ST-01/N-001 Norma de Implantação e Gestão do Programa de Coleta Seletiva Solidária PR-ST-01/P-001 Procedimento de Coleta Seletiva SUPRIMENTOS DG-LC-04/N-001 Norma de aquisição de bens e serviços DF-FT-02/N-001 Norma de contas a pagar DG-LC-04/N-002 Norma de administração de materiais DG-SU-04/N-003 Norma de inventário de Materiais e Equipamentos DG-SU-04/N-002 Norma de armazenamento de materiais e instalações DG-SU-04/N-004 Norma de alienação de bens PR-LC-03/N-002 Norma de Gestão e Fiscalização de Contratos de Bens, Obras e Serviços PR-SU-04/P-001 Procedimento de Devolução de Materiais TRANSPORTES NOR STR Transporte Coletivo para Condução de Empregados INS STR Credencial do Condutor de Veículo 11

13 NOR STR Locação de Veículos de Terceiros DG-GA-07/N-001 Norma Administração e Condução da Frota de Veículos PLANEJAMENTO E EXPANSÃO NOR SCS Serviço de Análise e Elaboração de Projeto INS SCS Credenciamento de Engenheiro MPN-DP-01/N-001 Norma de Atualização do Sistema Técnico da Distribuição INS SDI Elaboração e Análise de Projetos de Rede de Distribuição e Subestação em 13.8 DP-PD-01/P-001 Antecipação do Atendimento do Fornecimento de Energia Elétrica DP-PD-01/P-002 Procedimento de Participação Financeira do Consumidor SERVIÇO DA DISTRIBUIÇÃO comercial Consumidor de Baixa Renda Fraude Locação de Transformadores Procedimentos Operacionais do Centro de Operação da Distribuição - COD Desligamento no Sistema de Distribuição Elaboração e Análise de Projetos de Rede de Distribuição e Subestação em 13.8 kv TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NOR SIN Política de Uso da Internet DG-GT-06/N-001 Norma de Segurança da Informação DG-TI-06/N-002 Norma de Política de Backup e Restore de Dados DG-GT-06/N-020 Norma de Controle de Acesso Lógico do Usuário aos Recursos de TIC DG-GT-06/N-003 Segurança de Recursos Humanos DG-GT-06/N-019 Responsabilidade de Usuário DG-GT-06/N-018 Conformidade Legal DG-GT-06/N-017 Gerenciamento de Serviços de Terceiros DG-GT-06/N-016 Troca de Informações DG-GT-06/N-015 Classificação de Informação DG-GT-06/N-014 Segurança de Informação as Partes Externas DG-GT-06/N-013 Monitoramento de Rede Interna DG-GT-06/N-012 Gestão de incidentes de Segurança da Informação DG-GT-06/N-011 Responsabilidades Operacionais DG-GT-06/N-010 Gestão de Continuidade de Negócio DG-GT-06/N-009 Segurança para Equipamento de TI DG-GT-06/N-008 Infraestrutura de Segurança da Informação e Comunicação DG-GT-06/N-007 Gestão de Ativos de TIC DG-GT-06/N-006 Usos e Concessões de Trabalho Remoto DG-GT-06/N-005 Proteção Contra Códigos Maliciosos DG-GT-06/N-004 Proteção e Acesso as Aéreas seguras DG-GT-06/N-021 Norma de Manutenção de Sistemas Corporativos DG-GT-06/P-002 Procedimento do Pool de Projetores e Note Books DG-GT-06/P-001 Procedimento de Acesso aos Sistemas Corporativos de TIC Política da Segurança da Informação e Comunicações DG-GT-06/RI-002 Regimento Interno COSIC. MPS-DG-05/N-001 Norma de Padronização das Práticas da Organização Versão 01 DG-GP-01/N-018 Norma de Auxílio Educacional Ensino Superior MPS-DG-02/N-001 Norma do Macroprocesso de Educação Corporativa SERVIÇOS AUXILIARES NOR SSA Abalroamento de Postes NOR SSA Bens Móveis NOR SSA Uso de Uniformes Padrões da CEAL DG-GA-04/N-005 Norma Serviço de Telefonia Fixa e Fax DG-GA-04/N-006 Norma Serviço Telefônico Móvel DG-MS-07/N-003 Gestão de Documentos Arquivisticos DG-GA-04/N-004 Norma de Acesso às Dependências da Empresa 12

14 DG-MS-07/P-004 Procedimento Acesso aos Documentos do Arquivo Central DG-GA-04/P-005 Procedimento Eliminação de Documentos DG-MS-07/P-001 Procedimento Solicitação de Assessoramento Técnico-Arquivístico DG-MS-07/P-002 Procedimento Transferência de Documentos para Arquivo Central DG-MS-07/N-004 Norma de Gestão de Protocolo DG-MS-07/P-006 Procedimento Envio e Recebimento de Correspondências DG-MS-07/P-005 Procedimento Uniformização da Abertura de Processos DG-GA-04/N-001 Norma de Viagens no País DG-GA-04/N-009 Norma de Uso dos Recursos de Impressão Corporativa DG-GA-07/P-008 Gestão de frota sob contratos de serviços terceirizados DG-GA-04/P-007 Procedimento de Acesso ao estacionamento CONTÁBIL/FINANCEIRO NOR SCF Fundo Fixo de Caixa NOR SCF Processo de Pagamento INS SCF Resgate de Cheque Devolvido NOR SCF Lançamento de Débitos para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) DF-FT-02/N-003 Norma de Riscos e Seguros DF-FT-02/N-001 Norma de contas a pagar COMERCIAL INS.SCF Alterar Data de Vencimento da Fatura de Energia Elétrica NOR.SCF Analisar Fatura - Geração de OS em Bloco NOR.SCF Análise da Demanda Contratada-Tensão Primária. INS.SCF Análise das Estatísticas de Faturamento para Melhoria do Processo NOR.SCF Análise e Definição da Necessidade de Rede - Universal NOR.SCF Análise e Reconhecimento da Sazonalidade para Fins de Faturamento. NOR.SCF Aprovação do calendário de Leitura INS.SCF Arrecadação por Encontro de Contas NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _AT - AT_ NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _BT - AT NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _BT - BT_ NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Desligamento para Reforma do Padrão Entrada NOR SCF Atendimento ao Cliente com Débito em outra UC NOR SCF Atendimento ao Pedido de Fornecimento ao Cliente do Grupo A e Optante NOR SCF Atendimento ao Pedido de Fornecimento ao Cliente do Grupo B INS.SCF Atualização das Tarifas e dos Serviços Cobráveis no Sistema AJURI NOR SCF Auditoria de Implantação dos Procedimentos Comerciais INS.SCF Cadastramento de Semáforos, Sinalizadores e Assemelhados. INS.SCF Cadastramento do Débito em Conta - Geração de Arquivos NOR.SCF Cadastro das Unidades Consumidoras INS.SCF Cadastro de Entrega Alternativa de faturas de Energia Elétrica. INS.SCF Cálculo das Diferenças de Faturamento Irregular de Consumo INS.SCF Cancelamento de Faturas. Ed.02 INS.SCF Carregar e Descarregar Leituras NOR.SCF Cobrança da COSIP NOR.SCF Composição da Fatura de Energia Elétrica. INS.SCF Conceitos de Faturamento INS.SCF Conclusão de OS em Bloco NOR.SCF Condicionantes para Mudança de Grupo Tarifário. NOR SDI Consumidor de Baixa Renda.pdf INS.SCF Consumos Adicionais. NOR.SCF Contratação de Agentes Arrecadadores NOR.SCF Contratação de Conexão e Uso do Sistema de Distribuição NOR.SCF Contratação de Energia Pura INS.SCF Contratação na Estrutura Tarifária Convencional e Horo-sazonal INS.SCF Controle de Senhas de Atendimento INS.SCF Controle de Veículos INS SCF Controle Diário do Faturamento INS.SCF Correção dos Dados da Medição 13

15 INS.SCF Corrigir Histórico da Medição NOR.SCF Critérios para Definição do Ponto de Entrega NOR.SCF Definição do Calendário de Leituras INS.SCF Definir Itinerário de Leitura no Cadastramento da UC NOR.SCF Denúncia de Fornecimento de energia para Terceiros INS.SCF Desligamento de UC com Fornecimento de Energia Elétrica Suspenso no Ponto de Derivação INS.SCF Desligamento de UC no Ponto de Derivação a Pedido do Cliente INS.SCF Desligamento de Unidade Consumidora com Retirada do Medidor INS SDI Desligamento no Sistema de Distribuição NOR.SCF Detecção e Regularização de Ligações Clandestinas INS SCF Devolução de Pagamento Recebido em Duplicidade (Energia e Encargos) INS.CF Diretrizes para Faturamento Plurimestral NOR SCF Distribuição e Controle de Selos Lacres INS.SCF Efetuar Cálculo Financeiro INS.SCF Emissão de 2a Via de Energia Elétrica através da Internet INS.SCF Emissão de Fatura Complementar INS.SCF Emissão de Fatura de Consumo Final. INS.SCF Emissão de Fatura Especial NOR SCF Emissão de Reaviso para Fornecimento do Grupo A NOR SCF Emissão de Reaviso para Fornecimento do Grupo B INS.SCF Emissão e Entrega do Contrato de Adesão. INS.SCF Encargos Diversos. NOR.SCF Encerramento de Ordem de Serviço de Corte por Pagamento da Fatura de Energia INS.SCF Enquadramento de UC na Subclasse Residencial Baixa Renda NOR.SCF Enquadramento no Programa Luz para Todos INS.SCF Entrega de Faturas de Energia do Grupo A. INS.SCF Entrega de Faturas de Energia do Grupo B. Ed.02 NOR SCF Entrega de Faturas de Energia Elétrica INS.SCF Entrega do Contrato de Fornecimento ao Cliente do Grupo A. NOR.SCF Estabelecimento da Tensão de Fornecimento INS.SCF Estatísticas de Atendimento Comercial e COD INS SCF Estorno de Arrecadação por Pagamento de Fatura de Terceiro. Ed.02 NOR.SCF Execução Automática da Arrecadação NOR.SCF Execução Manual da Arrecadação INS.SCF Fatura Agrupada por Órgão Pagador NOR.SCF Faturamento da Irregularidade INS.SCF Faturamento de Penalidades - DIC, FIC e DMIC NOR SCF Faturamento de UC do Grupo "A" NOR SCF Faturamento de UC do Grupo "B" NOR.SCF Faturamento do Fornecimento de Iluminação Pública NOR SCF Faturamento dos Serviços Cobráveis INS.SCF Faturamento Eventual Antecipado INS SCF Faturamento por Média de Três Ciclos Consecutivos NOR SDI Fraude INS.SCF Geração Automática de Lançamentos a Faturar NOR.SCF Geração Campanha de Inspeção em Unidades Consumidoras INS.SCF Geração de OS em Bloco para Inspeção de Cortado INS.SCF Geração Manual de Lançamentos INS.SCF Gerência de Equipes NOR.SCF Gestão do Processo de Atendimento ao Pedido de Fornecimento de Iluminação Pública NOR SCF Gestão do Processo de Cobrança Judicial NOR.SCF Gestão do Processo de Corte por Falta de Pagamento NOR. SCF Gestão do Processo de Religação NOR.SCF Gestão do Processo do Fornecimento Precário. NOR.SCF Gestão e Controle do Prazo do Fornecimento Provisório INS.SCF Inclusão de Clientes no Cadastro da SERASA NOR.SCF Inspeção da Medição e do Padrão de Entrada de Unidades Consumidoras Atendidas em Alta Tensão e Detecção de Procedimento Irregular NOR.SCF Inspeção da Medição e do Padrão de Entrada de Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão e Detecção de Procedimento Irregular INS.SCF Inspeção e Manutenção em Coletor de Leituras INS.SCF Instalar Lacres na Caixa de Medição da UC 14

16 INS SCF Instalar Ramal de Ligação em UC com Fornecedor de Energia Elétrica Suspenso NOR SCF Lançamento de Débitos para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) NOR SCF Leitura de Medidores do Grupo B INS.SCF Liberação e Cobrança de Ligação de Iluminação Natalina INS.SCF Manutenção de Medidores. INS.SCF Manutenção e Melhoria do Sistema AJURI NOR.SCF Medição e Faturamento de Clientes Livres MPN-DC-01/N-003 Norma Alteração de Titularidade MPN-DC-01/N-004 Norma Cadastro de Unidade Consumidora MPN-DC-01/N-005 Norma Concessão do Benefício Tarifa Social de Energia Elétrica DC-CA-01/N-001 Norma Fornecimento Provisório de Energia Elétrica DC-CA-01/N-002 Norma Solicitação de Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão NOR.SCF Orientação ao Cliente Quanto ao Padrão de Entrada da UC. NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre a Estrutura Tarifária e as Opções de Faturamento NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre a Medição Instalada NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre Prazos de Ligação nos Casos de Extensão de Rede NOR.SCF Orientações ao Cliente Quanto ao Projeto das Instalações Elétricas das UCs INS SCF Pagamento da Guia de Previdência Social - GPS NOR.SCF Parcelamento de Débito de Terceiros NOR.SCF Prazos de Entrega de Faturas NOR.SCF Procedimento de Encerramento das Relações Contratuais para Clientes do Grupo A NOR.SCF Procedimento para a Leitura dos Medidores do Grupo A NOR SCF Procedimento para Impressão de Faturas do Grupo "B" INS.SCF Procedimento para Levantamento de Carga Instalada INS.SCF Procedimento para Suspensão do Fornecimento de Energia Elétrica por Falta de Pagamento (Geração da Ordem de Serviço de Corte) INS.SCF Processo de Cobrança Administrativa Inclusão de Clientes no Cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito NOR.SCF Processo de Encerramento das Relações Contratuais - Grupo B. NOR.SCF Processo de Encerramento das Relações Contratuais para Clientes do Grupo A INS.SCF Processo de Instalação de Medidor e Ramal de Ligação INS.SCF Programação e Pré-programação de Serviços INS.SCF Realizar Leitura e Entrega Simultânea NOR.SCF Recebimento de Denúncia de Procedimento Irregular e Ligação Clandestina INS.SCF Reclamação de Agente Arrecadador INS.SCF Reclamação de Agente Arrecadador INS SCF Reclamação de UC Ligada e Contrato Pendente INS SCF Reclamação de Valores Faturados por Média INS.SCF Reclamação junto aos Órgãos de Defesa do Consumidor INS SCF Reclamação por Corte Indevido INS.SCF Reclamação por dados do Contrato Incorretos INS SCF Reclamação por Erro de Débito em Conta INS SCF Reclamação por Erro de Leitura INS SCF Reclamação por Fatura de Energia Elétrica não Entregue INS.SCF Reclamação por Fatura não Arrecadada INS SCF Reclamação por Irregularidade na Medição INS.SCF Reclamação por Ordem de Serviço não Atendida INS.SCF Reclamação por Reclamação não Atendida INS SCF Reclamação por Valores Faturados - Encargos e Taxas INS.SCF Reclamação por Verificação Metrológica INS SCF Refaturamento das Unidades Consumidoras do Grupo A INS SCF Refaturamento das Unidades Consumidoras do Grupo A. Ed. 02 NOR SCF Registro das Irregularidades de Leitura INS.SCF Religação de UC com Fornecimento de Energia Elétrica Suspenso na Caixa de Proteção ou na Medição INS.SCF Remeter Declaração por Solicitação do Cliente INS SCF Resgate de Cheque Devolvido INS SCF Revisão Cadastral de Unidades Consumidoras em Campo INS.SCF Serviço Telefônico Comercial e Técnico Integrado INS.SCF Substituição de Fatura do Grupo B INS.SCF Substituição de Fatura por Acúmulo de Consumo INS.SCF Suspensão do Fornecimento de Energia por Falta de Pagamento INS.SCF Suspensão do Fornecimento de Energia por Falta de Pagamento - Grupo B. Ed.02 15

17 DC-CA-01/N-001 Tratamento das Reclamações dos Consumidores NOR SCF Tratamento de Débitos Incobráveis INS.SCF Tratamento de Liminar Judicial NOR.SCF VALORES MÍNIMOS FATURÁVEIS NOR.SCF Verificação da Atividade da UC para Classificação e Aplicação Tarifa INS.SCF Verificação Metrológica de Medidor de Energia Elétrica NOR SCF Vistoria da Unidade Consumidora do Grupo B MPN-DC-01/N-007 Norma de acesso de microgeração em BT MPN-DC-01/N-006 Norma de acesso de minigeração distribuída em MT DC-CA-01/P-002 Procedimento de Tratamento de Reclamações de Consumidores MPN-DC-01/P-002 Procedimento de acesso de microgeração em BT DC-CA-01/P-001 Procedimento de Baixa de Agente Arrecadador MPN-DC-01/P-001 Procedimento de acesso de minigeração distribuída em MT DC-CA-01/N-008 Norma Atendimento a UCs Equip Sobrev Humana DG-GT-06/R-002 Regimento do Comitê Gestor do Sistema de Gestão Comercial AJURÍ OPERAÇÃO INS SDI Procedimentos Operacionais do Centro de Operações NOR SDI Locação de Transformadores DO-OI-03/P-001 Solicitação de Desligamento Programado ASSUNTOS REGULATÓRIOS DR-OU-01/N-001 Processo de Tratamento das Demandas Regulatórias Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Manual Organizacional Manual de Atribuições Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se aplica Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se aplica Não se aplica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se aplica Não se aplica Fonte: CEAL Presidência (PR) Quadro 1 - Identificação da Unidade Jurisdicionada no Individual (Quadro A.1.1) 16

18 1.2. Finalidade e competências institucionais da unidade jurisdicionada A Companhia Energética de Alagoas CEAL foi criada em 1983, sob a Lei Estadual nº de 05 de julho de 1983, oriunda da Companhia de Eletricidade de Alagoas CEAL, constituída pela Lei Estadual nº 2.137, de 08 de abril de 1959, com lavratura da escritura pública de constituição em 17 de agosto de Atualmente detentora do contrato de concessão nº. 007/2001, celebrado junto a União, por intermédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), possui o direito e atua no serviço público de distribuição de energia nos 102 municípios alagoanos até o ano de Em julho de 1997, a União, por intermédio das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. passou a exercer o controle acionário da Companhia, oportunidade em que assumiu a maioria das ações, a partir da aquisição de 50% das ações nominativas que se encontravam sob o controle do Estado de Alagoas. Em junho de 2008 foi implantado novo modelo de gestão para as Empresas Distribuidoras da Eletrobras, estabelecendo direção única, integrada, buscando unificar procedimentos, aproximar empregados de diferentes culturas e fortalecer a confiança dos clientes atendidos nas diferentes regiões de atuação. Na condição de holding, a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. controla grande parte dos sistemas de geração e transmissão de energia elétrica do Brasil, e atua na área de distribuição por meio das empresas Eletrobras Amazonas Energia, Eletrobras Distribuição Acre, Eletrobras Distribuição Roraima, Eletrobras Distribuição Rondônia, Eletrobras Distribuição Piauí e Eletrobras Distribuição Alagoas. Em dezembro de 2010 foi aprovada a integralização de Adiantamentos de Capital feitos pelas Centrais Elétricas Brasileiras S.A., totalizando R$ mil, oportunidade em que a Eletrobras passou a ter o controle integral da gestão da Companhia. Para atender à Lei nº , de 28 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a participação de empregados nos conselhos de administração das empresas públicas e sociedades de economia mista, o Estatuto Social da empresa foi alterado em Assembleia Geral, de 9 de setembro de A Companhia incorpora como filosofia, crença e política, a visão estratégica de sua controladora e organiza-se para uma avaliação crítica como se fora uma empresa de capital aberto, alinhada à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal, orientada para as dimensões social, econômica, regional, ambiental e democrática, com programas e ações voltados para atender o grau de desenvolvimento desejado para o País e a sociedade em geral. Em seu espaço político-institucional está comprometida com o crescimento sustentável, a geração de emprego e renda, e a inclusão social, desempenhando políticas públicas no segmento de energia elétrica, expandindo seus ativos para atender o crescimento do mercado, e realizando melhorias sistêmicas para ofertar serviços com qualidade e menores custos. Suas ações estratégicas são direcionadas para a construção de uma Companhia sustentável e competitiva, comprometida com a ética, eficiência, transparência, profissionalismo, respeito e valorização do ser humano e do meio ambiente. Dentro das Novas Regras de Governança consta o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial - CMDE, que reporta a desafios, nas dimensões econômico-financeira, operacional e socioambiental. 17

19 Nele estão estabelecidos metas e resultados, objetivando maior eficiência, robustez e rentabilidade financeira, bem como as condições de acompanhamento e monitoramento a vigorar até 31/12/2017. No que diz respeito às empresas distribuidoras do grupo Eletrobras, são propostas as seguintes diretrizes: Consolidação da gestão integrada e realização do saneamento e equilíbrio econômicofinanceiro; Aumento da eficácia e eficiência operacional, melhoria da qualidade dos serviços, redução das perdas de energia e inadimplência; Modernização da estrutura organizacional e sistema de gestão, melhoria e integração dos processos administrativos, capacitação e profissionalização do quadro gerencial e técnico-administrativo das empresas. Em busca da melhoria da performance operacional e financeira, a Companhia deu sequência às ações de implantação de ferramentas de gestão estratégica, onde, por meio do Gerenciamento por Diretrizes, a Diretoria acompanha de forma sistêmica os indicadores de desempenho e metas definidas para cada processo, obedecendo ao ciclo do PDCA - planejar, executar, verificar e agir. O planejamento estratégico do período foi elaborado com o estabelecimento de metas e indicadores voltados à melhoria de desempenho da Companhia, unificando as ferramentas de gestão: SGD (Sistema de Gestão de Desempenho), PMD (Plano de Melhoria de Desempenho) e o CMDE (Contrato de Metas de Desempenho Empresarial), projetando desafios nas dimensões econômico-financeiras, operacional, e socioambiental. 18

20 1.3. Organograma funcional Figura 1 - Organograma Funcional Descrição sucinta das competências e atribuições de responsabilidade de cada área componente da estrutura da UJ: 1. Assembleia Geral A Assembleia-Geral, convocada e instalada de acordo com a Lei e o Estatuto Social, tem poderes para decidir sobre todos os negócios relativos ao objeto da Companhia e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento. 19

21 2. Conselho Fiscal Compete ao Conselho Fiscal verificar os atos dos administradores da Companhia, o cumprimento de seus deveres legais e estatutários e examinar suas demonstrações financeiras, além de outras competências fixadas em legislação específica. 3. Conselho de Administração Compete ao Conselho de Administração a fixação da orientação geral dos negócios da Companhia, através de diretrizes fundamentais de administração, bem como o controle superior da Empresa, pela fiscalização da observância das diretrizes por ele fixadas, acompanhamento da execução dos programas aprovados e verificação dos resultados obtidos Auditoria Interna Compete à Auditoria Interna verificar o cumprimento das diretrizes e atos normativos internos e externos, através do exame dos procedimentos, registros, arquivos, documentos, dados, funções e atividades desenvolvidas pela Companhia. 4. Diretoria Executiva É o conjunto de Diretores da Empresa aos quais compete assegurar o funcionamento regular da Companhia ficando, para esse fim, investida dos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo deliberar sobre quaisquer matérias relacionadas com o objeto social, exceto aquelas que pela sua natureza ou pelo Estatuto, sejam da competência da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração. 5. Comitê de Gestão Empresarial É o conjunto de Assistentes de Diretores, designados como representantes de cada Diretor, aos quais compete planejar, orientar, supervisionar, coordenar, acompanhar e controlar as atividades operacionais da Companhia, de acordo com os planos, orientações e decisões da Diretoria Executiva, assegurando a otimização dos recursos disponíveis, bem como a representação local da Diretoria na área de concessão. 6. Presidência Compete à Presidência, através da atuação do Diretor Presidente, a orientação políticoadministrativa e a representação da Companhia. 6.1 Assessoria Especial de Suprimentos Compete a Assessoria Especial de Suprimentos gerenciar os processos e atividades referentes à administração e armazenagem de materiais; planejamento, aquisição, 20

22 tecnologia e logística de materiais e outras atividades e programas vinculados à gestão de suprimentos. 6.2 Assessoria Jurídica Compete à Assessoria Jurídica assessorar as Diretorias e Unidades Organizacionais da Companhia, orientando sua atuação sob o ponto de vista jurídico, além de providenciar a defesa dos seus interesses. 6.3 Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais Compete à Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais assessorar as Diretorias e Unidades Organizacionais da Companhia no que se refere às atividades, comunicação social, cerimonial, relações com a imprensa, publicidade e relacionamento Institucional com a sociedade, com os poderes constituídos e com outros agentes e instituições vinculados, direta ou indiretamente, à sua atuação. 6.4 Secretaria Geral Compete à Secretaria Geral Apoiar administrativamente os trabalhos do Conselho de administração, do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva da Companhia. 6.5 Programa Luz Para Todos Compete à Gerência do Programa Luz Para Todos coordenar o desenvolvimento, acompanhamento e controle das atividades, ações e programas relacionados ao Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso de Energia Elétrica Luz para Todos, no âmbito da Companhia. 6.6 Comissão Permanente de Licitação Compete à Comissão Permanente de Licitação coordenar, executar, controlar e publicar os atos necessários para realização e julgamento de processos licitatórios emitidos nas modalidades de Concorrência, Tomada de Preços, Convites, inclusive realizados por meio Dispensa de Licitação, Inexigibilidade e Cotação Eletrônica. 7 Diretoria de Gestão Compete à Diretoria de Gestão planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes à gestão de pessoas, treinamento e desenvolvimento, segurança e medicina do trabalho, relações trabalhistas e sindicais, suprimentos e administração de materiais, transporte, tecnologia da informação, organização e métodos, documentação e arquivo e serviços gerais. 21

23 7.1 Departamento de Administração Compete ao Departamento de Administração gerenciar os processos e atividades referentes à gestão de imóveis e infraestrutura, transportes, documentação e arquivos, serviços gerais e outras atividades e programas vinculados à gestão administrativa. 7.2 Departamento de Gestão de Pessoas Compete ao Departamento de Gestão de Pessoas gerenciar os processos e atividades referentes à administração de pessoal, relações trabalhistas e sindicais, treinamento e desenvolvimento de pessoal, segurança e medicina do trabalho, plano de benefícios, ações de bem estar social e outras atividades e programas vinculados à gestão de pessoas. 7.3 Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações Compete ao Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, transformar requisitos estratégicos, regulatórios e tecnológicos em serviços e produtos de tecnologia da informação e comunicações através de ações de planejamento, desenvolvimento e suporte de soluções, garantindo a segurança das informações e a governança. 8 Diretoria Financeira Compete à Diretoria Financeira planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes contabilidade geral e de custos, contas a pagar e a receber, orçamento, tesouraria, gestão tributária e fiscal, controle patrimonial, seguros, captação de recursos, investimentos e aplicações. 8.1 Departamento de Contabilidade Compete ao Departamento de Contabilidade gerenciar os processos e atividades referentes à contabilidade geral e de custos; gestão tributária e fiscal, controle patrimonial e outras atividades e programas vinculados à gestão contábil. 8.2 Departamento de Planejamento e Controle Financeiro Compete ao Departamento de Planejamento e Controle Financeiro gerenciar os processos e atividades referentes ao planejamento financeiro, orçamento de custeio e de investimento, estudos econômico-financeiros, análise de viabilidade de investimentos e análise do desempenho financeira do Contrato de Gestão e da Companhia. 8.3 Departamento de Finanças e Tesouraria Compete ao Departamento de Finanças e Tesouraria gerenciar os processos e atividades referentes à administração de seguros; caixa e tesouraria, elaboração de fluxos de caixa, relacionamento bancário, gestão de contas a pagar e a receber e captação de empréstimos e financiamentos. 22

24 9 Diretoria Comercial Compete à Diretoria Comercial planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes ao relacionamento comercial da Companhia e a legislação vigente, bem como as atividades relativas a projeções de mercado e compra de energia. 9.1 Departamento de Atendimento ao Consumidor Compete ao Departamento de Atendimento ao Consumidor gerenciar o atendimento ao público de uma formal geral, assim como aos grandes consumidores, além de prover a gestão das agências e postos. 9.2 Departamento Comercial Compete ao Departamento Comercial gerenciar os processos e atividades referentes a leituras, faturamento, arrecadação, e combate à inadimplência. 9.3 Departamento de Mercado e Compra de Energia Promover o acompanhamento e as previsões de Mercado e carga energética da área de Concessão tendo vista subsidiar o Planejamento Empresarial, além de efetuar todas as operações atinentes à Compra de Energia no Ambiente de Contratação Regulada junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. 9.4 Departamento de Medição e Fiscalização Compete ao Departamento de Medição e Fiscalização gerenciar os processos e atividades referentes à especificação, dimensionamento e aferição de equipamentos de medição, bem como à inspeção e fiscalização de unidades consumidoras e o combate às perdas de energia. 10 Diretoria de Operação Compete à Diretoria de Operação planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes Operação e Manutenção da Transmissão de Energia Elétrica da Companhia, de acordo com o que estabelece o contrato de concessão e a legislação vigente Departamento de Serviços da Distribuição Compete ao Departamento de Serviços da Distribuição gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de campo referentes aos atendimentos de emergência e urgência, serviços comerciais e de manutenção na sua área geográfica de abrangência Departamento de Manutenção Compete ao Departamento de Manutenção gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de manutenção preditiva, preventiva das instalações do sistema de distribuição de alta e média tensão na Companhia. 23

25 10.3 Departamento de Operação da Distribuição Compete ao Departamento de Operação da Distribuição gerenciar os processos e atividades referentes à pré-operação, operação em tempo real, pós-operação, telecomunicação operativa e automação do sistema elétrico de distribuição da Companhia Departamento Regional Leste Compete ao Departamento Regional Leste gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de atendimento emergencial e de manutenção dos sistemas elétricos de média e baixa tensão, na sua área geográfica de abrangência Departamento Regional Oeste Compete ao Departamento Regional Leste gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de atendimento emergencial e de manutenção dos sistemas elétricos de média e baixa tensão, na sua área geográfica de abrangência. 11 Diretoria de Planejamento e Expansão Compete à Diretoria de Planejamento e Expansão planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes ao planejamento e implantação da expansão dos sistemas elétricos de distribuição e subtransmissão, de forma a garantir o atendimento da demanda do mercado consumidor de energia na área de concessão, bem como as atividades vinculadas à gestão e monitoramento ambiental das atividades da Companhia Departamento de Engenharia e Obras de Alta Tensão Compete ao Departamento de Engenharia e Obras de Alta Tensão gerenciar as atividades referentes à elaboração de projetos e execução de obras de alta tensão para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia Departamento de Engenharia de Obras de Redes de Distribuição Compete ao Departamento de Engenharia e Obras de redes de Distribuição gerenciar as atividades referentes à elaboração de projetos e execução de obras para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia Departamento de Estudo da Expansão Compete ao Departamento de Estudos da Expansão gerenciar as atividades referentes ao desenvolvimento de estudos técnicos e econômicos com vistas ao planejamento da expansão dos sistemas de distribuição e subtransmissão, para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia. 24

26 12 Diretoria de Regulação Compete à Diretoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes à regulação técnica, comercial e econômico-financeira, bem como aquelas que dizem respeito a projetos de pesquisa e desenvolvimento, eficiência energética, ouvidoria e projetos especiais, de acordo com o que estabelece o contrato de concessão e a legislação vigente Assessoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética Compete à Assessoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética coordenar o desenvolvimento e acompanhamento de atividades, ações, programas e projetos relacionados à conservação de energia, eficiência energética e pesquisa e desenvolvimento tecnológico, de acordo com o que estabelece a legislação e a agência reguladora, orientando a execução destas atividades na Companhia 12.2 Assessoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais Compete à Assessoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais acompanhar e analisar as orientações, instruções normativas e outras regulamentações emanadas do Poder Concedente, providenciando sua divulgação junto às Áreas envolvidas, bem como conduzir a negociação de assuntos de interesse da Companhia junto à Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Ouvidoria Compete à Ouvidoria intermediar e facilitar o atendimento e a relação entre o cidadão, o empregado e a organização, incluindo o recebimento, exame e encaminhamento de perguntas, reclamações, denúncias, elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações da Companhia Macroprocessos finalísticos MACROPROCESSO FINALISTICO: COBRANÇA E ARRECADAÇÃO Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle da inadimplência ativa, bem como as atividades relacionadas às ações de cobrança administrativa, suspensão do fornecimento e cobrança judicial, sustentada por uma rígida Régua de Cobrança, buscando sempre o emprego de novas tecnologias e melhores práticas nos processos e atividades de gestão da inadimplência. Principais Realizações no ano de 2013: Elaboração de análises e estudos objetivando a definição das metas para os níveis de redução de inadimplência para o triênio 2012 a

27 Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para o controle e a redução dos níveis de inadimplência ativa das Empresas de Distribuição da Eletrobras. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de controle e redução da inadimplência ativa, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. Levantamento da demanda e consolidação das informações, inclusive especificações técnicas, para contratação centralizada de serviços e novas ferramentas de cobrança, buscando sempre economia em escala. Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas a redução e controle da inadimplência nas Empresas de Distribuição da Eletrobras MACROPROCESSO FINALISTICO: CADASTRO E FATURAMENTO Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle da inadimplência ativa, bem como as atividades relacionadas às ações de cobrança administrativa, suspensão do fornecimento e cobrança judicial, sustentada por uma rígida Régua de Cobrança, buscando sempre o emprego de novas tecnologias e melhores práticas nos processos e atividades de gestão da inadimplência. Principais Realizações no ano de 2013: Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para a melhoria do faturamento e do cadastro das Empresas de Distribuição da Eletrobras. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de melhorias do faturamento e cadastro, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas à melhoria do faturamento e do cadastro nas Empresas de Distribuição da Eletrobras. Início do novo contrato de leitura e entrega simultânea de faturas no mês de setembro, com abrangência em todo o estado, substituindo os 3 contratos anteriores que eram subdivididos por regionais, o que possibilita um alinhamento dos procedimentos de leitura, melhor monitoramento da qualidade da leitura, além dos termos do novo contrato propiciarem uma forma de remuneração totalmente atrelada à qualidade do serviço; Implantação da modalidade de entrega de faturas via repasse, para o caso de leituras que são faturadas internamente, desta forma diminuindo os custos com entrega via Correios, bem como aumentando a confiabilidade da entrega das faturas, em especial na zona rural; Mudança no calendário de faturamento das unidades de baixa tensão na regional Metropolitana em novembro, concentrando a leitura das unidades com maior consumo no final de cada mês, o que propiciou um incremento de 10 GWh de energia faturada; 26

28 Implantação de ações para recadastramento de U.C s Baixa Renda, incluindo atualizações automáticas decorrentes do cruzamento dos dados do cadastro comercial com as informações do CADÚNICO do Ministério do Desenvolvimento Social MDS MACROPROCESSO FINALISTICO: ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações votados para melhorias do processo de atendimento aos clientes, privilegiando ações voltadas para a melhoria da qualidade, simplicidade, maior acesso e tempestividade, com atendimento estrito aos ditames regulatórios, buscando a satisfação dos clientes e melhoria de imagem da empresa, com custos operacionais compatíveis. Principais Realizações no ano de 2013: Adequação do atendimento do atendimento presencial, com disponibilização de 71 pontos de atendimento nas áreas de concessão das distribuidoras. Desenvolvimento de sistema para acompanhamento da gestão dos postos de atendimento descentralizados em fase de homologação. Desenvolvimento e integração à base comercial de sistema específico para tratamento dos pleitos de ressarcimento por danos equipamentos em virtude de problemas na rede de distribuição. Desenvolvimento, implantação e expansão do Terminal de Auto Serviço com vistas a propiciar maior comodidade aos clientes, bem como reduzir o tempo de espera de atendimento nos postos de atendimento com a disponibilização de serviços de modo automático e sem a necessidade de interação com o atendente MACROPROCESSO FINALISTICO: MERCADO E COMPRA DE ENERGIA Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar e acompanhar os estudos de mercado de energia elétrica bem como as atividades de contratação e gestão de contratos de compra de energia das empresas de distribuição, procurando sempre a universalização das boas práticas e a padronização de normas e procedimentos para o gerenciamento dos respectivos processos, objetivando a minimização do custo de aquisição de energia para revenda aos consumidores finais das empresas. Principais Realizações no ano de 2013: Coordenar anualmente a elaboração das previsões de mercados e carga das empresas de distribuição para subsidiar os estudos de planejamento da expansão, de operação do sistema, de compra de energia, de elaboração dos orçamentos e de definição da tarifa de energia. Consolidar e analisar mensalmente os dados estatísticos dos mercados de energia elétrica das empresas de distribuição para informação à Diretoria Executiva, aos processos internos em 27

29 desenvolvimento dentro da empresa e a órgãos externos como ANEEL, MME, Câmara de Comercialização - CCEE, Operador Nacional do Sistema - ONS, etc. Participação com dados e informações, do plano de combate às perdas desenvolvido no âmbito de cada empresa de distribuição. Coordenação dos processos de compra anual de energia elétrica através dos leilões promovidos pela ANEEL e executados pela Câmara de Comercialização de Energia - CCEE. Fazer o acompanhamento mensal dos valores realizados de mercado e dos valores contratados de energia para gerenciamento dos níveis de sobrecontratação ou exposição das empresas de distribuição. Participar com dados e informações do processo anual de reajuste ou revisão tarifária das empresas de distribuição. Acompanhar mensalmente para cada empresa de distribuição o processo de gestão da carteira de contratos de compra de energia e de contabilização e liquidação mensal das posições contratuais das conduzidos mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia - CCEE. Elaborar mensalmente o balanço da energia de cada empresa de distribuição envolvendo a energia vendida aos consumidores finais, a energia injetada no sistema e a energia contratada. Gerir mensalmente para cada empresa de distribuição os contratos de conexão e uso da rede por consumidores livres e outros agentes conectados MACROPROCESSO FINALISTICO: MEDIÇÃO E COMBATE ÀS PERDAS Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle de perdas de energia, bem como as atividades relacionadas à medição de energia nas empresas de distribuição, buscando a atualização tecnológica dos sistemas de medição e as boas práticas dos processos e atividades de gestão das perdas. Principais Realizações no ano de 2013: Elaboração de análises e estudos objetivando a definição das metas para os níveis de perdas para o triênio 2012 a Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para o controle e a redução dos níveis de perdas de energia das Empresas de Distribuição da Eletrobras. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de controle e redução de perdas, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. Elaboração de notas técnicas e relatórios para subsidiar o posicionamento e a defesa das EDE no processo de revisão tarifária junto a ANEEL, no que concerne a definição da trajetória de perdas regulatória e dos recursos a serem reconhecidos como necessário a consecução da trajetória definida. Levantamento da demanda e consolidação das informações, inclusive especificações técnicas, para a aquisição anual de equipamentos de medição e ramais de serviços visando atender as necessidades de crescimento vegetativo e do processo de inspeção e regularização de unidades consumidoras. 28

30 Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas a redução e controle de perdas nas Empresas de Distribuição da Eletrobras. Apoio e participação no desenvolvimento dos subprojetos para implantação de uma Infraestrutura de Medição Avançada única para as 06 Empresas de Distribuição da Eletrobras. Estes subprojetos fazem parte do Projeto Energia +, financiado pelo Banco Mundial e contempla a implantação de um Centro de Medição em Brasília e a telemedição de aproximadamente unidades consumidoras MACROPROCESSO FINALISTICO: DISTRIBUIÇAO DE ENERGIA Vinculação: Diretoria de Operação Finalidade: Observada a estratégia emanada pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar a execução dos planos de operação da Distribuição no âmbito de cada EDE, em contato direto com os Diretores de Operação, de forma a contribuir para a padronização das ações e procedimentos, contribuindo com a máxima disponibilidade do fornecimento de energia elétrica, com qualidade e continuidade, preservando o meio ambiente, a satisfação dos clientes e colaboradores. Responsável pela gestão do sistema elétrico da distribuidora. Principais Realizações no ano de 2013: Apoio e coordenação no processo de planejamento estratégico das ações de melhorias operacionais. Acompanhamento dos Planos de Contingência elaborados para atender situações específicas nas EDE. Elaboração de análises de custos comparativos entre as EDEs e o mercado de distribuição. Apoio nas atividades de PID na busca de soluções para área de operação aplicada. Apoio no processo de reestruturação da área de operação, com busca na redução de custos e ganhos sinérgicos MACROPROCESSO FINALISTICO: ENGENHARIA DA AUTOMAÇÃO E SISTEMAS Vinculação: Diretoria de Operação Finalidade: Coordenar a implantação de tecnologias de infraestrutura e sistemas de acesso remoto, com aplicação de dispositivos para controlar, proteger e monitorar o sistema elétrico de potência, tanto a nível local como pelo Centro de Operação Integrado. Principais Realizações no ano de 2013: Planejamento da expansão dos níveis de automação de instalações dos sistemas de distribuição e transmissão. Prospecção, desenvolvimento e implantação de novas arquiteturas, tecnológicas, de sistema de automação e telecomunicação relacionado á operação automação do SEP (Sistema Especial de Proteção). 29

31 Gestão na implantação do sistema de Despacho Móvel (em andamento). Implantação do sistema de estudos de proteção computacional para redes de média e baixa tensão. Avaliação de desempenho de equipamentos de automação e telecomunicação operacional do SEP (Sistema Especial de Proteção). Suporte a Projetos de P&D relacionados com sua área de atuação. Participação do desenvolvimento de novas soluções de engenharia para proteção e controle de automação do SEP (Sistema Especial de Proteção) no âmbito das EDE's. Planejamento da disponibilização de recursos de informática necessários aos sistemas de suporte à operação, automação e telecomunicação operacional. Pesquisa e avaliação de novas tecnologias para automação de instalações dos sistemas de distribuição e transmissão MACROPROCESSO FINALISTICO: PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento e Expansão Finalidade: Pesquisar, elaborar e Acompanhar a execução de um plano de obras, com o objetivo de atender ao mercado em conformidade com o ambiente regulatório e a estratégia da empresa. Principais realizações no ano de 2013: Elaboração dos Planos Decenais de Expansão dos Sistemas de Distribuição de todas as Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE no horizonte , a partir de critérios padronizados, gerando o plano de obras e investimento associado. Elaboração de estudos de acesso à rede, estudos de fluxo de potência e estudos técnicos para localização de pontos de suprimento da rede básica. Avanço do projeto de P&D com o CEPEL e USP para desenvolvimento e implantação de ferramentas computacionais com objetivo de elaborar o planejamento da expansão dos sistemas de média e baixa tensão de todas as Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. Estas ferramentas irão trabalhar a partir de informações existentes nos Sistemas Georeferenciados Técnicos da Distribuição SGTD, atualmente sob a responsabilidade Diretoria de Operações MACROPROCESSO FINALISTICO: CADASTRO TÉCNICO DE SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Vinculação: Diretoria de Operação. Finalidade: Garantir o controle das informações técnicas do Sistema Elétrico de Distribuição, através da manutenção da Base de Dados Geográficos das Distribuidoras - BDGD, sendo esses dados padronizados pela ANEEL visando retratar a estrutura física da rede elétrica, com seus atributos e características, de modo a permitir a composição do Sistema de Informação Geográfica Regulatório. 30

32 Principais Realizações no ano de 2013: Conclusão o processo de levantamento e cadastro das redes de distribuição, com a atualização do universo de postes de alta e média tensão do sistema de distribuição. Redução do percentual de consumidores fora da base do sistema técnico de 10,3% para 1,6% com conclusão das ações de cadastro e melhorias nos processos internos de controle das novas ligações realizadas. Implantação da coleta de coordenadas georeferenciadas na rotina de leitura e faturamento, para identificação da localização e cadastro dos consumidores fora da base técnica. Apoio no processo de conciliação físico contábil em consonância com as diretrizes da ANEEL e Resolução 367. Implantação de acompanhamento de indicadores estratégicos para controlar o envio de projetos que acrescentam e modificam a base técnica nas áreas de manutenção e expansão; Implantação de acompanhamento de indicadores estratégicos para controle do cadastro dos novos consumidores, evitando a perda de qualidade da base técnica. Apoiar a área de operação para que a base de dados de clientes, alimentadores, subestações esteja aderente à realidade de campo, garantindo a segurança para a operação do sistema elétrico. Apoiar a área de contabilidade para o controle patrimonial do sistema, buscando a manutenção da conciliação contábil e física, em atendimento as regras do agente regulador. Fornecer os dados técnicos da rede elétrica para fins de cálculo de perdas técnicas. Emitir análises e recomendações corporativas, para diretoria executiva e diretorias de operação das Empresas de Distribuição Eletrobras. Promover e coordenar ações de melhoria dos processos da área de cadastro técnico, apoiando as demais áreas de negócio no uso das ferramentas computacionais de controle da base de dados MACROPROCESSO FINALISTICO: PROJETOS E OBRAS DE ALTA TENSÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento da Expansão Finalidade: Orientar e acompanhar os projetos e obras de alta tensão de forma corporativa para as Empresas de Distribuição da Eletrobras - EDE, com o objetivo de se obter ganho em escala e padronização do processo de execução dos projetos e obras de alta tensão. Principais Realizações no ano de 2013: Gerenciamento da elaboração de normas e padrões unificados para as EDE em relação às especificações técnicas de todos os equipamentos de subestações e linhas de distribuição até 138 kv. Esta ação unificou os projetos de subestações por arranjo e por potencia em MVA, que ajudou sobremaneira o processo de compras centralizadas. Gerenciamento e coordenação das compras centralizadas para equipamentos de subestações e linhas de distribuição até 138 kv, no ano de 2013, que resultou uma economia de algumas centenas de milhares de reais. 31

33 MACROPROCESSO FINALISTICO: PROJETOS E OBRAS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento da Expansão Finalidade: Orientar o planejamento das ações de forma corporativa para as empresas distribuidoras da Eletrobras com o objetivo de se obter ganho em escala e padronização do processo de execução dos projetos e obras das EDEs de distribuição. Principais Realizações em 2013: Gerenciamento na elaboração e na contratação de profissionais para conclusão de normas unificadas para as distribuidoras da Eletrobras em relação a Padrões de Entrada e REDE de Distribuição. Esta ação unificou os padrões utilizados pelas empresas e ajudou o processo de compras centralizadas. Avanço nos projetos de contrapartida e de equipamentos junto ao Banco Mundial. Projetos estes que irão ajudar a melhoria da qualidade operacional das distribuidoras da Eletrobras MACROPROCESSO FINALÍSTICO: P&D E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E OUTROS PROJETOS ESPECIAIS Vinculação: Diretoria Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais Finalidade: Coordenar, promover e executar ações e programas de P&D, para melhorar o desempenho operacional das empresas, bem como sua posição competitiva, com visas à padronização dos processos de planejamento, seleção, implantação e medição dos projetos objetivando um ganho de eficiência e por consequência a regularização da situação das distribuidoras perante a obrigação legal de investimentos, dada pela Lei Principais Realizações em 2013: Execução de projetos de eficiência energética em comunidades de baixo poder aquisitivo com substituição de lâmpadas e geladeiras obsoletas por novas mais eficientes. Sendo que a aquisição das geladeiras foi feita de forma centralizada gerando ganho de eficiência no processo com redução do custo pelo aumento de escala. Execução de projetos educacionais de eficiência energética com capacitação de educadores e alunos segundo a metodologia do Procel nas Escolas: A natureza da Paisagem. Foram visitadas 127 escolas da rede pública pela unidade móvel do Projeto Luz do Saber, durante as visitas foram atendidos alunos e 866 educadores. Os projetos de eficiência energética desenvolvidos tiveram seus resultados mensurados através de metodologia definida pelo Grupo de Trabalho de M&V, instituído por esse macroprocesso, tendo como referência o Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Contratos de Desempenho. Houve avanço no projeto corporativo de Smart Grid (Desenvolvimento de Modelo Referência para Empresas de Distribuição, fundamentado na experimentação de aplicações de conjunto de tecnologia Smart Grid, projeto piloto a ser implantado em Parintins-AM) com a implantação dos medidores inteligentes do lote 1 e adequação de padrões de entrada, a rede de 32

34 telecomunicação da medição está em fase final de implantação. Foi implantada a rede de Backhaul MACROPROCESSO FINALISTICO: REGULAÇÃO ECONÔMICO- FINANCEIRA Vinculação: Diretoria de Regulação Finalidade: Realizar a busca constante, junto a ANEEL, da adimplência regulatória da Eletrobras Distribuição Alagoas, além de acompanhar de forma permanente toda a legislação vigente e verificar se as normas estão sendo cumpridas, evitando assim, futuras constatações de não conformidades e consequentes multas por parte da Agência Reguladora. Principais Realizações no ano de 2013: Promovendo reuniões constantes com as diversas áreas da empresa objetivando a redução de não conformidades na Eletrobras Distribuição Alagoas, bem como, criando uma cultura regulatória voltada, principalmente, para os impactos administrativos e financeiros do não cumprimento da legislação vigente. Participação em diversas reuniões com a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica ABRADEE, entidades de Classe e com a ANEEL, sugerindo, analisando e acompanhando os mecanismos utilizados para a homologação da 3ª Revisão Tarifária da Eletrobras Distribuição Alagoas. Acompanhamento das ações necessárias à realização da 3ª Revisão Tarifária da Eletrobras Distribuição Alagoas, como: Campanha de medidas; Caracterização de Curvas de Carga e Elaboração da Proposta de Estrutura Tarifária; Elaboração do Laudo de avaliação da Base de Remuneração Regulatória MACROPROCESSO FINALISTICO: REGULAÇÃO TÉCNICA E COMERCIAL Vinculação: Diretoria de Regulação Finalidade: Acompanhar todas as proposições de atos regulatórios e de Audiências Públicas das Agências Reguladoras e Ministério de Minas e Energia; Promover e Coordenar as ações de adequação da empresa às normas legais e regulamentares expedidas pela ANEEL. Principais Realizações no ano de 2013: Promovendo reuniões constantes com as diversas áreas da empresa objetivando a redução de não conformidades na Eletrobras Distribuição Alagoas, bem como, criando uma cultura regulatória voltada, principalmente, para os impactos nas áreas técnicas e comerciais quanto ao não cumprimento da legislação vigente; 33

35 Acompanhando a implantação das novas legislações emanadas do Órgão Regulador e demais entidades do setor elétrico objetivando evitar o aparecimento de novas não conformidades na Eletrobras Distribuição Alagoas. Coordenação das contribuições da Eletrobras Distribuição Alagoas nos processos de Audiência Publica promovida pela ANEEL no ano de 2013; 1.5. Principais macroprocessos de suporte/apoio MACROPROCESSO DE SUPORTE: QUALIDADE DE MATERIAIS E FORNECEDORES Vinculação: Presidência Finalidade: Com base nas orientações estratégicas da Diretoria Executiva, orientar e acompanhar o gerenciamento da qualidade de materiais, através da observância das não conformidades nos processos de inspeção em fabrica, bem como atestar a qualidade dos fornecedores utilizando a metodologia do Manual de Inspeção. Principais Realizações no ano de 2013: Realização de 204 inspeções de materiais e equipamentos no Brasil e no Exterior; Elaboração e atualização de 72 Especificações Técnicas de materiais e equipamentos; Suporte aos pregoeiros nas licitações de materiais e equipamentos; Realização de 8 diligencias industriais a fim de apurar a capacidade produtiva do fornecedor; Elaboração do Manual de Inspeção (documento orientador para as inspeções em fabrica, homologação de materiais e equipamentos da infraestrutura e diligencia industrial) MACROPROCESSO DE SUPORTE: LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO Vinculação: Presidência Finalidade: Promover a sinergia entre as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, buscando a uniformidade nos procedimentos das licitações, maior qualidade e economicidade nas aquisições e contratações, bem como a sinergia entre as EDE. Principais Realizações no ano de 2013: Realização de ações pela uniformidade das especificações técnicas dos materiais e equipamentos a serem adquiridos para as Empresas de Distribuição de Eletrobras EDE. Análises e recomendações corporativas, nas questões de licitações, fazendo o acompanhamento sistemático da Legislação. Levantamento, análise e avaliação das situações proativas para prevenir a insuficiência de estoques nos almoxarifados. Gerenciamento das atividades de análise e acompanhamento do andamento das licitações. Acompanhamento e orientação da gestão das Atas de Registro de Preços Centralizadas. Elaboração dos Relatórios a Diretoria Executiva para aprovação das Licitações Centralizadas para as Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. 34

36 Coordenação de vários processos licitatórios centralizados relativos à aquisição de materiais, equipamentos e serviços. Coordenação das informações relativas às solicitações de Auditoria, CGU e TCU, bem como encaminhamento de assuntos pertinentes à Área Jurídica MACROPROCESSO DE SUPORTE: PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar a elaboração e a disponibilização dos planejamentos contábeis, econômicos e financeiros que orientarão atividades destas áreas na empresa. Principais Realizações no ano de 2013: Início da elaboração do Plano de Negócios Essa projeção econômico-financeira tem como finalidade subsidiar a repactuação dos indicadores do Contrato de Metas e Desempenho Empresarial CMDE. Elaboração do Programa de Dispêndios Globais PDG / Orçamento de Projeção anual dos limites orçamentários que são submetidos para aprovação pela Presidência da República, compondo os orçamentos das empresas estatais. Cálculo do teste de impairment para o balanço de Tem como finalidade testar periodicamente, a análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas do valor do capital empregado MACROPROCESSO DE SUPORTE: PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar o planejamento, acompanhar a execução dos processos e atividades referentes à administração de seguros, elaboração de fluxos de caixa e relacionamento bancário, além de excitar a universalização das boas práticas entre as empresas e organizar a discussão em torno da padronização de procedimentos. Principais Realizações no ano de 2013: Prosseguimento do processo de unificação de tarifas de agentes arrecadadores de faturas de energia elétrica. Implementada melhoria no ERP/OFM visando melhoria nos controles de pagamentos com recursos/vínculos específicos. Atualização dos seguros, de pessoas e veículos das EDE, e atualização com reestruturação do seguro operacional, conferindo-se maior amplitude de cobertura, na qual passamos de 60 milhões para 88 milhões de reais em bens cobertos. Dado início ao alinhamento com as de políticas de gestão de seguros operacionais, de pessoas e veículos nas Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, com a política da Holding. 35

