MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS

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1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012 MACEIÓ/AL MAIO/2013

2 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ELETROBRAS COMPANHIA ENERGÉTICA DE ALAGOAS RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012 do exercício de 2012, apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas ordinária anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 119/2012 e da Portaria - TCU nº 133/2013. Maceió, 29/05/2013

3 SUMÁRIO LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS... 5 LISTA DE TABELAS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC INTRODUÇÃO... 7 A CONTEÚDO GERAL IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UJ Identificação da Unidade Jurisdicionada Finalidade e competências institucionais da unidade jurisdicionada Organograma funcional Macroprocessos finalísticos Principais macroprocessos de apoio Principais parceiros relacionados aos macroprocessos finalísticos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO Estrutura orgânica de controle Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno Informações Sobre a Remuneração Paga aos Administradores, Membros da Diretoria Estatutária, do Conselho De Administração e do Conselho Fiscal Política de Remuneração dos Membros da Dir. Estatutária e dos Conselhos de Administração e Fiscal Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos Demonstrativo Sintético da Remuneração de Membros de Diretoria e de Conselhos Demonstrativo da Remuneração Variável dos Administradores Informações sobre a estrutura e as atividades do sistema de correição PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Relação dos programas do Plano Plurianual vigente Informações Sobre Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Informações Sobre Objetivos Vinculados a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Informações Sobre Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado de Responsabilidade da UJ Informações Sobre Ações Vinculadas a Programas de Gestão, Manutenção e Serviços Informações Sobre a Execução Orçamentária e Financeira da Despesa Informações sobre a estrutura e TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS Composição do Quadro de Servidores Ativos Demonstração da força de trabalho à disposição da unidade jurisdicionada Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade

4 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Classificação do quadro de servidores inativos da unidade jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria Demonstração das origens das pensões pagas pela unidade jurisdicionada Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Informações Sobre os Atos de Pessoal Sujeitos a Registros e Comunicação Atos Sujeitos à Comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Informações sobre a Substituição de Terceirizados em Decorrência da Realização de Concurso Público Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Informações sobre Locação de Mão de Obra Composição do Quadro de Estagiários GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros Gestão do Patrimônio Imobiliário GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Gestão da Tecnologia da Informação (TI) GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS Deliberações do TCU e do OCI Atendidas no Exercício Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Informações Sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna Declaração de Bens e Rendas Estabelecida na Lei n 8.730/ Situação do Cumprimento das Obrigações Impostas pela Lei 8.730/ Análise Crítica Declaração de Atualização de Dados no SIASG e SICONV INFORMAÇÕES CONTÁBEIS Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6404/ Composição Acionária Parecer da Auditoria Independente sobre as demonstrações contábeis Informações sobre as entidades fechadas de previdência complementar Anexo I Anexo II

5 Anexo III Anexo IV Anexo V Anexo VI Anexo VII Anexo VIII Anexo IX

6 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS AFAC Adiantamento para Futuro Aumento de Capital ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica BIRD Banco Mundial CDE Conta de Desenvolvimento Energético CMDE Contrato de Metas e Desempenho Empresarial CNAE Cadastro Nacional de Atividade Econômica DEC Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora DIC Duração de Interrupção Individual por Unidade Consumidora ou por Ponto de Conexão DN Decisão Normativa EDE Empresas de Distribuição da Eletrobras FEC Freqüência equivalente por unidade consumidora LOA Lei Orçamentária Anual LT s Linhas de Transmissão MME Ministério de Minas e Energia PCH s Pequenas Centrais Hidrelétricas PDG Programa de Dispêndios Globais PEE Programa de Eficiência Energética P&D Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico PMD Plano de Melhoria de Desempenho PMSO Pessoal, Material, Serviços e Outras Despesas PROCEL Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica PTSE Plano de Transformação do Sistema Eletrobras RGR Reserva Global de Reversão SE Subestações SGD Sistema de Gestão de Desempenho SIASG Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais SIAGE Sistema de Acompanhamento Gerencial SIEST Sistema de Informação das Estatais SIGPLAN Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIORG Sistema de Informações Organizacionais do Governo Federal TAC Termo de Ajuste de Conduta TAF Taxa de Arrecadação Financeira TCU Tribunal de Contas da União TMA Tempo Médio de Atendimento UG Unidades Gestoras UJ Unidade Jurisdicionada UO Unidade Orçamentária 5

7 LISTA DE TABELAS, RELAÇÕES, GRÁFICOS, DECLARAÇÕES, ETC. Quadro 1 - Identificação da Unidade Jurisdicionada no Individual (Quadro A.1.1) Quadro 2 - Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ (Quadro A.3.1) Quadro 3 - Detalhamento de itens da remuneração da Diretoria Estatutária (Quadro A.3.4) Quadro 4 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho de Administração (Quadro A.3.4) Quadro 5 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho Fiscal (Quadro A.3.4) Quadro 6 - Detalhamento de itens da remuneração variável dos administradores (Quadro A.3.4) Quadro 7 - Programa de Governo constante do PPA Temático (Quadro A.4.1) Quadro 8 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.4.2) Quadro 9 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.4.2) Quadro 7 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Quadro 11 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Quadro 12 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 13 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 14 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Quadro 15 - Demonstrativo da Execução Econômica/financeira, no exercício Quadro 16 - Objetivos, metas e iniciativas do PPA Quadro 17 - Programa de governo constante do PPA - De Gestão e manutenção (Quadro A.4.5) Quadro 18 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 19 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 20 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Quadro 21 - Força de Trabalho da UJ (Quadro A.6.1) Quadro 22 - Situações que reduzem a força de trabalho da UJ (Quadro A.6.2) Quadro 23 Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas (Quadro A.6.3) Quadro 23 Quantidade de servidores por faixa etária (Quadro A.6.4) Quadro 25 Quantidade de servidores por nível de escolaridade (Quadro A.6.5) Quadro 26 - Composição do quadro de servidores inativos (Quadro A.6.7) Quadro 27 - Instituidores de pensão (Quadro A.6.8) Quadro 28 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Quadro A.6.9) Quadro 29 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Quadro A.6.10) Quadro 30 - Regularidade do cadastro dos atos no Sisac (Quadro A.6.11) Quadro 31 - Resumo dos indicadores gerenciais Quadro 32 Acidentes de trabalho e doenças ocupacionais Quadro 33 - Relação dos empregados terceirizados substituídos (Quadro A.6.15) Quadro 34 - Autorizações para substituição de terceirizados (Quadro A.6.16) Quadro 35 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva (Quadro A.6.17) Quadro 36 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra (Quadro A.6.18) Quadro 37 - Composição do quadro de estagiários (Quadro A.6.19) Quadro 38 - Gestão da Tecnologia da Informação da UJ (Quadro A.8.1) Quadro 39 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis (Quadro A.9.1) Quadro 40 - Consumo de papel, energia elétrica e água (Quadro A.9.2) Quadro 41 - Demonstrativo do cumprimento da obrigação de entregar a DBR (Quadro A.10.5) Quadro 42 - Remuneração mensal dos Conselhos de Administração e Fiscal (Quadro A.3.2) Quadro 43 - Quadro de custos de pessoal (Quadro A.6.15)

8 INTRODUÇÃO O da Companhia Energética de Alagoas CEAL apresenta de forma sucinta as realizações referentes ao exercício O mesmo contém textos, quadros e tabelas sobre as realizações nesse exercício. Todas as informações que foram realizadas podem ser consultadas. Os itens 4.2 e 4.3, 7.2, da parte A, constantes da DN TCU Nº 119/2012, não são aplicados à CEAL por esta ser parte da administração indireta. 7

9 A CONTEÚDO GERAL 1. IDENTIFICAÇÃO E ATRIBUTOS DA UJ 1.1. Identificação da Unidade Jurisdicionada Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério de Minas e Energia : Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Companhia Energética de Alagoas Denominação abreviada: CEAL : Não se Aplica Código LOA: Não se Aplica Código SIAFI: Não se Aplica Situação: ativa Natureza Jurídica: Sociedade de Economia Mista Principal Atividade: Concessionária de distribuição de energia elétrica Código CNAE: Telefones/Fax de contato: (082) (082) (082) Página na Internet: Endereço Postal: Av. Fernandes Lima, nº 3349 Gruta de Lourdes, Maceió/AL CEP: Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Lei nº de 08/04/1959 Autoriza o Poder Estadual a organizar uma sociedade de economia mista, por ações, destinada a realizar o aproveitamento, exploração e distribuição de energia elétrica no Estado de Alagoas. Escritura Pública de constituição da Sociedade Anônima de Economia Mista Companhia de Eletricidade de Alagoas CEAL. Cartório Heitor Martins Tabelião do 4º Ofício Maceió, AL. Livro nº 71 Fls. 111v a 120v lavrada em 17/08/1960. Decreto Presidencial nº de 15/06/1961 Concede autorização para funcionar como empresa de energia elétrica a Companhia de Eletricidade de Alagoas. Lei Estadual nº de 05 de julho de 1983 cria a Companhia Energética de Alagoas CEAL Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada ORGANIZACIONAL DG-DO/RI-001 Regimento de Comitê de Normas e Processos e Aprovação DG-DO-05/N-001 Norma de Padronização para Elaboração, Expedição e Recebimento de Documentos Oficiais MPS-DG-05/N-001 Norma de Padronização das Práticas da Organização SECRETARIA GERAL MPC-PR-08/N-01 Norma do macro processo da secretaria geral RECURSOS HUMANOS NOR SRH Adicional de Periculosidade NOR SRH Alcoolismo NOR SRH Assistência aos dependentes Especiais NOR SRH Avaliação de Desempenho NOR SRH Benefícios Assistenciais aos Aposentados 8

10 NOR SRH Brigada de Emergência DG-GP-01/N-009 Norma de Cessão e Requisição de Empregados DG-GP-01/N-004 Norma de Férias NOR SRH Função de Motociclista DG-GP-01/N-015 Norma de Gratificação de Função MPS-DG-01/N-001 Apuração de irregularidades DG-GP-01/N-015 Fornecimento de Vales Alimentação/Refeição DG-GP-01/N-017 Norma de Auxílio Educacional Escolar Creche,Pré-escola,Babá,Material Escolar DG-GP-01/N-027 Norma da Comissão Interna de prevenção de Acidentes MPS-DG-02/N-002 Norma de Desenvolvimento e Capacitação de Pessoas DG-GP-01/N-001 Norma de Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades DG-GP-01/N-018 Auxílio Educacional Ensino Superior DG-GP-01/N-006 Norma de Empréstimo em Consignação DG-GP-01/N-031 Norma de Estágio de Estudantes DG-GP-01/N-008 Norma de Frequencia, Jornada de Trabalho e Horas Extras DG-GP-03/N-020 Norma de Incentivo às Atividades Físicas DG-GP-01/N-005 Norma de Regime de Sobreaviso DG-GP-01/N-013 Norma de Rescisão Contratual de Trabalho Sem Justa Causa MPS-DG-02/N-001 Norma do Macroprocesso de Educação Corporativa MPS-DG-02/P-001 Procedimento de Controle e Avaliação das Ações Educacionais; MPS-DG-02/P-003 Procedimento de Idioma Estrangeiro. MPS-DG-02/P-002 Procedimento de Pós Graduação - Lato Sensu e Stricto; NOR SRH Recrutamento e Seleção DG-GP-01 P-008 Procedimento para concurso de remanejamento ou transferência MPS-DG-02/N-002 Norma de Desenvolvimento e Capacitação de Pessoas DG-GP-01/P-032 Procedimento de Requisição, Fornecimento, Uso, Devolução e Substituição de Equipamentos de Segurança NOR SSA Procedimentos de Segurança SUSTENTABILIDADE PR-ST-01/N-001 Norma de Implantação e Gestão do Programa de Coleta Seletiva Solidária PR-ST-01/P-001 Procedimento de Coleta Seletiva SUPRIMENTOS DG-LC-04/N-002 Norma de gestão de Contratos DG-LC-04/N-001 Norma de aquisição de bens e serviços DF-FT-02/N-001 Norma de contas a pagar DG-LC-04/N-002 Norma de administração de materiais DG-SU-04/N-003 Norma de inventário de Materiais e Equipamentos DG-SU-04/N-002 Norma de armazenamento de materiais e instalações DG-SU-04/N-004 Norma de alienação de bens TRANSPORTES NOR STR Transporte Coletivo para Condução de Empregados INS STR Credencial do Condutor de Veículo NOR STR Locação de Veículos de Terceiros DG-GA-07/N-001 Norma Administração e Condução da Frota de Veículos PLANEJAMENTO E EXPANSÃO NOR SCS Serviço de Análise e Elaboração de Projeto INS SCS Credenciamento de Engenheiro MPN-DP-01/N-001 Norma de Atualização do Sistema Técnico da Distribuição INS SDI Elaboração e Análise de Projetos de Rede de Distribuição e Subestação em 13.8 SERVIÇO DA DISTRIBUIÇÃO - comercial Consumidor de Baixa Renda Fraude Locação de Transformadores 9

11 Procedimentos Operacionais do Centro de Operação da Distribuição - COD Desligamento no Sistema de Distribuição Elaboração e Análise de Projetos de Rede de Distribuição e Subestação em 13.8 kv TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NOR SIN Política de Uso da Internet DG-GT-06/N-001 Norma de Segurança da Informação DG-TI-06/N-002 Norma de Política de Backup e Restore de Dados SERVIÇOS AUXILIARES NOR SSA Abalroamento de Postes NOR SSA Bens Móveis NOR SSA Uso de Uniformes Padrões da CEAL DG-GA-04/N-005 Norma Serviço de Telefonia Fixa e Fax DG-GA-04/N-006 Norma Serviço Telefônico Móvel DG-MS-07/N-003 Gestão de Documentos Arquivisticos DG-GA-04/N-004 Norma de Acesso às Dependências da Empresa DG-MS-07/P-004 Procedimento Acesso aos Documentos do Arquivo Central DG-GA-04/P-0005 Procedimento Eliminação de Documentos DG-MS-07/P-001 Procedimento Solicitaçãoo de Assessoramento Técnico-Arquivístico DG-MS-07/P-002 Procedimento Transferência de Documentos para Arquivo Central DG-MS-07/N-004 Norma de Gestão de Protocolo DG-MS-07/P-006 Procedimento Envio e Recebimento de Correspondências DG-MS-07/P-005 Procedimento Uniformização da Abertura de Processos DG-GA-04/N-001 Norma de Viagens no País CONTÁBIL/FINANCEIRO NOR SCF Fundo Fixo de Caixa NOR SCF Processo de Pagamento INS SCF Resgate de Cheque Devolvido NOR SCF Lançamento de Débitos para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) DF-FT-02/N-003 Norma de Riscos e Seguros COMERCIAL INS.SCF Alterar Data de Vencimento da Fatura de Energia Elétrica NOR.SCF Analisar Fatura - Geração de OS em Bloco NOR.SCF Análise da Demanda Contratada-Tensão Primária. INS.SCF Análise das Estatísticas de Faturamento para Melhoria do Processo NOR.SCF Análise e Definição da Necessidade de Rede - Universal NOR.SCF Análise e Reconhecimento da Sazonalidade para Fins de Faturamento. NOR.SCF Aprovação do calendário de Leitura INS.SCF Arrecadação por Encontro de Contas NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _AT - AT_ NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _BT - AT NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Aumento de Carga _BT - BT_ NOR.SCF Atendimento a Solicitação de Desligamento para Reforma do Padrão Entrada NOR SCF Atendimento ao Cliente com Débito em outra UC NOR SCF Atendimento ao Pedido de Fornecimento ao Cliente do Grupo A e Optante NOR SCF Atendimento ao Pedido de Fornecimento ao Cliente do Grupo B INS.SCF Atualização das Tarifas e dos Serviços Cobráveis no Sistema AJURI NOR SCF Auditoria de Implantação dos Procedimentos Comerciais INS.SCF Cadastramento de Semáforos, Sinalizadores e Assemelhados. INS.SCF Cadastramento do Débito em Conta - Geração de Arquivos NOR.SCF Cadastro das Unidades Consumidoras INS.SCF Cadastro de Entrega Alternativa de faturas de Energia Elétrica. INS.SCF Cálculo das Diferenças de Faturamento Irregular de Consumo INS.SCF Cancelamento de Faturas. Ed.02 INS.SCF Carregar e Descarregar Leituras 10

12 NOR.SCF Cobrança da COSIP NOR.SCF Composição da Fatura de Energia Elétrica. INS.SCF Conceitos de Faturamento INS.SCF Conclusão de OS em Bloco NOR.SCF Condicionantes para Mudança de Grupo Tarifário. NOR SDI Consumidor de Baixa Renda.pdf INS.SCF Consumos Adicionais. NOR.SCF Contratação de Agentes Arrecadadores NOR.SCF Contratação de Conexão e Uso do Sistema de Distribuição NOR.SCF Contratação de Energia Pura INS.SCF Contratação na Estrutura Tarifária Convencional e Horo-sazonal INS.SCF Controle de Senhas de Atendimento INS.SCF Controle de Veículos INS SCF Controle Diário do Faturamento INS.SCF Correção dos Dados da Medição INS.SCF Corrigir Histórico da Medição NOR.SCF Critérios para Definição do Ponto de Entrega NOR.SCF Definição do Calendário de Leituras INS.SCF Definir Itinerário de Leitura no Cadastramento da UC NOR.SCF Denúncia de Fornecimento de energia para Terceiros INS.SCF Desligamento de UC com Fornecimento de Energia Elétrica Suspenso no Ponto de Derivação INS.SCF Desligamento de UC no Ponto de Derivação a Pedido do Cliente INS.SCF Desligamento de Unidade Consumidora com Retirada do Medidor INS SDI Desligamento no Sistema de Distribuição NOR.SCF Detecção e Regularização de Ligações Clandestinas INS SCF Devolução de Pagamento Recebido em Duplicidade (Energia e Encargos) INS.CF Diretrizes para Faturamento Plurimestral NOR SCF Distribuição e Controle de Selos Lacres INS.SCF Efetuar Cálculo Financeiro INS.SCF Emissão de 2a Via de Energia Elétrica através da Internet INS.SCF Emissão de Fatura Complementar INS.SCF Emissão de Fatura de Consumo Final. INS.SCF Emissão de Fatura Especial NOR SCF Emissão de Reaviso para Fornecimento do Grupo A NOR SCF Emissão de Reaviso para Fornecimento do Grupo B INS.SCF Emissão e Entrega do Contrato de Adesão. INS.SCF Encargos Diversos. NOR.SCF Encerramento de Ordem de Serviço de Corte por Pagamento da Fatura de Energia INS.SCF Enquadramento de UC na Subclasse Residencial Baixa Renda NOR.SCF Enquadramento no Programa Luz para Todos INS.SCF Entrega de Faturas de Energia do Grupo A. INS.SCF Entrega de Faturas de Energia do Grupo B. Ed.02 NOR SCF Entrega de Faturas de Energia Elétrica INS.SCF Entrega do Contrato de Fornecimento ao Cliente do Grupo A. NOR.SCF Estabelecimento da Tensão de Fornecimento INS.SCF Estatísticas de Atendimento Comercial e COD INS SCF Estorno de Arrecadação por Pagamento de Fatura de Terceiro. Ed.02 NOR.SCF Execução Automática da Arrecadação NOR.SCF Execução Manual da Arrecadação INS.SCF Fatura Agrupada por Órgão Pagador NOR.SCF Faturamento da Irregularidade INS.SCF Faturamento de Penalidades - DIC, FIC e DMIC NOR SCF Faturamento de UC do Grupo "A" NOR SCF Faturamento de UC do Grupo "B" NOR.SCF Faturamento do Fornecimento de Iluminação Pública NOR SCF Faturamento dos Serviços Cobráveis INS.SCF Faturamento Eventual Antecipado INS SCF Faturamento por Média de Três Ciclos Consecutivos NOR SDI Fraude INS.SCF Geração Automática de Lançamentos a Faturar NOR.SCF Geração Campanha de Inspeção em Unidades Consumidoras INS.SCF Geração de OS em Bloco para Inspeção de Cortado 11

