Parecer Consultoria Tributária Segmentos Exclusão do Desconto Condicional da Receita de Atividade Imobiliária - PIS COFINS

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1 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Exclusão do Desconto Condicional da Receita de Atividade Imobiliária - 06/02/2015

2 Sumário Título do documento 1. Questão Normas apresentadas pelo cliente Análise da Consultoria Regras de Incidência do PIS e da COFINS Receitas de Atividade Imobiliária Desconto Incondicional EFD-Contribuições Conclusão Referências Histórico de alterações

3 1. Questão O cliente, empresa do ramo da construção civil, aufere receitas de atividades imobiliárias. No recebimento destes valores concede descontos nos pagamentos de seus clientes. Em seu entendimento, sobre estes valores descontados não incidem o PIS e a COFINS, haja vista não configurarem efetivo recebimento e, sendo assim, devem ser desconsiderados na apuração do Registro F200 da EFD-Contribuições. Questionam se o entendimento do cliente está correto, se devem excluir os valores de descontos concedidos no pagamento dos títulos para o cálculo e declaração do PIS e da COFINS na EFD-Contribuições. 2. Normas apresentadas pelo cliente O cliente indica como embasamento de seu entendimento as seguintes normas, grifo nosso : Decreto n º 3.000, de 26 de março de 1999 (...) Atividades Imobiliárias Art As pessoas jurídicas que explorem atividades imobiliárias relativas a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados a venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, deverão considerar como receita bruta o montante recebido, relativo às unidades imobiliárias vendidas (Lei n º 8.981, de 1995, art. 30, e Lei n º 9.430, de 1996, art. 2 º ). Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se, inclusive, aos casos de empreitada ou fornecimento contratado nas condições do art. 409, com pessoa jurídica de direito público ou empresa sob seu controle, empresa pública, sociedade de economia mista ou sua subsidiária (Lei n º 8.981, de 1995, art. 30, parágrafo único, Lei n º 9.065, de 20 de junho de 1995, art. 1 º, e Lei n º 9.430, de 1996, art. 2 º ). Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995 (...) Art. 30. As pessoas jurídicas que explorem atividades imobiliárias relativa a loteamento de terrenos, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda, bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, deverão considerar como receita bruta o montante efetivamente recebido, relativo às unidades imobiliárias vendidas. 3

4 3. Análise da Consultoria Título do documento 3.1 Regras de Incidência do PIS e da COFINS Inicialmente esclarecemos que, muito embora a apuração da receita bruta da venda de unidades imobiliárias deva seguir o mesmo regime de reconhecimento de receitas previsto na legislação do Imposto de Renda, como pode ser constatado, as leis que disciplinam a incidência do PIS e da COFINS, já tem definidas regras próprias para estes tributos, como o fato gerador, o valor tributável, as exclusões admitidas, base de cálculo, alíquotas, etc. Assim, o PIS/PASEP e a COFINS têm como fato gerador o auferimento mensal de receitas pela pessoa jurídica. A base de cálculo das contribuições é o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. O total das receitas compreenderá a receita bruta e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica com os respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente. Não integram a base de cálculo, ou seja, poderão ser excluídas na apuração das contribuições, as receitas: decorrentes de saídas isentas da contribuição ou sujeitas à alíquota zero; auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária; referentes a: vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações societárias, que tenham sido computados como receita; decorrentes da venda de bens do ativo não circulante, classificado como investimento, imobilizado ou intangível; decorrentes de transferência onerosa a outros contribuintes do ICMS de créditos de ICMS originados de operações de exportação; financeiras decorrentes do ajuste a valor presente, referentes a receitas excluídas da base de cálculo da do PIS/PASEP; relativas aos ganhos decorrentes de avaliação de ativo e passivo com base no valor justo; de subvenções para investimento, inclusive mediante isenção ou redução de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos e de doações feitas pelo poder público; reconhecidas pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração, no caso de contratos de concessão de serviços públicos; relativas ao valor do imposto que deixar de ser pago em virtude de determinas isenções e reduções; e relativas ao prêmio na emissão de debêntures; Outras exclusões e deduções específicas para determinados ramos de atividades, como para empresas transportadoras de carga, agências de publicidade e propaganda e factoring. Lei nº , de 29 de dezembro de 2003 Art. 1o A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins, com a incidência não cumulativa, incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. (Redação dada pela Lei nº , de13 de maio de 2014)(Vide art. 119 da Lei nº /2014) 1o Para efeito do disposto neste artigo, o total das receitas compreende a receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei no 1.598, de 26 de dezembro 4