37 MACROPROCESSO DE SUPORTE: CONTÁBIL, TRIBUTÁRIO E PATRIMONIAL Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Diante das premissas determinadas pela Diretoria Executiva, orientar e acompanhar as melhorias de procedimentos e controles dos processos da Contabilidade societária e regulatória das empresas Distribuidoras da Eletrobras privilegiando a padronização e a melhoria da gestão contábil. Principais Realizações no ano de 2013: Fechamento das Demonstrações Financeiras dentro dos prazos estipulados pela Holding. Conclusão das informações contábeis mensais e trimestrais dentro dos prazos estipulados pela diretoria e colocados como meta. Elaboração das demonstrações financeiras das empresas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as disposições da Lei das Sociedades por Ações Lei nº 6.404/76 e suas alterações posteriores, os Pronunciamentos, Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ) e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários CVM, os quais estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB. Cumprimento do plano de ações estabelecido pela Gestão de Metas. Utilização das ferramentas tecnológicas com vista a atender ao SPED Contábil, SPED Fiscal e FCONT. Implantação do Sistema de Gerenciamento de Obras. Implantação do Manual de Controle Patrimonial do Setor Elétrico MCPSE, conforme Resolução Normativa 367/2009 da Aneel. Apresentação trimestral à diretoria dos resultados econômicos. Apresentação das informações trimestrais econômicas aos investidores da Eletrobras. Apresentação dos resultados finais ao Conselho de Administração, ao Conselho Fiscal e a Diretoria Executiva MACROPROCESSO DE SUPORTE: GESTAO DE PESSOAS Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar o planejamento, acompanhar a execução dos projetos, promovendo a universalização das boas práticas entre as empresas e organizando a discussão em torno da padronização de normas e procedimentos para o gerenciamento de pessoas. Principais Realizações no ano de 2013: Orientação para as eventuais mudanças pertinentes; Avaliação, discussão e finalização das Normas de: Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades; Frequência, Jornada de Trabalho e Horas Extras; Apuração de Irregularidades; Viagem no País; Férias; Transferência ou Remanejamento; Cessão ou Requisição de Empregados; Rescisão Contratual; Auxilio Alimentação/Refeição; Gratificação de Função. 36

38 Apoio na implementação do Plano de Cargos e Remuneração da Eletrobras para todas as Distribuidoras; Apoio na implementação da estrutura organizacional e seus ajustes quanto à gestão de resultados por processos, com inserção de regras cada vez mais claras e transparentes para o empregado. Assistência a todas as Reuniões da Diretoria, acompanhando as diretrizes e orientações dos Diretores e que devem ser observadas sob o ponto de vista da gestão, sobretudo da gestão de pessoas e, se for o caso, repassando as informações para os Departamentos de Gestão de Pessoas; Participação nas Reuniões dos Grupos de Superintendentes de Gestão de Pessoas de todas as Empresas Eletrobras, como representante das seis Distribuidoras; Emitir respostas a todas as consultas relativas à gestão de pessoas e procedimentos que as envolvam, buscando orientar os Gerentes de Departamentos e Líderes de Processos, de forma harmônica e padronizada, com o objetivo de alcançar a unicidade de procedimentos; Atuação como intermediária entre as orientações da Eletrobras com todas as Distribuidoras, acompanhando os levantamentos e informações a serem prestadas MACROPROCESSO DE SUPORTE: EDUCAÇÃO CORPORATIVA Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, garantir a uniformidade de práticas de educação corporativa nas Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, de forma alinhada com as estratégias de negócio das empresas, e com base nas políticas de Desenvolvimento de Pessoas do Sistema Eletrobras. Garantir a atuação integrada e cooperativa entre as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE por meio de ações educacionais comuns com qualidade e otimização de recursos, de forma a fortalecer o capital intelectual das Empresas de Distribuição Eletrobras EDE e, consequentemente, elevar seu nível de competitividade. Principais Realizações no ano de 2013: Coordenação da elaboração do Plano Anual de Educação Corporativa pelos Lideres Locais de Educação Corporativa, a partir do planejamento estratégico das empresas, e acompanhar sua realização. Alinhamento e integração do processo de Avaliação de Desempenho, bem como outros processos correlatos do Departamento de Gestão de Pessoas, com o planejamento da Educação Corporativa. Estabelecimento em conjunto com os Líderes Locais de Educação Corporativa dos Indicadores de Desempenho do processo, bem como as metas para tais, acompanhando sua evolução e propondo ajustes quando necessário. Negociação e promoção de ações educacionais corporativas unificadas para as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, com necessidades comuns, buscando otimização de recursos e integração entre as empresas. Atuação no Comitê de Educação Corporativa da Universidade Corporativa do Sistema Eletrobras (UNISE), participando das decisões educacionais da UNISE e mantendo um alinhamento com as políticas de Educação Corporativa das Empresas Eletrobras. 37

39 MACROPROCESSO DE SUPORTE: INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Com base nas orientações estratégicas da Diretoria Executiva, orientar e acompanhar o gerenciamento da infraestrutura, a segurança empresarial e os serviços de apoio operacional, necessários para o funcionamento adequado e padronizado, tanto quanto possível, entre as seis EDE. Principais Realizações no ano de 2013: Início dos procedimentos para regularização dos imóveis; Execução - Construção dos 5 muros - Capital; Conclusão da obra - Ampliação e Benfeitoria Banheiros, copas e corredores Prédio Sede; Execução - Adequação estrutural Para o recebimento de novo sistema Canaletas prédio sede Rede e Elétrica ; Levantamentos Interior para Construção de Muros para 2014; Projeto - Segurança do Patrimônio Acesso Prédio Sede Ampliação e adequação; Projeto - Adequação estrutural da SE Jaraguá; MACROPROCESSO DE SUPORTE: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, propor, coordenar e promover a execução de ações em Tecnologia da Informação e Telecomunicações, para melhorar o desempenho operacional das empresas, bem como sua posição competitiva, de forma a gerar informações acessíveis para a tomada de decisão. Principais Realizações no ano de 2013: Legalização Banco de Dados Oracle; Conclusão do PDTI; Implantação da nova infraestrutura de banco de dados corporativo, aumentando a disponibilidade dos sistemas; Normatização dos acessos aos sistemas de informática, aumentando a segurança da informação; Implantação do Portal da Governança; Participação no processo de compra centralizada com a Eletrobras para o Projeto de Aquisição de Solução para Monitoramento de Acesso à Banco de Dados em conformidade com a SOX. Suporte para a Implantação dos Postos de Atendimento Comercial Terceirizado; Nova Contratação de Comunicação de Dados e acesso à Internet (Em Curso); Contratação de Serviço de Suporte Técnico por Evento (Em Curso); Implantação de Sistemas: Novo LIES; 38

40 Implantação do MECE; Sistema de Ressuprimento automático de materiais; SGD; Migração para infraestrutura de servidores mais moderna e confiável de diversos sistemas (Ajuri, RM, OFM, E+DOC, entre outros) MACROPROCESSO DE SUPORTE: RELAÇÕES TRABALHISTAS E SINDICAIS Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Promover o estreitamento das relações entre os sindicatos dos trabalhadores e as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, buscando priorizar as ações promovidas nas empresas e servindo de parâmetros para as negociações coletivas, assim como, nas tratativas individuais entre as empresas e os sindicatos dos trabalhadores. Principais Realizações no ano de 2013: Assessoramento do Diretor de Gestão nas negociações coletivas de trabalho e relacionamento com os Sindicatos, observando as premissas da política corporativa e as orientações da Eletrobras. Realização de ações pela uniformidade no trato das relações trabalhistas e sindicais das Empresas de Distribuição de Eletrobras EDE. Emissão de análises e recomendações corporativas, observada as tendências do mercado, nas questões trabalhistas, fazendo o acompanhamento sistemático da Legislação. Levantamento, análise e avaliação das situações capazes de produzir conflitos nas relações trabalhistas ou sindicais, propondo alternativas proativas de solução que possam preveni-las. Promoção e coordenação do levantamento de passivos trabalhistas, bem como efetuar análise das circunstâncias jurídico-administrativas para negociações, formulando as respectivas propostas. Gerenciamento das atividades de análise e acompanhamento do movimento sindical nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. Coordenação dos processos de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho e Termo de Pactuação de metas de Participação nos Lucros e ou Resultados PLR específicos das Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. Providencias para a formalização dos Acordos Coletivos de Trabalho, acompanhando seu cumprimento e propondo ajustes, quando necessário. Planejamento e elaboração do Plano de Contingência para eventuais situações de greves nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. Acompanhamento e orientação da execução de Acordos Coletivos de Trabalhos Nacional e Específico nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE e promover ajustes quando necessário. Viabilização do acesso dos Sindicatos às informações pertinentes aos direitos dos trabalhadores, analisando e propondo alternativas de solução. Representação das Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE em fóruns e reuniões sobre a reforma trabalhista e sindical, no Âmbito das Associações de classes patronais. 39

41 PRESIDÊNCIA Companhia Energética de Alagoas Gerenciamento das atividades de análise e acompanhamento do movimento sindical, suas principais tendências e estratégias, mantendo contatos com empresas, sindicatos, federações e confederações. Participação do planejamento de negociação coletiva de trabalho, sob a coordenação da Eletrobrás, bem como dos mecanismos de solução de impasses ou conflitos, face à ação do movimento sindical. Informação e encaminhamento à Área Jurídica dos assuntos ligados ao movimento sindical, que tenham repercussões legais. Levantamento e analise das situações capazes de produzir conflito nas relações trabalhistas ou sindicais propondo alternativas de solução. Coordenação e acompanhamento do processo eleitoral para representante dos empregados nos Conselho de Administração das EDE, em obediência a Lei /2010. Identificação dos macroprocessos conduzidos pelas subdivisões existentes e os principais produtos deles decorrentes: MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Jurídico 1 Acordos; 2 Sentença transitada em julgado; 3 Informações de cálculo e perícias judiciais; 4 Orientação e Parecer Jurídico; 5 Minutas de instrumentos jurídicos; 6 Informação do desempenho dos escritórios. Comunicação Social 1 Alinhamento Institucional. Planejamento Estratégico 1 Planos Estratégicos; 2 Proposições Empresariais; 3 Planos Empresariais; 4 Portfólio de Projetos Empresariais; 5 Prestações de Contas e Relatórios Corporativos. Controle da Gestão 1 Desempenho Empresarial. Controle Interno 1 Informações e Prestações de Contas para os Órgãos de Controle. Gestão de Projetos 1 Resultados dos Projetos. Riscos e Controles 1 Riscos e controles internos (SOX) monitorados. 40

42 REGULAÇÃO E PROJETOS ESPECIAIS Companhia Energética de Alagoas Programa Luz para Todos Sustentabilidade e Meio Ambiente Planejamento de Suprimentos Licitação e Contratação Qualidade de Materiais e Fornecedores 1 Solicitação de Financiamento e subvenção LPT; 2 Solicitação de Aditamento; 3 Relatório de Inspeção Física LPT; 4 Relatório de Análise Técnico Orçamentária; 5 Informações aos órgãos de controle; 6 Informações para política pública. 1 Resultados de Projetos Socioambientais. 1 Plano de Aquisição; 2 Programa de Aquisição; 3 Plano Logístico; Diretrizes, normas e padrões de procedimentos. 1 Instrumento Contratual. 1 Avaliação de desempenho do fornecedor; 2 Atestado de Desempenho; 3 Sanções a fornecedores; 4 Certificação de Registro Cadastral; 5 CRC Certificados de Registro Cadastral. Armazenamento e Monitoramento de Materiais 1 Material entregue; 2 material alienado; 3 informações para contabilização; 4 Material inventariado; 5 Material disponível. Gestão de Contratos e Suporte Administrativo 1 Autorização para pagamento; 2 Sanções Judiciais; 3 Ativo recebido. Secretaria Geral Projetos de P&D e Eficiência Energética e outros Projetos Especiais 1 Macro Diretrizes Empresariais; 2 Atos da Administração; 3 Diretrizes de Governança Orientadoras para a Gestão; 4 Atos da Administração; 5 Recomendações e Proposições do Conselho Fiscal. 1 Resultado dos Projetos de P&D; 2 Resultados dos Projetos e Iniciativas de EE; 3 Oportunidade de Negócios de EE. Regulação Econômico-Financeira 1 Desempenho das Recomendações emanadas da ANEEL; 2 Relacionamento Institucional com a ANEEL; 3 Estudos e propostas de reajustes tarifários e de revisões tarifárias. Regulação Técnica e Comercial 1 Desempenho das Recomendações emanadas da ANEEL; 2 Relacionamento Institucional com a ANEEL. 41

43 GESTÃO Companhia Energética de Alagoas MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Desenvolvimento Organizacional 1 Processos implantados, padronizados e normatizados, 2- Modelos de Processos Organizacionais; 3 Arquitetura de Processos. Educação Corporativa 1 Competências profissionais desenvolvidas e reconhecidas; 2 Retenção dos conhecimentos estratégicos; 3 Desempenho das pessoas; 4 Retenção de Pessoas. Gestão de Pessoas 1 Normas de gestão de pessoas; 2 Cadastro atualizado de pessoas; 3 Pagamento de Pessoas; 4 - Informações Legais e de pessoal (empregado e empregador); 5 Plano de Carreira e remuneração; 6 Acompanhamento e Incentivo ao Desempenho das Pessoas; 7 Pesquisa de Clima e satisfação; 8- Segurança e saúde das pessoas; 9- Atendimentos a demandas sobre pessoas do público externo. Infraestrutura Administrativa 1 Plano de Serviços e Infraestrutura e de segurança; 2 Bens móveis e imóveis disponíveis e em condições de uso; 3 Serviços prestados; 4 Patrimônios, instalações e pessoas protegidas. Tecnologia da Informação e Telecomunicações 1 Portfólio de Iniciativas de TI; 2 Plano Executivo de TI; 3 Plano de Ação de Mitigação de Riscos de TI; 4 Processos de TI compliance; 5 Processos automatizados; 6 Serviços de TI disponíveis; 7 Atendimentos de TI; 8 Recomendações de Segurança; 9 Informações do Desempenho dos Processos de TI (Gestão Empresarial). Relações Trabalhistas e Sindicais 1 Pleitos Trabalhistas tratados; 2 Acordo Coletivo de Trabalho. 42

44 COMERCIAL FINANCEIRA Companhia Energética de Alagoas MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Planejamento e Controle Financeiro 1 PDG anual, 2- Atualização do PDG anual, 2- Cenários econômico-financeiros analisados, 3- Projeção de resultados econômicos financeiros. Finanças e Tesouraria 1 Plano Financeiro; 2 Desempenho Econômico-Financeiro; 3 Demonstrações do Fluxo de Caixa; Transações financeiras efetuadas. Contábil, Tributário e Patrimonial 1 Plano Contábil; 2 Plano Tributário; 3 Plano Fiscal; 4 Notas Fiscais Emitidas; 5 Tributos Recolhidos; 6 Informações dos Ativos. Atendimento ao Consumidor 1 Tratamento da solicitação do cliente em 1º. Nível (pelo próprio atendimento); 2 Solicitação de serviços comerciais; 3 Solicitação de manifestações de clientes encaminhadas para a área responsável; 4 Denúncias quanto a perdas comerciais. Cadastro e Faturamento 1 Leitura de medidores de unidades consumidoras; 2 Faturamento da energia medida; 3 Arrecadação da energia faturada. Cobrança e Arrecadação Medição e Combate às Perdas 1 Análise de situação da inadimplência; 2 Inclusão do cliente no SERASA/CADIN; 3 Geração de lista para suspensão do fornecimento de energia; 4 Realização de visita bem sucedida (VBS); 5 Realização de negociação e parcelamento de faturas inadimplentes juntos aos clientes; 6 Execução de cobrança administrativa; 7 Encaminhamento de cobrança judicial e alimentação no sistema Comercial. 1 Estudo de combate às perdas; 2 Inspeção e fiscalização de unidade consumidora; 3 Realização de recuperação de faturamento. 43

45 OPERAÇÃO COMERCIAL Companhia Energética de Alagoas MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Mercado e Compra de Energia 1 Relatório de Metodologia; 2 Informações Organizacionais; 3 Projeções de Mercado e Carga; 4 Informações de mercado e carga (projeção); 5 Dados de medição de fronteira; Balanço energético; 6 Montante de Energia a ser contratado Internamente; 7 Montante de Energia a ser Contratado pelo MME; 8 Resultado do Leilão realizado pelo MME; 9 Relatórios de contabilização e liquidação da CCEE; 10 Processo de Pagamento; 11 Insumos para o acompanhamento da geração; 12 Processo de pagamento referente à contratação de energia; 13 Documento de Penalização. Distribuição de Energia 1 Diretrizes e Normativos; 2 Dados Operacionais do Sistema (Carga); 3 Diretrizes de desempenho com base em indicadores; 4 Relatórios técnicos operacionais; 5 Dados do comportamento do sistema para análise de desempenho; 6 Respostas das reclamações dos clientes enviadas para ouvidoria; 7 Respostas às solicitações, oficios da ANEEL e indicadores; 8 Resposta às Solicitações dos órgãos da mídia sobre interrupções do sistema; 9 Informações e resultados dos indicadores de desempenho do sistema; 10 Indicadores de gestão da operação; 11 DIC, FIC e compensação por nível de tensão DRP/DRC; 12 Relatório das necessidades operacionais; 13 Solicitação de regularização de nível de tensão; 14 Histórico de queima de transformadores por sobrecarga; 15 Manifestação Respondida com posicionamento técnico; 16 Plano de Manutenção e Procedimentos; 17 Plano de Contingência; 18 Solicitação de Manutenção corretiva e resposta de pedido de intervenção; 19 Recomendações de melhoria do planejamento da manutenção; 20 Recomendações de melhoria do sistema elétrico; 21 Indicadores da gestão da manutenção. 44

46 PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO OPERAÇÃO Companhia Energética de Alagoas MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Engenharia da Automação e Sistemas 1 Planejamento da expansão dos níveis de automação de instalações dos sistemas de distribuição; 2- Implantação de Sistemas no âmbito da área de operação; 3-Manutenção e implantação dos sistemas de comunicação operativa; 4 Monitoramento das ações vinculadas as ações do Planejamento de Automação vinculadas a distribuição. Cadastro Técnico de Sistema da Distribuição 1 Gestão da Base de Dados Geográficos das Empresas Distribuidoras da Eletrobras; 2 Fornecimento de dados da distribuição para a Contabilidade e para o Processo de Gestão de Combate às Perdas; 3 Diretrizes e informações corporativas direcionadas aos processos de distribuição e ao Departamento de Planejamento da Expansão; 4 Promoção de ações de melhorias dos processos de cadastro técnico, relacionadas ao uso e controle de Base de Dados; 5 Emissão de análises e recomendações corporativas, para a diretoria executiva e diretorias de operação. Planejamento da Expansão 1 Dados de mercado compilados; 2 Necessidades operacionais compiladas; 3 Solicitações de Acesso; 4 Plano de Obras necessárias e preliminares para a expansão do Sistema; 5 Plano de obras priorizados e compatibilizado; 6 Plano de Expansão do Sistema. Projetos e Obras de Alta Tensão 1 Disponibilidade Orçamentário-financeira; 2 Aquisições (serviços contratados ou materiais/equipamentos adquiridos); 3 Contratos celebrados de obras, serviços e fornecimentos; 4 informações sobre a disponibilidade do empreendimento; 5 Entrega do Empreendimento com Termo de Conclusão da obra; 6 As Buit da obra; 7 Cadastramento da obra no SGTD; 8 Unitização da obra no sistema contábil; 9 Cadastro da rede no SGTD; 10 Licença Operacional. Projetos e Obras de Rede de Distribuição 1 Disponibilidade Orçamentário-financeira; 2 Aquisições (serviços contratados ou materiais/equipamentos adquiridos); 3 Contratos celebrados de obras, serviços e fornecimentos; 4 informações sobre a disponibilidade do empreendimento; 5 Entrega do Empreendimento com Termo de Conclusão 45

47 da obra; 6 As Buit da obra; 7 Cadastramento da obra no SGTD; 8 Unitização da obra no sistema contábil; 9 Cadastro da rede no SGTD; 10 Licença Operacional Principais parceiros relacionados aos macroprocessos finalísticos Principais parceiros externos: Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica ABRADEE; Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL; Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE; Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE; Conselho de Consumidor; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia CREA; Empresa de Pesquisa Energética EPE; Governos Estaduais; Ministério de Minas e Energia MME; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MPOG; Operador Nacional do Sistema ONS; Órgãos de Licenciamento Ambiental; Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor PROCON; Principais parceiros internos: MACROPROCESSOS FINALISTICOS Atendimento ao Consumidor Cadastro e Faturamento Cobrança e Arrecadação PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 46

48 MACROPROCESSOS FINALISTICOS Medição e Combate às Perdas Mercado e Compra de Energia Distribuição de Energia Engenharia da Automação e Sistemas Cadastro Técnico de Sistema da Distribuição Planejamento da Expansão Projetos e Obras de Alta Tensão Projetos e Obras de Rede de Distribuição PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 1 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Planejamento Estratégico; 3 Cobrança e Arrecadação; Cadastro e Faturamento; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Distribuição de Energia; 6 Planejamento da Expansão. 1 - Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Projetos e Obras de Alta Tensão; 3 Projetos e Obras de Rede de Distribução; 4 Mercado e Compra de Energia; 5 Ouvidoria; 6 Atendimento ao Consumidor; 7 Cadastro e Faturamento; 8 Medição e Combate às Perdas; 8 Planejamento da Expansão. 1 Planejamento Estratégico; 2 Distribuição de Energia; 3 Atendimento ao Consumidor; 4 Cadastro e Faturamento. 1 - Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Projetos e Obras de Alta Tensão; 3 Projetos e Obras de Rede de Distribução; 4 Mercado e Compra de Energia; 5 Ouvidoria; 6 Atendimento ao Consumidor; 7 Cadastro e Faturamento; 8 Medição e Combate às Perdas; 8 Planejamento da Expansão. 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Projetos e Obras de Alta Tensão; 7 Projetos e Obras de Rede de Distribuição. 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Faturamento e Arrecadação; 7 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Faturamento e Arrecadação 7 Finanças e Tesouraria; 9 - Departamento de Contabilidade. 47

49 MACROPROCESSOS FINALISTICOS Projetos de P&D e Eficiência Energética e Outros Projetos Especiais Regulação Econômico-Financeira Regulação Técnica e Comercial PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS 1 Gerência de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental; 2 Departamento de Logística e Suprimentos; 3 Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 4 Departamento de Contabilidade e Gestão de Ativos; 5 Assessoria de Comunicação Social e Relações Institucionais; 6 Departamento de Atendimento aos Clientes; 7 Departamento de Medição e Combate às Perdas; 8 Departamento de Operação; 9 Departamento de Serviços. 1 Departamento de Contabilidade; 2 Macroprocesso de Controle da Gestão; 3 Departamento de Serviços da Distribuição; 4 Ouvidoria; 5 Departamento de Operação da Distribuição. 1 Departamento de Operação do Sistema; 2 Departamento de Operação da Distribuição; 3 Departamento de Serviços da Distribuição; 4 Departamento de Engenharia e Obras da Alta Tensão; 5 Departamento de Engenharia de Obras de Rede de Distribuição; 6 Departamento de Medição e Fiscalização; 7 Departamentos de Geração da Capital. 2. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES 2.1. Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada A Companhia incorpora como filosofia, crença e política, a visão estratégica de sua controladora e organiza-se para uma avaliação crítica como se fora uma empresa de capital aberto, alinhada à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal, orientada para as dimensões social, econômica, regional, ambiental e democrática, com programas e ações voltados para atender o grau de desenvolvimento desejado para o País e a sociedade em geral. Em seu espaço político-institucional, está comprometida com o crescimento sustentável, a geração de emprego e renda, e a inclusão social, desempenhando políticas públicas no segmento de energia elétrica, expandindo seus ativos para atender o crescimento do mercado, e realizando melhorias sistêmicas para ofertar serviços com qualidade e menores custos. Suas ações estratégicas são direcionadas para a construção de uma Companhia sustentável e competitiva, comprometida com a ética, eficiência, transparência, profissionalismo, respeito e valorização do ser humano e do meio ambiente. Dentro das Novas Regras de Governança consta o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial - CMDE, que reporta a desafios, nas dimensões econômico-financeira, operacional e socioambiental. Nele estão estabelecidos metas e resultados, objetivando maior eficiência, robustez e rentabilidade financeira, bem como as condições de acompanhamento e monitoramento. 48

50 Em busca da melhoria do desempenho operacional e financeira, a Companhia deu sequência às ações de implantação de ferramentas de gestão estratégica, onde, por meio do Gerenciamento por Diretrizes, a Diretoria acompanha de forma sistêmica os indicadores de desempenho e metas definidas para cada processo, obedecendo ao ciclo do PDCA - planejar, executar, verificar e agir. No que diz respeito às empresas distribuidoras do grupo Eletrobras, são propostas as seguintes diretrizes: Consolidação da gestão integrada e realização do saneamento e equilíbrio econômicofinanceiro; Aumento da eficácia e eficiência operacional, melhoria da qualidade dos serviços, redução das perdas de energia e inadimplência; Modernização da estrutura organizacional e sistema de gestão, melhoria e integração dos processos administrativos, capacitação e profissionalização do quadro gerencial e técnico-administrativo das empresas Formulação das Estratégias O planejamento estratégico da Eletrobras Distribuição Alagoas é elaborado seguindo as diretrizes estratégicas da Eletrobras Holding estabelecidas no Planejamento Integrado, para o ciclo , onde é elaborado o Plano de negócios e diagnóstico da Distribuição, e partir deste, o estabelecimento de metas e indicadores voltados à melhoria de desempenho da Companhia, unificando as ferramentas de gestão: SGD (Sistema de Gestão de Desempenho), PMD (Plano de Melhoria de Desempenho) e o CMDE (Contrato de Metas de Desempenho Empresarial), projetando desafios nas dimensões econômico-financeiras, operacional, e socioambiental. A filosofia empresarial da empresa firma-se na Missão Atuar no mercado de energia de forma integrada, rentável e sustentável, Visão Conquistar, até 2014, a sustentabilidade do negócio, alcançando os níveis de rentabilidade e de qualidade definidos pela Agência Reguladora Valores Foco em resultados; Empreendedorismo e inovação; Valorização e comprometimento das pessoas; Ética e transparência. A definição dos objetivos estratégicos é realizada de acordo com as seguintes perspectivas: Resultados Para termos Êxito, como satisfaremos nossos acionistas? Cliente mercado Para atingir a visão, que requerimentos dos clientes deveremos atingir? Processos internos Para satisfazer meu acionista, clientes/sociedade, o que meus processos precisam entregar? Pessoas Quais as competências internas que precisamos para alcançar a excelência? Inovação & Melhoria Qual a infraestrutura (tecnologia) que precisamos para alcançar a excelência? 49

51 Análise do Mercado de atuação e suas fontes A análise do ambiente interno e externo da organização ocorre por meio da análise e identificação das características do setor de distribuição de energia elétrica, do macro ambiente e do mercado de atuação e suas tendências. Como preparação para esta etapa uma série de informações são levantadas e segmentadas em oito Temas Estratégicos: Presidência, Expansão, Suprimentos, Regulação, Operação, Finanças, Gestão e Comercial. Para a construção de matriz SWOT são realizadas reuniões e workshops composta pelas principais lideranças da empresa com o intuito de verificar oportunidades e ameaças que podem afetar e influenciar diretamente as estratégias da empresa. A construção do Plano de Negócios, com base na reflexão dos questionamentos e técnicas apresentados na figura abaixo, desdobrados em Projetos estratégicos e respectivos indicadores e metas indicam como chegar lá Análise do Ambiente Interno da Organização. A análise de ambiente interno está estruturada na Matriz SWOT. Nesta análise, o ambiente interno é evidenciado de acordo com o levantamento dos pontos fortes e pontos fracos em relação à capacidade da organização em atender o negócio da Eletrobras Distribuição Alagoas. Figura 2 - Análise do Ambiente Interno Definição dos riscos empresariais e das principais estratégias e objetivos da organização Na figura a seguir é detalhado o fluxograma para construção do Planejamento Estratégico. Definidos os Objetivos estratégicos com base nas perspectivas abordadas no item a, são definidas a diretrizes por tema e indicadores, bem como as metas para os próximos 3 anos. Estas diretrizes são desdobradas em Projetos ou Planos de Ação monitorados através de indicadores com respectivas metas, responsáveis e prazo. 50

52 Figura 3 - Fluxograma para construção do Planejamento Estratégico 51

53 Os riscos empresariais e os aspectos relacionados ao desenvolvimento sustentável (desempenho econômico financeiro, social e ambiental) são considerados durante a análise dos cenários interno e externo e são incorporados nas estratégias, seguindo a metodologia da análise da matriz SWOT. Todas as partes interessadas são consideradas nas dimensões relativas aos objetivos estratégicos, garantindo o alinhamento das suas necessidades com as estratégias da Empresa, conforme apresentado. A divulgação do Plano Estratégico para as partes interessadas é feita por meio dos seguintes mecanismos: Intranet, Informativo Nossa Energia, distribuição da cartilha do Plano Estratégico e palestras da Alta Direção para todos os colaboradores Avaliação do modelo de negócio em consonância com a definição das estratégias A estruturação do modelo de negócio é definida com base na concessão estabelecida pela Agência Reguladora ANEEL. Esta, por meio de resolução define em que forma a concessionária poderá atuar em seu mercado. Assim, o setor de distribuição de energia elétrica, por ser uma concessão de serviço público e altamente regulado não permite implantar mudanças no modelo de negócio como redefinir produtos, área de concessão, cliente alvo, etc. O mesmo acontece em relação à política de formação de preço e à estrutura de custo que são definidas pela empresa de referência especificada pela ANEEL. O relacionamento com fornecedores de energia elétrica é definido por meio de leilões. Ao final do ciclo, após confronto entre os resultados esperados e os resultados apresentados, as informações são realimentadas e o aprendizado será considerado para o novo ciclo. O processo é revisto sistematicamente, antes do início do ciclo do Planejamento Estratégico Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos Definição de indicadores, estabelecimento de metas de curto e longo prazo, definição dos planos de ação e referenciais comparativos. Ainda conforme o fluxo os indicadores são definidos para as diretrizes estabelecidas para cumprimento dos objetivos estratégicos por Tema. Destas diretrizes, são estabelecidos os Projetos ou Planos de Ação que devem conter as iniciativas e respectivos indicadores, metas, responsáveis e prazos Execução do Plano de Metas ou de Ações Os referenciais comparativos são utilizados, sobretudo nos indicadores definidos pela ANEEL e utilizados nos relatórios da ABRADEE como os de qualidade da prestação dos serviços (DEC e FEC), satisfação dos consumidores (IASC), satisfação dos colaboradores, perdas, etc. 52

54 Os planos de ação são desdobrados a partir da definição dos objetivos estratégicos e todos desdobrados em Ações ou Projetos que podem ser classificados como Corporativos que serão realizados de maneira centralizada para o conjunto das seis Empresas de Distribuição, cujo responsável será o coordenador do macroprocesso em referência ou Locais que serão realizados apenas pela Eletrobras Distribuição Alagoas. As ações se caracterizam pelo fato de os recursos serem classificados como custeio e sua priorização depende da economia gerada para empresa após sua implantação. Já os projetos são caracterizados pelo fato de necessitarem de captação de recursos de terceiros para financiamento dos investimentos e sua priorização depende do retorno financeiro com sua implantação considerando a viabilidade econômico-financeira por meio da TIR, VPL e pay-back. A figura abaixo apresenta o desdobramento da estratégia, destacando o detalhamento do Plano de ação realizado utilizando a técnica 5W2H. Esta técnica permite que cada Projeto ou Ação possua um responsável que deverá desdobrá-las em plano de ação, definido a equipe, cronograma, estimativa de custos, periodicidade de acompanhamento e indicadores Alocação de recursos Figura 4 - Desdobramento das estratégias Durante elaboração dos projetos ou planos de ação, os responsáveis por cada um deles devem evidenciar o retorno financeiro através da viabilidade econômica de sua implantação e deixar claro quais os benefícios para a empresa. Ou seja, os projetos são analisados de acordo com a rentabilidade de cada um deles e dos impactos que cada um pode trazer para a empresa, sobretudo com relação ao aumento de receita, melhora a qualidade do fornecimento e redução de perdas técnicas. 53

55 Com base nesta analise, os projetos e ações são apresentados em reuniões e workshops com a coordenação direta do Diretor-Presidente da empresa que, em conjunto com os demais Diretores, realiza a priorização de cada um de acordo com o orçamento aprovado Comunicação das estratégias Após a validação do Plano e negócio, este é apresentado a todos os empregados das seis Empresas de Distribuição da Eletrobras, transmitidos via vídeo conferência através dos diversos pontos instalados nas capitais e interiores em evento específico coordenado pelo Diretorpresidente. Além deste evento, as estratégias são comunicadas às partes interessadas da seguinte forma: Partes Interessadas Acionistas Força de Trabalho Poder concedente Formas de Comunicação/Divulgação Reunião dos Conselhos Relatório de Atividades Reunião do Conselho de Consumidores Palestras nas empresas e entidades Seminários, reuniões setoriais e de equipes, workshops Correio eletrônico Mural Treinamentos Reuniões com a ANEEL e participação em Audiências Públicas. Ações empresariais que vão propiciar a realização das estratégias são disponibilizadas de acordo com os padrões de trabalho do sistema de acompanhamento contábil e econômico-financeiro, o que assegura a comunicação e controle. Principais objetivos estratégicos da unidade para o exercício de 2013 Com o Plano de Negócios aprovado, o macroprocesso de Planejamento Estratégico consolida as informações e encaminha para os representantes do Comitê de Gestão Empresarial da empresa que são os responsáveis por acompanhar a implementação das ações, projetos e indicadores estabelecidos para a Diretoria a qual representa. O acompanhamento dos resultados é realizado através de reuniões mensais de análise do desempenho onde são apresentados: painel de indicadores, gráfico com resultados e reflexão (quando a meta não é atingida). 54

56 Melhor Descrição da Meta Indicador Utilizado Unidade sentido Reduzir gastos com PMSO em relação a Receita Operacional Líquida Manter a dívida líquida em níveis compatíveis com a geração de caixa operacional INDICADORES ECONOMICO-FINANCEIROS PMSO ROL Dívida Líquida Pontuação ISE Bovespa (Dimensão Econômica) Pontos IASC ANEEL % % R$ Milhões Aumentar a rentabilidade Lucro Líquido R$ Milhões Aumentar o nível histórico de realização dos Investimentos Aumentar o desempenho econômico segundo padrões de mercado Aumentar o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA Investimento Realizado Investimento Aprovado Melhor Descrição da Meta Indicador Utilizado Unidade sentido Aumentar o índice de satisfação geral dos consumidores Reduzir a Duração Equiv. De Interrupção do Cliente - DEC Reduzir a Frequência Equiv. De Interrupção do Cliente - FEC Margem % do EBITDA % DEC FEC % INDICADORES OPERACIONAIS horas ocorrências Reduzir o nível de Perdas Totais Perdas Totais % Macroprocesso Finalístico Relacionado Regulação Econômico- Financeira Regulação Econômico- Financeira Regulação Econômico- Financeira Planejamento e Expansão Regulação Econômico- Financeira Sustentabilidade e Meio Ambiente Macroprocesso Finalístico Relacionado Regulação Técnica e Comercial Distribuição de Energia Distribuição de Energia Realizado 2011 Realizado ,7% 34,2% 313,91 401,7 37,7% Realizado Dezembro 2013 Meta Dezembro 2013 N/A N/A 51,5 43,3 Realizado 2011 Realizado ,5% 39,5% 604,1-45,3-83,8-137,1-32,1 0,6% 0,7% Realizado Dezembro ,8 68,6% 78,7% 90,0% -8,1% 8,8% Meta Dezembro 2013 N/A 61,6% 56,3% 63,0% 25,7 26,2 30,7 24,7 16,7 20,0 Medição e combate às Perdas 30,0% 27,0% 26,1% 16,0 18,4 22,6% Reduzir a Inadimplência (INAD) dos consumidores INAD % Diminuir tempo médio de atendimento a ocorrências emergênciais TMAE Minutos Cobrança e Arrecadação Distribuição de Energia 20,7% 17,7% 14,8% 16,4% N/A N/A 415,7 300,0 Aumentar o índice de satisfação dos colaboradores Aumentar o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA Aumentar o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA Aumentar o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA N/A = Não Apurado Descrição da Meta Indicador Utilizado Realizado 2011 Realizado 2012 Realizado Dezembro 2013 Meta Dezembro 2013 INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS Pesquisa de clima organizacional % Gestão de Pessoas 62,5% N/A 59,2% 66,0% Pontuação ISE Bovespa Sustentabilidade e Pontos (Dimensão Social) Meio Ambiente N/A N/A 59,8 50,4 Pontuação ISE Bovespa Sustentabilidade e Pontos (Dimensão Ambiental) Meio Ambiente N/A N/A 39,9 36,0 Pontuação ISE Bovespa (Alterações Climáticas) Melhor sentido Unidade Pontos Macroprocesso Finalístico Relacionado Sustentabilidade e Meio Ambiente N/A N/A 54,0 42,8 Acima da Meta Entre 95% e 100% da Meta Entre 80% e 95% da Meta Abaixo de 80% da Meta Fonte: CEAL (DP) Quadro 2 Indicadores estratégicos 55

57 EXPLANAÇÃO SUCINTA DOS INDICADORES INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS Indicador Utilizado Melhor sentido Unidade Fórmula Sendo Utilidade PMSO ROL % PMSO/ROL P = Pessoal; M = Material; S = Serviços; O = Outros; R = Tem a finalidade de quantificar a participação dos Receita; O = Operacional; L = Líquida Custos Operacionais na Receita Operacional Líquida. Dívida Líquida Investimento Realizado Investimento Aprovado R$ Milhões % (Empréstimos e Financiamentos a pagar Circulante + Empréstimos e Financiamentos a pagar Não Não se aplica. Circulante) (Caixa + Aplicações + Empréstimos e Financiamentos a Receber) Lucro Líquido R$ Milhões - Não se aplica. Investimento Realizado / Não se aplica. Investimento Aprovado Avaliar as disponibilidades da empresa perante sua dívida bruta. Medir o nível de remuneração dos investimentos realizados. Avaliar a capacidade de realização dos investimentos aprovados. Margem % do EBITDA % EBITDA/ROL EBITDA (Earnings before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization); R = Receita; O = Operacional; L = Líquida Medir o nível da margem operacional. Pontuação ISE Bovespa (Dimensão Econômica) Pontos - Não se aplica. INDICADORES OPERACIONAIS Tem a finalidade de medir o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA, alinhadas com as práticas de eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Indicador Utilizado Melhor sentido Unidade Fórmula Sendo Utilidade IASC ANEEL % - Não se aplica. Medir o índice de satisfação geral dos consumidores. DEC horas FEC Ocorrências Perdas Totais % PT(%) = ((PT(MWh) / EI)-1)*100 n Ca( i) t( i) i DEC 1 Cs Ca( i) i FEC 1 Cs n DEC = Duração Equivalente de Interrupção por Consumdior; n = Número de interrupções no período de Exprimir o intervalo de tempo que, em média, cada observação; i = Contador do número de interrupções, consumidor do conjunto considerado ficou privado variando de 1 a n; Ca(i) = Número de consumidores, do do fornecimento de energia elétrica, no período de conjunto considerado, atingidos na interrupção (i); t(i) = observação, considerando-se as interrupções Tempo de duração da interrupção (i), em horas; Cs = maiores ou iguais a 3 (três) minutos. Número total de consumidores do conjunto considerado. FEC = Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor; n = Número de interrupções no período de Exprimir o número de interrupções que, em média, observação; i = Contador do número de interrupções, cada consumidor do conjunto considerado sofreu no variando de 1 a n; Ca(i) = Número de consumidores, do período de observação, considerando-se as conjunto considerado, atingidos na interrupção (i); Cs = interrupções maiores ou igauis a (três) minutos. Número total de consumidores do conjunto considerado. PT(%) = Perda Total em %; PT(MWh) = Perdas Totais em MWh no mês; PT(MWh)=EI-(EV+CL+SU); EI = Energia Injetada em MWh; Medir os níveis de perdas elétricas. EV = Energia vendida em MWh; CL = Consumo Livre em MWh; SU = Suprimento à CELPE em MWh. INAD % Estoque de Inadimplência/ Faturamento 12 meses Não se aplica. Medir a inadimplência dos consumidores emrelação ao faturamento nos últimos 12 meses. TMAE Minutos TMAE = TMP + TMD + TME TMP = tempo médio de preparação da equipe de Medir o Tempo Médio de Atendimento a ocorrências atendimento de emergência, expresso em Emergênciais, compreendendo o período que vai minutos; TMD = Tempo Médio de Deslocamento; TME = desde o conhecimento da ocorrência até o momento Tempo Médio de Execução. do restabelecimento do fornecimento de energia. INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS Indicador Utilizado Melhor sentido Unidade Fórmula Sendo Utilidade Pesquisa de clima organizacional Pontuação ISE Bovespa (Dimensão Social) Pontuação ISE Bovespa (Dimensão Ambiental) Pontuação ISE Bovespa (Alterações Climáticas) Fonte: CEAL (DP) % - Não se aplica. Medir o índice de satisfação dos colaboradores. Pontos - Não se aplica. Pontos - Não se aplica. Pontos - Não se aplica. Tem a finalidade de medir o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA, alinhadas com as práticas de eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Tem a finalidade de medir o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA, alinhadas com as práticas de eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Tem a finalidade de medir o retorno médio da carteira de ações de sustentabilidade da BM&F BOVESPA, alinhadas com as práticas de eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa. Quadro 3 Indicadores corporativos 56

58 2.2. Programação orçamentária e financeira e resultados alcançados Programa Temático Identificação do Programa de Governo Código Programa 2033 Título Energia Elétrica Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00) Esfera a) Global PPA b) Dotação Posição final c) Dotação Posição final d) Remanescente (a-b-c) Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social OFSS Orçamento de Investimentos OI Outras Fontes Total Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013 (em R$ 1,00) Lei Orçamentária 2013 Orçamento Fiscal e da Seguridade Social Orçamento de Investimento e)despesa h)restos a Pagar (inscrição 2013) f)despesa i)despesa Empenhada g)despesa Paga h.2) Não Liquidada h.1)processados Realizada Processados Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 4 - Programa Temático (Quadro A.2.2.1) Análise Situacional: A partir do exercício 2012 até 2015, o Programa Plurianual será monitorado via SIOP Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento, fundamentado em Programas Temáticos. No novo modelo foram concebidos, então, a partir de recortes mais aderentes às políticas públicas. O PPA é, portanto, um documento intensivo em conhecimento sobre as razões do atual estágio de desenvolvimento do Brasil e sobre as escolhas e estratégias necessárias para acelerar o processo de transformação social iniciado em 2003, em especial para que se consiga erradicar a miséria em consonância ao Plano Mais Brasil. No exercício 2013 o Programa 2033-Energia Eletrica no Estado de Alagoas teve uma performance de realização econômica/financeira de 79,39 %. Atraso nas aquisições dos materiais e equipamentos postergação das obras vinculadas ao Programa Energia +; Atraso na entrega de materiais e equipamentos adquiridos por meio das licitações centralizadas, por parte dos fornecedores considerado o volume de compras realizado pelas empresas distribuidoras da Eletrobras, com destaque para os equipamentos de proteção e manobra de SE, como Religadores Automáticos e Disjuntores; 57

59 Postergação de obras decorrentes de exigências para licenciamento ambiental, a exemplo da construção da SE Paripueira, SE Barra de São Miguel e SE Girau do Ponciano, além das suas respectivas Linhas de Distribuição, e Linhas de interligação do sistema do sertão alagoano, LD Delmiro Gouveia/ Olho D Água das Flores e LD Olho D Água das Flores/ Santana do Ipanema. Além das exigências do IPHAN; Em 2013, os investimentos realizados pela Companhia atingiram o montante de R$ mil, assim distribuídos: R$ mil no Programa Luz para Todos; R$ mil na ampliação da rede de distribuição; R$ mil na manutenção do sistema de distribuição; R$ mil na adequação do sistema de comercialização e distribuição; R$ mil na manutenção e adequação de bens móveis, imóveis, equipamentos, e ativos de informática, informação e teleprocessamento. Esses investimentos representam o segundo ano orçamentário do PPA (Plano Plurianual de Investimentos). Significando uma realização de 78,74% do orçamento de 2013, aprovado pelo Decreto nº 7.867/2012 e revisado pelo Decreto nº 8.174/2013. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA O consumo de energia elétrica da Eletrobras Distribuição Alagoas cresceu 6,2% no ano de 2013 em comparação ao ano anterior, somando GWh. Já o consumo total - considerando os consumidores livres apresentou uma taxa de crescimento de 8,8% somando GWh. Em comparação ao mercado nacional e regional, cujos resultados foram de 3,5% e 5,6%, respectivamente, a taxa de crescimento do consumo verificada em Alagoas ficou acima, portanto, do Brasil e do Nordeste. Esse crescimento é explicado pelo aumento do consumo das famílias; o bom momento econômico na Região Nordeste, com elevação da renda, diminuição do desemprego e aumento das vendas do comércio; a forte estiagem verificada no primeiro trimestre, com pouca chuva e elevada temperatura, e o efeito da base de comparação com o ano de 2012, devido à tomada de carga da nova unidade da Braskem somente a partir do segundo semestre de Por classe de consumo, o destaque em crescimento ficou com a classe Iluminação Pública, com 22,0%, seguida pela Residencial, com 11,9% e a Comercial, com 7,4%., como podemos observar na tabela abaixo: 58

60 Tabela 1 - Crescimento do consumo por classes Classes de Consumo 2012 (MWh) 2013 (MWh) Crescimento (%) Residencial ,9 Industrial ,1 Comércio/Serviços ,4 Rural ,8 Poder Público ,7 Iluminação Pública ,0 Serviço Público ,5 Consumo Próprio ,5 Venda Total Cativo ,2 Consumidor Livre ,9 Industrial ,6 Comercial ,9 Total Cativo+Livre ,8 Suprimento ,4 Energia injetada 2012 (MWh) 2013 (MWh) Crescimento (%) CHESF ,7 CELPE ,2 COGERAÇÃO (biomassa) ,2 Fonte: CEAL (DP) Quadro 5 - Crescimento do consumo por classes A Iluminação Pública apresentou elevado crescimento devido ao recadastramento realizado nos municípios alagoanos, já a classe Residencial, que representa o maior consumo GWh - entre as classes do mercado cativo e com participação de 38,4% do mercado, apresentou crescimento de 11,9% em relação ao ano anterior. Com esse crescimento, o valor apurado da CDE na tarifa social de energia elétrica TSEE apresentou aumento significativo (41,07%) em relação ao ano de O crescimento da classe residencial continua sustentado pelo aumento no número de consumidores ( novos consumidores residenciais, uma variação de 3,4% em relação a 2012), o aumento na posse e no uso de eletrodomésticos nas residências, principalmente equipamentos relacionados ao conforto doméstico, como é o caso dos aparelhos de ar condicionado. Em Alagoas, conforme reportagem veiculada no jornal Gazeta de Alagoas, no dia 12 de janeiro de 2014, foi noticiado que a procura por ventiladores e ar condicionados no período de calor, elevou as vendas em 15% em comparação com 2012, chegando algumas lojas a acabar o estoque. De acordo com o IBGE, as vendas de eletrodomésticos no país cresceram 9,3% até novembro de Outro fator que contribuiu para o crescimento do consumo residencial foi a redução nas perdas elétricas, com diminuição de 27% em 2012 para 26,13% em As ocorrências de 59

61 poucas chuvas e as elevadas temperaturas ocorridas no primeiro trimestre também se somam aos fatores que causaram o aumento do consumo. Em termos de carga de energia elétrica, que é a energia verificada no sistema para atender ao mercado faturado, houve crescimento de 7,5% em 2013 em relação ao ano anterior. Desmembrando a carga, a energia suprida pela Chesf teve crescimento de 7,7%; a carga de energia da cogeração (biomassa) teve crescimento de 3,2%; e a carga da Celpe que atende à subestação de Campestre teve um crescimento de 3,2% em O valor da tarifa da Eletrobras Distribuição Alagoas teve uma redução média de 18,4% com a Revisão Tarifária Extraordinária definida pela ANEEL em 24 de janeiro de 2013, através da Resolução Homologatória nº Em agosto de 2013, no terceiro ciclo de Revisão Tarifária, o reajuste médio na tarifa foi de 3,3%, homologado pela ANEEL através da Resolução Homologatória nº 1.606, de 27 de agosto de INDICADORES OPERACIONAIS O indicador operacional DEC apresentou relativo aumento em 2013, quando comparado com o resultado de 2012, e foi motivado principalmente pela: 1) Melhoria no processo de registro das interrupções com a implantação do sistema de gestão técnica para registro das interrupções do interior, em busca de minimizar o erros e exposição às fiscaliações da ANEEL, 2) elevada contribuição do DEC programado (0,79 horas) para implantação do novo ponto de suprimento na cidade de Arapiraca, com a energização da subestação Arapiraca III (230/69kV) da CHESF, 3) elevada contribuição dos desligamentos ocasionados por árvore na rede, com contribuição de 3,04 horas; O indicador operacional FEC apresentou uma redução com as melhorias nos processos de manutenção do sistema elétrico, passando a apresentar um resultado 19,9%. As pesquisas de satisfação realizadas pela ABRADEE apresentaram melhorias nos aspectos operacionais, sendo: Fornecimento de energia: de 58,3% em 2012 para 62,7% em 2013; Rapidez na volta da energia quando falta: de 49,1% em 2012 para 61,5% em 2013; Fornecimento de energia sem variação de voltagem: de 51,4% para 60% em As pesquisas de satisfação realizadas pela ABRADEE apresentaram melhorias nos aspectos operacionais, sendo: Com a introdução, desde 2012, do novo padrão de construção de redes aéreas de média tensão compactas protegidas e multiplexadas isoladas para aplicação em áreas urbanas, e com a aceleração dos projetos e obras extruturantes, teremos a observação de melhores 60

62 resultados de qualidade, sendo ainda necessário que a empresa intensifique as ações para melhor registro das interrupções para evitar problemas de apontamento nas fiscalizaçãoes do órgão regulador. PERDAS GLOBAIS DE ENERGIA ELÉTRICA As perdas globais da Eletrobras Distribuição Alagoas foram reduzidas em 0,88%, quando comparados os resultados de dezembro de 2012 e dezembro de 2013, baixando de 27,00% para 26,13%. A ampliação das ações de inspeção e de regularização de unidades consumidoras, as melhorias no processo de faturamento e o recadastramento da carga de iluminação pública foram os principais fatos motivadores da redução. As ações pontuais, deflagradas em parceria com a Polícia Militar, para regularização de consumidores clandestinos, atendidos em Média Tensão, na zona canavieira, também contribuíram significativamente para o resultado observado. Somam-se a essas ações os benefícios decorrentes da inclusão de um novo ponto de Suprimento da Rede Básica, em 230 KV, na Regional de Arapiraca, que contribuiu com a redução das perdas técnicas da área de concessão. Abaixo estão elencados os resultados dos principais indicadores das ações desenvolvidas: Energia agregada com melhorais no processo de faturamento: MWh; Energia agregada com o recadastramento da Iluminação Pública: MWh; Energia recuperada com o recadastramento da Iluminação Pública: MWh; Energia recuperada com Processos de fraude ou falha na medição: MWh; Energia agregada com Processos e regularização de clandestinos: MWh. Número de regularizações de Clandestinos: Número de Operações de Inspeções: Número de Processos Abertos: Assertividade das Inspeções: 56% Um importante passo também foi dado no processo de avanço tecnológico na medição de grandes consumidores, com o advento de conjuntos de telemedição em 327 (trezentas e vinte e sete) unidades consumidoras atendidas em média tensão, blindando o sistema contra fraudes, além de otimizar os serviços e reduzir os custos da leitura. É necessário destacar a finalização do diagnóstico e da prospecção em campo, para identificação dos principais pontos de irregularidade na zona rural, em atividades de irrigação. Com o suporte do mapeamento georeferenciado do Sistema de Gestão Técnica da Distribuição, foram iniciadas as autuações e regularizações de consumidores clandestinos atendidos em média tensão, ou que possuem desvios e fraudes na sua medição. 61

63 Como consequência das ações elencadas, em 2013 a Eletrobras Distribuição Alagoas apresentou seu menor índice de perdas de energia dos últimos dez anos, obtido em setembro de Destaca-se que o índice de perdas da capital, Maceió, e sua região metropolitana, é significativamente menor em comparação com as cidades do interior, estando dentro da meta pactuada junto ao Controlador, com aproximadamente 22% de perdas sobre a energia requerida. Já as perdas do interior permanecem em 30%. A seguir segue gráfico que ilustra a evolução de perdas nos últimos cinco anos: ,34 31,45 29,95 27,00 26, Quadro 6 - Evolução do índice de Perdas Anualizadas - % Informações Sobre Objetivos Vinculados a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Código 045 Órgão Ministério de Minas e Energia Programa Energia Elétrica. Código 045 Sequencial Descrição da Meta Atender domicílios rurais 1 com energia elétrica pelo Programa Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS Unidade medida Domicílios atendidos a)prevista 2015 b)realizada em 2013 c)realizada até 2013 d)% Realização (c/a) ,84 Quadro 7 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.2.2.2) 62

64 IDENTIFICAÇÃO DO OBJETIVO Descrição Ampliar, reforçar, e manter os Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica, incluindo a geração nos Sistemas Isolados. Código 436 Órgão Ministério de Minas e Energia Programa Energia Elétrica. Código 436 Sequencial Descrição da Meta Ampliar o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica 1 Ciclo (AL) com mais 201 km Adequar e manter o Sistema de 2 Distribuição de Energia Elétrica (AL) com mais 216 km Reduzir o índice de perdas 3 globais em 1,25 pontos percentuais. Fonte: CEAL (DP/DFF) METAS QUANTITATIVAS NÃO REGIONALIZADAS Unidade medida km km a)prevista b)realizada em % 22,58 26,13 c)realizada até d)% Realização (c/a) 13,34 22,52 26, Quadro 8 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.2.2.2) Observação: As divergências observadas entre os percentuais de realização física e financeira são decorrentes principalmente de: Os custos com ampliações e construção de novas subestações representam o incremento apenas no avanço financeiro, pois o avanço físico é contabilizado em extensão de linha; Compra dos materiais principais que só serão contabilizados no momento da execução da obra; Os valores previstos por quilometro de rede que foram informados no PPA tiveram como base os custos modulares, que acabaram apresentados valores inferiores ao efetivamente orçado dos projetos executivos. 63

