Não te esqueças de mim, Pai Natal! Autor: Norbert Landa Ilustrador: Marlis Scharff-Kniemeyer

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1 Não te esqueças de mim, Pai Natal! Autor: Norbert Landa Ilustrador: Marlis Scharff-Kniemeyer

2 No Inverno, não há no vale dos ursos nem cogumelos, nem amoras, nem o mel das abelhas. Em vez disso, só há neve, neve e mais neve É por isso que, nessa altura, todos os ursos, grandes e pequenos, vão para a cama e fazem o seu sono de Inverno. Por outras palavras: vão hibernar.

3 Passam a época da neve, do frio e do Natal a dormir e só voltam a acordar quando chega a Primavera com o tempo mais quentinho. Mas será que este ano todos os ursos foram hibernar? Não, nem todos!

4 Pela janela via-se que lá fora o Inverno era rigoroso. Estava na hora de os ursos dormirem. O ursinho Simão dava voltas e mais voltas na cama, mas não havia maneira de conseguir dormir. Havia uma coisa que não lhe saía da cabeça

5 Então, o Simão levantou-se e puxou a orelha da Mamã Ursa. Tens a certeza que o Pai Natal não se vai mesmo esquecer de mim? E se quando acordarmos, na Primavera, ele não tiver vindo cá, o que é que eu faço? Descansa, meu pequenino. Tenho a certeza que o Pai Natal não se vai esquecer de ti. Não te preocupes. Ele virá de certeza. E agora volta para a cama, por favor! disse a Mamã Ursa, ensonada.

6 Mas o Simão já não conseguia dormir. Foi sorrateiramente até à cozinha e encheu a sua sacola com bolachas e biscoitos. É que o Simão tinha uma ideia! Pôs o seu gorro quentinho, um cachecol ao pescoço e também pegou no seu cobertor. Depois escapou-se de casa e saiu para a floresta.

7 Como brilhava a neve à luz da Lua! O Simão caminhava com dificuldade. E, de repente pumba!, ficou enterrado até à barriga e descobriu como a neve podia ser profunda. Hi, hi, hi! riu-se o Avô Lobo. O Simão assustou-se. O que é que estás aí a fazer? perguntou ele. Eu? - disse o Avô Lobo. Estou a ver a Lua cheia. Sempre que a vejo sinto vontade de uivar. Mas e tu? O que estás a fazer cá fora, em pleno Inverno e a meio da noite? Tu devias estar na cama!

8 O Simão conseguiu sair do buraco em que tinha caído, sacudiu a neve que tinha agarrada à barriga e disse: É que eu quero acenar ao Pai Natal quando ele passar no seu trenó. Assim ele vai ver-me e não se vai esquecer de mim! Hi, hi, hi! O Pai Natal não se esquece de ninguém. Podes acreditar em mim, Simão!

9 Como é que o velho lobo pateta pode saber uma coisa dessas?, pensou o Simão. Então, começou a subir a colina com alguma dificuldade. Ao passar pelo carvalho de tronco grosso, onde morava a família dos ratos, ouviu qualquer coisa e parou.

10 De repente, um ratinho pôs o focinho fora da porta que ficava no meio das raízes e gritou: É o Pai Natal! Vamos depressa para dentro! Vem aí o Pai Natal, o Pai Natal! chiaram muitas vozinhas de ratos felizes. Ratos! disse o Simão. Eu não sou o Pai Natal.

11 O Simão continuou o seu caminho, ouvindo de novo os ratos a chiarem. Agora foi-se embora! gemiam eles. O Pai Natal esqueceu-se de nós! Ai, ai, ai! Afinal, os ratos também têm medo de ser esquecidos, pensou o Simão. Tenho mesmo de encontrar o Pai Natal!

12 Algum tempo depois, o Simão chegou finalmente ao cimo da colina. A Lua brilhava e várias estrelas cadentes cruzavam o céu escuro. Se calhar uma dessas estrelas cadentes era o Pai Natal com o seu trenó. Será que ele estava nesse momento a olhar cá para baixo e viu o pequeno ursinho? Sem perder tempo, pegou no seu cobertor e pôs-se a agitá-lo ao vento.

13 Mas nada aconteceu! Por fim, o Simão resolveu estender o seu cobertor, sentou-se nele e ficou a olhar para o céu, à espera. Esperou, esperou, esperou e nada!

14 À medida que o tempo ia passando, o Simão ia ficando cada vez mais triste. E depois começou também a ficar com fome e o seu estômago começou a fazer barulhos. Então, abriu a sua sacola e desatou a comer bolachas. De repente, lembrou-se dos ratos que viviam no carvalho de tronco grosso. De certeza que estavam muito tristes no seu buraco, e também cheios de fome.

15 De repente, lembrou-se dos ratos que viviam no carvalho de tronco grosso. De certeza que estavam muito tristes no seu buraco, e também cheios de fome. Coitadinhos dos ratinhos!, pensou o Simão. Arrumou as suas coisas e deslizou a toda a velocidade até lá abaixo, ao pé do carvalho, onde um fraco raio de luz iluminava a noite.

16 O ursinho Simão abriu um pouco mais a porta da casa dos ratinhos e disse: Olá, ratinhos! Não tenham medo. O Pai Natal não se esqueceu de vocês! Depois tirou todas as bolachas e biscoitos da sacola, empurrou-as para dentro da sala dos ratinhos e ficou a ouvir. Mas que alegre chiadeira! Os ratinhos cantavam e dançavam, felizes.

17 O Simão teria gostado de ficar ali toda a noite. Mas, de repente, lembrou-se de uma coisa. O seu coração começou a palpitar. E se opa Toca mas é a correr para casa! Que pena disse o Avô Lobo. agora perdeste uma coisa! Mas ele nem parou: só acenou e continuou a correr.

18 Ao chegar a casa, o Simão viu uma coisa espantosa. Ficou parado como se estivesse pregado ao chão. Havia ali marcas. Marcas de um trenó. Marcas de botas. Marcas de renas!

19 Olhou para o céu e viu um rasto luminoso que se estendia pelo céu fora. Depois o rasto desapareceu. O Simão foi a correr para casa.

20 Afinal, o Pai Natal não se tinha esquecido dele! Muito admirado, o Simão olhou para todos aqueles presentes e embrulhos. Vou abrir um murmurou ele. Só um. O maior de todos. Depois vou para a cama!

21 O Simão abriu o embrulho maior, sem fazer barulho nenhum para que a Mamã Ursa não acordasse. Estava radiante! E nem conseguia dizer o que lhe dava mais alegria: o facto de o Pai Natal não se ter esquecido dele ou a grande alegria que ele próprio tinha dado aos ratinhos? Ou seria o facto de o Pai Natal lhe ter trazido um ursinho de peluche?

22 Fosse por que fosse, o certo é que o Simão estava radiante. Abraçou o seu coelhinho com força e levou-o consigo para a cama. Depois adormeceu e ficou a dormir até à Primavera como todos os outros ursos.

23

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