5 de 1977, e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica com os seus respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei no6.404, de 15 de dezembro de (Redação dada pela Lei nº , de13 de maio de 2014)(Vide art. 119 da Lei nº /2014) 2o A base de cálculo da Cofins é o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, conforme definido no caput e no 1o. (Redação dada pela Lei nº , de13 de maio de 2014)(Vide art. 119 da Lei nº /2014) 3º Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo as receitas: I - isentas ou não alcançadas pela incidência da contribuição ou sujeitas à alíquota 0 (zero); II - de que trata o inciso IV do caput do art. 187 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, decorrentes da venda de bens do ativo não circulante, classificado como investimento, imobilizado ou intangível; III - auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária; IV - Revogado V - referentes a: a) vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; b) reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações societárias, que tenham sido computados como receita; VI - decorrentes de transferência onerosa a outros contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS de créditos de ICMS originados de operações de exportação, conforme o disposto no inciso II do 1º do art. 25 da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de VII - financeiras decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, referentes a receitas excluídas da base de cálculo da Cofins; VIII - relativas aos ganhos decorrentes de avaliação do ativo e passivo com base no valor justo; IX - de subvenções para investimento, inclusive mediante isenção ou redução de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos e de doações feitas pelo poder público; X - reconhecidas pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração, no caso de contratos de concessão de serviços públicos; XI - relativas ao valor do imposto que deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas "a", "b", "c" e "e" do 1o do art. 19 do Decreto-Lei no1.598, de 26 de dezembro de 1977; e (Incluído pela Lei nº , de13 de maio de 2014) (Vide art. 119 da Lei nº /2014) XII - relativas ao prêmio na emissão de debêntures. (Incluído pela Lei nº , de13 de maio de 2014) (Vide art. 119 da Lei nº /2014) Lei nº de 30 de dezembro de 2002 Art. 1º A Contribuição para o PIS/Pasep, com a incidência não cumulativa, incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. 5

6 1o Para efeito disposto neste artigo, o total das receitas compreende a Título do documento receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei no 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica com os respectivos valores decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de o A base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep é o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, conforme definido no caput e no 1o. 3º Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo, as receitas: I - decorrentes de saídas isentas da contribuição ou sujeitas à alíquota zero; II - (VETADO) III - auferidas pela pessoa jurídica revendedora, na revenda de mercadorias em relação às quais a contribuição seja exigida da empresa vendedora, na condição de substituta tributária; IV - Revogado V - referentes a: a) vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; b) reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações societárias, que tenham sido computados como receita; VI - de que trata o inciso IV do caput do art. 187 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, decorrentes da venda de bens do ativo não circulante, classificado como investimento, imobilizado ou intangível; VII - decorrentes de transferência onerosa a outros contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS de créditos de ICMS originados de operações de exportação, conforme o disposto no inciso II do 1 o do art. 25 da Lei Complementar n o 87, de 13 de setembro de VIII - financeiras decorrentes do ajuste a valor presente de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, referentes a receitas excluídas da base de cálculo da Contribuição para o PIS/Pasep; IX - relativas aos ganhos decorrentes de avaliação de ativo e passivo com base no valor justo; X - de subvenções para investimento, inclusive mediante isenção ou redução de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos e de doações feitas pelo poder público; XI - reconhecidas pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração, no caso de contratos de concessão de serviços públicos; XII - relativas ao valor do imposto que deixar de ser pago em virtude das isenções e reduções de que tratam as alíneas "a", "b", "c" e "e" do 1o do art. 19 do Decreto-Lei no1.598, de 26 de dezembro de 1977; XIII - relativas ao prêmio na emissão de debêntures Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998 (...) Art. 2º As contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado, serão calculadas com base no seu faturamento, observadas a legislação vigente e as alterações introduzidas por esta Lei. Art. 3o O faturamento a que se refere o art. 2o compreende a receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto-Lei no 1.598, de 26 de dezembro de