65 Informações Sobre Iniciativas Vinculadas a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Identificação da Iniciativa Código 035 Descrição Ampliação do Acesso à Energia Elétrica na Área Rural (Luz Para Todos) Objetivo Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Órgão ou Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira da Iniciativa (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Iniciativa Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Atender domicílios rurais Domicílios com energia elétrica pelo atendidos Programa Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 9 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Identificação da Iniciativa Código 01FS Descrição Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Objetivo Ampliar, reforçar, e manter os Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica, incluindo a geração nos Sistemas Isolados. Órgão ou Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira da Iniciativa (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Ampliar o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica Ciclo km (AL) com mais 201 km 2 Adequar e manter o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica km (AL) com mais 216 km 3 Reduzir o índice de perdas globais em 1,25 pontos percentuais. % 22,58 % 26,13 % Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 10 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) 64

66 Informações Sobre Ações de Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Identificação da Ação Código 11XE Tipo: Projeto Título Ampliação do Acesso à Energia Elétrica na Área Rural (Luz Para Todos) Iniciativa 0035 Objetivo Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Código: 045 Programa Energia Elétrica Código: 2033 Tipo: Projeto Unidade Orçamentária Companhia Energética de Alagoas - CEAL ( X ) Sim ( )Não Caso positivo: ( X )PAC ( ) Brasil sem Ação Prioritária Miséria Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Não Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Processados Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Montante Previsto Reprogramado Realizado Atender domicílios rurais com energia elétrica pelo Programa Domicílio Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 11 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Identificação da Ação Código 3375 Tipo: Projeto Título Ampliação do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica Ciclo (AL) Iniciativa 01FS Objetivo Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Código: 436 Programa Energia Elétrica Código: 2033 Tipo: Projeto Unidade Orçamentária Companhia Energética de Alagoas - CEAL ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Ação Prioritária Miséria Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Não Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Processados Execução Física Descrição da meta Unidade de medida Montante Previsto Reprogramado Realizado Ampliar o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica Ciclo km (AL) com mais 201 km Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 12 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) 65

67 Identificação da Ação Código 6749 Tipo: Manutenção Título Manutenção do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica (AL) Iniciativa 01FS Objetivo Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Código: 436 Programa Energia Elétrica Código: 2033 Tipo: Manutenção Unidade Orçamentária Companhia Energética de Alagoas - CEAL ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Ação Prioritária Miséria Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Não Processados Execução Física Descrição da meta Unidade de Montante medida Previsto Reprogramado Realizado Adequar e manter o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica km (AL) com mais 216 km Identificação da Ação Código 20P3 Tipo: Projeto Adequação do Sistemas de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica - Redução Título de Perdas Comerciais (AL) - No Estado de Alagoas Iniciativa 01FS Objetivo Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Código: 436 Programa Energia Elétrica Código: 2033 Tipo: Projeto Unidade Orçamentária Companhia Energética de Alagoas - CEAL ( ) Sim ( X )Não Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Ação Prioritária Miséria Lei Orçamentária 2013 Execução Orçamentária e Financeira Dotação Despesa Restos a Pagar inscritos 2013 Inicial Final Empenhada Liquidada Paga Processados Não Processados Descrição da meta Reduzir o índice de perdas globais em 1,25 pontos percentuais. Fonte: CEAL (DP/DFF) Execução Física Unidade de medida Montante Previsto Reprogramado Realizado % 22,58 26,13 Quadro 13 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) 66

68 Análise Crítica Cumprimento das metas: ÓRGÃO : Ministério de Minas e Energia Exercício : 2013 UNIDADE : Companhia Energética de Alagoas - CEAL Mês : Dezembro Receita Dotação Atual Execução Geração Própria Direto Saldos de Exercícios Anteriores Controladora Outras Estatais Outras Fontes Internas Externas Debêntures Controladora Outras Estatais Outras Fontes 0 0 Total de Receitas (A) Despesa Dotação Atual Execução Ação 11XE - Ampliação do Sistema de Distribuição Rural de Energia Elétrica - Luz para Todos (AL) Localizador No Estado de Alagoas Produto Unidade consumidora atendida (unidade) Ação 20P3 - Adequação do Sistemas de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica - Redução de Perdas Localizador No Estado de Alagoas Ação Ampliação do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica - PPA (AL) Localizador No Estado de Alagoas Produto Sistema ampliado (percentual de execução física) Ação Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção e Adequação de Bens Móveis, Veículos, Máquinas e Equipamentos Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção e Adequação de Ativos de Informática, Informação e Teleprocessamento Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica (AL) Localizador No Estado de Alagoas Total de Despesas (B) Diferença (A-B) Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 14 - Demonstrativo da Execução Econômica/financeira, no exercício

69 Com a finalidade de criar condições para que o PPA estabeleça relações mais adequadas com todos os insumos necessários à viabilização das políticas, os Programas Temáticos do PPA estão organizados em Objetivos que, por sua vez, são detalhados em Metas e Iniciativas. PREVISTO Empresa Objetivo Iniciativa Ação_Num TextoLongo Descricao Unidade REALIZADO 2013 % Execução Física CEAL XE Ampliação do Sistema de Distribuição Atender domicílios Rural de Energia Elétrica - Luz para Todos rurais com energia elétrica (AL) - No Estado de Alagoas pelo Programa Luz para Todos domicílio % CEAL FS 20P3 Adequação do Sistemas de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica - Redução de Perdas Comerciais (AL) - No Estado de Alagoas Redução do índice de perdas técnicas e comerciais de distribuição em 1,25 pontos absolutos unidade 22,58 26,13 116% CEAL FS 3375 CEAL FS 6749 Fonte: CEAL (DP/DFF) Ampliação do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica - PPA (AL) - No Estado de Alagoas Manutenção do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica (AL) - No Estado de Alagoas Acréscimo de km de redes de distribuição de energia elétrica Acréscimo de km de redes de distribuição de energia elétrica km % km % Quadro 15 - Objetivos, metas e iniciativas do PPA PROGRAMA LUZ PARA TODOS (11XE) Em 2013, foram eletrificados domicílios rurais, beneficiando uma população estimada em pessoas, totalizando ligações desde o início do Programa em 2004 produzindo um total de pessoas beneficiadas. As ligações realizadas em 2013 estão distribuídas em 238 obras de eletrificação rural, em todas as regiões do estado de Alagoas a um custo aproximado de 9,8 milhões de reais. Conforme Resolução Normativa nº 563, de 09 de julho de 2013, a Companhia encaminhou para a ANEEL uma nova proposta de revisão para o seu Plano de Universalização, para a área rural, em cumprimento ao art. 6º dessa resolução contendo domicílios sem energia elétrica já identificados. Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia assinou um novo Termo de Compromisso junto ao MME, ANEEL e Eletrobras, o qual determina as metas de ligações previstas para Alagoas em domicílios para eletrificar. O Programa também contempla investimentos na rede de distribuição da empresa, aumentando a capacidade das linhas relacionadas às obras do Programa. Assim, em 2013 foram reformados/construídos 30,20 km de linhas de distribuição (Reforço de Rede), bem como, instalados 03 unidades de Reguladores de Tensão do tipo Monofásico 15,0kV 68

70 276kVA. Destacando em 2013, a construção do Alimentador Porto Calvo/Porto de Pedras com 26,05 km de linha distribuição. Essas obras de Reforço de Rede geram vários benefícios para os consumidores, tanto os atendidos pelo Programa como os já existentes. Podemos citar como benefícios a melhoria da qualidade do fornecimento e confiabilidade do sistema, contribuindo para a redução das perdas no Sistema Elétrico da Companhia. AMPLIAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO (3375) Em 2013 foram concluídas as linhas de distribuição de 69 kv Tabuleiro dos Martins /Polo Cloro Químico, Arapiraca III /Arapiraca II e Arapiraca II Arapiraca I, além da construção da SE Stella Maris e ampliação da SE Arapiraca II. A subestação de Peri-Peri tive sua capacidade aumentada em 23%. Foram instalados 6,25MVA. Também foram construídos 36,7km de linhas de transmissão, que equivale a um aumento de 2% no ano de 2013 em relação a Foram instalados diversos equipamentos de proteção e regulação de nível de tensão, que garantirão melhor qualidade de fornecimento de energia elétrica. O sistema de distribuição de média e baixa tensão está sendo expandido e melhorado. Neste sentido as reformas de redes são um fator primordial para a manutenção da qualidade dos serviços prestados para os clientes. Além das reformas de redes, foram construídos novos alimentadores e interligações que melhoram critérios técnicos como confiabilidade e carregamento. No ano de 2013 foram construídos 160 km de rede. O ano de 2013 continuou com diversas dificuldades, referente a execução de obras, impedimentos oportunizados pelo IPHAN-AL, impedimentos de Assoiação de Moradores, Colônias Indígenas, atrasos nas liberações de liçenças ambientais, empreiteira que abandonou a execução de obras, de tal maneira que a realização atingiu um indice de 79,39%, referente ao Programa aprovado pelo Decerto 8.174/2013. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO (6749) No programa de manutenção, as obras de melhoria nas redes de distribuição, com divisão de circuitos, recondutoramento, reforço de rede e revitalização tiveram um avanço significativo, representando 93% de realização prevista para o ano. Em 2013 houve também, conclusão do Projeto de Recuperação de Redes nos Municípios atingidos pelas Enchentes de

71 ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE COMERCIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO (20P3) Foram executados projetos de automação de subestações e redes de distribuição, atendimento a pedido de ligação de novos consumidores com aplicação de materiais menos suscetíveis ao furto de energia. Em 2013 não foi possível concluir a instalação de todos os conjuntos de telemedição devido ao atraso na entrega dos equipamentos de telemedição, em virtude da reprovação na inspeção dos medidores e atraso na licitação para instalação dos mesmos. Em 2013, também, foram concluídas as licitações para aquisição dos materiais, porém a licitação para instalação dos mesmo sofreu atraso, tendo seu contrato assinado somente em Informações Sobre Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado de Responsabilidade da UJ Identificação do Programa de Governo Código Programa 0807 Título Programa de Gestão e Manutenção de Infraestrutura de Empresas Estatais Federais Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00) Esfera b) Dotação c) Dotação d) a) Global PPA Posição final Posição final - Remanescente (a-b-c) Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social OFSS Orçamento de Investimentos OI Outras Fontes Total Execução Orçamentária e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013 (em R$ 1,00) Lei Orçamentária 2013 Orçamento Fiscal e da Seguridade Social Orçamento de Investimento e)despesa h)restos a Pagar (inscrição 2013) f)despesa i)despesa Empenhada g)despesa Paga h.2) Não Liquidada h.1)processados Realizada Processados Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 16 - Programa de governo constante do PPA - De Gestão e manutenção (Quadro A.4.5) MANUTENÇÃO E ADEQUAÇÃO DE BENS MÓVEIS, IMÓVEIS, EQUIPAMENTOS, E ATIVOS DE INFORMÁTICA, INFORMAÇÃO E TELEPROCESSAMENTO ( ) 70

72 Informações Sobre Ações Vinculadas a Programas de Gestão, Manutenção e Serviços Identificação da Ação Código 4101 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos , ,46 Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de Bens % de 100 % 42,06 % ,46 Imóveis realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Relatório: INV1 ERP/OFM Quadro 17 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Identificação da Ação Código 4102 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos ,80 Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de Bens % de 100 % 54,48% ,80 Móveis, Veículos, Máquinas e Equipamentos realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Relatório: INV1 ERP/OFM Quadro 18 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) 71

73 Identificação da Ação Código 4103 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Móveis, Veículos, Máquinas e Equipamentos Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de % de 100 % 64 % Ativos de Informática, Informação e Teleprocessamento realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 19 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Análise Crítica MANUTENÇÃO E ADEQUAÇÃO DE BENS MÓVEIS, IMÓVEIS, EQUIPAMENTOS, E ATIVOS DE INFORMÁTICA, INFORMAÇÃO E TELEPROCESSAMENTO ( ) No exercício 2013 o Programa Programa de Gestão e Manutenção de Infraestrutura de Empresas Estatais Federais teve uma performance de realização econômica/financeira de %. Migração das bases de dados dos sistemas corporativos principais para nova infraestrutura de hardware e software elevando o nível de disponibilidade e eficiência dos sistemas, aumentando o nível de produtividade da empresa. Implantação de solução de Backup visando garantir a segurança dos dados relativos aos sistemas de informação; a substituição da solução de Proxy, utilizando uma estrutura mais robusta e redundante de forma a garantir uma maior segurança a rede corporativa da EDAL; a contratação da renovação da garantia do Firewall a fim de proporcionar uma maior confiabilidade ao principal elemento da rede corporativa. Dentre estes, é importante salientar a realização da licitação visando a contratação do novo suporte técnico por evento, com objetivo de melhorar o atendimento aos clientes internos de TIC. 72

74 No âmbito do Processo de Telecomunicações, pode-se destacar a realização de um novo processo licitatório para contratação de links de comunicação de dados e acesso a internet, com o objetivo de se obter maior capacidade e ao mesmo tempo reduzir o custeio, e a Implantação do Projeto Corporativo de Aceleração WAN, visando também promover a melhoria do acesso à rede corporativa. Além destes, houve a disponibilização de comunicação para as novas Subestações de Zebu e Arapiraca III, em atendimento à Medição de Fronteira e à Subestação de Stella Maris em atendimento ao projeto de automação. O DGT TC também participou dos projetos de Contratação do Novo Suporte Técnico, Aquisição de Proxy e Contratação de Garantia Estendida do Firewall de responsabilidade do DGT-SU. O Processo de Telecomunicações também promoveu ao longo de 2013 a gestão do contrato do serviço de correio eletrônico e hospedagem de site corporativo, a gestão e manutenção da rede de circuitos de comunicação de dados e acesso a internet, a manutenção da infraestrutura de comunicação da Medição de Fronteira, ações de melhoria da rede corporativa e operação da Videoconferência Informações sobre outros resultados gerados pela gestão Como resultado das ações implementadas ao longo do ano de 2013, em especial cobranças judiciais e administrativas, houve uma regressão na inadimplência ativa, que passou de R$ 220,5 milhões para R$ 176,5 milhões, quando comparada ao ano de A relação entre inadimplência histórica ativa e faturamento anualizado define o indicador INAD, parâmetro pré-estabelecido para fins de acompanhamento dos resultados empresariais. Esse indicador teve uma meta definida em 16,4%, ante um resultado de 14,78%. Inadimplência ativa - R$ mil Fonte: CEAL (DC) Quadro 20 Valor da inadimplência ativa 73

75 Inadimplência histórica - % ,80 20,40 20,70 18,20 14, Fonte: CEAL (DC) Quadro 21 Percentual de inadimplência histórica Esse resultado positivo de 14,78% obtido em 2013 para o INAD deveu-se principalmente a: negativação dos consumidores privados inadimplentes na SERASA; negativação dos consumidores públicos inadimplentes no CADIN; ampliação no volume de ajuizamento de cobranças judiciais para devedores relevantes, em especial clientes das classes industrial e poder público; manutenção da parceria com o Tribunal de Justiça de Alagoas para cobranças de débitos atuais do setor sucroalcooleiro, o qual, por diversas vezes, teve o fornecimento de energia suspenso ao longo do ano, sem encontrar qualquer respaldo no poder judiciário para deixar de quitar os débitos atuais. Destaca-se ainda a negociação extrajudicial celebrada com um grande consumidor, uma usina de cana de açúcar, o que nos fez obter uma taxa de arrecadação superior a 100% nas classes industrial e rural. Houve ainda a negociação de R$ 47 milhões de débitos pretéritos com 50 prefeituras e o acordo para cessar a dívida histórica da Secretaria Estadual de Defesa Social. No entanto, ainda existem valores elevados de inadimplência histórica, quando comparados com outras empresas do setor, em especial os oriundos do setor sucroalcooleiro, que têm motivado uma longa batalha judicial que se estende há mais de 15 anos. Dificuldades foram enfrentadas ao longo de 2013 no que se refere à manutenção de algumas liminares em processos judiciais movidos por prefeituras, num total de 9 (nove), que nos impossibilitam de suspender o fornecimento e/ou de negativar no CADIN, fazendo com que esses clientes mantenham-se inadimplentes e sem demonstrar intenção de negociar seus débitos. Ressaltamos a redução no valor da inadimplência considerada ativa também em função das adequadas transferências para perdas de acordo com a Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, e do Regulamento do Imposto de Renda/1999, visto que as medidas de cobrança, administrativas e judiciais, foram rigorosamente realizadas. 74

76 Em relação à Taxa de Arrecadação Financeira TAF, medida pela diferença entre o valor faturado e arrecadado nos últimos 12 (doze) meses, em âmbito geral o desempenho regrediu em relação a 2012, fechando o ano de 2013 com 95,6% contra 102,2% em Os principais motivos para esse resultado, aquém do esperado, foram: a já citada manutenção de liminares judiciais de algumas prefeituras; o descumprimento de acordo extrajudicial por parte das empresas de Saneamento, gerando recorrentes atrasos na arrecadação e manutenção de dívida de elevada monta em aberto e a manutenção da inadimplência de 10 hospitais públicos e 6 hospitais particulares os quais, pela natureza de sua atividade, não são passíveis de suspensão do fornecimento. No tocante às unidades de saúde pública, o fato positivo foi a negativação dos órgãos devedores no CADIN, no início de dezembro/13, o que despertou o interesse do Governo em regularizar essas pendências, por meio de um eventual parcelamento de débitos. 3. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1. Estrutura orgânica de controle A Companhia é administrada por um Conselho de Administração, órgão colegiado de funções deliberativas, e por uma Diretoria, órgão executivo de administração e representação. O Conselho de Administração é formado por até seis membros, sendo um indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, um eleito representante dos empregados e os demais eleitos pela Assembleia Geral, dentre os quais um é designado o Presidente, com mandato de três anos, podendo ser reeleitos. É o principal órgão na hierarquia empresarial, reúne-se ordinariamente uma vez ao mês para tratar de questões estratégicas de interesse social, exceto as privativas da Assembleia Geral. A Diretoria é constituída por um diretor-presidente e seis diretores eleitos pelo Conselho de Administração, sendo o diretor-presidente escolhido dentre os membros do Conselho de Administração, com mandato de três anos e exercício de suas funções em regime de tempo integral. A Diretoria é o órgão executivo de administração e representação, investida dos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, reúne-se ordinariamente uma vez por semana, podendo deliberar sobre quaisquer matérias relacionadas ao objeto social, exceto aquelas de competência da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração. O Conselho Fiscal é formado por até três membros e respectivos suplentes, sendo um indicado pelo Ministério da Fazenda, e os demais eleitos pela Assembleia Geral, dentre os quais um é designado o Presidente, todos com mandato de um ano, permitidas reeleições. É o órgão fiscalizador, reúne-se ordinariamente uma vez por mês, competindo ao mesmo a 75

77 tarefa de examinar e opinar sobre os atos dos administradores e gestão patrimonial, financeira e orçamentária do exercício social. A Assembleia Geral é o órgão máximo da Companhia, possui caráter exclusivamente deliberativo, reúne todos os acionistas com ou sem direito a voto, convocados pelo Conselho de Administração, para deliberarem sobre matérias de interesse societário. A Auditoria Interna, subordinada ao Conselho de Administração, planeja, executa e avalia as atividades de auditoria na Companhia e atende às solicitações da alta direção e de órgãos de controle externo. O Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna PAINT é submetido previamente à aprovação da Controladoria Geral da União CGU e ao Conselho de Administração, que acompanham o desenvolvimento dos trabalhos. A seleção dos trabalhos leva em consideração a materialidade (magnitude do valor ou do volume de recursos envolvidos) das áreas/funções da Companhia, suas relevâncias, vulnerabilidades e criticidade pretérita. Em atendimento à Lei Societária, as demonstrações financeiras da Companhia são auditadas por Auditores Independentes, contratados pela Eletrobras, aos quais são garantidas condições de independência e transparência dos processos internos Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS VALORES Ambiente de Controle A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X X X X X X X 76

78 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. X 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Monitoramento O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X 77 X X X X X X X X X X X X X X X X X X

79 Análise Crítica: 1. Quanto ao Ambiente de Controle A Alta Administração fornece instrumentos seguros para um positivo ambiente de controle nas atividades da empresa, pois disponibiliza intranet, código de ética, define suas atribuições, políticas e procedimentos, tem bem definida sua estrutura organizacional e possui sistemas integrados garantindo a confiabilidade das informações. 2. Quanto a Avaliação de Risco Em agosto de 2013, apresentou-se um programa para Implementação do Processo de Gestão de Riscos para as Empresas de Distribuição da Eletrobras. Quando da realização de atividades de controles, a identificação e a análise de riscos são levantadas pela auditoria interna, com base em trabalhos realizados e experiência dos auditores. Todavia, praticamente inexiste ocorrência de fraudes e desvios. Em havendo, é prática na empresa instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 3. Quanto aos Procedimentos de Controle O trabalho específico de avaliação de riscos está em processo inicial o que dificulta a identificação e mitigação dos mesmos. No entanto, tais riscos são minimizados pelas experiências dos auditores em trabalhos já realizados. Em auditorias realizadas nas atividades da empresa, verifica-se a aplicabilidade das legislações correlatas, Normas Regulamentadoras e normativos internos, bem como de deliberações da Alta Administração. Apontamos, ainda, que nas atividades auditadas, são observados os sistemas integrados utilizados na empresa, possibilitando um controle e um gerenciamento eficaz, identificando inconformidades e propondo soluções para mitigação das mesmas. 4. Quanto à Informação e Comunicação A empresa possui uma Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais, que tem em suas atribuições a responsabilidade de cadastrar, organizar e atualizar informações relativas aos empreendimentos e atividades da Companhia, com vistas a sua divulgação junto ao público interno e externo; planejar e coordenar a elaboração de campanhas de publicidade e promoção voltadas ao público interno e externo; planejar e coordenar a elaboração e distribuição de jornais e informativos internos dirigidos a empregados e dependentes; coordenar e controlar a veiculação de informações através de murais e quadros de avisos; elaborar e divulgar o clipping e sinopse de matérias de interesse da Companhia veiculadas nos diversos meios de comunicação; coordenar o registro documental de imagens em filmes, vídeo-tapes ou fotografias dos eventos e empreendimentos da Companhia, sistematizando e mantendo o arquivo dessas informações para subsidiar futuras campanhas e documentários; planejar e elaborar estudos de utilização da mídia objetivando identificar as melhores alternativas para campanhas de publicidade e promoção e elaborar, coordenar e controlar todas as publicações da Companhia nos meios de comunicação, sejam elas legais ou publicitárias; 78

80 5. Quanto ao Monitoramento A Auditoria Interna tem sido mensalmente avaliada pelo Processo de Planejamento e Controle da empresa, através dos mecanismos de Gestão Estratégica implementada pela Eletrobras, bem como é avaliada anualmente pela Controladoria Geral da União CGU, Regional Alagoas. A Auditoria interna constantemente avalia os controles existentes nas atividades auditadas na empresa, apontando as inconformidades encontradas, propondo medidas saneadoras, objetivando melhorar o desempenho da empresa e verificando o cumprimento das normas e diretrizes da Alta Administração. Para tanto, é efetuado um plano de ação após as auditorias, visando acompanhar as atividades desenvolvidas para solução das inconformidades, constando prazos e responsáveis por cada ação. Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. Fonte: CEAL (PR/CAD) Quadro 22 - Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ (Quadro A.3.1) 3.3. Informações Sobre a Remuneração Paga aos Administradores, Membros da Diretoria Estatutária, do Conselho De Administração e do Conselho Fiscal Política de Remuneração dos Membros da Dir. Estatutária e dos Conselhos de Administração e Fiscal A remuneração dos Diretores, Membros de Conselho Fiscal e de Administração são definidas pela AGO - Assembleia Geral Ordinária. No modelo atual de gestão conjunta das Empresas de Distribuição da Eletrobras, as remunerações dos Diretores, excetuando a do Diretor de Operação, são pagas pela holding Eletrobras. A remuneração dos Conselheiros de Administração e Fiscal é fixada em 10% dos honorários médios mensais e do 13º salário, pagos aos membros da Diretoria Executiva, nos termos da Lei 9.292/96, não computados os demais benefícios. A remuneração da Diretoria Executiva engloba honorários mensais, gratificação natalina, abono pecuniário de férias, ajuda de custo de transferência, bem como participação nos lucros e/ou resultados e contribuição a entidade previdenciária privada na qual a Empresa seja mantenedora, não se repassando os benefícios concedidos aos empregados em Acordo Coletivo de Trabalho, no que se refere a abono salarial, nem quaisquer outros aumentos, tais como mérito, promoção e ajustes não lineares. 79

81 Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos Vide Anexo I Demonstrativo Sintético da Remuneração de Membros de Diretoria e de Conselhos R$ 1,00 Identificação do Órgão Órgão: Diretoria Estatutária Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,32 a) salário ou pró-labore , , ,28 b) benefícios diretos e indiretos 7.089, , ,04 c) remuneração por participação em comitês d) outros 3.975, ,95 II Remuneração variável (e+f+g+h+i) , ,06 - a) bônus b) participação nos resultados , ,06 c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros 1.274,00 III Total da Remuneração ( I + II) , , ,32 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 23 - Detalhamento de itens da remuneração da Diretoria Estatutária (Quadro A.3.3) 80

82 Identificação do Órgão Órgão: Conselho de Administração Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: 3 I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,54 a) salário ou pró-labore b) benefícios diretos e indiretos , , ,54 c) remuneração por participação em comitês d) outros II Remuneração variável (e+f+g+h+i) - a) bônus b) participação nos resultados c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros III Total da Remuneração ( I + II) , , ,54 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 24 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho de Administração (Quadro A.3.3) Identificação do Órgão Órgão: Conselho Fiscal. Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: 3 I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,19 a) salário ou pró-labore , , ,19 b) benefícios diretos e indiretos c) remuneração por participação em comitês d) outros II Remuneração variável (e+f+g+h+i) - a) bônus b) participação nos resultados c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros III Total da Remuneração ( I + II) , , ,19 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 25 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho Fiscal (Quadro A.3.3) 81

83 Demonstrativo da Remuneração Variável dos Administradores Valores em R$ 1,00 Identificação do Órgão Órgão: Companhia Energética de Alagoas CEAL Reconhecimento de Bônus e Participação de Resultados EXERCÍCIO I Bônus (a+b+c+d) a) valor mínimo previsto no plano de remuneração b) valor máximo previsto no plano de remuneração c) valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas d) valor efetivamente reconhecido no resultado II Participação no Resultado (e+f+g+h) , ,52 - e) valor mínimo previsto no plano de remuneração , ,52 - f) valor máximo previsto no plano de remuneração g) valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas h) valor efetivamente reconhecido no resultado III Total ( I + II) ,52 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 26 - Detalhamento de itens da remuneração variável dos administradores (Quadro A.3.4) 3.4. Informações sobre a estrutura e as atividades do sistema de correição A Eletrobras Distribuição Alagoas possui uma estrutura de Comissão Permanente de Processo Disciplinar CPPD e um Comitê de empregados para Comissões Específicas de Processo Disciplinar. A CPPD é composta por 3 (três) membros titulares e suas respectivas suplências, sendo um membro na função de Presidente, um na função de suporte jurídico e outro membro titular. O principal objetivo da CPPD é avaliar os resultados dos trabalhos das Comissões de Processo Disciplinar e oferecer subsídios ao julgamento da autoridade competente. O Comitê é composto por 26 (vinte e seis) empregados de várias unidades administrativas da Empresa. A partir do Comitê é formada a Comissão de Processo Disciplinar que tem como função executar os trabalhos de apuração de irregularidades dentro do prazo fixado na portaria de instauração de processo disciplinar, envolvendo a instrução, defesa e relatório, sugerindo à autoridade julgadora as medidas cabíveis. As normas que regulamentam as atividades disciplinar são Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades (código DG-GP-01/N-001) e Apuração de Irregularidades (código MPS-DG-01/N-001). 82

84 3.5. Demonstração do cumprimento, pela instância de correição da unidade, das disposições dos arts. 4º e 5º da Portaria nº 1.043, de 24 de julho de 2007, da Controladoria-Geral da União CGU, no que tange aos fatos originados em unidade jurisdicionada cuja gestão esteja contemplada no relatório de gestão. O Sistema de Gestão de Processos Disciplinares - CGU-PAD, é um sistema informatizado que visa registrar as informações sobre os processos disciplinares instaurados no âmbito dos órgãos e entidades que compõem o Sistema de Correição do Poder Executivo Federal. Em junho de 2013, a Eletrobras Distribuição Alagoas foi cadastrada como órgão componente do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, responsável pelo registro, no CGU-PAD, das informações sobre processos disciplinares instaurados, em curso ou encerrados, na Empresa. Durante o processo de implantação do Sistema CGU-PAD na Eletrobras Distribuição Alagoas, foram identificadas necessidades de ajustes operacionais e adequação das diretrizes estabelecidas pelos normativos internos da empresa e os requisitos exigidos pelo Sistema. Desta forma, a Eletrobras Distribuição Alagoas está iniciando ação de mapeamento de processos e adequação de normativos internos visando a compatibilização das informações requeridas pelo Sistema CGU-PAD com as informações inseridas nas diretrizes da Norma de Apuração de Irregularidades, no objetivo de alinhar o modus operandi e cumprir com as disposições da Portaria nº 1043/2007, da Controladoria-Geral da União Indicadores utilizados para monitorar e avaliar o desempenho da entidade no que se refere à governança e controles internos. Cumprimento físico das auditorias programadas no PAINT Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes. Visa medir a realização do PAINT previsto para o ano de A meta era 85% dos trabalhos e foi alcançado sua totalidade (100%). Reclamação do cliente interno de dado enviado com erro e/ou fora do prazo - Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes É medido pelo número acumulado de reclamações dos clientes da auditoria interna. Não foi verificado nenhuma reclamação. Regularização dos pontos de auditoria no prazo levantados nos exames registrados no Relatório com plano de ação definidos dentro do exercício Busca melhorar o desempenho econômico-financeiro do negócio distribuição, alcançando níveis regulatórios É o resultado percentual dos pontos regularizados nos prazos acordados com as áreas 83

85 auditadas dividido pelos pontos levantados no período. A meta era 95% e foi alcançado 100%. Cumprimento do Plano de Ação do Indicador - Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes Este indicador mede o cumprimento das ações firmadas para se atingir os demais indicadores. A meta de 100% foi alcançada. 4. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1. Execução das despesas Dados especificos das U.J. que usam SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Reconhecimento de Passivos por insuficiência de créditos ou de recursos Não se aplica. Vide Introdução Movimentação de saldos e restos a pagar de exercícios anteriores Não se aplica. Vide Introdução Transferências de recursos mediante convênio, contrato de repasse, termo de parceria, termo de cooperação, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congêneres Dados especificos das U.J. que usam SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Suprimento de fundos, contas bancárias tipo B e cartões de pagamento do governo federal. Não se aplica. Vide Introdução Renúncia de Receitas Dados especificos das U.J. que usam SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal. 84

86 5. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS 5.1. Estrutura de pessoal da unidade Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada Lotação Tipologias dos Cargos Lotação Ingressos no Egressos no Autorizada Efetiva Exercício Exercício 1. Servidores em Cargos Efetivos ( ) Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores de Carreira ( ) Servidores de carreira vinculada ao órgão Servidores de carreira em exercício descentralizado Servidores de carreira em exercício provisório Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 6 2. Servidores com Contratos Temporários 3. Servidores sem Vínculo com a Administração Pública Total de Servidores (1+2+3) Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 27 - Força de Trabalho da UJ (Quadro A ) Situações que reduzem a força de trabalho da Unidade Jurisdicionada Tipologias dos afastamentos Quantidade de Pessoas na Situação em 31 de Dezembro 1. Cedidos ( ) Exercício de Cargo em Comissão 1.2. Exercício de Função de Confiança Outras Situações Previstas em Leis Específicas (especificar as leis) 2. Afastamentos ( ) 2.1. Para Exercício de Mandato Eletivo 2.2. Para Estudo ou Missão no Exterior 2.3. Para Serviço em Organismo Internacional 2.4. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 3. Removidos ( ) De Oficio, no Interesse da Administração 3.2. A Pedido, a Critério da Administração 3.3. A pedido, independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 3.4. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Motivo de saúde 3.5. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administração por Processo Seletivo 85

87 4. Licença Remunerada ( ) 4.1. Doença em Pessoa da Família 4.2. Capacitação 5. Licença não Remunerada ( ) 5.1. Afastamento do Cônjuge ou Companheiro 5.2. Serviço Militar 5.3. Atividade Política 5.4. Interesses Particulares 5.5. Mandato Classista 6. Outras Situações (Especificar o ato normativo) 7. Total de Servidores Afastados em 31 de Dezembro ( ) 11 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 28 - Situações que Reduzem a Força de Trabalho da UJ (Quadro A ) Qualificação da Força de Trabalho Estrutura de Cargos e de Funções Tipologias dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas Lotação Ingressos no Exercício Egressos no Exercício Autorizada Efetiva 1. Cargos em Comissão 1.1. Cargos Natureza Especial 1.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado Servidores de Outros Órgãos e Esferas Sem Vínculo Aposentados 2. Funções Gratificadas Servidores de Carreira Vinculada ao Órgão Servidores de Carreira em Exercício Descentralizado 2.3. Servidores de Outros órgãos e Esferas Total de Servidores em Cargo e em Função (1+2) Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 29 - Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas da UJ (Quadro A ) 86

88 Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Idade Tipologias do Cargo Até 30 anos Quantidade de Servidores por Faixa Etária De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos 1. Provimento de Cargo Efetivo Membros de Poder e Agentes Políticos 1.2. Servidores de Carreira Servidores com Contratos Temporários 2. Provimento de Cargo em Comissão Cargos de Natureza Especial 2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 2.3. Funções Gratificadas Totais (1+2) Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 30 - Quantidade de servidores da UJ por faixa etária (Quadro A ) Acima de 60 anos Qualificação do Quadro de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Segundo a Escolaridade Quantidade de Pessoas por Nível de Escolaridade Tipologias do Cargo Provimento de Cargo Efetivo Membros de Poder e Agentes Políticos 1.2. Servidores de Carreira Servidores com Contratos Temporários 2. Provimento de Cargo em Comissão Cargos de Natureza Especial 2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 2.3. Funções Gratificadas Totais (1+2) LEGENDA Nível de Escolaridade 1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 Mestrado; 9 Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada. Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 31 - Quantidade de servidores da UJ por nível de escolaridade (Quadro A ) Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Vide Anexo II. 87

89 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Classificação do Quadro de Servidores Inativos da Unidade Jurisdicionada Segundo o Regime de Proventos e de Aposentadoria Regime de Proventos / Regime de Aposentadoria De Servidores Aposentados até 31/12 1. Integral Voluntária Compulsória Invalidez Permanente Outras 9 2. Proporcional 2.1 Voluntária 2.2 Compulsória 2.3 Invalidez Permanente 2.4 Outras 3. Totais (1+2) 81 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quantidade Quadro 32 - Composição do Quadro de Servidores Inativos (Quadro A ) De Aposentadorias Iniciadas no Exercício de Referência Demonstração das Origens das Pensões Pagas pela Unidade Jurisdicionada Não se aplica, vide introdução Cadastramento no Sisac Atos Sujeitos à Comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC Quantidade de atos sujeitos Quantidade de atos Tipos de Atos ao registro no TCU cadastrados no SISAC Exercícios Exercícios Admissão 28 Concessão de aposentadoria 81 Concessão de pensão civil 21 Concessão de pensão especial a ex-combatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do fundamento legal de ato concessório Totais 130 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 33 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) 88

90 Atos Sujeitos à comunicação ao TCU Quantidade de atos sujeitos Quantidade de atos à comunicação ao TCU cadastrados no SISAC Tipos de Atos Exercícios Exercícios Desligamento 276 Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Totais 276 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 34 - Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) Regularidade do cadastro dos atos no Sisac Tipos de Atos Quantidade de atos de acordo com o prazo decorrido entre o fato caracterizador do ato e o cadastro no SISAC Exercício de 2013 Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias Atos Sujeitos ao Registro pelo TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Admissão 28 Concessão de aposentadoria 81 Concessão de pensão civil 21 Concessão de pensão especial a ex-combatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do fundamento legal de ato concessório Total 130 Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Desligamento 276 Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Total 276 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 35 - Regularidade do cadastro dos atos no Sisac (Quadro A ) Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em meio físico Quantidade de atos Quantidade de atos sujeitos ao envio ao TCU enviados ao TCU Tipos de Atos Exercícios Exercícios Pensões graciosas ou indenizatórias 114 Outros atos fora do SISAC (especificar) Totais 114 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 36 - Atos sujeitos à remessa física ao TCU (Art. 14 da IN TCU 55/2007) (Quadro A ) 89

91 Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos O Departamento de Gestão de Pessoas desta Empresa tem, por limitação, atuado no controle de possíveis acumulação de cargos, mediante denúncias. A exemplo desta prática, em 31 de outubro de 2012 a Controladoria Geral da União-CGU através do Relatório , constatou a existência de 28 (vinte e oito) empregados desta Entidade com mais de um vínculo no exercício de 2011, conforme constavam em Relatório Anual de Informações Sociais RAIS de mesmo ano. Logo, em virtude da dificuldade em obter acesso à base de dados sobre CPF de empregados vinculados a esta Empresa, esta vem atuando sobre tais casos através de denúncias, que podem ser realizadas em Ouvidoria. Em 2013 este último canal subsidiou a atuação em 03 casos que já foram apurados e os empregados já apresentaram suas manifestações e opções Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Diante de informações sobre casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos, a Eletrobras Distribuição Alagoas procedeu com consulta aos órgãos citados nas denúncias e, quando confirmado tal duplicidade empregatícia, notificou os empregados para que os mesmos apresentassem justificativa e opção ou desistência por um dos cargos públicos vinculados, afim de fazer valer o que prevê o Art. 37, da Constituição Federal. Após tais constatações, esta Empresa oficializou, via CTA DG-059/2013, pedido junto à Delegacia Regional do Trabalho DRT, para que esta Delegacia nos apoiasse em uma rotina de tal verificação. No entanto, não obtivemos resposta daquele órgão, até o momento. Portaria de Nº do Processo Data Fato Instauração Disciplinar DG Nº 043/ /07/2013 Acumulação de cargos, empregos ou funções públicas 0006/2013 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 37 - Processos disciplinares instaurados em

92 Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos Descrição da Meta Indicador Utilizado Melhor sentido Unidade Macroprocess o Finalístico Relacionado Realiza do 2011 Realiza do 2012 Realizado Dezembro 2013 Meta Dezembro 2013 Aumentar o índice de satisfação dos colaboradores Pesquisa de clima organizacional Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS % Gestão Pessoas de Quadro 38 - Resumo dos indicadores gerenciais 62,5% N/A 59,2% 66,0% Relacionamento Interpessoal Identidade Liderança Benefícios Educação Corporativa Reconhecimento Carreira e Remuneração Sustentabilidade Imagem Institucional Clareza Organizacional Comunicação Segurança e Saúde Ocupacional Condições de Trabalho 71,30 69,70 61,81 70,91 51,18 50,90 47,71 67,21 50,72 57,25 55,40 55,32 58,93 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 39 - Índice Geral de Favorabilidade por Fator Durante o ano de 2013, a gestão da empresa esteve focada em ações relacionadas à mudanças estruturais, com o objetivo de reduzir de custos e adequar a produtividade. Dentre tais mudanças, destaca-se: a aprovação de norma que define diretrizes para concessão do adicional de periculosidade e a implantação de um Programa de Incentivo ao Desligamento - PID. Estas ações, com alto potencial de insatisfação, culminaram em muitas reclamações por parte dos empregados, já que aproximadamente 150 destes tiveram perdas do adicional de periculosidade. Vale destacar também, que, com a saída dos empregados aderentes ao PID, mesmo que gradativamente, houve aumento de 91

93 carga de trabalho para os colaboradores remanescentes e consequente insatisfação ao corpo laborativo desta Empresa. Tais ocorrências estão vinculadas e diretamente contrárias ao índice geral de favorabilidade do clima organizacional, que ficou em 59,20%. Absenteísmo - Em 2012 o índice para este indicador foi de 2,50, enquanto para o exercício de 2013 o resultado ficou em 2,19, representando uma redução na ordem de 12,31%. Este índice é considerando a partir do total de dias afastados (falta descontada em folha + atraso descontado em folha + licenças médicas do empregado de meio expediente e até quinze dias) no mês/ total de funcionários ativos x total de dias trabalhados x 100. Ressalta-se que em 2012 fora divulgada circular DG-002/2012 considerando as obrigações dos empregados para com a realização dos exames médicos periódicos, bem como destacando que a gerência tem o dever de zelar pela manutenção da saúde dos empregados. Tal ação teve como objetivo aumentar a realização dos exames médicos periódicos e reduzir os afastamentos médicos. Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais; DESCRIÇÃO PRÓPRIO TERCEIRIZADO Número Absoluto de Acidentes com vítimas com afastamento inferior a 15 dias 04 0 Número Absoluto de Acidentes com vítimas com afastamento superior a 15 dias Número Absoluto de Acidentes com vítimas sem afastamento Número de óbitos 0 0 Índice de Frequência 5,58 3,23 Índice de Avaliação de Gravidade Doença ocupacional 3 0 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 40 Acidentes de trabalho e doenças ocupacionais Rotatividade (turnover); - Considerando o quadro próprio, em 2013, verificou-se um turnover de 28,87%. Deste percentual vale destacar os desligamentos de 246 empregados através do Plano de Incentivo ao Desligamento PID e outros 26 a pedido do empregado, com justificativa de aprovação em outros concursos. Para tal cálculo é considerada a seguinte fórmula: [(nº de demissões + nº admissões)/2] / nº de funcionários (no último do mês anterior) x 100. No quadro a seguir, tem-se a seguinte distribuição deste índice de rotatividade por faixa etária considerando o quadro próprio de empregados: 92

94 Empregados Total de Total de Quantidade de Taxa de Taxa de Por Faixa Demissões Admissões Empregados Admissões Rotatividade Etária 18 a 25 anos ,36% 15,91% 26 a 30 anos ,98% 10,41% 31 a 40 anos ,16% 6,96% 41 a 50 anos ,20% 8,03% 51 a 60 anos ,00% 91,96% > de 60 anos ,00% 204,17% Total ,75% 28,87% Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 41 Índice de rotatividade por faixa etária Educação Continuada; Empregados em Graduação 135 Empregados em Pós Graduação 4 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 42 Educação continuada Disciplina; Portaria de Nº do Processo Data Fato Instauração Disciplinar DG Nº 043/ /07/2013 Acumulação de cargos, empregos ou funções públicas 0006/2013 DG Nº 039/ /06/2013 Desvio de energia elétrica na fazenda de empregado da Eletrobras 0005/2013 Distribuição Alagoas DG Nº 040/ /06/2013 Empregado afastado em benefício junto ao INSS e exercendo 0016/2012 atividades de advogado fora da empresa DG Nº 041/ /07/2013 Operações irregulares no sistema AJURI, cometidas por 0002/2013 empregado da Eletrobras Distribuição Alagoas em benefício próprio e utilizando indevidamente o nome de um colega de trabalho na operação da fraude DG Nº 042/ /07/2013 Participação de empregados da Eletrobras Distribuição Alagoas 0004/2013 na construção de redes clandestinas de distribuição de energia elétrica Fonte: CEAL (Comissão permanente de Processos Disciplinares) Quadro 43 Processos disciplinares instaurados em 2013 Modalidade de Matrícula Penalidade Nº do Processo Data Infração Apuração Empregado Aplicada Apuração Direta DOL Nº 001/ /08/ Ato de desídia Suspensão de 3 dias Apuração Direta DOL Nº 002/ /09/ Ato de desídia Suspensão de 5 dias Apuração Direta DOL Nº 003/ /09/ Ato de desídia Advertência Escrita Apuração Direta DGT Nº 002/ /10/ Falta de assiduidade e pontualidade ao Advertência Escrita 93

95 trabalho Apuração Direta DGT Nº 001/ /10/ Falta de assiduidade Advertência Escrita e pontualidade ao trabalho Apuração Direta DGA Nº 001/ /11/ Ato de desídia Suspensão de 15 Processo Disciplinar Nº 0005/ /11/ Desvio de energia elétrica na fazenda de empregado Processo Disciplinar Nº 0006/ /11/ Acúmulo de Funções Públicas Fonte: CEAL (Comissão permanente de Processos Disciplinares) Quadro 44 Processos disciplinares concluídos em 2013 dias ISENTO ISENTO Portaria de Instauração Data Objeto/Fato Modalidade DG Nº 099/ /03/2011 Suposto desvio de material da empresa para venda SINDICÂNCIA DG Nº 141/ /08/2011 Suposta prática abusiva de empregado quando do SINDICÂNCIA exercício do direito de greve DG Nº 169/ /11/2011 Apurar as causas do acidente com o empregado na zona SINDICÂNCIA rural de São Miguel dos Campos DG Nº 178/ /12/2011 Suposta ocorrência de falta funcional do empregado SINDICÂNCIA quando este se encontrava na condição de sobreaviso DG Nº 019/ /01/2012 Suposta ameaça à integridade física de empregado, cometido por outro empregado da empresa INQUÉRITO ADMINISTRATIVO DG Nº 021/ /01/2012 Suposta infrações cometidas por empregados quanto ao recebimento de valores do auxílio creche e educação INQUÉRITO ADMINISTRATIVO DG Nº 024/ /01/2012 Apurar causa que deu origem aos autos de infração de SINDICÂNCIA trânsito nº E e R , como também a responsabilidade dos infratores ressarcirem o valor da multa ao cofre da empresa DG Nº 059/ /03/2012 Apurar a responsabilidade da queima de equipamento de SINDICÂNCIA terceiros DG Nº 060/ /03/2012 Suposta ocorrência de irregularidade no processo SINDICÂNCIA licitatório de Coleta de Preços nº 002/2011 DG Nº 063/ /04/2012 Apurar supostas agressividades praticadas por empregado aos colegas de trabalho DG Nº 064/ /04/2012 Suposta utilização das instalações da empresa por SINDICÂNCIA prestador de serviço terceirizado Fonte: CEAL (Comissão permanente de Processos Disciplinares) Quadro 45 Processos disciplinares pendentes em 2013 Aposentadoria versus reposição do quadro Não houve aposentadorias condicionadas à substituição do mesmo. 94

96 5.2. Terceirização de Mão de Obra e Contratação de Estagiários Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Eletrobras Distribuição Alagoas contratou em 2013, 25 (vinte e cinco) empregados ao cargo de Profissional de Nível Fundamental para função de Eletricistas, decorrentes do concurso público 01/2009, que passaram a atuar em atividades substituindo terceirizados em atendimento a Portaria do MP 528 de 02 de dezembro de Descrição dos Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão em que há Ocorrência de Quantidade no Final do Exercício Ingressos no Egressos no Servidores Terceirizados Exercício Exercício Assistente Comercial 83 Auxiliar Administrativo 90 Eletricista Engenheiro Eletricista 8 Profissional de Nível Superior 5 Técnico de Segurança do trabalho 8 Técnico em Informática 2 Técnico Operacional 146 Análise Crítica da Situação da Terceirização no Órgão No ano de 2007, A Eletrobras Distribuição Alagoas firmou acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho e o Sindicato dos trabalhadores nas Indústrias Urbanas no Estado de Alagoas STIUEA, tendo por finalidade a redução da terceirização nas atividades fins da empresa; No acordo foi estabelecido cronograma de redução da terceirização, contendo 24 (vinte e quatro) etapas a cumprir, todas elas relacionadas a contratos de prestação de serviços, e prazo de conclusão até junho de 2011; O Acordo previa a contratação de 619 profissionais, para substituição de terceirizados que ocupavam as funções de Auxiliar Técnico, Assistente Comercial e Técnico Industrial, em contratos de prestação de serviço no ano de 2007, sendo que até o final de 2011, a empresa havia contratado 596 (quinhentos e noventa e seis) concursados. Não obstante a isso, no final de 2011, verificada a continuidade nos contratos de prestação de serviço, a Procuradoria Regional do Trabalho ingressou com ação de execução por descumprimento do acordo judicial firmado, ação essa que tramita na 7ª vara do trabalho de Maceió. Num ato de declaração de boa fé, no dia 31 de janeiro de 2012, a Diretoria publicou edital de convocação para 30 (trinta) candidatos ao cargo de auxiliar técnico e 26 (vinte e seis) para o cargo de técnico industrial, além de ter procedido a contratação de 02 (dois) Auxiliares Técnicos e a convocação de outros 02 (dois) Auxiliares Técnicos, todos os 04 (quatro) determinados pela justiça, perfazendo assim um total de 60 (sessenta) convocados. Essa convocação visou, sobretudo, demonstrar a PRT que a empresa cumpriu em número de contratações o previsto no acordo judicial. Em 2013, com o objetivo de sanar essa questão, a empresa realizou levantamento de todos os contratos de prestação de serviços com funções previstas no Plano de cargos e elaborou um Projeto de Primarização, a ser apresentado para acordo judicial com a Procuradoria Regional do Trabalho. Fonte: CEAL Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 46 Cargos e atividades inerentes a categorias funcionais do plano de cargos da unidade jurisdicionada (Quadro A.5.2.1) 95

97 Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Não houve ocorrência Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Unidade Contratante Nome: Companhia Energética de Alagoas UG/Gestão: Departamento de Administração CNPJ: / Informações sobre os contratos Período contratual Nível de Escolaridade exigido dos Empresa de execução das trabalhadores contratados Ano do Identificação Área Natureza Contratada atividades contrato do Contrato F M S (CNPJ) contratadas Sit. Início Fim P C P C P C 2008 L O CT 292/ / /12/08 31/12/ E 2010 V O CT 100/ / /05/10 16/12/ P Observações: LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilância Ostensiva. Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Fonte: CEAL (DGA - Departamento de Administração) Quadro 47 Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva (Quadro A.5.2.3) Informações sobre Locação de Mão de Obra para Atividades não Abrangidas pelo Plano de Cargos Unidade Contratante Nome: Companhia Energética de Alagoas UG/Gestão: Não se aplica CNPJ: / Informações sobre os contratos Ano do contrato Área Nat Identificação do Contrato Empresa Contratada (CNPJ) Período contratual de execução das atividades contratadas 96 Nível de Escolaridade exigido dos trabalhadores contratados F M S Início Fim P C P C P C O CT002/ /03/ /03/ A O CT003/ /03/ /03/ A O CT004/ /03/ /03/ A O CT005/ /03/ /03/ A O CT006/ /03/ /03/ A O CT007/ /03/ /03/ A O CT009/ /03/ /03/ A O CT010/ /03/ /03/ A O CT011/ /03/ /03/ A O CT015/ /01/ /01/ A O CT042/ /03/ /12/ E O CT049/ /06/ /06/ A O CT052/ /04/ /08/ A O CT052/ /04/ /08/ A O CT052/ /04/ /08/ A Sit

98 O CT053/ /04/ /08/ A O CT053/ /04/ /08/ A O CT057/ / /05/ /11/ E O CT058/ / /05/ /11/ E O CT059/ / /05/ /08/ E O CT070/ /04/ /04/ A O CT074/ /04/ /04/ A O CT077/ /05/ /01/ A O CT080/ / /4/ /11/ O CT085/ / /5/ /6/ O CT086/ /06/ /06/ A O CT090/ /06/ /01/ A O CT090/ /05/ /08/ A O CT091/ /07/ /07/ A O CT092/ /07/ /02/ A O CT094/ /05/ /05/ A O CT095/ / /7/2013 8/7/ O CT096/ /06/ /06/ A O CT096/ /07/ /07/ A O CT097/ /05/ /05/ A O CT098/ /06/ /03/ A O CT099/ / /7/2013 9/10/ A O CT100/ / /09/ /09/ A O CT104/ / /5/ /5/ E O CT109/ / /7/2013 5/9/ A O CT120/ /07/ /07/ A O CT125/ / /9/ /9/ A O CT128/ /06/ /06/ A O CT130/ /08/ /08/ A O CT139/ /05/ /11/ A O CT151/ /07/ /05/ A O CT163/ /06/ /09/ A O CT180/ /08/ /10/ A O CT186/ /10/ /10/ A O CT187/ /09/ /03/ A O CT191/ / /10/ /12/ A O CT201/ /08/ /09/ A O CT203/ /09/ /03/ A O CT208/ /09/ /03/ A O CT218/ / /11/2013 5/11/ A O CT219/ /10/ /04/ A O CT241/ / /11/ /5/ A O CT247/ /11/ /11/ A O CT258/ /12/ /12/ A O CT269/ /11/ /03/ A O CT270/ /11/ /11/ A O CT280/ /06/ /06/ A O CT300/ /12/ /12/ A O CT300/ /12/ /12/ A Observações: LEGENDA Área: 1. Segurança; 2. Transportes; 3. Informática; 4. Copeiragem; 5. Recepção; 6. Reprografia; 7. Telecomunicações; 8. Manutençãodebensmóvies 9. Manutençãodebensimóveis 10. Brigadistas 11. ApoioAdministrativo MenoresAprendizes 14. Outras Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Natureza:(O)Ordinária;(E)Emergencial NíveldeEscolaridade:(F)EnsinoFundamental;(M)EnsinoMéd io;(s)ensinosuperior SituaçãodoContrato:(A)AtivoNormal;(P)AtivoProrrogado;( E)Encerrado Quantidadedetrabalhadores:(P)Previstanocontrato;(C)Efeti vamentecontratada Quadro 48 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra (Quadro A.5.2.4) 97