13 INS.SCF Geração Manual de Lançamentos INS.SCF Gerência de Equipes NOR.SCF Gestão do Processo de Atendimento ao Pedido de Fornecimento de Iluminação Pública NOR SCF Gestão do Processo de Cobrança Judicial NOR.SCF Gestão do Processo de Corte por Falta de Pagamento NOR. SCF Gestão do Processo de Religação NOR.SCF Gestão do Processo do Fornecimento Precário. NOR.SCF Gestão e Controle do Prazo do Fornecimento Provisório INS.SCF Inclusão de Clientes no Cadastro da SERASA NOR.SCF Inspeção da Medição e do Padrão de Entrada de Unidades Consumidoras Atendidas em Alta Tensão e Detecção de Procedimento Irregular NOR.SCF Inspeção da Medição e do Padrão de Entrada de Unidades Consumidoras Atendidas em Baixa Tensão e Detecção de Procedimento Irregular INS.SCF Inspeção e Manutenção em Coletor de Leituras INS.SCF Instalar Lacres na Caixa de Medição da UC INS SCF Instalar Ramal de Ligação em UC com Fornecedor de Energia Elétrica Suspenso NOR SCF Lançamento de Débitos para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) NOR SCF Leitura de Medidores do Grupo B INS.SCF Liberação e Cobrança de Ligação de Iluminação Natalina INS.SCF Manutenção de Medidores. INS.SCF Manutenção e Melhoria do Sistema AJURI NOR.SCF Medição e Faturamento de Clientes Livres MPN-DC-01/N-003 Norma Alteração de Titularidade MPN-DC-01/N-004 Norma Cadastro de Unidade Consumidora MPN-DC-01/N-005 Norma Concessão do Benefício Tarifa Social de Energia Elétrica DC-CA-01/N-001 Norma Fornecimento Provisório de Energia Elétrica DC-CA-01/N-002 Norma Solicitação de Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão NOR.SCF Orientação ao Cliente Quanto ao Padrão de Entrada da UC. NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre a Estrutura Tarifária e as Opções de Faturamento NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre a Medição Instalada NOR.SCF Orientação ao Cliente sobre Prazos de Ligação nos Casos de Extensão de Rede NOR.SCF Orientações ao Cliente Quanto ao Projeto das Instalações Elétricas das UCs INS SCF Pagamento da Guia de PrevidÊncia Social - GPS NOR.SCF Parcelamento de Débito de Terceiros NOR.SCF Prazos de Entrega de Faturas NOR.SCF Procedimento de Encerramento das Relações Contratuais para Clientes do Grupo A NOR.SCF Procedimento para a Leitura dos Medidores do Grupo A NOR SCF Procedimento para Impressão de Faturas do Grupo "B" INS.SCF Procedimento para Levantamento de Carga Instalada INS.SCF Procedimento para Suspensão do Fornecimento de Energia Elétrica por Falta de Pagamento (Geração da Ordem de Serviço de Corte) INS.SCF Processo de Cobrança Administrativa Inclusão de Clientes no Cadastro do Serviço de Proteção ao Crédito NOR.SCF Processo de Encerramento das Relações Contratuais - Grupo B. NOR.SCF Processo de Encerramento das Relações Contratuais paraclientes do Grupo A INS.SCF Processo de Instalação de Medidor e Ramal de Ligação INS.SCF Programação e Pré-programação de Serviços INS.SCF Realizar Leitura e Entrega Simutânea NOR.SCF Recebimento de Denúnia de Procedimento Irregular e Ligação Clandestina INS.SCF Reclamação de Agente Arrecadador INS.SCF Reclamação de Agente Arrecadador INS SCF Reclamação de UC Ligada e Contrato Pendente INS SCF Reclamação de Valores Faturados por Média INS.SCF Reclamação junto aos Orgãos de Defesa do Consumidor INS SCF Reclamação por Corte Indevido INS.SCF Reclamação por dados do Contrato Incorretos INS SCF Reclamação por Erro de Débito em Conta INS SCF Reclamação por Erro de Leitura INS SCF Reclamação por Fatura de Energia Elétrica não Entregue INS.SCF Reclamação por Fatura não Arrecadada INS SCF Reclamação por Irregularidade na Medição INS.SCF Reclamação por Ordem de Serviço não Atendida 12

14 INS.SCF Reclamação por Reclamação não Atendida INS SCF Reclamação por Valores Faturados - Encargos e Taxas INS.SCF Reclamação por Verificação Metrológica INS SCF Refaturamento das Unidades Consumidoras do Grupo A INS SCF Refaturamento das Unidades Consumidoras do Grupo A. Ed. 02 NOR SCF Registro das Irregularidades de Leitura INS.SCF Religação de UC com Fornecimento de Energia Elétrica Suspenso na Caixa de Proteção ou na Mediç INS.SCF Remeter Declaração por Solicitação do Cliente INS SCF Resgate de Cheque Devolvido INS SCF Revisão Cadastral de Unidades Consumidoras em Campo INS.SCF Serviço Telefônico Comercial e Técnico Integrado INS.SCF Substituição de Fatura do Grupo B INS.SCF Substituição de Fatura por Acúmulo de Consumo INS.SCF Suspensão do Fornecimento de Energia por Falta de Pagamento INS.SCF Suspensão do Fornecimento de Energia por Falta de Pagamento - Grupo B. Ed.02 DC-CA-01/N-001 Tratamento das Reclamações dos Consumidores NOR SCF Tratamento de Débitos Incobráveis INS.SCF Tratamento de Liminar Judicial NOR.SCF VALORES MÍNIMOS FATURÁVEIS NOR.SCF Verificação da Atividade da UC para Classificação e Aplicação Tarifa INS.SCF Verificação Metrológica de Medidor de Energia Elétrica NOR SCF Vistoria da Unidade Consumidora do Grupo B OPERAÇÃO INS SDI Procedimentos Operacionais do Centro de Operações NOR SDI Locação de Transformadores ASSUNTOS REGULATÓRIOS DR-OU-01/N-001 Processo de Tratamento das Demandas Regulatórias Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Manual Organizacional Manual de Atribuições Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se aplica Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se aplica Não se aplica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se aplica Não se aplica Fonte: CEAL Presidência (PR) Quadro 1 - Identificação da Unidade Jurisdicionada no Individual (Quadro A.1.1) 13

15 1.2. Finalidade e competências institucionais da unidade jurisdicionada A Companhia Energética de Alagoas CEAL foi criada em 1983, sob a Lei Estadual nº de 05 de julho de 1983, oriunda da Companhia de Eletricidade de Alagoas Ceal, constituída pela Lei Estadual nº 2.137, de 08 de abril de 1959, com lavratura da escritura pública de constituição em 17 de agosto de Atualmente detentora do contrato de concessão nº. 007/2001, celebrado junto a União, por intermédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), possui o direito de explorar o serviço público de distribuição de energia nos 102 municípios alagoanos até o ano de Em julho de 1997, a União, por intermédio das Centrais Elétricas Brasileiras S.A. passou a exercer o controle acionário da Companhia, oportunidade em que assumiu a maioria das ações, a partir da aquisição de 50% das ações nominativas que se encontravam sob o controle do Estado de Alagoas. Em junho de 2008 foi implantado novo modelo de gestão para as Empresas Distribuidoras da Eletrobras, estabelecendo direção única, integrada, buscando unificar procedimentos, aproximar empregados de diferentes culturas e fortalecer a confiança dos clientes atendidos nas diferentes regiões de atuação. Na condição de holding, a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. controla grande parte dos sistemas de geração e transmissão de energia elétrica do Brasil, e atua na área de distribuição por meio das empresas Eletrobras Amazonas Energia, Eletrobras Distribuição Acre, Eletrobras Distribuição Roraima, Eletrobras Distribuição Rondônia, Eletrobras Distribuição Piauí e Eletrobras Distribuição Alagoas. Em dezembro de 2010 foi aprovada a integralização de Adiantamentos de Capital feitos pelas Centrais Elétricas Brasileiras S.A., totalizando R$ mil, oportunidade em que a Eletrobras passou a ter o controle integral da gestão da Companhia. Para atender à Lei nº , de 28 de dezembro de 2010, que dispõe sobre a participação de empregados nos conselhos de administração das empresas públicas e sociedades de economia mista, o Estatuto Social da empresa foi alterado em Assembleia Geral, de 9 de setembro de A Companhia incorpora como filosofia, crença e política, a visão estratégica de sua controladora e organiza-se para uma avaliação crítica como se fora uma empresa de capital aberto, alinhada à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal, orientada para as dimensões social, econômica, regional, ambiental e democrática, com programas e ações voltados para atender o grau de desenvolvimento desejado para o País e a sociedade em geral. Em seu espaço político-institucional está comprometida com o crescimento sustentável, a geração de emprego e renda, e a inclusão social, desempenhando políticas públicas no segmento de energia elétrica, expandindo seus ativos para atender o crescimento do mercado, e realizando melhorias sistêmicas para ofertar serviços com qualidade e menores custos. Suas ações estratégicas são direcionadas para a construção de uma Companhia sustentável e competitiva, comprometida com a ética, eficiência, transparência, profissionalismo, respeito e valorização do ser humano e do meio ambiente. Dentro das Novas Regras de Governança consta o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial - CMDE, que reporta a desafios, nas dimensões econômico-financeira, operacional e socioambiental. 14

16 Nele estão estabelecidos metas e resultados, objetivando maior eficiência, robustez e rentabilidade financeira, bem como as condições de acompanhamento e monitoramento a vigorar até 31/12/2014. No que diz respeito às empresas distribuidoras do grupo Eletrobras, são propostas as seguintes diretrizes: Consolidação da gestão integrada e realização do saneamento e equilíbrio econômicofinanceiro; Aumento da eficácia e eficiência operacional, melhoria da qualidade dos serviços, redução das perdas de energia e inadimplência; Modernização da estrutura organizacional e sistema de gestão, melhoria e integração dos processos administrativos, capacitação e profissionalização do quadro gerencial e técnico-administrativo das empresas. Em busca da melhoria da performance operacional e financeira, a Companhia deu sequência as ações de implantação de ferramentas de gestão estratégica, onde, por meio do Gerenciamento por Diretrizes, a Diretoria acompanha de forma sistêmica os indicadores de desempenho e metas definidas para cada processo, obedecendo ao ciclo do PDCA - planejar, executar, verificar e agir. O planejamento estratégico do triênio foi elaborado com o estabelecimento de metas e indicadores voltados à melhoria de desempenho da Companhia, unificando as ferramentas de gestão: SGD (Sistema de Gestão de Desempenho), PMD (Plano de Melhoria de Desempenho) e o CMDE (Contrato de Metas de Desempenho Empresarial), projetando desafios nas dimensões econômico-financeiras, operacional, e socioambiental. 15

17 1.3. Organograma funcional Figura 1 - Organograma Funcional Descrição sucinta das competências e atribuições de responsabilidade de cada área componente da estrutura da UJ: 1. Assembleia Geral A Assembleia-Geral, convocada e instalada de acordo com a Lei e o Estatuto Social, tem poderes para decidir sobre todos os negócios relativos ao objeto da Companhia e tomar as resoluções que julgar convenientes à sua defesa e desenvolvimento. 2. Conselho Fiscal Compete ao Conselho Fiscal verificar os atos dos administradores da Companhia, o cumprimento de seus deveres legais e estatutários e examinar suas demonstrações financeiras, além de outras competências fixadas em legislação específica. 16

18 3. Conselho de Administração Compete ao Conselho de Administração a fixação da orientação geral dos negócios da Companhia, através de diretrizes fundamentais de administração, bem como o controle superior da Empresa, pela fiscalização da observância das diretrizes por ele fixadas, acompanhamento da execução dos programas aprovados e verificação dos resultados obtidos. 3.1 Auditoria Interna Compete à Auditoria Interna verificar o cumprimento das diretrizes e atos normativos internos e externos, através do exame dos procedimentos, registros, arquivos, documentos, dados, funções e atividades desenvolvidas pela Companhia. 4. Diretoria Executiva É o conjunto de Diretores da Empresa aos quais compete assegurar o funcionamento regular da Companhia ficando, para esse fim, investida dos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, podendo deliberar sobre quaisquer matérias relacionadas com o objeto social, exceto aquelas que pela sua natureza ou pelo Estatuto, sejam da competência da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração. 5. Comitê de Gestão Empresarial É o conjunto de Assistentes de Diretores, designados como representantes de cada Diretor, aos quais compete planejar, orientar, supervisionar, coordenar, acompanhar e controlar as atividades operacionais da Companhia, de acordo com os planos, orientações e decisões da Diretoria Executiva, assegurando a otimização dos recursos disponíveis, bem como a representação local da Diretoria na área de concessão. 6. Presidência Compete à Presidência, através da atuação do Diretor Presidente, a orientação políticoadministrativa e a representação da Companhia. 6.1 Assessoria Jurídica Compete à Assessoria Jurídica assessorar as Diretorias e Unidades Organizacionais da Companhia, orientando sua atuação sob o ponto de vista jurídico, além de providenciar a defesa dos seus interesses. 6.2 Secretaria Geral Compete à Secretaria Geral Apoiar administrativamente os trabalhos do Conselho de administração, do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva da Companhia. 6.3 Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais Compete à Assessoria de Comunicação Social e Relações Institucionais assessorar as Diretorias e Unidades Organizacionais da Companhia no que se refere às atividades, 17

19 comunicação social, cerimonial, relações com a imprensa, publicidade e relacionamento Institucional com a sociedade, com os poderes constituídos e com outros agentes e instituições vinculados, direta ou indiretamente, à sua atuação. 6.4 Ouvidoria Compete à Ouvidoria intermediar e facilitar o atendimento e a relação entre o cidadão, o empregado e a organização, incluindo o recebimento, exame e encaminhamento de perguntas, reclamações, denúncias, elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações da Companhia. 6.5 Assessoria Especial de Suprimentos Compete a Assessoria Especial de Suprimentos gerenciar os processos e atividades referentes à administração e armazenagem de materiais; planejamento, aquisição, tecnologia e logística de materiais e outras atividades e programas vinculados à gestão de suprimentos. 6.6 Comissão Permanente de Licitação Compete à Comissão Permanente de Licitação coordenar, executar, controlar e publicar os atos necessários para realização e julgamento de processos licitatórios emitidos nas modalidades de Concorrência, Tomada de Preços, Convites, inclusive realizados por meio Dispensa de Licitação, Inexigibilidade e Cotação Eletrônica. 6.7 Programa Luz Para Todos Compete à Gerência do Programa Luz Para Todos coordenar o desenvolvimento, acompanhamento e controle das atividades, ações e programas relacionados ao Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso de Energia Elétrica Luz para Todos, no âmbito da Companhia. 7 Diretoria de Gestão Compete à Diretoria de Gestão planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes a gestão de pessoas, treinamento e desenvolvimento, segurança e medicina do trabalho, relações trabalhistas e sindicais, suprimentos e administração de materiais, transporte, tecnologia da informação, organização e métodos, documentação e arquivo e serviços gerais. 7.1 Departamento de Gestão de Pessoas Compete ao Departamento de Gestão de Pessoas gerenciar os processos e atividades referentes à administração de pessoal, relações trabalhistas e sindicais, treinamento e desenvolvimento de pessoal, segurança e medicina do trabalho, plano de benefícios, ações de bem estar social e outras atividades e programas vinculados à gestão de pessoas. 18

20 7.2 Departamento de Administração Compete ao Departamento de Administração gerenciar os processos e atividades referentes à gestão de imóveis e infraestrutura, transportes, documentação e arquivos, serviços gerais e outras atividades e programas vinculados à gestão administrativa. 7.3 Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações Compete ao Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, transformar requisitos estratégicos, regulatórios e tecnológicos em serviços e produtos de tecnologia da informação e comunicações através de ações de planejamento, desenvolvimento e suporte de soluções, garantindo a segurança das informações e a governança. 8 Diretoria Financeira Compete à Diretoria Financeira planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes contabilidade geral e de custos, contas a pagar e a receber, orçamento, tesouraria, gestão tributária e fiscal, controle patrimonial, seguros, captação de recursos, investimentos e aplicações. 8.1 Departamento de Contabilidade Compete ao Departamento de Contabilidade gerenciar os processos e atividades referentes à contabilidade geral e de custos; gestão tributária e fiscal, controle patrimonial e outras atividades e programas vinculados à gestão contábil. 8.2 Departamento de Finanças e Tesouraria Compete ao Departamento de Finanças e Tesouraria gerenciar os processos e atividades referentes à administração de seguros; caixa e tesouraria, elaboração de fluxos de caixa, relacionamento bancário, gestão de contas a pagar e a receber e captação de empréstimos e financiamentos. 8.3 Departamento de Planejamento e Controle Financeiro Compete ao Departamento de Planejamento e Controle Financeiro gerenciar os processos e atividades referentes ao planejamento financeiro, orçamento de custeio e de investimento, estudos econômico-financeiros, análise de viabilidade de investimentos e análise da performance financeira do Contrato de Gestão e da Companhia. 9 Diretoria Comercial Compete à Diretoria Comercial planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes ao relacionamento comercial da Companhia e a legislação vigente, bem como as atividades relativas a projeções de mercado e compra de energia. 19

21 9.1 Departamento de Atendimento ao Consumidor Compete ao Departamento de Atendimento ao Consumidor gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços comerciais, atendimento ao público e combate à inadimplência. 9.2 Departamento Comercial Compete ao Departamento Comercial gerenciar os processos e atividades referentes faturamento e arrecadação, estudos de mercado e compra de energia. 9.3 Departamento de Medição e Fiscalização Compete ao Departamento de Medição e Fiscalização gerenciar os processos e atividades referentes à especificação, dimensionamento, aferição e conserto de equipamentos de medição, bem como à inspeção e fiscalização de unidades consumidoras e o combate às perdas de energia. 9.4 Departamento de Mercado e Compra de Energia Promover o Acompanhamento e as Previsões de Mercado e Carga Energética da área de Concessão tendo vista subsidiar o Planejamento Empresarial, além de efetuar todas as operações atinentes à Compra de Energia no Ambiente de Contratação Regulada junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. 10 Diretoria de Operação Compete à Diretoria de Geração e Transmissão e Operação para a Capital planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes Operação e Manutenção da Geração e Transmissão de Energia Elétrica da Companhia, de acordo com o que estabelece o contrato de concessão e a legislação vigente Departamento de Serviços da Distribuição Compete ao Departamento de Serviços da Distribuição gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de campo referentes aos atendimentos de emergência e urgência, serviços comerciais e de manutenção Departamento de Manutenção Compete ao Departamento de Manutenção gerenciar os processos e atividades referentes aos serviços de manutenção preditiva, preventiva e corretiva dos sistemas, equipamentos e instalações de distribuição e subtransmissão Departamento de Operação da Distribuição Compete ao Departamento de Operação da Distribuição gerenciar os processos e atividades referentes à pré-operação, operação em tempo real, pós-operação e automação dos sistemas de distribuição e subtramissão da Companhia. 20

22 10.4 Departamento Regional Leste Compete ao Departamento Regional Leste gerenciar os processos e atividades referentes a serviços comerciais; operação e manutenção dos sistemas elétricos de distribuição e subtransmissão; combate às perdas e à inadimplência e outras atividades correlatas, na sua área geográfica de abrangência Departamento Regional Oeste Compete ao Departamento Regional Oeste gerenciar os processos e atividades referentes a serviços comerciais; operação e manutenção dos sistemas elétricos de distribuição e subtransmissão; combate às perdas e à inadimplência e outras atividades correlatas, na sua área geográfica de abrangência. 11 Diretoria de Planejamento e Expansão Compete à Diretoria de Planejamento e Expansão planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes ao planejamento e implantação da expansão dos sistemas elétricos de distribuição e subtransmissão, de forma a garantir o atendimento da demanda do mercado consumidor de energia na área de concessão, bem como as atividades vinculadas à gestão e monitoramento ambiental das atividades da Companhia Departamento de Estudo da Expansão Compete ao Departamento de Estudos da Expansão gerenciar as atividades referentes ao desenvolvimento de estudos técnicos e econômicos com vistas ao planejamento da expansão dos sistemas de distribuição e subtransmissão, para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia Departamento de Engenharia e Obras de Alta Tensão Compete ao Departamento de Engenharia e Obras de Alta Tensão gerenciar as atividades referentes à elaboração de projetos e execução de obras de alta tensão para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia Departamento de Engenharia de Obras de Redes de Distribuição Compete ao Departamento de Engenharia e Obras de REDE de Distribuição gerenciar as atividades referentes à elaboração de projetos e execução de obras para atender as necessidades de ampliação, reforma, modernização e otimização do sistema elétrico da Companhia. 21

23 PRESIDÊNCIA Companhia Energética de Alagoas 12 Diretoria de Regulação MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Jurídico 1 Acordos; 2 Sentença transitada em julgado; 3 Informações de cálculo e perícias judiciais; 4 Orientação e Parecer Jurídico; 5 Minutas de instrumentos jurídicos; 6 Informação do desempenho dos escritórios. Comunicação Social 1 Alinhamento Institucional. Planejamento Estratégico 1 Planos Estratégicos; 2 Proposições Empresariais; 3 Planos Empresariais; 4 Portfólio de Projetos Empresariais; 5 Prestações de Contas e Relatórios Corporativos. Controle da Gestão 1 Desempenho Empresarial. Controle Interno 1 Informações e Prestações de Contas para os Órgãos de Controle. Gestão de Projetos 1 Resultados dos Projetos. Riscos e Controles 1 Riscos e controles internos (SOX) monitorados. Programa Luz para Todos Sustentabilidade e Meio Ambiente 1 Solicitação de Financiamento e subvenção LPT; 2 Solicitação de Aditamento; 3 Relatório de Inspeção Física LPT; 4 Relatório de Análise Técnico Orçamentária; 5 Informações aos órgãos de controle; 6 Informações para política pública. 1 Resultados de Projetos Socioambientais. Planejamento de Suprimentos Licitação e Contratação 1 Plano de Aquisição; 2 Programa de Aquisição; 3 Plano Logístico; Diretrizes, normas e padrões de procedimentos. 1 Instrumento Contratual. 22

