Claro que diziam isto em voz baixa, mas ela ouvia-os e ficava muito triste.

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2 Era uma vez uma princesa muito bonita mas que sofria imenso por ser baixinha Sempre que ia passear as outras crianças troçavam: É pequenina como um cogumelo, baixinha como a relva É baixinha demais para ser uma verdadeira princesa As princesas a sério têm que ser altas e elegantes Claro que diziam isto em voz baixa, mas ela ouvia-os e ficava muito triste.

3 Um dia a princesa Catarina Foi visitar a Rainha avó, que além de ser rainha era também uma grande amiga. Enroscou-se no seu colo e perguntou: Porque sou tão baixinha? Por que é que todos fazem troça de mim?

4 A rainha avó respondeu: «É porque eles não percebem nada de nada. O teu avô também era baixinho e ele fez coisas muito importantes»

5 «Então também quero fazer coisas importantes» Decidiu a princesa. A rainha avó achou muito bem e preparou-lhe logo uma trouxa com as coisas de que ela ia precisar para fazer uma viagem: Um arco e uma flecha para o caso de encontrar um inimigo, uma moeda de ouro, porque dá sempre jeito, um pente e um espelho para estar sempre bonita e três caramelos para o caso de se sentir triste.

6 Depois de atravessar três bosques duas montanhas e um deserto, chegou a uma aldeia que vivia atormentada pelos ataques de um dragão. Os habitantes passavam a vida trancados em casa, cheiinhos de medo. Mas a princesa não tinha medo dele, nem só um bocadinho!

7 «Tenho uma arma para derrotar o Dragão. Vejam.»Disse mostrando o arco e a flecha. «São tão pequeninos» Respondeu o chefe, desconsolado. «Isso é o que vocês pensam» As pessoas observavam e murmuravam: «Ela é tão pequena, não vai conseguir.»

8 A princesa não se deixou desencorajar. Subiu à montanha onde vivia o dragão e disparou a flecha, que acertou na sua enorme barriga. «Ai, ai, isso dói» berrou o dragão. Então a princesa aproximou-se e ameaçou: «Esta flecha é pequena, por isso a tua dor é pequenina, mas se continuares a maltratar os meus amigos, volto com uma muito maior.» O dragão fugiu a sete pés, decidido a nunca mais aparecer por ali.

9 Os habitantes da aldeia gritaram em coro: «VIVA A PRINCESA AH! GRANDE PRINCESA!» Toda satisfeita com a sua proeza, Catarina retomou a sua viagem.

10 Depois de atravessar mais três bosques duas montanhas e um deserto, chegou a outra aldeia. Como tinha fome decidiu comprar um biscoito com a moeda de ouro mas ninguém tinha nada para comer Um bruxo lançara um feitiço às sacas de farinha. Ninguém as conseguia abrir, era impossível desatar os nós.

11 «Talvez sejam muito apertadas para as vossas mãos, mas para as minhas não», respondeu a princesa, triunfante.

12 Com os seus dedos pequeninos, Catarina desatou todos os nós. Agora o padeiro já podia fazer pão para toda a aldeia e um grande biscoito para a princesa, que retribuiu com a moeda de ouro. E todos gritaram: «OH, GRANDE PRINCESA DESTE DE COMER À ALDEIA INTEIRA!»

13 Catarina meteu outra vez os pés ao caminho e, depois de atravessar três bosques,duas montanhas e um deserto, chegou a outra aldeia ameaçada por um bando de condores.

14 «Todos os dias à tarde, voam até à aldeia e devoram tudo o que encontram, ninguém se atreve a expulsá-los da montanha» Contaram os habitantes. «Vou eu» decidiu a princesa. «Com esse tamanhinho?» duvidaram eles.

15 Sem lhes prestar atenção, Catarina partiu para a montanha. Mas enquanto trepava pensava: «Ai, ai o que é que eu vou fazer?» Ao chegar, tirou do saco o espelho e aproximou-o do chefe dos condores. Este, ao ver a sua imagem reflectida no espelho e ao ver como era feioso, ficou tão assustado que desatou a voar. E os outros foram atrás dele, jurando nunca mais voltar. Lá em baixo, ao verem os condores voar para longe, gritaram. «AH, GRANDE PRINCESA LIVRASTE-NOS DAQUELES MONSTROS!»

16 No topo da montanha, a princesa sentiu-se sozinha e um pouco perdida. Foi então que se lembrou dos caramelos que a rainha avó lhe tinha dado. Comeu um, mas um só não chegava. Então tirou o segundo mas ainda não era suficiente, então tirou o terceiro e enquanto chupava o caramelo começou a sentir-se melhor.

17 Ajeitou a coroa na cabeça e voltou a partir, desta vez para casa.

18 De novo atravessou desertos, montanhas e bosques. Ao todo, três desertos, seis montanhas e nove bosques. Enquanto passava pelas aldeias que ajudara, não parava de ouvir: «Ah, grande Princesa! Que viva a nossa Princesa!»

19 Quando a princesinha entrou no castelo, foi recebida com gritos de alegria Viva a Grande Pincesinha! É mais valente que 100 cavaleiros!

20 De uma das janelas do palácio, a avó acenou-lhe comovida. «É ainda mais corajosa do que o avô» pensou para si própria. «Porque ir à guerra, há muitos que têm que ir, mas ser grande e pequenina ao mesmo tempo, é coisa mais complicada de conseguir.» FIM

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