99 Análise Crítica dos itens e Não informado Composição do Quadro de Estagiários Nível de escolaridade Quantitativo de contratos de estágio vigentes 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre Despesa no exercício (em R$ 1,00) 1. Nível superior , Área Fim , Área Meio ,82 2. Nível Médio , Área Fim , Área Meio ,90 3. Total (1+2) ,81 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 49 - Composição do quadro de estagiários (Quadro A.5.2.6) 6. GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO 6.1. Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros A administração de veículos da CEAL é realizada com base na Norma de Administração e Condução de Veículos, DG-GA-07/N-001, que tem por objetivo disciplinar e padronizar rotinas, estabelecer diretrizes e procedimentos que regulamentam os critérios para utilização de veículos, bem como a definição de responsabilidades e obrigações, aos empregados que utilizam e conduzem veículos da frota da Empresa. Os critérios que norteiam a escolha pela aquisição de veículos ou locação são a viabilidade econômica, com base na redução de custos prevista nas metas estabelecidas para a empresa e reserva técnica, para emergências, de modo a preservar o contingente para a prestação de serviços de modo eficiente e eficaz. Os gastos envolvidos na administração da frota foram melhor monitorados e trabalhados no ano de 2013, o que viabilizou uma redução de custo R$/Veículo/Mês de 868,32 com veículos locados e 333,31 com veículos próprios, em relação ao ano anterior. 98

100 Frota de Veículos Automotores de Propriedade da Unidade Jurisdicionada a) Legislação que regula a constituição e a forma de utilização da frota de veículos; Norma de Administração e Condução de Veículos, DG-GA-07/N-001 b) Importância e impacto da frota de veículos sobre as atividades da UJ; Motocicletas Realizam o trabalho de inspeção de rede e identificam defeitos nas áreas de difícil acesso; Picapes Desenvolvem atividades nas áreas de apoio a manutenção de redes e poda e/ ou serviços que torne a locação inviável; Caminhões Representados pelos guinchos, caminhões carga seca e carretas, realizam todas as atividades de manutenção de rede e de entrega de materiais; Empilhadeira Estoque e movimentação de materiais; Trator- Abertura de faixa para acesso dos veículos as redes de transmissão e distribuição. c) Quantidade de veículos em uso ou na responsabilidade da UJ, discriminados por grupos, segundo a classificação que lhes seja dada pela UJ (por exemplo, veículos de representação, veículos de transporte institucional etc.), bem como sua totalização por grupo e geral; Categorias Quantidade 1 Motocicletas 4 2 Picapes 24 3 Caminhões 36 4 Empilhadeira 2 5 Trator 1 Totais 67 Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) d) Média anual de quilômetros rodados, por grupo de veículos, segundo a classificação contida na letra c supra; Ano/ Km rodados Motocicletas 1.134, ,52 Picapes , ,92 Caminhões , ,24 Empilhadeira 364 h 383h 50 min Trator 217h,06min 371h 23min Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) 99

101 e) Idade média da frota, por grupo de veículos; Categorias Idade Média 1 Motocicletas 11 anos 2 Picapes 4 anos 3 Caminhões 11 anos 4 Empilhadeira 9 anos 5 Trator 24 anos Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) f) Custos associados à manutenção da frota própria (Por exemplo, gastos com combustíveis e lubrificantes, revisões periódicas, seguros obrigatórios, pessoal responsável pela administração da frota, entre outros); Ano 2012¹ 2013 Despesas/ Manutenção , ,99 Despesas/ Abastecimento , ,97 Custos Fixos , ,09 Totais , ,05 Nº de Veículos R$/Veículo/Mês 2.865, ,83 ¹ Neste relatório foi acrescido o custo com depreciação, o qual não vinha sendo considerado nos relatórios anteriores; Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) g) Plano de substituição da frota; Categorias Plano de Substituição 1 Motocicletas 5 anos 2 Picapes 5 anos 3 Caminhões 10 anos 4 Empilhadeira 15 anos 5 Trator 15 anos Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) h) Razões de escolha da aquisição em detrimento da locação; Categorias Motivo em escolher a aquisição 1 Motocicletas Viabilidade econômica 2 Picapes Viabilidade econômica e reserva técnica para emergência no caso de descontinuidade de algum contrato de locação 3 Caminhões Viabilidade econômica 4 Empilhadeira Viabilidade econômica 5 Trator Viabilidade econômica Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) 100

102 i) Estrutura de controles de que a UJ dispõe para assegurar uma prestação eficiente e econômica do serviço de transporte. Sistema de Gerenciamento de Combustíveis e Manutenção via web; Sistema de rastreamento da frota (despacho móvel); Utilização do sistema CASIC (via intranet) para solicitação dos diversos tipos de manutenção; Oficina própria para recepção e diagnostico dos defeitos nos veículos; Rede credenciada de oficina, postos de combustíveis, lava jato e borracharia; Planilha para controle dos custos fixos e variáveis da frota Frota de Veículos Automotores a Serviço da UJ, mas contratada de terceiros a) Estudos técnicos realizados para a opção pela terceirização da frota e dos serviços de transporte; Estudo técnico não disponível; A nova gestão do DGA-TR está realizando novos estudos de viabilização do tipo de frota a ser utilizada pela Eletrobras Alagoas. b) Nome e CNPJ da empresa contratada para a prestação do serviço de transporte; Empresa CNPJ 1 ACIOLY / LITUR TURISMO LTDA / FORTCAR / KID / SR LOCAÇÕES / Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) 101

103 c) Tipo de licitação efetuada, nº do contrato assinado, vigência do contrato, valor contratado e valores pagos desde a contratação até o exercício de referência do ; Empresa Tipo de Nº do Vigência Valor (R$) Licitação Contrato Inicio Final Contratado 1 ACIOLY RP nº 027/ / /09/ /09/ ,87 2 LITUR RP 026/ / /11/ /11/ ,00 3 FORTCAR RP nº 031/ / / / /08/ /08/ /11/ /08/ /08/ /11/ , , ,80 4 KID RP nº 031/ / /01/ /01/ ,00 5 SR 091/ /07/ /07/ ,00 RP nº 031/2011 LOCAÇÕES 096/ /07/ /07/ ,84 Totais ,95 RP Registro de Preços Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) d) Legislação que regula a constituição e a forma de utilização da frota de veículos; Norma de Administração e Condução de Veículos, DG-GA-07/N-001 e) Importância e impacto da frota de veículos sobre as atividades da UJ; Passeio de Representação Transporte da alta administração; Passeio de apoio Inspeção, audiências, transporte de funcionários, apoio ao COI, apoio a manutenção; Picapes Fiat Strada Apoio as atividades da comercial, COI e inspeções; Picapes COI, Manutenção, operações especiais e leitura de alta tensão. f) Quantidade de veículos existentes, discriminados por grupos, segundo a classificação que lhes seja dada pela UJ (por exemplo, veículos de representação, veículos de transporte institucional etc.), bem como sua totalização por grupo e geral; Categorias Quantidade 1 Passeio representação 2 2 Passeio de apoio 68 3 Picapes Fiat Stradas 42 4 Picapes 56 Totais 168 Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) 102

104 g) Média anual de quilômetros rodados, por grupo de veículos, segundo a classificação referida no atendimento a letra f supra; Ano/ Km rodados Passeio representação 6.611, ,72 Passeio de apoio , ,60 Picapes Fiat Stradas , ,88 Picapes , ,76 Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) h) Idade média anual, por grupo de veículos; Categorias Idade Média 1 Passeio representação <1 ano 2 Passeio de apoio <2 ano 3 Picapes Fiat Stradas <2 ano 4 Picapes <2 ano Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) i) Custos associados à manutenção da frota locada (Por exemplo, gastos com combustíveis e lubrificantes, revisões periódicas, seguros obrigatórios, pessoal responsável pela administração da frota, entre outros), caso tais custos não estejam incluídos no contrato firmado; Ano Despesas/ Locação , ,59 Despesas/ Abastecimento , ,48 Mão de obra , ,63 Totais , ,22 Nº de Veículos R$/Veículo/Mês 2.610, ,39 Fonte: CEAL (DGA - Departamento Administração) j) Estrutura de controle existente na UJ para assegurar a prestação do serviço de transporte de forma eficiente e de acordo com a legislação vigente. Sistema de Gerenciamento de Combustíveis via web; Sistema de rastreamento da frota (despacho móvel); Utilização do sistema CASIC (via intranet) para solicitação dos diversos tipos de manutenção; Oficina própria para recepção dos veículos; Rede credenciada de oficina, postos de combustíveis, lava jato e borracharia; Planilhas para controles dos custos fixos e variáveis da frota. 103

105 Gestão do Patrimônio Imobiliário da União que esteja sob responsabilidade da unidade, contemplando: Não se aplica. Vide Introdução Gestão do Patrimônio Imobiliário Não se aplica. Vide Introdução. 7. GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO 7.1. Gestão da Tecnologia da Informação (TI) Quesitos a serem avaliados 1. Em relação à estrutura de governança corporativa e de TI, a Alta Administração da Instituição: X Aprovou e publicou plano estratégico institucional, que está em vigor. X monitora os indicadores e metas presentes no plano estratégico institucional. X Responsabiliza-se pela avaliação e pelo estabelecimento das políticas de governança, gestão e uso corporativos de TI. X aprovou e publicou a definição e distribuição de papéis e responsabilidades nas decisões mais relevantes quanto à gestão e ao uso corporativos de TI. X aprovou e publicou as diretrizes para a formulação sistemática de planos para gestão e uso corporativos de TI, com foco na obtenção de resultados de negócio institucional. aprovou e publicou as diretrizes para gestão dos riscos aos quais o negócio está exposto. X aprovou e publicou as diretrizes para gestão da segurança da informação corporativa. X aprovou e publicou as diretrizes de avaliação do desempenho dos serviços de TI junto às unidades usuárias em termos de resultado de negócio institucional aprovou e publicou as diretrizes para avaliação da conformidade da gestão e do uso de TI aos requisitos legais, regulatórios, contratuais, e às diretrizes e políticas externas à instituição. X Designou formalmente um comitê de TI para auxiliá-la nas decisões relativas à gestão e ao uso corporativos de TI. X Designou representantes de todas as áreas relevantes para o negócio institucional para compor o Comitê de TI. X Monitora regularmente o funcionamento do Comitê de TI. 2. Em relação ao desempenho institucional da gestão e de uso corporativos de TI, a Alta Administração da instituição: X Estabeleceu objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. X Estabeleceu indicadores de desempenho para cada objetivo de gestão e de uso corporativos de TI. X Estabeleceu metas de desempenho da gestão e do uso corporativos de TI, para X Estabeleceu os mecanismos de controle do cumprimento das metas de gestão e de uso corporativos de TI. Estabeleceu os mecanismos de gestão dos riscos relacionados aos objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. X Aprovou, para 2013, plano de auditoria(s) interna(s) para avaliar os riscos considerados críticos para o negócio e a eficácia dos respectivos controles. X Os indicadores e metas de TI são monitorados. X Acompanha os indicadores de resultado estratégicos dos principais sistemas de informação e toma decisões a respeito quando as metas de resultado não são atingidas. Nenhuma das opções anteriores descreve a situação desta instituição. 3. Entre os temas relacionados a seguir, assinale aquele(s) em que foi realizada auditoria formal em 2013, por iniciativa da própria instituição: Auditoria de governança de TI. 104

106 Auditoria de sistemas de informação. X Auditoria de segurança da informação. Auditoria de contratos de TI. X Auditoria de dados. Outra(s).Qual(is)? Não foi realizada auditoria de TI de iniciativa da própria instituição em Em relação ao PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação) ou instrumento congênere: A instituição não aprovou e nem publicou PDTI interna ou externamente. A instituição aprovou e publicou PDTI interna ou externamente. X A elaboração do PDTI conta com a participação das áreas de negócio. A elaboração do PDTI inclui a avaliação dos resultados de PDTIs anteriores. X O PDTI é elaborado com apoio do Comitê de TI. X O PDTI desdobra diretrizes estabelecida(s) em plano(s) estratégico(s) (p.ex. PEI, PETI etc.). X O PDTI é formalizado e publicado pelo dirigente máximo da instituição. X O PDTI vincula as ações (atividades e projetos) de TI a indicadores e metas de negócio. O PDTI vincula as ações de TI a indicadores e metas de serviços ao cidadão. X O PDTI relaciona as ações de TI priorizadas e as vincula ao orçamento de TI. O PDTI é publicado na internet para livre acesso dos cidadãos. Se sim, informe a URL completa do PDTI: 5. Em relação à gestão de informação e conhecimento para o negócio: X Os principais processos de negócio da instituição foram identificados e mapeados. X Há sistemas de informação que dão suporte aos principais processos de negócio da instituição. Há pelo menos um gestor, nas principais áreas de negócio, formalmente designado para cada sistema de informação que dá suporte ao respectivo processo de negócio. 6. Em relação à gestão da segurança da informação, a instituição implementou formalmente (aprovou e publicou) os seguintes processos corporativos: Inventário dos ativos de informação (dados, hardware, software e instalações). Classificação da informação para o negócio (p.ex. divulgação ostensiva ou acesso restrito). Análise dos riscos aos quais a informação crítica para o negócio está submetida, considerando os objetivos de disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade. Gestão dos incidentes de segurança da informação. 7. Em relação às contratações de serviços de TI: utilize a seguinte escala: (1) nunca (2) às vezes (3) usualmente (4) sempre ( 2 ) são feitos estudos técnicos preliminares para avaliar a viabilidade da contratação. ( 4 ) nos autos são explicitadas as necessidades de negócio que se pretende atender com a contratação. ( 2 ) são adotadas métricas objetivas para mensuração de resultados do contrato. ( 3 ) os pagamentos são feitos em função da mensuração objetiva dos resultados entregues e aceitos. ( 4 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, os artefatos recebidos são avaliados conforme padrões estabelecidos em contrato. ( 3 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, há processo de software definido que dê suporte aos termos contratuais (protocolo e artefatos). 8. Em relação à Carta de Serviços ao Cidadão (Decreto 6.932/2009): (assinale apenas uma das opções abaixo) X O Decreto não é aplicável a esta instituição e a Carta de Serviços ao Cidadão não será publicada. Embora o Decreto não seja aplicável a esta instituição, a Carta de Serviços ao Cidadão será publicada. A instituição a publicará em 2013, sem incluir serviços mediados por TI (e-gov). A instituição a publicará em 2013 e incluirá serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou, mas não incluiu serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou e incluiu serviços mediados por TI (e-gov). 9. Dos serviços que a UJ disponibiliza ao cidadão, qual o percentual provido também por e-gov? 105

107 X Entre 1 e 40%. Entre 41 e 60%. Acima de 60%. Não oferece serviços de governo eletrônico (e-gov). Comentários O PDTI foi licitado através da modalidade de Ata de Registro de Preço de forma centralizada, conduzida pela ED Amazonas, o qual teve o contrato assinado pela Companhia Energética de Alagoas no dia 16/04/2013, contrato nº 075/2013. Fonte: CEAL (DGT) Quadro 50 - Gestão Da Tecnologia Da Informação Da Unidade Jurisdicionada (Quadro A.7.1) 8. GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 8.1. Adoção de critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens e na contratação de serviços ou obras. Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza biodegradáveis). 4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). X X X X X X Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? 7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? X Sim ( ) Não ( ) 106

108 Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. Para a aquisição de bens e produtos são levados em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens e produtos. 10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/ Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? 13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Considerações Gerais: LEGENDA Níveis de Avaliação: X X X X X Palestras, reuniões, imagem na área de trabalho dos computadores, e- mails (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. Fonte: CEAL (Processo de Sustentabilidade) X Quadro 51 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis (Quadro A.8.1) 8.2. Política de separação de resíduos recicláveis descartados Em 14 de dezembro de 2012, foi aprovada a norma PR-ST-01/N-001 de Coleta Seletiva Solidária, cujo objetivo consiste em estabelecer Responsabilidades e diretrizes para a implantação e gestão do Programa de Coleta Seletiva Solidária no âmbito da Companhia Energética de Alagoas. A prática de separação de resíduoes recicláveis iniciou-se no fim de 2012 e prosseguiu durante todo o ano de 2013, com a separação e destinação de papéis para a reciclagem Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis, atendendo as disposições do Decreto 5.940/

109 8.3. Medidas para redução de consumo próprio de papel, energia elétrica e água, contemplando: a. Detalhamento da política adotada pela unidade para estimular o uso racional desses recursos; A Política Corporativa de Sustentabilidade objetiva estabelecer diretrizes para nortear as ações das empresas Eletrobras e contém itens relacionados à responsabilidade social, ao meio ambiente, à solidez econômico-financeira e a governança corporativa. Além das diretrizes, a Política aponta as responsabilidades das diretorias das empresas distribuidoras, do Comitê de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras e das unidades organizacionais. Neste cenário, a estratégia é estabelecer parcerias, buscar financiamentos, gerenciar indicadores e metas, atender a demandas e pressões da sociedade local, por meio de um serviço de qualidade e do desenvolvimento de projetos socioambientais, adequados ao nosso negócio, gerando resultados benéficos e transformadores de realidades, preparando para melhor atender as orientações dos indicadores de sustentabilidade ISE Bovespa, GRI- Sustentabilidade, Dow Jones, ANEEL e ABRADEE, dos quais destacamos a evolução do indicador de Responsabilidade Social do Relatório IDAR/ABRADEE, de 72,7% em 2012 para 80,3% em 2013, representando um aumento de 7,6% na satisfação do cliente. Em busca de resultados sustentáveis, que norteiam as ações e os compromissos de conduta institucional, necessárias à promoção de uma cultura calcada no trabalho responsável para um futuro melhor, a Eletrobras Distribuição Alagoas desenvolveu as seguintes ações no ano de 2013: o Acompanhamento e continuidade da campanha interna de consumo consciente e combate ao desperdício de energia, água, copos descartáveis para água mineral e resmas de papel; o Promoção de Capacitação para os colaboradores em Planejamento Financeiro e Sustentabilidade, com as palestras Educação para a Sustentabilidade e Administre seu dinheiro de forma consciente ; o Idealização do projeto de Logística Reversa para cabos e medidores obsoletos; o Continuidade do Projeto Coleta Seletiva Solidária, realizada no prédio sede da Eletrobras Distribuição Alagoas, para a separação de papeis de escritório disponibilizados em coletores próprios e encaminhados para cooperativa conveniada, gerando trabalho e renda e preservando o meio ambiente; o Implementação do contracheque dos empregados online, deixando de utilizar, em média, folhas de papel A4 por ano. 108

110 b. Adesão a programas de gestão da sustentabilidade, tais como Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), Programa de Eficiência do Gasto (PEG) e Programa de Eficiência Energética em Prédios Públicos (Procel EPP); Não existe adesão aos programas mencionados. Com relação ao Programa de Eficiência Energética em Prédios Públicos, todas as ações estão voltadas ao consumidor e não ao consumo próprio. c. Evolução histórica do consumo, em valores monetários e quantitativos, de energia elétrica e água no âmbito das unidades que compõem o relatório de gestão. Adesão a Programas de Sustentabilidade Nome do Programa Ano de Adesão Resultados Não houve adesão a Programas de Gestão da Sustentabilidade Recurso Consumido Quantidade Valor Exercícios Papel , Água , , ,03 Energia Elétrica , Total , Fonte: CEAL (Processo de Sustentabilidade e Processo de Serviços Gerais) Quadro 52 - Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água (Quadro A.8.2) 9. CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS 9.1. Tratamento de deliberações exaradas em acórdãos do TCU Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Ver Anexo III Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Não há nenhuma deliberação do TCU com pendências. Todas foram resolvidas Tratamento de Recomendações do OCI Recomendações do OCI Atendidas no Exercício Ver Anexo IV Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Ver Anexo V. 109

111 9.3. Informações Sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna a) Estrutura e posicionamento da unidade de auditoria no organograma da UJ; A Auditoria Interna é um órgão de controle interno vinculado ao Conselho de Administração da Companhia, conforme estabelece o artigo 49 do Estatuto Social (vide organograma no tópico 1.3); se subordina administrativamente ao Comitê de Gestão Empresarial, conforme Manual de Organização; e está sujeita à orientação normativa e supervisão técnica do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal, conforme artigo 15 do Decreto nº 3.591/2000, com redação dada pelo Decreto nº 4.440/2002. A designação ou exoneração do titular da Auditoria Interna deve ser proposta pelo Diretor-Presidente e submetida a aprovação do Conselho de Administração e, posteriormente, deve ser aprovada pela Controladoria-Geral da União, conforme artigo 49 do Estatuto Social. No exercício de 2013 a Auditoria Interna estava composta por um Gerente, cinco Técnicos em Auditoria e um Apoio Administrativo, conforme relação abaixo. NOME FUNÇÃO FORMAÇÃO José Gilsen Dorvillé de Araújo Gerente Nível Superior Dário Honório da Silva Administrativo Nível Médio José Cândido da Silva Filho Técnico em Auditoria Nível Superior Josete Costa Gonçalves Técnica em Auditoria Nível Superior Amaury de Medeiros Lages Filho Técnico em Auditoria Nível Superior Ari Lins Pedrosa Técnico em Auditoria Nível Superior João Alfredo Carvalho Malta Júnior Técnico em Auditoria Nível Superior b) Trabalhos mais relevantes realizados no exercício e principais constatações; Transportes TRABALHOS CONSTATAÇÕES Veículos apresentando custos com manutenção elevados. Veículos retirados de circulação no ano de 2012 apresentando despesas com manutenção no mesmo exercício. Contas a receber Aluguel de poste sem cobertura contratual. Valor faturado de aluguel de poste contrariando termo aditivo. Valores a receber de aluguel de poste sem acompanhamento de recebimento. Almoxarifado Faceal Faturamento, arrecadação e atendimento Ausência de sistema para registro de movimentação de materiais e equipamentos. Ocupação de terreno do Almoxarifado de Postes III por terceiros. Falta de reunião do Comitê de Investimento. Unidades Consumidoras com mais de uma fatura em 110

112 ao consumidor. atraso. Agentes recebedores (bancos) prestando serviços com contratos vencidos. Programa de eficiência energética PEE e programa de pesquisa e desenvolvimento tecnológico do setor de energia elétrica P&D. Divergência entre saldo do controle do PEE e P&D e conta contábil. Divergência no valor mensal de atualização do PEE. Divergência no recolhimento do FNDCT. Divergência no recolhimento do MME. Recolhimento de FNDT e MME fora do prazo. Programa luz para todos PLPT. Divergência no quantitativo de trafos aplicados na obra. Divergência no quantitativo de postes aplicados na obra. Medidores não cadastrados no sistema AJURI. Dispensa e inexigibilidade de licitação, contratos e convênios Recursos humanos/folha de pagamento. Fracionamento na contratação de serviços por meio de coletas de preços. Ausência de publicação de aviso de licitação em jornal de grande circulação. Ausência de pesquisa de mercado para obras de engenharia. Ausência de juntada ao processo licitatório de, no mínimo, três orçamentos de fornecedores distintos. Empregados com dependentes registrados indevidamente no IRPF. Divergência no cálculo de Auxílio Médico. Fonte: CEAL (CAD) c) Relação entre a quantidade de recomendações feitas e a quantidade de recomendações implementadas pela alta gerência; RECOMENDAÇÕES 2013 STATUS QUANTIDADE PERCENTUAL ATENDIDAS 52 81,25% NÃO ATENDIDAS 3 4,69% EM ANDAMENTO 9 14,06% TOTAL % Fonte: CEAL (CAD) 111

113 d) Descrição das rotinas de acompanhamento das ações gerenciais de implementação das recomendações exaradas pela auditoria interna; Em 2013, a Auditoria Interna realizou os seguintes trabalhos, emitindo 09(nove) relatórios, para os quais foram pactuados os respectivos planos de ações, com o objetivo de atender as recomendações apontadas: Item 1 ACOMPANHAMENTO DO PAINT/ Posição em 31/12/2013 Projetos Atendimento às Diligências do TCU, CGU-R/AL e Eletrobras Quant. de horas Previstas Realizadas Posição Comentários/Justificativas Permanente CGU=238 h - TCU Trabalhos Integrados Permanente Não Houve 3 RAINT Realizado O Raint/2012 foi entregue à CGU em 31/01/ Transporte ,5 Realizado Trabalho encerrado 5 Almoxarifado ,5 Realizado Trabalho Encerrado 6 Contas a Receber Realizado Trabalho Encerrado 7 Prestação Anual de Contas Realizado Trabalho encerrado. Foi criado um grupo de trabalho para realização dos trabalhos, com a participação da Auditoria. 8 Realizado Faturamento, Arrecadação e Trabalho Encerrado em Atendimento ao Consumidor 18/11/ Fuandação Ceal de Assistência Social e Previdência - FACEAL Realizado Trabalho Encerrado em 29/11/ Dispensa e Inexigibilidade de Licitações, Contratos e Convênios ,5 Realizado Trabalho Encerrado em 30/12/ Acompanhamento dos Programas de Governo: Eficiência Energética Realizado Trabalho Encerrado em 27/12/ Recursos Humanos/Folha de Pagamento Realizado Trabalho Encerrado em 30/12/ Acompanhamento dos Programas de Governo: Pesquisa e Desenvolvimento (P & D) Paint/ Realizado Realizado Trabalho Encerrado em 27/12/2013 Trabalho encerrado em 31/10/ Acompanhamento dos Programas de Governo: Programa Luz Para Todos - PLPT Realizado Trabalho Encerrado em 27/12/ Auditorias especiais Contrato SUP e ASSISTANT A pedido do Conselho Fiscal

114 17 18 Acompanhamento das Recomendações dos Trabalhos de Auditoria Acompanhamento Indicadores de desempenho dos Permanente Permanente Totais de horas de trabalho (31/12/2013) Administração e apoio Treinamento e desenvolvimento Férias e afastamentos Total Geral (31/12/2013) Acompanhamento permanente das recomendações da auditoria. Acompanhamento permanente dos indicadores de desempenho. Fonte: CEAL (CAD) A sistemática para acompanhamento das recomendações acordadas com as áreas auditadas é elaborada através de um plano de ação em planilha eletrônica, contendo a constatação, as recomendações, as ações propostas pelas áreas visando a mitigação dos riscos, os prazos previstos para implementação das ações e o responsável pela ação. O acompanhamento segue os seguintes passos. 1º- Registro das descrições das ações no Plano de Ação com as datas previstas para atendimentos as recomendações por cada trabalho de auditoria; 2º- Lembrete através de 5 (cinco) dias antes do prazo previsto para encerramento das ações; 3º- Encaminhamento das ações pendentes ao Coordenador Geral/Conselho Administrativo; e) Informação da existência ou não de sistemática e de sistema para monitoramento dos resultados decorrentes dos trabalhos da auditoria interna; Vinculado ao Contrato de Metas e Desempenho Empresarial - CMDE, em junho de 2012 foi implantada na Concessionária a ferramenta de gestão da qualidade denominada Gerenciamento das Diretrizes pela Rotina Diária, conhecida internamente como Programa Gestão à Vista. Essa ferramenta é baseada no modelo Balanced Scorecard e estabelece aos departamentos indicadores setoriais em conformidade com as diretrizes estratégicas da empresa, que são monitorados, mensalmente, para verificação do atingimento das metas pactuadas. Por meio do Gestão à Vista os indicadores definidos são monitorados, sendo possível avaliar a eficiência das atividades da Auditoria Interna, com o objetivo de promover a sua melhoria contínua e orientá-la para resultados. 113

115 Segue abaixo os indicadores da Auditoria Interna, com os resultados alcançados em 2013, constantes na Avaliação da Gestão Estratégica da Eletrobras Distribuição Alagoas. ITENS DE CONTROLE GESTÃO ESTRATÉGICA 2013 Indicador Sentido Unidade Peso Orçamento de Custeio P(Sobreaviso, Periculosidade e Hora Extra), M, S e O Cumprimento físico das auditorias programadas no PAINT Reclamação do cliente interno de dado enviado com erro e/ou fora do prazo Regularização dos pontos de auditoria no prazo levantados nos exames registrados no Relatório com plano de ação definidos dentro do exercício. Cumprimento do Plano de Ação do Indicador Fonte: CEAL (CAD) Alvo Resultado no Ano Ano Até o Mês 12 Verificado R$ 30 R$ ,60 R$ ,60 R$ ,60 % 30 85% 85,00% 100,00% Unid % 20 96,50% 96,50% 100,00% % 5 100% 100% 100,00% 1) Orçamento de Custeio P(Sobreaviso, Periculosidade e Hora Extra), M, S e O Tem como objetivo melhorar o desempenho econômico-financeiro do negócio distribuição, alcançando níveis regulatórios. É medido pelo valor realizado em reais no ano de ) Cumprimento físico das auditorias programadas no PAINT Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes. Visa medir a realização do PAINT previsto para o ano de A meta era 85% dos trabalhos e foi alcançado sua totalidade (100%). 3) Reclamação do cliente interno de dado enviado com erro e/ou fora do prazo - Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes É medido pelo número acumulado de reclamações dos clientes da auditoria interna. Não foi verificado nenhuma reclamação. 4) Regularização dos pontos de auditoria no prazo levantados nos exames registrados no Relatório com plano de ação definidos dentro do exercício Busca melhorar o desempenho econômico-financeiro do negócio distribuição, alcançando níveis regulatórios É o resultado percentual dos pontos regularizados nos prazos acordados com as áreas auditadas dividido pelos pontos levantados no período. A meta era 95% e foi alcançado 100%. 114

116 Cumprimento do Plano de Ação do Indicador - Objetiva melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes Este indicador mede o cumprimento das ações firmadas para se atingir os demais indicadores. A meta de 100% foi alcançada. f) Como se dá a certificação de que a alta gerencia tomou conhecimento das recomendações feitas pela auditoria interna e a aceitação dos riscos pela não implementação de tais recomendações; A diretoria da área auditada toma conhecimento das recomendações da Auditoria Interna por meio de seu Assistente, quando da apresentação dos relatórios de auditoria, acompanhado de um Sumário Executivo (elencando as inconformidades pelo grau de rico baixo, médio e alto), oportunidade em que são pactuadas as ações para atendimento às recomendações e definidos os prazos e os responsáveis pela implementação dessas ações, ficando tudo registrado em plano de ação. O relatório de auditoria e o respectivo sumário executivo são encaminhados à alta administração, conforme os procedimentos descritos no item g a seguir. g) Descrição da sistemática de comunicação à alta gerência, ao conselho de administração e ao comitê de auditoria sobre riscos considerados elevados, mas assumidos pela alta gerência ao decidir não implementar as recomendações da auditoria interna. A Auditoria Interna encaminha os relatórios de auditoria emitidos, juntamente com o respectivo Sumário Executivo ao diretor da área auditada, ao diretor presidente, bem como aos Conselhos de Administração e Fiscal e à CGU-R/AL no prazo estabelecido em normativo. Além disso, a Auditoria Interna participa, mensalmente, das reuniões do conselho fiscal e ainda, quando convocada, participa das reuniões do Conselho de Administração, a quem apresenta, trimestralmente, relatório de suas atividades. 115

117 9.4. Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/ Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei 8.730/93 Detentores de Cargos e Funções Obrigados a Entregar a DBR Autoridades (Incisos I a VI do art. 1º da Lei nº 8.730/93) Cargos Eletivos Funções Comissionadas (Cargo, Emprego, Função de Confiança ou em comissão) Situação em Relação às Exigências da Lei nº 8.730/93 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Posse ou Início Final do Final do do Exercício de Exercício de Exercício Cargo, Cargo, Financeir Emprego ou Emprego ou o Função Função Obrigados a entregar a DBR Entregaram a DBR Não cumpriram a obrigação Obrigados a entregar a DBR Entregaram a DBR Não cumpriram a obrigação Obrigados a entregar a DBR 97 Entregaram a DBR 97 Não cumpriram a obrigação Quadro 53 - Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigação de entregar a DBR (Quadro A.9.4.1) Situação do Cumprimento das Obrigações Na Eletrobras Distribuição Alagoas a responsabilidade de recepção e controle sobre as Declarações de Renda e Bens, para os empregados em cargo e função de confiança gratificada - FG, está sob a tutela da gerência de cadastro e pagamento pessoal DGPP. Tal acompanhamento é executado através de planilha em Excel, destacando aqueles que já entregaram ou não. Durante o período de março a maio do ano de apresentação da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física DIRPF, é realizada a divulgação do prazo para entrega através de aos empregados que exercem FG, para que os mesmos providenciem a entrega de cópia da DIRPF (em envelope lacrado) ou autorização de acessos aos dados fiscais, conforme previsto na Portaria Interministerial MP/CGU Nº 298, de 6 de setembro de A recepção das autorizações é feita física e eletronicamente, sendo todas digitalizadas e armazenas em pasta eletrônica em servidor, com backup específico. As declarações recebidas em envelope lacrado ficam armazenadas em pastas específicas, separadas por ano de apuração. Em 2013 não houve ocorrências de empregados que não cumpriram com tal obrigação Medidas Adotadas em Caso de Dano ao Erário Não informado Alimentação SIASG E SICONV Vide anexo VI. 116

118 10. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE Descrição dos canais de acesso do cidadão ao órgão ou entidade para fins de solicitações, reclamações, denúncias, sugestões, etc., contemplando informações gerenciais e estatísticas sobre o atendimento às demandas. A Eletrobras Distribuição Alagoas dispõe de diversos meios de atendimento para o consumidor. Entre eles estão os postos de atendimento presencial que estão presentes em todos os 102 municípios do Estado, assim como uma agência de atendimento virtual onde o cliente, acessando o site da empresa, pode solicitar diversos serviços via internet e registrar reclamações, sugestões, tirar dúvidas, além de solicitar informações e serviços. Nos postos presenciais, é disponibilizado um formulário para manifestação do consumidor que ao ser preenchido é protocolado no atendimento onde a empresa se disponibiliza a responder a manifestação em 5 dias úteis. A empresa dispõe ainda de atendimento telefônico, onde é disponibilizado um canal exclusivo para deficientes auditivos, de espaço para discussão através do conselho de consumidores e do atendimento realizado pela ouvidoria. Conselho de Consumidores Criado pela Lei nº 8.631/93, o Conselho de Consumidores da Eletrobras Distribuição Alagoas reúne-se ordinariamente 01 (uma) vez por mês, sendo composto por representantes das principais classes tarifárias que têm por objetivo orientar, analisar e avaliar as questões ligadas ao consumidor final. A ANEEL, além de regulamentar a atividade, arquiva as atas, documentos e informações dos Conselhos em sua Superintendência de Mediação Administrativa Setorial. Em 2013, este Conselho realizou doze reuniões. Houve reuniões externas que foram realizadas nas cidades de Porto Calvo, Marechal Deodoro e Palmeira dos Índios, com o objetivo de ouvir os representantes dessas associações, a respeito da qualidade dos serviços prestados. Ocorreu também, uma reunião com a SMA/ANEEL em Brasília-DF, para prestações de contas das atividades realizadas por este conselho. Ouvidoria A ouvidoria da Eletrobras Distribuição Alagoas, implantou e disponibilizou em seu site o serviço de informação ao cidadão. Em 2013, foram registradas manifestações de clientes, tendo sido efetuados todos os atendimentos, observando-se os prazos previstos na legislação para atendimento das demandas regulatórias. 117

119 Ainda em 2013, foi realizada ampla divulgação do papel da ouvidoria em reunião no auditório da sede da empresa com todos os colaboradores, demonstrando a importância da ouvidoria como instância de melhoria contínua dos serviços prestados Mecanismos para medir a satisfação dos cidadãos-usuários ou clientes dos produtos e serviços resultantes da atuação da unidade. Para medir a satisfação dos usuários, utilizam-se as pesquisas da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia a ABRADEE Demonstração dos resultados de eventuais pesquisas de opinião feitas nos últimos três últimos anos com cidadãos em geral, segmentos organizados da sociedade ou usuários dos produtos e serviços resultantes da atuação do órgão ou entidade. Em 2013, a ABRADEE registrou uma melhoria na satisfação geral dos consumidores, conforme evolução apresentada na última pesquisa relativa a ,8 66,6 65,1 58,3 62, Fonte: CEAL (DO) Quadro 54 - Fornecimento de energia sem interrupção - % ,3 54,9 57,1 61,5 49, Fonte: CEAL (DO) Quadro 55 - Rapidez na volta da energia quando falta - % 118

120 ,1 60,0 52,8 54,4 51, Fonte: CEAL (DO) Gráfico 56 - Fornecimento de energia sem variação de voltagem - % 11. INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Demonstração das medidas para adoção de critérios e procedimentos estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBC T 16.9 e NBC T 16.10, publicadas pelas Resoluções CFC nº 1.136/2008 e 1.137/2008, respectivamente, para tratamento contábil da depreciação, da amortização e da exaustão de itens do patrimônio e avaliação e mensuração de ativos e passivos da unidade. Não se aplica. Vide Introdução Declaração do contador responsável por unidade jurisdicionada que tenha executado sua contabilidade no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Não se aplica. Vide Introdução Demonstrações Contábeis previstas pela Lei nº 4.320/64 e pela NBC T 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/2008, incluindo as notas explicativas, no caso das unidades que não executaram sua contabilidade no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI. Não se aplica. Vide Introdução 119

121 Free Float Governo Free Float Governo Companhia Energética de Alagoas Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6404/76 Vide Anexo VII Demonstração da composição acionária Denominação completa Companhia Energética de Alagoas - CEAL UJ COMO INVESTIDA - POSIÇÃO EM 31/12/2013 Ações Ordinárias (%) ACIONISTAS 31/12/ /12/ /12/2011 Tesouro Nacional Outras Entidades Governamentais (ELETROBRAS) 98% 98% 98% Fundos de Pensão que recebem recursos públicos Ações em Tesouraria Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Capital Estrangeiro % Governo 98% 98% 98% % free float Subtotal Ordinárias (%) 98% 98% 98% Ações Preferenciais (%) ACIONISTAS 31/12/ /12/ /12/2011 Tesouro Nacional Outras Entidades Governamentais (ELETROBRAS) 2% 2% 2% Fundos de Pensão que recebem recursos públicos Ações em Tesouraria % Governo 2% 2% 2% Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Capital Estrangeiro Fonte: CEAL (DFF) % free float Subtotal Preferenciais (%) 2% 2% 2% Total 100% 100% 100% Quadro 57 - Composição acionária do capital social (Quadro A ) 120

122 11.6. Parecer da Auditoria Independente sobre as demonstrações contábeis O relatório da auditoria independente, PricewaterhouseCoopers, no parágrafo da opinão declara que as demonstrações contábeis apresentam adequadamente a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética de Alagoas - CEAL em 31 de dezembro de No parágrafo da ênfase à Nota 1 das demonstrações contábeis, evidencia que prejuízos repetitivos em suas operações e o excesso de passivos sobre os ativos circulantes suscita dúvida substancial sobre a sua continuidade operacional. Ainda informa que as demonstrações contábeis não incluem quaisquer ajustes em virtude dessas incertezas e a opinião da auditoria não está ressalvada em função deste assunto. Vide Anexo VIII. 12. OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO Não foi necessário o preenchimento de informações neste tópico. 36. INFORMAÇÕES SOBRE AS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR 1. Nome: FACEAL 2. Razão Social: Fundação Ceal de Assistência Social e Previdência 3. CNPJ: / Demonstrativo Anual: a) Valor total da folha de pagamento dos empregados participantes: Em 2012 o valor da folha de pagamento foi de R$ ,11 b) Valor total das contribuições pagas pelos empregados participantes; As contribuições, divididas em Planos CD e BD, ficaram distribuídas da seguinte forma: i. Plano CD R$ ,35; 121

123 ii. Plano BD - O valor total foi de R$ ,91, sendo R$ ,76, referente a despesa administrativa que passou a ser revertida do resultado dos investimentos, conforme parecer atuarial e determinação do conselho deliberativo e R$ ,15 vertido por meio de Fundo Previdencial constituído nos termos mencionados na Demonstração Atuarial do Plano. c) Valor total das contribuições pagas pela patrocinadora; i. Plano CD R$ ,79; e ii. Plano BD R$ , ,74. O valor total da contribuição extraordinária foi de R$ ,94, sendo R$ ,94 pago diretamente pelos patrocinadores e R$ ,80 vertido por meio de Fundo Previdenciário constituído nos termos mencionados na Demonstração Atuarial do Plano. d) Valor total de outros recursos repassados pela patrocinadora; i. Dívida contratada (contrato nº 317/2005): Plano CD R$ ,06; e Plano BD R$ ,05. ii. Serviço Passado: iii. Plano BD R$ ,94. Empréstimos: iv. Plano CD R$ ,11; e Plano BD R$ ,09. Compra de Medicamentos: PGA* R$ ,38. *PGA: Investimentos do Plano de Gestão Administrativo. e) Discriminação da razão ou motivo do repasse de recursos que não sejam contribuições; Contrato nº 317/2005 Reconhecimento e Assunção de Dívida e outras Avenças tem sua 122

124 origem decorrente de retenção de valores devidos a título de Contribuição de Patrocinadora. Termo de Acordo nº 002/2011 Termo de Acordo para operações de consignação em folha de pagamento (empréstimos e/ou compra de medicamentos). f) Valor total por tipo de aplicação e respectiva fundamentação legal; i. Valor por tipo de aplicação: Aplicação Ano 2013 Participação (%) Ano 2012 Participação (%) Aplicação Direta R$ ,39 0, Renda Fixa R$ ,07 83,97 R$ ,31 82,78 Renda Variável R$ ,22 12,70 R$ ,97 13,36 Participações R$ ,45 0, Empréstimos aos Participantes R$ ,43 3,09 R$ ,74 3,87 TOTAL R$ , R$ , ii. Fundamentação Legal: Resolução do Conselho Monetário Nacional CMN nº 3792/2009 e 4275/2013; e Política de investimentos dos Planos de Benefício Definido, de Contribuição Definida e de Gestão Administrativa g) Síntese da manifestação da Secretaria de Previdência Complementar OFICIO CGMA-DIACE-PREVIC de 09 de Março de 2013 OFICIO CGMA-DIACE-PREVIC de 03 de julho de 2013 OFICIO CIRCULAR Nº Gabinete-SPPC-MPS de 23 de Janeiro de 2013 OFICIO CIRCULAR Nº CGMI-DIACE-PREVIC de 08 de Maio de 2013 OFICIO CIRCULAR Nº CGMI-DIACE-PREVIC de 07 de Junho de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 08 de Janeiro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 31 de Janeiro de

125 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 31 de Janeiro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 14 de Fevereiro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 14 de Fevereiro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 27 de Fevereiro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 10 de Maio de 2013 (ORIGINAL) OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 26 de Junho de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 04 de Julho de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 04 de Julho de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 07 de Agosto de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 13 de Agosto de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 19 de Agosto de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 25 de Novembro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 13 de Dezembro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 13 de Dezembro de 2013 OFICIO Nº ERPE-PREVIC de 19 de Dezembro de 2013 OFICIO Nº 1855-CGAT-DITEC-PREVIC de 16 de Maio de 2013 OFICIO Nº CGMA-DIACE-PREVIC de 31 de Julho de 2013 OFICIO Nº CGMA-DIACE-PREVIC de 02 de Setembro de 2013 OFICIO Nº CGMI-DIACE-PREVIC de 27 de Setembro de 2013 OFICIO Nº CGMI-DIACE-PREVIC de 01 de Novembro de 2013 OFICIO Nº 5419-DIFIS-PREVIC de 27 de Novembro de 2013 h) Avaliação da política de investimentos da entidade fechada de previdência complementar, evidenciado o retorno das aplicações, bem como sua conformidade com a Resolução 3792/2009, do Conselho Monetário Nacional; A Política de Investimentos da Faceal referente ao ano de 2013 foi elaborada e executada em conformidade a Resolução do CMN 3.792/2009. PLANO BD - A rentabilidade bruta dos investimentos, obtida pela FACEAL na aplicação do Patrimônio de Cobertura deste Plano de Benefício Definido (BD), ao longo de 2013, foi de 6,62% contra uma expectativa atuarial nominal de 10,09%, o que em termos reais representa 0,96%, não alcançando assim a meta de rentabilidade real líquida de 4,25% ao ano, deduzida do indexador base, o INPC do IBGE, utilizando o método da taxa interna de retorno (TIR%), a partir dos fluxos mensais de receita e despesas, na obtenção dos referidos percentuais de rentabilidade. PLANO CD - A rentabilidade bruta dos investimentos, obtida pela FACEAL na aplicação do Patrimônio de Cobertura deste Plano de Contribuição Definida (CD), ao longo de 2013, foi de 4,33%. 124

126 5. Conclusões contidas no Parecer da Auditoria Independente 6. Conclusões do último estudo atuarial Na avaliação atuarial relativa ao ano de 2013 foi reduzida a Meta Atuarial para o Plano de Benefícios Definidos de 4,25% para 4,00% ao ano, em razão da modificação no cenário econômico do país e visando o atendimento à Resolução CGPC nº 26/2008, que trata das condições e procedimentos a serem observados na distribuição do superávit. Foram mantidas as demais premissas e hipóteses atuariais. Quanto ao Plano de Contribuição Definida, foi mantida a taxa de referência em 5,00% ao ano, bem como as demais premissas e hipóteses atuariais. Foi feito um ajuste no plano de custeio, deixando o participante com idade igual ou superior a 55 anos de contribuir para o fundo coletivo de benefícios de risco. 125

127 ANEXOS 126

128 Anexo I ( Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos) 127

129 Nome do Conselheiro(a) JOSE ROBERTO DE MORAES REGO PAIVA FERNANDES JUNIOR Conselho de Administração Valores em R$ 1,00 Período de Remuneração Exercício Início Fim jan fev Mar abr mai jun Jul ago set out nov dez Total , , , , , , , , , , , ,34 RICARDO DE PAULA MONTEIRO - 04/ , , , ,50 GABRIELA DA SILVA BRANDAO 06/ , , , , , , ,34 JURACI CANDEIA DE SOUZA 10/ , , ,34 Nome do Conselheiro(a) (T/S) Conselho Fiscal Período de Remuneração Exercício Início Fim jan fev Mar abr mai jun jul ago set out nov dez Total BRUNO CAMPOS BARRETO (T) , , , , , , , , , , , ,34 MANOEL LUIZ DOS SANTOS FERNANDES (T) , , , , , , , , , , , ,34 PEDRO PAULO DA CUNHA (T) , , , , , , , , , , , ,34 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) , , , , , , ,72 Quadro A Remuneração mensal dos Conselhos de Administração e Fiscal (Quadro A.3.2) 128

130 Anexo II ( Demonstração dos Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada) 129

131 Tipologias/ Exercícios Vencimentos e Vantagens Fixas Membros de Poder e Agentes Políticos 2013 Exercícios Retribuições Gratificações Servidores de Carreira que não Ocupam Cargo de Provimento em Comissão Exercícios Adicionais Despesas Variáveis Benefícios Assistenciais e Indenizações Previdenciários Demais Despesas Variáveis Despesas de Exercícios Anteriores Decisões Judiciais , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,67 Servidores com Contratos Temporários Exercícios Servidores Cedidos com Ônus ou em Licença Exercícios , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,05 Servidores Ocupantes de Cargos de Natureza Especial Exercícios Servidores Ocupantes de Cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior Exercícios , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,77 Servidores Ocupantes de Funções Gratificadas Exercícios , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,43 Fonte: CEAL (Departamento de Gestão de Pessoas) Quadro 58 - Quadro de custos de pessoal (Quadro A.5.1.3) Total 130

132 Anexo III ( Deliberações do TCU Atendidas no Exercício) 131

133 QUADRO A CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 01 TC / / DE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação ACORDAM em conhecer da presente representação, satisfeitos os requisitos de admissibilidade previstos nos arts. 235 e 237 do Regimento Interno deste Tribunal c/c o art. 113, 1º, da Lei 8.666/1993; indeferir o requerimento de medida cautelar formulado por Conserg Prestação de Serviços, Terceirização e Obras de Engenharia (CNPJ / ), tendo em vista a inexistência dos pressupostos necessários para adoção da referida medida; considerar parcialmente procedente a representação formulada pelo Conserg Prestação de Serviços, Terceirização e Obras de Engenharia; conforme instrução da Unidade Técnica Dar ciência à Ceal que a exigência de apresentação na sede da Ceal dos documentos de habilitação da empresa classificada em 1º lugar no pregão, dos eventuais recurso s e contra-razões, conforme definido no Pregão Eletrônico 047/2012, contraria os princípios da celeridade e da publicidade dos atos, aplicáveis aos pregões em meio eletrônico, e o disposto nos arts. 2º, caput, 25, 1º, e 26 do Decreto 5.450/2005, devendo ser previsto, nos futuros editais, que as referidas documentações devem ser enviadas por meio do sistema eletrônico do pregão, de modo que fiquem, tão logo apresentados, à disposição dos demais licitantes e de qualquer cidadão no sistema eletrônico, sem prejuízo de poder dispor no edital, da faculdade de o pregoeiro, a seu critério, exigir o envio complementar via fax ou a entrega na sede da Ceal, dos documentos que considerar necessário, e no prazo por ele definido; Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Providências Adotadas Os editais de licitações já estão contendo o recomendado no acórdão. Síntese dos Resultados Obtidos Atendimento aos preceitos do Decreto 5.450/2005 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 132

134 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 02 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação ACORDAM em conhecer da presente representação, satisfeitos os requisitos de admissibilidade previstos nos arts. 235 e 237 do Regimento Interno deste Tribunal c/c o art. 113, 1º, da Lei 8.666/1993; indeferir o requerimento de medida cautelar formulado por Conserg Prestação de Serviços, Terceirização e Obras de Engenharia (CNPJ / ), tendo em vista a inexistência dos pressupostos necessários para adoção da referida medida; considerar parcialmente procedente a representação formulada pelo Conserg Prestação de Serviços, Terceirização e Obras de Engenharia; conforme instrução da Unidade Técnica Recomendar à Ceal que nos futuros pregões eletrônicos oriente seus pregoeiros que não se limitem apenas às mensagens automáticas postadas pelo próprio sistema "licitações-e", do Banco do Brasil S/A, mas, se possível, providenciem comunicação no sistema, de iniciativa do pregoeiro, informando aos participantes sobre todos os atos praticados no âmbito da licitação, inclusive quanto ao início do prazo para manifestação da intenção de recorrer, da disponibilização da documentação de habilitação da empresa classificada em primeiro lugar, da suspensão da sessão e de seu reinício. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada A CEAL orientou seus pregoeiros a não se limitarem as comunicações automáticas do sistema licitações-e, postando comunicações com maiores informações e esclarecimentos. Síntese dos Resultados Obtidos Melhor comunicação com os licitantes. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 133

135 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 03 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões expostas pelo Relator, em: 9.2. determinar à Ceal, em ratificação à medida cautelar já adotada, que não autorize adesões de entes não participantes à Ata de Registro de Preços decorrente do Pregão RP nº 5/2012, por contrariar a jurisprudência desta Corte (Acórdãos 1.487/2007, 1.233/2012 e 2.692/2012, todos do Plenário do TCU) e não se adequar às disposições do Decreto nº 7.892/2013, que regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666/1993; Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada A CEAL está cumprindo a determinação adotada. Síntese dos Resultados Obtidos Atendimento aos Acórdãos 1.487/2007, 1.233/2012 e 2.692/2012 e ao Decreto nº 7.892/2013. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 134

136 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 04 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões expostas pelo Relator, em: 9.3. dar ciência das seguintes impropriedades verificadas na condução do Pregão Eletrônico RP nº 5/2012 à Companhia Energética de Alagoas, à Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), à Amazonas Distribuidora de Energia S.A., à Companhia Energética do Piauí (Cepisa), para a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e à Boa Vista Energia S.A. (Bvenergia): nas licitações para contratação de obras e serviços, as exigências de habilitação técnico-operacional das licitantes devem se referir, simultaneamente, às parcelas de maior relevância e de maior valor significativo do objeto a ser contratado, consoante o disposto no artigo 30 da Lei 8.666/1993 e na Súmula 263/2011-TCU; a manifestação da assessoria jurídica da empresa que examina e aprova as minutas de editais de licitação e dos contratos, ainda que por meio de chancela, deve ficar expressa no processo de forma visível; a manifestação da assessoria jurídica da empresa que examina e aprova as minutas de editais de licitação e dos contratos, ainda que por meio de chancela, deve ficar expressa no processo de forma visível; previamente à realização de licitações, em especial nas destinadas a registro de preços proceda, ampla pesquisa de mercado, nos termos do disposto no art. 15, 1º, da Lei 8.666/1993, e observe a jurisprudência deste Tribunal no sentido de que deve haver no mínimo três cotações e que deve haver justificativa no processo quando não for respeitado esse quantitativo (Acórdãos 568/2008, 1.378/2008, 4.013/2008, 5.262/2008 e 3.506/2009, da 1ª Câmara; 2.809/2008, 1.344/2009, 3.667/2009, da 2ª Câmara e 1.379/2007, 837/2008, 3.619/2010 e 1.266/2011, do Plenário; nas contratações da execução de objetos assemelhados aos do Pregão RP 005/2012, o termo de referência deve conter a avaliação de todos os custos da contratada para a execução dos serviços, em especial quando prever o ressarcimento de despesas com transporte e hospedagem, e apresentar o resultado comparativo com outras alternativas para realizar esse ressarcimento, em atenção ao disposto no art. 9º, 2º, do Decreto 5.450/2005; a inserção de cláusula na ata de registro de preços prevendo a possibilidade de prorrogação da sua vigência por prazo total superior a doze meses, tal como consta na cláusula segunda da ata de registro de preços decorrente do pregão eletrônico 005/2012, é ilegal, por contrariar o disposto no art. 15, 3º, inciso III, da Lei 8.666/1993 e a jurisprudência desta Corte (e.g. dos Acórdãos 3.028/2010 e 2.140/2010-TCU-2ª Câmara, e 991/2009 e 3.269/2012- TCU-Plenário); a interpretação acerca da penalidade de suspensão temporária/impedimento de contratar, prevista no art. 87, inciso III, da Lei 8.666/1993, é de que incide sobre a Administração, isto é, somente em relação ao órgão ou à entidade contratante, nos termos que decidiu este Tribunal nos Acórdãos 902/2012, 3.243/2012 e 3.439/2012-TCU- Plenário; para fins de orientação às comissões de licitação, os pregoeiros e as autoridades competentes que atuam nos pregões, que a desobediência aos termos do edital, conforme ocorreu no Pregão 5/2012, em relação à cláusula 3.3. b, constitui falta passível de responsabilização por este Tribunal dos agentes envolvidos. Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Providências Adotadas 135 Síntese da Providência Adotada Foi dado ciência das seguintes impropriedades verificadas na condução do Pregão Eletrônico RP nº 5/2012 à Companhia Energética de Alagoas (Ceal), à Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), à Amazonas Distribuidora de Energia S.A., à Companhia Energética do Piauí (Cepisa), para a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e à Boa Vista Energia S.A. (Bvenergia):