24 Qualidade de Materiais e Fornecedores 1 Avaliação de desempenho do fornecedor; 2 Atestado de Desempenho; 3 Sanções a fornecedores; 4 Certificação de Registro Cadastral; 5 CRC Certificados de Registro Cadastral. Armazenamento e Monitoramento de Materiais 1 Material entregue; 2 material alienado; 3 informações para contabilização; 4 Material inventariado; 5 Material disponível. Gestão de Contratos e Suporte Administrativo 1 Autorização para pagamento; 2 Sanções Judiciais; 3 Ativo recebido. Secretaria Geral Projetos de P&D e Eficiência Energética e outros Projetos Especiais 1 Macro Diretrizes Empresariais; 2 Atos da Administração; 3 Diretrizes de Governança Orientadoras para a Gestão; 4 Atos da Administração; 5 Recomendações e Proposições do Conselho Fiscal. 1 Resultado dos Projetos de P&D; 2 Resultados dos Projetos e Iniciativas de EE; 3 Oportunidade de Negócios de EE. Regulação Econômico-Financeira 1 Desempenho das Recomendações emanadas da ANEEL; 2 Relacionamento Institucional com a ANEEL; 3 Estudos e propostas de reajustes tarifários e de revisões tarifárias. Regulação Técnica e Comercial 1 Desempenho das Recomendações emanadas da ANEEL; 2 Relacionamento Institucional com a ANEEL. Compete à Diretoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais planejar, orientar, supervisionar, coordenar e controlar as atividades referentes à regulação técnica, comercial e econômico-financeira, bem como aquelas que dizem respeito a projetos de pesquisa e desenvolvimento, eficiência energética, ouvidoria e projetos especiais, de acordo com o que estabelece o contrato de concessão e a legislação vigente Assessoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais Compete à Assessoria de Assuntos Regulatórios e Projetos Especiais acompanhar e analisar as orientações, instruções normativas e outras regulamentações emanadas do Poder Concedente, providenciado sua divulgação junto às Áreas envolvidas, bem como conduzir a negociação de assuntos de interesse da Companhia junto à Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. 23

25 GESTÃO Companhia Energética de Alagoas 12.2 Assessoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética Compete à Assessoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética coordenar o desenvolvimento e acompanhamento de atividades, ações, programas e projetos relacionados à conservação de energia, eficiência energética e pesquisa e desenvolvimento tecnológico, de acordo com o que estabelece a legislação e a agência reguladora, orientando a execução destas atividades na Companhia 12.3 Ouvidoria Compete à Ouvidoria intermediar e facilitar o atendimento e a relação entre o cidadão, o empregado e a organização, incluindo o recebimento, exame e encaminhamento de perguntas, reclamações, denúncias, elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações da Companhia. Identificação dos macroprocessos conduzidos pelas subdivisões existentes e os principais produtos deles decorrentes: MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Desenvolvimento Organizacional 1 Processos implantados, padronizados e normatizados, 2- Modelos de Processos Organizacionais; 3 Arquitetura de Processos. Educação Corporativa 1 Competências profissionais desenvolvidas e reconhecidas; 2 Retenção dos conhecimentos estratégicos; 3 Desempenho das pessoas; 4 Retenção de Pessoas. Gestão de Pessoas 1 Normas de gestão de pessoas; 2 Cadastro atualizado de pessoas; 3 Pagamento de Pessoas; 4 - Informações Legais e de pessoal (empregado e empregador); 5 Plano de Carreira e remuneração; 6 Acompanhamento e Incentivo ao Desempenho das Pessoas; 7 Pesquisa de Clima e satisfação; 8- Segurança e saúde das pessoas; 9- Atendimentos a demandas sobre pessoas do público externo. Infraestrutura Administrativa Tecnologia da Informação e Telecomunicações 24 1 Plano de Serviços e Infraestrutura e de segurança; 2 Bens móveis e imóveis disponíveis e em condições de uso; 3 Serviços prestados; 4 Patrimônios, instalações e pessoas protegidas. 1 Portfólio de Iniciativas de TI; 2 Plano Executivo de TI; 3 Plano de Ação de Mitigação

26 COMERCIAL FINANCEIRA Companhia Energética de Alagoas de Riscos de TI; 4 Processos de TI compliance; 5 Processos automatizados; 6 Serviços de TI disponíveis; 7 Atendimentos de TI; 8 Recomendações de Segurança; 9 Informações do Desempenho dos Processos de TI (Gestão Empresarial). Relações Trabalhistas e Sindicais 1 Pleitos Trabalhistas tratados; 2 Acordo Coletivo de Trabalho. MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Planejamento e Controle Financeiro 1 PDG anual, 2- Atualização do PDG anual, 2- Cenários econômico-financeiros analisados, 3- Projeção de resultados econômicos financeiros. Finanças e Tesouraria 1 Plano Financeiro; 2 Desempenho Econômico-Financeiro; 3 Demonstrações do Fluxo de Caixa; Transações financeiras efetuadas. Contábil, Tributário e Patrimonial 1 Plano Contábil; 2 Plano Tributário; 3 Plano Fiscal; 4 Notas Fiscais Emitidas; 5 Tributos Recolhidos; 6 Informações dos Ativos Atendimento ao Consumidor 1 Tratamento da solicitação do cliente em 1º. Nível(pelo próprio atendimento); 2 Solicitação de serviços comerciais; 3 Solicitação de manifestações de clientes encaminhadas para a área responsável; 4 Denúncias quanto a peras comerciais. Cadastro e Faturamento 1 Leitura de medidores de unidades consumidoras; 2 Faturamento da enregia medida; 3 Arrecadação da energia faturada. Cobrança e Arrecadação Medição e Combate às Perdas 25 1 Análise de situação da inadimplência; 2 Inclusão do cliente no SERASA/CADIM; 3 Execução de suspensão do fornecimento de energia; 4 Realização de visita bem sucedida (VBS); 5 Realização de negociação e parcelamento de faturas inadimplentes juntos aos clientes; 6 Execução de cobrança administrativa; 7 Execução de cobrança judicial. 1 Estudo de combate às perdas; 2 Inspeção e

27 OPERAÇÃO COMERCIAL Companhia Energética de Alagoas fiscalização de unidade consumidora; 3 Realização de recuperação de faturamento. MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Mercado e Compra de Energia 1 Relatório de Metodologia; 2 Informações Organizacionais; 3 Projeções de Mercado e Carga; 4 Informações de mercado e carga (projeção); 5 Dados de medição de fronteira; Balanço energético; 6 Montante de Energia a ser contratato Internamente; 7 Montante de Energia a ser Contratado pelo MME; 8 Resultado do Leilão realizado pelo MME; 9 Relatórios de contabilização e liquidação da CCEE; 10 Processo de Pagamento; 11 Insumos para o acompanhamento da geração; 12 Processo de pagamento referente à contratação de energia; 13 Documento de Penalização. Contratos com os PIES e de Combustível 1 Plano de Recebimento de Combustível; 2 Medição e Faturamento dos Contratos de Combustíveis; 3 Gestão dos Contratos de Combustíveis; 4 Acompanhamento e aplicação da Legislação e Regulação da ANEEL. Distribuição de Energia 26 1 Diretrizes e Normativos; 2 Dados Operacionais do Sistema (Carga); 3 Diretrizes de desempenho com base em indicadores; 4 Relatórios técnicos operacionais; 5 Dados do comportamento do sistema para análise de desempenho; 6 Respostas das reclamações dos clientes enviadas para ouvidoria; 7 Respostas às solicitações, oficios da ANEEL e indicadores; 8 Resposta às Solicitações dos órgãos da mídia sobre interrupções do sistema; 9 Informações e resultados dos indicadores de desempenho do sistema; 10 Indicadores de gestão da operação; 11 DIC, FIC e compensação por nível de tensão. DRP/DRC; 12 Relatório das necessidades operacionais; 13 Solicitação de regularização de nível de tensão; 14 Histórico de queima de transformadores por sobrecarga; 15 Manifestação Respondida com posicionamento técnico; 16 Plano de Manutenção e Procedimentos; 17 Plano de Contingência; 18 Solicitação de Manutenção corretiva e resposta de pedido de intervenção; 19 Recomendações de melhoria do planejamento da manutenção; 20 Recomendações de

28 PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO OPERAÇÃO Companhia Energética de Alagoas melhoria do sistema; 21 Indicadores da gestão da manutenção. MÁXIMO CORRESPONDÊNCIA AOS MACROPROCESSOS PRODUTOS PRINCIPAIS Engenharia da Automação e Sistemas 1 Planejamento da expansão dos níveis de automação de instalações dos sistemas de distribuição; 2- Implantação de Projetos de P&D cooperados; 3 Monitoramento das ações vinculadas as ações do Planejamento de Automação vinculadas a distribuição. Cadastro Técnico de Sistema da Distribuição 1 Gestão da Base de Dados Geográficos das Empresas Distribuidoras da Eletrobras; 2 Fornecimento de dados da distribuição para a Contabilidade e para o Processo de Gestão de Combate às Perdas; 3 Diretrizes e informações corporativas direcionadas aos processos de distribuição e ao Departamento de Planejamento da Expansão; 4 Promoção de ações de melhorias dos processos de cadastro técnico, relacionadas ao uso e controle de Base de Dados; 5 Emissão de análises e recomendações corporativas, para a diretoria executiva e diretorias de operação. Planejamento da Expansão 1 Dados de mercado compilados; 2 Necessidades operacionais compiladas; 3 Solicitações de Acesso; 4 Plano de Obras necessárias e preliminares para a expansão do Sistema; 5 Plano de obras priorizados e compatibilizado; 6 Plano de Expansão do Sistema. Projetos e Obras de Alta Tensão 1 Disponibilidade Orçamentário-financeira; 2 Aquisições (serviços contratados ou materiais/equipamentos adquiridos); 3 Contratos celebrados de obras, serviços e fornecimentos; 4 informações sobre a disponibilidade do empreendimento; 5 Entrega do Empreendimento com Termo de Conclusão da obra; 6 As Buit da obra; 7 Cadastramento da obra no SGTD; 8 Unitização da obra no sistema contábil; 9 Cadastro da rede no SGTD; 10 Licença Operacional. Projetos e Obras de Rede de Distribuição 27 1 Disponibilidade Orçamentário-financeira; 2 Aquisições (serviços contratados ou materiais/equipamentos adquiridos); 3

29 Contratos celebrados de obras, serviços e fornecimentos; 4 informações sobre a disponibilidade do empreendimento; 5 Entrega do Empreendimento com Termo de Conclusão da obra; 6 As Buit da obra; 7 Cadastramento da obra no SGTD; 8 Unitização da obra no sistema contábil; 9 Cadastro da rede no SGTD; 10 Licença Operacional Macroprocessos finalísticos Conforme consta no Manual de Organização, a estrutura de funcionamento atual se dá de forma central, tendo os Coordenadores Gerais de Macro Processos, vinculados a cada Diretor, conforme a sua natureza e especialidade, como orientadores do planejamento, controladores finais da execução, gerenciadores de um padrão harmônico para todas as Empresas de Distribuição e fomentadores da integração da gestão intraprocessos, onde couber, alinhados às estratégias emanadas da Diretoria Executiva. Os Coordenadores-Gerais de Macro Processos não são remunerados para tanto e as suas ações são acompanhadas diretamente pelo Diretor ao qual estão vinculados, sendo que o exercício dessa função não é exclusivo, podendo ser acumulado com outras atividades. MACROPROCESSO FINALISTICO: COBRANÇA E ARRECADAÇÃO Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle da inadimplência ativa, bem como as atividades relacionadas às ações de cobrança administrativa, suspensão do fornecimento e cobrança judicial, sustentada por uma rígida Régua de Cobrança, buscando sempre o emprego de novas tecnologias e melhores práticas nos processos e atividades de gestão da inadimplência. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Elaboração de análises e estudos objetivando a definição das metas para os níveis de redução de inadimplência para o triênio 2012 a

30 2. Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para o controle e a redução dos níveis de inadimplência ativa das Empresas de Distribuição da Eletrobras. 3. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de controle e redução da inadimplência ativa, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. 4. Levantamento da demanda e consolidação das informações, inclusive especificações técnicas, para contratação centralizada de serviços e novas ferramentas de cobrança, buscando sempre economia em escala. 5. Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas a redução e controle da inadimplência nas Empresas de Distribuição da Eletrobras. MACROPROCESSO FINALISTICO: CADASTRO E FATURAMENTO Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle da inadimplência ativa, bem como as atividades relacionadas às ações de cobrança administrativa, suspensão do fornecimento e cobrança judicial, sustentada por uma rígida Régua de Cobrança, buscando sempre o emprego de novas tecnologias e melhores práticas nos processos e atividades de gestão da inadimplência. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para a melhoria do faturamento e do cadastro das Empresas de Distribuição da Eletrobras. 2. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de melhorias do faturamento e cadastro, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. 3. Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas à melhoria do faturamento e do cadastro nas Empresas de Distribuição da Eletrobras. 4. Dentre as principais realizações do Macroprocesso, podemos destacar: 29

31 4.1 Elaboração de Termo de Referência para contratação de empresa especializada para realizar o recadastramento da base de clientes (higienização da carteira) e de unidades consumidoras, com a finalidade de melhorar a qualidade do cadastro de clientes e viabilizar as ações de cobrança (administrativa, judicial, negativação em órgãos de proteção ao crédito, etc) Projeto financiado pelo Banco Mundial. 4.2 Consolidação em todas as EDE da implantação do sistema de leitura, faturamento e impressão de fatura de forma simultânea, o que implica em maior confiabilidade e menor tempo para apresentação da fatura para pagamento. 4.3 Implantação de ações para recadastramento de U.C s Baixa Renda, incluindo atualizações automáticas decorrentes do cruzamento dos dados do cadastro comercial com as informações do CADÚNICO do Ministério do Desenvolvimento Social MDS. 4.4 Implementação do Projeto de Alterações no calendário de faturamento (BT e AT) para agregar conceito econômico, viabilizando redução das perdas. Com a ação, os calendários de baixa tensão foram reduzidos para 18 dias e os de alta tensão para 4 dias, aproximando as datas de leituras do final do mês, a fim de faturar dentro do mês o máximo do consumo da competência. Como resultado, houve incremento de MWh de energia em todas as EDE em Estruturação do Processo de Cadastro e Leitura, vinculado ao Departamento Comercial, em todas as EDE. 4.6 Centralização do Refaturamento de Contas, Crítica e Validação de Leituras na sede das empresas. MACROPROCESSO FINALISTICO: ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações votados para melhorias do processo de atendimento aos clientes, privilegiando ações voltadas para a melhoria da qualidade, simplicidade, maior acesso e tempestividade, com atendimento estrito aos ditames regulatórios, buscando a satisfação dos clientes e melhoria de imagem da empresa, com custos operacionais compatíveis. Principais Realizações no ano de 2012: 30

32 1. Adequação do atendimento do atendimento presencial, com disponibilização de 480 pontos de atendimento nas áreas de concessão das distribuidoras. 2. Desenvolvimento de sistema para acompanhamento da gestão dos postos de atendimento descentralizados em fase de homologação. 3. Desenvolvimento e integração à base comercial de sistema específico para tratamento dos pleitos de ressarcimento por danos equipamentos em virtude de problemas na rede de distribuição. 4. Desenvolvimento, implantação e expansão do Terminal de Auto Serviço com vistas à propiciar maior comodidade aos clientes, bem como reduzir o tempo de espera de atendimento nos postos de atendimento com a disponibilização de serviços de modo automático e sem a necessidade de interação com o atendente. 5. A partir de novembro de 2012 a Eletrobrás investiu na modernização do seu call center que passou a contar com tecnologia utilizada nos mais modernos Call Centers do país, possibilitando a operação integrada entre empresas, sendo que uma base operacional está situada em cada uma das capitais dos estados onde atuamos e outra em Brasília, que centraliza parte das operações de todas as distribuidoras do Grupo Eletrobrás. Assim, através do ganho em escala, possível com a integração entre as centrais, os clientes tem mais acesso a um atendimento ágil e de maior qualidade, propiciada pela centralização e unificação dos procedimentos comerciais. MACROPROCESSO FINALISTICO: MERCADO E COMPRA DE ENERGIA Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar e acompanhar os estudos de mercado de energia elétrica bem como as atividades de contratação e gestão de contratos de compra de energia das empresas de distribuição, procurando sempre a universalização das boas práticas e a padronização de normas e procedimentos para o gerenciamento dos respectivos processos, objetivando a minimização do custo de aquisição de energia para revenda aos consumidores finais das empresas. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Coordenar anualmente a elaboração das previsões de mercados e carga das empresas de distribuição para subsidiar os estudos de planejamento da expansão, de operação do sistema, de compra de energia, de elaboração dos orçamentos e de definição da tarifa de energia. 31

33 2. Consolidar e analisar mensalmente os dados estatísticos dos mercados de energia elétrica das empresas de distribuição para informação à Diretoria Executiva, aos processos internos em desenvolvimento dentro da empresa e a órgãos externos como ANEEL, MME, Câmara de Comercialização - CCEE, Operador Nacional do Sistema - ONS, etc. 3. Participação com dados e informações, do plano de combate às perdas desenvolvido no âmbito de cada empresa de distribuição. 4. Coordenação dos processos de compra anual de energia elétrica através dos leilões promovidos pela ANEEL e executados pela Câmara de Comercialização de Energia-CCEE. 5. Fazer o acompanhamento mensal dos valores realizados de mercado e dos valores contratados de energia para gerenciamento dos níveis de sobrecontratação ou exposição das empresas de distribuição. 6. Participar com dados e informações do processo anual de reajuste ou revisão tarifária das empresas de distribuição. 7. Acompanhar mensalmente para cada empresa de distribuição o processo de gestão da carteira de contratos de compra de energia e de contabilização e liquidação mensal das posições contratuais das conduzidos mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia-CCEE. 8. Elaborar mensalmente o balanço da energia de cada empresa de distribuição envolvendo a energia vendida aos consumidores finais, a energia injetada no sistema e a energia contratada. 9. Gerir mensalmente para cada empresa de distribuição os contratos de conexão e uso da rede por consumidores livres e outros agentes conectados. MACROPROCESSO FINALISTICO: MEDIÇÃO E COMBATE ÀS PERDAS Vinculação: Diretoria Comercial Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar os planos de ações de redução e controle de perdas de energia, bem como as atividades relacionadas a medição de energia nas empresas de distribuição, buscando a atualização tecnológica dos sistemas de medição e as boas práticas dos processos e atividades de gestão das perdas. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Elaboração de análises e estudos objetivando a definição das metas para os níveis de perdas para o triênio 2012 a

34 2. Coordenação da elaboração dos planos anuais de ações e iniciativas para o controle e a redução dos níveis de perdas de energia das Empresas de Distribuição da Eletrobras. 3. Acompanhamento do desenvolvimento dos planos anuais de ações de controle e redução de perdas, subsidiando a Diretoria Comercial com informações e análise, visando à tomada de decisões quanto à aceleração ou correção de rumo dos projetos, ações e atividades, bem como elaborar mensalmente uma síntese dos resultados obtidos, apresentando-os a Diretoria Executiva em reuniões mensais de avaliação. 4. Elaboração de notas técnicas e relatórios para subsidiar o posicionamento e a defesa das EDE no processo de revisão tarifária junto a ANEEL, no que concerne a definição da trajetória de perdas regulatória e dos recursos a serem reconhecidos como necessário a consecução da trajetória definida. 5. Levantamento da demanda e consolidação das informações, inclusive especificações técnicas, para a aquisição anual de equipamentos de medição e ramais de serviços visando atender as necessidades de crescimento vegetativo e do processo de inspeção e regularização de unidades consumidoras. 6. Elaboração de notas técnicas, termos de referências, especificações técnicas e apoio ao desenvolvimento de projetos e ações voltadas a redução e controle de perdas nas Empresas de Distribuição da Eletrobras. 7. Apoio e participação no desenvolvimento dos subprojetos para implantação de uma Infraestrutura de Medição Avançada única para as 06 Empresas de Distribuição da Eletrobras. Estes subprojetos fazem parte do Projeto Energia +, financiado pelo Banco Mundial e contempla a implantação de um Centro de Medição em Brasília e a telemedição de aproximadamente unidades consumidoras. MACROPROCESSO FINALISTICO: CONTRATOS COM OS PIEs E DE COMBUSTÍVEL Vinculação: Diretoria de Geração, Diretoria de Transmissão e Diretoria de Operação para a Capital. Finalidade: Quando oportuno e necessário, observada a estratégia da Diretoria executiva, apoiar, orientar e auxiliar nos processos pertinentes, associados à gestão do combustível fóssil para geração de energia elétrica, da compra de energia elétrica de Produtores Independentes de Energia PIE, procurando sempre a universalização das boas práticas e a padronização de normas e orientando os gestores dos respectivos processos nas Empresas de Distribuição Eletrobras, objetivando a minimização do custo de aquisição de energia para revenda aos consumidores finais das empresas. Principais Realizações no ano de 2012: 33