7 2º Para fins de determinação da base de cálculo das contribuições a que se refere o art. 2º, excluem-se da receita bruta: I - as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; II - as reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda, que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimento pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de participações societárias, que tenham sido computados como receita bruta;] III- Revogado IV - a receita decorrente da venda de bens classificados no ativo não circulante que tenha sido computada como receita bruta; VI - a receita reconhecida pela construção, recuperação, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível representativo de direito de exploração, no caso de contratos de concessão de serviços públicos. Para fins de incidência do imposto de renda a receita bruta é o produto da venda de bens, o preço da prestação de serviços, o resultado auferido nas operações de conta alheia e demais receitas, já a receita líquida é a receita bruta deduzida dos valores das devoluções, vendas canceladas, descontos, etc. DECRETO-LEI Nº 1.598, DE 26 DE DEZEMBRO DE (...) Art. 12. A receita bruta compreende: I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. 1o A receita líquida será a receita bruta diminuída de: I - devoluções e vendas canceladas; II - descontos concedidos incondicionalmente; III - tributos sobre ela incidentes; e IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o, das operações vinculadas à receita bruta. 3.2 Receitas de Atividade Imobiliária A norma específica que dispõe sobre o PIS e a COFINS não-cumulativos, incidentes sobre as receitas decorrentes das atividades imobiliárias, prevê o seguinte : INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 458, DE 17 DE OUTUBRO DE 2004 Art. 1º As pessoas jurídicas ou a elas equiparadas nos termos do inciso III do art. 150, do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999, que adquirir imóvel para venda ou promover empreendimento de desmembramento ou loteamento de terrenos, incorporação imobiliária ou construção de prédio destinado à venda, apurarão a Contribuição para o PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), nas modalidades nãocumulativas, conforme o disposto na presente Instrução Normativa. Do Fato Gerador Art. 2º O fato gerador das mencionadas contribuições é o auferimento de receita, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. Da Base de Cálculo Art. 3º A base de cálculo das contribuições é o faturamento mensal, que compreende a receita bruta da venda de unidades imobiliárias e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica. 7

8 1o A apuração da receita bruta da venda de unidades imobiliárias seguirá o Título do documento mesmo regime de reconhecimento de receitas previsto na legislação do Imposto de Renda. 2o Não integram a base de cálculo a que se refere este artigo as receitas: I - não-operacionais, decorrente da venda de ativo permanente; II - referentes a: a) vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; b) reversões de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita. Das Alíquotas Art. 4º Para determinação do valor da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, aplicar-se-ão, sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 3º, as alíquotas de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento) e 7,6% (sete inteiros e seis décimos por cento), respectivamente. Parágrafo único. Estão reduzidas a zero, a partir de 2 de agosto de 2004, as alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, incidentes sobre as receitas financeiras auferidas pela pessoa jurídica sujeita à incidência nãocumulativa das contribuições, exceto as decorrentes de juros sobre capital próprio e de operações de hedge. (...) 3.3 Desconto Incondicional Regra geral é que o desconto incondicional é aquele concedido independentemente do implemento de qualquer condição. Nas operações de vendas de mercadorias, podemos exemplificar com o abatimento constante diretamente no documento fiscal, em venda à vista, quando se concede determinado percentual de desconto pelo simples ato de comprar. Nesse caso, não é necessário que o adquirente pratique qualquer ato subseqüente ao de compra para fruição do benefício. Segundo entendimento da Receita Federal, consideram-se descontos incondicionais as parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos. Esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Já os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão da nota fiscal, usualmente, do pagamento da compra dentro de certo prazo, e configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador. O posicionamento deste órgão está consignado nas normas abaixo transcritas : INSTRUÇÃO NORMATIVA No. 51 DE 03 /11 /1978 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - SRF PUBLICADO NO DOU NA PAG EM 08 /11 /1978 Disciplina procedimentos de apuração da receita de vendas e serviços, para tributação das pessoas jurídicas. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso de suas atribuições, Considerando que o Decreto-lei nº 1.598/77 fixou novas normas para determinação da base de cálculo do imposto sobre o lucro das pessoas jurídicas; Considerando a conveniência de uniformizar as demonstrações de resultados que instruem a declaração de rendimentos, 8