137 Síntese dos Resultados Obtidos Cumprimento ao disposto nos art. 15, 3º, inciso III, art. 30 e art. 87, inciso III, todos da Lei 8.666/1993 e a Súmula 263/2011-TCU, bem como ao disposto no art. 9º, 2º, do Decreto 5.450/2005. Cumprimento aos acórdãos 568/2008, 1.378/2008, 4.013/2008, 5.262/2008 e 3.506/2009, da 1ª Câmara; 2.809/2008, 1.344/2009, 3.667/2009, 2.140/2010, 3.028/2010, da 2ª Câmara e 1.379/2007, 837/2008, 991/2009, 3.619/2010 e 1.266/2011, 3.269/2012, do Plenário, a jurisprudência desta Corte;, da Lei 8.666/1993, é de que incide sobre a Administração, isto é, somente em relação ao órgão ou à entidade contratante, nos termos que decidiu este Tribunal nos Acórdãos 902/2012, 3.243/2012 e 3.439/2012-TCU-Plenário. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 136

138 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 05 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão do Plenário, ante as razões expostas pelo relator, em: 9.1. dar ciência às Centrais Elétricas Brasileiras S. A. (Eletrobras) e à Eletrobras Distribuição Alagoas (CEAL), em virtude das ocorrências relativas ao Contrato nº 006/2012, que promove alterações na redação de cláusulas contratuais, assim como incluir novas cláusulas, alíneas ou incisos, tornando o contrato diferente da minuta anexa ao edital da licitação, constitui infringência ao princípio da vinculação ao instrumento convocatório, contemplado nas disposições do art. 54, 1º, da Lei nº 8.666/93; Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Providências Adotadas A CEAL está firmando contratos nos moldes da minuta anexada ao edital Síntese dos Resultados Obtidos Cumprimento do art. 54, 1º, da Lei nº 8.666/93; Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 137

139 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 06 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Deliberação 1.7. Dar ciência à Companhia Energética de Alagoas (CEAL) de que: por planejamento inadequado, houve fracionamento indevido de despesa, constatado no Convite 1/2009 e no Pregão Eletrônico 52/2009, que tinham por finalidade a contratação de serviços de recuperação e reforma da central de atendimento localizada no centro de Maceió, contrariando o disposto no art. 23, 5º, da Lei 8.666/1993, visto que, por ser obra a ser executada no mesmo lugar, pode ser parcelada para ampliar a competitividade, mas respeitando a modalidade devida, correspondente ao somatório dos valores das parcelas a previsão no edital de exigência de comprovação de quantitativos mínimos de execução de serviços de baixa complexidade para efeitos de qualificação técnica em pregão, conforme constatado no Pregão 45/2009, descumpre o previsto no art. 30 da Lei 8.666/1993, bem como entendimento do TCU, que prevê a comprovação de aptidão para desempenho de atividade pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto da licitação. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada A CEAL Companhia Energética de Alagoas esta adotando o previsto no art. 23, 5º e no art. 30 da Lei 8.666/1993. Síntese dos Resultados Obtidos Cumprimento do art. 23, 5º e do art. 30 da Lei 8.666/1993. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 138

140 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Deliberações do TCU Deliberações Expedidas pelo TCU Ordem Processo Acórdão Item Tipo Comunicação Expedida 07 TC / / RE Órgão/Entidade Objeto da Determinação e/ou Recomendação CEAL Companhia Energética de Alagoas Descrição da Deliberação Considerando tratar-se de possível fraude no Pregão Ceal 104/2010, fornecimento e implantação de sala cofre, consubstanciado em indício de falsidade no atestado de capacidade técnica apresentado pela empresa FlashX Construtora e Incorporadora Ltda.; Considerando que sentença em ação cautelar de produção antecipada de prova pericial concluiu pela existência de falhas no atestado; Considerando que a ação cautelar é objeto de recurso, portanto pendente de apreciação final da justiça; Considerando que o Pregão Ceal 104/2010 foi revogado ante razões distintas das discutidas nos autos; Considerando as conclusões a que chegou a unidade técnica (Peça 39); ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, diante das razões expostas pelo Relator, com fulcro nos arts. 143, III, parágrafo único do art. 237, c/c o art. 250, inciso IV, do RI/TCU, em Conhecer a representação para considerá-la improcedente e arquivar. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação CEAL Companhia Energética de Alagoas Síntese da Providência Adotada A CEAL tomou conhecimento. Síntese dos Resultados Obtidos A CEAl tomou conhecimento Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade na implantação da determinação. 139

141 Anexo IV ( Recomendações do OCI Atendidas no Exercício) 140

142 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação CAD- Auditoria Interna Ausência de sistema de monitoramento dos resultados decorrentes dos trabalhos de auditoria. Descrição da Recomendação Que a Auditoria Interna da EDAL oficialize a demanda de implantação de um sistema de gestão de auditoria e que a Entidade proceda ao estudo de viabilidade da solução demandada, a exemplo do que acontece na IN SLTI n.04/2010, e na sequência, implante a melhor alternativa. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação CAD- Auditoria Interna Síntese da Providência Adotada A Auditoria Interna encaminhará a Diretoria de Gestão correspondência oficializando a demanda de implantação de um sistema de gestão de auditoria. Síntese dos Resultados Obtidos O Sistema Audint já se encontra em faz de testes e adaptação na Auditoria Interna Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Devido a saída do analista de sistema da auditoria interna, houve uma demanda de tempo maior para a conclusão do sistema Audint. 141

143 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação CAD- Auditoria Interna Fragilidades na estrutura interna da Entidade para o acompanhamento e atendimento das recomendações oriundas dos relatórios da CGU. Descrição da Recomendação Que a Entidade elabore rotina de acompanhamento das recomendações da CGU, bem como estude a viabilidade de criação/aquisição de software para melhoria desse acompanhamento. Setor Responsável pela Implementação CAD- Auditoria Interna Síntese da Providência Adotada Providências Adotadas A Auditoria Interna elaborará Instrução disciplinando a rotina de acompanhamento das recomendações da CGU. Síntese dos Resultados Obtidos Com a implantação do formulário, houve uma otimização nos acompanhamentos das ações da CGU-R/AL Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 142

144 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Presidência Local Ausência de informações no da EDAL. Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a inclusão das informações faltantes nos próximos Relatórios de Gestão, em conformidade com a PORTARIA-TCU Nº 150/2012 ou outra que vier a substituí-la. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Inserir e divulgar as recomendações da CGU, na Portaria que designará os empregados que comporão o grupo de trabalho responsável pela elaboração do, para que observem e atenda o disposto na Portaria TCU nº 150, de 03/07/2012, itens: 2.2; 2.4; 3.4; e 8.2. Síntese dos Resultados Obtidos Atender a recomendação da CGU-R/AL Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 143

145 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Fragilidade nos controles internos referentes à documentação comprobatória da cessão e requisição de empregados. Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a melhoria na organização e controle dos processos de cessão e requisição a fim de que se facilite a obtenção de informação sobre tais processos. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Síntese da Providência Adotada Propor revisão à Norma de Cessão e Requisição, estabelecendo impossibilidade à percepção da remuneração a ser ressarcida ou na origem, ao empregado cedido e requisitado que esteja com pendência documental. Síntese dos Resultados Obtidos A revisão da Norma foi aprovada em 19/09/2013. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação 144

146 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Descrição da Recomendação Ausência de controle efetivo de frequência de empregados na EDAL. Que a Entidade implante efetivamente o controle de frequência dos empregados da EDAL. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Síntese da Providência Adotada Efetivar o controle de frequência, encaminhando aos Gerentes de Departamento, mensalmente, os relatórios da realização do controle de frequência para subsídio de gestão aos empregados. Síntese dos Resultados Obtidos O controle de frequência foi efetivada em 22/01/2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação 145

147 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Descrição da Recomendação Ausência de controle efetivo de frequência de empregados na EDAL. Que a Entidade implante efetivamente o controle de frequência dos empregados da EDAL. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Síntese da Providência Adotada Realizar os descontos por faltas e atrasos, a partir do mês de outubro de 2013, inclusive para os empregados que a gerência não tenha justificado/aprovado seus espelhos. Síntese dos Resultados Obtidos Os descontos por faltas e atrasos não justificados estão sendo descontados desde dezembro de 2014 Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 146

148 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Ausência de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas CNDT Descrição da Recomendação Que a Entidade implante política de reciclagem periódica sobre processos e procedimentos da área de compras e contratações. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Foi feito uma Nota Circular e reunião com todos envolvidos na DGS, visando informar, tirar dúvidas e determinar alterações a serem observadas e cumpridas. Síntese dos Resultados Obtidos Foi unificado o conhecimento em todos os colaboradores da DGS Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 147

149 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Recomendação Ausência da indicação orçamentária completa, contrariando o disposto na Lei de Licitações. Que a Entidade faça constar nos contratos a indicação orçamentária completa. Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Já realizamos reunião em 11/09/2013 com os responsáveis envolvidos pela elaboração dos contratos para atentar para fazer constar a indicação orçamentária completa. Desta forma evitando incorrer novamente nesta falha pontual, haja vista que nos demais contratos estão devidamente expressos. Neste mesmo dia emitimos a Nota Circular 04/2013 com esta determinação. Síntese dos Resultados Obtidos Foi emitido nota circular 04/2013 com a determinação para constar a indicação orçamentária completa. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 148

150 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Ausência de Portaria de designação da Comissão de Licitação. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante política de reciclagem periódica sobre processos e procedimentos da área de compras e contratações. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Já realizamos reunião em 11/09/2013 com os responsáveis envolvidos pela elaboração dos contratos para atentar para fazer constar a Portaria de Designação da Comissão de Licitação nos processos licitatórios. Desta forma evitando incorrer novamente nesta falha pontual, haja vista que nos demais contratos estão devidamente expressos. Neste mesmo dia emitimos a Nota Circular 04/2013 com esta determinação. Síntese dos Resultados Obtidos Foi emitido nota circular 04/2013 com a determinação para constar a Portaria de Designação da Comissão de Licitação Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 149

151 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Ausência de juntada ao processo licitatório de, no mínimo, três orçamentos de fornecedores distintos. Descrição da Recomendação Que a Entidade efetue ampla pesquisa de preços, com vistas à juntada aos processos licitatórios de, no mínimo, três orçamentos de fornecedores distintos, justificando a eventual impossibilidade de fazê-lo, conforme disposto nos Acórdãos TCU n.º 1547/ Plenário e n.º 408/ Plenário. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Já realizamos reunião em 11/09/2013 com os responsáveis envolvidos pela elaboração dos contratos para atentar para fazer constar no mínimo três propostas de preços para a formação do preço básico ou a devida justificativa pela sua ausência no processo. Desta forma evitando incorrer novamente nesta falha pontual, haja vista que nos demais contratos estão devidamente expressos. Neste mesmo dia emitimos a Nota Circular 04/2013 com esta determinação. Síntese dos Resultados Obtidos Foi emitido nota circular 04/2013 com a determinação para constar no mínimo três propostas de preços para a formação do preço básico ou a devida justificativa pela sua ausência no processo. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 150

152 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Cláusulas constantes em editais limitam a competitividade, contrariando dispositivos da Lei de Licitações. Descrição da Recomendação Que a Entidade aprimore os mecanismos de definição de critérios para classificação/desclassificação de empresas nos processos licitatórios, evitando estabelecimento de critérios de experiência muito restritos, tal como prestação de serviços para empresas do setor elétrico. Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Já realizamos reunião em 11/09/2013 com os responsáveis envolvidos pela elaboração dos processos licitatórios para atentar na análise dos projetos básicos emitidos pelos Requisitantes, a fim de não permitir, aos casos desnecessários, a ocorrência de cláusula de restrição ao caráter competitivo da licitação. Quando este documento apresentar exigência qualquer ou caso específico de atestado de capacidade técnica de empresa do setor elétrico, será solicitado ao Requisitante manifestação expressa da defesa desta restrição e acostar ao processo. Neste mesmo dia emitimos a Nota Circular 04/2013 com esta determinação. Síntese dos Resultados Obtidos Foi emitido nota circular 04/2013 com a determinação para atentar na análise dos projetos básicos emitidos pelos Requisitantes, a fim de não permitir, aos casos desnecessários, a ocorrência de cláusula de restrição ao caráter competitivo da licitação. Quando este documento apresentar exigência qualquer ou caso específico de atestado de capacidade técnica de empresa do setor elétrico, será solicitado ao Requisitante manifestação expressa da defesa desta restrição e acostar ao processo. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 151

153 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Ausência de registro de contratos no Sistema Siasg. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante política de reciclagem periódica sobre processos e procedimentos da área de compras e contratações. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos. Síntese da Providência Adotada Está política já existe na PRS, pois desde 2011, sempre que há alteração de algum procedimento ou processo, alteração nos normativos, alteração na legislação que afetam os processos de compras e contratações, recomendações das auditorias e determinações dos órgãos de controle, fazemos Nota Circular e reunião com todos envolvidos na PRS, visando informar, tirar dúvidas e determinar alterações a serem observadas e cumpridas. Síntese dos Resultados Obtidos Foi unificado o conhecimento em todos os colaboradores da DGS Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 152

154 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Presidência Local Adoção incipiente de critérios de sustentabilidade. Descrição da Recomendação Que a Entidade apresente cronograma para conclusão dos trabalhos do Subgrupo de Sustentabilidade, com vistas à adoção dos critérios de sustentabilidade nos processos licitatórios. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local. Síntese da Providência Adotada Em Setembro de 2013 foi aprovado pelo Comitê Estratégico de Logística de Suprimento do Sistema ELETROBRAS - CELSE o Guia de Boas Práticas de Sustentabilidade para a Cadeia de Suprimentos das Empresas Eletrobras. Síntese dos Resultados Obtidos Em setembro de 2013m foi aprovado o Guia de Boas Práticas de Sustentabilidade para a Cadeia de Suprimentos das Empresas Eletrobras. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 153

155 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Recomendação Adoção incipiente de critérios de sustentabilidade. Que a Entidade inclua, no registro dos contratos no Siasg, se a licitação foi realizada com critérios de sustentabilidade. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada Desconhecemos como fazer para atender a esta recomendação, pois não há campo para incluirmos no SIASG que a licitação foi realizada com critérios de sustentabilidade quando do cadastramento do contrato, conforme cópia do manual e telas do SIASG em anexo. Síntese dos Resultados Obtidos Não há como atender a recomendação. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não há como atender a recomendação. 154

156 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Presidência Local Sucessivas contratações emergenciais com o mesmo escritório de advocacia, caracterizando prorrogação dos contratos em descumprimento à Lei de Licitações. Descrição da Recomendação Que a Entidade promova a realização e conclusão de processo licitatório para contratação de serviços advocatícios a tempo de evitar a repetição da contratação emergencial. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local Síntese da Providência Adotada Providências Adotadas Abertura de processo licitatório para contratação de escritório de Advocacia Síntese dos Resultados Obtidos Foi instaurada a licitação para a contratação e escritório de Advocacia. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Na data de abertura da licitação, a mesma foi suspensa por determinação judicial, através de mandado de segurança. 155

157 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Ausência de publicação do ato de ratificação da dispensa/ inexigibilidade, contrariando dispositivo da Lei de Licitações. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante política de reciclagem periódica sobre processos e procedimentos da área de compras e contratações. Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Está política já existe na PRS, pois desde 2011, sempre que há alteração de algum procedimento ou processo, alteração nos normativos, alteração na legislação que afetam os processos de compras e contratações, recomendações das auditorias e determinações dos órgãos de controle, fazemos Nota Circular e reunião com todos envolvidos na PRS, visando informar, tirar dúvidas e determinar alterações a serem observadas e cumpridas. Síntese dos Resultados Obtidos Foi unificado o conhecimento em todos os colaboradores da DGS Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 156

158 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Descrição da Recomendação Falha na indicação da base legal para a contratação e prorrogação do contrato. Que a Entidade implemente/aprimore o mecanismo de definição do embasamento legal dos processos licitatórios. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGS Departamento de Logística e Suprimentos Síntese da Providência Adotada O dispositivo legal que fundamenta a posição adotada nos Pareceres passará a ser indicada na parte atinente à conclusão dos mesmos. Em caso de fundamentação em decisão/acórdão do TCU, este será indicado na fundamentação do Parecer. Síntese dos Resultados Obtidos A indicação do dispositivo legal será na parte atinente a conclusão do parecer. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 157

159 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Não cumprimento das metas em Descrição da Recomendação Que a Entidade estabeleça um cronograma de obras a executar conforme a capacidade das empresas contratadas e de acordo com a capacidade de gerenciamento da própria Eletrobras Distribuição Alagoas-EDAL, correlacionadas com as metas físicas, a fim de que possam ser identificadas as falhas no atingimento das metas bem como definidas as ações necessárias para a sua mitigação. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Elaborar cronograma de acordo com as recomendações do CGU. Síntese dos Resultados Obtidos A CEAL tem a possibilidade de identificar falhas no atingimento das metas das obras que estão sendo executadas, estabelecendo ações para sua mitigação. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 158

160 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Não cumprimento das metas em Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a atualização do Manual de Operação do Projeto Energia+ a fim de que os indicadores possam ser utilizados como parâmetro de decisão gerencial. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada A atualização deve ocorrer no primeiro semestre de 2014, apoiada na revisão do CMDE. Síntese dos Resultados Obtidos A atualização foi procedida. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 159

161 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Não cumprimento das metas em Que a Entidade proceda ao levantamento dos riscos ao Projeto Energia+ e das providências mitigadoras. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada A partir de março de 2013 foi implementado um Escritório de Projetos o qual realiza desde então, junto com os gestores de projeto locais, o levantamento e gestão dos riscos dos subprojetos do Energia +. Síntese dos Resultados Obtidos Foi efetuado o levantamento dos riscos do Projeto Energia+ Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 160

162 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Falhas no gerenciamento da execução do subcomponente REABILITAÇÃO E REFORMA DE REDES MT/BT Descrição da Recomendação Que a UGP-Central providencie o assessoramento necessário à UGP-Local a fim de que possam ser elaboradas informações ou relatos gerenciais sobre a situação das obras e materiais, tendo em vista o atingimento das metas do projeto. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada A UGP-CENTRAL passa a acompanhar o desempenho e a evolução das obras de contrapartida com o auxilio de um aplicativo em ACCESS, desenvolvido pela Eletrobras Alagoas. Tal aplicativo disponibiliza informações sobre o avanço físico e financeiro das obras. O escritório de gestão de projetos passa a acompanhar mensalmente a partir de 2014 a evolução de todos os empreendimentos. O assessoramento também será dado pelo especialista lotado na UGP-central. Síntese dos Resultados Obtidos A UGP-Local passou acompanhar a evolução de todos os empreendimentos do projeto Energia+. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 161

163 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Falhas no gerenciamento da execução do subcomponente REABILITAÇÃO E REFORMA DE REDES MT/BT Descrição da Recomendação Que a Entidade estabeleça metodologia de levantamento das informações gerenciais, para que se conheçam previamente os riscos ao atingimento das metas e se providenciem as devidas correções. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada As informações necessárias para o gerenciamento das metas e seus riscos inerentes (falta de material, atraso nas prestações de contas) foram levantadas seguindo metodologia implantada por recomendação do CGU. Entretanto, nossa ferramenta para acompanhamento ainda está sendo formatada para atendimento integral das recomendações da CGU. Síntese dos Resultados Obtidos A UGP-Local passou acompanhar a evolução de todos os empreendimentos do projeto Energia+, conhecendo previamente os riscos ao atingimento das metas e se providenciem as devidas correções. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 162

164 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Ausência de informação sobre as etapas do processo, desde a origem da demanda até sua conclusão, dificultando gerenciamento sobre os desvios ocorridos. Descrição da Recomendação Que a Entidade padronize a numeração dos projetos desde o seu nascedouro até a sua conclusão, bem como disponibilize todas as informações necessárias para caracterização e acompanhamento dos projetos a fim de que se possa avaliá-los por completo. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Todas as demandas tiveram sua numeração revisada e foi implantada uma numeração única que a acompanha desde o nascedouro, no Departamento de Planejamento da Expansão -DPE até sua conclusão. Síntese dos Resultados Obtidos A revisão da numeração facilitará a avaliação dos projetos por completo. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 163

165 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Entradas no almoxarifado sem registro no arquivo de Entrada (Materiais). Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda ao levantamento da divergência apresentada, identificando as providências necessárias para sua correção. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada As notas relacionadas foram entregues no Almoxarifado em Dezembro, no entanto, devido a realização do Inventário, foi dado entrada no sistema no mês de Janeiro de De qualquer forma, o Almoxarifado procedeu com diversas contagens ao longo do ano conforme a que ocorreu no mês de setembro. Síntese dos Resultados Obtidos Foi corrigido a divergência encontrada na entrada de materiais. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 164

166 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Movimentação inadequada de material no almoxarifado Anexo 1. Que a Entidade estabeleça controle sobre essa movimentação no almoxarifado. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada A PRS-AM (Almoxarifado) não aceitará nenhuma movimentação de Postes, Cruzetas (material de concreto) que não seja através de CINTA. Síntese dos Resultados Obtidos Movimentação de materiais com zelo e segurança. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 165

167 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Falhas na logística de aquisição de materiais, ocasionando recebimento e pagamento de materiais pela Eletrobras Distribuição Alagoas-EDAL e armazenamento pelo fornecedor por falta de espaço no almoxarifado da EDAL. Descrição da Recomendação Que a Entidade realize o levantamento dos riscos referentes à logística de aquisição e armazenamento dos materiais a receber, a fim de evitar a necessidade de armazenamento nas empresas contratadas. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada O gestor dos contratos de fornecimento de materiais - Romero Braga, solicitou o envio para almoxarifado Central da EDAL de todos os materiais que se encontravam em almoxarifados dos fornecedores, desautorizando a partir deste momento tal procedimento. Síntese dos Resultados Obtidos Não está mais havendo armazenamento nas empresas contratadas. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 166

168 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Falhas na logística de aquisição de materiais, ocasionando recebimento e pagamento de materiais pela Eletrobras Distribuição Alagoas-EDAL e armazenamento pelo fornecedor por falta de espaço no almoxarifado da EDAL. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante metodologia de controle dos materiais que estão sendo retirados da sede da contratada, a fim de evitar a retirada de materiais em quantidade distinta da autorizada, bem como de materiais avariados. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Providências Adotadas Com a Ação 001, extingue-se a necessidade de implantação de tal metodologia. Síntese dos Resultados Obtidos Não está mais havendo armazenamento nas empresas contratadas. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não está mais havendo armazenamento nas empresas contratadas. 167

169 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Falhas na logística de aquisição de materiais, ocasionando recebimento e pagamento de materiais pela Eletrobras Distribuição Alagoas-EDAL e armazenamento pelo fornecedor por falta de espaço no almoxarifado da EDAL. Descrição da Recomendação Que a Entidade realize a inspeção nas obras dos materiais saídos da fornecedora, a fim de averiguar a qualidade destes antes de sua instalação, e sendo o caso, providencie a sua substituição. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Providências Adotadas Síntese da Providência Adotada Com a Ação 001, extingue-se a necessidade de implantação de tal metodologia, pois a inspeção de recebimento é realizada no almoxarifado da EDAL. Síntese dos Resultados Obtidos Não está mais havendo armazenamento nas empresas contratadas. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não está mais havendo armazenamento nas empresas contratadas. 168

170 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Armazenamento inadequado dos postes adquiridos por meio de Contrato nº 068/2012. Descrição da Recomendação Que a Entidade oriente a empresa EDVÂNIA DE ALMEIDA & CIA LTDA quanto ao correto armazenamento dos postes em sua sede. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Foi enviada a advertência 001/DPD-ID/2013 orientando sobre a forma correta de armazenagem e alertando sobre possibilidade de aplicação de penalidade caso ocorra reincidência ou descumprimento do prazo de correção. Síntese dos Resultados Obtidos Adequação na forma de armazenamento de postes. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 169

171 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Armazenamento inadequado dos postes adquiridos por meio de Contrato nº 068/2012. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante metodologia de armazenamento de materiais no almoxarifado conforme as condições contidas nos editais de licitação.. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada O DPD-ID orientou e solicitou ao almoxarifado o cumprimento da metodologia de armazenamento dos postes contida no edital e na Norma enviada através de no dia 05/08/2013. Síntese dos Resultados Obtidos Adequação na forma de armazenamento de postes. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 170

172 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Armazenamento inadequado dos postes adquiridos por meio de Contrato nº 068/2012. Que a Entidade oriente os gestores de Contrato a acompanhar os materiais armazenados sob o seu gerenciamento. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Os gestores foram orientados a acompanhar os materiais armazenados sob o seu gerenciamento, inclusive por meio da Norma de Gestão de Contratos. Síntese dos Resultados Obtidos Adequação na forma de armazenamento de postes. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 171

173 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Avarias diversas e baixa qualidade do concreto utilizado na fabricação dos postes adquiridos. Descrição da Recomendação Que a Entidade efetue o controle periódico da situação dos postes, verificando a existência de trincas, falhas, avarias e baixa qualidade do material utilizado, tanto no almoxarifado da Eletrobras Distribuição Alagoas-EDAL como nos materiais custodiados pela empresa contratada. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Foi aplicada a advertência 001/DPD-ID/2013 à EDVÂNIA DE ALMEIDA & CIA LTDA e após constatação de reincidências foi aplicada a penalidade CE 001/2014. Serão realizadas inspeções periódicas no almoxarifado, sendo elaborado relatório fotográfico mensal de fiscalização. Síntese dos Resultados Obtidos Melhoria na qualidade dos materiais de concreto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 172

174 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Avarias diversas e baixa qualidade do concreto utilizado na fabricação dos postes adquiridos. Descrição da Recomendação Que a Entidade verifique o controle de qualidade de fabricação dos postes e cruzetas. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Foram realizadas duas inspeções em fábrica que aprovaram os postes da Edvânia. Estamos marcando uma nova inspeção para fevereiro, procurando atender a todas as recomendações do CGU. Síntese dos Resultados Obtidos Melhoria na qualidade dos materiais de concreto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 173

175 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Avarias diversas e baixa qualidade do concreto utilizado na fabricação dos postes adquiridos. Descrição da Recomendação Que a Entidade realize o levantamento e solicite o conserto ou substituição, conforme a situação, dos postes avariados ou com defeitos de fabricação. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Realizar o levantamento dos materiais que necessitam conserto ou substituição. Síntese dos Resultados Obtidos Melhoria na qualidade dos materiais de concreto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 174

176 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Avarias diversas e baixa qualidade do concreto utilizado na fabricação dos postes adquiridos. Descrição da Recomendação Que a Entidade implante ou melhore a metodologia de verificação e controle da qualidade dos materiais recebidos no almoxarifado, evitando, por exemplo, receber postes com baixa qualidade, trincas, falhas e avarias. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Realizar inspeções em fábrica trimestralmente, atentando para todas as recomendações do CGU. Síntese dos Resultados Obtidos Melhoria na qualidade dos materiais de concreto. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 175

177 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Descumprimento do cronograma de entrega previsto no Contrato nº 068/2012. Descrição da Recomendação Que a Entidade efetue o acompanhamento do contrato, zelando pelo cumprimento do cronograma de entrega dos materiais conforme estabelecido. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Acompanhar o desembolso dos cronogramas, advertindo e penalizando as empresas que descumprirem os prazos contratuais, conforme advertência 001/DPD-ID/2013 e penalidade CTA-PRS-001/2014 enviadas a Edvânia. Síntese dos Resultados Obtidos Cumprimento dos prazos contratuais Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 176

178 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Descumprimento do cronograma de entrega previsto no Contrato nº 068/2012. Descrição da Recomendação Que a Entidade avalie a capacidade de produção da Contratada para a entrega dos materiais restantes, observando o mesmo para as futuras contratações. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Verificar com a Edvânia a capacidade de produção mensal. Síntese dos Resultados Obtidos Cumprimento dos prazos contratuais Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 177

179 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Diretoria de Gestão Local Detalhes ilegíveis em figura do Termo de Referência dificultaram a completa caracterização do objeto e acarretaram desclassificação da primeira colocada e atraso no processo licitatório Descrição da Recomendação Que a Entidade implemente ou melhore a metodologia de definição dos critérios mínimos para aprovação dos materiais e equipamentos nos editais de licitação a fim de que se evite a postergação do processo licitatório. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Síntese da Providência Adotada Utilizar as especificações técnicas padronizadas elaboradas pelo grupo de inspeção da Eletrobras, disponibilizadas no escritório virtual. Síntese dos Resultados Obtidos Agilização nos processos licitatórios Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve dificuldade para a implantação da recomendação. 178

180 Anexo V ( Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exercício) 179

181 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Ausência de informação no sobre a baixa execução física em relação à execução financeira dos programas de governo. Comunicação Expedida DPE Departamento de Engenharia do Empreendimento Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a inclusão da análise crítica sobre essas ocorrências nos próximos Relatórios de Gestão, discriminando também o percentual dos itens de investimento que não podem ser medidos fisicamente pela unidade de medida padronizada para o respectivo programa de governo. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DPE Departamento de Engenharia do Empreendimento Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 180

182 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA A ausência de informação sobre os problemas que impactaram no atingimento das metas financeiras, bem como das providências tomadas a fim de corrigir os problemas identificados no da Entidade. Comunicação Expedida DPE Departamento de Engenharia do Empreendimento. Descrição da Recomendação Que a Entidade discrimine os atos e fatos que prejudicaram o atingimento das metas, bem como as providências tomadas a fim de mitigar os problemas identificados nos próximos Relatórios de Gestão. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DPE Departamento de Engenharia do Empreendimento Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 181

183 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Ausência de informação sobre a utilidade e mensurabilidade dos indicadores de desempenho no da entidade, conforme o contido na Portaria TCU nº150/2012, item 2.4, bem como explanação sobre a forma de cálculo. Comunicação Expedida Assistente da Presidência Local Descrição da Recomendação Que a Entidade nas próximas prestações de contas atente para o exigido na Portaria que define o conteúdo do Relatório de Gestão, especificamente quanto às informações dos indicadores. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 182

184 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Assistente da Presidência Local. Unidade Jurisdicionada Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Utilização parcial dos indicadores apresentados no Relatório de Gestão, bem como ausência de utilidade (completude)/mensurabilidade dos indicadores da área de pessoal (Índice de Frequência e Índice de Gravidade). Comunicação Expedida Descrição da Recomendação 1 - Que a Entidade apresente a vinculação entre os indicadores de desempenho e os macroprocessos nos próximos Relatórios de Gestão. 2 - Que a Entidade proceda a normatização da metodologia, controle e responsabilidades relacionados aos indicadores de desempenho estabelecidos pela empresa, incluindo a avaliação dos riscos ao atingimento das metas estabelecidas. Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local. Justificativa para o seu não Cumprimento Providências Adotadas Não houve manifestação da área. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve manifestação da área. 183

185 Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Unidade Jurisdicionada Código SIORG Recomendações do OCI Recomendações Expedidas pelo OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Órgão/Entidade Objeto da Recomendação CAD - Auditoria Interna Norma da EDAL sobre as atividades da Auditoria Interna não contempla integralmente às recomendações contidas no Acórdão TCU nº577/2010-plenário. Comunicação Expedida Código SIORG Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a revisão da norma de auditoria interna para fins de atendimento ao Acórdão TCU nº577/2010- Plenário. Setor Responsável pela Implementação CAD - Auditoria Interna Justificativa para o seu não Cumprimento Providências Adotadas Código SIORG Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 184

186 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Diminuição do quadro de pessoal da Auditoria Interna. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a reposição de um profissional de nível superior com conhecimentos específicos de tecnologia da informação ao quadro da auditoria interna, tendo em vista a natureza dos trabalhos. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 185

187 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Fragilidade nos controles internos referentes à documentação comprobatória da cessão e requisição de empregados. Comunicação Expedida DGP Departamento de Gestão de Pessoas Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda a melhoria na organização e controle dos processos de cessão e requisição a fim de que se facilite a obtenção de informação sobre tais processos. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação DGP Departamento de Gestão de Pessoas Justificativa para o seu não Cumprimento Não houve manifestação da área. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve manifestação da área. 186

188 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA A falha no gerenciamento do aumento salarial dos empregados acarretou greve e paralisação em 2012, prejudicando o atendimento aos consumidores. Comunicação Expedida Assistente da Presidência Local Descrição da Recomendação Que a Entidade faça gestão junto ao Ministério das Minas e Energia a fim de que se evite a greve e, em caso de discordância com os empregados sobre os termos de reajuste, que seja levado à dissídio coletivo antes de qualquer paralisação. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Presidência Local Justificativa para o seu não Cumprimento Não houve manifestação da área. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve manifestação da área. 187

189 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Não observância da segregação de funções nos procedimentos de aquisição de serviços técnicos de advocacia. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade implemente/aprimore o mecanismo de controle de segregação de funções. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Não houve manifestação da área. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Não houve manifestação da área. 188

190 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Divergências na descrição dos materiais e nos quantitativos da Prestação de Contas de Dezembro/2012 do Contrato de Financiamento ECF2922/2011. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda à definição da metodologia de levantamento das informações que devem compor as devidas prestações de contas. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 189

191 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Divergências na descrição dos materiais e nos quantitativos da Prestação de Contas de Dezembro/2012 do Contrato de Financiamento ECF2922/2011. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade implante sistemática de conferência dos dados contidos nas prestações de contas. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 190

192 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Divergências na descrição dos materiais e nos quantitativos da Prestação de Contas de Dezembro/2012 do Contrato de Financiamento ECF2922/2011. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda, nas próximas prestações, à conciliação dos valores contidos nas prestações de contas: IFR, ECF-2922, ECF2901 e ECF3012. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 191

193 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Divergência nos valores contidos no IFR-01 e 02 (Relatório Financeiro Intermediário), bem como ausência de conciliação com a Prestação de Contas do ECF2922/2011. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade proceda, nas próximas prestações, à conciliação dos valores contidos nas Prestações de Contas: IFR, ECF-2922, ECF2901 e ECF3012. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 192

194 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Divergência nos valores contidos no IFR-01 e 02 (Relatório Financeiro Intermediário), bem como ausência de conciliação com a Prestação de Contas do ECF2922/2011. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade corrija as informações divergentes contidas nas Prestações de Contas de Dezembro/2012. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 193

195 Unidade Jurisdicionada Denominação Completa CEAL COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS Recomendações do OCI Ordem Identificação do Relatório de Auditoria Órgão/Entidade Objeto da Recomendação Recomendações Expedidas pelo OCI Item do RA Ausência de conciliação entre o extrato bancário e a Prestação de Contas. Comunicação Expedida Assistente da Diretoria de Gestão Local Descrição da Recomendação Que a Entidade mantenha disponíveis os extratos completos das contas correntes que gerenciam os recursos do projeto, bem como as devidas conciliações com as Prestações de Contas. Providências Adotadas Setor Responsável pela Implementação Assistente da Diretoria de Gestão Local Justificativa para o seu não Cumprimento Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. Análise Crítica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoção de Providências pelo Gestor Prazo acordado entre a CEAL e a CGU-R/AL encontra-se em andamento. 194

196 Anexo VI (9.6 Alimentação SIASG E SICONV) 195

197 196

198 Anexo VII (11.4. Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6404/76) 197

199 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 BALANÇOS PATRIMONIAIS (Em milhares de reais) Ativo Circulante Notas Reapresentado Reapresentado (Nota 3.28) (Nota 3.28) Caixa e equivalentes de caixa Clientes Tributos e contribuições sociais Direito de ressarcimento Almoxarifado Serviços em curso Outros Não Circulante Realizável a Longo Prazo Clientes Tributos e contribuições sociais Cauções e depósitos vinculados Ativo financeiro - concessões de serviço público Outros Investimentos Intangível Imobilizado Total do Ativo As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 198

200 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 BALANÇOS PATRIMONIAIS (Em milhares de reais) Passivo e Patrimônio Líquido(Passivo a descoberto) Circulante Nota Reapresentado (Nota 3.28) Reapresentado (Nota 3.28) Financiamentos e empréstimos Fornecedores Tributos e contribuições sociais Obrigações estimadas Obrigações de ressarcimento Benefício pós-emprego Encargos setoriais Pesquisa e desenvolvimento Outros Não Circulante Financiamentos e empréstimos Fornecedores Provisão para contingências Adiantamentos para futuro aumento de capital Benefício pós-emprego Pesquisa e desenvolvimento Tributos e contribuições sociais Outros Patrimônio Líquido (passivo a descoberto) Capital social Prejuízos acumulados ( ) ( ) ( ) Outros resultados abrangentes ( ) ( ) (70.623) (21.400) (67.938) Total do Passivo e do Patrimônio Líquido As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 199

201 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Nota Reapresentado (Nota 3.28) Receita Operacional Líquida Custo Operacional Custo com Energia Elétrica 30 Energia elétrica comprada para revenda ( ) ( ) Encargos de uso do sistema de transmissão (21.464) (59.274) ( ) ( ) Custo de Operação 31 Pessoal, material e serviços de terceiros ( ) ( ) Depreciação e amortização (23.897) (20.888) Outros (10.768) (15.083) ( ) ( ) Custo de Construção 29 ( ) ( ) Lucro Bruto Despesas Operacionais 31 ( ) ( ) Prejuízo do Serviço de Energia Elétrica ( ) ( ) Resultado Financeiro 32 (25.730) Prejuízo operacional antes da Lei /13 ( ) ( ) Ganho sobre a Lei / Prejuízo do exercício ( ) ( ) Prejuízo básico por ação 28 (0,19) (0,22) Prejuízo diluído por ação 28 (0,09) (0,10) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 200

202 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO ABRANGENTE DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais) Reapresentado (Nota 3.28) Prejuízo do exercício ( ) ( ) (48.540) Outros componentes do resultado abrangente Perda atuarial com benefício pós-emprego (17.276) (76.592) (41.632) Total do resultado abrangente do exercício ( ) ( ) (90.172) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 201

203 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES NO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (PASSIVO A DESCOBERTO) (Em milhares de reais) Capital Social Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes TOTAL Em 1º de janeiro de ( ) (70.623) Ajustes de exercícios anteriores (Nota 3.28) (38.938) (38.938) Saldo de abertura ajustado ( ) (70.623) Resultado abrangente do exercício Ajustes de exercícios anteriores (Nota 3.28) (33.118) (33.118) Prejuízo do exercício (83.828) (83.828) Perda atuarial com benefício pós-emprego (76.592) (76.592) Total do resultado abrangente do exercício ( ) (76.592) ( ) Em 31 de dezembro de 2012 (Reapresentado nota 3.28) ( ) ( ) (67.938) Resultado abrangente do exercício Aumento de capital Prejuízo do exercício ( ) ( ) Perda atuarial com benefício pós-emprego (17.276) (17.276) Total do resultado abrangente do exercício ( ) (17.276) Em 31 de dezembro de ( ) ( ) (21.400) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 202

204 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais) Fluxo de caixa das atividades operacionais Reapresentado (Nota 3.28) Prejuízo do exercício ( ) ( ) Ajustes de: Depreciação e amortização Encargos financeiros - AFAC e Empréstimos Encargos financeiros - Tributos e outros passivos Provisão para créditos de liquidação duvidosa (44.867) Provisão para contingências (8.754) Provisão para perdas em estoque (902) (255) Amortização de parcelamentos fiscais (3.117) (2.998) Valor residual do ativo financeiro- concessos do serviço público (5.129) 920 Valor residual do ativo intangível Valor residual do ativo imobilizado Ativo financeiro - VNR Lei nº /13 (23.717) (10.634) Beneficio pós emprego - Avaliação atuarial (17.276) (76.592) Plano de incetivo ao desligamento - PID Outros (38.700) Variações nos ativos e passivos Clientes (73.483) Tributos e contribuições sociais (3.205) (2.714) Direito de ressarcimento (602) 980 Almoxarifado Outros ativos (8.080) (10.503) Cauções e depósitos vinculados (16.317) Fornecedores Tributos e contribuições sociais Obrigações estimadas Obrigações de ressarcimento Encargos setoriais (1.924) (9.115) Benefício pós-emprego Outros passivos (7.049) Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais ( ) (7.440) Fluxo de caixa das atividades de investimentos Aquisição do ativo financeiro - concessões de serviço público (97.790) ( ) Aquisição do intangível (6.651) (14.518) Aquisição de imobilizado (2.300) (5.420) Caixa líquido aplicado nas atividades de investimentos ( ) ( ) Fluxo de caixa das atividades de financiamentos Ingressos de financiamentos e empréstimos Adiantamento para futuro aumento de capital Amortização do principal de financiamentos e empréstimos (92.021) (55.095) Amortização de encargos financeiros de financiamentos e empréstimos (4.851) (6.251) Caixa líquido gerado pelas atividades de financiamentos Aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa (20.360) Caixa e equivalente de caixa no início do exercício Caixa e equivalente de caixa no fim do exercício (20.360) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 203

205 Minuta para apreciação sujeita a alterações ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO (Em milhares de reais) Reapresentado (Nota 3.28) Receitas Receitas operacionais Ganhos sobre o valor novo de reposição Provisão p/créditos de liquidação duvidosa (78.132) Insumos Adquiridos de Terceiros Custo com energia ( ) ( ) Custo de construção ( ) ( ) Serviços de terceiros (74.675) (79.683) Material (1.816) (3.375) Outros custos operacionais ( ) (43.557) ( ) ( ) Valor Adicionado Bruto Depreciação e amortização (29.135) (22.337) Valor Adicionado Líquido Gerado Receitas Financeiras Valor Adicionado Total Distribuição do Valor Adicionado Pessoal e encargos Impostos, taxas e contribuições Juros e demais encargos financeiros Arrendamentos e aluguéis Prejuízo do exercício ( ) ( ) Valor Adicionado Distribuído As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 204

206 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 1. INFORMAÇÕES GERAIS A COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS ( ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS ou Companhia ), sociedade por ações de economia mista, domiciliada na Avenida Fernandes Lima, 3349 Farol, Maceió/AL, e, controlada pelas Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras, que detém 100% do seu capital social, é uma concessionária de serviço público de energia elétrica de capital fechado. Seu objetivo é projetar, construir e explorar o serviço público de distribuição aos consumidores finais de energia elétrica, assim como serviços que lhe venham a ser concedidos ou autorizados por qualquer título de direito e atividades associadas ao serviço público de energia, prestar serviços técnicos de sua especialidade e praticar os demais atos necessários à consecução de seu objetivo, sendo tais atividades regulamentadas e fiscalizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia MME. Para cumprir com as obrigações operacionais e administrativas, a Companhia conta com 1.100* empregados (1.304* em ), para atender a aproximadamente * consumidores ( * em ). (*) Informações não auditadas. As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade operacional normal dos negócios da Companhia. A administração da Companhia objetivando a melhoria dos resultados vem dando sequência às ações de implantação de ferramentas de gestão que visam a modernização e a redução de custos. De acordo com o Contrato de Concessão nº 07/2001 ANEEL, e termos aditivos celebrados, respectivamente, em 15 de maio de 2005 e em 08 de junho de 2009, com vigência até 7 de julho de 2015, que regula a exploração dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica na área de concessão da Companhia, define a Revisão Tarifária a cada 4 anos. A primeira revisão tarifária ocorreu no exercício de 2005, a segunda no exercício de 2009 e a terceira neste exercício de 2013 ( Nota 45). Durante o exercício de 2013, a Companhia efetuou diversos contratos de empréstimos para cobertura de déficit operacional com à sua holding Eletrobras, conforme descrito na Nota 16, e espera para o próximo exercício melhorar o fluxo de caixa de suas operações. A Companhia empreendeu a continuidade dos objetivos estratégicos e empresariais definidos no modelo de gestão estabelecido para as Empresas de Distribuição da Eletrobras. Destaque nesse exercício foram também as implementações das práticas de Governança Corporativa com foco na competitividade empresarial, como: Aumento da realização dos investimentos para melhoria da qualidade e redução das perdas técnicas e não técnicas; Combate a inadimplência com foco na diminuição do estoque dos débitos emblemáticos; Gerenciamento centralizado das questões jurídicas e regulatórias; Continuidade das ações do Projeto Energia +, de parceria com o Banco Mundial; Implantação de Plano de Incentivo ao Desligamento; Aumento do capital social pela integralização dos aportes da Eletrobras como Adiantamentos para futuro aumento de capital. As ações acima expostas influenciariam consideravelmente na consolidação de melhores resultados econômico e financeiro se não fossem as dificuldades vividas em face das exposições involuntárias no Mercado de Energia e os diversos acionamentos das Usinas Termelétricas, afetando todas as Distribuidoras de Energia Elétrica do país. Dentro das Novas Regras de Governança consta o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial CMDE, que reporta desafios nas seguintes dimensões: econômico-financeira, operacional, e socioambiental. Nele estão estabelecidos metas e resultados objetivando maior eficiência, robustez e rentabilidade financeira, bem com as condições de acompanhamento e monitoramento a vigorar até 31 de dezembro de 2017, conforme descrito a seguir: Consolidação da gestão integrada e realização do saneamento e equilíbrio econômico financeiro; Aumento da eficácia e eficiência operacional, melhoria da qualidade dos serviços, redução das perdas de energia e inadimplência; Modernização da estrutura organizacional e sistema de gestão, melhoria e integração dos processos administrativos, capacitação e profissionalização do quadro gerencial e técnico-administrativo das empresas. A Companhia está ciente dos desafios para 2014 e nesse contexto, confiando em seu corpo funcional, está pronta a concentrar seus esforços na melhoria do serviço prestado a seus consumidores, de modo a cumprir os compromissos com a sociedade, acionistas e fornecedores. As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade operacional normal dos negócios da Companhia, de acordo com o CPC 26. A emissão dessas demonstrações financeiras foi autorizada pelo Conselho de Administração, em 26 de março de

207 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 2. CONCESSÕES A Companhia detém a concessão para distribuição de energia elétrica em todos os municípios do Estado de Alagoas junto a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL mediante o Contrato de Concessão nº 07/2001-ANEEL, e termos aditivos celebrados, respectivamente, em 15 de maio de 2005 e em 8 de junho de 2009, com vigência até 7 de julho de Concessão Municípios Período de Concessão Distribuição /2001 a 07/07/2015 a) Prorrogação das Concessões de Serviço Público de Energia Elétrica Em 11 de setembro de 2012, o Governo Federal emitiu a Medida Provisória 579, regulamentada pelo Decreto 7.805, de 14 de setembro de 2012, que dispõe sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos encargos setoriais, sobre a modicidade tarifária, e dá outras providências. Por meio da aludida Lei, as concessões de energia elétrica, tratadas nos artigos 17, & 5º, 19 e 22 da Lei nº 9.074, de 07 de julho de 1995, cujos prazos de vencimento ocorreriam a partir de 2015, foram prorrogadas por mais 30 anos, conforme condições estabelecidas na referida Lei e nos respectivos Contratos de Concessão. A prorrogação considerou a antecipação do vencimento dessas concessões e assinatura de Termos Aditivos aos respectivos Contratos de Concessão com o Poder Concedente estabelecendo as novas condições; e pressupôs a aceitação expressa dos critérios de remuneração, alocação da energia e padrões de qualidade, constantes da Lei, estando ainda prevista à indenização dos ativos ainda não amortizados ou depreciados com base no valor novo de reposição VNR. A legislação prevê que as concessões de energia elétrica não prorrogadas por meio da aceitação das condições apresentadas pelo Poder Concedente, serão licitadas quando do encerramento do atual prazo ( ), na modalidade leilão ou concorrência, por até trinta anos. Em 15 de outubro de 2012, as distribuidoras cujas concessões vencerão em 2015, tiveram o direito de manifestar o interesse na prorrogação da concessão por um período adicional de 30 anos, o que fizeram no prazo estabelecido. Até o presente momento não foram regulamentados os critérios de prorrogação desses contratos pelo Poder Concedente e, portanto, não ocorreu a assinatura do contrato de concessão para as distribuidoras que manifestaram o interesse até 15 de outubro de 2012, o qual só ocorrerá quando do vencimento da atual concessão. Não há garantias de que o Poder Concedente aprovará prorrogação de acordo com as novas condições, dependendo de diversos critérios que serão analisados. Há previsão de indenização dos ativos não amortizados ao final da concessão. b) Impactos no negócio distribuição em geral Revisão tarifária extraordinária da Parcela A, com impactos a partir de 1º. de fevereiro de 2013, para capturar a redução dos custos de geração e transmissão decorrente das concessões prorrogadas (Nota 36.3); Redução ou eliminação de encargos regulatórios (CDE, CCC e RGR) (Nota 36.3). Potencial redução dos custos de geração e transmissão decorrente das concessões em fase de prorrogação; Os componentes: compra de energia, encargos setoriais e custo de transporte de energia fazem parte da Parcela A custos não gerenciáveis pela concessionária, na redefinição da tarifa que é feita a cada aniversário do contrato de concessão (anualmente), portanto não são esperadas alterações nas margens dessas concessionárias; Impacto no custo de compra de energia em função da alocação das cotas de garantia física de energia e potência das usinas hidrelétricas para o mercado regulado (cativo-distribuidoras), considerando a necessidade até então de compra de energia no mercado livre para cobrir a demandas dos consumidores (Nota 30); Conforme o artigo 27 da Lei /13 que altera o artigo 3º 16 da Lei nº /2009: 16 a quantidade de energia a ser considerada para atendimento ao serviço público de distribuição de energia elétrica nos sistemas isolados será limitada ao nível eficiente de perdas, conforme regulação da ANEEL. Para tanto, a Audiência Pública ANEEL nº AP-107/2012, que tem como objeto a obtenção de subsídios e informações adicionais para a definição do orçamento da Conta de Consumo de 206

208 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Combustíveis Fósseis CCC, para o ano de 2013, está com o seu período de contribuição, por intercâmbio documental, ainda não encerrado. Nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2012, apresentadas para fins de comparação, houve efeitos significativos em função da adoção do Ajuste ao Valor Novo de Reposição VNR como valor dos ativos vinculados à concessão remanescentes ao final da concessão, ou seja, não ainda depreciados e sujeitos à indenização do Poder Concedente (ativo financeiro). Em 2013, em função dos resultados 3º Ciclo de Revisão Tarifária (conforme Nota Explicativa no. 47), no que tange a definição do valor total da Base Remuneração Regulatória BRR e no aprimoramento da interpretação dos termos da Lei /2013, a Companhia decidiu pela baixa do ajuste à VNR sobre o ativo financeiro. Adicionalmente, a BRR foi utilizada na bifurcação dos ativos relacionados à infraestrutura, como base para determinar o valor dos ativos financeiro e intangível das concessões de distribuição de energia elétrica. Dessa forma, foram também baixadas as sobras contábeis relacionadas aos processos de avaliação definidos na Resolução Normativa n 367, de 2 de junho de 2009 e revertidas eventuais provisões por não recuperabilidade de ativos (impairment) contabilizadas antes de Após a bifurcação foi efetuado novo teste de recuperabilidade do ativo intangível, sendo este composto pela parcela dos ativos vinculados a concessão que será depreciada até 2015 (término da concessão), não sendo necessária a constituição de provisão por não recuperabilidade de ativos (impairment). Os efeitos oriundos destas alterações na Lei nº /2013 são como seguem: Ajuste ao valor novo de reposição - VNR dos ativos indenizáveis Baixa de sobras contábeis (16.323) Informações e decisões da Companhia Em atendimento a subcláusula primeira da Cláusula terceira do contrato de concessão nº 07/2001, a Companhia protocolou a correspondência CT PR 113/2012, de nas ANEEL o pedido de renovação do contrato de concessão, pelo prazo previsto em Lei que venha a disciplinar a matéria. Considerando o disposto no & 2º do Art. 2º do Decreto nº 7.805, de 14 de setembro de 2012, que regulamenta a Medida Provisória nº 579, de 11 de setembro de 2012, a Companhia ratificou através da correspondência CT PR 154/2012, de 24 de setembro de 2012, o interesse de prorrogação do Contrato de Concessão, manifestando concordância integral com as condições de prorrogação estabelecidas na Legislação. Dita manifestação tinha natureza preliminar, visando resguardar o direito das empresas à prorrogação, face ao prazo decadencial previsto do Decreto nº 7.805/12. É fato, contudo, que os estudos para a decisão final quanto à pretensão de serem assinadas as prorrogações dependeriam de informações que somente vieram a ser publicadas nos dia 01 e 29 de novembro de Em atendimento a subcláusula terceira da cláusula terceira do contrato de concessão, que prevê a manifestação sobre o requerimento de prorrogação até o 18º (décimo oitavo) dia, a ANEEL se manifestou através do Oficio Circular nº 01/2014 DR/ANEEL, de 17 de janeiro de 2014, informando que face a publicação da Lei nº , de 11 de janeiro de 2013 o requerimento encontra-se em análise, cabendo ao Poder Concedente decisão final sobre a aprovação ou rejeição de tal pedido. 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS As principais políticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações financeiras estão definidas abaixo. Essas políticas foram aplicadas de modo consistente nos exercícios apresentados salvo disposição em contrário. 3.1 Base de preparação As demonstrações financeiras foram preparadas considerando o custo histórico como base de valor e determinados ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo. As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs). As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com diversas bases de avaliação utilizadas nas estimativas contábeis. As estimativas contábeis envolvidas na preparação das Demonstrações Financeiras foram baseadas em fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da administração da Companhia para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações financeiras. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem a seleção de vidas úteis do ativo imobilizado e de sua recuperabilidade nas operações, avaliação dos ativos financeiros pelo valor justo, análise do risco de crédito para determinação da provisão para crédito de liquidação duvidosa, assim como da análise dos demais riscos para determinação de outras provisões, inclusive para contingências. 207