35 1. Consolidar no âmbito da Amazonas Distribuidora de Energia a estratégia de suprimento de combustível por grupos de usinas dentro de uma mesma calha de rio (modicidade no preço do combustível pela otimização da logística do fornecimento). 2. Participar do Grupo de Trabalho que elaborou e lançou edital para a contratação de empresa para o fornecimento de óleos combustíveis fósseis, derivados de petróleo, denominados Óleo Leve (Óleo Leve para Turbina Elétrica OCTE), Óleo Diesel B S1800 com ponto de fulgor mínimo de 60º C, Óleo Combustível para Geração de Energia OPGE, Óleo Combustível com Alto Teor de Enxofre - OC A1 e Óleo Lubrificante, para uso exclusivo na geração de energia elétrica nas Usinas Termelétricas UTE das Empresas de Distribuição da Eletrobrás que atuam nos Sistemas Isolados (Amazonas Distribuidora de Energia Amazonas Energia; Eletrobras Distribuição Acre - Eletroacre, Eletrobras Distribuição Rondônia - CERON e Elaboração Distribuição Roraima Boa Vista Energia. 3. Coordenar edição de novo edital para a contratação de empresa(s) para o fornecimento de óleos combustíveis fósseis, derivados de petróleo, denominados Óleo Diesel B S1800 e Óleo Combustível com Alto Teor de Enxofre - OC A1 e Óleo Lubrificante, para uso exclusivo na geração de energia elétrica nas Usinas Termelétricas UTE das Empresas de Distribuição da Eletrobrás que atuam nos Sistemas Isolados (Amazonas Distribuidora de Energia, ED Acre, ED Rondônia e ED Roraima). 4. Apoiar e auxiliar as Empresas de Distribuição da Eletrobras Roraima, Acre e Rondônia na elaboração do Termo de Referencia, harmonizando a universalização das boas práticas e a padronização de normas e procedimentos do setor. MACROPROCESSO FINALISTICO: DISTRIBUIÇAO DE ENERGIA Vinculação: Diretoria de Operação Finalidade: Observada a estratégia emanada pela Diretoria Executiva, coordenar a elaboração e acompanhar a execução dos planos de operação da Distribuição no âmbito de cada EDE, em contato direto com os Diretores de Operação, de forma a contribuir para a padronização das ações e procedimentos, contribuindo com a máxima disponibilidade do fornecimento de energia elétrica, com qualidade e continuidade, preservando o meio ambiente, a satisfação dos clientes e colaboradores. Responsável pela gestão do sistema elétrico da distribuidora. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Apoio a capacitação dos empregados para a operacionalização dos POPs Procedimentos Operacionais. 34

36 2. Acompanhamento dos Planos de Contingência elaborados para atender situações específicas nas EDE. 3. Acompanhamento das ações de âmbito mais corporativo. MACROPROCESSO FINALISTICO: ENGENHARIA DA AUTOMAÇÃO E SISTEMAS Vinculação: Diretoria de Operação Finalidade: Coordenar a implantação de tecnologias de infraestrutura e sistemas de acesso remoto, com aplicação de dispositivos para controlar, proteger e monitorar o sistema elétrico de potência, tanto a nível local como pelos centros de operação COD s, COS s e COI's. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Planejamento da expansão dos níveis de automação de instalações dos sistemas de distribuição e transmissão. 2. Prospecção, desenvolvimento e implantação de novas arquiteturas, tecnológicas, de sistema de automação e telecomunicação relacionado á operação automação do SEP(Sistema Especial de Proteção). 3. Avaliação de desempenho de equipamentos de automação e telecomunicação operacional do SEP (Sistema Especial de Proteção). 4. Suporte a Projetos de P&D relacionados com sua área de atuação. 5. Representação do processo em negociações e fóruns internos e externos. 6. Participação do desenvolvimento de novas soluções de engenharia para proteção e controle de automação do SEP (Sistema Especial de Proteção). 7. Elaboração do diagnóstico das condições do sistema de apoio á operação, automação e telecomunicação operacional. 8. Planejamento da disponibilização de recursos de informática necessários aos sistemas de suporte á operação, automação e telecomunicação operacional. 9. Pesquisa e avaliação de novas tecnologias para automação de instalações dos sistemas de distribuição e transmissão. MACROPROCESSO FINALISTICO: PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento e Expansão 35

37 Finalidade: Pesquisar, elaborar e Acompanhar a execução de um plano de obras, com o objetivo de atender ao mercado em conformidade com o ambiente regulatório e a estratégia da empresa. Principais realizações no ano de 2012: 1. Elaboração dos Planos Decenais de Expansão dos Sistemas de Distribuição de todas as Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE no horizonte , a partir de critérios padronizados, gerando o plano de obras e investimento associado. 2. Elaboração de estudos de acesso a rede, estudos de fluxo de potência e estudos técnicos para localização de pontos de suprimento da rede básica. 3. Avanço do projeto de P&D com o CEPEL e USP para desenvolvimento e implantação de ferramentas computacionais com objetivo de elaborar o planejamento da expansão dos sistemas de média e baixa tensão de todas as Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. Estas ferramentas irão trabalhar a partir de informações existentes nos Sistemas Georeferenciados Técnicos da Distribuição SGTD, atualmente sob a responsabilidade Diretoria de Operações. MACROPROCESSO FINALISTICO: CADASTRO TÉCNICO DE SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento da Expansão; Diretoria Comercial. Finalidade: Garantir o controle das informações técnicas do Sistema Elétrico de Distribuição, através da manutenção da Base de Dados Geográficos das Distribuidoras - BDGD, sendo esses dados padronizados pela ANEEL visando retratar a estrutura física da rede elétrica, com seus atributos e características, de modo a permitir a composição do Sistema de Informação Geográfica Regulatório. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Controlar o processo de implantação e formação das Bases de Dados Geográficos das Distribuidoras da Eletrobras. 2. Acompanhamento das ações de levantamento de postes e consumidores, buscando garantir a confiabilidade exigida pela ANEEL, através dos Procedimentos da Distribuição PRODIST. 3. Estabelecer rotinas de controle e atualização das modificações físicas na rede elétrica em atendimento as ações de expansão e manutenção do sistema elétrico. 4. Apoiar a área de operação para que a base de dados de clientes, alimentadores, subestações esteja aderente à realidade de campo, garantindo a segurança para a operação do sistema elétrico. 5. Apoiar a área de contabilidade para o controle patrimonial do sistema, buscando a manutenção da conciliação contábil e física, em atendimento as regras do agente regulador. 36

38 6. Fornecer os dados técnicos da rede elétrica para fins de cálculo de perdas técnicas. 7. Implantar no sistema técnico o registro das obras de expansão e manutenção, que resultem na modificação de ativos e configuração de rede. 8. Emitir análises e recomendações corporativas, para diretoria executiva e diretorias de operação das Empresas de Distribuição Eletrobras. 9. Promover e coordenar ações de melhoria dos processos da área de cadastro técnico, apoiando as demais áreas de negócio no uso das ferramentas computacionais de controle da base de dados. MACROPROCESSO FINALISTICO: PROJETOS E OBRAS DE ALTA TENSÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento da Expansão Finalidade: Orientar e acompanhar os projetos e obras de alta tensão de forma corporativa para as Empresas de Distribuição da Eletrobras - EDE, com o objetivo de se obter ganho em escala e padronização do processo de execução dos projetos e obras de alta tensão. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Gerenciamento da elaboração de normas e padrões unificados para as EDE em relação às especificações técnicas de todos os equipamentos de subestações e linhas de distribuição até 138 kv. Esta ação unificou os projetos de subestações por arranjo e por potencia em MVA, que ajudou sobremaneira o processo de compras centralizadas. 2. Avanço nos projetos e obras de contrapartida da Alta Tensão do Piauí junto ao Banco Mundial. Projetos e obras que irão ajudar a melhoria da qualidade operacional das Empresas de Distribuição Eletrobras EDE. 3. Gerenciamento e coordenação das compras centralizadas para equipamentos de subestações e linhas de distribuição até 138 kv, no ano de 2012, que resultou uma economia de algumas centenas de milhares de reais. MACROPROCESSO FINALISTICO: PROJETOS E OBRAS DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO Vinculação: Diretoria de Planejamento da Expansão Finalidade: Orientar o planejamento das ações de forma corporativa para as empresas distribuidoras da Eletrobras com o objetivo de se obter ganho em escala e padronização do processo de execução dos projetos e obras das EDEs de distribuição. 37

39 Principais Realizações em 2012: 1. Gerenciamento na elaboração e na contratação de profissionais para conclusão de normas unificadas para as distribuidoras da Eletrobras em relação a Padrões de Entrada e REDE de Distribuição. Esta ação unificou os padrões utilizados pelas empresas e ajudou o processo de compras centralizadas. 2. Avanço nos projetos de contrapartida e de equipamentos junto ao Banco Mundial. Projetos estes que irão ajudar a melhoria da qualidade operacional das distribuidoras da Eletrobras. 3. Avanço na implantação dos Sistemas Georeferenciados Técnicos da Distribuição SGTD. Este sistemas originalmente estava sob responsabilidade da área de projetos e obras da Diretoria de Planejamento e Expansão. Atualmente este processo encontra-se na Diretoria de Operações. MACROPROCESSO DE P&D E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E OUTROS PROJETOS ESPECIAIS Vinculação: Diretor Presidente Finalidade: Coordenar, promover e executar ações e programas de P&D, para melhorar o desempenho operacional das empresas, bem como sua posição competitiva, com visas à padronização dos processos de planejamento, seleção, implantação e medição dos projetos objetivando um ganho de eficiência e por consequência a regularização da situação das distribuidoras perante a obrigação legal de investimentos, dada pela Lei Principais Realizações em 2012: 1. Execução de projetos de eficiência energética em comunidades de baixo poder aquisitivo com substituição de lâmpadas e geladeiras obsoletas por novas mais eficientes. Sendo que a aquisição das geladeiras foi feita de forma centralizada gerando ganho de eficiência no processo com redução do custo pelo aumento de escala. 2. Os projetos de eficiência energética desenvolvidos tiveram seus resultados mensurados através de metodologia definida pelo Grupo de Trabalho de M&V, instituído por esse macroprocesso, tendo como referência o Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Contratos de Desempenho. 3. Avanço no projeto corporativo de Smart Grid (Desenvolvimento de Modelo Referência para Empresas de Distribuição, fundamentado na experimentação de aplicações de conjunto de tecnologia Smart Grid, projeto piloto a ser implantado em Parintins-AM) com a implantação do lote 1 para adequação de padrões de entrada e instalação de medidores inteligentes e foi contratado o Backhaul, entre outras atividades. 4. Realizada a chamada pública centralizada para seleção de novos projetos de pesquisa, nessa foram recebidas mais de 160 propostas de todas as regiões do país. Através dessa chamada 38

40 foram selecionados projetos que somados atingem um volume de investimentos de aproximadamente 40 milhões de reais. MACROPROCESSO FINALISTICO: REGULAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA Vinculação: Diretoria de Regulação Finalidade: Realizar a busca constante, junto a ANEEL, da adimplência regulatória de suas Concessionárias de Distribuição, além de acompanhar de forma permanente toda a legislação vigente e verificar se as normas estão sendo cumpridas evitando, assim, futuras constatações de não conformidades e consequentes multas por parte da Agência Reguladora. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Realização de seminário e Workshops para despertar a atenção dos colaboradores para as questões regulatórias do setor elétrico buscando a criação de uma cultura regulatória, alertando principalmente para os impactos administrativos e financeiros do não cumprimento da legislação vigente. 2. Participação em diversas reuniões com a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica ABRADEE, Entidades de Classe e a ANEEL sugerindo, analisando e acompanhando os mecanismos utilizados para a homologação dos Reajustes Tarifários Anuais das Distribuidoras da ELETROBRAS. MACROPROCESSO FINALISTICO: REGULAÇÃO TÉCNICA E COMERCIAL Vinculação: Diretoria de Regulação Finalidade: Acompanhar todas as proposições de atos regulatórios e de Audiências Públicas das Agências Reguladoras e Ministério de Minas e Energia; Promover e Coordenar as ações de adequação das empresas às normas legais e regulamentares expedidas pela ANEEL. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Realização do IIº Workshop de Regulação nas seis empresas com a participação de Diretores e Superintendentes da ANEEL; 2. Realização de Visitas Técnicas internas nas seis empresas, com objetivo de desenvolver ações preventivas de combate a não conformidades; 3. Realização de Seminários Internos sobre Regulação em todas as empresas distribuidoras para disseminação do Contrato de Concessão e da legislação aplicada às diversas áreas da empresa; 4. Coordenação das contribuições das empresas distribuidoras da Eletrobras nos processos de Audiência Publica promovida pela ANEEL no ano de 2012; 39

41 5. Elaboração dos Termos de Referencia para licitação centralizada de empresas prestadoras de serviços necessárias à revisão do 3º Ciclo de Revisão Tarifária periódica, nas áreas de: Campanha de medidas; Caracterização de Curvas de Carga e Elaboração da Proposta de Estrutura Tarifária; Elaboração do Laudo de avaliação da Base de Remuneração Regulatória. 6. Acompanhamento das ações necessárias à realização da Revisão Tarifária das seis Empresas de Distribuição da Eletrobras Principais macroprocessos de apoio MACROPROCESSO DE SUPORTE (APOIO): PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar a elaboração e a disponibilização dos planejamentos contábeis, econômicos e financeiros que orientarão atividades destas áreas na empresa. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Elaboração do Plano de Negócios Essa projeção econômico-financeira tem como finalidade subsidiar a construção/repactuação dos indicadores do Contrato de Metas e Desempenho Empresarial CMDE. 2. Elaboração do Programa de Dispêndios Globais PDG / Orçamento de Projeção anual dos limites orçamentários que são submetidos para aprovação pela Presidência da República, compondo os orçamentos das empresas estatais. 3. Cálculo do teste de impairment para o balanço de Tem como finalidade testar periodicamente, a análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no intangível, a fim de que sejam registradas as perdas do valor do capital empregado. MACROPROCESSO DE SUPORTE (APOIO): PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar o planejamento, acompanhar a execução dos processos e atividades referentes à administração de seguros, 40

42 elaboração de fluxos de caixa e relacionamento bancário, além de excitar a universalização das boas práticas entre as empresas e organizar a discussão em torno da padronização de procedimentos. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Inicio do processo de unificação de tarifas de agentes arrecadadores de faturas de energia elétrica. 2. Unificação das tarifas dos Contratos de Constituição de Garantia CCG s nas empresas de distribuição. 3. Implantação do comitê de riscos e seguros das Empresas de Distribuição Eletrobras EDE. 4. Atualização dos seguros operacionais, de pessoas e veículos das EDE. 5. Definição e implementação de políticas de gestão de seguros operacionais, de pessoas e veículos nas Empresas de Distribuição Eletrobras EDE. 6. Padronização de fluxo de caixa das Empresas de Distribuição Eletrobras EDE. 7. Elaboração e aprovação da Norma de Gestão de Recursos da Conta Consumo de Combustível CCC. MACROPROCESSO DE SUPORTE: CONTÁBIL, TRIBUTÁRIO E PATRIMONIAL Vinculação: Diretoria Financeira Finalidade: Diante das premissas orientativas determinadas pela Diretoria Executiva, orientar e acompanhar as melhorias de procedimentos e controles dos processos da Contabilidade societária e regulatória das empresas Distribuidoras da Eletrobras privilegiando a padronização e a melhoria da gestão contábil. Principais Realizações no ano de 2012: 1. O fechamento das Demonstrações Financeiras foram concluídas dentro dos prazos estipulados pela Holding. 2. A conclusão das informações contábeis mensais e trimestrais foram concluídas dentro dos prazos estipulados pela diretoria e colocados como meta. 41

43 3. A elaboração das demonstrações financeiras das empresas foram conduzidas e preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, em consonância com as disposições da Lei das Sociedades por Ações Lei nº 6.404/76 e suas alterações posteriores, os Pronunciamentos, Orientações e as Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ) e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários CVM, os quais estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB. 4. Todos os Departamentos das empresas foram acompanhadas por gestão de metas e destacaram-se com o alcance dos objetivos. 5. Implementação das ferramentas tecnológicas com vista a atender os SPEDs Federal e Estadual. 6. Padronização do procedimento único nas empresa como exemplo a Provisão Para Devedores Duvidosos - PCLD. 7. Apresentação trimestral à diretoria dos resultados econômicos. 8. Informações trimestrais econômicas aos investidores da Eletrobras. 9. Apresentação ao Conselho de Administração, Fiscal e diretoria executiva dos resultados finais. 10. Orientações correlatas. MACROPROCESSO DE SUPORTE: GESTAO DE PESSOAS Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, orientar o planejamento, acompanhar a execução dos projetos, promovendo a universalização das boas práticas entre as empresas e organizando a discussão em torno da padronização de normas e procedimentos para o gerenciamento de pessoas. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Orientação para as eventuais mudanças pertinentes; 2. Avaliação, discussão e finalização das Normas de: Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades; Frequência, Jornada de Trabalho e Horas Extras; Apuração de Irregularidades; 42

44 Viagem no País; Férias; Transferência ou Remanejamento; Cessão ou Requisição de Empregados; Rescisão Contratual; Auxilio Alimentação/Refeição; Gratificação de Função. 3. Apoio na implementação do Plano de Cargos e Remuneração da Eletrobras para todas as Distribuidoras; 4. Apoio na implementação da estrutura organizacional e seus ajustes quanto à gestão de resultados por processos, com inserção de regras cada vez mais claras e transparentes para o empregado. 5. Assistência a todas as Reuniões da Diretoria, acompanhando as diretrizes e orientações dos Diretores e que devem ser observadas sob o ponto de vista da gestão, sobretudo da gestão de pessoas e, se for o caso, repassando as informações para os Departamentos de Gestão de Pessoas; 6. Participação nas Reuniões dos Grupos de Superintendentes de Gestão de Pessoas de todas as Empresas Eletrobras, como representante das seis Distribuidoras; 7. Emitir respostas a todas as consultas relativas a gestão de pessoas e procedimentos que as envolvam, buscando orientar os Gerentes de Departamentos e Líderes de Processos, de forma harmônica e padronizada, com o objetivo de alcançar a unicidade de procedimentos; 8. Atuação como intermediária entre as orientações da Eletrobras com todas as Distribuidoras, acompanhando os levantamentos e informações a serem prestadas. MACROPROCESSO DE SUPORTE: EDUCAÇÃO CORPORATIVA Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, garantir a uniformidade de práticas de educação corporativa nas Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, de forma alinhada com as estratégias de negócio das empresas, e com base nas políticas de Desenvolvimento de Pessoas do Sistema Eletrobras. Garantir a atuação integrada e cooperativa entre as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE por meio de ações educacionais comuns com qualidade e otimização de recursos, de forma a fortalecer o capital intelectual das Empresas de Distribuição Eletrobras EDE e, consequentemente, elevar seu nível de competitividade. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Coordenação da elaboração do Plano Anual de Educação Corporativa pelos Lideres Locais de Educação Corporativa, a partir do planejamento estratégico das empresas, e acompanhar sua realização. 43

45 2. Alinhamento e integração do processo de Avaliação de Desempenho, bem como outros processos correlatos do Departamento de Gestão de Pessoas, com o planejamento da Educação Corporativa. 3. Estabelecimento em conjunto com os Líderes Locais de Educação Corporativa dos Indicadores de Desempenho do processo, bem como as metas para tais, acompanhando sua evolução e propondo ajustes quando necessário. 4. Negociação e promoção de ações educacionais corporativas unificadas para as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, com necessidades comuns, buscando otimização de recursos e integração entre as empresas. 5. Atuação no Comitê de Educação Corporativa da Universidade Corporativa do Sistema Eletrobrás (UNISE), participando das decisões educacionais da UNISE e mantendo um alinhamento com as políticas de Educação Corporativa das Empresas Eletrobras. MACROPROCESSO DE SUPORTE: INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Com base nas orientações estratégicas da Diretoria Executiva, orientar e acompanhar o gerenciamento da infraestrutura, a segurança empresarial e os serviços de apoio operacional, necessários para o funcionamento adequado e padronizado, tanto quanto possível, entre as seis EDE. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Início dos procedimentos para regularização dos imóveis, e reformas ou construção de almoxarifados. 2. Orientação e coordenação da Norma de Viagens Nacionais e apoio à elaboração do Projeto Básico para licitação e contratação de empresa fornecedora dos serviços de viagens, de forma centralizada para todas as EDE. 3. Orientação, apoio e revisão das Normas de Documentação e Arquivo, bem como da elaboração do Manual de Documentação. 4. Apoio na redução do valor dos contratos de limpeza, vigilância, recepção e de mensageiros; apoio na elaboração do projeto para contratação de vigilância eletrônica. 5. Apoio na elaboração e revisão da Norma de Administração da Frota de Veículos, dos projetos básicos para contratação de frota e gestão de combustível. 6. Apoio na elaboração e revisão da Norma de Telefonia e na elaboração dos Projetos Básicos para o fornecimento de serviços de telefonia móvel (aparelhos e modens) com redução de custo. 44

46 MACROPROCESSO DE SUPORTE: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Observada a estratégia estabelecida pela Diretoria Executiva, propor, coordenar e promover a execução de ações em Tecnologia da Informação e Telecomunicações, para melhorar o desempenho operacional das empresas, bem como sua posição competitiva, de forma a gerar informações acessíveis para a tomada de decisão. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Consolidação da infraestrutura de HW em todas as EDEs; 2. Legalização SW BD Oracle; 3. Consolidação do E+DOC; 4. Conclusão do projeto básico do PDTI; MACROPROCESSO DE SUPORTE: RELAÇÕES TRABALHISTAS E SINDICAIS Vinculação: Diretoria de Gestão Finalidade: Promover o estreitamento das relações entre os sindicatos dos trabalhadores e as Empresas de Distribuição Eletrobras EDE, buscando priorizar as ações promovidas nas empresas e servindo de parâmetros para as negociações coletivas, assim como, nas tratativas individuais entre as empresas e os sindicatos dos trabalhadores. Principais Realizações no ano de 2012: 1. Assessoramento do Diretor de Gestão nas negociações coletivas de trabalho e relacionamento com os Sindicatos, observando as premissas da política corporativa e as orientações da Eletrobras. 2. Realização de ações pela uniformidade no trato das relações trabalhistas e sindicais das Empresas de Distribuição de Eletrobras EDE. 3. Emissão de análises e recomendações corporativas, observada as tendências do mercado, nas questões trabalhistas, fazendo o acompanhamento sistemático da Legislação. 4. Levantamento, análise e avaliação das situações capazes de produzir conflitos nas relações trabalhistas ou sindicais, propondo alternativas proativas de solução que possam preveni-las. 5. Promoção e coordenação do levantamento de passivos trabalhistas, bem como efetuar análise das circunstâncias jurídico-administrativas para negociações, formulando as respectivas propostas. 45

