Base de cálculo do PIS e da COFINS para as operadoras de planos de saúde.

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1 Base de cálculo do PIS e da COFINS para as operadoras de planos de saúde. Em 2001, o 9º, do art. 3º, da Lei nº 9.718/98, acrescentado pela Medida Provisória nº /01, estabeleceu que as operadoras de planos de saúde poderiam deduzir da base de cálculo do PIS/COFINS os valores relativos às co-responsabilidades cedidas; à constituição de provisões técnicas e às indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pagos: Lei nº 9.718/98 Art. 3º. O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.... 9º. Na determinação da base de cálculo da contribuição para o PIS/PASEP e COFINS, as operadoras de planos de assistência à saúde poderão deduzir: I - co-responsabilidades cedidas; II - a parcela das contraprestações pecuniárias destinada à constituição de provisões técnicas; III - o valor referente às indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pago, deduzido das importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades. Em março de 2006, a Receita Federal do Brasil editou a Instrução Normativa SRF nº 635/06 ratificando que as mencionadas exclusões eram aplicáveis às cooperativas de médicos que operam planos de assistência à saúde, nos seguintes termos: Art. 17. A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, apurada pelas sociedades cooperativas de médicos que operem plano de assistência à saúde, pode ser ajustada, além do disposto nos arts. 9º e 10, pela: I-exclusão dos valores glosados em faturas emitidas contra planos de saúde; II-dedução dos valores das co-responsabilidades cedidas; III-dedução das contraprestações pecuniárias destinadas à constituição de provisões técnicas; e IV-dedução do valor referente às indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pago, deduzido das importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades. 1º As glosas dos valores, de que trata o inciso I do caput, devem ser decorrentes de auditoria médica dos convênios e planos de saúde nas faturas, em razão da prestação de serviços e de fornecimento de materiais aos seus conveniados. 2º As disposições dos incisos II a IV do caput aplicam-se aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de dezembro de 2001.

2 Apesar da expressa disposição legal ( 9º, do art. 3º, da Lei nº 9.718/98), como vários Auditores Fiscais da Receita Federal continuaram autuando cooperativas médicas, operadoras de planos de saúde, sem considerar as referidas exclusões, a Assessoria Jurídica da Unimed do Brasil encaminhou consulta sobre o correto alcance dos dispositivos elencados no 9º do art. 3º da Lei nº 9.718/98 à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em resposta à consulta formulada pela Unimed do Brasil, a Agência manifestou o seguinte entendimento: 1 CO-RESPONSABILIDADES CEDIDAS São as contraprestações de planos de assistência à saúde correspondentes à cessão de risco compartilhado com outra operadora, conforme previsto no Plano de Contas Padrão ANS (contas 3117/3118, Capítulo V, Anexo I, da IN nº 08, de 28 de dezembro de 2006 / DIOPE; ou Capítulo IV do Anexo II da RN nº 27/2003); 2 PARCELA DAS CONTRAPRESTAÇÕES PECUNIÁRIAS DESTINADA À CONSTITUIÇÃO DE PROVISÕES TÉCNICAS Refere-se ao valor da variação das provisões técnicas de planos de saúde segundo o que está previsto no subgrupo 312 do Plano de Contas Padrão ANS (Capítulo V, Anexo I, da IN nº 08/2006; ou Capítulo IV do Anexo II da RN nº 27/2003). Atentar para os casos em que a variação das provisões for negativa, devendo, portanto, essa redução, ser adicionada à base de cálculo daqueles impostos; 3 VALOR REFERENTE ÀS INDENIZAÇÕES CORRESPONDENTES AOS EVENTOS OCORRIDOS, EFETIVAMENTE PAGOS, DEDUZIDOS DAS IMPORTÂNCIAS RECEBIDAS A TÍTULO DE TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADES Eventos ocorridos: são os custos assistenciais decorrentes da utilização, pelos beneficiários, da cobertura oferecida pelos planos de saúde, ou seja, são os custos com os atendimentos feitos aos beneficiários do plano de saúde da operadora, tais como consultas médicas/odontológicas, exames laboratoriais, hospitalização, terapias etc. que estejam diretamente ligados ao ato assistencial, os quais a operadora reconhecerá contabilmente na data de apresentação da conta médica ou do aviso pelos prestadores, em atenção ao regime de competência. A classificação será nas contas 4111, 4112, 4113, 4114, 4115, 4116; 4117 e 4118 (Capítulo V, Anexo I, da IN nº 08/2006; ou Capítulo IV do Anexo II, da RN nº 27/2003); Esses eventos serão escriturados em Controles Gerenciais conforme definido no item 7, Capítulo I, Anexo I, da IN nº 08/2006, ou item 6, Capítulo I do Anexo II, da RN nº 27/2003;

