FILOSOFIA - 3 o ANO MÓDULO 15 A DEMOCRACIA MODERNA

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1 FILOSOFIA - 3 o ANO MÓDULO 15 A DEMOCRACIA MODERNA

2 Como pode cair no enem Texto I A ação democrática consiste em todos tomarem parte do processo decisório sobre aquilo que terá consequência na vida de toda coletividade. (GALLO, S. et al. Ética e Cidadania: Caminhos da Filosofia. Campinas: Papirus, 1997 [adaptado].) Texto II E necessário que haja liberdade de expressão, fiscalização sobre órgãos governamentais e acesso por parte da população as informações trazidas a público pela imprensa. (Disponível em: Acesso em: 24 abr ) Partindo da perspectiva de democracia apresentada no Texto I, os meios de comunicação, de acordo com o Texto II, assumem um papel relevante na sociedade por: a) orientarem os cidadãos na compra dos bens necessários a sua sobrevivência e bem-estar; b) fornecerem informações que fomentam o debate politico na esfera publica; c) apresentarem aos cidadãos a versão oficial dos fatos; d) propiciarem o entretenimento, aspecto relevante para conscientização politica; e) promoverem a unidade cultural, por meio das transmissões esportivas.

3 Fixação 1) Qual a principal diferença entre a democracia grega e a democracia moderna?

4 Fixação F 2) De acordo com Michael Mandelbaum, quais são os dois principais componentes da3 democracia? t

5 ixação ) Para Michael Mandelbaum, que elemento introduziu-se entre a liberdade e a soberania para ornar a democracia atraente entre o fim do século XIX e o início do século XX?

6 Fixação 4) No entanto, uma coisa é aspirar à criação de um sistema de governo democrático, e outra bem diferente é realmente colocá-lo em funcionamento. Nesse ponto, é importante ressaltar a diferença entre os dois componentes da democracia. A soberania popular é um princípio político relativamente fácil de implementar. Eleições livres podem ser realizadas de forma rápida e econômica em quase toda parte. A liberdade, no entanto, é bem mais difícil de ser alcançada. (Michael Mandelbaum) Por que a liberdade é mais difícil de ser alcançada do que a soberania?

7 Fixação 5) Segundo o autor, não é possível haver democracia em um país sem economia de mercado. Por quê?

8 roposto P ) Qual a diferença, de acordo com Bobbio (a partir da leitura de Benjamin Constant), entre a 2 iberdade dos antigos e a liberdade dos modernos? p

9 roposto ) Quais os direitos naturais do homem, de acordo com a concepção jusnaturalista defendida elos proponentes do Estado liberal?

10 Proposto 3) Como o jusnaturalismo concebe a origem do Estado?

11 Proposto 4) Por Estado de direito entende-se geralmente um Estado em que os poderes públicos são regulados por normas gerais e devem ser exercidos no âmbito das leis que os regulam. (Noberto Bobbio) Comente a citação.

12 Proposto 5) (ENEM) (Pederneiras, R. Revista da Semana, ano 35, n set In: Lemos, R. [ORG]. Uma história do Brasil através das caricaturas ( ). Rio de Janeiro. Bom Texto: Letras e Expressões, 2001.) Na imagem, da década de 1930, há uma crítica à conquista de um direito pelas mulheres, relacionado com a: a) redivisão do trabalho doméstico. d) aprovação do direito ao divórcio. b) liberdade de orientação sexual. e) obtenção da participação eleitoral. c) garantia da equiparação salarial.

13 Proposto 6) (ENEM) É verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; mas a liberdade política não consiste nisso. Deve-se ter sempre presente em mente o que é independência e o que é liberdade. A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proíbem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder. (MONTESQUIEU. Do Espírito das Leis. São Paulo: Editora Nova Cultural, 1997 [adaptado].) A característica de democracia ressaltada por Montesquieu diz respeito: a) A ao status de cidadania que o indivíduo adquire ao tomar as decisões por si mesmo. b) ao condicionamento da liberdade dos cidadãos à conformidade às leis. c) à possibilidade de o cidadão participar no poder e, nesse caso, livre da submissão às leis. d) ao livre-arbítrio do cidadão em relação àquilo que é proibido, desde que ciente das consequências. e) ao direito do cidadão exercer sua vontade de acordo com seus valores pessoais.