47 6. Gerenciamento das atividades de análise e acompanhamento do movimento sindical nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. 7. Coordenação dos processos de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho e Termo de Pactuação de metas de Participação nos Lucros e ou Resultados PLR específicos das Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE. 8. Providencias para a formalização dos Acordos Coletivos de Trabalho, acompanhando seu cumprimento e propondo ajustes, quando necessário. 9. Planejamento e elaboração do Plano de Contingência para eventuais situações de greves nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE 10. Acompanhamento e orientação da execução de Acordos Coletivos de Trabalhos Nacional e Específico nas Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE e promover ajustes quando necessário. 11. Viabilização do acesso dos Sindicatos às informações pertinentes aos direitos dos trabalhadores, analisando e propondo alternativas de solução. 12. Representação das Empresas de Distribuição da Eletrobras EDE em fóruns e reuniões sobre a reforma trabalhista e sindical, no Âmbito das Associações de classes patronais. 13. Gerenciamento das atividades de análise e acompanhamento do movimento sindical, suas principais tendências e estratégias, mantendo contatos com empresas, sindicatos, federações e confederações. 14. Participação do planejamento de negociação coletiva de trabalho, sob a coordenação da Eletrobrás, bem como dos mecanismos de solução de impasses ou conflitos, face à ação do movimento sindical. 15. Informação e encaminhamento à Área Jurídica dos assuntos ligados ao movimento sindical, que tenham repercussões legais. 16. Levantamento e analise das situações capazes de produzir conflito nas relações trabalhistas ou sindicais propondo alternativas de solução. 17. Coordenação e acompanhamento do processo eleitoral para representante dos empregados nos Conselho de Administração das EDE, em obediência a Lei / Principais parceiros relacionados aos macroprocessos finalísticos PRINCIPAIS PARCEIROS EXTERNOS: Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica ABRADEE; Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL; Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE; 46

48 Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE; Conselho de Consumidor; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia CREA; Empresa de Pesquisa Energética EPE; Governos Estaduais; Ministério de Minas e Energia MME; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão MPOG; Operador Nacional do Sistema ONS; Órgãos de Licenciamento Ambiental; Produtores Independentes de Energia PIEs; Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor PROCOM; PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS: MACROPROCESSOS FINALISTICOS Atendimento ao Consumidor Cadastro e Faturamento Cobrança e Arrecadação Medição e Combate às Perdas Mercado e Compra de Energia PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria. 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria. 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria. 1 Distribuição de Energia; 2 Ouvidoria; 3 Projetos e Obras de Alta Tensão; 4 Projetos e Obras de Rede de Distribuição; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Mercado e Compra de Energia; 7 Planejamento da Expansão; 8 Finanças e Tesouraria. 1 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Planejamento Estratégico; 3 Cobrança e Arrecadação; Cadastro e Faturamento; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Contratos com os PIEs e de Combustível; 6 Distribuição de Energia; 7 Planejamento da Expansão. 47

49 MACROPROCESSOS FINALISTICOS PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS Contratos com os PIES e de Combustível Distribuição de Energia Engenharia da Automação e Sistemas 1 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Planejamento Estratégico; 3 Cobrança e Arrecadação; Cadastro e Faturamento; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Estudo de Mercado e Compra de Energia; 6 Distribuição de Energia; 7 Planejamento da Expansão. 1 - Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Projetos e Obras de Alta Tensão; 3 Projetos e Obras de Rede de Distribução; 4 Mercado e Compra de Energia; 5 Ouvidoria; 6 Atendimento ao Consumidor; 7 Cadastro e Faturamento; 8 Medição e Combate às Perdas; 8 Planejamento da Expansão. 1 Planejamento Estratégico; 2 Distribuição de Energia; 3 Atendimento ao Consumidor; 4 Cadastro e Faturamento. Cadastro Técnico de Sistema da Distribuição Planejamento da Expansão 1 - Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 2 Projetos e Obras de Alta Tensão; 3 Projetos e Obras de Rede de Distribução; 4 Mercado e Compra de Energia; 5 Ouvidoria; 6 Atendimento ao Consumidor; 7 Cadastro e Faturamento; 8 Medição e Combate às Perdas; 8 Planejamento da Expansão. 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Projetos e Obras de Alta Tensão; 7 Projetos e Obras de Rede de Distribuição. Projetos e Obras de Alta Tensão 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Faturamento e Arrecadação; 7 Finanças e Tesouraria. Projetos e Obras de Rede de Distribuição Projetos de P&D e Eficiência Energética e Outros Projetos Especiais 1 Distribuição de Energia; 2 Planejamento Estratégico; 3 Mercado e Compra de Energia; 4 Atendimento ao Consumidor; 5 Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 6 Faturamento e Arrecadação 7 Finanças e Tesouraria. 1 Assessoria de Sustentabilidade e Meio Ambiente; 2 Assessoria Especial de Licitação e Contratação; 3 Departamento de Tecnologia da Informação e Telecomunicações; 4 Departamento de Contabilidade; 5 Assessoria de Comunicação Social e Relações Institucionais 48

50 MACROPROCESSOS FINALISTICOS PRINCIPAIS PARCEIROS INTERNOS Regulação Econômico-Financeira Regulação Técnica e Comercial 1 Departamento de Contabilidade; 2 Macroprocesso de Controle da Gestão; 3 Departamento de Serviços da Distribuição; 4 Ouvidoria; 5 Departamento de Operação da Distribuição. 1 Departamento de Operação do Sistema; 2 Departamento de Operação da Distribuição; 3 Departamento de Serviços da Distribuição; 4 Departamento de Engenharia e Obras da Alta Tensão; 5 Departamento de Engenharia de Obras de Rede de Distribuição; 6 Departamento de Medição e Fiscalização; 7 Departamentos de Geração da Capital. 2. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, PLANO DE METAS E DE AÇÕES 2.1. Planejamento das Ações da Unidade Jurisdicionada A Companhia incorpora como filosofia, crença e política, a visão estratégica de sua controladora e organiza-se para uma avaliação crítica como se fora uma empresa de capital aberto, alinhada à estratégia de desenvolvimento do Governo Federal, orientada para as dimensões social, econômica, regional, ambiental e democrática, com programas e ações voltados para atender o grau de desenvolvimento desejado para o País e a sociedade em geral. Em seu espaço político-institucional está comprometida com o crescimento sustentável, a geração de emprego e renda, e a inclusão social, desempenhando políticas públicas no segmento de energia 49

51 elétrica, expandindo seus ativos para atender o crescimento do mercado, e realizando melhorias sistêmicas para ofertar serviços com qualidade e menores custos. Suas ações estratégicas são direcionadas para a construção de uma Companhia sustentável e competitiva, comprometida com a ética, eficiência, transparência, profissionalismo, respeito e valorização do ser humano e do meio ambiente. Dentro das Novas Regras de Governança consta o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial - CMDE, que reporta a desafios, nas dimensões econômico-financeira, operacional e socioambiental. Nele estão estabelecidos metas e resultados, objetivando maior eficiência, robustez e rentabilidade financeira, bem como as condições de acompanhamento e monitoramento. Em busca da melhoria da performance operacional e financeira, a Companhia deu sequência as ações de implantação de ferramentas de gestão estratégica, onde, por meio do Gerenciamento por Diretrizes, a Diretoria acompanha de forma sistêmica os indicadores de desempenho e metas definidas para cada processo, obedecendo ao ciclo do PDCA - planejar, executar, verificar e agir. No que diz respeito às empresas distribuidoras do grupo Eletrobras, são propostas as seguintes diretrizes: Consolidação da gestão integrada e realização do saneamento e equilíbrio econômicofinanceiro; Aumento da eficácia e eficiência operacional, melhoria da qualidade dos serviços, redução das perdas de energia e inadimplência; Modernização da estrutura organizacional e sistema de gestão, melhoria e integração dos processos administrativos, capacitação e profissionalização do quadro gerencial e técnico-administrativo das empresas Formulação das Estratégias O planejamento estratégico da Eletrobras Distribuição Alagoas é elaborado seguindo as diretrizes estratégicas da Eletrobras Holding estabelecidas no Planejamento Integrado, para o ciclo , onde é elaborado o Plano de negócios e diagnóstico da Distribuição, e partir deste, o estabelecimento de metas e indicadores voltados à melhoria de desempenho da Companhia, unificando as ferramentas de gestão: SGD (Sistema de Gestão de Desempenho), PMD (Plano de Melhoria de Desempenho) e o CMDE (Contrato de Metas de Desempenho Empresarial), projetando desafios nas dimensões econômico-financeiras, operacional, e socioambiental. A filosofia empresarial da empresa firma-se na Missão, Visão e Valores. A definição dos objetivos estratégicos é realizada de acordo com as seguintes perspectivas: 50

52 Resultados Para termos Êxito, como satisfaremos nossos acionistas? Cliente mercado Para atingir a visão, que requerimentos dos clientes deveremos atingir? Processos internos Para satisfazer meu acionista, clientes/sociedade, o que meus processos precisam entregar? Pessoas Quais as competências internas que precisamos para alcançar a excelência? Inovação & Melhoria Qual a infraestrutura (tecnologia) que precisamos para alcançar a excelência? Análise do Mercado de atuação e suas fontes A análise do ambiente interno e externo da organização ocorre por meio da análise e identificação das características do setor de distribuição de energia elétrica, do macro ambiente e do mercado de atuação e suas tendências. Como preparação para esta etapa uma série de informações são levantadas e segmentadas em oito Temas Estratégicos: Presidência, Expansão, Suprimentos, Regulação, Operação, Finanças, Gestão e Comercial. Para a construção de matriz SWOT são realizadas reuniões e workshops composta pelas principais lideranças da empresa com o intuito de verificar oportunidades e ameaças que podem afetar e influenciar diretamente as estratégias da empresa. A construção do Plano de Negócios, com base na reflexão dos questionamentos e técnicas apresentados na figura abaixo, desdobrados em Projetos estratégicos e respectivos indicadores e metas indicam como chegar lá Análise do Ambiente Interno da Organização. A análise de ambiente interno está estruturada na Matriz SWOT. Nesta análise, o ambiente interno é evidenciado de acordo com o levantamento dos pontos fortes e pontos fracos em relação à capacidade da organização em atender o negócio da Eletrobras Distribuição Alagoas. 51

53 Figura 2 - Análise do Ambiente Interno Definição dos riscos empresariais e das principais estratégias e objetivos da organização Na figura abaixo é detalhado o fluxograma para construção do Planejamento Estratégico. Definidos os Objetivos estratégicos com base nas perspectivas abordadas no item a, são definidas a diretrizes por tema e indicadores, bem como as metas para os próximos 3 anos. Estas diretrizes são desdobradas em Projetos ou Planos de Ação monitorados através de indicadores com respectivas metas, responsáveis e prazo. Figura 3 - Fluxograma para construção do Planejamento Estratégico Os riscos empresariais e os aspectos relacionados ao desenvolvimento sustentável (desempenho econômico financeiro, social e ambiental) são considerados durante a análise dos cenários interno e externo e são incorporados nas estratégias, seguindo a metodologia da análise da matriz SWOT. 52

54 Todas as partes interessadas são consideradas nas dimensões relativas aos objetivos estratégicos, garantindo o alinhamento das suas necessidades com as estratégias da Empresa, conforme apresentado. A divulgação do Plano Estratégico para as partes interessadas é feita por meio dos seguintes mecanismos: Intranet, Informativo Nossa Energia, distribuição da cartilha do Plano Estratégico e palestras da Alta Direção para todos os colaboradores Avaliação do modelo de negócio em consonância com a definição das estratégias A estruturação do modelo de negócio é definida com base na concessão estabelecida pela Agência Reguladora ANEEL. Esta, por meio de resolução define em que forma a concessionária poderá atuar em seu mercado. Assim, o setor de distribuição de energia elétrica, por ser uma concessão de serviço público e altamente regulado não permite implantar mudanças no modelo de negócio como redefinir produtos, área de concessão, cliente alvo, etc. O mesmo acontece em relação à política de formação de preço e à estrutura de custo que são definidas pela empresa de referência especificada pela ANEEL. O relacionamento com fornecedores de energia elétrica é definido por meio de leilões. Ao final do ciclo, após confronto entre os resultados esperados e os resultados apresentados, as informações são realimentadas e o aprendizado será considerado para o novo ciclo. O processo é revisto sistematicamente, antes do início do ciclo do Planejamento Estratégico Estratégias de Atuação Frente aos Objetivos Estratégicos Definição de indicadores, estabelecimento de metas de curto e longo prazo, definição dos planos de ação e referenciais comparativos. Ainda conforme o fluxo os indicadores são definidos para as diretrizes estabelecidas para cumprimento dos objetivos estratégicos por Tema e são estabelecidas as metas para os próximos 3 anos. Destas diretrizes, são estabelecidos os Projetos ou Planos de Ação que devem conter as iniciativas e respectivos indicadores, metas, responsáveis e prazos Execução do Plano de Metas ou de Ações Os referenciais comparativos são utilizados, sobretudo nos indicadores definidos pela ANEEL e utilizados nos relatórios da ABRADEE como os de qualidade da prestação dos serviços (DEC e FEC), satisfação dos consumidores (IASC), satisfação dos colaboradores, perdas, etc. Os planos de ação são desdobrados a partir da definição dos objetivos estratégicos e todos desdobrados em Ações ou Projetos que podem ser classificados como Corporativos que 53

55 serão realizados de maneira centralizada para o conjunto das seis Empresas de Distribuição, cujo responsável será o coordenador do macroprocesso em referência ou Locais que serão realizados apenas pela Eletrobras Distribuição Alagoas. As ações se caracterizam pelo fato de os recursos serem classificados como custeio e sua priorização depende da economia gerada para empresa após sua implantação. Já os projetos são caracterizados pelo fato de necessitarem de captação de recursos de terceiros para financiamento dos investimentos e sua priorização depende do retorno financeiro com sua implantação considerando a viabilidade econômico-financeira por meio da TIR, VPL e pay-back. A figura abaixo apresenta o desdobramento da estratégia, destacando o detalhamento do Plano de ação realizado utilizando a técnica 5W2H. Esta técnica permite que cada Projeto ou Ação possua um responsável que deverá desdobrá-las em plano de ação, definido a equipe, cronograma, estimativa de custos, periodicidade de acompanhamento e indicadores. Figura 4 - Desdobramento das estratégias Alocação de recursos Durante elaboração dos projetos ou planos de ação, os responsáveis por cada um deles devem evidenciar o retorno financeiro através da viabilidade econômica de sua implantação e deixar claro quais os benefícios para a empresa. Ou seja, os projetos são analisados de acordo com a rentabilidade de cada um deles e dos impactos que cada um pode trazer para a empresa, sobretudo com relação ao aumento de receita, melhora a qualidade do fornecimento e redução de perdas técnicas. Com base nesta analise, os projetos e ações são apresentados em reuniões e workshops com a coordenação direta do Diretor-Presidente da empresa que, em conjunto com os demais Diretores, realiza a priorização de cada um de acordo com o orçamento aprovado. 54

56 Comunicação das estratégias Após a validação do Plano e negócio, este é apresentado a todos os empregados das seis Empresas de Distribuição da Eletrobras, transmitidos via vídeo conferência através dos diversos pontos instalados nas capitais e interiores em evento específico coordenado pelo Diretor-presidente. Além deste evento, as estratégias são comunicadas às partes interessadas da seguinte forma: Partes Interessadas Acionistas Força de Trabalho Poder concedente Formas de Comunicação/Divulgação Reunião dos Conselhos Relatório de Atividades Reunião do Conselho de Consumidores Palestras nas empresas e entidades Seminários, reuniões setoriais e de equipes, workshops Correio eletrônico Mural Treinamentos Reuniões com a ANEEL Ações empresariais que vão propiciar a realização das estratégias são disponibilizadas de acordo com os padrões de trabalho do sistema de acompanhamento contábil e econômicofinanceiro, o que assegura a comunicação e controle Indicadores Com o Plano de Negócios aprovado, o macroprocesso de Planejamento Estratégico consolida as informações e encaminha para os representantes do Comitê de Gestão Empresarial da empresa que são os responsáveis por acompanhar a implementação das ações, projetos e indicadores estabelecidos para a Diretoria a qual representa. O acompanhamento dos resultados é realizado através de reuniões mensais de análise do desempenho onde são apresentados: painel de indicadores, gráfico com resultados e reflexão (quando a meta não é atingida). 55

57 Objetivos Estratégicos Objetivo 1: Melhorar o desempenho econômico-financeiro do negócio Distribuição, alcançando os níveis regulatórios Objetivo 2: Melhorar a qualidade do serviço e atendimento aos clientes Objetivo 3: Aumentar o nível histórico da realização dos investimentos Indicadores Estratégicos Figura 5 - Objetivos e Indicadores estratégicos Meta Realizado PMSO/ROL (%) 34,3 32,5 39,2 26,9 25,1 Dívida líquida/ebtida (%) 78,4 2,2 6,6 1,6 1,3 Lucro Líquido/Patrimônio Líquido (%) -46,4 0,8-6,8 2,8 3,8 Ebtida/ROL (%) 0,6 15,5 8,6 13,2 13,8 Perdas (%) 27,0 25,3 22,6 18,2 16,8 Inadimplência (%) 17,7 18,4 16,4 14,6 7,9 DEC (horas) 26,3 22,0 24,7 22,7 21,7 FEC (Nº de ocorrências) 20,1 15,1 18,4 16,4 15,5 Índice ANEEL de satisfação dos consumidores IASC (%) 61,6 69,0 63,0 64,9 65,5 Índice de satisfação dos colaboradores (%) N/D 66,2 69,5 72,9 76,5 Taxa de Frequência de Acidentes de trabalho (un) 8,6 8,20 7,76 7,37 7,00 Taxa de Gravidade de Acidentes de Trabalho (un) Investimento Realizado / Investimento aprovado (%) O monitoramento da implementação dos projetos e ações estratégicas é realizado através de reuniões bimestrais para acompanhamento do que já foi realizado, onde são apresentados o painel de acompanhamento de projetos e ações e a tabela de acompanhamento do projeto/ação. Melhor 68,6 84,0 86,4 86,4 86,4 Acima da Meta Entre 95% e 100% da Meta Entre 80% e 95% da Meta Abaixo de 80% da Meta 3. ESTRUTURA DE GOVERNANÇA E DE AUTOCONTROLE DA GESTÃO 3.1. Estrutura orgânica de controle A Companhia é administrada por um Conselho de Administração, órgão colegiado de funções deliberativas, e por uma Diretoria, órgão executivo de administração e representação. O Conselho de Administração é formado por até seis membros, sendo um indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, um eleito representante dos empregados e os demais eleitos pela Assembleia Geral, dentre os quais um é designado o Presidente, com mandato de três anos, podendo ser reeleitos. É o principal órgão na hierarquia empresarial, reúne-se ordinariamente uma vez ao mês para tratar de questões estratégicas de interesse social, exceto as privativas da Assembleia Geral. A Diretoria é constituída por um diretor-presidente e seis diretores eleitos pelo Conselho de Administração, sendo o diretor-presidente escolhido dentre os membros do Conselho de Administração, com mandato de três anos e exercício de suas funções em regime de tempo integral. A Diretoria é o órgão executivo de administração e representação, investida dos poderes de administração e gestão dos negócios sociais, reúne-se ordinariamente uma vez por semana, podendo deliberar sobre quaisquer matérias relacionadas ao objeto social, exceto aquelas de competência da Assembleia Geral ou do Conselho de Administração. 56

58 O Conselho Fiscal é formado por até três membros e respectivos suplentes, sendo um indicado pelo Ministério da Fazenda, e os demais eleitos pela Assembleia Geral, dentre os quais um é designado o Presidente, todos com mandato de um ano, permitidas reeleições. É o órgão fiscalizador, reúne-se ordinariamente uma vez por mês, competindo ao mesmo a tarefa de examinar e opinar sobre os atos dos administradores e gestão patrimonial, financeira e orçamentária do exercício social. A Assembleia Geral é o órgão máximo da Companhia, possui caráter exclusivamente deliberativo, reúne todos os acionistas com ou sem direito a voto, convocados pelo Conselho de Administração, para deliberarem sobre matérias de interesse societário. A Auditoria Interna, subordinada ao Conselho de Administração, planeja, executa e avalia as atividades de auditoria na Companhia e atende às solicitações da alta direção e de órgãos de controle externo. O Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna PAINT é submetido previamente à aprovação da Controladoria Geral da União CGU e ao Conselho de Administração, que acompanham o desenvolvimento dos trabalhos. A seleção dos trabalhos leva em consideração a materialidade (magnitude do valor ou do volume de recursos envolvidos) das áreas/funções da Companhia, suas relevâncias, vulnerabilidades e criticidade pretérita. Em atendimento à Lei Societária, as demonstrações financeiras da Companhia são auditadas por Auditores Independentes, contratados pela Eletrobras, aos quais são garantidas condições de independência e transparência dos processos internos Informações sobre o funcionamento do sistema de controle interno ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS VALORES Ambiente de Controle A alta administração percebe os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. X 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. X 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. 8. Existe adequada segregação de funções nos processos e atividades da competência da UJ. X 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. X X X X X X 57