209 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados nas Demonstrações Financeiras devido ao tratamento probabilístico inerente ao processo de estimativa. A Companhia revisa suas estimativas e premissa periodicamente, não superior a um ano (Nota 4). a) Mudança nas políticas contábeis e divulgações A Companhia adotou todas as normas, revisões de normas e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs) que estavam em vigor em 31 de dezembro de As demonstrações financeiras foram preparadas utilizando-se do custo histórico como base de valor. Os seguintes pronunciamentos foram adotados pela primeira vez para o exercício iniciado em 1º de janeiro de 2013: CPC 26 (R1) IAS 1 Apresentação das Demonstrações Financeiras. A principal alteração é a separação dos outros componentes do resultado abrangente em dois grupos: os que serão realizados contra o resultado e os que permanecerão no patrimônio líquido. A alteração da norma é aplicável a partir de 1º de janeiro de O impacto previsto na sua adoção é somente de divulgação; CPC 33 (R2) Revisão - IAS 19 Benefícios a Empregados. Essa alteração foi incluída no texto do CPC 33(R1) Benefícios a Empregados. O objetivo desta Norma é prescrever a contabilização e divulgação de benefícios aos empregados e exige o reconhecimento de: (a) um passivo, quando um empregado tiver prestado serviço em troca de benefícios a serem pagos no futuro, e (b) uma despesa, quando a entidade consumir o benefício econômico decorrente do serviço prestado por um empregado em troca de benefícios aos empregados. Esta Norma é aplicada na contabilização de todos os benefícios aos empregados e está divulgada na nota 21. Não existem outras normas e interpretações emitidas e ainda não adotadas que possam, na opinião da Administração, ter impacto significativo no resultado ou no patrimônio divulgado pela Companhia. 3.2 Conversão de moeda estrangeira a) Moeda funcional e moeda de apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras são mensurados usando a moeda do principal ambiente econômico no qual a Companhia atua. A moeda funcional da Companhia é o Real, mesma moeda de preparação e apresentação das demonstrações financeiras. Os ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira, são convertidos para a moeda funcional (o Real) usando-se a taxa de câmbio vigente na data dos respectivos balanços patrimoniais. Os ganhos e perdas resultantes da atualização desses ativos e passivos verificados entre a taxa de câmbio vigente na data da transação e os encerramentos dos exercícios são reconhecidos como receitas ou despesas financeiras no resultado. b) Transações e saldos As operações com moedas estrangeiras são convertidas para a moeda funcional, utilizando as taxas de câmbio vigentes nas datas das transações ou nas datas da avaliação, quando os itens são mensurados. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação dessas transações e da conversão pelas taxas de câmbio do final do exercício, referentes a ativos e passivos monetários em moedas estrangeiras, são reconhecidos nas demonstrações do resultado. Os ganhos e as perdas cambiais relacionadas com empréstimos, caixa e equivalentes de caixa são apresentados na demonstração de resultado como receita ou despesa financeira. 3.3 Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários à vista e as aplicações financeiras com liquidez imediata e sujeito a risco insignificante de mudança de valor, classificadas como empréstimos e recebíveis. 3.4 Ativos financeiros A Companhia classifica seus ativos financeiros, no reconhecimento inicial, sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado, empréstimos e recebíveis disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. 208

210 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a) Ativo financeiro a valor justo por meio do resultado Os ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação. Um ativo financeiro é classificado nessa categoria se foi adquirido, principalmente, para fins de venda no curto prazo. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes. Os principais ativos financeiros reconhecidos pela Companhia são: caixa e equivalentes de caixa, clientes, cauções e depósitos vinculados e outras contas a receber. b) Empréstimos e recebíveis Os empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São apresentados como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem Clientes (Nota 6) e Caixa e equivalentes de caixa (Nota 5). c) Ativo financeiro disponíveis para venda Os ativos financeiros disponíveis para venda são não derivativos, que são designados nessa categoria ou que não são classificados em nenhuma das categorias anteriores. Eles são apresentados como ativos não circulantes, a menos que a administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. d) Impairment de ativos financeiros A Companhia avalia na data de cada balanço se há evidências objetiva de que um ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros está deteriorado. Um ativo ou grupo de ativos financeiros esta deteriorado e as perdas por impairment são incorridos somente se há evidência objetiva de impairment como resultado de um ou mais eventos ocorridos após o reconhecimento inicial dos ativos (um evento de perda ) e aquele evento (ou eventos) de perda tem um impacto nos fluxos de caixa futuros estimados do ativo financeiro ou grupo de ativos financeiros que pode ser estimado de maneira confiável. 3.5 Passivos financeiros São classificados como mantidos para negociação quando são adquiridos com a finalidade de venda ou recompra no curto prazo; parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que são gerenciados em conjunto e derivativo. É designado pela Companhia, no reconhecimento inicial, como mensurado ao valor justo por meio do resultado. Os passivos incluem Fornecedores (acrescidos dos encargos quando aplicável) e Financiamentos e empréstimos (mensurados pelo custo amortizado). 3.6 Clientes Engloba as contas a receber com fornecimento de energia elétrica faturado e não faturado, este por estimativa, serviços prestados, acréscimos moratórios e outros, até o encerramento do balanço, contabilizado com base no regime de competência. São considerados ativos financeiros classificados como empréstimos e recebíveis. As contas a receber de clientes e outros estão apresentadas líquidas da provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD reconhecida com base em estimativas da administração em valor considerado suficiente para cobrir as prováveis perdas. Os principais critérios definidos pela Companhia estão demonstrados na Nota 6, item Almoxarifado Os materiais e equipamentos em estoque, classificados no ativo circulante (almoxarifado de manutenção e administrativo), estão registrados ao custo médio de aquisição e não excedem os seus custos de reposição ou valores de realização. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela administração da Companhia. 3.8 Ativo financeiro concessões do serviço público Refere-se à parcela estimada dos investimentos realizados e não amortizados até o final da concessão classificada como um ativo financeiro por ser um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente decorrente da aplicação da Interpretação Técnica ICPC 01 Contratos de Concessão e da Orientação Técnica OCPC 05 Contratos de concessão. Essa parcela de infra-estrutura classificada como ativo financeiro é remunerada por meio do denominado custo de capital regulatório, que consiste na remuneração do investimento e que é cobrada mensalmente na tarifa aos clientes. 3.9 Intangível Compreende o direito de uso da infra-estrutura, construída ou adquirida pelo operador ou fornecida para ser utilizada pela outorgante como parte do contrato de concessão do serviço público de energia elétrica (direito de cobrar dos usuários do serviço público por ela prestado). 209

211 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A vida útil-econômica dos bens é estabelecida pela ANEEL, para efeitos de determinação da tarifa, bem como para apuração do valor da indenização dos bens reversíveis no vencimento do prazo da concessão. Essa estimativa é revisada periodicamente e aceita pelo mercado como uma estimativa razoável. A Companhia calcula e contabiliza as quotas de amortização com aplicação das taxas respeitando a vida útil estimada de cada bem, integrante do conjunto de bens tangíveis contidos na infra-estrutura de distribuição limitado ao prazo de concessão. Os novos ativos são registrados inicialmente no ativo intangível, mensurados pelo custo de aquisição. Quando da sua entrada em operação são bifurcados entre ativo financeiro e intangível Imobilizado É avaliado ao custo de aquisição ou construção, acrescido de juros capitalizados durante o período de construção, quando aplicável. As depreciações são calculadas pelo método linear de acordo com as taxas fixadas pela ANEEL. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear considerando os seus custos e seus valores residuais durante a vida útil estimada, como segue: Anos Edificações 30 Máquinas 25 Veículos 7 Móveis, utensílios e equipamentos

212 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Em função da adoção da Orientação Técnica OCPC 01, os valores registrados como ativo imobilizado referem-se basicamente a bens de uso administrativo. Os demais ativos geradores de receita e vinculados a concessão foram reclassificados para ativos financeiros e intangíveis. Os ganhos e as perdas de alienações são determinados pela comparação dos resultados com o seu valor contábil e são reconhecidos em Outros ganhos (perdas), líquidos na demonstração de resultado Outros investimentos Representam investimentos em bens imóveis, ações e quotas de direitos sobre a comercialização de obra audiovisual, que não se destinam ao objetivo da concessão e estão registrados pelo custo de aquisição, líquidos de provisão para perdas, quando aplicável Provisão para redução ao valor recuperável de ativos não financeiros A administração da Companhia revisa anualmente o valor contábil líquido dos ativos com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração, ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou de determinada unidade geradora de caixa é definido como sendo o maior entre o valor em uso e o valor líquido de venda. Na estimativa do valor em uso do ativo, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto, que reflita o custo médio ponderado de capital para a indústria em que opera a unidade geradora de caixa Financiamentos e empréstimos As obrigações em moeda nacional são atualizadas pela variação monetária e pelas taxas efetivas de juros, incorridos até as datas dos balanços, de acordo com os termos dos contratos financeiros, deduzidas dos custos de transação incorridos na captação dos recursos. Os custos de empréstimos atribuídos à aquisição, construção ou produção de ativos qualificados, nesse caso o ativo intangível correspondente ao direito de uso da infra-estrutura para a prestação do serviço público, estão incluídos no custo do intangível em curso até a data em que estejam prontos para o uso pretendido, conforme CPC 04 Ativo Intangível e CPC 20 Custos de Empréstimos. Todos os outros custos com empréstimos são reconhecidos no resultado do período, quando incorridos. Os ganhos decorrentes da aplicação temporária dos recursos obtidos com empréstimos específicos ainda não gastos com o ativo qualificável são deduzidos dos custos com empréstimos qualificados para capitalização. Os empréstimos são classificados como passivo circulante, a menos que a Companhia tenha um direito incondicional de diferir a liquidação do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço Fornecedores As contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos no curso normal dos negócios, sendo classificadas como passivos circulantes se o pagamento for devido no período de até um ano. Caso contrário, as contas a pagar são apresentadas como passivo não circulante. Elas são reconhecidas pelo valor justo. 211

213 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 3.15 Provisões As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou presumida) resultante de eventos passados, em que seja possível estimar os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório, considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação. Quando a provisão é mensurada com base nos fluxos de caixa estimados para liquidar a obrigação, seu valor contábil corresponde ao valor presente desses fluxos de caixa (em que o efeito do valor temporal do dinheiro é relevante). As provisões são mensuradas pelo valor presente dos gastos que devem ser necessários para liquidar a obrigação, usando uma taxa antes dos efeitos tributários, a qual reflita as avaliações atuais de mercado do valor do dinheiro no tempo e dos riscos específicos da obrigação. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tempo é reconhecido como despesa financeira. a) Provisão para obrigações legais vinculadas a processos judiciais As provisões judiciais são constituídas sempre que a perda for avaliada como provável, que ocasionaria uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança, levando em conta a opinião dos assessores jurídicos, a natureza das ações, similaridade com processos anteriores, complexidade e no posicionamento de Tribunais Benefícios pós-emprego A Companhia instituiu e patrocina a Fundação CEAL de Assistência Social e Previdência (FACEAL), caracterizada como uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), para a administração dos programas de benefícios pós-emprego, relativos a complementações previdenciárias. A Companhia tem planos de benefício definido e, também, de contribuição definida. Um plano de contribuição definida é um plano de pensão segundo o qual a Companhia faz contribuições fixas a entidade separada e não tem obrigações legais nem construtivas de fazer contribuições se o fundo não tiver ativos suficientes para pagar a todos os empregados os benefícios relacionados com o serviço do empregado no período corrente e anterior. Um plano de benefício definido é diferente de um plano de contribuição definida. Em geral, os planos de benefício definido estabelecem um valor de benefício de aposentadoria que um empregado receberá em sua aposentadoria, normalmente dependente de um ou mais fatores como idade, tempo de serviço e remuneração. Neste regime, as contribuições destinam-se à cobertura dos benefícios a serem pagos aos participantes, acumulados desde a data da sua admissão no plano, bem como para amortização dos benefícios relativos ao tempo anterior de serviço. Os benefícios previdenciários concedidos pela FACEAL são: - Suplementação de aposentadoria por invalidez - Suplementação de aposentadoria por tempo de serviço - Suplementação de aposentadoria por idade - Suplementação de pensão por morte - Suplementação de aposentadoria especial e de ex-combatente - Suplementação de abono anual Esses benefícios são garantidos através de dois planos: o primeiro, mais antigo, tem a característica de Plano de Benefício Definido BD, que garante renda vitalícia aos beneficiários. O outro, com a característica de Plano de Contribuição Definida CD, implantado a partir de 2008, garante rendas por prazos definidos de acordo com a capitalização ocorrida no período de atividade. Quanto ao programa diretamente gerenciado pela Companhia em benefício de antigos empregados não beneficiários da FACEAL, há a concessão de um pecúlio por morte e a cobertura de gastos com assistência médica, envolvendo uma população fechada. O passivo reconhecido no balanço patrimonial com relação aos planos de pensão de benefício definido é o valor presente da obrigação de benefício definido na data do balanço, menos o valor justo dos ativos do plano, com os ajustes de custos de serviços passados não reconhecidos. A obrigação de benefício definido é calculada anualmente por atuários independentes, usando o método da unidade de crédito projetada. O valor presente da obrigação de benefício definido é determinado mediante o desconto das saídas futuras estimadas de caixa, usando taxas de juros condizentes com os rendimentos de mercado, as quais são denominadas na moeda em que os benefícios serão pagos e que tenham prazos de vencimento próximos daqueles da respectiva obrigação do plano de pensão. O método da unidade de crédito projetada considera cada período de serviço como fato gerador de uma unidade adicional de benefício, que são acumuladas para o cômputo da obrigação final. Adicionalmente, são utilizadas outras premissas atuariais, tais como hipóteses biológicas e econômicas e, também, dados históricos de gastos incorridos e de contribuição dos empregados. Os ganhos e as perdas atuariais, decorrentes de ajustes com base na experiência e nas mudanças das premissas atuariais, são debitados ou creditados em Outros Resultados Abrangentes durante o período esperado de serviço remanescente dos funcionários. 212

214 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Os custos de serviços passados são imediatamente reconhecidos no resultado, a menos que as mudanças do plano de pensão estejam condicionadas à permanência do empregado no emprego, por um período de tempo específico (o período no qual o direito é adquirido). Nesse caso, os custos de serviços passados são amortizados pelo método linear durante o período em que o direito foi adquirido. Com relação aos planos de contribuição definida, a Companhia não tem nenhuma obrigação adicional de pagamento depois que a contribuição é efetuada. As contribuições são reconhecidas como despesa de benefícios a empregados, quando devidas Participação nos lucros A Companhia reconhece um passivo e uma despesa de participação nos resultados com base em acordo de metas operacionais e financeiras previamente estabelecidas Capital Social As ações ordinárias e as preferenciais são classificadas no patrimônio líquido. A Eletrobras é acionista majoritária da Companhia Lucro por ação O lucro por ação é calculado considerando o número médio ponderado de ações ordinárias em vigor durante o ano, de acordo com o pronunciamento CPC Adiantamento para futuro aumento de capital (AFAC) Adiantamento de recursos recebidos do acionista controlador e destinados a capital, concedidos em caráter irrevogável. São classificados como passivo exigível não circulante e reconhecidos inicialmente pelo valor justo e subsequentemente atualizados pela taxa SELIC (Nota 26) Encargos setoriais Os encargos setoriais são definidos em legislação especifica e suas quotas são fixadas pela ANEEL. a) Reserva Global de Reversão (RGR) Encargo do setor elétrico pago mensalmente pelas empresas concessionárias de energia elétrica, com a finalidade de prover recursos para reversão, expansão e melhoria dos serviços públicos de energia elétrica. Seu valor anual equivale a 2,5% dos investimentos efetuados pela concessionária em ativos vinculados à prestação do serviço de eletricidade, limitado a 3,0% de sua receita anual. Foi extinto a partir de 01 de janeiro de 2013 conforme Lei nº , de 11 de janeiro de b) Conta de Consumo de Combustível (CCC) Parcela da receita tarifária paga pelas distribuidoras, nos sistemas interligados com dupla destinação: pagar as despesas com o combustível usado nas térmicas que são acionadas para garantir as incertezas hidrológicas; e subsidiar parte das despesas com combustível nos sistemas isolados para permitir que as tarifas elétricas naqueles locais tenham níveis semelhantes aos praticados nos sistemas interligados. Extinta a partir de 01 de janeiro de 2013 conforme Lei nº , de 11 de janeiro de c) Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) Tem o objetivo de promover o desenvolvimento energético dos Estados e a competitividade da energia produzida, a partir de fontes alternativas, nas áreas atendidas pelos sistemas interligados, permitindo a universalização do serviço de energia elétrica. Os valores a serem pagos também são definidos pela ANEEL. Reduzida em 71% (2013 R$ e R$ 6.464) a partir de 01 de janeiro de 2013 conforme Lei nº , de 11 de janeiro de d) Programas de Eficientização Energética (PEE), Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) São programas de reinvestimento exigidos pela ANEEL para as distribuidoras de energia elétrica, que estão obrigadas a destinar, anualmente, 1% de sua receita operacional líquida para aplicação nesses programas. e) Taxa de Fiscalização do Serviço Público de Energia Elétrica (TFSEE) Os valores da taxa de fiscalização incidentes sobre a distribuição de energia elétrica são diferenciados e proporcionais ao porte do serviço concedido, calculados anualmente pela ANEEL, considerando o valor econômico agregado pelo concessionário. f) Encargo do Serviço do Sistema (ESS) 213

215 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Representa o custo incorrido para manter a confiabilidade e a estabilidade do Sistema Interligado Nacional para o atendimento do consumo de energia elétrica no Brasil. Esse custo é apurado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE e é pago pelos agentes da categoria consumo aos agentes de geração Imposto de renda e contribuição social A receita de prestação de serviço de distribuição de energia elétrica está sujeita a impostos, taxas e contribuições que são apresentados como deduções da receita bruta na demonstração do resultado. A tributação sobre o lucro compreende o imposto de renda e a contribuição social. O imposto de renda é computado sobre o lucro tributável na alíquota de 15%, acrescido do adicional de 10% para os lucros que excederem R$ 240 no período de 12 meses, enquanto que contribuição social é calculada à alíquota de 9% sobre o lucro tributável reconhecido pelo regime de competência, portanto as inclusões ao lucro contábil de despesas, temporariamente não dedutíveis, ou exclusões de receitas, temporariamente não tributáveis, consideradas para apuração do lucro tributável corrente geram créditos ou débitos tributários diferidos. As antecipações ou valores passíveis de compensação são demonstrados no ativo circulante ou não circulante, de acordo com a previsão de sua realização Ajuste a valor presente de ativos e passivo Os ativos e passivos monetários de longo prazo e os de curto prazo, quando o efeito é considerado relevante em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto, são ajustados pelo seu valor presente. 214

216 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) O ajuste a valor presente é calculado levando em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita, e em certos casos implícita, dos respectivos ativos e passivos. Dessa forma, os juros embutidos nas receitas, despesas e custos associados a esses ativos e passivos são descontados com o intuito de reconhecê-los em conformidade com o regime de competência de exercícios. Posteriormente, esses juros são realocados nas linhas de despesas e receitas financeiras no resultado por meio da utilização do método da taxa efetiva de juros em relação aos fluxos de caixa contratuais. As taxas de juros implícitas aplicadas foram determinadas com base em premissas e são consideradas estimativas contábeis Compromissos com o meio ambiente A capitalização de gastos referentes a demandas ambientais está consubstanciada nas previsões regulamentares do Manual de Contabilidade do Setor Elétrico, em atendimento às exigências dos órgãos públicos competentes para concessão das respectivas licenças que permitirão a execução dos projetos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente IBAMA é o principal órgão na esfera federal e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente SEDAM na esfera estadual. Na hipótese dos gastos decorrerem de questões ambientais, sem, no entanto, estarem relacionados a projetos de investimentos, o gasto é apropriado ao resultado como despesa operacional. O reconhecimento das obrigações assumidas obedece ao regime de competência, a partir do momento em que haja a formalização do compromisso, e são quitadas em conformidade com os prazos avençados entre as partes Subvenções governamentais subvenção da tarifa aos consumidores de baixa renda As subvenções econômicas do subsídio da baixa renda a ser ressarcida pelo fundo da CDE administrado pela Eletrobras são reconhecidas no resultado pelo regime de competência Reconhecimento da receita A receita compreende o valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercialização de produtos e serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos. a) Receita não faturada Corresponde à receita de fornecimento de energia elétrica, entregue e não faturada ao consumidor, e à receita de utilização da rede de distribuição não faturada, calculada em base estimada, referente ao período após a medição mensal e até o último dia do mês. b) Receita de construção A Interpretação Técnica ICPC 01 estabelece que o concessionário de energia elétrica deva registrar e mensurar a receita dos serviços que presta de acordo com os Pronunciamentos Técnicos CPC 17 Contratos de Construção (serviços de construção ou melhoria) e CPC 30 Receitas (serviços de operação fornecimento de energia elétrica), mesmo quando regidos por um único contrato de concessão. A Companhia contabiliza receitas e custos relativos a serviços de construção ou melhoria da infraestrutura utilizada na prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica. A margem de construção adotada é estabelecida como sendo igual à zero, considerando que: (i) a atividade fim da Companhia é a distribuição de energia elétrica; (ii) toda receita de construção está relacionada com a construção de infraestrutura para o alcance da sua atividade fim, ou seja, a distribuição de energia elétrica; e (iii) a Companhia terceiriza a construção da infraestrutura com partes não relacionada. Mensalmente, a totalidade das adições efetuadas ao ativo intangível em curso é transferida para o resultado, como custo de construção, após dedução dos recursos provenientes do ingresso de obrigações especiais. 215

217 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a) Receita financeira A receita financeira é reconhecida conforme o prazo decorrido pelo regime de competência, usando o método da taxa efetiva de juros. Quando uma perda (impairment) é identificada em relação a contas a receber, a Companhia reduz o valor contábil para seu valor recuperável, que corresponde ao fluxo de caixa futuro estimado, descontado à taxa efetiva de juros original do instrumento. Subsequentemente, à medida que o tempo passa, os juros são incorporados às contas a receber, em contrapartida de receita financeira. Essa receita financeira é calculada pela mesma taxa efetiva de juros utilizada para apurar o valor recuperável, ou seja, a taxa original do instrumento Demonstrações dos fluxos de caixa As demonstrações dos fluxos de caixa foram preparadas e estão apresentadas de acordo com o pronunciamento CPC 03 - Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstrações do valor adicionado (DVA) Essa demonstração tem por finalidade evidenciar a riqueza criada pela Companhia e sua distribuição durante determinado período e é apresentada, conforme requerido pela legislação societária brasileira, para empresa de capital aberto, como parte de suas demonstrações financeiras e como informação suplementar às demonstrações financeiras, pois não é uma demonstração prevista e nem obrigatória conforme as IFRSs. Foi preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis que servem de base de preparação das demonstrações financeiras e seguindo as disposições contidas no CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado. Em sua primeira parte apresenta a riqueza criada pela Companhia, representada pelas receitas (receita bruta das vendas, incluindo os tributos incidentes sobre a mesma, as outras receitas e os efeitos da provisão para créditos de liquidação duvidosa), pelos insumos adquiridos de terceiros (custo das vendas e aquisições de materiais, energia e serviços de terceiros, incluindo os tributos incluídos no momento da aquisição, os efeitos das perdas e recuperação de valores ativos, e a depreciação e amortização) e o valor adicionado recebido de terceiros (resultado da equivalência patrimonial, receitas financeiras e outras receitas). A segunda parte da DVA apresenta a distribuição da riqueza entre pessoal, impostos, taxas e contribuições, remuneração de capitais de terceiros e remuneração de capitais próprios Reapresentação das cifras comparativas Correção na apresentação Em 2013, foram identificados ajustes dos exercícios de 2012 e 2011, nos saldos de ativos financeiros concessões de serviços públicos e intangível relacionados a novos cálculos de bifurcação. A referida correção afetou o ativo não circulante e o patrimônio líquido; Em 2013 foram identificados ajustes do exercício de 2012 relacionados a Resolução Homologatória da ANEEL nº 1.406, de 21 de dezembro de 2012, que homologa as tarifas praticadas pela Eletrobras Termonuclear S/A - Eletronuclear, com vigência no período de 5 de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, e o diferencial entre a tarifa praticada e a de referência, em função da Lei nº , de 9 de dezembro de A referida correção afetou o passivo circulante, o não circulante e o patrimônio líquido. Os efeitos das correções e reclassificações nos exercícios de 2012 e 2011 estão demonstrados a seguir: 216

218 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a) Balanço patrimonial Como anteriormente apresentado Ajustes Reapresentado Como anteriormente apresentado Ajustes Reapresentado Ativo Circulante Não circulante (55.742) (38.938) (55.742) (38.938) Como anteriormente apresentado Ajustes Reapresentado Como anteriormente apresentado Ajustes Reapresentado Passivo e patrimônio líquido Circulante Não circulante Patrimônio líquido (72.056) (67.938) (38.938) (55.742) (38.938) b) Demonstração do resultado Como anteriormente apresentado Ajuste Reapresentado Receita Operacional Líquida Custo com Energia Elétrica ( ) (16.314) ( ) Custo de Operação ( ) (16.804) ( ) Custo de Construção ( ) ( ) Lucro Bruto (33.118) Despesas Operacionais ( ) ( ) Lucro do Serviço de Energia Elétrica ( ) (33.118) ( ) Resultado Financeiro Prejuízo operacional antes da lei /13 (94.462) (33.118) ( ) Ganho sobre a Lei / Lucro do exercício (83.828) (33.118) ( ) 217

219 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a) Demonstração dos fluxos de caixa Reclassificação do valor residual dos ativos imobilizado e intangível das atividades de investimentos para as atividades operacionais Como anteriormente apresentado Ajuste Reapresentado Caixa líquido aplicado nas atividades operacionais (36.386) (7.440) Caixa líquido aplicado nas atividades investimentos ( ) (28.946) ( ) Caixa líquido aplicado nas atividades financiamentos Aumento no caixa e equivalente de caixa b) Demonstração do resultado abrangente Como anteriormente apresentado Ajuste Reapresentado Prejuízo do exercício (83.828) (33.118) ( ) Outros componentes do resultado abrangente (76.592) (76.592) Total do resultado abrangente do exercício ( ) (33.118) ( ) c) Demonstração do valor adicionado Como anteriormente apresentado Ajuste Reapresentado Custo com energia ( ) (16.314) ( ) Depreciação e amortização (5.533) (16.804) (22.337) Prejuízo do exercício (83.828) (33.118) ( ) Normas novas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em vigor As seguintes novas normas e interpretações de normas foram emitidas pelo IASB mas não estão em vigor para o exercício de A adoção antecipada de normas, embora encorajada pelo IASB, não é permitida, no Brasil, pelo Comitê de Pronunciamento Contábeis (CPC). IFRIC 21 Taxas. A Interpretação esclareceu quando uma entidade deve reconhecer uma obrigação de pagar taxas de acordo com a legislação. A obrigação somente deve ser reconhecida quanto o evento que gera a obrigação ocorre. Essa interpretação é aplicável a partir de 1º de janeiro de 2014; 218

220 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) IFRS 9 Instrumentos Financeiros, aborda a classificação, a mensuração e o reconhecimento de ativos e passivos financeiros. O IFRS 9 foi emitido em novembro de 2009 e outubro de 2010 e substitui os trechos do IAS 39 relacionados à classificação e mensuração de instrumentos financeiros. O IFRS 9 requer a classificação dos ativos financeiros em duas categorias: mensurados ao valor justo e mensurados ao custo amortizado. A determinação é feito no reconhecimento inicial. Não há outras normas IFRS ou interpretações IFRIC que ainda não entraram em vigor que poderiam ter impacto significativo sobre a Companhia 4. JULGAMENTOS, ESTIMATIVAS E PREMISSAS CONTÁBEIS SIGNIFICATIVAS A preparação das demonstrações financeiras da Companhia requer que a administração faça julgamentos e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos, bem como as divulgações de passivos contingentes, na database das demonstrações financeiras. Contudo, a incerteza relativa a essas premissas e estimativas poderia levar a resultados que requeiram um ajuste significativo ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em períodos futuros. As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data do balanço, envolvendo risco significativo de causar um ajuste significativo no valor contábil dos ativos e passivos no próximo exercício financeiro, são discutidas a seguir: a) Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros Uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede o seu valor recuperável, o qual é o maior entre o valor justo menos custos de venda e o valor em uso. O cálculo do valor em uso é baseado no modelo de fluxo de caixa descontado. Os fluxos de caixa derivam do orçamento para os próximos cinco anos e não incluem atividades de reorganização com as quais a Companhia ainda não tenha se comprometido ou investimentos futuros significativos que melhorarão a base de ativos da unidade geradora de caixa objeto de teste. O valor recuperável é sensível à taxa de desconto utilizada no método de fluxo de caixa descontado, bem como aos recebimentos de caixa futuros esperados e à taxa de crescimento utilizada para fins de extrapolação. b) Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas A Companhia reconhece provisão para causas tributárias, cíveis e trabalhistas. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos Tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em novos assuntos ou decisões de Tribunais. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores significativamente divergentes dos registrados nas demonstrações financeiras devido às imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A administração da Companhia revisa suas estimativas e premissas em bases anuais. c) Provisões para créditos de liquidação duvidosa A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída de acordo com os procedimentos e critérios definidos pela administração que inclui a análise criteriosa das faturas de energia elétrica vencidas, para cobrir eventuais perdas na realização de valores a receber, com base em critérios definidos pela administração da Companhia. 219

221 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) d) Benefícios de planos de pensão O valor atual de obrigações de planos de pensão depende de uma série de fatores que são determinados com base em cálculos atuariais, que utilizam uma série de premissas. Entre as premissas usadas na determinação do custo (receita) líquido para os planos de pensão, está a taxa de desconto. Quaisquer mudanças nessas premissas afetarão o valor contábil das obrigações dos planos de pensão. A Eletrobras determina a taxa de desconto apropriada ao final de cada exercício. Esta é a taxa de juros que deveria ser usada para determinar o valor presente de futuras saídas de caixa estimadas, que dever ser necessárias para liquidar as obrigações de planos de pensão. Ao determinar a taxa de desconto apropriada, a Eletrobras considera as taxas de juros de títulos privados de alta qualidade, sendo estes mantidos na moeda em que os benefícios serão pagos e que tem prazos de vencimento próximo aos prazos das respectivas obrigações de planos de pensão. Outras premissas importantes para as obrigações de planos de pensão se baseiam, em parte, em condições atuais do mercado. e) Valor novo de reposição Nos termos da MP nº 579 de 2012, faz-se necessário o cálculo das indenizações do valor dos investimentos dos bens reversíveis ainda não amortizados ou não depreciados. A Companhia procedeu ao cálculo entre o valor justo contabilizado e o novo valor justo apurado, corrigido pelo IGPM e foram reconhecidos no resultado do exercício como receita R$ Na revisão tarifária que ocorreu em agosto de 2013, o ativo financeiro foi ajustado de acordo com base de remuneração homologada pela ANEEL. 5. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Fundos de caixa Recursos em contas bancárias Ordens de pagamento emitidas Numerário em trânsito Aplicação em mercado aberto As aplicações financeiras correspondem a operações realizadas com instituições que operam no mercado financeiro nacional e contratadas em condições e taxas normais de mercado, tendo como característica alta liquidez, baixo risco de crédito e com remuneração diária pela taxa extramercado. Os recursos são originários dos saldos disponíveis dos empréstimos contratados com a holding para o programa de investimentos da Companhia. Agente Financeiro Referência Vencimento Taxa % Caixa Econômica Extra Mercado Disponivel Renda variável Banco do Brasil S.A. BB Extra Mercado Disponível Renda variável A exposição da aplicação financeira a risco de taxa de juros está divulgada na Nota 44. No exercício de 2012 o saldo apresentou-se a maior, decorrente de recursos de financiamentos do Projeto Energia + e aportes para cobertura de déficit operacional, causando portanto uma variação negativa de 65,89% em relação ao exercício de CLIENTES As contas a receber de consumidores estão compostas da seguinte forma: a) Consumidores e concessionários circulante

222 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo circulante Saldos Vincendos Vencidas até 90dias Vencidas há mais de 90dias Total Fornecimento Faturado Privado Residencial Industrial Comercial Rural Público Poder Público Federal Estadual Municipal Iluminação Pública Serviço Público Fornecimento não faturado Serviço taxado Parcelamento de débitos (6 c) Acréscimo moratório Energia Livre Programa de redução do consumo de energia elétrica Arrecadação em classificação e outros Encargos de uso do sistema CCEE (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (6 b) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Ativo não circulante Parcelamentos de débitos (6 c) (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (6 b) (96.467) (96.467) (83.535) (38.065) (96.467)

223 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ao longo de ano de 2013, houve uma regressão na inadimplência decorrente das ações implementadas: negativação dos consumidores privados inadimplentes no SERASA, negativação dos consumidores públicos no CADIN, ampliação no volume de ajuizamento de cobraças judiciais para devedores relevantes, em especial clientes das classes industrial e poder público, manutenção da parceria do Tribunal de Justiça de Alagoas para cobranças de débitos atuais do setor sucro-alcooleiro, e transferência para perdas de contas incobráveis. b) Provisão para créditos de liquidação duvidosa Está reconhecida, em valor considerado suficiente pela administração, para cobrir as possíveis perdas na realização de créditos, cuja recuperação é considerada improvável. Para a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa, o saldo a receber dos clientes com débitos relevantes é analisado de forma individual, considerando a experiência da administração em relação às perdas efetivas com consumidores, a existência de garantias reais, a renegociação do débito e à situação do devedor, se em concordata e/ou falência. Os seguintes critérios para constituição do PCLD para os débitos de baixa tensão foram adotados: Consumidores de baixa tensão: Consumidores da classe residencial vencidos há mais de 90 dias; Consumidores da classe comercial vencidos há mais de 90 dias; Consumidores das classes: industrial, rural, poder público, iluminação pública e serviço público, vencidos há mais de 90 dias. Além disso, foi constituída provisão de 100% para os consumidores industriais que se encontram em processo de falência. Consumidores de alta tensão: Para os consumidores considerados relevantes foram provisionados todos os valores, após análise individualizada (garantias reais, devedor costumaz, renegociação de dívida, histórico de perdas, processos de concordata ou falência, idade de cada consumidor, etc). Foram considerados os seguintes critérios para constituição: Consumidores da classe residencial vencidos há mais de 60 dias; Consumidores da classe comercial vencidos há mais de 60 dias; Consumidores das classes: industrial, rural, poder público, iluminação pública e serviço público, vencidos há mais de 60 dias. Parcelamentos: Nos parcelamentos, a reversão do débito está sendo feita de forma gradativa até o pagamento da 3ª parcela, assim no recebimento da 4ª parcela ocorrerá a reversão do montante ainda registrado na PCLD. Renda não faturada: O entendimento da Administração é que os valores apresentados nas Demonstrações Financeiras tenham liquidez e que os riscos futuros sejam mínimos de realizações, desta forma se faz necessário estabelecer um valor adicional de provisão para cobrir perdas prováveis, mesmo que ainda não reconhecidas. 222

224 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A seguir a movimentação na provisão para créditos de liquidação duvidosa de clientes: Saldo no início do exercício ( ) ( ) ( ) Provisões constituídas (51.428) (85.293) (33.056) Baixa de títulos considerados incobraveis Saldo no fim do exercício ( ) ( ) ( ) Circulante ( ) ( ) ( ) Não circulante (96.467) (83.535) (38.065) ( ) ( ) ( ) Os saldos da provisão por classe de consumidores e devedores diversos estão demonstrados a seguir: Não Não Não Circulante circulante Circulante circulante Circulante circulante Consumidores Residencial Industrial Comercial Rural Poder Público Iluminação Pública Serviço Público Parcelamentos Programa de redução do Energia livre Encargo de uso da rede elétrica Renda não faturada Devedores diversos (Nota 13) c) Parcelamentos de créditos de energia elétrica Representam os valores resultantes da consolidação de parcelamentos de débitos de contas de fornecimento de energia vencidos de consumidores inadimplentes e com vencimento futuro, cobrados em contas de energia, conforme demonstrado a seguir: Não Não Não Circulante circulante Circulante circulante Circulante circulante Residencial Industrial Comercial Rural Poder Público Iluminação Pública Serviço Público Foram firmados com a Companhia de Abastecimento D Água e Saneamento de Alagoas CASAL quatro parcelamentos nº 002/2004 de 9 de janeiro de 2004 com 120 parcelas, nº 006/2008 de 28 de dezembro de 2008 com 240 parcelas, nº 02905/2012 de 06 de fevereiro de 2012 com 24 parcelas e nº 10506/2013 com 36 parcelas. 223

225 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Não Não Não Circulante circulante Circulante circulante Circulante circulante Termo de Confissão de dívida nº 002/ Termo de Confissão de dívida nº 006/ Termo de Confissão de dívida nº 2905/ Termo de Confissão de dívida nº 10506/ , A Companhia estima a realização do parcelamento de créditos de energia elétrica da seguinte forma: a) Encargos de uso do sistema da rede elétrica Refere-se a receita fatura a terceiros pelo uso das linhas, redes e subestações do sistema de distribuição b) Energia de curto prazo Após Todos os contratos de compra e venda de energia celebrados no mercado são registrados na CCEE que contabiliza as diferenças entre os montantes de energia elétrica contratados e os montantes de geração e de consumo efetivamente verificados e atribuídos a cada agente. As diferenças apuradas podem ser positivas ou negativas e serão liquidadas no Mercado de curto prazo e valoradas pelo PLD Preço de liquidação das diferenças. 7. TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Não Não Não Ref. Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS - Lei Complementar nº (1) Imposto de renda (2) Contribuição social (2) ICMS antecipado (-)AVP (380) (574) (342) (562) (247) (410) Retenções Lei nº / INSS Imposto de renda retido na fonte Imposto de renda estimado Contribuição social estimada Outros

226 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (1) Com base na Lei Complementar nº 102/2002, a Companhia vem registrando ICMS a recuperar no Controle de Apropriação de Crédito do ICMS do Ativo Permanente - CIAP, decorrente das aquisições de bens destinados ao ativo imobilizado, intangível. Tais créditos ficam disponíveis para serem compensados com o pagamento de ICMS sobre o faturamento mensal na razão de 1/48. Em 31 de dezembro de 2014, a Companhia estima a realização do ativo de acordo com a despesa esperada da seguinte forma: (2) O imposto de renda e a contribuição social antecipados correspondem aos montantes recolhidos, quando das apurações tributárias mensais, nos termos do artigo 2º da Lei 9.430, de 27/12/1996, além das antecipações de aplicações financeiras e órgãos públicos e retenção na fonte referente a serviços prestados. 8. DIREITO DE RESSARCIMENTO Em cumprimento da Lei Federal nº /2002 e da Resolução ANEEL nº 246/2002, a Companhia criou no exercício de 2003 o Programa de Tarifa Social. Este programa beneficia as famílias inscritas no Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome que tenham renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou até três salários mínimos quando houver, entre seus membros, portador de doença ou patologia cujo tratamento necessite de equipamentos que dependam do consumo de energia. Também são beneficiados os indígenas, quilombolas e aqueles que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BCP). Os valores das subvenções são apurados mensalmente e após homologação pela ANEEL os recursos financeiros são liberados pela Eletrobras. O saldo refere-se à provisão do mês de novembro e dezembro de A composição do saldo está apresentada abaixo: Saldo no início do exercício Valores homologados Valores recebidos (38.803) (40.073) (43.604) Saldo no fim do exercício ALMOXARIFADO O valor corresponde aos materiais em depósito, disponíveis para operação, manutenção e investimentos. O almoxarifado é demonstrado ao custo ou ao valor líquido de realização, dos dois o menor. O método de avaliação do almoxarifado é o da média ponderada móvel. O valor líquido de realização é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios, menos os custos estimados de conclusão e os custos estimados necessários para efetuar a venda. Estão classificados neste grupo os materiais e equipamentos em almoxarifado Almoxarifado Destinados a alienação Emprestados Resíduos e sucatas (-) Provisão para perdas em estoque (418) (1.359) (1.573)

227 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 10. CAUÇÕES E DEPÓSITOS VINCULADOS Cauções de depósitos vinculados - CCEE (a) Depósitos vinculados a lítigios (b) a) Refere-se a depósito de garantia numa conta a disposição da CCEE para liquidação da energia consumida no mês anterior e garantir o pagamento do mês subsequente no âmbito da CCEE. Em função da mudança nas regras de liquidação da CCEE, os depósitos de garantia estão sendo realizados no mês da liquidação. Anteriormente, a garantia era de 2 (dois) meses b) Refere-se a depósitos judiciais e bloqueios de processos da Justiça do Trabalho e da Justiça Civil. 11. SERVIÇOS EM CURSO Recuperação de transformador de força P&D - Pesquisa e desenvolvimento PEE - Programa de eficiência energética Outros Nesta rubrica estão contabilizados os gastos realizados com pesquisas e desenvolvimento e eficiência energética, enquanto os projetos não são encerrados. A variação refere-se a gastos com os programa P&D: nas áreas de meio ambiente; Eficiência Energética e Demand Response; Redes inteligentes; Planejamento; Operação; Supervisão; Controle e Proteção; Qualidade e confiabilidade dos serviços de energia elétrica; medição, faturamento e combate as perdas comerciais, e no Programa de Eficiência Energética: Programas voltados para conscientização, uso racional da energia elétrica e substituição de equipamentos ineficentes uitilizados pela população, obedecendo à tipologia Residencial Baixa renda e Educacional do Programa de Eficiência Energética da ANEEL. 226

228 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 12. OUTROS Não Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Serviços prestados a terceiros Recomposição tarifária extraordinária Empréstimos CEAL/SEINFRA FINSOCIAL Precatório Proc. Nº Rendas a receber (a) COSIP (b) Subvençãomensal CDE descontos ( c) tarifários Proinfa (d) Outros (350) (-) PCLD (2.667) (5.118) (3.091) (5.118) (1.743) (5.118) a) Rendas a receber refere-se a valores a receber em decorrência do uso mútuo de postes pelas empresas de telefonia e internet; b) Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública COSIP Valores faturados do serviço de iluminação pública. c) Subvenção mensal CDE refere-se a subvenção de CDE para custear descontos tarifários. Este valor refere-se ao mês de dezembro a ser repassado pela Eletrobras até o dia 10 de janeiro de 2014, conforme Resolução Homologatória nº 1.606, de 27 de agosto de 2013 ver nota 29.d; d) Proinfa refere-se ao pagamento antecipado da quota de janeiro de 2014, conforme Resolução Homologatória nº 1666/2013, de 10 de dezembro de Será transferido para despesa de encargos setoriais em janeiro de ATIVO FINANCEIRO CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO O contrato de concessão de Serviços Públicos de Energia Elétrica nº07/2001, de 15 de julho de 2001, celebrado entre a União (Poder Concedente Outorgante) e a Companhia (Concessionário Operador) regulamentam a exploração dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica pela Companhia. Ao final da concessão os ativos vinculados à infra-estrutura devem ser revertidos ao Poder Concedente mediante pagamento de uma indenização. Essa indenização refere-se ao ativo financeiro a receber pela Companhia no âmbito da concessão, decorrente da aplicação do modelo financeiro. Com base nas características estabelecidas no contrato de concessão de distribuição de energia elétrica da Companhia, a administração entende que estão atendidas as condições para a aplicação da Interpretação Técnica ICPC 01 Contratos de Concessão, a qual fornece orientações sobre a contabilização de concessões de serviços públicos a operadores privados, de forma a refletir o negócio de distribuição elétrica, abrangendo: (a) (b) Parcela estimada dos investimentos realizados e não amortizados ou depreciados até o final da concessão classificada como um ativo financeiro por ser um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente; e Parcela remanescente à determinação do ativo financeiro (valor residual) será classificada como um ativo intangível em virtude de a sua recuperação estar condicionada à utilização do serviço público, neste caso, do consumo de energia pelos consumidores. A infraestrutura recebida ou construída da atividade de distribuição é recuperada através de dois fluxos de caixa, a saber: (a) parte através do consumo de energia efetuado pelos consumidores (emissão do faturamento mensal da medição de energia consumida/vendida) durante o prazo da concessão; e (b) parte como indenização dos bens reversíveis no final do prazo da concessão, esta a ser recebida diretamente do Poder Concedente ou para quem ele delegar essa tarefa. Essa indenização será efetuada com base nas parcelas dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados, que tenham sido realizados com o objetivo de garantir a continuidade e atualidade do serviço concedido. De acordo com a Lei nº /2013, o cálculo utilizou como base a metodologia do valor novo de reposição. 227

229 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) O cálculo do valor novo de reposição levou em consideração os bens do ativo financeiro em serviço, passivos de remuneração com data base em 31 de dezembro de Valor histórico Em serviço Obrigações especiais Valor líquido Valor histórico Em curso Obrigações especiais Valor líquido Total Saldo em (91.697) (51.933) Adições (5.081) Reclassificação (89.934) (89.934) (89.934) Transferências (12.231) (71.053) (58.798) Baixas (1.622) (1.622) (1.622) Saldo em ( ) (44.759) Adições (4.004) Valor novo de reposição Reclassificação (13.511) (13.511) (13.511) Transferências (26.724) ( ) (78.450) Baixas (920) (920) (920) Saldo em ( ) (22.198) Adições (12.311) Valor novo de reposição Reclassificação (8.858) (1.079) Transferências (16.275) (62.723) (46.448) Baixas (6.481) Saldo em ( ) (98.311) (*) As reclassificações entre os grupos Financeiro, Intangível e Imobilizados ocorreram em função da implantação da Resolução ANEEL nº 367/2009 e mudança das taxas de depreciação. 228

230 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 14. INTANGÍVEL Com a adoção da ICPC 01, os ativos fixos tangíveis das concessões foram reclassificados para a rubrica de intangíveis das concessões ICPC 01. Este grupo é formado por intangível Concessão que corresponde ao direito de uso da concessão (bens do Imobilizado os quais foram bifurcados), conforme demonstrado a seguir: Em serviço Custo Amortização Obrigações Especiais Em Serviço Direito uso da concessão ( ) (70.466) Em Curso Direito uso da concessão (792) ( ) (71.258) A movimentação do intangível está demonstrada a seguir: Em serviço Adições Baixas Reclassificação (*) Transferências (- ) Amortização Ativo Intangível (54.228) (16.304) Amortização acumulada ( ) ( ) (82) (34.967) ( ) Obrigações especiais (73.033) (78.972) (1.225) (70.466) Amortização das obrigações especiais (7) (6.930) (7.536) (23.231) Em curso Ativo Intangível (8.288) (4.617) Obrigações especiais (6.985) (2.169) (927) (791) (7.208) (3.392) (6.930) (14.744) (23.231) (*) As reclassificações entre os grupos Financeiro, Intangível e Imobilizados ocorreram em função da implantação da Resolução ANEEL nº 367/2009 e mudança das taxas de depreciação. Os critérios utilizados para amortização do ativo intangível preveem de forma estimada o período da vida útil de cada bem contido na infraestrutura de distribuição. Assim, esses bens são amortizados individualmente, respeitando a vida útil de cada um deles, limitada ao prazo de vencimento da concessão. O valor residual de cada bem que ultrapassa o prazo do vencimento da concessão está alocado como ativo financeiro de indenização. O detalhamento da rubrica de Direito e Uso de Concessão está demonstrada a seguir: DISTRIBUIÇÃO Intangível em Serviço (-) Amortização ( ) ( ) ( ) (-) Obrigações especiais (70.467) (78.972) (73.033) Amortização das obrigações especiais Intangível em Curso (-) Obrigações especiais (792) (2.169) (6.985) Total A ANEEL é responsável por estabelecer a vida útil-econômica estimada de cada bem integrante da infraestrutura de distribuição, para efeitos de determinação da tarifa, bem como para apuração do valor da indenização dos bens reversíveis no vencimento do prazo da concessão. Esta estimativa é revisada periodicamente e aceito pelo mercado como uma estimativa razoável/adequada para efeitos contábeis e regulatórios e que representa a melhor estimativa de vida útil dos bens. 229

231 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A administração da Companhia entende que a amortização do ativo intangível deve respeitar a vida útil estimada de cada bem integrante do conjunto de bens tangíveis contidos na infraestrutura. Assim sendo, esses bens dever ser amortizados de forma linear, respeitando a vida útil limitada ao prazo de vencimento da concessão. O valor residual de cada bem que ultrapassa o prazo do vencimento da concessão está alocado como ativo financeiro de indenização. Obrigações vinculadas à concessão do Serviço Público de Energia Elétrica As obrigações especiais (não remuneradas) representam as contribuições da União, dos Estados, dos Municípios e dos Consumidores, bem como as doações não condicionadas a qualquer retorno em favor do doador e as subvenções destinadas a investimentos na concessão do serviço público de energia elétrica na atividade de distribuição. Estão sendo amortizadas às mesmas taxas de amortização dos bens que compõem a infra-estrutura, usando-se uma taxa média, a partir do segundo ciclo de revisão tarifária periódica. Provisão do valor de recuperação dos ativos (impairment) A Companhia avaliou o valor de recuperação dos seus ativos com base no valor presente do fluxo de caixa futuro estimado. Os valores alocados às premissas representam a avaliação da administração sobre as tendências futuras do setor elétrico e são baseadas tanto em fontes externas de informações como dados históricos. O fluxo de caixa foi projetado com base no resultado operacional e projeções da Companhia até o término da concessão, tendo como principais premissas: Crescimento orgânico compatível com os dados históricos e perspectivas de crescimento da economia brasileira; e Taxa média de desconto obtida através de metodologia usualmente aplicada pelo mercado, levando em consideração o custo médio ponderado de capital. O valor recuperável dos bens não vinculados à concessão supera seu valor contábil, e, portanto, não há perdas por desvalorização a serem reconhecidas. 230

232 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 15. IMOBILIZADO Valor histórico Valor líquido % Taxas de depreciação Depreciação Em serviço Imobilizado (2.657) ,00 Edificações, obras civis e benfeitorias (5.199) ,66 Máquinas e equipamentos (6.095) ,97 Veículos (4.766) ,29 Móveis e utensílios (5.182) ,25 Terrenos (23.899) Em curso Imobilizado Edificações Máquinas e equipamentos Veículos 110 Móveis e utensílios (23.899) A movimentação do imobilizado está demonstrada a seguir: Adição Reclassifi cação Baixas Transferências (- ) Depreciação Em serviço (5.991) (-) Depreciação acumulada (20.203) (21.675) (5.904) (23.899) Em curso (1.437) (2.311) (5.904) (*) As reclassificações entre os grupos Financeiro, Intangível e Imobilizados ocorreram em função da implantação da Resolução ANEEL nº 367/2009 e mudança das taxas de depreciação. A Companhia calcula e contabiliza as quotas de depreciação para seus bens com aplicação das taxas, de acordo com a Resolução Normativa ANEEL nº 474, de 07 de fevereiro de As principais taxas anuais por atividade são: Taxa anual de depreciação Comercialização/Administração (%) Edificações 3,33 Veículos 14,29 Equipamentos de informática 16, FINANCIAMENTOS E EMPRÉSTIMOS Os empréstimos e financiamentos obtidos são reconhecidos pelo valor justo no recebimento dos recursos, líquido dos custos da transação e passam a ser mensurados pelo custo amortizado, sendo acrescido de encargos, juros e variações monetárias e/ou cambiais, incorridos. As obrigações com empréstimos e financiamentos estão demonstradas a seguir: 231

233 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a) Composição b) Detalhamento dos Financiamentos e empréstimos (1) Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras Não Não Circulante Total Circulante Circulante Total Circulante Não Circulante Circulante Total Moeda nacional Empresas do grupo Eletrobras (1) Instituições financeiras (2) BNDES BIC CEF Banco do Brasil Outros Faceal (3) Moeda estrangeira Instituições financeiras Lloyds Bank (2) Total geral

234 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Taxa de juros (% a.a) Não circulante Total Circulante Programa de Obras Realizadas Data de Contrato assinatura ECF-1575/97-RGR 05/11/97 6,50+2, ECF-1595/97-RGR 13/11/97 5,00+1, ECF-1517/97-RGR 05/11/97 5,00+1, ECF-1693/98-RGR 14/05/98 6,50+2, ECF-1760/98-RGR 01/07/98 6,50+2, ECF-1862/99-RGR 23/03/99 6,50+2, ECF-1891/99-RGR 31/05/99 6,50+2, ECF-1895/99-RGR 05/07/99 6,50+2, ECF-1957/99-RGR 27/12/99 5,00+2, ECF-1971/00-RGR 05/05/00 5,00+1, ECF-2053/00-RGR 21/08/00 5,00+1, ECF-1958/00-RGR 08/11/00 5,00+2, ECF-2070/00-RGR 18/04/01 5,00+2, ECF-2129/02-RGR 24/04/02 5,00+2, ECF-2263/02-RGR 09/12/02 5,00+2, ECFS-004/04-RGR 27/05/04 5,00+1, ECF-2335/04-RGR 12/05/04 5,00+2, ECF-2336/04-RGR 12/08/04 5,00+2, ECF-2337/04-RGR 12/08/04 5,00+2, ECF-2510/05-RGR 27/10/05 5,00+1, ECFS-107/05-RGR 14/12/05 5,00+1, ECF-2511/05-RGR 19/01/06 5,00+2, ECF-2519/05-RGR 19/01/06 5,00+2, ECF-2565/06-RGR 27/07/06 5,00+2, ECF-2567/06-RGR 20/06/06 5,00+2, ECF-2581/06-RGR 31/07/06 5,00+2, ECFS-171/07-RGR 28/02/07 5,00+1, ECF-2632/07-RGR 04/10/07 5,00+2, ECF-2638/07-RGR 04/10/07 5,00+2, ECF-2646/07-RGR 22/10/07 5,00+2, ECF-2649/07-RGR 22/10/07 5,00+2, ECFS-196/07-RGR 07/11/07 5,00+1, ECFS-242/08-RGR 04/12/08 5,00+1, Programa de Obras em Curso ECF-2543/06-RGR 04/04/06 5,00+2, ECF-2647/07-RGR 22/10/07 5,00+2, ECF-2922/11-RGR 05/04/11 5,00+2, ECF-2940/11-RGR 28/07/11 5,00+2, ECFS-2650/07-RGR 13/11/07 5,00+2, ECFS-250/09-RGR 21/08/09 5,00+1, ECFS-2867/10-RGR 12/08/10 5,00+2, ECFS-2881/10-RGR 18/01/11 5,00+2, ECFS-2825/11-RGR 12/05/10 5,00+1, ECFS-326/12-RGR 04/06/11 5,00+1, ECFS-311/10-RGR 09/11/10 5,00+1, Outros Programas ECF-891/12-RO 03/10/12 SELIC+0, ECF-2901/10 -BIRD 05/05/11 BIRD ECF-2987/11-RO 13/04/12 SELIC+0, ECF-2761/09-RO 11/08/09 SELIC ECF-2860/10-RO 30/05/10 SELIC+0, ECF-2876/10-RO 24/10/10 SELIC+0,05 ECF-2880/10-RO 30/11/10 SELIC+0, ECF-2900/10-RO 28/12/10 SELIC+0, ECF-2917/11-RO 19/03/11 SELIC+0, ECF-2971/11-RO 16/11/11 SELIC+0, ECF-2976/11-RO 16/12/11 SELIC+0, ECF-2950/11-RO 30/09/11 SELIC+0, ECF-3027/12-RO 24/10/11 SELIC+0, ECF-3012/13-RO 03/12/12 SELIC+0, ECF-3051/13-RO 31/07/13 SELIC+0, ECF-3070/13-RO 09/09/13 SELIC+0, ECF-3059/13-RO 09/09/13 SELIC+0, ECF-3078/13-RO 29/10/13 SELIC+0, ECF-3071/13-RO 09/09/13 SELIC+0, ECF-3073/13-RO 29/10/13 SELIC+0, ECF-3077/13-RO 29/10/13 SELIC+0, ECF-3087/13-RO 29/10/13 SELIC+0, ECF-3093/13-RO 24/10/13 SELIC+0, ECF-3095/13-RO 24/10/13 SELIC+0, ECF-3094/13-RO 24/10/13 SELIC+0, ECF-3099/13-RO 28/11/13 SELIC+0, ECF-3100/13-RO 28/11/13 SELIC+0, Resolução 895/13 09/12/13 SELIC+0, ECF-3104/13-RO 09/12/13 SELIC+0, Resolução 947/13 19/12/13 SELIC+0,