3 Valor dos eventos efetivamente pagos: são os eventos conhecidos, ocorridos, líquidos das recuperações por glosas, ressarcimentos ou outras deduções, como descontos obtidos, classificados nas contas 4121, 4122, 4128, 4129, 4131 e 4132, ou seja, é o que efetivamente a operadora saldou, pagou no mês. Pode-se dizer que serão consideradas as contas 4111, 4112, 4113, 4114, 4115, 4116, 4117, 4118, (-) 4121, (-) 4122, (-) 4128, (-) 4129, (-) 4131 e (-) (Capítulo V, Anexo I, da IN nº 08/2006; ou Capítulo IV do Anexo II da RN nº 27/2003). Esses pagamentos serão escriturados em Controles Gerenciais conforme definido no item 7, Capítulo I, Anexo I, da IN nº 08/2006, ou item 6, Capítulo I do Anexo II, da RN nº 27/2003; Importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades: são os valores de repasse recebidos a título de transferência de responsabilidade, ou seja, os valores recuperados de eventos em decorrência do compartilhamento de risco, classificados nas contas 4123 e 4124 do Plano de Contas Padrão ANS (Capítulo V, Anexo I, da IN nº 08/2006; ou Capítulo IV do Anexo II da RN nº 27/2003). Essas importâncias recuperadas de eventos serão escrituradas em Controles Gerenciais conforme definido no item 7, Capítulo I, Anexo I, da IN nº 08/2006, ou item 6, Capítulo I do Anexo II, da RN nº 27/2003. É importante destacar que as sociedades seguradoras, de acordo com a mesma Lei nº 9.718/98 ( 6º do art. 3º), podem realizar deduções da base de cálculo do PIS/COFINS, valendo-se de dispositivo semelhante ao das operadoras de planos de saúde: Lei nº 9.718/98 Art. 3º O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica. Sociedades Seguradoras 6º. Na determinação da base de cálculo das contribuições para o PIS;PASEP e COFINS, as pessoas jurídicas referidas no 1º do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, além das exclusões e deduções mencionadas no 5º, poderão excluir ou deduzir: Demais Operadoras de Planos de Saúde 9º. Na determinação da base de cálculo da contribuição para o PIS/PASEP e COFINS, as operadoras de planos de assistência à saúde poderão deduzir: Dispositivo aplicável às sociedades seguradoras Dispositivo aplicável às operadoras de planos de saúde II no caso das empresas de seguros III - o valor referente às indenizações

4 privados, o valor referente às indenizações correspondentes aos sinistros ocorridos, efetivamente pago, deduzido das importâncias recebidas a título de cosseguro e resseguro, salvados e outros ressarcimentos. (destaques nossos). correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pago, deduzido das importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidades. (destaques nossos). Como se vê, o alcance dos dois dispositivos é idêntico, apenas no caso das operadoras denominam-se eventos ocorridos aquilo que, para as sociedades seguradoras, são chamados sinistros ocorridos. Os dispositivos transcritos mencionam, ainda, que dos valores dos sinistros/eventos ocorridos serão deduzidos os valores recuperados que, para as seguradoras, são denominados cosseguro, resseguro, salvados e outros ressarcimentos e, para as demais operadoras de planos de saúde, são titulados como transferência de responsabilidade. Apesar da Lei nº 9.718/98 conter regra clara sobre esta matéria, a insegurança das Operadoras de Planos de Saúde aumentou com a publicação da Solução de Consulta nº 6, de 8 de novembro de 2010, por parte da Coordenação Geral de Tributação COSIT da Receita Federal, a seguir transcrita: SUBSECRETARIA DE TRIBUTAÇÃO E CONTENCIOSO COORDENAÇÃO-GERAL DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA No 6, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2010 ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP EMENTA: O disposto no inciso III do 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, com a redação dada pela Medida Provisória No , de 2001, não permite que as operadoras de planos de assistência à saúde deduzam da base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep as despesas e custos operacionais relacionados com os atendimentos médicos realizados em seus próprios beneficiários (clientes), por meio de estabelecimento próprio ou pela rede conveniada/credenciada de profissionais e empresas da área de saúde, visto que tais contribuições incidem sobre o faturamento (receita bruta) mensal e não sobre o resultado. O inciso III do 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, somente autoriza as operadoras de planos de assistência à saúde a deduzirem da base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep o valor correspondente às indenizações efetivamente pagas por uma operadora, referente aos atendimentos médicos efetuados em beneficiários (clientes) pertencentes à outra operadora de plano de assistência à saúde, deduzido das importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidade.