59 Avaliação de Risco Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. X 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Não há ocorrência de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionadas com os objetivos de controle. Informação e Comunicação A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 25. A informação disponível para as unidades internas e pessoas da UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Monitoramento O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e qualidade ao longo do tempo. X X X X X X X X X X X X X X X X X X 58

60 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações sofridas. X 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. X 59

61 Análise Crítica: SISTEMA DE CONTROLE DA EDAL 1 Quanto ao Ambiente de Controle A Alta Administração fornece instrumentos seguros para um positivo ambiente de controle nas atividades da empresa, pois disponibiliza intranet, código de ética, define suas atribuições, políticas e procedimentos, tem bem definida sua estrutura organizacional e possui sistemas integrados garantindo a confiabilidade das informações. 2 Quanto a Avaliação de Risco Não há na Eletrobras Distribuição Alagoas o mapeamento de riscos formalizados. Entretanto, quando da realização de atividades de controles, a identificação e a análise de riscos são levantadas pela auditoria interna, com base em trabalhos realizados e experiência dos auditores. Todavia, praticamente inexiste ocorrência de fraudes e desvios. Em havendo, é prática na empresa instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 3 Quanto aos Procedimentos de Controle Considerando-se a falta de uma política de avaliação de riscos, fica fragilizada a implantação de qualquer atividade de controle para identificação e mitigação dos riscos, minimizada pela experiências dos auditores em trabalhos já realizados. Contudo, em auditorias realizadas nas atividades da empresa, verifica-se a aplicabilidade das legislações correlatas, Normas Regulamentadoras e normativos internos, bem como de deliberações da Alta Administração. Apontamos, ainda, que nas atividades auditadas, são observados os sistemas integrados utilizados na empresa, possibilitando um controle e um gerenciamento eficaz, identificando inconformidades e propondo soluções para mitigação das mesmas. 4 Quanto à Informação e Comunicação A empresa possui uma Assessoria de Comunicação e Relações Institucionais, que tem em suas atribuições a responsabilidade de cadastrar, organizar e atualizar informações relativas aos empreendimentos e atividades da Companhia, com vistas a sua divulgação junto ao público interno e externo; planejar e coordenar a elaboração de campanhas de publicidade e promoção voltadas ao público interno e externo; planejar e coordenar a elaboração e distribuição de jornais e informativos internos dirigidos a empregados e dependentes; coordenar e controlar a veiculação de informações através de murais e quadros de avisos; elaborar e divulgar o clipping e sinopse de matérias de interesse da Companhia veiculadas nos diversos meios de comunicação; coordenar o registro documental de imagens em filmes, vídeo-tapes ou fotografias dos eventos e empreendimentos da Companhia, sistematizando e mantendo o arquivo dessas informações para subsidiar futuras campanhas e documentários; planejar e elaborar estudos de utilização da mídia objetivando identificar as melhores alternativas para campanhas de publicidade e promoção e elaborar, coordenar e controlar todas as publicações da Companhia nos meios de comunicação, sejam elas legais ou publicitárias; 60

62 5 Quanto ao Monitoramento A Auditoria Interna tem sido mensalmente avaliada pelo Processo de Planejamento e Controle da empresa, através dos mecanismos de Gestão Estratégica implementada pela Eletrobras, bem como é avaliada anualmente pela Controladoria Geral da União CGU, Regional Alagoas. A Auditoria interna constantemente avalia os controles existentes nas atividades auditadas na empresa, apontando as inconformidades encontradas, propondo medidas saneadoras, objetivando melhorar o desempenho da empresa e verificando o cumprimento das normas e diretrizes da Alta Administração. Para tanto, é efetuado um plano de ação após as auditorias, visando acompanhar as atividades desenvolvidas para solução das inconformidades, constando prazos e responsáveis por cada ação. Escala de valores da Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente não observado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como avaliar se o conteúdo da afirmativa é ou não observado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o conteúdo da afirmativa é parcialmente observado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o conteúdo da afirmativa é integralmente observado no contexto da UJ. Quadro 2 - Avaliação do Sistema de Controles Internos da UJ (Quadro A.3.1) 3.3. Informações Sobre a Remuneração Paga aos Administradores, Membros da Diretoria Estatutária, do Conselho De Administração e do Conselho Fiscal Política de Remuneração dos Membros da Dir. Estatutária e dos Conselhos de Administração e Fiscal A remuneração dos Diretores, Membros de Conselho Fiscal e de Administração são definidas pela AGO - Assembléia Geral Ordinária. No modelo atual de gestão conjunta das Empresas de Distribuição da Eletrobras, as remunerações dos Diretores, excetuando a do Diretor de Operação, são pagas pela holding Eletrobras. A remuneração dos Conselheiros de Administração e Fiscal é fixada em 10% dos honorários médios mensais e do 13º salário, pagos aos membros da Diretoria Executiva, nos termos da Lei 9.292/96, não computados os demais benefícios. A remuneração da Diretoria Executiva engloba honorários mensais, gratificação natalina, abono pecuniário de férias, ajuda de custo de transferência, bem como participação nos lucros e/ou resultados e contribuição a entidade previdenciária privada na qual a Empresa seja mantenedora, não se repassando os benefícios concedidos aos empregados em Acordo Coletivo de Trabalho, no que se refere a abono salarial, nem quaisquer outros aumentos, tais como mérito, promoção e ajustes não lineares. 61

63 Demonstrativo da Remuneração Mensal de Membros de Conselhos Ver Anexo I Demonstrativo Sintético da Remuneração de Membros de Diretoria e de Conselhos R$ 1,00 Identificação do Órgão Órgão: Diretoria Estatutária Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , ,32 a) salário ou pró-labore , ,28 - b) benefícios diretos e indiretos , ,04 c) remuneração por participação em comitês d) outros 7.021,95 II Remuneração variável (e+f+g+h+i) , a) bonus b) participação nos resultados ,06 c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros 1.274,00 III Total da Remuneração ( I + II) , ,32 - IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) OBS: Em 2009 e 2010 não havia percepção de remuneração da Diretoria nesta Empresa. Diretor de Operação foi nomeado em 01 de novembro de Quadro 3 - Detalhamento de itens da remuneração da Diretoria Estatutária (Quadro A.3.4) 62

64 Identificação do Órgão Órgão: Conselho de Administração Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,34 a) salário ou pró-labore , , ,34 b) benefícios diretos e indiretos c) remuneração por participação em comitês d) outros II Remuneração variável (e+f+g+h+i) - - a) bonus b) participação nos resultados c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros III Total da Remuneração ( I + II) , , ,34 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 4 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho de Administração (Quadro A.3.4) Identificação do Órgão Órgão: Conselho Fiscal. Remuneração dos Administradores EXERCÍCIO Número de membros: I Remuneração Fixa (a+b+c+d) , , ,73 a) salário ou pró-labore , , ,73 b) benefícios diretos e indiretos c) remuneração por participação em comitês d) outros II Remuneração variável (e+f+g+h+i) - - a) bonus b) participação nos resultados c) remuneração por participação em reuniões d) comissões e) outros III Total da Remuneração ( I + II) , , ,73 IV Benefícios pós-emprego V Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI Remuneração baseada em ações Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 5 - Detalhamento de itens da remuneração do Conselho Fiscal (Quadro A.3.4) 63

65 Demonstrativo da Remuneração Variável dos Administradores Valores em R$ 1,00 Identificação do Órgão Órgão: Companhia Energética de Alagoas - CEAL Reconhecimento de Bônus e Participação de Resultados EXERCÍCIO I Bônus (a+b+c+d) a) valor mínimo previsto no plano de remuneração b) valor máximo previsto no plano de remuneração c) valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas d) valor efetivamente reconhecido no resultado II Participação no Resultado (e+f+g+h) 7.210,52* - - e) valor mínimo previsto no plano de remuneração 7.210, f) valor máximo previsto no plano de remuneração g) valor previsto no plano de remuneração, caso as metas estabelecidas fossem atingidas h) valor efetivamente reconhecido no resultado III Total ( I + II) 7.210,52 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 6 - Detalhamento de itens da remuneração variável dos administradores (Quadro A.3.4) 3.4. Informações sobre a estrutura e as atividades do sistema de correição A Eletrobras Distribuição Alagoas possui uma estrutura de Comissão Permanente de Processo Disciplinar CPPD e um Comitê de empregados para Comissões Específicas de Sindicância e de Processo Disciplinar. A CPPD é composta por três membros titulares e suas respectivas suplências, sendo um membro na função de Presidente, um na função de suporte jurídico e outro membro titular. O principal objetivo da CPPD é avaliar os resultados dos trabalhos das comissões processantes e oferecer subsídios ao julgamento da autoridade competente. O Comitê é composto por 26 (vinte e seis) empregados de várias unidades administrativas da Empresa. A partir do Comitê é formada a Comissão de Processo Disciplinar que tem como função executar os trabalhos de apuração de irregularidades dentro do prazo fixado na portaria de instauração de processo disciplinar, envolvendo a instrução, defesa e relatório, sugerindo à autoridade julgadora as medidas cabíveis. As normas que regulamentam as atividades disciplinar são Deveres dos Empregados, Proibições e Penalidades (código DG-GP-01/N-001) e Apuração de Irregularidades (código MPS-DG-01/N- 001). 64

66 4. PROGRAMAÇÃO E EXECUÇÃO DA DESPESA ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA 4.1. Relação dos programas do Plano Plurianual vigente Informações Sobre Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ INVESTIMENTOS REALIZADOS Em 2012, os investimentos realizados pela Companhia atingiram o montante de R$ mil, assim distribuídos: R$ mil no Programa Luz para Todos; R$ mil na ampliação da rede de distribuição; R$ mil na manutenção do sistema de distribuição; R$ mil na adequação do sistema de comercialização e distribuição; R$ mil na manutenção e adequação de bens móveis, imóveis, equipamentos, e ativos de informática, informação e teleprocessamento. Esses investimentos representam o primeiro ano orçamentário do PPA (Plano Plurianual de Investimentos). Significando uma realização de 68,56% do orçamento de 2012, aprovado pelo Decreto nº 7.628/2011 e revisado pelo Decreto nº 7.883/2012. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA O mercado cativo de energia elétrica (desconsiderando o mercado livre) de energia elétrica da Eletrobras Distribuição Alagoas cresceu 13,3% no ano de 2012 em comparação com 2011, somando GWh. Já o consumo total - considerando os consumidores livres apresentou uma taxa de crescimento de 12,7% no ano de 2012, somando GWh. Em comparação com o consumo do país, cuja taxa foi de 3,5% e da região Nordeste de 4,7%, a taxa de crescimento de mercado da Eletrobras Alagoas apresentou taxas acima do crescimento do mercado nacional e regional. O bom momento econômico na Região Nordeste, explica o aumento no consumo de energia elétrica em Alagoas. Todavia, o ano de 2012 foi influenciado pelas ações de recuperação de perdas, recadastramento dos pontos de energia da Iluminação Pública, pela entrada em operação da nova unidade da Braskem e de um cogerador de biomassa que está em fase de teste; pela entrada de novas cargas comerciais; pelo baixo nível de precipitação pluviométrica e aumento da temperatura, o que fez aumentar o consumo da irrigação e o uso de equipamentos de refrigeração. No período janeiro a dezembro, por classe de consumo cativo, obtivemos crescimento de 37,2% na classe Rural, 23,2% na classe Industrial e 14,2% na Iluminação Pública. O crescimento do consumo industrial é explicado pela base de comparação reprimida do ano de 2011 devido à interrupção no fornecimento ocorrida em fevereiro e a entrada da carga da nova unidade de PVC da Braskem. 65

67 Nos próximos anos, o setor estará voltado à questão do custo da energia elétrica no Brasil, considerando os efeitos da Lei Nº , oriunda da Medida Provisória nº 579, de 2012, a renovação das concessões cujos geradores não aceitaram as condições da MP e o possível uso cada vez mais intenso das usinas termelétricas. INDICADORES OPERACIONAIS Os indicadores operacionais DEC e FEC apresentaram relativo aumento em 2012, foram motivados principalmente por: 1) Elevação do volume de obras de expansão e melhorias, aumentando a participação do DEC e FEC programado, representando 9% e 6% do valor apurado do ano. Em 2012 foram desligamentos programados; 2) Aumento na contribuição do supridor, representando uma participação de 6% no DEC e 9% no FEC de 2012; A conclusão da implantação do sistema de gestão técnica em todo o Estado ocorreu no 4º trimestre e os reflexos da melhoria na confiabilidade dos dados dos registros das interrupções estão refletindo também no aumento dos índices operacionais de DEC e FEC. PERDAS GLOBAIS DE ENERGIA ELÉTRICA As perdas globais da Companhia sofreram a maior redução percentual em sua história, reduzindo em quase 3%, quando comparados os resultados de Dezembro de 2011 e Dezembro de 2012, baixando de 29,95% para 27,00%. A ampliação das ações de inspeção e de regularização de unidades consumidoras, as melhorias no processo de faturamento e o recadastramento da carga de iluminação pública, foram as principais motivadoras da significativa redução. Assim como as ações pontuais, deflagradas em parceria com a Polícia Militar, para regularização de consumidores clandestinos, atendidos em Média Tensão, na zona canavieira também contribuíram significativamente para o resultado observado. Junto a estas ações. Além da continuidade das ações realizadas em 2012, que permitiu a recuperação de MWh, a Companhia ampliará, em 2013, a telemedição das unidades consumidoras do grupo A, intensificará, a recuperação do volume de energia, decorrente dos processos de fraude, por meio da ampliação da equipe de BackOffice, as regularizações de consumidores clandestinos, e a ampliação das equipes de inspeção no interior do Estado, além das ações de melhoria do faturamento, com a regularização das tampas opacas que impedem a leitura e dos consumidores cadastrados e cobrados como forfait. Todas estas ações permitirão a Companhia planejar resultados ainda mais arrojados, se aproximando objetivando o alcance dos índices regulatórios. Também deve contribuir para redução das perdas globais, a entrada de novas linhas e subestações no sistema elétrico da Companhia, que contribuirão para um melhor desempenho na parcela referente às perdas técnicas, inerentes ao sistema de transmissão e distribuição de energia. 66

68 Identificação do Programa de Governo Código Programa 2033 Título Energia Elétrica Órgão Responsável Ministério de Minas e Energia Fontes de Recursos (PPA e LOA) (em R$ 1,00) Fontes de Recursos Valores do e) Previsto no PPA f) Fixado na LOA a) Valor Remanescente (d e) a) Orçamento Fiscal e da Seguridade Social b) Outras Fontes c) Subtotais (a + b) d) Valor Global Previsto no PPA Execução Orçamentária e Financeira do Programa (em R$ 1,00) Despesa Empenhada Despesa Liquidada Restos a Pagar Processados Não Processados Valores Pagos Objetivos Relacionados ao Programa Código Descrição Órgão ou Unidade Responsável Pelo Gerenciamento 45 Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Ministério de Minas e Energia 436 Ampliar, reforçar, e manter os Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica, incluindo a geração Ministério de Minas e Energia nos Sistemas Isolados. Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 7 - Programa de Governo constante do PPA Temático (Quadro A.4.1) Análise Crítica: A partir do exercício 2012 até 2015, o Programa Plurianual será monitorado via SIOP Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento, fundamentado em Programas Temáticos. No novo modelo foram concebidos, então, a partir de recortes mais aderentes às políticas públicas. O PPA é, portanto, um documento intensivo em conhecimento sobre as razões do atual estágio de desenvolvimento do Brasil e sobre as escolhas e estratégias necessárias para acelerar o processo de transformação social iniciado em 2003, em especial para que se consiga erradicar a miséria em consonância ao Plano Mais Brasil. No exercício 2012 o Programa 2033-Energia Eletrica no Estado de Alagoas teve uma performance de realização econômica/financeira de 72,6 %. Indice motivados por atrazo nas definições da prorrogação do Programa Luz Para Todos; atrazo nas aquisições dos materiais e equipamentos, postergação das obras vinculadas ao Programa Energia +, e outras demandas, como exigências do IPHAN para prosseguimentos das construções da linhas de 69 kv; Atraso na entrega de materiais e equipamentos adquiridos por meio das licitações centralizadas, por parte dos fornecedores considerado o volume de compras realizado pelas empresas distribuidoras da Eletrobras, com destaque para os equipamentos de proteção e 67

69 manobra de SE, como Religadores Automáticos e Disjuntores; e materiais para construção de Linhas de Distribuição 69 kv como cabos e estruturas de concreto; Atraso na entrega de projetos contratados para execução de 14 (quatorze) obras estruturantes, sendo 10 (dez) Linhas de Distribuição 69 kv e 4 (quatro) Subestações de 69/13,8 kv; estas obras serão contratadas em 2013; Paralisação de obras decorrentes de exigências para licenciamento ambiental, a exemplo da construção da SE Stella Maris, previsão de conclusão jun/2013 e das Linhas de Distribuição 69 kv de Zebu/Delmiro Gouveia, Curralinho/Arapiraca II e Arapiraca II/Arapiraca I, com previsão de conclusão até jun/2013 e Tabuleiro/PCA C3 e 4. Além das exigências do IPHAN; Atraso na execução das obras de construção dos conjuntos habitacionais para atendimento a população atingida pelas enchentes em 2010, conduzida pelo Governo do Estado de Alagoas, o que inviabilizou a consecução das obras de implantação das redes de distribuição. Será aditivado o contrato para encerrar em dez/ Informações Sobre Objetivos Vinculados a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Identificação do Objetivo Código 045 Descrição Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Programa Energia Elétrica. Órgão Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira do Objetivo (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Atender domicílios rurais Domicílios com energia elétrica pelo atendidos Programa Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 8 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.4.2) 68

70 Identificação do Objetivo Código 436 Descrição Ampliar, reforçar, e manter os Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica, incluindo a geração nos Sistemas Isolados. Programa Energia Elétrica. Órgão Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira do Objetivo (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Ampliar o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica km , Ciclo (AL) com mais 173 km 2 Adequar e manter o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica km (AL) com mais 242 km 3 Reduzir o índice de perdas globais em 1,25 pontos % 25,33 % 27,00 % percentuais. Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 9 - Objetivos de Programa Temático de Responsabilidade da UJ (Quadro A.4.2) Informações Sobre Iniciativas Vinculadas a Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Identificação da Iniciativa Código 035 Descrição Ampliação do Acesso à Energia Elétrica na Área Rural (Luz Para Todos) Objetivo Universalizar o Acesso a Energia Elétrica Órgão ou Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira da Iniciativa (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Iniciativa Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Atender domicílios rurais Domicílios com energia elétrica pelo atendidos Programa Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 10 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) 69

71 Identificação da Iniciativa Código 01FS Descrição Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Objetivo Ampliar, reforçar, e manter os Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica, incluindo a geração nos Sistemas Isolados. Órgão ou Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira da Iniciativa (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Iniciativa Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Ampliar o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica Ciclo km , (AL) com mais 173 km 2 Adequar e manter o Sistema de Distribuição de Energia Elétrica km (AL) com mais 242 km 3 Reduzir o índice de perdas globais em 1,25 pontos percentuais. % 25,33 % 27,00 % Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 11 - Iniciativas de programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.3) Informações Sobre Ações de Programas Temáticos de Responsabilidade da UJ Identificação da Ação Código 11XE Descrição Executar o Programa Luz Para Todos Iniciativa Ampliação do Acesso à Energia Elétrica na Área Rural (Luz Para Todos) Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Atender domicílios rurais Domicílios 1 com energia elétrica pelo atendidos Programa Luz Para Todos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 12 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) 70

72 Identificação da Ação Código 3375 Descrição Ampliação do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica Ciclo (AL) Iniciativa 01FS - Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Ampliar o Sistema de Distribuição 1 de Energia Elétrica Ciclo km , (AL) com mais 173 km Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 13 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Identificação da Ação Código 6749 Descrição Manutenção do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica (AL) Iniciativa 01FS - Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Adequar e manter o Sistema de 1 Distribuição de Energia Elétrica km (AL) com mais 242 km Identificação da Ação Código 20P3 Descrição Adequação do Sistema de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica Redução de Perdas (AL) Iniciativa 01FS - Ampliar, manter e reforçar a rede de distribuição de energia elétrica Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação 71