14 Proposto 7) (ENEM) Texto I O Estado sou eu. (Frase atribuída a Luís XIV, Rei Sol, Disponível em: gov.br. Acesso em: 30 nov ) Texto II A nação é anterior a tudo. Ela é a fonte de tudo. Sua vontade é sempre legal; na verdade é a própria lei. (SIEYÈS, E-J. O que é o Terceiro Estado. Apud. ELIAS, N. Os alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.) Os textos apresentados expressam alteração na relação entre governantes e governados na Europa. Da frase atribuída ao rei Luís XIV até o pronunciamento de Sieyès, representante das classes médias que integravam o Terceiro Estado Francês, infere-se uma mudança decorrente da: a) ampliação dos poderes soberanos do rei, considerado guardião da tradição e protetor de seus súditos e do Império; b) associação entre vontade popular e nação, composta por cidadãos que dividem uma mesma cultura nacional; c) reforma aristocrática, marcada pela adequação dos nobres aos valores modernos, tais como o princípio do mérito; d) organização dos Estados centralizados, acompanhados pelo aprofundamento da eficiência burocrática; e) crítica ao movimento revolucionário, tido como ilegítimo em meio à ascensão popular conduzida pelo ideário nacionalista.

15 Proposto 8) (ENEM) Na década de 1990, os movimentos sociais camponeses e as ONGs tiveram destaque, ao lado de outros sujeitos coletivos. Na sociedade brasileira, a ação dos movimentos sociais vem construindo lentamente um conjunto de praticas democráticas no interior das escolas, das comunidades, dos grupos organizados e na interface da sociedade civil com o Estado. O diálogo, o confronto e o conflito têm sido os motores no processo de construção democrática. (SOUZA, M. A. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo: participação e possibilidades das praticas democráticas. Disponível em: Acesso em: 30 abr [adaptado].) Segundo o texto, os movimentos sociais contribuem para o processo de construção democrática, porque: a) determinam o papel do Estado nas transformações socioeconômicas; b) aumentam o clima de tensão social na sociedade civil; c) pressionam o Estado para o atendimento das demandas da sociedade; d) privilegiam determinadas parcelas da sociedade em detrimento das demais; e) propiciam a adoção de valores éticos pelos órgãos do Estado.

16 Proposto 9) (ENEM) A definição de eleitor foi tema de artigos nas Constituições brasileiras de 1891 e de Diz a Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1891: Art. 70. São eleitores os cidadãos maiores de 21 anos que se alistarem na forma da lei. A Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1934, por sua vez, estabelece que: Art São eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de 18 anos, que se alistarem na forma da lei. Ao se comparar os dois artigos, no que diz respeito ao gênero dos eleitores, depreende-se que: a) a Constituição de 1934 avançou ao reduzir a idade mínima para votar. b) a Constituição de 1891, ao se referir a cidadãos, referia-se também às mulheres. c) os textos de ambas as Cartas permitiam que qualquer cidadão fosse eleitor. d) o texto da carta de 1891 já permitia o voto feminino. e) a Constituição de 1891 considerava eleitores apenas indivíduos do sexo masculino.

17 Proposto 10) (ENEM) Subjaz na propaganda tanto política quanto comercial a ideia de que as massas podem ser conquistadas, dominadas e conduzidas, e, por isso, toda e qualquer propaganda tem um traço de coerção. Nesse sentido, a filósofa Hanna Arendt diz que não apenas a propaganda política, mas toda a moderna publicidade de massa contém um elemento de coerção. (AGUIAR, O. A. Veracidade e propaganda em Hannah Arendt. In: Cadernos de Ética e Filosofia Política 10. São Paulo: EdUSP, 2007 [adaptado].) À luz do texto, qual a implicação da publicidade de massa para a democracia contemporânea? a) O fortalecimento da sociedade civil. b) A transparência política das ações do Estado. c) A dissociação entre os domínios retóricos e a política. d) O combate às práticas de distorção de informações. e) O declínio do debate político na esfera pública.

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