9 RESOLVE: 1. A receita bruta das vendas e serviços compreende o produto da venda de bens, nas operações de conta própria, e o preço dos serviços prestados (artigo 12 do Decreto-lei nº 1.598, de 26 d e dezembro de 1977). 2. Na receita bruta não se incluem os impostos não-cumulativos cobrados do comprador ou contratante impostos não-cumulativos cobrados do comprador ou contratante (imposto sobre produtos industrializados e imposto único sobre minerais do País) e do qual o vendedor dos bens ou prestador dos serviços seja mero depositário. Imposto não cumulativo é aquele em que se abate, em cada operação, o montante de imposto cobrado nas anteriores. 3. Igualmente não se computam no custo de aquisição das mercadorias para revenda e das matérias-primas os impostos mencionados no item anterior, que devam ser recuperados. 4. A receita líquida de vendas e serviços é a receita bruta da vendas e serviços, diminuídas (a) das vendas canceladas, (b) dos descontos e abatimentos concedidos incondicionalmente e (c) dos impostos incidentes sobre as vendas Vendas canceladas correspondentes a anulação de valores registrados como receita bruta de vendas e serviços; eventuais perdas ou ganhos decorrentes de cancelamento de venda, ou de rescisão contratual, não devem afetar a receita líquida de vendas e serviços, mas serão computados nos resultados operacionais Descontos incondicionais são parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos. SOLUÇÃO DE CONSULTA COSIT Nº 34, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2013 (Publicado(a) no DOU de 03/12/2013, seção 1, pág. 44) Normas - Sistema Gestão da Informação ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ EMENTA: BASE DE CÁLCULO. DESCONTOS CONDICIONAIS E INCONDICIONAIS. Os descontos incondicionais consideram-se parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos; esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão da nota fiscal, usualmente, do pagamento da compra dentro de certo prazo, e configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.981, de 1995, art. 31; Decreto nº 3.000, de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda -RIR/1999), arts. 373 e 374; Instrução Normativa SRF nº 51, de 1978, item 4.2. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL EMENTA: BASE DE CÁLCULO. DESCONTOS CONDICIONAIS E INCONDICIONAIS. Os descontos incondicionais consideram-se parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos; esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão da nota fiscal, usualmente, do pagamento da compra dentro de certo prazo, e configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.981, de 1995, arts. 31 e 57; Lei nº 9.249, de, de 1995, art. 20; Lei nº 9.430, de 1996, art. 28; Decreto nº 3.000, de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda - RIR/1999), arts. 373 e 374; Instrução Normativa SRF 9