235 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Estes empréstimos foram originados de recursos do FINEL e RGR, dado como garantia a Receita própria e notas promissórias, e são liquidados no dia 30 de cada mês. Esses empréstimos foram destinados a obras diversas: subtransmissão, iluminação pública, Implantação do sistema comercial, distribuição, Programa Luz para Todos, combate a perdas, recuperação do sistema elétrica, Projeto Energia +; bem como para capital de giro, devolução do programa luz para todos, liquidação de faturas da CCEE e pagamento das rescisões do Plano de Desligamento Incentivado. (2) Instituições Financeiras Contrato Data de Assinatura Saldo Taxa de Juros (%a.a.) Moeda Index. P.R.* Objetivo BNDES - Rolagem 01/01/94 TJLP Banco do Brasil 26/06/ CDI/OVER R$ 1 Conta garantida BIC 25/05/10 CDI+5,91 R$ 18 Conta garantida CEF 13/09/ CDI/OVER Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Refinanciamento de empréstimo para aplicação na expansão do sistema elétrico, incidindo spread de 8% ao ano sobre a TJLP. A amortização realizada em 240 parcelas mensais a partir de Banco do Brasil Empréstimo contratado com o objetivo de capital de giro, sob a forma de conta garantida, atualizado pelo CDI/OVER; Banco da Indústria e Comércio Empréstimos contratados com o objetivo de capital de giro, amortizado em 36 parcelas mensais com vencimento final em 17/06/2013, atualizado pela taxa de juros de 5,91% a.a. + CDI. Caixa Econômica Federal Empréstimo contratado com o objetivo de capital de giro sob a forma de conta garantida, com encargos financeiros de CDI/OVER. Lloyd Bank A reestruturação da dívida em moeda estrangeira, junto a Secretaria do Tesouro Nacional, de médio e longo prazo referente aos financiamentos sob amparo da Lei nº 4.131/1962 está demonstrada no quadro a seguir. Nos bônus Discount Bond e Par Bond existem garantias depositadas nos valores de R$ 77 e R$ 109 em (em R$ 68 e R$ 95), respectivamente, contabilizados em outros ativos realizáveis em longo prazo. Contrato Data de Assinatura Saldo Taxa de Juros (%a.a.) Moeda Index. P.R.* Objetivo Debt Conv. 31/12/97 7/8 de 1 US$ dólar 1 Refinanciamento 25 C. Bond 31/12/ US$ dólar 5 Refinanciamento Discont Bond 31/12/ /16 de 1 US$ dólar 1 Refinanciamento Par Bond 31/12/ US$ dólar 1 Refinanciamento * Prestações Restantes (3) Fundação CEAL de Assistência Social e Previdência - FACEAL Na condição de patrocinadora da Fundação, a Companhia atualizou a consolidação e repactuação da dívida acumulada até o exercício de 1996, junto àquela Fundação, decorrente de contribuições não liquidadas tempestivamente até então. O novo contrato assinado em prevê o pagamento da dívida em 120 parcelas e encargos com base na variação do INPC e juros de 1% ao mês sobre o saldo corrigido. A Companhia mantém o pagamento das parcelas rigorosamente atualizado. 234

236 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Contrato Data de Assinatura Saldo Taxa de Juros (%a.a.) Moeda Index. P.R.* Objetivo FACEAL 31/07/ ,68 R$ INPC 43 Dívida * Prestações Restantes c) Composição dos financiamentos e empréstimos por indexador Variação no Período Part. Variação no Período Part. Variação no Período (%) Valor (%) (%) Valor (%) (%) Valor Moeda nacional INPC 5, ,36 4, ,85 6, ,61 FINEL 1, ,63 1, ,08 1, ,57 RGR , , ,03 SELIC/RO 38, ,09 (28,94) ,98 (2,53) ,42 Outros , , , , , ,72 Moeda estrangeira Dólar ,18 16, ,23 12, ,28 d) Vencimento das parcelas não circulante dos financiamentos e empréstimos Part. (%) , , ,00 Moeda Nacional Moeda Estrangeira Total Após

237 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) e) Mutações dos financiamentos e empréstimos Não Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Saldo no inicio do exercício Ingressos Encargos Variação monetária (195) Transferências ( ) (15.560) (11.291) Amortizações (96.872) (61.346) (29.796) FORNECEDORES Reapresentado (Nota 3.28) Não Circulante Não Circulante Circulante Circulante Circulante Encargos de uso do sistema de transmissão Fornecedores de energia elétrica (a) Energia livre (b) Câmara de comercialização de energia elétrica - CCEE (c) Materiais e serviços (d) Não Circulante a) Fornecedores de energia elétrica Correspondem a obrigações com fornecedores de energia adquiridas em contratos bilaterais, contratos de leilões, CCEAR, Angra I e Angra II e Cotas de garantia Física. Através da Resolução Homologatória nº 1.406, de 21 de dezembro de 2012 a ANEEL homologou as tarifas praticadas pela Eletronuclear, com vigência no período de 05 de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, e o diferencial entre a tarifa praticada e a de referência, em função da lei nº , de 09 de dezembro de 2009 no valor de R$ , e concedeu a Furnas o direito de fatura as concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. Através da Resolução Homologatória nº 1.585, de 13 de agosto de 2013, o valor foi reajustado para R$ b) Energia Livre Durante o período de racionamento houve comercialização de energia elétrica não contratada denominada energia livre. Entendendo-se como tal a energia ofertada no sistema elétrico não proveniente dos contratos iniciais, ou equivalentes, e nos contratos bilaterais. Através do Despacho nº 2.517, de 26 de agosto de 2010 a ANEEL fixou os montantes finais do Repasse de Energia Livre. O saldo remanescente é decorrente do Mandado de Segurança Coletivo impetrado pela ABRADEE com pedido de liminar Processo nº Em 28 de setembro de 2010 foi deferido à antecipação da tutela recursal e em 22 de novembro de 2010 a liminar foi deferida. Em 24 de maio de 2013 foi negado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região o agravo de instrumento nº /DF. A composição do saldo está demonstrada a seguir: CEEE Cemig

238 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) c) CCEE Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE curto prazo CCEE MCSD CCEE- Contrato de garantia física CCEE - Cotas partes Angra I e II Encargo de energia de reserva Curto prazo - refere-se a créditos da comercialização de energia à curto prazo na CCEE, informados a partir da medição e registro da energia fornecida no sistema elétrico interligado. O saldo refere-se à contabilização da fatura de novembro (liquidada em 08/01/2014) e fatura de dezembro (liquidada em 06/02/2014). Mecanismo de Compensação de Sobra e Déficit MCSD Estabelecido pelo art. 29 do Decreto nº 5.163/2004, viabiliza a redução ou compensação dos valores de CCEARs (Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado). O saldo em 2012 refere-se à provisão da fatura de dezembro. EER- Encargos de Energia de Reserva Através do Decreto nº 6.353, de , foi regulamentada a contração da EER. Conforme definição da CCEE como a energia destinada a aumentar a segurança no fornecimento de energia elétrica ao SIN, provenientes de energia elétrica oriunda de empreendimentos de geração especificamente destinados a essa finalidade. Contrato de Garantia Física A MP 579, de 11 de setembro de 2012, convertida na Lei nº , de 11 de janeiro de 2013, dispõem sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Conforme o disposto na MP, os empreendimentos de geração hidrelétrica, alcançadas pela mesma, terão alocada por meio de cotas, a totalidade de sua garantia física às concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional SIN, e receberão remuneração por tarifa regulada pela ANEEL. A Liquidação financeira centralizada é feita pela CCEE, considerando o rateio entre as concessionárias de geração. A ANEEL através da Resolução Homologatória nº 1.410, de 24 de janeiro de 2013 estabeleceu as cotas partes para o ano de O saldo refere-se a fatura de dezembro de Cotas partes Angra I e II Referem-se à energia comercializada com as concessionárias de distribuição de energia elétrica adquirentes das cotas partes da produção disponibilizada para o Brasil. As concessionárias de distribuição que atuem no Sistema Interligado Nacional SIN estão obrigadas a adquirir a energia elétrica gerada por Angra I e Angra II, conforme disposto no Art. 11 da Lei nº , de 09 de dezembro de 2009: A partir de 1º de janeiro de 2013, o pagamento à Eletronuclear da receita decorrente da geração da energia de Angra 1 e 2 será rateado entre todas as concessionárias, permissionárias ou autorizadas de serviço público de distribuição no Sistema Interligado Nacional - SIN, conforme regulamentação - Parágrafo único: A receita de que trata o caput será decorrente de tarifa calculada e homologada anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. A ANEEL através da Resolução Homologatória nº 1.407, de 21 de dezembro de 2013 estabeleceu as cotas partes para o ano de O saldo refere-se a fatura de dezembro de d) Materiais e Serviços Corresponde às obrigações com fornecedores de materiais e prestadores de serviços contratados, de modo a realizar operações e manutenções do sistema de distribuição de energia elétrica para atender a área de concessão. 237

239 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 18. TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Não Não Não Ref. Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante ICMS ISS INSS e outras contribuições sociais FGTS PASEP COFINS Retenções IRPJ sobre empréstimos e terceiros Parcelamento ordinário (1) Programa excepcional - PAEX (2) (1) Parcelamento ordinário Débito com a Fazenda Nacional conforme Processo Administrativo nº / , referente a crédito de IPI da Usina Caeté utilizado para pagamento de tributos federais e indeferido pela Receita Federal. O saldo devedor será pago em 59 parcelas mensais iniciadas em junho de Para efeito de pagamento as prestações serão acrescidas de juros equivalentes a taxa SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir da data do deferimento até o mês anterior ao pagamento, e de um por cento relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. As regras do programa estabelecem como condição de permanência no mesmo a obrigatoriedade do pagamento regular de impostos e contribuições. O valor do parcelamento também está registrado no Ativo Não circulante, tendo em vista o acordado com a Usina, em que esta se compromete a indenizar e ressarcir qualquer cobrança que seja feita a Companhia, conforme cláusula Décima Quinta Indenização e Ressarcimento. (2) Parcelamento excepcional - PAEX O débito consolidado do PAEX está sendo pago em 120 e 130 parcelas mensais e consecutivas, iniciado em setembro de 2006, e atualizado pela variação da TJLP, das quais já foram liquidadas 88 parcelas. As regras do programa estabelecem como condição de permanência no mesmo a obrigatoriedade do pagamento regular de impostos e contribuições. PAEX 120 meses PAEX 130 meses Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total A adesão ao Parcelamento Excepcional PAEX, em 13/09/2006, teve como fatores determinantes às condições vantajosas determinadas pela Medida Provisória nº 351 de 29/06/2006, dentre elas o alongamento do prazo de pagamento e a mudança de indexado (SELIC - Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia para TJLP Taxa de Juros em Longo Prazo), os valores declarados correspondem a débitos de tributos e contribuições sociais à Secretaria da Receita Federal SRF, conforme demonstrado a seguir: meses 130 meses Total 120 meses 130 meses Total 120 meses 130 meses Total PIS/PASEP COFINS Período 29/09/06 à 30/09/11 Atualizações - TJLP Amortização (1.145) (14.705) (15.850) (986) (12.674) (13.660) (827) (10.640) (11.467) OBRIGAÇÕES ESTIMADAS Contabilização da estimativa das obrigações em potencial referentes a férias e encargos devidas aos empregados, sem prejuízo da remuneração mensal, na vigência do contrato de trabalho, e dos encargos sociais incidentes sobre as obrigações trabalhistas, provisionadas e contabilização dos impostos calculados sobre a receita gerada pelo valor novo de reposição. 238

240 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Férias Encargos sobre férias Plano de incentivo ao desligamento - PID (a) (a) Previsão das verbas rescisórias de 16 funcionários que aderiram ao Plano de incentivo ao desligamento PID com saída programada para outubro e novembro de OBRIGAÇÕES DE RESSARCIMENTO Descrição Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública - COSIP (a) Devolução de recursos CDE - LPT (b) ECFs 171/2007-3ª tranche ECFs 196/2007-4ª tranche ECFs 242/2008-5ª tranche ECFs 250/2009-6ª tranche Total a) Contribuição para custeio do serviço de iluminação pública COSIP Tributo que incide sobre a prestação do serviço de iluminação pública, efetuada pelos Municípios, no âmbito do seu território, instituído pelo Art. 149-A da Constituição Federal. Estas contribuições são cobradas nas contas de energia e quando arrecadadas são repassadas as Prefeituras Municipais. 239

241 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) b) Devolução de recursos CDE PLpT Refere-se a valores recebidos e não utilizados no Programa Luz para Todos, cuja devolução é feita através de confissão de dívida entre a Companhia e a Eletrobras. Os valores apresentados estão corrigidos pela taxa SELIC. 21. BENEFÍCIO PÓS-EMPREGO A Companhia instituiu um programa de benefícios complementares aos concedidos pelo Regime Geral da Previdência Social, cuja administração cabe à Fundação CEAL de Assistência Social e Previdência - FACEAL, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, caracterizada como entidade fechada de previdência complementar, instituída e patrocinada pela Companhia, conforme exigências da legislação brasileira. Os benefícios previdenciários concedidos pela FACEAL nos termos do regulamento são: - Suplementação de aposentadoria por invalidez - Suplementação de aposentadoria por tempo de serviço - Suplementação de aposentadoria por idade - Suplementação de pensão por morte - Suplementação de aposentadoria especial - Suplementação de abono anual Esses benefícios são garantidos através de dois planos: o primeiro, mais antigo, que tem a característica de Plano de Benefício Definido Plano BD, que garante renda vitalícia aos beneficiários. O outro, com a característica de Plano de Contribuição Definida Plano CD, iniciado a partir de 2008, garante rendas por prazos definidos de acordo com a capitalização ocorrida no período de atividade. Quanto ao programa diretamente gerenciado pela Companhia em benefício de antigos empregados não beneficiários da FACEAL, há a concessão de um pecúlio por morte e a cobertura de gastos com assistência médica, envolvendo uma população fechada. A avaliação desse programa especial foi efetuada com base no valor presente da reserva matemática correspondente aos benefícios em favor dessa população. Tendo em vista a anterioridade da população e sua característica fechada, a Tábua de Mortalidade adotada nesse programa especial foi a AT-83. Os ativos dos planos CD e BD são mantidos separadamente daqueles da Companhia e são contabilizados e controlados pela FACEAL. Os registros contábeis e as notas explicativas, decorrentes dos cálculos atuariais, foram consignados com base no laudo atuarial emitido por atuário independente. a) Plano de Contribuição Definida (CD) Plano 01-B O plano CD, por sua vez, oferece basicamente os mesmos benefícios do Plano BD, abaixo descrito, entretanto sem paralelo direto com os salários da atividade. Constitui um plano de acumulação de poupanças durante a fase da vida ativa na companhia, com reversão em renda de aposentadoria. Esse regime contributivo estabelece aportes mensais por parte de empregados e da empresa, com base em plano de custeio atuarial préconcebido. Considerada a característica desse plano, o regime é mantido em permanente equilíbrio, com cotizações individuais balizadas pelo valor dos ativos financeiros, não gerando a obrigação pós-emprego. Em 31 de dezembro de 2013, as contribuições feitas pela Companhia, para a constituição das provisões matemáticas de benefícios do Plano CD atingiram R$ ( R$ 6.654). b) Plano de Benefício Definido (BD) Plano 01-A Em resumo, no plano BD, os benefícios são concedidos com base no salário de atividade. O programa garante a concessão de um patamar mínimo de renda. O perfil populacional dos participantes do Plano BD está abaixo demonstrado: Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Avaliação atuarial CVM 600 (a) Contribuição suplementar da patrocinadora (b)

242 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) DADOS POPULACIONAIS Participantes ativos 1.1. Participantes - nº Idade Média 48, Salário Médio em R$ 2.534, ,37 2. Aposentados 2.1. Participantes Aposentados - nº Idade Média 68, Benefício Médio em R$ 1.578, ,15 3. Pensionistas 3.1. Participantes Pensionistas - nº Benefício Médio em R$ 707,16 563,18 População Total c) Termos de Compromissos Dívidas contratadas A Companhia, em razão de insuficiência de cobertura das obrigações decorrentes de direitos relativos ao tempo de serviço já completado pelos beneficiários até a data deste balanço, subscreveu, com a entidade de previdência privada administradora do programa, um Contrato de Dívidas cujos saldos devedores na data de 31/12/2013, 31/12/2012 e 01/01/2012 eram respectivamente R$ , R$ e R$ Essa dívida está sendo amortizada em 100 parcelas, a partir de setembro de 2008, sendo compensada com os resultados atuariais do programa a cada ano Programa de Assistência à Saúde Além dos programas previdenciários, a Companhia mantém dois outros benefícios pós emprego: seguro de vida em grupo e assistência médica aos aposentados por invalidez. No seguro de vida em grupo, os aposentados arcam com 100% do prêmio contratado em apólice, enquanto para os ativos há uma participação financeira de 80% pela Companhia. Esse prêmio, todavia, é equalizado para toda massa segurada, incluindo ativos e inativos. Quando calculado de forma independente esse prêmio revela existência de subsidio indireto para a massa de aposentados, gerando uma obrigação pós-emprego avaliada neste relatório. O programa de assistência médica da Companhia para os inativos é restrito à massa aposentada por invalidez. A avaliação do compromisso pós-emprego da Companhia relativamente a esse benefício considera as hipóteses de entrada em invalidez dos atuais empregados ativos, em conformidade com a tábua biométrica adotada, supondo-se um ônus futuro compatível com o custo atual do benefício Efeitos do Plano BD, Assistência Saúde e Seguro 241

243 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Hipóteses Atuariais e Econômicas Hipóteses Econômicas A taxa global de retorno esperada corresponde à média ponderada dos retornos esperados das várias categorias de ativos de cada plano. A avaliação do retorno esperado realizada pela Administração tem como base as tendências históricas de retorno e previsões dos analistas de mercado para o ativo durante a vida da respectiva obrigação. O atual retorno dos ativos do plano BD foi de R$ (2012 R$ ). (i) Taxa de juros de longo prazo Taxa de juros de desconto atuarial anual 11,99% 8,26% Taxa de juros real de desconto atuarial anual 6,35% 3,22% Projeção de aumento médio dos salários 7,41% 6,99% Projeção de aumento médio dos benefícios 5,30% 4,89% Taxa médica de inflação anual 5,30% 4,89% Expectativa de retorno dos ativos do plano 11,99% 8,26% Hipóteses Demográficas Taxa de rotatividade 0,00% 0,00% Tábua de mortalidade de ativos e inativos AT-2000 AT-2000 Tábua de mortalidade de inválidos AT-83 AT-83 Tábua de invalidez Light fraca Light fraca % de casados na data de aposentadoria 95% 95% Diferença de idade entre homens e mulheres 4 anos 4 anos A definição dessa taxa considerou a prática de mercado dos títulos do Governo Federal, conforme critério recomendado pelas normas nacionais e internacionais, para prazos similares aos dos fluxos das obrigações do programa de benefícios, no chamado conceito de Duration Planos de Benefícios em 31 de dezembro O plano de benefício normalmente expõem a Companhia a riscos atuariais, tais como risco de investimento, risco de taxa de juros, risco de longevidade e risco de salário. Risco de investimento Risco de taxa de juros Risco de longevidade Risco de salário O valor presente do passivo do plano de benefício definido é calculado usando uma taxa de desconto determinada em virtude da remuneração de títulos privados de alta qualidade; se o retorno sobre o ativo do plano for abaixo dessa taxa, haverá um déficit do plano. Atualmente, o plano tem um investimento relativamente equilibrado em fundos de investimento de renda fixa, ações e realizáveis, considerando os limites por segmento de aplicação de acordo com as diretrizes da Resolução n do Conselho Monetário Nacional e as suas alterações, além dos critérios de segurança, liquidez, rentabilidade e maturidade do plano. Uma redução na taxa de juros dos títulos aumentará o passivo do plano. Entretanto, isso será parcialmente compensado por um aumento do retorno sobre os títulos de dívida do plano. O valor presente do passivo do plano de benefício definido é calculado por referência à melhor estimativa da mortalidade dos participantes do plano durante e após sua permanência no trabalho. Um aumento na expectativa de vida dos participantes do plano aumentará o passivo do plano. O valor presente do passivo do plano de benefício definido é calculado por referência aos salários futuros dos participantes do plano. Portanto, um aumento do salário dos participantes do plano aumentará o passivo do plano. 242

244 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A conciliação dos passivos dos planos de benefícios estão apresentadas a seguir: a) Conciliação de benefícios definidos - Valores reconhecidos no balanço patrimonial e demonstração do resultado do exercício Plano BD Saúde Total Plano BD Saúde Total Valor presente das obrigações atuariais parciais ou totalmente cobertas Valor justo dos ativos do plano (-) ( ) ( ) ( ) ( ) Passivo (Ativo) líquido ( ) (78.576) Efeito da restrição sobre o ativo Valor do passivo (ativo) de benefício pós emprego Custo do serviço corrente (404) (404) Custo de juros sobre as obrigações atuariais (6.848) (3.961) Valor do passivo (ativo) de benefício pós emprego (7.252) (4.365) 243

245 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A movimentação do valor presente das obrigações e do valor presente do ativo dos planos de benefícios no exercicio corrente estão apresentada a seguir: Alterações nas obrigações 2013 Descritivo Plano BD Saúde Total Valor das obrigações atuariais no início do ano Custo de serviços correntes líquidos Custo de juros Benefícios pagos (7.386) (4.992) (12.378) (Ganhos) perdas decorrentes de remensuração (21.514) (12.394) (Ganhos) perdas atuariais decorrentes de mudança de premissas demográficas (Ganhos) perdas atuariais decorrentes de mudanças de premissas financeiras (32.471) (75.385) ( ) (Ganhos) perdas atuariais decorrentes de ajustes pela exeperiência Valor presente das obrigações atuariais ao final do ano Valor justo dos ativos no início do ano Receita de juros Contribuições patronais Contribuições de participantes do plano Benefícos pagos/adiantados (7.386) (4.991) (12.377) Ganhos (perdas) decorrentes da remensuração (10.477) (10.477) Retorno sobre ativos do plano (excluindo valores incluidos em receita de juros) Valor justos dos ativos no fim do exercício

246 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Alterações nas obrigações 2012 Descritivo Plano BD Saúde Total Valor das obrigações atuariais no início do ano Custo de serviços correntes líquidos Custo de juros Benefícios pagos/adiantados (7.431) (3.805) (11.236) (Ganhos) perdas decorrentes de remensuração Valor presente das obrigações atuariais ao final do ano Valor justo dos ativos no início do ano Receita de juros Contribuições patronais Contribuições de participantes do plano Benefícos pagos/adiantados (7.431) (3.805) (11.236) Ganhos (perdas) decorrentes da remensuração Retorno sobre ativos do plano (excluindo valores incluidos em receita de juros) Valor justos dos ativos no fim do exercício As principais categorias de ativos do plano no final do período de relatório e que impactam o retorno dos ativos do plano são apresentadas a seguir: Categoria de ativo Disponível 70,00 Realizável previdenciário Investimento em renda fixa Investimento em renda variável Empréstimos e financiamentos Recursos a receber do patrocinador (7.434) Outros (-) Exigíveis previdenciários (904) (821) (-) Exigíveis de investimentos (140) (-) Exigíveis contingencial (10.847) (-) Fundo administrativo (2.787) Total dos ativos garantidos Os valores justos dos instrumentos de capital e de dívida são determinados com base em preços de mercado cotados em mercado ativos enquanto os valores justos investimentos imobiliários não são baseados em preços de mercado cotados em mercados cativos. BD 245

247 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Resumo dos impactos reconhecidos em outros resultados abrangentes Outros resultados abrangentes (ORA)acumulados Programa previdenciário Programa de saúde Total Descritivo Plano BD Saúde Total Remensuração do valor líquido do passivo de benefício definido reconhecidos no ORA do exercício 2013 Ganhos (perdas) atuariais decorrentes de mudanças de premissas demográficas - Ganhos (perdas) atuariais decorrentes de mudanças de premissas financeiras Ganhos (perdas) atuariais decorrentes de ajustes pela experiência (10.957) (87.779) (98.736) Retorno sobre ativos do plano (10.478) (10.478) Ajustes a restrição ao ativo de benefício definido (15.921) (15.921) Componentes de custo de benefício definido reconhecidos em outros resultados abrangentes (4.885) (12.394) (17.279) Descritivo Plano BD Saúde Total Remensuração do valor líquido do passivo de benefício definido reconhecidos no ORA do exercício 2012 Ganhos (perdas) atuariais no valor das obrigações Retorno sobre ativos do plano (17.549) (17.549) Ajustes a restrição ao ativo de benefício definido Valor presente das obrigações atuariais ao final do ano Contribuições patronais esperadas para o próximo exercício A Companhia espera contribuir com R$ para o plano de benefícios definidos durante o próximo exercício. 246

248 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A duração média ponderada da obrigação de benefícios definido é de 6,78 anos. Análise dos vencimentos esperados de benefícios não descontados de planos de benefício definido: 21.4 Efeitos da variação de um ponto percentual nas premissas atuariais significativas As premissas atuariais significativas para a determinação da obrigação definida são: taxa de desconto, aumento nos custos médicos, aumento salarial esperado e mortalidade. As análises de sensibilidade a seguir foram determinas com base em mudanças razoavelmente possíveis das respectivas premissas ocorridas no fim do período do relatório, mantendo-se todas as premissas constantes. Plano de Benefício Definido Se a taxa de desconto fosse 0,25% mais alta (baixa), a obrigação de benefício definido teria redução de R$ (aumento de R$ 2.020); Se a expectativa de vida aumentasse (diminuísse) em um ano para homens e mulheres, a obrigação de benefício definido teria um aumento de R$ (redução de R$ 1.623). Plano de Saúde Se os custos médicos fossem 0,25% mais alta (baixa), a obrigação de benefício definido teria redução de R$ (aumento de R$ ) Plano de demissão incentivada PID Previsão de R$ referente ao ressarcimento do Plano de Saúde para os funcionários que aderiram o PID, conforme incentivo definidos no Plano (Nota 31). 22. ENCARGOS SETORIAIS Trata-se de valores realizáveis ou exigíveis em decorrência de contrato de concessão, definidos em legislação específica e suas quotas são fixadas pela ANEEL para assegurar, dentre outros objetivos, o equilíbrio econômico financeiro da concessão Quota para RGR (a) Quota para CCC (b) Quota para CDE Variação da quota RGR Taxa de fiscalização (d) a) De acordo com o Art. 21 da MP 579, de 12 de setembro de 2012, convertida em Lei nº , de 11 de janeiro de 2013, as distribuidoras de energia ficam desobrigadas, a partir de 1º de janeiro de 2013, do recolhimento da quota anual da RGR. Através do Despacho nº 34, de 10 de janeiro de 2013 a ANEEL revogou os Despachos que fixaram as quotas. O saldo referese aos juros do mês de dezembro de 2013, fixada pela ANEEL através do Despacho nº 298, de 11 de fevereiro de b) Através da Resolução Homologatória nº 1.445, de 24 de janeiro de 2013 Art. 6º, a ANEEL determina a isenção do pagamento da quota anual da CCC a partir do mês de fevereiro de 2013; 247

249 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) c) A variação da quota RGR no exercício de 2011 corresponde à diferença a menor apurada nos recolhimentos da Reserva Global de Reversão - RGR, referente aos exercícios de 2010 e 2011; No exercício de 2012 com a extinção da quota, foi revertido todo o valor provisionado; d) Através do Despacho nº 2.093, de 04 de julho de 2013, a ANEEL fixou o valor da Taxa de Fiscalização para o período de agosto de 2013 a julho de O saldo refere-se à quota do mês de dezembro/ PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Não Não Não Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante Circulante P&D - FNDCT P&D - MME Ressarcimento ICMS P&D - Recursos a aplicar PEE - Recursos a aplicar Programa de Eficiência Energética e Pesquisa e Desenvolvimento São programas de reinvestimentos exigidos pela ANEEL para as distribuidoras de energia elétrica, que estão obrigadas a destinar 1% de sua receita operacional liquida para esses programas, conforme Resolução nº 300/2005. Os valores são constituídos a partir do reconhecimento dos itens que compõem a Receita Operacional Líquida ROL, conforme Resolução 300/2005, alterada pelas Resoluções nº 504/2012, de 14 de agosto de 2012 e nº 556/2013, de 18 de junho de O saldo não aplicado dos Programas é atualizado mensalmente, a partir do 2º mês subsequente ao seu reconhecimento, deduzidos dos valores aplicados nas ODS, até o momento efetivo do encerramento do projeto, com base na taxa SELIC. 248

250 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ressarcimento ICMS Provisão dos recursos para custear o ressarcimento de Estados e Municípios que tiverem perda de receita, decorrente da arrecadação de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados para geração de energia elétrica, nos vinte e quatro meses seguintes à interligação dos respectivos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional SIN, conforme determinação da ANEEL através da Resolução Normativa nº 410, de 24 de agosto de 2010, com vigência até 31 de dezembro de PROVISÃO PARA CONTINGÊNCIAS As provisões para contingências são baseadas na estimativa da opinião dos nossos consultores jurídicos das possíveis indenizações por ações cíveis, tributárias e trabalhistas que se acham em tramitação em diversas instâncias de decisão judicial. Probabilidade de perda provável Ref Trabalhistas (1) Cíveis (2) Tributárias (3) Probabilidade de perda possível Ref Trabalhistas (1) Cíveis (2) Tributárias (3) a) Mutações das provisões para contingências: Constituição Pagamento / reversão Trabalhistas (1.246) Cíveis (15.552) Tributárias (16.798)

251 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) b) Quantidade de processos judiciais em andamento: Juizados especiais Justiça do trabalho Justiça estadual Justiça federal Outros (1) Trabalhistas Nesse agrupamento, a Companhia figura nos processos basicamente na qualidade de Ré, vez que geralmente o que se discute na Justiça do Trabalho são diversas ações movidas contra a Companhia por ex-empregados, empregados do quadro atual e terceirizados, envolvendo principalmente: adicional de periculosidade, diferença de adicional de periculosidade, diferença salariais, férias, férias proporcionais, gratificação de função, horas extras, verbas rescisórias, plano Bresser, multa compensatória de 40% sobre saldo dos expurgos inflacionários depositados em conta vinculada de ex-obreiros, indenização por danos morais decorrentes de acidentes de trabalho e reintegração de demitidos Provável Possível Remota (2) Cíveis Nas ações cíveis o maior número de processos diz respeito à recuperação de crédito (cobrança, execução etc.), estando à Companhia no pólo ativo da demanda, e a responsabilidade civil (indenizações por danos materiais, morais etc.), quando a Companhia figura no pólo passivo da relação processual. 250

252 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ref Probabilidade de perda Provável Indenização (a) Repetição de indébito (d) Execucação fiscal/embargos (e) Juizados especiais (f) Outros (g) Probabilidade de perda Possível Indenização (a) Ação civil pública (b) Revisional de contratos (c) Repetição de indébito (d) Execucação fiscal/embargos (e) Juizados especiais (f) Outros (g) Probabilidade de perda Remota Indenização (a) Ação civil pública (b) Repetição de indébito (d) Execucação fiscal/embargos (e) Juizados especiais (f) Outros (g) (a) Indenização: agrupamento dos processos que envolvem pedido de indenização por danos morais ou materiais. Os fatos geradores mais comuns são: acidentes nos sistemas de transmissão de energia elétrica do Sistema Elétrico de Potência, com ou sem óbito; defeitos na prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica, com danificação de aparelhos elétricos dos consumidores; interrupção indevida do fornecimento de energia elétrica; inclusão indevida do consumidor nos cadastros de inadimplentes. (b) Ação Civil Pública: agrupamento das ações que envolvem a suposta coação ilegal de autoridade revestida nas atribuições do poder concedente (interrupção do fornecimento de energia elétrica, negativa de ligação de consumidor ao Sistema Elétrico de Potência etc.) e as ações de interesse público, que induzem à participação do Ministério ou Defensoria Pública (defesa de direitos coletivos difusos). (c) Revisional de Contratos: agrupamento das ações propostas pelos consumidores que entendem existir algum problema ou erro com o contrato firmado com a concessionária. (d) Repetição de Indébito: agrupamento de ações propostas com consumidores que alegam ter pago à concessionária mais do que era efetivamente devido, e através das referidas ações, pedem a devolução do pagamento supostamente indevido. (e) Execução fiscal/embargos: agrupamento das ações propostas pelas Fazendas Públicas (Municipal, Estadual e Federal) objetivando cobrar da concessionária eventuais dívidas, em geral de natureza tributária. (f) Juizados especiais: ações cíveis tramitando no Juizado Especial no montante estimado de R$ , sendo R$ avaliados como de perda provável. Referem-se a: cancelamento de dívida, declaração de nulidade, indenização por danos morais, indenização por danos materiais, renegociação de dívida, repetição de indébito, revisão de consumo. (g) Outros: agrupamento das demais ações não incluídas nos tópicos nominados especificamente seja na esfera administrativa (PROCON, Procuradorias etc.), seja na esfera judicial. A variação é decorrente do aumento dos processos em andamento. 251

253 ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO ALAGOAS NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (3) Tributárias Causas tributárias ICMS Baixa Renda Apesar da demanda em epígrafe se tratar ainda de lide administrativa, sem interferência do Judiciário, destacamos sua importância. Auto de Infração nº a SEFAZ notificou a Companhia para a falta de recolhimento do ICMS da subclasse Baixa Renda, porém, relativa ao período de 2003 a 2005, sendo argüida perante a autoridade administrativa preliminar de decadência, desta vez, referente ao período de janeiro a maio de Defesa apresentada em A 2ª Câmara do Conselho acolheu a preliminar de decadência referente ao período de janeiro a junho/2003, conforme Acórdão nº P-289/2011 de Interpusemos Recurso Especial Administrativo junto a SEFAZ, porém o resultado do julgamento foi mantido, não existindo mais qualquer recurso administrativo. Diante da situação apresentada, ajuizamos Ação Anulatória de Lançamento Fiscal com pedido de antecipação de tutela, que tomou o número e tramita na 17ª Vara Cível de Maceió - AL. A antecipação de tutela foi negada, decisão contra a qual interpusemos recurso de agravo de instrumento. Agravo de instrumento nº de 23/08/2012, determinando suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia possui provisão constituída no montante de R$ em relação a esse assunto. A Companhia tem ações de natureza tributária, cível e trabalhista, envolvendo riscos de perdas classificados pela administração como possíveis, com base na avaliação de seus assessores legais, para as quais não há provisão constituída: a) Trabalhistas PLANO BRESSER O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas no Estado de Alagoas, na qualidade de substituto processual, aforou reclamação trabalhista em favor dos empregados da Companhia, visando o recebimento de supostas diferenças salariais, ocorridas em virtude da implantação do denominado Plano Bresser (Decreto-Lei nº 2.335/87). O pedido teve amparo perante a Egrégia Segunda Junta de Conciliação e Julgamento de Maceió-AL, decisão esta confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, estando a decisão transitado em julgado. 252

254 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ocorre que, na execução da sentença, o Juízo da 2ª Vara do Trabalho de Maceió entendeu a época que não deveria haver limitação a data-base da categoria, o que extraordinariamente oneraria a execução. Daí o risco avaliado de perda ser provável quanto a avaliação de perda limitada a data base, pois o julgamento da limitação da database da categoria dar-se-á com a continuidade da execução. Conforme a OJ/TST (SDI i) Nº 262, não ofende à coisa julgada a limitação à data-base da categoria, na fase executória, da condenação ao pagamento de diferenças salariais decorrentes de planos econômicos. O pagamento de diferenças salariais foi limitado à data base através da Súmula 322 do TST que estabelece: os reajustes salariais decorrentes dos chamados gatilhos e URPs, previstos legalmente como antecipação, são devidos tão somente até a data-base de cada categoria. Ressalta-se que entre as medidas judiciais cabíveis, foram apresentados Embargos à Execução, o que permitiria o exame da limitação dos cálculos à data base da categoria, procedimento também adotado pela Advocacia Geral da União. Acrescente-se a isso o fato de a União ter ingressado no feito como assistente, o que reforça a defesa da Companhia na busca pela limitação à data base, bem como a decisão datada de 15 de março de 2011, do TRT da 19º Região, proc , da Companhia de Abastecimento de Águas e Saneamento de Alagoas CASAL, que houve a limitação à data base. A Companhia tem constituída provisão para contingências em relação a esse assunto, no montante de R$ b) Tributárias Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia possui provisão constituída no montante de R$ em relação a esse assunto. Imposto sobre transmissão causa mortis e doação Imposto cobrado pela Secretaria Executiva da Fazenda quando do recebimento de bens, a título de doações, feitas por consumidores. Auto de Infração nº , lavrado em 22/11/2004, referente aos meses de janeiro, junho, setembro, outubro, novembro e dezembro de 1998, resultando no Processo nº /2004. Como não existe previsão legal para os exercícios de 1999 a 2003, conforme Decisão nº /08, conclui-se que o mesmo se aplica ao exercício de 1998, portanto, este foi considerado como improcedente. Foi obtida Decisão Administrativa nº /12, concluindo-se pela extinção do crédito tributário em face da decadência. Atualmente, o processo está aguardando julgamento do Conselho de Contribuintes, sendo o valor atualizado até 31 de dezembro de 2012 de R$ 734. Auto de Infração nº , lavrado em 22/11/2004, referente ao período de fevereiro a dezembro de 1999; janeiro, março, abril, junho, julho, agosto, novembro e dezembro de 2000; exercício de 2001; de fevereiro a dezembro de 2003; janeiro, fevereiro, março, abril, junho, julho, agosto e setembro de 2004, que resultou no processo nº /2004. Através da defesa apresentada em 17/12/2004, o auto foi considerado parcialmente procedente por falta de previsão legal de alíquota para os exercícios de 1999 a 2003, sendo considerado apenas o ano de Nova defesa foi apresentada ao Conselho de contribuinte em 17/10/2008. A Companhia efetuou depósito em juízo em 02/07/2010. A exigibilidade do crédito tributário está suspensa em razão do depósito judicial realizado. O processo está pendente de prolação de sentença, sendo o valor atualizado do depósito em 31 de dezembro de 2012 de R$ 349. Em 31 de dezembro de 2013, os consultores jurídicos da Companhia classificaram essa lide como de possibilidade de perda possível. 253

255 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 25. OUTROS Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Consumidores (a) Contribuição patrocinadora Cauções em garantia Programa de redução consumo de energia elétrica Folha de pagamento (b) Multas ANEEL e ARSAL (c) Encargos tarifários Provisões operacionais Provisão fatura auxilio alimentação Outros a) Consumidores Referem-se a pagamento em duplicidade de contas de energia pelos consumidores, e participação financeira do consumidor em obras. b) Folha de pagamento O detalhamento desta conta está assim composto: Folha de pagamento Tributos e contribuições retidos na fonte Consignações c) Multas ARSAL e ANEEL A Companhia foi autuada pela ANEEL em decorrência de procedimentos irregulares ocasionados por descumprimento às resoluções vigentes que regulam o setor. As multas estão assim detalhadas (*): Descriminação AI 001/ Fiscalização Técnico Comercial estornado em parcelado em dezembro de 2013 AI 002/ Fiscalização dos indicadores de continuidade (DIC, FIC e DMIC) dos anos de 2006, 2007 e Pagamento parcela em 12 vezes com inicio em dezembro/2012 AI 001/ Fiscalização Técnico Comercial ano 2011, liquidada em 07/08/2013 AI 002/ Metas mensais dos indices INS, IAB e ICO, referente ao exercício de 2010, liquidada em 09/01/2013 AI 002/ Fiscalização Técnico Comercial ano Pagamento parcelado em 12 vezes com incio em dezembro/2013 AI 003/ Metas mensais dos indices INS, lab e ICO, referente ao exercício de 2011 AI 004/ Indicadores DEC e FEC excercício de 2009 AI 005/ Nível de tensão AI 1001/ Metas mensais dos indices INS, lab e ICO, referente ao exercício de 2012 AI 1002/ Indicadores de continuidade individuais AI 1004/ Niveis de tensão e atendimento de unidades consumidoras AI 1005/ Fiscalização comercial exercício de DIC Duração de interrupção individual por unidade consumidora FIC Frequência de interrupção individual por unidade consumidora DMIC Duração máxima de interrupção contínua por unidade do consumidor INS Índice de nível de serviços IAB Índice de abandono ICO Índice de chamadas ocupadas 254

256 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) DEC Duração equivalente de interrupção por unidade consumidora FEC Frequencia equivalente de interrupção por unidade consumidora (*) Para todos os autos a Companhia apresentou recursos administrativos, cujas penalidades foram mantidas ou estão em análise pelo Órgão Regulador. 26. ADIANTAMENTOS PARA FUTURO AUMENTO DE CAPITAL - AFAC Referem-se a aporte de recursos pela Eletrobras para cobertura de déficit operacional e são atualizados monetariamente pela taxa SELIC até a efetiva capitalização, ficando assim a composição: Adiantamentos Saldo corrigido Res. 105/2004 de Saldo corrigido Res. 394/2005 de Saldo corrigido Res. 1706/2005 de Saldo corrigido Res. 896/2005 de Resolução 309/2011 de Resolução 581/2012 de Resolução 760/2012 de Resolução 968/2012 de A movimentação dos adiantamentos está demonstrado a seguir: Saldo no início do exercício Liberação Atualização monetária Baixas ( ) Saldo no fim do exercício A baixa trata-se da capitalização para fins de integralização do capital subscrito da Companhia, sem emissão de novas ações, conforme Resolução de Diretoria Executiva RES 131/2012, de 26/09/2012, e RES 086/2013, de 11/06/2013, e Deliberação do Conselho de Administração DEL-036/2012 de 24/10/2012 e DEL - 023/2013 de 26/06/2013 respectivamente. Para os processos de integralização ocorridos faz-se necessário autorizações ministerias que decorre em um determinado período. O saldo remanescente no exercício de 2013 refere-se as variações monetárias sobre o periodo da solicitação até a sua efetiva integralização. 255

257 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 27. CAPITAL SOCIAL A composição acionária do capital social da Companhia em 01 de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2012 estava assim apresentada: Ações Ordinárias Part. Ações Preferênciais Part. Total Part. Quant.* (%) Quant.* (%) Quant.* (%) Eletrobras , , ,00 * - quantidades em milhares de ações Na Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 30 de agosto de 2013, foi aprovado o aumento de capital social no valor de R$ , passando de R$ para R$ , com os créditos de adiantamento para futuro aumento de capital das Centrais Elétricas Brasileiras ELETROBRAS, estabelecendo o valor nominal de R$ 1,00 (um real). Na Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 28 de outubro de 2013, foi aprovado o aumento de capital social no valor de R$ mil com os créditos de adiantamento para futuro aumento de capital das Centrais Elétricas Brasileiras ELETROBRAS. Essa integralização ocorreu sem emissão de novas ações, ficando a ação sem valor nominal. A composição acionária após a integralização do capital social passou a ser: Ações Ordinárias Part. Ações Preferênciais Part. Total Part. Quant.* (%) Quant.* (%) Quant.* (%) Eletrobras , , ,00 *Quantidades em milhares de ações As ações ordinárias, na forma nominativa e escritural, têm direito de voto, na proporção de um voto por ação, ou o direito ao voto múltiplo, nos casos e na forma previstos em lei. Às ações preferenciais, conforme estatuto social é assegurado um dividendo mínimo prioritário e cumulativo de 10% ao ano, calculado sobre o valor do capital integralizado, relativo a essa classe de ações. 28. PREJUÍZO POR AÇÃO a) Básico O prejuízo básico por ação é calculado mediante a divisão do prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia, pela quantidade média ponderada de ações ordinárias emitidas, excluindo as ações ordinárias compradas pela Companhia e mantidas como ações em tesouraria Ordinárias Preferenciais Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia (47.569) (971) (48.540) Média ponderada da quantidade de ações básicas % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,09) (0,11) (0,09) (Reapresentado) Ordinárias Preferenciais Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia ( ) (2.173) ( ) Média ponderada da quantidade de ações básicas % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,22) (0,24) (0,22) Ordinárias Preferenciais Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia ( ) (2.548) ( ) Média ponderada da quantidade de ações básicas % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,19) (0,21) (0,19) 256

258 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) b) Diluído O prejuízo diluído por ação é calculado mediante o ajuste da quantidade média ponderada de ações ordinárias em circulação, para presumir a conversão de todas as ações ordinárias potenciais diluídas. A Companhia tem apenas uma categoria de ações ordinárias potenciais diluídas: AFAC. De acordo com o cálculo efetuado pela administração, as ações potenciais são antidiluidoras, pois sua conversão em ações ordinárias e preferenciais diminui o prejuízo por ação, portanto, o prejuízo por ação diluído é igual ao prejuízo por ação básico apresentado acima Ordinárias Preferencias Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia (47.569) (971) (48.540) Média ponderada da quantidade de ações básicas Média ponderada da quantidade de ações diluidoras % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,04) (0,10) (0,09) (Reapresentado) Ordinárias Preferencias Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia ( ) (2.173) ( ) Média ponderada da quantidade de ações básicas Média ponderada da quantidade de ações diluidoras % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,10) (0,11) (0,10) Ordinárias Preferencias Total Prejuízo atribuível aos acionistas da Companhia ( ) (2.548) ( ) Média ponderada da quantidade de ações básicas Média ponderada da quantidade de ações diluidoras % a mais para dividendos Prejuízo básico por ação (0,09) (0,10) (0,09) 257

259 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 29. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA DESCRIÇÃO Nº de Consumidores* MWh* R$ Fornecimento e suprimento (a) Residencial Industrial Comercial Rural Poder Público Iluminação Pública Serviço Público (-) transferência receita disponibilidade ( ) ( ) Total Receita pela disponibilidade da rede Encargos de uso da rede Transferência receita fornecimento Energia de curto prazo Outras receitas Tarifa social de consumidores de baixa renda (b) Receita de construção (c) Subvenção CDE p/cobertura descontos tarifários (d) Outros (e) Total Total receita operacional bruta Deduções Tributos e contribuições sobre a receita ICMS sobre venda de energia elétrica ( ) ( ) COFINS (87.222) (86.592) PASEP (18.936) (18.799) ( ) ( ) Encargos do consumidor Quota para Reserva Global de reversão - RGR (e) (656) (2.491) Encargo do consumidor - PEE (4.112) (3.506) Encargo do consumidor - CDE (f) (2.035) (6.464) Encargo do consumidor - CCC (g) (1.725) (29.686) Encargo do consumidor - P&D (4.197) (3.506) Outros encargos (224) (2.214) (12.949) (47.867) Total das deduções ( ) ( ) Total da receita operacional líquida a) Fornecimento de energia elétrica e disponibilidade da rede elétrica O consumo próprio não está contemplado na quantidade de MWh gerado ( * e *) e também no quantitativo de consumidores ( * e *). De acordo com o Despacho nº 1.618, de 23 de abril de 2008, deverá ser realizada a transferência de receita para atividade de distribuição, adotando para fins de valoração uma única Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD média. (1) Análise de mercado Receita Operacional Líquida o aumento de 3,58% em relação ao ano anterior foi influenciada principalmente pelo aumento do mercado cativo de energia em 3,33% correspondente a novas unidades consumidoras ( consumidores e consumidores), somando GWh fornecidos, da redução de perdas ( ,13 e ,00; pela Revisão Tarifária que elevou as tarifas em média 3,26%. 258

260 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) As classes que apresentaram maior evolução de consumo foram: Classe Iluminação Pública em 22.03% ( MWh) em virtude das ações de recadastramento realizados nos municípios; A classe Residencial apresentou uma evolução no consumo em 11,94% ( MWh) decorrente do aumento no número de consumidores ( novos consumidores, uma variação de 3.44% em relação a 2012), da redução das tarifas e do aumento na posse e no uso de eletrodomésticos. É importante ressaltar o crescimento da participação da Baixa Renda no consumo residencial, pois passou de 6,3% em 2013 para 9,1% em 2013; A classe Comercial apresentou uma evolução no consumo em 7,43% (47.078MWh) com participação de 4,18% no mercado cativo, além dos fatores econômicos favoráveis ao comércio, com inauguração de novas unidades, houve a inclusão de condomínios residenciais; Classe Rural apresentou uma evolução no consumo em 2,79% (5.861MWh) em virtude do baixo nível de precipitação pluviométrica e aumento de temperatura aumentando a irrigação; e a intensificação ao combate de desvio de energia elétrica, com aumento significativo nos pedidos de ligação para irrigação; A Classe industrial apresentou um decréscimo de 5,08% ( MWh) decorrente da migração de uma industria de cimento para o mercado livre, mesmo com a instalação de novas unidades industriais, principalmente na cadeia químico-plástico; A classe Consumo próprio apresentou um decréscimo de 12,50% (- 530 MWh) decorrente da terceirização dos postos de atendimento nos municípios. *Informações não auditadas. (2) Perdas elétricas no sistema As perdas elétricas totais (técnicas + não técnicas) no sistema de distribuição da Companhia passaram de 27,00% para 26,12%. A ampliação de ações de inspeção e de regularização de unidades consumidoras, as melhorias no processo de faturamento e o recadastramento da carga de iluminação pública foram os principais fatos para redução. As ações pontuais, deflagradas em parceria com a Polícia Militar, para regularização de consumidores clandestinos, atendidos em média tensão, na zona canavieira, contribuíram significativamente para o resultado. Somam-se a essas ações os benefícios decorrentes da inclusão de um novo ponto de suprimento da rede básica em 230 Kv, na regional de Arapiraca, que contribuiu para redução das perdas técnicas; avanço tecnológico na medição de grandes consumidores, com o advento de conjuntos de telemedição em 327 unidades consumidoras atendidas em média tensão, blindando o sistema contra fraude. Principais indicadores das ações desenvolvidas: energia agregada: MWh, energia recuperada: MWh, número de regularizações de clandestinos: 4.941, número de operações de inspeções: , número de processos abertos: e assertividade das inspeções: 56%; avanço tecnológico na medição de grandes consumidores. *Informações não auditadas. (3) Reajuste tarifário Exercício de 2012 Através da Resolução Homologatória nº 1.337, de 21 de agosto de 2012, com vigência a partir de 28 de agosto de 2012 a 27 de agosto de 2013, a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, homologou o reajuste tarifário de 9,19% (nove vírgula dezenove por cento), sendo 7,83% (sete vírgula oitenta e três por cento) relativos aos componentes econômicos, e 1,37% (um vírgula trinta e sete por cento) relativos aos componentes financeiros adicionais o que levou a um efeito médio de 10,24% (dez vírgula vinte e quatro por cento). Fixando também as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD) e do Encargo de Serviço do Sistema ESS (R$ ) e Quota anual da CCC (R$ ), e atualizando a da Receita Anual às demais Instalações de Transmissão. Este reajuste incidiu na tarifa aplicada até 27 de agosto de ,16%, conforme Resolução Homologatória nº 1.193, de 23 de agosto de Revisão Tarifária Extraordinária Através da Resolução Homologatória nº 1.445, de 24 de janeiro de 2013, com vigência no período de 24 de janeiro de 2013 a 27 de agosto de 2013, a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, homologou as tarifas com redução média na baixa tensão em 18% e para alta tensão 22%; Revogou a quota anual da Conta de Consumo de Combustível CCC e homologou o valor mensal de R$ a ser repassado pela Eletrobras a partir de fevereiro de 2013, até o dia 10 do mês subsequente, referente aos descontos incidentes sobre as tarifas aplicáveis aos usuários do serviço público de distribuição de energia elétrica. Revisão tarifária 2013 Através da Resolução Homologatória nº 1.606, de 27 de agosto de 2013, com vigência a partir de 28 de agosto de 2013 a 27 de agosto de 2014, a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, homologou 259

