SOFOLHA SOLUÇÕES CORPORATIVAS CONSULTORIA TRIBUTÁRIA. Projeto SPED x SFFISCAL Lucro Presumido

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1 Projeto SPED x SFFISCAL Lucro Presumido Legislação Conforme instituído pela Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 5 de julho de 2010, sujeitam à obrigatoriedade de geração de arquivo da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins EFD PIS/COFINS, as pessoas jurídicas de direito privado em geral e as que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, que apuram a Contribuição para o PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins com base no faturamento mensal. Com o advento da Instrução Normativa RFB nº 1.252, de 1 de março de 2012, tornou obrigatória a geração de arquivo da Escrituração Fiscal Digital das Contribuições, a partir do ano-calendário de 2012, não apenas para as pessoas jurídicas contribuintes do PIS/Pasep e da Cofins, mas também para os contribuintes da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (MP nº 540/2011), nos períodos abaixo: I - em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; II - em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado; III - em relação à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins, referentes aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013, as pessoas jurídicas referidas nos 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983; IV - em relação à Contribuição Previdenciária sobre a Receita, referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2012, as pessoas jurídicas que desenvolvam as atividades relacionadas nos arts. 7º e 8º da Medida Provisória nº 540, de 2 de agosto de 2011, convertida na Lei nº , de 2011; V - em relação à Contribuição Previdenciária sobre a Receita, referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2012, as pessoas jurídicas que desenvolvam as atividades relacionadas nos 3º e 4º do art. 7º e nos incisos III a V do caput do art. 8º da Lei nº , de 2011; VI - em relação à Contribuição Previdenciária sobre a Receita, referente aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de agosto de 2012, as pessoas jurídicas que desenvolvam as demais atividades relacionadas dos art. 7º e 8º da Lei nº , de 2011, acrescidas pela Medida Provisória nº 563, de 2012, como as atividades de hotelaria (serviços) e nos novos códigos de produtos, relacionados no Anexo da referida Lei nº /2011. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: As pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto de Renda na sistemática do lucro presumido, tem como regra de obrigatoriedade da escrituração do PIS/Pasep e da Cofins, em relação aos fatos geradores a ocorrer a partir de janeiro de 2013, conforme dispõe a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012. Todavia, caso se enquadre nas hipóteses de incidência da contribuição previdenciária incidente sobre a receita bruta, conforme Lei nº , de 2011, deve: - apresentar a EFD-Contribuições APENAS com as informações da contribuição previdenciária sobre Receita Bruta, em relação aos fatos geradores ocorridos de março (ou abril, conforme o caso Ver Tabela 5.1.1) a dezembro de 2012; e - apresentar a EFD-Contribuições com as informações das três contribuições (da contribuição previdenciária sobre Receita Bruta, do PIS/Pasep e da Cofins) a partir dos fatos geradores ocorridos em janeiro de 2013.