10 nº 51, de 1978, item 4.2; Instrução Normativa SRF nº 390, de Título do documento 2004, art. 21. ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica - IRPJ23/10/2014 Sistema Sijut - Receita Federal do&idato= /2 EMENTA: BASE DE CÁLCULO. DESCONTOS CONDICIONAIS E INCONDICIONAIS. Os descontos incondicionais consideram-se parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos; esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão da nota fiscal, usualmente, do pagamento da compra dentro de certo prazo, e configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.981, de 1995, art. 31; Decreto nº 3.000, de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda - RIR/1999), arts. 373 e 374; Instrução Normativa SRF nº 51, de 1978, item 4.2. ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: BASE DE CÁLCULO. DESCONTOS CONDICIONAIS E INCONDICIONAIS. Os descontos incondicionais consideram-se parcelas redutoras do preço de vendas, quando constarem da nota fiscal de venda dos bens ou da fatura de serviços e não dependerem de evento posterior à emissão desses documentos; esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão da nota fiscal, usualmente, do pagamento da compra dentro de certo prazo, e configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.981, de 1995, arts. 31 e 57; Lei nº 9.249, de, de 1995, art. 20; Lei nº 9.430, de 1996, art. 28; Decreto nº 3.000, de 1999 (Regulamento do Imposto de Renda - RIR/1999), arts. 373 e 374; Instrução Normativa SRF nº 51, de 1978, item 4.2; Instrução Normativa SRF nº 390, de 2004, art. 21. FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral SOLUÇÃO DE CONSULTA DISIT/SRRF09 Nº 94, DE 28 DE MAIO DE 2013 (Publicado(a) no DOU de 12/06/2013, seção, pág. 19) Normas - Sistema Gestão da Informação Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins DESCONTO. EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO. Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep DESCONTO. EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO. Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins DESCONTO. EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO. Os descontos concedidos após a emissão da nota fiscal de venda e em função do posterior preenchimento de condições não constituem desconto incondicional e não podem ser excluídos da base de cálculo da Cofins apurada pela sistemática cumulativa. Dispositivos Legais: Lei nº 9.718, de 1998, arts. 2º e 3º; item 4.2 da IN SRF nº 51, de Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep DESCONTO. EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO. Os descontos concedidos após a emissão da nota fiscal de venda e em função do posterior preenchimento de condições não constituem desconto 10

11 incondicional e não podem ser excluídos da base de cálculo do PIS apurado pela sistemática cumulativa. Dispositivos Legais: Lei nº 9.718, de 1998, arts. 2º e 3º; item 4.2 da IN SRF nº 51, de MARCO ANTÔNIO FERREIRA POSSETTI Chefe 3.4 EFD-Contribuições O registro F200 da EFD-Contribuições, mencionado pelo cliente, deve ser preenchido apenas com a receita auferida de atividades imobiliária, as demais operações devem ser informadas nos registros específicos dos Blocos A, C, D e F, conforme cada caso. Cada imóvel vendido deve ser escriturado em registro individualizado, ainda que referente a mais de uma unidade ao mesmo adquirente. Além dos dados identificativos do contrato de compra e venda do imóvel, também deverão ser informados neste registro os valores inerentes à tributação do PIS e da COFINS, conforme segue : Valor total da unidade imobiliária vendida atualizado até o período da escrituração Campo 09 -: Informar neste campo o valor total da unidade imobiliária vendida, atualizado até o término do período da escrituração. A informação constante neste campo é necessária e obrigatória na incidência não cumulativa das contribuições sociais, para fins de determinação do percentual da receita recebida até o mês da escrituração. Valor recebido acumulado até o mês anterior ao da escrituração Campo 10 - Informar neste campo o valor total da unidade imobiliária vendida, recebido até o mês anterior ao da escrituração. A informação constante neste campo é necessária e obrigatória na incidência não cumulativa das contribuições sociais, para fins de determinação do percentual da receita recebida até o mês da escrituração. Valor total recebido no mês da escrituração Campo 11 - Informar o valor da receita recebida no mês da escrituração referente à unidade imobiliária objeto de escrituração. Caso a pessoa jurídica tenha recebido diversos valores no mês da escrituração, deverá informar neste campo o somatório dos valores recebidos no período. Base de Cálculo do PIS/PASEP Campo 13 - informar neste campo o valor da base de cálculo do PIS/Pasep referente à receita tributável da atividade imobiliária. Alíquota do PIS/PASEP Campo 14 - informar neste campo o valor da alíquota aplicável para fins de apuração da contribuição (0,65% ou 1,65%), conforme o caso. Valor do PIS/PASEP Campo 15 informar o valor do PIS/Pasep apurado. Base de Cálculo da COFINS Campo 17 - informar neste campo o valor da base de cálculo da Cofins referente à receita tributável da atividade imobiliária. O valor deste campo será recuperado no Bloco M, para a demonstração das bases de cálculo da Cofins (M610), nos Campos VL_BC_CONT. Alíquota da COFINS Campo 18 - informar neste campo o valor da alíquota aplicável para fins de apuração da contribuição (3% ou 7,6%), conforme o caso. Valor da COFINS Campo 19 informar o valor da Cofins apurada. Posteriormente, estes valores são recuperados nos registros M210 (detalhamento da contribuição para o PIS/PASEP do período) e M610 (detalhamento da contribuição para a seguridade social - COFINS do período) para a apuração das contribuições. 11