261 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) a Revisão Tarifária de 3,29% (três vírgula vinte e nove por cento), sendo -1,86% (um vírgula oitenta e seis por cento negativo) relativos aos componentes econômicos, e 5,15% (cinco vírgula quinze por cento) relativos aos componentes financeiros adicionais o que levou a um efeito médio de 3,26% (três vírgula vinte e seis por cento). Fixando também as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD). Este reajuste incidiu na tarifa reduzidas na Revisão Tarifária Extraordinária de b) Tarifa social de consumidores de baixa renda As subvenções econômicas do subsidio da baixa renda a ser ressarcida pelo fundo da CDE administrado pela Eletrobras são reconhecidas no resultado pelo regime de competência. A Resolução Normativa nº 472, de 24 de janeiro de 2012, estabelece que as concessionárias de distribuição, desde a realização das respectivas revisões periódicas do 2º Ciclo, o custeio da aplicação da TSEE é misto, sendo parte com recursos da CDE e parte com recursos provenientes das tarifas dos consumidores da própria área de concessão, mediante a consideração, no processo tarifário de cada concessionária, de componente financeiro específico denominado Previsão Subsídio Baixa Renda, cujo valor é revertido no processo tarifário subsequente e substituído pelo montante definitivo do subsídio apurado a partir dos dados validados pela ANEEL no período de referência. Conforme Art. 13, a DMR das concessionárias de distribuição referente ao período de dezembro de 2011 até o mês anterior ao respectivo reajuste ou revisão tarifária de 2012, deve ser custeada com recursos da CDE em relação ao valor que exceder 1% (um por cento) da receita econômica da concessionária, além dos descontos concedidos às famílias indígenas e quilombolas a que se refere o 2o do art. 5o. O aumento nesta rubrica refere-se a novas regras homologadas pela ANEEL por meio da Resolução nº 945/10 e Resolução Normativa nº 426/2011, no tocante ao recadastramento dos consumidores. 260

262 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) c) Receita e custo de construção O ICPC 01 estabelece que o concessionário de energia elétrica deve registrar e mensurar a receita dos serviços que presta de acordo com os Procedimentos Técnicos CPC 17 Contrato de Construção (serviços de construção ou melhoria) e CPC 30 Receitas (serviços de operação fornecimento de energia elétrica), mesmo quando regidos por um único contrato de concessão. A Companhia contabiliza receitas e custos relativos a serviços de construção ou melhoria da infraestrutura utilizada na prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica. A margem de construção adotada é estabelecida como sendo igual a zero, considerando que: (i) a atividade fim, ou seja, a distribuição de energia elétrica; e (ii) toda receita de construção esta relacionada com a construção de infraestrutura para o alcance da sua atividade fim, ou seja, a distribuição de energia elétrica; e (iii) a Companhia terceiriza a construção da infraestrutura com partes não relacionadas. Mensalmente, a totalidade das adições efetuadas ao ativo intangível em curso é transferida para o resultado, como custo de construção, após dedução dos recursos provenientes do ingresso de obrigações especiais. Os saldos de receita e custo de construção correspondem a R$ em 2013 (2012 R$ ), respectivamente. d) Subvenção da CDE para custear descontos tarifários. Conforme Art. 13, inciso VII da Lei , de 26 de abril de 2002 e em cumprimento ao disposto no art. 3º do Decreto nº 7.891, de 23 de janeiro de 2013, a ANEEL homologou os valores a serem repassados com recursos CDE pela Eletrobras, para cobertura dos descontos incidentes sobre as tarifas aplicáveis aos usuários, retirados da estrutura tarifária das concessionárias de distribuição por ocasião da revisão extraordinária: Subsidio irrigantes/aquicultor; Subsidio rurral Subsidio água, esgoto e saneamento; Subsidio geração fonte incentivada; Subsidio carga fonte incentivada Os valores homologados foram: Resolução Homologatória nº 1445, de 24 de janeiro de 2013 (valor mensal R$ 1.846)- período março a novembro/2013 Resolução Homologatória nº 1606, de 27 de agosto de 2013 (valor mensal de R$ 1.839) - período dezembro de 2013 a julho de e) Outras receitas Renda da prestação de serviços Arrendamentos e alugueis Serviço taxado Cobranças diversas - consumidores Taxa de administração cobrança COSIP Outras

263 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) São receitas decorrentes da prestação de serviços como aluguéis de uso mútuo de postes, taxa de administração da COSIP, e serviços cobráveis definidos pela REN 414/2010: Vistoria, aferição de medidor, religação normal, religação de urgência, segunda via de fatura, desligamento programado, religação programada, deslocamento ou remoção de postes, visita técnica, custo administrativo de inspeção f) Quota para reserva global de reversão É um encargo pago mensalmente pelas empresas concessionárias de energia elétrica, com a finalidade de prover recursos para reversão, expansão dos serviços públicos de energia elétrica. As quotas dos exercícios de 2012 e 2011 foram fixadas através dos Despachos nºs 2.999, de 27 de setembro de 2012 e 3.690, de 12 de setembro de 2011 respectivamente. Com a extinção deste encargo através do Despacho nº 34 da ANEEL, de 10 de janeiro de 2013, houve a reversão dos valores contabilizados de variação da quota dos exercícios de 2010 a 2012, calculados na Prestação Anual de Contas PAC. O valor contabilizado em 2013 refere-se a quota de dezembro de g) Encargo do consumidor CDE Tem o objetivo de promover o desenvolvimento energético dos Estados e a competitividade da energia produzida, a partir de fontes alternativas, nas áreas atendidas pelos sistemas interligados, permitindo a universalização do serviço de energia elétrica. Os valores a serem pagos também foram definidos pela ANEEL, através das Resoluções Homologatórias nºs 1.243, de 13 de dezembro de 2011 e Resolução Homologatória nº 1.409, de 24 de janeiro de h) Encargo do consumidor CCC Parcela da receita tarifária paga pelas distribuidoras, nos sistemas interligados com dupla destinação: pagar as despesas com o combustível usado nas térmicas que são acionadas para garantir as incertezas hidrológicas; e subsidiar parte das despesas com combustível nos sistemas isolados para permitir que as tarifas elétricas naqueles locais tenham níveis semelhantes aos praticados nos sistemas interligados. Os valores a serem pagos também foram definidos pela ANEEL, através das Resoluções homologatórias nºs 1.337, de 21 de agosto de 2012 e 1.193, de 23 de agosto de Através da Resolução Homologatória nº 1.445, de 24 de janeiro de 2013 Art. 6º, a ANEEL determina a isenção do pagamento a partir do mês de fevereiro da quota anual da CCC pela CEAL. O valor contabilizado em 2013 refere-se à parcela de janeiro de CUSTO COM ENERGIA ELÉTRICA (1) Energia elétrica comprada para revenda Partes relacionadas ( ) ( ) CCEE Curto prazo (98.182) (41.105) CCEE - Contratação energia de reserva (2.618) (7.197) CCEE - Cotas de garantia física (a) (34.749) CCEE - Cotas partes Angra I e II (b) (17.457) MCSD (c) (95.990) Proinfa (17.300) (13.433) Terceiros ( ) ( ) (-) Repasse CDE (d) (-) Crédito PIS/COFINS (e) ( ) ( ) Os itens (a), (b) e (c) estão descritos na nota 17 (d) Repasse CDE O Decreto nº 7.945, de 07 de março de 2013, determinou que os recursos da CDE fossem destinados as distribuidoras para neutralizar a exposição no mercado de curto prazo, decorrente da alocação das cotas de garantia física de energia e de potência de que trata o art. 1º da Lei nº , de 11 de janeiro de 2013, e da não adesão à prorrogação de concessões de geração de energia elétrica; e para cobrir o custo adicional decorrente do despacho de usinas termelétricas acionadas em razão de segurança energética, conforme decisão do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. O montante mensal dos recursos são homologados pela ANEEL e repassados pela Eletrobras, considerando o resultado do processo de contabilização, no âmbito da CCEE, a partir das operações de janeiro de A Aneel homologará, nos processos tarifários realizados nos doze meses subsequentes à data de 8 de março de 2013, os montantes anuais de recursos da CDE a serem repassados pela Eletrobras para cobrir, total ou parcialmente, o resultado positivo da Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da Parcela A - CVA, decorrentes do custo de aquisição de energia elétrica e das despesas. 262

264 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) (e) Crédito PIS/COFINS A Companhia utiliza os créditos das contribuições do PIS e da COFINS e que são tomados em de acordo com o Artigo 3º das Leis /2002, que dispõem sobre Programa de Integração Social PIS, e /2003 da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS pelo regime não cumulativo e cumulativo. Os débitos são apurados com base na receita operacional e contabilizados como dedução de receita pelo regime de competência e segundo a legislação em vigor do regime não cumulativo e cumulativo as alíquotas utilizadas são de 1,65% e 7,6% e ainda 0,65% e 3,00%, respectivamente. A Companhia, quando da determinação das bases de calculo das contribuições ao PIS e a COFINS considera, também, o que determina o Artigo 7º e parágrafo Único da Lei /13. Variações: Neste exercício de 2013 a Companhia ficou involuntariamente subcontratada em 93,9% em relação ao consumo necessário para atender ao seu mercado anual. Os fatores que levaram a Companhia a esse cenário de exposição foram: Ao não ocorrer o Leilão A-1, em Dezembro/2012, onde a Companhia havia declarado a sua necessidade complementar para atendimento ao seu mercado em 2013, a empresa não foi atendida na plenitude da sua demanda através do regime de cotas, vez que Geradores importantes não acataram as condicionantes para renovação da sua concessão, impostas pela MP 579- convertida na Lei de 11 de janeiro de 2013; A ANEEL revogou as licenças de algumas geradoras térmicas, principalmente do Grupo Bertin, assim como a CCEE cancelou contratos de algumas térmicas, que estavam no nosso mix de contratação para o ano; O início do suprimento de energia de alguns novos geradores para 2013, proveniente do 2º Leilão de Fontes Alternativas realizado em 2010, foi postergado para ser efetivado ao longo dos meses do ano, e não a partir de 1º de janeiro de cada ano, como é habitualmente adotado nos contratos; O início do suprimento de energia de alguns novos geradores para 2013, proveniente do 7º Leilão de Energia Nova realizado em 2008, ocorreu com atraso, englobando tanto empreendimento hídrico (Jirau) quanto térmicos. Através da Resolução Homologatória nº de , a ANEEL homologou o reembolso com recursos CDE para cobertura da CVAenergia no valor de R A seguir, demonstramos o montante de energia elétrica comercializada pela Companhia. MWh (não auditado) Modalidade quantidade Modalidade disponibilidade Cotas Angra I e II Proinfa Mercado de curto prazo (2) Encargos de uso do sistema de distribuição Partes relacionadas (13.172) (25.965) Encargo Serviço do Sistema- ESS (36.480) (11.175) (-) Reembolso CDE (-) Crédito PIS/COFINS Terceiros (13.581) (26.956) (21.464) (59.274) 263

265 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A redução no valor pago de encargos do uso do sistema de transmissão ocorreu com a Resolução Normativa nº 522 de 17 de dezembro 2012, para atender a medida provisória nº 579 (renovação das concessões de geração, transmissão e distribuição) de 11 de setembro de 2012 e o Decreto nº de 14 de setembro de Em janeiro de 2013, houve uma redução média de 63,8% nas tarifas do encargo de transmissão, o que favoreceu na diminuição da tarifa ao consumidor final. O aumento no Encargo de Serviço do Sistema ESS está ligado ao aumento do despacho térmico, em decorrência do baixo nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Esse encargo é utilizado para bancar as térmicas consideradas como fora de ordem mérito, ou seja, as térmicas mais caras e que servem para segurança do sistema elétrico. O valor está apresentado liquido do repasse de recursos da CDE recebido na revisão tarifária no valor de R$ , para cobrir o encargo de aversão ao risco CAR e o encargo por razão de segurança energética, conforme Resolução Homologatória nº 1.606, de 27 de agosto de

266 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 31. CUSTO DE OPERAÇÃO, CUSTO DE SERVIÇO PRESTADO A TERCEIROS E DESPESAS OPERACIONAIS DESCRIÇÃO Custo de Operação 265 Custo de Construção Despesas Operacionais Pessoal (a) ( ) (64.816) ( ) Administradores (398) (398) Material (1.415) (401) (1.816) Serviço de terceiros (b) (34.459) (40.216) (74.675) Custo de construção ( ) ( ) Taxa de fiscalização (2.019) (2.019) Depreciação e amortização (23.897) (2.462) (26.359) Arrendamentos e alugueis (3.391) (1.054) (4.445) Seguros (1) (481) (482) Tributos (1.623) (327) (1.950) Doações (140) (7) (147) (-) Recuperação de despesas Custos implantação MCPSE (742) (742) Provisões líquidas (c) Perdas de contas incobráveis (d) (95.871) (95.871) Outros (e) (5.980) (21.245) (27.225) Total ( ) ( ) ( ) ( ) DESCRIÇÃO Custo de Operação Custo de Construção Despesas Operacionais Pessoal (a) ( ) (49.366) ( ) Administradores (74) (291) (365) Material (2.948) (427) (3.375) Serviço de terceiros (b) (43.955) (35.728) (79.683) Custo de construção ( ) ( ) Taxa de fiscalização (1.773) (1.773) Depreciação e amortização (20.888) (1.449) (22.337) Arrendamentos e alugueis (3.127) (889) (4.016) Seguros (15) (707) (722) Tributos (1.714) (370) (2.084) Doações (161) (48) (209) (-) Recuperação de despesas Custos implantação MCPSE (8.078) (8.078) Provisões líquidas (c) (95.129) (95.129) Perdas de contas incobráveis (8.509) (8.509) Outros (3.377) (3.197) (6.574) Total ( ) ( ) ( ) ( ) a) Pessoal Nesta rubrica houve uma variação de 63,02% decorrente da implantação do Plano de Incentivo ao Desligamento que foi aprovado pela Diretoria através da Resolução 075/2013, de 17 de maio de 2013 e referendado pelo Conselho de Administração através da Deliberação nº 022/2013, de 21 de maio de 2013, com os seguintes incentivos: Total Total

267 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Incentivo Período de desligamento: julho a dezembro/2013 Período de desligamento: janeiro a novembro /2014 Incentivo por ano trabalho 0,65 remuneração 0,50 remuneração Limite de tempo 35 anos 24 anos Incentivo mínimo R$ 100 mil Não se aplica Incentivo máximo R$ 600 mil R$ 250 mil Indenização complementar Equivalente aos Equivalente aos 40% do saldo 40% do saldo FGTS FGTS Limite total Não se aplica R$ 400 mil Plano de Saúde 60 meses 12 meses Este plano teve a adesão de 264 funcionários a um custo de R$ , sendo desligados 246 funcionários em 2013 e 18 funcionários serão desligados nos meses de outubro e novembro Excluindo o PID a variação foi de 8,53% decorrente do reajuste salarial em 7.29% e da admissão de 27 empregados remanescentes do concurso realizado em Neste exercício constata-se a redução em várias rubricas nas despesas de pessoal: como medidas de redução de horas extras, periculosidade e outras remunerações e da transferência para investimentos; b) Serviço de terceiros O aumento nesta rubrica foi decorrente de gastos com manutenção e conservação do sistema operacional da Companhia decorrente da melhoria continua no atendimento dos consumidores, e do crescimento da área atendida. c) Provisões líquidas Trabalhistas (5.887) (7.762) Perdas em estoque Cíveis (9.490) Provisão para crédito de liquidação duvidosa (78.132) (95.129) Trabalhistas A variação na rubrica de contingências é decorrente de baixas de processos; Provisões para crédito de liquidação duvidosa reversão da contabilização dos juros/variação monetária sobre a conta de clientes; transferência para perdas faturas até R$ ,00 vencidas a mais de um ano, com procedimentos judiciais conforme Legislação e entendimento da administração, conforme determinado na nota técnica DF 003/2013; Cíveis Após uma análise das decisões proferidas em sede dos juizados especiais percebeu-se que a média das condenações são consideravelmente inferiores aos pleitos formulados pelos demandantes, que representa a média das decisões proferidas entre os meses de janeiro a agosto de Neste caso, na obtenção da média dos valores de condenação consideramos todos os processos sentenciados no período, mesmos aqueles em que não houve condenação, sendo o pleito do demandante julgado improcedente. d) Perdas para contas incobráveis Aumento de 1.026% passando de R$ para R$ da rubrica de perdas de contas a receber incobráveis pela baixa de títulos de acordo com os artigos 9º a 12ª, da Lei nº 9.430, de 27/12/1996, e 340 a 343, do Regulamento do Imposto de Renda/1999, que estabelecem que os valores contabilizados como perdas possam ser considerados dedutíveis em substituição à provisão para créditos de liquidação duvidosa. e) Outros O aumento nesta rubrica foi decorrente de dois principais fatores: Para implantação do Manual de Controle Patrimonial, conforme Resolução Normativa ANEEL nº 367, de 26 de junho de 2009, foi contratada empresa para execução dos serviços de inventário físico de bens e instalações em serviços, com conciliação dos respectivos registros e saldos contábeis. Os ajustes foram efetuados em março/2013, impactando no resultado em R$ Provisão das perdas do ativo financeiro intangível no valor de R$ 4.727, referente sobras contábeis da Base de Remuneração Regulatória. 266

268 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 267

269 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 32. RESULTADO FINANCEIRO Receitas Renda de aplicações financeiras Variação monetária - parcelamento Variação monetária - depósito judicial Variação monetária - conta de energia Variação monetária - outras Acréscimo moratórios conta de energia Juros sobre parcelamentos Outras Despesas Encargos de dívidas (líq. transferências p/intangível e financeiro) (43.933) (31.011) Variação monetária - supridores (2.396) (1.875) Variação monetária - financiamentos e empréstimos (39) (1.430) Variação monetária - taxa de câmbio (189) (109) Variação monetária - AFAC (10.228) (14.160) Variação monetária - PEE e P&D (448) (683) Variação monetária - energia livre (218) (343) Variação monetária - outros (664) 57 Variação monetária - FACEAL (1.019) (2.199) Juros ICMS baixa renda (1.430) (1.588) Juros e taxa de administração - FACEAL (865) (988) Outras despesas financeiras - multas ANEEL/ARSAL (3.636) (2.984) Outras despesas financeiras - devolução aos consumidores (5.296) (4.856) Outras despesas financeiras - IOF (5.495) (2.766) Outras despesas financeiras - multas moratórias (653) (383) Outras (7.662) (4.565) (84.171) (69.883) (25.730) Variação monetária em conta de energia - Em cumprimento a Resolução 414/2010 de 09 de setembro de 2010 que estabelece as condições gerais de fornecimento de energia elétrica de forma atualizada e consolidada, e em seu Art. 136, determina que seja facultada a cobrança de atualização monetária com base na variação do IGP-M. Esta cobrança começou a ser contabilizada a partir de maio de 2011, retroativa a janeiro de Encargos de dívidas - Do valor provisionado estão incluídos os valores da capitalização dos contratos com a Eletrobras que é nosso maior credor, pois oferece taxas de juros menores que praticados no mercado e na maioria não incorporam os juros ao saldo do contrato durante o período de carência (24 meses) além da repactuação dos ECF s 2987, 2971, 2917, 2860, 2976, 2900 que deveriam ser amortizados em 2012 e tiveram seus prazos de carência dilatados. (2012 R$ e 2011 R$ ), estão também incluídos os valores da capitalização dos contratos com a Eletrobras que estão no período de carência (2011 R$ 743 e 2010 R$ 448). Variação monetária dos Adiantamentos para futuro aumento de capital (AFAC) atualização pela taxa SELIC dos adiantamentos concedidos pela Eletrobras, ainda não capitalizados no período de um ano, conforme Resoluções de liberações dos recursos. 268

270 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 33. PLANO NACIONAL DE UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO E USO DE ENERGIA ELÉTRICA (não auditado) A Resolução ANEEL nº 223, de , alterada pela Resolução nº 52, de , estabeleceu as condições gerais para elaboração dos Planos de Universalização de Energia Elétrica, visando ao atendimento de novas unidades consumidoras, ou aumento de carga, regulamentando o disposto nos artigos 14 e 15 da Lei nº , de , e fixou as responsabilidades das concessionárias e permissionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. A Lei nº , de , alterou a prioridade de atendimento aos municípios, dando ênfase aos com menor índice de eletrificação e limitou esse atendimento a apenas novas unidades, ligadas em baixa tensão (inferior a 2,3 kv), com carga instalada de até 50 kw. Em 02 de abril de 2013, a ANEEL reconsiderou seu despacho anterior de 2012 que decretava o meio rural do Estado de Alagoas como universalizado, logo a empresa ficou apta a apresentar uma nova proposta para universalização, conforme critérios definidos na Resolução Normativa nº 563, de 09 de julho de a) Programa Luz para Todos O Decreto Presidencial nº 4.873, de , instituiu o Programa Luz para Todos, destinado a propiciar, até o ano de 2008, o atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda não tem acesso a esse serviço público. Com a publicação do Decreto nº 7.324, de 05/10/2010, o Programa Luz para Todos foi estendido até dezembro de 2011 para que os contratos de financiamento firmados e que estivessem em tramitação fossem concluídos. Posteriormente, através dos Decretos nºs e 7.656, de 08/07/2011 e 23/12/2011, respectivamente, o programa foi estendido até Em 2013, foram eletrificados domicílios rurais, beneficiando uma população estimada em pessoas, totalizando ligações desde o início do Programa em 2004 produzindo um total de pessoas beneficiadas. As ligações realizadas em 2013 estão distribuídas em 238 obras de eletrificação rural, em todas as regiões do estado de Alagoas a um custo aproximado de 9,8 milhões de reais. Conforme Resolução Normativa nº 563, de 09 de julho de 2013, a Companhia encaminhou para a ANEEL um nova proposta de revisão para o seu Plano de Universalização, para a área rural, em cumprimento ao art. 6º dessa Resolução, contendo domicílios sem energia elétrica já identificados. Em 31 de dezembro de 2013, a Companhia assinou um novo Termo de Compromisso junto ao MME, ANEEL e Eletrobras, o qual determina as metas de ligações previstas para Alagoas em domicílios para eletrificar. O Programa também contempla investimentos na rede de distribuição da empresa, aumentando a capacidade das linhas relacionadas às obras do Programa. Assim, em 2013 foram reformados/construídos 30,20 km de linhas de distribuição (Reforço de Rede), bem como, instalados 03 unidades de Reguladores de Tensão do tipo Monofásico 15,0kV 276kVA. Destacando em 2013, a construção do Alimentador Porto Calvo/Porto de Pedras com 26,05 km de linha distribuição. Essas obras de Reforço de Rede geram vários benefícios para os consumidores, tanto os atendidos pelo Programa como os já existentes. Podemos citar como benefícios a melhoria da qualidade do fornecimento e confiabilidade do sistema, contribuindo para a redução das perdas no Sistema Elétrico da Companhia. 269

271 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 34. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Encontram-se registrados, na Parte B do Livro de Apuração do Lucro Real LALUR, prejuízos fiscais, sem prazos de prescrição, compensáveis com lucros a serem auferidos futuramente, conforme legislação vigente. A Companhia tem, ao longo dos anos, apurados valores decorrentes da base de cálculo negativa de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. No quadro abaixo está demonstrado a posição desses créditos, sendo que a Companhia não está provisionando tais créditos fiscais em função do histórico de prejuízo: 35. SEGUROS 1ª Tranche ECFS 004/04, de 27/05/04 2ª Tranche ECFS 107/05, de 14/12/05 Não Auditado 3ª Tranche ECFS 171/07, de 28/02/07 4ª Tranche ECFS 196/07, de 07/11/07 5ª Tranche ECFS 242/08, de 04/12/08 6ª Tranche ECFS 250/09, de 21/08/09 7ª Tranche ECFS 311/10, de 09/11/10 8ª Tranche ECFS 326/12, de 04/06/12 Recursos Eletrobras CDE Eletrobras RGR Empresa Ingressos de recursos Eletrobras CDE Eletrobras RGR Gastos incorridos CDE, RGR e Empresa Ingressos (devoluções) a realizar Recursos devidos Recursos recebidos (7.739) (10.294) Nº de ligações Ligações executadas Avanço físico (%) 95,23 83,57 81,83 81,98 70,57 71,00 70,00 93,11 Ligações em execução Ligações totais (acum.) Prejuízos fiscais Base negativa de contribuição social A Companhia possui um programa de gerenciamento de riscos com o objetivo de delimitá-los, contratando no mercado coberturas compatíveis com o seu porte e operação. As coberturas foram contratadas seguindo a Política de Gerenciamento de Seguros definida pela administração para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza da sua atividade, os riscos envolvidos em suas operações. 270

272 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A Companhia mantém a cobertura de seguros para Riscos Nomeados, Veículos e Seguro de Vida, levando em conta o grau de risco para cobrir eventuais perdas sobre seus ativos e/ou responsabilidades, conforme estabelecidas pelas Leis nº 8.666/93, nº 8.987/95 e nº /02, Decreto nº 5.450/05 e demais legislações aplicáveis. A especificação por modalidade de risco e data de vigência dos principais seguros contratados pela Companhia está demonstrada a seguir: Importância Riscos Vigência segurada Prêmio Riscos Nomeados - subestações 3/4/2013 a 03/04/ Riscos nomeados - imóveis próprios e locados 3/4/2013 a 03/04/ Veículos 01/11/2013 a 01/11/ % da tabela FIPE 17 Seguro de vida 01/06/2013 a 01/06/2014 Variável 415 a) Riscos nomeados - seguro com Itaú Seguros, a cobertura securitária de bens abrangem na Apólice , imóveis próprios, locados e almoxarifados com suas respectivas edificações, equipamentos e mercadorias. Na Apólice , estão cobertos edificações e os principais equipamentos das subestações com seus respectivos valores segurados e Limites Máximos de Indenizações (LMI). A cobertura abrange avarias, perdas e danos materiais de origem súbita, imprevista e acidental a equipamentos, maquinismos, ferramentas, móveis e utensílios, e demais instalações que constituem o estabelecimento segurado (prédios e subestações), provocados por roubo e furto, incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza, vendaval, cobertura de equipamentos eletrônicos, cobertura adicional de danos elétricos, além de cobertura para inclusões/exclusões de bens/locais e alterações de Valores em Risco (aumento/redução/transferências) automaticamente amparados pelo seguro com um Valor em Risco máximo de R$ ,00; b) Veículos - seguro com Porto Seguro Cia de Seguros Gerais para cobertura da frota própria: danos materiais, danos corporais, morte, invalidez permanente, perdas e danos materiais de origem súbita, com assistência 24 horas e garantias aos vidros, para todos veículos de frota própria, além da cobertura de casco (100% da Tabela FIPE) para os veículos de frota própria de grande porte; c) Seguro de vida seguro contratado com a Sul América Seguros, para funcionários, com o limite máximo de indenização (LMI) de 30x o salário base limitado a um a salário de R$ 3.266,99 com as seguintes coberturas: morte qualquer causa, indenização especial por morte acidental (I.E.A); invalidez permanente ou parcial por acidente (I.P.A); invalidez funcional permanente total por doença e garantia de inclusão de cônjuges com 50% da cobertura básica. 36. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS A Companhia efetuou operações comerciais com partes relacionadas, como compra de energia elétrica, operações de empréstimos e financiamentos, pessoal cedido e encargos de uso da rede de distribuição, pertencentes ao mesmo grupo econômico, cujos saldos, natureza e condições das transações estão demonstrados a seguir: 271

273 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Receitas Receitas Ativo (Passivo) Ativo (Passivo) (Despesas) (Despesas) ELETROBRAS Emprést. e financiamentos - encargos e outros( ) ( ) (42.440) (28.845) Adiantamento para aumento de (7.698) ( ) (10.228) (14.160) capital Suprimento de energia (14.827) (13.433) Pessoal cedido a empresa Pessoal cedido a CEAL (114) (1.235) (864) ( ) ( ) (68.730) (57.302) CHESF Suprimento de energia (5.023) (47.132) Encargos de uso do sistema (1.078) (1.599) (10.276) (14.157) Pessoal cedido a empresa (96) 140 Pessoal cedido a CEAL (347) (347) (1.174) (6.482) (10.623) (61.636) FURNAS Suprimento de energia e uso da rede (15.675) (6.389) (57.961) (74.646) Encargos de uso do sistema (132) (2.381) (1.170) (5.484) (15.807) (8.770) (59.131) (80.130) ELETROBRAS ELETRONUCLEAR Suprimento de energia (17.502) (1.584) (16.314) CGTEE Suprimento de energia (515) (364) (3.764) (2.852) ELETRONORTE Suprimento de energia (5.054) (5.160) (43.261) (48.147) Encargos de uso do sistema (56) (369) (507) (3.326) (5.110) (5.529) (43.768) (51.473) CELG Suprimento de energia (1) (16) Encargos de uso do sistema (2) (9) (25) (96) (3) (9) (41) (96) ELETROSUL Suprimento de energia (123) (128) (1.121) (1.245) Encargos de uso do sistema (137) (319) (1.194) (2.903) Pessoal cedido a empresa 5 (179) (260) (442) (2.315) (4.327) AMAZONAS ENERGIA Rateio TV Lume (107) (700) (383) (945) Pessoal cedido a empresa (28) (325) (356) (107) (728) (708) (1.301) BOA VISTA ENERGIA Pessoal cedido a empresa (21) (231) (234) (21) (231) (234) DISTRIBUIÇÃO PIAUÍ Pessoal cedido à ED PIAUÍ ( ) ( ) ( ) ( ) Os principais negócios entre as partes relacionadas são: a) Contrato de conexão do sistema de transmissão (CUST) Chesf Contrato nº 090/2002, de Termo aditivo nº 12 de , com vigência até a extinção da concessão, corrigido anualmente pela regulamentação da ANEEL. b) Contrato de conexão do sistema de transmissão (CCT) 272

274 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Contratos com a Chesf, com vigência a partir da assinatura, permanecendo até a extinção da concessão da distribuidora ou da transmissora, o que ocorrer primeiro. CONTRATO CCT nº 14/02/2000 4º termo aditivo em Maceió Chesf SUBESTAÇÃO CCT nº 2000/027/00 6º termo aditivo em CCT nº 001/2007 5º termo aditivo em CCT nº 006/2010 4º termo aditivo em CCT 055/2010, de º termo aditivo em CCT 007/2012, em º termo aditivo em CCT nº 008/2012, em º termo aditivo em CCT nº 054/2012, em º termo aditivo em Angelim, Penedo, Rio Largo, Xingó e Zebú Abaixadora, Angelim, Moxotó, Penedo, Xingó e Zumbi Penedo e Maceió Arapiraca III-ART ZEBÚ II e ZBD ZEBÚ II Maceió II 273

275 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) c) Contratação no Ambiente Regulado (CCEAR), promovidos e regulamentados pela ANEEL CONTRATO CONCESSIONÁRIA ELETRONORTE CT nº 556/ /2013 CT nº 855/ /2014 CT nº 1217/ /2015 CT nº 1013/ /2015 CT nº 9219/ /2014 CT nº 10919/ /2014 FURNAS CT nº 661/ /2013 CT nº 917/ /2014 CT nº 2806/ /2039 CT nº 1793/ /2039 CT nº10923/ /2030 CT nº 10918/ /2014 CT nº7163/ /2016 CT nº 6058/ /2026 CGTEE CT nº 1115/ /2015 CT nº 2683/ /2024 CT 2009/ /2016 ELETROSUL CT nº 2747/ /2039 CT nº 4460/ /2040 PRODUTO CT nº 5994/ /2041 CELG CT 7146/ /2014 ELETRONUCLEAR 2013 a janeiro/ a dezembro/2014 d) Regime de cotas de garantia física Aquisição de energia por quotas conforme Lei , de 11 de janeiro de 2013, das empresas do sistema: FURNAS E CHESF. Quanto foi para cada empresa ATIVO Órgãos Federais TOTAL Órgãos Federais TOTAL Consumidores e revendedores Total RESULTADO Órgãos Federais TOTAL Órgãos Federais TOTAL RECEITA RECEITA Outras receitas Total REMUNERAÇÃO DE EMPREGADOS E ADMINISTRADORES A maior e menor remuneração, para empregados da Companhia, tomando-se por base o mês de dezembro de 2013, foi de R$ ,13 e R$ 1.954,65 (em 2012, R$ ,99 e R$ 1.266,43, respectivamente). O salário médio e a remuneração média foram de respectivamente, de R$ 2.867,53 e R$ 3.100,02 (em 2012, R$ 3.014,58 e R$ 4.663,45, respectivamente). 274

276 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 38. REMUNERAÇÃO DO PESSOAL CHAVE O pessoal-chave da administração inclui o diretor de operação e os conselheiros. A remuneração referente a salários e encargos pago ou a pagar está demonstrada a seguir: Honorários Encargos sociais TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL (Não auditado) Empregados treinados (nº) Homem hora treinados (h) Média hora de treinamentos (h) 1,16 2,10 Índice de empregados treinados (%) 318,89 205,18 Força de trabalho treinada (%) 273,37 105,35 Investimento total (R$ mil) Valor médio investido por empregado (R$) 202,68 397, LEILÃO DE ENERGIA Durante o ano de 2013, a companhia participou de quatro leilões para compra de energia elétrica. Em agosto foi realizado o 16º leilão de energia nova (A-5) para início de suprimento em 2018, no qual foram comercializados MW médios. No mês de outubro, ocorreu o 17º leilão de energia nova (A-3) com início de suprimento em 2016, onde forma contratados MW médios. Em dezembro ocorreram dois leilões de energia elétrica. No dia 13, foi realizado o 18º leilão de energia nova (A-5), no qual foram contratados MW médios com início de suprimento para 2018 e no dia 17 ocorreu a realização do 12º leilão de energia de empreendimentos existentes, onde foram contratados MW médios com início de suprimento a partir de Após 2019 Contrato de Compra e Venda de Energia - CCEAR Valores em MWH (não auditado) Tarifa média de compra 2013/17 118,14 124,04 130,24 150,77 150,77 150,77 Valores (R$ mil) QUESTÕES AMBIENTAIS A Companhia executa as atividades de acordo com os princípios estabelecidos pela Política Nacional, Estadual e Municipal de Meio Ambiente, cumprindo a legislação ambiental e complementando-a com normas internas, através do Processo Local de Meio Ambiente, cujas ações em 2013 destacam-se: Melhora no Índice de Desempenho do Atributo relacionado ao Meio Ambiente (IDAT ABRADEE - Meio Ambiente), onde alcançamos 81,4%, representando uma melhoria da 15,5% em comparação a 2012; Aquisição de 13 (treze) Licenças Ambientais, sendo: 08 (oito) Licenças Prévias, 01 (uma) Licença de Instalação, 01 (uma) Licença de Pré-Operação, 02 (duas) Licenças de Operação referentes à instalação de Linhas de Transmissão e Subestações em todo o Estado, contribuindo significativamente para atender a demanda de energia do mercado; Renovação da Licença de Operação da Linha de Distribuição em 69kV Inhapi/Santana do Ipanema; Acompanhamento de pessoal necessário para a execução do serviço de podas de árvores, cumprindo a legislação ambiental; Realizada a recomposição florestal referente à supressão no trajeto da Linha de Distribuição em 69kV Tabuleiro dos Martins (Maceió)/Polo Cloroquímico (Marechal Deodoro). O licenciamento ambiental é um instrumento que regulariza a instalação/operação de empreendimentos, seguindo as diretrizes de proteção ambiental, assim em 2013 obtivemos: Licença de Pré-Operação, referente à obra da Linha de Distribuição 69kV Arapiraca II/Arapiraca III; Licença de Operação, referente à obra da Linha de Distribuição em 69kV Tabuleiro dos Martins/Polo; 275

277 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Licença de Operação, referente à obra da Linha de Distribuição em 69kV Cruz das Almas/Stella Maris e SE Stella Maris. Renovada a Licença de Operação, referente à obra da Linha de Distribuição em 69kV Inhapi/Santana do Ipanema. 276

278 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 42. COMPROMISSOS OPERACIONAIS DE LONGO PRAZO Os compromissos de longo prazo da Companhia, relacionados a contratos de compra de energia elétrica são: Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2015 Volume MW Preço MWh 118,14 118,14 Total Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2016 Volume MW Preço MWh 124,04 124,04 Total Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2017 Volume MW Preço MWh 130,24 130,24 Total Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2018 Volume MW Preço MWh 150,77 150,77 Total Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2019 Volume MW Preço MWh 150,77 150,77 Total Após Gerador de energia Empresa do Grupo Eletrobras Outras 2019 Volume MW Preço MWh 150,77 150,77 Total INSTRUMENTOS FINANCEIROS E GESTÃO DE RISCOS 43.1 GESTÃO DE RISCO FINANCEIRO As atividades da Companhia a expõem a diversos riscos financeiros: risco de crédito, risco de liquidez e risco de taxa de juros. Risco de crédito A política da Companhia considera o risco de crédito a que está disposta a se sujeitar no curso de seus negócios, bem como no acompanhamento dos prazos concedidos. São procedimentos adotados a fim de minimizar eventuais problemas de inadimplência em seu contas a receber de clientes. A Companhia não realiza análise de crédito previamente ao início do fornecimento de energia, pois como distribuidora de energia elétrica, é regida por contrato de concessão, bem como pela regulamentação do setor elétrico e obrigada a fornecer energia a todos os clientes localizados na sua área de concessão. Para recuperação da inadimplência a Companhia atua por meio de: 277

279 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) i. Programas de renegociação dos débitos pendentes; ii. Negativação de clientes em empresas de proteção ao crédito; iii. Suspensão do fornecimento de energia elétrica, em conformidade com a regulamentação vigente; iv. Contratação de empresa especializada na cobrança de contas em atraso e v. Cobrança judicial. Risco de liquidez É o risco da Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descompasso de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Para administrar a liquidez do caixa são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos futuros, sendo monitoradas diariamente pela Diretoria financeira. Os eventuais saldos de caixa auferidos pela Companhia, além dos programados para administração do capital circulante, são transferidos para contas correntes com incidência de juros, depósitos a prazo e depósitos de curto prazo, escolhendo instrumentos dentro das limitações legais que requer a concessão, com vencimentos apropriados ou liquidez suficiente para fornecer margem, conforme determinado pelas previsões acima mencionadas. Abaixo, posição da conta de fornecedores, encargos setoriais e financiamentos e empréstimos: Menos de 1 Entre 1 e 2 Entre 2 e 5 Acima de 5 Em 31 de dezembro de 2013 ano anos anos anos Financiamentos e empréstimos Fornecedores Obrigações de ressarcimento Obrigações estimadas Adiantamento para futuro aumento de capital Em 31 de dezembro de 2012 Financiamentos e empréstimos Fornecedores Obrigações de ressarcimento Obrigações estimadas Adiantamento para futuro aumento de capital Em 01 de janeiro de 2012 Financiamentos e empréstimos Fornecedores Obrigações de ressarcimento Obrigações estimadas Adiantamento para futuro aumento de capital Risco de taxa de juros O risco associado é oriundo da possibilidade da Companhia incorrer em perdas por causa de flutuações nas taxas de juros que aumentem as despesas financeiras relativas a empréstimos e financiamentos. Esse risco é mitigado pelo fato da Companhia concentrar a captação de seus empréstimos com a Eletrobrás, a juros fixos, conforme divulgado na Nota

280 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 43.2 GESTÃO DE CAPITAL Os objetivos da Companhia ao administrar sua estrutura de capital, são os de salvaguardar a capacidade de continuidade para oferecer retorno aos acionistas e qualidade nas obrigações previstas no contrato de concessão, além de manter o equilíbrio necessário para a redução dos seus custos. A Companhia monitora o capital com base no índice de alavancagem financeira. Esse índice corresponde à dívida líquida dividida pelo capital total. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de empréstimos (incluindo empréstimos de curto e longo prazos, conforme demonstrado no balanço patrimonial). Subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. O capital total é apurado através da soma do patrimônio líquido, conforme demonstrado no balanço patrimonial consolidado, com a dívida líquida. Os índices de alavancagem financeira em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012 podem ser assim sumariados: Financiamentos e empréstimos (-) Caixa e equivalentes de caixa (25.646) (46.006) (39.365) Dívida líquida Total do patrimônio líquido (21.400) (67.938) Total do Capital Índice de alavancagem financeira 104% 120% 71% 1. Instrumentos financeiros por categoria Ativo financeiro (Circulante/não circulante) Empréstimos e recebíveis Caixa e equivalentes de caixa Clientes Direito de ressarcimento Disponível para venda Ativo financeiro - concessões de serviço público Valor justo por meio do resultado Aplicações financeiras Passivo financeiro (Circulante/não circulante) Mensurados ao custo amortizado Financiamentos e empréstimos Obrigações de ressarcimento Fornecedores

281 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A Companhia não opera com instrumentos financeiros derivativos (especulativos ou não especulativos). A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, dentre os quais se destacam: disponibilidades, incluindo aplicações financeiras, contas a receber de clientes, ativo financeiro indenizável (concessão), contas a pagar a fornecedores e empréstimos e financiamentos que se encontram registrados em contas patrimoniais, por valores compatíveis de mercado em 31 de dezembro de 2013 e 31 de dezembro de 2012, conforme segue: 1.1 Ativos financeiros estão classificados nos seguintes grupos: a) Caixa e equivalentes de caixa mantidos para a negociação a curto prazo e mensurados pelo valor justo, sendo os seus efeitos reconhecidos diretamente no resultado; b) Clientes são registrados pelo seu valor nominal, similar aos valores justos e prováveis de realização. Os créditos renegociados são registrados assumindo a intenção de mantê-los até o vencimento, pelos seus valores prováveis de realização, similares aos valores justos; c) Ativos financeiros da concessão são ativos financeiros que representam o direito incondicional de Recber uma determinada quantia ao final do prazo da concessão. 1.2 Passivos financeiros estão classificados nos seguintes grupos: a) Fornecedores são mensurados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridos até a data do balanço, sendo o seu valor contábil aproximado de seu valor justo; b) Financiamentos e empréstimos são mensurados pelo custo amortizado, utilizando o método da taxa de juros efetiva. Nessa classificação de passivo financeiro destacam-se os empréstimos e financiamentos obtidos junto as instituições financeiras, e aos fundos setoriais, em especial a Reserva Global de Reversão RGR. Os valores de mercado dos empréstimos e financiamentos obtidos são similares aos seus valores contábeis, fazendo que seja próximo ao seu valor presente. A Companhia finalizou o exercício de 2013 com contratos passivos, entre empréstimos e financiamentos, que totalizam R$ (R$ em 31 de dezembro de 2011), conforme demonstrado a seguir: Valor Part. (%) Variação no Período (%) Valor Part. (%) Valor Part. (%) Moeda nacional INPC ,36 4, , ,61 FINEL ,63 1, , ,57 RGR , , ,03 SELIC/RO ,09 (28,94) , ,42 Outros , , , , , ,72 Moeda estrangeira Dólar ,18 16, , , , , ,00 d) Demais passivos financeiros são mensurados pelo custo amortizado, e seus valores justos são similares aos seus valores contábeis. 280

282 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 43.3 ESTIMATIVA DO VALOR JUSTO Pressupõe-se que os saldos das contas a receber de clientes e contas a pagar aos fornecedores pelo valor contábil, menos a PCLD, esteja próxima de seus valores justos. O valor justo dos passivos financeiros, para fins de divulgação, é estimado, mediante o desconto dos fluxos de caixa contratuais futuros pela taxa de juros vigente no mercado, que está disponível para a Companhia para instrumentos financeiros similares. A Companhia usa a seguinte hierarquia para determinar e divulgar o valor justo de instrumentos financeiros pela técnica de avaliação: Nível 1 Ativo financeiro (Circulante/não circulante) Aplicações financeiras Os ativos e passivos financeiros registrados a valor justo foram classificados e divulgados de acordo com os níveis a seguir: Nível 1 preços cotados (não ajustados) em mercados ativos, líquidos e visíveis para ativos e passivos idênticos que estão acessíveis na data de mensuração QUALIDADE DOS CRÉDITOS DOS ATIVOS FINANCEIROS Recebíveis por grupo Grupo I Residencial Serviço público Grupo II Industrial Comercial Poder público Rural Iluminação pública Grupo III Fornecimento não faturado Acréscimo moratório Total de recebíveis O total de recebíveis demonstrados acima é representado por faturas de energia elétrica a vencer ou vencidos não incluídos na PCLD, estes foram classificados de acordo com a taxa de inadimplência apurada pela área comercial da Companhia conforme descrito abaixo: Grupo I Nível de inadimplência compreendido até 20% do total de recebíveis; Grupo II - Nível de inadimplência compreendido acima de 20,01% do total de recebíveis; e, Grupo III Energia vendida e não faturada em função do calendário de faturamento. Estes são reclassificados nos demais grupos na medida em que são efetuadas leituras periódicas Risco de não renovação das concessões 281

283 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A Companhia detém a concessão para exploração dos serviços de planejamento, construção e exploração da produção, transformação, transporte, distribuição e comercialização de energia, regulamentadas pela ANEEL com vigência até 2 de julho A expectativa da administração é que a concessão seja prorrogada. Caso não seja deferida pelo poder concedente ou mesmo ocorra mediante a imposição de custos adicionais para a Companhia (concessão onerosa), ou estabelecimento de um preço teto, os atuais níveis de rentabilidade e atividade podem ser alterados Risco quanto à escassez de energia O Sistema Elétrico Brasileiro é abastecido predominantemente pela geração hidrelétrica. Um período prolongado de escassez de chuva, durante a estação úmida, reduzirá o volume de água nos reservatórios dessas usinas, trazendo como consequência o aumento no custo na aquisição de energia no mercado de curto prazo e na elevação dos valores de Encargos de Sistema em decorrência do despacho das usinas termelétricas. Numa situação extrema poderá ser adotado um programa de racionamento, que implicaria em redução de receita. No entanto, considerando os níveis atuais dos reservatórios e as últimas simulações efetuadas, o Operador Nacional de Sistema Elétrico - ONS não prevê um novo programa de racionamento. 44. BASE DE REMUNERAÇÃO De acordo com o Contrato de Concessão nº 07/2001 ANEEL, e termos aditivos celebrados, respectivamente, em 15 de maio de 2005 e em 08 de junho de 2009, com vigência até 7 de julho de 2015, que regula a exploração dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica na área de concessão da Companhia, define a Revisão Tarifária a cada 4 anos. A primeira revisão tarifária ocorreu no exercício de 2005, a segunda no exercício de 2009 e a terceira neste exercício de O conjunto de mudanças aprovadas impacta diretamente numa parcela da tarifa Parcela B, que reflete os custos relativos à atividade de distribuição, como, os custos operacionais e os investimentos. Essa a parcela representa 40% da conta de energia do consumidor. A Parcela A é menos gerenciável e se refere aos custos com compra e transmissão de energia elétrica, além dos encargos setoriais. A revisão tarifária acontece a cada quatro anos. É neste momento que os custos são reavaliados, revertendo-se para a modicidade tarifária os ganhos médios de eficiências por elas obtidos. 45. REVISÕES TARIFÁRIAS PERÍODICAS A ANEEL aprovou as novas regras para os processos relativos ao 3º Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas (RTP) das tarifas de energia elétrica. O conjunto de mudanças aprovadas impactou diretamente numa parcela da tarifa, a chamada Parcela B, que reflete os custos relativos à atividade de distribuição, como os custos operacionais e os investimentos. Essa parcela representa de 25% a 30% da conta de energia que chega ao consumidor. A outra parcela, denominada, Parcela A é menos gerenciável pelas distribuidoras e se refere aos custos com compra e transmissão de energia elétrica, além dos encargos setoriais. Ainda são incluídos nas faturas dos consumidores o pagamento de taxas, impostos e tributos definidos pelos Governos Federal, Estaduais e Municipais. Dentre os itens alterados, destaca-se a taxa de retorno do capital - WACC, aplicado que era de 9,95% (real e liquido de imposto) e foi reduzida para 7,5% (real e liquido de imposto) respectivamente. A alteração reflete a redução do risco percebido para se investir em distribuição de energia elétrica no País. A revisão das tarifas acontece em média a cada quatro anos e é o momento em que são reavaliados os custos das distribuidoras, revertendo-se para a modicidade tarifária os ganhos médios de eficiência por elas obtidos. 282

284 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) A nova metodologia de revisão tarifária ficou em audiência pública (AP nº. 040/2010) de 10/09/2010 a 10/01/2011 (primeira fase) e de 27/04/2011 a 03/06/2011 (segunda fase). Os ciclos de revisão anteriores aconteceram de 2003 a 2006 (1º Ciclo) e de 2007 a 2010 (2º Ciclo). As metodologias aplicáveis ao 3º ciclo foram definidas nos módulos 2 a 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária PRORET que tratam do cálculo da revisão tarifária até a estrutura tarifária aplicável, bem como das contribuições recebidas na Audiência Pública AP Nº 51/2013 que permitiram o aperfeiçoamento do ato homologatório da ANEEL. A Companhia passou no exercício de 2013 pelo processo do Terceiro Ciclo de Revisão Tarifária-3RTP(3º Ciclo). Durante esse processo foram revistos todos os custos da concessionária, a Base de Remuneração Regulatória - BRR, o novo patamar de reconhecimento das perdas regulatórias e as novas metas de atendimento aos indicadores de qualidade. O resultado final da 3RTP está apresentado no quadro com se segue: 27/8/2013 Parcela B Parcela A Receita requerida total Reposicionamento tarifário financeiro -1,86% Componentes financeiros 5,15% Efeito médio na tarifa aos consumidores 3,29% Efeito médio na tarifa aos consumidores de alta tensão 5,58% Efeito médio na tarifa aos consumidores de baixa tensão 2,06% As novas tarifas terão sua vigência de 28 de agosto de 2013 a 27 de agosto de 2014, sendo que a homologação das novas tarifas foi realizada por meio da Resolução homologatória nº 1.606, de 27 de agosto de A ANEEL, ainda, por meio do Despacho nº 2.767, de 02 de agosto de 2013 e nota técnica nº 362/2013-SER/ANEEL, de 16 de agosto de 2013, respectivamente, declarou o valor total da Base de Remuneração BRR para fins do 3º Ciclo de Revisão Tarifária para a Companhia: Valor do Despacho Base de remuneração bruta Base de remuneração líquida Taxa de depreciação 3,97% (*) liquido de provisões para perdas ou recuperabilidade (impairment), quando aplicável A administração da Companhia finalizou processo de análise e conciliação dos valores determinados pela ANEEL e de avaliação dos impactos em suas demonstrações financeiras conforme descrito a seguir. Para os ativos vinculados à concessão (ativos financeiros e intangíveis), a Companhia avaliou o valor de recuperação desses ativos comparando-os com o valor da BRR líquida, definida pela ANEEL como citado acima, atualizada para 31 de dezembro de 2013 pelo Índice Geral de Preços do Mercado IGP-m, bem como foram adicionados e/ou deduzidas às movimentações ocorridas no período de março a dezembro de O valor calculado pelo agente regulador superou o valor contábil e, portanto, a Companhia optou por proceder ao ajuste em se tratando de valorização dos ativos, conforme demonstrado a seguir: BRR líquida - 16/08/ Atualização pelo IGP-M Depreciação regulatória recebida no tarifa (*) (26.919) Adições (baixas) líquidas no período BRR líquida ajustada em 31/12/ Bifurcação entre ativo financeiro e intangível Ativo financeiro Ativo intangível Total dos ativos vinculados à concessão (*) Nota técnica nº 362/ S R E/ANEEL de 16/03/

285 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Neste exercício foi registrado o valor de R$ referente a diferença entre o valor contábil e a Base de Remuneração Regulatória, como Ganhos da Lei nº / EVENTOS SUBSEQUENTES a) Regime Tributário de Transição RTT No dia 11 de novembro de 2013 foi publicada a Medida Provisória (MP) nº 627 que revoga o Regime Tributário de Transição (RTT) e traz outras providências, dentre elas: (i) alterações no Decreto-Lei nº 1.598/77 que trata do imposto de renda das pessoas jurídicas, bem como altera a legislação pertinente à contribuição social sobre o lucro líquido; (ii) estabelece que a modificação ou a adoção de métodos e critérios contábeis, por meio de atos administrativos emitidos com base em competência atribuída em lei comercial, que sejam posteriores à publicação desta MP, não terá implicação na apuração dos tributos federais até que lei tributária regule a matéria; (iii) inclui tratamento específico sobre potencial tributação de lucros ou dividendos; (iv) inclui disposições sobre o cálculo de juros sobre capital próprio; e inclui considerações sobre investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial. As disposições previstas na MP têm vigência a partir de A sua adoção antecipada para 2014 pode eliminar potenciais efeitos tributários, especialmente relacionados com pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio, efetivamente pagos até a data de publicação desta MP, bem como resultados de equivalência patrimonial. Dessa maneira, a administração entende que a aplicação do definido na medida provisória em questão, não afeta o patrimônio da Companhia para o exercício findo de 2013, uma vez que a geração de resultados dos últimos 5 (cinco) anos foi negativa e tampouco a empresa pagou os juros sobre capital próprio JCP no mesmo período. Considerando a não adoção da aplicação da legislação tributaria em vigor na data do encerramento das demonstrações financeiras da companhia, a administração entende que as avaliações apresentadas nos relatórios contábeis de 2013 consideram a melhor interpretação do texto corrente da MP, e considerando a quantidade elevada de emendas propostas até a data do encerramento do balanço patrimonial da empresa pode ser possível, que em sua conversão em lei, o texto seja alterado e qualquer avaliação será revista à luz do texto definitivo, e por consequência, as conclusões. Importante ainda considerar, neste contexto, que qualquer alteração, ajuste e/ou novas estimativas afetarão exercícios posteriores à data de apresentação das demonstrações financeiras de

286 Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2012 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) 47. ACESSO DE MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO Através da Resolução Normativa nº 482, de 17 de abril de 2012, alterada pela Resolução Normativa nº 517, de 11 de dezembro de 2012 a ANEEL estabeleceu condições gerais para acesso a microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica, o sistema de compensação de energia elétrica, e outras providências. Microgeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 100Kw); Minigeração distribuída: central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 100 Kw e menor ou igual a 1 Mw); Sistema de compensação: sistema no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa dessa mesma unidade consumidora ou de outra unidade consumidora de mesma titularidade. Maceió, 31 de dezembro de 2013 Marcos Aurélio Madureira da Silva Diretor-Presidente Ronaldo Ferreira Braga Diretor Financeiro Pedro Mateus de Oliveira Diretor de Planejamento e Expansão Luis Hiroshi Sakamoto Diretor de Gestão Cícero Vladimir de Abreu Cavalcante Diretor de Operação Luiz Armando Crestana Diretor Comercial Nélisson Sergio Hoewell Diretor de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais Maria dos Praseres L. P. Moreira Departamento de Contabilidade 2.731/Al 285

287 Exercício 2012 Anexo VIII (11.6 Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis) 291

288 Exercício

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