5 DISPOSITIVOS LEGAIS: 2º e 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, com a redação dada pelo art. 2º da Medida Provisória No , de ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL - COFINS EMENTA: O disposto no inciso III do 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, com a redação dada pela Medida Provisória No , de 2001, não permite que as operadoras de planos de assistência à saúde deduzam da base de cálculo da Cofins, as despesas e custos operacionais relacionados com os atendimentos médicos realizados em seus próprios beneficiários (clientes), por meio de estabelecimento próprio ou pela rede conveniada/credenciada de profissionais e empresas da área de saúde, visto que tais contribuições incidem sobre o faturamento (receita bruta) mensal e não sobre o resultado. O inciso III do 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, somente autoriza as operadoras de planos de assistência à saúde a deduzirem da base de cálculo da Cofins o valor correspondente às indenizações efetivamente pagas por uma operadora, referente aos atendimentos médicos efetuados em beneficiários (clientes) pertencentes à outra operadora de plano de assistência à saúde, deduzido das importâncias recebidas a título de transferência de responsabilidade. DISPOSITIVOS LEGAIS: 2º e 9º do art. 3º da Lei No 9.718, de 1998, com a redação dada pelo art. 2º da Medida Provisória No , de FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral Ressalta à evidência que a referida Solução de Consulta contraria expressa disposição legal, conforme entendimento, inclusive, do Poder Judiciário: TRIBUTÁRIO. PIS. COFINS. DEDUÇÕES. COOPERATIVA. UNIMED. ART. 3º, 9º, INCISO III, DA LEI N. 9718/ A Lei n.º 9.718/98 tanto consagra exclusões da base de cálculo da contribuição ao financiamento da seguridade social de cooperativas quanto ostenta reduções dessa mesma base em relação às operadoras de planos de saúde. 2. A impugnante possuí essa dupla qualidade, por força de lei. De outra feita, norma alguma existe que afaste a incidência das mesmas exclusões de uma cooperativa, por ser operadora, e vice-versa. Assim, não há ilegalidade em se cumularem as exclusões referentes as duas espécies societárias, a cooperativa e a cooperativa especializada em plano de saúde. 3. Dentre as exclusões permitidas para as operadoras de planos de saúde, encontram-se os custos que a impugnante pretendeu deduzir, pois se pode considerar como sendo indenizações correspondentes aos eventos ocorridos, efetivamente pagos, os valores correspondentes aos pagamentos registrados nas contas descritas, que se referem a despesas

6 operacionais ou custos decorrentes do cumprimento dos contratos de prestação de serviços médicos contratados pela UNIMED com seus usuários. 4. Sentença mantida. (TRF da 4ª Região, Apelação nº /RS, Apelante: União Federal, Apelada: Unimed Santa Maria, publicado em 14/05/2009) Deve ser observado, ainda, que o sentido e alcance das expressões eminentemente técnicas utilizadas pelo legislador foram devidamente esclarecidos pela ANS, razão pela qual a Unimed do Brasil está se empenhando, em várias frentes de trabalho, para que o entendimento da Receita Federal do Brasil sobre esta matéria seja revisto. José Cláudio Ribeiro Oliveira Assessor Jurídico

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