12 4. Conclusão Título do documento Por todo o exposto, concluímos que o PIS e a COFINS incidentes sobre o valor total da receita bruta auferida, resultante de atividades imobiliárias, para a composição da base de cálculo, somente podem ser deduzidos os valores de descontos concedidos incondicionalmente, não há nenhuma previsão para exclusão de descontos condicionais. Segundo o entendimento da Receita Federal, incondicional é o desconto concedido no documento fiscal ou fatura, no caso em análise o que constar do contrato e não dependem de evento posterior à emissão desses documentos; esses descontos não se incluem na receita bruta da pessoa jurídica vendedora e, do ponto de vista da pessoa jurídica adquirente dos bens ou serviços, constituem redutor do custo de aquisição, não configurando receita. Já os descontos condicionais são aqueles que dependem de evento posterior à emissão do documento, usualmente, do pagamento dentro de certo prazo, configuram despesa financeira para o vendedor e receita financeira para o comprador, não podem ser excluídos da base de cálculo das contribuições e devem ser tributados. Desta forma, para composição do registro F200 da EFD-Contribuições devem ser declarados os seguintes valores, considerando a exclusão de descontos : Valor total da unidade imobiliária vendida atualizado até o período da escrituração Campo 09 -: Informar o valor total atualizado da venda do imóvel Valor recebido acumulado até o mês anterior ao da escrituração Campo 10 - Informar o somatório do valor total bruto recebido até o mês anterior ao da escrituração Valor total recebido no mês da escrituração Campo 11 - Informar o valor bruto recebido no período, sem as exclusões admitidas Base de Cálculo do PIS/PASEP Campo 13 - informar neste campo o valor da base de cálculo do PIS, resultado da receita bruta, deduzidas as exclusões admitidas, dentre elas os descontos incondicionais concedidos Base de Cálculo da COFINS Campo 17 - informar neste campo o valor da base de cálculo da Cofins, resultado da receita bruta, deduzidas as exclusões admitidas, dentre elas os descontos incondicionais concedidos Por fim, esclarecemos que nenhum ajuste deve ser feito no sistema a fim de serem excluídos da base de cálculo de qualquer tributo administrado pela Receita Federal do Brasil, os descontos concedidos no momento do pagamento de valores de qualquer natureza (baixa do título), haja vista serem presumidos por este órgão como condicionais e, assim sendo, não há previsão para não serem tributados como receita auferida. Caso o cliente discorde de nosso entendimento, é recomendável, até para resguardar seus direitos, que a empresa formule consulta para a RFB nos termos da IN RFB nº 1.396/2013, com amparo nas normas tributárias pertinentes e caso julguem legítima a interpretação do cliente estaremos a disposição para rever nosso posicionamento a fim que de nosso sistema atenda a resposta do fisco. 12

13 5. Referências =/netahtml/sijut/pesquisa.htm&r=0&f=s&d=siat&sect1=siatw Histórico de alterações ID Data Versão Descrição Chamado LJAC 06/02/ Exclusão do Desconto Condicional da Receita de Atividade Imobiliária - TRJQEP 13

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