73 Ordem 1 Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada Reduzir o índice de perdas globais em 1,25 pontos percentuais % 25,33 27, Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 14 - Ações vinculadas a programa temático de responsabilidade da UJ (Quadro A.4.4) Análise Crítica Cumprimento das metas: ÓRGÃO : Ministério de Minas e Energia Exercício : 2012 UNIDADE Receita Dotação Atual Mês : Dezembro Execução Geração Própria Direto Saldos de Exercícios Anteriores Controladora Outras Estatais Outras Fontes Internas Externas Debêntures Controladora Outras Estatais Outras Fontes 0 0 Total de Receitas (A) Despesa Dotação Atual Execução Ação 11XE - Ampliação do Sistema de Distribuição Rural de Energia Elétrica - Luz para Todos (AL) Localizador No Estado de Alagoas Produto Unidade consumidora atendida (unidade) Ação 20P3 - Adequação do Sistemas de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica - Redução de Perdas Comerciais (AL) Localizador No Estado de Alagoas Ação Ampliação do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica - PPA (AL) Localizador No Estado de Alagoas Produto Sistema ampliado (percentual de execução física) 11 6 Ação Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção e Adequação de Bens Móveis, Veículos, Máquinas e Equipamentos Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção e Adequação de Ativos de Informática, Informação e Teleprocessamento Localizador No Estado de Alagoas Ação Manutenção do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica (AL) Localizador No Estado de Alagoas Total de Despesas (B) : Companhia Energética de Alagoas - CEAL Diferença (A-B) Fonte: CEAL (DP/DFF) 0 0 Quadro 15 - Demonstrativo da Execução Econômica/financeira, no exercício

74 Com a finalidade de criar condições para que o PPA estabeleça relações mais adequadas com todos os insumos necessários à viabilização das políticas, os Programas Temáticos do PPA estão organizados em Objetivos que, por sua vez, são detalhados em Metas e Iniciativas. Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 16 - Objetivos, metas e iniciativas do PPA Previsto REALIZADO 2012 Empresa Objetivo Iniciativa Ação_Num TextoLongo Descricao Unidade % Execução Física CEAL XE CEAL FS 20P3 CEAL FS 3375 CEAL FS 6749 Ampliação do Sistema de Distribuição Rural de Energia Elétrica - Luz para Todos (AL) - No Estado de Alagoas Adequação do Sistemas de Comercialização e Distribuição de Energia Elétrica - Redução de Perdas Comerciais (AL) - No Estado de Alagoas Atender domicílios rurais com energia elétrica pelo Programa Luz para Todos Ampliação do Sistema de Distribuição Acréscimo de km de de Energia Elétrica - PPA (AL) - redes de distribuição de No Estado de Alagoas energia elétrica Manutenção do Sistema de Distribuição Acréscimo de km de de Energia Elétrica (AL) - No Estado de redes de distribuição de Alagoas energia elétrica domicílio % Redução do índice de perdas técnicas e unidade comerciais de distribuição 25, % em 1,25 pontos absolutos km % km % PROGRAMA LUZ PARA TODOS (11XE) Com a publicação do Decreto nº , de 08 de julho de 2011 e de 23 de dezembro de 2011, o Programa Luz para Todos foi estendido até dezembro de 2014, destinado a propiciar o atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio rural que não possui acesso a esse serviço público. Em 2012, foram eletrificados domicílios rurais, beneficiando uma população estimada em pessoas, totalizando ligações no período 2004/2012. Em 22 de agosto de 2012 a Companhia protocolou junto a ANEEL, proposta de revisão do seu Plano de Universalização, para a área rural, em cumprimento ao art. 23 da Resolução Normativa nº 488, de 2012, pois, segundo análise da Companhia, o número de domicílios sem acesso a energia elétrica nessa área é superior ao montante estabelecido no 3º Termo de Compromisso firmado junto ao MME, e muito destoante do Censo 2010 do IBGE, o que lhe permite posicionar-se como não universalizada. Para tanto, além da contratação de empresa especializada, trabalhou em conjunto com o Comitê Gestor Estadual, reativando os comitês municipais, mobilizando colaboradores nas prefeituras, Sindicatos Rurais e Associações Comunitárias, em todo Estado de Alagoas, foi possível identificar o montante domicílios ainda não atendidos. A ANEEL encaminhou ao MME, para análise, a nova simulação da estimativa do impacto tarifário, considerando a revisão do plano de universalização proposta pela Companhia. Caso seja mantida a condição de universalização do estado de Alagoas, a Companhia necessitará atender a esses domicílios identificados sem energia elétrica, com recursos próprios ou por meio de outras fontes, o que, de qualquer modo, representará um impacto tarifário de 3,67% conforme descrito na Nota Técnica nº 039/2012-SRC/ANEEL. 73

75 Para o ano de 2013, a Companhia trabalha com a previsão de conclusão de atendimento às ligações contratadas no 3º Termo de Compromisso, conforme solicitação encaminhada ao MME e Eletrobras pedindo a prorrogação do contrato de financiamento. Para garantir o atendimento operacional do Programa, vários investimentos no sistema de AT E MT/BT vêm sendo realizados. Foram reformados 1.208,59 km de linhas de Distribuição (Reforço de Rede), bem como, instalados Reguladores de Tensão e Banco de Capacitores. As obras de Reforço de Rede geraram vários benefícios como a melhoria da qualidade do fornecimento e confiabilidade do sistema, além de ter contribuído para a redução das perdas no Sistema Elétrico. Motivado pelo atraso na assinatura dos contratos com os construtores e no processo de habilitação destes em função de limitações impostas pelo não atendimento das condições de trabalho relacionadas a segurança do trabalho, resultando no atraso do andamento do programa de execução de obras. Mesmo assim a realização dos investimentos atingiu um índice de 50,86% referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/2012. AMPLIAÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO (3375) Em 2012 foram concluídas ampliações em diversas subestações, a exemplo das SE Centro, SE Pinheiro e Polo Cloro químico de Alagoas - PCA, bem como a construção da Linhas de Distribuição 69 kv, Pinheiro Centro. As subestações de Olho D água das Flores e Maribondo tiveram sua capacidade aumentada em 43% e 100%, respectivamente. Foram instalados 112,5MVA, resultando em um aumento de 9% na potência instalada. Também foram construídos 13,7km de linhas de transmissão, que equivale a um aumento de 1% no ano de 2012 em relação a Foram instalados diversos equipamentos de proteção e regulação de nível de tensão, que garantirão melhor qualidade de fornecimento de energia elétrica. O sistema de distribuição de média e baixa tensão está sendo expandido e melhorado. Neste sentido as reformas de redes são um fator primordial para a manutenção da qualidade dos serviços prestados para os clientes. Além das reformas de redes, foram construídos novos alimentadores e interligações que melhoram critérios técnicos como confiabilidade e carregamento. No ano de 2012 foram construídos 166 km de rede. O ano de 2012 foi caracterizado por diversas dificuldades, referente a execução de obras, impedimentos oportunizados pelo IPHAN-AL, impedimentos de Assoiação de Moradores, Colônias Indígenas, atrasos nas liberações de liçenças ambientais, empreiteira que abandonou a execução de obras, de tal maneira que a realização atingiu um indice de 79,29%, referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/2012. Previsto R ealizado Variação (%) 74

76 MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO (6749) No programa de manutenção, além de obras de melhoria nas redes de distribuição, com divisão de circuitos, e regularização de redes de consumidores clandestinos, em 2012 houve continuação do Projeto de Recuperação de Redes nos Municípios atingidos pelas Enchentes de 2010, Como também iniciado o Programa Energia +, financiado pelo Banco Mundial (BIRD). O ano de 2012 foi caracterizado por diversas dificuldades, referente a execução de obras, atraso no Programa Energia +, postergando várias ações para 2013; aquisições de transformadores para a reposição da manutrenção também sofreu atraso no seu processo, postergando a efetivação para MAR/2013; atrasos nas obras de responsabilidade do Governo do Estado referente ao Programa Emergencial de Alagoas (obras das enchentes de 2010). de tal maneira que a realização atingiu um indice de 75,34%, referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/2012. ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE COMERCIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO (20P3) Foram executados projetos de automação de subestações e redes de distribuição, atendimento a pedido de ligação de novos consumidores com aplicação de materiais menos suscetíveis ao furto de energia. Em 2012 foi dado continuidade ao programa de cadastramento dos postes em Alagoas, atingindo cerca de 97% de sua totalidade e foi iniciado a inclusão no BDGD, com previsão de conclusão em 2013 pela Empresa (SOLTEC). Mesmo com atrasos no Programa Energia +, a realização dos investimentos atingiu um índice de 92,19% referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/ Informações Sobre Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado de Responsabilidade da UJ Identificação do Programa de Governo Código Programa 0807 Título Programa de Gestão e Manutenção de Infraestrutura de Empresas Estatais Federais Órgão Responsável Ministério de Minas e Energia Execução Orçamentária e Financeira do Programa (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 17 - Programa de governo constante do PPA - De Gestão e manutenção (Quadro A.4.5) 75

77 Análise Crítica MANUTENÇÃO E ADEQUAÇÃO DE BENS MÓVEIS, IMÓVEIS, EQUIPAMENTOS, E ATIVOS DE INFORMÁTICA, INFORMAÇÃO E TELEPROCESSAMENTO ( ) Em busca da melhoria da qualidade dos serviços, foram feitos alguns investimentos significativos em 2012: Aquisição de 20 veículos médios, para renovação da frota própria da Companhia, viabilizando a redução do custo de manutenção; Ampliação do link de comunicação da internet; Migração do banco de dados do sistema comercial AJURI para uma nova Infraestrutura de hardware e software, para maior confiabilidade e agilidade na prestação de serviços; Renovação do parque de informática, com aquisição de storage, servidores blades, e software para virtualização. No exercício 2012 o Programa Programa de Gestão e Manutenção de Infraestrutura de Empresas Estatais Federais teve uma performance de realização econômica/financeira de 48,3 %. Este índice foi afetado pela postergação do Programa Energia +, atrasos nas contratações atividades de Tecnologia da Informação, entre outros Informações Sobre Ações Vinculadas a Programas de Gestão, Manutenção e Serviços Identificação da Ação Código 4101 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de Bens % de 100 % 27,8 % Imóveis realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 18 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) 76

78 Identificação da Ação Código 4102 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Imóveis Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de Bens % de 100 % 66,3 % Móveis, Veículos, Máquinas r Equipamentos realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 19 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) Identificação da Ação Código 4103 Descrição Manutenção e Adequação de Bens Móveis, Veículos, Máquinas r Equipamentos Unidade Responsável Ministério de Minas e Energia Unidade Orçamentária Eletrobras Distribuição Alagoas Execução Orçamentária e Financeira da Ação (em R$ 1,00) Dotação Despesa Restos a Pagar Inicial Final Empenhada Liquidada Processados Não Processados Valores Pagos Metas do Exercício Para a Ação Ordem Descrição Unidade de Meta Física Meta Financeira Medida Prevista Realizada Prevista Realizada 1 Manutenção e Adequação de % de 100 % 46,7 % Ativos de Informática, Informação e Teleprocessamento realização Fonte: CEAL (DP/DFF) Quadro 20 Ações vinculadas a programa de gestão, manutenção e serviços (Quadro A.4.6) 77

79 Análise Crítica MANUTENÇÃO E ADEQUAÇÃO DE BENS MÓVEIS, IMÓVEIS, EQUIPAMENTOS, E ATIVOS DE INFORMÁTICA, INFORMAÇÃO E TELEPROCESSAMENTO ( ) Em busca da melhoria da qualidade dos serviços, foram feitos alguns investimentos significativos em 2012: Aquisição de 20 veículos médios, para renovação da frota própria da Companhia, viabilizando a redução do custo de manutenção; Ampliação do link de comunicação da internet; Migração do banco de dados do sistema comercial AJURI para uma nova Infraestrutura de hardware e software, para maior confiabilidade e agilidade na prestação de serviços; Renovação do parque de informática, com aquisição de storage, servidores blades, e software para virtualização. Em 2012 foi dado continuidade a construção do COI, Centro de Operação Integrada, iniciada outras obras de melhorias, considerando que esta atividade é realizada com recursos próprios, houve atraso,. Mesmo assim a realização dos investimentos atingiu um índice de 27,8% referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/2012. Em 2012 foi dado continuidade a aquisição de móveis e utensílios e ferramentas de serviços, com recursos próprios, houve atraso. Mesmo assim a realização dos investimentos atingiu um índice de 66,3% referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/2012. Em 2012 foi dado continuidade a implantação do programa de telecomunicações, com recursos do RGR, nas subestações, programa de informática e servio de despacho de serviço, com recursos próprios, a realização dos investimentos atingiu um índice de 46,7% referente ao Programa aprovado pelo Decerto 7.883/ Informações Sobre a Execução Orçamentária e Financeira da Despesa Não se aplica. Vide Introdução Informações sobre a estrutura e Não se aplica. Vide Introdução. 5. TÓPICOS ESPECIAIS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Não se aplica. Vide Introdução. 78

80 6. GESTÃO DE PESSOAS, TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS 6.1. Composição do Quadro de Servidores Ativos Demonstração da força de trabalho à disposição da unidade jurisdicionada Tipologias dos Cargos Autorizada Lotação Efetiva Ingressos no exercício Egressos no exercício 1. Servidores em cargos efetivos ( ) Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores de Carreira ( ) 1.545* Servidores de carreira vinculada ao órgão 1.545* Servidores de carreira em exercício descentralizado Servidores de carreira em exercício provisório Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 9 2. Servidores com Contratos Temporários Total de Servidores (1+2) Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) * Quantidade autorizada pelo DEST Quadro 21 - Força de Trabalho da UJ (Quadro A.6.1) 79

81 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada Quantidade de pessoas Tipologias dos afastamentos na situação em 31 de dezembro 1. Cedidos ( ) Exercício de Cargo em Comissão Exercício de Função de Confiança Outras situações previstas em leis específicas (especificar as leis) 4 2. Afastamentos ( ) 2.1. Para Exercício de Mandato Eletivo 2.2. Para Estudo ou Missão no Exterior 2.3. Para Serviço em Organismo Internacional 2.4. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 3. Removidos ( ) 3.1. De oficio, no interesse da Administração 3.2. A pedido, a critério da Administração 3.3. A pedido, independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 3.4. A pedido, independentemente do interesse da Administração por Motivo de saúde A pedido, independentemente do interesse da Administração por Processo seletivo 4. Licença remunerada ( ) 4.1. Doença em pessoa da família 4.2. Capacitação 5. Licença não remunerada ( ) 5.1. Afastamento do cônjuge ou companheiro 5.2. Serviço militar 5.3. Atividade política 5.4. Interesses particulares 5.5. Mandato classista 6. Outras situações (Especificar o ato normativo) 7. Total de servidores afastados em 31 de dezembro ( ) 72 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 22 - Situações que reduzem a força de trabalho da UJ (Quadro A.6.2) 80

82 Qualificação da Força de Trabalho Tipologias dos cargos em comissão e das funções Lotação Ingressos no Egressos no gratificadas Autorizada Efetiva exercício exercício 1. Cargos em comissão 1.1. Cargos Natureza Especial 1.2. Grupo Direção e Assessoramento superior Servidores de carreira vinculada ao órgão Servidores de carreira em exercício descentralizado Servidores de outros órgãos e esferas Sem vínculo (Art. 37) Aposentados 2. Funções gratificadas Servidores de carreira vinculada ao órgão Servidores de carreira em exercício descentralizado 2.3. Servidores de outros órgãos e esferas Total de servidores em cargo e em função (1+2) Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 23 Detalhamento da estrutura de cargos em comissão e funções gratificadas (Quadro A.6.3) Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade Tipologias do Cargo Até 30 anos Quantidade de Servidores por Faixa Etária De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 anos anos anos Acima de 60 anos 1. Provimento de cargo efetivo 1.1. Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores de Carreira Servidores com Contratos Temporários* 2. Provimento de cargo em comissão 2.1. Cargos de Natureza Especial 2.2. Grupo Direção e Assessoramento Superior Funções gratificadas 3. Totais (1+2) Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 24 Quantidade de servidores por faixa etária (Quadro A.6.4) 81

83 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade Tipologias do Cargo Quantidade de pessoas por nível de escolaridade Provimento de cargo efetivo Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores de Carreira Servidores com Contratos 10 Temporários* 2. Provimento de cargo em comissão Cargos de Natureza Especial 2.2. Grupo Direção e Assessoramento 1 4 Superior 2.3. Funções gratificadas Totais (1+2) LEGENDA Nível de Escolaridade 1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo grau ou técnico; 6 - Superior; 7 - Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação; 8 Mestrado; 9 Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência; 10 - Não Classificada. Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 25 Quantidade de servidores por nível de escolaridade (Quadro A.6.5) Demonstração dos Custos de Pessoal da Unidade Jurisdicionada Ver Anexo II. 82

84 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas Classificação do quadro de servidores inativos da unidade jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria Quantidade Regime de proventos / Regime de aposentadoria De Servidores Aposentados até 31/12 De Aposentadorias iniciadas no exercício de referência 1. Integral Voluntária 1.2 Compulsória Invalidez Permanente 1.4 Outras Proporcional 2.1 Voluntária 2.2 Compulsória 2.3 Invalidez Permanente 2.4 Outras 3. Totais (1+2) Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 26 - Composição do quadro de servidores inativos (Quadro A.6.7) Demonstração das origens das pensões pagas pela unidade jurisdicionada Regime de proventos do servidor instituidor 1. Aposentado 1.1. Integral 1.2. Proporcional 2. Em Atividade 3. Total (1+2) Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quantidade de Beneficiários de Pensão Acumulada até 31/12 Não se aplica Iniciada no exercício de referência Não se aplica Quadro 27 - Instituidores de pensão (Quadro A.6.8) Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos A CEAL, não tem controle interno para detectar tal possibilidade, desta forma e por meio de listagem fornecida pela Controladoria Geral da União CGU, conseguiu ter acesso a tal possibilidade de acumulo de vínculo empregatício. Até então esta Empresa só atuava mediante denúncias ou suspeitas. 83

85 Providências Adotadas nos Casos de Acumulação Indevida de Cargos, Funções e Empregos Públicos Seguindo listagem constando 28 empregados, disponibilizada pela Controladoria Geral da União CGU, encaminhou consulta comunicação externa à 24 órgãos públicos, para constatar a permanência de vínculo empregatício junto ao consultado. Além desta lista a empresa recebeu 4 denúncia anônimas sobre tal possibilidade. Na oportunidade, obtivemos retorno de apenas 6 órgãos que envolveram 12 empregados, já notificados e que apresentaram a devida exoneração, dentro do prazo estabelecido de 10 dias. Para os órgãos remanescentes já fora reiterada tal consulta, a fim de se alcançar o objetivo aqui proposto Informações Sobre os Atos de Pessoal Sujeitos a Registros e Comunicação A Diretoria de Gestão, por meio de CTA-DG-015/2013, de 03 de abril de 2013, emitiu solicitação à Secretaria de Fiscalização de Pessoal SEFIP, solicitando concessão de perfil de acesso ao SISAC para que esta Empresa possa atender tal recomendação precisa na IN 55/2007. Para isto foi firmado plano de ação, junto à CGU, para que as inserções fossem feitas até meados do ano de 2013, considerando o período retroativo necessário. Desta forma tal inserções ainda não foram possíveis serem realizadas Atos Sujeitos à Comunicação ao Tribunal por intermédio do SISAC Tipos de Atos Quantidade de atos sujeitos ao registro no TCU Exercícios Quantidade de atos cadastrados no SISAC Exercícios Admissão Concessão de aposentadoria Concessão de pensão civil Concessão de pensão especial a excombatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do fundamento legal de ato concessório Totais Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 28 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Quadro A.6.9) 84

86 Quantidade de atos sujeitos à Quantidade de atos cadastrados Tipos de Atos comunicação ao TCU no SISAC Exercícios Exercícios Desligamento Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Totais Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 29 - Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Quadro A.6.10) Tipos de Atos Quantidade de atos de acordo com o prazo decorrido entre o fato caracterizador do ato e o cadastro no SISAC Até 30 dias Exercício de 2012 De 31 a 60 dias Atos Sujeitos ao Registro pelo TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) De 61 a 90 dias Mais de 90 dias Admissão 47 Concessão de aposentadoria Concessão de pensão civil Concessão de pensão especial a excombatente Concessão de reforma Concessão de pensão militar Alteração do fundamento legal de ato concessório Total 47 Atos Sujeitos à Comunicação ao TCU (Art. 3º da IN TCU 55/2007) Desligamento 23 Cancelamento de concessão Cancelamento de desligamento Total 23 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 30 - Regularidade do cadastro dos atos no Sisac (Quadro A.6.11) Atos Sujeitos à Remessa ao TCU em meio físico Não houve tais atos nos exercícios citados. 85

87 Indicadores Gerenciais Sobre Recursos Humanos RESUMO GERAL VAGAS APROVADAS - DEST EMPRESA DE REFERÊNCIA QUADRO PRÓPRIO QUADRO TERCEIRIZADO * Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) * Excetuando-se os serviços de limpeza e conservação Quadro 31 - Resumo dos indicadores gerenciais Absenteísmo - Taxa de Absenteísmo: 2,05% - Considerando apenas as ausências com comprovação por atestado médico. Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais; DESCRIÇÃO PRÓPRIO TERCEIRIZADO Número Absoluto de Acidentes com vítimas com afastamento inferior a 15 dias 22 0 Número Absoluto de Acidentes com vítimas com afastamento superior a 15 dias 1 6 Número Absoluto de Acidentes com vítimas sem afastamento 0 1 Número de óbitos 0 0 Índice de Frequência 8,62 2,06 Índice de Avaliação de Gravidade Doença ocupacional 4 0 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 32 Acidentes de trabalho e doenças ocupacionais Rotatividade (turnover); - O índice de rotatividade é de 5,00%, já que foram admitidos 47 e demitidos 23 de um total de empregados no encerramento do exercício Educação Continuada; Empregados em Graduação 167 Empregados em Pós Graduação 55 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Disciplina; - Não houve andamento de processos administrativos em Aposentadoria versus reposição do quadro Não houve aposentadorias condicionadas à substituição do mesmo. 86

88 6.2. Terceirização de Mão de Obra Empregada e Contratação de Estagiários Informações sobre Terceirização de Cargos e Atividades do Plano de Cargos do Órgão Não se aplica. Vide Introdução Informações sobre a Substituição de Terceirizados em Decorrência da Realização de Concurso Público Nome do empregado terceirizado substituído Não se aplica Cargo que ocupava no órgão Data do D.O.U. de publicação da dispensa Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 33 - Relação dos empregados terceirizados substituídos (Quadro A.6.15) Autorizações Expedidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para Realização de Concursos Públicos para Substituição de Terceirizados Nome do órgão autorizado a realizar o concurso ou provimento adicional Norma ou expediente autorizador, do exercício e dos dois anteriores Número Data Quantidade autorizada de servidores Não houve ocorrência Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 34 - Autorizações para substituição de terceirizados (Quadro A.6.16) 87

89 Informações sobre a Contratação de Serviços de Limpeza, Higiene e Vigilância Unidade Contratante Nome: Companhia Energética de Alagoas - CEAL UG/Gestão: CNPJ: / Informações sobre os contratos Período Nível de Escolaridade exigido contratual de dos trabalhadores contratados Empresa Ano do Identificação execução das Área Natureza Contratada contrato do Contrato atividades F M S (CNPJ) contratadas Início Fim P C P C P C 2008 L O CT 292/ / /12/08 30/06/ P 2010 V O CT 100/ / /05/10 16/12/ P Observações: LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene; (V) Vigilância Ostensiva. Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Observações: Houve redução de 54% no quantitativo de vigilantes inicialmente contratados em Quadro 35 - Contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva (Quadro A.6.17) Sit Informações sobre Locação de Mão de Obra Unidade Contratante Nome: Companhia Energética de Alagoas UG/Gestão: Não se aplica CNPJ: / Informações sobre os contratos Ano do contrato Área Nat. Identificação do Contrato Empresa Contratada (CNPJ) Período contratual de execução das atividades contratadas 88 Nível de Escolaridade exigido dos trabalhadores contratados F M S Início Fim P C P C P C O CT 140/ /07/ /11/ P O CT 092/ /07/ /02/ A O CT 074/ /04/ /04/ A O CT 139/ /05/ /11/ A O CT 094/ /05/ /05/ A O CT 090/ /06/ /01/ A O CT 280/ /06/ /06/ A O CT 130/ /08/ /08/ A O CT 049/ /06/ /06/ A O CT 219/ /10/ /04/ A O CT 070/ /04/ /04/ A O CT 096/ /06/ /06/ A O CT 098/ /06/ /03/ A O CT 208/ /09/ /03/ A O CT 300/ /12/ /12/ A O CT 002/ /03/ /03/ A O CT 003/ /03/ /03/ A O CT 004/ /03/ /03/ A O CT 005/ /03/ /03/ A O CT 006/ /03/ /03/ A O CT 007/ /03/ /03/ A O CT 009/ /03/ /03/ A Sit.