2 As pessoas jurídicas que, mesmo dispensadas da transmissão da EFD-Contribuições, nos termos e situações especificadas na IN RFB nº 1.252/2012, tenha efetuado a transmissão antecipadamente, em caráter opcional, não passam à condição de obrigatoriedade dos demais períodos ainda dispensados, muito menos precisam retificar a escrituração espontaneamente transmitida, salvo se na referida escrituração estejam relacionados valores de contribuições em montante diferente dos efetivamente devidos e informados em DCTF. Neste caso, deve retificar a escrituração, para que os valores das contribuições relacionados no Bloco M (M200 para o PIS/Pasep e M600 para a Cofins) estejam em conformidade com os valores efetivamente devidos e informados em DCTF. A seguir os detalhes dos registros e os reflexos entre o SFFISCAL, empresas optantes pelo Lucro Presumido e a Escrituração Fiscal Digital Contribuições Realizaremos um breve resumo sobre os Registros obrigatórios, correspondentes as pessoas jurídicas optantes pelo Lucro Presumido, gerados pelo SFFISCAL, para posterior validação pelo programa gerador da Escrituração Fiscal Digital Contribuições. REGISTRO F550 - CONSOLIDAÇÃO DAS OPERAÇÕES DA PESSOA JURÍDICA SUBMETIDA AO REGIME DE TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO INCIDÊNCIA DO PIS/PASEP E DA COFINS PELO REGIME DE COMPETÊNCIA Registro especifico para a pessoa jurídica submetida ao regime de apuração com base no lucro presumido, optante pela apuração da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins pelo regime de competência, conforme previsto na Lei nº 9.718, de Este registro tem por objetivo representar a escrituração e tratamento fiscal das receitas auferidas no período, independente de seu recebimento ou não, segmentado por Código de Situação Tributária - CST, do PIS/Pasep e da Cofins. OBS: Os registros referentes à escrituração do PIS/Pasep e da Cofins das pessoas jurídicas sujeitas ao regime de tributação com base no lucro presumido, aplicável para os fatos geradores a ocorrer a partir de 01 de julho de 2012, serão disponibilizados pelo Programa Validador e Assinador (PVA) da EFD-Contribuições, versão 2.01, com disponibilização pela Receita Federal em julho/2012. A obrigatoriedade de escrituração é tão somente em relação aos fatos geradores a partir de janeiro de 2013, conforme disposto na IN RFB nº 1.280/2012. REGISTRO CONSOLIDAÇÃO DOS DOCUMENTOS EMITIDOS NO PERÍODO POR PESSOA JURÍDICA SUBMETIDA AO REGIME DE TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO REGIME DE CAIXA OU DE COMPETÊNCIA Registro para a pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro presumido, que procedeu à escrituração de suas receitas de forma consolidada, pelo regime de caixa (registro F500 ou F510 ) ou de competência (registro F550 ou F560 ), informar o valor consolidado dos documentos fiscais e demais documentos, emitidos no período da escrituração, representativos de receitas da venda de bens e serviços efetuada no período, independente de sua realização (recebimento) ou não. Atenção: Este registro é de escrituração opcional até o período de apuração referente a março de A partir de abril de 2013 o registro 1900 passa a ser de escrituração obrigatória.

3 A Figura 1, apresenta alguns detalhes essenciais para a correta apuração do PIS/Cofins tributados pelo sistema Cumulativo ; A Figura 2, ainda apresenta detalhes essenciais para a correta apuração do PIS/Cofins tributados pelo sistema Cumulativo ;

4 A Figura 3 e 4, apresenta o detalhamento do lançamento para posterior apuração e validação; Figura4,

5 A Figura 5 e 6, apresenta os registros importados pelo sistema validador da Escrituração Fiscal Digital Contribuições; Figura 6, o mais importante dos registros pois percebam que sua elaboração é realizada por grupamento de Espécie de Documento Fiscal, CST PIS/PASEP, CST COFINS e CFOP, assim devemos considerar que toda escrituração fiscal, deverá sempre estar classificada levando em conta esses possíveis grupamentos, incluindo ainda o CST ICMS e o CST IPI, quando for o caso, * Destacamos ainda com esse registro, a importância de nos casos de importação de informações ao SFFISCAL, por sistemas de automação comercial, a elaboração correta do arquivo, utilizando os lançamentos Múltiplos, nos casos de, situações de ordem tributária que diferem Espécies de Documentos Fiscais, CFOP em um mesmo documento fiscal, CST ICMS em um mesmo documento fiscal, inclusive alíquota do ICMS diferente, CST IPI em um mesmo documento fiscal, inclusive alíquota do IPI diferente e ainda, mercadorias ou produtos com CST PIS ou COFINS diferentes. Não há mais, a possibilidade de desconhecimento de todos esses critérios no momento da escrituração de documentos fiscais por profissionais que atuam nesse setor, inclusive os indiretos que estão envolvidos nos sistemas de automação comercial (opinião pessoal do autor).

6 A Figura 7, apresenta a situação de apuração do PIS/Cofins (sem operações de devolução de mercadorias ou produtos) pelo sistema SFFISCAL ; A Figura 8, 9, 10 e 11, apresenta os procedimentos de apuração do PIS/Cofins (sem operações de devolução de mercadorias ou produtos) pelo sistema validador da EFD - Contribuições; Figura 9, Figura 10,

7 Figura 11, * As informações constantes aqui no manual não serão definitivas, caso tenhamos a obtenção de novos conhecimentos sobre qualquer um dos blocos/registros e isso possa trazer novos aprimoramentos na geração dessas informações, serão prontamente atualizados e devidamente comunicados aos nossos clientes. Consultoria Tributária SF Wanderley Novello de Lima Júnior CRC: 1SP216028/O-1 Fonte de dados: Ato COTEP/ICMS nº 09, de Programa Gerador da Escrituração Fiscal Digital Contribuições Demais dispositivos legais, já mencionados no texto

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