90 O CT 010/ /03/ /03/ A O CT 011/ /03/ /03/ A O CT 015/ /01/ /01/ A O CT 052/ /04/ /08/ A O CT 052/ /04/ /08/ A O CT 052/ /04/ /08/ A O CT 053/ /04/ /08/ A O CT 053/ /04/ /08/ A O CT 077/ /05/ /01/ A O CT 086/ /06/ /06/ A O CT 090/ /05/ /08/ A O CT 091/ /07/ /07/ A O CT 096/ /07/ /07/ A O CT 120/ /07/ /07/ A O CT 128/ /06/ /06/ A O CT 097/ /05/ /05/ A O CT 163/ /06/ /09/ A O CT 151/ /07/ /05/ A O CT 180/ /08/ /10/ A O CT 186/ /10/ /10/ A O CT 187/ /09/ /03/ A O CT 201/ /08/ /09/ A O CT 203/ /09/ /03/ A O CT 247/ /11/ /11/ A O CT 269/ /11/ /03/ A O CT 270/ /11/ /11/ A O CT 258/ /12/ /12/ A O CT 300/ /12/ /12/ A O CT 242/ /11/ /08/ A Observações: LEGENDA Área: 1. Segurança; 2. Transportes; 3. Informática; 4. Copeiragem; 5. Recepção; 6. Reprografia; 7. Telecomunicações; 8. Manutenção de bens móvies 9. Manutenção de bens imóveis 10. Brigadistas 11. Apoio Administrativo Menores Aprendizes Outras Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Natureza: (O) Ordinária; (E) Emergencial. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Médio; (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada. Quadro 36 - Contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra (Quadro A.6.18) 89

91 Composição do Quadro de Estagiários Nível de escolaridade Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre (em R$ 1,00) 1. Nível superior R$ , Área Fim R$ , Área Meio R$ ,01 2. Nível Médio R$ , Área Fim R$ , Área Meio R$ ,00 3. Total (1+2) R$ ,14 Fonte: CEAL (Departamento Gestão de Pessoas) Quadro 37 - Composição do quadro de estagiários (Quadro A.6.19) 7. GESTÃO DO PATRIMÔNIO MOBILIÁRIO E IMOBILIÁRIO 7.1. Gestão da Frota de Veículos Próprios e Contratados de Terceiros a) Legislação que regula a constituição e a forma de utilização da frota de veículos; Norma de Administração e Condução de Veículos. b) Importância e impacto da frota de veículos sobre as atividades da UJ; Motocicletas Realizam o trabalho de inspeção de rede e identificam defeitos nas áreas de difícil acesso; Picapes Desenvolvem atividades nas áreas de apoio a manutenção de redes e poda e/ ou serviços que torne a locação inviável; Caminhões Representados pelos guinchos, caminhões carga seca e carretas, realizam todas as atividades de manutenção de rede e de entrega de materiais; Empilhadeira Estoque e movimentação de materiais; Trator- Abertura de faixa para acesso dos veículos as redes de transmissão e distribuição. c) Quantidade de veículos em uso ou na responsabilidade da UJ, discriminados por grupos, segundo a classificação que lhes seja dada pela UJ (por exemplo, veículos de representação, veículos de transporte institucional etc.), bem como sua totalização por grupo e geral; Categorias Quantidade 1 Motocicletas 4 2 Picapes 27 3 Caminhões 36 4 Empilhadeira 2 5 Trator 1 Totais 70 90

92 d) Média anual de quilômetros rodados, por grupo de veículos, segundo a classificação contida na letra c supra; Ano/ Km rodados Motocicletas 621, , ,25 Picapes 7.942, , ,50 Caminhões 4.627, , ,50 Empilhadeira 179,00 397, ,75 Trator 250,00 357,14 200,00 e) Idade média da frota, por grupo de veículos; Categorias Idade Média 1 Motocicletas 10 anos 2 Picapes 4 anos 3 Caminhões 11 anos 4 Empilhadeira 8 anos 5 Trator 23 anos f) Custos associados à manutenção da frota (Por exemplo, gastos com combustíveis e lubrificantes, revisões periódicas, seguros obrigatórios, pessoal responsável pela administração da frota, entre outros); Ano 2011* 2012* 2013* Totais Despesas R$ 0,00 R$ ,45 R$ ,42 R$ ,87 Nº de Veículos R$/Veículo/Mês R$ 0,00 R$ 758,41 628,87 - * Despesas com combustível não incluída g) Plano de substituição da frota; Categorias Plano de Substituição 1 Motocicletas 15 anos 2 Picapes 5 anos 3 Caminhões 10 anos 4 Empilhadeira 15 anos 5 Trator 15 anos 91

93 h) Razões de escolha da aquisição em detrimento da locação; Categorias Motivo em escolher a aquisição 1 Motocicletas Viabilidade econômica 2 Picapes Viabilidade econômica e reserva técnica para emergência no caso de descontinuidade de algum contrato de locação 3 Caminhões Viabilidade econômica 4 Empilhadeira Viabilidade econômica 5 Trator Viabilidade econômica i) Estrutura de controles de que a UJ dispõe para assegurar uma prestação eficiente e econômica do serviço de transporte. Sistema de Gerenciamento de Combustíveis e Manutenção via web; Sistema de rastreamento da frota (despacho móvel); Utilização do sistema CASIC (via intranet) para solicitação dos diversos tipos de manutenção; Oficina própria para recepção e diagnostico dos defeitos nos veículos; Rede credenciada de oficina, postos de combustíveis, lava jato e borracharia; Planilha para controle dos custos fixos e variáveis da frota Frota de Veículos Automotores a Serviço da UJ, mas contratada de terceiros a) Estudos técnicos realizados para a opção pela terceirização da frota e dos serviços de transporte; Estudo técnico não disponível; A nova gestão do DGA-TR está realizando novos estudos de viabilização do tipo de frota a ser utilizada pela Eletrobras Alagoas. b) Nome e CNPJ da empresa contratada para a prestação do serviço de transporte; Empresa CNPJ 1 ACIOLY / FORTCAR / KID / SR LOCAÇÕES /

94 c) Tipo de licitação efetuada, nº do contrato assinado, vigência do contrato, valor contratado e valores pagos desde a contratação até o exercício de referência do ; Empresa Tipo de Licitação Nº do Contrato Vigência Valor Inicio Final Contratado Pago 1 ACIOLY Registro de preço nº 027/ / /09/09 29/09/14 R$ ,87 R$ ,91 2 FORTCAR Registro de preço nº 031/ / / /08/12 03/08/12 06/08/14 03/08/14 R$ ,80 R$ ,64 R$ ,73 R$ ,87 3 KID Registro de preço nº 031/ / /01/13 22/01/15 R$ ,00 R$ ,10 4 SR LOCAÇÕES Registro de preço nº 031/ / / /07/12 23/07/12 23/07/14 23/07/14 R$ ,00 R$ ,84 R$ ,25 R$ ,53 Totais R$ ,15 R$ ,39 d) Legislação que regula a constituição e a forma de utilização da frota de veículos; Norma de Administração e Condução de Veículos e) Importância e impacto da frota de veículos sobre as atividades da UJ; Passeio de Representação Transporte da alta administração; Passeio de apoio Inspeção, audiências, transporte de funcionários, apoio ao COD, apoio a manutenção; Picapes Fiat Strada Apoio as atividades da comercial, COD e inspeções; Picapes COD, Manutenção, operações especiais e leitura de alta tensão. 93

95 f) Quantidade de veículos existentes, discriminados por grupos, segundo a classificação que lhes seja dada pela UJ (por exemplo, veículos de representação, veículos de transporte institucional etc.), bem como sua totalização por grupo e geral; Categorias 1 Passeio representação 2 2 Passeio de apoio 68 3 Picapes Fiat Stradas 42 4 Picapes 50 Totais 162 Quantidade g) Média anual de quilômetros rodados, por grupo de veículos, segundo a classificação referida no atendimento da letra f supra; Ano/ Km rodados Passeio representação 732, , Passeio de apoio , , ,25 Picapes Fiat Stradas , ,75 Picapes , ,25 h) Idade média anual, por grupo de veículos; Categorias Idade Média 1 Passeio representação 1 ano 2 Passeio de apoio <1 ano 3 Picapes Fiat Stradas <1 ano 4 Picapes <1 ano i) Custos associados à manutenção da frota (Por exemplo, gastos com combustíveis e lubrificantes, revisões periódicas, seguros obrigatórios, pessoal responsável pela administração da frota, entre outros), caso tais custos não estejam incluídos no contrato firmado; Despesas R$ ,73 Nº de Veículos 162 R$/Veículo/Mês R$ 7.821,76 94

96 j) Estrutura de controle existente na UJ para assegurar a prestação do serviço de transporte de forma eficiente e de acordo com a legislação vigente. Sistema de Gerenciamento de Combustíveis via web; Sistema de rastreamento da frota (despacho móvel); Utilização do sistema CASIC (via intranet) para solicitação dos diversos tipos de - manutenção; Oficina própria para recepção dos veículos; Rede credenciada de oficina, postos de combustíveis, lava jato e borracharia; Planilhas para controles dos custos fixos e variáveis da frota Gestão do Patrimônio Imobiliário Não se aplica. Vide Introdução. 8. GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO 8.1. Gestão da Tecnologia da Informação (TI) Quesitos a serem avaliados 1. Em relação à estrutura de governança corporativa e de TI, a Alta Administração da Instituição: X Aprovou e publicou plano estratégico institucional, que está em vigor. X monitora os indicadores e metas presentes no plano estratégico institucional. X Responsabiliza-se pela avaliação e pelo estabelecimento das políticas de governança, gestão e uso corporativos de TI. X aprovou e publicou a definição e distribuição de papéis e responsabilidades nas decisões mais relevantes quanto à gestão e ao uso corporativos de TI. X aprovou e publicou as diretrizes para a formulação sistemática de planos para gestão e uso corporativos de TI, com foco na obtenção de resultados de negócio institucional. aprovou e publicou as diretrizes para gestão dos riscos aos quais o negócio está exposto. X aprovou e publicou as diretrizes para gestão da segurança da informação corporativa. X aprovou e publicou as diretrizes de avaliação do desempenho dos serviços de TI junto às unidades usuárias em termos de resultado de negócio institucional aprovou e publicou as diretrizes para avaliação da conformidade da gestão e do uso de TI aos requisitos legais, regulatórios, contratuais, e às diretrizes e políticas externas à instituição. X Designou formalmente um comitê de TI para auxiliá-la nas decisões relativas à gestão e ao uso corporativos de TI. X Designou representantes de todas as áreas relevantes para o negócio institucional para compor o Comitê de TI. X Monitora regularmente o funcionamento do Comitê de TI. 2. Em relação ao desempenho institucional da gestão e de uso corporativos de TI, a Alta Administração da instituição: X Estabeleceu objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. X Estabeleceu indicadores de desempenho para cada objetivo de gestão e de uso corporativos de TI. X Estabeleceu metas de desempenho da gestão e do uso corporativos de TI, para

97 X Estabeleceu os mecanismos de controle do cumprimento das metas de gestão e de uso corporativos de TI. Estabeleceu os mecanismos de gestão dos riscos relacionados aos objetivos de gestão e de uso corporativos de TI. X Aprovou, para 2012, plano de auditoria(s) interna(s) para avaliar os riscos considerados críticos para o negócio e a eficácia dos respectivos controles. X Os indicadores e metas de TI são monitorados. X Acompanha os indicadores de resultado estratégicos dos principais sistemas de informação e toma decisões a respeito quando as metas de resultado não são atingidas. Nenhuma das opções anteriores descreve a situação desta instituição. 3. Entre os temas relacionados a seguir, assinale aquele(s) em que foi realizada auditoria formal em 2012, por iniciativa da própria instituição: Auditoria de governança de TI. Auditoria de sistemas de informação. Auditoria de segurança da informação. Auditoria de contratos de TI. X Auditoria de dados. Outra(s). Qual(is)? Não foi realizada auditoria de TI de iniciativa da própria instituição em Em relação ao PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação) ou instrumento congênere: X A instituição não aprovou e nem publicou PDTI interna ou externamente. A instituição aprovou e publicou PDTI interna ou externamente. A elaboração do PDTI conta com a participação das áreas de negócio. A elaboração do PDTI inclui a avaliação dos resultados de PDTIs anteriores. O PDTI é elaborado com apoio do Comitê de TI. O PDTI desdobra diretrizes estabelecida(s) em plano(s) estratégico(s) (p.ex. PEI, PETI etc.). O PDTI é formalizado e publicado pelo dirigente máximo da instituição. O PDTI vincula as ações (atividades e projetos) de TI a indicadores e metas de negócio. O PDTI vincula as ações de TI a indicadores e metas de serviços ao cidadão. O PDTI relaciona as ações de TI priorizadas e as vincula ao orçamento de TI. O PDTI é publicado na internet para livre acesso dos cidadãos. Se sim, informe a URL completa do PDTI: 5. Em relação à gestão de informação e conhecimento para o negócio: X Os principais processos de negócio da instituição foram identificados e mapeados. X Há sistemas de informação que dão suporte aos principais processos de negócio da instituição. Há pelo menos um gestor, nas principais áreas de negócio, formalmente designado para cada sistema de informação que dá suporte ao respectivo processo de negócio. 6. Em relação à gestão da segurança da informação, a instituição implementou formalmente (aprovou e publicou) os seguintes processos corporativos: Inventário dos ativos de informação (dados, hardware, software e instalações). Classificação da informação para o negócio (p.ex. divulgação ostensiva ou acesso restrito). Análise dos riscos aos quais a informação crítica para o negócio está submetida, considerando os objetivos de disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade. Gestão dos incidentes de segurança da informação. 7. Em relação às contratações de serviços de TI: utilize a seguinte escala: (1) nunca (2) às vezes (3) usualmente (4) sempre ( 2 ) são feitos estudos técnicos preliminares para avaliar a viabilidade da contratação. ( 4 ) nos autos são explicitadas as necessidades de negócio que se pretende atender com a contratação. ( 2 ) são adotadas métricas objetivas para mensuração de resultados do contrato. 96

98 ( 3 ) os pagamentos são feitos em função da mensuração objetiva dos resultados entregues e aceitos. ( 4 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, os artefatos recebidos são avaliados conforme padrões estabelecidos em contrato. ( 3 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, há processo de software definido que dê suporte aos termos contratuais (protocolo e artefatos). 8. Em relação à Carta de Serviços ao Cidadão (Decreto 6.932/2009): (assinale apenas uma das opções abaixo) X O Decreto não é aplicável a esta instituição e a Carta de Serviços ao Cidadão não será publicada. Embora o Decreto não seja aplicável a esta instituição, a Carta de Serviços ao Cidadão será publicada. A instituição a publicará em 2013, sem incluir serviços mediados por TI (e-gov). A instituição a publicará em 2013 e incluirá serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou, mas não incluiu serviços mediados por TI (e-gov). A instituição já a publicou e incluiu serviços mediados por TI (e-gov). 9. Dos serviços que a UJ disponibiliza ao cidadão, qual o percentual provido também por e-gov? Entre 1 e 40%. Entre 41 e 60%. Acima de 60%. X Não oferece serviços de governo eletrônico (e-gov). Comentários O PDTI foi licitado através da modalidade de Ata de Registro de Preço de forma centralizada, conduzida pela ED Amazonas, o qual teve o contrato assinado pela Companhia Energética de Alagoas no dia 16/04/2013, contrato nº 075/2013. Quadro 38 - Gestão da Tecnologia da Informação da UJ (Quadro A.8.1) 97

99 9. GESTÃO DO USO DOS RECURSOS RENOVÁVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL 9.1. Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza biodegradáveis). 4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). X X X X X X Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? 7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? 8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. Para a aquisição de bens e produtos são levados em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens e produtos. 10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/ Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. X Sim (X) Não ( ) X X X X X 98

100 Aspectos sobre a gestão ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? 13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Considerações Gerais: LEGENDA Níveis de Avaliação: Palestras, reuniões, imagem na área de trabalho dos computadores, e- mails (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. X Quadro 39 - Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis (Quadro A.9.1) 9.2. Consumo de Papel, Energia Elétrica e Água a) Detalhamento da política adotada pela unidade para estimular o uso racional desses recursos; Não há política de estímulo do uso racional dos recursos. b) Adesão a programas de gestão da sustentabilidade, tais como Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), Programa de Eficiência do Gasto (PEG) e Programa de Eficiência Energética em Prédios Públicos (Procel EPP); Não existe adesão aos programas mencionados. Com relação ao Programa de Eficiência Energética em Prédios Públicos, todas as ações estão voltadas ao consumidor e não ao consumo próprio. c) Evolução histórica do consumo, em valores monetários e quantitativos, de energia elétrica e água no âmbito das unidades que compõem o relatório de gestão. 99

101 Adesão a Programas de Sustentabilidade Nome do Programa Ano de Adesão Resultados Não houve adesão a Programas de Gestão da Sustentabilidade Valores em R$ 1,00 Quantidade Valor Recurso Consumido Exercícios Papel Água Energia Elétrica Total Fonte: Dados fornecidos pelas áreas afins Quadro 40 - Consumo de papel, energia elétrica e água (Quadro A.9.2) 10. CONFORMIDADE E TRATAMENTO DE DISPOSIÇÕES LEGAIS E NORMATIVAS Deliberações do TCU e do OCI Atendidas no Exercício Deliberações do TCU Atendidas no Exercício Ver Anexo III Deliberações do TCU Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Não há nenhuma deliberação do TCU com pendências. Todas foram resolvidas Recomendações do OCI Atendidas no Exercício Ver Anexo IV Recomendações do OCI Pendentes de Atendimento ao Final do Exercício Ver Anexo V 100

102 10.2. Informações Sobre a Atuação da Unidade de Auditoria Interna a) Estrutura e posicionamento da unidade de auditoria no organograma da UJ; b) Trabalhos mais relevantes realizados no exercício e principais constatações; TRABALHOS ALMOXARIFADO CONSTATAÇÕES Ausência de Registro no Sistema de Materiais SGM, dos materiais de concreto usados em condições de uso (salvados) e de sobra de obras e transformadores danificados. Saída de materiais sem Requisição de Materiais e Serviços RMS. 101

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